Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06428


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Full Text

'
Anno XXVII
Quinta-cira 28
de 4ffi[osto de 1851
N. 193.
DIARIO DE'VPERYiUnSO.
mujo o lOBcmrqlo.
PiOimnro Adiihtado.
Pr trimeilre...........
pr lemeitre ............
Por anno A>
;NTIO OTIIMKSTE.
ty.'OO
SfrlOO
IMDOO
4/500
Po
Po, i"IIl;,-I;0-IBwo.
26 de Julho Miuai .. 10 dejulho
4 de AgoilO|S. Paulo. 6 de Agosto
9 dedico. IR. de.. H de Agito
20 de dilo 'Babia... 18 de dito.
liara. '
Paranbo
Cear...
Parahlbl.
{jDIASBA SEMANA. AUDIENCIA*.
?5 Seg. S. Lul. uinif Orphoi
26 Tere. S. Zeferino. 1. e. s 10 horas.
27 Quart. S. Joa de I. taradoelvtl.
Galanos 3. c. ao melo-dia.
28 Qulnt. S. Agnstlnho Pateada.
29 bexu Degolacao dCVeG. ai lo hora.
S. Joao Hapliita. 2' rara do rival.
.10 Sab. S. Roa de L, 4. c labadoi ao mclo-d.
31 Honi. S. Raymundo, Helaeo.
Nonato. |l>rcas e s ,u.,los.
XPHIMEBIDEI.
Cresccnte 4, ai 2 horai e 48 minuto da man,
Chela a II, as 7 horas e 23 minutos da tarde.
Mingoantc 10, as 10 horas c 39 minutos tarde.
Nova 20, as 8 horas da larde.
raiiMtn de hoje
Primeira as o' horas e 6 minutos da inanha.
Segunda s ti horas e 30 minutosdalardc.
PAIAT D4S DOS COBBEIOS.
Goianna e Parabiba, s segundas e scitaa-
feiras.
Rio-Crande-do-Norte, todas as quintas-fciras
ao imiri dia.
Garanhunsc llonito, 8 e 23.
Roa-Vista, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quinlas-felras.
Olinri.-i, lodosos das.
NOTICIA! KTBANOEinA*.
Portugal. 14 de Julli, Austria... 3 de Julho
llespaiiba. o" de JullnASiilsia. ... 1 de Julho
I i mi. i 7 do Julho,Suecia.... 2 de Julho
Blgica... 4 de Julhojnglaterra 8 de Julho
Italia.. .. I de JuIho.K.-Unidos 2(ideJunho
Alemnnlin. .1 .le Julbi.lMexico... (i de Junho
Pruisia... 3 de lnlim 'nlilornia 14 de Halo.
Dinamarca 3 de Julh iChlli. 2ti de Abril.
Russia----- I de Jullio Huenos-A. 58 de Julho
Turqua.. I dc JuIhoJMonlevidco Udr Agosto
CAMBIOS DE 37. DE AGOSTO. .
Sobre Londres, a 28 '1,4. p. IfOOO rs.
Paris, 340 por Ir. nominal.
. Lisboa, a 100
METAM.
Ouro.Oncashespanholas..-..28n00 a 28*8110
Uoedas de 6/40l> velhas. 16/nOO a lt>#20(i
de 61400 novas. 11*1X10 a 16/2IKI
de 4*Ml'0....... 9/000 a 9/100
Prata. I'atacfles brasllriros.. 1/920 a IjWO
Pesos cotumnailoi.. 1/920 a 1/920
Dlioa mexicanos..... 1/740 a 1/760
Appellantes e appellados, MarcelliDO Jos? t.o-[ templar, como dc un porto seguro, as vaga
pes e sua mulher, e Francisco Joo Carn-'lro furiosas (|uc amcaco destruir ludo de que s
da Cunha e sua mulher. |orgula nossa clvllisacao moderna. Klla
nicamente o quo sn refere a iesus Cliristo, mo se a eterna fellcldade de nossas almas esti- homens se fI sentir. A conducta de igra -
' lisio ton dienta dos olhos, como lim ultimo vcssccoui ellas ligada.. ja dve pois ser nostu niundo.como sempre,
(jonimaivlo das armas.
finarte! to eommandt ilat armas na cidade do
iVM/tj em* 3' i,tn d* '851
oaDIM do DIA x. 128.
lllm. Sr. coronel coinniandaote Has armas,
niauda faier publico a guarnicio, que o go-
veroodaS. M. o Imperador houvc por bein pr
aviso de 3i de malo ultimo conceder seis me-
tes de licenca com venclmento de nielo sold,
ao Sr. pnineiro lente do quarto batalho de
artilharia a p Jos Alves Pinlo de Alineida,
uuc se acha na provincia da Habla, segundo
coustrou do officio do Exui Sr. presidente de
10 do correte datado.
Leopoldino da Silva Autudo,
Primelro lente ajudaute d'ordeus.
OssrfW do commando dat armal no tidade do Ite-
cifi, 21 d"ilo de 1851.
onoisi ADDicioatLt DO Da k. 128.
0 coronel coinmandante das armas, em exe-
cucao do avilo do ministerio da guerra de 26
do ui de julbo ullimo, com referencia a ou- jAppellante, Jos dos Santos e Silva; appcllado, tamos para com volco, charissiiuus cooperado- Igreja calhollca, a que alies tenhaiu o desojo
mide 20 de fever Iro do anno passado, deler-I ojulto. I rea, asperluientanioe a mesmt, necessidade em r a vontadede bein vive,. Salba o padre, lio-
niiii.1 ao Sr. tenente.coronel coininaudaue do Passarain do Sr. desembargador Valle ao Sr. ^ lace deste luturo chcio de lueertea, a quete- j meiii de Dos, que sodovea lodos, e bein co-
bitalho declino primelro de Infatuarla, que deiembargador Sanliago as seguinles appella- mos lambem chamar a mis todos os uossos li- mo um pal a rospelto de seus lilhos. mostre-fC
exclua do inesuio ai pracas de prel. que sao cues coi que sao : | Ihos no sacerdocio, pira faio-los ouvir pnbli-1 a todos chelo de bondade e de doeura, Final-
S
...
Appell
mo bexerra. I povo grande na embriagues da victoria
Appell i rile, Manoel da Silva Lopes; appellados, I que bello moni mu para a igreja!
o curador da beranra jacontc de Frei Cela- Mas, cdarissiuios coopciadores, seremos ac
nodeSanta Kngracia e oulros. {so cliogados SO fin de nossas provas?Os
Paisaraui do Sr. deseinbargador Luna Fre-i fermentos da discordia que aloriiicutaiii o
re ao Sr. desembargador Poreira Monleiro ASI mund'i nao levantarlo novas tempestades?
seguinlesappollacfle em que sao- |E igreja sahir dolas, como da ultima, ve- diversos partidos, c a nao se dcixarcm jamis
Appellante, o escravo Jos : appellado, o jniro. ncrada e Iriumphanle ? deslrair do cuidado das olmas pelas dilIKuld.i-
Appell tules.Miguel tioncalvos Rodrigues Fran- ffopodemos, chaiissimoscoopeadores, exi- dos dos lempos c das revolueoea p tilicas.
ca c oulros; appellados, Jos Roiuo Oon(al-| mir-nns ile sinistros presscnliiiionlos, c desta | Dispenseiros dos myslerioi de Deus
ves nluniz e outros. | vez o futuro nos espanta slnda inais como bis- guardemo-nos de involver-uos nos negocios
causa da urr-ja. Irarlo ao respello divino a Daos, e as mai sane- o de.su is jracas, de sius .socorros e desusa
Guiado! pelo mesino espirito c marcando t.isleis. Ella sabe alem disto, que a l'elicidadc i ConsolaiO S ella nflose inquieta de nooliuma
sobre os vestigios da igreja, exbortaiuoi viva- temporal ursino dos povos, a pai e a pnnpeii-| sorto ilasdiversas formas degoverno adopl
das (icios diversos poros, como as msis h-
Appellante, Francisca Thomazia da Concei-, pn do que como cidadao.
cao Cunha; appellados, Joao Keller V C A'visla|das dosgracas <|iic
mente a todos os padres, principalmente dad nao decorrem "dellas necessariameiit, ,
quolies que preeucbem as luneOea do santo que ai boai Icli, como os boni oostoinei, a ae-
nisterlo, a se inanlcrcm sablamoiite fijia doi guranca dai familias e a concordia doscida-
daos nao dcpctidcm tambom dellas de una
manelra absoluta qm a miseria e a rovolta,
a oppressSo e a lyrania s.io poasiveii com todo
o systctna ncioil e debaliode todos os rgi-
men ; que o christiaiiisiii'i, por mel de suas
do secuto, para nfio atrahir s cousura, ou sus- divinas Influencias
iain cahir sobre' citar obstculos a nosso divino ministerio, Conscquencias nratlosi
principalmeme polas
de sua ilnulrina, lie so
Passaiaui doSr. desembargador Pcreira Mon- Jerusalom, Josu-t.risio qui/. reunir lodos os li- t .Noulium di1 nos introduza nada de poltico na nuem'pode com o lempo, molhor.ir a
teiro ao Sr. desembargador Valle as srguiutcs. Ihos da cidade santa ao redor de si, dehaixo predica da pal.ivra divina. Admitamos igual- das cliases laboriosas, e procurar para urna
appellaces em que sao : da proteccao de son amor, como a gallinha mente da participarlo dos sacramentos lodos naco todas as llbcrdadel honestas, todss as
Appell me, Francisco Ignacia de Alhahydc ; rene os lilliuhos do baiso de suas azas, a vista j aquellos que se appioseml.ircm, quaei qur garanllai detejavell de folicidade. lio por
appellado, Domingos Amonio Comes ui- da icmpcsiadr. on do perigo. | que sojam suas oppinioei pplilleas, cmanlo que ella nao entra uas nrcot'liiacies dos poli
maraes. .. |. el.....po do divino nicstre, que represen- que estas nao sojam opposUs s doutrluasda ticos,.- n.so icpotlmos as diversas COOtilul-
tonsiderada em desiacameoto, ou em dlli-, Appellante, a fazenda publica ; appellado,Ma-
noel Jos de Araujo Castor.
Appellante, a fazenda; appellado
nen
gcucia na corte do Rio de Janviro, e na provin-
cia de S. Pedro do sul, devendo remetler com
urjeucia a secretaria militar as guias de laca
pracas pata terem o devldodestino.
los Vicnf dt Amorim llcztrra.
TKIBUCUTDL KELAC\'
SESSAO OE 28 DE AGOSTO DE 1851.
fruidincia do Hxm. Sr. coiuMeira. Atenido.
Al 10 horas d i manhaa, eiUndopreseniesos
scobores desembargadores Villares Leao,
Souzi, Rebello, Luna Freir, Poreira Non
Antonio
Francisco Ribeiro Cniiiiarcs por si c oulros.
Pasiaram do Sr. desembargador Sanliago ao
Sr. desembargado!* Villares as seguinles ap-
pellacdei emque sao;
Appellanle, Hernardinn LuizForreira; appclla-
'do, Paulino Manoel TboniXab'ato.
Appellanle, o Kxm baro de Suassuna e su
innllier; appellados, Nulouio Pires Ferreira.
Pedio nova distribuicu por ler impedimento
legal a srguinle appcllaeo oni qtlfl sao ;
Francisca Tlmina/ia da Concei-
lalro. Valle Santiago, o Sr. presidente declara Appellanle, I)
iiiro, t". ''"' .iii nnlii. ppellados, lames Crabtrcc Sil..
MslM um omcio do Exm. Sr. pre- C foi di.lribuidoao Sr. desembargador Valle,
jidet'.c da provincia, cominunicaudo haver I iiistsibuhufs.
concedido mais vlnte das de licenca lem ven- I Ao Sr, desembargador Sanliago a scguinle
cimento aojulz municipal c de orphol do Rio appcllaeo emque sao:
Formoso Francisco Rodrigues Sete. O Sr. des-, Appellanle, o juizo; appcllado, AndrcGone.il-
embargidor Rallos comparecen as 10 horas e
uieia.
JUI.G1MI lis.
Appellafots crim.
Appellanle, o promotor publico ; appellada,
c. ara muicTpaT do" Rio Cande do norte. Ao Sr. de.embarg
2Lo.firmar.rn a sentenc. e in.nd.ram res- H^dtoM Msao
Je Soau
Au Sr- tlcsoiiihargador MtUrcs a soguiilo
,i|ipt\U: i-i cid que tiio :
A|)pellanU', o juxo appcllado, o prcto Sal-
va-dnr.
Ao Sr. desembargador Has-tos a scguinteap-
nonsabilsar o escrivo pela falta de seus de-
veret dclxando di-faicr as ootlllcaces a que
era obrigado,
Appellante, Manoel Joaqun.de SanVAnoi ap-
pellada. o julio. Julgaram improeedenic
a appellacao.
Appellante, o juuo; appcllado, Leandro Su-
tero. Mandaran, a novo jury.
Agqravo,
Aggravante, Jullao Beranger; aggravados, os
hrrdriroi de Joi Antonia Lourcny^- Ke- !
garam provlmento.
AppeUafetciveti.
Appellante, Autooio Jos Plmenta da Concei-
>u ; appellado, Joaqui.n Martiuho da Cru
Crrela. -- Conlirjnaraui a sentenca
nenie, como biado dr:
Gustada, sabios conselh.-s
intio dos perigos.
Mas onde encontrar estes sabios conscllios,
t,iu Decenarios em tacs ctrcumitanclai? Onde
achir rr^rw de conducta, apropriados a teiu-
pos to diiiiccis.' Temei lamoi enganar-ooii
se as piocurasscmos riu nosso proprio espiri-
to. Onde, pois, as procuraremos nos \
Dos he admirnrl uai deipoilcori de sua
provldCOdl, oharlllluioi cooperad-re Al..'
nao lotsem um dealgnlode previdencia c de
inisericordi.i, que elle nos fe* aproveitar de um
inomenlo de descanro, na vespera lalvCS do
graudei provas, para Taxer o que se nao liaba
vislo, hi muitus sceulos, convocando o COoel-
lio de l'.iiis. Ah com a insistencia da f|iielle
que prometteu estar com os appovtolof 6 seus
successorrs, al eo sumaca'i dos sceulos, o*
adres do concilio publica rain tres decretos
com o icllo da sabedori.i celeste, da qual Deis
smentebe a fon te. Neatea deerctoi achare-
mos ludo o que csli sabedoiia pode suggerir
ou prescrever para conjurar os perigo* que
nos iiii'inin.
Tracando-uos a conducta que devenios se-
violaveluiente poutlAcej e padres
guir i
appellados, o jui/.o c Domingos 1 meio dos par ti pos polltlcoi. O concilio m
Gomes de Aguiar
Ao Sr. desembargador Lefio a seguiute ap-
pcllaeo em que sao :
Apellante, o juuo; appellado, Manoel Francis-
co dos Santos.
Ao Sr. desembargador Soiiza a scguinle ap-
pellarao em que siiu :
Appellante, Prolirio Pcreira da Silva ; appella-
do, ojul/.o.
Ao Sr. desembargador Hcbello ai seguinles
appellaces em que sao :
Appellanle, o julio; appcllado, francisco, es-
cravo de Francisco Hiheiro de Mello.
Ao Sr. desembargador l.uua Freir a sc-
guinle ippri' i-, iu em que siio :
> "I II 1.1. V>t'Iill 1(11.1 I lili II -sr in> ii i w li a f li i. I*_-
appellanle, Joi ManoelPereira de Mendanl.a Appellante, o ju.io ; appellado, r lllppe da Los
appellado, Joaquim Ferrcira. dem. .aeouiro.
Appell.nie e appellado, Jos Francisco Belm I.eva..lou-sc a sessao a urna hora da Urd.
lia-uus Je que nudo poderemos aos ollins dos
povos vi ......|hi: dignos de UOISO carador sa-
grado, de que modo puderemos lempie mau-
Icr-Doi na altura de no^sa sublime missao,
sendo por conseguidle seiupre respeilados, se-
iiia'ainados de todos os parlidos, como os ho-
mens da reconeiliacao c de p.
cues do Bitado nao a Intercilio leaflo pela
sua rela^jlo com a religfito e com aeu eiercl-
cio.
AfBrmatno-to da pane de Dos, ( iriiiiinoi
cooperador, s a igreja de .lesu-Chrislo uai
fol estabellecidi em favor de tal, ou tal go
veruo.
Se nao lie assim dlgau-DOI que se nos diga
seu bispo tuna regia de conducta, ou ubser- a quil d'enlre elles.com exclus.io dos uniros
vem com rrspcilo as que este Ibes Uvtr ja Ira- foi ella unitla, r como enli-udada por seudivi-
f*w. no fumladur P Quando saiudo do coradlo ia-
rls. para ud- grado de leiu-Cbrlsio, aata Igreja se ierra
Calvarlo subre o mundo inieiro
viviliuadoi de seu celeste espo
nossa ternura as- I mente nos casos dilliceis, que possao ocerrer,
que os dirjalo no "s padres, principa mente anjoclle aos quacs
pecio
esl (mili i.lo o cuidado das almis,
dameniar suas pretor I pcOei e seus conaclhoi
qui/eram flxar antes de tu lo a nossa aUOncSo
sobre o carcter e lubrea unlo da Igreja,
Sigamos eila mareba, e deaenvolvainoi prl-
meiramente cale ponto di doulriua catliolica.
H;ui sabis (h rlllloiol con cradores.quc rn-
tre as socie i.ni, s eaiabelecida sobre a ierra,
una so lie verdadeirmenle estavel CpCIUia*
nente, superior s vicisiilu les do lempo e rfo
espaco, aempre chela de vida, a deipello do
|ue diiem os seus adversarios, aempre radial
i g rejo
mava uo 11
cun o langu
so. devia a caso ella nao recoulieccr nutras
cledadeii que aqurllai que loasen, poltica
mcnle constituidas segundo um sjslema pre-
oieditadoe nico .' Ou antes ritendendo-se
de urna a mitra citrcmldadcdo uiuudo, com
Torca, e doeura, eumoadeviua taliedorlada
qual he a Ithagetn oeate mundo, devia abracar
para apertil-i a sen telo maternal, a huma-
n dade toda inteira?-- .Nao era sua iniss
chamar a si todos os povos, com ieui coatu
tr de moeldade, depoli de leculos de ex liten- uiei iuai Icli e mai comtltuicdeii alira de o
ola: eitaiocledade he a igrejaque Fesu-Chils- conduir todoi unidadeda fe, pela (brea de
to fundou. e que sustenta com sua nnio divina, su aulhuiidadr, pela magostada desla Jue-
bm torno delta ludo se agita e paisa, os povos rarchla, pea un versal idade de sen enslno,
os ihronoa.os imperios, a* lurmas de gover- pela fecundldade de aeu amor?
nos, todas as instiluicrs civis c polltloai des- A(, e|jft flo con|ieP0 se nffO Ufl) S gC-
appparecem, levadas pelo rio do lempo, ou vtiio que ronvenl.a igualmente a lo lose
&lmf[U?S que.o.o.dev.Maoinar, he 0 lo ,u> leroso
seiitior ilo ri-i) n da Ierra, do qual h enliv
Lu
peloi desasnes da guer
des das rcsolurde*. lu
ein que esl assciitail.i, ella ve SSSSS ondas
de homens, c aopi, sem que su* con.tliulco, luaauctori- Ttrlude do stii fundarlo divina o d* tnissBo
dad, e sua graodcia srj.ui em nada altaca- sobrenatural, que reCobeu do proprio Ulho
de DetlS, elle o do todos os lunares o de lu-
das.
O que ella lem
10 Um dos lempos.
ale
Ella ve
iqill
Fulminando os erroa que revoWom osldode Inlervalio em Iniervallo
EXTERIOR.
Iiiiidamunlus da jualifa e da C4ridade,0 con-
cilio ensina-iioa qual u origem de iodos os
miles quo atormentam iciualmeniaa so-
ciedade; ensina-nos quo esta un podara
ser limiada o consolidada, se acaso os po-
deres humanos que a dirigen), tiaosuslon-
tarem para o luljio com inflo segura de nn-
parcial, a balaii(,i divina, que pesa igual-
mente os de vares e os direitos, quer do rico,
quor do pobre.
j llepcllindo liiialnienle ceitas calumnias
[eapalhadasem domos das contra igreja p
ffulr os principios, que podein Deus o que llie be derido.e trabalhar ellicis-
Appell.ole e appell----
c Slaooei lose Crrela. Dcsprcsaraui os _
embargos. i
Appellanle, Francisco Vat da Silva, como tes- ,
umenleiro; appellado, Jos Joaquim Cor-'
rria da Luz, Idein.
Appellauies,
Joao Francl
daraiu ouv
appellante.,, wi .,.c^..v.. -. nca, aiccuispo ue i-ans:
resKerreira; appellado, Domingos Caldas Pl- ,\o clero de nossa diocese, saudc, e benr.ao f" 'VH-'O dos povos, qui/ermos, como
reiKerreira. em nosso Senhor Jesu-Chrisio. o divino salvador, ser segu los, ato ao do-
Apiwll.ole, D. M.ria Feiisiniua do llego Go-, ||a (( aii0Sl charissimos eooperadores, a MrlO, por essa mullldiiu tantas vees e tflO
uies appellados, Joaquim Aurelio l'ercira ,0ciedadc esi abalada al aos seus fundamen- leruaineiilo abenfoada pelo lillio de lieos
de (..uvallio c sua mulher. tos. Parece que um tremor geral se apoderara l'or buje, clanssiiros Coopcta lores, linii-
Appellanle, alaienda; apellado, Joaquim Ri- oa ,erra. eMa osciiia coniinuidanientc no tar-llos-buinns a de euvulv i as reg s de
beiro Poutes e outros. meio de abalos terrlveis que se succedem por conducta, que o coucili prescreve aos ps-
aivisOES. curtos Intci va os, e aspirando luccssaiiienu-n. ,1,0^ n.....;,.im....._ -^ .5 ., 1.,... V
E>.StMdO Sr. deiembargador \ illares ao Sr. te a lirmar-.e sobre su!.s ba,.es, nao o ten, con- J**' I''- P->i'nellte nos lempos dd ravolu-
dcierabargador Bailes a segulnie appellacao seguido nem pode achar rrpouso, ou ames, Vd". -ni lelacuo a polilics, e dir-vus-bemos
em que sao : para empregar urna nutra imageui que melhor .lul10 'loe resulta do espirito desle secreto,
Mipellanie, o juizo ; appellado, Pedro Celesii- pinte lalve nossa trille SUUS9I0. V Kuropa pala completar o seu Sentido, c Isier-Vos
node Uliveira. est como una barca lancada sobre um niara- cunhecer assnn q.ionli fr possiv.l, lodi
Paisaram do Sr. desembargador Sousa aoSr. fritado, e abandonada ao furor das ondas, sem su,'i coilipielieusfiu.
di.srmliargador Rebello ai legulules appella- piloto, sem bussola, andando na mais prul'un- tcetelo labre a ccntlucli gue 0Bt ler o clero
eeicm queio : da obscuridade alrave/. dos cachopos c ijuasi
Appellante, o juiso ; appellado, I.ourenco Jus- ao acaso, para um ponto incgnito, onde es- rt0'v MffOCt'Oi idlicoi.
luiianno de Mendunca. pita achara salvacao e a calma. A Igreja de- Tnil.wnohAm ii.nin i, ,,.,1- *!
Appell.nte, o promotor publico; appellado, va naturalmente sollrer a influencia destas ",,! ."" ??J .if""
_ FeliurdoToiano de Brito. agitaedes, e com elfeito esla OUtra barca ni,s- "l,^' dH;> ,nas 'I"3, "" OCOlesl.atlOog ejatn
Appell.nte, Jo.qulm Ferreira appellado, Joa- tica, que leva nossos deslinus ciemos, temo, sembr exlcmamanle alteulus 0111 seguir,
quim llias Fernandes la vislo batuda mullas vesrs pelas tempeila- "ns negocios polmcos, una eon lucia qu
Adpellanie, Joao Lim Vianoa; appcllado, VI- dea, posta aos malores perigos. e como que correspou la 11.1 eanic'or sirer.lot il e ao Un
ccnCe tlia. deSouta. engolida por casas mesillas ondas, que pareci.im do seu minislerio. O GlpirilO qu" dii 1.'- a
Appellanle, D. Candida Agoslinba de Barros; arrasiar para o abysmo a socledade Inteira, igrej 1 no meio das mudancis l.io frequen
appellado, Jos Candido de Larvallio Me- lilla se teria perdido mais de um. vei. te po- tes ilss cousas humanas, nos he cl.11a111.11le
ApXte. Vicente Ferreir. da Fon.eca : ap- CnrU,o"^e 'doTmir^^io pellados. Joaquim, Francisco c Josepha por nao pode perecer, porque aquelle que parece """ dada PelO papa Gregorio XUdoaaudO-
seu curador. dormitar, he o senhor doi elementos, e com- memoria, aos o de agosto de 1831. OlO-
Appeilante, Jos Joaquim de ^ovaes; appel- insuda, quando quer, a lempestade. berano poutilico ah alinna claraliionle, que
v-lo-ha ate
inpie o iitti 11-
nmiiis vezas
quise sem inlenupco, viuleiilaiiieul.- abalado
pelos terremotos polticos, e as revoliiecs,
uccedereni Incensanleinentc i revolu
dos es teculog, para todss as nacoesas quacs
deve instruir, para todos os itomo;8 aos
qnaes d ve pregar o evanguino, e para lo-
dos os estados os qua-a devo eristianisar.
Fila respaila todo'os govornos que acha es-
Porque lsto?>porque seo niun lo phylcoti Ubejocidos inda meamo aquellas que as
seus plieuoiueuos foi entregue vs disputas da 'voiur.u sfazem surgir, sem Mies pedir con
sciencia humana, o muudu moral, o aeu ler- la de sua otigeni, nem de s >u direitO, umi
1110, Lom seus interesses, lu abandonado as
ioslabllidades di corariio do bomein, iato he
ao joo .do todas ai naMes, Ora asi n palides
que excil.i" os moviiuenlos dos povos, esl.i.i,
Bil bem lon^c de se exlinguirem ; ellas pa-
recen) ao coulrario crascer e inllimai-se cada
ve/ indis. Al vaulades humanas, lo movis
por sui naluiesa ; mais nr^ulliusas que nun-
no reconbecem, ou
ve. quo cuniji.10 o setl d. ver, o qual consis-
to em i'Sliilieli-cer, on maiiler a orden (til
fdzerquea justiga aja observada entro 08
povos, e que a paz reme entre elles, afim de
que os eidadSus,i rotigidos em seus Interes-
s -s 111 itenaes e i'S| irituae-," seguros de urna
vi la calma e tranquilla deba 1x0 da egide da
HCtoridade, |0-s.lo passillcamenlo dar a
propriadas aos seus costumes,a as suas ue-
c ssilades; assini tambcni nos, ministros
de ll 'us, 110 exorcicie de nossas I u m ....---
sig adas, devenios 11S0 fazer accepcSo de
pestoa alguaaa, e mostrar-nos igualmente
dedicados a nossos somclliantes senipre
piomploa a sacrilicar al nossa propria vida
por qn.lqurr um dellci, sen uestineflo de
opinioes, nem de partidos polticos fazoo-
da nos tu lo para todos, como quer o gran-
de apuuslolo, aui de gaulia-los pira Jesu
Christo, sa for possival.
Mas he preciso nccos:iriamoiile por is-
80 inesmo, charissimos cooneradores, que
em nossa conducta com os liis, nos torne-
mos estranhos a essas opinies.a esses par-
tidos, ques querqun si-jo as nossas con-
riccOes e syinpatlfias U cb-rigo qua em
sua vi la social, em suas rcla(das olliciaus o
liarus com o mundo toma parte nos do-
l tes apaixonad ia da poltica ; aquello prin-
cipalmente q m no comprimoiito dos deve-
res de se., sanio ministerio, o paiticul 111 lile un pre IIOS da palavra divina, esquu-
cen lo o respailo dovido a cadeira chrisIS, a
t'an-formasso em urna especie do tribuna,
ou somenlo tomaste lber la la allusOea mais, ou menos directas aos ne-
gocios pblicos e aos in lividuos que nelles
11111.0 paite loria logo co npromettido, cun
u seu carcter da padre, os inleressos augus-
tis da religio ; I -rindo sna fe e sej zulo
do osteriii lade, lornaria danto mo infruc-
tuosas todas as obras de seu sacerdocio, ao
menos, a respailo daqueiles cojos sent-
mallos livesse contraralo por estas do-
moostraedos do espirito de parli-ft, de-
m nisiiaQoes desde eolio mais cjlpavei botn
que illtempeS'iV'S, verdadeiramenle crimi-
nosas aos olhoa de Deu, bein como ao o-
llios nos homens.
Sera preciso que insistamos anda ? liatn
0 sabis, cliaiissimos coopradores, nada lio
lao exclusivo, t.lo Urnico nijsmo como a
opiniSo em tontera poltica. Mullas vesos
os homens sacrifican antes su fo tuna, sua
Iranquilidade, ropnuji. a pz a prosperid-
de de sua familia, do que sua opini.lo. II.
na opiniSo poltica, no espirito do piulido
que ella faz nascer, slguma]coosa de fasci-
nador, queileslinilira, uu C6g, alguini COU
sa de dominante que sulj iga earrasU. Os
homens pordoam volunlanamont^ ios ou-
tros o tercm 1.111a religlflo opposta aque
rrofesslo, o Segurera urna moral ou oais
brsudii ou maiss'vera, ao ahracarem un
ystema dilfereule da philoaophia, mais uio
los permiltem fcilmente quo sustenten! 0
I defendi nuil outra h ni le 11 p.ililica To-
lers-se hoja tudoalndi mosoio o qua bode
menos tolerare!, excepto o que mais precisa
le tolerancia, a saber : a d versiJade, ou a
opposicio dos seotimontos em unu eousa
1 "1 1 obscura a i.ln variavcl, na qual as aO'ei
teresses representflu 13o grande
lado., a vluva Vlelra $/ Filbos
Appellante., Jorge Kowortb ce C
Jos Dial da Silva.
1 OLIIETIW.
TRISTAO OE BEAUREGARD.
(PELO MRQUEZ DEFOUURAS.)
Kmtrelanto a uilima revoluco que abalou no molo das revolteis dos iinpo.'ios e das
appellado, lortcmenie a ordeui social em Franja, nem se naciles, a S poslolica mo sa deixa arras'ar
queratiacou a igreja, agiul lem podido con- polo espirito dos partidos, mas procuran lo
jijagapag^aaa-M --------------------------------------------
desgraQailamenlecurto, pois qua
m os proprios olhos, ho que o a-
impe- Iranqnillnm vitam " para este quo o poder foi instituido poi Dous sicic lodo em ininlos campos inimigns. sem-
somea ierra, o 101 ordenado segundo certas proem armas, aempre promptus I vlrem sa
formas are immo ladas ao genio dos povos : as maos, 0 que atiesta una f.lal experien-
"" f e>"m poluta* nltl 'i Oto gas mtem ca, he, que do ehoqua violento o sem ees-
mal, ,1 Dtoordinaiomu. ,sar repetido das o.inas contrarios, sahu
E sobie a cumprimaulu desta primeira um fugo ai denle, que inlUina as paisoea,
condicefloda existencia dos poderes huma- exciti as massas populsiese arma es lilhos
nos fundao-sc o rospeito e obedincia que de una patria commum, uns contra os ou
Ibes s.io iiovi los. tros Estefogo, h : quem se u3o lembra
ElS aqu porquo, charissimos cooperado- disso ler produsido anlro t.s os males la-
res vemos a asuela igreja calhollca, Justifl- manlavcs <1 guerra civil, com que ja pe
can lo o seu Ululo, e liel ao seu carcter Jo minias veza-do lomos assusta o mundo,
uiliversalidade dar-se a todos, f i/.or-se lu- ...
do para lo los, derramar igualmente sobre ? I),', s".''? h" ,""0.e'n ""sioi ,,M 'l"
vule a manir pa le tos nomnis, 86 01101 sHo
d.is socied.iJf, U'alii i subversau dos
ros.
M.is como In" que cuite ealaa runai jue se
preclpito uinai sobre ai outraij a lgrrja( o-
/ ui.lo de um sortc de uiimulubilidailc tem ,- i i;i 1:1. t Urina C aempre a utcsina /
II.
A igreja, cliarissimos cooperadora!, be iu.v
balavel o meio de lanus eoino^oe^, poniue,
lillia do eeo, sem ser todava eslrangelra na
trra, vi vendo semprc na espera tjue loca s
romas divinas, domina dabi aa lociedadei ptt-
ramrnte humanaii as uaes lem lugar enai
catastrnplies, enj mido euj afiita^o n.io
ohegatu al onde asid. Bem oomo aaaas inun-
tanhai que elcvia rus eabeco* alm das nii-
renii acuna da regido iS lempcstadei ; ella
acha apa/ c a aerenidade em sua propria clc-
vaciti. Seu divino lundador, enviandu-a ao
inundo para dar-lbc a vida
locnu-a asafni
mena e as couiai ilir parecem bem dUferentei imiiieti..o roserviilono .|t sisa cous i>, do qual
do que DOS parecem a nos, pub.es C fracoi COreni por diversos cdliaes ox antefl por
nina iiilinitJad do rii>8 0 sobro t *! is as ><>-
todas as ondaa de vida que Hens Ibe emurua
iicessanlemenle.
Collocada pela DtSo da Jesii-Chrislo su-
lava los a i I i 'i en ii.i nmigo*. lodos os quo
iiiiiluii' ii, ou iilo parlillulo do seus sen-
no lunuauor. envlaodo-a au """ F" '-,. ,o vi- |j|n ,, _., mill,, conv, roncedorao
dha. vidae a espera,,,... coi- l.ro a montanh sagrada, que recebo as ehu- s,^l,t|m,,i su, ,m ^ M, t,(llll,llcl iU!>
B.h^:l"?^i^?i0'b.- vas:"u'v",'u.Jo,c',,.'',;l!,,,or",SOC,m,,n >"lte, qu.se colloearem no nuroro de
l Ierra sena,,
t'iiur, e por con-
ottacs. Nao leudo sobre
horlsonlo de urna poslclo ii
seguate da villa litultada, agitam-noi naat.
uiiiuiio disctiiiudo ioieresse mulca rezei
lulser.vefs, procurando bens rrageis, e eslbr.
cando-nos pnr fatlsfaaer vaos e lulcls desejos,
Damos as nossas formas polilicas, .s nossai las*
titiiices de um da l.io Importante* que coimi-
mitnos a vida inteira em eatabeleccr, nit mi
reclamar o que ral pirceer nun momento, ci-
.Ma___i-, ii i.. .. -ii.. j
i
eiedades christles in lislinclam -ule, qual
quer queseja a forma de seu governo le ras-
tres, as aj,'uas sau lavis da verda le e da
-i.,,; i, a abundancia dis suas bonillos.
ni
tira a igreja se, persona I isa no sscerdol *,
ho por elle que sua acrjSo divina sobre os pillllca humana.
|U
sus adversarios.'Porque farSo ealSI pa-
dres, que ser* de seu ministerio aem a con
lianza, a afl.io3o.a eilimt daquelles aos
q laes sSo nviadns ? Bnm o comprehendeu,
ciarissi-nos cooperadores; faltaramos a
tu Inii quo a prudencia e o suecesso de nos-
SO ministerio CXlgem de nos ; faltaramos
a lieos, I Igrej,, a aossa misso de paz o do
amor, sa nos envolvessaaioi us debates di
..i... 7 '.....-------,'. ,. .-------------.."...v i,,.! | mas para eorrcanmiut-r a ella uiirnamen-
SObreuin negocio mui delicada. Ie, tenho necessidade de alauns das de relie-
fi a~ Sli2,' co"10 mP"- proinptoa ouvi-lo, o.a fin dcuada allirmar-lhc que nao seja da
{ ) dase lriitaocoineiiibaraco. nial, rigoroia cxaclida,.
trono icuipre : como semiirc : respondeu iaa*ka ..___,. j ..- ,
d'fgornay. antas qui.cr. que fs.e como .- Kl^fSftf *f"_."?"?" f.'B"
Idas e viudas, perda de tcinpo, i,leerte- cnlao nao liaba visto senao o 11 |u ridiculo. lar-nos ha apenas de que viver na maioi me- los que eirculavam unii ini-iiie ebrgado as i"> inundo, alo cumprehciido em nada a la
aa, cousa, de que nao g. ato, y.....ho ; antes Agradeco-lhe sua nohre contlanca, ha- diocndadc. ouvidos. .Sr.de Braurrgard, ic al hoje anda conducta.
quii soitrcr aigumas dores ao citar as bolas c rao, dase rile a d'lgornay cslendendo-llie a Ksl pcrleiainontc seguro do que acaba nao conhecia o bar.iu d'lgurnat, deve conhece- rai o coucebn : a sua lie l.io nobre.
vir ioKo aqu, i enho qiielallar-lhc seriamente man ; mas para corresponder a ella ttignaiiirn- de coiiliir-me ? perguutou d'lgornav. lo agora. Vamos la, iiiru ainigo, cspliqueiiio-no^
"".}"' le, tenho necessidade de alguns das de relie- Mesgracadaiuciite, responden'{,rlslo com Trislo possuia urna inlclligcncia pooco trani|uillaiiirnie. dlsse o bar.io com bondade
j iili I un, embaraeo que o banio tomn por tris- coniiiiuiii. Uros linha-o dotado denuis de una USr.dlsse-uie au principio que eslava arrul-
le/1 alma alliv, c scnslvrl a qual tluba permanec- nado ou quasi arruinado, c d'ahi parlio para
Vio ha vergonhi cin ser pobre, disse esle do nobre cal cerlo grao pura, apcaardas lu- faier-tna a lauca proposta, releve u termo, de
vivamente, no lempo em que vivemos he mes- perleicOes de seu. carcter e das miserias de restuir-me inloba palavra i a^ora parece que.
mu algumas vives mala honroso do que ser seu orgullio, a todava foi obrigdo a curvar a rcr dar-nic a enteuder que o desarraujaiueu-
neu ; bem me calende, mi he assiiu, uicu jo- cabera diauleda honcslidadc recta c simples lo de seu, negocios he una pura inveucao, ha
ven amigo? Ideuevelho, do qual nao tinha Jmala percebl- em tu to laso urna eoofuilo queeicedc miuha
Se eu lora s no inundo, resignar-uie-hla do senao a superficie grotlesoa. intelligeucia.
facilmcnlc miaba pobreza; masmlaha ir-1 Quu grande que he o poder da Icaldade, A verdade he ; a um houiem tal qual u
m.i.i ... I pois pode turnat eloqiicntc csl.i palavri aem- Sr. nao se deve occulla-la que iniuba irmaa
Kitou certn que ella pensa como o Sr. pre obscura c algumas veies embancada I nio ama seu lilho.
a va nalle J amoVVe mnrdeurmiayi aese,"e US p'r'e'aiTa'lo'da a" a Itenco" pos- *^ oi&receMe "Sin" pteteiio" Vo'eVt'M a esle respeilo.exclamouu b.iiao con, calor. len, como a n.ullidau que nao pensa nunca e, Ja ,ne di.se isso, e crcio que Ihe respuu
que eouscicnca ll.e e.probara ; e a nrcessi- sivel "l>er urna u.iiao paria qual nio iini a disse- Perdoa-me nao ler-lhe fallado, ha mal. descobrlr a virtudes que Ihe occulwm, Tris- dique noera urna rasgo para nlo se cltcliua.
^.dediiiimuiar, ,,/,.UIIlaco,|1llien. tlllbo,a I cxclamou d'lKornav com ,alis- '"Ulado.ua aversao Kra isso piesumirmi nia- 'empodc noM. noslclo Uo nao llalla ateclao pensado em peuelr.ir o casamento.
Se en Ih u pcrdoo .' pois nao ; de lodo meu o envollorio de rediculus que cobria a alma de Alhetc c cu pensamos de modo diverso,
coiacau. d'lgornay, e fora preciso que essa alma sa de- Ella quer que seu marido llic agrade, cateo
Nao me resta agora mais, barao, que res- sallugassc com violencia para que elle vies- presente Cesar.....
liluir-lhe sua palavra, balbuciou Trislo. se a dcscobrir a snperiorid ide moral que liuha .Na Ihe agrada, corlemos a palavra. Cun-
RestiUlIr-me miuha palavra! exclamoii! sobre a sua. Kafauo-lhe a juslica de dltcr que venho cun o Sr. que al au piesenle elle nada
d'lgorniy com urna vos na qul o reproche, jo fazCOinadmiravel boa f. lem do que he necessario para seduzlr ; mas
Vil.
(l'oniame,o.
* preienva de d'lgornay nao era ma
iiliunia son agradavel a Tri.la'o de
' era dn leu lempo e o Sr. he do ....
I I, isian que linha permanecido de p al es-
ais de ne- te momento, tomou una cadeira para indicar
pois que ao baro que Ihc daria todo o truipu qut qul-
bste iniii livre em uas asiuiupto, to grave
deu lugar que Trllto se persuadisse que o ba-
lo, acredilando nos boatos que corriam, que-
ii >a C, "nu,ar, dtbaixo de uuiacolbiuien- bmbora I cxclamou d'lgornay com satis- "mladoiiia aversao Kra isso presumir niluiia-
iiii'i i de,vp||adoo pezar que experi- far.o. Agora, visinho, o Sr, eompreheade que "lc,"e bem da inlclligeneid de d'lgornay c pcii-
dei.s T*i' "ao cr* uul do> menores soU'riineutus lie de nosio caiainentn que venho fallai-lhc, "" "'"naiiiente mal de seu coraco. Ksla
asi,. 'ao engenhoia eifl atonuentar-ie accreicenlnu elle com um ar de mysterio. rellexao rpida suggerio a Tiislu o pensameo-
bai-io h""' Aochegarem caa, elle achou 01 Perfeilamente respondeu Heauregard. """' '"" expediente para llvrar-se do apeno
Mlin DCI"cou'olhe llnham dito, sentado no De todas as panes chegam-inc noticias el" l,ac csua. Elle crcu alnceraiiicoie que
cario'8 c-"" ,r dc 1uei" soll'rla c eslava faii- de queoSr. lem comecado a dcsarranjar sua sc """lr.""C un posirao como m, o baro
'-',.. fortuna; que os interrsses da Sra. sua irmaa l,roc>"ana um mrio honesto para faicr-lheen-
t
duild!
aHor" mC."'do "" UI" Parufo"'de'''peMc'de
gu,Tiou0rffiClSr"o ,ir "J"' nesle c"ad0 ? P-l
proche. 01,i,. C0,-n "'" """ de flcluoo r
- Por
1 'no nao he prudente.
c sao ouno verdadeiras, disse Trislo com laria 5C casamiento do lilho fosse rolo por urna
na slmpllcldade orgulhoia. cau" cslrauha a vontadc.de Trislo ; isio era
f- Apage, mancebo! reipondcu vivamente I""'u,n ESff honcf1''- Ei- 'Ignrnayitoina-irieentaoporumdessesbur. dcscc "guillo que nao lem a coragein dajKc
Bueaci vidos que vo indagar no cartorio das '"aqueta. |
eu d'Ieirniv " pera aniu.?!' por'ue para u<" i!ei"=da ''"- ,'.? li
" dtver n v. P, ncl* "o prefere jamis de oul
* > nt, [1,-1,i ni,< nuteiol, ,, ... .. .. ____a <-
i que vao indagar no cartorio das
othecas se seui lilhos serao lellzes casando-
sainos l! disse d'lgornay
t oinmeui una lilla, Sr. barao, dtlie elle sabe o que me anima, o que uic loma Inleira-
cmn una dignidade KipelCOaa; c rogo-lbc mcnle confiante .' He que na iadc de meu
queira perdoar-me pela aiui/.ade que meu po- lilho cu era exactamente como tile, o que
bre pal Itie liuba. n;o me impedio, o Sr. bem me entende, dc
Vni fllenlos mais nisso, m.incebo, res- fazer a Sra. d'lgornay perfeitamenle i-li/ du-
pondeu com una emocao severa d'lgorn.tv i une os dec meics que viveu depoil de nosio
estendcndo-lhea mao, O Sr. ol inoontlderado casamento.
e eu um piuco vivo : estaros pois quites, m- J-.u (|ui*eraquc minha irnia livesse sido
da devenios um ao oulro. tcstenunha de tudo o que sc lem panado en-
Mas leplicou Trislo, nao limitci-me a tre nos. disse Trislo que em qualquer oulra
zer urna especu^oo indigna de um houiem ollendc-lo por urna pronosicuo indigna do eircumstamia nao tena podido deixar de rir-
se mlltnrava coiu a eolera. Knl;o pretende lo-
sullar-me, Sr. conde? salb", mancebo, que
nao obstanie minha golta, meus sessenta c ni*
to anuos c a longa ami/ade de uossas duas la-
milias, nao supportari i una injuria nem do
Sr., nem de niuguem. Kuto como tenMo lido
econmico de miuha fazenda, cic-mevido da
fazenda dos outros ? pensa que quando pedi a
a. Alliette de Beauregard, para o ba-
il'l;;ul n-.v. iiicti lilho UUCO, qU/. ti*
' ~ Jr- bem me entende, .
'^luV-Ine blutainenle neees
^u teCr^idqoUve-0|o!II,,a, QUe """
Vidc o Diario n.
101
l


m
-2
MJlfiu".
plns d* S i IV-
nano, desda
eslava easiai
IV.
Poderiamoe ctavlirraar
pulos testemunboje polo?
ta iin(ii|in.iae. O loipcrio
es, priiiioiros.eciileeaa |g
enllogiies hr-cOe*, e divi lldo pelos parti-
dos. Que diii a este resnelln Tertafiano,
ein o MU ioimorUI Apologetico.aos pifaos ?
Donde sairao, perguittu-vosos Cassss,
os Nigera, oa Albinos, clamava elle .' Se
me h,1o eiigno, todos esles eran) Nminos,
gero dlzer, nao eram christaos. Elimi-
na! o que sepassa entre nos, di/a anda
ello a Scapul* procnsul d'Africa, que nio
acharis nem Albiiventes, ero Ntgnonses,
uom C.saienses. O discpulo de Christo
nSo entra em nenhuma facco, elle nflo he
de nenbum partido, porque nao he inimigo
de niogueoo. >
Mas eii-aqui um monumento nico nos
(actos do cbnstiaotsmo, bem como na his-
toria do mundo, que nos dispensa de citar
oulros lesiemunlios, po-que elle resume em
si a maior autoridade possivel, a de dozo
inillioes do liis, morios nodccirso dos tres
1 nmeiros aeculos por terem c-ido em Deoe
e no KvengW.io, por tereni refusado incen-
s aos dolos, mas nunca por terem perteu-
eido uom de perto nem do longe, a uina tac
cfio, ou a um partido. Leda estes magnfi-
cos interrogatorios conhecido sob o nome
do Actos iht Marlyrtf, o vetis que as opi-
niOe e os interesaos da poltica humana, as
intrigas e as lulas, asconspiraces as sedi-
cfles, as volias nao poderam fornecer ne-
nhum fon lamento provavel as mais odiosas
accusaces, ncnhum motivo mesmo appa-
rente as persegulcoes as mais violentas. Es-
tes hroes do christianistno, Icmiam estorvar
o progresso da rt'igiao de amor, fasendo
dos seus adversarios polticos, oulros tan-
tos ininugos da Igreja ; por isso cada uui
pedia dizer, como o apostlos. Paulo, ros
pondeodo a seus sccusadores diaute do tri-
bunal de leu. Nitiguein me vio jamis
disputando com quero quer que seja, oj
amotinando o povo por mcus descursos ;
puis trabaiho par* conservar minha cons-
ciencia sem mancha peraute Dos e perante
os horoens.
Ora se lal lie o espirito do chrislianismo,
esta regra de conducta trabada mesmo des-
de o principio aos simples liis, he tncon-
teslavelraenlc boje um rigoroso dever para
os padres por causa das circumslancias dilli-
ceis, o apaixunadas ero que vivemos, por
causa da siluacSo da Igreja na tnoio da et-
l'uivescencia dos partidos e por caUM da
mslahiidade dos po teres humanos.
Em no ne de Dos e da Igreja, em nomo
da digmdade de nosso sacerdocio, affaslai
vos do iheslro em que se reprsenla, para
desgrana das O.C>3e., a lerriv -I tragcJu, cu-
jas sceoas so precipilo, nlo saheuios, para
que doslecho. Comleoipl.t, porin dislan-
les, do alio da vossa fe, o especalo .des-
tas lulas ardentes dos partidos, esU'tiJen lo
sobre lodos a ptelade o o perdao que o erro
e a Irtque/1 humana recia mam.
Nao !><, o- di monlanlH sagrada para a
planicie, sendo para para cojipnr ah o
vosso miinsieiio de reconctliacSo e de amor,
-e d3o para calmar os odios, para abencoar,
pjra amar. Diaule os conflictos da pol-
tica humana, entre os choques .olelos do
poder o da lber lade, no iniudo ruio das
revolucijes, no desmo.oi.menlo dos Miro-
nos, c na tuina dos impelios, a voz do pun-
tillee, a voz do paaro, nao se faca ouvir so-
nao para leinhrar, como Ambrosio a Thco-
dosio, as leis da clemencia e da justics, de
jrn.'.ieudiiiienlo e da es.-i.n. Jo ; lenSO para
advugar, coji Flaviauo, peraute o impera-
dor irritado, a causa da hunianidade, em
favor do urna ridado coiideinnada a perecer,
ou como esle grande papa, corren lo sem
armas au eucoulro do lerrivel conquistador,
donominaJo flagellodo I) us, para dulerai
ondas da bai baria ; ou limlnioulo como
imuiorlal arcobispo de Pars, uosso piell-
cuiS >r de gloriosa memoria, precipitando-
se com palavras da pa, atravez do logo da
guerra civil, pura l'azer parar urna luta fra-
trecida, e cxliogunlo-a pela oll'usfln de
seu saoguc, oqual olferecea lieos em sa-
crificio.
(Continuar-i ha.,
PERNAMBUCO
Jll.Y DU RKCIFE.
I." SESSAf), ORDINAHM F.M 20 DE AGOS-
TO DE 1851.
Pretidencia do Sr. Dr. Manuel t-lcmcntino.
Promotor interino, o Sr. Souza Garca.
Advoqado du ru. o Sr. Jos llnsiliuo da Silva.
A's ante horas da manlia, 1'eiia a chamada,
jcbara-ie presentes ol Srs. Jurados.
O Sr. Presidente : ADre a sesso.
Goinpareceiii para resppndcr perante o tri-
bunal Ignacio Jos Guies c Elyseu Ferreira do
hspiilo Saulo, aceusados pelos chines de of-
fensas physlcas.
Sao aoiie.idos para compnr o conselho, ns
Sra : Angelo llcnriqucs da Silva, Jos < andido
de Harrof, Anlouiu Aobrc de Almcid Jnior,
I,uiz da Veiga Pessoa, Antonio Alves B,rbozi,
Pedro Doradlas Pessoa, Domingos da Silva
Guimaies, Antonio Jos llarrozo de Moraes.
\ntomn i'aca de Albuqucrquc, Aoaclcto Jos
de Mcodunca, Antonio Luiz dos Santos e Emi-
lio Xavier Sobreira de .Mello.
Prestado o juramento do eslylo.
O Sr. Prtiidmlc : Pal ao reo o sectale
IKTEHIIOGATURIU.
Juis : -- Como se chaina i
fo : Ignacio Jos Gomes,
Jais : IJuc idade tem
fo : 24 anuos.
,li: : Sabe le, ecscre'v'ei
Uto : Sao, senhor.
iuii : Sabe porque cst;i processado ?
Uto :Set, tim. senhor. a H CONSULADO GERAI..
Rendlmo rio de t a 2. .28 753 910
dem do dia 27........ 348,M
29:102,269
DIVERSAS PROVINCIAS
|;663,i23
18,6311
1:682,059
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimenlodo dia 2T 601,061
RECEBEDORIA DE RENDAS CERA ES
INTERNAS.
Kendimeolo do dia 27...... 1:051,941
ni Innini ao bcceodoSegredo em casa de unas
mulhtres.
Jais: O sennor foi e mala quem ?
Rio : Bu, o nieu comnanheiro, me esta
agora .o|iil e nutro. F.u ped un bocado d'agoa
ao que acudlu outra inulher l de dentro, di-
zendo i|ne.nlo desse agoa a palsanno t nislo ja
rolara o barulho, mas ni que eu me meueiia .
oelle; quaodo cheguei uo pateo do forte vi o Heudimenlo do da l a Ir
meu cantarada todo eoiangtienlado e me orle- dem do dia 27.
reci para ir busear-lhe roupa, fol quaodo ful
preso.
j*uis : Mac que barulho foi ese ?
Ro : Fol um barulho deste meu cunara-
da com uns soldados, os soldado reiponderam
mal ao meu cantarada, ina eu fnl preso sera
me inetter no barulho. ,
Jais : Nao vio como leve lugar efa nrigaf
To : >ao, senhor, porque eslava beben-
do ajoa. ,,-fc.
Jui: : Bill casa de quem estava o sennor oe
bendo agpa
Kio : .1 Km cata d'ttina mulheres ladillas. ,
Jais : Ne.ta casa tambera eauvara o ca-i Peranle a cmara munlcioal deata ct-
bosJoaqiiim Moreirada Silvac Mcdarco Perel- dade eslaram a praca nos dias 2, e 6 do
rada Silva? setomhro prximo vindouro o imposto das
/;.. : Eitavam, slm, senbor, elle he que afi-icOes desie municipio, o das medidas
(izrrain o barulho. da farinha, e os rendimenlos da ribei'A dos
Jui i E qual fol o resultado desse ba- acougeg ja frozuezia de S. Jos, dis .la.
p i, ,j, casas da Soledado, o dos tlhos dos acou
J..V:*-"-NSo" abe se'es'ie. cabos for.m fe- gdes pblicos : os pretend.nl.. poilem com-
ridos ? parecer nos indica los das uo paco da mes-
/1ro : Eu vi depois do barulho, primeiro o ma cmara, munidos de fiadores hebilits-
meu cantarada ferido edepols o cabo, mas eu dos na forma da lei; liano na uilelligen-
no me uietti nisso. cia de quo, no caso de arrematare! qual-
Juis: Nunca ouvio dlzer quera fez esses qUPr jos oal primeiros imposlos, seram
ferimeotos ? obrigados a aaranlir com dous fiadores as
co Ouvi diter que tinha sido o tncu ca- r6S|lectiVi(j |Biras j0 contracto, o os tormos
::.e? interrogar o segundo reo, pela ^.'/co da" cacara mnnicipal do Recife, ero
sessflodo 26 do agosto de 1851.-I'. A. de
EDITAL.
Oliveira, presidente- .Wu/toef Ferreira Ac-
liohj, secretorio interino.
Declarages.
marnda
pula
forma seg
lui. Cuino up chaina t
lito : Kljseu F.'rrtirado Espirito balito.
Jui:: -- Que itlatle tem r
Reo ; 2tiauuoi.
luii : -- S.ibe escrever ?
f{o ; Nao, cuhor.
Juiz: -. Sabr porque he aecurado .'
r.5de%2rVe.,^m.'Ww"*^ <:"""'e'l d companni, brasilera
i\tZff*^X!5~**vm '* *"" "; vapor ..osla provine., I.c
cilerecebido urna pedrada que Ihe dera um constar ao publico, quo d ora em diante lino
soldado, llie retribuir com outra e que a van- consentir! o Iraimlo do escravos ah ICanos
cando para um msico armado d'iima bayo- nos vapores la coinpanhia, para qualqu
nena elle Ih'a tomara, declarando tnnbenilUite dos portus do Imperio, unida mesmo acn
se achavaacompauhado por um lal Minoel Ro- pBn|,iinj0 seus gonhuros. Os libertos si
""ha. ,. monte soiiio dimitidos com o pa.sa.'O'te
Lidasaspecasdoproccsso c fcilas as qe S0 declare, o assim mesmo licaro su-
0 Sr.Trtiji*."'"'.- Faz.o rel.torio da causa gcit.s aquaosquer exames e avcnguacOes
e entrega ao conectan 25 quesilo, aos quaes que me parecer necossano para nSo so lor-
tendo este respondido. "" m.pioficua esta providencia que Itca
OSr. Prnidrnle: Avista de decisaodoju- declarada. Ilecifo, 21 do agosto de 18o
T/wiaa: de Furia.
Kdminiltruco do patrimonio doi orpkioi.
I'eruoto a ad oinsirai0O dos orphos se
ha de arrematar a qu ih mais der, e pelo
lempo quo tlocorrer da dala da arretn lUCO
loflin de j-jnho do 1852 as vendas dos
dous andares da casa n. 11 da ra do Enoin
fexaproprla c negou que o re Ignacio Jos lamento no bairro lo Recife; as pessoisq il
Gomes, houvesse coinmettidodelicio algura. quizerem licitar s ibie as ditas ven las po-
li jury respondendo aos que.los proposlos j^i-gj co nparecer na casa das sessoes da re-
sobre a.nbos os fados c sitas circumstancias. fu(.|Ja ,,,,,,,,,^,030 II is dias 21 e 28 do
declarou, <|itc os lerinienlos rrcebidos pelo (e ne/ as q,iru e meja horas da lar-
olleodido Medarcho havlam s.do graves, ne- K'\ nodere
cando, que tivesscm sido couitnctidos pelos ""com seus oo n ros,
aceusados. SessSo da sdministraQao do patrimonio
dos orphflos, em 16 do agoslodo 1851.An-
loni'o Jos de Oliccira, secretario.
ry, abiolve os reos, appcllando da sentenja pa-
ra o superior tribunal da rclacao.
Ajuilifa publica, aecusou os reos pelos cri-
mes de Icriinenlos graves praticados na pessoa
de Medarcho Pereira da Silva c ferimeutos le-
ves praticados na pessoa de Joaquiui Moreira
da Silva.
O Sr. advogado da defeza confessou, que o reo
Klyeu commallera o criuie porm em dc-
Levauta-sc a scsso as (i horas da tarde.
COMMERCIO.
REAL C01IPANI1IA DE PAQUETES INGLE-
ZLS A VAPOR,
l'.spera-sa no da 31 do coneulo mez, um
ALFANDF.l.A. dos vapores desla companliia, o qual de-
Rendimnntodndia27.....9:038,708 pois da demora do costume, seguir para os
casamento aos mcus amigos, o publico oecu-
Ita-se j d-llc, c se mi se eleilu.ir. a longa
iitiuiidade de nossas duas famlllai ser necea-
ariamente quebrada, e pilara ue honra! se-
r Isso bem desagiapavcl para todo o mundo
eenso como or., respondeu Tiistiioque
nao compreliendeu que um roinpineulo com
um bomein de um car.icter lal qual o de que
d'lgornay acabava de dar pr-.va nao podia ler
as conaequencias funestas que tem..
_ Hesumamo-nos. disse o barao : se o Sr.
est arruinado, islo para inim na'la vale : se
nao o et, he para mira iudillerente; casarci
meu lilho cora sua irma, qul ella seja rica,
qur seja pobre, entende-me ?
Km.io nada est mudado.' responden
Tiislo procurando dar lirmeza sua voz.
Nada ab julgir iiiniio drsgrai;ada casando,
Pencirrcgam hoje 28 de ayos!
Itirca Iranc -za -- Havre -- mcrcadoiias.
H ig ic ingloz May i lem.
Itriguc portuguez -- Marta lelit dem.
Escuna din.niarqucza Sam -- idetn.
Importaron.
Patacho inglez .Ifoiy, vindo de Liverpool con-
signada a II. Itoyle (V Coinpanhia, uianilcstoit
a seguinte:
lU-caixarqueijos, 1) ditas cobn
tuanteig.i. 2U banis tintas, i dita ierragens ;
a E. II Wjitt.
2! fardos tecidos diversos, 03 caias ditos,
' pacotes ditos de algodo. I caua farrafens,
1 diie miiidcsas, I dita mangas de vidro, i dita
plantas, 20gilvos, 10 uieios ditos li-uca, 1 bar-
ni amostras, SO toneladas earvo de pedra, 3
pacotes ferro, 2 barruntaos, 3 buioes enmes-
tiseis ; aos Gonsignalarlos.
5l caixas, i3 lardos tecidos diversos; a A. C.
A' Abren,
S ditos Jito ; a N. O. hiebercv t-oinpaiihia.
1U banis cimento, 0 claas tecidos diversos;
rtussell Hall >rs cv L'ompantiia.
60 caias queijoi, 1,000 Darris plvora, IU
caixis tecidos d'algodo; a Fon Protlien.
I ilila ferragens ; a Ficdel Pinto U Compa-
uhia.
I9b.rrls, I barrica, l.'it'eiscs dita: a Brande?
a linindis 6 Coinpanhia.
4 barricas ditas; a L. J. Rodrigues de Souza.
1 tasa de Ierro, 27 pessas machtaisino, 3
( um- lito : a S. P. Johnston St Gompadhia,
1 dita luvas de algodilo, i dita gnard.in.ipos,
1 dita cobertores, 3 ditas tecidos de lan, Safar-
do. de algodao a eanc Youle Sz Coinpanhia. cosluinc.
I caita livr-is; a Avrial Frres.
i i dit.ts tecidos de algodo, 19 lardos ditos
dito, 25caixas miudcsas a Adarason llowie Se
Conipinhia.
iSlbarncas ferragens, 50 leisas pos de ferro;
a Antonio Francisco de Mor<*es,
I caixa peitenccs para escritorio, ditas te-
cidos de algodo; a G. J. Astlcy fi Coinpanhia.
3 fardos dito de linho a M. Calmont ai Lom-
portos do sul. Para passagom : dnij3o-se a
agencia ra do Trapiche Novo, n. 12
Theatro deSanta Isabel.
Tfirceira recita di assignatnra.
QOIKTA-FEIRA 28 DE AGOSTO DE 1851.
K-tirrlurr.!'! rtfAlUAtleO r (llilli,'il.
Depois da execuco de urna nova ouvertura
lareelra. A linda e grande cidad* de Praga calsa de riscadoroxo velha ; ro|a-M as au-
oa \uitrla. tmida les policises deo prender o os ca^l-
O/aarta. A vista geral da oidade de aples. (;^.s lle campo de O letaren a ra di* trin-
fjulnta. A bella cscala da Maaltnillane em|chelr(. n M Anselmo Guns.ltei Pereira
Tyrol na Austria'
Sena. A linda e antlga cidade de Ilylla.
da Vneta brailleira.
f Ruinas de Babylonla
Stima. Vista geral
(Prrnambuco).
Ollavo. O grande e magnllco paleo de 8.
Slarco em Vneta.
Nona e declina. A bella cidade de Trieste na
Austria.
Preco 500 ri. Aa chancas terao entrada
gratu.
Avisos maritimos.
Para o Rio Grande dn Sul, seguir* via-
gem nestes dias o brigueSocio/, por ter p*r-
te da carga prometa i quem no mesmo qut-
xer carreg.r, ou ir de paassgam, dirijam-se
a ra da Cadeia do Recife n. 39, escrlptorio
de Amorim IrmDos,
~A escuna Emilia, e o patacho Euttrpt, re-
f-'ti.-in as malas Imj-t.o m.io dia j o pri-
meiro para o C-ara. MaranhSo e Para, o se-
gn lo pira o Rio Grsn le do Sul.
A barcaca Flor do Dia segn vigem
para o Assu, recebe carga para o Rio Gran-
de do Norte, Touros e Macao : quem nells
quizer carregar, dirija-se a lojadoSr. Ma-
nool l.uiz Goncalves na ra da Cadei* do
Recife.
Para o Asst't seguir viagem no fundo
correnle mez o brigue Paquete de Permam-
bueo, recebe csrta por frele multo em conta;
trata-so na ruada moadao.7.
Para o Rio Grande do Sul sahe t o
fim do comnte mez o patacho nacional
Eulerpe, capilSo JoSo Goncalves Res por ter
o seu carregamento proropto, pode receber
alguma carga miuda, passageirus e esers-
vos a frete : trata-so na ra do Apollo, ar-
mazn n. II ou na ra da Cruz n. 33 com
Luil Jos des* Araujo.
Para o Rio do Janeiro pretende seguir
viagem at o fim do corrento mez o brigue
brasiloiro Animo, por ter meia carga a bor-
do, e parto eng.ija.la ; quem no mesmo an-
da quizer carregar e ir de pesssgem par* o
que lem bous commolo-', bem como embar-
car escravos a frete, polo tratar com o ca-
pit.loou coro o consignatario Luiz Jos de
S Arsujo, ns ra da Cruz do Recife n. 33.
Para o Ceara,
segu viagem coro brevidade por ter parle
do carregamento promplo o luate JVot'o 0-
linda, para carga ou passageiros entender-
se com H.noeJ Dias, ra da Senzalla caza
donde un.mu I). Lassere.
Vende-sea muilu linda bircac* Caro-
iina de 16 csixas, da melhor cotitruco 6 de
Superiores madenas por preco coiutnodo :
a vor no Forto do .Mallo, o a trular na tua do
Crespo n. 13, lo|s de Joflo de Siqueira
FerrSo.
-- Para o Itio de Janeiro seguo com bre-
vi lade por ter parte d carga prompta o ve-
leiro brigue brasileiro Gulfnho; para o res-
to da carga e pu-s igi-ir^s trata-se coro o
consignatario Maooel Al'es Guerra Jnior:
na ra da Cruz n. 10, ou com o espillo Jos
Gregorio Pereira.
Gear.
O patacho Santa Cruz segu nesles dias
por t ^r parte da carga a bordo : para o rosto
c passageiros trala-so ao lado do Corpo San-
to, loja de massames n. 52.
ilJJ. ii_"
Leiloes.
-- 0 corrector Oliveira fu* leilSo, a re-
quorimento do curador fiscal da massa fal-
lida de Joaquim Jos de Seixas.e por ordeo
do lllm Sr. Dr. juiz da segunda vara do
romme'rcio, dos trastes e mais arligos per-
lenceAtes aquella massa, consislindo em
snfas, cadeiras, bancas de jogo, dit^s do
que se rec.nnp.n*ara.
No Dtmingo, S8 dejulho prximo p.-
sado, fugio do sitio de Mauo.-l Jos Hachado
(,uiiii .ni.'.*, htiro seu escrairo crtoulo, de
nome Nleeiau, de idade pouco mais o menos
de 25 annos, levou cleas rzues e carniza de
riscado Itambem azul, chapeo de como; he
Uo e seco, bomt figura ; tem as peritas fi-
nas, fala algum lauto apresada ; tem na C<-
h ei de mu o lado hu'ii pequetto crescent-
de carne que com o Cabello grande fici en-
cobeito. Roga-se todas as autoridade
Polccues, o obzequio de o pegarem, uocizo
deile ter noticias, assim como atlas as pos
soase cipiUs do cinmo ciiura do me*
mo, podendo noczdeapsrenor anunciar o
lvalo ao mesmo seu Sr, s cima, em seu ai-
llo Junto *o Engenlio do S. Auna, comarca
JO Pau do AlhO. OU nests Praca, Jos Alves
da Silva Gutinaraes na ra do Cabuga;Lon
jado mu.iezs, que em qualquer destos lu
gaies-enlo generozamente recomponedis.
-Sonhpres que tora promet los ao bai-
lo a Signado o paga-lliea the au flm 'leste
queja tem faltlo por estas rezes, I nao .
bondaco eu cumprir ; do contrario, o anun-
ciante poblicat i sos nomos por estas mestn*
lotiia, n.io mi estes comois .outras seu Jo
seus dbitos autigos.
J. L. B. Tibords
Cazacas de brim de linho fino, a 6000 e
pal i lores a 5000: na ra do Crespo, o. 10,
loia de J L. B. Taborda.
No aia 2 Svtemqro prximo passado de-
pois da Audiencia do Sr. Dr. Juiz da 1 vara
civol, lem de sor ventilo a quem mais de
a casa de sobrado do sitio Aracji, requen-
tuento de Mi noel Lriz da Veiga, paaa paga-
mento das di vidas do cural de sen faloeido
Pai. acaza lem 50 palmos defrento e fun-
dos de 95 palmo i coro as lojas timbero ro-
port lis, em psnlo anda um alio do que
ni a r i h i.o a- posturas iiniu i'i, a -, trav.ja-
m nio e a coulUu em perfeito estido e. co-
lerli he toda deSicupira, e comprononde o
ter-eno de 176 palmos de frente com mais
de 7U0 palmos de fundo atlie a camboa pu-
bitca, e lem nesU terreno dois vlvei,os de
peixe.
JoSo di Cunta Mag|n3es Jnior, visa
aos Srs. devedoros de bilheles de loteras,
quehajam de virem pagar quanto antes,
quando nSo passar3u polo uissabor dorie-
tem os seus nomos por extenso nesla folha
()flerece-se medame urna gratificscSo
um quadro de Sui Magostado o Sr. D. Pedro
II, muito eleganto e rom rica moldura, pro-
prio para qualquer repartilo ; assim como
vendnm-so soiscolxas de lila o seda, mui-
to ricas e-prourias para tribunas de igreja,
oor preco muilo commolo : na ra da Con-
Oelolo da Boa VSla o. *.
A porta do lllm. Sr. Dr. juizde orphSos,
na ra das Flores, se ha de arrematar no
dia I.'de s tembro futuro, por ser a ulti-
ma praca, nina escrava de nar;3o, de nome
l.uzia, do idade 25 annos, pouco mais ou
menos, perlencenlu a Joaquina Maris do Es-
pirito Sanio, e a seu irmlo o orphflo Pru-
dencio Joseph da Tiimlade ; tondo lugar a
a irona i.o;.ni as 1 horas da ttrde.
Precisa-se fallar aoSr. Manoel Jos de
Souza B-aga : na ra do Crespo n. 13, a ne-
gocio de seu inloresso, ou annuocie por es-
ta folha sua morada, para ser procurado.
Tem do ser arrematado no dia 31 do
correnle, por ser a ultima praca, o escravo
Antonio, tenliorado por execcSo de Ma-
nuel do Souza Pereira, perante ojuizo de
orplios desti ctale, contra os bous de seu
finado sngru, Onofrn Jos da Cssta.
Lotera de lN. S do Livramento.
As pessoa* nWossadas v.nhSo pag,.
r especllvo porto do* ouicios abaixo deci,"
ra los, jara uoderaej seguir aos seus i|b,i"
nos. OIRclo do Exm. presidente da pr0v
cis, ao Blm. ministro dajustica, interesa
do Antonio de Souza Rangel : dito dito
dito dito, interetee do bicbarol Join'o.m
Jorge dos Santos: tutos do eso'ivSn l ?)
da CostaPorioearrslro, aoescrivlo dojj,
municipal de Coianna, em que silo oartiu
Manoel Alves Guerra e Benlo JosFarra,.
R-bello. el"
Precisa-so de urna negra captiva qu,
saihn luiii engommir ocoxijatar, para'iodn
o sorvico do uina casa dattjfbuca fmilia
atrs de S. Jos n. 6
o dia 26 do correte perdeu-ie umi
cirteir desde a ru. do Fogo entrando no
becco de S. Pedro atea ra Direila, conten-
i n* mesma 5,000 rs., urna nota de 2 ooo
rs e tres de 1,000 rs., e um m.io hitante j,
loterl* de Nossa Senhor do Livroiento n
300 par* que provino o Sr. Ihesoureiro di
o.-siii i que se O ditebilhetetahir premia |0
de aso pagar a outra qualquer pessoa, sanio
a Gaspar Leite di Silva Guiarle* cj a lr.
no Jos de Azarado, os quaes se assigniri-n
uom smo: a pessoa queoichou, por sua
conscienci* quizer restituir, dirlja-je tr
Direila n. 53, que ser recompensado com
generosidad..
f "" TT" T^T^'mii
laoliegio de educacao para j
meninas.
Fundado e dirigido por D. Candida i
Rusa Mr. Dormolt d* Costa, ni ru* di f
, C.deia de Santo Antonio n 23, or-
^ meiro indar, declara *o respeitavel P
2 publico, e particularmente os Srs *
5 paisde familia, que contina a ter b
3 aborto o seu dito collegio, por se a-
eliar habilil'tla com a Itcenfi ,i0 i
5 Exm. Sr. presidente da provincia fe
j; conferida de conformidsde com o dts-' i
* posto no art. 38 do rogulamento pro-
rincial de 12 de maio do correnle. Es- S
pera puis continuar a merecer o con- i
coito, que Ihe lom grangeado o seu f
zelo, e ..c iielo.io, e na educacao das a
i meninas, confiadas a seus cunados.
Assim como declara que seensioar w
jt lo ias as prendas proprias para urna V
J senhor*, assim como cathocismo, lar
t escrever, aritinnetica, grimmatic 9
( nacional, geograpnia, historia uui-
versal, dita purluguezi, e dita brasi-
As cnidas vendidas uo sierro
da Boa Vista, loja n. 58, do cau-
2."i barril a conipanhia dramtica representar, pela I.* ------"- ""-,-- a-o-i _
vez, o escolenle drama do multo coi.h-eido sofa.commoda, mesa de juntar, guarda rou- tellSta .T.ili|sli;inii de .\i|tlliio her-
liler.ilo, o Sr Garret, cui 3 actos
Ir. Luis ie Souza.
^^^l^^na^i^T&'ini'** s3opagas na m-sma loja, d
espelho, qoalros, candroiro do globo, ,..,,' j-
apti.relhode cha, louci psrs jsnlir. garra-, illa JI do correnle, em iltiiilc.
Manoel de 3ou cSSSuulit Lu de Sou-' fM' CUP"S- cu-npoletroS, 720 garr.rOes, e di- Quem precisar de urna preta crioull ,
jo Si. Hezerra w""ail"" "u versos rligos mtudos, assim como se ven-! para ama de casa ds borne n soltei o, ou
iiera.iu.i nu-sina occssiSo algons relogios casado do pouca ramilia : dirija-si a ruado
de ouro e uo prata, patentes inglezes, casti- Sania Rita, no primeiro andar do sobrado
i;.....do prata, ert., ele, quinta-fetra, 28 do em quo mura o rever ndissitno vigario.
corrento, s 10 horas, no seu escritorio na i Aluga-se um prrto possanie, excel-
rua da cadeta. lento coztitieiro : na ra Formoza, defron-
-- Joaquim Fellipe da Costa, e Jo3o Mar- te ao n. 3.
litis de Barros, farao leilSo por n;i-rveno;i<. Os meios bilhotcs.ns. 1137 c 5138 Ja
do corrector Miguel Carueiro, a cerca do 3d terceira lotera a ben-ficio das fabricas de
i pipas com vinlio da figueii*. do urna marca tectdus du Rio de Janeiro, pectencem ao ba-
{bom acreditada neste mercado, o bujo28 do charol Joaquim Amonio de Fatia Abreu e
I correnle no caz da Alfandega ao nuio da Lima o ao acadmico Jo3o Filippo da Cunha
em ponto,
O lionieiro o Sr. Coimbra.
I'r. Jorge o Sr. Antonio Jos Alves.
Telmo l'acs o Sr. Res
Prior de llemtiea o Sr. tlavmundo.
alnanda (criado,, o Sr. Cabial.
Magdalena a Sra. I) Joaona Januaria.
.MaiiaaSra D. Manoelita.
Dorolhea( pcrionagein muda/ a Sra. U. Hita.
Ir. converso o *r. Joaquim .lose Pereira.
Creados, IVades etc.
URDbM DO ESPECTCULO.
I,i Daoca seeua mmica A Sylpblde.
2. Drama.
3. floin o que termina o espectculo). Novo
passo a dous, naeional da Corle de Madrid
/.a Iloleriu dos Siei'/uiM'i'.---
Comecar s 8 horas.
lis bilheles aeh;io-sc a venda no lugar do
Avisos diversos.
KRKATA.
'"u Vrrisinanteiga: a Johnston Palera Coin- 'TllCatrO (Je San-FrailCSCO-
Pillia- ,, ,, ., ,. i COSHOttAMA.
il raines leeidos diversos, lOfardoi ditos di-
tos, 21 caixas miudcsas, i di
'"fcaias tecidos de algodao, 2 dilas lucias' > tompo.tenilr.itsferi io s .on
tas de dita, I embrulhn toalhas o drogas; d*ntj* para domingo, 3
27 fardos tecidos de algodo: aJoues Patn &
Companhia.
3 caixas hicos, i dita lencos de algodo; a
K I km imnt 11 la i-
2 saceos a uioitras.
Bandotra de Mello.
AtlencSo.
Pe-le-se ao JoSo Maluco, da ru* do Quei-
niado, quo absienha-se de maltratar is pro-
las, que a imite procuram as portas de sua
No Dteri. de hontem, correspondencia da VisinhanQa para venderem, hiendo Var
Sra J. M. Maeil, onde dll 20:000/ de rs., lea- P<>'" SOre ellas e mssanio-*s Com
se 2:000/de rs., c onde diaregino, teia-sc oge- pancadas, par* que dallt se relirem, e elle
riio. | molino- poder exercor sou infame e torpe
-Uilhia Jos das chagas, casado com projecio......... Lombre-so quesemelhante
i t\^SMrMmkTt^^^\o^*^^ An,,a Crnelro. .ch.-se dn.or- brine.delr. Ihep ni paia amatil.aa sexta letra, .9 do cor- u-^ ^ ras3o niri. menos Saic. teta de fazor urna v.sii. a ca-
guem Taca negocio com ella som o eu.dea (a pesar de maluco) e (car por urna
conseiitirncnto vez com caica mostra; tomo osle conse-
-Fugio, hontem pelas 8 horas da manhe. ll0, le se o Dio acceitar lera de vultar a
o escravo Joaquim, do naciln Angola, te n melhor O Cabeileira.
idade de26 anuos, baixo.cqr fula, cahecal Aonuncu-seque o Sr. JoSo de Alle-
- -ue
Tlieatro de Apollo.
COMPAMIU LYItICA.
Odspcclaculo ai.nunciado para hojea I)-
nrlicio do Tenur Carlos Iticco fica transi-1
ur.i.g.0.T. Aiiir,v^ vlh\eunlo,::rnt/,'evpt^o'e,r;nds
ao resp itavel pul) ico, que pir causa do, .)or u,ixo d menina, nariz chato c .m possue purquo os herdeiros de C.etauo I'i
"ii. ll.mamu- 'ba hajx0 do 1X0 niU,l0 csl,Mltd reir Goncalves da Cunha tetr. contra elle
crreme, e ,. sem,,|,nte alegro ; tem omt cica- apparethad. uro exocu 1 -o-nuil. < .' nn.l .na han.Adlll.i Btiioiln,
venda
dias seguintr, con *s vistes seguintr: | V ,,SqUerda dolado do fora ; qual *-u* bens eslo sujeitos.
7 .ITu^anhT8" V""~ l-mhll da unha do dedo grande do pe --Rog.-so sos srs. que devem navci
cannallespaiiha. in DUTerp um do ra Augusta n. 91, abundado de It
Segunda. O inaufragio da fragata Iranceza a p "* costa Ua mdo um sioai que parece um ,, m,,,,*,.,,,.,,,.,.' ..,.,,,,,, .,..,
1f,,/,,w 'inbioho movelifo; evor cami.a 'ranea, "u nuuiaM..ii pagar no |i a/o .n. u mas.
tj lena, tnyiiioiogia, inglez, francez, S
aj ler, escrever,-e rallar, atialyse lillera- 5
J na, e grammalical do prouuctOes es- S
, f. colindas dos melhores proza o>os ?-
j portuguezes. Diuca e piano. Cu,tu k
H ras, laviritnos. e bordados de todas 5
J as-iV-^liuades. Aiiniiu. n,-se peucio- '
j nistas.e metas peucionisUis e exter- *
f* lias,linio por procos commodos
^ Ja Tot visitado pelo Exm. Sr. inspec- %
I tordo primeiro circulo Dr. Cypruoo
k Feuilon Guedes Alcanforado.
ao,ooo rs. de gratifctcSo
D-se ao,ooo rs. de graiificacao
a quem levar em gasa do Sr. Ma-
noel Pereira Ducanto, na rui deS.
Francisco n. 58, um mago de pa-
pis, conlendo requerimentos e re-
cibos ele, que se perdeu no dia 18
do correute, desde a cocheira do
Sr. Lopes al a ponte dos Afo-
gados.
Gratifica-se generosimenle a quem
deseobrir onde si ach residente Conslinti-
no Francisco, simibnnco, deida 20 annos, alto, secco, sem bsrb, cabello
corrido, o qual desappireceu da povoictlo
lo l; ojo do F'gund-'S, termo da Cam na
Grande, ni madrugada de 21 do correnle,
e sonrio seguido, consl* entrar* na eihde
le tiln la, no di, 2S do correnle; osle ho-
mem trouxe em sua companhia urna moc*
branca, de nome Ignacia, secca, boa altu-
ra, clara, o mais ii na escrava creuula do
nomo Marii, por ale -nha pequea, cuja es-
crava lera ll15nnus o i>o 'j..o> ne'.
tambem trouxo um joga de malas de pre-
gara, o varios cavallos: quem souber des-
tos viajantes Tara o favor de denunciara
JoSo Marques Amaro, ora residente no luir-
roda Boa-Vista, armaznm de sal quo sera
grat ficado; e na ausencia do mesmo Ama-
ro, dona elle pesso que toma conbeci-
mento deste negocio.
Desippireceo em o mei de revereiro
prximo passado, tua escravo de nome Jos,
de afio, que reprsenla ler trala i q 01-
renta annos de idade com os lignaes seguin-
tes : lem um* belideem uro dos olhos, sec-
co do corpo, altura regular o pouca b-rln,
levou camisa a seroula de algodio da trra,
pouco desembarazado na hila, cujo escuvo
foi comprado ao sr. Tnomaz Antonio lli-
ciel Montetro : pede-sc as authondades -|io-
lictaescipitScs de campo onde quer que
seja encontrado que o prendi, e que por
esta mesma folha o aimuuciem, para ser
procura 10, ou o conduzSo au seu Sr,,Jo3o
Francisco do Reg Mai*, na povoaco de
Apipocos, que terSo bda gratificitlo.
Marta Jos da Piodade Cunha, cesad*
com Jlo SimOe* Pimenta, faz publico que
se aclia separada de seu marido, e que no
assigna nem concorda com vend de bens
alguna de su Casal.
Quem annunciou querer comprar um
pir de baucas de jacmi tt, dirija-so a rui
rom da Moras, n. 61, c*sa teriea com ionio
pintida de azul o porla as brancis.
jnem tal como o Sr respondeu Trlstio. De- linha resignado, prrguntou a m.ii Lecferc o la sabir quando rellectiu que a mesma cousa
tof s.liiraui, c p iss.-idos algum minuloi ilT- que quera com elle Ao principio ella pare- poderla ler lugar outra ver no gnrnav aleado, nao sem dilliculdade, sobre teu uo Irr ouvido tua prrgunla, pois couti- queconseKuinteoienlc era qiiifaprcfeiivel aca-
irlie encaininliou-se para a casa. nuou a volver os olhos em lomo de si, o que bar com ella inmediatamente.
guando Trislan eoirou. achou mal I.rcrerc tinha feito desde que entrara nosalao. A cita reolur;o ajunlou-sc necessarlamenlc
nn tildar onde a tinha deiado. Aove-la fc I Ksi examinando todas citas mudan; as ? a de apartar niji I.eclerc o mais breve possi-
uin gesto de impaciencia au qual ella nao deu pergunlou-lhc Trlstao. Knlo como as aclia .' vel, bem como ja tinha pensado alguns inoiucu-
nenliuma importaneia, pnis se ae levantou foi Neiihuin signal da paralitica provou que es- losantes.
pon ncitc j para segui-lo aosalo. KIIc quiz cnlao apar- la questao tmlia s>do inrinor comprehendida Compreliendo-a, di
--- como deso-
brigados, c tnlj i ah o Sr. me emende.....
- Allielle deu-ine sua palavra, c he Inca-
pai de rellra-la.
caso cuoiiJerar-nos-liciiios ambo, como deso-! lar-so, mas ella f-lo com
i
ao reaignou-
Nada de violencia pelo menos : esclamott
d'lgornay corn urna gravidadr que lanrou a
|ierlurba(lo no espirito de Triito.
Ignal deque ervi'u-se' foi pre a volver os olhos ern todas as dirccvoes,
Trlstao reaignou-se a snf- corno quem procura alguma cousa que nao
na fallar-llie, eos
tao imperativo que
frer esta tereelra provacao. Chamado ao sen-
tioiento do devoi pela palavra persuasiva do
."ir. Vialard, e rcneldo pela nobre delicadeza
de d'lgornay. beauregard pergunlava a il
a paral}iica cum o niesOio vagar que liuba
cinpregado ciu repetir a palavra : Ingrata
Grande Deoi fui eutao vosse que talln,
cxclamouTrislao.
-- Fui eu mesmo : Isso foi preciso visto que
o senbor uo sabe mais couipreheudcr-ine, ou
nao o quer mais.
F.II, quiz entao apar- la que.to .a d melbo, omprehendld. Comprehendo-a dise-lhe elle eproxl- ~ *'Xtgrf\$ *%"* T,M0
nprebeoher que qPue; ff/J--". ***^^S~21!!S XtT^JVA^ ?SSffe ~*&7$2?2F!!Sm mendiga
pude articular algumas patavrai
losa por
pal
nao ver mais all o retrato de meu
A paralylica abaiiou o bordao : era iiso res-
Mas porque loo.uto prodigio, ioterroni-
fii.tao com uina lorie de desvario, pddc
l.re-mc capas de a empregar ? pergunlou : mesmo com lerror se o terceiro assalto que ia
este com embaraco. auslentar nao o obrigaria a retratar o compro-
Quem sabe t respondeu d'lgornay. O Sr. j meitimenlo que tinha tomado c o que acabava
era vivo em sua juveutude, ; lenho conhecido j de renovar. Klle pergunlava tambem a si mes-
por experiencia que isso nao passa jinah in-, mo le n;io era chegado o momento de sacudir
tetramente. esla ultima tyrauula, mu. fcil ao seu ver,
Mluha juventude.' mas ella cata anda em de quebrar-se do que as outras. Com elfeito
l-rlncipio. d. que he que ie iratava.' de neutralisar a
He tua Infancia que quii dizer. Agora, I iotervencao etn icui uegocios de urna pobre
meu amigo, ajude-me a transporlar-me para inulhcr que elle conservava em casa por cari-
junto de Bielic : minha perna tein-je furiosa- 'dade e que mas infertilidades tlnllo privado
melo entorpecido depois que cheguei a- du tnoviuienio e da palavra.
qul. Vni serla possivel, sem deixar de soccorre-
Esporo entretanto que ella o nao imped-'la em seus infortunios, msnda-la para alguma
i.idevir reuuir-se com nosco para a seinaoa
Trullo alguiuai pessoas para a abertura da
cara, e tinha pedido a Cesar que Ihe dlsscssc
i^io.
Oque elle fez com a maior nn tollo.
Concordamos que unamos dormir aqu noi-
le do domingo.
; i / [ 11' t. i apartada na qual nao podesse entrar
om comraunicacao coin as pessoai de cojos
cuidados foaie confiada? Se este partido fosse de-
masiadamente vilenlo eencontrasseopposicao
em Alliettc. nao restava aioda o recurso de obl-
tlnar-se em no comprehender jamis o sig-
naea de itii Lecrerc, c deixa-la assim consu*
- Estas peca, de madein assim pintada, sa'o pender que ,e achava sali-feita por cnUo. J\?'"Z "ar /Ma. nao I hcou I-
is bonitas, observo anda trlstao ; eilai Mandei-o colloear no quarlo de minha J^*3i!Sfi?j2Lr%ZlilfS^Sl
ande, vidrias do maisciaridade, e.ta. cor- Irmaa. eont.nuou Trlstao : abi he .cu verdadel- ^"J^ ^o^.e^md. "mut ^ilem-
nao o pode
pre Piedadc, piedade, iucu Dos
pa
estou lou-
inas. este reloglo, este soalho, ludo he novo ro lugar.
para vos.e, minha boa mili Leclerc; diga-me li.n sorriso de Incredulidade passou peloi la- voscompadece.le lioalmentc de
nao acha que esta melhor assim ? blos de mai I.eclere. e de aeu olbar riso e In- ~~
Oela vez a paralylica pareceu ler quaii com- dignado o qual envolva Tr lilao com seui ralos B
prehendtdo, poi. levantando o bordao aponlou pareceu sallar a palavra : mentira
para o lugar da parede, onde se acha
u'oi. o retrato do coudc de Beauregara, in *r""?".m"Vr...: rio. Crc-uie aluda ingrata, lilho de meu velho
onde nao eslava man
-- Nao ha prodigio, ir, Triilio; fallo bou
tiu-ie eitrcuicr de impaciencia.
Se ha de contluuar a nao dar-me allcnco,
proieguio elle, he melhor qne le relire. De-
nlo o braco que a levare! para a casa.
Pronunciando eitas paiavm o joven conde
encamiohou-se para a paralylica, e quando
g.;"-"o"o". cou.".por.un.c8e. o-que fa.e.no. em ria continuado ..lencio.a
iou beneficio? Vos. be J indiscreta e dlo- He pomvel I
,edien"e;eie nao mudar de proceder, lornar-l E.I* he a verdade.
se I a lueratl "" em6m 1ue 1aer v0,, de m"n ? bl-
Ingrata I diise lentamente a paralylica. ? bticlou o desgranado Triito, que cometava a
Urna pallidez mortal cubri subilameute
Avisei-oa reipeito do Sr. de d'lgornay.
-- Nao pude resisllr-lbe. Oque voise sabe,
elle o abe lambein.
lle impoiiivel, diisc vivamente mil 1^"
clerc.
Eu fui a nica teitemuoba..... .
Mas meu pai creio que conliou-lhe tuH
interroiupeu Trlitao.....
lle mal iuipossivel aleda.
Elle ufo aeu a entender.
Koganou-o, ou o senbor ae enguw" "
lUCSIIIU. ...
rinalmentc tenbo promctlldo, dille Trls-
tao com consternaco.
lieiu o iei, poi ouvi luda, ha aproas mij
nstame i mal sei tao.brin que U>e disseraiii
que se sua irmaa reintiue, ludo o contracto ra ro'to. Porque raso nao se apoderou drfU
palavra para deiobngar-ie iiniuedlalaiuent''
Porque ajuntarain a ella um meaca vago "t fez tremer ; sua cousciencia anustou->r.
Jeuorgulho revoliou-ae, e para calma-los a"''
bus,o Sr o;io beillou em sacrificar a teliciuaoi
da pobre orpna que devia proteger.
Nada tem que temer do Sr. de Igorna''
qual nada labe, enteude-ine ? e quando aeunj*
ae alguma conih, quando podesie per di-
nao lerla isso rasao paraceder-lbe. lina no -
rivel lembranca pesa sobre la alma ; f"1'
por ventura apaga-la por uina aceo tao c
mino em al tneiuia quanto a que esproba a
mesmo ? Cubra eala falla com actes boD>u'
e corajuaai que na proprioi horneas Ib P
doarao, se cnegareiu acoobece-la. P
chcgoiiIjuniodela, ajuudui a'cc'iio i pala- rosto irritado de Trlstao ; seu olbar annuviou- criad* dci Jeauregard
II l-T-ll
cuiuprtrheuUer u heroico es traa gema da vclha rep*ftau ein uui arrepeodlmeoto hum'tle' <
' nao o pefa cxigeaclai culpoiai e a i*u



\
^"Tjg ao oieio dlf, n praca d Inda-
rD iui'd .usante,, h.va. ""
5o ,,c'do re.lo dos diversos objectos.e
* loaio regulador.
",oioM.rUK"rrei. retlr.-se p.r. o
' iva l *) "us negocios.
,t or vender rn roe i quem titer
,,P?r .!'gar,dUij.-5e Junio .o qutrtel
jfpoUrU cf..n.6, quetem um pequeo
""wrdio-ie no sabbado 2S do correrte
. era o Ihealro de Apollo, uma purce,
f'm rom Ai pedra encarnad, em ci-
d">rhiT1^od..d.de esmalte branco :
' V.auma.eho.1 e qu ir. resmuir,
3 dfeva-lo. travs, da Madre de Dos
'', "Jor'do d. esquina.prime.ro andar,
K .negocio, d. paticular-, i-
2, s na ra do R.ng -I, sob-.do n.
tM Pr,ci.-sa .lug.r urna escrava par. lo-
do"o s'rvico iwnod* um. esa de pouc.
.m,ii. ua ra imperial n II.
f* nffe-"e um. mulher p.ra ama de no-
.,ei,o pra codo .ervico de porl. -
memiolw iro !:.^". -'* beo u,pou-
c'na qu. i dir quem he, ou annuoclc por
/pclu-aedeMOf ri. apremio, dando-ae
?m seauraiiea um esclavo, bom refinador, pa-
deiro.ecoilnhelro, que o perlender e.te ne-
."e. dirlj.- ao Pai.elo Publico loja n. 11
mir se redir quem o fat.
q .- Uarlaana Ferreira Duarle Reii, lendo o
Diario de 26 do crreme um annnncio pera;ie-
rem rremiiados em halla publica, hule 27, a
noue de vario, lerrenoi no Pojo da Panella,
Sor c.ecuco de Joo Teiiclra Feliolo contra
cu iriuio Franclico de Paula Lope Reis, de-
dil que aluda nao eilio parlilhados o. bens,
i- por isio dciii aqulnboadoo dlloieu Irmfio da-
ouclleique Ihe deve locar, e paia que qual-
quer pessoa que pretenda arrematar n.o se
chame-a Ignorancia fa a presente declarado.
- O lecretario da associaco cominercial dr
peioaiubuco preclia fallar ao Sr. procurado,
da cinara municipal de Olloda a negucio de
itneie.se, da uiesuia cmara, pudendo ser pro-
cursdo, ou na assucl.cao ao uielo-dla em vau-
le. oo no atierro d> Moa Villa: na cae. de sua
residencia n. 26 segundo andar, das i hora,
em diaote. ,
Sr. Jos Rodrigue Lima
v quanto antes pagar os 9,000 rs.
que tomuu emprestado no da 6 do
cnente mer, dizendo ser par*
comprar galinlias. Este aviso se
Ihe fax por se ignorar o lugar de
sua morada.
Preclsa-se de urna ama de site. : na ra
daPral.n.29 pjlmeiro andar.
Prcclia-se de um bom feltor e una ama
para nin engenbo perto desta praca : no at-
ierro da Bna Vista n. 75, venda.
__ Prec em umsilioperlo da praca, e que entenda de
plaotacao : o pretendeute Ulrija-se a ra larga
do Rolarlo venda n. 46.
Hotel Comtnercio.
l-.ste estabelecio.enlo munido de um p-
timo cosioheiro, esta no caso de bem servir
sos tregeles, as pessoss quepielenderem
come lorias por assiguat iras, mensaes ou
mesmo a vulso. sardo bem servidos, taoto
coi limpeza como en. commedidode de pre-
so, m.nd.ndo-se levar em suas casas com
louca pelos i orladores do dilo estabelect-
meoto.
Precisa-so -de urna mulher de meia
iJade. e de boos cuslumes, psra ama de
casa : no dierro da Boa-Vista, loja n. 58.
-- Alugam 5'' dous rubustus e mullo pos-
sanies pretos para qualquer servico, sendo
um delles boui coosinbeiro : no armazem
Ja ra Nova n. 67.
Precisa-se de urna ama forra e creou-
la, queeugomtne bem. e consinhe o diario
de urna c.as, e outros servicos de portss a
dentro. na ra das Cruzes n. 22, segundo
sudar, se dir qu -m precisa.
Ueseja-se fallar ao Sr. Manoel Caldas
Darreto, para o fin que nflo ihnora : na ra
da Cadcia do Itecife, loja o. 6.
Atacaras.
A qaaliflc.fo do primeiro balalhfio
da guarda nacioual du municipio do Reci-
te, (di feta em 1832, em sua creacSo pelo
juiz do paz deS. Fiei Pedio Guncalvss do
Recife, Ignacio do N.scitnenlo Costa Mon-
teiro : coma instiuccSo de certas Unbui-
ct's ilus juizos do paz, passou dita quali-
flc.cSo para o arctnvo d. perfeilura de po-
lica, e com a exlinccSo da perfeilura igoo-
rs-se para onde fosse: a pessoa que sou-
Iiit. c ijiu/cr dizeronde existe hoj4 aqu 1-
ls quaiilicuc3u, pude annuociar pur esle
jornal, ou duigir-se ra do Alecrim n. 8
com urgencia, que se Ibe gratificar com
generusidade.
Precisa-se alugar dous pretos parr tra-
balhar em semeo de padaria, agradando
paga-se bem : a tr.tar na ra Nova n 50,
ou na padaria dos Coelbos na Boa-Visli,
defionie do bus, tul da c.rid.de.
A Sra. I). Jeronima Mara Baran la le-
lil, abundado de mandar pagar o que deve
a 2 annos na venda da ra Augusta n. 91
junio ao viveiro.
Quem precisar de um criado cosinhei-
ro, p.ra casa eslrangeira, ou de pasto : di-
rij.-se a ra do Sol, defroote do Porto das
Ciiius n. 23. segundo aodar, na mesma
c.sa vende-s* Broviarium Komanum,
egmsilcas. Eu-aqui o que a pobre ineudgi
quera dar-lhe a entender, quando o Sr. obrl-
gou-a a dlter ludo. Agora torno a tomar meu
vol de .llnelo ; em suas mo. est f.zer que
eu nao o rompa inais seno para abencua-lo,
ante, de dar a trra este corpo quehejuui
cadver, e que nao se anima seno quando se
trata de aervi-l...
Se a e.tupefaccjo de Trl.tao fora linmensa
lo descobnr que o lungo aileocio de mal Le-
clerc era o resudado de sua vontade, ella eace-
deu lodos os limite, do pus.ivel quando ouvio
esia inulher que Uuha ciido Ignorautec gros-
"lr*. eprlmir-.e com tanta forca e lueldcz
tsta ftnpresso l'ol lio viva, que arrancuu-o um
moinenio s auts preocupaedes pe.soaeST
Queui Ihe euiinou esla llogoagem? per-
guntou-lhe elle.
O.lleudo. Nao eaiatem vgredos para a
alma que dobra-se aobre ai inesma: aquclU
'iuc peina sempre aprende tudo.
Tiiiha meu nal conbeclinenlo de sua re-
solucao?
flo: elletlnhaunu nece.aldade quanta
oar. de ser tranquilliado; elle amava-o unto
que com quinto foe uiui bom, mui compas-
"*i .urpreliendl um ralo de pra.er em seu.
olnoj no da em que pode crer que a paraly.L
que atacara meu curpo, nao me bavla aelaado
senao as dolorusas faculdade. de vr e de ou-
Vlr- A le.ieiiiunha luipurluna nao era mala
'jue nina pobre enferma, da qual se poda ler
"o em nenhuin lemor.
Quecoragern! esclamou Trlstao com um
terror respeito.o. .
ssl.it! tem-ine .ido precisa multa para
hVh"0""' Nao fallar he pouca oousa o que
fa ",el no llnelo he que elle delia ouvlr
uno e condemoaa ludo advlnhar,
. "'ao abalxou a cabefa : e.la parbola ac-
av. de cbaua-lo ao .eniimeniu de suasllua-
., "" *5ue me tem frito tanto mal, dls.e elle
l "j '" peim.necldo alguna lostante. de-
i.ixo do golpe deata nova einocfo, nao me da-
me' d reparar miuhaa taitas?
i culio-ine mostrado seu deveres, o resto
ncaporauaconu.
i <|ue d'P'ude de mim, como pafexem-
l '. a separajao dos Interesses de minia Innaa
__Dio da 39 do comento as 3 horas da
tarde, na h ja da ra do Crespo, persnte o
Sr llr. juiz docivl se hSo de arrematas
fazendas perlenrenles a JoSo Antonio Co-
mes GuimarSS penhoradaa por J. Piulo de
Lemos Jnior, adverte-se que he a ultima
'####
M Para quem precisar.
. Fazem-se validos, manteletes, ca- 2
' potmlios, bouets para homem o se- 1
S nhora, coifas para meninos, e enfel- -z
W tam-se chapeos.tudo com prompti- ;
' dii e asseio.- na travesa da ra Bella, ~
casa n. 4.
Troca-se urna imagem de S. Goncalo,
com sen resplandor, obra muita perfuita e
por muitn barato preco : na ra do Quei-
mado, ioj.1 n. 16.
-- A confeitoria dama da Csdeia de San-
to Aulonio, de Ricardo Cadurf, mudou-se
par. o aterro da Boa-Vista n. 66. pdara de
Aodr N.ui/it; aoode lera sempre um com-
pleto soitimento de bolinhos de todas as
quiiul ules, lorias, psstelOP9, e amendoas
cobenas, assim como recebe encomendass,
e i mo asseversr-se aos compradores, quo
serSo bem servidos, tanto em preco como
em qualidade.
Aluga-se o grande armazem da ra 4
fi deS Francisco n 7, por baixo doSr. 4
m Barata : a tratar na ra do Crespo 4
s> 11.10.
iiai$4)dfl^9a)s)lifi jags.^^^8
II abalXO assigliado lem justo cm o
Sr. Henrique Luiz d-i Almeida, veuder-lheo
seu sitio da ra dos Pires, por isso s al-
guem se julgar poder embarazar a dita ven-
da o declare poreatl folha uo praso de seis
dis.-J"ied'i Silva Campas-
Gregorio Antunes de Olivers, cidadflo
hrasileiro, retira-se para lora da provincia,
i tratar de sua saude.
Lotera de N. S. do Livramento.
U cautelist* Salustiano de Aqui-
no l'erreira, faz sciente ao respei-
tavel publico, que no domingo, 31
ile agosto, principio- a pagar de.ide
das 9 horas da miiilia,i al as 4 da
larde, as c.uilell i.s premiadas da
mesma loleria : na |)i-ir.i da Inde-
pendencia n. 4, loja de n.iudezas.
D. Mara Avelina viauna, relira-se pa-
ra fra da provincia, levando em sua com-
panhia, sua mana I). Miria Bazilissa do Gar-
mo Viauna, e seu lilho Clemente.
A pessoa quequizer dar roup. para la-
var eengoinmar, com toda a poil'eicSo e as-
seio, < ruin mulla prompliddO : dirja-se a
ra da Roda, casa terrea n. 19, ludo islo
mais barato do que cm oulra qualquer
parte.
Furtaram da casa n. 17 da ra do Tra-
piche um oculo, imcapadu no cenlro com
lii'Z'iiu bronco, eos linidllos aatstn uovos,
com urna maica particular du dono, n8u
lendo marca nonhuiua do fabricante, por-
lanlo roga-se a qualquer pessua a quem for
uir.ireciuo un delie tiver noticia uo di'fgir-
se casa cima, ou annunciar por esta fu-
llia, ou no annazciii ii. 3t na mesma ra.
fiilhetes de visita*.
| Abftm-see im inmem-se com lodo
? o asseio em outimu papel purcellana
9 bilnetns de Visita, cartOes, rtulos ?
1 com Urjas n outros obj-cios que de-fi)
9 mandilo preceilos calngraphicos e da ?
J arte de desenlio. As pessuas que, issu 39
9 preten lerem uinj3u-sea ra doUrum,
9 casa contigua a uulras que ost3o arre- S
? dadas do Hlinhamenli) ou a ra da *
9 Cruz lija de livrns n. 56. 9
? **?''-"??*,^? ?^???*
Aluga-se o lerci-iro andar do sobado
do largo da Assombla n.8, com muitos
commodos e fresco : a fallar no Forte do
Mallo com Joaq ,iin Francisco de Alein.
Faz-se lodo u negocio com uina letra
de 731,152 rs., do finado capmlo Manoel
Crios Cavalcante de Alboquerque, de S.
\ t.i'i. u se at por20u,0U0 rs. aos her-
deros, ou a quem couvier : fallo comGui-
ihorni-j Seite, no aterro da Boa Visla n. 10.
Urna senhora estrangeira ,
tendo recebi 'O na Europa urna cducaco re-
gular, e habilita la com licenca do I ah. Sr.
preiidente da provincia para dingir urna
escola particular de pnmeir*s llras, para
meninas, parlicipa ao rcspeitivcl i que a sua aula esta abTta na ra da Uuiao,
bairro da Boa \ i-la, aunde se p le anda re-
cebar algumas alumnas exlernas ; sen lo da
vontade dos pas, u meninas seifiu rocebi-
das cumo pensionistas, ou oieio pensiuuis-
las : a tratar na casa ucima, ou no Recife,
roa da Cruz D. 51, primeiro andar.
-- A quem inleressar, faz-se sciente que o
Sr. Jos Joaqui u do Reg barros, u3o podo
l'jzer nriiliuin.i traiisirriu ruin us hens quo
possue, porque tem dbitos, e j vencidos,
que nSo lem pago.
Uamburgo.
Alugam-sce vendem-se t.nlo aos ceios
como a retalho mu'tu boas biclias o muilu
grandes chega las ulum.memedc llnmbur-
go, as melhoes quo ha oo mercado por pre-
co commodo, e vin se appilcar para mais
cumuio 11 isde dus pielendenles : na ra
estrellado Rozario, toja de barbeiro n. III.
Quem'quierconsultar ou tratar-sed*
molestias agudas ou chronicas, podem di-
rigir-Mi iua larga do Rozarlo n. 30, aun
de esta rezidindo Bernardo Perei'a do Car-
ino Snior, que esto promplo a exercersua
faculdade em qualquer hora do diaoud.
noile. Para com as pessoas pobies se pres-
tar grates.
' Adverte-se ao Sr. Bernardo de Atlni-
que Fernandos Gama, que o seu correspon-
dente nesta pra\a, u8o tem pago a subscri
efio do Diario.
0000000000000OG
& i; un das Ci-uzea n. 3N o
O Comullorio homaopathico do facultali- 0
a voJ.B.Caianova. ^j
n Gratis para os pobres. ,\>
Na ausencia do facultativo J. B. Ca-
sanova, o piofessor homoaopalha 9
O Goaset Bimonl continuara cum os v)
O tiabalhosdo mesmo consultorio, on- O
O de poder ser procurado a qualquer O
O hora. O
oooooooooo
;.-;-- Precisa-ge de um trabalhador i na pa-
daria da ra Uireita n. 2(.
#>> W8>iaM>
** i'itiiini G'nlenoux, lentlslu
fi'Aiirez. olTri'cee sen prexti- ?
mono iinbliro par tollosos
* mi-liti-s le sna |)iili--;ni : *
9 pilcser iirociiimo n qtiul- 9
9 qner hora cm na oa*a, na
9 i-lia li-ya (lo liii/.:ii-ii>. 86, >
9 segando andar. *
ttn >#*'**'
UiPMBU DE BEDEH1BE.
No da 29 do correnle ultiina-ae o controlo
da arree-na a da taaa nos cbafarlzes e bicas
do i ni- ni i no ni" os prelendenles dirljain-se
ao eacrlplorio da conipanbia pelas 1 boras da
larde dn referido da,
Manoel Joaquim Ramos e Silva embarco
para o Rio de Janeiro mn cscravo pardo de
noine Francisco.

BOWMAN & MC. CAI.IXM, engenhei
ros machinislas e fundidores de forro mui
respetosamente annunciam aos Sonhores
proprielanos do engaitos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes o ao res-
peilavel publico, quo o seu eslahelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em efiectivo exercicio, escacha com-
pletamente iniiiiia lo com apparellios da pri-
meira qualidade para a perfeita confeerao
das mainres pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Rowman At Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
allenrao publica para a sseguinlcs, por
terem dellas grande sorlimonto j prompta
as quaos construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz cs-
Irangciro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e inJu d'obia,
a saber :
Machinas de vapor da melhorconstrucca'o.
Moendss de canna para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por aga
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de vento eserraas.
Manejos indopondenles para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhocs, bronzes e chumaceiras.
Cavilhcs e parafusos de todos os tama-
itos.
tendo cria, comanlo que alejan, pejadaa l DEVERES DOS HOYIENS,
lambem secumpram telhaa velliaf, urna vet -
que eatejam capazos de seivir; no beceo J0
Largo, ven la de Bernardo R. G Costa. Vande-se este c>mpndto tprovadn para
--Compra-se urna preta que saib. en- aa aula, em meia encadernaqJo. a 500 rs.,
gommarecosinhar.eque nfio saja velha : J u: na liw.ri. n. 6 e 8, da praca da
n,r^mpMm8B.08'aac6.deir.. 3b.no.. I "'^ a da Urea. ..
so?;. rm:.rd^.v2.r^r.\u.X sftwr aferKt
dermnle da casa n. 17 ou annuncie. mo, de frenie e 80 de fundo, com dua. Janellas
-- Compra-se uma prensa de espremer e urna pona na dlla frenie, dnaiHllaa, quatro
Caj : na ru. do Queimado, loja n. 3. grande, quartos, co.lnha fra, quinta! murado
-- Compra-se, na ra Imperial n. 7, uma e mais de 3di) palmo, de terreno Km muro,
negr.de 20.35 annos, ques.ita cozinhar perleocente inesma casa : a quem, convier,
eengommarbem. dlil|.-.e a ru da Ladel. do Reclf. loja n. 7.
Compra-sesynopses do general Abreu lucos rsiielhos.
el.im.'em segunda m.iu : na livraria do Vende-se em casa de Avrial Frsrs 4 Com-
paicodo Gullegio n. 6. p.nhia, na ra da Cruz n. 30, espelhosde
Compra-se uma escrava de bonita II- yidro francez-s, cora 'leas molduras doura-
gura que leja bu. cosinheira, engomma- das esem ellas, de3 ale5 ps de allura^por
deira, ecoslureira : na ra du l'asseiu, loja procos muito em conla.
n.3l. Vende-se uma prela da 30 anno.de
-- Compra-sn um viiilSo cm bom estado i dade poueo mais ou manos, lava de sabio,
na nr.iea na Boa-Vista n. 6, ou annuncie. cosinha o diario de uva casa, e he muito
propria ao mesmo lempo para o malo cor
ter sido os seus principios : na ra do Pil-
lar n. 10*
(fi #l;iii(H. 9
9 Vende-se est* encllenle fazenda : 9
9 n. ru. do Crespo n. 10, na loja de J. 9
9 I.. B. Taborda.
&&&m*9wm Veude-se uma escrava que sabe bem
engommar, cozer e cosinhar: n ru. do
l.lueinonlo n----
f Na rua Crespo n. 10, loja de J. L. *
a> B. Tahorda se ven.lem ainda alguna 4
a> chales dn seda de bonitos padiOes ?
t pelo diminuto prego do 4,500, 5,000, ?
43 e 6 (100 rs. -4
Instrumentos de msica
Vendem-se em caza, de Kal-
Ikamann Innos, rua da Cruz, n. i
.... .. o os BearuiuUfl instrumentos de ttinM'"
punto da Bou Vila para o estabelecimcnlo i ^ -. ^ o, v i*"t0" J- ... u T .>.
en. Santo Amaro, i. que ullereco a u.aior .!*!m,.,,.'.r11..5 .T?!"'.'.'!? ; Ne' e,omrl." cas. Baixos ilc Harmona, Trombo-
cuminudidado s
visitar.
ficaiMo os denles bem postos ; que nRo se
los.Miiu diferencar dos proprioa denles na-
t ornes, e podendo-se ma.llgar coro os mes-
mos toda e qualquer comida, sem sentir
> menor dftr. s-m ter recelo de os que.hr .r.
Tamhem chumba os denles naluraes tura-
dos da carie, com ouro ou prata, prevenindo
sslm a conlinuacSo da caiie e dores, e
mesmo evitando por ess. forma do passar
a carie dos dentes turados par os outros
sSus : lambem tira pedra ou carie dos den-
les em geral, que tanto damnifica e coope-
ra para o mau lialilo da bocci, nSo sendo
tirado : o annunciante ha 1-' annos que
exerce a sua profisSo ne-ta pra;a, e esse
longo lempo o .leve garantir.
I ilinli(;aii d" Aurora.
C. Starr di Compantii., rospeitosamente
annunciam ao publico, que o seu eslahele-
cimento para manufactura de toda a espe-
cie de maebinismn tendo desde o seu prin-
cipio em 1839 ido constantemente augmen-
tando, lem hoje cliegado a um estado do
perfeicdo tal, que nSu he infurior ios me-
Ihorei. queexislem ero todo o imperio, tan-
to pelo que diz respailo a capacidade do
edificio, como pola excellencia dos male-
riaes e ierici" dus seus empregadus; o que
us habilita a olT/erecer-se com confianca pa-
ra a ponlual execur;3o de toda a especie tie
machi
ou des
Vendas.
Lencos de x^ambraia de
Linlio,
ruis de vanor, de QUaluuer Umanno o / r
-jeripcao que .-ejam, iixas, para na-ja320, ^00, 5oo, Goors. e nnyao
vi..., ou locomotivas, igualmente ral 1.1-; cimliraias de cores, a 3ooo, e 35oo A&&SSM6&&999&999W9St>
ras para vapor do todas as dimensOes, cuge-, o var,e m:.a
nlios paradinas movidos por vapor, por i rte com Varos e miea.
agua, ou por animaes. con ludas as vano-' W lina do t.respo, na t^quma, que volta ,,"._..,,. 28 inj,
d.dcs de moderna invencao. Tachas de tu- para a Cadea. ven lem-se lencos nranc is "e a.- --^l.-SC
dos us tamaiilios, alambiques do ferru de cambraia delinho.330, 400 e enOrs cada um
ludas as capacidades, inslruilientos do agri- coito de Caml raias de Cores, a 300, e3500 rs
cultura, rudas d'ag-ia e moinlius de vonlo o corle cum 8 varas ; e meia e ouiras muiia.
de lodas as qualidudes. Alvarengas e em- fazsndae por precol comodus.
barcaces de ferro de qualquer prle ou for-1 l^lvnis VClItlil
ma que se desejom. I'unles du ferro dolo-]
Clarinetas, llantas, Pfanos, Za-
ciscoSoaic. K'onco, em3volnmerTratado ~
ceis pecSo so- liumuas, Laixas de guerra, Arcos
o que olTerece ..
pes'Joasquo o qoliareo,\tSX^nU^^lX!Vr nos' Clarins de daves,ditos l.zos,
._- JL cb. Rucho el..I S usoo, ein 3 voiumes; Cornetas de chave., ditas liz^s,
^*"^W .***>';* 4 ?? I :ir cnenio.de mu loo la eoill poslo puf leu
i, Cjssultoriu cnrraAt iioMa'oriTiiico ciscoSoaie. K.neo, emSvol
9 nt peiisamblcn. Rjcllement.r aiialuuia, ou drfs..
t> Dervjiaopelo r. Snlnno Olegario l.ud- <4 ,Siuta dos o Do-, odus cllomeulus organicus Je Camnainlias Pratos, ViolSeS fi-
? yero l'inko. 9 do que ce coiiiprou u c irpo huaiauu, p.ir A. ,. '
* L.J. Bayle vuiumo ; i-hurmacupea unever- nos e ordinarios.
(al, por A. S. I., fuurdan, em 3 voiumes ; ^^# <(8!B^#*%
Diciuua io dus le mus dme lecina, Cu urga 4& Ven lom-sa risra lus largos a 160 rs. 4)
gia, Auluuia, Pliariiacia, th-tiiia natural-, o covado, sarj.lu largo de pal us e 4
l'nnica, por Jordain, Sauron Bcgm eoutros fe) meio fa/.end. paia escravos 331 rs 9
em I Vuluine Tuda a hlsturii da c inquisla > e mais n.treilo a 360 rs., mais ab'XO 9
l'.aiii'r/a desdo 1763 allio 113, em 37 vulu- (r a 330 rs, Cmloaias.sedas, manleleies 9
Rua do Tiapicne .Novo n. 15. 4
Todos os ilias uleis se dar3u consultas 4
) e remed.ns do grac aos pobres,desdo *
if pela inaiihil, alo as duas huras da lar-
* de. As currespoudencias e inifurma- 4
W> c,>s puderilo ser dirigidas verbal- **
9 mele, ou por escripto, devendo o #
^ lineiit ; indicar primeira: o uume, a 4
'( idade, esla.lo, prolisaSo, c constitu- 4
t cao segundo: as molestias, que lem 4
tidu, n us remedios lomados; tercei-
(1 1 11 poca do apparecimenlo la mu- *
9 loslia actual, r ilcn i| r,i 1 uiinii-n-i. 1, fe
4t dos sign.es uu symplumas quo suffe. *
4i9+*i*4>4i>+)S99&#*4>*te, fe
O Sr. |.imiicisCu Aiitouio da Silva, da
ua do Itangel, queira mandar pagar a as-
signalura deslo Diario, e em quanto iio u
llzer vera o seu nofflfl publicado cm letra
reJouda.
Collegio, Espirito -Santo.
Director, l'r ncisco de Salles de
Albiiqjuerque.
O director do culb-gio particular Ispirilo-
iiioi ; AS 01 den i,'.'i I du reino Cum uVeUS ro-
le; lu mi ; ludo |m r ,ii.-t li 1 1 le ci.a 1 -.i-i b.'
seda, 110 pas.iiiu publico, 11 33.
- Ven le-so duis nuviliius, proprioi para
rachu.ide M.fios pi la sua movida le o gor-
dura : ,ili.it ir ruin Mauuel Luiz da Veiga,
em Saulo Amarin 10.
Veude-seuu oluga-su uma canoa a lieita
propna deeirregar rea em muilu bum es-
Uiio na 1 tu da Luncordia 11. 8
le lilo, pannos liaos, e uutras muil.s 9
9 f.zen las modernas e muilo baratas : fe
mu na roa do Crespo n. 10, loj. de J. L. 9
fe B. Taliurda. *
Aviso as docenas
Vendem-se abubras para doee : naJOadOCO-
lovelio padaria de dua. portas e uuia jaorlla.
Vinlio de Cliapaune,
Veiue-se um. uegra perfeita engum- de superior qualidule : vende-se n arma-
madeira, cuznheira n com mais algumas zem Kallkmanu Irmos Rua da Cruz> n- "
h I1.11 lad.'S, de boa conduela, pru. qualquer casa de 1 ,nn.1.1, t.nlu eslraugeira,
Cuma brasileira
II. 33.
Col Tinta em oleo
lrat-se na" rua du Kok llr,nc e verdo : vndese no armazotn do
hillliinum limaos, rua da Crnz n. to
Ksprllin de p 1 rede
Voodcm-se cubeitures de encerado mnilo com ricas mu Juros; ven lem-se" no irms-
" ....... III- ... w. ...... .. .................................. ......uu. ..J .^tl.vl... M .lili-
annio, sito na rua do Mmidegu do uairru da, fill0Sf ,,,. eobrr n,^,, e bancas : 110 ar- zem do Kllk.nann limaos, rua da Cruz 11 10
Tai'x.s.pares.crivose boceas de fornalha. Boa-V,stan. U avisa ao rcspeilavel publi-j ,,, ,,c Kllku
Ilcmaon irmaus, .u ruad. LivroS lll brailCOS
, artuazcm de kalkmaun u vciulcm-so 110 armazem do K.llkmann Ir-
pelos llluis. jrs l'ad.eleslre Miguel du ha- Jrma,)s Ma rua da j;rllZ ,,. lu> uln granio nUos, rua da Cruz, n. 10
Ca^rdoK^S^8^
brome.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a ui.lo, por animaes 011 vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragons para navius, euros r obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grados e portdes.
Lourcuco Tugo de l.oureiro, inspector do !i.]a,ies, ap,.arellius Cum.delns do vi lio, ap-
_!qoartu circulo, dos qoaes niHieceua mais parolhus para noucbu, liuteiras. cumpotei
plena aprov-eflo, nao so quanto u material ras e rirrarS |oas.
do cstaeleciuieiito que fui adiado reunirs ,(:_;,_
condicOes de hvgieno e commodidadw, v-aueirus.
I cumo pelo queie>Ua ,0 melhoJo do en-f Vcndeaj-sccadei sino, rigor das uisciplina e dirorcto moral. niazeui de K.ikmann 01 limaos, na ruad.
Us alumnos so acliam divididos em Ircs Cruz n. 10.
ci-sses : pensionistas, meios-peucionistas e j Charutos de II iv,111,1
r^r^rraadmto eVrado^iio ferros ternOS.-As materias que ali so ensiuam : |,0 superior .pandado vendem-so no ar-
tamas, carros de moe arados de rerros,s1u. fttmltM ,eUM8f grtmm,xia un, ma ||e ko'lkuull &ilinao8l ni ruada
,'. ,____ .. launa fran.'Pza e msica vocal o iustrumen- Crin n 10
Alen, da supenoridadedis suas obras.ja u,* nnMqM tudas altas se ach.minoun.- Voiide-.o a barcaca Solida, vaporde licientes pa.a Huma familia mclulos propri-
I, una pur preco cummuoo : a Ir.Ur 110 Ira-,a fundo da m-sm. ciza ouim ehBosB
fe Veode-se um eseravo aluda moco, e ?
> de boa conduela : na rua do Crespo fe
fel n. 10. 4
**** w-9S*S*&99 -++
Mulduras douradas
de lodas os larguras : vendem-sn no arma-
zem de k illl. 11 aun Irmi.s, ruada C'uz. n 10
~Vendem-so na rua das 5 ponas a ca; .s
terrea u. 81, qual tom da frenie 37 palmos
em. io de I .11 lo 63 ditos, com commodos su-
geralmente recuiilieenla, Rnwman rft Me,
Callum gar.nlein a mais exacta cunfurmi-
dade com os moldes o dezenlios remettidos
pelos SRiihures que se dignaren, de Cazero
lites encommendas, aproveitandoa occasiile
para agradecerem aos seus numerosos ami-
bidas u profssores ue recuoneci >o mei
da mus escrupulosa i-scoiliae ofiicialmeule iciio do Baruoza defrolito do Corpo Saulo amasma largura d caza, e com 38 p.lmos
apruvadus. O numero destas materias 011 ||. c deundo, que laz frente com a Korlaleza das
disciplinas sera augmentado pro.orcau Vcndo-sn uma vaca, com a suacompe- 5 puiil.s, em qui pode-se fazer outra pro-
das n.scessi.ia.ics do oahel.cimentu, po- tente ca, assm romu uui terreno com l0 pnadade: ven lem-se para cumpiimentns
Ha rua Dlreila, casa u. G3 precisa-sede
urna ama seca.
Aos dentes.
J. A. S. Jane, den'is'.a, lem a honra de -
ivol pi
no*..
ua iie apro-cntar a seus cuuci.l.adaus um es- -. N, rua du Hospicio, n. 14, vende-se um
taln Irn.nenio da piiineira ulilidade, undo cavalio alasiiu, gurdu. cum bou. andares,
coa. todo o esmero se procura apeifuicuur minio bom para us passeius d testa
0 espritu da muc lade, cummuioc.ii lu se- Ven .e-so o Sanio Milagro um que se
1 lie o mu tendencia mural e riligiosa, que' nianifesU au publicu o hurruruso atloutadu.
visar ao respeitavol publico, que se .cha "'""> a ser o ge mandas mais lisongeiras aculado pur um lecelfio no remudo Va-
esperancas. -O aniiunciaiile Cunlia, que | lema, contra a semcHian^a de N. Sr. Jesu
CbriatO, e u castigo que leos lh deu, corn,u
ja .o '1 L.'ni da paila d'aquelles quo lazein
tarde ; o anua, ente end.e.t de u .. tu- '0',s,.sliBr.u gX'lllfZ!!?'' "" aC"
dos os denles, que p.ra isso lem um com- curada o lucacilo do seos tunos.
pelo sorlimcnto de denles arlillciaes de
residindo na rua nov, primeiro andar, n.
prompto
chamado das 9 horas da manha at as ida
19 undo estar sempre 'prompto qu.lquer ^ seuscns.ios nSo so perderao por f.'llade
porcelana, spiiIo osla romposicao uicrri-
gival mu dohcdilos Jo ultimo kos1. l0~
dos os mais rcot*tforios umi.IciI > a sua
profissao: o annunciante as.scvora a lodas
as pe&soas que quz rem ulihsar do si-u
|iti--t 1 no, i| i'* tifio PZaTfl *M illIUiOfl nilo
CiOlIipi'S.
Compra se uih par d*'canlerts usa-
dos, pura pipas ; na rua do Ilang* I, loja n. 5.
- CMiipi.iin-M' .iLinii.i- ..!> t cibras,
sendo boas Ifiteras: u as cabra* anida iiilo
dos meus, poiso Taze-Io agora inesuiu, Htu be;
desdf a m inti-i fare mais ainda, abando*
nar-lhc-hel (udo
-- Que homem orgtilhoso! quer ser genero-
so porque u.iu se siilccom li> t r-. p i;.i ser jus-
to! Que ser do nouie de Hcauregard, se o Sr.
nao possulr nada que o ajude a suslenia-lo P
Orear-me-bei uinaiorie para mim mesmo,
respond u orgulliu?iaiiiente Trisiao.
Crear uma surie por si menino, menino!
com seu carcter roluvel, com 9uasu d.i.lr, com suas inquietaedes iiiceaiantempoic
renascenles! Ouiro lautu valeria dlter que a
canahe um carvalho, que a torrente qiif fuge
he lo iinmuvel quant os roc-edos que bor-
d.un auas margens. Crear urna sortc por si
meimo, quaudo tem recebldo da mu de Ueos
ti'ni iiilelramente felta 1 Ah! ah! cllejea-
queceu que i i primeira maaifestafo Ueste
voto inseniato, niipio, que devta.p,,..
K paralyllca parou subitamtute; seu ouvi-
do dotado de urna Huura inaravilbosa, acabara
de reconhecer o passo ligeiro de Alliette pelas
pedras do vestbulo que servia de antecmara
ao salo, NO| passageiramenle agitada pelo exercicio desia
i'aculdadc, lia tanto teinpo suspensa de expri-
mir seus pensainenini por palavras. tornou a
Lomar sua naiiiohilidade doce e melanclica,
seu olbar dominador toruou-sc errante, c
um sorriso vagopiuiuii-lbe sbreos labios co-
mo para diter: Knainot cerrados, nao tema na-
da. Meste moineiito Alliette entrou.
Quem beque Ihe eslava falaudo, meu ir-
in.ii* j* pergunloua doniella; serla .acaso vos-
se, iiirnha boa Leclerc? accrescentou ella gra-
ciosa uienie.
A parlytica levantou os olhos para o co c
fui semiente eulao que Alliette observou que o
tost de TrUto estava paludo edeafgurado
como o de um bomein que ae levanta de urna
tongadoenca. ,
Grande Dos! que tem voss meu irmfio'
exclamou ella eom a mais terna e dolorosaan-
xledade. Reaponda-me por favor, meu amigo,
repllcou Alllelte depois de ter esperado, du-
rante alguna minutos urna patarra de Trlstao.
Dlga-me, meu bom irmo, o que be qne Ihe
acconteceu? Devo e quero tabtMo.
--Aconteceu-me, mlnba Iriua que crlouvir, l
i .Mim \ i-s.', uma voe estrauba,
multo mal! mas acho me inrlln
>.io me iIi'im's AlletU', cu
ilO ffZ-Illt
arasora, g''-'-
ternura de sua innaa, se prosa que ha un mun-
do una raso oapasda enfa'|iict J-l *? 0
-- Ha uma, Alliette, balbuciou Tristo.
Descolpaa, ni'Mi pobre Irmol Vossca-
Vussocculta-inealguina onuaa, meu ami- U-sc porquitnao lem Oonauca em mim. o-
go interrompeu vivuneiite a donxella, olhan- nheca-me iiirlhor, meu bom Tritao.^ ^P0|<
do alteriiativamente para u Irmao e para a pa
cas a sua presenta,
l'u supplico ;
ralj tica. Ah .' inianto voss be culpado, Irla-
i-i de desconfiar assim daquclla que nao se
oCcupa seno de sua pessoa '
He verdade que son muito culpado.....
mas eu ropararci in ohas taitas. Ku is repara-
re! tudas, Alliette: tudas, enteudes-me bem ?
1N:io Ihe exprobo senu a de occuliar-mc
su is Allliccdes meu amigo ; ella he grave, mas
he nica e fcil de reparar-se. Mi Leclerc,
so ouvir tudo, tu lo saber! coiilinuou ella a-
baltanda a Vos c litando sobre o irmao um
olliai noqual briliiava a all'eivao a mais pro-
funda ea mais ipaixonada.
Se eu llic fallaste de mens peiares, seria
consolar ine; porciu nao devo faze-lo, miiiha
irmi.
--Mas fallar-ine dc'Ic, nao he conlia-los |
exciamou Alliette. NO suu um outro ui, meu
vera o eU de ailaidlj ti. 39, ,cl pre^o de 8 rs. ca-
da um,
Vendo-so oulroca-se por qualquer pre-
dio tiesta cidadr-, um sitio com boacass de
vivenda. cucheira, es riba na, c^sa para pre-
tos, o btanlo arveied-i. com finidos para
a estrada que segu para a Cisa forte, e
trente p.i i a csliada do Arrala! : Quemo
prclou Jer dirij.i-sc a rua do Si Casa u. 1.
voz baixa, como se tallarse com sigo incsiiiu
conaegul'Io-liio.
TrlslOf inurmurou ternamentc Alliette,
Peidoe-me, uieil amtgu, coulinuoii ella ilepuis
de um curto silencio comiuetti urna lali.i em
fazer-lhc tantas quesies, mas proiueiio-lb
dr boje por da ule nao Ibe dier mais nada, ju-
ro-lbe pela alma de u^sso amado pai.
Mas sr piocuiares saber...
MofarellMO tambem...esperare!.
-- Entreunte ten lio ueceMSidade de l. A l-
.it 11 ; por v iiioi i miulias refusas te impedi-
ram de ajudar-me a saiiir da ponitao luisa em
que me teulio collocadu ?
Minlia dcdicafiio be sem condic.cs! Nao
Se cuiiiinetieste alguma falla que te descoulic della, apvzar do que acaba de p-s-
renre-se, coulinuou ella dirigindn-sccoinuiiia atormenta a cunsciencia, nao devo expia-la sar-se
flrmeaa doce paralyllca, pois desejo icar s comligu/ Ah! recunando associar-me tua
pursdcoiu meu Irmo. v da, queres que eu nao viva scuao meiade,
l H-.iio nao foi bestanle senhor de si para ?io sou^euao uma mulher, urna menina tal-
occuliar oallivlo que esta crdem Ihe faiia ex- vez; mas teuho foica ua alma e esta furca me
perlinentar. easatisfacao que sua phyiouomia inalira, se nao a empregar em carregar a mi-
exprimio repentinamente, contirmou Allieilo nha parte do fardo de la existencia !
Tu a carregas, ha inuilo, sem de tal des-
-- O ln'iin d'lgornay sahiu daqui ha pouco ,
proinetti-lhcde novo tua mao pjra caaar.
Pul* bem nao prometo obedccer-lhe,
meu irmo.
Cumprc que te retractes,
~ iNo resultara de*sa rclraclacio nada de
funesto par* votst perguntoii Alliette, cuj
confiares, mioha pobre irma respondeu coraeo demasiadamenle alUicto uno Ihe pe.-
Tnswo enternecido, e he para que nao suc- mellia a legrarse nem mesmu interiormente de
i-umbis debano de la carga que refuso asa** nma cousa que a terla encautado em qna<
ciar-te s horriveis torturas de meu cora cao. quer oulra ciicumstancla.
Kslou persuadido que me perdoarias se sou- -- Espero que nao. Isso nao he ainda tudo,
besses ludo, mas nao ubstai.te isso, nao me mioha innaa. O sr. Vialard escreveu-mc e-
mulo com coragem de fallar, pois se eslou ar- ta manlia communicando*me que o Ur. twian
rependio, ainda nao live a energa de calcar tulla ido couliar-lhe que tua amiga Coriua me
repen
no pensainento de que a paralytlca nao era es-
tranhaao que acabava de passar-se Ksla nao
deixuu que Ihe repetissem a ordein de retirar-
se, e eucaulnhou-se lentamente para a pona,
depoi* de ter dirigido a Alliette um sorriso va-
go e affectuuso que parecia dizer : Veja como
sou submis-a.
Trisio tu ou linmovel emquanto ouvio n p.is-
8o pesado de mal Leclerc retumbar sobre as ..
pedras do vestbulo ; mas logo que este bruldo aos ps o pensamento que me fe criuiiuoso. amava. blle accresseota que miaba cuuduc-
cessou, um suspiro profundo escapou-lbe do (.uripra-se. o meu destluo, Allleitc. Se elle fur ta nao he lienta de censura e diz-me que he de
peno e elle exclamou. tal qual o tenlio souhado, ser talvez a minha meu dever pedir seui demora tua amiga cm
Eiuflm, inhiba Irma Hco-lhe mullo obrl- excusa; no caso c .ntrarlo elle bastai certa- caaauento.
gado I Voss livrou-iite de sua presenca Mais mente para mtuba expiraco. INo me per-! E que fez vosti), meu irmo ? interrou.-
tarde nao tena ach ido aqu seno um pobre gnnies mais nada boje ; o lempo te ensiuar o peu vivamente Alliette.
iosentato. Ah voss he o meu aojo custodio reato. 1 rul ler luimcdiatamente com o Sr. Via-
Pois sim '. j que o reconhece, meu amigo, O lempo, meu irmo 1 ser ento a obra lard e rogeul-lhe que dcse esle posso ein meu
abra-lhe seu uora^.io : isso he Indispeosavel se de Dos, e nao o fcito de sua amitade ; ah por uume
qner que elle cootfoue a vigiar sobre Tut. mais que vust faca, nao conseguir nunca -- Meu irmo voss tem um corafo nobre .'
-- Quer que Ihe abra meu coracao, Alliette? tornar-,ne indlffereute sua sorle. Quem sa- exclamou Alliette. c Dos Ibe ha restituir o
Ah por certo que nada no mundo me poderla be dentis se esta voz que votse creu ouvir ha repouso para recompensado,
ser mais doce; isso terla sem duvida cumprfr pouco, nao resoar lambem aot meus uuvidos Ah' nao cre diguu (filie pe** Impovia
um dever.,.. mas mioha boa innaa, he Impos- c nao me revelar a cauta de tuas myttcriosas que v sem demora casa de nosso vclho >nn i -
slvel.... tenho necettidade de sua alleico...., dores! go, o cura, para dlzcr-lhe que tenhu mudado
e perdc-la-na se voss soubetse o que me faz Trlstao batteu na testa com detetpero; um de resoiuco. NSo devo mais catar com Co-
toVer. I nevo perigo acabava de apparecer-lhe. ria I
Ah: Tristo, que ideia (em vaste ento da I Quer ein lornar-me louco, ditte elle em Vosse nao deve utais catar com Corma
I llegados ni rua direita, Udo lo Tt^o. na
c-iza, Fraiii-isco llamos May, n l, das
horas da fnaahffa de as 3 da tarde.
tf Voudt-Srt nsi-ado de I pul nos da 9
9 largura a 120 rs. u codo a di ihei'O ;?
.#* 4>S++*S #
Veii'io-sn um escr.vo de honila fi peiilo oin.'iil le pedrniro; um bonito mo-
lcula du 18 nno-, muit. robu.lo ; -2 tiro-
tas cum h .bili lade"; a nebros bim iraba-
ItiulO'es da eni'bada, el mulaliuho da 12
iimiii.'-, muilu esparto i na rua largado Ru-
orio ii, 22, si-gunJu andar.
Principios geraes de economa pu-
lilii-i e industrial.
Ven le-sn este compendio, approvalo para
al aulas de prirnairai letras, a 480 rs.: ua
naca da Inil-pon toncia. livrari. n 6n8.
Nio, iimiii i innaa. Se meu pai fusse vi-
vo drs.|>pruvaria eilc casamenio, baluclou
rri.tia
i., un Ihe dfssc isso ?
viiuha irma, vosi pronietieu-me uao
me faaer mais pergiinia. i lie j chpgado u
moinento de ser ii< I a esta proines.a.
Alliellc I. mu vivamente as mo. fronte
e cuiiiprimio-a com furca.
Sua raso, meu irmo, oo be a nica
que esi em perigo, dissr ella penivelmenie,
miiIo.....i'.ii a minha desvairar-.c. Hein vi,
.n-crescenlou a doiurlla eom urna expresso
didurosa di' ternura, que ein todas as cuusas
li.i m.i'I un.I il.' cutre inii.
Nesle mumenio uru pensamento generosu
issoiii.'ii repentiniiiiente oo curasao de Trls-
utu. e se este ficou silencilo durante alguna
.lilil .... fui muilu mais pura recolher-se cun
igo mesmo do que pira hesitar.
hlir pensou que ,e dlssc.se ludo a Alliellc
sua pu.icau sena iinmediataineuic ineoo. fal-
sa, e que atieouaria assim pelo mrito de
sua franquna que podrase haver de penivel
ein uas cunlisstVs. nu.-iu sabe inc.ino se .ua
hondade nu cliegarii ai a pr.icurar coo.o-
la-lo ? Se islo acoulece.se, mi Leclerc .eria
mullo menos terrivcl, porquanlo Alllelte ob-
len! della o que iilnguem puderia e.porar
ubier -
Que quer vos.ii que eu f.fa, meu amigo-
perguulou Alliellc depol. de ler esperado^ a
resultado da preoccup.co evidente do Irmao.
Ilir iui|ios.ivel que nao louicmo. umai (MOlalO
.gora un-.un; reluca que trala-.e de roui-
iirerum ajuste felto, e Impedir que e fafa
uuiro em seu nome, nao ha um sii minuto a
'' lrei ler com o Sr. Vlalard depol. que
i iiiuniius i quanto ao Sr. d'lgorna,.....Meu
leo. .' hcIjimihi repentinamente Tristo Inter-
rompendo-se a si mesmo, l vem o doutor e
su. mulher! Que ser de mim, se o Sr. Vla-
lard Ihes tlver ja fallado?
Con cft'ctto c doutor Urlanl e sua.senhora
i-iiii.iv.hu no jardiin e dirigUm-se para a es-
cada do ca.lello. Seua ro.tos estavam radian-
tes de urna doce emoco. prova de que o cura
Ihe linba ja tallado.
(Caalinnar-M-a.;
JL _1


Casa de coramissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
.sc de committfto, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece mullas garantas
a scus donos na ra da Cadeia do
ltecilen. 61, primeiro andar.
para curar da phtysica em lodos os seus
dilTerentes graos ou motivad por consli-
pacoes, tosse, aalhma, plcuriz, escarros de
sangue, drde costas e peitos', palpilaco
no cornejo, coqueluche bronchitcs ddr
de garganta c todas as molestias dos or-
gSos pulmonares.
De todas as molestias que por heranca l-
cam an corpo humano iienliuma lia que
mais destruitiva tenha sido, ou que tenha
zumbado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do se-
cuto passado, tendo-se offerecido ao publi-
co diferentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle lom (cito ;
purm quasi que em todos os casos a ilusio
icni ido apenas passageira c o docnlc
torna a reralijr em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio to rc-
commendado outro tanto nao acontece
rom es le extraordinario
Xaropc de bosque.
Novaos c. Companliia, os nicos agentes
uesla cidade provincia, o nomi'ados pelos
Snrs. II. C, Vates geraes no Kio-de-Janeiro mudaran! o de-
posito deste xaropc para a botica do Snr.
Jos liarla C. llamos, na ra dos Quarlois,
n. 1-', junto ao quartel de polica, onde
M'inpro icli.i i .'ni o nico, c verdadeiro, a
5,00 rs. agrrala, o a 3,000 rs. nieias gar-
rafas.
loria do porto, ditas com dito de carcavel-
los Inanco,ditas com dito de colares: na ni
da Cini numero 46 defronte do Sr. Dr. Cos-
me de S Pereira.
Deposito da fabrica de Todos oa
Santos na Balita.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
oa ra da Cruz n. 4, algodSo transado di-
qaella fabrica, muito propno para saceos de
assucar c roupa de escravos, por pirro rom-
modo.
Vende-se cola do Rio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptoiio de Ma-
chado & Pinheiro.
Corles de brina de listras, para cal-
sas, a i,44o, i,5oo e 1,800 rs.
Vendem-se corles de brim de lislrns de
cores, a 1,440 rs.; ditos de brim amarello, a
(,500 rs. ; ditos lirancos de puro linlio, pro-
pro para militares, a 1,800 rs.; esguines de
algodAo com 10 l|9 varas, a 2,500 rs., a po-
ca ; chales de 13a de bonitos padres, pro-
prios pora andar em casa, a 3,-200 c 3,600 rs.:
na ra do Crespo, loja da esquina que vira
para a Cadeia.
Novo sortimento de cobertores, a
800 c 1,280 rs.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vi-
ra para a Cadeia vendein-se cobertores
brancos de algodilo, com barras, de crese
muito grandes, a 1,280 rs. ; ditos oscuros de
tapate, para escravos, a 800 rs.; gangas de
quadiinhos, para roupa deescravos, a 120
rs o covado e outras multas lazendas, por
preco commodo.
l'echincha Econmica.
Ilechegado ltimamente um novo sorti-
mentodebrins pardos.de linho,escurse
claros pello barato preco de 1600 rs. o cor-
te ; ilitos de linhn e algodSo pairos mo-
dernos e de bom gusto a 1280 rs o coate : na
ra do crespo 11. 11 loja do '
Das.
mendavel as casas estrangeiras, como ox-
cellente vinho para pisto.
Moinhos de vento
eom bombas de repuebo para regar bortas
d baixas decapim : vendem-se na fundicao
de Bownun & Me. Callum, na ra do Itrum
ns. S. 8 e 10.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuso,"
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de (erro.
Vende-se superior cognac velho, em
barris de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Kellcr & Companhia.
Yendo-so gesso em barricas, vinilo no
ultimo navio chegado de franca, tendo ca-
da bainca 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
TniXHS pura ClIifeilllO.
Na fundidlo de forro da ra do Itrum,
araba-se do receborum completo sortlmen-
to de luisas do 3 a S palmos de bocea, aa
quaas aclmn-se a venda por precio com-
modo, c com promplidilo einbarcam-so, ou
carregam-so em carros som despezas ao
comprador.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 42.
quer parte: nt ra da Cadeia do Recife n. 1 sitio com casa deviveoda, sendo em paite
60, 00 no boceo do Monteiro, oitSo da loja que agrade: trata-se na ra da l'raia, ar-
dos meemos n. 2.
Vendem-se dous negros de nacSo, de
bonita) figuras, representara lera idade de
35 annos : quem pretender dirija-se a ra
do Amorim ns. 56 e :.8 : a tratar com Mi-
noel da Silva Santos.
Vende-se no MaranhSo, a fabrica
de bugias st tari as e salido.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chavarles, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nhense, na ra do Pioponto, des-
ta cidade ( porto dos remedios ) ,
a saber : casa em que est mon-
tada a fabrica, com 20 bracas de
frente e i5 de fundo ; 2 prensas
hidrulicas, orisontaes de forca de
600,000 libras, cid 1 nina 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreler sebo; todos osperten-
(ces necessarios para o fabrico do
stearina c s-bao ; g escravos en-
Jos Francisco
*
*
?
i
ARADOS AMERICANOS.
Vcndcm-se arados ameri-
canos verdadeiros ebegados
dos Estados Luidos : na rua *
do Trapiche n. 8. 4
Para as escolas.
Vende-so 110 paleo do Collegio, loja do
'vi 'i azul a syuopsis do general Abreu c Li-
ma, ol un ano lid' adoptada pelo Bxol. presi-
dente da provincia como compendio de In-
tura e historia do l'-rasil as escolas prima-
rias da provincia.
I'reco em brochura 2,560
Lncadernada 3,200
.Nova fabrica de chocolate homteo-
pathico.
^la nova fabrica de chocolate homu'opa-
lliiuo, se encentra o seguinle: chocolate ho-
inceopathico approvado e applicadu pelos
Srs. Ilrs. da honiiL'opalhia : na rua das Irin-
cheiras n. 8, lia mais o seguinte : o grande
chocolate lino amargo hespanhol para re-
galo, dito entro lino temperado lambcm
para regalo, diti para o diario ; cha pretn, e
ilisson, superiorcafe muido puro, cale puro
de cevada.cauclU muida, assucar refinado e
d caroco de toJa ipialidade. luJo mullo
honi; c vende-se por proco commodo cafe
um caroco, cevadu, o puxuiu.
Farinha fontana noar iazem
do barateiro Joaquim da Silva
Lopes, na porta da allandega.
Atttiirdo.
Vende-se urna machina compiola, nova c
muito superior, da torca de qualro cavallos,
alta prsalo, com a sua competente moeu-
dado assucar, por preco barato. Advorlc-su
que vende-se a inaclnna junto 011 som a
moenda : dirija-so em casa do Admson lio-
wiefc Companhia : no trapiche novo no lle-
oifa 11. 42.
Deposito do cal o potassa.
o armazcm da rua da Cadeia
do Kecife n. 12, ha niiiilo supe-
rior cal de Lisboa, eni pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
vende-se urna padaria com todos os I
pertences, para se trabalhar, muito afivguc-
zada, na rua direila dos Alogados, da-se
por preco commodo, garante-so a proprie-
dade ; quem pertonder dirjanse a casi das
allirices a tratar com o ariomattiile das
mesmas.
Vende-se um cairo de !\ ro-
das, muito leve c com todos os ai-
rcios, proprio para se passar a les-
Tui l'ollcslo 11. I.
Novo sorlimento de chapeos do sol, para
liomem e senhora. a saber : -chapeos de
sol de leda, armadlo de balea, de 4,500 rs.
para cima; dilos ditos para srnlior?, de 4,000
rs. para cima ; ditos Jo panno lino, de ar-
macJo do baloia c de Ierro, da 1,600 a 3,900
rs. ; ditos dilos Jo armadlo de junco, de
1,200 a 1,800 rs,, tolos limpos : uranio sor-
limento de sedas c pannos, om pocas para
cobrir os meamos, ballas para vestidos e
esparlillios de senhoras. Concert:im-se to-
das s qualiddcs de chapeos do sol, ludo
com pertaiclo e por monos preco do que em
oulra qualquer parte.
Attencao a pechincha.
A 240 rs., na rita do Crespo I. 11, luja de ioic
I lamisco Das.
Vendem-se finissunas chitas francezas co-
res muilo lixas, padrOea lindos e de novos
desenhos, lingindo cassa, pelo barato preco
de 240 o 300 rs. o covado, uitas etl'eitaa de
novos padres a 200 rs, o covado, brim tran-
cado ue puro linho cor do chumbo e ama-
relio a 1,600 o rete, los pretos mullo gran-
des a 2,000, riscado lianoei a 160 rs. o cova-
do, e coilas escuras a 160 rs. o covado,
assim como outras mullas hiendas pelo
barato preco.
Aos u:O0O,?00O de is.
Lotera de iN. S. Ociuleliata Salusliano de Aquinu Kerroi-
ra, laz acianto ao respeilavel publico, que
as rolas Ja mesma lotera, endam inlalli-
vcl no dia 30 de airosto vindouro, e as suas
mu afortunadas cautelas eslilo expostas a
venda, na praca da linio: andancia n. 1, loja
de miudezas ; na rua da Cadeia do Recita
n. 46, boa de miudezas; no alono da lio
\ isla u. 38, loja de calcado, e na rua Uireita
n 124, loja deourives.
Premios corresponden-
tes a sorte de 5:000/
Presos das cautelas
Neate est'ab'eleeimento' conli- tendedores do servico geral da la-
mia ahaveruin completo sorti- bric< i i terreno annexo a ialinca,
""" 7 bracas de frente e i5 de
i dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de Irenle e
28 de fundo : as pessoas que pre-
tenderen! comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
ra^ff^f ap i^ ff> ^ aj1 iaj V V iw a?. Na loja do sobrado amarello nos t#
fja qualro cantos da rua do Queimado u. f
|> 29 tem para vender um grande sorli- 4
a> ment do fazenda9 para vestidos de % senhnra, consislindo em cambraias 4
a) de seda, sedas brancas, do cores e Tur- 4
t> ta-cores, e a modernissima fazcuda 4
(> denominadaprimor da exposicflo v
a> la/en la inleiramente nova e de deli- 4
|$ cado gosto : ludo por prec,o muilo +
em couta. >
Na rua do Crespn. 23.
Vendem-se as seguinles fazondas baratas:
Chitas linas a 120, 140 o 160 rs. o covado.
ment de moendas o mcias moen- com
das para engenlio, machinas de '
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de lodos os lmannos, pa-
ra dito.
Vende-se
A rroz de casca,
/"arello novo,
Cha prcto,
Chumbo de munico,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim n. 35.
PanilOS llll lldades.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
volla para a Cadeia, vendem-sc panno lino
prelo, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,300 o 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e muilo su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito mu, o claro, a 4,000 rs; dio cOrde p.ias modernas a 5,000 rs. a peca,
rape a .1,000 ed.DOOrs.; cilios do casini- ,.uvas d re(la bordadas do soda a 120 rs.
", fVeU< I'000' 6.008.0".; ditos de Moios chales de tarlatana a 320 rs.
cor, a 6,400 rs., o outras lazendas o mais eills do algodao prelas para sen|,ora a
barato possivel. 480 rs.
(era de carnauba.
prelas para
Lencos de soda para grvala de homom a
O mal superior que ha neste genero, ven- 4*0 rs.
dc-sc .ni porcao c a rctalho : na rua da Cadeia hilo* de cassa e seda para dito a 320 rs.
do Recife, loja n. ,H) de Cunha s. Amorim. Meias fln par, menj||as 32 rs.
ijapa(5es de lustro.
Vemlcm-sn sapaloes do lustro, a 2,500,
3,00o e 4,000 rs. o par: no aterro da lloa
Vala, loja n. 58.
v i ma mala peeliinelia.
Cortes de casimira prela, lina, por 5,uno
Lencos de cambraia com bico a 320 rs.
Kiscodo francez muito lino a 160 rs.
Cortes do casennras linas c modernas a
5,000 rs.
Cassas chitas largas e unas a 320 rs. o cO-
vado.
rs. ; ditos de cores, a 6,400 rs. ; brim bran- ^'incoza preta com vara do largura a 800
co trancado de linho, a 1,800 rs., o corte do rs- ocovado. E outras multas fazeudas
calca ; dito escuro, a 1,600 rs.; dilo de lis- Por I'reco commodo para acabar.
Iras, a 2,000 rs. : na i na do Crespo n. 6. ?*?*$*f>*****f6,a>>
Nova pieliinclia. 9 Na loja do sobrado amarello nos >
Cortes ilc cassa chita, a 2,000 rs.; ditos de chi- 9 quatro cantos da rua do Queimado, n. !
tainleiros com 12 coludos, a 1,600, 1,800 c 9 20, continua-se a vender cortes do chi-
2,000 rs. tas com 12covadosa 1,600 o 2,000.
Na loja da esquina da na do Crespo, que $9999Q9G&9%9&9999Q*$+
volta para a Cadeia, vendem-sc cortes de, Ao madamisino do'bon gosto.
d."0s.dc. c}"''' !Acata deckegar para a loja de J. oa,uim
Mnreiro &. Companhia na rua i\ora n. 8.
Ricos turbantes do lilet ou retroz de ur.ii
lindas cores e de muilo boa qualiilade, he
objcclo de gosto, e conforme os ullimos li-
gurlnos, I......se v que lio um dos mais bul-
Cuartos 2,600 1:150,000
Quintos 2,100 120,000
Decimos 1,100 460,000
Vigsimos 600 230,000
Vendem-se velas de espermacote, em
caixas, de .superior qualidade : em casa do
J. Keller & Companhia i na rua da Cruz nu-
mero 55.
-- Vendem-se cera em velas ,
labricadas em Lisboa c no Rio de
Jo.'iui i. cm caixas de 100 libras
sortidas, de i a i em libra, e tam-
bera de um so tamanho, por me-
nos preco do que em oulra qual-
quer parle : Irata-se no esciipto-
rio de Machado & i'inhciro, na
rua do Vigario n. 19
andar.
-- No armazem do lazendas dci.ouveia <\
Leilc, na rua do Queimado n. 27, so encon-
trara um completo sorlimento do lazendas,
mais baratas do que ca oulra qualquer
parle, bem runo ojlimos cortos do inur-
cassas chita, a 2,000 rs
1,600, 1,800 c 2,000 rs. ; ditos de cambraia
branca com listras decores, a 3,000 rs-.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; corles de coleto
do lusloo do ultimo gosto, a 1,600 rs e ou-
l6s uiuilas fazeudas por preco commodo.
4)S* + 4 *<> **:4l*#*
ir Altoilao para saceos. tt
Vende-so muito bom ulgodo para #
fe saceos de assucar, por preco commo- <
^ do : cm casa de llicardo lloyle, na ?
<) rua da Cadeia n. 37. ??*:** Wr<:m*9m%m
Veudcm-se relogios de ou-
10 c piala, patente inglez :
da bcnzalla Nova n. 42.
Moendas superiores.
Na fundiciio de C. Starr 6; Companhia,
cm S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de carina, todas do ferro, do um modolo e
conslrucc.lo muito superior
Arados de Ierro.
Na fundicSq di Aurora, em S. Amaro,
vendem-sc arado : do ferro de diversos nio-
t v V iUffW y V f V 9 V 9 ??
g Deposito d 1 tecidos da labri-
,> ca de Todos os Santos,
na liahia.
Vende-se em casa de Domingos Al
-> ves Matheus, na rua da Cruz do lie- G n. 58
los adornos com que o amavel sexo de-
vo entallar seus penteado*, grinaldas de tlor
de laranjeira, roaieiras do (il de linho,
Igolinhas para senhora de muilo bom gosto,
lluvia do pelica guarnecidas de trancas e
borlas proprias para noivas, meias do seda
de peso braiioas e pelas, lencinhoi de seda
pequeos a 720 rs., leaos de na rua ja, padres novos o proprios para hombro
de senhora, sapatos de setim brancobem
alvo, dilos de couro do lustro, luvas do soda
de loJas as qualidades, assim como unas
do Irocal viudas de lisboa que se vendem
por i ,i oa rs. par, flores brancas para en-
fcites de vestidos, ditas para chapos o ou-
tras mais lazendas do gosto equalidado que
na musma loja se uendorlo por prcc,o com-
modo.
I'ara llores
Vende-so vasos de lodosos lmannos pa-
a llores, do mclhor gosto quo tem appaio-
cido nesta pracs : na rua da Cadeia do Re-
cita n. S.
II i luis envernisados.
Vendcin-se bahus envernisados, proprios
parv costura : uoulciro da liou Vista, loja
m
segundo
ta: na cocheil'd do Sr. Miguel Sou-'sulma de cordo mui procurada para
. saias; ricos cortea do alciu .s, de algo 1:1o e
seda, a 2,00" rs., o corte ; dito inellior a
gei
no aterro di J5oa Vista.
-- Vendem-se dous arados americanos pe-
queos, com os competentes apparelhos pa-
ra sern puchados por cavallo.prnpno para
plantaces de capin, lanibom ilms grades
americanas proprias para alguin cngeuho :
na la do Trapichen. 8.
Attencao.'
Lasciuira de algodao c la a 5,000 rs., cha-
peo! deso de pamiilio proprio para o campo, a
1,000 rs. ,dilas de seda de cor, inglczcs a 7,000
is.; corles de fuslo para colleles a 500rs:
iiovos panos linos a piova de liuiao de cor ver-
de t-aiul a 4,590 rs,; dilos preos de 3,500, a
I",di i" rs. : chapeus l>ance/.es dos mlllioies
que lem apparecldo a (>O0,7,OO0 e 7,j00 rs.;
brim de liulio branco lino corle 2,500 rs. al-
paca de linho c seda mu proprla para roupa
de meninos por ser cncoipada c escura a tHtl
rs., o covado; no armazem de lazendas dcGou-
vcia 6t l.eiic na rua do Oucinudo n. 27.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca a mais no-
va que lia no mercado, e por baratissimo
preco: na rua da Cruz n. 13, armazem do
i. C. Augusto da silva, e no caes da Allan-
dega, armazem de Antonio Annes Jacome
Pirw.
2.80U rs.; bom madapoliio entestado, a 5,500
is.,apcca; novos corles docasiinna, para
calsa, a 5,500, 6,000 e 7,000 rs.
Tccido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
INa rua da Cadeia n. 52,
vendem-sc por alacado duas quahdados
proprias par saceos de assucar e roupa de
escravos.
Arados de Ierro.
Vendem-sc arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
de ferro : na fundicao da rua do
lirum ns. 8 e 10.
. Vendem-se amarras do ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Lotera de N. S. do Livramento.
No aterro da lloa Vista, loja de colsadon
cita D. 52, primeiro andar, algodSo <|
* Iransado'laquclla fabrica, muilopro- Jj
-^" prio para saceos e roupa de escra- ^
j* vos, assim como lio proprio para re- 2
des do pescar e pavios para veilas, <^
, por pre^o muito commo lo. ?*aa&AIMA iift***hmm
Jogos do visporas, a 1,000 rs.
No aterro da Roa Vista, loj u. 58.
iNo aterro da Boa-Vista, loja n. 18,
defronte do tribunal do
conuncrcio
Vendem-se fazondas muito baratas, men-
ciona-se aqu o precc de algumas paia ani-
mar ni..i- os compradores ; como sejam
chitas linas de cores litas e escuras a 5,000
l\a rua do Irapichc, n. 1^, ha rs.cada urna peca do 38 corados, algodOes
Anligo deposito de ca
virgem.
muito superior cal nova em pedra,
chegada ullimamcntc de Lisboa
na barca Ligeira.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. (i, armazem de Me. Cal-
moiiiai Companhia, acha-sc coniianleineulc
bous sorliuienlos de laixa de Ierro coado c
trancados oscuros e muilo encorpados, fa-
'zenda ptima para o uso domestico a 160
1 rs. o covado, islo lie en: porcoes, meias para
meninos de dous annos a 40 rs. o par, bnns
de puro linho a 240 e 280 rs. o covauo, cas-
sas francezas a 500 rs. a vara, c ditas escara-
piadas de 10 jardas a 1,920 rs. cada una
peca l
lentos o< tuiAa nc iitio unauu f p
o rasa como fundas, moendas n-11 az admirarao vender lazendas por
balido, i.ini
tiras todas de Ierro para aiiiuiacs, agoa, ele
ditas |iara armar em madeira de lodos os ta-
naiihos e modellos o oais niuderno, machina
liorisoutal para vapor, com forca do 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstauliado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, eseovens para navios, ferro ingles
lauto cm barras como em arcos folhas, c ludo
por baralo preco,
Vende-se saccas com leijao
inolatinbo, de superior qualidades
e prximamente chegado do Rio
de Janeiro : no caes da Allande-
ga, armazem gran.le defronte da
rampa.
(h hisson.
58, vendeu-se alem de ouiros premios e Vende-se cha hisson de boa qualidade a
meio bilhele n. 513, em quo sabio 1:500,00o500 rs. a libra : na rua do Crespn. 23.
da lotera deN. S. do Livrainonio, o j 25cO O par
, _' I de sapaloes de lustro, obra ba no aterro da
0 i' "oa-'^sta loja do calcado 58 junio ao se-
rs.
na mesma
loja estao o venia
Vendem-se os seguintea gneros de su-
perior qualidade muito em conta, queijos'meios, quartos, quintos, decimos o vi
londrinos frescaos ditos do pialo prizun- mos da mesma loleria, a qual corre nu,oj.
'.ospara fiambro, ilitos hamburguezes,di-!30deagoslocorrente. ,.
tos portugueics mclgaso para panclla. latas Ilutes 10,000 lepOSHO ae cal e poiassa.
eom bolacha ue Lisboa, ditas com OnocoIaU Meios 5,000 Cunha *: Amorim, vendem barris com cal
de caneiu de Lisboa, frascos com conservas ICm casa le .1. Keller &. Com-,'ein pedra, chegada polo ultimo navio de
nglozes,hcela e caix'nhas. muilo asseiadasf panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-' Lisboa ; ditos com potassi de boa qualida-
com massaa tinas para sopa, garrafas do vi-da o xcellcnto e superior vinho ilc Ol- de; o sem cxageraco declaran), que ven-
o jo muscaiii.de itubal, unas com dito fei- celias, om barris de 5.', he muilo recom- dem por monos preco do quo em oulra qual-
to barato preco.
Cortes do cassa chitas com 5 varas porlOOO
re., ditos com 6 varas por 2,000 rs-, pe^as de
chita com 38 covadoi por 5,000, 5,500,
6,000, 6,400 rs., lencos do cambraia do li-
nho para m3o de senhora e bolso d* homem
por 320, 360, 400, o 560 is ditos de cam-
braia de algodao com letrero muito engran-
dado por 280 rs. cada um, e muitas mais fa-
zeodas por preco commodo : na loja da rua
do Crespo n. S.
Vende-Si) sement de coonlro, muito
nova, ullmica-so a qnili lude, a 200 rs., a
garrafa : no atorro da lloa Vista, loja n. 14.
Collecco
fie poesas patrioticis, liberaos, brasilei-
ras, recopiladas dos jomaos desde o anuo de
1826 al 1851, por Luiz Pereira Viaona por
320: na lirraru do paleo do Collegio n. 6,
de Jo3o da Costa II ni rudo.
Veudein-se larinha de tapioca a 2,000
rs. arroba, charutos os verdadeiros S. Kelix
llrand.oi, ditos de Castanlio & lilho, a expe-
riencia l'rnviira, e do mais qualidades 0 de
lodos os sol tmenlos; ancoretos com azeito-
nas novas : no armazem ua Iravossa du Ma-
dre do Dos n. u; de I. V. de Lima.
Vende-se urna casa do 2andares eso
Cm no boceo dos Burgos n. 1, por proco
muito commodo, o tambora jo tioca por um
mizcm n 9.
I'ennas muilo superiores.
Vendem-ae a quarteirfio a 2,00 rs. : na
livraria do pateo do Collegio n. Me Jlo
da C. Honrado.
Tin'a preta muito boa.
Vendem-ft frascos de garrafa e meia a 480
Garrafas a
Meias dilasa 240
Botos! a 1,000
Garante-se esta boa qualidude de tinta ;
quando nilo agrade loma-so a receber, re-
ebe-se garrafas vasias a80r. : na livraria
do pateo do* Collegio n. 6 de Joo da C
Dourado.
Cha hisson muito bom.
Vende-se a libra a 2,560 rs.: na livraria
do pateo do Collegio n. S, de Joao da C.
Dourado.
Fennas de ac muito boas.
Vendem-se caixas com urna grosi a t,0O-
rs., e meias caixas a 500 rs. : na livraria do
paleo do collegio n. 6 deJoSoda C. Dou-
rado.
Cha brasileiro.
Cha brasileiro om lalaa de urna librea
2,000 rs. cada urna. Quem,considerando que
o cha da india he preparado com o ail, e
serr d ntro do vasilhas de cobre, e porcon-
sequencia impiegnado de materias veneno-
sas, quo affeclam a siude, nSo prclinra de
certo o cha brasileiro, quo he preparado de
um modo muito simples, o secco sobrla,
minas de ferro, tornando-se por isso mes-
mo muilo mais saudavrlP Vende-se no pa-
leo do Collegio, casado livroszul.
Cada um 3?o rs.
Na rua do Quoimado defronte do beco do
peixe frilo loja n. 3 vonde-se bouots de pan-
no Francez pello baratissimo preco de urna
pataca cada um e'tcs bonets sio recomen-
daveis nilo so pela barcteza de seu proco co-
mo tambera pelos seus agradaveis padres.
Paginas de juveutude.
1'm Lamartine.
Vendo-so pelo mdico preco de 2,000 rs.
riiiv.iiri nar.'ni iuleira: no paleo do collegio,
casa do livro azul, l.-l i excellonte obra
veilida em bom portuguez, o precedida do
um iiileressanle prologo do traductor, he
urna das mais bellas inspirarles de seu
aut ir.
Vende-se um cavallo castanlio novo :
na i na do Collegio n. 18, segundo andar.
llons charutos e barato.
Charutos da liahia do boa qualidades
1,200 a caixa de cem : no pateo do Collegio,
casa do livro azul.
i'or preco commodo.
Ven le-sa urna porco de cora de cirnau
ha muito boa, e urna porco de balcamo, e
rosina de angico, e 400esleirs do palha de
carnauba bem taitas : a tratar na rua do Li-
vramento, loja n. 18.
Vendem-se tabn eenxa mes de cedro,
toros de angico, e pedras de amolar; ludo
chegado agora do Penedo em casa de J. J.
Tasso Jnior: na rua do Amorim n. 35.
Vonde-se um bonito moleque, de ida-
de de 20 a 24 annos, por preco commodo: na
na do Crespo n. 13, casa de JoSo deSi-
queira FerrSo.
Vende-se o sobrado n. 36, do 2 anda-
res, na rua da Guia, cm muilo bom estado,
com um armazem no fundo para embarri-
ce r assucar, botando a frente paraa >ua do
Apollo n.7,a tratar ua rua do Apollo sobrado
de 3 andares,ou na | raca da Independencia,
livraria ns. 6e8.
Vende-se a bibliollieca universal das
viagens : na rua do Collegio n. 15, primei-
ro andar.
-- Vende-se plvora lina: m
liavc.sa da Madre Dos n 5, ar-
mazem.
Cha prelo superior.
Leva mate, muito nova.
Vende-se na travessa da Madre
de Dos n. 5.
Venle-se urna tavorna ,
la n. 36: trata-se na mesma.
Vende-se cera de carinaba em casa do
J. J | la-so Jnior, rua do Amorim n. 35
Vendem-se 400 courinhos de cabra, 1,1-
zenda muilo boa : na rua da cadeia de San-
io Antonio n. 25 segundo su lar.
Veudcm-se superiores e
JHk.modernos chapeo- de castor
hranco, por mais barato preco que
cm mili .i qualquer parle : na pra-
ca da Independencia, fabrica de
chapeos de Joaqrfim de Oliveira
Alai!.
CHEGOU
dcimo segundo volume do
Alysterio do l'ovo por eugenio Sue,
a hvraria do pateo do Collegio: n.
(i, ilc Joao da Costa Domado, ven*
de-sc (odos por 11,000.
Saudc publica.
Na rua da Senzalla Velha, porla da pa-
llara n. 100 de Joaquim Pinguinhodas 7 ho-
ras da manlula em ili.tnl h.ivrra lodosos
dias leitii do vacca puro ao pceo sabido 200
rs. a garrafa ; couta-so que os freguezeg que
principiarem tem de continuar, dovendo,
em caso de concurrencia como so espera,
tercm a dovida preferencia.
Vendo-seuma bonita escravj c ioula,
recolhida, com 18 annos Oe i lade, sabe co-.
ser camisa de homcm com perfeicflo :"
na rua larga do llozario n. 22, segundo
andar.
Vende-se urna preta de bonita figura
e do boa conducta, com 1 fillia de a annos, e
por isso boa para se educar : na rua da Ca-
deia do Itecife n. 51, primeiro andar.
Com dinheiro avista.
Quem quizer poupar vonha ver comprar,
pojs o ganho do quom vende fica 11-.-
miios dis compradores, o sempro licam lo-
grados o mal servidos, os amos ou seoho-
res : V'iide-se manteiga inglen muilo boa
a 600, 560, e 520 rs banha a 320 rs., cha do
melhor a 2,200 rs., dilo a 2,000 rs., dito
prelo do mellior quo ha nesto mercado a
1050 a libra, tem Ues eoibrulhoj chinezes
conta, islo tudo-so vende no aterro a. D
Vista n. 84, venda junto a loja do Sr vV~
ma, ene ru Nove o 71, venda pind ,'"
verde ao pe da ponte. a* a
cal
na rua Direi-
Antigo deposito de
vrgem.
Na rua dos Torres, armazem
12, ha muito superior cal nova en
pedras chegada, ltimamente d"
Li-boa.
Para aciftiir-ic.
Vondein-se na rua do Livftmento, loi.
14, esleirs muito. boas, por sorem grana?'
e dobradas, oplimaa para se ealenderem
tima salla, pdenlo servir para dormida
4 ou 5 pessoas; assim como si patos de d,,'1
raque prelo para senhora a 900 rs. o pir,
Vende-se urna canoa grande de correr
quem quizer aununcie por esta folba.
Certas franeeiat,
Vendem-se fino baralbos do cui.
francezas por menos preco do que em oui/
qualquer parte : na rua du Queimado o \ir-
loja de miudezas. ^
Na rua dea Cruzes n. 22, segundo tu
dar, vendem-se duas escravaa de bonii
figuras, engommadeiras, eozem costura
chao, cozinham e lavam da sabio, e una
dita de meia idade para lodo o servico u
muleque de 14annos, p-oprio para to'djn
servico; epara tara da provincia umi lindi
creoula de dado 26 anuos, engomma loira
ecostureire, faz lavannto, marca bem, cgn-
sinha e lava de sabio, o faz reuda. o mo-
tivo da ven la se dir ao comprador.
-- Vendem-se caibros, enchams.cal pro.
la, l -Ibas, tijolos de alvemria grossa, alvo.
naria batida, ladrilho e tapamento : na rua
di Praia, armazem n. 55.
Vende-se sacca do superior Tarinha i]
Santa Catharina e muito boa medida por
monos do que em outra qualquor parle
na rua do Collegio ns. 21 e 25, vend da
quina que tai do Sobral,
Vendo-se um casal de negros'de en-
cbada: na rua Dircite.casa n. 6.
-- Vuiidoni-s' 14 escravos, sendo um mu-
loque creoulo de idade Jo 12 annos, tres es-
cravas mocas de bonitas figuras, calenden-
do de servico decampo, tres mulilinhosde
idade 15 a 20annos, cinco escravas pardas
boas engommadeiras, o eozem cho, duas
escravas.de todo o servico : na rua birei-
ta n. 3.
-- Vende-so urna parda moca de bonita |-
gura, que engomma, coso e cozinha, o nao
lem vicios uein achaques : airas da nutrir;
da Boa-Vista n. 21.
Escravos fgidos.
o____
Uesappareceu no dia 15 do corrente
um muleque crioulo por nomo Paulino '
de idade de 10 annos, pouco mais ou mo-
nos, cor amareliada por tor vicio, nariz chi-
to, levou camisa de algodflozinho suia e
calea de riscado, sem una peo, esle esenvu
lie do Sr. Antonio Jacintho da Silvein do
UOOI : quem o pegar leve-o na rua da Ca-
deia do Ilcita n. 51, ou na rua de Livra-
mento n. 26 segundo an lar quo ser recom-
pensado.
Uesappareceu no di 24 do correuta,
o prelo Leopoldo, que reprsenla tor 2
annos, pouco mais ou menos, levou'cami-
sa ecalta de riscado americano: quena
pegar ou der noticia certa gratificar-se-lii
bem l na rua do Hospicio n. II.
100,000 rt. de grati/icacao.
Ilesappareceram ha poucos das do ongo-
nho Pureza da provincia da Parahvba, pru-
priedade do Sr. Amonio Jos Lopes de Al-
buquerqueos escravos seguinles: Cypriano
de imr.Mi, estatura regular, bem barbado,
do idado de 40 a 46 annos, pinta tanto na
barba, como ni cabeca; lem cicatriiosdo
chbala pelis costas. Domingos congo, de
i lado do 25 annos, som barba, denles abor-
tos, secco do corpo, baixo, com um lombi-
nho por sobre a testa. Anaslacio, tambeai
do uacilo, de 40 annos de idado, alto, secco,
bem iriio de ps, calvo, pouca barba, falla
alravessada. Todos estes escravos levaram
comsigo alguma roupa. Koga-se a todas as
autoridades policiaesas suasaprehences;
bem como aos capilSes decampo, a quem
se ofi'erece a gratificarlo mencionada, que
a podero receber em mflo do ciixeiro du
Sr. Dr. Maxlmiano Lopos Machado: no ar-
mazem da rua da Cadeia de Santo Aulomo
u. I, ou na Parahyba no referido engenho.
Ao amanhecer do dia 12 do corrente
mez de agosto, dcsappareceu do engenho
Velho, fregueiia de JabostSo, o cscravo Ma-
noel Keliano, de naci, idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, altura rogulaf, cornSu
muilo prola, pouca barba, rosto nao feio,
tem urna pequea sicatriz na lesta, urna das
pernas groca, por causa de urna grande re-
nda, que no mesma livo, a qual quando fu-
gio eslava s3a, e acha-so esta pouco cima
do tmaselo pela frente ea um la Jo da ca-
nela, londoj na mesma umabaixa, tero o
andar um pouco manso e encunado, cosa-
nla olhar comosolhos baixos, falla um pou-
co vagaroso, he muito ladran e bebido, foi
oscravo do Sr. Jos Francisco Riboiro, hi-
vendo anles sido do Sr. JosClaudino Lei-
le: quem o pegar conduza-o ao engenho
acuna dito, que ser recompensado de seu
trabalho; rogando-se as autoridades poli-
ciaca de coadjuvarem a captura e remessa
do mesmo lo propietario do referido en-
genho.
Uesappareceu no dia 12 do corrente o
cabra Komuildo, porm he de supptjr quo
troquo o nomo, representa ter 45 annos,
com alguna cabellos brincos, e o resto mui-
to pretos e estirados, falla descancadi, foi
do barba taiti, representa ser corpulento,
levnii camisa de algodSosinho o calcas do
brim branco sojas, chapeo de couro e urna
troxinha de roupa: osle cabra veio do Ceara,
quemo pegar leve-o ni rua da Cadeia do
llecita n. 51, que ser recompensado.
Uesappareceu no dia 13 do corrente o
mulato acabralbado de nono Francisco; he
seco do corpo, altura regular,representa ter
18 anuos de idade, cor de canda, bocee pe-
quea, beicos roxos, cabellos estirados o
bem pretos, ps bstanles chatos, e os dedos
abcito, quan lo falla afecta querer ser in-
glezada, o he muilo pronostico, levou omi-
sa do algodSo do riscado amerieino, e calca
de casemira azuj com listra ao lado, chipo
de palhinha do Aracity com fita prela:
uein o pegar leve-o na rua da Cadeia do
ocitan. 51, que sera bem recompensado.
Itecommenda-so a policia eaoscapi-
tiles de campo a captura de um escravo com
oda urna libra; um embruho por 650 rs^ I os 8'8n,el seguinles: alto, secco, rosto
espermaceto de 6 e 7 em libra a 640 rs., dita comprido, bem barbado, disdenlada adian-
de carnauba a 280 rs paios a 240 rs., chou- le> maree pouco vlsivel do urna fislula no
ricas a 320 rs., presuntos a 40J rs., aletria Qu'*o, pernas linas, um dedo lorado *n
a 200 rs., ervilhas a 120 rs., s.vadinha i 160 umt d,s maos, o cjstuma anlarde cilci o
rs., farinha de araruta al 20 rs dita do Mu- camisa oucollele, representa ter 40 annos,
ranhSo a 80 rs., arroz pilado do Maranho a I bea> conhecida aqu por sorlanejo o dito
100 rs bolachinlia inglezi 200 rs dita de ecr,o chama-se SIjnoel e conduzn mui-
araruta a 240 rs., cevada a (00 rs., chicolite los c"r|os fnebres para o semitono publi-
de Lisboa do melhor aulor a 320 rs. a libra, lco: luem o levar ao seu senbor na rua
toucinho de Lisboa a 280 rs dilo de Santos Be"a sera bem recompensado,
a 120 rs,, cafcdecaroco a 160 rs., painsoa! "" ^o dia 21 do corrento desippireoou
480 rs. u euia, milhu alpisti a 800 rs., arroz ascrava Uazilia creoula do ealalura alta, o
de casca a 120 rs., millio a 160 rs., quoijos 1 bastaate corpulenta,de idideSi anuos pouco
dos mais novos a 1200 rs., vinho do Lisboa """'* "J menos, levou ve.-li lo di'Clutive
a 240 rs., dito di ligueiri muito bom a 200' mellla. o um tanto curto qns fzz com que
rs., dito muscatel a 400 rs, azeito doce a aele vejim as veias grossaa que tem as
480 rs.. vinagre bom a 80 rs. a garrafa, dito pei "ls quem della souber pegue-a e leve
de Lisboa a 140 rs., serveja preta e branca, na rua J Vigario n. 14 que sera recompeu-
cm garrafas iotelras a 440 rs ditos meias a >;''1''-
jx-i rs., o tambem grande soilimento de
charutos de muito boas marcas, e muito em i
Ki itii Ann


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