Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06439


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Full Text
Anno XXV.
afaM
0 DM/lFOpnWlc.etodioidlaiquenSo
foro." dccuarda.Oprecodaasjr^aturahe.
rfPiO00r. porqiiarlel. pgin**l*nlndoi Os
annunclol rio aMcnanies to """Ido.
.So de W rs. por li.dia, 40 r.. em typo dlf-
"rente. ea.repelicc.es pela 91*
Uignanf. ng"ao 80 rs. por lio ha e> 180 ra.
c.i Ijpodillereutc. por cada pubUcacao.
PIIASRS DA I.TJA NO MEZ DF. FEVEREIRO.
Lh chela, a?, s 8 horai e 66mln. da manh.
jtaenie,a16. a 1 hora 43.nlo. da moni..
Lm aova, a 33, as II horaa e lOmln.d*Urde.
Terja-fera 13
PARTIDA DOS CORREIOS.
Gnlann'a e Pararnos, a sega. sextas-feirjs.
Rlo-G.-do-Norle, qulntas-felra aomeio-dia.
Carro. Serinl.fiero. RfoPormoso, Porlo-Oalvo
Mace i no I .* a 11 e 21 de cada mei,
Garaitliun Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Florea, a I3e28.
Victoria, s qiiinlas-teira.
Olinda, todo o da*.
REAMAR DE HOJE.
Primelra, i9 tigras e 18 minutos da man).
Segunda, s 9 horas e 42 minutos da tard.
DIARIO DE
de Fevereiro de 1849.
N. 154.
das da semana.
12 Segunda. 8. F.nlalla. And.'doJ. dosorph.,
doJ.dociv edo J.M.da2. v.
13 Terca. S. Grigorio. And. doJ.doc.dal.
v. c do J. de pa do 2. dlst. de t.
14 Quarla. S. Valcnlim. Aud. do J. do c.
da i. v. e do J. de paz do 2. dial, de t.
15 Quinta. S.Fiuuluo. Aud.doJ.dos orph. e
do i. M. da I. v.
10 Seita. Porfirio. Aud. do J. do eiv. c do
J. de pat do 1. disl. de t.
17 Sabbado. S. Silv.no. Aud. doJ. do c.
dal. v.e do J. de pat do 2. dlst. det.
18 Domingo. S. Tbeotonio.
CAMBIOS NO DA 12 DE FEVEREIRO.
Sobre Londres a 26 d. por 1/dOO rs. a00 dlat.
Pars
Lisboa 108 por cento de premio,
a Rio-de-Janelro no par.
Desc. de IctL de boas firma a IV. "' ao me.
Acedes da comp. de lleeribe, a 50* rs. ao p.
Onro.-Unc.ai liespanhol.is. 29/ftHO a 3/W0
Modas de W400 v. WI0 a IW80P
> de 0/400 u. 16/200 a I0/40P
He4/000... 9/9.00 a 9/409
Prata-PatacdMbrasIleiro l/0 a 1/980
Pesos col.i.iiuarios. 1/960 a 1/980
. Ditos mexicanos..... 1/880 a 1/900
BUCO
PARTE-0FFICMU.
MINISTERIO DA FAZKNDA.
enlior.A constituirlo fio imperio, de aecrdo
com os sitos principios da ciencia econmica, de-
termina no$adoart. 173qu nenhuma especie de
trabalhn, de cultura ou de industria e commercio
poder* ser prohibida sean se nppozer aos coslumes,
seguranca e i sajubridsde publicas.
I! ceitas mprem conhecidas pelo nome de so-
ciedades anonymas, que na mi f. ou mosmo erra-
dos clculos p.tem com tanto maior lacilidsde tor-
nar-seprejudicisesao publico, porque sAo constitui-
das aemnrnta social, administradas por mandata-
rios revogaveis, e nenhum dos sociqs responde por
mai do ralor de suas accOes ; e he por isso que a.
legislado dos paizeaeivilisados, deixaodo plena li-
bertado sssociacfle* cojos, membros todos, ou ao
menos parle dalles, silo responsaveis pela execuco
das otirijJCes sociaes, c subjeitam aeus hens ao
pagamento derlas, nSo perniille todava que se or-
ganisem companhias anonymas sem pieria autorisa-
Cio dos poderes encarregados de ciliar pelo inte-
resses rracionaes.
A legitimidade destB iiilervenc.no da autondade
deriva, nAo da naturrza da industria que se preten-
de exerrer. mas da forma da Sociedade annnyma,
da necessidade que tem o publico de certificar-se se
o fim da sociedade be licito, se os capilaes annunca-
ilos exsiem realmente, se-sflo proporcionados em-
preza i que se destinam, so os estatutos de taes as-
fociaeOes offereeem aos accionistas, cojo concarso
reclamam, garantas moraea e meios sullicientes de
fiscalisarAo.
Assiin, oflmda autorisaco he pura e simples-
mente assogtrrar a solidez das bases das asooiacOes
anonymas que se estabelecerem, e a moralidade e
capacidade das adniinislracOes qu as dirigirem.
Mas, se o enverno nunca deve aulorisnr a nenrpo-
racilo de compnnhiasque nAosstisfacm scnrtices
referidas, nem simples projectos, umitas vezes ba-
scados unicamcnlo uo iulere* individual de espe-
culadores qiic'procuram iicupletar-e custa da fa-
zenda allieis, u na imprudencia de emprebendo-
dores mal avisados que jacrificam sous cahedaes* e
os dos incautos que se d*Txam fascinar por perigosas
illu-vs, j"'pre-rh8*:iodvia nilo estorvar, antes
favorece assocaces reaes organizadas convenien-
temente, as quaes se timba m empeiiliado sudlcen-
te numero de arredlalos accionistas que, concorra m
com seos capHsas, ou oslejam em circutnstancias
de roalisar asQiantiascom que subscreverom.
Se estas ronsi Jerai.es silo valiosas, applicadus s
sociedades anouyinas em ?erl, muilo maior impor-
tancia adquirniu quandose referem s que teom por
lim Uf.-r operaciV's bancaes. Ninguem desconhece
a uliltdade dos bancos nos paizes cujo on-io circu-
lante he metallico. I'coduzem elles, alm de outras
menos consideraveis, a grande vanlag^ni de substi-
tuir um instrumento de circuIacSo dispendioso por
nutro muilo mais econmico ; o os valores que por
esse mio deixam de representar o papel de meros
agentes de. circulaQilo, passam a ser erapregados
como capitnes produclivos, o concorrom poderosa-
mente para-augmentar a riqueza publica; mas, an-
da assim, para que os bancos pus.-am fazer esse be-
neficio sam perigo de causar grandes males ao com-
mercio o'industria, compre que ae.jtnn organisados'
sotidamente.i que empresten, quanlfas limitadas
a pi-n/os curtos ou frequentcmenle renovados e com
boas garantas. No.Brasil, porm, onde papel irrea-
llsavo faz exclusivamente as funccOas de muio cir-
cuanle, os bancos de eroisso, sem podtem pres-
tar o mesmo mm'vico, tenderflo a tornar mais irregu-
lares e preju.liciaes as .oscillacOe* prupriss desse
agente de circuhico e a afugentar cada vez mais a
monda de ouro e prata. He fra de duvida, e recen-
te experiencia ja o demonstrou, quo, quando a
q.ianiida.le de moeda-papel que temos em circula-
Qilo, avallada conforme o padrAo estabelecido na Ici
n. 401 de II de setembro do 1848, fdr insufficien'e
paja lo las as traiis*cc,Ocs do paiz, os metaes precio-
sos afQuirOo rara auxilia-la, e facilitar u catbelu-
< i monto de una circtilacao mais solida o normal.
So porm, s as-ociaeocs anouyinas fr perinilliila
ampia faculdide de emitlir : sen arbitrio vales ou
leltras psgaveis au portador, claro lie que cases pa-
pis de crdito, cuja somma ir augmentando uo
par e pasan que fOr maior a insufllcicncia de mooda-
papel, occuparOo o vacuo quo devora ser preencliidu
pelos metaos preciosos, os quaes licsro indcGntda-
mente expellidos da circuladlo, contra a inlencHo
meios a que deve recorrer quem entre nos quizer n-1 Doos guarde a V. Exc. Ile' do8v"n J?ro"
eoroorar comoanbias anonvmas vincia do Minas-Geraes, 31 de dezembro de 18*8.
rantias e segranos as transacQOes particulares, denle da provincia de Pernambuco.-O pres.dcnle,
le o publico lew diretlo de exigir, com a facilida- Jote lldcfonto de Soma Ramos.
garant
3ue o publ
o dos meios de obter concossno para semolhaules
associaQOes. Nem essas garantas poro estorvo
organsaQo de companbias verdadeiramento utois;
bem ao contrario aervir.lo de dar-Ibes mais solidez e
crdito, e de excitaren assim o concurso de capi-
laes que sempre procuram do preferencia ksempre-
zas mais seguras, eonde reconhecem maior proba-
bilidado do svantajados lucros.
Sou, Seuhor, coni o mais profundo acatamento,
deV. M. I. subditomuito fele reverente. Joaquim
Jai todrigues Torra.
Rio-de-Janeiro, 5 de Janeiro de 1849.
DECRETO N. ... DE 10 DE;JANEIRO DE 1849.
Fitubtlccc tigras para a incorporacH de quaeiquer io-
oltdadet mnonymat.
lie i por bem ordenar n segu uto :
Art. 1. Nenhuma sociedade snonyma poder ser
incorporada sem autorsa$lto do governo, o sem que
sej* por elle approvado o contrato que a consti-
tuir.
Art. 2." As pessoas que quizerem rondar urna so-
ciedade anonyma dirgirdo sua peticAo, na corte ao
ministro competente, e as provincias aos respec-
tivos presidentes. Esta petizo ser assignada por
lodosos inleressados, salvo o ceso em que o con-
tralo constitutivo da sociedade depara esso IIm po-
deres a um OU milis denlre ellos.
Art. 3. Vara aeradmittida dever* a petic.lo ser
com,Pi>hada dos estatutos e contrato constitutivo
da sociedade, em que se expresse clara o positiva-
mente a ohrigaco que coutraliir cada um dos so-
cios, de realisar suas entradas as pocas que from
determinadas, sem a existencia de clausulas que por
qualqoer modo a pnssam tornar Ilusoria.
Art. 4. Nesses documentos deve declarar-sa : 1.*, o
negocio ou negocios que a sociedade se propOeem-
prehender ; ', o domicilio da soeiodade; 3.', o lem-
po que deve durar ; 4.1, a importancia do fundo so-
cial ; 5.a mancira por que ha do ser formado ; 6.,
os prazos om que deve ser realisado; e 7., Unalmen-
te, mo lo de adminstrac.3o da,sociedde.
Ar(. 5.* Os presideutes do provincias IransmittirA
as pelicdes que Ihes frem entregues, com os docu-
mentos precedentemente indicados, ao ministro
competente, ajnlandb-lnes informar-Oes circums-
tanciadas sobre osseguinles pontos: 1 se a emprc-
za presenta alguma coisa que pareca contraria s
leis, i ba f do commercio, ou aos interosses du
industria em geral ;2 ', se lem probubilidsdo de ser
bem succedida ; 3 se as qualidades o moralidades
dos subscriptores d&O sufliiientosgarantas, ese teom
elles meios do realisar suas entradas tas pocas que
frem docenninadai.
Art. 6.* 0 governo decidir, vista dos documen-
tos e infariuaces de quo tratam os artigos antece-
.letites, se .leve ou nflo conceder auloris.ic.Ao e ap-
p.ova^Aopara incorporara soeiodade a que se refe-
rirem, excepto todava se iba frem requeridos pri-
vilegios su faculdades cuja concessAo seja da com-
petencia do corpo lgvslaty'o, porque em tal caso
ser-lbe-ho remeltidos os Inferidos documentos e
Inforaiacoos. ^.
Art. 7. Depois de obtida aapprovaQ.lo do gover-
no, nenhuma mudan'ca poder faaer-se, qur nos es-
tatutos, quer no cotiiralo constitutivo da sociedade,
nem esteudorem-se soas operacOes a objectos que
nSoestejamfWrtescomprehendidos, sem previa au-
lorisae.lo do mesmo governo.
Art. 8.'Os administradores au directores das so-
ciedades anonymas lospondcrf.o pessoal o solida-
riamente a terceiros quo com ellos eoiitriitaren an-
les de ser aulorisadas pelo governo, o [mblicada.essa
autorisa?Ao pelos jornaes ou poredilaes no respec-
tivo domicilio.
Arl. 9." A iusUllscAo da sociedajo anonyma quo
liverporRm fazeropo/aces bnces s poder ser
aulorisada quando selenita realisado a quarla parte
das acQes; mas, se nilo Tr completado o numorn
total dallas no prazo marcado no coniralo consti-
tutivo, sera a socie.lade dissolvida, salvo so obtivur
do governo aulorisacAo para fazer suas upcraci-s
com numero menor ue accionistas do que o marcado
EXPEDIENTE DO DA 10 DE FEVEREIRO.
Onieio.'Ao presidente da provincia das Alagas,
cusando recebido o olllcio em que lhccommunica
que tomara posse dos cargos de prestdenlo e com-
mandante das armas d'aquclla provincia, para os
quaes fra nomeado por decretos 20 e 22dejaneiro
ultimo, agradecendo a S.. Ex. os satis obsequiosos
ofrerecimcntos.cassegurando-lbeqoesempreoacba-
r promplo para cumpriras suas ordens, querellas
digam respeilo ao serviijo publico, qur se rehram
ao particular de S. Ex.
Dito.-Ao commandanle das armas, transmittm-
do, alim de o fazer constar aos agraciados, copias de
um aviso da Secretaria d'estado dos negocios da
guorrada o relaeAo, que o acompanbou, dos indivi-
duos que S. M. o r. houve por bem condecorar pelos
relovanles servigos prestados contra os revoltosos
desta provincia. .
Dito.Ao mesmo, remetiendo, alim da que laija
publicar, copiado aviso da secretaria d'esta.Jo dos
negocios da guerra do 15 de Janeiro prximo lindo.
emqueS. M o. manda elogiar o denodo com que
so boiiveram os militares quo tomaram parto no s-
signalado tiiumpbo obti.lo pelas frens da legalida-
de sobre os revoltosos no ataque do Mtissiipinlio.
Dito.-Ao mesmo, declarando ler sido communi-
cado em aviso da secretaria d'estado dos negocios
do guerra, quo os seus vencimenlos. desdo quo en-
trou em operaos contra os revoltosos desta pro-
vincia, devem ser os de commandanto de dieiMiO
correspondentes ao lempo de guerra.-I'arlicipou-
seao inspector da pngadoria militar.
Dito.Ao mesmo, participando que S. M. o I.
bouvera por bem prnrogar por mais tres mezesa
licenca com que se acha na corle o doulor Zercrino
Justino da Silva Meirclles, cirtirgiAo ajudanle dol.
hatalliAo de cacadores.Communicou-sc ao insuec-
lor da pagadoria militar.
- Di** Ao niuMno, declarando que S. M o I., rlefe-
rimlu a supplica do majnr do b. liatalbAo de fu/i -
leiros, Pedro Paulo de loraes llego, houve por bem
eoneeder-lho seis mezesde licenga com vencimento
de sold.Scientillcou-so o inspeclor da pagadoria
mil.lar.
Dito.Ao commandante das frQds navaes, par-
ticipando que o vapor Parante conduzinpara osla ci-
dade, a serem entregues a S. S., mil espoletas rulmi-
iianles do metal para espingardas., tres mil das ul-
timas da requisito por S. S fcita ao quartcl-ge-
neral de marinba, Cas outras mil do pecas por con a
do pedido do inspeclor do arsenal de inanulia desta
provincia.-lnteirou-se o refer lo inspector.
Dilo Ao mosmo, communicando que S. M. o I.
determinara se abonem a S. S desde quo se incor-
poran s frcas navaes estacionadas nesta provincia,
os vencimenlos o mais vantagens correspondentes
a coaimando de divisAo em quanlo est.ver entrega-
do na commissAo de que fra incumbido pelo qoar-
tel-general de marinha.-l'arlicipou-se aoconlador
' t8.-Ao presidento da relaQAo, declarando que
SM o I., por decreto de 11 do dezembro do auno
prximo (Indo, houve por bem remover o uacliarel
Vetato Aurelio da Cunlm f.oveia do lugar do III
municipal de Coianna para o do termo da Maiort-
dade na provincia do Itio-Grande-do-.Norlc.-Uzo-
ram-se as parlcipaces do estro.
Dito -Ao juz do or,l,Aos desta mdade, ordenan-
do, em cumprimenlo do dsposto om aviso da secre-
larVa de estado dos negocios da justi<;a, que s. me.
informe acerca do contcdo do requer.oiento em
QUaloAo dos Santos Porto pedo ser prvido no ofli-
eio Jcescrivilodaquellejuzo.
Vio Ao inspector da ibesourana da lazenda,
transmillindo urna ola ,al*a de 10,000 res, das en-
carnadas da i.' estampa, que fo. enviada pelo .ns-
nectorgoral dacaixa de a.iiorlisacSo para so nota-
"om as dilTeroricas que a distinguen, das verdadeiras
m ci culacAo, e mc-lbor cntonder-se a resenta que
o ihe envou.-luleirou.se o inspector geral da
je aniorlisacAo.
no mesmo contrato.
Art. 10. O governo nomcar, todas as vezes que
entender conveniente, um uu mais agentes paralis-
eah;aroin as oporacocs das sociedades de que (rala
o artigo antecedente, e podor declara-las dissolvi-
mt>nifesla da citada leidetl de setembro de 18*6. das quando se verilicar que uAo cumprotn as condi
Assim. pretender o rcstabeleeimenlo do ciroulaco cues a que su suhjuitaram.
metalloa, e deixar aos particulares plena libe, dada I Art. II. Pelo ministerio dos negocios da fazenda
de organisar bancos de eniissAo mais ou menos per- se expedrAo todas as providencias relativas as so-
feila, be querer conciliar dous principios que por ciedades de que trata o art 9.
sua naturez se repellem mutuamente. Joaquim Jos Rodrigues Torres, do met concelho,
Nossa logislncSoheomissa em pontos importantes senador do imperio, ministro e secretario de esta-
do materias econmicas e mercamis; mas, deler- do dos negocios da fazenda e presidento du tribunal
minando o 9o da le de 18 do agosto de 1769 que em do thesouro publico nacional, assim o ton lia en-
taes casos se recorra ao Subsidio das leis das naces tendido e faca execular.
civilisadaa; e sendo a legisiacOo .lestas uniformo | Palacio do Rio-de-Janeiro, em 10 de Janeiro de
acerca da necessidade de autorisacflo pura esialulo- 18UI, vigesimo-oilavo da independencia e do impe-
cioienlos de soeiodade anonymas, he fra de duvi- rio.Com a rubrica de S. al. o Imperador.Juaquim
da que esta doulrina he le nossa em falta de patria Jos, Rodrigues Torres.
que nflo temos.
O que'fica ex posto, o a deliberacAo que V. M. I4
se dignou de lomar sobre o paiecer das secces
reunidas de fazenda e ju>licu do sou concelho da es
lado, em resqluco de conaulta de 3 do mez corren- ..,.*.. cr.\.n. or.ic imua, --..---------------'"Z
le, me imj,0e o dever du submetter a approvacjlp da V. Exc. que esta provincia goza de pereua tranquil- so ha dedicado ao desempculio da commissdo
V. H. I. o decrato junto que esUbelece as regres a lidade. que foi encarregado.
GVENO DA PROVINCIA.
Illra. cKxm. Sr.Tcnbo a honra de participar
j se
('va oe miio.n3uy". ...
u..., _Ao inspeclor da pagadura militar, orde-
o vista da cotila en. duplcala quo reinel-
Dilo.Do socretario do governo ao inspector da
thesouraria da fazenda provincial, declarando que
llca sciente de ter S. S. efecluado com Manocl Fi-
gueira doFara o contrato das impresscs do> tra-
ba Ihos das repartiQOes provinciae9.
Portara.Demiltindo do cargo de promotor pu-
blico do termo do l.imoeiro ao bacbarcl Manoel Cla-
ro Goncalves Guerra, visto ter tomado parte activa
na revolt, achando-se reunido s frcas rebeldes
existentes om Pasmado.Kxpe.liram-se as conveni-
entes participaces.
COMMANDO DO 5.' BYTAl.liAO DA CIIRIU NA-
CIONAL Di RECIIE.
QUARTRL DO COMMtNDO ISTRRIXO DO 5. llATALIlAo' OA
01'MU A NACIONAL SBSTACAnA II PP. PKVRREIRO
ne 1849.
OriUm do Ha.
Escolhdo pelo Exm. Sr. general commandanle
das armas, por ordem do da 11 do correte, para
commiiidaro5.<> balalhAo da guarda nocional des-
tacada, em virtudo do impedimento de seu respec-
tivo cliefe o lllui. Sr. coronel Francisco Carneiro
Machado Ros, baleado no combate do da 2 do cor-
rente, quando com n sua reconbeeida bravura de-
fenda iiniit das avenidas desta cidade, cu me con-
gratulo por Li honrosa esculla, mxime passando
ler sb met ominando um balalhAo, quo la
ufana de ser fiel sustentculo da monarcbiaedasleis
do imperio, em cuja defesa ja urna vez don provas
de que so nflo posava de derramir seu precioso sin-
gue. Entretanto lenlio bem fundadas esperances de
que os bravos, que agora tenlio a honra de com-
maiidar, em nada ddcahirio d'aquelle amigo re-
lime, quo por si e por seu citado cliefe oulr'ora
grangearam, inda que bem cnuheca que nimbas
habilitaces sAo mu desproporcionadas s dalle,
para que possa ao menos iguala-lo. Espero que os
Srs. oflieiaes, omciaes-inreiiores, cabos cornetas,
e soldados, preslaudo-se quanlo esleja em suas Tor-
cas, ajudem-mc levar a olfeito a missAo anlua
(te que agora sou incumbido, c na qual confio nflo
eixarel do ser coadjuvado pelo brioso 5 < balalhAo,
cuj digno commandanle, do qual jamis poderai
tecoro merecido elogio, Ihe ha sabidu inspirar mili
lotivavcis senlimontos du adhesAo a causa da legali-
dade.
A' companhia do met mando, quo fica. em vista
le cilada ordem do F.xm. Sr. general, addida ao 5.*
balalhAo, ocommandada pelo valenle Sr. lenlo
Manoel Joaquim Ferreira Esteves, ou me dirijo, re-
cominendaniiu-llie que, apar de seus nuvos irmAos
d'armas, se porte de maneira a nflo desmentir em
nada o conceito e a conlianca quo nella deposito,
e que nascem do seu coniportainenlo sempre leal,
sempro honroso. Eu, pois, Ihe recoinmendoque,
ligada coin elles. concorram promiscuamente para
amanulencAoda ordem e tranquillidade publica ;
cortos de que, continuando a portar-se como ale o
presente, lerAo em mim um amigo bel, zelador de
seus direitos e do seu bem-estar. A conlianca, a-
linal, que em geral deposito nos valenles goardas
sb o mea comman lo, faz com quo nada mais
diga, esperando ancioso ter oceasiAo de mos rar
quanlo valcm o 5. balalhAo c a companhia addida
de guardas nacionaos destacados.
' Ficam em vigor as ordens existentes o que a ex-
periencia faca-me coiihccer a necessidade de reor-
ma-las -Assigiiado-JwaOonf"'" dadiva, capi-
tao commandanle interino.
CamaraJai'.W Nomeado pelo Ex. Sr. general
commai danto das armas para vos command.r n-
ter mente, eu me ufano com tflo honrosa esollia,
L^oero que com vossa coadjuvscAu cooperareis para
ue euen. nada desminlao conecto quo do m.m
faz lilo dislincto general.
Vosso valor, urna vez.*j demonstrado no combate
do d"a S do crrete, quando UoSaV*ftj*W9-
e I assaz louvado lenente-coronel l-rancisco Cirnei-
?o Machado lios.j vos fea conhecidos ao publico;
"eS.pois.tei.ho de coin-oU. qu. u.a ar-
arsenal de u.aiinba o brigue nacional Austral que
serve, de deposito de presos.-l'articipou-sa ao ins-
pector do arsenal de marinba. .
Dito.-Ao capilAo do purlo, participando ter sido
declarado pelo Exm. Sr. ministro e secretarioi di.es-
lado dos negocios da marinba quo o 2." lente d*
armada; Francisco Duarte da Costa, fra exonerado
do exercicio que lnba aquella capitana, o ordenan-
do ao mesmo lempo que continuo em semclhaute
exercicio o oQlcial quo serve de ajudauteda nispec-
ev'do arsenal do marinba desta provincia.
Dilo -A' Francisco de Paula Paz Itureto.Alten-
dando'a ua represAilaeao de 6 do corrente, om rjue
expe que pelo mao estado de sua saiHenpo pode
continuar no exercicio de commandanle das Macee,
da cidade da Victoria, accrescendo acnar-se restahe-
lecida a Wanquillidade dessa comarca por l-rem sido
batidos e dispersados os grupos de revoltosos quo
nella vagava.n, resolv Conceder a Vu.C. a escusa
que pedio do commandanle das frcas alu estacio-
nadas, louvando o zelo e actividade com que Vine.
ardor com que coslumais deten ler as
juradas. 0 terror que alguem Uf
nABiilacSO rada da capital, nflo
BltSSSSl de soldados taes como os do
5 balalhAo o da companhia addida.
Segu, pois, a vereda encelada, portando-vos leae.
.ogovernu legal, evossos feitos serflo em teo.po con-
"'ejamos liis ao governo, t contemes com ss ben-
cAos da patria.
Viva S. M. o imperador!
Viva a integridade do imperio.'
Viva a constituicAo poltica do osUtlo.'
Viva o Exm. Sr. presidente da provincia/
Viva o brioso general que nos commanda.
miarte! do caminando inlerino do 5. balalhAo da
yuarieiuo j-^..,,,!,, lt a.i fevereiro de 1849.
mandante inteiino.
mm


EXTERIOR.
A OPINIO DE CW REPUBLICANO SOBRE
A REPBLICA FRANCEZ4..
AO EACTOR DO TIMES.
I'arit, 14 de novembro de 1818.
Coun.' rpin* tualmento em (da a Franca urna
inquieta, '3o 8er8'> ?om(> parece approxiinar-s"
urna -r'iv, ,ie PO*vp| qno algumas onservaces
da penna de um MPpc(ador americano obro o ac-
tual estado o' couaas voi oueresam alguai inte-
rese. ...
Ilouve poca, e nBo mui '''s(an(o, em que a Eu-
ropa indignada v,'' m .rias ao centro deslo
glorioso e desventar. "*Ao P"'1- *" 1uo U territo-
rio Ihe foi arrancado t'nm" *" arrancam os memliros
de um traidor, e om ql/'rt se 'pz do seu Himno
romo se todos, menos sfc'us ninos- tivessam direito
e vol na quesillo, lias """,a sim havia eolito
um meio obvio do salvacflV- ,,0JP' P<*em, posto
nlo haja legies estrangeiras su,ls P"rts pura
cercear Seu (erriloiio e ordena. "-"" se curve a un.
soberano imposto por bayonetas eslrangeiras, ha
comludo dentro do paiz "elemento.s }aes 1,e'u.Ue
conTusSo, he ISo frac o espirito V.'8 sacnlicio a
patria, apn-sonla-se 13o carregado o /uluro, que
algumas vezcs me parece vero preludio da explo-
sflo de urna mina.
Como as fabricas nlo estilo todas paradas comn
ja esliveram : como s tambores nlo tocam a r.-ba-
ti' iodos os diiis, como locavam, lisongeam-so a'"
guns* de que o commercio comeca a reviver e que
a. tranquillidade publica spr do longa duraeflo.
Esses humens, pnrm, esqui-cem-se de que boje
ninguem pode andar n, como se andana so as
rubricas e lea res estivessim parados eos coi tu mes
abandonados, e de qno mpsmo na niaior das tem-
pestades ha intervallos em que apparece o sol c
illiimina a trra e o mar.
Ocioso era dizer que he esta urna das horas peri-
go&as em que o homein da pora, su por ventu-
ra existe,a crculura da ocessflo surge das fi-
leiras para ser saudado por todos como senhor
absoluto ila nacflo. Mas ah .' ninguem acudi an-
da ao reclamo urgente, e a mal modelada e im-
provisada repblica he tolerada apenas como a
frgil jangada a que se agarram os desventurados
naufrago. A Franca ufo se levantar da tua ac-
tual desgranada condigno sendo quamio, piMldo
o reinado das ideias falsas, vier em san sorcorrojn
espirito religioso, jici.mi andado de urna vontade
de ferro e de um braco forli,
Em penos de um mez elpger o povo francez o
seu presidente, e, como he sabido, os dous candida-
tos mais proeminenles a este alto 'emprego silo o
principo Luiz Bonapaile e o general Cavaignac;
o primeiro, Cousi lerailo por todos como homem
de talentos mui ordinarios ; o o segn lo, litio um-
versalmente por homein destituido de qualidades
eminentes. A um ou oulro ser pro va V0l mente
confiada por alguns anuos a surte das instiluicoes
liheraes em Franca, e at cerlo pomo em toda a
Europa.
Se o sobrinho do imperador fr o competidor
felil, e as probabilidades silo a seu favor, ninguem,
6 todos o dizem, se persuade se satisfar elle com
'i 'i a smiles presidencia de quiltro anuos, para ser
substituido entilo por algum rival de sangue me-
nos puro. Fai da sna cadeira um tlirono, dizem
alertamente seus partidarios, ou pido menos n.lo
deixara de fazera tentativa. K leudo para susten-
tar suas pretences qualro quintas parles do ejer-
cito, metade da guarda nacional, maiores em quasi
todos os uepartamenlus desguatados com tantas
experiencias de governo, e ue mais a mais muitus
legitimislas (sejam quaes frem seus motivos J eai-
penhados em lova-lo ao poder, quem podera op-
poi-se sua elevarlo? Ninguem por certo, sea
eleicflo se fizesse anianhfla ; mas com trinU das
para cabalar com todos os meius habilinuuie pos-
tranquillidade, nem poder evitar que osanguede
urna plebe Iludida torne a ser derramado intil-
mente em um solo que al hoje anda nflo deu (ruc-
ios dignos da causa da liberdade racional.
Ha lias festejou-se a promulgado da vigpsima-se-
gunda constiluiciln. Veremos s correspoode melhor
do que as precedentes aos (lns para que foi feita, e
so pode livrar da anarchia um paiz de cuja popu-
k lagflo Ires partes estilo em estado de cmplela ig-
< norancia, urna puarla parte em estado de ignoran-
cia con paraliva eso urna decima partpsabe lere
esetever correctamente. > (I Agorase ver so urna
assembla nica, que ha soberana, e um mag-slra-
do supremo, que nflo reconhece superior, pdem
marchar, Urna destasautoridades suecumbir iiiM-
livelmente ; qual das duas ha de ser lie o que ser
dei erm i nado pelo carcter do individuo que fr ele-
Vado presidencia. Mas qun casta de repblica be
essa em que se d semelhante estado de cousas ?
Respetosamente vosso criado.
a States Man.
( Do Times de 16 dewembro.)
(Jornal do Commercio )
das autoridades;contem com a dedicaQodoExm.
Sr. presidente da provincis, e com a pericia bra-
vura do experimentado general que superlntende
sobre as tropas; confiem novator o a rd i ment de
toda essa gente que j urna vez affrontou a morte
em defensa da capital ; -examinen) por seus propii-
os olhos a manira como so acham guarnecidos lo*
doa oa pontos por onde alguma malla de salteado-
dores possa tentar entrada, e liquem certos de
que nada ha a receiar,c liquem convencidos de que
nunca os anarchistas que ah peccorrenv as mallas
esliveram menos habilitados do que actualmente
para fazer-nos mal.
i)!,irio iipkr\aiiiii:i:ii.
HECIFE, 12 DI riVIREIBO BE 18(9.
DISPKRSO DOS BEBELDES. BBADO ANIMADOS.
Urna pessoa de lodo o criterio acaba de dar-nos a
grata noticia deque o troco rebelde que, segundo
o issemos em o numero antecedente, caminhava pa-
ra ISazareth, ao chegar a Pit, dividio-se em grupos,
o mais numeroso dos quaes nSo monta a 200 ho-
mens, e, assim fraccionado, entranhou-se as
maltas.
Parect'-nos, pols, podrmos afianzar que os bandi-
dos cada vez mais se esforcam por ficarem fra do
alcance dos denodados legalistas que incessantj-
mente os perspguem ; bem como que, em semelfian-
te estado de desmoralsaeflo, nao he possivol que se
riles arrojem a assaltar a capital, cujas avenidas
acham-se tilo fortomuitc guardadas, quo contamos
como certo o completo destroc dos vndalos, se
porventura, contra todas as probabilidades, ousa-
r.nn ellos tentar de novo contra as vidas o propie-
dades dos habitantes da bella e rica cidade do ite-
cife.
Esta nova, por cuja authenticidade nao duvida-
mos responsabilisar-nos, deve do concorrer mui ef-
licazmenlo para que seja espancado esse terror p-
nico de que se acham possuidas algumas familias
residentes na capital e nos seusarrabuldes, equeas
tem levado a abandonar precipitadamente as habi-
tarles smenle porque a algum novelleiro de mo
gosto ha aprazido fazer correr o boato de que os
anarchistas se preparara a rejiovar aqu as luctuosas
scenas do doloroso dia 3 do corrente; tanto mais
quanlo a experiencia dos fados t-las-ha convencido
do que semelhante boato a nada menos tende do que
a derramar o susto por entre aquellos cuja existencia
podo ser acautelada do punhal do assassino,
Sim, ainda hontem noite o que vimos nos ? AI-
tos em aeran, e tralando-se de nada menos do que gunsdesses portadores de m nova, sobre os quaes
mam os toda a vigilancia da polica, espalharam
NOTICIAS ESTBANGEIBAS.
da sua existencia poltica, o partido do general i
Cavaignac, so moner, uiorrcra com as armas na
miio.
So o sufTragio universal elevar prosidencia o
principe candidato, como he ello o mais moco e
poiunto o exponente mais favorecido do poder
popular, sua posieflo em relcelo a assembla ser
decididamente vantajosa. Dahi nascem os maiores
necios, porque todos sabem que nflo ha entre os
dous nem sympatliias nem amor.
Se, porin, o principe nflo obtiver o numero de
votos necessario para assegurar sua eleicilo diTecta,
fr a|>reseuladoo seu noneaesla mesina assem-
bla hostil com una votaran milito maior do que
adosoulros dous candidatos da lista triplico, re-
jeitarilu os representantes da uacao o homem qno
tiver reunido a maiuria dos votos do povo ? Creio
nHo se atruverSo a tanto; mas, ou se atrevam ou
nlo, sera sua posieao dolurosamente dillicil, pon.
quanlo no primeiro caso por-se-ho em guerra
;ibci la com seus cunslituinles, e no segundo, a
i'srolia dqs seus consliluintes ho urna luva quo
Ihi's lancim. Ou me eugajio, ou he chegado ja o
caso do recunhecer-se a falla que faz urna segunda
cmara.
Por oulro lado, sgppondo que o general Cavai-
gnac seja presidente da repblica, qur pela voto
lo povo, qur por votacilo da assembl.i, em que
tic que o futuro toma um asi eclo menos carregado,
nito ser noadiamenln do dia aziago ? prtra orear
eousa que preste be preciso Ur malmaes apro.-ria-gos, e conferenciando de'quando em
dos a obra, (mi, exceptuando os republicanos!
vcrmellios ou rabidos.-raga cuja creda em todos oE*ra- Sr- general commaudanto das
os paizes, Unto na America como na Europa, he a
subversflo, e cuja rrligflo lie a revoluto; que
/mi ha das maiuiias opi usas por grandes u legiti-
mas que sejain, e mofa Ue todos os nos que a Taca
pode corlar; exceptuando esses, digo, iodos os
que em Franca nAo sao inimigos da rupulica, silo
seus amigos smenle por persuasilo e nDo por con-
vireflo.
Fallo com conhecimentode causa; porque, alm
das informaces que do todas as classes da po,m-
laeSo se podeui obtr na capital, os lacios quo dos
departamentos teero cliega lo ao meu couhecimenio
que os rebeldes que, havendo abandonado Pasmado,
em nada mais cu ida va m sen lo no meio mais. fcil de
escapar-se, segundo comprova oque cima aadi-
o, acbavam-se em Moclo, e iam carregar sobre
nos. Islo foi bstanle para que os timoratos se
dessem jressa em passar-se para bordo de alguns
navios ou para as casas sitas n'aquellas ras que
suppunliam menos accossiveisao brbaro inlmgo;
mas, ao passo que elles assim lestemunhavam seu
temor infundado, senilo a mais requintada cobarda,
a tropa de linha, aguarda nacional, os voluntarios,
todos os prestantes cidadflos, emfim, que, 9 d i a s
anles, haviam denojadainente medido as suas ar-
mas com as da rebelda, e quasi queesmagado-a
complotmente, voavam aos seus poslos da honra,
provando desl'arte que eslavam resolvidos a portar-
se tilo noblemente como n'aqucll'outra occasiilo,
no entreta nto q uo o Exm. Sr. presidente da provin-
cia, activo e vigilante, cercado do numerosos am-
quandocom
armas, que
oslava a seu lado, conservava -se em palacio, cujas
porUs eslavam abertas de par em par.
Ao romper do dinaV cidade eslava perfeitamento
tranquilla, e excepto o feimenlo leve que una
dessas mulheres, que costumam dormir pelos passei-
os, recebra de um individuo que podra escapar-so
apenas perpelrou o crime,excepto a passagem do
um carro sobre um soldado da companhia de arlifi-
0 paquete inglez ontrado hontem de Falmouth.
trouxe-nossele nmeros do Times, daUdosde 28 de
dnzembroa 4 de Janeiro; porm, cono j publicamos
as noticias quo da Europa recebemos pelo vapor I).
Affonxo as quaes aleancararh a 8 do ultimo mez,
pouco po leremos dizeragora a es(e respoito.
A assombla nacional do Franca rejeitra por urna
mainria de nove votos a proposU do ministerio a-
cerca da continuaco do imposto sobro o sal, c em
consequencia dissn o ministro do interior, Mr. de
Malleville, o o ministro da agricultura e commer-
cio, Mr. Bxio, deiam a sua domissil. 0 primeiro
foi substituido por Mr Len Fraucher, ministro das
obras publicas, o qual t"ve por successor nesta re-
partido a Mr.Lacrosse, vice-presidento da assombla
nacional ; o segundo foi substituido por Mr. Buffet,
representante do povo.
No dia 28 de dezombro foi apresenlado assem-
blea nacional por Mr. Rondeau, e por ella remellida
as commissOes de justica o legislaclo, a seguinte
pror>osta:
A assombla nacional decreta :
Art. I. A assombla legislativa be convocada para
odia 19 de mareo de 1849. Os pedros da assom-
bla nacional conslituinte cessarao ueste roesmo
dia.
Art. 9.* As eleiedes para a nomoaofto dos 760
memliros quedevem com por a assembla legislativa,
silo flxadas para o dia 4 de majeo de 1849. Cada de-
pai lamento eleger o numero de representantes de-
terminado na tabella annexa ao presento decreto.
Ait. 3. At o periodo (ixado para a sua dssolu-
qSo, a assembla nacional oceupar-se-ha principal-
mente com a lei eloitoral, o a lei relativa a conselho
ie pslado. >
Uina outra proposta fura apresonlada assem-
bla por Mr. Joun, pedindo a revogaeo da lei de 10
de abril, e do decreto de 26 de maio de 1848, que ba-
nlram do territorio da repblica os membros dos
dous ramos da familia Bourbon.
O estado do paiz, depois da proclamado do novo
presidente, vai-sc tornando cada da mais lisongei-
ro : a conlianca vai renasceudo, os fundos pblicos
teem (ido urna alta de Sporcento em Parz, assim
como em todas as grandes cidades, e districtos ma-
nufacturemos o commerciaes inclu mo l.von, Ha-
vre, l.ille, S.-Quintino, Elbeuf o Ruilo; o commer-
cio tem reassumido sua primitiva actividade.
O governn restabeleceu ltimamente as cinco ca-
deiras docollegio de Franga, que tinham sido sup-
primidas por decreto do girverno provisorio, do 7 de
abril do anno prximo passado, c os respectivos pro-
fei>sores Messrs. Michel Chovalier, Portis, Tissol,
LerminicreAlix Desgranges fram reintegrados em
suas funccOes.
Em a noite de 19 de dezembro fora constituida
em Roma urna junta suprema temporaria, composia
do senador conde Corsni, condo Camerala, e o ci-
dadrio Galeti, esta junta dirigi ao povo romano a
seguinte proclamado:
Com quanlo nos consideremos inleiramente in-
competentes para a exaltada diguidade e missflo a
que fnmos chamados por um decreto das cmaras
deliberativas de II do corrente, todava conscios
da extrema necessidade que lodos sentem de dar ao
eslado um govcrno.es libordades publicas unaeci-
de, dopoisilevencermosjustasliesitacOes, obedece-
mos finalmente ao chamado imperioso da patria. Nos-
sa constante solicitude, juntamente com a assslen-
cia dusoutros poderes nos hilo de habilitar a manter
a ordem inferna, a promover o desenvolvimenlo
das instituicOeslivres, arestabelccer a prosperida-
de entre todas as classes e a cooperar com todas as
nossas forjas para a rcalisaciloda independencia na-
cional. I'oiem declaramos ao mesmo lempo gue
smenle intentamos assumir csUs fuceOes pro tem-
pore e al que a assembla conslituinte dos estados
lmanos tenha doliberado sobre nossa ordem poli-
lira. Es(a assembla, reclamada pelo desejo una-
nimo da iisqo ser convocada o. mais breve possi-
vel. Pvo do Roma e das provincias conliai em
nosso zelo, assim como confiamos om vossa unilo e
em vossa dcterminaco de acabar com osdisignios
fataes de nossos inimigos. Mantcuhamosa ordem
inteira e iualleravel, e do mesmo modo a tranquil-
lidade e obediencia s Icis.
Roma tm nossa residencia, 20 de dezembro do
1848.
CorsInl-
lialtti.
< Camera tu.
por canaes Odedignos induzem-nie a crer que o po-1 ees que presuroso recolhia-.se ao respectivo quartej,
."fl" ''"."ITT* '"''' f CUial *- nada 'havia occorrido durante a noite.
malura (enUliva de goveruo popular.
Sirva isto, porta nto, -do governo aos quo sem
abracar a nuvcm por Juno : descancem na vigilancia
Est dispo.ilo a deixar correr as cousas, ou te-
nha no chegar ao seu fim em qualro anuos, em qua-
lro inezes, ou om qualro das ; mas que nao lia sa-
nlo iiniilfeirnga, he evidente ao ver a reluctancia
com que vai urna. Ilo grado,porm,es(a apathia, (t) France, her governmental, adminislraive, and
na serios recelos de que o (numplio de um partido, social organisatioo exposed and considered. Lon-
sejaeste qual fr, nflo assegurar ellicaziueiito ajdon 1847.

O ministerio fra organisado pela junta suprema
da maneira seguinto:
Mr. Muzarelli. Presidente, ministro da iustruc-
cto publica, e interinamente dos negocios estran-
geiros.
M. Armelini. Ministro do interior.
M. Caletii. ministro da justica.
M. I.ivo Mercani. ministro da fazenda.
M. Sterbini. Ministro.do commercio e dis obras
publicas.
M. Campello. Ministro da guerra.
Acamara dosdeputados regeitara por unanimida-
dea propnsla que Ihe fra apreSeutada pei) minis-
terio, pedindo aulorisav.1o para expedir do Roma os
eslrange.ims qun se tornassnm suspeitos.
No dia 19 de dezembro houve grande agitacSo na
cidade eterna, a guarda cvica reunio-se em nume-
ro de 3500 homens no largo dos Santos-Apostlos
com duas pecas de arlilharia. A (ropa de linha e a ra-
vallaria a podera ram-se dos oulros pontos, porm ao
declarare ministro Sterbini quo a junta suprema es-
Uva ja constituida, e que o seu primeiro acto sera a
convocaeflo da assembla constituidlo, luda a rauli-
dao relirou-se pacifleaatente.
Correspondencia.
Srt. Redactarte. Se algum dia desejei qaa mi.
nba dbil voz fsse urna trumhela que seouviaseeni
todo o universo, nesta conjunclura mais que Bunca
para Ihe poder annunciar. as virtudes que em qual-
quer parle apparecain ; mas nenhumas me "turbe-
ra m tanto as vistas, como as praliradas pelos lllnjs.
Srs. cap i tilo, piloto e mais Irpolacflo da barca anie-
licana Navarro para com aquelles que demandaran
seu bo do no dia 2 do correnta. Estes cidados,
Sonhnrns Redactores, foram os mais prestantes qu
os infel7es, que, espavoridos dos cebos dos cantuta
all buscaram, adiando nos ditos Srs. todos os s.
gos quo desejar podiam, nilo olhando ao incomriio-
do nem as despezas, s para suarisareo os malas |.
quellesque tilo allictos eslavam, nflo (endo e i vi*.
(as senilo o serem ules a humanidade, os agradoci-
menlos daqulles que sAbeni apreciar o bem que ra-
cebem ; e para que o respeitayol publico Oque si.
bendo o quanlo devem ser estimados Uo importan-
tes cidados, peco-Ibes, Srs. Redactores, qua quei-
ram dar um caiitinbo em o seu bem coiieeiluado
Diario a estas poucas, mas sinceras verdades, (ca-
das por um agradecido.
Domingo* Jote Ramos.
m
Piiblicices A pedido.
AO A88I6NALAD0 TRIMPHO
DA
BB
WLmWS
ho
seuipre luemora vel dia 2 de feverelro
corrente.
Em balde contra a patria vis tyrsaoos
Cruentos golpes desfechar teiilaram;
Em balde com taes crimes projecUrara
Nossa gloria olfuscar, de longos sanos;
Que os briosos hroes pbbnimbimianos
Um ienoino inmortal reconquistaram ;
Ecobertosde louro, alto bradaram
Com unisona voz, de gloria ufanos :
Em vilo tentaste com feroz cynismo,
a Incautos concitando rebelda,
.Nosso impe.io arrojar em negro abysmo ;
Raqueaste adnal, vil anarchia (
rRcsAMouco he a patria do herosmo :
c Ama a Peoao, idolatra a monarciha !! a
*
ISO seas SSA2BC
AOS BBAVO! DiriNlOBIl SA OBDIH.
Gentilezas fama deraa todos:
Todoi em feitos grandes ae estremaram,
Boc.OB. Can!, di Trpoli.
Onde corris, intrpidos guerreros,
Defensores ds |e, da liberdade.'
Onde vais Que vivo enlhusiasmo
Nos vossos coraces ferve e se agita ?
J nilo hasta m faca ribas assombrosas,
Magpslosns troplio, altas victorias.
Que haveis colhido om frvidos combates ?
J nflo basta essa fama sonorosa,
Qun o vosso uome glorioso enva
A remotas nucoVs, distantes povos?.....
Sm : denodados combatei aRora,
A patria por vos chama, lihertai-a
Das garras da phrenelica anarchia,
Esmagai esso monstro furibundo,
Calcai-lhe na cerviz o agudo ferro,
Que nflo vacilla km pulsos vigorosos :
Atropcllai as hostes iuimigas,
Sois soldados da patria, sois seus filbos ;
Cumpre salva-la. Pelejai valentos !
Es o hrado que unisono sos va,
Que sabia dos peitos que nlo troca ni
Rrioe valor, qua a trra onde nasceram
Nflo queriam jamis ver sobo jugo
lia feroz anarchia -assstadra :
Es o brado quo forte retumbava
Por toda parle, ao roponlar d'aurora
Oa dous do fovereiro, quamio a lurba
Dos vndalos crueis acommellia
Esta cidade, ameno paraizo
Do nnvo mundo, rica, florecente.
O profundo terror, o susto, a magos,
Calou nos coraces. Disperses grupos
De inimigos audazos oceuparam
Diversos pontos do paiz formoso.
Mas de repente, voz da liberdade,
Briosos campeOes, IIInos de Marte.
Esperaneas da patria quo gemia,
Surgiram quaes no passo de Termopylas
Os valerosos Gregos. Um motivo
Anda mais nos peitos accendi
A bravura, o denudo, a honra, a gloria :
Viam que o tilo distinelo Brasileiro,
Que Ilustrado guverna a chara patria.
Era o primeiro a apparecor entre elles,
Coadjiivando-os corajoso e forte,
Qual hero magnnimo que assoma
No mais difcil ponto. Possuidos
Ou elctrico furor, do brio e honra,
Ei-los que a toda parte se arroja va m,
Conduzin lo ante si na voz da fama
Os nomes que jamis manchara o crime,
Esforzados na lula, quem pollera
Rosistr-lhes onlflo ? Quom se atrever
A arrefecur o fogo inextinguivel
Q'esses (ilhns da patria assignalados
Sontiam consuini-los? Ja por torra
Caliem destrozados, lnguidos ftaquam
Os fros invasores q'inda ousavam
Na sua per Tentar de novo a sorte do combale
Contra os liis, valen tes defensores
Dogoremo legal. Fram batidos.
Souberam j nos ultimes momentos
Que oa briosos Soldados brasileiro
II Ffl\/FI


I
N3o recuam diante do perigo,
N3o sao roba.'desque abandonem, fujam
Do campo da hatalha sanguinosa :
Snuheram que o br.-zio da nossa tropa
lie ser liel ao uclylo Monarcha,
Aoa principios da lei, justiga e orden .
Que nao ae cobre de vileza e opprobrto,
Na causa que sustenlam. Mo inos pej*
Morror nai armas escudando a patria.
f.o que valor tambero arremesaaram
Voluntario Hela, cheios de bro,
Ao campo do combate ? Reunidos
Aoa sollados que intrpidos marchavam
Ao centro dae phalangea inimigas,
Esees notos alhlotas ostentaram
HKtoUmo imm par. Briosos cheba
ProcJamavam a tropa, aos voluntarios,
A todo o povo que ao fatal conflicto
pressuroso corra, e sem demora
la provaraosnrgflos dadeerdom
Que nio se esquivan ao combate da honra,
Quaiido a honra os inflamma e enihusiasma.
Famosos capUes de Grecia e Roma
tf.lii frain mais impvidos na guerra,
Mais patriotas que os Ilustres chefes,
Que frente dos ieaea peleja dores
Tanto llzeram dispertan Jo os bros,
Earpunhstwlo a espadas scintillantes
Km prnl da patria que liis adoram.
Os bravos da niarinha brasileira
Assaz sedislmguiran; nenburn delles
Mostrou fraque?. na porfa honrosa.
Antes no meio d rendida lula
Pareciam seguros baluartes
Da Ici.da monarebia. Sobre as ondas
Os navios i'armada valerosa,
Qje o nomo brasileiro lem ligado
A feitos irnniortaes, coadjuvaram
Os esforgos dos bravos coinbalcnles
Que cni Ierra decedidos se mostn. vam,
Expondo o peilo aos liros dos rebeldes,
Dos van lalos sdenlos de vingauga.
Famosos campeOes I Da lei, da ordem
O imperio restauraste. Paz serena
Por vossos feitos ja voiveu Ierra,
Que boje alca a fronte occisa e mageslOsa ;
Conseguiste* as palmas da victoria ;
Vos as ganhas'tes cora valor (ubido;
Excodeslcaa fama qusoava
Por vos em toJa parte. Ao templo augusto
Da gloria caminliai. Cabio por trra
O colosso da intriga e da revolta.
Promplos agradecci favores tantos
Ao Similor dos exordios immenso.
Reoebei do cantor que vos estima
Que he lambem como vos, que ho Brasileiro,
X mais pura homenagem que vos rende,
Possuido de jubilo profundo.
Exullai de przer, fildos de patria,
O co vos prolegeu, e inda nAo cessa
Do estender sobre vos ampio soccorro.
Vivara da lei os bravos defensores,
Briosos campeos da liberdade /
Vivam da patria os lilhus valorosos,
Que escudaran! do imperio a integridade
j; R. de Torres Bandeira.
lOMMEBClO,
ALFANDEGA.
RENDIME.VTO DO.DIA .* ."........ 4:170,618
Deicar'regatn hoje, 13 de fevereiro.
Polaca Vmlhilde mercadorias.
Brigue Kl lijlos.
Polaca N.-S.-do-Carino pipasebarricas vasias.
Barca Laura lijlos.
Polaca Silencio farinha.
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DA 12.
Geral
....................1:610,723
Diversas provincias.. ,........... 24,857
EDITA L.
1:635,580
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DIA 12.......... 689,776
ivlovimento do Porto.
Navios en irados no da 12.
Terra-Nova ; 3 di.i, brigue inglez Naoms, de 1981o-
ucaiUa, i:apjto Wiiiiam Cunningiiam, equioagom
11, carga 2811 barricas com bacallao ; a Me. Cal-
moni n Companhia.
Marseilles; 40 das, brigue sueco So/india, de 214 to-
neladas, capitao A C. Sundazl, equipagem 11, em
laaljo; a N. O. Bieber.
llichmon48dias, brigue americano Eris, de 193
toneladas, capilfio Thomafc Feenhagen, equipa-
gem 9, carga farinha de trigo ; a L. G.Ferreira &
Companhia.
Genova ; 3 dia*. polaca sarda Valktlds, de 144 tone-
ladas. capullo Manoel Gazzola. equipagem II. car-
JorUi"rmre' m""" em,S 80e< i Jo8 s-
Coik; 37dias, barca inglesa Paquete-de-THesU I
333 toneladas. capilOo Antonio .CovTcb. equ/n
geni 11, em lastro; a!. O. Bieber. qu'P-
llarios sahidoi no mamo da.
Babia; barca austraca Vaqutte-de-Triesle, capitao
Antonio Ilanuvicb, carga a mesina que trnuxe.
Cear sumaca brasileira Carlota, capitao Jos Gon-
galves Simas, carga varios gneros. I'assagciros,
Jos Duarte Franco, Finnino iQaquIm Baplisla de
Castro, Juno Rodrigues dos Sanios, Brasileirus.
Babia ; brigue sardo Nsrinm, capitao .. Baptista
(.diavcllo, carga a mesma quetrouxe.
0 IIIm. Sr. inspector da Ihesouraria ds lazenda
provincial, em virtnde da resulucflo do tribunal ad-
ministractivo, manda fazer publico que, em cum-
primento da lei, perantc o mosmo tribunal, so ha de
arrematar oro hasta publica, a quem maisoflerecer,
nos ilias 13, 14 e 15 de fevoroiro prximo vindouro,
o imposto da taxa da bar reir da estrada e ponte da
Tacaruna, avaliado annualmente em 1:000,000 rs.
A arramalacSo ser feita por lempo de 2 aunse
4 mezos, a contar do I de margo do crrenlo auno
at 30 de junho de 1851.
As possoss que se propozerem a esta arrematagflo
comparegam na sata das sessOes do sobredito tribu-
nal nos dias cima indicados, pelo meio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandn afflxaro presente e pu-
blicar pelo Dtnrio.
Secretaria da thesouraria da fazenda provincial de
Peroambuco, 30 d Janeiro de 1849.
0 2. escriturario,
Antonio Ftrreira a"Annunciac&o.
Declaracoes.
*
No dia 15 do corrnte, perante a thesouraria da
fazenda provincial, se ha de arrematar do renda o
sitio que fui do Sebaslilo Jos da Silva Braga, no
becco do Espinheiro, avaliado em 140,000 ris por
anno, e pelo lempo j annunciado.
-- Pela subdelegada da freguezia de San-Frei-Pe-
dro-Gonealves foi apprebeudido um cabrinba, menor ..
de-Sannos.oquai diz chamar-se Flix Antonio Se* n prsca hoje
verino da ConccicSn, lilho de Manoel le tal, e de An-
tonia Hara Bita da Conceicio moradores na co-
marca do Pao-d'Allio, o ter viudo a esta cidade em
companliia de um homem a vender farinha, antes do
dia 2 do crrente mez : quem se julgar com direito
ao referido menor, compareca na mesma subdele-
gada
Francisco Mamtdc de Almeidm,
Subdelegado supplcnle.
Pels subdelegada da freguezia deS.-Fr.-Pedro-
Goncalveafoi apprebeudido e so aclia recolhido
cadeiaopreto Francisco, que diz ser escravo de Ma-
noel Thom de Josus lavrador^lo engenho Malto-
Crosso : quem se julgar com direito ao referido es-
cravo, compareca na mesma subJelegacia, munido
dos respectivos documentos. Iraneiico Mamtde
de Almeida, subdelegado supplente.
As malas que lem de conduzir o pa-
quete de S. M. brilannica Ptmjuin para
o P.io-de-Janeiro e Baha lecbam-se
boje, 13, ao meid-dia.
Oprofessorde rbetorica do collegio das artes
avisa a quem convier que est abena a matricula
as.pessoB.sijue.se quizrem Inscrever devem com-
paiecex na secretaria da academia em todos os dias
uleis.
THEATRO DE AFOLLO.
REABKIURA.
Quarta-feira, 14 defeoertiro.
A companhia fra'nceza sb s direccilo de Mr. Dupr
tera n honra de dar paro a quarta representagSo da
asignatura
A TORRE DE NESLE,
drama em cinco aqtos e oitoquadros, a carador
a grande espectculo, por .Mr Alexandro Domas.
Mr. Dupr tem-se esforgado para que esta pega su-
ba scena tal como ha si Jo re,, rusentada em Pars.
DAKg.L
Novo pus de deux nolire, dangado pela Senhora Ca-
inoin e pelo Senhor Adolpbo.
BELLA E POIIIE.
moderno, cantado pela
Romance moderno, cantado pela Senhora Ale-
xandro.
l'm romance novo, cantado pela Senhora Nallialie.
DANCA.
A Hngara, fias de deux novo, dangado pela Se-
nhora Camoin e pelo Sr. Adolpho.
O espectculo comegar s 8 doras da noile.
Avaos martimo.
Para o Havrfcsahe, al o dia 18 do
corrnte o brigue francez Virginia ; olTereee urna
espagosa camera com excedentes commodos para
pnssageiros : trata-so no escriplorio do Avrial Ir-
mitos.
--Para Lisboa saho com brevidade por ler parte
da carga prompta. o brigue portuguez Maria-Jos ,
forrado e enravjlhado de cobre de que he capitn.
Joaquim Jos) Mesquita .quem nelle quizer carregar,
ou ir de passagem para o que lem bons commodos,
dirija-seaos seus consignatarios, Francisco Scve-
rianno Rabello & Filhn nn un misino ennilan.
Pretende seguir viagem para o Havre o briguo
francez Beaujtu, no dia 10 de uiaigo impreterivel-
mente por so ter engajado para islo Com varios pas-
sageiros ; mas ainda resta commodos pan maisul-
guns : os prelendentos diriiam-se ra da Senzal-
la-Vcllia, n. 138.
Para o Ass sahe, no dia 13 do corrento, o pata-
cho S.-os-Veneedor : quem quizer carregar, ou ir de
passagem dirija-so ao sen consignatario, Francisco
Alves da Cunha na ra do Vigario, n. 11, primei-
ro andar.
Para o Porto sabe, com a maior brevidade' pos-
sivel por ter a maior parle do seu cnrregaincnto
(rompi, o brigue porluguez Ventura-Feliz, do que
ie capitao Zeferino Ventura dus Santos : para carga
e passageiros, aos'quaes offflrece bons commodos,
Irata-se com o referido capitao, ou com o son con-
signatario, Joaquim Ferreira Mendos Guimarttes, na
ra di Cpuz, n. 49.
Para Lisboa "segu com toda a brevidade, por
r Parle da carga prompta, o briguo portuguez .San-
Vomingos, doqual he capit.to Manuel Gongalves Vi-
nna : quem no mesmo quizer carregar ou ir do pas-
sagem, para oque lem excelentes commodos, dni-
ja-ae ao referido capitno, ou ao seu consignatario,
Cruz n,49'relr" UeU.UM Guimaraes> na ru d
Para Loandaf Angola 1 o brigue portuguez Fior-
do-Tejo sabe em principios de margo, capilfio Fre-
derico Carlos Rosa : para carga miuda ou passa-
geiros para o que lem exeellentes commo los tra-
la-se com o consignalario, Jos Francisco da Costa
Rotrxo na ruado Crispo, n. 10, ou na praga do
Comniercio.
ParaoBio-de-Janoiro pretendo seguir viagem,
com brevidade, a escuna nacional Curiosa, Yor ter
parle da-carga prompta : para o restante e passagei-
ros, Irala-se com o mcsln. Domingos Antonio de
Azevedo, ou com Luiz Jos do S Araujo, ra da
Cruz, n. 37, segundo andar.
Avisos diversos.
Francisco Dubarry
mudou a sus toja para casa doSr. Francisco Antonio
do Oliveira no Aterro -dn-Boa-Vista n. 6, onde
Cnntiua o negocio de ferragens finas, para todas as
artes garantidas como superiores hom como cha-
ves para engenhos brinquedos para menino, cha-
peos de seda e de patha para senhora muito bem
enfeitados ; fitas; hjcos de blondo e de verdadeirq
lnho ; o muilos oulros objectoS qire se venderfto
por prego muito em conta.
, Hoje, 13 do corrnte. Onda a audiencia do Sr.
lloulor juiz da primeira vara so ha dn arrematar
um escravo ronhorado por execugSo de Domingos
da Silva Campos escrivfio Santos.
Hoje, pela primeira vara do civol desta cidade,
oscrivfio Reg v0 a praga os bons movis da casa de
Leonoir I'oget & Companhia por exocugo que
contra o mesmo moveJosc Antonio Bastos, sendo a
G%*t&M%99&%&%& 9999.&S 9%&^
m
OSr. Amaro Gomes do Oliveira, do engenho
Canns-Braba queira ir ou mandar buscar
urna carta para S. S., na casa do Burgos no
pateo do Carmo sobrado n. 18.
Preciss-se de urna ama parda ou preta para uma
casa eslrangeira do pouca familia, que saiba bem
engommaro fazer o mais servigo : a lvcrte-s qim
otro precisa cozinhsr: na ra da Cruz, arinazem
n. 48.
-Prccisa-se lugar um sitio que tenha rasa re-
gular para urna familia decente, e arelos do
frncto.baixa para capim e agoa do beber: pWf-
re-sc pcrlo da praga e abeira do rio : quem o llver
anuiincie.
-Precisa-sedeum oudous meninos para npren-
deremoor^lcodclaloeilO,, ou funilciro, forros ou
escravo: na ra das Cruzes loja n. 33.
--Na ra da Cruz, n. 21, precisa-so do.um preto
forro ou caplivo, para o servigo de urna casa de ho-
mem solteiro.
Arrendo-so urna rasa lerro'a com commodos pa-
ra gran lo familia e decentes, grande quintal com
alguns arvoredos do frucla, defronte do palacio do
Sr hispo e junto de urna mitra casa lesra : a tra-
tar com o major Mayer.
-- Cedo-so o arreiidamrnto de um sitio margen
do Capibaribee muilo perto da praga com boa ca-
sa de vivenda, estribara cochura o seuzdlla mu-
rada : quem quizer annuncie.
.Prccisa-se de urna preta nara o servigo interno
e externo de una casa ; paga-se bom : na ra larga
do Rozurio n. 48, segnndo andar.
-- ^ppareceu, no dia 4 do corrento um cavallo
rugo, sem arreos: qium fr suu duno dirija-se a
coebeira da ra de S.-Francisco, que, dando os sig-
naes cortos e pagando as despezas, Ih sera cn-
tioguo.
-- Quem precisar de urna ama para casa do poue.i
famia a qual cozinha lava, engomma c ffaz lo-
do o mais servigo interior de urna casa dirija-so a
ruada Palma, n. 4,
-Claudino Falcflo Dias rctira-se para Babia, e ce-
rno lalvez, por falta de lempo, nao 86 possn despe
dir do todos os sous amigos, o faz por esta folln.
Precisa-so alugar um preto que onlcnda do ser-
vigo de padaria: na ra Direita, n. G9.
Despacham-se navios e escravos,otlram-se pas-
saportes com toda brevidade, o por comniodo pre-
go : na praga do Corpo-Sanlo, armazem n. 17.
Cnmpraram-se 10 meios bilhetes da ultima ter-
ga parlo da decima oitava lotera do tbeatro publico,
em lOdo corrnte mez perlencenles a urna sode-
dadede Caranhuns, cujos nmeros sfJo 1,201, 1,202,
1,220,1,221,1,256,1,257,1,297,1,298, 1,340, 1,341.
Aluga-se urna rasa terrea na ra do l'adre-Flo-
rianno, n.4l : a tratar na na larga do Rozado, n.
39, segundo ou tereciro andar.
Ricardo Dias Ferreira, Jos Ferreira c Joaquim
de Oliveira, suhdilts porluguezes, relrtm-se para
fra da provincia.
Oahaixo asignado, para poder, perante o res-
peilavel publico, livrar-se do urna falsa calumnia,
sugerida tito smeiite pela mais descarada protervia,
roga a lodos os seus vizinhos, lano da ra da Pe-
nha. como da ra Direita, declsrem poresle mesmo
Diario, se viram no dia 2 do mez que rege, da casa
do mesmo nbaixo assignado, havir uins tiro feilo
sobre as torgas da legalidad'-, com a condigito de
que, no apparecendo quem tal declare, he o annun-
ciaute considerado innocente a tal respeilo, o .salva
sua repulag.lo.
Jos da Fonseca Silta.
*-Aliiga seu ni preto muito liel e mostr refina-
dor d assucar o tmbem socador : na ra da Cen-
ccigOn da Roa-Vista, n. 9.
O coronel Behtu Jos l.emenha Lins faz constar
a quem cnnvierque esla disposto a vender ou fazer
qualquer negocio sobre os bons e terrenos sitos na
freguezia ile lna, comarca do Rin-Formoso, que Ido
locaram por deniega de seu finodo sogro, o marquez
do Recife, dando preferencia aos rendeiios que estilo
no gozo dos ilitos bens. Sao dlcs os segnintes : a po-
voaglodo Abreu com todos os sitios e terrenos an-
nexos, os engenhos Manguinho, Agoa-Fria, Pao-Fer-
ro, metade do engenho Bom-Jardiin o de oulros que
se levanlaram as mesmas trras, propriedado Ga-
melira, metade da propriedado San-Jos-da-Coroa-
Grando e melado das torras da povoagao dos llarrei-
ros. Tambem se negocia o bem conhecido engenho
Jurissars, silo as varzeas do Cabo, moenlo corrnte,
com cscravos, buis e ludo o que I he perlcncc. A con-
tratar cun o mencionado coronel nesla praga, na
ra do Sevc.
^#if @
9
I
i
Primciro consultorio gratuito para os pobres -i
na ra da Cadea de 8.-Antonio, n. 22, dirigi-
g) do pelo Sr. J. n. Casanova medico|francez. *M
Ente consultorio estar aberto desde as 9 ho-
(g ras da maniula al as 4 da tardo. Os podres
? recbenlo consullas o remedios graluilameii- (
4 te: apresenlondo um attesladode pobreza de '>
? seiisvigarios.ou mesmo de oulro qualquer #
fj> sacerdote. W
****^**
Antonio Marques Silva de Almeida o Antonio da
Silva Feneirn Santos reliram-se para fra do impe-
rio : por isso rogam aos seus credores, que hiijam de
apresentar suas cuntas na padaria da ra da Sen-
zalla-Velda, n. 98, no pra/o do oilo das, contados
la publicagflo ileslo annuncio.
.1 Joaquim llartlns Coelho retira-se para Tora do
imperio a tratar de sua saudc.
O Sr. Jos llenriques de Csrvalho lem urna car-
la na rui do Vigario n. 19, segundo andar.
Miguel da Costa Duuradu, Brasileiro, retira-se
para a Babia a tratar de suus estudos.
--Precisa-so do um menino para caixeiro : no
Aterro-da-Boa-Vista,lojaii. 24.
Hara Anloioete Aglae Trcsso, filha legitima
e herdeira do seu tallecido psi, Joflo Baplisla Clau-
dio Trcsso convida aos Srs. que se julgarem credo-
res do fallecido de apresenlarem suas cuntas cor-
reles do que fhedeve, para se tratar do pagamen-
to no ,Ueiro-da-l)oa-Visla, n. 17, em o da lo dp
corrento, as 10 horas da manhila.
Mara Antoinete Aglae Tresse declara ao res-
peilffvelpublco-quecoiislituioo Sr, Frihlerico Cha-
ves sen procurador bailante em todos os seus ne-
gocios : por-stofaz ver que de hoje em diaulecom
elle he que so devcro entender. Ponambuco 9
de fevereiro de 1849.
Flix Manoel Rodrigues Coelho, Porluguez, ro-
lira-so paraol'orto.
Na roa de Agoas-Verdes iu 90, precisa-se de
urna ama forra. f
Francisco Alves Monteiro retira-se pira a Eu-
ropa.
Homocopathia.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio, n. 10, c no Alerro-da-l'.oa-Vis-
ta lujas ns. 48 o 78, contmuam-se a tirar passapor-
tes tanto para dentro como para fra do imperio,
assim como despaedam-se escravos, ludo com dre-
vidade.
i. Elsler mudou oseuestadcledmcntoda ra
da Cadeia-Velha para a ra da Cruz. n. 51, aondeos
compradores acharilo um bem prvido surlimento
do vinhos detodasasqiaiidadese conservas, o uuo
ludo vender por nioJico prego.
Aluga-se a casa da esquina da ra do Caldei-
rero para o porto do embarque com annagflo pa-
ra venda e commodos para morar familia : na pra-
ga da Independencia liviana ns. 6c 8.
Aviso interessante aos Srsi negocianle.
Quem livor dividas para as partes do Cear Araca-
Iy, Sobral, Ico, Inbainuns, Rin-do-Peiie, l'ombal,
l'arahiba, Brejo-de-Arda, Campina-Crandc, Alaga-
Nova, Alaga-Crande llanuneiras Corabira, luga,
Cariry,Tedras-de-Fogo, Pianc, villa de Patos, As-
s, Rio-Grande-do-Noile Natuba, Brejo-de Fagun-
des, llabaianna, villa do Pilar, villa da Jacoca ,
villa'da Leandra. Calbol-do-ltocha Curinheiu Ca-
bacoiras. Hab0o, ou em oulro qualquer lugar do
centro do norto, urna pessoa casada e moradora nes-
la praga que tem transitado lodos estes lugares on-
de lem mullos conhedmentos, se ofiorece para as
cobrar, e a respeilo de sua capacidadee octividade,
pdenlo os protendenles so informaren! dus" Sms.
Manoel Jos Gongalves, Jos Joaquim da Costa Leile,
doutor Joaquim Jos da Fonseca. Quem do seu pres-
umo se quizer uiilisarannunrie por esta folha para
se tratar do ajuste o do meio mais commodo do
promover a cubranga.
Precisa-se alugar um sitio abeira do rio Capiba-
ribe .situado na Magdalena ou em Punle-de-Ucha :
a tratar com Ricardo Royle, na ra do Trapicho do
Sr. Angelo, n. II.
Ingtezc francez.
Ensina-se a Iraduzir, escrever e fallar as ditas ln-
goas, por um professor inglez de nacilo das 6 ho-
ras da tarde em (liante; bem como em casas particu-
lares : na ra da Cadcia do Recife. n. 46, segundo
andar, delronle do becco da Cacimba.
Toda attencao ao que he bom.
Deposito de rap andarahy
e imperial.
Na ra da Cruz, n. 63, primeiro andar, escripto-
rideJos do Almeida Brrelo Bastos, vende-seo
bem acreditado rap andarahy e imperial, fabricado
no l!io-dc-Janeiro, sendo o nico deposito nesla
provincia ; assim como se vende a rctalho as se-
guidles casas : ra da Cruz, n. 62 ; becco da Lin-
guta n. 3 ; ra do Pilar em Fra-de-Pollas n.
86;rua da Cadeia do Recife, ns. 17 o 19 ; ra do F.n-
canlameiilo, n. 4;; ra do Vigario n 14 ; ra da
Cacimba, n. 2; ra do Cordouiz, n. 11 ;rua do Col-
legio, n. 9 ; praga da Independencia, ns. 4e 39 ; ra
do Queimado, ns. 10, 16 e 33; ra do Livramento,
ns. 4,5 e 38 ; ra da Penda, venda da esquina, por
daixo do coronel Joaquim Bernardo de Figueiredo ;
ra Direita, ns 6, 16, 53 95 e 141; rdodasCJnco-Pon-
tas, ns. 50 e 82 ; ra Imperial, n. 2 pateo do Car-
mo,n. 2 ; ra larga do Itozario, ns. 29 e 35 ; ra das
l.'nizes, n. 40 ; ra do Cadug, ns. 1 e 7 ; ra Nova,
ii 50 2 Alcrro-iia-Iiiia-Viila. us. 2, 46 c54; praga da
Boa-Vista, n. 17 ; Ponte-Vclha us. 23 e 5t pateo
da S.-Cruz, n. 106.
Lotera do theatro publico.
Nito obstante a morosidade que tem batido na ven-
da dos bilhetes da ultima terga parte da 18.' lotera,
lodavia o lliesourdro, desojoso do fazer andar as res-
pectivas rodas o wms breve possivel, convida e ro-
ca aos amadores desto jogo que soapressem a comr
prar o restndos bilhetes que existem.afim do que.alo
o fim do corrnte mez, equando muito no principio
de revereiro prximo luturo, possa sor marcado o
dia infallivel do referido andamento.'
__ Vende-se niillio muito novo, a
4,oo a si cea : na ra da Cadeia-Velha,
loja n. 17.
__ Vendem-se superiores charutos de
Havana, em casa de J. O. Klster, na
ra da Cruz, n. 5i,
.+ m-


I
Responde-se aoaulnrdo aviso com n firma de
*' J. S que meita a nulo na conscicncia o sahor se
fez parlo da (rindado ladrona; pois, qaanlo ao que
consta, parece que sua meslmnga he o chefe dola,
o que i.ielhor so dir so pubhcaro seu nome por
extenso, e entilo se apresentario as cerlidOes que
ezislb-t: da fnliricac3o ilo testamento falso edo ar-
ranjo ..ra se engulir cerlo ir > assim como cer-
tas bruuquinhas que tcm leito certo curinga que
qoer andar seja como for slo he, para lestamenlo
falso ou unindo-se a collaleraes de quem se moslra
migo ; em fim descubra o sen nomo quo n.to Pica-
ra sem resposta, pois isto do Icllras iniciaes se con-
funden! com outras a quem nSoso quer offender.
J. A. C.
orvele, a900 rs.
N ra da Cruz, no Recife, quasi defronte do cha-
fariz, armazem n. 17, haver lodo os das as 11 ho-
ras sorvetes e depois das 6 horas da larde, a 200
rs. o calis.
Prccisa-se de um feitor para administrar planta-
jes de cannas o outros objectos de lavoura na
provincia das Alagas : na ra da Praia n. 49, se-
gundo andar.
-- JoiloKerreiraCoutinhodeixoude ser caixniro
da loja de DuartoBorges da Silva desde o dia 10 do
corre ule,
--Offerccc-se urna n-na para casa deum liomem
solleiro :quem de se.i presumo se quizer utilisar,
dirija-se a ra .Nova, n. 52, primeiro andar.
Preejsa-su le urna ama de leile : na ra doQuci-
0)8do, ii. 19, piimeiro andar.
Mi ii lilil
a
*
Compras.
Compra-se um corJSo de ouro, com poueo pe-
so e que n.To exceda de una vara de compriincnlo:
no Forte-do-Mattos, rua do Burgos, n. 3!.
Cnmi>ra-se urna cancella ou grade j servilla,
que nio seja muito grossa, de 11 a 12 palmos de al-
tura e ile 5 o meio de largura, ou porta da inesnia
altura e lrguga, usada, porem ein honi.estado.
--Compra-sea Moreninha, um volunte, ein bom
uso: quem tiver aniiuncie.
Compra-so urna preta de idade para o servico
interno de urna casa e que venda na rua : na rua
do AragHo, n. 9.
Compra-se urna escrava de 25 annos, que saiba
eiij:ommr e coziuhar : na praga do Comnteicin, n.
2, ou na rua do Rang'l, n. 11, segundo andar.
Compra-s-* em segundn uiilo estando e:n lioui
uso, um Magnum Lexicn da ultima cdig.lo ; 2 com-
pendios de historia sagrada em latim: quem tiver an-
nuncie.
Compram-se garrafas vasias pietas e compri-
das : na rua do l'adre-Floranuo venda n. 2.
Vendas.
Lotera do Ki-de-Janciro.
Aos 20:000^000 de is.
Na praga da Independencia, n. 37, vendont-se bi-
lhctes, meios, quartos, oitavos e vigsimos da lo-
teriado Hio-de-Janoiro. Sito poucose bous a riles
anlcs que seacabem.
Cigarrilhosde palha de millio.
Chegou do Hin-de-Janeiro, no vapor Paraeu-
te, urna porcia desleg delioinsns cigarrilltos, os
inaes se lornam multo rreommendaveis aos Imns
fumantes pela sua superior qiialidade, e nio faze-
rein mal ao peilo : vende-se no llecife, alias do Cor-
po-Santo, armazem de moldados, n 6G.
vindos pelo vapor Parame, os mais freseaes possi-
veis: vendem-se por proco commodo.no Itecife,atrs
do r.orpo-Rnnto, armazem le moldados, n. 66.
Vende-se na loja n. 5 A da ruado
Crespo, ao pedo arco de Santo-Antonio,
urna porco de relroz do Porto, preto ,
azule decores, de prime.ra sor le, ILf
rs. a libra e a ioo rs a oitava: a elle, an
tes que seacabem.
Vende-se um bom cavallo de estribara, gordo c
rom alguns andares, assim como os ancios, por
mdico pieco na ma da Concordia, n.15.
Vende-so um cavallo ruco, grande, com todos
osaitdairs : na rua larga do Itozario, n. 39, entran-
do pela Iravessa.
Vrnde-se-um cavallo ruco, gordo e bom; 60
sarcos tara assucar anula em bom estado : na rua
dn Concordia segunda casa do lado esquerdo ao
entrar pela poiitezmlia
Vende-se uina banca redonda de meio de sa-
la, de angico e quasi nova ; na rua da Senzalla-Ve-
lha n. 70.
Vende-se um jreto da Costa anda mogo, per-
feilo lUielal de carpiua, equeseldc podo entregar
de mostr qualqucr casa que se queira construir de
novo : a fallar com o Sr. Pntente!, no porto da rua
-Nova.
--A bordo lo brigue Amoihn, tundeado defronle
do Full" do-Mallos, vende-se bus familia de man-
dioca eniklqueirrg e sacos por prego commoJo :
a tratar a bordo do mesmo ou em casa do Amo-
rim Ii mios, rua da Cadcia n. 39.
V uno barato.
Acba-se estabelecido na rua da Madrc-de-Deos,
n. 36, um armazem de
Viuhos da Figueira,
de ptima qualidaife, a prego de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa ; e para no ha ver dolo do com-
prador serflo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebvndo-se a garrafa vasia, e dando-se immediala-
mente a outra cheia lambem ha Larris muilo pe-
quenoa. proprios para quem passa a resta, pro-
prietario deate eatabelecimenlo pede encarecida-
mente que se no mudara avahando, pelo-diminuto
preco esem conhecimenlo de causa a qualidade de
sua fizenda digna por cerlo da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conta que quem
urna vez provar, continuar com gosto e sem arre-
pendimento. E o fcom preco!!.' A lodo o exposto
accresee o assejo e bom acoodicionamenlo, o que
tudo se poder verificar em dito estabsleciment.
Vende-so muito superior lagedo de Lisboa, e
cal virgem em harris de 4 arrobas, por mdico prego:
naruadoVigario, n. 19.
Algodo trasigado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Baha ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos: vende-se em casa de N. O. Biober & Com-
paniia na rua da Cruz, n. 4.
CHA' BBASII.EIRO.
Vende-se,ou armazom de molhados atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais exeallente ch produzi-
do emS.-Paulo, que tem vindo a este mercado
por prego muilo commodo.
Gangas da India,
amrellas a peca
le ditas larguras pelo barato prego de dez tustoes,
rara realisar conlas : no armazem do fazendas de
Itnymuudo Carlos Leile na rua do Queimado, 0, 27
' Presuntos.
Venilcm-se superiores presuntos inplezes para
fiambre, chegados no ultimo navio: no armazem
do lirsguez ao pe do arco da Conceiglo.
FARELO F.M SAC.CAS l)F. 90 LlBItAS :
vende-se no armazem do Vicente Fcrreira da Cosa
na rua da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Tafeas para engenho.
Na fnndicito de. ferro da rua do Brum, acha-se a
venda um completo sortiniento de luisas de 4 a 8
palmos de bocea, por prego commodo, e com promp-
lidSo embarca-so, ou carrega-se em carros sem dos-
pezas ao comprador.
Vondent-se semeas em srcas muito 'grandes ,
a 4,500 rs. : na rua la Madre-de-Ueos, armazem de
Vicente Fcrreira da Costa.
FOLIIINIIAS
para sacerdotes, pata alpibeira, para escriptorio e
para poi|a vndem-se na praga da Independencia,
livraria ns 6e 8.
Vendc-sc muilo boa cera branca,
em pao, e lamben refinada, para limas de
ebeire, por preco commodo: na ruada
Senzalla-Vclha, h. 70.
Bombas de ferro.
Na fundigodeferroda rua do Brum, acbam-se
n venda superiores bombas para cacimba assim
como de repucho para fazer a agoa subir as casas de
4 a 5 ailares. .,
Vende-se vinho do Porto, muito superior, e
de outras qualidades em barris de quarlo, quinto,
seUo, stimo, oilavo eem pipas, por prego muilo
commodo na rua do Vigario armazem de Fran-
cisco Alves da Cuuha, n. II.
Atad eir de pin lio.
Na rus de Appollo, pegado ao armazem o Sr
Molla ha um novo armazem com madeira le pi-
nd da melhnrqualidadcque tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas as grossums c comprincli-
tos : vende-se pelo menor prego que he possivel.
Vende-se a verd8 Russia, desembarcada hontem, por pre-
co muito rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e rua da Cadeia, n. 34-
-Novosriseadcs monsltos chi-
nezes, a 500 rs ocovado.
N loja deCuimarfles & Companhia na rua do
Crespo n. 5, vendem-se os novos riscadoa clnne-
zes finos de padries muilo lindos e os mais mo-
dernos que tcem appmecido nCsla cidade do vara
do largura pelo barato prego de 360 rs. o covado.
por preco mais barato do que ltima-
mente se vendia, na rua da Cadeia-Velha,
armazem de Baltar&Uliveira, n. ra.
PRELO
emsaccas muilo grandes,
a 3sGoo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao pe do arco da ConcejcSo
Vende-se a verdadelra e muilo superior fan-
nha SSSP, a retalho e em prcSo; dita de outros au-
tores : na rua do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves daCunha, n. 11.
Na rita do Crespo, loja de 4 portas, n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito boa qos-
Iidade, a 4,400 rs.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4<>o rs.: na rua da Samalla-
Vel'ha, n. i38.
No deposito do Me. Calmont & Companhia na
rua de Apollo, armazem n. 6, acha-se constante-
mente grande sortimentode ferragens inglezas para
engenbos do assucar con-osejam : taixas de ferro
coado de differcnles modelos, os mais modernos ;
ditas de ferro batido ; moendas de ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; ditas lodas
de ferro, lano para agoa como para snimaes: ma-
chinas de vapor do lorga de quatro cavallos o ue al-
ia pressito o mais moderno e simples que he possi-
vel ; repartideras ; espumadeiras ; resfriadeiras de
ferro cstanhado; formas de ferro: ludo por prego
commodo.
Agencia da fundicao
ow-iMoor, rua da .Sen/alU-
nova, n. 42.
Neste estsbelecimento contina a ha-
ver um completo sortiraento de moendas
e meias moendas, par* eosenho; ma-
cbinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todo! os tamanhos, para dito.
Taboado de pinho da 'Suecia,
de 10 a 55 palmos
le comprimento omelhor quetem chegado a este
mercado, em razao de se polr envernizar*m qusl-
qnerobra por nflo tor nos e ser muito alvo sen-
do costado, cosladinho, assoalho, forro e para fun-
dos de barricas : vende-se a prego que o comprador
far todo o negocio : atrs do theatro, armazem de
Joaqnim Lopes le Almeiila.
Vende-se urna pnreflo de cera de carnauba por
prego commodo. atacado ou a relalho: na.rita da Ca-
dein-Velba, loja de ferragens n. 59, de Jos Dias la
lecotes do nagtfo, de.15 annos cada um, e de liadas
figuras.
Vende-ne ca.' virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outn qtul-
(jucr parte : na ruado Trapiche, arma-
zem n. I7.
OCULOS
chogados de Franga no ultimo navio, e dos meltto-
res vidros que leem vindo a este mercado, Isto hp,
para vista cansads : na rua do Roztrio, n. 35, loja
do Lody.
Venderse, na padaria defronte do
viveiro do Muniz, 400 barricas vazias,
em muito bom estado muito modernas:
na mesma casa compra-se oh alugamse
dous pretos que tenham trabalbado etn
padaris.
Vendem-*e tres quartaos e um bom
cavallo de sella : no sitio da Cruz-das-
A linas, defronte do tarntrincira, junto
estrada que segu para Olin la.
- Vendem-se 5 vaccas e urna porgilo de cibras
d muito boa qualidade, viudas do Cabo-Verde, por
prego commodo : no Aterro-ia-Boa-VisW padaria
do Sr. Barrillier.
Vendo-se cal virgem da Lisboa, de superior
qualidade em barris de 4 arrobas chegada neste
mez pelo brigue tarta-Jote : a tratar na rua do
Brum, armazem do Antonio Augusto da f enseca,
ou na rua do Vigario, n. 19.

PUROVLNHO DA FIGUEIRA.
Existe no armazem de molhados, atrs do Cor-
po-Santo n. 66 urna grande porgjlo deste genui-
no viudo que se esta vendendo pelo diminuto pre-
go do 1,120 rs a caada ,.e a 160 rs. a garrafa ; lam-
bem ha em pipas que se vender mais em cunta : he
esleo melhor de lodos os vinhos que se teem an-
nunciado ,pelasua simplicidad* e ptimo paladar:
quem unta rez o beber jamis deixar de o com-
prar.
Fabrica de Todos-os-Santos.
Firmino Jos F. la Rosa com escriptorio na rus
lo Trapiche, n. 44, avisa sous Tregeles que sei-
ba de receber pela escuna Curiosa novo soi ti men-
t dn xcellenle panno de algod.to enlraiigado da-
quella fabrica ptimo para enssccsr assucar e pi-
ra roupa de esravos. O annunciante conta que,
alm da fazenda, o desejo de animar o desenvolvi-
mento de urna fabrica inueirameute nacional, pro-
mover o prompto consumo da sua receita.
Chitas baratas.
Na rua do l.ivramento, n. 14, vendem-se chitas li-
nas e de bonitos padrdes, a nove vinlens O covado;
cortes lecassa de bonitos padres e bom gosto, i
3,260 rs. o corte.

&2&32^m'^ lfe8 f0,M tod^sfi^n^^v^at^ov^gV
As novas casimiras de algo
dflo, a 860 rs. o covado.
Na loja n. 5 da rua do Crespo, vendem-se as novas
casimiras de algodno de padrOes os msis ricos que
teem ar-parecido neste mercado pelo barato prego
de 560 rs. o covado. ,
Vende-se muito superior potassa, em barris pe
quenos, dcsi-mbarcada ioje epor prego commu-lo :
no ainiazem de Oas terrena, no caes .d'Alfan-
Vendem-se barriquinhas com cal virgem de
Lisboa muilo nova ; fechaduras para portas de
irmazem ; relroz lo Porto; barris com alcatrfio d
Suecia : por prego commodo : na rua do Vigario,
n. 11, armazem de Francisco Alvesda Cunha.
Vendem-se taboas america-
nas al 5 palmos de largura
e de lodos os comprimcntos.quo ha muilo lempo nftVi
leem vindo e os fiecuezesexpenn enlando a falla
desta xcellenle qualidade. A ellas que silo poucas e
o preco he barato. Airas do theatro, armazem jun-
to a marc, de Joaquim Lopes de Almeida.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3 50o
rs dilaspequenas. a.SOOrs : no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 3.
_ Vendem^e barr pequeuoi com cal virgem de Lis-
ba,amalir.ovaauehanoqiercado, por preco tn
nodo : na rua da Moda, armazem n. 17.
grandes para ferreiro
-- Na rua da SenzalU-Nva, n. 7, vende-so nm
braco de balanga do autor llnmlo & Companhia,
conchas e pesos .limito proprio para armazem de
assucar ou para JVrobar: lambem so veudem se-
ntantes de horlalico do lodas as qualidades, de l.is-
oa- ...'. e
Vende-se a venda da praia do Caldeireiro, que
foi do Larangeiras, n. 2 : a tratar na casa junto a
mesma venda.
-- Vende-se urna escrava sadia e sem vicios dt,
30anuospnuco mais ou menos, muilo boa cozh
nheira e inlelligenle le lodo o mais arranjo de casa :
no Alerro-da-Boa-Visla, n. 55.
Vendem-se sapatos de couro de luslro para
meninas le 8 a 12 annos a 1,920 rs.; ditos para se-
ndera a 2,800 rs.; hnrzeguins Raspeados, a 4,500
rs.: sapatos de cordovn para meninas de 8 a 12an-
nos a 1.280 rs ; sapotOes de Oes solas a 1,000 rs.:
no Alerro-da-Boa-Visla loja n. 78.
Cigarrilbos do Kio-de-Janeiro,
Na praga da Independencia n. 37, ha os famosos
cigarrilbos do Bio-dc-Jiineiro : vendem-se mais em
conta loque em outra qualquer parle.
Vende-se um piano de armario em meio uso
e do boas vozes : na rua do Crespo R. 21.
Vende-se urna preta do 14 annos, sem
gum: n rua do Crespo, n. 21.
Vendem-se e slugam-se bitas de Hamburgo ,
checadasde prximo, por mais barato prego do que
em onlra qualquer parte i na Iravessa da rua d
Vigario, loja de barbeiro n. 1.
Iii irado poroulro modo que o actual e da mrlfwr
farinha que ha ne mercado : noreste motivo nHo se
pode fazer so nao a 40, 80 e 160 rs.
Vende-se una escrava moca com bom leile,
para criar um menino e quo cngomtna, cozinln e
cose : na la do Fugo, n. 33.
Vende-so una casa le pedra e cal, no lugirdi
Carlinga niuilo perto do rio : no pateo da S.-Crur,
botica ii. 4.
, Vendem-se 8 milheiros de palha de carnal,
pot prego commodo: no Forte-do-Mallos, ruado
Burgos, n. 31.
Vende-be a venda da rua do Apollo, n. 21, com
poucos fundos: quem a pretender, dirija-se a ru* di
Madrc-de-Deos, tratar com Vicente Ferreira di
Cosa.
Escravos Fgidos
Potassa.
Desembarcou lia poucos dias urna por-
c3o de barris pequeos, com muito novaj
e superior potassa, e se achatn k venda,
B
Vende-se sarja de seda hespi-
nhla muilosuperior, setiinde Ma-
co proprio para vestido, los de
Iinbo prelos bordados a sada,nieias
preUs de seda de peso, panno pre-
to muito fino e prova de lim,
caz mira prela elstica, sarja do
listras.sOlim proprio de collete, as-
sim como oulnis muitap fazendas
finss, propris para a quaresma :
tudo mar barato do _qe em oiUra
qualqner parte : na loja de Jos
Moreira Lopes & Companhia, raa
do Queimado, quatro cantos, .ca-
sa amare lia, n. a<).
-- Fugio.no dia terga-fe'tra,. 6 do crrenle, umi
Keta de nome Bosa, le SO annos; tem os ucicm
stantesgrossoseosbragosafoveiradqs. Esti pie-
la he recolhida, e anda sempre com lepen ni"-
ca 5 00 peseogo ; no ronhece as roas desla cnlirie.
por isso ke desconfa que esteja lecollnda em n-
-urna ossau para o que se protesta comlodq o rigor
idteicdnlraquem a tiver occulla. Tamli nflose
duvida vende-la. Quem a pegar levo-a a rua do-l'
piche, n. 44. i .
Dcsapparcceu, na tarde do dia 8 do eootenic.
do sitio lo llemeiM. um proto do meta il/ide,l>
nome Vicente de-crpo icgular amalucado us-
ca falla, por isso parece mudo e quando apena os
olhos he muilo embaragilo ;julga-se ter sido\-
duzido porque nunca fugit ; tem muilo boa coudu -
la ; sahio sem chapeo com camisa do elgodlo mii
em bom oslado e de mangas curtas ceroulas <"
to com remondo nos joelhos; ho muito conlicci'
por sereanoeiro: quem o pegar leve-o a rua
Rungel n. 54, restilagto de Victorino Franciw
dos Santos qua pagar o ttabalbp.
Fugio o preto Jos Matuto,/de naglft Cec"6e!'
da trinta e lanos annos eslatuta regular, cheio a
corpo cor ful bem barbadfna*te>e nariz !'
lio bstanla tallador quando bebe; he casldn no u
jo-daiMadre-de-Ooo oade exisle a mulher,
ilizom fngira para esle lugar. Este escrve,nepe
lenuemo aos Iterdeiros dn nado Beoto Anin""'
mingues. Ouelfo pegar leve-o ao titlor dos u
orpbou JacnHto'Silvestre Vioenle, no-oecco"
Abreu ii. 1, que gralificar.
Fuglo, no dia9 do enrrente, urna preta crioul,
de.eAih>:-Jose?ha, de 30 annos.de estatura rn
lianaVrevou saia do al^odoazul, panno da ,
j usado ; consta andar no Arraial, ein casa
Vende-se carnauba muilo superior o muito
amarella, cAr le flor do alBodlo, por prego commJ
do : na rua de llorlas, u. 120.
Na ma ova.u 5,
vende-se urna negrinha de 8 annos, muilo linda,
quej cose muito bem, e be propiia para se educar,
ou dar-se s uina menina ou menino ; urna preta de
nagfio le linda figura e que lio ptima quitandej-
ra ; orna dita que cose, engomma e cozinha, e que
da-se barato por Ur um defeito em um orno; 2 mo-
crioulocarpina : qilcrm a pegar leve a a" Joo 'Bl ../
ci, em S -Auna, *
- Fugio um escravo de nome Antonio de nj!_
Benguela decamos cora bugo de barba t .,
go mais que ordinario; levou caigas d "'"""^or
nhoszul.cimisa do mesmo, e chapeo d |#
branco ; quem o pe^ar leve-o a rua targa ao
ro, n. 20, quesera recompensado.
ff*w. N w- o m. f. m raBU
,-i8<9


Full Text
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