Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06424


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Full Text
AnnoXXVll
Sahha'lo 23
de \foso N. \H9.
DIARIO M m PERXAMBICO.
raigo BOomf?lo
Pteawurro Aoioo.
I w Itlmeslre........
tori'"",re /...;;:;;;
por "" 4'0" ^'mmiitii.
p flu*rleiT'I,ig"o'iio*.
de JuIholMioaa-.. 10 deJuIho
te.. *
4/()00
8/000
15/000
4/500
liihii... IS dedico.
DIAS DA SEMINA.
18 Seg. S. Clara.
IS lo...S. I.nii b. r
10 Quart. S. Hrrii.n il;
ab. ; S Samuel.
21 Quii S. Joanna.
22 Seat. S. Themoteo r
s. Hiplito
23 Sab. S.|Flllppe lien
24 Doiu. O Sagrado Co-
laco de MtrUS
AUOIIKC1AS.
luixode Orph'iot
2. e. s 10 horai.
I. tara do eu, /.
3. e. ao meio-dia.
Fazenda.
3. r I. ai 10 horas.
2- caro do eiei.
4. c sbados ao incto-d
RelacSo,
Tercas e sab-doa.
iraiMIBIDM.
Crescente i, as 2 horas e 48 minuto da man.
Chela a 11, as 7 horas e 23 minutos da tarde.
Mingoante a 18, as 10 horas e 3 minutos tarde.
Nora 2ti, as 8 horas da larde.
rnnain de hoje
Primelra I hora e 18 minutos da tarde.
Segunda I hora e 42 minutos da manha.
PABTIDAB SOS COBBtlOJ.
Coianna e Parahlba, s segundas e sezlas-
fclras.
Rio-Crande-do-Norte, toda aa quinlas-felras
ao melo dia.
Garanhunsc Bonito, i 8 c23.
Roa-Vista, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, lodosos dias.
NOTICIAS ISTBITOBIBA?,
Portugal.
Uespanba
Franca ...
Blgica...
llalla.. ..
Alemania.
Prussia.-.
Dinamarca
Russla....
Turqua.
lustria ... 3 de iulbo
Sulasa. ... 1 de .1 ulho
Suecla. .. 2 de Julho
Inglaterra 8 de Julho
K.-t'indos 26de lunho
Mxico... 6 de Juniio
California 14 de Malo.
Chili. 26 de Abril.
"uenoa-A. 28 isa Julho
Montevideo 6 de Agosto
CAMBIOS DE 2-2 DE AGOSTO.
Sobre Londres, a 28 a 28 <>2i. p. 1(000 rs.
i Pars, 340 por fr. nominal.
i Lisboa, a lOO
METAES.
Ouro.Oncashespanholaa....28|OM a 28/500
Moedas de 6/400 velhas 16/MO a 16/200
de 61400 novas. 161000 a 16/200
de4/0C0...... 9/000 a U/100
Prata.Patacdes brasilelros.. 1/920 a 1/920
Pesos coluinoarloi... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/760
EXTERIOR.
ToRTiriiirTU-WO
le felo escripias neate peridico, e appol-
lamos para os imparciaes; aoa cilunniado-
rea nada os satisfaz : mas porque vemos quo
o programla da tolerancia, moralidade,
justica, legalidade vai se tornan lo em mili-
ta intolerancia em muila iuimor 1 -tim>!,
i ib Sue ninnueni naaar*. I Tnomar se consai vasse todo este lempo la-
V n oorto fechara as porta aoa ele mil tenis, e comece so agora a maaifeslar-se ?
n dclmbarcaro naapraias doMindello,'ijue tremenda responsabilidade n3o peza
a nSo soiTrer os horrores ,de um longo obre o nobre duqu) quo martyrio para u-
p,r i pira evitar o ver arrazar com bom-l na consciencia incorrupta '
has os s'eus dineros, mutilados os morios ..... .. i n --------
%^JS2^ys!ZSr DIARIO DBPERNAIBIJCO.
niores ? ....... ------ .
So oocurralado o eiercilo literal no Por-
to alo frtra a eooperar;3o de minios oulros aactrx, 22 de acost de isi.
Portugueses de todo o reino, estria a Ra -
,h. agentada no Ihrono de sena maiores ? Obscquiaram-nos com oa dous nmeros ao
. ..- ^,ldH B**rl, de 15 e l deJunh prximo
une grandes sacrificios ficirSo sem rema- taX,io da repblica na asscinblca nacional
Mraslo alguna, sondo irrrpossivel remune- quat uye lugar no dia il do luesmo mea.
rara Moa: e porque nos parece que aquel- Tlnham J fallado sobra a materia varios re-
Im nue UzerSo sacrificios e que flearao sem presentantes, diatinguiudose ntreos legi-
. mnensa com maisrazSo poden alardearl liinlstas Ir. de Falloux, entre os orleanislas
rocompoiisa com usan nanu v ^ ^ ajornav, e entre os republicanos o Sr.
dosssusservicos. ..B.i.i.nha nn nn- general Cavaiguac; cria-se que al ao dia 20
Mis porque o Duque de Sildanna ou ou- d,cuslu C0nc|uid.. KSo havia ain-
Iroqntlquer que res relevantes orvl|.os a, dados parajulgar se com certeza do resul-
oausa da liberdade e da rainna nasce-irnii lado nal damesma; porm conjeclurava-sc
d'alll odireito de elevar-se a cima da l"l que as propostas derevisao scrio rrgeiladas
fuadaoienlal, e dizer a sua soberana NSo; At a ultima data a discuaso tinha marchado
nnern esso ministerio, quero um com estas com ordem calina, o que talvcz seja devido
i..mellas condiCOM? for^a pode fazo- a urna allocuco que o presidente da a.sein-
m.susno confundimos i forc. com o ble., Mr. Duplo, dirigir, ao. sen, collega,
lo,
direito
recomiuendando-ibea Isto incsino
Corra em Pars que o general /Caraguay
'i- ., j. j. Ti.,,mr ora torri. em rana que o general uaraguai
O ministerio do Conde e montar era d,H||fIf u scr dispensado do cominando do
f impopular, uSoo negamos; mas ooae esia e,erci(0 d'aquella cldadc, em conscquencla
escriplo na >ei fuudamentsl CjUO, 1u,n- deachar-sc atacado de una doenca de ligado
do um miuislerio for impopular.um general^ que ,er|, substituido ou pelo general d'lur-
1 eonvi.lara o xercito para o derribar ? lo- bpuville, ou pelo general Maguan, o qual se
trodur-se-baestanOva Clausula na reform? demiitira de representante do povo.
\.?r.r se-h. un contraste da popul.rid- No da 14 de julho liveraiu lugar cui Uycr-
Nomesr-ae-na ""'f""""1 nrno-res-' P<">' algumas desordens. Os clubs orairgistas
de? Padeaer: fallfio-nos tanto eniprogre P^^ cm nroci,8iio as rua8 d'aquella
soque nBoSlrantiaremos ae ver esi s, v cidade para celebraren! o annlvcrsario da ba-
r alguBS maravilhas, para nos verJadei-
rs eiiravagancias.
Quaiilos annos nBo solTrrSo os Inglezes
ministerios Impopulares; quantos anuos urna mullidan de Mandetcsalli rcaidcnlca aia-
DlD reclmr3o medidas de manifesta jusli-: caram-os, alirando-lhes innmeras pedras. O
ca que s ullo dopois conaegairao ? ^J^STS^FS^TSJS. "
Os m.msterius que psrecm m-is_ fir^mes. c Pg yiJ d( a un, dog c|ub, .
que urna rocha, cshem qoando menos ce foracI1 ,,u-bradas pedradas. A polica
cuida. O ministerio Narvaez tinha urna
talba de hoyne, na qual os Jaeobilas foraui
derrotsdos pelas tropas de Guilhermc 111 cm
1690, e o rei Jaque.1, perder a corda, quando
lo e exUeitamente apert-loea seus amo- ticar, solts um grito, os lhos
rosos bracos, e naefusaoSSe seuamoresau- ella diz Ah nSo I. meHS lilhos s8o ....;
dadee la prerompe : Ah meu bem volita nvus lillios : Ali I no... sou ligli niel .1
iin'u- bracos com leu fldo amor primeiro : miei figli '
i contra (Imondo Mierodifeiaateto.ro: que Mudanlo-ae as causas da inaufAo, rompem,
euaaborei defenJsr-te do po lerdo mundo de todas as partes os applsu-os, translm in-
Inteiro. A seguoda fui quan lo dlfteAA.' do no semblante de lodosas demonslrse;Ocs
6e'Zon ; ritornn del raggio tuo sereno; e as mais visas do aprovacao. I
vita nettuotcenoe patria e cielo avr : como Nesta scena de amor o de ira forzoso lio
dantes meu bem volta sereno e radianto confessir que, a nSo sera senliora UDda,
vemtno leu piilo dar vida, patria e Leo a ninguem dara melhor desomvolvimeiuo ao
tuaanante. Col tal a aoOtJtiJ eefTeilD pro- jogo dos oppostos senlimentos como ella
digiosoque caosou nos ospectadoros e de- deu.
sempono dessas duas passagens sublimos A senhora Marganda LemOS por vanas vo-
la cavalina, qoe por vezos fui necessario es nos enranlou. Esla Senliora desempo-
darem-se uns aos oulros signaes de silen- nhou comphtamente o papel de Adalglal.
ci para que nao ulerrompessem com os O tom expressivo coin que canlou <>--lu
applausos a sennnra Landa, com appliusos non sai quanlo cortl a me doletile foi m-
osmeissigoilicalivos do eslima a sua voz, tetramente encanladoi. A moliilidade ox-
u a seu tlenlo. | pres>iva da sua plnsionomia, a elegancia
N-tn noileein verdade a disciplina do das suasatitudes, c as suas bellas qu.lida-
celebre Gsrcia Maestro Jo canto do conser-I des tnm-llie grangeado as syiiDaliis do
vatorio do Paris, a senhora landa alcancuu publico.
um verdadeiro triumpho ; foi com esso1 (I Sr. Carlos lico sobre maneira maravi-
granJe hoinem.cujo nome lornou-so glorio- Ihou-nos. E>le Sr. n3o s como cantor,
so em toda a Europa, que a senhora l.an la mais taniluin coma ador moslrou muila iu-
apienleu a modular a sua voz, o a oxecular tolligencia, compenetrou-se bem Ju seu
com ella tritos Jillicilimos. Qoem ja lives- papel. Os seus gestos e movimenlos gracio-
so ouviJo a Malibran, por cerlo que ouvin lo ( sos, de acorlo c.im seu calilo fascinador e
a senOora Landa recor.lar-se-hia d'essa iao ligua esbolla dao-lhe o Ululo Je verdaJoi-
famosa e proconisa la acliiz- irmSa do sen ra tenor. Emtodo o lempo da represenla-
acordao, o os dlfferenles papis, que Ihcssao destrlbuldos, quem nao enho a honra de ter relacao de
sem Ihes ser predio, para agradareni, recorrer'ainlsade, se por ventura os relos, a conduta
a hediondas afetayoes.., [ desle Sr. nao fesse pela quazi loialidade do po-
Todos os boatos a drede espalbados para In-'vo delta capital assasinenle cunhecida porque
grande maioni nos corles ; o general Nar-
vaez he como militare poltico urna das pes-
MM( mais imiortanles da Emopa; e lodavia
este ministerio collossal cahiu,e por motivo
queso nlo espera va.
A m Mora que apoiava nss cortes o condo
de Thomarji havia apoialo O Duque do
Sal.lanha ; o que he notavel he quo o Duque
JeSaldanha achasse que ella nSo era a ver-
dsdeira expressao da vontaJe do paiz:s de-
pois que .leixou do o apoiar ; n3o he isto
oulra prova de que para o Duque de Sal-
dinha a sui vontade he a vontade nac.o-
ml?
O Duque deSaldanha viveu em intimas
rclaces cun o conde de Tlumar ; di -se que
quera os deputadus ainda qoe fossem esco-
luidos um a um por elle ; o con le de Tho-
mar apoiava a a IminstracBo do duque de
Saldanha ; e no-te le np onunca se ouviu di-
zer ao duque de Sal Jan ia que o doquo de
Thomar fosse corruptor corropto! Toria
eduque de Saldanha a propnedade de lim-
par o condo de Too .ir da corrupcQ", assim
cono dizem qoe o como unicornio tem a
de limpar asagoas ? Nao sabe iodo o mon-
do que o conde de Tliomar se nao tornara
ucro mais viituoso uem mais vicioso d pus
que se separara do duque de Salda-
nha 1
Para que se oos diz enl8o que o movi-
glslas lorain qu
tinha fe i lo nimias prisOes.
Comwunicadus.
Teve com pfTito lugar no thealro de
Apollo, na noitede 16 do correnla, a repro-
sentaeao lyrca da Norma. Opnblico con-
corrou ancioso a esse espoclaculo, digno
por sem duviJa dos maiores encomios A
escolhi la reoniao de espectadores, a clec
trici.ladeque mostrou nos appliusos espon-
tneos provao da maneira a mais convin-
cento a sympalhia o admirac3o que cunsa-
giao a ac'ual companlia lyrca
N,lo nos encarregaremos de analysar miu-
danenle o completo desenvolvimenlo e de
sompenl.ri que os insignes artistas derao
gran liosa pioducfo do inmortal llellini,
mencionaremos tao smente algumas passa-
gens que mais nlerossanles nos pareceram.
Tantaj foram as occasies em que essa
companlia brilhou, que seria bem cuslosoo
mesnio diflicil a rngeiilius lraiiscendenle.s
descreve-las minuciosi e naturalmente.
Principiaremos, apesar do todos csses obs-
tculos, pola-casta Diva -- cantada pela se-
nhora l.anJa, ii.'io'iius servio lo para ilgodo
escalpelo da analyse por quo a tanto n3o
nos atreveramos, atientas as nossas debis
loicas; notaremos poemas vaiiadissimas
sonsacos q io experiinontamos em todo o
atento frs para derribar o ministro corrup- \ tempo em que essa rainiia da harmona fez
tor e corrupto? Nlo lie ludribriirnos, e'ouviras magnticas vibrages de sua voz
Uactar-nos como crianzas, conlar-se-nos anglica. O esiylo, e gosto, o melliodo o
oslas historias dacarochinbas? Quando os' execu^ao artistieu que a senliora Linda em-
eslrangeirns sacem a causa do movimonlo,' piegou u i desempeuiio desse tr.'dio divinal
polen.os ignora-la f E nSo era a maiur da opera he impossivel de diter-M. Entre
parle dos empreados pblicos militares e todas as bellesas dessa cavatina, as que mais
civis Jo conde Thomar ja do lempo da ad- sobresahiam em docur. inimilavel foram
mims'racBo do duque deSaldanha? Co- duas, a primoira foi quando os sacerdotes
nio i os asseverav que o conde de Thomar' pediram a iiiorle de Pulhao, Pioconsul lio-
so eov.rtgava genie corrupta ? so se tinha a mano, amante de Norma, o que ella ouvin lo
propriedado de tornar corruptos os incor- teroiiuou dizendo : n catira .. punirlo iopos-
ruplosdo duque de SiManha ; mas neste o... mapunirlo it cor nonta : sim can ira fe-
caso rimo cscapou o duque que tinto tom- rilo, a iiiim pooi-Io cabo como ?.. o c .a-
\>i estove em cuulacto com o foco meamo da [ delicias to -na alma, Norma, extremosa
amante, o convida A/i.' 6c7o orne riloma
del/ido amor priinteiro. Ella deseja acjricia-

'i- ,~r
i mi.11 .iiii-
i sem Sai,
i a elles! se
corrupc8o ?
Nao dizemos islo por definder ocon 'o Je
Thomar ;>a nossas ooini(5s a rosneilo del-
FOLHET1M.
TRISTAO DE BEAURECARD. (*)
(l'tLO HAIQDBZ DE FOUDRAS. )
VI.
* emo(o que aa palavras de Trlslao liei ani
nasos* na corceo, aU entao tranquillo, de Co-
rma, alo te apagou neiu no dia immcdala-
niente aegulnte, netn nos oulros; pelo ennlr-
"io, parece que se tornara mala profunda, pois
a pobre menina perder at a mais (Yaca appa-
rencla de sua doce e constante alegra. Toda-
va algumas retes ella teotava aluda sorrlr,
as esia volta Involuntaria a um habito de lo-
ua sua vida, causava-lhe logo um aollriinrnlo
tao vivo, que o rosto alterava-ie Ihe subila-
uenlc, e os olboa cnchiam-se-lhe de la-
grimas.
De esperta c viva que era, ella se tornara len
la e apaihlca ; e em vez de prevenir os dse-
los de seus pas para prealar-lhes os mil serv-
annos que sula preaiar-lhes, acontecla-lhe
inultas veaea nao ouvlr o que estea lhe dizlam,
una supplic. lerna do pal. Suas llores, que
"uto an.ava, cslavam abandonadas aos cuida-
uos irregulares de Laiaro ; seus pasaaros, outra
ini.,.?! "'" com os quaea nassava horas
... c.*nWr> como se tlvcsse nascido no
n. .T "" 1"e ellei. rain mais visila-
,a.. i por To""loe, que dava-lhes com
" ""nclamente necessarlu. De balde el-
coracao, nao vendo seno os sonhos incoinpre-
henslvels de seu peusamento. Ella J uo le-
vantava-sc mais com a aurora pira alougar os
das j nao sahia mais a todas as horas no jar-
dim para multiplicar seus inoocenles praseres ,
j nao tinha mais dessas Insplraces promp-
tas e alegres que convertalo no mesnio ins-
tante urna esperanza em realidade ; finalmen-
te ja nao era seno com um visivel constrangi-
mento, e nicamente para obedecer mi que
continuaba a ir ao caslello.
All aeus sol', iineui.i, iiain ainda mais vi-
vos, aoa inudanca mala evidente. Ella corava
ou empallldecia se Allictte pronunciava o no-
me do irinao -, se citavain sOs, estremeca ao
menor ruido que se faiia ouvir; se Trlslao tiolia
ter com ellas, senlia todo n sangue rcuir-lhe
para o cor.19.io quando elle lhe lallava.
Ella uo sabia mala o que naesse de seu o-
lhar,que oulra oraerrava com tanta ..niian.. .
sobre todas as cousas era com dilHculdadc
qu< ousava fallar, tanto leinla nao reconhecer
sua vos, cujas luexdes todas estavam muda-
das. Ora trabalbava com um ardor febril na
obra que liuha levado, ora, e Issn aconteca s
mais das vrzes, deiiava-a cahir sobre os Joe-
Ihos, c escutava, sem a entender, a Alllette a
qual procurava distrabi-la com alguiua leltu-
ra ou com sua conversa9o. Um nico prazer
loe estava, era tornar-se a adiar sdenolic
em seu quarto. Eoto abra a Janclla para
olhar para o co, c se o acbava lo ppro como
durante a bella noile, cuja leuibranca cooser-
vava, se va nelle as mesiuas estrellas, ae nos
murmurios e nos perfumes que a brisa lhe
traiia, devisava alguina sombra do passado,
seoa-se menos deagra9ada ; porque parecia-
lbe que ludo nao eslava acabado para si, e
adormeca can a esperanfa deque uunouho
lhe restituirla a loialidade de sual'clcidade fu-
-----.... ,,,c i.iLcni..... i/b ua.ui el- itOlUM
."** """"vain eui canur quando viam pas- glliva
ora "'"'""' u batlinin as azss, quando Todava o amor que eiperlineulava, o qual
nari ",0 '""Y*. dlaroVde suas galotas, ella, lloha a este pouto arruinado seu coraco o des-
land ava">- iuJillerenic ^ieii-saiiva, nao escu- persado os praseres de sua existencia, era lo
icnio os miirniurV* dcloroios de seu sanio e tao puro, que aua candida consciencia
., N nao tinha anda podido dsr-llie um nome ; |e
l ; liMoDariaa. 185. ^as. lriia-o em seu seio|coiuo um mal incuravel e
sabio Maestro o iinmorlal Circia.
Qinndo assim nos expressamos ningucm
nos lome por hyperbolicos, nao e para que
isto n3o oconleca transcrevoremos, o dare-
mos como oosso o artigo quo por um feliz
acaso oncontramos em u numero 47 da re-
vista universal lisbonense do 27 de siem-
bro de 1819. I.ei.lo pois, os iacredulos que
a forca o querein ser, o que a espeito da
senliora Lauda diz una das redactos mais
Ilustradas do Poitugll : Em a noite de
21, na asscmb'a Pliilarinouica causou o
uiaior eulli.isjasino a prima.lona a senliora
Lauda ; 11S1 lia lembr-inca do um trimpho
semeluante, o ssu metholo do canto he ad-
mir.ivei. He. oda mollas vezas a celebre--
Malibran, he de esperar que o empresario
de, Carlos aproveile este bello taleulo.
lia le, jornal que se pablica cm l.'Sbi,
orno numero 08, do 23 de novambro de
1819 sob a rubrica noticias do paiz de-
paramos com o seguinio treciio -- ouviuios
a senhora Lauda cantar no Ihoalro do ti,
alariaII. Moslia poiaoir perfcito couheci-
niento da msica, una voz sila, o 1er boa
execuc,ao. No inlo dasvarisces de llo.nl,
tem sido muilo ap.laudida, puJindo o pu-
blico a repetiOflO Na romanzado Roboilo
dodiabo, cauta com muila nioliiliJade, c
sobrcsshe em as nulas gravos.
Em outra occasi3o a scu'iora Lando arie-
balou-nos o espirito, e foi na acea dos II-
Ihos, vulgarmente conhecida icla acena do
puuhal. Vimos que na scona em que coulou
a casta Diva -- ligmava a seuliura Lauda il>
.111.1111., uxtromosa, que suspirava ,pelo
amante ioliol ; ali bn|.iav3oas ex^ressOaS
doces do corceo mais ternn, aqu oiojtra
horrivclineiilo a dosdspcrar3o da in.ii
rosa, quo tem do ver seus llllios
porque este, despresandoaella e
ancou nos bracos de oulra que deve em
brevo ser maJrasta Jos fructos, dos seus
primeiros amores, subsliluiu lo-a na digni-
dade de mi E entilo, flucluando entro a
d.n c a na, lan;a in.i.i de puntiagudo ferro ;
a desespera cao vigor isa-1 he o braco, aproxi-
ma-so para junio do leito 011J0 os dous ob-
jectos do seu amor dormcui o somuo da in-
nocencia o diz: -- dormono eulrainbi....
non ved id 11 la inauo, cheli peacuote. --Ja
doioicm ambos !... ver nao devem a m3o
quo os tere. O corafflo parpila-loo para...
pede ao seu corceo que se naoarrepenJa :
non pentirle o cuore. Ve que seus filhus n.i.i
podeui viver : vivar non ponun p irque
o suplicio ali os espera: qu suppli-
zio-- e em roma o opiohrio peior que o su-
plicio : e in Roma appulnio avilan, peg-
gior suppliziu assai.
A idea da deshonra a aterroriss, O noma
,1,. ni .Ii.i-i.i a enfurece, e mostrando uas
contraccOes do roslo, e nos raioschamejau-
tes quo dispara dos seus uilios, a intoncida-
dedaraiva quelhelerve n'alma, decide-se
de um" vezo braJa, morro-. -- sim
n.iii 1.mi !. Aqui llovemos notar um in-
cideule bem singular que se den entre os
espectadores nessa secua horrorosa. At en-
tao troavao os palmas o os bravos, agora a
mmobilidade prequa a toJos, como i|'i
eslivpsscm atacados de ton or, e um cileu-
cioabsolutoreinava enlre elles. Neate si-
lencio pasmoso ha que a in .igne cairora a
senhora Linda corro viU de proJigio em
prodigio, qur desgarregar o golpe sbreos
innocentes, masa natuieza'vem ein seu so-
corro... para .. horrorisada do que hi pra-
incoguito, do qual ialve nao livease querido
curar-sc. Se fora ,,leiiiiS innocente, lena sem
do Ma coiiibatldo para o vencer ; se mais h-
bil, ou mais calculada, uao leria dclaado de
tentar obter allivio ou trininpho, faiendo que
aquellc que o tinha inspirado parlicipasse lain-
bemdellc.
lnteressada como se tinha tornado cm advi-
11I1.11 os projectos da mal, ella nio liuha disso
a meuor suspeita, e nao peusava inesuio seno
com terror no momento em que lhe sera pre-
ciso Ian9ar-sc ao seu prscuio para cooliar-lhe
dorea que nao erain anda escrpulos.
tic serdade que a Sra. Uriaut, bem que vis-
te c comprehendesse ludo, nio a tinha Interro-
gado sobre sua mudanca, eo doutor, sempre
debaixo da mlluencia das preoecupafes de sua
arle, uo tendo visto nella seno una altera-
cao da saudc da flha, tinha-se limitado a pres-
crev, r-lhe um regiu.cn, cujo resultado espera-
va com a conao(a habuual aos bouieo de
sua prosso.
Quanlo a Trislo, tudo tinba tambein visto c
comprehendido, e abandonava-sc com o ardor
inquieto de aeu carcter felicidade nova pa-
ra elle de(inspirar um scutiiuento tao vivo e
tao puro como esse, cujo segredo havia sor-
prehendido ; e que tinha procuradofazer as-
cer. Leal c generoso, incapaz de cniuinetter
scienleuicute urna m accao, eslava sempre,
mas sem o saber, debati da influencia do
egosmo lerrivel dessas almas atormentadas
por ainbicoes sem consequencla,que uo crm
pagar nimiamente caro sua tranquillldadecom-
praudo-a a cusa do repouso dos pobres entes
passam ao alcance de sua Inquietado sem ees-
sar renasceute. Perturbado por urna lem-1
bran;a dolorosa que nao podia espellir, agitado i
pela complieacao que o pedido ded'lgornay
tloha lanvailo emsua vida, falto de menos pa-
ra supportar a caistencia obscura e pacifica
que o destino lhe tinha proporcionado, trnba
dito com sigo mesnio que se Coriua o ainasse,
poderla talvez adiar menos pesado por mu
inomenio o fardo lusupportavei de seus sotTrl-
inentoa moraes.
All parava leu pensamento, o qual o teria
cSo u Sr. Itieo picheuchcu a espectaliva do
publico, i'onlo lamberr. lautas as occssiics
em quo brilhou o sea lalenlo arlislico, quo
serii JiUicil numerar cada urna delllas do
per si,auonlari dou s iucrepar^Oas de Narma : fromi pur,
e angoscia cierna pur ni mi prechi il luo
furore 1 Nosta resposta o Sr. Carlos oslenlou
muilo espirito e soberana, amor o fideli-
dado.
No t celo culi e assenhoras Lan la e l.e-
mos e o Sr llico foi o melhor possivcl. Nos-
la paca couceilaiild e origiual da opera os
insignes aruslas mostrarao 0111 toda a sua
plenitud 1 os maravilhosos encantos das
Harmonas. Nuuc em Peruambuco livenios
o goslo de gosar do cffeilo narinoni jso que
nos causuu a excuQaa liel desso terceto.
O duelo entro as senhoras Luida e Lemos
foi urna pec,a expressiva, bella e do aprasi-
vel suavidado. Tevo uma perf.iitissim BX-
cacao e os apilausos que obleve do publico
devem acabar dioouvenc'r a estas duas il-
luslre cantoras do subido apreco em que
s:ln tijas pelos habitantes il -->t t cilade,'
sempre apicciadores do verJadeiro mcrilo,
aloui da provorhial, o quasi cega hospitali-
dad,: que lhes he natural.
O Sr. Vasco, com quanlo o seu papel nao
lhe permitlisse exeicitar o sou reeoohaotdo
tlenlo arlislico, 1110s.roa 110 seu porte a 110-
lirosa odiguid.i o do um verdadeiro supre-
mo chele dos Druidas. A sua voz chci.i,
3a e igual he do uma exlenc,3u incompre-
lieus.vel.
Os coros o a orchreslra desempeuharao
satuloctoraaicato as soas fumos, (tacas,
aosensaos lyncos quo lhes deu o Sr. P.
Garca, verdaJeim gcuiu musical que enire
mi- existe, ereJoi-, por suas bellas produc-
COes' e por seu porte honesto e grve, dos
nOHOJ respeilos a considerarlo. Noiamos
portal baralusUmenlo o desorden uas pes-
sojs quoconipouhau os c'OS quando sa-
bido dos bastidores o nellus se recoliiiilo,
ii.in ilcsc eveu I 1 uas sabidas e iiis entradas
o meio circulo que a sceui exiijo para po-
der causar a illiis.'w nccssarias.
Eulre ostrn losos applausos linlouarc-
preseiilaijao lynca, digna por sem duvida
de lado o louvor.
tricar o Sr. Ceriniuo com o governo, e com
a commfsso direclora do thealro, todaa es-as
naticias estudadas. e combinadas durante a
noulc, e espalhadas com inqualiticavel desver-
gonha durante o da, todos esses tramas de
mesquinha vn^iii.i urdidos nos esfes, e nos
buhares, cahiram por trra, desaparecerara
com a ebegada do vapor S. dabailido, que trou-
ve parte da companhia contractada pelo Sr.
Germano. J nn brigue olfinho entrado nes-
te porto no dia 18 tinha vindo do Rio de Janei-
ro o Sr. Joo Dias dos Santos, e no dia 19 che-
gnu no vapor os Srs Antonio Jos Alves, Joa-
qulin .los Riierra, c as Sras Manoelita Lucci,
c Carmelia l.ucclaccoinpanliada de seu respei-
livcl pal o Sr. Raphael Lucci: os inimigos no-
rem do Sr, Germano (sao bein poucos apezar
dcsereinto rancorozos, como injustos ) vin-
do-sc solennciiieute desinenlidus, so tero
recurso*, as naurcaliundas descomposturas
mas eslaa dcipreza-as o Sr. Germano, delesla-
as o publico, cuino detesta os podres elogio
que diariamente se prodigalizao a artistas sem
mrito, a pateados 111 corle... e nos as condem
namos a voliarem ao 11090 d'onde saliiram
Nao lall iremos por ora do merecimeuto dos
artistas, que recntenteme chegaro ; nao
qucreuins anlccipar juizos: elles ah eslo sob
n dominio do publico, ecsie Ihra tari juslifa
Eelismenle o Sr. Gerinano val seu eminho de
gloria sempre triiiinlnic do embuste, c da
calumnia. 7'cnha o Sr. Cennano conviC9o de
que essa etierra mesquinha, que lhe faz um
pnnli i.ln de hoinens maus, s serve de aug-
menlar os seus gloriosos lourus de triuinlu ;
sua r. |.m ... > artislica esl bem firmada eu-
lre os humen! junios, c inlelligentes.
n: 1. a.
Correspondencias.
Desde que a qui chegou de volta do Rio de
Janeiro.o uosso dlstlncto arlista o Sr. Gernia-
111 francisco de Olivcira. que seus gratuitos,
e injustos inimigos tem einpregado todas as
machinas da vil intriga para o privarcm da
emprea do thealro .ic S. Isabel, que com toda
a jiislica lhe fui dada pelo governo da provin-
cia, cujo acto foi de iulcra satisfa9o para o
publico iilustradu, c imparcial d'esta cidade,
que ile-.-niii nnl.i 110 Sr. Germano, re nao o ar-
tista comsumado, sem duvida o melhor que
tem puado o palco pemanibucano, c que na
corle, onde he conhecido o Sr. Joo Caetaoo,
nunca deisou o Sr. Germano de ser cstrondo-
2.a, e cutliuziasticaiiielile applaudido. Nio um
grupo de invejosos, 11:10 um iinignilicaiue |iu-
gillodc ainblaloaos, mas o publico, a lulalida-
de dos homens de intclligeiicia, a de goslo,
que sabem, despidos de mesquinhas p]lxtics,
apreciar o mrito, c dar-lhe a devida lecoiu-
peosa* nunca, durante um auno inteiro, se
enfastiou do Sr. Germano,nem in ..;i de o ap-
plaudir com inlhusiasuio sempre novo todas as
vezei que cale deslindo arlista se apresentaya
em suena, e anciusos todos ...... ,1 .. .... o dia
de hoje, em que vao gosar, depois de urna in-
tcrrupfo de dous inezes c ineo. desses Ins-
lanies de honesiu prazer lo celebrado no lhe -
.11.. .1 S. Izabel. enjos artistas se faiem admi-
rar pela naluralidade, com que dcseinpenliam
Lina das qualidades que maic aborrecidade-
vc ser no homein.he a de intrigante,e invejozn
mizeravel ; c por isso nao posso deixardel'i-
zcr algumas rellexes a respeilo do coiiiniu-
111. 1.I0 appirecido no Diario ele Pernnmoiico de
22 do correle mea, no qual inauifesta-sede
urna maneira saliente o desejn que teve seu
autor de denegrir a 1.-1 1111.,.n> do mni drna
cuiprcsai io do thealro de bt, Izabel, o Sr. Ger-
mano.
E na verdade uo ha quem,leudo atlentainenlc
0 sobredito coiiiiunnicado, nn repare que ou-
lros foram os motivos, que levaram o BUtov
desla in i.|ii.u 1^ i., a tavrar lo injusta, como
mal cabida c acriinoniozi censura ao Sr Ger-
mano c assim mais leal seria que o saBtJOlo
declarar-sc coin franqueza que ludo isto he
mais o rczultado, ou de urna calculada aoibi-
eo, ou da mais brutal c abjecta vingan9a ;
de que to cobardemente vir mvsUHcar o pu-
blico querendo l'azer crcr que lem iulcresse
pelo putilicodesta capital.
lie por deinais absurda a iulerprel39o que
a [ortiori do o mizeravel iuimigo do Sr tier-
i mano ao arl. 12 do contracto de empreza.ee-
Icbradu pela presidencia com o Sr- Germano
por quanlo nao determinando expressamf ule
1 o mencionado arl. que a abertura du thealro
devia ser feila uo priinero de jiilliu do corren-
1 te anuo, mas sim que o empresario se devia
considerar liceuciado al este dia, por se sup
por que a coiupanliia que elle era obrigadu a
rug.ijar j a este lempo estara completa, re
zulti que nao se pode induzir, e concluir qui
se deva rescindir o contracto pelo simples lac-
lo de nn se lerabcrtoo thealro uo menciona-
do dia 10 de julho.
Se de laclo esta circunstancia fosse uma das
' 1 ou.lhi.cN do contracto celebrado, entao coin
razo podia o i'iur/c-o mimiijo do Sr, Germano
insistir nessa sua dasejada reaolafio. Cusa
a erar qua hajam espiritos lo mesquinhos.
1 que cun o iulenlo de lrir o mrito alheiu,
dando pasto a sua habitual maledicencia, pro-
cedo de um modo to iguobil aponlo de ne-
gar o que de bom c graudeoso tana um seu
desafecto.
Como he que o autor do ro"ii'iuii>eadu tem a au-
dacia, c descaraincnio inqual>licavel de dizer
que u Si Germano, si tem tido applauzos, he
porque os lem comprado mediante ralas de
butii/uint, e billutet deotritiuidoi gratuitamente ?
Nao dever lembrar-se este mil une detrae
lar, c desgra9ado caluiuniador.quc quando as-
sim se eapressase ia onder miluarcs de sus-
ceptibilidades da gende mais grada ; c Ilus-
trada desla capiial ? Pois ainda entrar em '
vida que o Sr. Germano lem sido applati.lido
pela gente mais rica, que lem Irequenlado o
thealro ? [Nao tem \islo todo o publico que
do camarote do Sr. Coiuincndador Oliveira
por tamas veics lem sido atiradas griualdas
coui applausus, c victoriando ao Sr.Germano?
I ser o Sr. couimeiidador compra lo com cce-
las de l...ii jiiuis Espirito, perverso c mal-
vado que mal te tem feilu a illustre aclric Lu
ci, para por sohrc ella scr imornada tu* bilis
\. iii'iKi/1. c ser por ti mordida ein quauto ao
seu crcdilu com viperinos denles, aventurando
piupuzcaii inaligoas, c inexactas, disacredi-
laudu lao dcsapiedadaiuentc esla Sra. scui
ainda ter ella apparecldo cm scena
i.iueiu he que nao condece que ein ludo islo
anda a mais traifoeira guerra, c os mais mi-
zeraveis clculos da ainbicno
Mun 1. comas poderia accresn-ntar cm favor
do mrito e repuiaijia do Sr. Germano, cun
com o seu desinleresse arrostamlo a tudo quan-
lo perversldadc tem approvido vomitar con-
tra elle, e com o seu nunca negado talento,
tem concorrido para a gloria, e resplandor do
thealro de S. Isabel, que nao seria thealro, se
fosse entregue a essa decantada e apregoa-
da capacidade, a esses genios sublimes que
compd m a companhia que reprsenla no A-
pollo, a fav ir de quem o desleal detractado!
do Sr. Germano pretende com embustea, enre-
dos, c nitros rdls faser de pnsse otbeatro de
S. liabcl ; porm debalde tentao porque o ex-
imio e sabio administrador da provincia coiu-
pehende pcrleianiente seus planos, e conde-
ce o mrito a capacidade, e desinteressado te-
lo do.Sr. Germano, a favor de quem se desco-
bre, que coutra sua vootade, mas sim prove-
niente de ci.cunslsnclas imprevistas, succedeu
que ainda nao setenha abertno thealro. Os
iniseraveis que proeuram ennegrecer e ofliis-
car a gloria do Sr. Gennauo, em breve se des-
engauarain, que contra a verdade e rasao ja-
mis podem permanecer illuzao, a intriga 1
calumnia. E o Sr.Cermanono tem toda essa
urdidura ; porque sua honra, seui talentos,
sua reeonheci'ta conducta param em inui alio
pico, ou se nao pndem chegar os botes da m
veja, oudc nao podem alcancar os tiros da ma-
ledicencia de homens pequeninos.
Queira S'r. redactor enscrir em seu Diario
estas mal desenvolvidas frases, com que opri-
Igar reu constante leitor.
(' nimio dn inreja
Srs. 1 .'o ..... I111 a dar maior publicidade
ao tributo, que cosiuino os homens, que sao
guiados pelos prlucipios de equidade, e justi-
9a pagar ao verdadeiro mrito, rogo-lhes o ob-
sequio de iraoscrevcreui uas columnas do seu
eoncclluado jornal o artigo que vein publicado
no peridico A Marmota na Corte n. 173 de
8 de julho p. p. soba cpigraphe tVm juntar ar-
tiitieo
Com este favor|penhoraro VV SS. a gralido
do seu constante ieilor Recife22 de agosto de
1851. O Peniambueaiw imuarcial.
V JAN TAlt ARTSTICO.
Na sexta feira passada o Gigante de Pedra loi
teslemuiiha de um laclo notavel cutre nds; --
um banquete arlislico, ollerecido ao Sr. Ger-
mano francisco de oliveira, pelos aeus collcga-
do theatro de S, Fiaocisco.
Nunca a casa do Sr. Amaral reuni un,a
v.eie.l t.le assim, to irui.i, lo unisona nos seus
pcusamenlos, tao firme no lini que alia leva-
mostrar sua gralido ao insigue artista dos
venturosos Peruaiiibucauos, pelo seu gcueroso
e de-intcrcssado concurso para auxiliar a d-
bil empresa de S. francisco, '.'ue sublime
exemplo!
O primeiro briude foi feito pelo Sr. Florludu
a SS. MM. II., CQinw protectores das artes e das
letras, c ciaco ilrateira.
Mais de sessenta voxes respondern! cnthu.
siaslicainenlc a esta ^.111 la- a do artista brasi-
leiro, enloando a urcheslia do llieatro o tiviu-
uo uaeinnal.
O aegundo brinde pertencia de direilo ao
Sr. Gennauo; o sr. I I .ruido fel-o uos segn.-
les termos:
Senliores.O motiva que hoje oos rene,
nao he aquellc que estes lugares todos os dias
preseuceiam; nos nao viemos sement gozar
us acepipes e os escaldantes licores do Jardim
Itotaiiieo: vleinos saudar, viemos abracar, ua
vespera de se allanar de nos, o arlista, neto de
Lekaiu, deOarrick,da Taima, de Leinaitie! Urna
saude, scudures, cm honra do uosso inuo
d'armaa... iruio d'armas, digo bem, porque
nos pelejamos pela gloria da arte e das ati-
endas' ..
Grande verdade he essa, sabida da bocea do
Se. Eloriudo : o llicalro de o recinto consagra-
do s arles, as scienoias, e aos talentos": be esse
o asilo da verdadeira fratcruldadc onde oa co-
...... e os lu 1. -i- sempre estao abertos para
aculhercn osesfor9os do geuio.:. e todos es-
ses, que assim cainpeam, sao na verdade ir-
inos d'armas, que pelejaui pela gloria da arte
e das setenlas.
O Sr. Jos Paulo recitou o soneto que se se-
gu, com a grava c naluralidade que lodos os
Icitoicsllic rccouiccem cm scena:
Alientos escutae, por um momento.
De to toscas palavras a cllusao,
Por que sop'ra pedir reunan
Me accoiupanlic uo meu coutcutaiuento.
De lisonjas c embustes sempre iscroptu,
Tecer quero esla frivola ca 119:10
1 aquelies que de alma c corafo
llevemos estimar:-- eis meu intento.
Com o nctar dos deoses, saboroso,
Cada qual que se mustie asss ufauo
Neate d a sublime c grandioio!
-an 1. 111 ,- com encomio soberano
Kstc la9<> fraterno e inagestosu
Do actor. Flonndo, c do actor Germano !
O Sr. M.111 t'alv.in, fazeuJo urna saude aus seus
c.llegas, dirigi aoSr. Gennauo a seguiule d-
cima :
Na paz, em que nos adiamos,
Hrilhe a alegra sem par,
Nada vrnha perturbar
Oprazcr que dcslructamos:
feilu corar e recusar, se elle uvesase rielo to-
das as consequencias de sua criminosa inspi-
radlo ; demais, bein como todos os homens im-
pressionavels e voluveis, urna vez que entrara
nessa va, em primeiro remorso liuha sido im-
potente a fazc-lo sahir della.
Ao ver a mudaba de Lnrina, elle iisongcou-
sc que nao seria duradoura, c'como via que
durava, cxperimenloii por isso grande satisfs-
.;.(... De iiluso ein illuso, chegou a persua-
dir-se, que ainava, e tomou a 1 e-..ln..... ali '.
bem estril de encerrar honrosamente este
amor nos limites eslreitos do dever. Assim
assegurado abaudonou as cousas ao seu curso
natural flcou tranquillo, porque crco-sc irre-
prehensivrl.
Se a Sra. Briant livesse sido menos ambicio-
sa, e por conseguiule mais perspicaz, ein vez
de felicitar-sc pela i.in.lau infausta que so-
brcvlcraao carcter da (Ida, leria devido pro-
curar assegurar-se se ella devia ter um resul-
tado feliz para a felicidade futura da inesiua.
Nao era cerlamcnte fcil nem conveniente que
se dirlgisse para isso ao proprio Tristo, mas
poderia contiar-se em Allieltc, a qual terla in-
terrogado o iruio, se j nao soubesse qual
era su a niln, io. De5grada9amente a vaidade
da Sra, risnt era lo grande e seu erro to
completo, que esperava ver a cada Instante o
joveu conde de Heauregard vir 'aiiyar-sc-llie
aoa ps para pedlr-lhc a mo da lilha.
Qual nao serla o seu prazer de poder contar
aos amigos e aos Invejosos, principalmente a
estes, o que era passado! Qual noseiia tam-
bein a sua aallsfaco de poder dizer a si mes-
ma : Nao amo a obreza ; mas um nnbreveio
supplicar-me que llie desse miuha lili, 1 para
fire-la condessa De mais urna vez que o ca-
samento foase_ concluido, nao seria fcil do-
minar a Tristo a ponto de faze-lo comprc-
nliruile que a irmaa de va permanecer sultei-
ra para delxar toda a fortuna ao ultimo des-
cendente de sua familia? Finalmente o joven
conde linha qualidadea lncontestaveis, c tor-
narla creamente Corina feliz : esta ultima
considera9o nao era tamben para despre-
zar-ie,
Havia betu quin/.e dias que esla aUliacflU du-
rava sem que neiilium aeonleciineulo livesse
viudo sinipl.tica-la ou complica-la, quando
urna larde os dous esp sos Uriants se poieram
a conversar uosalo de sua casi em voz baixa
c animada. A mu i.m. 1 operada nos hbitos
do sua tlha <.......111 sem duvida a causar-
Ihes urna ioquieta(o sobre a qual nao conoor-
davam, pois odoulor exclamou Icvamaudn utu
pouco a voz:
W" escreverei isso:
= Pois bem ; cscrcvcr-lo-hei eu : e vere-
mos se elle lera animo de raneara pcrlurba-
9o em urna familia at boje lo unida.
Em primeiro lugar, ininlia chara, nossa
familia nuuca foi muilo mal unida Ho que n
c todava o cora9oua pobre menina apertuu-
sc dolorosamenlc quando o percebeu, ,iois um
uisiiucto secreto lhe disse logo que era corta-
mente della que seus pas fallavaiu, eque ia,
seiu duvida neiiliuma ter que suslcutar um In-
terrogatorio. A leruura chela de ciuo[o coui
que o bom duulor a receben, quaodo ella ap-
pareceu paluda e trmula, na porta do salao
nao teve o poder de Iranqullisa-la. Sua mi
all se 1. li... com o rosto irritado, e o olhar
investigador, o que era mais que bailante para
destruir o pouco de eucrgia que aluda iot.iv 1
naqella alma j lo anguatlada
Estavamos fallaudo de li, luiuha rllda,
disse ella coin uma voz que procurou de bal-
de tornar benvola ; e chegss nultisslino 3
he prsenle.....me cm segundo lugar, voss proposito.
far uma coma que a cubrir de ridiculo ues-1 Corina ticou silenciosa e como se 11 liase do-
te lugar, uo qual goza de lo grande conside- brarem-se-lhc os joelhos, deu-se pressa em por
1 a;.*..jr Reluca em ludo isso, c como tem um | a mo trmula sobre o espaldar da primeiri
tacto mui lino, coinprehender que convein le-[ cadeira que achou a seu alcance ; se nao le-
var este negocio com mas vagar. Consultare- ra este apoio : ler-lhe-hia sido iinposslvel sita-
mos a Coriua ; se ella ama, como voss cape-1 tenlar-sc.
ra, c eu temo agora, ao Sr. de beauregard, di- Sim, minha chara Hlha, justamente quau-
rigir-mc-bri pessoalinentc a elle, c como do le avistamos, cstavamos tratando detl.de
amigo, como pal, rogar-lbc-hci que se expli-, tua felicidade, disse o duutor ternamente, c Se
que ste partido lie prudente, esla marcha he! nao livesses entrado, creloque teria ido pro-
leal, voss. meiicganariabem se refusasse adop- curar-te 110 castillo, lo impaciente citara
la-Ios
Nada havia que responder a uma dcclara-
co ao me-nio lempo lo liiinc e lo beuevo-
(a. Ella era confurme com as ideias da Sra.
p.un ; mas liuha a falta iniuienia de viruc
Vo fallar-me do Sr. de Beauregard, dis-
se Colina coin sigo coin urna anxicdade iuipos-
sivel de descrever-sc.
Cuidamos ein casar-te, contiuuou o dou-
tor sorrindo, na esperaura de que eue lorrl.o
s.'U marido : por isso la combatte-la, quando restitua um pouco de iranqollldade ao rasw
Corina appireccu ua grade do jardim. Tristo alHiclo de sua filha e fallavamos deste granue
a aconipaubava. I negocio, eu e la mi.
- Nao abrir ualmeule os olhos ? disse a I Accreacente, Sr. Briant, que nao "*"'"
Sra. Ilrlaul ao marido moslrando-|(ie os dous em oada concordes quero que -.orna o aai-
jovens que se separavan pois Trlslao tomara ba d'anlcniao, inlerrompeu vsame le a Sra.
o camloho do caslello. I Briant que quasi nao poda comer a Impacicn-
Sim, minha inulher, abro-as, respoudeu ola que senta de comar iuuo
com InquietaeSo o doutor. c Dos queira que Mo ha Inda nenhuina rasao para apre
nosei. larde demais! Depois quando Co'rl-'sar, isso. munnurou fracaiuente l.onna. que.
na chegou perto dajanell. d salao, a qual es- a expressan. secca e dura do roslo de sua ma,
lava abena elle fez-lhe slgoal que entrasse. fasla tremer desde a cabeca ate os pes. Tenhos
Osigoal que o Sr. Briaoi lizera a filha para apenas dessele annos.. anda meimo nao o
que fosse ter com elle do salao, era aUictuuso,, compietei c
1 para..

J MUTILADO


Un tauda lar, mos .
Com pnir, con legia,'
Di peif-luayinpaihla
Que meupeiio loma ufano
De Floitado e da Carina.
A letnpre liclli harmona.
A todoe esle brindes respondeu o Sr.
uno com i poesa que traascrcveinos:
llo & Tnblrr em J! de fererriro de 1849,
4 mezcs ~I68/S63. ReciraS? de agosto da 1851.
Guil'icraii Aujmlo Hvilrlgvel Sillr.
Ger-
VHIEDAUES
CARTA DE UR.\ XAROPE, PR ETICANTE
UEPHaRMACETJTI'ODRLiSBO AO
CAELLEIREIRO DO PORTO.
Juoho 15.
te.lr.\ Por acaso ter encontrado ah ai
dual irniaa D. horalidadc e D. JJccoiiomia que
lzeram nina figura tan brilhante no program-
mi da regmtracM r Supponho que o Commea-
dador Silva, facultativo da cali do nobre vli-
conde do Plnheiro, a quem ellas forain con-
sultar, as recambiou desti cidade. talvez por
le nao darcm bem com os ares de Lisboa. Pa-
ra onde Iriao ? Ilouve quem disscjse que as
inaiidarain paliar u veroo cm Lourca, que he
o solar de uin novo viscondr, por slgnal bra-
silelro, amigo intimo do regenerador ; mas
quati historia Mandei la perguntar por ellas
e reiporidcram-mc que se d-ava noticia de D.
Eccorwmiti ler por l paasido com a caixa mi-
litar ja despejada ; mas .que D. Atoralidade fui
ahninlia que ningucm pescou no solar do novu
visconde! Fique! perfeitamenle desapontado,
poli desejava saber denlas duas ntimos dos re-
generadores seerain verdade as usuras enor-
mes com que se diz fura fcllo o emprestiino.
nossa! Uina das mais bi'ilhantcs p'ocas'do" i (-urr tambera por aqui que os 100 contos,
Ihealrodc S. Francisco, dlsia cu, porque he, c"ln quearrotaram tanto, de nutro emprcsll-
toda ella do distinclo colleja o Sr. Germano, j mo cl" "'elal, a 0 por cento, frito pelo brasi-
Meua amigos, levamos nossos copos a bocea, cilciro Fonc-cca, nao he Lio liquido como o qui
digamos: f zerain fazer acreditar. Ua una letra! de quan-
Vlvaonosso irmao d'arle! Viva a unio do au esleve no Rio de Jauciro, que esto
artstica! Viva a nasecute
tro de S Francisco
OSr, Figueiredo, saudando os dous empre- .*'" 1S duas manasinhas, nao se esqueja des
zarlos, prunos um brinde uoio c lidelidadc I'** perguuias.
artlstlcj. llc publico c notorio que D. lustiea, pri-
Este e o briudc antecedente tcm urna sig- l,ia d'aqurllas castas donicllas, e da qual tara-
nilieac;io que indito interes.j. aoi theatro* de bem sc fa honrosa menelo no programla
Santa Iiabel e de S. Francisco. Como he sa- regenerador, se dcsc.nchavou com a altuaclo.
bido, o Sr. Germano vollou para Pernainbuco Foi expulsa ilc todos os seis gabinetes unde
sem ter conseguido oque pertendia, ein razo[parece que devia ter entrada e un lugar de
de se acharem lodoi os actores conlralaijos, c i honra. II i inuias assercoes paia comprovar
as einprczas nao os podercm ceder. Pnrin, i despedida, hoje s tratare da seguintc
Ob da de praxer! di di tolo.
Que no mundo me dste eitrema dita!
relia sers para mlin. hora beindita,
fcm que plsel meu solo venturoso.'
Depon de louga ausencia, deidltoio,
fcni continuo penar, entre detdlta
D incalante loflrer, inlnb'alms aTicla
V elo aldin cncoutrar doce rrpouto !
tnlrequera? entre quem? Novoi artista
Ligados por um so deiejo A Gloria'...
Inscrevem o meu uome em mas listis,
Listas que guard irei para memoria 1
0 vr' "*rb05a redtou o segunle :
i. reliz he odia, Sr., cm que aqu nos reu-
1! P.' para coln"ieniorarinoi uuia das inals
brilhantes pocas do Theatro de S Francisco,/
Aqui vejo frootestonde brilbam louros immur-
chaveis ; aqui vejo una mocidade brilhante,
esperancoia, procurando o i uni do templo da
Gloria, Avante, innloal Mole, Carlio, Garrick,
Kean, Tahua, Alcide Toussez, c Lemaitro, sao
nonos inestres, a recompensa delles ser
Viva a iiii11 i
empresa do thca-' arada a vencer, e que sao incluidas nelle etc.,
I etc., etc. Se porianto, nieslre. por l encon-
la na le. eque era raorivao da relacio, por
erro d'ollicio. de qua bavla sido declarada
Innocente peloa tribuales... Viva a omnipo-
tencia ministerial.
Ilouve honten, a bordo da au franceza
aqu melonada, uina solemne funecao reli-
gin. Conferle-se o sacramento da chrriroa
a una poucos degrumeltcs daesquidra frail-
eis. O nuncio ful quem ouiclou, A bordo
da au achavani-se todos os officiacs ein gran-
de uniforme, e a maruja com seus factoa do-
inlngueiroa ; aa bandelraa franceza e do papa
rusavam-se por lodosos mastros e galharde-
les. A au salvou na occaaiao da ceremonia.
lia convitea para uina reunido eleitoral no
palacio do Cilhiriz. na qual figurara o Silva
Ciln il. viaconde de Algca e Rea de Vascon-
eellos, oflerecendo ao l.avradio a vlce-preal-
dencla. Recominendo-lhe a Revnlueo de ho-
je, que veni petlsco : os homens deicobrirain-
se, c aa barreladas que fazlain patria, e o
sacrificios com que arrotavain, feitos por el-
les ao paiz, eram Isca para o aniol dos em-
pregos.
O duque regenerador foi efleclivamente
hontem tarde praca do Campo de Sanl'Ao-
na, mas nao triumphou ; presidio Os trluiii-
phos j eslo gastos, e as ovacocs lias ponas
dos touros sao perigosas que o Higain os
sete cavillos cstripidos ni praca de Aranjuez.
Agora mesmo, que sao duas horas da tarde,
ouco salvar na barra. J me esqueela Boa-
lar Ihc que o nosso cxercllo anda fazendo
penitencia dos seus peccados. Hoje ao nielo
ilia pasiava este servo de Dos peU guardi do
IVIouriiiho, e os meiis indignos ouvidos foram
He-
a
I illta tflclns do algodfio esoda i J. C.
Ferrtira Soiron.
i ditn miudesas ; a dito.
S8 caicas ditas. 1 pacota amoflras, 84 bar-
ricas drogas, i caixa couros .preparados, 3
ditas drogas, l fardo c api ni saoco, Scaims
obras de vidro, 1 dita tMngallas; a Cesar
Rruger.
1 dita couros proparados; a Crocco &
Companhia.
3 itas ditos, 1 dita tniudezas, I dita vi-
Jros; a A. L. Strauss.
80 barricas cimento, 1 caixa quincalha-
rias, 4 ditas mcias de algo.lflo, i picote a-
iDOstras; a nothe & Bidoulac.
1 Ciixa sabSo, I dita perfumaris ; a M. J.
Ramoso Silva.
2 barricas sanguosugas ; a C. W. T. Rohl-
meyer.
1 caixa obras d'ouro e prata : a J. Raba.
CONSULADO GEKAL.
Rendimentododia I a SI. .24:949,356
dem do da s.#........1:038,096
25:987,452
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 21 1:421,207
dem do dia 22........ 26,216
1:447,453
feritios pelo oiii agudo de una corneta, ne-i RK,FREOn di it\ii v >- i i i- i -
parei para aguarda do lianco que era de ca- nBUa,DBUUHIA US RINDAS OKKAES
^adores, e vi-a formadi, de barretinas na indo IWIfcl.NAS.
e areaar? Muia gente bc admirou polo des- Rendimento do da 22......650,396
uio; cu tirei da cabrea o meu chapeo, e CONSULADO PROVINCIAL.
aeompanhei com asiniulias tres Avc-Marlas oajldem do da 21.......909,908
devotos soldado*, ISeiordem do quartcl ge- |dem do dia 22.......1:101022
ncral regenerador para ver se illude anda com ) ----
a capa darcligio.1 Teremos a biblia nova- j
ni'-nic emaeco? O lempo responder.
Sou, sem cooperaban ucm grat;a da dicta-I
Movimeato do porto.
11 -'!!
dura
a nosso ver, o 8r. Germauo ganhou mutto con,
a iii'i.n. A empresa do tneatro de Fran-
cisco de ora a vaute est ligada de .\mti
u.ib.-i em lolerease artsticos, a' sltnUbaaea
do que praticaiu todas aa cpuipaubias da tu-
ropa.euiquaut.oque o Sr. rlurludo passar al-
guuias vetes con. a sua companhia em IVr-
nambuco, o .*Sr. Germano eaeus actores se vi-
ra m iiiustrar-sc no theatro de S. Kiancisco.
As vantageus dcsla unio podem ser calcu-
ladas por quem retlechr na cidade em que
se vem os uoisus thejtrot ,ic porem em scena
tiiu i peca nova lodos os oito das, inuiUI vtv.es
sem seren sabidas pelos actores como convein,
Esta dihiculdade de<-appareccr, porque as
pecas montodas deutro do auno notheatiode
S. Francisco sero as mermas que iio ser re-
presentadas em Sania Isabel, e V Ice-ve rae,
Desta maueira nao s os actores ter;o mais
lempo, como dissemos, para se entregaren. ao
esludo, como eurtquecero seu espirito de
uovos eouhecimeuto, que beinpre proporclo
hain as viageus. O publico fulgan de achar
vanedede notlieairn, ja nos actes, c uu BC-
trhes, j as pe<;as, etc.
De uossa pane saudamos de coracao esta
Jembrauca, qne abre urna uova era aus artis-
tas dramaiicos e as letras do doiso paUl
Este banquete arllstieo persistr por muito
lempo ii.i uieiuoria de rjuauts a elleasii^ti-
r.mi.' Nelle furam saudades inultos de nossos
actores dramticos, e os actores do theatro de
S. Pedro, respondeud'-udo ein seu noine o Sr.
Gusuio ; os deSauta Uabel! o Sr, Paula Pil-
lo, noine nunca esqueeido nos coiacts dos
arlistas, e varios outro*, cm tuda credores des-
la disiinccao. C,
Sr>, redactores Torno a iocominoJa-los pa-
ra rogar-lhes a inserco das tres documentos
juntos
As letras que aceliei, e j paguci, a esses tres
senhores uicusex-credores. consiio da relia-
rn lambeiu abaixo e\arada, < licio sem valor
atgum vista dos mes nos documentos, em-
bora me nao fosseiri ellas entregues em razio
de estarem accionadas em Julro aonde inecha-
inou a proverbial bundaiie. e minia honra, destes
senhores mjtes's na forma do*eu iouvavel cos-
tume. lente 22 de agosto de lS;")l, Son ete.
i'.Hitherme AuyH.to HotJrguri Srtte.
Ocebi doSr, Guilherme Augusto Rmirigu-s
Seite, a qnantla dt- i:4007.37U rs., ro saldo de
todas as nossas comas at hoje fleando sem vi-
gor alguio, qmesquer letrjs. aces em Juizo,
ou tituios de divida, do mesmo Sr., anteriores
a esta dada, por lcar de ludo saldado
l de julo de ISjI,
IltnryCiibson.
Pelo presente dimos quita ci ao Sr. (ini-
iherme Augusto Rodrigues Sctte, do que at
hojf nos devia, licaudo assim sem rigor al-
gum, aooes. letras, ou outros quaeaquer u-
tulosa que o referido Sr. nos eslej obri^ado. c
para clareza passamos o pieseute por saldo,
Uecife 2 de malo de 1841.
P. P. GeaKeouor&C.
iogn lldiedai.
Pelo presente damos qulucilo ao Sr. Gui-
Iberme Augusto Rodrigues Ade, do que al
hoje nos devia, licano assim sem vigor al-
gum, aeces letras, ou outrns quaesquer tiiu-
los a que o referido Sr. nos estfja abrigado, \
Alguus einpregados, visto o atraso de paga-
mentos, e citando o exeinplo de ofliciacs qur
receberam os me es de abril e malo do corren-
te auno, pediraui ao Franzint que lh< s man-
dasse pagar um mez Indistiocto. Deferido,
Outros que souberam disto, e que estavain
as mesmas circumstancias loraui icr com o
mismo Fraulni, e sollicitaram igual graca. lu-
deleridu! (i(arain o ezemplo d'aquelles, eo
ministro da fazenda* disse-lhes: Os Srs. sao
muito egostas.1! Viva aju-iica da regene-
racao.' O marques de Malpica foi agraciado
com a nobre ordein do Tosan de Ouro II
um titulo de llcspanha c coiidecoraco da
mesma naeflo.
Moje louiou mais incremento a noticia da
modfficacXo mlnlatertalt mas a nova combi-
ii ii ni be da seguintc inaneira: o Pestaa
passa para a marinlia, na fazcuda entra o vis-
conde de Algs, nos eslrangeiros o Fonceca
Ma*alba*ea e para a juatlea c reino vo o rer-
rSo e Job Bernardo. NSo sei por ora como ..
cousa ser.t, mas he ceno que o lis lindar te de
hoje diz que rom ^ noticia da entrada de
tres oiriishi no ministerio subiram os fun-
dos Logo sao cerlas as louriuhas. Os vasos
mandados apromptar em Cdiz para vircm
esticionar no Tejo sao, a au Soberano, acor-
vela Cclon e o bergantlm l'airiovt. o marques
de Ulraflores, ministro, exige tambem aproxlmem frontelra de Portugal alguna re-
glineutOI As condicoes com Jos /'ernardo
|iroiiip|i|ca a enlrar no ministerio, para
felicitar o paiz, lio, o mulo de visconde I i-.
Peoisp.ira o lilhi, que he casado com uina
nela do Esleves osla, que fui bario do mes-
mo titulo pm I). .Miguel-e a promocao de 2
sargentos a alferes ein todos os corpos ijue nlo
acorapanharam o marechil na regeneracio
das ngulheias, para, contentar alguma cousa
esta classe que est muito descomente.
;*ara se tapar a bocea aos caes cosluma-se
jngar-lhes um osso, KtfcLiivamentc temos
oluOlaes para un exercllo maior que o de Xer-
xes ol Nipoli-.io. Na corrida de Touros que
hoiive un irn juez no dia 8 do corren te s
um touro escornou sete cvalos. Nao admira
pnrqii'' he cousa uiuio usual no pti* classico
das touradas. Como se inandaraui abunar as
etapes e forragea de rampanha ao eatadu-
maior general do duque de Saldanha, durante
todo o mez de malo, temos que su o inarechal
regenerador chuxou sua parte 1;'22^I75 ris
me corresponde a ijSlii^KiO rt'is ennuaes!
Viva a economa! O general em chffe na pes-
soa de el-re nao servia, porque S. M. nao
, recebia neiu gratlflcacdes, nem forragens:
Recite|agura na pessoa do duque regenerador he nc-
cesssrloi para se arredoudarem urnas conusi-
nlias. /irgnierac'io pubCOU sobbido urna
arrleirads de insultos eos pobres em forma de
artigo, e su depols he que publicou a decla-
raca relativa redacefia eis a boa le destes
eicriviohadores. Para as regenerar.es he que
val bem a niagem publica.
o Lavradlo rilgla se Ihe pubHeaste no Diario
a exonerbalo de inembro da comtnlssao fiscal.
Elle nada quer com a silajao actual, e falla
oom claresa c coragem !. prepararse para
Continuar a ser o ebeft da opposiyao ao du
que, anda com mais energa do que ao Tho-
mar O Rodrigo esta ein opposlco abena,
e he alcuuh ido pelas regenera",oes de iii rio-
tiirio'.. O Alys hi muito que part Iba as
Seu amigo
Iiraz \arope.
___COMMERCIO.
ALVANDEGA.
Ilcndimnlo.loilja22. 15:334,718
Descarrcgam hoje 23 de agosli.
BlCan dinainiirquRza Sani merca-
dorlat,
liscuna dmeri-an i -- Inri/ Eleonor farlnha
do Irigo.
16 fr;inc-z Itcaujeu mercailoiias
Navio enltado no dia 22.
, Havre 3ti. das, barca franceza Inore, de
180 loiielladas, capitS M innirr. rqnipa-
gem ii, carga l'./ni I i- e mais gcneri)9 ;
J. II. Lag.si-rre & Cninpaiiliia.
tlavioi saliido no mesmo dia.
j l'arahlba ljale bra-iileiru Espadarle, mos-
tr Victurino Jos Pareira, carga varius
gneros.
Liverpool oela l'arahibs barca ingleza
liroudoak, qipitSo J. C. Qoulding, carga
assucar. Vai acabar de carregar na Pa-
raliiba.
Observaco.
Soguio o seu destino a galera ingleza
Avisos martimos.
tompo quo decorrer da data da arrematadlo
aionm de juihn de 1852 ai veidas dos'
dous andaras da casa n. 11 da ra do Encan- i
lamento no bairro -lo Recite; aa posaoas que ..":,,.; hr,,BPB ,,'
quizeremlleitara-)bre as ditas vaodas po- "m.r[luV,
derao comparecer na cata das sessdes da re-- J" e "'" ,
rorid. .dtElmslraco nos das 21 28 do "J^&ZtX
presente mez as qu. tro e muja horas da tar- yjl[ ,^"i*"> ".a cnm.
de com seus poderes, niodo1'' Uatoe co oditoeapitBo, na Pr,T.
ou com o consignatario Antonio Joan,,;-?
hir* bree o bem cn
no por ter Dm. "
nelle qui.erSS,*
araoqaetembonscn
lo capj to, n,p.
Antonio Jo.quim jj
Sesillo da administradlo do patrimonio ?u com oeonsig
dos orphaoi, em 16 de agosto de I851.-A- aouza Kioeiro.
Ionio los di Olioeira, secretario. ? .Bl de.,,"eiro co-ri bre
- Ubngue csrun. aura para o Mira- Vf^'l "r ltr P"r,te d'"? P^moU o,
i.hao, e o patacho Valtnlt para o Rio de Ja- e,ro br,8ue br"llelro Gt.W*o ; par, 0 r\e
n-iro, recebem as malas hoje 23, as 11 ho- t0 d? c*,rg! P*s.ge.ros trata-se com
rasdodia. consignatario Maoo.il Aires Guerra Junr
na ra da Croz n. 40, ou C0O1 o cirlia,, iJ
TheHtrodeSante lt*bel. Gregorio Pereir.
SABHADN 23 DE AGOSTO DE I65l. m d?L1 L" 8 d ?"L Mhe O
A6rrad<.laairoei.'rrel(a Ireadal.'dama U. ,l/,i,u<. rit.i Lueei, i dospri- t-Vterp, capilao Jofio Goncalves Res puri.,
mitro iiaiirarinM, ni. rra61iof, U. Ftntrit *u carregamenlo prompto, pode receh.
* f,nar' alguma carga miuda, pasaageiros e eicri
Depola daorchcitra eiecular a ora e brl- vos a frele : tnta-ie oa ra do Apollo .,
Ihante ijiiiphuiiia da opera -O Rejoila do mazem n. 14 ou na ra da Cruz n ~
atSUaa."!^''!??! cr"-'e-h* '' :ep,e- Lulz Joso de Sa Araujo. Cm
aenta5ao neate theatro do apparatozo drama i> ii i_ i_
em ftactoa do Sr. Mendei Leal "ara a I drahylia.
U homem d Mascara-Neera. Saheem poucos .diaa o hiate brasiler
P,r.on,g.a. .acor,.. fMaS*> F'' Vi"ui"' Pur ter p.rtaj
O. Antonio, Prior do Crato, o Sr. A. J. Alvei. c,r" P'ompU : quem no meamo ,u,, "
O conde D. Alvaro, o Sr. G. F. d'Ollvelra. carregir ou ir de passagem.enlen la-,, y, '
. Fernando deCordova, o Sr J, S. Reta. o meslre no trapiche do algodlo, ou naru
D. Gonjalodet'orloa.or. S. FranclacoMeira. da Cadeia do Recd n. 13, com A. da C F,
\iii-ini.i ar:ii'ii.i, o m- JiMi|iiiui j.,s,. Buerra. reir Estrella.
I Mendea, o Sr. Raimundo Joa de Araujo. .. Para o Assu seguir viagem no Un J
correte mez o brigue Paquete di Pr^_.
ouoo, recebe carta por frete muito em oaja
trata-so na ra da moeda a. 7.
patacho brasileiro V,.
lentesegu para o Rio de JaoeU
ro, na ten;,i feira, 26 do corrate:
para passageiros e escravos a fre.
te, trata-secom ocapilao, na pra-
9a, ou com os consignatario No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
Brigue portuguez aria FeUt selllas !7-, *",, 5 ,uest""'- a Rlera ingleza
Brigue brasilero Go/fi^.l'^rost j JJ*' C'^oG 1,aut0D- a """
ll!l|>:li'f ll'o.
I'tactio amciicano Manj Ellconor, vimlo ; JiCC'lai'aCOeS.
de Baltimore consignado a Deane Youlc &------------------------------------1_________________
Compinllia manifeatou o seguate / O arsenal do guerra cdntrata a compra,
9C0 barricas farlnha do trigo, 100 meias a quem por menos lizor do 6i selius com os
dllas dito ; aos consigiintaiios. i perlencps que se declaram, a saber : selins,
Varanda
i iilrlas do Poro Novo !... I
visto uoa acliaruioa p.igoa e lausfeltof, e para
"ItlmJ^S'i ',rcrtl,,c P"1' sallJu Uc- continua cm
olfe 23 de tna.o de Itoi. ,,.,, ,c
V ? f,ch?fuc"11 k roblcr. ,., ,,,. CMI1, a,,, Clll a proleoco de lord H|.
J. .1. llerfr lhlMl.. .. ... .....- n-.1- .i. ---------
l'in.iii tudoa tres rrconlircidos, o aelladna
.lmente se o loque
.1 .! 1 de i'H' est crenlo,
na cmara .-li 1. Kalla-se
ilellatao das letraa que licarao em jiii/.o, e a
que se relercm os documentos acimi.
I re letras aceitas ao Sr. Ilrnsv Ginson, sendo
1 1." em 22 de Janeiro de 1819,
a 5 me/es.
!" no mismo dia a 11 inrzes.
3.' no ni. ,mo dia a 17 mezei.
1t)!l^l2.'l
4I/I25
469/131)
Ha.
lies lelraa aceitas aos Srs. (ies Ken-
uorthy k O,, sendo
al,* em 22 de detembro de 18IS,
a (i inc/.es
1.' no mesmo dia a 12 metes.
'1.a 110 mcsino dia a iS mezei.
1:10
cliinli.i, e com faier nina lornail.i de novos
pares, que sero o Agolar, o Passos Manuel,
o Casal Ribeiro, c ate anda na bocea pequea
o Galamba. Val ii'i(SjaJui'e para festejir a re-
eepcSo do inarechal il^ujiragio de afedut, e
0 AgiiiU. lie ejilgr.nn^^.
Falla-sc em graca c ttulos, que foram iner-
ciis lucralivas para al^uns nicorruptveis.
1 e 111 lubldo o pn'to das luvas... mas as de
nelica balaain, Vende a 2nu eS40rls> Btn
Alcacer l'orf.iram a dar as de vil.idloi^o ao cs-
Crivfio regenerador que pira all uoniearain,
e pedlrain que fusse nome.ido o corruiuo
lli/-se q ie -os d
"V HI pela de.r.-iii
Bringue franeei Btaujeu, vinlodo Mar-'silba de panno, dita mestra, par de loros,
seille e. Olle consignad-.- a J II. Lasserro dito de col ires com silba mestra, dito d
imiianhia n.anif.-stiu o seguinle : j franquilites do sola para o dito, dito de ca-
170 pipas, 50 meias ditas, 150 barris vi- pelladas de couio envernisado, esbecada,
libo, pipas vinagra, 50 mcias halas papel, par de redeas lixas, o ditas Msas, rabicho,
10 barns Crudas seccas, 80 caixas niaras, peitoral com gamarra, malote de vaqueta,
4 laceas especiarias, 8 fardos ditas, 4 ditos P"r do garupas de sola para o dito, porte de
alfazcma, i caixa canelia, 4 barricas alpis- so'a P'ra davina, e liador para a dita quem
la, (! barris oleo da linhaoca. 61) ditos azei- O* quizer furnecer dirija-so a salla da airee
le de oliveira ; aos consignatarios, tona do mesmo arssual no dia 22 do corten-
Eseuos dinamirquea Sa/ii,vinilo de llam- lo mez, com suas propostas,
burgo consignada a N. O. Iliober k Cumpa- ': Arsenal d guerra de l'ornambuco, 16 de
nina maulcslou o Si-guinte : agosto de 1831.O escnpturnrin,
2 caixas couros preparados, I dita perten- F- Seralico de Assis Carvatlio.
ees |iara escriptorios 5 ditas fitas do algo- 0 Arsenal de Cueira, precisa comprar
dflo, 1 dita oleados, 3 ditas pertences pare 4.70C varas do brim branco liso bom ; 96
chapeos, 5 ditas miudezas, 1 dita amostras; covados do chita para colxas, 18 varas de
a J. D. Wolfnupp M Companhia. panno de linho, 50 mantas de lila, 100 col-
ln barricas omento, 2 caixis couros pro- xfles de riscado do linho, ebeio, 100 ira ves-
parados, 1 dita leci los de seda, 3 ditas Un- seiros dedilo dito, 4 panellas de ferro fona-
l.is, 3 ditas vid'os, 8 ditas espellios, 2 ditas das de porcellana quo possa contar cada
quincalharias, 8 ditas obras de madeira, t urna tres galOes de liquido, 4 ditas de dito
ditas miudezas, 4 ditas lecidos de seda e dito'de cinco gallOes, 2 caldeirOes de forro
algodo, 10 barricas lvaiade,40caixas quei- eslanhado para dezeseis galOes, I cassaroli
jus. 3 pacas de carne de fumo, 2 latas bis- <1 fTio forrada de porcellana que Conteniia
cutos, 8 caisas blendas de algolo, 33 'wo galOes. 1 dita de dilo dito de seisga-
garrafdes cov.tlinha, IjOJ ditos vasios. 2 I*)", I dit.de tlilo dilo do novo galOes, 1
caixas pertenem para escnptorios, l barri- dij. de dito dito do dez galOes, duas lilas de
ca cevadinha, l embrulhu objeotos para pin- ''' dito de onz.< galOes. 2 ditas de dito dito
tura ; aos consignalarios. de doze galO.-s, 6 cbaleiras sorli las, o 50 ta-
calus litas da seda, I dita ditas de al- Hieres completos ; quem laes objeclos li-
godao, 2 ditas lecidos do dito, 2 pacoles ver, o qui/er fornocer diriji-sea S-lla da
amostras, l calza vinagre de fructa, 9 ditas Hirectoiia do mesmo Arsenal no dia 23 do
courus prepara los, 1 dita ferragens, 21 di- correte ao meio dia, munidos das compe-
tas pipel, ."> dilas pertences para chapeos, lentes propostas. Arsenal d guerra de l'.ir-
7 ollas miudezas, 1 dita charutos, 1 dita bis- nambuco, 18 de agosto de 1851 -- O Kscritu'"- ftodrigues de Lala, o Sr. Miranda.
coutos, 1 dita gomma lacea, 1 dita conei- rario /-' Serfico d"Assis Carvallio. i n- 'Jir de Lara, oSr. Nevos,
turas, 1 dila merca loiias diversas, 10 ger-; Como agente da companhia brasiloira I Torqualo de Lara, oSr. Figueiredo.
rabies cevadinha, 10 barricas cervej 1 ; a do paquetes 00 vapor tiesta provincia, faco1 n- Cuslamenlo de Lara, o Sr. Tollos,
""-'em constar ao publico, que d'ora ent dianle n0o' Vordi de Lara, o Sr. Manoel Fialho.
1 caixa lecidos de linho, 5 ditas ditos de consentir! o tranzilo de escravos aficanos Hannibal do Lara, oSr. Soledado.
Uiogo boteiho, oSr. dem.
U biapo da Guarda, o Sr. Santa Roza.
I.* Juia, oSr. -."mili 1-1
2.' dito, oSr.t.abral.
-ai'i-i.i 1 ., o Sr. Joaquina Joi Pereira.
Io llumcm do Povo, o Sr. Santa Roza.
o Sr. Rezendc,
> o Sr, Cabral.
2 Mutlieresdo Poro, o Sr. N. N
llrauea de Cordova, o Sr. D. Manuellla Lueci.
Leonor, a Sra. 1). Joauna Januarla.
O provincial do Trinos, o Sr, N. W.
3. Furia Or.dni, o Sr. B. N.
1 sacerdote. I pagein, o pregoeiro das jui-
(i(as reaes, porleiro do tiibunal, 4 mascaradoi,
2 acoratoi 2 reis de armas, povo-cavallelros niche n 3
portugueses scnbojcs c damas castelbauai r _'. "
guardn etc.
No lim do primelro acto M. Trabaloni Fi-
mart e M. Fuiartl eaecularo ein dauva e M-
mica as scenas principaea do primelro acto do
baile francez intitulado.
LA SYLI'IIIDE,
Terminar o espectculo com o rico nano
nacional da corle de Madrdi, eniitulado.
LAS HULERAS DEL W M.S DEL SEVILLANO.
tatemado peloi rs. Finart e Trabaltoni.
Acbo-se abertal as assign.turas de cama-
rote, e de cadeiras sob as conpifoes leguintcs:
A assignalura por 50 recitas ter o abatimen-
i-> de -jo |,i -eenici. Por 25, 12 por cento.
Vor 12, 8 por cento.
O director empiesario para mais abrilhan-
lar o espetaculo alcamjou por muito obse-
quio que os insignes c-utores Lucas de Vas-
co, Crios Rico e I). Miiielta Landa Cinlas-
scui nos inleivalos o seguiule : o
1. Caratiuaael Eman del Maestro Verdi
pela Sra. Landa.
2. iotervalio scena e aria la ma leticia
mfondere da opera de Lombardi pelo Sr.
Cirios Rico inusice de Vcrui.
3. Cavatina del Bravo por el Sr. Vasco.
4. Doutto Masnadieri pela Sra. Lauda e o
Sr. Vasco.
/VrrtM Camarotes, primen a ordem por cada re-
cita. 8/000
Dito segUDda dila dilo 10/000
Dilo lerceira ordein 8/0OO
Dilo qu 1111 ordein dem 4#iiO0
Cadclrai tfOOO
Galera 2fuuo s08ue viagem com brevidade por ter parla
Platea gcral i/uog I0 Carragamento prompto 0 hiate V01111 0.
-- Para Acarac salte o hiate S. Jos, pi
carga trata-se na ra da Cruz n. 24 cora
Manoel Jos de Sa Anujo.
Cear.
Pretende seguir com brevidade o patacho
Santa Cruz; recebe carga e passagairos
trata-se ao lado do Corpo Santo, ioj j,
massamea n. 25.
-- Para o Rio de Janeiro pretende Moir
viagem ateofim do corrento mezobiixoi
brasileiro Animo, por ter uieia carga a bor-
do, e parte engajada ; quem no mesmo lia-
da quizer carregar e ir de peasagem paria
que tem bous comanodo-, bem como embir-
car escravos a fete, pode tratar comocj.
pilBoou com o consignatario Loiz Joaede
Sa Araujo, na ra da Cruz do llecifeo.3j
Pare oMaranhSosegue em poneosdijs
o brigue escuna Douro, tocara no Cearisg
isso cenvier: quem quizer carregar ou ir
de passagem dirija-se a Manoel Huirte fio-
di igues, na ru. do Trapiche n. 26.
Samuel llowes Juoir.capitao da bart
americana Suran, arribada neate porlo 11
sua viagem do. Rio de Janeiro para Charles-
ton, precisa tomara lisco'maritimo sooreo
casco e frete da dita barca a quantia das.it
conlos de ris mais du 'menos : os prou-n-
denles podem se entender com os consif-
nataiios Henry Forsler & Compaobia, ni
ra do Trapicho n. 8.
l'ara o Cear,
tilo
Theatro de Apollo.
Quinta recita il assignalura.
SABBAOO, 23 HE AGOSTO DE 1851.
Uepois do una escolhida ouverlura subi-
r a scooa.o biilhaiiie e pomposo drama em
5 actos, de .Mr. Alexandto Humas.
Os sete infantes de Lara.
Acto pntnciro Gonzalo.
segundo Otnbuto.
terceiro Mudarra.
quaito O banquete.
quinio Avihgan;a.
Personagens e actores.
linda, para carga ou passageiros entouJer-
se com .Manoel Dias, ra da Senzalla ctzi
donde murou B. Lassere.
Leiloes.
aloJ5o, 1 dita ditos de seda, 1 p'acote a- noa vapores da companhia, para qualquer
musir, 2 dnicas Untas para tvpugraphia; Jos poitosdo Imperio, anda mesmo acom-
a .icliariieiilin Tobler. panhando*a seus senhores. Os libarlos s-
2 lar los ti'Cilns de hla.1 dilo ditodealgo- mente seriio admitti-los com o passa orte
dSo, 4 pacutasamosiras, 2 caixas teci los di- 1".c ,s)0 declare, e assim mesmo liearSosu-
veis is,4 ditas couros prepara los, 3 -litas vi- goilos a quaosquer exames eavcriguar;0cs "olios o cabega branca, o Sr. Jorge
dros,2 ditas lecidos do alijodao. 2 ditas miu- 1ue me Piccer necossario para n3o s lor-l "oral, o Sr. Caotano
D. l-'avilia de Lara, o Sr. Conrado.
D Pasittllo de Lara, a Sr. RrandSo.
Gonzalo, o montanhez, o Sr. GuimarSos.
Mudarra, o bastardo, o Sr. Costa.
H. JoaodeAxuilar, oSr. Mello
ro
ffltffli
2B5/2I2
I na
letra aceita aos Srs. Scbafbeit-
79b/SX
As raparigas sao mullo mail juliaidestai
.orles de cousaa rrsponden a Sr. Briant com
mu azedume que lena paitado por colera em
qualquer outra pessoa ; e aquellas que como
voss, tcm a felicidade -le viverem debaixo de
una diiecf.io terna e esclarecida, deveui sub-
meiiei-M- ao que se tcm decidido a eate res-
peilo. Todava, miaba filha, como tenho a
malar coDaoca em seu excellente julo, dei-
xo-lhe plena c inleira liberdade de optar en-
tre a opiniao de seu pai e a iiiinha. Espero Sr.
Unan I, que Vino, nao me desmentir.
A Sra. Briint, preparando assim os cami-
nhos, quera (pie I 01 ina Acuse bem persuadi-
da de que ella era maisiolllciu pela felicidade
da mema do que sen marld
dezas.1 dita chapeos de sol, 1 dita lecidos de "ar inipiolicua esta providencia que lioa
seda,4diias ditos de algodao,2 latas biscou- declarada. Ilecife, 21 do agosto de 1851.
tos. I9,caixas .rm.s, 4t massos.palliinlia ; a Thomas di Furia.
C. J. Astley Companhia. A administraco gcral dos estabeleci-
1 caua lulnas do ouro, 3 ditas sanguesu- mantos de caridad, m.nda fazor pobiico,
gas, 1 pacolu amostras ; a J. Tcg-.-tmoier. > que nos das 21, 23 e 25 do co 3 caixas couros prepara los, 100 cestos Praca de renda a ilua do JVogueira, pelo
champagne, 1 caixa miudezas, 4 fardos le- lempo quo decorrer do prhneiro de julbo
cijos de 1:1a, 2 pacotes amostras, 2 caixas ullimo.a trmta de junho de 1857,pola quan
lecidos do seda e algodo, 3 ditas ditos do ta de 1:200,000 rs. por auno, n- ,iv|.mi leu
algudo : a K.ikniann o; Irinflos. ; tes comparecam nos'dias eprasados, as 4
I fardo lecidos de lila, 2 pacotes amostras, > horas la larde na salla das scssOes da mes-
5 cai-was lecidos de algod.iu, 3 ditis ditos de ",a administracHo.
Alcacer vo ser quinla'dos, dilo seda ; a J. Keller & i.ompanhia. Adininisirarao geral dos estahelecimcn-
1 birrica. 3 Caixas d.ugo ; a Weilcu lira- los Jo cirid-de, 18 de agosto de 1851 O
~ ..............------- 1 ....... 1 ii.iii,iiii ..111
im'or com que ir.ilam os eiintrabandislas. r.s- a | ,jj a M olhos e mi
socorruplui. t) omolpoteole Seure drtpe- ,' ,' '. ,iilni. H ,
lio o Rodrigues, que no anno panado cscre- ^^P""1 unos, a J
Os povos do Uibalej-j representaram contra
os admlnlitradores que ibe mandaram, pelo
am'or com que tratara os contrabandistas. Es
tac coriupt.
dio o Rodrigues, que 110 anno pas
-----:.^ .r-rrg^" _------g^rv.v ^rzr'i*
tino bc o Sr. conde de lieaurcgird : agora cs-
colhe.
Mas ininba inai, cu nao posa 1 cscolber,
respoudeu Corina coin um pouco mais de
forca.
E porque .' prrguntoii a Sra. Ilriant. Pa-
rece-me que a qinsiaoesla bem claramente
vo iS. CQUipanbis
1 cnxa diveisas morcadorias, 1 dita lou-
is objeclos, 1 dita
I 1,0 11 -
escrirflo, A J. G. do Correio.
Adminislracdo do patrimonio dos orpkdoi.
I'erante a adjinistrjc^lo dos orphSos se
ha de arrematar a qurm mais dor, e polo
Aguazil-mr, oSr. lves.
. Vallambra, a Sra. D Leopoldina.
" EJul de Aguilar, a Sra. I). Felismioa.
D. Lippa, a Sia. I) Josephioa.
P. Valeria, a Sra. D. Luiza.
Oovo, muzicus senhores allabardeiros,
bailarinas e criados.
lie este o espectculo que o director era-
presai io tem a noora de apresentar ao Ilus-
trado publico desta ciJad, esperanzoso de
que oajudar, eo recompensara das |suas
ladigas e exforcos, que tem empregado pa-
ra conquistar a sua benevolencia e pro-
tec(3o.
Os bilhetes de camorote o piales, achara-
se a venda na vespera e no dia nO lugar do
costume.
( 111e-.11.1 com a chegada do Exm. Sr. Pre-
zidenlc da provincia.
Leilao de mobilii
Kslkmann & limaos fazam leiao poriii-
tf-rvenr/So do corrector Oliveira de II com-
modas ,nirt<; dolas om estado de avarii:
segunda-feira, 25 do correte, no souaroi-
zem na rui da Cruz n. 10. '
O corretor Miguel Carnairo, fir lei-
13o no dia sabbado 23do correte-- aaII
horas do dia no seu a r mazem na ra do Tra-
piche n. 40 de variados desechos a oleo
pelos primeiros- autores d'Europa entre ri-
les acha-se o judeu Shylock, e diversas pii-
sagens muito ricas .-assim como urna rica
colxa de setim carmesim forrada desedi.e
bordada com.mullo gusto, obra da ln lia, a
una pimplo de livros usados inglezos, a
francezes obras muito interesantes, e pelo
preco anda mais.
Matneus Austin & Companhia, firao
leilSo por iutervencSn do corrector Ulivoiri
e por conla e risco de quem perlencer, del
225 barricas de farinha de trigo aviriada,
a bordo do brigue unlerss, viudo de l'.nli-
delphia, terrja-feira, 36 do crranle, as 10
horas da manliSa, no seu armazeni, DI rui
da Senzalla Veiln,
Joaquim Filippe da Costs e J0S0 Mar
tins de barros faraoi leilflo por inlerven{ao
do corrector Miguel Carneiro coica de eo
pipa8coui vmiio da Figueira de una maici
bem acredita Ja neate mercado, no armnem
do Sr. Manuel Airas "Cerdoso : no Forte do
Mato, qui ta-feira, 27 do correte ao meio
da em ponto.
por tua tristeza, cada dia maior. Una palavra
s, iniuha lilha.... Amas t ao Sr. de Ucaure-
gard?
Assim ocrelo, meu pai.
E elle ama-te 1.1 mbem.'
-- Nao sel.
Tcm pelo menos alguuias suspeitas, algu-
ma esperan;a a esle respeito ?
-- Nao, elle bc acuipre o mcsino para co-
ntigo.
Pois bem ; ser precise que se decida a
nos da consolfao de cliorannos junio', ella e eiplloar-ie, pois rou agua mesuio....
Se ests certa de sem sentimenloa, mi- eu Corina, uiinha preadissima lilha, contl- Vine, deitar ludo a perder meu pai, ar-
nha lilha, replicn a Sra. ttriaot, he absoluta- nuou odoiilor, dizc-meo que lie que te fazsof- tieulou penosamente a pobre Corina: o Sr. de
inenie a inesm.i rmia.i. I,er! ciplica-te ubre o que desejai que se fa- Hcauegard he bom; mas he orgulhoso, esc
Mas, Sra, disse este oom lirme/a nn< Sao he iiiliramcnleaiilin! dlsse por sua fa para restituir-te a tranquillldade; nada pa- Vine, lentai fazer violencia a icus sentiincnlos,
vioqual era a inienco de sna inulher e'11 ien ve'od-iulor; todava como sou justo, coave- reccr dillicil a teu velho pai, nenbuiii pasio elle me aborrecer, e coto s me restar
ou de opini.10 opnosia a sua (luein n.i. "''" 'lue *"'* i's'1 -1 """ P'esumpjio ; aaiiui Ibe cusiar, nuando se Halar para elle de ser- morrer.
________ ... '- l, II VIS. .,,,;. .....,1, 1 K,, 1 ,,,....... h I. -I ______ ._ ._ J_ ... ._ ____...... l.L. a.- ___\ ... 1., ........ 1 I. ,1 ... ....-.. ... I ...... ..
I,0*M ;.. ?r- conde Triscio de lleaureg.ird, ou saibi1 ,.,, 0 ne CJIa f..ndo llc ifa,llc,
oSr Alniao R.gonneau. Ihe basta ter por sua culpada cegueira, c
-Destes duas pelanas, lia urna que anda sua lMCi, Vaidade, amustiado o corac
at boje nao deu a conbcccr suas lutencOea.... mini,a ,n,a, ,|cr anda alleoar-m'o c prl
*"**'" fin t i c.uiriil irn rlc i-l-.i.riruinc limlnu ni
tardos do doutur luruiu em um iustaue cou- cu bem o conhefo pela pallide/. de leu rosto
Ii rmados.
Bata ouvindo, Sr..' csclamou a Sra. Bri-
ant fra de ii, Contemple agora sua obra, e
lelicile-ic de sua solieitude paternal, princi-
palmente de, sua penctruyo : ellas sao ambas
grandes.
Ab!aSra. aecusa-mc de ludo isso mas
Ko
c por
o de
privar-
se, creria certamente que nao me interesso
laulo quanto vosi ein ver mintia filha feliz.
111 sabes o contrario, na-, he Corina ? Escuta
pois a historia do que se passa, inru amor, ac-
crescenlou elle ; eita mesma manilla virram
propor-me um cacamenio para ti, o qual me
parece inulto conveniente Tua nial pretende
que podei achar ontro muito mais vani.i|oso,
cstou mu longe de conlradize-la desejo mes-
1110 que a cousa aeouieya : mas antea de re-
jtitar ili'iin.iu neme esta prlmelra propolla,
eu quizera ter algumas certesas, ou pelo Hie-
mal, forca para articular uina s palavra.
Verdadrirainenic Sr., Vine, he da mais rc-
Tollante grusseria, respondeu a Sra. Ilriant
uoi alguma eiperau;ai de que ha probabili- com colera e deiprcso. O coracao das mulhe-
daJcs em iavor da secunda. Nao le parece isso rea lem lempre sido um llvro lechado para o
.:m ir mu me i......iv.l I a,la irim .imeiii.-, i, Sr-> e *lu.c- da-ine um.i nova prova de sua
levare! a m.l nada do que me disiere, dou-le erosieira ignorancia. Interrogando sua lilha
uiinha palavra de honra ; uSo, para le asic- poma ineinw brulalldade que empregava ou-
,;m ir mail, juro-te pela ternura, que le nho Tu sabes que ella nao le tem jamis des-
mentido.
Oh eu o crelo, meu bom pal, respondeu
Corina ; mas com urna ve; !a? iraca aue seus
oiho. ioi sonre ril ""'" l""""" "' Uni que dizer. b.i Ibuciou pobre Corina na
da, a nao ler que sou bem desgranada!
A pessoa que i pedio em casamento he o Solucoi suHoeadoi tinhain precedido cslai
Kaguune.u para leu filho.Simio, din. re- doloroiai palarrai, una torrente de lagrimal
Si
pois, uiinha boa Corininha, se labes algutn.i vlr-ie, de provarte que le auia cima de toda No fui cuque a lie dizer isso, exclamou
cousa de mais que nos, he de ten interesse di- a expresso. T amas ao Sr. de Heaurcgard, a Sra. briant com ar de trinmpho. Nos inu-
rei rnais, he de ico dever, cmifessar-nns ludo n.io he? Pola bem I irei ler com elle : dir-lhe- Iberos, temos delicadezas que Vine, nao pode
sem tergiversado. Tua mi e eu nao temos hei que era o mais amigo amigo de seu leal pal; comprehender, e..
enio um fim, um desejo, lie que lejas reliz co- mo,irar-lhe-hci inhibas cans c pcdir-lhc-lici ~ Viuc.[ tcm delicadezas, interrompeu o
1110 merecii ic-lo. que seenplique sem leigiveruce. e elle par- doulor, mal eu tcnbo deveres que %umprir, e
Oh bem o aci! bem o sel I exclamou Co- Heipa de leus senlimeiiius, cuno nao duv ido ; por isso nao eiperare que o mal que temo se-
rlna ; mas uada tenho que diier,... Nada, con- se procuiou faze-los naseer, como boiuem de ja Irreparavel. ..
linuou ella mais baixo, e como se nao livcise l>^", 1"e he. nao deinr de pedlr-me a tila Elle obej, meu pai, muruiurou Corina
mo, e se o nao llzer, eetou cerlo que orgulnu- Pelo amor de Dos oo oaggrave!
a como l, nao continuars mal a aina-lo. -i.i.ie farci, meu Jeiui? dille Briani co.
Knto t o esquecer as iniuha lilha, c unirs brindo o rosto com as inaos.
leu destino ao de nm rapaz honrado que le fa- -- O que, ha pouco cu Ihe dizia, meu marido;
r feliz c que amars logo, porque he dig- esperar.
110 da all'ciyio de urna mofa pura como U'i. Fa- Esperar 1 repello o doulor filando um
(amos isio, minha lilha! ; olhar doloroso sobre o rollo J profundamen-
Corina, v que le cslaoacomelbando im- te alterado da lilha; c le esperando, ai comal
prudencial, bai&eai, disse a Sra. briant. nao mudareiii?
Calle-se, Sra., eaclamou o doulor. Calle- He linpossivel, respondeu docemenle a
ic .' poli aqu loueu que goveruu. Al aopce- Sra. Briaut. mas eiullin se islo acoolecesie,
lente leoho podido parecer leu escravo, del- leri lempre lempo de pedir uma_eipllcaco
xando que goveroasse a casa sua fantazia, ao Sr. de Beauregard. Hoje voss nao tem ene
maa agora trata-ie da felicidade de mlnba A- direilo, e islo nao lerla oulro resultado que
Iha clrelo que entender. Importa que esta dar-lhe a conhecer 01 lenilnientos de Coriua,
sliuijao falsa cene, e ella cenar, eu o pro- os quaei certamente anda ignora. Reflicta de
mello em preienca de Dos Falla, Corina, di- sanguefrlo naiconsequeuclai de um tal pano.
ze-uie que tenho rasSo em querer dlnlpar tuas meu amigo, e ver que sua filha lem raio
tuacao, oqual impressionou o doulor; deinalf
este liuli 1 ebegadn ao apogeo da forya moral
que pudia desenvolver por uina l vez, e leo-
lla instinctivamente que mais violencia nao
teria por liiu senao mais fraqueza.
-- Quero consentir cm contemporisar anda,
disse elle; mis faco-o com duas condicdei: a
prlmelra que Corina me aftirinar nao terre-
cebido ueuhuuia declarafo culpoia do Sr. de
Beauregard ; a segunda que ella vira advertir-
me uo iiiesuio instante, se receber alguma.
r- Juro-lhe meu pai, exclamou Corina, que
elle nada me lem dito at hoje que possa fa*
zer-mc crer que tenha por mlm outroi senil- 0Joi"Ui p'onToi.
menlos que aquellei que tiuba quaodo eramol .. No geria ineiuor Urar-lhe toda a ciperau
ambui meninoil Se o amo, he mao grado w jeade l? repllcoua Sra. Dilanl
Biii' i.m. un nnlu id nuil, iinlni luin'.i UIP -.1- -. ... 9.___1. .. _ii-
Avisos diversos.____
O Sr. capitSo Joo Bernardo Diniz P-
sos, tem urna c tta de Morojo, Da ra do
Creapo, loja n 23
o das
tr'ora em cortar pernas e brafos uos campos
de batalha. Corina, prohiho-te que reipon-
das agora a nenhuma queitao ; quando eill-
Teriiins ios, Isio lera dlrfcrenle, poderos cntao
abrir-me teu corafo.
Ah ni miu mi, enllocme agora, nada
soiutauenic a sra. Bnaui, e a que eu le dea- seguio-ai Ituiuedlalaincnle; todos 01 temores I du-ida; pois i ai lem, intoha pobie lilha I Havla um lado especioso nene resumo da il-
'.. 11. poii quando cilamoi juotoi, nunca me
falla de ii.
Ah exclamou o doulor, c de que le falla
ento?
De A Hiele, primeramente, a qual ama
ternamente, c teme nao poder fazer feliz ; de-
pola de aeui pezaeei, poli parece que lem
muiloi.
Nobre mancebo! Interrompeu vivamente
a Sra. Ilriant. Ah nos seriamos bem Culp-
is, ie deiconfinieinoi delle .' he tao puro
O doulor abri a bocea para reiponder; mal
conleve-se, e lmitou-ie a dirigir mulber um
olhar qlte exprima lodo o leu pemainenlo.
Elle no achara Beauregard tao innocente, que
nao fallaaie a Corioa leno de leus pesare-,
-- Se elle le diaier maii, mluha lilha, pro.
ineiies-ine que viri lem demora declarar-m'o?
Joro-lne, meu pal I respondeu Corina
com Vina vlvacldade que provava bem que era
sincera compromeliendo-se a fazer o que della
se exiga.
Ha anda urna coma a fazer, minha filha,
conlinuou o doulor, be nao Ires lao frequen-
lemente ao cailello. Islo aeria inconveniente.
fosie era queeitado folie; mal na illuaco
preiente serla uina falla mu grave. Naoie
trata de um rouipimcnto, senao unicainentc
de regular relafdei que le lem tornado um
pouco frequeolei de mal: esta precaufio be
at necenaria para assegurar a durieao
mesmas.
Von val ollciidcr enei pofcre meniou,
meu charo, disse a Sra Brlaat em voz oaiaa.
Se for indispeniavrl, eu me eiplicarn
com a Sra. Alllelie, respoudeu o doulor oo
meimo tom.
Pola bem; emque ficamoi? perguniou 1
Sra Briani. Que partido lomar a reipeho di
propoila de calamento do Sr, Kagonoeau'
Uir-lhe-hei que nao quero calar mlnia n-
Iha aeno quando ti ver desoll anuos, reipoii-
deu o Sr. Briani um pouco envergoubaoo de
ler definillvainenle cedido a suamulher sobir
No. Sra., Ino nao icrla uieihor. reipon-
deu o doulor com enfado. Quera libe N P."-,
der vii a accontecer que mudemos di opiniai
A Sra. Hrlaul cedeu; inai lomou c<""f.
mesma a reaolucao de arranjar as C0U'*J.,,
lorie que o Sr. Ragonueau nao vollane mai
carga. Nella a calma era ainda menoi uan-
qulliadoraque a teuipeilade. ,
I'os.o reiirarine agora? perguntou Unii-
-l.iinenie Corina. Slnto-me fulgida, iocoiiiini"-
dada; equizera deliar-me uin pouco.
- Faze o que quizere, meu amor, 1''
doulor paitando umitas vezei a mao ODr'|
face da filba paluda c anda hmida de lag'
mai. Pela mmba parle vou preparar una
porcao calmante, a qual le levara! breveineo
Agora Sra. Urianl, depoli da guerra a pa *'
bracemo-nos.
Von he cncanlador quaudo le Ihc fa"'
ai voiilades, respoudeu a Sra. Briani, "*"
do-ie brayar de bom grado; mal se *"f
cedeuem, acabarla por lornar-se erot: J1"
nao vi um ieo de sua especie. _-.ru
~ Ah / quem dera que eu llveiie ao m
a pe llc de leao! dille eolre 01 denle o po
doulor, que acabava de ver em um P"
ua face bonacboiii. ,
(Cumauaraa-Aa)
MiiTii Ano
L


di. 27 o crrante mez de agosto se mo seu c usto e despezas at a da-
i,.*de arrematar em prg publica do Sr. ,fl & ce8g0 tildo conveniente-
aZMrlTt2'ltiZ' mente documentado, para qne o
C'-visti porexeco^ao do* flihoi den/"**"partido devidimente apreciand
Z^^*~Z. contas reconheca a lealdade
no rs ann.iat, e ha a ultima praga. e honradez do or. Cmara, arre-
^r,?r'A^^S,-,S'S dando assim desle Sr. a denomi-
? Vrnenhumatrausacgiiocom oa baa que rio que se costuma empregar para
powue, porqu" "" dbitos, e j* vencidos. Qm Q comprc||CnclJOJ n0 artg0
,ue "ijweja^e'muito saber noticias de um a58 do cdigo criminal.
mojo de nome Secundino Jos R'b'Iro na- g(J egte me0 C0lnprova,.am
larl da cidade de Braga, que /?L?.,*_2 "i-
deJaneiro.eque
bastate lempo nao se os ors. redactores da imprenta e
'noticias dalle: quem souberse Ihe ro- e mas amigos.as cualidades
.. narisl f-vor de, dirigtr-se ao aterro o I
g, por e?j8lci,,J.(1 i4. nenies do hr. Cmara, assaz
d,|?005V.. do correte desappireceu um prometlidas neste negocio.
emt-
com-
neerVch.mad VicVnt, bem preto, altura
prometlidas neste neg
Nao seretribuem as injuriase
raular. com suissas, lem uina marca na ,
f.r-nusi junto do olho, quebrado ds ve- insultos, porque nesse campo nao
;r^mm.5orrOUeP'cUrneheVrnoh:aqSe,rne jej. hombrear com os Srs. re-
leve-o ao aterro da Boi-Vistiu. 43 dadores da lmprensa l
O Contribuirte.
A palmeira pernambucana.
Sthio boje o terceiro numero deste pe-
como bom dia. Conti-
rs. na praca da Inde-
3.
O Sr. Lnlz Jos Marque no (em direito al-
guna de cobrar segunda vez doa coletados, co-
mo li.nlor e aocio do arrematante daa agoaa ar-
daniea, f*Jjji/1> proprio arrematante no Diario
'Ir l'irnamouo de 3, 4 e 5 de feverelro, que d
Sr. Marquea nao contealou ; que Ihe constan-
do que oulro arrogava *a al o dtreilo de cobrar
doa aenborea culleladoa; Ihe faila ademe que
de coro 500,000 rs. dirija-se prsrji da In- molestias agudas ou chronicis, podnm di-
dependencia, loja n. 3, que ah se dir a pea- rigir-ae ra larga do Rozarion.30.aon
sol quequer. de estt reiidindo Bernardo Perei'i do Car.
Drsapparecau da fundican da Aurora mo Snior, que esta promplo a exereersua
DO dia I* da correte o preto Joo Coianna, faculdade em qualquor bori do dia ou da
de nagSo.levtndo caiga e camisa de lgodSo?noile. Para com as pessoas pobres se pres-
ezul de l i -tros, representa ter 30 a 32 annos! tara grites,
de idade, tem pouca barba, porcm costuma j Casa de commissSo de escrotos.
. elle arrematante era o legitl.no para firmar luaae, lem pouca u.rua. pu.c .. uu um.
e receber nicamente doa aenhores conectado. uni-li ao bigode, pernas arqueadas, eslalu- fj, rua lrelta, sobrado de 3 andares, da-
r regular, [fronte do becco do S. Pedro n: 3. racebem-
-- Allug.-sopar todo servigo interior de,gBescravos do.n.boa os setos para so veo-
umacasH, excepto cosinbar, lavar cengom-|(iere,n ,le c,,,,,,^, nSo se levando por
me, urna parda escura, e urna creoula re-1 ge ,b,lh0 js Jo ,, a por ceolo, e
ue Jnnzed lu?g"'o.l.d" 'C0""J,I[ honestase de ezcellentcs costu- sern s ,,var C0U91 ,,, do comedorias.
aempre me perTence ; ,, mes, ambas e.crav.s sabem ajudar a vestir ( ofr..recendo-s para islo toda
de alR"nar"unlcinenie oa reciboa doa i'enho-1 uau "endura, preparar urna mesa de cha, e -,,,, par, os tos scravus.
rea culletadoi; direito que se pertendepur em '"' toJO o mais sorvigo proprio do lima I ^^mmmm dnvida........ poda provar com o termo do! na, de que ja lem bstame uso. Adverte-
contrato. Com a no axUlencla de documeii- se que se prefero casa in^leza : quem quizer
to algmn em que cu atslgnaiae tal dlreito ; c Iraur deste negocio, dinja-se a ra da Sau-
aobre ludo com documentos eacrlptoa pelo meu1 de, bairro da Iloa-Visl, casa terrea junto
dllo llador.--Sedeado pormaainalaocia do |, joSr_ UrL0llrejrOi qB a|, se lne djra
o referido Imposto.
e mais no inestno Mario n. 34 de 11 do mesmo
mez de fererelro. Dii o ineaino arremtame em
um annuncin o seguinte pedacinho de ouro.....
o abalxo assignado, etc., etc
por um direito q
parece Julgarei
seguranca
""o'ditoSr1 tar-1 queVtrga"^ dia'esclavas.
uina convenfu escripta com
quns, eutorlsando para pbder recebar '.><> se-1
nhoren colectados com o meu recibo firmado
AtlencSo.
Tenio-seera os mez 'S do maio o lulhu,
,. l ii 1LII U-3H i'IU U3 lili i. 3 "*; lii'inr i' jiiiii-',
i ni ir-'M-iii por e le, com esclusao d.inuolles que i .....,.. .. ....,. i___ai .,.-...
foreu. precisos em juizo e nos lugares do mato, rogado a lo las as possoas que e>Um deven-
aoodc sempre se recebeu com recibos nica- do contas .mugas m vnnoa da ra da l.a-
upre
mente por miin asaignados ; advertindo po-
rm que ludo quantu est praiicado nao preci-
sa de coiitiruiacao alguma
Recifc, lO de fevereiro de l83i.
Luii amonio de Maquila Fakno'.
A' villa do que se le neste aiinunno que o
Sr Marques nao conlcstou, por ser ludo ver-
i lie lem deseremarrematadas duas casas riodico : est bom c
"lis 'na Solidada, 0J|2t e 26, sendo esta nui-sea dar por 40
com um pequeo sitiFvaliada a iprimeiri pendencii, leja de encidernacSo n. 18, e na tle,n : sc pre,|dencIa qUC bC anadrlnMa
por440O00rs, el segundl por 700,000 rs livnrtl doSr. Dourido. com o sr. Faria, para Falca concernir elle as-
nor eiecucSO de Alextndre Jos Perelra, No aitioda Trempe, sobrsdon 1, que signaros recibos desta data ra dilate ; me-
contra Minoel Ferreira de Araujo Castro. lom venda por baixo, precisi-se comprar nos osque fussem precisosem julio, esanecio-
de
me
feira, 2 do cor
*I4
IV
or-4S0 OUO>s., e a aegunda por 700,0
hor eiecucao de Alextndre Jos Pt
intra Minoel Ferreira de Araujo Cast
Aluga-se pata 0 sarvico de urna casa urna vacca que d bom leite e paga-se bem onu ludo quauto eslava praticado aniennr-
, familia umiescnva que coslnhe, engom- no mesmo sitio ntida tem ps de sapoli- menif; pode o Sr. Marquea a vista deate fac-
'.[Teosiboe: n. ru. da Unio, qu.rt.ca- .eiro, par. vender da melhor qu.lU.de ^^"$2^
Sidaparledoo.scente. que b.. brar segunna vez com recibos smenle asslg-
Joaquim de Almeida Lima, retira-se Precisa-se por aluguel um preto que ,. rit Si lllc. ,. ,., |UI, ,;, ,,,, ,, ,.,..,
parafra do Imperio. nSo beba muito, paga-se 12.00U rs. por mez, ra, a liuelll irgiumaiiiemc pertencia, nao lie
Engomma-se com a m.ior perfeicSo, e o sustento, para o servico ordinario da crive, o publico decidir de que panetstaa
rnuoada homem e senhora, por precos mui- padariana piaca daSuita Cruz debaixo do rasio-.....e porque o Sr. Marques quando
lo em cont. : na ra do Amorim n. 36, pii- sobr.do n. 106. acilo-se prejudicado na! deuu.icou para ser
lo em coma v ,, di._;i.b proo.aado o sen amigo por e.te orlme.....por-
meiroandir. mimen L/Onipanlliaae Deuoriuc. queno requereu rcc.so do coulralo ao go-
Quem quizer entrar com 500,000 rs. i)s0se lendo effectuado no da 20 do cor- yerno para ncarllrre da lianta e ir aovamea-
p.r. um. socied.de em negocio mullo lu- renle 0 contrato para a arrecadaeflo da ta- te em praca o imposto dessa data em dame ?
crativo: deuesu. resiJenci. no escriptorio c|lg <0|,|. a yend. oa agoa por n8o terappa- porque alo penhurou os benc c ordenados do
desle jornal, em carta dirigida! A. R F. recdo quem oferecesse mais do quo a arrematante pois sobre cllestinba i mo o di-
_ OSr. Caldillo Lopes de Oliveira, diri- quanla pur quo actnalmcnta U .cha con- relio, inai Ulo no Ibe fe eontti delzoii-olri
j,-se.ruiNuv.n.l8, i negocio de seu.o- kc.do.licou tr.ns.erlda a deciso desto JJ" P"< ,"euo Tewai mv"". c-
jeresse, ou ~cie s" o- negocio 'par. o dia 26 do correle as V ho- X2X ffi.ttZE!XU
.. Prelende-se comprir um peque noi rasu, UrJe n escriptorio da companhia, lnandar UlIia deprcala contra elle, para ao
lio, 00 m casa de taipa em ueu,rioo uo a0nde poder.lo comparecer os pretondentes. menos nao ae diier que no uo he mais do
baixo, periencente hImw^"*11' Madama Thard, modista rance- fl "' ombloaeo para pree..ci,erc... os
lem3o Sisnmro, se alguem uver soore o pjelulxoi que uveram no prime.ro leinealre,
mesmo hypothCa OU qualquer dirolto za, na ra llOVa n. di. que quasi tudus os conectados laigaram de
innunele quinto antes, que depoisdeef- Sendo recebido de Franca polo ultimo na- vender por uo poderem suportar as exigeu-
recluad. a compn do nida valen o que ap- Vj0 u0 ||avre um grando sortimento de en- ci8 dcstas duas lirmas.
parecer, em vi. lude desle .nnuncio. feilesos mais ricos e mais modernos quo .Sr; ^S^Vi]?S^5lXli.7 i?..^!
^Nidi.^docorrenten.ez deposd.^
eudiencii do lllro. Sr. Dr. Juiz de airoiio uo i0| de alo comprar os arngos seguintes sem uau uraroque dliet eoUo out.o offlolo.
civel teri lugar a ultima prat;a, nos Dens pri-neiro visitar a casa d.oiU, etilo do quo Um dos qut pigoa a ralcao'.
penhorados Gabriel Affonso Rigueira, por na0 osacharflo om nenhuma parte do mais K|cclrOlVl)0,
cxecucJo que Ihe move Antonio Pereira bom gusto e nem lam ricos por um preco .' _..
Mendes, cijos bens consta de mos.s, c- majs rasoavol. Chapeos de seda do todas EUn.lo os abaiso Manados) para seguir
deir.se mis ornatos do sala, como consti is cores, tanto de gurgurflo de gros-de na- brevemente para a C.10 aViso as pessoas
doescritode praca, que est em mao do poles, como de crep, ou debloi.de, dilos que quciram retratos prfetio, de a,
inas, Chapeos do urquanlo antes SU l-voravel eulli
......rfon.ih. .u osio. Aleiroda Uoa-V.stan 4.
Freiricks c II eek.
Gotnpras.
deia no locilo n 25, dofrouti do becco, do
ir pagar suus dbitos, e como poucos com-
parecessem para um fioi tflo justo,que he ca-
da um pagar o quedeve, .le novamentose
torna avisar em geralmento a lo los pela
ultima vez de ir cumorir com este devor,
aleo tim do correlo agoslo, na corteza le
quo aquolles que o nilo lizerem, sous nomes
- -i .un publicados.o se pruceder'nos termos
da le, h.'.o so leudo conleuipla<;uo com
ninguem
de aprovei-
porteiro.Serr.Cr.nde. de seda redondos p'a. meninas, chapeos de .el eullim. oc-
Oorece-fie um. mulher para ami de p.ina abertos e fechados, dilusdepalha da
casa de pouca familia, ou de homem sollei- Italia, ditos de pastores para meninas, liras .. 'aTl0' "
ro, faz todo servico deportas adentro: na capellas de guarnieres de Ni'djlaraiija para "" '"l.z rques da
ra atrs d. m.lriz de S. Antonio n. 12, se noivas, capellas eguarnicOes de flotes para Para o luo do J.neiro
traa com a pessoa. Ibailes, guanices de transas, belotasebo- do nome Cosme. ,.,,,_ r,,neo7 eoti Bam..ido do dividas. O referido he verdale
-- No paleo dp Hospital, sobr.do de 2 n- lOesp.ra vestidos, ricas e lindas plumas para "" B '""f., A,10ur' cuauao irauora ron- co||u doa lulQS i|fi d()nf fiz ()a4sar a ^
aires, defronle do chafanz, no segundo in- onleile de caberas, e para chapos .lo sc- ra-sopaia lura do imperio
dar, precisa-sa de urna ama forra, qued nhoras, enfeites de caberas, diios resilhos, litclius.
Osdor da sus conduela, e que saiba ougom-
mar, lavar e cozinhar com toda a perfeicSo:
quemesliver nestas clrcumstincias, dirja-
se ao mesmo sobrado.
OsS.s. Florencio Jos Darboza, Fran-
cisco Ferreira de Almeida eManoel Epifanio
do Nascimento, queiram dirigir-so a ra do
Rangel, sobrado n. 9, a negocio de seus in-
leresses.
Na ra do Rangel n. 9, milito se dese-
ja fallar ao Sr. Francisco Branco, a negocio
de seu particular inters-.!.
Dcsappareceu do dia 26 do jolito de
1851, u a preto crioulo de nome Antonio,
conhecido pelo apellido de Pyanc, lem 34
annos de id.de, pouco ro.is ou ment, bar-
bado, nlhos grandes, falla uii.il.) Iiein. po-
rm he descantado na falla, pernas um tan-
to arqueadas, he natural de Pimc, e lafoi
cscravo de Joaquim da Fonseca Aranjo, e
depois do capilo JoSo ConQalves Chaves,
morador no Poco, suburbio da cida le de
Macei, e ora pnrlence ios negociantes Sa-
cavem &Barboza, moradores na povoacSo
de J.ragua: quem o levar ios ditos Srs. sa-
ri bem recompensado, ou om Peruamhuco a
Amorim Irrnaos.
Precisa-se de um caixeiro, que tenba
alguma pral.ca, para a cidade de Goianna :
quem esliver nestas circumstancias, dirja-
se a ra larga do Rozario, venda n 39.
Precila-se de una ama sen. lillios. quo
jaiba lien, cozinhar e engom mar, e que n.'.
tenba achaques, para cas. de homem sol-
teiro. no Rio Formozo: quem pretender,
dinja-se a ra Nova, casi 11. 21, primeiro
ndar. .
Precisarse do om mogo, ou homem
solteiro, que saiba ensin.r com icreirr.o
primeiris lettris, gnmmatica portugueza,
arllnmelica eratica, ese livor principios de
latim e francez, muito melhor agradar; of-
ferece-se bom ordenado, alimento ecisa pa-
ra morar, oa cidade do Rio Formozo, onde
he o collegio particular para onde dever
ir : exige-ae igualmente abonacSo da mo-
ralidade e bons costumes da iossos, que o
pretender: dir.Ja-se rui Nov, casan. 21,
pr.meiro andar, que teri com quem ajuste
nesses 5 dias.
O partido por meio da direc
r3o competente sentou de ceder ao
Sr. Bernardo Jos da Cmara a
tyrJographia nacional, com a qual
despender este Sr. da sua algibei-
ra para mais de 3:ooo,ooo rs., que
o partido de promplo nao poda pa-
gar dizem os redactores da lm-
prensa: logo, passouesta typogra.
puia de propriedade mltipla a
propriedade una, logo, deixou de
ser propriedade do partido, logo, o
partido liberal nao lie mais o pos-
suidor da lypogrsphia,que foi com
prada com o seu dinheiro, tornan-
do-se propriedade do Sr. Cma-
ra, por 3:ooo,noo ders., que, diz
ter adiantado, e de cuja quantia
pela sua omita honradez, conside-
raco, importancia, patriotismo e
dedicticdo exigi de promplo ser
pago com a cessSo da propriedade
do estabelecimenlo.
arar|tie.se reconheca a legitimi-
dde de semelhante divida, cum-
pre agora que os advogados e ami-
go do Sr. (Jumara, publiquem os
nornea e quantias de todos os con
tnbuiotea, que segundo consta,ex-
cedema 6:000,000 de rs., os ren-
dimentos da typographia, bem co-
tilos de blondo, dito de liulio, largura de 172 Alugam-so c vendem-se bichas vordadei-
daveis nSo so pela b.rilez. de seo preco co-
mo tambem pelo. seu. .gr.d.veis p.drfias.
Vende-so urna casa de 2 andaros eso-
ido no becco dos Burgos ni, por preco
moilo comino lo. o tamh im se troca por um
sitio com casi devivendi, sendo em peta
qua agrado: trata-se n. ra da l'raia, ar-
m.zem n 2.
Vende-se semunte de coentro, muito
nov, ainanca-se.qualidada, a 200 rs, a
garrafa no aterro da Boa VisU, loja n. 14.
Vende-so um terreno com 180 pllmns
de frente e 240 de fundo, na nov. ra dos
Pires, que faz esquina para a ra da Sole-
dade, por prego muito em conla no ater-
ro da Boa Vista n 14.
-- Vende-se om preto por prego como lo,
a de bonita (gura na ra das Cruzas n. 30.
DE VERES DOS O.UENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado p.ra
as aulas, em meia encadernagJo, a 500 rs ,
cada um: na liviana ti r, e s, da praca da
Independencia.
Principios geraes de economia pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado pin
as aulas deprimniras letras, a 480 rs.: ni
praca di ludepen leticia, lirraria n. 6 o 8.
SapitSes de lustro.
Vendem-se sapales de lustro, a 2,500,
3,000 e 4,000 rs. o par : no aterro da Boa
Vista, loja n. 58.
Bahus envernisados.
Vendem-se bahus envernisados, proprins
par* costura : no aterro da Boa Vista, loja
ii. 58.
Jogos ti visporas, a 1.000 rs.
No aterro da Boa Vista, loj n. 58.
Cravatinlias a 48o.
Vendem-se gravaliuhas decassa de muito
bom goslo, polo diminuto prego de 480 rs.:
na ra do tjuui.nado a. 16 loja de miu-
dezas.
Bonets franceses a i,8oo.
Vcndai-sc bonets de oanno dno.peloba-
rato prego de 1,800: na ra do Queimsdo ti.
16, loja .1 miii.lezas.
laicos caixos de llores.
Luvas de sed*, a 1,800 rs.
Ven lem-se luvas de seda, de litterentes
cores, tanto para htimetn. como pan se-
uhnra : na ra do Queimado n. 16.
loloes dourados para abertura.
Na ra do Queimado n 16, existe um pc-
quuno soitinienlo de boleos par abertura,
dourados, de bom gosto, pelo diminuto pre-
. gj de i ,.'.on rs., a abotoadura de 3 bolees.
macarrflo a 140 rs lalliunm a UO rs.. ale- Vendeui-.se ancoras de dilT rentes ta
tria 200 rs., hnlaphinha ingleza a 180 rs., manilos, amarras de forro, e eslannoe.n ver-
de Oliveira Maciel, casado, que Coi com a alpista a 800 rs. a cuia, pnico a j0 rs pas- gumita : na ra do Trapiche Novo n tO.
tambem fallecida II. M.na Cuillicrmina Ca- sas a 280 rs., touriuii.i de Lisboa a 280 rs., i Antnnin I i>. .o.. I mo Rr fnm
valcaoli, dell-s consta que, que o suppli-; bioha de porco a 320 rs e queijos novos ,c,,e,rd ^,ma *">-
Cante FreJe. ico Cua ves lie creJor daquelle IVancuzes a IliO uo pateo do Carmo, vea- panilla, ra Novan .,
casal invenliriado da quantia de 26,201) rs. Ida nova o. S. IvenJem mui superiores bolachinh.s do
de principal, e 17,3601s. de cusas, que em-1 -- Vendem-se larinha de tapioca a 2,000 ararula, fabricadas e.n Liverpool as mus
porta o priocipal e cusas em 43,(0 rs. rs. arroba, charutos os vord.doiros S. Flix linas quo teem viudo a este mercado,
a expe-
les e de
m azc.lo-
nas novas : noarma/.em na travessa da Ma-
dic dj Deus n. 16 ou I. V. de lima,
sent ein cumurimento ao respeilavul des- j t"/i,i Orusilaro.
p.ctio retro aosquaes mu repinto, o a pro- Cha lirasileito em latas de uina libra a
* I'.Illll. (.ai^llllllX. .Ir:.li-I;i >
ri'iincczt offereee eu prest- 9
v ni no .niiii.o imi'ii tollosos &
* uiisterea 9 |i.)iir ser procui-iiilo u <|iial- $
qner hora em un casa, na .*
^r i'iin i,i.-a do Rozarlo, II. 30, .-,
* segiindo uiidiii'. >
fe 4***4* este.*^! 9
-- Os Srs. Miircellino lleiri-
ques Pereira e llanoe] Rodrigues
da Coslu queiram dirigir-sc a
ra da Vigario n. 19 primeiro
andar a negocio de seus inte-
resses.
Comacerii liio ainixo transcripta ros-
Compra-seumselim coro ferngem in-
giera, nflo sendo peiueno, o com pouco
uso : na ra [lircila ti. 72, ou annuncio.
Compra-se meia duzia de cadeiras,
I ma.queza e 2 mej.s que estejam em meio
uso : na ra da Conceigo di Boa Vista nu-
mero 44.
~ Cmpra-se, na rus Imperial n. 7, um.
negra de 20 a 25 aunos, que saiba ro/1 triar
e engomm.r bem.
~ Compra-se synopses do general Abreu
ol.inia em segunda m3o : ni livraria do
paioo do Collegio n. 6.
-- Compra-se um pequeo sitio nos arre-
baldes deOlinda quem uverou annuocie ou
v a na dosPires padaria unici.
Compra-se urna esenva de bonita fi-
nura que seja boa cosii.heira, cngoaitna-
deira, e costureira : na ra do PaSSSio, loja
0.21.
Compra-se um sobrado de um andar,
-lio na ra Uro.a 11. 56, m chSos foreiros
quem so julgar com direito a elle, au-
nuncie.
Vendas.
-- Vendem-se I sola, ticadeiras, urna ban-
ca do meio de salla do jacaran la ultimo gus-
to, 2 bancas pequeas de amarello, 2 glo-
bos,! c.ndieiro da m.rliiuismo, I mesa com
t gavetas de leuro, ludo novo: na ra da
Cadeia do Santo Antonio 11. 15
-- 1. iiiiiona-s a vender manteiga ingle-
/.i a 4uo, 180, etilo rs calo em grao a UO
rs., dito muido a IliO rs., suva la a 100 rs.,
familia do UiranbSo a 80 rs., dita do ara ru-
is a 160 r>-., cha bisson, a 1,920 89,40011.,
espelinacele de 5,6 e 7 em libr* a 610 rs ,
pondo Krederic.i Chaves ao I).Charol Auto- : carnauba de 6 es em libra a 280 rs pains
uto BorgesLeal, o enlJo cara mclbormen- a no rs., .Iiouiic, s a loo rs., azeitona a loj
le o respc.Uvel publica habilitado a tjuisar' a garrafa, ancorlas a 1110 rs anor. de Va-
do mesmo bacharel. por a 100 rs Chocolata de Lisboa a 320 rs.,
Cui Utico que vendo os autos de inventario charutos rngalia a 1,000 a 800 rs. a caisa,
e pariillia a qm; se proco lou dos bens, quo
licor-, ni por fallec nenio de Jos Mauricio
Silva Mello embarca' ('el'l'licu "lals Hollnente que na parlilna a BrandO, ditos de CaStantlO lilhn,
s-u escravo nardo (lue su proce.leu deu-se ao invntarianlo o riencia l'rovar, e do mais quallla.1
bacharel Antonio Borgcs l.eal,bens para pa- lodos us so. lmenlos; ancoretos com
Para llores
Vendu-so boros do lodosos tamaitos pa-
a dores, do melhor gosto que tem app.re
cido no-11 praca : ni ru. da C.dea do Ite-
cil'e n. 8.
Vende-se n.s lujas de livrosdosSrs. pa-
.d.e l.onioa, na ruaeslreila do rosario, ti 8 i
varas, cre,.es de lo las as cores par vest- ras de llamburgo ebegadas na escuna S.in., liga
dos, corles de seda do furia-cores, como no da 18 do presente as quaes so aflianga a loruia .1
grande sorlimonto de lilas de sa.ja, de gur- boa'quali la le, o so acna.n no anligo depo- \ de tuaio
guro, de graga, c de veludo, tanto lavra- silo de Jos. Mederos Tavares & Companliii,', fe de ver,
das,como escossesas.ditas uegrosde-napoles na ra estrella do llozario n. 11.
curiadas para guarnigO.s e babados de ves- Mobilias de aluguel.
Aluga-so mobiliis completas, ou qusl-
tidos, bicos .1 blonae do suda e do lindo
como lido sortimunlo do transas e franjas
pretasede cores, luvas de pellica muito quer irasioparajio,
boas em qualidadts para homens o s mho- a.,. Uf?.e1?.?9A,u?.!
ras, luvas ue seda n de retroz para senhoras,
ricos manteletes prelos e de cores, tanto
de cliamalole como de gros-de napk-s, ditos
bordados muito ricos o modernos : madama
Tncard faz sembr com muita peifeigilo
coa, eos, vestidos o oral.nenie todas OS eu-
feites do senhora,
lile lizcrom, e em prrgu, a maior cominoli-
dado posstvul. tm srguidj annuncia para
vender um bello sortimento du modas fran-
Btlheles de visita.
Abrem-see im inmem-se com tolo
o asseio em ptimo papel porcellana
bilnetes de Visita, ca les, rtulos
com tarjas e oulrosobj'dos que de-
~ maidSo preceitus calligraphicos e da ?
arto do desenlio. As pessoas que, isso ?
preten lerem ui.ijSo-sea roa do Brum,
casa contigua a nutran que oslo arre- 9
dadas do lindamente ou a ra da
Cruz luja de livrns n. 56.
av9T ^^^?????fi a,
- laz-se almugo o janlar para lora com
mulla limpeza e perfciglo; na ra da l'raia
t>eco do Carioca, arinazem n. 7.
Jo9o5oum lendo de seguir hoje para
Europa no vapor ingluz, deixa sua procura-
gao ao Sr. Augusto Caurs para tratar de seus
negocios na sua ausencia, e no empedimen-
to desle ios Srs. Pbilogono Adour, e Jo3o
llosier l.asseuc.
Aluga-se. casa n. 15 com dous anda-
res e sotan sita na ma da Cadeia do Reclfe,
tundo excelleules commodos para g ande
lemllia, salla e alcova do segundo andar
lona lo de papel, e bastante grande: na
ra do (.inclina i., n. 14.
- Francisco Gomes de Oliveira, sobrinbo,
vai a Inglaterra,
Ullurece-se urna ama para casa do pou-
ca familia ou de horneen solleiro, deportas
para dentro: na ra das Calgadas, na loja
do sobiado amaiello.
Aluga-se o terceiro andar com slito e
mirante, da casa n. 31, da ra estrella do
llozario, com commodos para grande fa-
milia: ii'iU-so no segundo andar da mesma.
A commissSo encarregada da faclur.
d.s catacumbas da irmandade de IN. S. do
Torco, no cimilerio publico, precisa con-
tratar com quem por menos flzer ditas ca-
tacuaibas : os p.eteodentes entcn >am-se
com o abaizo assignado, na ra da Concor-
dia ultimo sobrado azul.
Manoel Firmino Ferreira.
Pelo juizo do Com murcio d
vara do civel desta cidadu, na sal
a vonlndo do aluga-
atn cidelras par* bai-
les o i ollictos : na ra Nova, armn/.em de
trastes do Piulo, defronle da ra de Santo
Amaro.
Da-so 3 a Icontos de ruis a premio so-
bro boas Brotas, peniiores de ouro e prata : cezas que acaba de recoDer pelo ultiiuu na
ou bypotheca ; quum precisar dinja-se a vio chocado da franga, a sabor : minele-
ra estreiti do llozario o. 43. sebuudu an-l les e cspotinhol pelos c de furia cores.clia-
dar, que se dir q..e n d. I pcos de pallia o de suda, luvas do lodas as
Aluga-se um grande silio com uina quliJades, lils, chapcoainhos do palha da
grande Casa para moraia, lugar para fortiiar, Italia, Salios do lodas licores, UfttUs,fr.n-
dous a tres viveiros, baixa p^ra espiro, c
Outras Vanlageni que se tara ao prelendeii-
tu: quem pretender dirija-se junio da pon-
tea i nlia quo ulravessa do Sanio Amaro para
Belai.
-- Vende-se doctrina das acgOesemmui-
lo bom oslado: no aterro da Boa-Vista n.
" 62, loja do l'unileiro que vira para ru. da
Aurora.
Vende-te suporioralvaiadeem barricas
Vun.le-su em casa do Av.ial rere d Com- de um quintal : na ra do Trapiche Novo
pautiia, na ra da Cruz n. 20, espcliius de n. 10.
vidro franceses, com .cas molduras doura- Vcndo-se um niolalinho de 10 para 12
das e setn ellas, de 3 ato 5 pes de altura, por annos, e urna negnuha da mesma ida Je: no
progos muito aifl conla.
Ao barato.
Vendem-se sebollas novas a 800 rs. o con-
t, batatas taiiih u novas em arroba, na ra
da Madre de Dos, aruiazein n II, assim
hotel l'raucisco.
ra admirar,ao vender i'azendas por
to barato preco.
Cortes de Cassa chitas com 5 varas por!600
00 00VQQQQ908&&
<^ tina das Cruces ti. 88. O
Q Consultorio hom&opalhio do facullati- 0
0 vi /. II. Cusanoua. n Gratis para os |.obres. 0
q .Na ausencia do facultativo J. B. Ca- ^
santiva, o professor homccopalha g
0 Cossot Bimonl continuara com os
0 liabalhusdo mesmo consultorio, on- <4
O do poJura ser procurado a qualquer <5*
O hora. O
OO3OOO3OOfi3OO0OOOt>
Ileseja-se fallar, para negocio de im-
portancia, com o Sr. Joflo Silveira Maciel,
que em 1812, douco mais ou menos, veio da
cidade de Lisboa, para Pernainbuco, onde
parece que na cidade de oanla, fui cai-
xeiro do Sr. Jo3o Joaquim Italiello, e depois
suausenluu, so^undo consta, para o inte-
rior da provincia, e tambem so roga o fa-
vor, quem dalle soubor, de dar noticia na
rja do Vigario, casa :; 7, deelarando-seque
aquelle Sr. Maciel, hcfillio de Antonio Sil-
veira Maciel, e de h. .M.i\.mu Joaquina Sil-
veiraMacinl. m
Jos Francisco dos Santos por haver
mili., de igual nomo se assignara de hoje
em dimite por Jos Francisco Gomes dos
Santos.
Roga-se ao Sr. Feliz da Cunta Navar-
ro Lins baja de dar expen Irlo cumpriineu-
lo ao linio que fez com o abaizo assignado
em 3 de man. de 1819.
Antonio llruchado Soares Guimares,
Precisa-se de um portuguez para fuitor
de um sitio, preferindo-seque tonha pr.tica
de planUCSO de capan, no botiqun! da ra
Nova.
Prec;si-se alegar urna ama para casa
i' /.Jr.'t ;u"l ,8ual1S("'ll1"":"lo1 (J',! lr'"- coo.o ta.nbem,c..a,trasco n irroba do hala- rs., ditos com 6 varas por 2,000 rs.. pegas do
g-s.para veM los.grosde ia,les preto de mu-; tas, ll0 r,aze,n de Iba, Ferrena, dulioulo chita rom 38 covados por 5,000, 5,500.
tobos qualidade, e lina monto ludo qoa.ilo Ja esc^lnllll Ud n|| .njoga. (;W, 6,400 rs., leugos de c.mbr.i, de li-
tis escadinha da all .tidj^a
coiiiporuinj .. vende-se plvora lina ingleza
a tra-
, ,. ...,. ., -----1 'tiiui, m lui.uia ...ti. ...k.ua una-
sm. ;,, r-' erlUJpU' Urn.Uavessadsil.dre do Heos, armazem
laque tr.uilo agrudaruo aos coui,.ra- ; n
l'ara interior de en .llana de
ha de maiseluganle e bello
lindo
prego:
doies.
Alugam-seasscguintes casas.
Lina graude casa na Ponto do Ucha, com I gualda nacional,
inultos cotianoio-, para grande familia eri- ^ende-se espada praluda, banda, talini,
ciiiieule aaseiada, luda piulada u forrada do canana, a.nagonas, barrelao com escama,
papul, estribara para 6 cavados ucoclieira barretina, ludo quasi novo, ven le-se pela
pa.a um gran :e carro, quintal murado, coui melado do seu valor : uo palco do collegio
portao para o lio, com coinmodos fOri para luJ" "
esciavos, com pe.s de br.ngeiras o outras
frutas ; um sobradinho junio a mesma ca-
sa, a uiargem do rioCspiDinbe, com ezcel-
loiilo pollo para banho o muilo fresco
una ezcollonte casa para numerosa lamilla,
cun graudesilio. mullos arvoiedos du di-
versas frutas, baiza para capim, muio u
frente com portao, oa estrada dos Alllicto-
dclronteda igreja : a tratar na ra da Au-
rora n. 26,
i'recisa-se de um perito bo-
ticario para lomar conta de urna
botica em Macelo, dando quulqtier
iuteresse avista do pretendentc :
a tratar na ra do Crespn. 16.
Jlam'lirgo.
Alugam-sce vendem-se lano aos centos
como a relallio mu:to boas biclias u inoilo
grandes chega las uliiiuameinede llambur-
go, as lucillo es quo ha uo mercado por pre-
go comuiodo, e vain so applicar para mais
cummodidade dos pielendenles : na ra
estrellado Kozarto, loja do barbero u. tu,
Precisa-se do duas amas forras ou cap
r.'iin..- de ac muito boas.
Vendem-se caizas com umagrosi 1,000
rs., c meias caiza a 500rs, na livraria do
i! palco do collegio n. 6 de Jo.".. da C. lloa-
rado.
l'ennas muito superiores.
Vendem-se a quirteirfiu a 2,00 rs. ni
livraria do pateo do Collegio n. 6, do Joilo
da C. n ni.a.io.
Im a prcta muito boa.
Vendem-se fiascos do garrafa c meia a
Carrafas a
lelas dilasa 21o
BiiiOes'a 1,000
Ginnle-se rsla boa qualidade do tinta
quando nao agrade torna-se a recober, re-
ebo-se garrafas vasias a 80 rs. ; na livraria
lo p.tco do Collegio n 6 de Joilo da C"
Ojurado.
Lotera do itio de Janeiro.
Aos 2o.ooo,ooo de rs.
Na loja de miu.lozas da praga da Indepen-
dencia n. i. ven loin-se bilhetes inleiros,
meios, quarios, oitavos e vigsimos da ler-
ceira lotera a bniolicio da fabrica de teci-
nlio para m;lo de senhnra e bolsuda la.ai a
por 320, 3(io, 400, e 560 rs ditos de caur
braia de algodao com letrero muilo engrin-
gado |.ur 280 rs cada um, e muitas mus fa-
zeodas por prego commodo : na loja d. ra
do Crespo n. 6.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18,
delronte do tribunal do
commercio
Vendem-sofazendas muito baratas, nion
cona-se aqu o prege de algumas para ani-
mar m.is os compradores; como sejam
chitas linas de cores Uvas e escuras a 5,000
rs. c.iii um pega de 38 corados, ilgoos
trancados oscuros e multo encorpa ios, Ta-
zedla ptima para o uso domestico 160
rs. orovado, istuheen: porces, meias para
meninos ta dous anuos a 40 rs. o par, b ins
Je fiuro linlio a 240 e 280 rs. o covauo, cas-
Uvas. par., osetvigo du uina casa cstraiigei- j lK,s |la moam,, |0j, r(.cebe-se bilhetes pre-
ra ; una para engominar, cozer, o o mais
servigo de casa ; e oulra para lodo o seivi-
dieneas, sabbado, 23 do coi renle, a I p.raj
2 horas da larde, tem de ser arre inalado urn!
segunda do pouca familia: uo pateo do Paraizo, uo Perleiicentu acosuiha : narua da l.aduia
das su" primeiro andar da casa n. 18. de Santo Antonio n. 23, primeno andar.
- O Sr. Francisco Antonio di Silva, da --Igualando ao abano assignado achar-
escravo de nome Felisberlo, avahado em
400,000 rs., por ozceugao de Firmiano Jos
llodngues Ferreira.
0'a6nele Vortuuuts de leitura.
A Dlreecao avisa aos ara. accionistas e Subs-
critores, que o Gabinete acontar de 15 do cor-
^ruadoltangel, queira mandar pagar a as-'?? refugiado em um engenta na riboira do
, signaturs desle Diario, e em quinto nSo o u"' sem conhecimcolo do seu propnetario,
A fizerver o seu nome publicado em letra ,alve e,n t,erT Jc Mac,'10 "u''3Cravo
redonda. [Joo, do nagJo Qmgama, fgido do.sta ci.li-
-- Aluga-se o terceiro andar do sobrado de Uo Rec'h; lfj?a dia de JulQ0 ,0 c?r"
n. I3d.rua da l.apa no burro do Kecifo, renl" ""no d ,8j1, le'"J0 so"it:s sig-
relilicado e pintado por prego commodo D,ei altura rogular, secco do corpo, edr
rente, ae ach Instalado na casa n 40 da ruada a tratar nr prigi da Boa-Vista n 7 i fula, puuca baiba, com uina marca de ua-
cadela Velha, e est aberio todoi odlas desde, .. Aluga-se o segundo e terceiro andar da'i30 enl um brago, pernas enchadas meio
gueie,lleapauliueseFraino/os,oa ipiaos s.io.o- dado do iheatro de Sa-.la Izatiel : no hotel
mi.amonte recebidos por lodos os Vapores. Re-
cite 19 de Agosto de 1851.
O Segundo Secretario
SI. ti. da /foca.
Jos Antonio Ferrio de Figueirdo em-
barca- pira fon da provincia o seu escravo
Itafael de 11 annos.
Manoel Joaquim Vicira de Figueiredo
embarca par. fon da Provincii a sua escri-
va crioul. de nome Luizi.
JoSo Antonio Alvss de llrito embarca
para o Rio de Janeiro o seu escravo crioulo
de nome Vicente de 12 sanos.
Francisco, a fallar com Rafael Luci.ou nes-
(a lypngraphii.
Ni rui do Hospicio n. 14, vendo-seum
cavallo alazSo, gordo, novo, com bons in-
dares, muito bom i ara se pissar a fusta.
Precisi-se de um menino de menor
id.de, paracsiteio deumi venda : em F-
ra de Portas, rus do Pilar o. 84.
O Sr. Jos Paulo do Reg Brrelo, quei-
radirigir-so a ra larga do llozario n. 38,
segundo indar, p.r. receber urna carta.
o rapas portugus que quer tomar
conta de um negocio, entrando de socteda-
elle o nao lem negociado por qualq ier m.i-
netra com pessoa alguma, o que piollosla
have lo ue quem o houver acoutado, e com
nal inia-,10,10 dos >r. | usos caus.dos. Ito-
ga laaibam i quem o ,o lor capturar, quo u
mandeeutregar na ruada Cruz sobrado n.
17, e so gratitleira generosamente ao cou-
ductor.
Manoel Joaquim Sevi.
- Adverte-se so Sr. Bernardo de Albu-
que Fernandas Cams, que o seu correspon-
dente nesli praga, nSo tem pago a subsen-
gao do Diarlo.
- Quem quizer consultar ou tr.l.r-so de
miados cm troca dos que tem a venda.
Cha taisson muito bom.
Vende-se a libra a 2,560 rs. : na livraria
do paleo do Cullegio n. 6, de JoSo da C.
Ilourado.
Vende-se por prego muito commodo
urna boa casa no lugar da Cipunga nova,
sendo o caisilo de taipa, e u repartimiento
de pedra e cal, com cacimba do agoa de be-
ber, quintal cercado, com 50 palmos de lar-
gura, e qualrocentos de fundo, pouco mais
ou menos; cuja compra > il'-r.av v.nt.gem
p,.r se aclior proxi na fesU, e po ler logo o
comprador desfruclar por esse tempo, a
mesma casa, ou aluga-la por 100,000, ou
120,000 vs prego por que ja tem sido sin-
gada, ou lalvez mais, seguudo a iullueuci.
que houver em dito lempo : quem pre-
tender dirija -s. qu.rla cas. das que lic.m
defronle do S. Jos do Maugiiinho.
Vende-se um escravo idoso, proprio
p.ra um silio, ou servico de casa: na ra
da Cadeia de S. Anlunio n. 15.
Vende-se urna porgio de caibros de 23
palmos, de boa m.dein : ni ra da Cadeia
deS. Autooio n. 15.
Cada um 3io rs.
Na ra
sas francezasa 500 rs. a vara, e ditas escam-
4sil I pinadas de lo jardas a 1,920 rs. cada urna
4ui) | pega I!!
Vende-se urna propriedade de Ierras
na freg-.iczia de Agua Preta, denominada
Mangoeira, con", 780 bragas do cumpnmcntu
o I legua do largura, cont ti lo vmie mil ps
de cal em eslado do producgSo, casas do
vivenda, de fazor larinha, e para petos, es-
tribara eum armazom para se recolnor o
cale, tondo urna machina de descascaro
mesmo, com pruporgOes para se fazur un
opti.no engenho, lendo, a lem de outras
vaotagens, q io se patentearSo ao compra-
dor, de plantar cannas, e moa-las qo en-
genho Souza, que he contiguo, e obrigado
por esiTipiura publica a moer, ofio so as
ernuas do propnetario da Mangueiri, como
as do seus lavr.dores, tendo O Sr. do coge
oh i Je dez arrobas de issucir quatro, e o
proprielario ou ses livradores seis, tra-
la-se na ra do Rangel n. 45.
Companliia geral da agricultura
das vi ti has do Alto Do uro.
0 ibaizo assignado agente desta com-
paohia nesta praga de Pernimbuo, acaba
de receber pela barca Sania Crui, uina re-
mesas de vinlos diquella campanilla, de-
pois que ella foi rehabilitada pel legislatura
de Portugal, e dotada com fundos pblicos
pela le de 31 .te abril de 1843. pira levara
lo los os mercadus os padrOes e b.liz.sdo
vinho genuino a puro do Alto Oouro, geral-
mento conhecido pelo nome de vinoodo
Porto, ifimdeservirem deguiaaocomtnor-
co. Esta remesa, toda de vintios da mais
escolhida qualid.de, deve olerecer .os ara.
compradores, nflo so i cerlezi di sua pure-
za, mas tambem o tyjo verdadeiro dos ex-
cellentes viuhos do Porto. Esfera dois o
bailo issignado que os Srs. compridoros
,e di'iginlo ao irmazein n. 12 na tr.vessa
di Maura de Daos, fallar com o Sr. Jos
Joaquim Das Fernandas, para i mi u-.hu do
do Queimado defronte do beco do /.juste de qualquer poreBo que desejarem ;
pe.ze frito loja n. 3 vunde-sa bqnets de pin-lou com o ib.izo assignado. ui ra da Ca-
no Francez pello b.ritsia.oregodeum.|deii doRecife, no primeiro andar do so-
pitici cada um estes bonets sao recomen-1 brido n. .Antonio rancuco II FGIVEL




Deposito da lubrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, era casa de B. 0. Bieber C. ,
na ra da Cruza. 4, algodo transado da-
quella rabrica, muito pruprio para saceos de
assucar o roupaU escravos, por prego com-
niodo.
Vende-se cola do itio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & I'inlieiro.
Farinha,
de mandioca, chegada de Santa Calharina,
lio tingue Minerva, ancorado en frente du
caca dolamos: vende-so a bordo do mes-
rno navio, ou na na do Trapicha, escripto
rio 11.5, a preco menor do que em parte
alguma.
--Vendeni-su os seguintes gneros do su-
perior qualidade muito em conta, queijos
loodrinos frescaos ditos de pralo puzun-
toa para Hambre, ditos haniburguezcs, di-
tos porluguezes'melgaso para paneila. latas
con bolacha de Lisboa, ditas com chocolate
de caoella de Lisboa, frascos com conservas
iglezas.bocela ecaixmhas muito asseadas
com masaaa Gnas para sopa, garrafas de fi-
nta muacatel,da situbal, ditas com dito fei-
toria do porto, ditas com dito de cercavel-
los branco,dilas com dito de colares: na ma
da Cruz numero 46 defronte do Si*. Ilr. Cos-
me de Sa Pereira.
Farinha de mandioca.
Vende-sc farinha de mandioca a mais no-
va que ha no mercado, e por baratissimo
prego: na ra da Cruz n. 13, armazero de
I. C. Augusto da Silva, e no caes da Alfan-
dega, armazem de Antonio Aunes Jacome
Pires.
lidalas, a 5oors., o gigo.
Vendem-se batatas, chegadas ulumamen-
le, a 500 rs., o gigo : no armazem de Das
l'erreira, no caes da Alfandega, defronte ao
guindaste.
Cortes de brins de lislras, para cal-
sas, a i,44> IjfiOO i.Soors.
Vendem-se cortes debiim de listraj de
cores, a 1,440 rs.J ditos de bnm amarello, a
1,500 rs. ; duos brancos de puro linho, pro-
prio para militares, a 1,800 rs.; eaguiOesde
algodao com 10 l|-J varas, a 3,500 rs., a pe-
ca ; chales de 15a de bonitos padres, pro-
prios para andar em casa, a 3,200 o 3,600 rs.:
na ra do Crespo, loja da esquina que vira
para aCadeia.
Novo sortimento de cobertores, a
800 e 1,280 rs.
">.i ra do Crespo, l"ja da esquina que vi-
ra para a Cadeia vendem-se cobertores
braucos de algodSo, com barras, de cores e
inulto grandes, a i.jsj i.-. ; ditos escuros de
tapate, para escravos, a 800 rs.; gangas de
quadiinhos, para roupa doescrovos, a 120
rs o covado e outras multas fazendas, por
prego commodo.
l'ecbiucba Econmica.
llechegado ltimamente um novo sorti-
mento de brms pardos, de linho, escurse
claros pello barato prego de 1600 rs. o cor-
lo; ditos de linho e algodao padres mo-
dernos e de bom goslo a 1280 rs o corte : na
ruado crespo n. 14 loja de Jut Francisco
1)185.
Atteneao a pechincba.
.1 2i ;s., m ra do Crespo 11, II, luja tic ou
Francisco Utas.
Vondem-sc finissimascbilas francezas co-
les mullo lilas, pandes lindos c de novos
deseuhos, lingindo cassa, pelo batato prego
de 240 e 300 rs. o envado, uilas est eilas de
nevos padioes a 200 rs. o covado, brim Ira li-
gado de puro linho cor de chumbo e ama-
rello a 1,600 o cortP, los prelos multo gran-
des a 2,000, riscadu fiaucez a 160 rs. o cova-
do, e coilas escuras a 160 rs. o covado,
assim como outras mullas fazendas pelo
barato prego.
Vende-se um realejo grande e novo
com muito boas vuzes : na ra do Vigai 10
II. 14.
-- Vende-se urna boa escrava, moga e sem
vicio algum : na ra Helia II. 16.
Louca vidrada.
Vendeii-sealguidarea, panelas, escarolas
com cabo de todos os tamaitos chega.ias
ultimaiiienle de Marselha, jarros, quaili-
das, moringues, bilhas linas para res Ir ai
agua, IrOes e Ugural para jardnu ou sillo as
mais ongragadas c do mellior goslo que t tm
appareci 10, balaios para meninos audarem,
ditos para costura de lo los os lamanlios,
condegas cceslas para compras, e tulles
de pimo para o uiesmo : na ra da ('adela
do llecife n. 8.
Vende-se sal do Assu e pallia de car-
nauba, em qualiuer porgSo, a bordo do bri-
gue escuna Doma, ou em casa de Manuel
lluarle Rodrigues, na la du Trapiche n. 26.
Aos 5:000,^000 tic rs.
I.oirii 1 de N. S. do Livrameiito,
Ociulosta Salusliano de Aquino l'errei-
ra. faz scii'iite ao rrspeitavcl publico, que
as rodas da i!"ima lol*iim/ amUin inl'.i||j-
vel no dia 30 de agoslo vinduuro, e as suas
mu afortunadas cautelas estilo expostas a
venda, na praga da Independencia n. 1, loja
do miudezas ; na ra da Cidea do Itecife
11. 46, loja de miuiezas ; no ateiro da tioa
Vistan. 58, loja deealgado, e na ra Uireila
n 18*, luja de ourives.
I'icmios corresponden-
tes a surte de 5:00(y
l'regos das cautelas.
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caitas de 100 libras
sorlidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
ben de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : Irata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
No armazem de fazendas deCouveia &
Leite, na ra do Queimado n. 27, se encon-
trar um completo sortimento de fazendas,
mais baratea do que em outra qualquer
parte, bem como ptimo corte de mur-
sulina de cordSo mui procurada para
aaias; ricos corlo dealein, de algo i:1o e
sed, 2,000 r., o corte; dito melhur a
2,800 rs.; bom madapolilo enfestado, a 5,500
rs a pega ; novos cortes de casimira, para
clsa, a 5,500, 6,000 e 7,000 rs.
CIDAPDE PARS.
4
Hita do Collegio 11. 4.
Novo sortimento de chapeos de sol, para
homem e senlmrs, a saber :-chapeos do
sol de seda, armagSo de baleia, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima; ditos do panno lino, do ar-
magSo de baleia o de Ierro, de 1,600 a 3,2n0
rs. ; ditos ditos de armagSo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., lo.los limpos : grande snr-
timrnlo de sedas e pannos, cm pegas para
cubrir os mosmos, baleias para vestidos e
espaitilhos desenbora. Concerlam-se to-
das as qualidades de chapeos do sol, tudo
com peileigilo e por menos piego do que 001
outra qualquer paite.
Lotera de L>. S. do Livramento.
No aterro da Uoa Vista, leja de calsado n
58 vendeu-se alm de ouiros premios o
mcio bilhelo n, 513, em quo saino 1:500,000
rs. da lotera de N. S. do Livramento, e
na niesina loja cstao a venia bnhetcs ,
ineios, quartos, quintos, decimos o vigsi-
mos da niesma lotera, a qual corro 110 dia
30 de agoslu crrente.
Bheles 10,000
Jleios 5 OOO
% Ijantois Pailhetck Companhia.fl
Conlinua-se a vender no deposito ;-
i., geral da ra da Cruz 11. 52, o excel- jj
4$ Pintee bem conceitusdo rap areia
preta da fabrica de Caolois l'ailliel & |'
I Companhia da Babia, em grandes o j
Spequetas porgues pelo prego eslabe- ;f_.
lecido. .
ir
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Ka i na da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias re saceos de assucar e roupa de
escravos.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americano-
com cambio de sictipira e bracos
de ierro : -na fundico da na do
lirum ns. (i, 8 e 10.
~ Vendem-se amarras do ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Moinbos de vento
eom bombas de repudio para regar hurtas
d baixas decapim : vendem-se na lundigao
de llowmau & Me. Callum, Da ra do Brum
ns. 6. 8 e 10.
-- En cnsii le .1. Kclli-r S Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o sediento e superior rililio lie ffii-
celia, em barris de 5.*, he muito recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como ex-
cellentt: viudo para pasto.
Vende-se superior cognac velho, em
barris de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa do J. Keller Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo DO
ultimo navio ebegado deKrang, (endo ca-
la barrica 20 arrubas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler 61 Companhia.
Talxai par en gen lio.
Na fundigao de Ierro da ra do l'rutit,
acada-so de receber um completo sor ti mea-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acliam-se a venda por prego com-
modo, o com promptidilo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
lll'A DA SKNZAI.I.A NOVA N. 12.
rs. ; ditos de cores, a 6,400 rs. ; brim bran-
co trancado do linho, a 1400 rs., o corte de
caifa; dito escuro, a 1,600 rs.; dito dalia
tras, a 9,000 rs. : na ra do Crespo n. t.
Nova pechtneha.
Carlee di casta ehila, a 2,000 n.; ditot de chi-
ta inteiros eom ilcovadot, a 1,600, 1,800
9,000 r.
Na loja da esquina da roa do Crespo, que
volta para a Csdei, vendem-se corte de
cassa chita, a 2,000 ra.; ditos de chita, a
1,600, 1,8(1 e 2,000 rs. ; ditos de cambraia
branca com lislras de cores, a 3,000 rs.; di-
to de salpico, s 3,000 rs.; cortes de coleto
de fustao do ultimo goato, a 1,600 rs e ou-
tras multas fazeudas por prego commodo.
***:* 9
0 Algodao pura saceos.
% Vende-se muito bom algodSo para #>
# saceos de assucar, por prego commo- a>>
t do: em casa de Iticardo Itoyle, na )
% ra da Cadeia n. 37. #
8^: 999 :#
Vendem-se relogios deou-
roeprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Moeuiins superiores.
Na fundigilu de C. Slarr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
do caima, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
t> rados de ferro.
mceopalhico approvado e applieado pelos
Srs. Drs. da bou.ic patina : na ra das Trin-
halrasn. 8, lia mais o seguintn : o grande
ebvcolate lino amargo hespatltiApara re-
galo, dito entre fino tamperaiur tamhcm
Cira regalo, dita para o diario ; cha preto, e
ssod, superior caf muido puro, cafe puro
de cevada,canda muida, assucar refinado e
de carogo de toda qualidade. lado muito
bom; e vende-se por preco commodo caf
em carogo, cevada, e pusuin.
Farinha fontana no armazem
do barateiro Joaquim da Silva
Lopes, na porta da alfandega.
Veiidc-ac uina caa terrea depedra e cal
junto aos fundo de S. Pedro o. com porto
para a ra da Viraco, Ilvree dlieiiibarajada,
quein a perteoder dirlja-ae a ra Oireiu ae-
guodo andar a. 40 que dir quciu vende.
. Lona.-.
Vendem-se, e eslflo-se acabando, as mui-
to boas lonas, Isrgas a imitaglo das da Itus-
si, e muito forte por seren todas de linho,
pelo commodo prego de 23,000 cada pega ;
na ra do Trapiche novo, n. 18,2. aodar.
Cbeguem ao barato.
Vendem-ae caixinhasde clchele fran-
cezes a 60 rs., ditas de lamparillas a 60 rs.,
agulheiros de vidro a 200 rs,, ditos de cas-
quinlio pintado com um sortimento de agu-
llias francezas a 160 rs. pente bfalo para
lizar a 360 rs., ditos do prender cabello a
mem, a 160 rs.,eem duiis, s 1,800 rs.: um
grande soilimento da franja preta da
cot; assim como transas de toda aa quali-
dades e bicos de seda preta, tudo pelo mais
bardo prego do que em outra qualquer par-
te : na nova loja da miudezas da tabolela
em frente do Livramenlo.
I.uv.is de pelica.
Vendem-se luva de pelica, de ponto in-
glez, par homem, a 1,800 is., oj par; ditas
para sendera, fazenda muito superior a
1,440 ra ; dito para menino, a 1,000 rs :
na ra do Queimado n. 16, luja de miudeza.
a
Na fundigSo da Aurura, em S. Amaro, 320 rs dito de ago para marrafa a 60 rs., o
ndem-se arados de ferro de diversos ino- par caisiiihas coma guillas a 240rs caitei-
delos.
Anligo deposito de cal
virgeui.
Na ra do Trapiche, n. 17, ba
milito superior cal nova cm pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na but
rindas com ditas a 280 rs linna de pezo a
60rs amiada,dilasdecarr'telcom20Ojardas
da dita da maissuperiorqnalidade a luO rs.,
dita de 100 jardas a30 rs., torcidas para cn-
dioiros a loo rs a duzia uaruadoQueima-
du ii. 16 loja de miuiezas.
AUencSu.
Vende-se urna machina completa, nova e
muito superior, da forga de quatro cavados,
ca Liigeira. alta prsalo, com sua competente moen-
Agencia de Ldwin MaW. da de assucar, por prego barato. Adverte-se
Na ruado Apollo,., ar.na/.e.n de Me. Cal- 1u0 vJe:se. ""' lU"t<,.." Sem, "
110111& Companhia, acha-sc con.iaiiieinenie moenda : dirjale em casa de Admson llo-
bons aortlmenloa de taina de ferro cnadu e wle& Companhia : no trapiche novo no lle-
baiido taulD rasa como tundas, moendas in- Clfo II. 42.
eiras lodas de Ierro para aninaes, agoa, tic, I )pn,,f- lll fa\ p nnliVG-l
dilas para aunar em loadeia de todos os la- *J^\>UHU Ui^ tai C |HI ISn,(.
inaiihoa c modello's o mais moderno, machina No irmuzein da ra da Cadeia
horisontal para vapor, com for^a de 4 caval- .
los, coucos, passadeiras de ferro estanliado UO uccili' II. 12, lia tniiilu supc-
para casa de pulgar, por mono prrfo que oz i ,U I s|lo, ,.,.. ,..,,1,... _
de cobre, etcoveu para navios, ferro ingles nor cdl ,,e '-'lsl,d, empeora, as-
anlo cm barras como cm arcos folhas, c ludo gm COMO potassa cbeeada ultima-
por baralo prego. ..
;, ... mente, a nrecos muito rasoaveis.
Lasa de comnussao de escravos. ... ',. '
i i Lliales de laa e seda, a 2,5oo rs.
Vendem-se escravos c recebem- Xeoien^,cll8lesdel8l'0^1**%,
se de cu ni tu i-'.ni. tanto para a pro- padres, a 2,500rs. cada um ; ditos de al-
vincia como para lora della, para 60a d0 uon,,s '** ,'09rs-ct,i*
.,. ., '. um : ua ra do Uueimado n. 8, loiadefron-
o que se oilerecc mullas garantas ieui( uotica.
a setisuonos : na ra da Ladeia do vende-sc um padaria com todos os
i, -r nertences, para se trabaldar, multo afrezuc-
Hecilen. 51, pnmciro andar. zp,dfli Vua direita dos rogado,To-m
por prego commodo, garante-sea proprio-
dado ; quem perlender dmja-se a casa -das
allirigOesa tratar com o arromatanle das
mesuias.
Vende-se um carro de 4 ro-
das, muito leve e com lodosos a-
relos, proprio para se passar a fes-
la: nacocheira do Sr. Miguel Sou-
gei, no aterro d Boa Vista.
Mosquiteiro.
Vondc-se cambraia aberla, com vara e
meia de largura, propria para mosquitfeiro,
por 610 rs., a vara: na ra do Crespo n. 23
FBEGUKZU.
Veade-se no pateo do Terco, ven-
da n. 7,
.a boa pinga de viudo, para a pitisqueira, a
ara curar da pdlysica em todos os seus 160 rs., garrafa; farinha de mandioca de
diferentes graos ou motivad por consti- S. Calharina, a 120 rs. a cuia, bem medida;
pagos, tpsse, aslhma, pleuriz, escaos de foijao molatiiiho, a240 rs. a cuia ; camodo
******
sangue, diirde costas e peitos', palpitago
no cor aguo, coqueluche, broncliilcs dr
de garganta c lodas as molestias dos or-
gos pulmonares.
De lodosas molestias que porlieranga li-
cam ao corpo humano nenhuma baque
mais deslruiliva tcnba sido, ou qu tcnlia
zombado dos esforgos dos liomens mais
eminentes em medicina do que aquella
que de geralincutc condecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do sc-
riil'i u a lo, tendo-se offerecldo ao pudli-
i i'ara, boa, a 120 rs.. a libra, c lodosos mais
cueros, barato e de boa qualidade.
He ebegado,
nova tomada do superior rap princezs, do
ino de Janeiro, em libras e cm mcias ditas :
na ra do Queimado, loja de miudezas nu-
mero 25.
-- Vendem-se dous arados americanos pe-
queos, com os competentes apparelhos pa-
ia seiem puchados por Cavallo.propno para
plantagos de capim, tambem duas grades
codill'erenles remedios com attestados das |mericnas proprias para algn cngenio
extraordinarias curas que elle leu feito ; na ra do trapiche n. 8.
porm quasi que cm todos os casos a iluso
Toalhas,
Ico sido apenas passageira e o doenle de Cuiaiariles de 1 l|2 a 3 varas : vendem-
torna a receir em peor estado do queso
acbava antes de applicar o remedio tilo rc-
commendado outro lauto nao acontece
com es le extraordinario
Xaropc de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nom. ados pelos
se na ra do QuaimaJo, loja do miudezas
o. 25.
Calcado, a 2,5oo e 3,ooo
rs., no
atierro da lioa-Vista defronte
da boneca.
Chegou novo sortimento de gapalees de
Surs. I'.. C. Yates & Companhia agentes geracs no Itio-dc-Janeiro mudaram o de- 1ue ,CI" vindu do Aracaiy a 2,oo rs.: ditos
5,500 rs. agarrafa, e a 3,000 rs. meias gar
rafas.
Cuartos 2,600 1:150,000
Quintos 2,100 930,000
1 leamos 1,100 460,000
Vigsimos 600 230,000
Pechiiiclias.'
Vendem-se pegas de chitas linas, a 5,50o,
6,000, 6,500 o 7.UO0 rs., em covados a 160,
lmi e Mu) r-; ditas francezas largas de 280
rs., o covado ; superiores cortes de cam-
braias desalpicos muidos, de cor, a 5,500,
6,000 e ,500 rs. con 8 varas; franklim
prclo. superior fazenda, a 400 rs o covado;
algodSo de listra, para escravos, a 200 rs., o
covado ; pegas de madapolSo, para forro de
20 varas, a 2.240 rs. ; cotes de cambraia do
seda, a 15,000 rs., o corle ; corlas do cassa
chita, muito linos, a 2,100 rs. ; pegas de al-
godSo transa io, proprio para escravatura,
por ser de mulla dura e elstico, a 3,600 rs.,
a pega ; pegas de cassas, para babados, a
2,400 c 2,500 rs ; pegas .le bri-tanha do li-
ndo, com varas, a 3,000 rs ; corles de cal-
sasdebrim decores, a 1,120rs., com 13c
nielo covados; cortos de osimira, muito D-
no, a 4,000 e 6,500 rs.; ditos de meia casi-
mira, a 3.000 e 3,500 rs ; riscadmhos de li-
nho, a 360 rs ii.iiiio lino ; algodOes para
saceos, de superior qualidade, a 210 rs., a
ment de moendas o meias moen-
das para engenbo, macbinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, ue todos os tamaitos, pa-
ta dito.
bombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de rcpttxo,
pndulas e picola para cacimba :
na ra do brum ns. C, 8 e 10,
fundico de Ierro.
Vendc-sc
Arroz de casco,
Farello novo,
Gb preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se ludo por pregos rommodos : no
rmazom de J. J. Tasso Jnior, na ra do
! A mor i m n. 35
iiuiiKi- uno* de todasa*<|iiu-
liaades,
Na ra'do Crespo, (loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se panno fino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e muito su-
perior, a 5.(00 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito muito claro, a 4,000 rs. ; dito cor de
- rap, a 3,000 o 3,500 rs.; corles de casimi-
jarda; nscadiuhos rrancezes, a 210 rs.; cor- ra prota, 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos do
les degainbreOes. do superior qualidade,'cor, a 6,100 rs., o outras fazendas o mais
Velo diminuto prego de 1,800 e 2,000 rs., barato possivel.
cada cono de calsa ; cortes de cambraia uo I (' j,, ........i.,
ultimo gosto, pelo diiniuuto prego de 7,0001 ,. Ldrl,auua-
rs lazcnd. muito lio, e o^^Us U- ^^^^^^^^^
'endas, por prego mullo commodo : na loja i do Reclfe, loja n. 90 de Cunda at Amorli...
da estrella da ra do Queimado n. 7 Polu**,, da ftUMln.
\en Jem-so velas de esperncele, om
vende baralo, alim de se apurar diutieiro.
Attencao'
Catemlra de algodao c dia a J.OO rs., cha-
ncos desold paninbo proprio para o campo, a
botica, vendem-se chapeos de sol de pan- 11,000 rs., dilos de seda de cor, ingleiea a 7,000
ninho muilo lino, fia coi es, verde, azul e rs. icones de fustao para colleics a 5U0 rs.
Mesle eslabeleeimento conli-
a abaverum completo sor ti- imitucSodosde seda, a i.ooo rs.
Na ra do Queimado, lujan. 17, ao peda
,_ ----------------------------------------------------------------... ti'' |"itti I I I i t
rs., cada um, dao-se amostras coai pe- de luenioo por ser eneorpada e escura a b'4o
nhores.
Vende-se saccas com ieijSo
molatinlio, de superior qualidades
e prximamente ebegado do bio
de Janeiro : no caes da Ail-imle-
ga, armazem
rampa.
rrande defronte da
ABADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ameri- I
r canos veid^deiros cliegados >
* dos Estados Luidos : na ra !
t do Tiapiche n. 8.
**> & Na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, vende-so vinho de Selubal e moscitel,
engarrafado; raeicurio doce de Lisboa; re
n oz do Corlo, sorlnlo ; bulachinha do I.ist
boa, em latas de 8 librase 11 nidia para for-
ro desehns.
Para as escolas.
Vende-so no pateo do Collegio, leja do
livro azul a synupsis do general Abreu e Li-
ma, ulumami-nle adoptada pdo l'.xm. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
tura e historia do Hrasil as escolas piima-
nas da provincia.
Prego em brochura 2,560
Encadeinada 3,200
e.ir, TUIU 7 "" le' Vende-so potassa da llussia, recentamen-MvTrri" 11 i. '
? ".8!d! ""I'"""- qualidade : cm casa de c,iee.da. 0 de muito suuenor oualidada.. 1>lova fabrica de cliocolate homueo-
I kViiir I- iV. hq r, *' U" l0 chegada, e de muito superior qualidade .
L. '-.fc CoQH'"""' i na ru. da Cruz oujM ru,Bdo Trapicho n. 17.
Ainilii inni- iicciiiiirlin.
Cortes do casimira pret, lina, por 5,000 Ihico, se eucuntia oseguiute: chocolauThu-
Trspicdo n. 17. palmeo.
-- Vendem-se cera em velas / iaix |eclliclin. | Na nova fabrica de chocolate homecopa-
! rs., o covado; uo ariiiazeiu dcl'a;.endaa dcou-
veia & I.elle na ra do (Jucimado n. 27.
.\o armazem da ra da Cruz no
Uccile. n. a4.
Venden-se saccas muito grandes com
farinha e boa qualidade, esler do Araca-
ty, counnhos miudos, saceos com gomma
muito alva, sola, sapaiinlios do menino a
600 rs. em poig.lo, I caixSo com sapalus de
Couro de luslio a 2,0uo rs., carnauba de pri-
moira soile cm saccas a 6,000 rs. a arroba,
canas com velas de carnauba iguaes quasi
a espermacele de urna arroba cada caixa de
6 e 8 em libra, chapeos de paltia a 10,000 rs.
oceulo.
Cita bisson.
Vende-se cha hisson de doa qualidadea
500 rs. a libra : na ra do Crespo n. 23.
Bom e burato.
Vendem-se concilles do ago, muito boas
para relogio, a 500 rs., cada urna ; papel de
p so, com 6 lulli >s, caja caderno, a 40 ra. ,"
dito al mago, de 5 dit.s, a 40 rs.; suspenso-
rios para meniuos, a 100 rs., o psr; meias
brsncas de seda, para senhora, a 8,000 rs.;
dilas pretas Jo algodao, muito linas, a 481)
rs. ; ditas para homem, a 300 rs.; luvaa de
pelica preta, para homem, a 1,280 is., ditas
brancas e cor de palha, a 1,600 rs.; ditas pa-
ra senhora, a 1,600 rs.; ditas de seda preta,
par houi mu e senhora, a 1,000 r. ; dita
compndas escocesas, pars senhora, a 960
rs.; dilas da turgal, a 640 rs., e sem dedos,
a 400 rs.; dita de fio da escocia, a 400 rs.,
e brancas, a 400 rs., tamo para houiem,
Como para senhora ; cbarutuiras para via-
gem, a 400 rs. ; ditas de mola, coberla de
couro, a 1,120 rs.; meias escuras, para u-
cspecial london.
Ilecommenda-seaosamadoresde urna bai-
la pinga, esse magnifico elixir cuja
virtu lessdo incontestaveisj, o qual se ven-
de em barr de quarto e oitavo : na ra da
Cruz do llecife, armazem a. 13, de J. C. Au-
gusto da Silva.
Antonio Ferreira Lima & Compa-
nhia na ra \ va n. 3
Vendem-se presunto inglez par hambre,
lingoas salgadas, queijo londrino, gruier
damengo, presunto do porto, paio, chou-
rigas, lata com bisco toda rainha Victoria,
dita de araruta, latas de sardinha de imi-
tes, emitas, frascos com conservas, mus-
larda em po, bolaxinba de Lisboa, sal reti-
nado, massas de estielinha, pevide, sag,
sevadinha, mataraaa, tapioca, vindo do
Pono, madeira, xerer, muscatel de selubal,
fronlignoau, bxucellos, circavellos,bordeu,
medoc, edampande em garrafas e meias,
licor de marrasquino e outras mais quali-
dades, e todos os mais gneros de venda de
supoiior qualidade.
~ Vendem-se quttro lindos mulequesdc
8 a 18 anuos de i lado, sendo um oplimo sa-
pateiro, sois prelos de 25 a 30 anuos de ida-
de propios para todo servigo, duas pardas
de 20a 25 aun >s, e duas dilas de 16 a 18 an-
us de idado, com habilidade, e 6 pretas, al-
gumas com dabilidades o as outras proprias
para todo o servigo, de 14 a 25 anuos de
idado : na ra do Collegio n. 3.
Vendem-se 18 escravos, sendo um mu-
Icque de 12,annns, tres nuil tiiiims de 8, 12
o20annos, um dos qnaes he bom eslivador
e remador e do bonitas .liguras boiis para
ofllcio, urna mulalinda de 18 annos de ida-
de, grvida de cinco mezes e quo engomma,
e coze muito bem, urna dita b mu corpulen-
ti que cosiili. e engomm, um mulecute
de 20annos de idado bom olllcial de alfaiate,
dous pretos muito bons eanoeirose de todo
o servico, tros ditos para campos, quatro
prelas de meiu idade cum algumas habili-
dades o bem sadias, tres protas muilo moga
que cosinbam e engommam soiTrivelmente,
e fazem lodo o servigo : na ra da Cadeia do
llecife n. 51, pnmeiro andar.
Na ra Augusta venda de Victorino Jo-
s Corren de Sa, tem para vender superior
carne deso, pelo prego do costume, son lo
om porgan, a 220 rs. a libra.
-- Vende-se urna lavorna com poucos fun-
dos om ba ra o muito afreguosada e se
faz todo o negocio, na ra do Cordoniz ven-
da ii 10 se dir quem vende.
? <**??? y* f.99B9999t99B
? Na loja do sobrado amarello nos 4
O quatro cantos da ra do Queimado u. f 29 tem para vender um grande sorli- A
t> menlo du fazendas para vestidos do 9
ij senhora, consislindo em cambraias 4
do seda, sedas brancas, do coros o fur. *)
> la-cores, o a modornissuna fazenda *
ti denominadaprimor da exposig3o a)
<> fazenda inteiramente nova e de deli- <|
Vi cado goslo : tudo por prego muilo ral
te> cm coula. t>
**&.'-***!,*.*>**.****(,*.*.
-- Vende-se um sitio pequeo no lugar da
Casa Forte com casa de vivonda de pedra e
cal, e bastantes fructeiras, proprio para sau-
dc e passar a festa, vende-se muilo barata,
por seu dono relirar-se para fura a tratar de
sua saude, e lambom se troca por escravos:
a pessoa que pretender dinj i-se a casa da
Sra. Valentina que mora na mesma Ierra, e
no pateo de S. Pedro, leuda de marciueiro
que achara com quem tratar.
Vende-se urna casa terrea com tripeira
sita na ra dos Pescadores n. 24 : a tralar
no pateo do Tergo D. 42 do seguado andar.
a ra do tJrespo n. 23.
VenJem-so as seguintes fazendas baratas:
Chitas linas a 120, 110 e 160 rs. o covado.
Ditas modernas a 5,000 rs. a paga.
I.uvas do reda bordadas de sola a 120 is.
Meios cuales de tarlatana a 320 rs.
Meias do algodo prelas para senhora a
480 rs.
Longos dsela pa~a grvala de lioaiem a
480 rs.
Mitos de cassa o seda para dilo a 320 rs.
Meias finas para meninas a 320 rs.
I.cngos do camdraia com bico a 320 rs.
Itiscado francez muito fino a 160 rs.
Corles de casemiras linas e modernas a
5,000 rs.
Cassas editas largas e finas a 320 rs. o co-
vado.
Painceza preta com vara do largura a 800
rs. o covado. li outras muitis fazendas
por prego commo lo para acabar.
No ces da alfandega, armazem de An-
tonio Aunes, vende-se por prego baralo fei-
xos de reslias de albos muito novos.
do Amorlm ns. 56 58: avlratar com M.
noel da Silva Santo. "'
Queijee do serlao.
Vendsm-se queijo do sertffo o mais h>
caes por barata proco : na ra do Oup?
mido a. 14. v ""
Vende-se um escravo de 14 annos d
idade muito proprio para pagan por Writ
perto, e da cabello corrido : na ra doQupi
mado n. I*.
-- Vende-se na ra do Alecrim n.s, uon
mulata moga e de linda figura, a qual eu,
gomma bem, e tem mais outraa habilid,'
des : o prego he mdico, por htver muiu
necessidado Je dinheiro.
Foiha de Handres.
Pelo barato prego dn 19,000 rs. a ci5,
sendo lia, o ortid a 20.00o rs. : no denu
sno de caldeiraria de Anarade & Leal ni u.
Nova n 33.
Vende-se |um escravo mirioheiro
enlenae de goveroo : na ra du Queiin,,^
Vendem-se 9 escrava de bonitas li,.
ras, sendo urna de idade de 15 annos, cos-"
nh, lava, e passa alguna roupa a ferro >
mulatas moga recolbida, engomnuiii'
coainham bem, I pardo ofllcial de aapne.r
e outro dito de anchada: na ra D reita n ['
Vende-so urna esersva de boa con l'uc
la, sem vicios, o queje afiance, o um prum
de 24 anuos, lorie,tJpVi trabalhador daen.
diada e canooiro : na ra das Triocheira,
n. 49.
Charutos de S. Flix.
Vendem-se os verdadeiros charutos des
Flix : na ra do Queimado a. 9.
Collccco
lie poesias patriticas, liberaes, brasilei-
ras, recopiladas dos joruaes desde o auno de
1826 at 1851. por l.uiz Pereira Vianna, por
un rs ,nn livraria dn pateo do Collegio n.
6, do Jocda Costa honrado.
Vende-se 3 caixOes para amostras pro-
prios para relinago do assucar, ou para al-
gum deposito, um candieiro francs de me-
tal de -tull, lulo por barato prego; na
venda da ra de Santa l; la n. 5.
A x'.'ir.n o par,
Escravos fgidos.
Desapparecou no dia 15 do corrate
um muleque crioulo por uome Paulino '
de idade de 10 annos, pouco mais ou me-
nos, cor amanillada por ter vicio, narizclu-
to, levou camisa de algodaozinho suja
caiga de riscado, em chapeo, este escra'vo
lio do Sr. Antonio Jacinlho da Silvejra .le
Unna : quem o pegar leve-o na rui da Ca-
deia do llcifon. 51, ou na ra da Livra-
mento n. 26 segundo andar quo ser recom-
pensado.
Aosmanhecor do dia 12 do corronl
mez de agosto, dosappar'ceu do en^enho
Velho. freguezia de Jiboatflo, o escravo M.
noel Feliano, de nagJo, idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, altura regular, cor i.,
muito prela, pouca birha, rosto n3o feio
tem urna pequen aiealriz na testa, urna das
pernas groga, por causa de urna grande IV
rida, que na mesma live, a qual quan lo fu-
gio eslava sla, e icha-se esta pouco cima
do tornoselo pela frente o a u n lado da c-
nda, leudo j na niesma urna baix, toa o
ndar um pouco manso e encunado, coslu-
ma olhar comosolhos baixos, falla um pou..
co vagaroso, he muito ladrlo e bebido, fui
oscravo duSr. Jos Francisco Ribeiro, ha-
vendo antes sido do Sr. Jos Claudino l,.
le: quem o pegar conduza-o ao engeuho
cima dito,que ser recompengado deseu
trabalho; rogando-se as autoridades poli-
ciaes de coidjuvarem a captura e remessa
lo mesmo ao proprietario da referido en-
genbo.
-- Desapparecoram no .1 4 do agosto enf-
ronte, do engeuho Pureza da provVicia di
Parahyba os escravos seguimos : Cypriano
de 40 anuos do idade, barbado, eslatu'a re-
guiar, psapaldctidos, edr preta : Anasta-
Co de 30 anuos de i la le, cor fula, cilvo,
pos compridos : Domingos, congo, de 25
linos de idado, biixo, cor prets, tem uo
O'iibiiiliona fonle.edenles limados: JoJo,
crioulo, bailo o gordo, cor pret, desoa-
nos de idade: quem os pegor levo a casa
de Manoel Luis Congalves, na loja da ra da
Cadeia do llecife que ser geoerosameala
recompensado.
-- Uesappareceu no dia 12 do crrante o
cabra itumualdo, porm he de suppor quo
troque o uome, representa ter 45 annos,
com algn cabellos brancos, e o resto mui-
lo pretos e estirados, falla descangada, foi
de barba feit, representa ser corpuUiito,
levou camisa de algodflosinbo e caigas de
brim brinco sujas, edapo de couro e un
iroxinhade roupa: eate cabra veio doCea',
quemo pegar leve-o na ra da Cadeia do
Becife n. 51, que ser recompensado.
Desappareceu no dia 19 docorrenteo
mulato acabraldado de nomo Francisco ; bu
seco do corpo, altura regular,representa tur
18 annos de idade, cor de canalla, bocea pe-
quen, heigos roxos, cabellos estirados e
bem preto, ps bastantes chatos, a os dedos
abortos, quan lo falla afecta querer ser in-
glezada, e he muito pronostico, levou cami-
sa de algodao do riscado americano, e caiga
de casemira azul com listra ao lado, chapeo
de palhinha do Aracaty com fita preta:
uem o pegar leve-o na ra da Cadeia do
ccifou. 51, qua sera bem recompensado.
Iloa-Visla loja de calgado 58 junto ao se-
leiro.
A ellas que sao baratas-
Na ra do Crespo n. 16 vende si um rico
sortimento de casimiras elsticas pelo di-
minuios prego de 4,000 e 5,000,os cortes, e
lindas cassas francesas a 340 rs. o covado
c muilo linas a 500 rs lamba) se vendom
o que em mantelete* po le haver, mais bo-
h 1 n Je tanto prelos como do cores,uto s -
vista dos compradores so dir o prego oesla
mesma loje a um bom lo sortimento de todas
as.fazendas quo so voiideu por pregos com-
modos.
-- Vende-se duss partes de urna casa com
frente para a ra da Santa Cruz, e quina
para a ra da Alegra, na qual existe venda:
a tratar na travs da ra da Concordia,
sobrado n. 5.
Deposito de cal e potassa.
Cunda & Amorim, vendem barris com cal
i"n pe ira, edegada polo ultimo navio de
Lisboa ; ditos com potassa de boa qualida-
20,000 rs. de gratificaran.
A quem pegar a negra Victoria, mocam-
biqu*, cor fula, alta e magra, representa
ter 30 a 35 annos, Ma alguma cousa atn-
palhada, tem urna linlia decarogos bema-
levanlados, do alto do nariz a testa, e ai-
unos mais apagados na barba, levou vesti-
do de chita o acento branco com lislras a-
zuesc salpicos rochos, un balaio novo do
lora, urna trocha com roupa envolvida em
panno verde de mesa : as pessoss que a pc-
garem levem-a ao leu senhor, na praga da
Independencia, loja de calgado, ou na ra
do Queimado n 4.
Desde o dia 22 de julho p. p., que an-
da ausente o pardo Juvenal, escravo de Ma-
noel Cavalcanti de Albuquorque l.acerda
ilrnlon ; dito escravo tem os signaes se-
guintes : estatura mediana, secco do corpo,
oiiios ainaiolios, cor clara um pouco alatua-
da, cabellos crespos, usava de bigodese pe-
ra, cabellos da baiba ruivos, e da cabeca
(asannos, ofllcial de alfaiate, e como dito
mulato seja bem conhecido nosta provincia
porscuipro andar serviado de criado a seu
senhor, fcil ser por isso ser aprencudido :
e quem o Azor podora lavar ao Maiitoiro ou
desapatoesde luslro, obra boa no alerro da nesta praga ao Sr. Francisco Cavalcanti da
Mello que ser generosamente recompen-
sado.
-- Desappareceu no dia 8 do corrente mez,
do engoiiho Fon icos, da provincia da Ala-
goas, um molato, de nomo Podo, com os
signaes seguales : cor clara, bino, ros-
to cumprido, com algunas marcas debe-
chigts, pouca barba, pernas aiqueadas,
coatuuia quando anda fgido mudar o no-
mo edizer que he forro, em setembro do
anno passado, foi elle preso no Rio Formo-
so, por forro e com o nomc de Joq ii o Pe-
dro Celestino, e veio reniellido para esta '*
dado como recruta : roga-s as autoridades
policiaca e capillos de campo, qua do mes-
mo liverem noticia, o appionendto e levem
no diio engeuho cima, ou na ra da Cruz
du Recife 11. 64, qun sera bem recocopousa-
du deseu trabald.
-- Desappareceu no da sabbado 9 do cor-
rente o preto Tnom que reprsenla Mu
annos de idade, s icco do corpo orelbas pe-
quoaas, um Unto acandilado, pouca barba,
eso na punta do do queixo, altura regular
'L'.','!.eU,t"^ declaran, que ven- laDhoso quando falla.cr bom retialalovau-
oTr^rMnf ^a '"f em.UtUrf fl"1 | Sf P. n i'S f m' ^e,t d?,H8?"? ? UoUito azul i quem leve-o a ra do Padra
.1 (111 II ll'lVd 1 11 \ nh olM til :Ln Mil ... '- ...
50, ou no boceo do Monteiro, oito da loja 1 KI(irl,I10 iob^do do um ,,,,. 5 q09 ,er
dos mesmos n. 2. ,1 recoa,p0.,uo
Vendom-se dous negros de nagilo, de
bonitas figura, ropresonlam lera idado de
35 unos 1 quom pretender dinja-se a ra i
Pf-.rv. vaTvj'. "k M.F. ur. fm'.l!
Mi itii Anr. i


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