Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06434


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Full Text
Anno XXV.
Qarta-feira 7
O DAJMOput>llc-setodoo dlaique n3o
forem de guarda. Opreja da asilgnatur he
deifOOOrs. portillarte!, pkgOtadinnlaoi. O
inmundos qe avenante ao injerido
raso de 20. por Iluto, 40 r. em typo de-
ferente, ear|WtGdes pela motade. O""0
asigrtante iM*0)y 80 rs.por liiiha.e lou r.
cid trpo d^mfncrntj:iil, publica*.
PHAWB DA LA TO HEZ DF. FEVEREIRO.
Lu. chela. rt.-af 81.prai*S6 uiln. da manh.
partida dos oorreios.
Golanna arahba. i eg. e eittt-felra.
Hio-G.-do-Norte, qulntasfeirai aorttelo-dla.
Cario, Serlnhrm, Rio-Formoo, Porlo-Calvo
Macelo, no 1. a 11 e 21 de cada met.
Garanhun e Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vlata e Flore, a 13 e 28.
Victoria, a qi.lnlai-felra.
Olinda, tudbs o da.
PREAMAR DE HOJE,
Prlmelra, a 4 hora e 30 minuto da tard.
Segunda, 4.hora e 54 minuto da manli.
de Fevereiro de 1849.
das da semana.
J.doiorph.,
5 Segunda. S. gueda. Aud. do
do J. dociv.edu J.M. dn'. V.
6 Terca. S. Dorothea. Aud. doJ.doc. da I.
v, e do J. de pai do 2. diit. de t.
7 Qoarla. S. Romualdo. Aud. do J. do c.
da 2. v. e do J. de paz 4o 2. dit. de t.
8 Quinta. S. Joo da Matu. Aud. do J. do
orph. e do '. 51. da 1. v.
9 Sella. Apollonla. Aud.doJ.dociv.edu
J. de pai do I. dit. de t.
10 Sabbado. S. Escolstica. Aud.doJ.doc.
dal. v.e doJ.de paido2.dist.dot.
11 Domingo. S. Lzaro.
CAMBIOS NO DA 9 t>E FEVEREIRO.
Sobre Londres a 25'/, aittd.p. 1/ r.a00 da.
Par
. Llaboa 1C8 por crnlo de premio.
a i;iii-ilr-i.iiu-ii'o ao par.
Dec. de Iclt. de boas firma a l'/i % ao me.
Acede da coinn. de Beberibc a&Of r. ao p.
/uru.-Onca hespanholas. 29^000 a 29/MO
. Moda. de 6/400 v. 17/200 a 17/WP
. dr(J#4a0ii. 16/100 a I8/3W
de4/000.... 9/900 a,.9/W0
Prata-Patacde brasllelro 1/VHO a
Peto columnatio. 1/940 a
Dito mexicano..... 1/880 a
BUCO
-npm
PAUTE OFFICUL.
GOVEftKO DA PROVINCIA.
i lllm. eCxm. Sr.Tenho a sstlafaCflo de commu-
nicar V- Be. que cela provincia continua gozar
desorejo.
DeoitftuanlB a V. Ex. Palacio cia do Par, 9 Je Janeiro presidente da provincia de Pefnantbuco.Jironymo
Francisco Coeiho.
lHm. e Exm. Sr.^iTenho a honra de participar a
V. El. que esta provincia continua a gozar, de so-
fleo guarde a. V. Ex. Palacio do governo do Ma-
ranhflo, 26 de Janeiro de 18*9 lllm. eExm. Sr. pre-
sidente da provincia de Pernambuco. He.rculano
Ferrtira Pnna.
lllm. e Exm. Sr.Tenho a satisfaeflo de commu-
nicar a V. Ex. que eta prpvinci Oca tranquilla.
Doo guarde a V. Ex. Palacio do governo lo R0-
r,randc-do-%rte. 31 dojneiro de f8t9.lllm. e
Exm Sr. prMId^e da provincia de Pernambuco.
0 vice-presidenlB', Jolio Cario Wandtrlty.
lllm. e Exm. S.r-Tenho a satisfaeflo de participar
a V. Rx true esta pSovncia continua em sooego.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo da Pa-
rahiba, 5 de fevereiro de 48t9. Llm. o Exm. Sr. des
ehbargador Manoel Vieira Torta, presdante da pro-
vincia de Pernambuco.0 presjdentc, Mo Antonio
de Patconcellot.
lllm. Jk. R'eoonhecendo os importantes servicos
que V.. preatou nos dios 2, 3 e do corrente, nos
qnacs eropenhou todos esforcos para eonsummar o
Irinmpho olilido polss armas da lofalidade. faxendo
prender os revoltosos que providenciando opiortunamenta sobre as oceurren-
cas, e cumprindo om zelo e inlelligencia asordens
que lite forsm dadas for esta presidencia, julgo do
mpu dever wuva-lo por aemelhante procedimento
bem coma Dr. Francisco de Peala Rodrigues de
AlWrtuWllWy'Pa a I Jtasfirto fcate lww, e os
subdelegado ;
deS-Jos, Dr. Them Fernandes Madorade Kstro;e
da Roa-Vista, Vicente AnloniadoEspirilo-Santo, que
muilo sedislinguirarojsendo digno de lodo o elogio
o procedimento do delegado Antonio Carneiro, o do
subdelegadoTbomc, que nlo contentes de sorvirem
como autoridades poiiciaes empuuliaram asarmas o
combateram com denudo o jnimigo que nos alucava.
Hja,pois, V. S. deceitir por ter juntos motivos os
agradecimenlos. deslo govrrnoe Iransmitti-los sos
referidos Srs. delegados e subdelegados,' bem como a
todos os cidadilos que concorrenin para s>r salva
esta bella capital, e para o triumpho da justa causa
da monarebia cnuslilucional que defendemos.
Depois que livor recebido as parlicipacoesoAlciaes
b'vare presenca de S. M. o Imperador os servicos de
V. S. e de seus dignos delegados, para que o mesmo
augusto Srnlior lenlia dclles conhecimenlo.
DeoS guarde a V. S. Palacio do governo de Per-
nambuco, 5 do fevereiro dedo iHld. Manotl Vieira
Taita. Sr. juiz de direito cliefe de polica interino,
Juronymo Marlin'iano Figueira de Helio.
EXPEDIENTE DO DA P DE FEVEREIRO.
OOlcio.Ao agente da companhia das barcas do
vspor, recommendando a cxpcdicOo do suas ordena
aflm de que no primoiro vapor que chegar dos por-
to do norte sej transportado para a Babia omal-
gum dos lugares vagos para passageiros de estado o
2 constructor do arsenal d'aquolla provincia, Mano-
el de oes Muniz Tclles.Parlicipou-se ao inspector
dearsenal de nmiinlia.
Dito.Ao inspector da thesouraria provincial, ro-
mellendua conta demonstruliva do alcance em qbe
se scha o quartrl-mcslrc do rorpo de polica, aflm
de que de as precisas providencias para que se pro-
reda a cobranca da quaulia em une elle esta debi-
tado.
Dito.A Hcnriquc Marques I.ins, accusamlo a re-
cepc.lodo ofttcio que veio annexo urna carta,e agra-
di'cendo o olTerecimento de seus servicu a bem da
ordem e trauquillidade publica.
Dito.Ao commatidanle docorpo de polica, de-
clarando que as pracas do corpo-tloseu commundo
que se sehcretn em operaces ao sul da provincia de-
vcm.de ser payas dos seus veneimentos por interme-
dio do mesih'o corpo, pois que a ordem do da expe-
dida a 25 da Janeiro ultimo pelo cowmaiidanle da
piaca i respectiva guarnicilo nfo pode se referir
senflo a tropa que he remecida pela cxixa miliiar
ltimamente creada.Coinmunico-Se ao comuian-
dante militar.
Dito.Ao inspector da pagadura militar, remel-
t>-ndo tres conta em duplcala alim de que a vista,
deltas indemnise o arsenal de marinbi da quanlia
de cincoenla mil oitocentos e oitenta ris que por
dquetta reparlcflo se despendeu com o transpone
de tropa e artigo bellico para bord dus vapores
urania e rrnofn6nron.8cicnlcou-so o inspector
do mencionado arsenal.
Poilafla.-Constando de representa^ao do cliefe
da legiilu di guarda nacional do municipio do Pao-
d'Alho que Ot ofllciaes abaixo declarados toem toma-
do parlo ra levolta, o presidonte d provincia resol-
ve domilli-los na fi ina da le:
1, BXTAL1I10.
iilado-maiur.
Teneqte-ajudnteJoSo Baptisla Catira!.
.... i
Alferes secretario- Antonio-ito Reg' Acciole.
i. porta-bandeiraAntonio Francisco do Albu-
querque Barros.
1.' Companhia.
Capinof-Fisncisco Jos de Barros Silya Juoior.
TenpnleAntonio Percr Carneiro de Alhuquerque.
AlferesFrancisco de Aaais Padiltia.
Maxmano Jos de Mello.
Companna.
Opimo Flix Jos Carneiro Barro1.
TenenteManoel Francisco da Luz Borba.
AlferesManoel Jps do Coulo.
3.' Companhia.
CapitSoSimSo Barbosa da Silva.
TenenteFrancisco Pereira da Costa.
AlferesManoel Joaqun Bezerra de Menores.
Antonio Pereira da Lux Borba Jnior.
*. Companhia.
CapilSo -Joao Soares de Alhuquerque Mello.
TenonteMano I Rbcir'o de Vasconcellos Barros,
AlferesAntonio Mendede Andrade mai-
5.* Companhia.
Capit*o Manoel Correr de Ara'ujo Vasconeello.
Tenente-Joo Correa de Araujo.
AlferesJoflo Nicodemo Correa de Vasconcellos.
6.' Companhia.
CapitaoIgnacio,Correa de Mello.
Tenontellerrrirjues Jos de Artiuquorque.
Alfereg-Jolo Sabino Barbosa.
Panicipou-se so chef ds respectiva legio.
Relaco doi cidad'un que dtvem oeeupar provitoriamen-
te o potto vugot do tfi'balalhao da guarda nacional
do l'ao-d'Alht.
Ettad+maiar.
Tenente-ajudantat-tios Carneiro ds Mot*a.
Alferes-secretario Jesuino Domingues Carneiro,
porta-bamdelra-Antnio Bafboa d Silva
CeuJJnh^ "~
I.* Companhia.
CapilSoAlewtnJro Barbosa da Si!*.
TenenteJos Januario Alvares Ferreira.
AKcrcsAntonio los Nnes do Valle.
Jo5o Bipiista do Garvalho.
8. fJaiH/ffhAiV.
CapitloJos de Araujo Nones.
Tenente-Antonio Joaqun Camello.
Alferes-Anlonio Pereira do Reg Luna.
3." Companhia.
CapilSoFrancisco da Molla Cavbante.
Teuciite-Joao Cavalcanle de Alhuquerque.
AlferesJoaquira Jos Ferreira.
Jos Garca de Souz llamos.
4." Companhia.
CapitfloChrulovno de Hollanda Cavalcanle.
Tonente-Francsco do Souz Leal.
Alferes-Francisco Paula do Monto.
' a Jos Barbosa Camello.-
5.a Companhia.
Cepltfto -Jo Correa de Moli Jnior.
Tenente Manoet Joaquim do Reg.
AlferesIgnacio Joaquim do Souza Menczos.
6.' Companhia.
CapilSo -Francisco Cavalcanle do Alhuquerque.
Tonetale^Antonlo Cavalcanle de Alhuquerque.
Alferes-Francisco Victorino de Araujo.
> Manoel do Hollanda Cavalcante.
. ScionliIicou-e o chefo d respectiva lego.
DitaDemitlindo a Joo Clinwco Femnndes Caval-
canle do lugar de t." supplenle do subdelegado do I.
distiieto do termo de Serinhflem, e do de 2.* a Manoel
Antonio Duarle Cnnha, bem como nomeando para
substituir aeste a capililo Joilo Florentino d-Alhu-
querque Maranhflo, o a aquella o tenente tonca o
Francisco Xavier Cavalcanle.-inUHrou-s o chec de
polica. .. .
Dita.Nomeando para rapitSo da companhia do
corpo de volunMrio cread na freguezla dos A roga-
dos a Anaclelo Anlonio de Mrae. para tenonte a e-
verino Henriqof da Caslro Vimenlel, e paraa I reres a
CaelanoQuinliito Call.ardo ea Caetano Delfino Mon-
lero de Carttalbo.lartiolpou-se ao commandanlo
do referido corpo. ..._
Dita.Nomeando a Antonio Joaquim do Almcida
Guedes Alcanforado capitflo de commisso da com-
panhia de voluntarios da cidade de Olinda, a Marcos
Anlonio Rodrigues de Souza tenente, a Judo (.arlos
Augusto Cavalcante Vellez e-Jido Pessoa Cavalcante
('zar de Mello aireres.-Communicou-*c ao respec-
tivo commandaule.
DEM DO DA 5.
Offlco.-Ao chefe de polica, recommendando a
oxpodicao de auas ordena para que sajatn caplurados
osmariulieirts C^ssiano Pereira de Andrade, hran-
cisco Mrj*( Hispo, Wlliam Raytier, e WiUiam Wat-
om, que deeertarain do bordo da corvcta'u/erpe e
do brigue Calliop, e cujos signaos caractersticos
constam das olas que remelle. Parlicipou-se ao
commaudante das fincas navaes.
Dito.--A' admimstracSo do estabelecimontos de
elscurado so grande hospital de aaxidadeoa. pi-exorcilo existente em Ijabs, oasamchal u'uma sl-
riirffltoda armada.' Francisco Alves de Araujo Linallocu(}3o que Ihe fez etnittio. idoiaa defusOo, para
queseaclia teuco-SceUcou^q o inspector dolqne o thronod rainha se veta cercado de toda a fa.-
arsenal do marinha. Imllia portagueza.
Dilo.-Ao presidenta do concelho geral de saltibn-,
dade, remetiendo um maco do put yaceinico atim
aiun, ,f:iiir**'""w .-Tr** r: .
fxemplardo rclatorio anngo do instituto vaccinieo
do Londres. ___'____
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO BIARtO DE PERNAMBICO.
Lisboa, 25 de novembro de 18*8.
Apezar de todas as assevcracfles dos jomaos mi-
niateriHes, estampados lodos os das as suas colum-
nas ; apezar do nuanto team dito c possam dizer cm
contrario, he indubitaval que existo, manfesla diver-
3enca entre o governo, especialmente o sou presi-
ente, e os csbralilas. .,._,,
PTa minha ultima Ihe fallci da crlse ministerial, c
dasta ler terminado fazeudo pazos oduquo-deSalda-
nha com o marquez de Fronleira por influencia pa-
laciana. Hoje reieTir-lhe-hci o motivo da crise, como
torminou, o que tem bavido depois, o o quo se presu-
me havara.
Henncgvolque omarcchal Saldanha, apezar de
[ifrmar hoje parte da fracqflu cnbralisla, he de todos
o maia tolerante, o conhocendoqueo partido scteni-
jbrista renunciou poTcm quanto a movnnentos revol-
tosos, deixando ao tompo e s commocOos extor-
nas oprcparar-lheum futuro, o duque tem procu-
rado acariciar este partido fazendo-lhe todo p gene-
ro de obsequios, c so algumas perscguicOes filho slo
anda ge nzem contra individuos do dilo partido, be
de instancias dos carlistas ferrenhoi, oa cabralstas
exaltados, e tambemda camarilha.
Omarquez de Fronleira ho representante dos car-
listas ferrenhot. Despeitado por ver destruidos na
suasermadiHiHs-odeS'iincarados os setis espides no
processo poltico, que teve em resultado a soltura
daquelles que Mo mandara mcltor no Limoeiro,
ondejazerampertd de cinco meses, soltura coma
qual, o pwcchal Saldanha se congratulou, se nlo
condorreu para issa coa insiuuaco** ; despeitado,
pOis, o marquez dcclarou guerra a ludo quo ora se-
tembrista, e coraeou,por mandar prender uiu m-
dividuo chamado Jos Mara Mendos, que servir a
junta do Porto, na qualdado do sargento, e depor-
tado para as libas. Alguem houvo que recorreu ao ma-
rcdial como ministro do reino, c como tal autori-
dado immodatamente superior ao gnvernador ci-
vil, cargo que desompenha o marquez do Ironleira,
0 Ihe fez conhocer a arbtrariodade o prepotencia da
priso e desterro do Sr. Mendos ; este ja estava para
embarcar, quandocbegou a ordem do ministroido
reino polica do porto, para fisto permit.r o dito
ernbarquo.odeixur ir para sua casa o Sr. Mendes
sollo e livre.
Furioso o marquez de Fronleira com este proco-
dimcnlo iuslo do marochal, dirgio-so ao paco, c
deuasuademissSode governador civil o de com-
mandaule geral dos batall.Oes nacionaes, eao mes-
n.o lempo a do seu Irmflo I. Carlos N ascarenhas, de
commandaule da guarda municipal. Estas dcmissOes
nflo fdram aceitas. _
O marecltal, sabedor disso, dingio-se tambem ao
paco, e deu a sua demssflo c a dos seus collegas, que
parece fram aceitas; porque omarquez tem gran-
de influencia no paro. Daqui resultan a cnso, o ja
os cabralstas ferrenhos contavam com subir ao po-
dr. dando-se parabens c espalbando listas qiinis-
teriaes em que figuravam Jos Bernardo da Silva
Cabial, Jos Joaquim Lopes do Luna, e outros d.i
pandlha do Eslundarte. ,-.-' .
Posto que o marocha I pozesso por condicQao o sa-
hir elle do ministerio ou dar-sc a dcmissflo ao mar-
quez de Fronleira. parece que o pago, considerando
com mais madiircza, o conhecendo quo o m.irechal
as actuacs ciroumstancias Ihe ora preciso, pois
quo apezar de todas as aecusacos que lio fazein, do
ifloler urna poltica dclinida, lem sabido coui essa
jmlitca conservar o.ei no em soctfgo, no mwo das
ormenlas rovoluccionar.as com que lula a Europa
quasi toda ; conhecendo que, deni.tl.iulo-.se o maro,
chai, tinha a lancar-se nos bracos dos cabrals-
tas ferrenhos, o que a exalluQflo dcslcs ao poder, ora
irromissivelmeiileomeiopercuisor de uina rcvoita
o nSo querendo ao mesmo lempo dosfei^-
lllrl |lonp"vn,i ,
Ha lambom quem istovere que o niarerbal rom-
pfra com Cabraes, que a partida do conde do
Thomar para Madrid fAra obra sua, e que chegra
at a dizer que, seo dito conde nflo sabase do Lisboa
no dia que Ihe tnha indicado, o mandarlo) pnV fura
forca. Accresce a slo, que leudo ido ao Portexp
coronel Rarros, um dos cahralislns mais exaltado*,
com urna missl dus mosmos, para arranjar algu-
ma bernardo, recebeu ordem para se apresoatar im-
niedialamenleem Lisboa; aopasso quo oSr. I.uz
6ogo Leite, dopos de sabir do castalio, em oou-
sequencia do accordam da reVscffo que o despro-
nunciou, recebeu ordem para sjarlir para as linas,
anda se acha cm Lisboa, e parece que nflovai.
Se juntariuosa isto.a absolvi^ao do lenenlo-coro-
nel Doria da oceusaeflo do desertor, que Hio assaca-
ram, depois de ser lainliem desproiiundJ* por um
concelho da ofllciaes carlistas, as absolviese no
jury do peridico O Itabeco, conbeceu-se que tu-
yo iende a urna mudanca da.poltica ; e que o mare-
lehal est decidido a abrir o parlamento, eso all Ihe
ifl/er opposicflosysleinalica a fraosflodus ferrenhot,
Icomohe de esporar, o parlameiitoyicr dssolvido,
convocar-so-liflo 'novas crtrtas, rem felascom le(nldde,o parliilsvsi'tnmbrsla, s
nflo triumphar nellas, lia de levar ao pajtlamenlo urna
grande somma de represcntanlos, alt v quebrar
a preponderancia do cabralismo. Sflo^Oftaa, segun-
do se infere, as doias do marcee! Sa/Jhnlia.
A'polmica que por milito tem|%fXistio enlro a
Sacio e os jornaes liberaes, e quejlfrvce ler-se ex-
tinguido, seolguma fasca nflo va*alear o fogo mal
apagado, succedeu outra mais vergonhosa pira o
piulido liberal. Iloa quesuslonlam ja ha lempos a
Unido o Popular e o Estandarte. A queslflo comecou
com o molivoda factura do estradas eoutras vas de
communicagflo. A Unido publicou alguna arligos so-
bro ostoassumploestabolecendo umsyaloma. Hlta-
lundnriesaho, nflo s robalendo-ihe, mas ridicuJa-
risando-o. A Unido rospoiuleu a islo quo qflo o
quoriam contratos onerosos para a nacto. nosquaea
tnha levado bem boas luvas a gente do htlaadar-
le Entilo apparoeeuem campo Jos Cabra! que so
doeu da ferida, dizendo que a Unio, que se oslcnU-
va amiga do conde de Thomar, renovava as aecusa-
cOcs que se Ihe linham feito dentro e fora do pan
sobro esle assurhpto, o a que elle no parlamento res-
ponder triumphantemente. pois que todos os con-
tratos quo se flzeram, secITectuaram no tompo da
administraeflo do condo de Thomar. A Umiio repli-
cou citando os decretos, pelos quaes rram concedi-
dos os contratos das estradas, o mostrando que to-
dos ou quas todos linham sidu assignados polo Sr.
Jos C.abral, como ministro Interino do, reino, du-
rante-o lempo que seu irm.lo o condo de Thomar es-
tivera fura u Halar de sdi s lo. De envolla com os-
las provase documentos tem vmdo para o polouri-
nho da imprensa o pessoat das rodaccOos desles jor-
iiaes. O standard chama venal aohr.D. Jos La-
cerda, e tolo ao Sf. Jos Carlos de l-reitas Jacome,
redactor do Popular; islo lodos os das. Pela siia
parto as accusacOes de ladros da parle da Unto nflo
leen, s sido ao Sr. Jos Cabral, mas tambem ao Sr.
Lopes Lima, um dos redactores do Eitandaru. Toa-
so rallado novamcnle dasdelapidiOes desta indivi-
duo quanilo govcrnou a India-Poilugue, do roub*
dalioiasdarainnadeSuiidem, o linalmenle pubti-
cou-seum documenta mostrando quo Lopes Lima
se. vira al) Miguel, o quo so exonerado.da inspec-
Oflodosestabelecimento de Botar, em (.abo-Verde,
por ms conlas que -lera .lessa MfP"^ "
ra aprcsenlar a I). Pedro, nao como >dra. m"
como una victima da usurpacBo O Sr. Ijope* Li-
ma (procura altenuar tflo lorr.veis aecusacos cosa
documentos gracioso que nada provam. A im-
prensa progressils tem folgado com ilo vendo
conlrmnd.i, por aqucllcs mosmos que o nogav.m
\,utro lempo, aqnillo que por tantas vezes ella a-
severou, venlicando o enligo provorhio : llalliam
as comadres, descobrom-se as veidado.
EulreUnlo os doestos leom sido tantos e tflo inde-
centes, o negocio tem tomado um aspecto tflo hedi-
iondo, quo a Aaeo publico i ha poucos das qm
u-lio artigo, pedindo sos ditos jornaes, que para
honra da imprensa peridica portuguez pozessem
tormo a tflo vergonhosa polmica. O Popular ad-
itlio o conscllio veremos o que laz a l/aio. e so-
lear o marquez, que lio um dos sous mais extrenuos |)roludo 0 a,lamiarte qile foi o provocador.
J.fensores ;o paco digo irabalhou o conscguio re-
conciliar, pelo menos apparentemente, o marochal
com b marquez, e as cousas (icaram no mesmo
cslado. _
EnlretanlO omarquez tem-so conservado a muni-
do, e Um estado doenle ou se finge ; o certo lie que
uo apparco. Pela sua parle o maiechal continua
.ser visitado rolos corifeos da opposcfio, sobretu-
lo pelo Sr. Manoel da Silva Pasaos, o daqui resulta
a crua guerra quo Ihe move o Estandarte, di/cndo
que o marechal quer pacluar com os sclembrisias,
formando um ministerio cm que entren qs selein-
eiuuii o mnw >|^- ,..---------- _,_!
O governo creou um coinmissflO do pessoasi lutei-
liKcnles de todas as cOres polticas para confeccio-
naren! urna lei do dotaqflo do clero, cousa de que sa
carece absolulamonle. ______
Creou-so tambera com aulorisacao do 6""
urna associacflo de senhoras nobres, sendo Pom-
te a duqueza de Ficalho, e vogaes a N"" u"
Torcei.a. as marquesas do Fayal, da ***&**?
de Ponta-lielgad, as condessas de Lavrad'o, *&*
e llibcra-Granue, a vscondessa de Uei..gncil, I.
Eugenia de Mello Br.yner, e 0. Mana "ffi* *
para ohter soceorros par .I- *
formando um ministerio ou. que entrem qs selein- ,)ler soce0rros para ul',r w'
brisl.as.eos miguelistas. p,.s lambe... d.zom <1" ^ )elccimen,u de hospiues da M22LE2ia!
tem tido conferenci.s com o conde de Barbacena o aVu*ir 0s doenles pobres atacado. *&*"*?
cou, o genera, Lomos. Cegado ha puuco de Ingla- u ^.^0^^^';^^^
ierra.
Se o marechal
"' """"" r.iinihiindco honra sonremanoira as
a 1X^0 oconce^al, e o seu benel.cio exem-
si-iniwi ^m __ Ai.*ii\ (liwn itom-30 creiuo em
quo s o lempo pode elucidar-nos. Ho certo quo ja, (le^.r m.lado. Aon d.sw teem-socre.doem
Un sido mandados admillir as lilciras alguns ot- freguezias commissOes do soceorros paro o
liciies do exercito da junta do. Porto, e ralla-so da u
a .in.i^..a ....... ,>1 ,. mesmo lim.
admsstadosoriciaVs'm.guci.sUs no'exrcilo coin)"' ,iy(,ieilica .cmara mtinicipal de-
aOrof deslios, fazendo-lhcs boas as patentes que,
linham antes da 'taam%o do Evorsiiionle. Alm
disso, parece que ha das,- sendo annivcr
Dita.A' admiiristraflo dos estabcleciownlos de d.sso, parece que na otas, aei.u
ca idade, ordenando expeoa suas ordens para quo marechal, e indo imprinieiila-lo
.oicalidade do cureiras
termino. que o maladouro que desde tompo.m-
mcmori.l "si. esl.belccido na ra ch.m.dj. das af-
prximo ao campo de oaula-Aoua, soja.


'

2
Jalli tirado, ese estabelecam tres matadouros tora
dos muros da cidade : um para as bandas da Cruz-
<)e-Taboado, outro paraaCraca, eout'O para Al-
cantara.
Apesar de quantos clamores que se levantaran), o
governo senipre levou avante transferir o cllegio
militar pura o edificio do MaTra, dando oconvento de
Bilhafolles, em que eslava estalielecido, para hospi-
tal dos allienados. Eslo edificio he ptimo para isso;
pois que, alm de estar n'uma stuaeflo aprazivel, tem
urna grande e bolla cerca para os desgranados lou-
cos se distrahirem.
I'arece qne a drspeza que se faz com a transferen-
cia do cllegio militar para Mafra he grande, e con-
tra isto tem clamado nSosa imprensa da opposi-
eflo, mas todos os que erarri intsressados em que
nflo honvesse a mudanca. Diz-se que esta tem logar
com o intuito de lomar mals habilavel e concorri-
da a villa de Mafra, em cuja tapada real S. M. El-Key
D. Fernando tem eslabelecido urna quinta modcllq.
Fram presos no Algarve l). Miguel Gomos e I).
Manoel Rodrigues, subditos hespanhes. Diz-se
que D Miguel Comes he o clebre general carlista,
e que viera de Inglaterra, com missflo de I). Miguel,
para tratar com os seus partidistas, que eslivera em
Lisboa, e partir para o Algaive, parase introduzir
emHespanha. Sejaoquefr, o proced ment ha-
bido com estes dous cstrangeiros he indecoroso,
milito mais trazendo psssaportes legaes. Em l.oule,
onde IVinim presos, Iratarnm-nos como salteadores:
ama escolta, que carregou armas i'sua vista, os con-
duzio prisflo, e llalli ao navio que os conduzio a
Lisboa, cuja offirialdade he que os tratou cava-
lheiramrnte. Em Lisboa, melteram-nos no castello
de San-Jorge, dando-lhes porcamauma enxergae
um cobertor. Isto nflo s he indecoroso, he avilun-
je. Se teem crime punam-os, se o nflo teem, nflo os
opprimam, o em ambos os casos nao pratiquem.com
estrangeiros actos que deshonran! a nacSo portu-
gueza.
Outro llespanhol, chamado R. Basilio Floria, Ib i
tambem mandado sahir do Lisboa para Gibraltar,
dentro de 24 horas .'
No da 17 das oito at depois das nove horas da
noile observou-se no nosso horizonte urna magnifica
aurora boreal. Ao principio liuha grande cxlensflo,
dopois dividio-seem duas parles : a do lado do no-
roeste spresentava urna luz avermelhada viva, cor-
lada por urna facha cor do perola luzeule : a do
nordeste apresentava as mesmas edres, mas menos
vivas : as estrellas scintillavam ao travs deslcs va-
poros inflammados. I'arece que he o maior phenome-
noalmosphericodesle genero, que se tem visto em
Portugal.
Descobrio-se em Braga una fabrica de moeda fal-
sa. Acharam os aprestos, os cunlios, urna poreflo
de dinlieiro cunhado o nielaes para a cunliacSo.
Pri'iiilciam-sc algumas pessoas que se suppOem im-
plicadas nesle crime.
A tomada de Vienna pelas tropas imperiaes, de
uno por inuilo lempo duvidarain os nossos dem-
cratas, junto derrota que em Bcrlim snll'reram os
revolucionarios que quizeram fazer all o mesmo
que em Vienna, lem desanimado muito os ditos de-
mcratas, e legrado os retrgrados. Entretanto a
stuaeflo d'Allemauha esta delicadsima, e pode
muito liom dalli redundar urna guerra geral.
Km Despatilla nada lia de importante. As
guerrilhas continan); se urnas sSo dispersas, ou-
t facciosos se teem acolhido ao indulto, u que parece
demonstrar quo niiu couliaui minio no xito das
.mas teniatiras.
DIARIO DIPIBIIBDCO.
BKoirx, 6 o rrvEREino di 189.
VAVOB, IK NORTE.
O vapor San-Sebasliao, clicgado boje dos torios do
norte, trouxo-nosjornars do Para at 22, do Mara-
nhflo al 25 e do Ccar al 31 de Janeiro prximo fin-
do, bem como da Parahiba at 3 do correle.
Em todas cssas provincias reinava a mais perfelta
tranquillidade, segundo colligimos das gazetas cu-
ja recepto temos aecusado, e conformo o testifican)
as patticipaeesolTiciaes que os leilores terflo visto
sb a rubrica competente.
Os partidos anda se chocavam pela imprensa com
mais ou menos acrimonia ; mas quasi quo era geraj
a animadverslo volada ao movimenlo revoltoso quo
acaba de ser aniquilado dentro dcsta crpilal; oque
nos induz a crer que os nossos irmflos do norte re-
ceberflo jubilosamente a noticia da redempeflo des-
ta provincia, operada como que milagrosamente
dentro do curto espaco de treze horas e alguns mi-
nutos !. ..
Mais feiizes doqueellcs, os habitantes do sul do
imperio vilo tei t3o grata nova muilo mais ce lo,
pois que depois d'amanh.la largar desle poito para
os daquelle lado a barca quo devo de conduzi-la, o
que cerlamentosersaudada por vivas acclamagOes
da populaciio pacifica o amante do bem-estar do paiz,
pois n3o s leva-lhe a certeza de quo esl desbarata-
do o principal fuco dos vanda-los que tcntavam con-
tra o tlirono e a constituic.lo, sonilo tambem a de
que ficam presos eeniperfeita seguranca os mais
esforzados chefes da rcvolta, e a de que o governo
nada poupa por fazer dispersar os deslreos das hor-
das selvagens, que anda vagueam por algumas pa-
ragens, commellciido roubos e assassinalos.
Km Maranhao succedra com a barca sania Amici-
loraim pelo de Sant'Anna, naufragara n costa do
sotavento, no lugar denominado Mangunca.
Apercebeedo-a, alguns dos habitantes de Curupe
das ciicumvizinhancas, em vez de lites preslarem os
auxilios recia mados pelas leis da humanidade e pe-
lo direlo das gentes,em vez de se esforcarem por
ajudar a respectiva Iripolacflo a por em ba guarda o
o seu avulladissimo carregamenlo, apressaram-se
(diz o Ohiervailor; a saquea-la perfeitamente.
No entretanto que isto occorris, achava-seoExm.
Sr.llerculano Ferrcira Penna em Alcntara,para onda
partir na madrugada de 20 do passado, na inlencfio
de demorar-so ahi tres ou quatrodias; mas logo
na manliAa de 1 foi inloriiiado de semelhante acon-
tec monto, e voltou immediatamente para a capital,
resolvido a tomar todas as medidas que o caso
exiga.
Chegado cidade de San-I.nz, S. Exc. expedio
para Mangunca a sumaca Joven-I'hilippina, lovando
a scu bordo o 1.' lente d'armada Antonio Jos da
Cruz com alguns marinheiros, bem como o alfere
Cassiano Jos Marlins com 20 pracas de linha, en-
carregados de roadjuvarrm as autoridades locaes
na ciecusflo d as ordens pelas quacs Ibes recommen-
ilaia preslassem toda a proleccao e auxilio ao capi-
10o e equipngem da Amicisia, o que nao s se esme-
rassem em defender a estes do qualquer agressflo,
senflo tambem so empenhassem por salvare deposi-
tar em qualquer lugar seguro tudo quanto perten-
cesse ao navio naufragado, para ler destino quando
se offerecesso occasio, providenciando ao mesmo
lempo para que se disperssssem os grupos dos sal-
teadores, e bem assim para quo estes fossem presos,
procesados, c punidos na forma das leis.
Com oste motivo, o Observador lece elogios do
Exm. Sr. Ferreira Penna, quecontinuava a nflo sof-
frer opposcflo pela imprensa.
Do 1 at 15 de Janeiro, o thesouro provincial
maranhense arre cdra-7:725#507 r.
O cambio fluctuva entre 24 a 2* 1/2 d. por l/oOO
res.
Em Para, Cear e Parahiba nada de extraordina-
rio occorrra
'lio enlflo nos fram transmitidas aflirmamos nos
que o numero dos feridos em tratamento nos referi-
dos hosptaes nflo exceda a 60, quando em verdade,
o segundo alguns dados cslalisticos, cuja autheiiti-
cidade garantimos, eleva-seao algarlsmode 121.
Por esta occasiflo, como escriptor publico, julgamos
tambem desempenhar um derer de conscieucia re-
commen dando i gratiello dos Pernambucanos o no-
me do benemrito conceHiefro A. P. Maciel Montei-
ro, que nflo contente do partilhar com todos o ami-
gos da ordem, que estiveram ao lado do presidenta,
todas as suas fadigas e anciedade, empregou todo o
seu desvelo e pericia em (ralar pelas suas proprias
mflos todos os bravos que, feridos no combate, fram
recolhidos ao palacio e ahi pensados. Ultimado o
conflicto, seu zelo nflo arrefeceu ; o quando refiecti-
mos no relevante servico queaquelledistinctocon-
celheiro contina ainda a prestar humanidade e ao
governo, percorrendo lodos os hosptaes, exami-
nando lodos os enfermos e prodigalisandn-lhes
seus sabios conselhos mdicos, nilo podemos deixar
de sentir mais grala commoeflo. Tal solicitude,
tal caridade tem tanto do patritica como de subli-
me e verdaderamente evanglica.
Transporte. .
Ciza dosbens de raiz .
21 decima de mo mora. ,
Di rei tos novos e velhos .
Ditosdechanc.ollaria .
94,304
1:081,178
M.JS
4,6i0
UM*
COHGaATULACO A* TBOPA VIUDA DO PAMA',
O San-Sebastiao acaba de trazer ao nosso porto
o restante do 3.' batalhao doartilharia a p, quere-
mos dizer, o seu eommandante, oSr. tenente-qoro-
nel Jos Ferreira d'Azevedo, o respectivo estado
maior e menor, 4 segundos lenles, 5 primeiros
sargentos, 5 segundos ditos, 3 furrieis, 23 cabos d'es-
quadra, 12anspecadas, 101 soldados c 11 tambores;
ao todo 183 pracas.
Esta poreflo do'brioso excrcito ;brasileo leve a
dosvenlura de nflo chegar aqui a lempo de poder
ajudar os seus irmflos d'armas nobrilhante fcitoem
quo ellos tomaram parte no memoravcl 2 de feve-
LACRIMA SOBIIB O TMULO DO VERDAEEmO
FATSIOTA.
Acaba de ser dado a sepultura n'um dos jazigos da
igreja da Conceigflo dos militares o cadver do cap tilo
do corpo de voluntarios do Becife, Ignacio dos Res
Ca ni pe lo.
Este nosso irmflo foi um dos primeiros que corre-
ram as armas nodia 2 do correte quando os rebel-
des invadiram a capital. Elle nflo foi ferido em
combate franco e leal; mfioassassina Ib* disparou
um tiro da varanda do sobrado em que so achara o
hachare! Joaqun) Antonio de Faria Abreu e Limu,
na occasiflo em que animava seus companheiros a
repellirem do pateo do Cllegio os comparsas desse
bacharel.
Apenas baleado, oSr. Campello foi conduzido
para bordo da corveta Evterpe, onde recebeu imme-
diatamente os socoorros da arte : d'ahi, e a rogos
seus, transferiram-no para a cass em que residia no
Atcrro-dos-Afogados, na qual espirou bontem
noile nos bracos da esposa, acercado de 9 ilhinhos,
que cliorosos Ihe lanentam a morte.
Ao seu funeral, nflo s presidio a devida decen-
|av-**l,lfo tsmbem compareceram osExms Srs. Ma-
no*! Vieirs Tosa, Jos Joaqun) Coelho, e grande
numero decidadflos grados, que, distribuidos por
seis filas, (tres de cada lado; se apnhoaram na igreja.
Terminadas as oraces fnebres, o corpo de vo-
luntarios, quo se aehava formado em frente da igre-
ja, deu as salvas do estylo.
Lamente mos o prematuro passamento do nosso
digno comprovinciano; amaldicoemos o malvado
que Ihe arrsncou a existencia; faca mes, emflm, votos
Dizima da mesma.........' ." 205,359
Cartas de hachareis .......... 4000
Sello fixo..........1:190,170) Q ... ""
Dito proporcional.......1:611,755} aw,V
Premios dos depsitos pblicos..... 8,293
Emolumentos de certides ....... 3,7to
Imposto de tojas abertas........2;628,80o
Dito sobre casas em que se vendem movis 80,000
Dito de seges o oarrin los........ 38,400
Dito de barcos do interior....... (4,4M
Taxas de escravos........ 286,000
ToUl. .... 7*58,945
Recebedoria, |e de fevereiro de 1849.
O escri vflo,
Manoel Antonio SimOes de Anaral.

Movimento do Porto.
Navio entrado no Ha 6.
A
Pareportos inlerroedios; 14 dias e Choras edo
ultimo porto 12 horas, vapor brasileiro San-Stbns-
tilio, de 240 toneladas, eommandante o primeiro
lente Torrezflo.rquipagem 29. Passageiros: p.
ra esta provincia, D. Anua Joaquina Ferreira com
3 escravos, D. Auna Josefina Ferreira, Ungolino
Ayres de Fretas Albubuerque, Jos 1 homaz di
Silva Quintanilha Jnior, Manoel Pereira Pacheco
com dous escravos, Joaquim Benavides Soabrada
Mello, Joaquim Ignacio Pereira Jnior, o lente-
coronel Jos Ferreira de Azevedo, 197 pracas do
terceiro balslliflo de artilharia, urna mulher e I
cscravo a entregar; para o sul, Roberto Alexandn
Basset, HollanJezj J080 Francisco Barboza, o ca-
dete Manoel Pereira de Souza e 3 soldados.
Navio tahidoi no mamo dio. .
Maranhflo; barca ingleza Mary-Quetn-of-Seot$. capi-
tflo W. Willcox, em lastro.
Liverpool por Macei; brigue inglez Cjfnthia, cap-
tilo William Coldsworthy, carga assncar.
dem por Parahiba ; galera ingleza Serafina, capullo
llichard Goble, carga assucar e algodflo.
Canal; brigue inglez WttlmortlaM, cspilflo N. Co-
nway, carga assucar.
btertarafi.
Ficaram desembarazadas da quarrntena as segun.
tes embarcares : o brigue inglez Georg-Ann, rapi-
tflo D. Brown ; a barca ingleza MaryQueen-of-.Scutt,
capilflo William Willcox ; barca ingleza Indm, ci-
pilllo Frank Prets ; a barca ingleza Bulerprlu, capi-
lflo Ceorge Trader; e o patacho dinamarqus El*,
capilflo J. Schade, aquellas viudas de Londres e
esta de Hamburgo.
KPITAES.
reiro; mas, isto nflo obstante, nos a saudamos, e |0s cos para que S. M. o Imperador, commiser.n-
he agradecemos as boas rJisposisOes com que sahira |o-se da sorte daTamilia do benemrito Pernambu.
do Para cm demanda desta cidade.
O Doulrinario, ao annunciar a vinda desse con-
tingente, assevera. quo o Sr. tenente-coronel Fer.
reir he um militar denodado e corajoso, cujos ac-
cessos c condecorares teem sidogaulias no campo da1
batalha.
NOTICIAS DO BONITO.
A 2 do correnle, os rebeldes evacuaran) o ultimo-
ponto que oceupavam nessa comarca, edispersaram-
se pelas maltas circunsvizinlias em grupos mais ou
menos numerosos.
Assim, pois, no mesmo dia em que os mais ousa-
dos dos vndalos eram rcchsssados nesta capital
pelos briosos legalistas que a defendern), aquelles
de seus comparsas que infestavam o Bonito abando-
navam-na precipitadamente, receiosos de serem ata-
cados pela columna do coronel Jos pjdro.
Dcos protege a causa da monarchia, daconsti-
luicflo e da ordem !
wno, use para com e Ha de sua (So provada munifi-
cencia.
IOMMERCIO.
tia quasi o mesmo que acontecer em Parahiba com
o brigue francr-z L'Edmonil.
BTirICQiO. TRIDUT0 AO MECITO.
Delatando em um dos nossos nmeros anteceden-
tes a visita que o Exm. presidente da provincia dig-
nou-so fizer nos hospilacs miniares desta cidade
paraencherde paternal consola^floos bravos defen-
sores do llronoeda constilui(3o, que no dia 2 do
coircnte fram feridos pelo ferro inimig, urna
iuexaclidflo nos escapou, que carece de corrccfo,
nflo s porque temos por primeiro dever respeitar a
verdade dos factos estfori-la (oda inteiraaos nos-
sos leilores, senflo aajBcn para por em todj sua
crueza e tnormidadeaPfcrocrdade dos vandaloajiuo
e
LFANDEGA.
RENIMENTO DO DIA 6. .________ 2:162,185
Detcarregam hoje, 1 di fevereiro.
Brigue Ventura-Felis mercaduras.
Brigue Maria-Joti idem.
Brigue Polidora dem.
Brigue San Domingos ceblas.
lMl'oilTACAO'. .
San-Domingos, brigue porluguez, viudo de Lisboa,
entrado no correnle mez, consignado a Joaquim
Ferreira Mondes Guimaifies, manjfVlou o seguinte :
HBmoiose I Tanga sal, i caixa mar melada, 1 dita
diversos doces, 5 barris azeilonas ; a Joaquim Fer-
reira Mendes Cuimarfles.
20 barris e 4 pipas vinho branco, 2 pipas vinagre ;
a Manoel Caetan'o Pereira de Mendonca.
200 molhos cebo las ; a Marcos Jos da Silva.
4 caixas massas ; a Jos Francisco Bellem.
O lm. Sr. inspector da thesouraria da fazendi
provincial, em virtude de resolucdo do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, peranle o
mesmo tribunal, se ha de arrematar a quem mais
der, 110 dia 8 de fevereiro, a renda do tillo que foi
de Sebastiflo Jos dos Santos Braga, no neceo do l'.s-
pinheir.o, com casa de vivenda, cacimba e amores it
fructo, avaliado annualmenle em 100,000 rs.
A arremataeflo ser feita por lempo de 2 anuos e
4 mezes a contar do I." de marco do correnle anuo
atSOdejunho de 1851.
As pessoesquese propozerem esta arremataeflo,
comparec!m na sala das sesses do sobredito tribu-
nal, no da cima indicado, pelo meio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constarse mandou afflxar O presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da llrsouraria da fazenda provincial de
Pernambuco, 30 de Janeiro de 1849.
0 2> escriplursrio,
. Antonio Ferreira i'HnntsnciatS*.
CONSULADO GERAL.
ItENDIMENTO DO DIA 6.
j?ral H.....' '....... .....4:445,090
Diversas provincias............... Sf7,99
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da faienda
provincial, em virtude da resulucflo do tribunal ad-
ministractivo, manda fazer publico que, em cum-
primento da lei, peranle o mosmo tribunal, se ha do
arrematar em hasta publica, a quem mais oflereeer,
nos das 13,14 e 15 de fevereiro prximo vindouro,
o imposto da taxaJa barreirada estrada e ponte da
Tacaruna, avaliado annualmenle em 1:000,000 rs.
A arrematado ser feita por tempo de 2 aiinuse
4 mezes, a contar do I de marco do correnle anno
al Ilude junho do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta arremalac.lo
comparecm na sala das sesses do sobredito tribu-
nal nos dias cima indicados, pelo meio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar so mandou afDxar o presente e pu-
blicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria da fazenda provincial de
Pernambuco, 30 de Janeiro de 1849.
O 2.0 escriplursrio,
Antonio Ferreira 4'Annunc^fao.
---------------..^.V^.W.UU ..........OSJ1U
A barca s.h.r. de Gibrallar com deslino .0 Rio- ntauello dia tentara* invadir estabella pidade?,
de-Janeiro; mas, havendo perdido o rumo, fra terjreduzi-la lalvez a cinz... se porventura houvessem
^Jhini do Marsohao,e, lomando o pharol de lUco-|logrado seu negregsdoinleuto. Pelas informasOcs'
KEMil
1MPOBT
PEA
RAES
DO
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da fazemla
provincia!, em virtude da resolucBo do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, nos dias 13,
14 e 15 de fevereiro prximo vindouro, irfio a praca,
peranle o mesmo tribunal,pM serem arrematados a
quem por menos fizer, os reparos da casa da barrei-
ra iia estrada'do norte, sb as clausulas espociaes
abaixo transcriptas, e pelo prego de 134,000 r.
As pessoas quejse propozerem ansia arren>alacflo
eoniparecatn na sala das sesses do sobredito tribu-
nal nos illas cima indicados, pelo meio-dia, compe-
lenteinente habilitadas.
IK para constar se mandou afiliar 1 presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da Tazenda provincial
do Pernambuco, 30 de iau'eiro de 1849.
4762,219
SULADO PROVINCIAL.
TO DO DIA 6......_____ 1:558,441
DK JANEIRO PRXIMO PIND.
"%'4 saber :
Foros de lerreuos de marinha ,
94,304
94,304
O," escripturario,
Antonio Ferreira d'Annuneiacio.
Clausulas especian da arrematado.
1,' Os reparo da casa da barreira da estrada do



=5
norte serlo feitos do modo indicado no orgamento
approvado pelo Rxm. Sr. presidonle da provincia,
na importancia de 134,000 rs.
2* As obras principiado no prazodequinze dras,
o terminarlo^ no de um mez, ambg contados se-
gund o artigo 10 do rcgulamento das airema-
tagoes.
3.* O pagamento do importo da arrematagio rea-
lisar-se-ha no fin das obras, deppis deltas recebidaa
pela reparlicSo das obras publicas.
* F.m ludo o mais que nflo est determinado as
presentes clausulas seguir-se-ha inteiramenle o que
dispeoregulamenlodasarrematagoeS' de II deju-
Ihode1843. .' .
ReparticSo das obras publicas, 29 de Janeiro de
1*49.
0 engcnheiro,
F. Rodrigues da Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da fazenda
provincial, ent ruinnriment da ordem do Ezm. Sr.
presidente ila proviacia, de 29 lo corrento, manda
farer publico que nos dis 13, 14 e |5 de fovereir
prximo vindonro i rilo a praga pera n te o tribunal ad-
rainHlrativ.otpara sorem arrematados a]quem por me-
nos ttier, os reparos de que necessita o primeiro lau-
co da e-trda nova de Olinda, sob as ca usas espe-
ciaes abaixo transcriptas, e pelo prego de 704,550 rs.
As pessoas que se propozerem esta arrematacilo,
CDmparegam na sala das sesses dosobredito tribu-
nal nos dias'cima indicados, pelo moio-dia, com-
petentemente habilitadas. .
B pa'a constar se mandn alTIxar o presente e pu-
blicar polo Diaria
Secretaria .Ja thesouraria da fazenda provincial de
l'ornambuco, 31 de Janeiro de 1849.
0 8.escripturario,
Antonio Ftmira a" Annunciaco.
Clausulas tiptciaet da arrematado.
1.a Os reparos da carnada de barro da estrada do
norte no piimeiro lauco e tempera desvaas serlo
feilas como indica o orcamento approvado pelo
Kxm. Sr. presidente da provincia, importando em
704.550 rs.
2* As obras principiaran no prazo de quihze dias,
e se concluirn no do dous mezes, contado ludo de
ronfurmiadocom o artigo 10 do regula ment das
a nema tac, Oes.
3.a O pagamento-do imposto da arrematagio sor
realisado en du*s prestagOes, sendo a primetra
quando o ser'vico esliver em nielado e segunda no
lint da obra.
4.a para ludo o mais que n.fo est determinado
as presentes clausulas, seguir-se-ba inteiramente
oque dispOe o regularaenlo de II dejulbode 1843
O engeiilteiro,
> F. Rodrigues da Silva.
Declaracoes.
Assocaco comniercial de
l*c.'na m buco.
A direcg.10 convoca os socios da mesma para as-
sislircma assemblageral que deve ter lugar no dia
9 do correule mez pelas II horas.
-- O cirurgiSo ajudanle do batalhiio do volunta-
rios naopodendo ir pessoalmento a casa de todos os
seus enmaradas que fram feridos no dia 2 do cor-
reule, poros nflo con hecer, nem saber as sitas ino-
radlas, por isso avisa todos a virotn pesSoalmcnle,
caso sejam os seus forimenlns leves,ou mandarem no
Alerro-da-Boa-Visla, n. 4", para screm procurados.
Por orde
convier, qu
CURSO JUItlDICO.
o Illm Sr. director, fago saber a quem
ara regularidado dos exames prepa-
- pelos dias da sema-
ra torios, licam estes distribuidos
na do moilo seguinte :
Seguiida-feira, das 9 horas s 11 e meia geografa;
_ das II horas as ida tarde latim ;
lerga-eira, das 9 horas s ti e meia -hetorica :
das 11 s2datardelalim.
Quarla-feire, das 9 horas s II o meia oografia :
c r da8,,as2datardefrncez.
Sexla-reira;das9horas asi I o meia inglez ;
c kk i r das lias 2.la tarde francoz.
fsabbado, das 9 horas asile meia geometra ;
*.-. das '' 2 da tarde philnsophia.
r. B. Odia lmpe.|ido por ser feriado passaraser
como a qutnta-feira. Outro sim, os despachos aos
requerimentos de exames preparatorios so serflo
dados nesta secretaria, eos reqiioiimenlos, dopoi<
uo despachado, Ircarto na mosnia, onde se rr urna
lista do que teem de ser examinados.
Secretaria da academia jurdica de Olinda, 23 de
Janeiro do 1849.
Eduardo Soartt d'Albergarla,
Secretario interino. "
As malas que tcm de conduzii o vapor
6 Sebatlo para os puno, u sul prin-
epiam-se a fechar amanhita (8;, ao
mcio-dia; e, (indas essas horas, nflo se
receberflo mais correspondencias.
-- Leonor Carolina Calando de Vasconcellos, pro-
fossora de pnmeiras Ultras do bairro da lloa-Visla ,
avisa aos Srs. pais do familias, queja se aelta no
exorcicio de seu' magisterio na ra do Aterro ,
n. 86, segundo andar. y
~ Frela-se para qualquer porto da Europa ;o bri-
inglez Lalta-Rookk, de lote re 200 toneladas : a tra-
tar coro o capitilo, na ra da Cruz n. 45, em casa
do Nascimento & Amorim.
Par o Rio-de-Janeiro sahe, com a maior brevi-
dade possivel,- o briguo nacional Viseonde-de-Cama-
ma : tem excellentes commodos para passageiros :
para carga e escravos a (Yete, trata-se com ocaplto
na Praga-do-Commercio, ou com Novaes & Compa-
nhia, ra do Trapiche, n. 34.
--Para o Porto segu viagem com muita brevi-
dade, por ter prompla maior parte de sua carga, a
barca pOrtugueza Flor -da- Maya capittlo Jos de
Azevedo Canario : quem na mesma quizer carregar,
ou. ir de passagein para oque tem excellentes com-
modos, dirija-seao capitilo ou ao seu consignata-
rio, Manoel Joaquim llamos & Silva. _
Para o Rio-de-Janeiro sabe, rom a maior brevi-
dad possivel.o Inste nacional Gil-Br : para o res-
to ds csrga e passageiros, trala-se com o capitSo
na praga, ou cois Novaes & C., ua ra do Trapiche,
n. 34
-- Para o Rio-de-Janeiro segu em poucos diss a
escuna Calanle-Varia, de primeira marcha : para
resto da carga e passageiros, trata-se na ra da Moe-
da, h. 11.
--Parao Rio-de-Janeiro pretende seguir viagem,
com hrevidade, a escuna nacional Curila, por ter
parte da carga prompla : para o restante e passagei-
ros, trata-se com o meslre, Domingos Antonio de
Azevedo, ou com I.uiz Jos de S Araujo, ra da
Cruz, n 37, segundo andar.
I'ara o Itio-de-Janeiro segu com muita hre-
vidade o brigue nacional Alalia : para p rest da
carga passageiros e escravos a frlo trata-se com
Joflo Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
O patacho S.-Jo&o-Vtnctdor sahe para o Rio-de-
Janeiro com a maior brevidade possivel, para o que
ja tem parle do carregamento prompla : quem no
mesmo quizer carregar, ou ir de passagem oo
embarcar algum escravo a frete, dirija-so ao seu
consignatario, FranciscoAlvcs da Cunha, na ra
do Vigario, n. 11, primeiro andar.
Para o Rio-de-Janeiro sahe, em poucos dias, a
barca nacional '/eniuiiixi-Aei:;, porj se adiar com
grande parle da carga a seu bordo : para o resto, es-
cravos a frelo e passageiros para que offerece os
mais ricoseasseiados commodos: Irata-se na ra
da Moed.i, n. 11.
Para a Babia salte, em poucos dias o hiato na-
cional S.-Jolfo, por ter a maior parte da carga
prompla : para carga e passageiros trala-se com o
capittlo a bordo, o com Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche, n. 31.

Avisos diversos.
Avisos martimos.
do r2 !. 22,(lAn8U ^.''"gueporluguez Flor.
do-Uto sabe em pr.ncip.osO., marco, capiulo F.o-
der.co Carlos Rosa : para carga miuda ,'ou passa-
que tem excellentes comino Jos tra-
insignalario, Jos Francisco da Costa
Costa
Praga du
para carga miuda
geiros para oqu '
la-se com o coi.si
Itouxo na ruado Crespo, o. 10, ou na
Commercio.
O brigue lubequense Aurora, tendb arribado
a este porto para repaiar o leme, tem do descarregar
parto do seu carregameulo: ha deem consequencia
precisar do mil a dous mil pesos Torles a risco;
quem or quizer fornecer, queira dirigtr-se ao escrip-
tor.o dos consignatarios, L, C. Ferreira & Compa-
Conrda-se a todos os irmos da
rmandade do Santissimo Sacramento da
freguezia de San Jos do Becife a com-
parecerem domingo, 11 do correte,
pelas 9 horas da manha, no consistorio
da igreja de Nossa Senhora do Terco,
atlm de reunidos em mesa geral, presidi-
da pelo Illm. Shr. Dr. juiz de capellas,
proceder-se cleitu de nova mesa rege-
dora. Espera-se que todos os bon's
irtnaos comp rrcao, afim de remediar-se,
por meio de urna nova administracSo, o
abandono em que se acham os negocios
da irmand.idc.
Precisa-se alugar urna prcta forra ou captiva
para fazer o servigo de urna casa de pouca familia
na Uoa-Visla, ra Perdeu-se urna caria aberta conlondo oulra
cafla fechada e um prego crrenlo escripias em in-
glez, vindas do i. iVorpool no briguo Richard, com
sobre-escripia a llcnry Gihson, desde o becco do Ca-
pim ra da Cadeia loltecife, at a Cruz de Almas,
seguindo para os Afilelos : lloga-ae a quem a achou
queira entrega-la na ra da Cadeia do Itecife n. G0,
qgo sera generosamente recompensado.
-- Km rrsposla ao annuncio feilo' oeste Diario n
26, assignadocom as leltras iniciaos I A. C., se pe-
de ao autor do mesmo, que luja de declarar quacs as
pessoas que se acham comprel.endidas na palavra
trindade sendo o faga com clareza, se protesta res-
ponder-lhe ao que no inesmo annuncio esige callie-
goricamente : isto Ihe peile -- M. J. S.
Que boa occasio para se fa-
zer o! rae sem precisar de
dinheiro.
No fin. do Recen-Largo no Recife onde so von-
de cal, lijlo o lelha ha para vender a troco de fu-
zei.das e lambem a dinheiro para quem quizer te-
na lijlo de Udrilbo alvenaria batida o tapamen-
lQ : todo de barro do Monteiro : tamben, se faz
para encornte.ida qualquor qualidade de lijlo ,
como seja de Cacimba equadrado com o mesmo tra-
to cima : quem Ihe convier, dirija-se ao mesmo
lugar do Becco-Largo a tratar com Manoel Antonio
da Silva Molla, ouco.no Sor. Heurique Jorge, ou
aiinuiicie.
CHAPEOS DE SOL
Ra do Passeio, n. 5.
O fabricante deste estabeleciment adverte a res-
peitavel publico dcsta cidade que elle possue pre-
sentemente um rico sortimenlo de chspos de sol,
assim como chapeos de sol de seda furia-cores, dos
mais ricos que teem apparecido noste morcado, e de
cores cotilleadas ; ditos para senhoras de bom tom,
adamascados, lavrados, com suas competentes fran-
jas de retroz, ludo que tem do mais moderno o do
melhor goslo; um completo sortimenlo de chapeos
de sol de panuinho de lodas as cores e do todos os
tamauhos, para homens, senhoras e meninos: ha
tamben, igual aortimento do hiendas para cobrir ar-
magOes, tanto de sedas de cores, como de pinriii.hos
liangadose lisos imitando seda. Adverte-se que os
rreguezes serSo servidos com brevidade, esoacha-
raosal.sfeKos da boa qualidade. do bom goslo edo
bom prego.
Precsi-se de urna ama de loite forra ou captiva:
na ra Direita, n. 27. segundo andar.
FUDI^AO DE FERRO
enge-
na 1 na
Na fabrica de llowman & II.' Callum ,
nheiros machinistas e fundidores do ferro,
do Brum, no Recifo, contina haver um grande sor-
timenlo ile laixas para engenhos e moet.das de cali-
na de todos os tamanhus' o dos modelos os mais
modernos e approvados. Na mesma fabrica conli-
nuam-se a construir de encommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
objectos de machinismo, com a perfeig.loj conhe-
cida, por prego commodo.
Bowman & M." Callum desejam chamar a atten-
gio dos Srs. propietarios de engenhos as machinas
de vapor construidas na sua fabrica visto screm el-
las de um modelo muito forte e seguro ,e lodas as
pegas perfeitamente adaptadas urnas as outras, p.or
moio de tornos automticos, machinas de nplainar
ferro,o oulros apparelhos modernos: alm disto, as
machinas de sua conslinccao leein as vanlagens se-
guiules: possuem urna cisterna de ferro, onde a agoa
destinad* para a caldeira se deposita por meio de urna
bomba movida pela machina, e onde se acha aquen-
lada pelo vapor superfino antes de ser por meio da
segunda bomba de l inlroduzida na caldeira alim
de ntlo esfriar a agoa uclla existente, pola indroduc-
g$o d'agoa fra [como he de costume em machinas
inferiores]e assim produzr grande economa de
combuslivef.
Alm da supradita economa de combustvel na
producg.to de vapor estas machinas possuem urna
modilicagao novadas vlvulas por onde o vaporen-
Ira e sahe do cylindro, pela qual a mesma quanti-
dade de vapor produz maior ell'eito do que as ma-
chinas de construcgtlo enliga augmentando assim
do urna maneira, ntlo pequen, a economa do com
bustivel necessario para inanler a machina em n.o-
vimenlo.
As ditas machinas possuem tamhem um appare-
Iho pelo qual a quaulidade d'agoa ii.troduzida na
caldeira se acha regulada automticamente com a
maior certeza pela machina mesma evitando des-
ta maneira o grande perigo quo existe as machi-
nas onde por causa da incsqoiuha economa dos
fabricantes o fornecimcnlo d'agoa para a caldeira
ha de sor regulado por mi de negrot.
Estes esclarccimei.losstlo respeitosamente offere-
cidos aos Srs. propiciarlos Je engenhos, que anda
perseverara em o melhodo fraco, dispendioso
iiisalisfaclorio de moer com animaos, afim .de sa-
tisfaze-los que, 110 emprego deslas machinas, n.lo
existe o menor motivo para recoio nem de xplo-
stlo,'nem de quebra nem de demasiado consumo
de coii.buslivel ; e llowman & M. Callum ntlo
leom pequea salisfagflocm asscgurar-lhes que pe-
la pericia dos scus administradores e olieiaes, pela
perfeigflo dos seus instrumentse apparelhos o pe-
la abundancia e boa qualidade das suas materias
primas se acham habilitados para coi.slruircn. ma-
chinas de vapor de lodosos taii.anbos o para lodos
os luis ; assim como toda especie de n.acliiuis'ino ,
com una perfeigflo nflo inferior s obras .das melho-
rm fabricas de Inglaterra o mu superior s geral-
mente importadas duquollo paiz.
co, quantomaisum povohcivlissdo, quantomais
os artistas devom pron ./ir obras finase delicadas;
nesto sentido o annunriante empregtr lo >s os
seus esforgos para satisf-.zer a todas as pessoas que
so quizerem utilisar.de ^eu prostln.o. Na meswa ca-
sa l'azem cortinados para cama franceza.
Lotera do iheatro publico.
NOo 11 lisiante a morosidad'- que tem havido na ven-
da dos hilheles da ultima terga parte da 18.a lolerla.
todava o thesoureiro, desejoso de fazer andar as res-
pectivas rodas o mais breve possivel, convida ero-
ga aos amadores deste jogo que se apressem a com-
prar o resto dos b.lteles que exislcm.afiui de que,al
o fim do correnle mez, e quando muito no principio
de fevereiro prximo futuro, possa sor marcado o>
diainfallivcl do referido andamento.
m
Homn'opathia. (
1'rimciro consultorio gratuito para os pobres I
na ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 22, dirig- I
do peloSr. J. II. Casanova medico (ranee*.
4Rt Este consultorio estar aherto desde as 9 lio- B
? ras da man.la al as 4 da tarde. Os pobres %
A receherilo consultas o remedios grilu'.tamen- f>>
ti} le: presentando um attestado de pobreza de f
? seus vi;.,11 ios, ou mesmo de outro qualquer *>
m sacerdote. j
mm
-. -.. -.. seg
r7nA"i^-8ec"aua esquina da ra do Caldei-
ra vend. i? f,orlo,iie embarque com armagilo pa-
ra venda coniinodos rara morar familia : na Pra-
ga da Independencia livraria us. 6 e 8.
J. A. S. Jane, ai lista, tem a honra de avisar ao
respeilavcl publico, que conlii.i a pAr denles aili-
ficii.es de porcellana, assim como tmbem tira as
curies dos natiiraes que tanlo damnificam os denles c
rooperam para o mo balit da hoce:., ntlo sendo li-
radas ; caiga com ouro, prata c metal l.rauco os den-
les forados, na sua residencia, na ra eslreilti do
Rozarlo, n". 16. O annunriante assevera allas as
pessoas que se quizerem ulilisar dos seus servigos,
que nflo exige paga alguna., nflo (cando os denles
tilo bein postos que nflo so possam differongar das
pVoprios naturaes, podendo-sc mastigar com os mea-
mos toda a comida sem 1 menor dr nem receo, e
pnr rujo motivo o annunriante espera na bondado
de todas as pessoas que prectsarein de seu predimo
que nflo o deixcm de procurar, a vista dos mu i los
exen.plos que tem dado s pessoas que o tom pro-
teg lo.
Tecla ntten^Ao ao que he bom.
Deposito de rap andarabv
e imperial.
Na ra da Cruz, n. C3, primeiro andar, escriplo-
rio de Jos de Almeida Brralo Bastos, vende-seo
bem acreditado rap nndarahy e imperial, fabricado
no llio-de-Janciro, sendo o nico deposito nesta
provincia; assim como se vende a relalho as sc-
guintes casas : ra da Cruz, 11. 62 ; becco da l.in-
gofta n. 3 ; ra do PiUr cm Fra-de-l'oltas n.
86;rua da Cadeia do Becife, ns. 17 e 19 ; ra do Kn-
canlamenlo, n. t!;ruado Vigario n 14; rita da
Cacimba, n. 2 ; ra do Cor.loniz, n. 11 ; ra do Col-
legio, n. 9 ; praga da Independencia, ns. 4e 39; ra
do Queimado, ns. 10, 16 e 33; ra do l.ivramento,
ns. 4, 5e38 ; ra da Penha, venda da esquina, por
haixo do coronel Joaquim Bernardo de Figueircdo ;
ruaDireila, ns 6, 16, 53 93 e 141; ra das Cinco-Pun-
tas, ns. 50e82 ; ra Imperial, n. 2; paleo do Cir-
mo.n. 2; ra larga do Bozario, ns 29 e 35 ; ra das
Cruzes n. 40 ; ra do Cabug, ns. 1 e 7 ; ra Nova,
11 50; Alerro-da-Ba-Visla, ns. 2, 46 e54; praga da
Boa-Vista, n. 17} Ponte-Velha ns. 23 o 54; pateo
da S.-Cruz, n. 106.
Fabrica de lodas os qualidadcsdc mol. lia
franceza no ultimo gosto de Paria em
Pernamliuco.
I.ourenco Pugi, marecneiro francez na rua Nova,
n. 45,bem conhecido das pessoas notaveis desla capi-
tal por fabricar trastes do ultimo gosto avisa tos
seus numerosos fro^uezes e geralmentc a todo o
respeitavel publico peniainbiicano que j Ihe deu
tantas pruvas de ser amante do bom gosto que el-
lo tem augmentado sua fabrica e que est habilita-
do para eu.prdicnder qualquer mobilia que se. Iho
Prrdeu-so, no da 27 do corrente do Chora-
Menino ao Iheatro de Apollo, urna chapa de latflo
pertenernte a roda de una carro: quem a adiar,
o hitendo entregar dirija-se a tua da Cadeia do Be-
cife, n. 48, que ser recompensado.
A viuva do fallecido Manoel Joflo de Miranda ,
senhordo engenho Fornn-da-Cal em Olinda, con-
vida a qualquer Sr. negociante que por ventura ven-
dessem algumas fazendas fiadas sh carta do abono
de seu dito marido a que Ihe mostr a dita carta o
Ihe eniregue urna cx>cla relagflo das ditas fazemlas
e seus pregiis al o fin do correnlo alim do que
ella possa de-ere ver essa divida 1.0 inventario dos
bens do seu casal que est procedendo pelo juizo
de orphSos de Olinda, sb pena de que o nflo fazen-
do, ntlo sera mus attendido.
Avisa-se nos Srs. Manoel Ferreira llamos e Ber-
nardino Freir de Figi.eiredo Abren e Castro que nflo
paguen, no caso do Ibes seren apresenladas, ao
primeiro Sr. urna leltta de sita firma a vencer 110
dia a do margo prximo vindouro, da quantia de rs.
200,000, c ao segundo tima dita vencida no ultimo
de (le/cmbro prximo passado, da quantia de 250#
rs, ambas passadusa llrrmina Guadal Alcanforado:
lambem roga-se as pessoas que uegociam com lel-
tras que nflo fagain lrnsaccflo alguma rom aquel-
las, pois que Un,1111 1 cid idas no da :ido crrente 1.0
pateo do convenio do San-Francisco, om unta car-
It'ira que igualmenle cunliuha 85,000 r. em cdu-
las : pede-se tambora a pessoa que I i ver adiado a
dita carteira, que, sendo que teuha conciencia e a
queira entregar, leve-a na secretaria de polica ao
ubaixo assignado, ce.lo de que, alm do agradeci-
mento, ter boa recompensa.
Antonio Jos de Freilas.
Precisa-se do 300 a 400,000 rs. a juros de um e
meio por canto ao mez pelo espago que se con ver.-
cionar : d-se porseguranga urna escrava parda de
muito merec nimio e mais urna cria de un. atino ,
se assim se exigir : quem quizer dar annuncie.
Aluga-se ou ven Jc-so um grande sitio na es-
trada de S.-Amaro para Belm, cujositio lem muito
c ptima torra para plantar, ou para ter 8.a 10 vac-
ctis de Icite muitos arvoredos do fruclo de varias
i| nal ida.los, 4 viveros de pcixe urna excedente ca-
sa para urna 011 duas familias grandes casa de fa-
rinhacomos seus perlences, proprio para algum
senbor de engenho que queira oslar perlo da praga,
e junio do mesmo embarque c desembarque pela
canillo 1 da Tacaruna : t. tratar no mesmo silio, jun-
io Ja ponle/iiiba, ou na rua do Bangel, n. 17.
CASA PE MODAS FBA.NCF.ZAS.
A. Millocbau.
Primeiro andar da esquina do Alerro-da-Boa-Yitta ,
defronle do thafarii.
Bcrebcu-sc pelo ultimo navio vindo de Frange ,
um lindo escoll.i.tiui.to Je chapeos de palhii.ha aber-
ta para senhnra e meninas ; lilas de todas as crea ;
cambiaias bordadas ; tarlalanas de cores; um bo-
nito sortimenlo de collerinhos can.isinhas, romei-
ros e punbos bordados; blcos pretos verdaderos;
ditos de linho brinco ; luvasdc pellica ; traiigas de
cores para enfeiles de vestido; cajiellas e ramos de
llores de laranjas ; ricas capailas e ramos linos de
flores de todas as coros, para iheatro ou baile ;
plumas brancas o decores para cabega e chapeos;
uvenlaes ; bonetes de montara ; cambraas de li-
nho puro. As senhoras acharflo sempre para escolher
un lindo sotlinicnlo do chapeos e toncados do to-
das as cores c pretos, e lambem de todos os pregos.
Continuadamente se fazem nesta casa, especialmen-
te de nodal france/.as chapeos, vestidos mant-
elas caimisinhas palitos vestidos de batisado,
ele. cum promptidflo, bom gosto e prego com-
modo.
Pe leu-se, na noilo de 3 do correuto, no Beci-
fe, 011 do Becife a Solcdadc, um.. bolea prela de seda
IcCtda, com duas borlas de ago atacadas, contendo
una peca de unta pataca brasileira, 12 soberanos o 3
sliill'msn.plczes: roga-se a pessoa quo a li ver adiado,
que, querendo-a resliluir, leve-a ao hotel l'istor, na
roa da Alfundega-Velha, 110 Becife, que sera bem re-
compensada.
Adolpho Avislrelra-se para fra do imperio.
Jos Conzales Mara relira-se para fra do im-
perio.
Ausenlou-se, na noilo do dia 8 de novembro de
1847, o escravo lleiculauo, do cor liio fula que pare-
ce cabra, cahega pequea, cabello ralo, ollios pe-
queos, grosso docurpo, do 28 anuos, pouca barba,
estatura regular ; ten. um cicatriz no hombro es-
qucr.lo, que pode ter do 3 a 4 pollegadas de compri-
menlo ; rosluina otnbebodar-se, e ueste estado se in-
titula por llerculaiio Jos dos Sanios Tranca-ltua :
quem o pegar leve-o acidado de Olinda, na rua da
Ba-llora, a seu senhor, Joflo Ferreira Marmbo, quo
gratificara generosamente.
0 abaixo assignado pelo presente fa publico
que, no dn 27dejane.ro prximo passado appare-
ceu em seu sitio denominado Uaianmt pertenccnU
ao cngeiihu (JajalMiss da fregaia de Cabo, um es-
cravo do gento de Angola bstanlo bugal, e que
n0o sabe dizor quem saja sou aemhor : quem se jul-
gar com direiloao dito escravo, inja-se ao dilo si-
lio que, dando os sgnaos ci tos, e documentos por
nd'c musir ser seu legitimo senhor, Ihe seta en-
tregue, Meando obligado a despeza e nflo se res-
polisabilisandu o abaixo assignado pela fu(ja do so-
loucoinmeudar, As res vao de par com a civilisa-lbidiiocciavo.-^s0;m/ira.
/


n
T"!^^
Al
**m
IV^ga-se a pesso que, por engao, tirou de tor-
do do Milicho l'iropamti rvindo de Fernando 3 sec-
cs c-.m a marca B. V., remessa a Jos Poreir de
ooes querendo restituir, anuncie sua morada.
Atlenoao.
Um hospede deste imperio,cujo nome occulta para
n0oc*liirnaodiosidade dealgum panno velho, pe-
lo simplescrimede serhospeilo e simpatisar comas
leis do paiz nflo tem meios nem expressOes com que
possa elogiar ao presidente drsta provincia e to-
dos honrados Brasileiros que o con Jjuvaram a cujo
Srs. o mesrnn hospede agradece o nSo se ver lio je
obrigadoa mendigar o pSo para sustentar sua com-
panheira e flhos, isto no caso que escapasse com
vida : e como nao he homem de lettras, nfio pode
tecer elogios porm julga com essa simples expres-
sOes ter dito tudo quanto bist para que se entenda
o que quer dizer o mesmo -- Hotptde.
--!Va ruado Queimado, n. 14, se dir quem da
dinheiro a premio.
- Antonio Francisco de Azovedo retira-se para a
Europa.
Tcndo-se desencaminhado do poder do abaixo
assignado urna lettra da quantia de 384,300 rs. sac-
cada por Bento Jos da Costa, o aceita por Joilo da
llocha llollanda Cavalcantc, e garantida por Manoel
Boarque de Maredo Pa qual se venceu no dia 31 de
Janeiro prximo (Indo. O niesmo abaixo assignado ,
quem foi sed i Ja dita lettra. pelo sacante, previne
que ninguem faca transac^ilo alguma sobre ella ,
pois j se arhnm prevenidas as pessoas responsavcis
pelo seu pagamento para que nfo a pagucm a pes-
soa alguma se nfo ao mesmo abaixo assignado seu
legitimo dono. Ilecife, 6 de fevereiro de 1849.
iaeintho Affontc llo't'ho.
--O abaixo assignado scienlifica a quem se into-
ressar que nfio ho mais empregado na ofTicina do
lllm. Sr. Manoel Antonio A Ivs de Brito desde 14 de
Janeiro de 1849. O mesmo abaixo assignado suma-
mente agradecido as delicadas e afagosas maneiras
com que os lllm. Srs. Brito, Gabriel Affonso Reguei-
ra e sua familia o tem acolhido no espaco quasi de
10 iinnns, e sobretudo a conlldencia de que, tem si-
do depositario, tornar-se-hia o onto mais dcspro-
zivcl se doixasso do manifestar-lns eterna gratulan,
e offeroccr-llios humilde e fielmente o seu insignifi-
cante presumo om qualquer parageni que habite.
Oulro mu,o abaixo assignado retira-se desta provin-
cia estippde s dever immensas alineles; porm,
se slquem se julgar seu credor por ouiros favores ,
queira apresentar sua conla at 15 do correnle.
Antonio Joaquim de Sousa Mximo.
Precisa-se alugar um prelo que onlenda do ser-
vico do padaria : na na Pireila, n. 69.
Os abaixo assignados, deparando neste Difiri
sb o n. 27 a rosposla que Ihos den o Sr. bacharel
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunta dirflo por
agora, quosmente querem sor pagos do que devi-
damenle silo credores do mesmo Sr ; que nflo sabem
como e nem porque ellos compromelteram-se a co-
brar antes do Sr Manoel Ignacio da Cunha. No en-
tretanlo os abaixo assignados rogam ao Sr. bacha-
rel de os salisfazer sem menor demora; se, porm, o
mesmo Sr. continuara julgar nOo dever pagar aos
amiunciantes pela rasilo que apresenlou ou por
quaesquer unirs entilo veem-se os abaixo assig-
nados obrigados a provar que nenhuma haver para
deixar de cobrar delle, recordando-o com a publi-
cado dos documentos que muito mclhor esclarece-
rlo os nossos negocios.
Yiuta Hurgas & Filhos.
Jos Francisco do Teives participa ao commer-
cio desta pro$a que, no da 1." de fevereiro do cor-
renle anno de 1819, vendeu o seu estabolecimenlo
da ra do Rozario da Boa-Vista, n. 2, aoseu caixeiro
Antonio Itndrlguos da Silva e ao Sr. Joilo Marlins da
Costa os quaes conlraliiram urna sociedade em que
fica gyrando o dito cstabelecimcnlo de hoje em van-
te sOb a firma Silva & Costa; a qual fica obligada
a salisfazer lodos os dbitos da pr.it;a da venda pa-
ra Irs e no caso de liaver alguma omissflo do pa-
gamento enlilo se responsabilisa. Ilu.i do Hospicio,
n.7.
Inglfzc francez.
Fnsina-sca Iraduzir, escrever e fallar as ditas lin-
goas, por um professor inglcz de ngao das 6 ho-
ras da tarde em (liante ; bem romo em casas particu-
lares : no ra da Caileia to lenlo, n. 46, segundo
andar, defionlo do beccoda Cacimba.
Angelo Francisco Carneiro retira-so para a Eu-
ropa.
Vendas.
Vcnde-se muito superior polassa, em barris pe
quenos, desembarcada boje e por preco commodo :
nnarmnzem de Das Fcrreia, no enes d'Alfandega.
Continase a vender espirito de
36a 41 giaos, em pipase a rclalho : na destiladlo da
.travessa da Concordia.
CDLOS
chegados de Franca no ultimo navio, e dos melho-
res vitlros que leem vindo a edte mercado, isto he,
para vista cansada : na ra do Rozara, n. 35, loja
lo I.ody. J
Vendo-se 1 flauta e um melhodo dos melhores
autores; urna correle pata relogio : na ra larga do
Rozario n. 21.
Vendem-se sarcas com fejo prelo ditas com
farinlia de mandioca : no armazem n, 31, ao lado da
alfandega.
AOS SMIS. ACADMICOS.
- Vcnde-se urna obra de ordenaces do reino intei-
ramente nova com imporlanles notas da legisla-
filo brasileira escripias margem com esmero c boa
lettra : no pateo do Collegio, loja do livrosde J. da
C. Domado.
Vende-se urna taberna com poucos fundos, na
Passagem-da-Magdslena esquina que volla para a
estrada dos Remedios a qual be muito afregueza-
da : a tratar na mesma venda.
; Vendem-se brincos de ouro esmaltados e de di-
versos modelos ; snneistamhcm de ouro e dodiffe-
renles modelos : tudo do ultimo goslo de Franca ,
por prec,o commodo : timbem se vend urna prcl
robusta e sadia : na ra daPraia, n. 37.
j'.Vendein-ne sipales de .sola e vira,
do Aracaly, por preco commodo, em por
cao e a retalho : na ra da Cadcia do lie-
dle, n- 9.
Vcnde-se carnauba muito superior, e muito
amarella, cor de flor de algodilo, por preco commo-
do : na ra de I lo ras, n. 120.
Vende-se urna por^So de cera de earnnba, por
preco Commodo, atacado ou a'retalho: na ru* d*C'a-
deia-Velha, loja de ferragens n. 59, de Jos Dias da
Silva. Na mesma casa tambem se vendem tres foles
grandes para ferreiro.
Vende-se um moleque crioulo de 18 a 20 annos,
de bonita figura, com principios de sapateiro : na
ra da Cadcia 1o Ilecife, n. 59, a tratar Com Jos
liias da Silva.
Vende-se caJ virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n. ij.
Vendem-se barriquinhas com cal virgem de
Lisboa, muito nova; fechaduras pana portas de
irmazem ; relroz do Porto; barris com alcatrio da
Suecia; pilulas da familia ; ancoretas com azeito-
nas, por preco commodo : na ra do Vigario n. 41,
armazem de Francisco Alvcs da Cunha.
Vendem-se taboas america-
nas ah 5 palmos de largura
o de todos os comprimontos.que ha mujioiempo nSo
leem vindo e os freguezes experimentando a falla
desta cxcellenle qualidade. A ellas que silo poucas e
0 pre^o he barato. Atrs do thealro, armazem jun-
to a niare, de Joaquim Lopes de lmeida.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3.50o
rs. ,tlilas pequeas a 2,800 rs : no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
Vendem-ae barra pequeos com cal virgem de Lis-
boa, a mala nova 1Ue ha no mercado, por prefo com-
modo : na ra da Moda armazem n. 17.
Polassa.
Desembarcou lia poucos dias urna por-
c2o de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acbam venda,
por preco mais barato do que ultima-
mente se venda, na ra da Cadcia-Velha,
armazem de Saltar&Uliveira, n. ia.
Cha nacional de S.-Paulo.
Vcnde-se o muito superior cha de S.-Paulo em
caixas de 1, 2, 6e 13 libras : na ra da Cadcia do
Itecifo loja de Joo da Cunha Magalhflos.
Livros de diversas aulas.
Na livraria nova do pateo do Collegio n. 6, de
Joo da Costa Dourado, vendem-se os seguintes li-
vros : Crninmatica ingleza por Constancio; dita
france zn, por Se vene ; dita por llamn ere ; Telema-
que em francez ; dito em porluguez; Diccionario
francez e porluguez por Roquete ; dilo por Cons-
tancio ; Gobio Smitn ; Historia antiga ; dita roma-
na ; Vida de D. Joo de Castro ; manuscriploa para
os meninos, muilo uteis para estes; alplifabeto por-
luguez ; Cathecismo de Montepellier ; F.lemenlos de
grammatica porluguez por Carlos A. de F. Viei-
ra terecira e.iieao ; Knsuios de ortbographia pe-
lo mesmo; Elementos dearithmetica por Salva-
dor Henriques de Albuquerque ; Epithome de gco-
mclria pratica extrahido de varios autores, pelo
mesmo; Kxemplo de escripia ingleza: lodos estos
livros vendem-se por mais commodo preco do que
em outra qualquer parte.
~ Vendem-se presuntos para fiambre; queijos
loiidriiios ; ditos de pralo ; latas com bolachinha
lina le Lisboa ; ditasde araruta ; conservas novas;
musa ida ; potes com sal fino ; latas com marmela-
da nova ; ditas com hervillias; caixinhas com mas-
sas linas ; vinlio moscatel de Setubal; dilo Sherry ;
licores linos ; e uniros mais gneros, p.ir prefo com-
modo : na ra da Cruz, no Ilecife, n. 46.
FARELO
em saccas muito grandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao p do arco da ConceicSo.
Vendo-se a verdadeira e muito superior fari-
nha SSSF, a retalho e em porcffo ; dita de ou tros au-
tores : na ra do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunha, n. II.
Na rus db Crespo, loja de 4 portas n. 19, ven-
dem-se chapeos de castor prctos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
~ Vendem-se 3 esclavos muito hons para todo o
servico, principalmente de engenho, por preco
muito barato : na ra do Trapiche, n. 34.
Vendem-se 100 pares de sapotOcs, feilos no Ara-
caly por preco commodo para fechar conloa : na
ra do Trapiche n. 34, casa de Novaes & C.
. Vendem-se saceos com fare|o,
ebegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4oo rs.: na ra da Sanzalla-
Velha, n. i38.
No deposito de Me. Calmont & Companhia na
ra de Apollo, armazem n. 6, aclia-se constante-,
mente grande sorlimento de ferragens inglezaspara
engenhos doassucar corr-osejam : taixas de ferro
coado de differciiles modelos, os mais modernos;
ditas de ferro batido ; moendas de ferro do mode-
lo adoplado para armar em madeira ; ditas todas
de ferro, lauto para agoa como para aimaes; ma-
chinas de vapor de fdrea de quatro cavallos o de al-
ta pressfio o mais moderno esimples que he possi-
vel ; repartideiras ; espumadeiras ; resiriadeiras de
fe i ni cMMiiiadu; formas de ferro: ludo por preco
commodo.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife loja de
JoSo da Cunha Magalhfles.o primeiro volume dos Se-
de leceados Mortaes, por Eugenio Sue traduzido
em porluguez, por 1,600 rs.; o Mendigo negro de
Paulo Feval, traduzido em porluguez por A. Reg,
1 v. por 1,000 rs .; as poesas de Jofio de l.emos Sei-
xas Castello-Branco ; Amor e Melancola, por Cas-
tillejo primeiro, segundo e terceiro voluntes da
l.izia Potica.
Vende-se um oratorio com a imagem do Sr. Cru-
xificado, obra do Porto muito bem feila por pro-
co commodo: na ra da Cadeia lo Retire, casa do
Sr. Jofio Jos de Carvalh Moraes.
Vendem.se 3 relogios da ouro, pulsoirtSr brin-
cos artnelCes, cordeles, collares, rosetas, argolla ,
allineies de peito botes e ebertura 2 cruzes, 2
correnles do relbgio 1 rozario, urna salva de pf ata,
urna correnle i na mi a do Queimado, n. 14.
Agencia da fundicao
Low-Moor, ra da SenzaHa-
nova, n. 43.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e meiaa moendas, para engenho} ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, para dito.
Taimado de pinito da Suecia,
de 10 a 55 palmos
de comprimento, o melhor queiem ohegado a esW
merca to, em razlo de se poder envernizarem qual-
3ner obra por nfio ter nos e ser muito a|vo, sen-
o costado, costadinho, assoalhp, forro e para fun-
dos de barricas : vende-se a preco que o comprador
far todo o negocio: atrs do thealro, armazem de
Joaquim Lopes de Alnieida.
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos- inglezes para
fiambre, chegados no ultimo navio; no armazem
do Uraguez o p do arco da ConceicHo.
FARELO EM SACCAS DE 90LIBRAS :
vende-se no armazem de Vicente Ferreira da Costa
na ra da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Taixas para engenho.
Na fundicffo de ferro da ra do Brum acha-se a
venda um completo sorlimento de taixas de 4 a 8
palmos de bocea, por preco commodo, e com promp-
MdSo embarca-so, ou carrega-seem carros sem dcs-
pezas ao comprador.
Vendem-se barricas com cal virgem de Lisboa ,
desembarcada nestes dias, por menos preco do que
em outra qualquer parte: na ra do Brum, armazem
de Antonio Augusto da Fonseca.
Madeira de pinlio.
Na ra de Appollo, pegado ao armazem do Sr.
Motta ha um novo armazem com madeira do pi-
nlio da melhor qualidade que tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas as grossuras e comprimen-
tos : vende-se pelo menor preco que he possivel.
Na padaria da ra da Guia, no Recife liaver
todds os dias a venda o novo pfio de Proven? fa-
bricado por oulro modo que o actual, e da melhor
farinh que ha no mercado : por este motivo nfio se
pode fazer senfio a 40, 80 e 160 rs.
Vinho barato.
Acha-se eslabelecido a ra da Madre-de-Deos,
n. 36, uin armazem de
Viiihos da Figueira,
de ptima qualidade, a prego de 1,900 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa ; e para no haver dolo do com-
prador sero lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cehendo-se a garrafa vasia, e dando-se immediata-
mente a outra theia : tambem ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a festa. O pro-
prietario deste estabelecimento pede encarecida-
mente que se nlo illudam avahando, pelo diminuto
preco e sem conhecimenlo de causa, a qualidade do
sua fazenda digna por certo da eslima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conta que- quem
urna vez provar, continuar com gosto e sem arre-
pendimenlo. E o bom preco!!.' A todo o exposto
accrescc o asscio e bom acondicionamento, o que
tudo se poder verificar emdito estabelecimento.
Febrica de Todos-os-Santos.
Firmino Jos F. da Rosa com escriptorio na ra
do Trapiche, n. 44, avisa aos scus freguezes que aca-
ba de receder pela escuna Curiosa novo soilimen-
lo do encllenle panno de algodilo cntran^ado da-
quella fabrica ptimo para ensaccar assucar e pa-
ra roupa de esravos. annuncianle conla que,
alm da fazenda, o desejo de animar o desenvolvi-
menlo de urna fabrica inicuamente nacional, pro-
mover o prompto consumo da sua receita.
PUROVINIIO DA FICUF.IRA.
Existe no armazem de molhados, atrs do Cor-
po-Sanlo n. 66 urna grande porcilo deste genui-
no vinho que se est vendendo pelo diminuto pro-
co do 1,1S0 rs a caada e a 160 rs. a garrafa ; tam-
bem ha cm pipas que se vender mais em conla : He
este o melhor de todos os vinhos que se tecm an-
nuicinilo pela sua simplicidade e ptimo paladar:
quem urna vez o beber jamis deixari de o com-
prar.
Vende-se a venda da ra do Apollo, n.91, com
poucos fundos : quem a pretender, dirija-ge i ra da
Madre-de-eos, tratar com Vicente Ferreira da
Costa.
Algodao I raneado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Baha ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
clavos : vende-se em casa de N. O. Biober ir Com-
panhia na ra da Cruz, n. 4.
CHA' BRASII.EIRO.
Vende-se.ou armazem de molhados atrs do
Corpo-Santo, h. 66, o mais excellente che produzi-
do em S.-Paulo, qu tem vindo a este mercado ,
por prego muito commodo.
Gangas da India.
a m re las a peca
de duas larguras pelo barato preco de dez tusles,
para realisar eonlas : no armazem do fazenda de
Raymuudo Carlos Leile na ra do Queimado, n. 27.
Vendem-se dous ricos Iremos com oa compe-
tentes espethos: na ra da Carleia-Velna n.24, se-
gundo andar.
Vende-se urna rica cadeirn de arruar; um mc-
lequinho de 3 annos: na ra Baila, n. 40.,
Livros latinos.
Na livraria nova do. pateo do Collegio, n. 8, de
Jofio da Costa Dourado, vendem-se diccionarios
Magnn Lexicn; Virgilio; Selecta; Horacio ; fhe.
dro; Cometi, etc,
Vende-se muito superior lagedo de Lisboa,
cal virgem em barris de 4 arrobas, por mdico pre^o:
na ra do Vgaiio, n. l.
Vendem-seseroeas em saccas muito (grandes,
a 4,500 rs.: na ra da Madre-de-Deos, armazeaa de
Vicente Ferreira da Coala.
Vendem-se liacas de vimes : na roa
da Fraia, destilac3o n. 17.
" FOLHNHAS
laaaw sacerdotes para algibeira, para" escriplorio a
para- porta : vendem-se na prac^ da'lndependenohi,
livraria na. 6 e 8.
Vende-ae nioito boa cepa branca,
em pao, e tambem refinada, para limaade
ebeiro, por preco commodo: ha ra da'
Senzalla-Vellia, n. 70.
Bombas de ferro.
Na fundiefio de ferro da ra do Brum, acham-se
a venda superiores bombas para cacimba, assia
como de repucho psra fazer a agoa subir as casas de
4 a 3 andares.
Vende-se vinho do Porto, multo superior, e
de outrns qualidade, em barris de quarto, quinto,
seito, stimo, oitavo eem pipas, por pre^o muito
commodo : na ra do Vigario, armazem de Frta-
ciscoAlves da Cunha, n. II.
Tapioca do Maranhao.
Vende-se, no armazem de farinha, na ra do Col-
legio n. 21, tapioca do Maranhilo, muito alva por
preQo menor do que o do eoslume. No mesmo ar-
mazem ha mflho novo em aaccas, e tambem fari-
nha.
Vende-se a verdadeira potassa da
Rtissia, desembarcada hontcm, por pre-
co muilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ra do Trapiche,
n. 17, e ra da Cadeia, n. 34>
ovos riscdo monstros chi-
nezes, a 500 rs ocovado.
Na loja de Cuimariles & Companhia na ra do
Crespo, n. 5, vendem-se oa novo* riscados chine-
zes finos de padrees muito lindos, e oa mais mo-
dernos que leem apparecido nesta cidade, de van
de largura pelo barato preco de 3o rs. o ovado.
As novas casimiras de algo*
dao, a 1560 rs. o covado.
Na boj n. 5 da rola do Crespo, vendem-ae as novas
casimiraa de algodilo de padrOes os mais ricos que
teem arparecido neste mercado pelo barato preco
de 560 rs. o covado.
Vende-so um rico apparelho para offlcal subal-
terno da guarda nacional, coutendo urna barretina,
espada tpda pialeada, fiador, banda, adragonas, la-
li:n e canana ; tambom se vende Urna outra espada,
barrclio de couro de lustro, banda, lalim e canana,
mais ordinario para o sorvico na ra Nova, o. 63.
Na rna Wova, n. 5",
vende-se urna negrinha de 8 annos, muilo linda,
queja cose muito bem, e he propria para se educir,
ou dar-se a urna menina ou menino ; urna piel da
nagflo de linda figura e que he ptima quitandei-
ra ; urna dila que cose engomma e coznha, eque
d-so barato por ter um defeito em um olho ; '2 mo-
lecotes denacSo, de 15 annos cada um e de lindas
figuras.
-- Vendem-se 4 rez es de pouca airobafio, po-
rm filhas do pasto : cm Olinda, ra da Uoa-llora,
casa do muro novo.
Escravos Fgidos
Fugio, no dia primeiro do crtente, um mole-
que da Costa, "de nome Domingos, delS annos pou-
comais ou menos, cabera coiiiprida para tras, na-
i iz grande, cara redonda cor prola ; tem marcas Je
talhos ns faces etesla Secco do corpo, ps gran-
des ; levou camisa de algodilo azul calcas de 13a do
lislras desbotadas chapeo de castor branco j ve-
lho ; hcbaslanle conheclo por ler sidooscravo do
dono da venda de garap, na ra de S.-Amaro : queo)
o pegrleve-oa ra Bella, n. 40, que ser recom-
pensado.
ReSRppsreceu, no dia 3 do crrante, am cflos-
linho de nome Relizario escravo de Concalo
Francisco Xavier Cavalcanti Uch rcsidenlo ha l
dias na ra do Queimado nniigamcnle pracinha do
Livramenlo na rasa de 3 andaros tendo sabido as
8 horas do dia para comprar um pilo no deposilo da
padaria da ra estreita do Rozario; e como pouco
pratico nesta praca talvez que perdesse a casa, oa
tenha sido presopor supporem fgido; tem 13 aunes
de cor bem preta, pernus finas, ps um tanto pl',B*
lados, imrii chato e irrrdn lutlo ; quando fu
airegaca s venta; be bem explcito, seoco do cor-
po, espadando, pollera ler do altura 6 palmos : 4ui;lU
o pegar love-o a dita casa que ser gratificado gee"
rosamente.
Dessppareceu, no dia 29 de Janeiro, o moloq'"
nho Luiz, de8a 9annos; levou camisa azul e cal-
cas de casimira de listrasj vellias, Itoga-so ss u^
loridades policiaes oUqualquer pessoa que o te-
nha em seu poder que o levem-no a ra da Cidn
do Recife, n. 57, eeulregar a Joilo Nepomocono llar-
rozo, ou a Joa Liberato Itarrozo em ejo poder el-
seachava.
^F7
Pr'SN. : NA TTF. DB U. t, DI FAM. 1&*9
V
ILEGVEL


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