Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06415


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Full Text
Auno XXVII
Terga-iea 12
de Aflosto de 1851.
N. 180.
DIARIO DE W PMMMBim
WSMtfO BA toch.i*?*".
P.oamsisto ADUimoo.
Por trimeitre...........
por lemettre ........
Por no .^ ^bbW.
Po, -^AjjiV-'-"
u.r ... l2#JlUho MlMf .. lOde
grife t. afi
4/000
8/300
15/000
4/900
lulho
Julho.
Jnlho.
dito.
da Di itnmi
AUDIENCIAS.
11 Seg. S. Tiburclo. I Jai ile Orphaoi
12 Terc.N.S. Ciara v.f.i..e&.ae 10 horas.
13 Quart. Hypollto r| I. tarado cittl.
Casi lino. 3. c 6, ao ineio-dia. .
14 Quint S. Euzeblo. Fatenda.
15 >! ** Assuilvp-[3. rli.is 10 lloras.
(io de N. Senhora. 2' rara do civet.
10 Sab. noque. 4. c tabadce ao nielo d
11 Doiii. S Joarquini. /M.i.ju
pal de N Senhora. [Tercas e eab.dos.
*7 mnmaii.
Crcsccnlesi 4, ai 2 hora e 48 minuto da man.
Cheia a jl, as ? horae e 13 minutoe da larde.
VlingoauU a 19, as 10 horas e 30 minutos larde.
\"ova .i 28, as 8 horas da tarde.
rniAMab SI BOU
Primeira as 4 horas e 30 minulne da tarde.
Secunda as 4 horas e 54 ininutosda manha.
m
fautida* dos connrioi.
Goianua c. Parahlba, s segundas e lextae-
felras.
RIo-Crande-do-Norte, todas as aonieio dia.
Garanhuns e llonito, a 8 e 23.
Iloa-Vlsta, e Flores, ti 13 c28.
Victoria, s qululae-felras.
Olinrla, lodos os dias.
NOTICIAS ISTBltOrinA?.
Portugal.
Hespenha.
Franca ...
Blgica...
llalla.. ..
M. II: .11 I.
Prussia...
I 111,1 II, I I
ftussia. ..
Turr|ula.
M de Jiilln, uistria ... 3 de lulho
6 de Julhr ISnil.a. ... 1 de Julho
7 de JuIho'Sueela.... 2 de lulho
4 de Julbo Inglaterra 8 de Julho
1 de Julho E.-Unidoi 26deJunho
> 3 de Julh. Mxico... 6 de Jnnho
3 de luilu California 14 de Malo.
3 de Julh. IChlll. 28 de Abril.
I de Julho Huenos-N.. 2 i* Julho
1 il. Julhi.(Montevideo 9 CAMBIO* DE
Sobre Londres, a 28 i
DE AOOtTO.
p. lfOOO re.
Parle, 340 por fr. nominal
. Lisboa, a 100
MITA,
Ouro.-aicaeheepanholas.... 29/100 a W/BOO
Moedas de 6/400 velhas. 16/000 a 16/200
de 61400 oov. 16/000 a 167" "
de4/OC0...... 9/OCO a 9J
Prata.-Patacaesbrasllelro.. Ja**) a 1/
Pesos columnarloe.. 1/V20 a 1/TIW
Ditos mexicanos..... 1/71'0 W<">
PARTE OFFICIAL.
GOVEHNUDA 'HOVINUIA.
EXPEDIENTE DO DA 4 DE AGOSTO DE 1851
Otticio. Ao Exm. preildeotc do Marauhao'
::iUco;.dovi.JUda rep.rt.c3o4. guerra de
i'deJulbo ultimo, do qual consta haver-ee
xnedido s convenientes ordeus, uo sentido
lesu.pender-.e do primeiro do inee.no mez en
diente o pagamento da coneignac.o de 20/re
meuiaee, que de seu sold deitara na corle o
referido alferes.
Dito. A'icommaodanle das armas, intci-
rsndo-o de haver o Extn vlce-prciidente da
provincia dae Al.goae, conimunlcado que ten-
F
lilil' --'-!-,------1-----------------
do-lt-He apresenlado o prlineiro' cadete do
mirto b.talbao de artllheria a pe Henrique da
franca Pinto deOliveira, participando aclmr-
,e linda a licenca que dbteve para ir aquella
provincia, Ihc permitir demorar-ie all ate a
passagem do prlineiro vapor qne vlerdo sul.
Inielligtnciou-ie ao inesmo fcxua. vice-presi-
uVn,c- ". 1 S 1.
Dllo. -- Ao luceinu. communlcando aflu de
que faca constar Francisco de Berros Faho
Uvalcanti de Albuquerque, que segundo cuas-
ion do avieo, que remelle por copla, do mi-
nisir.lo da gnerra de 18 de Julho ultimo, fu-
ra indlferido o requerlmeoto, em que elle pe-
dia ser confirmado no poeto de ptliueiro l-
enle de artllbari, ._. ,
Ello. Aomesmo, remetiendo copla do.avi-
so d secretaria de eelado dos negocios do
euerra de 16 de julho ultimo, no qnal se
coii.munlc. er eido cl.s.ihc.do ua prime r.
tl3, or. Aereil" n enello dn primeiro bala-
lliode infantera Fre David Ja Naiivtdade de
Nosia Senhore, que continuar a creer ,cu
inaeieterio no mesmo oorpo, e reformado com
moldo que acluilmeiile percebe o cspellao
Frei Jos de San Jaclnlho Mavlgmer. --Sclen-
lificouse a pegadorla c a thesourarirde la-
i-ii i.i. ,
Dito..-Ao masino, para qne cin cumpriiuen-
lo do aviso do ministerio da guerra de Ib de
julho uliimo, remella pera a corte pelo pri-
meiro vapor que eegulr para o sul o archivo e
begagem do eeguudoregiuicnlo de arlilharia
a pe.
Uito. Ao meaino, dliendo que para poder
dar cuinprlmeolo ao avisa da reparti da
guerra de 16 de Julho uliimo, fat-sc preciso
que informe sej ful remrtldo para a corle,
ou se existe coiupi.ni em algum dos corpoe
dayda.uicao deela provincia o individuo de
nonio Maiioel cierra de Menezcs.
Dilo. -- A.ihcsuuraria de fatenda, transmit-
lindo copia do aviso do ministerio da fitenda
de 23 de julho ultimo, no qual se coiiimunica
icr sido|ludeferldo o requerimcnlo de Andrade
t Leal, na parte em que pedirain iscncao de
direilos de 200 mil libras de cobre.concedenda-
se-lhes smente o despacho livre ac 400 quin -
lies de ferro por anuo.
Dita. Ao director Interino da ioiiruccao
publica, duendo baver marcado o dia II do
crrente para o concureo da cadeira iruccao elementar do primeiro gio da villa de
Agia-Prela, designando pan servirem de exa-
minadoree ein dilo concurso oe prufessores
Miguel Vleira de Marros Marreca cJos Jua-
quiii Xavier Sobreira e o substituto Cosme das
Treta*Tclxelra.
Dilo. A pagadoria militar, para que re-
mella secretarla dapreeidencle, afliu de eer
enviada dos negocios da guerra, a gula do
alferes do declino balalho de infamarla Leo-
poldo da Fonepca Galrao, que actualmente se
ach uo Jja|o Grande du sul.
Dilo. A inesma, devolvendo os papis re-
lativo, ao novo engajamento que solicita Can-
dido Goncalvoi de Araujo por haver linalisad-
o seu lempo de eervlco, allm de que esplique
a rasaoque d para nao concordar co:n o como
iii uname dae armes arespeilo da qnaulia p'ro-
posia c.'iuo gratieafo.
Diio. Ao coininandante da forulea do
liruiii, diteudo que pude mandar por em libcr-
.1. !. r'-ciiiia Joaquiui Antonio da Silva, de
que trata a portarla que devolve, visto ler-se
rcconliecido ser elle o mesmo individuo que
fui reculhldo aquella forulea coin o nome de
Juaquiui Jos da Silva.
Dilo. Ao director do arsenal de guerra,
iiausmiitiudo copia do avieo do ministerio da
guerra de 10 de julho uliimo, no qual ee de-
termina que remeta para o Ccar e Parahyba
no vapor que eegue hoje para o norte os objec-
tos mencionados no meaino aviso, constando
de inoiilas e esleirs. Kspedi ain-se as con-
venientes ordens relativamente aoi da provin-
cia da Parahvba.
Dito. A Uieeouraria da fatenda provincial,
remetiendo copia do avilo do relamerlo da fa-
'zindlr afim dal que. coin urgencia, preste ae
iuformaedes nelle exigidas, acerca dos direltns
que ueeta provincia ee arrecadam por conta da
ngen
: pagar a Filippc /fenicio'.llciue pblicos.
' Oecriadoedeecrvir, em.cuja elasse se
EXTERIOR
PKTUGVL.
Nao se tendo at o presente promulgado a
le constilucional orgnica das eleices doe dc-
putados da afia portuguesa, e seudu indis-
peneavel regular o modo prllco de nomrar c
flx*r oniiincro, rrlativamenle populecao do
reino, do que devein concorrer s prximas
futuras corles geraes eitraordinai las, que man.
del convocar para o dia 15 de scleuibro prxi-
mo futuro pelos incus reaes decretos de 2.' e 2b
de maiodo cnrrenle anuo hel por bcn, usan-
do dos poderes extraordinarios, que julguei
dever assumir as acunes circunstancias, de-
cretar o srguintc :
TITULO 1.
Doi eUitr/t t tUaivtit.
CAPITULO I,
iipoiico'es preliminares
Artigo 1. is nomeaces dos depulados para
as corles geraes sero i'eilae por elcicrs indi-
rectas, elegendo a masssa dos cidailoe activos,
em as-onili o.i. pi un iii .8 paroebiaes, clellores,
que ein collegios cleiloracs, dejara os depuia-
dos da naco.
Art. 2. Sao cidadilos portugiiezee :
^ I. Osquetlvercni nascidocm Portugal nu
ses dominios, e que aoavinpo da publicacao
da caria constitucional nao fossein cldadaos
brasileiros, anda que o pai lj* estraugeiro,
uina vez que esle nao resida poi servico da sua
naca
administrado provincial sobre a exportacao oestraogei_ronaturallsado*) que, por este dc-
dos nossos producine qur para porios estran- crelo, nao sao excluidos de volar. .
geiroe, qnr pera oe do imperio. | Art. 8. SSo excluidne de volar as assemblcas -
Uito A inesma, duendo que a lolucoque primarlas:
nudo dar, acerca da duvlda em que se acba o I S Os cidadaos portugueses, que nao csli-
thesourciro daquella rcpinlcao, respello do verem no goso de seus direltospjlitlcos.
pogainento dos ordenados dos profrssores pu-, ^ O menores de 25 anoos, nos quacs se
bllcos, em vista dos arllgos 8i e 84 do regula- naocomprehendem.
ment de 12 de inaio .leste anno e do artigo 6,, I. Os casados e ofticiacs militares que forcm
capitulo 2.", da lei provincial de 10 de junhol luaioreede 2l annoe.
de 1837, he I constante da inforinacao que re 2. Oe hachareis formados,
mette por copla do director geral da instru'-' 3. Os que liverem completado algum curso
co publica, com a qual se conforma ; e deca- 'da escola polylechnica dcl.iiboae Porto, da
raodo que os referidos professores devora ser I escola naval, da escola do cxercllo, ou das es-
pagns de seus ordenados pela forma prescrlpla colas medico-cirurgicas de Lisboa e Porto, sen-
no artigo 82 do citado roe,nl miento. Scien-ldo iiniui es 'le'-il annoa.
licou-se ao mesmo director. I S. Os clrigos de ordens saoras.
Dito. A inesma, para que aviste do cerli-' (3. Os Dlhoe familias, que esliveicm na
ficado pastado pelo engenhi'iro director daslcompanhia de seus pas, salvse servirem oi-
obrai publicas, mande pagar a Filippc /fenicio,ficios publii
Cavalcanli de Albuqueri|ue, arrcuiatante da I ^4 Os ci
obra da pOnle de Iguarase, a lerccira presta- mo conpre
9o, que rile lein dirallo por ter feilo enlr ga
provisoria da dila obra, segundo consta da iu-
forinsco que remelle por copia do referido di-
rector. -- Dominunicou-sc ao mesmo enge-
nheiro. .
Dilo. A meenia. dlicndo ficar selente de
cstarem ultlinaddk os adlaiilamcnlos feiloe no
exercicio liado aos desiacameulos do eorpo de
policia, e verificados os ajustes de contas dos
sobredi tos adiaalanientoa
Dito. Aojuix municipal da primen vara,
para mandar recebera burdo do vapor Impera-
dor, afim de eer remeltido oppurtunaincnie pa-
ra o presidio de Fernando o eenlenciedo Do-
mingos Jos Antonio, viudo das slagoas, cuja
guia remelle, acompanhada de copla da sen-
tenca, pela qual fol elle condemnado. Nesle
sentido expedirn! se as convenientes ordens.
Portarla. Mandando dar passagem para o
Cear no vapor Imperador, aos cadetes Terlu-
llanu da Cosa, Joo da Guerra l'siioi Jnior e
Ignacio Lopes de Quclrox Lima, e bcui assim
ao desertor do corpo l'uo daquella provincia
Manoel Messies dos Sanios. Scieutiflcou-sc ao
Exin. presidente da mcsina proviucia c au com-
mandante das armas desta.
Dita. Ulan lando por a dlsposicao lo.com-
maudanle das armas os desertores Salusliano
Dias do Nascimculo e Manuel Antonio D as,
que vleraui da provincia das Alagoas a bordo
du vapor Imperador. Scicnlificou-sc ao com-
mandante das armas
hendem
1. Os guardas llvros
2, Os puiuclros caixeiros das casas de coin-
mercio.
3 Os criados da casa real, que nao forcm de
galo in .i o. '
4 Os administradores das hiendas rarael e
fabricas.
Art. 7. Sao igualmeiitj excluidos de volar
as .i.semillois primerias :
Os que nao hiiuverem sido coilccladns no ul-
timo lancainenlo, immedialaincnlc anterior ao
recenscamento, pelo menos em alguma das sc-
guintes quolas:
1. 10/ de decima de juros, foros c pensrs,
ou de quaesquer proventos de empregus de
cmaras, muulcipacs, misericordias c hospi-
laes.
2. 5/ de dcima de predips rsticos ou. ur-
banos arrendados.
3. UUUrs.dc dcima de predios ruslicos ou
urbauus, e de cstahclccimentus de industrc
nao arrendados, ou de qualquer oulra cuntri-
buicogeral directa.
I. Nao se coinprelicndein na exclusao (i-
tanclcclda ueste artigo :
1. Os chefes de familia, que liverem mcios
de subsistencia provenientes de bens de rail,
commercio, industria ou empregb, tendo pelo
menos, umanno de residencia no respectivo
conselho.
2. (3s li.ahuilados com graos e ttulos scien-
tilicosc Iliterarios, de que tratam os ne. 2, S c
4 do 2 Jo arllgo antecedente.
3. as cinpregados do eslado em elleclivoser
vico. Jubilados, aposentados, ou reformados
cosque perteiicaiu s reparlices exmelas,
que liverem de urdenado, sold ou cougiiia
10(1/1 excluidas, porin, as soldadas das classes
de marinhageiii, us salarios dos arlilices c mais
cnipiegadus bracacs das diversas repauiciics, c
os vcncimenios das pracas de prrl.
4. Os Kgressos, que liverem 100 de presta-
cao annuel. ,
5. Os pensionistas do estado, que tiverem de
peuso anuual|qualqucr que soja a sua origein
100/.
6. Os aspirantes a offlciacs, os sargentos aju-
dantos, quarlcis meslrcs dos Corpus doexerci-
to c os das guardas municipacs, que tivcremde
rendimentu i2/mensacs.
^ 2. Os ordenados, sidos, congruas, pen-
sdes c vencimenlos, de que tracta o paragra-
# pho nnlecedenle, lero contados, ecm alten-
cao a quaesquer dcducccs tcmporaiias, a que
eslejam tujeilos.
CAPITULO III. ,
Das eleilores doe deputaJjiQ.
Arligo 8. Poden ser eleilores de diputados
lodosos que pdcni volar as assemblcas pri-
marias.
I >' i pin un o : .....
i. Os que nao tiverem domicilio poluico
no conselho.
i, 2. Os lbenos.
$ 3. Os pronunciados que no praio legal, nao
recorreram do despacho da pronuncia, ou que
nao foram prvidos no recurso ; c aquelles cu-
FOLHETIM.
TRISTO DE BEAUREURO. C)
[ FELO M ABQQSZ DE FODBR AS.)
III.
Qualquer-pde fcilmente conjecturar o que
se paeeou no corsean de MUettequando delxou
Corma. Menos assmtsda de seu proprlo futuro
. i no .lo .leseo irmio.menosoffcndidada grossei-
rlaquasi elvatlcacomque esleatrativa do que
pelo mal que ellepodia laier a si mesmo, visto
seu caraettr violento, ella esquecera proinpia-
inenle o que Ihe era pcssoal. i>ara procurar
nicamente o nielo de curar, ou pelo menos de
allitlar aquella alma tan visivel.nenie atormen-
tada. Seiu ponto de partida para penetrar a
causa de seus soffrlrnentos, ella appellave para
suasinipiraces, esperando que estas ejuda-la-
hiain aadvinhe-la. Nao pudendo por el mesnia
esclarecer suas duvidas, Allieite tomou a re-
soluco enrgica e quic perigosa, visto o que
acabava de passar-se, de dlrlgir-se ao proprio
Trilito para conheeer a veidede. Fiel a sues
proniesses, desejosa alm disso de nao irritar
este irmao, cuja eonlianea procurava obter,
lia nao quli vallar ao cem'nerio onde ellepo-
dia anda eetar, e chela deste pensainento de -
tcrininou ir espera-lo no caminho por onde
devia paeear para voltar ao cestello.
A ncltr eslava bella e calma, o co biUante
de estrellas, e a trra melanclicamente escla-
recida pelos doces raloe da la. Alliette, toni-
ficada por sua rrsulucao, dirlgla-sc coin paseo
llgeiro para o lugar onde espereva encontrar
frlsiao e aullando diiia coin sigo mesma. Es-
te eco (5o puro, esti trra lio tranqudla dlepo-
rao o coracao de ineu Irniio conllaota e a
alteicao. >
Ella ia passar aa ultimas casae da aldeia eem
ier encontrado mu so ente vivo que podesse In-
quieia-la sobre o deeejo de solideo e de myste
rio que eiperlmenlava, quando caininhando
ao longo das paredes do presbiterio, creu ver
mna Traca claridade bnlher atravea dae fendas
'jeuinajanella. No mesmo nstente e por una
testas insplracoes que permanecen! mu myste
no mesmo p{a as almas que as sentem, a po-
(*) Video Oiarfo n. 178.
X
^ 2. Os lilhos de pai porluguei. que eslives- ja pronuncia houvcrsido ratificada pela auto-
sc em paii estrangelro, cm servico do reino, ;.| ,.|, judicial competente para declarar a
embora elles nao venham cetabclcccr domici- procedencia ou improcedencia da aecusacao.
lio no reino. I 4, Oe que nao houvcrem sido colleciadus
4. Os estrangeiros naluralsadoe, qualquer n0 lancamenlo imcdiatamcnlc anterior ao
que seje a sua rcllgiao. recenseameulo n'alguma dae seguintes quuias;
Art. 3. Perde oe direilos de cidadao portu- i 20/da decima de juros, foros c pensos,
guei : bu de quaesquer proventos das cmaras muiii-
l. O que se natunlisar em paii estrangeiro. cipacs, misericordias e faospitac*.
2- ti ,| no,, ni Hcence du rcl aceitar em- j ,(),). de decima de predios ruslicos ou ur-
prego, penso, ou condecoraran de qualrpjer |, ll|l)s arrendados,
goveruo esli angelro. 3. I/60U de dcima de predios rsticos ou ur-
3. Oque for banido por eentence. baos, e de estabelecimcntos de Industria, nao
Alt. 4. Suspendc-ee o exercicio doe direilos arrendados, ou de qualquer oulra contribu,..o
politicoi: geral directa.
l. Porincapacidade physica ou inonL a. Nf,0 secouiprehendcm na eicluiSo es-
J 2. Por sontcn^a condeiniialoria a prisao ou (auclecida no paragrapho antecedente :
degredo, ein quenco duraren! os seus clfeilos, j. Osempregadus do cstadn em eilectivoser-
CAPITULO II. vico, jubilados, aposentados, ou reformados, c
Dos eleitore de parochia. os que perlencam] s reparlicrs exlnctas,
Arligo 5. Tem vol nes assciublas prima- que liverem de ordenado, sold, ou congrua
ras os cidadaos poriiiguetes ( conipreheiididos 200/1.
bre urphaa al'rouiuu o passo c erutiu-ae vacll- ahorrecas mnlia Iridia cu te peco Isla de
lar rui-ua resolucao. Pareceu-lhe primeira- orillos
mente que elle deverla ter-sc aconselhado an- o pobre mancebo ajiintando a aceo a pata-
lea de resolver-se ao partido que tlnha loma- vra, obrigou ,Muelle que liaba lieado de p, a
dn ; depols heela lu que sclnlilleva a una no- sonta, -se, e prosloii-se diante della.
ra lao adiantada da noile, ella quie descobrlr Aborrecer n vosse, ineu irmo aborre-
uin aviso e prever una direccao saudavel. Es- ccr a vosee, quando a affoicao que Ihc tenho
la cmara, docemenle esclirecida como'um he minliaunica felcidadc ueslc mundo! ah '
sanctuario, era a do respeilavel Sr. Vialard. voss nao pdc crcr isso !
All o bom pastor vellava eem duvlda piedo- Tciiho-te ollendido tanto'.
sameute absorto no pensaineulo ;de alguma Nao tenho soff'ido lento pelo mal que
obra de ceridade, ou na composlcao de 11.11 voss fai a si proprio....., c vim aqu aconse-
desics tocantes discursos que proiiunciava tu- |har-mc para saber como poderla oblcr sua
dos os* domingos, haviaj trinta e uin annos. eonlianea, e mals tarde consola-la.
Quem melhor que elle podia guiar Alliette 1 Triitao vollou os albos para o padre, como
Elle conhecii cainava Trlslo ; elle tlnha sido para perguntar-lhe se poda fallar.
o confidente e o amigo do Sr. eauregard ; di- Elle me tem confessado ludo, senhora,
rigir-se a elle nao era pois smenle un de- diese vivamente o Sr, Vialard |Cin dar demons-
ver, era tembem em urna eirciunslancia tiesta traciiu de que linha observado a interrogacao
i;i a\ niaile, una medida de prudencia c di: sa- muda de 111,1.1,1 p miando Ihe assegura que
bedoria. Todas estas reflexdes apresenlaram- sent mallo te-la allligido, a senhora nao de ve
se ao mesmo tempoao pensa ment de <\ I licito, duvlder uin so instante da sincerida'de de suas-
e o resultado fol que ella levantou a aldrava da palavras. Elle tem un caracal nobre, conli-
porla c deixou-a cahir sem hesiiavuo. nuou o Sr. Vialard, pegando da 111S0 de Trislao
Ulna crieda velhe velo abrir. para o levantar : e ee o quiier,podcr ainda vir
Pde-sc fallar aluda com o Sr. cura ? per- a ser uin da felii e contribu r assim para sua
guntou a fllha do Sr. de Heauregard. fclicidade.
Pde-ee, siiu, ininha.chara senhora, elle V'elle, disse Trislao sacudindo inelanjoll-
luii le deila jamis antes dae ooie horas, o que cntente a cabeca : contribuir para afelicldade
nao o impede .lo levantar-so logo que ama- de quem quer que eeja neete mundo ; ah I oao
nliec. tentio tanta es|or......1 possa eu smenle nao
Queire pois levar-me la presenca Sra. fater softrer os nicos-entes que me ainem so-
M.utlii; importa absolutamente que eu Ihe brea ierra, Islo he minha irmaa e vosea reve-
fallc. rendissiina; teuha eu forra para regular mi-
Pois venha contigo. Ditendo lato, Martha nha iinagina(o e domar ineu coracao ; consi-
conduiiu a rapariga* camera do Sr. Vialard, ga renunciar ae chlmeras, cuja van procura
uja porta abri me irrita e tortura i reslgne-mc finalmente a
Alliette parou sbitamente, urna pallldez aceitar, como meu pai ofer, a obecurdade de
mor il colino sen rosto, Trislao estera com o meu destino a a inediocridade de ininha tor-
eara, o qual levantaodo-ec precipitadamente tnna, que juro a vos ambo* que se soiirer aln-
par* ir ao encontr da pobre orphaa, pegn- da, no mequeixarel mals. purque considera-
dle da mao para fate-la entrar; elle o regulo re eea existencia coinouma eipiacio.
uiachiiialmtnic. JmaexpiacSo, ilion Irmao ....
2. Oe egreesos que liverem de prestajao au-
nual2CK3/.
3. Os pensionistas do estado*, que tiverem de
pensao annual, qualquer que seja sua origem,
4. Oshahililadoscoin os graos e lllulos litio
rarios 011 scienlllicos de que tratam 01 11. 2, 3,
e 4 do 2 do art. deste decreto'
li 0. le applcavel aos ordenados, eoldoe,
co'ngruae, pensdee e vencimenlos, de que traa
0 paragrepho antecedente, o disposto no 2 do
77 Tambein nao pdem ser eleilores de de-
putedoe.oe empregadosamovlveis ou aquelles
nuc liverem coininissao subsidiada.
1 CAPITULO IV
D01 rleai'mii p.iru i/rputidor
Arligo 0. Sn liabrii para seraiu nomeados
.1.-pula.los, todos os cidadaosque por esta lei,
pdem ser eleilores de deputados.
I'.', pin 1.11 :
'. I. Os estrangeiros uaturai.sados.
^ 2. Os que, apelar de lercm os mais requi-
sito, exigidos por este decreto, niio liouvercui
sido coilrclados uo laiicanienlo iiiime.liala-
inenleanleri.ir ao recenseatneiiio', ein alguma
das segiinlcs quoles :
1. 40/de dcima de juros, foros e pensos, nu
quaesquer provenios de cmaras municipacs,
misericordias e hospitaes.
2. 20/ de dcimas de predios ruslicos e ur-
banos arrendados.
i. 3ij1)00 de dcima de predios rsticos ou ur-
banos, e de cstabclcc.montos de industria, mo
arrendados, ou de qualquer oulra cnnli ibuicao
geral directa,
t^ 3. N;n se comprehendcn na exclusao csla-
be'lecida no paragrapho anlecedenlc ;
1. Os habilitados com graos o ttulos Ilitera-
rios ou sclenlilicos, de que traclam os ns. 2,
3 e 4 do artigo desie decreto. ,
2. Os euiprogados do estado em effectivo ser-
vico, os jubiladas, potentado*, ou reformados,
je os que perlencam as rcparlices exiinclas,
que tiverem de ordenado, sold, congrua uu
: prestaco, qllalrocenlos mil res.
3. Os pensiunislas do eslado, que liverem de
pon-.io annual, qualquer que seja a sua ori-
gem, quatroceulos mil res.
4. He applcavel aos ordenados, sidos,
pensos, cougruas ou prestacAvs, de que traa
1 o paragrapho antecedente, o disposlo no> 2,"
do arligo 7."
Art. 10. I .mili, ni nao podem ser clcitos de-
pinados :
1 Os bispos c prolados do Ultramar, c libas
adjacenles, coin oxcepe.iio dos rcsgnalarios.
* 2- Os parochos c curas d'alinas.
' 3. Os caixas geraes c os gestores princi-
pad do quaesquer contratos dos rendiincnlos
do eslado, c os arrcmalanlcs das obras pu-
blicas.
; Art. II. Os cidadaos porltiguerrs podem ser
eloilos .loput i-i,.-. ni qii.lquer circulo eleito-
ral, ainda que nelle nao sojaui nasudos, resi-
dentes ou domiciliados,
Excepluam-sc :
I 1. Os magistrados administrativo* eos se-
cretarios geraes dos governos civis, os exacto-
res, e mais i.llieiaes liscaes da fa/.enda publica,
c os jui/.cs de diroiio de primrira Inilancla, e
delegados do procurador Hogio. os qoae* lodos
nao podem ser rleios nos circuios eleilora's,
que ooinpreliendcn, em lodo ou em parle, ns
respeclivos districtos, em queexcrcem os seus
euipregos.
I 2. Os governadores geraes c secretarios ge-
raes dos governos do Ultramar, c os escrivaes
das jumas de faicud.i lias respectivas proviti-
' cias I Itraiiiirlins.
Arl. 12. lie 1 no unp nivel o lugar de depu-
lado :
1. Com qualquer empreo, ou couitiiissao
' amovivel .1 vontade do governo.
i. Com qualquer eniprego da casa real, cs-
I lando o empregado em ellcclivo servico.
I Arl. i3 Aquclle, que, acliau-lo-se em algum
dos casos do arligo li.*, fr elello depnlado,
optar entre o lugar de depnlado, c o einpre-
go que exercer, dentro de um mee, conlado
desde a spprovacio das acias dos respeclivos
circuios rloitoraes, se residir no contiiienle :
dentro de tres meies, se residir nal Ilhae dos
Acores, M i.loira c Porto Santo ; c dentro de un
anuo, residindo 110 Ullramar.
^ nico, se dentrodaquelle*praioi na 1 Bter
constar ao governo, e \ cmara dos deputados,
por <1t1.1l dos lugaicsopia,oniender-se-ha que
prefere o einprego, e reiiuucla o lugar de de-
pnlado, o qual uesse caso scr.i desde logo de-
clarado vago.
Art. 14. O dopulado cleilo p le livrcinenic
renunciar o seu lugar de depnlado, ante* de
tomar- asiento na cmara, faieodo-o assim
constar por escriplo mesma cmara
Arl. 15. O depuiado, depols de tomar as-
enlo na cmara, ntio piidc renunciar o seu lu-
gar de dopulado, sem approvaco da mesma
cmara.
Art. 1 ti. Nao poder ser nnmeado dopulado
o cidadao, que j liver asseiUo na cmara dos
pares, ouque livor folio registrar a carli regia
aaa*kaaa*a9-
de eua nomeacao, noe lermoe da lei de 11 de
abril de 1845.
'. uuico. O depulado, que for nomcado par,
1I11 \ 1 vago o lugar de deputado :
I. Desde que na cmara dos deputados cons-
lar ollicialiiieule, ou por modo irrecuiavel, que
lemou asiento na cmara dus parea, ou aceilou
a nomeaco de par.
'2. Se no prazo de oilo dias, contado! da pu-
hllcaco da carta regla no lii u m 4" Governo,
eitando as cortes abortas an lempo da uoinoa-
930, ou da abertura da scsso legislativa, sen-
do a uomeacau anterior, o depulado, achan-
do-se em Lisboa, nlo User constar na cmara
dos deputados, se aceita ou resigna a digni-
dade de par, enlendc-se que aceita o piriato ;
c ser desde logo declarado vago o lugar de
depulado,
0 prazo estabelecido ser de 11111 mci para o
depulado, que esliver fra de Lisboa, mas no
continente do reino ; de tres meses estando as
iia.s : 1, Acores, Madelrae Porto 8*nto, ou qual-
quer parle da Europa ; e de uin anuo adund-
se no Ultramar.
3. O deputado, que, por dlrcilo hereditario
succoder 11,1 digndade de par. mis lemos da
citada le do 11 de abril de 181'1. dclxs vago o
lunar de depulado, desde que lr appiovadaa
sua adinlssao ua cmara dos pares, depois da
prconcliid.is as solemnidades eslabelccidas no
arl da inesma le.
Art. 17. Todo o cidadao, que, desdo odia
iiiiinediaio 10 da elcico em que (or Horneado
dopulado, aceitar poeto un einprego, ou com-
nileeao subsidiada, ou inelhoria de comniisso,
perder o lugar de depulado, mas poder ser
rerleito.
nico. A disposifio dcste arligo nao tem
lugar :
t. Quando o posto, 011 einprego, for conferi-
do por escala na carreira da respectiva piolii-
j sin, ein rasan da anligiiidadc de servico, regu-
\ lada pelas dsposic.cs de lei anterior i elcico
do deputado.
2. (juaudo n einprego for de algum ramo de
adininisiracao, 011 carreira do servico publico,
que nao teuha estabelecldaordeinrigorotnoe
promoeuo 011 iccetlo, ncm principio de anli-
| guidade para se obter. com tanto que o euipio-
goseia de grao iminediilo quellc (|iic o agra-
ciado esliver a servir efieclivamenle depols de
1 mais de cinco anuos.
I 3. Quando o einprego for conferido dentro
da inesma reparlic.io, una vez que nao se al-
. tere a ordem da prioridade dos mais emprega-
dosnella, co agraciado esteja" servir ellccli-
j vamente depuis de mals de tres anuos no grao
antecedente.
1 Art. 18. Todo o clddio que, desde o dia 'tu-
rne Halo ao da elcico ein que fr nonieado de-
pulado, aceitar con lecoraciio, ou merec hono-
rfica, perder o lugar de depulado.
, nico. A dispusico deste arligo nao letn
lugar :
1, Quando a merco honorihca ou condecora-
e.io for por le annexa a einprego, una ve;, que
este soja conferido ein harmona com'asdis-
posices do paragrapho nico do arligo anle-
cedenlc.
2. Quando acondccoracao for da ordem de
S. Benio de Aviz, conferida a militar nos preci-
sos termos da lei.
3 Quando a merco honorfica 011 condocora-
c3o for concedida em premio de feilosassigiia-
lados, n eervicoi dletincloe, ou colleollvamente
ma curporacao, ou a un nuinoro c
ile individuos
'que forem designados pela solio, por escala, ou
por proposia dos chefes.
Arl. 19, Quando algum deputado for por
quilquer maiieira agraciado, o governo n com-
iniinicar acamara dos deputados, nos piiinci-
ros oilo dias que so segiiironi ao doepaclio, se-
as corles eellvereiu alienas alias logo que se
rciiniiii i c o respectivo decreto ser publicado
110 Difiri do Governo.
S I. O agraciado declarara, por ficriplo, a
cunara dos depulidis, 110 prazo de oilo dias,
estando em Lisboa, te aceita OU renuncia o pos-
to 011 einprego. cnuiliiisso, inerci lionurilica,
on condocoracio que Ihe fui conferida : aquclle
prazo ser de um mez se esliver no continente
do remo ; de Ires me/es se esliver lias ilhal Ad-
jacenles 011 qualquer parte da Europa ;c de
te ni anno estando no L'llranlir.
Nao fasendo a relenda declaracio, cm qual-
quer daquellei praxot, entende-ie que aceita.
2. A cmara dos deputados, depois da acei-
lacio rxprcssa, ou presumida do agraciado, nos
termos dcslc decreto, c ouvido o parecer de
nina OOIIimlstao, fai a applicacao rigorosa do
disposlo nos dons artigos aiilcccdeulcs 1 e re-
solver so (em ou nao lugar a vacatura.
5 3. O dopulado, uo havendo renunciado
Mpreitameute o posto ou einprego, coinmle-
slo, morc honorfica ou condecorajio, nao
poder.1 depols de agraciado fuuccionar na c-
mara, em quanto osla nao declarar que nao
ti-111 lugar a vacatura.
Art. 20. O dopulado que for nomcado para
o cargo de ministro de eitadn. oucoust-lliciio
de eslado, delta vago o sen lugar, mas po-
de ser roi'loito, e ento accumular as dita-
funecee.
Art. '21. O deputado. depols de eleflo, e em
quanto durar a legislatura, nao podrr ser ad-
miltido como arrematante, Bocio ou fiador nos
contratos c rendas IWaes, ou de obras publi-
cas : sendo alias millos os contratos, e r.spon-
eaveie quaesquer autoridadee, perante quem os
meemos contratos se fierem, nao sopor todo
o prrjuizo i fazenda, mas pelo simples facto da
transgressao dale!.
Arl. 22. Todos os drputadoe eleltos drvrrao
enneorrer no dle e no lugar aprarado para a
icii.u.io das corlee geraes.
Art. 23 O depulado que, depols de rleilo.
nao renunciar formalmente o seu lugar nos ter-
mos dos artigos ii.- 15 deste decreto, nao pode
esrusar-se de drsemprnhar as funecoes do
mesmo lugar seno por causa legitima, ejusti-
lieada perante a cmara.
I. Se. contra o disposlo neslc artigo, dei-
xar de comparecer s reseles por qulnze dias
consecutivos, ser primeira c segunda vei con-
vidado por oflicio do prclidenie da cmara,
precedendo para esse llm deliberaco da mes-
ma cmara.
2. Se, ainda apezar disso, se nnapresen-
tar, ou nao justificar perante a cmara moti-
vo, que o iiupossibitile de comparecer, inlcii-
der-se lia que renuncia o eeu lugar de deputa-
do o qual ser declarado vago.
$ .1. Esta vacatura nao poder ser declarada
pela cmara, sem que primeiramrnte, rajl^
exanie de nina comiiiisso, qual o uogoclo se-
ja commettido, se verifique lerem-se pontual-
inente observado todas as solemnidades deste
arligo e 5 e 2.
Art. 24. As mesmas disposices cuntidas no
arligo antecedente e S I. 2 c 3, se observarn
a 1 -.p i: do deputado, qne, durante as sesses
legislativas, se ausentar pai a fra de Lisboa
sem licenca da cmara.
Arl. 25. (I deputado ctcllo por mals de um
j circulo clriloral, repreientar o da nalurilida-
\ de : na falla desia o da residencia ; na fallo
desla aquelle ein que tiver obtido maior nu-
mero de voios, c ein gualdadede votus o que
ason designar.
TITULO II.
Do rcccnreamcno dos eleilores e elegiveii.
CAPITULO I.
Do rtecnseamenta
Arl. ti. O rrcensramenlo dos eleilores c
eh'glveis sera frito por couimisses Itpeciaee.
Arl. 27. llavera em cada concedi .....1 des-
tas comuiisses entupo,! 1 de sele vogaes, li-
rados d'enire os cidadaos elegivels para ve-
readores, e eleitos por vinle contribuinles,
I ilo os 111 us. 111, [.ule o meu is cnllectadoi,,
acuna da quota de noveconlos ris, inclusive,
no laeicaineuto di declina e impostoa aun, mi
iiiimediatiiueiiie anterior ao rceme miento :
entre os que se achareui culleeiados, em som-
ina igual de contribuicao, sero preferidos os
primelrot na ordem da ineciipco, directa
para os mal, c inversa para os meaos collec-
ladus.
Art. 28. A dcsignaco dos eleilores, inencio
tiidui no artigo antecedente, ser impreleri-
voluieiiie felte no dia l do mez de julho do
crrante auno 4|e 1851, pelceoiicelLo niuui-
olpal, presidido pelo presidente da cmara,
Sin sessao publica, ua casa da (patina, servlu-
da de sicoi.uio o seu fscrivo;-e. em visla
do lancamenlo da dcima a imposto* anneos
iiiinu .iiit.i.u. ni.- mi i...1 ao rrcenscaiuenlo,
coin o qual scr.i prsenle o respectivo recc-
bo.lor
^ nico. Os cleitore designados sero ins-
criptos n'tiuia pama, segundo a imporlaucia
das suas coilectas, devendo estas ir declaradas
adianto dos seus nomos, coinreaudu pela
maior para os dei mais collcctados, c pela
inennr para osoutrosdee.
Arl, x9, Os eleilores inscriptos na pauta
designada 110 ^ nico do artigo antecedente,
sero convocado pel> presidente da cmara,
r reunidos em assembla publica, na cesa da
mesma 11- dia 18 de julho deste auno, e pre-
sidida pelo mais enneciado, que seiba Ier o
escrever, afim de procederem a elcico das
coiniuisses do rcccnseaiiienlo.
*1 1. Esla eleifrio ser feila em escrutiuin
sccrrlo, pluralidadj de votos, servlndo de
escrutinadorn os dous primciros eleilores.
que souberem ier, nonicadus pelo presidente
da assembla, segundo a ordem da sua Ins-
cripeo na paula, tlescrivo da cmara sei
v.r.i de serelano deela eleico, drquelavra
r a......pi toiuo acia, que assignaro com ello
o presidenta e eicruliuadores.
2. Em Lisboa e Porto lero elcitas laiu.13
coinmlssdes quanios sao os balrros dos conce-
Ihos iteslai cidadet : e cada urna dellas ser
exclusivamente cnuiposta de vogaes residentes
no respeclivo l.urio.
3. Nenhiima elcico das commisses para
o reeenseamento cleitoral ser valida, sem que
seja lena pela inaioria dos rleltores, eujo 1111-
inei a presente ser dechrado ha acta.
Arl. 30. Nenhiim cidadao nomcado nos ter-
mos desle decreto para as commisses de rc-
Perdi, meu Irmao, munnurou Alliette
coin una ro enfrequecida... eu o deearrancho
ainda 1 porra crea que nem desla vez, ncm
da piiueiraeu eabia que o encontrarla. Per-
dao, pole sesou inconsiderada, juro-lhe.........
lie Dos qne a enva 1 exolamou Trlelo,
aproxiinando-ee de sua irina. Vosea reveren-
diasiina tinlia raeao, Sr. cura ; elle nao le tem
apartado inleiraincotedc 1111111.
Puna elle abucoa-lo semprc, respondeu
doceinente o Sr. Vialard.
_ Alliette, cnitinitnu Trletio, vim aqu para
fallar de ti. Eu teoflendi! ful duro, cruel
msemo e agorar soubem desgracado! Nao me
Mas ludo Isto, voss pude faze-lo, meu
amigo, unc 1 ouipeu vivamente o Sr. Vialard i
e ha pouco eslava quasi convencido disso. D
uin corpo aeeeeesonhos ambiciosos, daudo-
Ihce urna uttlila.lo para eeui icmelhanles!
Calme esse a.dor de sua liiiaglnacao por Ira-
balhos noe quaee derramar todoi 01 theiou-
roi oceultoa de eua Inteligencia! Torne bri-
Ihenle pela virlude ene destino que chaina
obscuro! Ileparta com 01 pobree eesa fortuna
que acba mediocre, que ella Ihe parecer lu-
inentt! Digo -Ihc outra vez, ludo islo vose p-
dc faze-lo.
Hat meu irmao, voss be rico, diste terna-
incnlc Alliette | mulla mais rico do que pro-
sa sc-lo.
Ser mil .1 seus semclhanles, couiiuou
Trislao, alliviar seus iulortouios. dcscuvulvcr
a lio.il I ule recebida. he por ventura oulra
cousa que expor-ca gente a encontrar ingrato!
c nvojosos ? Agora minha irma, lu sabes
quasi ludo o que me faz sollrer, cu son um
ainbioio icui energa; e rjiiaudo le maltrato,
como tamas vezes o tenho feito, he porque su
insopporlavel a inin mesmo.
Diiendo isto, Tristo tiritan cahlr a cabeca
entre suas duas nios com lodos os signaos de
tuna oppresso dolorose.
A alma simples de Alliette nao pude conipre-
henderem un pripielrocxaoie lodo o alcance
desla conlisso ': mas ella nao linha necessida-
de de couipreliender para compadecer-sc, c
seus temores liniiaui sido lio grande* que ella
teria eorrido de sua exageraco, se nao livesse
pensado que aquelles que ella aiuava soll'riain
' semprc demasiado.
Alas, meu irmo, disse ella, nada o obriga
a permanecer na posico cm que voss est,
se letn verdaderamente a voniade e o poder
decrearouiraperasi. Va Paiis.fussa-seconhe-
eer, mostr estas faculdades, cuja m ..... o
toma desgravado, procure cssa gloria que
tem sonhado, lorne-sc celebre enifiui, j que
deeeja e-lo... Nao he fose livre de regular
suas ac(des, de dispot de sua fortuna? quem
pode dclc-lo ?
Mes que ser de li, Alliette, se cu te
abandonar, pois he iito o que me aconselhas?
Que ser de mim, Triito? cu vellerei
aqu em leus iuiercsses, cuidare! desla casa
velha onde pdc ser que voss queira vir al-
gumas veies repousar, escutarei o ruido ion-
ginquo de sua fama, e se voss me escrever
de quando cm qaando, dizendo-me que est
felie, crelo, sem p.esumir nimio de mininas
loicas, poder assrgurar-lhe que bemdirei a
minha sorle, c que nao dcsejarcl troca-la por
oulra, salvo se voss o quier.
Considera que lu nao teos senao desas-
ele anuos. Necea idade uina moca do la
condico nao pdc viver e..... A censilra de
todo o pai/. segulr-mc-bia por toda a parte,
se eu livesse a cobardia de aceitar teus olle-
reciincntos generosos. Eu lcarel coinllgo,
iiiiIi 1 i.ina, e Dos permitllr talvez que es-
ta cj.uiinlio te pareja mais doce do que o
tein sido al oqui. Penloa-me, Alliette, e
ameino-nos, como quando eu era menino e nao
tluha ainda.....
O Sr. be um ndbrc mancebo, loterroin-
peo o Sr. Vialard com uina voz c immuvida.
Ah! lim, fique nette pali onde eeu oome he
venerado, onde o Sr. ho ainado como seu pai
o era Continu a viver nesse volho eisi.llo,
onde lanos bnns oxcuipl.is, onde lautas hen-
eaos foram dadas e recebidas por seus anlcpas-
sados! Nao creia que a pai soja a obecur-
dade, que a 1 loria pussa ser a felicidad, que
a ambicio consiga salisfuer urna alma cuino
a la. Augmenic o circulo de suas allci(es
e a esphera de seus deveres, Trislao; e nao
considerando seno o presente, veja o que a
Providencia Ihe tem deilado, lirando-lhe o
melhor dos pais. Abrafai-vos, incus lillios. c
agradeeci a Oeos que vos reuni osla noile
debaixo do humille lecto de vosso velha pastor.
Alliette Icvanlou-sc depois de Ier ouvido
cst*s locantes palavras, e correu a precipitar-
se nos bravos de seu irmo. o qual apcrlou-a
teroamrnle sobre seu coracio. Sen rusto pla-
cido nao exprima a alegra, porque ella sabia
que aceituva uin sacrificio ; mas eslava ba-
nhado dessas lagrimas que nao e coolein ja-
mis, e cuja vista faz tanto bem aquellos que .
as I i/un derramar.
Poucos momentos depols, os dous irinaos
ahlrau do presbiterio, ternamente apoiados
um sobre o outro ; mas o caminho que segui- '
rain nao era o do castello. |
Para onde me leva voss, meu irmao .' ,
perguntou %ilielto. I
Pois tu nao o advinhas, minha irina ?
respondeu Trineo com um tom de doce re-
proche, puxando Alllellc pelo caminlio que
conduela ao cemiterio.
Elles ajoclharam-se ambas sem desunir leus
bravos enfrlecados, cseno ronfuiidiram suas
supplicae, foi purque cada um orava pelo ou-
tro. Algune psssos d'alli distante um ruuxi-
nol oceulto as luli.is de una roseira branca
cuchis oe arce com as mais doces e mais me-
lanclicas nulas de sua voz.
No dia eeguinlc logo pela nunha, a Sra.
liu mi. que nao tinha renunciado libar do
resultado que na vespera debalde procurara
coohecer. enlrou no quarto de Corina,-sob o
pretexto de pcrgunlar-lhc fomo linha passa-
do a noite mas em realidade para procurar
sorprender lila confianfa no malo do aban-
dono ingenuo de um primeiro deeperlamento.
Ella acbou com etlViloeua Alba profundamen-
te adormecida, edurante alguna instantes lo-
dos os clculos ambiciosos da burgueta lica-
raiu silenciosos diaole do orgulbo legitimo da
mal.
Corma que tiuha entrado outra vei na ver-
dade de eua nalureza doce e pacifica, pardea-
do a leinbranca dae emoves da vespera, dor-
ma coin a alegra na fronte e com o sorriso
nos labios. Um de seus bravos rollado para
=^
Iriz, sustrntava sua .-ilu-oa ; o outro gracio-
samente pendente fra da cama, pareca pro-
curar apanhar um raimlholc de llores que li-
nha cabida sobre o soalbo. Seus magnficos
cabellos louros, dispersos comei aureola ciu.
torno de son rollo udi.ou, sctstlIlaVAiM, ---
clarecidoe peloe vivos ratos da manha, como
se elles mesmos fo-sem ralos. Sua resolracio
suave c tranquilla levanlava apcuas o seu seiu
eastauenle cubcrlo, prova rerla da calma di:
seu pensamonlo c da pureza de seus sonhos.
Una aunosphera de paz, una urdem que n.lo
linha a frieza da syuetria, um repouao e um
silencio nos quacs a vida se revelara, reina-
v un em tomo dclla, e harmonieavam-sc deli-
ciosamente com eua presna encantadora. Um
pintor como Grcuse loria encontrado nesle es-
pectculo um modelo para o quadro o mais
arrebatador um poela, qualquer que fosse,
loria achado nelle insiairavee para todo o rel-
io de sua vida.
A Sra. n. 1 mi conleniplou-o, immovel c mu-
da, como ec livelie eiquecidn o motivo que a
levara all. Talvci mesmo que ee tlvesse re-
tirado sem arrancar sua filha aaru doce toni-
no, se dous pasearos, at ento silenciosos,
an nimio, por sua presenva, nao se tiveseem pos-
to a cantar Corlne accordou, porque eete era
o signa! que esperava todos os dias para come-
car oulra vez a viver; vendo sua mi, estendeu
os bravos para ella. A Sra. briant depois de
ter abrevado ternamente sua filha, eenrou-sc
na cama ao seu lado, c tomou a travar con-
vorsa;.. abaudunada ua vespera, porin nao
teve melhor euccesso. ,f
Elle cmaiou, um apos o outro,''todos ns
unios que eoia empregar ; moatrou-se ao
principio terna c quasi apaixonida em suas
expreeses, depois dcil, astuta c ardllosa.
iiu .11 ni- ni. aepera c ralhadora : nada pddeabat-
ter a resolufo que Conn,a tlnha tomado du
lepullar em eeu < orae.iu o tegredo, ruja rev-
l.nao nao devia seno ao acaso. Ella ful all' c-
tuoss, eubmissa, porin iiiflexivel, e aloanoou
por flua victoria, porquanto pos-te a chorar.
A Sra. Ilriant, ao ver suas lagrimas corrercni,
rrllcctii, que leudo varias pessuas de jantar
com ella, seria tristitsimo que la filha mos-
trasen a seus hospedes olhos vcrmelhos e um
rosto anchado; pur Jaso levou sua bondade au
poni de consolar Corlua, ao que conseguio '.
com summa facilidad,'.
Emquanio.lsto le pastava na casado doutoi
os resultados dos acuntecimeiitos do dia ante -
cdeme faiio-se sentir tam era aos habitan-
tes do castello. Trlslo levanlara-se milito ce-
do, c o que alada nio Malta feito depois da
tnorle de seu pai,fra asirgurar-sc por si mes-
I
h
M

I!

MUTILADO
II FGIVEL


-
, iiiii-ainrnto, ude e>cil.ar-ac .eno por iiica-lcurnenlOC aut'.etlicos, que na llilMailjl-
..acida.lr phylca ou moral, reconlirclda pfl cenes, uu no ultramar, poa-.ui- ecu Uimi-. >1
tunara muuisljpel. ecom recono para o cm-l,...,, c,pt...a oom netCiTj. ou IndiMtrji, o
iio co'l ciado ein noiinum. das verbas de
contribuyes geraes directis exigidas por
<2
este decreto
un;ivi li) mi*to mo lo ser r-'c ni aa lo
as I li is adjac'uta', uu no ultramar, o ci
cilio du diatricta.
Arl. 31
huiro ata
prrilar con. escrpulo.a ccaotldau toda as
loormars necessarlas, reclamar e Inlerpor
rr-nfkin, oa rrcu.ao. competente, para a fiel
exec.cao da le. .
$ nico. Aisliinn Igualuieata os parochos,
o. ecriac. de fa.enda, os re^edorea de paro- d, |,0 qU8",h,,Vl7(|'crr"hav'r Sido cllecta
cha no.rrccbedore. de frrguetla, quei tur- do no continente do reino as quoias, que
n-ccran as coinmls*oes reernseaduras a la- __ .__. ,.__i__
lor.n.co e documento, que por ellas ihes e"8 "mo decreto determina
ro en. podidos par. a yeriaj.cio da capacida- Art 0, 0 rceasea ment ;lo3 el llores
deeleiioral dos receo-ead s. e elegiveis para a elei-J de depulados
Art. 31. As ii.ror.nacc.es e c.clareclmentns constar cln tres partas se.iaralajn nlo.
prestados peloi dlverjoa funeelonarloa publ- A priincini comprollondera tolos 08 01
coi, do que trata o artigo antecedente, e (| i;, ,., un- liem voto H"S asseu.blas pri
nico do'lio. nao eil.ue.n caso alguin as mirlas: <, o^uiids os que po lein ser elei
cainniiai.'s de recenaeaiuento da tua re.pon- jores j0 Repula los : A lorceira os que po
aabllldade. de.n ser oleilos de/ulsdos.
Art. 33. venhum clrlarHIn pode ser recen- Far-so-.'ilo uo ri-cnscamenlo as
"a';',ttoV2^X?3Zc.d.di..,..gulnes decUrscoss dos nonies dos re
por.uueae. he no conoelho c.n que reside. censo, dos da datada iiHuralisagAo J...
a malar parle do auno : o do empreados que forem II .lui.l.sa.los da sua I lade
publicos u'aquelle eu. que na poca bo rocen- do seu estado da profissao ou emprego
enmonto rsercem suas (uneco aodosinl- ,tt oxerern ds quolas do conlrili.ii-
lilaics ua frrgueiia onde, na dita poca, eali- c3u, vi'nrlm'-n'O OU qualquor cirvunslania
ver o ou quartel ou liabiacao. qin-, nos (eimot d"Ste decreto, 04 qualili
Art. ,15. lio peruiitlldo a tr.nar.-rir o seu domicilio poido.taaranutro ^ reccnse.meiitm Scrio folios
Z^timiX-'-^-^ "*>"& PV P-rocluas, c o.criplos por orden .1
assim o declare p...
cipal en. que resido, ea d'aqu.llc para onde Art, 41. 0 recenseamenlo nos eleilo-ea
quer transferir o ...esino domicilio, e elegiveis por capacidad.' lilO'aria, e polos
Ari. 36. O rendi.neiiio proveniente de Ac- vencinientus deque traclain os ailigos 7
efles do Hauco.uu compaubias, o de lu.crlpcoe. ^ fl 0 f(,pfl0jr *,...,, ,.m vlsU ,|aa decara-
oa apolle.-, de divida l'ubiica. que ''f Bel assiunads polos rocon-ca.los, das
os'ei'^^rd^e^^do'en; !$ Us consta o non,.,, i ...le. ra.,, I. .hiliU-
clooreadlmentodoanno antecedente acuelle co literaria, origen) o unpoilaHCi i .lo v.-n
.n que se fuer o lecensoaiiieiito ; esc.u alten- Cl.n.MIIO ilo declarante listas decltraces
cao a i|uacii|iicr dedu.ce temporarias, a qae deveni ser ucompanliidas dos respectivos
por lei eneja sojeito o menciouado icudi- documentos
inrnto. Art 42 0 recnse-miinlo combar im
$ I. OpoMuldor destes ttulos devora pro- nrei,.rivo|lollle no da 23 do j illio dosle
var que d.u.ento une or esle decreto se cii;e, ou a "" .' .
parte ".recua para o pr.fuer no, termo, do ar- t As comrr-ssoes nc irre^das dos
tino seiuiuie. 'e receiiseaoii'iito dover.lo rnslalar-se lies
Para easefil'n aprsenla.n os ptopuoi ttulos, das unt uj daquello ou. quo deVB n coaiflCT
tudosaadoa e avo.bados, eui seu nonie, a uta- os roc-'i.S 'Uin-dUos; pu i|iciiido-se,p ir meio
jeaun auno, da uiauclra que cvidcule.iion- de ndilae-, O local, dia n llora d is s-ss-s : i-
e conlieca que Ihe perteuccui sen inicr- f,,zen to-o ciuslar por CtCiptO O r.necio-
rupcao desde .-saot.-mpu. narins do quo trata u art 34 des'o d-crelo.
So a. loscnpfe. ou apol.ces ore.,, suje.las r.0,ni8nwnlO eXlrahir0
tructooi, qualquo, ouiro onu'a, que ob le 's list is : a pr.m-ir, CO.npr.-l.on lera Udos
-irantuustio por simples ei.do.so, Dasiai que OSCiJsdSOS, qU-aegUO 10 as disp.-ico Jos
prove aquello aveib iiiientu, desde o lempo a'IS (i e 7, leal VOlO lias asseiliblcas pi i
etpecific.iU, por.....lade oerllidet auUienii- mris : a segunda os que nos terinas do
cas da junta de crdito publio., que pro.upta- arl. M poleni sar il-itoes do deputados;
iiirnavrao paasadat pla conudoria da u.co.ia e a t.rc'ira os quo s3o habis para dopula-
ji.niaaosqueasrcqucreie.il do 00 termos dOS 0. 9 o 10.
g. 1 Os ttulos ao portador nao sern por Es[.,s u jBTBrto CJ,ltCr soaK-n-
do'e^'d'c'.o.'r ,i,do,i,"i0""" accljra' lo o nomo lodo de c,da rilada., recen-es-
Art. S7. Serio contempladas cumulaiiva- do, o eu estado, b emprego, ou profissBo. o
ineiiieas quelaade dcima, ou de qualquer sera) alisadas II i .orla da tgreja ParocOial
ouira coniribuico geral diiccii, provenieo- no dia 8 de Ag<'.sto,e all cousurvadas ale-
les de orlgeoa diversas; r beiuas sin. os ao dra l< do Agosio me u-i^c.
roodtiucutoi Iseotos- do qualquer contribu ; >_ o locenseamaoto oslar palent
cao, e designa dos oeste decreto, como se de- no* |oc4| On,|0 as cuiii'iussas liverem s ;.1<
inonslra no segulute escupi i
A liondiii.euios de acedes de co.u-
&0/UOO
SuuO
Art. 5o. O recurso preo recensi-amenti Alt. 63. As assmblis forma las de (lusa tencoes por eitravagsales n3o poderao ser ad- por inulta lempo, e de pola sahio
Coa 'awalquer documoulo, on prov legal, das oBoexistireiu, pulo monos, cuco ele- i,.|u ca multe, .i'quen
exhibida perantn co-ninissSo, cerca do gtveis, eleger-so-ha n reaprcliviiajleitor em lilica e liilcraria; nlo.
oa, porq
. de sua importancia pu-
...... cnnsultae os horneas)
direlto que o reclamantn, ou aquello por toda a circuinscipco la assemblea prima- imparciaes, e virdadrirammir = entendidos,
quem sn reclama,* tiver a ser rneensnadn, rfa, a que poil-ncer a dita parochia. cousultae i ases magistrados, legisladores,
nos termos, e secundo as dlspoi-ous deste -2. T-sdas as dermis (ssemblas elego- esladmas e tantos outros que adqulrlrao gran-
decrelo. 'So um leilor por cada Cento o cincoenti de parte da sua lustruccao na academia deque
Arl. 51. O recurso para exclust i dore- "oj-us, residente na rosa-cliva parocllia : e '"loidue niu viram naacer o sol dessa vi-
ceusesmonioj.siillc.-secom eer.in. ou aocot.liver.mo expedenlo deoe ou ihhi n;/';-{^
e qui- a noite fui Httnhiado e*tc por pan? j0*
eftudantei, os quan em ludo tstn se porur*
oom a ii.ior iiwJera(o retpeiln, uj0 d -
xanflo mesmo os do quinto aooo da.aeadem'
Jp t'in.ir parte no rpgonljo. *
O que d**a,amos referido imperfrltiimQi,,
porque nao podemos detererer tod.,, eath'
iasmo dos nc>druiico3 nrise acto iinpon.n'
i.-.......... ...... -. *- j. "*
in-wi.e-i.-H-* #- --. -- -------.- -p..,,,- v wii u u "" "' lua de 01 liidi director he um a prisoa -llsroa I te, prova labiainenle que 09 leuii?.-- (U 1(.,j
nutro do-amanlo. qua; mostr que o recia- para cima at Malo a cmcoenl., legerao |inr lud""',Tiituio., e a" .. raeommandaval. n.1. Ihe. mereeom oda. .. eon.ideraCtV
maule ou aquello contra quem SO reclama, mal n-n eleitor. 'po/ sen. .arlado, conhecimento.. par sua (e particularmente o Dr. Nuno.) o quj ';
OU nao esta C .11'Ola lo, OU o esta em qoan- $ 3. AdiS.'OSICO do paragrapho nteoo- mulla intelligeucla, por sua bouradet. probl- verdade he credor de toda a aiieucao e ,P,
ti. inferior exigida por OSte decreto; ou dente he applicivol s parochias domaisdn dade, e pela eiaeiida.. e dWualidad. oom que I pello que estes oiotioquaes alguem os que',
com oulro documento, ou prova lgal, ex- cento o cincuenta fogos, que f irem unidas rxcrce o uldgar; ha oEim Sr. visconde de|inculcar, e que os rstudaotea da academ|t
hdnli parante a commissn, por on le a oulras de malor numero delh-s Goianna, cuj-iua.nc basta para faaer.euelogio: tem a precisa moralidade. I.ourorea Ml|
consto qiieaorecensoalo falla a cspr.ida- Art. 64. O numero das asse nblas nrima- os lentes, excepto se desilngoem por aua fn-, moeld.de to nobro e to esperancuia, que
de legal para o ser.
. ui.ico. As caMidUos do quo tractam os-
le arligo, c o' ant oedsote, saro prompl .-
ment. pascadas pelo rec-'belor, ou qul-
quor outio fuuccioii rio, e n cuj. poder es-
liv.'ie ii o-laiieam.-iil is, su i diip.-u loiu-i. rias coino;ara no da -2H do selouibro pro- cluienlo do Ex.n. dliictor' Le le a historia do I un anel; p'ols
d" despacln, Com p oferedeia a qualquer simo. -n'1: queris a do mereciu.entn dos lentes; duvlda sl.nbollz
.'...' .. \ ... Jm,, .4....i. i un.. .... n.pn,.....,,., nrear1#r n a Luir
Art. 64. numero das ssonhlcas nrima- "nl". eaeepcao se aesnngaem por .u. ..- ,..^,o.ac ..o, aooro c iao raper.nSul., que
rias daca la rnnsnlhn na limito* .i,,,,, trueco, lutell|eiicia se.n moralidade e exacto nesse acto deisamos narrado mostrou se pr.
.l.roi.ma. ,a ?.. '.1 i e.lu?,r cumprlineutode seus devere. e alguna del- I deol. a*...pr. e credora do. maiorea elogio,"
> a reuuiflo, aeran llla-lan pelas commissoes |,-,, ,i,n desaes ttulos tao recomendav.ls, ou- auginentoformalmeoie o que os sena sjrati
>ecenseaduras, em conformidade do arli- tros reune.n, laesco.no o de tere.n sido os toa Imiuigoa asio.valhavam ; louvorea es
8o o"- croadore do estbrleciinenla, e sempre em t mocas que se mostraran, aaalsadoa al ua ei.
Arl. 65 K eleicSo as assemhlas prima* eliclivo.ervlco etc. fuereis a prova do mere- cull.a do objecto que aerviode olierta, Isto he
que cun elle qulserau. ,e)||
a. o laco e.lreltn que de.e
outintfaballio.epela rotnbu.co de q'ua- Arl. 66. Os prosidentes das commissoos """ ?-"-">'-' Olhae para o procedlmento ?"**" ,d,,,c'Pu' d'.,,",2M|,"'"", ""'-
rentareis por cala verba J publicado po? Jta.* 'JS &#BZSZffl&t& ^.TJZ^u^^.ZZ
Arl. o3 D entrega dos recorsds.n dos do. las das igrejss parochiaea, e mais lugares ue modo lisongelr... anda quando em w.n- as oce.alOea """
cumentus.que osaoompa-inirem, so dar do eslylo. local, da e ora da reunan das pide crltes, i outros concede titulo, de reco.u-
re.cibons partes que o pmlirem. asseuiblas: prosa de srus'sorvlfos, daudo-lnes coineudas,
Art. 53 As com uiss -s ieeurri las in'or- nico. Asassnmhlas do cidi conse- lugares l.npurtanies na caihedral; oulro, no
inarain sobro o recuiso al a.i dia 7 do SO- lho reunir-s-h'o todas t mesma hora. momento em que ae trata de u.na reforma ra-
to.nliro: e o romottornin logo, assim ius-. Arl. 67. Ilav.-n lo urna so assembla no dic*1' "o.ncli lente cathedratico de substituto
truido, aojuizde direilo, cobrando recibo consolho. presile a elle o presidente da .SaSSi"1; f0, 1a"ritu !."ia """ P'
,";,:m-T<1,i ,,'u ,, comi"vBsl0 *jsiiffrS?iW
Art. o4. OJuido direito -le!-! lira todos mus de urna assninble, o prosi lente Ja que sao lentes de Olioda c que nao se deu ne-
os recursos al no dii 16 do se'einb'O, o OS CominissSn presido a quo se reunir ni pa- uhum dos aitendei para o papel que nes.a
derdver im.n liaUmcnle eS-0fQc0S as' rocina oriucinal do consellio, cas nutras as- ines.ua (jamara J outros llteram: inelhorcs
co-nmissOes recorrida
ji. nico. As dec.ses do juiz do direilo
so.ilo motivads, o, dentro do prazodooilo
lias precisos, DOliQoa las aos recotrentis,
psloescrivffo la resjecliva cmiira
gemblal gerflO presididas palos respscli- oradores .atiende! para eaes compendios
melhodlcos quauto eiaelos na doutrina que
pnr ah corre. publicad<.s por mala de un.
dei.tre elle.. Seria p.ds grande Injustlca di-
ser que os lentes de que Irado nao sali.razeui;
ellos sao dignos de indo o elogio.
Os lentes de Ulinda nao se de- tinguein s
por essas cousas; desiingueui.se lambein pelo
vos vo;.ni-. So osles I..1 i forem bastante
p'.'si li 3o cida tilos idneos, nomo idos pi
las coiiimisstjos, d'oulre os quo dosempe-
nliassa .-. cargos inuntcipaes nos anuos au-
Art. 55 O recensoamonto fi a definitiva- loriuros, ou se achareui recouseados psra
mente condal lo oom as rectificado is, qu-j voreadores.
nollesc.lizu cm, om rirtllde das decjsdos nico A pirochia princi jal do conso- respeltoc que mereeom de a'eosd'nsipulos.Dei
dojuiz da di Olio, l'O lio a di cilio Iral, e, ondea no houver, xemos que un. ou ouiro desles ( porque entre
Art. 5I. I)IS docilOlS lo Juiz de dimto a da ignji nutriz da Cabeca do Consalho. """,a gente nao pode deixar de havar algnm
hav-ra recurso para a respectiva relacao, o Ari. 68. As co n nis.v is, oilo das antes "c ""'pr-eedimcnto menosdlgnol.ralleaquillo
qual sera interposto por patioJo, apresen- Jas r-uniOas das ass -mul.s primarias, re- ''"nJ^l.".".'" T"," : "." "se'er" ,|Ue
l'alaaogovernalor civil, ate ao dia pttiuei- nielterao aos respectivos pro-i lentes das ^J^St^^mS^ST^lSS^^
ro do outubro. : uiesmas ass-unblu is, ca lertios contondo co e ,, por ,PI1 de.anvolvltueoto intelectual.
lia
por ,..
1. governalor civil ram-llui atao pa exacta, o autlioulic, do recens amonio Quem aabe do que se passa na. nicas uidadrs
II le outubro, a policio ac ip.ulia- 'I >seleilorcs de parochia, quo podem votar | cstrangelras e conhoce e.sa ...ocnlade de Olio
panhias
Doo.ni.iogns .
Do dcima de juros '00 rs ) .
Ue declina to predi..- rustico, e
mbanos anendados k'2.'.o rs J
-- De declina de predios ruallcoi e
urbanos nao ann iad isou dc
qualquer .'endiuicuto de iu-
cusirla f45 rs J......
be qualquer eonlrlbulcto geral
directa, como subsidio Ilitera-
rio, barcos de pesca, imposto
de a.uorlisacao e oulros^
lli.).........
d. de lo los os docu nemes, co n q-i o re- em c.da asseinblc., o dos quo polen sor
cu so foi instruido pranlo o Juiz do Ji.eilo, olcilorosde deputados recjnsea.los em todo
e la soiilenca por ella proferida. ocon.el io, extratuda dosrrspecuvos llvos
. i Ap licJos'i-a distribuida na rea- S I. listes calemos serilo numerados, e
cSo com os fetos da quarta classo ; eo re- rubrica los pelos presidentas das commis-
tlo a mandai immeJialamentecom vista sOes, eassignado por diese pelos vogses;
ao .nitiislurio publici, quo responder no o seiilo p'oin,.tilica los a te upo do so poJer
prazo improroavel de vinio o quairo cumprir a dlaposicio deste artigo.
hora., j S- i Os cadernos dos elaitores do paro-
$.3, Findo-este prJO, 0 CSCrlvflO cobra-- cha sordo separad s, dj maiiona quo ci la
raof-ilo, fa, lo-ln concluso ao relator, e uin delles no obranji mais do que urna
este o oropori logo .un sessflo publica, con freuuexia.
Cinco JUZ9S, sen lo a decisSu lomada cm Tanto em uns como em outros cadernos
sesses, a I. las as pesso", q ao, eui lololoonferoocia, poi Ira* rotna conformas. se conservara a niesjn. orloni alfabtica,
e-t i lem .o, quizoroii examin.-lo ; e a lo lo JJ. 4. S i da re co se raOOiror c u revis- com que os recenseau.'-ntos so acliam dis-
0 ci ladft> recenseado sera permillldo tirar: la, sera o recurso nilerposlo dentro de cm- postos: basura poictn que cnntnuham
.WO Bpiadalle. I co dia, contado di publicaeao do accor- ame lodo do cada cilalilo retcnseado, o
3. Tanto o recouieamento como as 'd.lo, dccidilu no supremo Iribuml djus- *au estadoe emprego, ou proflssp, omittl*
5/000 lista, de qtn tracia astean., scrilo assig- ['<;, duuiro du mesmo prazo, pela meami Jasas mai epecilloacde, de quo so faz
nados polos memhros di commmfl >
iJi'Ul)
Al, i.".. Ate ao dia 19 de AgOStO SOrSo
sprivs-na las com*ni>s.l-i tolas a reala-
rn no s contra a inscripc.'o, ou exclusUo do
qualquer ciJaJSo, devi lain inte lena no re-
1.1. I'or.sitnillianl-mo
forma, o com preferencia a to los os do mais nienoo no artigo 40
processo, Netle feilos n.lo lom lugar Si- Arl.6u.\'a mesma occasiil-) as comniis-
gonda revista. sfijs do reconsoamonlo farfio cxtralnr do
5. ... Na relaijOai fiera smenlo o trasla- cimipotene livro p.ra ouiro caderno, guar-
do da patioBo, da ConflaSBo, OU cout-istacao da lasjts mesinas formalidad s que se esla-
c nsa-nento. EUlas recamacai poderio do minisUno publico, a do accordo. b-lecem nos paragraabos 1, e 9. do ai ligo
ser futs p-lo p oprio inloicssalo. por! $ B- Eslea feito sero graluitameoie pro. anloce lente, copia aulhnnlica, ooxacla, do
o/OMI qua quer ci ludio rece.isea lo Com'relscSo Ceasado, o sem as-ig.iat ira, 0,1 propalo, recmsoam-iiio dos cidadu do lo Jo o con-
........ tare iro,ou pela Autiondade publica re- Para o proceao ojulgameolo delles llavera selno, nabois pjraseom nomcados doputa-
iOO/hu pccliva. As recl>m .... rom depoi do moncinnaio dial de Agosto lon 5- S" "nico. Eles cadernos sor5o logo ro
lo serflo ta c .las nJopoderosor alien lilas. A't. 57
do todo oa Caaosoccorre tos pira oleiUro- ^ Ullco, EiU reclarbacOe erSo sem- fr9o nello a alteraca, que pelos irib
eelejtivti prefeit.s poreaoripto, edevidameule assiz- naos jidici-.es forem j ilgcdas j mas os ro-
. A dcima dos joros, foros, ou pen- nadas; e de.ero er logo instru las com cunoide que tricli o artigo ant-cedouto,
sos se>4 cuitada para o rec-nsearneuto da quasquer documeutos,que Ihesorvircmde nJosuspendemo prorcjso dus opora^Oes
quelles or ma de q iem for paga. prora. clciioracs
. 3. Ao mirido si lev uo. m cent, Art. 48 Al 0 dia 24 do Agosto ci.ci.lil.1o
para lodoso ell-ilosdo i-ooii-cmenlo, os as co.ninlssOedo r*C*nsea nentn toda os
laipostos cores, oudeui.'s aos hens di mu-lraciina.des quolh-s liverem si lo fetis
Iher, polio qtra entre alies nSo baja com-|rdgu|lDdo-se pelo que Oca disaosto no ar-
tigo deste deca >, que lites loie.n respec-
tivo.
S nico. As liocisilcs l.nlo para imcre-
Ter, ro 110 -a.a exclu f, serao tumi 11- su 11-
miri iinenle, c 1 oliva la. As de eicluiSu,
As commissoes de reeenseimento, mettldos pelas eommlssOeaao toinisterio do
da tao chela de vida e de esperanca, nao pode
delx.r de admirar-sede 81.a moderacrio e de
applaudlr.ru procedimento. Queris u.na pro-
va de luda Uto? ol peflara apre.eutar-vo.;
mas o que se pa.sou ..esle. ultimo, dia. bas-
ta para levar evidencia o que asaeveramos
bis ocaso. Divulgada no da I de julho a no
ticia de que o Dr, Nunq tyque de Alvellos Au-
nes de Brllo Ingles, eslava nomeaJn lente da
primeira cadeira dotercelro anuo, inui.os os
ldanlos reuuirau.-se nniieo firmados em
ala percorreraui as rilas dosta cidade prece.
di.las de msica, dando vivas ao dilo Dr. e ao.
dentis lentes da academia, subindoa reside*.
ca d'aqnella di.iglr-ine uas felic.taces
e encaniiuliando-se depois 1 morada dos ou
tros. B'sla prova de au.isade e rospeiu. para
con. o nomeado, c para com os dentis lente
nao feou nesto ponto : os acadmicos lu mi
avante, e moatrarain-se aludaquaes*sao ^dig-
nos e re.pcilavels =, por quaulo aolemnisa-
rain a posse de seu meslre de un. modo aii.da
nao visto e que le.n merecido a approv.cao de
lodos o. humen, sensatos : o que se passou do
lu seguate. En. o dia G do correte, a.-
signado para a dita posse, pelas 10 lloras da
ni nili.i 1 acltou-se na academia una banda de
i.iusi, a marcial, de un dos corpo. doRecire;
apenas foi ai.uuiiclada a ebegada do Ex.n. Sr.
visconde de Goianua,-director da academia,
pelas 12 horas do da a msica tocou, e elle or-
nado de sua dignalara c acou.panliado por
A academia de Ollnda por tanto nSo inerece
a. arguicea que a Ihe lem felto assi,
emende uin____________Otindiiut.
THEATIl Jl|i APOLLO.
Tere lugar pela aegunda vez no dia 9 do
crrente a representaco do grande drama
o Ho.ne.n d> Ma.caoa Negra -- do celebre m.
terato portuguea o Sr. aleude. Leal Jnior pe-
la co.npanhla dra.n.tica aob a dlrecco do Sr,
Francisco de Salles Guimarlea e Cunta, einJ
presarlo do ll.eatro de Appoilo. Profunda e
duradoura iuipre.lo esprriiuenlou iodo a-
quelle a quem nao douiluavam absurda, c fri-
volas preveoedea,
O desempean qua.i completo do pensauerj.
lo do Sr. lliuoel j.oal foi devi.lam.-ntn a,.re-
ciada por grande nu uero de e mai on menos habilitados par. aj n.-arem
das brilha ntes tinturaos senas figuradas no-
to Sr Cumiarnos na parte de conde I). Al-
varo, pela Sra. D. Mara L*oool lina, ni de
I). Branca, pelu Sr. Costa na do lerrivel lio-
mam d. mascara negra. Com que n|j.
da 10, com quinta graca n.lo forana pelo
distmcto artista o Sr, I,ui nardos figuridii
s inieressit.tes a apaitona las aceu.s tn.
mica en que arrancuu i mullil&oqueao-
c-iosamotile o escutava applauaus geraes;
applausosqoe se reprodusido Iticessante-
uie.ile i-; algumas v-zes muitos dos es-
piaeladores foram obligados iim.ar uj
o-lios para euxugar urna lagiima que n.",o
podiain re.rimircn p.eseuca da dor eds-
|."."-,rmelo matiifest.das pelo conde D.
Vlvaro vendo arrancar de seus bracos sua
esoiis 1 para ser leva la ao csdal'also : setili-
tnenlos estes felizmente comprehendidose
n. cola los pelo Sr. Jui nai.1 -s, um.dus or-
na no..tos que abrillanta a acn 1 brasileira
un l'uriiimbuco. Me-neo portanio o Sr. Gui-
narScs o no no de grao le artista dramti-
co, e lugar omnenle oceupan sempre 110
numero dos artistas que nm todos os sca-
los nao escindo a a Imir eflo de s>us con-
temporneos. Quaiitoa Sra.D. Al.na Leo-
poi una, essa act iz sublime, esse asi*) ful-
gurante da ,.aloi b azileira semare que sa
aprsenla etu sceua arrebata, o deslumhra
ao especia lor com a luz do brtlli.nie e im-
menso lalunto do se.u genio original. NJo be
pos'ivel assunalar aquella parle em que
essa Sra. se desttngun. Em qualquer dellis
ella locou a mota de que a arte dramtica
lem conseguido apresentar de mais elevado
e completo ua pintura dos lenttiueulos de
nossa alma. Por tanto urna analyse longo de
do... lentes foi recebldo cutre alas de estu- anuTlaar-he n...r.,""" ""I"'V"*0 u
dau.es athe o lugar da secrclarla .culo aegui- f" '*?Ce 1nKr,t,0' MuiCn* pelo Con
do da msica. Utegado o Es,... director a '""O ur""0 Je lalotlto raro, que um-
0 iln m.nr iul.n.1. .1...... O___ _______
mimicacHo do be. s, o ao paj os iin losl
cor espon I-utos nos li.ns do lilho, quan-
do por direito Itie potto.icor o usofrut-io
dlls
>. 4. A decima p.gi por una sicio.la.lo
Arl. 5S.
trozan los
TITULO III.
Das E le fies.
CAPITULO I.
DtiptticSu Preliminares.
v. n culi pirochla, que conttir de
lleiii.i, por vis dos respecilvos gov irnado ocroiatia. c estando presentes o lentes da ac
res CVS, I rtm de, em tompo CoinpPti-nle,*Jdeinia em fxerelelo, menos un que officiava
Sarem p-esenie a Cmara dos depulalos. juacaihodral por sorda de orago, a.sim con
com o ni ns .,,i(jts da cioieao, de quo trac-115'".01'"1.08 \,',"*'s empregadp. o coronel J
13 o nilixo 121.
Art 701 is cemmissoe cnvro aos pr.i-,,
Sldente das asscniblois pri mans, antes da cinto da secretaria, tomaran, todas as posicet
comecir a ole ..o, cadoruos rubricad.ss pelle so apinharam, Roaadomulla, da pane de fo
seu presidente, o Un do nelio so lavrarem [ra, prooedeu-.e ao acto alias simples da posa
os icios da den; e i.
I sos mu.-.
I e-lnl mies.
uin crescfdo numero de
ui acaollado
ou mai-i fogos, e nflo esco lor a
mil, llavera urna a-s-ml'la pnmaia.
loabiuga-., Arl. 50. As [lai.ichias, dun lirio cheiarom
S2!?ih e.m virlu!i -1" cumaijflo d l- ceno, serflo a ^ ,,;KllH XIIU'T Ti,"
ContiiiXiar-gt-ha
Li___iJL'
Cojcimiinicado.
ra o reoeofteami uto ios socios on icconia
las, otn propor^fio ilo intress-1, quo cada
um provar, por (liiouiiPiito uthentici. tir
na m"5(iii sociodade, compaobl, ou em-
pre.
A Hifami lisioiicS y so ohsortfari, aohan-
do-s-) o Casal i i v s pnr vivoro'ii en. COUl-
mum < a ii lividuoa da masina fiTiitin. .
Ariig! 38. Para cotii lii r-ho f.i q .a'ili
nflpessria( para qualquer cidadHo sp^ ro-
reiiM'rtilo oltMlur ou elcP;ivpl, scr-llif; hflo
Invdas en roii'a as cun-ribiiit;Oej geraes
dmetas. 'm qii'* e!l i se aciar collcc.adoeiu.
(|ualqufrcon>ellio do reino, min vez que a
respetiva coMecla sej [rova iTi<>nt is aulliciiljpna
Art. 39. Todo O oldadffo pitt'igQPI ros-
de i'" no continente d i roin qu -, t" ran.
a c in)ni'S>flo *'o refooM'aoienlo i'pflt.'tiv
an si*', d i i--o pohti "O jo^t'i'Mr, pnr 'o-
------------ -------
i) a oulra ou
cilicio iutriraniPiite aos m^ocioit diaa-i.'-
ina il>' Oliutta.
denuo de tra das precisa a ^^l- data. ^^^ ,n,ljs yisinl.i.s dantro do noamo m^^'^n^u^v^t^ as ("
noLlipa.lKao intnrMUiitln iu-Ii PUArivn ili ..ii. ,1 1 1 "ru no mesmo !,, ,do. c> vivni(ii> v di multo part cu arfan. gi>s. ro ah que Ulna co.uin
imii, mdi, jdu IiI'.i.|i.SjJ .1) .ICIO I3l.ili.lu lid nonS 'I lO a O (llit! C llIlottHlO OU ivrni m r ii j a t i .
a.miia i ii, .ii^ i|m. t impicioiii, uu ixceuam, possn filiar cun toda a imp.irc -ilidadc a res- p sla do 4 esunlaut.'S do nriuinro,
drpuU do qur abracado o Ur. 'Nuno pnr seus
culleg.it, e beijandu a mao seu pal, foi sau-
dadu pelo corpo acadcuiico, com enttiusiasinu,
a msica tucou. c tablado tudos para acom-
paiihareii. o Knin. diiecturque se retirara, c
qur fui por ( nlo-, .ii'Diiip mil i iu ath a porta
da ra, retrucedeu o uirsino Dr. mu sala de
receher as fr I el taces dos aeus
Pol ahi que una conunisso, com>
--------------1 posto rallar coro toda a lmparolalldade rcs-'pista do 4 esiudaut^s do primriro, segundo,
>.a aa* B- ..i i t j c numero. neito da uirsiiiancideuiia, um ordcui ser cri- lerceiro e quarto auno, iIimiuc foi rclalur o r,
Ar M l.(n resultado das decisOes, de Art. 60. As parochias de mala de mil fo- dofrade qualquer reipoosablUdade cnmo;jofioF.C. andlaa de Mello, ihe apresentou
quo ira cu O art. antrC a 'til *, sen *dd>CIO- gosf serOO livi lulas em tintis ISSOmhlaS cs,",, loguen, me lu pede de fallir com i.da ein una salva de prata a olT^rt de um rico
[i.iuo as i'i'lar s o n uu Ius que nvame..- quanlas forem neressanas, pura que cada a fra"'lu,,a* l,l posto, dlrel alguoias pala-Janel doutoral, circulado de 10 briihauc, em
le lorem o n>t'a : s, e eliminados os da- un id lias nfio exceda aquello nu ero vraacerca do estado deste etubeleclinenLolnomedo corpo acadmico, em testen.unho do
quelies que l'.m.'in OXClui os. Irt. 61. As assemblOas Compjstas d du lor*rl ** Noria, aerque o eurao Jurdico teu Jubilo por aquella nomeafiio, ecomu aig-
A'l. 1S. .M.. lia J! oA.'osloas ci :niM- as -,, nrlu,.s sei.l r-uni las ti -i m -iU non- d*5lllU" ol-i preenehe oa Bm para que W I na I de amisade f respailo au Dr. Ao breve
>G-sde. cansen menio pubicrSo, pela fiir- |o>, m s central ai oue fotof ?!?? J q! t?. ieul na iiisih comrai ai que lOiem lu- riyir a mooidade. dlcer (jue us acadmicos no com vivus signaes de hesinco, e assas
t'es, OU d mam- nuin to^ neahuil) fruclo Col he m da mairicula, pul que Icominovldo, ratpondeu acceiatnlu essa prova
Arl. CJ. As a-semnliMS, em quo forem di* ,u'm St' splleo nem f-zeiu caso dus seus leu- da **tima e conutUracque oerpn acadmico
mo se ci'li um e-t iv i nn seu p0nli So
jhaiimento tinha-te tmido aoilvldade, tua
deaatifnaloi vigilancia, teu silencio altivo,
nina beaevoleaola commumoativa. Din ol>-
aeivadoi aliento lerla lalvet uoiado uru,
dlflVreotei mudanzas mu corlo ardor f-liril
que da va mostras de nao aerem -'tir. Ion i is
mas seus crladoi que tua Indffl'erenca cooi
lornavri, nao vlram n< Ihs tcnSo a eprrauca
do lim do.seu sombro desespero. Kllet
trarani-llie, pols, una lubmlatio aflVctuosa
c detvellada, aq al foi para sen Ooraco urna
. iM-Iii.ii pass.ij^eira.
O cdhimeoto que Allfette, quanio deseen,
fet seu Iriiuin nio pode deixar de convnce-
lo que de todis ai leinbranc.il da noule pre-
cedente, rila nm cooiervara sfttCto a Uc sua
ultima eipltcacao.
. Mlnha Irmaa, lhedii?r elle, tn lio resol-
vido militas cousa*, dt'jiois que tmanlieceo;
salvo bem enundido a sua approvacao, ac
crescen('>u sornudo.
Minha approvscao. meu Inno. Crelo
que voisc estcombando de uiim. Vo lie
voltt aqu o senhor?
Uc que mullos de meut projecloi dn res-
tauraca do castello cutUro dlnheiro, iniuba
bou Alolte, r como nutoa interettea anda
i-siij cunfundidoi, parece-me que afio devo
l'azer nenhuma detp'ia sem aeunsuitar.
Uou-lhc u meo conieniluieulo urna ves
por tod.v. meu amigo, rcapuudeo graol na-
ini'nle Al lelic Folgo tanto, contlnuou ola
cun um lerno sorriso, de ver que votsl quer
i'Miabelecei-te definitivamente oeste logar,
voate posta vive &qui agradavelmenle.
Ni) ue trata de tacrificiot. 4lli<*tte, m-
lerrumpeo Tris (a o com una, vivacdade mTi
poiico Inquieta. Meu pal, groc*s a Uros, dol-
.vou-nos una furfuna cm bum estado, e esta-
fielcoendo ordem em nosnas dcspeas, pode*
ionios rea'liar tudos os meus projectos sem
*.ei- nrcfaaario Impor-iius dessas piivAcdes a
que vos> nao est acostumada. Ueseju tam-
liem que em nossat rela^des com nostos visi-
nbot nos motlreuiut um puuco inals asilduns
o desvellados ; e para coiuecar, prupooho-IIic
que vemos almncar com a annlla f-ncut
Ilu proposli inundou do m.iis Juce prazer
o coraco de aTlielte, pois cnu ver neJIa una
pi >va do qu* seu Iruio drCj^v^Hpuruir a ini-
preatio desagradavcl que a .cena da vetnera
llovera icr loilo em Corin i.
Cuanto boui he vos., meu iriuu dis-
se ella rom mu- smrUu radimle; mas bem
mu presenpta no r(. 4i, aaalteragOes feitss nuda
om vi lud Art. his deoisOes tas cotnmissOdfl
le recenseameitlo ha recurso paro o juia de
Jireil i da reapect v i c<) naica.
S nico o ocurso interpO-i-se por es-
crpto perinte a com uiss.io resp-cliva, des-
deu di. 3 d-s-te niir o devo aer logo *-
c ni.(un .a o 1 ;ti.o ..ii; ioi, di e jill'MllOi
qud lioso .vir.-m elio.aii. nlo
vi li las as parociiiaa de mas de mil i
- .......- .i i--,.rii,
H reunidas nss igrejas, O'J nn outros ,Ml-in
tes, lie sooi duvlda rallar apaltonado c ennira '*' t4ttiMunh&vat niu menos (ue Minet*m*nt4 edificios pblicos, que forom designados
para esto um, polag commissOes recensoa*
(I iras, as quaes farfio esta deaignacSo. i>.
gindo as iiidioacO's do com nodo o Incom-
mo i > ilos ce i lores, c la cspacidadd dos lu-
a es.
mlat do
ciedtadi
Oque ac
prevenc'
_ dos faciot. Corro-se as acode-
imperio c vor-sedia que as mais a-
t devem rivalltar oom a de Olinda.
ii cm desabona desta procede da
que contra ella tem espalhadu lol-
Ai lio uielbor que aliuoceinoa aqu autos de ir-
mus ver n > i-, vltlnllOS ; pois tel quo a sond-
la lina.ii mi gOM* quo a torpiendo, e > ebe-
gattemoS aua casa de improvisto, o praier
a, mi km i do nos t-irnaraver nao sena puro.
i rlatao cuneordou i opini.io de mu irin.ii, e cm quanlo s.- aproinp-
permita que Ihe d o parbaos pela volta da
tenjiora orina ; ou Cria que o Sr. uno a dovia
tirar do'ColJeglo enSo pelas ferias,
Era esta a no4 tencAo, respondn a se-
lulgos poqu-uiius c gratuitus. Queris salirr
n veid.ido? Consultai. nao ao estu Junte in-
diano que he reprovao, nem ao Dr. coj n pre-
.-r-------------as-;- :.-_r^...j. ..-rLg=sa
huras <\.\ madrugada nn nitc de escuro e om
auno de miseria, ter-llie liiain parecido monos
atterradoret do que a continencia de sua mu
Iher. So (.orina ficou n fjne ora sempre, is(o
uiirii mies, qwm elle ic recunhecia inferior, as
\cguitin(l>i iliei tte conservara pelos alumnos da
nniilemiii ai/wlle tnlertsse. deque haei dada pro-
ras, tem quebru, yracns ea%, de sua dignidide
I.ui.ii) novos e estrepitlos vivas victuriaram o
Dr. NuDOt u quem diri^iram os acauemicot
uas folicitacdos, pediudo cada um a p<*riiiis-
sfto do o .itn.-i iu 1:1. \ uiusjea locou ainda
do m mais esbeila e el-gante Qgura arranca
cnttiusiasliC'Sapplausos dus seus especia-
dores. Mana Leopul lina eis o seu tusis
pomposo ntogio/ Honran gloria a graule
actriz. O Sr. Costa desempei.biu uiaravi-
luusameute a affanosa tarefa de qae se ea-
carregou na represontacSo da pane du tu -
mem da mascara negra.'cujo csrecter gran-
demente comurehundeu, o manifestou u3o
s pulo discurso, como lambem apelas ace-
as mmicas m que por multas vezea aprs-
senluu a admirago dos espectadores bri-
ihanles quairos.
A Sra. 1). Carolina comprehendeu algu-
uu cousa a sua parte ; mais os seus gestos
nem sempre so cuuformarflo aos dilT-reutos
smtimentos poli mesma manifestadas.
De passagem advinimos a Sr. D. Qnolina
que se uflo ria lano oas fug presentar, como acooteceu na Escolua de
marida por uio ja em que a Sra. lano gos-
to i o epplaudiu, que mais patocia urna es-
pectiira de que urna actriz.
OSr. I). Antunio, Prior doCratoser bom
que nos di as da espectculo e opregue al-
h'uma arle, pHia que sua vuz se torne mus
forte e menos emuaracada.
O Sr. I un .'"ornan o de Cordovt s l 'i.7-
nos mais desia vez ; bem queesliveaaosio-
da um pouco desanimado.
Quanlo as mais partes pelasus pnuca d.fi-
culdade nenhum interessd ops iuduz s ani-
lysar mo Nssep iradamente.
O Tboat'o foi fxcellentomente decorado;
in r vi'itni-..i illusao nos aprsenloj a ue-
coracSo de segund ado.
nhora iiriant cortando a palavra a teu mai Ido lie affectuota e risonha ; e tem reparar as mu
que linda j a hueca abarla para retpQU lor ; d inris que so tulnoi operado em torno de si
i uas sua eduo.n; ao osla completa Imjo, e alui deu-ae presta em preparar ihu.ic idejia de bra
lava o almo$o, proppz-lhe que deaceaseui ao (listd pentdinoi que lerla agradavel i lenbora coa para a paralytloa, a qualjenlfio lluba ch
pateo alim de poder melhor riplicar-lho todos sua lrm.fi ler presentemente urna coiupaulici-1 gado ao nielo du circulo.
otteus projelos do inelhoraatentos
I mi hora, punco ni os ou uienos, dopoli el-
let tahlraui do catlello para Irem casa do
d.'lltor.
A seuhora Drfanl, oceupada em preparar sua
tobre-uieaa na sala de jauai, fui quem /o i oui-
ro os avlalou.
Jeus eiclamou ella, he o Sr. de iteau-
irgarde tua irmaa! t^ut felieidado nao teroui
viudo ahntirar com no*co I,u seria obi igada
:i encelar o meu patlfl '-orina, dell i t\c pres-
ta teu aveutal, e ral recebe-los, que ou corro
a tirar mous papelotes, ''orina detatou .seu
avenlal de tafet ; mas licou com elle na man,
correu ao encontr de Alliette, a quil de sua fllha catlti lan e cundessa
ra de sua Idado. [ No sel qnando delaars estas maneiras
Pretenteineote e sempre, interrnmpeo Al- plebeas. dlue*lhe sua mai em voz baixa, com
Melle pastando seu braco cm tomo dj corpo Uin furor concentrad
esbelto do CorJne.
O Sr. reconheceo-a ? perguutou a scnl.o-
ii Briant ao Joven conde, aceanJo ao mes-
mo lempa a sua lilha para que se po?cssc mais
direlta.
Tanto mais fcilmente quauln tinha ad-
viuhado tudo o que ella devlu ser um dia, dis-
so Trfslio co u o loni u mais auiavel.
i) rosto da senhora liria ni tornvii-se radian
O doutor, com a preclpita-gao que emprega
um homcyi soipiendldo pola tempestade eni
abrir sen chapea de sol uo momento em que a
nuvm acaba de rebeular em cima de tua ca-
bera, disse :
O queqner vost, in-l Leclero7 Bem sa-
be qae nao deve tahlr da coslnbasem mlnha
licenca. O que vossd Cm he indiscreto. Tome
sentido osle toalho he liso e cscurrcado co-
i ulves por
Tnall l.ii uue.u primeiro filio
quceslivi luais inquieto que todos
Agradeco-ihe, miaba boa mal Leclero o
ter viudo ver-nos, disse elle mas se voss nao
o ti vase relio, eu lerla Ida procura-la com
iiiiiina irmaa lista era a nossa tcnco, nlo he
assim \ Ule tic ?
\ rapariga a bal ron a cabeca, filando um
ulliar affeeluoso sobre a psiafvtlaa.
Parece que voss est melhor, conlinuou
Trltlao, pois pode andar u u puuco. Diga-nie,
louior, poiler ella voltir para o castillo, ou
tuflrera alfijUilia cousa com isso e no caso de
(e, e sen penaamenlOi mais rapl Hecha, viajara no futuro, e muslrava-Ihe sua
pirte lirgaudoo braco de sen irui.io, corren
lambem para sua amiga,
I u- i i leve um momento de embaraco, o
'un' dissip'ii-se pruuipt luiente, quiiido ob-
tervou a ingenua seguranca da alearla de Co-
rina, a qual intioduzio-os uo sala i.
mi n.1 i \ i-, .< he amavl, Alliettc ctcla-
mou a graciosa onina, ab linaudo-se para
apreseutsi- de novo sua fionto candida n sua
11....: i ; mas nao devo taubeui agradecer no Sr. toui osla sem core
Ttletto? aecrescentuu ella coraudo e laicudo Ignoro oqu
uuia cortezia.
Vossc p ide agradecer-lhe, disse Allietle,
porque lolelle que leve O bom peoamento de
ine iraier aqui esta maahla Trltlao lloha ae-
. i r .. ni lil.i .i'-iim-ii palavras all'eciuosas c
sunplel, quando a senhora Hri int entrou.
Alliette nao a tinha vlslu aluda depuft da ene relimo para ieu cnaca, e seu rosto co
moMcdeseu pai, c por isso lancou-se cm sous brio-ie de una pallidea assuttadora.
bracos toda lavada eui lagrimas. Quanlo a Tristo, elle parrceu atacado de es-
A senhora Biianl supportou com bastante tupir, e ter-se-hii dito que eslava imis para-
digmdadp esta pruvacao. lysado do que a proprla par-ljuca ; por quin-
Naiuralmenlc boa, ella achou cm teu co- lo ilcara luumivel em seu lugar.' ao passo
mcao una phrase, a qual posto ouc prepara- que mli Leclerc camlnhava lentamente pelo
da de anieindo. nao careca todivia de utua aalao.
certa tensibilidade ella foi de mais caloro- A senhora Briant, sbitamente iolerrompl-
tainenle completada pelo doutor que chegara da por esta chegada no molo de uinacouver
ueste nminentu. sacSo que la c>nnoriudo a lornar-se iuleresiau-
Slaspurque rasao ufo vieram almfar com te para teus projectos, ( pelo ineuotel|.i assim
uosco ? diisca senhora Oiiaut com um tom de o cria-), aprescutou uiua continencia assusta-
amnvel reproche. dura. Oduulor lerla preferido achar-se, lese
Ktlive iiiuito occupadt, retpoudcu Tris- onde fosse, ao achar-se alia
Illa cresccu mullo, he verdade, respon-
dn o doutor com n < i i ; e he urna excel-
lente menina, nao ie.no dl/c-lo cm sua pre-
sen p.
Quemo nuvlsse, Sr Itrianl. Interrompeo
fui inulher, acredlttrla que nada inalt se po-
de dlaer doiia. Rites pas sao singulares com
SUa modo-illa Bttoucerta, Sr. de Peauregard,
qur quando o Sr. livor lilhos, nao fallar delles
lola,
larci enlao, senhora, maso
que soi desde j, he.....
I'nsia i cali-u-se sbitamente. Aporta di
sala que lie iva em frente dellc acabara de
abrir se, e mfii Leclerc tinha apparecido no li-
lil ar.
Ao aspecto da> piral) tica, o sangue de Alli-
.Vio ralbe com rita nao, meu ch ro dou-
tor, Interrompeo entilo Trltia**, com um cs-
forco visivel posto que todava com una vo,
cuja emocao era bastante doce, n.io odstautc
o seu cqntlraoglmeoto, l\o ralbe com ella
nao, repeli ello com um tom inaliftrmo. Bs-
lou corlo que vom aqui pira agradecer teu
bcmfeilor, na pessoa do seus pobre (Hilos.
Ue Justamente o que eu ladfzer, accres-
centou vivamente a uiiilhcr do doutor com u
ar o mal gra'eioto. Sr. Briant, nao caa em ou-
lra, ouvio '
Reprehender assim esia honrada mulhcr
poique espde-se a cahir para cumprir um de-
ve r sagrado! (oriua, aju la-a a sentar-te. e
diM-uiii ira. .i-i de acu bjrdao e de sua mo-
leta.
O qu a senhora nriaut di'a j tinha- sido
feito, e mti Leclerc estabeleclda na mais bella
cadefra do tallo, lancava scuoltnr Inielligcn-
to e lmpido >obre toda a asscmblda. O terror
poder voltar sem uiconveuiente, querer o Sr.
continuar a traia-la ?
Quanlo yoliap.ran caslello, nao acbo
nisso nenhnm Inconveniente ; quanlo ao tra-
lamenlo, estaiei sempre U suas ordens, Sr.
conde, respoudeii o douior.
Ksta separaco causara grande pezar a
(.'orina, diise a culi ra llriaul com una vo
carlnhota, au he verdade, minha Hlba.
qua iu le afiligiis muiio se mai teelere nos
deixar.'
Ku me consolare!, respondeu ingenua-
mente Corlni, pois sel que patsaia luelbor no
caslello do qu a |ui.
De mus. accrescenlou Trisiao, a senhora
poder ir ve-la, c espero que o fai muitas ve-
/.rs. Kulo mai Lechero agrala-lbc esle pro-
jeclo ? Denos a con ecer livremenlc a aua
Oplnf&o ; ross est aqui entre amigos,
Oh he bcui verdade sso cxclamou a
senhora Briant, cujo coracao tinha-se regosi-
jado cun a idea .1 que sua lilha leria sempre
um preicsto para ir ao caslello, e que alm
diiso, i'.i i linha uunca po.lido resolver-se a
ver sua casa transformada em hotpilal de ln-
Qiiravels, bem que o fallecido conde de lieau-
regard pagasse ao doui r um tinto por auno
para tratar de stra protegida.
Quando Tri^to iulerpellou directamente a
mai Loclcrc, ludus os olhos dirlgir^m para
------------------------------, -------- ---------; u 01 t .ni -i 11 pica.
quo roAsc nao me teuna pedido o meu parecer tao coin urna gravidade aprasivel ; mas de ou- da ruar elle, o furt de ieu jumento Paiichon-
detia raTi lomare! a llberdade de ih'o dar. ira vez viremos mais cedo. Agora, douior, urna viageui por camiuho esburacado as duas
de Allietle privado de sua causa pela calma co- ella. Ao principio iua physionomia exprimir
rajosa de seu irmao. comecava a disslpar-ne. una sorpreaa quasl vlsinha do .lesvauo. .aeus
KM i aprnximara-se de l'rlsio e apulara-sc fa- olhos brllliavaui, sua bocea abrla-se e focha va
miliarmeute sobre *uu braco, conio para mas- ,'se convulsivaiiieuic,- como se a pobre mul'ier
irara perfoita luiellig*iieiaque entre elles ret- sentiste mais dor que nunca por nao pud-r fal-
nava, e a doce conflinc que nelle tinha. Um l*r. Seu corpo, ferido de Immnbilldade, foi
plido sorrlso detllsou-se sobre os labios da .agitado por um tremor nervoso ; ao depolssuas
p*ralytlea, quandnar.ut lhosse fliaramsobrc fel(Oes se adocaram, seu ciliar rdeme e lixo,
o o.;ii:is asida reunidos ; mas fal um re- anuuvlou se, c sua pilpebra, ha laiUus anuos
I a m pago ; e teu rosto lornou alomar logo a enseccada, apparcceu hmida naluieute seu
oxpres-iin de curiosldade ioquiela que Ihe era rosto tomo urna expresto tao evidente de IV-
li iliiio.it. Ilcidade e de gratidao que nlnguein pode mus
Kouve uin momento assi longo de silencio, conservar nenhuma duvida sobteus seutimeij-
duiantc o qual cada um abaodouou-te a suas tos que a propusia de Trislo lluha feiio nas-
prcucupacdLt pessoaes. t cer cm seu coracao.
Ailinie, viattu que ella co oseo te em cel-
lar meus ofloreciOienlos. a vus-o) he qu.* a con-
fio, disse Keauregard. Eu mandarei, pouco, um carro para a buscar. A paralyuca
i' viuioii a c.iin c i,,e eslendrudosua inaodireita
para o lugar onde (.orina tinha depntio a nio-
leta e o bordao, pareceu indicarque os pedia.
Dorau-lh'ose logo quefllaoa leve, fe ver que
poderla am|ar, iudlcaudo a porta por um sig-
iia| de cabeca.
Pols bem meu Irmao e eu a levaremos,
disse Alheite-
-- taiilo j querem deixar-nof. exolamou a
Sra. Hriaut, depob de ter todava laucado s
>< undula, uin olhar sobre o rologio para ver
se passarlam ainda p1'1' menos duas buras an-
tes que os in-iis aolicitos de seus convidados
chcgaftteiu.
-- E>ta visita he curta de inalt, disse ella,
nem se quer vlram as aquarellat de mlnha li-
lha, oeui poderam julgar de seus progressos
sobre o plaiiuo. Corma, vai de preasa buscar
tua ultima paisageni, r quando voltaret, loca-
rs a tua fantaalu bullanlo.
De-peiisc-ine, iniiinha, diste Corlna a-
juntaudo as uios; eatuu to conteule, uo
queira perturbar minha alegra
Em vc de reqioodei, a Sra, briant foi abrir
o piauuu e posa lantatta sobre a eslaute. Gu-
rbia resigiiou-te do bum grado e sabio para ir
buscar aua* aquarellas. Durante este peque-
iio debate eolre a mal e a Ulna, a physiono-
mia de Tris ti o tinha-te tornado sombra e a
da paralyica tinha recobrado sua expret-o de
vaga iuquietaco. Coriua entruu uazendo ua
mau urna aquarella que apaahuu ao acaso ein
un das gavetas de >ua coumioda, orpols fui
pur-se ao piauno, e como tinha presta de aca-
bar, executou aua fantazia com urna presiesa
que toruou seu desempeaiho quai brlldaute
lUa mi eslava conleutissiina.
Tristo que tinha ease teo'.fmento Innato das
artes, fr-lu jireviirgiu das Intelligencla aupe-
i loros, oliiuu e eteutoucom beuevuleucla :
ii.ii luuvuu, quuidu agradeceu a Curiua por
tua complacencia
- He pr-ua disse a .Sra. Itraut, que nao pot-
tam car para jaotar com nosco; pois temos ,
algumas visitas, e ua posico em que se achaui,
uau mi so ret los. Eutrelauto ot uoisos convi-
dados sao seus cooliocidos. Sao os do Cautel.
osFourcy, ocavalleiro de *rluioo, fioalinente
o que ha de melhor uo lugar.
- .Mamulla, iuierrouipeu (orina, Vine et*
queceu o meu velhu amigo, o Sr. Kagonneau,
puianao lem rateo para Uso; e te elle toabat-
se de ul. nao Ve trarla mala doces. r*e**c
momento a SraTbriant Urla querido de bom
nai itii Ann
*


i
M
Nlo somos levados a publicar este peque-
trbulo de "" dmiracao ment P9"
, i.snii e por n.esqulnhos iulerrsses. Re-
" ",iJi prs consciencia do publico, e el-
ff ara o juiz dfbU m.t.h. pubiiccao. De-
,msb mordacr iade do zoilo. P impar-
?(( frequenlador do theatr de Apollo.
"^comhercioT
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rand Intento do dii 1 9 .
dem do da II........
284,245
90,483
874.7S8
AWANUECA.
Beodimentododt.il.. 13:408,935
HTO e.irraa *> 12 1V1 agosto.
B,rc ingle. S***-nsk merc.dor.as.
R c ingle Ge*- den..
B gue americano -- Huntre- farinha, bo-
B lachlnta. e manl-ig
Polaca brasileira-SS.rr/ndaa-fumo e
Uiate br.iirJo'--S. los- genero, do p.lz
Brigue austraco -- Ja>< farinh.
lmportacnS.
Brlkoescona brasilero Lonra, vi.ido do
Di anh0o Ceara, consignado a Jos B.p-
list. da Fonsec. Jnior, nunifeslou o .e-
'm lo carta, e loncos; a Theopbilo See
& Companhi. .
ldiioch.pcoa daaol, I can couroa pre-
narsdoa, 40 m> io barris m.nteiga, 1 canil
bandeir. ..acionaes, 100 CCaS arrot. 250
120 pananos dita ; a Novaos
bai.
dita, farinhi
l Cn'tiji mili
lo fardo, tecido. ; |Deine Youle & Com
penda.
2 caxss i M.noel Fontes.
6 voliimt's cabo de cairo,' 85 ..eco. arroz;
, II noel dii Silv i Santo..
1 iji-Iiu de rame, 1 gsrrailo zerte ; ao
Dr. S bino
ic X i.s q.mijos, 268 sapeas arroz. ao con-
signatario.
60 lilas dito; a C. A. S. da Motta.
3(i Jilas dita iM.D P. Uuguis.
5o ditas dia ; a Machado iPioheiro.
i:, nt.s diiu ; a MI. R. e Silva.
50 ditas dia; a F. A. da Cunha & Compi-
ntii.
i-eco penna. de gp.raze.; a F. A. C.
Cardoso.
62cana. Tiilai; a Mfuron & Comp.nnn.
3 parte, red. ; a A. O. Burgos.
851) saccas farinha a J. C. A. da Silva.
I caixao redo.*. I barrica guarna, 1 caixa
uui'iio* a I. C Maia.
25 Caiis v^llaa iK ISi Araujo.
55 ditas ditas, 1 dila quoijos; a F. I. Fer-
reira Oas.
6 ditas vellss j a Anvedo & IrmSO.
1 dita queijjs, 1 bairica guarna a II. V,
Coelho.
1 caisa queijo. ; Lima Jnior & Con>
panliia
1 embruliio; a L. G. Ferreir..
Liacrta br.sileira Conce'cdo viod. de S.
M,(iiius e.Hacei consiguada ao mestie,
, ii '-i-iii o .eguinte : ,
1170 alqueire. de farinha ; ao mesmo.
Polaca brasilera SS. Trindad vinda do
Rio de Janeiro, consigna la a Francisco Al-
ves di Cuit.a, manil' sl.ni o seguiU :
105 barris breu, 72 rulos fumo, 30 saccas
caf. 1 citao Cuapos ; a Manuel Alvus
Guerra Jnior.
40 sacos Ous, 50 rolos fumo ; a Manoel
da Silva Santo..
lOCsix.s especiaras, 100 saccas caf, 6
Callas cera ; a Ulive ra Piv & Compaulna.
30saccas especial las, 130 >olu. fumo, 200
canas aabSu, 5 ditas cera, 1 cn.au sella, e
mantas; a oVaea a Comp -nina.
-20 saccas soeciai i-s, 20 lilas caf ; ( An-
tonio Juaquim de Suza nibeiro.
800 CalXaa salino ; a J. J. las-o Jnior.
I0i)saccas cafe ; a Julo da Silva Rega las.
66 ditas do; a Candido A. Sodio da
Molla.
8 ditas dito : a ordem.
2u linas f.rnilia, 15 dita, caf, 150 ditas
feijao, 81 rolos fumo, 6 calas cera; a Mi-
Chadu & l'iutleiro.
I Olla r.p ; a Antonio Juaquim Vidal.
3'JO ditas sabio, too saccas caf ; Jo0o
K/ancisCoda Cruz.
33dilas Sito; a J. Sapuriti.
3 canas rap; a viuva Pereira da Cunha.
3 barrica, familia;. Juaquim Fereira
Ribo.
M-ia dita caf ; a Jos Pereira Vianna.
1 cana rap ; a Manuel Jos da Cosa Ma-
galhlea.
1 c.iixao chapeos; Jos Joaqui l.scuna brasileira Senta Cruz vinda de Rio
i.iau.ie de Sul consigo.da a JoSo Francisco
da Cruz, uiauifestou o seguinle :
5618 arrullas carne de enarque, 117 arro-
bas sebo em rama, 30 Cuuroa, 4 barris ,ei-
Xe ; ao consignatario.
Brigue uus- iaco Airona viudo* de Fiurne
eouaign.doaN. U. Uiebei &Compaohia un-
iiiliisiini o seguiute :
1968 barricas lamilla de Irigo, 45 calas
pipe, 120 ditas a(o ; ao. consignatarios.
Iiondimenlo do da 1 a
dem do da II. .
CONSULADO GERAL.
, 11:259.365
2:069,183
13:338.518
RECEBEDORIA DE RENDAS CEUAES
INTERNAS.
Rendimento dodiall......571,124
CONSULADO PROVINCIAL.
dem do da II.......1042.566
1
M.0vimento do porto.
I. --------'
Havioi entrados no din 11.
Par.hib 3 lias, hiatn brasileiro Tre Ir-
mioi, de 31 lonelladas me.tre Antonio
Jos Duarte de Souza, equip.gem 4, car-
ga teros de mangue ; a Joaquim Duarte
oe Azevedo. Pasageiro, Manoel Pereira
da Silva.
dem 5 lia, hiate brasileiro Flor do Bra-
M, de 98 lonelladas, mestre Henrique de
Soma M .Ifra, equipagem 4, Carga toros
de mangue; a Antonio Jos de Castro.
Mero dia, hiele'brasilei'0 Fipadarte,
de 27 t|2 tonelladas, ineslre Victorino Jo-
s Pereira, equipagem 5, carga loro, de
mangue; a Antonio da Costa Ferreira Es-
trella.
iVotifo .aAldo no mamo dia.
Porto Alegre pelo llio Grande do Sul pa-
tacho brasileiro Africano capitSo lote
Rento de Campos, carga .al e mais ge-
nert"- n
Declara9oes.
Priinrlro. O lindo t nugniQco (emplo de Bu-
Ib. na Chin..
Srgunda. Uui bauremFlorenta na Italia.
Trrcelra. A dlslrulflo da uo dinamarquea
Cfirfli.ao VIII na batalba de Lkayifurd eirHl
1848.
Qu.ru. O Interior do lumuloi doi linpcra-
dnre Maiimlli.noa da auilri. ein Thyrol.
Quinta. A fraude e bella vala da retirada de
Mulada do Egypio.
Salta.' O palacio daa Tullleri.a ein p.rit.
Stima. A bella nlrada do porto da Havana.
oiiv.i O grande corredor no coovento de
San Franclico einBrmellaa capital da Halglca.
Nona. Aoidade de Lisboa p Dcima. A linda cidade de Zurlch na Silleta
' Umdeciina. A magnifica cldada de l.oudres
pal rio Tamisa.
Preco 550 ra. Aa crlancas terao entrada
grotis.
3
Avisos martimos.
r
Para a Paiahiba.
Sabe em poucoa dl.a o hlate_ nacional Ejia-
dirl por ler prompta a inalor parte da carga
para o reato e paatageirda trata-ae com A. da
C. Ferreira Ettrell.a, o com o ineelre Victo-
rino Jos' Pereira, no Trapiche do alqndao.
Para o Ass segu vagara na prsenle
semana, o brigue Paquete de Pernambucu,
recebe carga por frote coinmo lo a tratar a
bordo no fondeadouro na praia do Collegio,
ou ua ra da Moeda n. 7.
Gear e AlaranliSo.
Segn em poueos dias o brigue escuna
brasileiro aT trala-se com o consignatario Jos Bapiista
da Fonseca JUDIO', ua i|i 1 do Vjgariu n 23
aetfon.Inmutar ________
,
Leiles.
De ordom do lllm. Sr. director gera
d.i instruccSo public<, fao saber a lodos os
Srs. profesores pblicos de fra do lyceo,, --~-g (.-onjpai|h, f,r!l0 w-
qoe WD conformulade cora "'Tiun, Dor orlem do senlior clianceller do
gulamento da 12de maio. par. cohr-rem o. Jg lU Franc. e ns p eseca ufl um
aWaortw-dw^prMWtoiMtldo^do,^ dwtf,d0( ,,or ,a|wm-la do eor-e-
atlestado do inspector do aeu espect.yo
circulo, rubricado pelo dito director geral '< a-
por conta nano de qupm
"10 ^^h.mTs'seX'des" pertencr. de SM numero 209 e 210, SVOlu-
quanto ana mappas dos '"?r???|^ mes cu n 5<4 cortes de Cmbralas diversas .
em3mczes, .os mesmo. senlioresinspec JJ^^^^ Je ,0> ,g pel,s de
a borlo da barca
ii.ui.c.n ..^c, uD,.i....i i.ium.wi ..a sua re
amanuense "rc"iy'"" ,, ,, cent" viage 41 do Havre para este polo, 011 le
Cand.do **2*j&Z* *."? aportou ,20do mez de juliao prximo pas-
- Ach.n lo .e ;"8n"2ir" rao de In- > terc-feira, 12 do crrenle, as 10 bo-
ro, de ordem do lllm. Sr. director gnral di
es, que.os fff*"KS c.ssi .etas. ludo vari .do, a borlo .
Directora ''. adosl de 18M' r-Hiice^a J/e., capitto Tambare!, na
nalruccao publica, faco saber quomcon-
C. J. Aslley i Companhia: farao leilo
por iiiterveociio docoirelor Miguel tarnelrn,
vier, que stfio post.s a concurso com o no dla ,|uill feira ,, ,|0 COrrente a mel, da
prasn de 60 di.S da dala desle. rill pomo uu seu aruiasem na ra da Cruz
Directora geral, 4 de agosto de 1851. 17 de urna norcao de giijos. c canas com ccr-
Candido huit'iquio Cesar de Mello, aiiiauu- veja de 1 e da mullo na, c be 10 acundeciu-
ense arenivista. nadas chegadaa ultiinaiueiitc de Alciuanha,
O vapor brasileiro Paraeme, d.-outraii|u.ild.dea._____________________
roiiimaudauto o cipitao de
fragata Gusta Perei'a, deve
_ chegar do norte al o da 15 le
agosto crreme, escguua para Micai, Ui
Avisos diversos.
hia e Rio de Janeiro, no dia seguiute.
REAL COMPANIIIA DOS PAUUETES l.NGLE-
ZESA VAPOR.
O vapor Teviot, commandan-
Prcclsa-e de um bom amassador na
Imperial n. 37.
Oliveira Paiva S> Cninpanhia, reinettein
para o rio de Janeiro, sua eacrava crila, do
nome Petronilia.
Elias Ignacio de Oliveira rcmette para c
te llivelt, es,iera-SH de volla rio ,,,. j,n,.|ro sr P,cravo jaCub, preto.
dus poros do sul no di 20 do _. Frrderlco VV. II. Uells. sudito luglei, rell-
Corrente mez, e seguir no lia ra.se para provincia da Babia.
s 'guite para os da Europa. As pe'Sua que Juo CaieUff. vai rio de Janeiro.
pieln ierem passagem deverilo dingir-se Aliga-se un mul.'que para o servicn
respectiva agencia : ra do Trapiche novo de qu.lqucr cisa : no largo do l.ivrai
n 42.
AdminiitracSo do Patrimonio dot orphaos.
Peanlo a ad i .isirac&u Uo p.liimoiiio
dos orondos se hade arrematar a quem uieis
der, e por o lempo que decorrc da data de
anein 1 1 coiui n de junlio do luluroanno
de I852is rendas dos uous andares da caza
n. II da ra do ei.cintmento no bai^ro do
Recife as pessoasqueqoizerem licitar sobre-
ditas rendas poderlo comparecer na caa las
sessdesdo refer lo municipioem o da 14 do
presente m*z as 4 { oras da larde co 11 seus
liadores Secietaiia da adni.iiiislrac,3o do
Pat'imonio dus orphos em 7 le Agosto de
1851. niono Jal de Oliveira, secre-
tario.
The.itro de Apollo.
id AM \ RECITA OVASSIGNATURA.
(uarlafeia i.'ld-- agoita de 1811.
Subir a acea a iuler>ssaule tragedia ein
cinco actos
NOVA CVSTRO.
/'.i 'mi ii/riiv e aeivrtt,
D. AllomoIV,-- oSr Mello.
D P.dro, oSr. Guiuiarej.
U. Sancho. o 8r. Mirauda.
t.nolliii, or. Telles.
Pacheco, o Sr. i.oata.
D Nuno, -- o Sr. Noves.
l-IinIj.i 1 x.i.ior de Castella, o Sr. Jorge.
D. Ignoi de lauro, --a Sra, I).(Leopoldina.
Elvira a Sra. i). Mor la.
bous lueuliios lilhos lilhos de O. lgncz c .
Pedro.
Terminar o espectculo com o novo duelo
de luu
OtARLA,
cantado pelo Sr. Cual, e 11. 1.anilina
Priuciplar ason horaa.
grado que a liugua paraivaada de mm Lc.lorc
estivceee na bocea de eua lilha, todava coule-
ve-ac e nao se arropeudru diseo. purque Trle-
tao poz ee lugo a f^zor o elogio do Sr. Ragun-
neau e comp uneutou depuis a Corma pelo gus-
to que (inba por elle.
He eerlo que elle be um lmmoni ccllen-
le, a|ircauruu se a Sra. Uriaul em respuuder.
Obi mulla lilha eecollie bena sua. prelCrenci.s I
Allielle, quau.iu vusee qunrr, voli.icinue
ao castello. iiaudol cala manlia a Autuo cba-
mar mu archllecto, e ae elle vier, nao qutzera
laie-lo eaprrar.
A ou palawi de arciiitecio, a Sra. Ilriant
que uulia eairemeclUo como uin cao de caca,
cuja duno toma aua eepuigarda, dieee coin
Urna preolpitacu ebei. de Ioiereaae :
Ah : o Si. val later afurmoeeamentos no
castello? Tanto inrlbor, be una pruva de que
nao cuida em delsar-nos. .* E (|ue eem duvida
qurr c.ar-ie n diese ellaCuru sigo mesuiapara
couiplrtar eeu petieameoid.
Importa que cada um afurmoeeie aua prl-
sao, para ter uieuua deeej 1 de delaa-la, dase
I11.IJ1. mes i-i cpondii que sua reaposta co-
brla uulra vea de Irlatea o rosto de aua iruiaa,
accreicenluti : u teria devido einprrgar ou-
tra palavra e.uao a de prisa : a de uiniiu, por
cieinplo; na ho aesim Aliioiio.'
A pritueira oao me ialimidou, respondeu
a rapariga sorrindo; m.i preltiu aeguud.:
E ou taiuucm I exelamou a Sra una ni.
Um niBbo! bedeliclo.o! au he Corina f l
que gustas unto dellea, devea eer de minh.
upiniau? Eel. phr.ee perdeu-ee no inoviuieo-
'oque iiirun oe vleil.utea para relirarem-ee.
1ri11aoe.ua Inuaa aproaim.r.iu ee da p.ra-
lyuc para ajua-l.a levautar-se de eua cadei-
ra e eusteuu-la caiuinhaudo .o seu lado. O
ooulur fui aDrlr a e lot|of ,ihlrain du
eaiao,
.tf** BrlanG '" m.rldo e su. filh. acoui-
t a "'" ""' ,i'"""> l gde da lapada
c ao drpo,, voluram para a caea.
anSS SrSzrMCR
aaei u'f 'i'""d'' b'" r,do I""4"
'iue a accm,. ; ""' ,u* ""'""!r dl"c lhe
ia cc"ia"t*'"""'= '< "I" de Jutar onde
-, t"'llr' com seu. prepartlvo..
de.le dia. d;..;.!!.'""' ^ ""'* CoaieulC
Eoc.nudo. respoadeu elle.
dar"-,..1"" "0 U""a ,uu" "^"""oem .ju-
Ajuda-la tm que ? mioheAulber I .
Thealro de San-Francisco
COSMOItAMA.
J'odiif 01 das dar 6 1)2 ule N 9 l/'2 liorm il.i noile
Ujr <|ninla iniiilauc com II vistas uovae.
ci_-:-._----------r-rrr-- .....-------~'
-- Pote voss uau vi tuUu o que lie para es-
altar su. fllha. Buaverd.de, vss he dlstrahi-
do como um sabio, c lelo nao he butii, mcu
charo, advlrto-o dhsn amlgavelnienle.
Corina ful gentil como aeuiprr; inae nao
me lembro que vosse tivosse feito u.da para
Isso o que le foi obriza la a mostrar una pin-
tura Horrivel que serla multo tneloor lela oc-
cultado.
lio vosse queeu deveria esconder qnando
aqu vein gente, porquauto nao presta para
nada, para nada, est uuviudo/ O uuico pres-
umo que teta he oceupar um espaco cuurtne
ein um sabio.
Nu se enfade, tninha chara amiga, diese
odoutor, ecuute-rne de que eel e.Usfeita.
De que sua lilha ser cundeesa, j que be
preciso eapllcar-lhe ludo
K onde vio vus.c isso? perguntou o dou-
tur, que poeto participaeac das ambirdes de
suaiuulher; com tudo sen espritu oais cal-
ino delaava-se com menos facllidade levar pe-
la esperaoca.
Vosee me alttige, inloha mulher, continuo*
o doulor, o qual era eempre menoe indulgente
quando nao mili a que temer uar aua metade
etu eepectaculo : russe ve cenca, onde nao ha
ainda ncm eequer rsperanca. Pols advlrlo-lhe
que, se noaso amigo Ragouneau pedir-nos a
ni i de latrlua para seu lilu. u qual acaba de
terminar em Paria o seu anuo de Ar.tica, nao
v rel'uea-lo eem priineiro leectir bem meso.
A esperanca be cuusa uiulboa; masa rcalida-
de be cousa excclleute. Agora vou fazer a
barba.
Serla dlfncll pintar o furor da Sra. Prlaat du-
rante a arenga de seu marido. Ella abria e fe-
chava as maus. baila com os ps. agilava-se
sobre a cadena e quebrar, una cumputeira de
puioollana repelhndo-. para louge de al.
Miuh. lilna esear-se com o Sr. Ragunneau!
exclatu >u ella agarrando o doulor pelo braco
para Imped-lo .le retirar-se. Prefererlra dei
veres ser viuva, ou antee nao ler nuoca ca-
sado.
fem raso dase o dout ir alegremente,
porquanlo serta uuia vidua aolteira multo a-,
gradavel; in.s eolie-me Sra.* Uriaul, v cuuioejr
o relo para poder leceber seus cuuvidaddf,
pols esl verhirlha como um tuedroubo.
O ruido de un carru que rodava Vagarosa-
mente sobre as pedras do pateo pos A.u a esta
canteada que la couiecando a toroar-sc tr-
gica.
. 11c Ragonneau! exelamou Briant- Meu
bem, nao v maltratadlo uo, ouvlo ?
A convers.ca do doulor com aua mulher
nao Mulla disposto esta ultiina a laier bom aco-
sobrado da esquina n I, segundo n lar.
MissiasJos de Freila, brasileiro, vai
ao Rio Grande du Sul.
Antonio Juaquim Vidal, embarca par
o Rio de Jaueiio, o sju escravo, cabra, de
nomo Simplicio.
Joilo Jos de Coveil embirca pnra o
Itiode Jauei'O o muala Jlo, escravo do S'.
Diogo Volbo Cavalcanti de Albuquorque.
-- 0 Sr, que anuunciuu comprar una cai-
rorj aoparcllia la uara cavallo, va ao aterro
da Boa-Vista n. 10, sobrado, quu se vende
urna.- ,
~ Osahalxo assignados rogam as fami
lias, quo tencionam tirar os seu# retratos
pelo elect'olypo, de aproveitar os dias de
i rabal lm, e desla maneira ev tr as grandes
concorrxneias dos domingos e dias de festa
Carht D. Fredricla & H'ee*s, atorro do Boa-
Vista o..
~ llernardido Mala da Silva remeto pai a o
rio deJoneiro por ordem de Thuin.s da Costa
Ramos oni escravo, pardo de nome Ignacio.
-- Sebasliilo dos Oflulo Arco-Verde Per-
naoibuco Cavalcanti, Ui publieo que desap-
pareceu de seu po ler o escravo de noov
Jlo, porlenciile ao espolo da fallec la D.
Mara Jos da ConceiCio, que o aniiuncian-
le declarou por esto Diario achar-se eui seu
poder.
Prccisa-so de urna ama forre, para sor-
vico de portas a dentro: qu'tn quizer pro
cure na ra Nova, luja do charuteiro.
-- No aterro da Boa-Vista, venda n. 51.
precisa-so de um bom feilur para um engo-
lillo perlo dosla praqa.
Oabiixo assigna lo, no dia 31 de ju-
dise despedio da casa do Sr. Manoel Tci-
X-r. de Andrade Pedro Ctaudino l'uarle
Precisa-se de quairo pelos oais ou
menos pain trabalh.rem em um sitio ; dan
do-se o jornal que se coiivencionar, e trata-
menio regular ; aliatna-se o pagamento, r
iiiin fuga ou 'morle : a quem coiivior Osle
Ptneio Hiiniin 'te
lllliueiuu el ihr. Kaguuueall, o quil cuuiiin lle-
ra alcui dso a grave falla de chegar ein um
inuinento iuopimrluuo ; a >ra. Uiianl nao u-
ulia anda acubado de couipor seu casirlio ;
seus preparativos precisavaui anda de uuia
UlUma inspeceo, mas uo obstante i so, co-
iiio caprlchava coi ser pulilica. c fasia timbre
de uo mostrar m cara soua as pessoas de
aua familia, preparou-se, cm o suecurro des-
se fiugluieuto que to sua di.pusico, para fazer um acolliiiucnro gra-
cioso ao veluo amigo de seu marido.
Sr. Ilagonueau .' exelamou ella ; oh !
quanio he amavej ebegar assiui to cedo .
Aluda nao esiou vestida ; mas erpero queme
perdoai a quando suuber que o coude de heau-
regaid e sua Inuaa passaraui com nuico urna
parle da uiauha fermltta pois que ine reti-
re, corta de que mandare! j loruia para facer
lhe compaulna. O senlior sabe que ella tciu
una paisa por.....*
palavra explrou sobre os labios da Sra
Briant, purquauto ella acabav. de avistar um
seguudo persou.gem que ebegava ao vestbu-
lo, e o recouUecera bem que o uo livesse vis-
to ha muitus desses auuos que faaew de um
estudante estouvado nm liomeni grave.
Permita, eenhora, que Inc aprsenle mcu
iillin, dlsse o Sr. Ragooaeau, pegando da uio
do rapar e dando com elle .Iguus paesos para
diante. a*dle ebegou hontein e peuael quo po-
da tomar adiberdade de trazo-1 aqui, eein pe-
dir previainenlelicenct eenhora para o faier.
E fez mullo bem, reepondeu a Sra. Bri-
ant com uiua s.llicilude demasiadamente vi-
va que bem mostrara nao ser siooera. Eu-
treio para o sala, que eu voltarel o mais bre-
ve que me for poeeive usas quauto a inan-
darlonoa paia cnlrelel-oe, n.-i eepereui tal,
ueua cainar.das couiluuou ella como que
I ill nid com sigo mesiiia.
USr. lUgouiieau eseu lilho obedeceram ao
convite que ibes forafeilo de euiiareiu para o
salao, eaSra. in.uii, depuie de ler-lbea feito
ii.na bella meeura c mostrado uiu aorriao .de-
licioso, fui vestlr-se.
Encontrando uo quarto conjugal a aeu ma-
rido, o qual eslava acabuidode coinpur o ca
bello ella puz-sc logo a deico'updl-o. Ella da-
se que o duulur, sabendo da volla du joven
Ragonneau, tinha escrito a seu pal pediudo-
lliequeo Irouxesse com algo que tu lo Isso
era uina inacblna;io luferual para ebegar a
um casamento, do qual nao (pieria inais uuvr
fallar, bem que apenas lbe iircsscui dilo urna
palavra a este respelto.
Vosse nao conseguir nada, uein por Iraca,
, En resposta so annuncio em que o Sr. Jo-
s i loj lino Leilo daela'ou presumir que
os'enganlius, Canha, Moclo, o Amparo si-
ta ns rommarc di Sinto Aullo se arillo
situados em Ierras, que segundo seus titulo,
elle pertenoem, e o qu.o. pretende de-
ri i- -::r, se di clara para Mclarecimento dn
publiro.ado me.noSr., que elle labora am
nanifeslo eiuauo por quanto ditos enga-
ihos se schao collocidos na sesnara de le-
go i e riieia de terreno que ero 1,700 foi con-
cedida a Consa'o C>meiro da t.o-ta, e a An-
tonio de Magalhles Ab cu em cuja pc gooenlraramelemsidotransmetli la as eus
sueiT-Mi'es, e a diversos compradores sem
a menor objec^lo (Icanlo consoldala por
esta tosse de mais de com anuos e constan-
te cullivaclo. O Engenho do que la j i ha
iiiu.ii iolaiui o Sr. Jos Claudiup Luile esta
ciluado em Ierras de sismara por deslexu,
ou ignorancia dos anligos possuidorea, e de-
ve ellecoulenlar-sede que lhe nlo seje dis-
putada, e reven locada esta posse indovi la
em que dal. tive direito algum psra per-
turbar a posse e gosoem qu eslo os pio-
prietanos dos rofendos engenhoi por mais
de eem annos, sem que os snit 'ceessores do
S-.Jusc Clau uno, ou outra qualquer pesso
sclembiassem do peilurba-la ou de alegar
direiuis que nlo tem, e nem podom ler. A
sismara deque se quer pervalecnr o Sr.
Jo i a u I mu i l>lia fo obtnla em 1784 quan-
do j 11 siaviiu levantados Bigenh is. culti-
vada a prmoira sismara, e oor isso quando
compreliendessfl a sismara ant. riurm nte
a iquinda, nlo po lia por mo lo algum pre-
|udica-la, e nem onlender com os ler roaos
ja api'OSSados, e cultivados, o quo sompra
foi respeilado. Va-sa iOr lano quu he sem
fiitidamento o prcsump<;o q o no pude
ululara direiles legitiman!-nte adquiridos,
e u m traser o menor iinp.iiliumuto para
que OS respectivos proprirtsrios disjouhlo
do que ligitiinameiile Ibes partence, o sem-
pre foi respoilado, e que eslo uispostos .
inaulT perante os Tribunaos seo Sr. Jos
GlaudJno quiser iiur em pratica o qu diz em
seo an.iuiiciu. Os pruprielarius du. ef -ri-
jos Kngeulios nlo temem a deonart;acao,
anles a des j lo, "sea requerer o Sr. Js
CltUdioo, a si d-ve imputar o mal que dalii
lhe resulbir fie.nlo cortn que os mesos
(Oprielanos lein em seu poler os resocti-
vus litulus cm visti dos quaes lom cotisulta-
lu a dlallDi tus A Ivugsdus desla cidade, qo
lem sidu un, un n so u reconh-cer o bom u-
reitoquo lliesassista. Oex.iostuseralbastaiilo
ara desvanecer qualquer esciujulo que
leuha suscitado o rolen lo annuncio, se i-
doceiloque direitos ilo antigua e to in-
i'untosl.vois nlo pndom licaroin dlivd po-
la simples declara;! i do Sr Jos Clau linn,
su o que flca oxpaslo tilo lio a pura vorda-
una prett crioula de nome Luz'a, ambos --Precisa-se de alugar urna nngr. que en-
furam aseravos do fallecido Jos Mauricio de tenia de vender verdura., quain livor, di-
Olioira Mscu'l. Quem o aprehender |e*e-i> rija-sea ra do Vigarion. 14.
ao.eu .aohor, ociru'gilo Miguel Filicio da Prrcisa-s.de um bom carrnc(ro p.ra
Silva, na eidada do R'Cife, Ira vasta do Po- sa encarregar de andar com duas carrcas
ciiilR), que acia generosamente recompeo- de boi, dando-ta-lhe parta do lucro do
s.do. jfretea que adqoerir : os pertendenle. oroeu-
Eu ahaixo assgnsdo r.ijo toiente aos rem na ponte do Ueha no sitio da Jaquei-
meus ere lores que ven ti i minha venda ao ras que achai! i rom q iem t'aiar.
Sr. Custolio Alves Rodiigue. da Costa, fl-1 Aluga-se para lodo o aervlco Interior
c.ndu o dito senhor obrigado a pagar as de urna cu., excoloeozinhsr. lavar, eeo-
eonlas quo hnuverem da data de 10 de junho gommar. urna parda escura, e ama crioula,
al 28 de julbode MSI. rnenHilJa. honestas, do exeellant*. cot-
Manoet Alces da Costa Pereira. |lumea,*mba. eacrava, as quaes saben aju-
Precisa-se de um pequeo de 12 a 10 dar a vestir urna tenhora, preparar urna
anuos psra caixeiro de urna venda no Reci-
f ,no lucco do Capim,ven la o. 6 pintada do
amarallo.
moza de cha, e fazer todo maia servido pro-
prio de urna ala, de que j tem bastante
uso. Adverte-se que seprefore casi ingle-
-- Jalo Domnguea Fern.ndes d. Luz re- za. Quem quizer tratar deste negocio, dir-
Mtm.r O Rio da Janeiro a sua pserava ja-se ru da Saudade. Biirrod. Boa-Vista,
Casa terrea, ju ilo doSr. Dr. I.ourero, que
ibi se Ihed riquemallug. as ditas scravas.
Compras.
Compram-so OS 2 7." o 8.* tomos d.s
Mil e Urna Noute : na ra do Livramento,
lojan 14.
-- Compram-sn dou* escravo, um pe-
dreiro e um ca'pin, p.ra fra da provin-
cia : na roa da Aurora n. 24.
Compram-.e algumas vacas que, se-
j.m boas leiteir.s : ti. ru da Senzalla Ve-
Ih. n. 100.
Vendas.
cas. delaipa no lugar da Cabanga, em ler- gund andar n. 40 que dir quem vende,
ras do Sr. Dr. Antonio Borges V.al 1 q iem ~ Ve.de-.e una casa terrea ... ra da
faiio.quaitdu lil ter tituioi <|m sua mo, e
quejulga sor osla pre.umpQ.lo bstame pa-
mett .
parda, de nome Rila, com um filho de me-
nor idade.
-- Aluga-se a quem quizer .ihr p.ra o
campo urna casa minio fresca e commoda,
sita no Monleirodefrontedo Sr. JuSoTibur-
eio : na ra da Aurora n. 48.
Troca-se por una negra que seja apta
para o servico interno do urna cas, um bel-
lo negro inuilo mor;o e bom canoeiro : na
ra da Aurora n-48.
-- lloga-se ao Sr. Antonio Joaquim Mansa
ou a alguem a quem o mesmu dcixasse ficar
a chave do armazein da Iravessa da ra da
Praia onde o dilo niorava, o favor de a man-
dar entregar ao dotio no aterro da Boa Vis-
ta n. 10 sobrado, no praso de oito dias, lin-
dos os quaes se proceder judicialmente a
abertura do dilo armazem. licm loo mesmo .. Vendc-ee urna osa terrea depedra e cal
nassa respunsavel pur todas as despezas e junto aos fundos de S. Pedro n. co.n portio
PrejuizoS. I para a ra da Vlraco, livre e disembiracada,
0 ..lia"co assignado declara ter urna|quem a pertender dirlja-ae a ra Direita se-
Guia
tratar
guell
Ventlr:-se suecas com fej5o
nolatinlio, de superior qualiila les
prximamente chegado do Hio
re Janeiro : no caes da Alfande-
4., armazein grdnJe defronte da
rampa.
Vendem-se cera em velas ,
abricadds em Lisboa e no itiode
uncir i, em caixas de toojibras
sni lidiis, ile i a 16 em libra,etam-
il em de um >n tamanHo, por me-
nos pi co do que em outra qu il-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inbeiro, na
ra do Vigdrio n. 19, segundo
andar.
Vende-se um oaol.to, de 32 annos de
lade, bonita figura, p-unrio para qualquer
servicn : na ra do Crespo, lo|a n te
Vende-se u 1a negra, de 2,3 anuos, pro-
imi.i para o sorvigo do campo : na rus do
Crespo, loja 11. 16.
Vende-se superior farinha de Santa
Cathanna, em saccas de bom 1 unan 10, por
prefo commodo : n. ra do Rozario da Boa
Vista n.-2.
Vende-se um bonito mole-
no le mu de 8 das
Jeronymo Sehnntido de diencastro
O Sr. que aiiiiuneiuu vender nm sitio
de roqueiros da ilha oe liainaraca, po le di
ngir-se ao paleo do Hospital do Paraizo
n.34.
Precisa-so de um feilor que entenda
de 1 liniaooiis e que seja traballiadoi : no
l'asseiu Publico, luja n 11.
0 ahaixo assignado declara que deixou
de ix caixejru do Sr Jus Mina GouQsIves
Vioira Guimarui's desde 7 do 1 ni aiio, ao
mesmo lempo lint agradece o bom Iralamen-
to quj lhe dou dur m'e o tempo que l es-
leve J ./ion flieiro de Meirelles.
- Augusto C. do \ln,in, muduu o suo es-
taheleciinenlo da casa du 11. 41 da ra da Ca-
deia vellia, para a de 11, 48 da m mi.i rila.
A pessoa quo livor urna oscrava quo a
le quo u conlale dilo Sr. que exhib docu-, queira alugtr uara vender na rua, sendo
Denlos e.n coiilrano, sendo b m para notar lil, djiijase a rua dos Pires n. 17, que a-
luecslnSr alleguu ler pres.nnprj.lo docui- cli ir cun quem tratar.
\lugam-se or prerjo muito razoavpl
exccllonles cavallos arreiados com milita
a perturbar a posse long u nunca coules- gusto, ua cocheira di Iravessa da rua Bella
lada dos referidos Engenhos. Jo. lgiia-!n. 2. Na mesilla se recebpin cavallos para
ci Cabral. Sr. do Eugenlio, Ampaio e Moco- tralo ; e para isso se afianza a qualquer pes-
i, Dumingos da Cunta e -Silva. Sr. do sos que quizer ler seu cavallo em dita cu-
ungenho Ciiulia. chaira, que serlo satiafeilo cora a limne/.a
-- Em dias do moz de junho do correte o gran le commodo, o que poderlo verificar
uni, dasapparoceu do engeiriu Ilha Gran- indo a nie-ma cuclieira.
le, na freguezia de Agoa Preta, o escravo A irmandade do SS. Sacramento da
111 11,1., de nome Guilnermioo, de 30 anuos matriz da Boa-Vista ralilica de novo nego-
ie ida le pouco m.is ou menos, alio, corpo- ciar a letra de 8:408 00 rs, de queslo res-
iento, cor preta, pouca baiba, e una cica- p'.-nsaveis os Srs, Anioniu Marques da Costa
triz de baixu do queixo; tem o denle supo- Soarese Ignacio Marques de Cosa Soares,
rior da fenle podre, o sem acclo o dedo Dio pod n lo obstar semclhanto transactjlo
uiinimo .la mo direita. que tilo o dobra : o annuncio f 'ilo pelos referidos Srs. Mar-
este escravo he publico que foi ein lu/idu ques, por isso qua a irman la le nunca teve
para o cerillo. Riua-so as autoridades po- litigio algum a respelto de dita letra, e nom
nciaes a captura dolle, assim cano ,i espe- ella tem onusaUum sobre o seu pagameu-
ia das pessoas de mrito que liverem cunhe- to, oslan lo portaulo a utnin lado 110 pleno
cimento do referido, o obsequio de presla- gozo do nogociar como lio de direilo.
rom seu auxilio para o ine-ui 1 fiui a quem Arrenda se um sitio na ctrada de lie-
>e pagar as desper s eilas, e promelte-so lm quasi defrunto do beo do eipinbeiro
gralilicar bem a pesso que se encirregar com boa Cacimba de agoa do bolier, bstan-
la o entregar no mencionado engenho a tes arvoredus de fiucius, casi de vivenda :
seu Sr. Julo de BastosSoaros, ou nosla pra- qu;m o pr.-tuncer dinj i-.e a inesuia estrada
i;a, na rua das C'uzes n. 30. ''u 1UB ^oin csa nova de vidraga d fron-
--USr. Manuel de Sonta Le5o, t.e,?,liee d. J1** a fallar a Jja"
. Antonio de Oliveira.
senlior ilo engenlio Aumb, em lor- --Na rua do Queimalo n. 51, doseja-.e
10 Calvo, qusira vir. ou mandar ?abr.cr S a"A} provincia existe i.un Bapiis-
. 1 11 .i- 1 ta Fnix, natural de Setubal, para neguciu
io aterro da Boa Visti, sobrado que ihudizresp iio.
Precisa-sH do uina ama forra 011 captiva
pai .1 lulo 11 s \ 1 ., de una casa de pouca
familia : na |.r,i,;.i da Indepon lencia 11. 22.
Joaquim du Azevedo Villarouco, vai a
ri. 10, 011 se publicara a razo des-
te chamado.
-- Ruga -se ao Sr. Jos Romoaldo da Silva,
continuo da lliosouraria geral qua al o da Macei a negocio.
'6 do correle mz haja de vir ua rua do Roga-se ao Sr. reverendo padre Luiz
Itaugel concluir o nogucio quo nlo ignora, Carlos da Silva mande reunir o seu pennor
lo contraro o anuunri ntu lhe fir aplicar que a quairo anuos esla em poder de Jos
as penas do artigo 261 do cdigo Criminal, da Costa e Silva empennado por 200,001) rs
~ OSr. Jlo 10 I)ms Moreira de Carva- principal fora premios quo se lem vencido,
Iho, morador 110 C-b 1, queira ir u mandar islo 110 praso de Irinta das, se nlueumpa-
ao aturro da Boa -Vista 11. 10 sobrado, bem recer serlo vendidos por sua coma.
sabe ,iara o que; depois 1 .1 ,ii.'>\ .
9e.j, ^a*** e> +.> *a> a>
? Pr^cisa-se aluzar u na preta f .rra ou *
? captiva para lodo o servido de urna fl|
? casa de pouca fa nilia ; rua das Cruzes '_
tfi n. 28, segundo andar. fl
??'? P^> >T'**^s>Sr'> s,
-- O Sr. que lem penhurus e.n Fora de
nlo 1
D sappaieceu no din 4 de jolln de 1849
um miilnttulio por nome Eugenio, d idade
IG a 17 annos: de eslatura baixa, cor mo-
ena, cabellos castanhos e mu crespos,
ulhos regulares, poscoco cur'o e u 11 tatito
orlo, e nlo hz us niuvin.i'iilos de.tfl com a
i'alieQa regular e peifeilamenie; tem as ven-
ias arrezaga las, os ps e as mos gran es. Portas em um sobrado na rua do IMirn
T"in prnicioio do oflicio de uedreiro, sane 85, segn lo andar, haja de os vir tirar n.
arranj ir urna mes e gusta de andar ralfa- praso uo olo dias, do contrario lera de ver
10. lio natural de P
maoibueOj llio de
usen no e nrexl'iiiso.
L -VJ"- -H~-
que, de 18 a 20 annos, bom cozi-
nheiro, lava e engommi: na rua
lo Crespo numero i3, se dir quem
veade.
Vende-si um negro muco de bonita
lisura, canoeiro, de OacflO Angola : tr.U-sa
na rua da Cadea do Recite, luja de fazen-
las n. 51.
Ii.il iclitnlii superior americana.
Ven-lem-se caixas com bolachi-
nha ameriema, de superior qtali-
dade, pelo birato preco de 3,000
rs., a dinbeiro : no armazem de
Di is Ferreira, no caes da Allan-
dega.
Um burro.
Vende-se um burro, grande e gordo : ni
rua do Queim.do n 14.
Mi Iho.
Vende-so milho em saces, seholl.s e b-
talas novas, chegadas ltimamente : 0. rua
d 1 Multe de Dos,armazem n 31.
I< 111 da Cudria do Kecife n. $,
em casa de lleaiio Youle Companhia, van-
de-sea nm 1I11 afamada cliampaguhe denomi-
nada Comet qu-i ha muitu nSo vem a es-
te mercado, vindo pelo ultimo navio de
Franca.
-- Vende-se urna rica sai. eduas toalhas,
rom muilo bonito lava inlo as pqntas, lu-
lo guarnecido de bom bico e algumas ra-
les pmtidis de bom goslo: n rua do Quei-
mado n. 14.
Fechincha.
Vende-se um ovillo, bom de carrosa,
por 20,000 rs so por est.r magro : 00 ater-
ro da lio. Vista, sbra o n 10.
nem por violciiyU, escliuiuu ella cun uina
energa varonil. Al ao presente lonhn sido
escrava de su.s vuntades ; mas tr.ii.a-se da fe-
de buje. Km 1830elle nuil., euuao dlxiam as
fullias do ieui|.i.f nobreuieute quei.r.du sua
espida, o que slgnl ica quo ie tinha tranquil-
lieidade de uiiiiba lilha, daqui pur diante nao lamento retirado para su 1 casa, cousa que ti-
larei seuo o que entciider ; lique bem ce.lo nha desejos defaaer, h 1 inultu lempo; Kr. um
Uisso. desses lidaigtes arengenos e lavejoaos, cuj .
Uriaul defendeu-se com vigor e isto foi-lhc realismo c cuja vaidade cslava.n comtanle-
muito lacil, pur quanto era porleila.nenio lo- alenle em lula durante a resiaur.io.i., porque
ni.ceute. ueve-se concluir de tudo o que pre- pretendan, que ludu era coucedido as crie
cede que o pubre doulor uo leve a perinisso tos, por predilecta 1 e- aos liberara, pur f
]uareuta anuos ; er
fui\, mas vigoroso, c u.io lhe teria fiitado
ina cena dl.iloeeau, se naollveeae adoptado
o sysle.na de vul^arisar-sc cum gostu. EU
amava a agricultura eo.11 piisi e a cafi cm
firenexl .* orlava cavados, eugurd.ava bois, corra
lana oppnsitao
le dcscer a sul.io antes que sua amavel com- qne.a. ruurcj tiulia
panhcira o luessc.
Quando esta esicvc prompta, o folia par, de-
pon de ler tunad Corma un caminhu, deaceu
para a sala balsa, onde lodus os cunvidadusse
furaui sueecssivamei.ie reuuiudo. hiles era.u
em numero de sete : os duus uagouueau de as leiras para pupulariaar-se
que temos filiado, sSrs du Cautel c de l-'.iur- .inaie por blrra que por oeavleeao, e assiguav.i
ty c su.s 'ra.. c o callelm de Artiuou. as lulliasque na defeudiam aua opiuiau, por
O Sr. du Canirl era um cullcctur geral que que uJo custava.u eeno quareuta fraucoa.
oabvade oliaera pcrmleio de ceder a seu Sui niullier era bella e disliuou mas silcn-
llilioo empreg que exercia, era um hoiiiem ciosa e melanclica, f.oui quanto livesse ape-
gordo que orfava pelos eeuseesseala anuos, as Irinta anus, sua saude parecia niiiiad.
muito- pichoso eu. seu Irajar, muito sem ce- por um snlfi iu.....1 iuierlor. Oui i-sc no' lu-
remoiilaeui seu tratar, eobelo de um cun- gar que oda er* fall ul voz ella paniclpasse
lianta prudlgioia em sen mrito, porque ten- jdcssa upiniu, sem poder dar a raso dlsso.
do- o acaso enllocad no ca.niuho da fortuna, | O cavalleiro de Arlimon faiia-se niudesta-
linhalido o vulgar bom senso de nao ae apar- iineulecoui trra de ler clncocnla e cinco an-
tardelie; fallava muito e ra cstrondosaiuen-I us, era um rapas volho, lodividualidadc qua.l
te do que desia, venda agudeas, desnatural!- | tao r.r. boje quanto era comuium outra ora
sava os proverbios os inai. cunlircidoe ecitara tele tj-po que dcsappareceu euiu os calfOcs
a historia da inca a mais grutesca.
Finalmente como era muito bom aujeito, era
ainado o lugar e multas vetes ja se liuba
Halado de nomeal-o depulado. tena sido is-
to o que ee chama u.na eicellenle esculha,
A eenhora du Mantel podia achar-se no meio
desae periodo equivoco e rpido da vida, du-
rante o qual as iimllieres falla.n de sua velbi-
cecoiu urna aolieltude <|ue poderia lser crer
que |n 1.111 mi uu nis 11 uo.a rneutlra, para
e.npedir i|ue se repare e.n u.n laclo cerlo, qual
be eua uaturalidade. A eeubo.a du Cautel ti-
nha eido mu bella dos vinte aua quaienta e
cinco annos e defend, enrgicamente os res-
tos de aua bellc/a contra as iuiolencias do lem-
po. Ella fallava pouco, cuino toda a mutiier
que teiu un marido palrador ; mas requebra-
va-se multo, le.nbrando-ae do passadu : Isto
quauto ao physico.. Quajuo ao moral, a eenho-
ra du Cautel valsava alada quaudo ae acbava
ein sociedade de amigos cgo.tava prudigiosa-
mcute dos butoes de rosa, Uo veujM, dae plu-
mas, das rendas e dos romancea de balzac c
Paulo de Kocb.
O Sr. Aldouto de Fourcy era o modelo per-
fcilo, o lypo cmplelo du dalgo cauipone
curios, era representado ua pcs-mi do Sr. de
Arlimon, pur um lioineuainiiu redundo e fres-
co, com as maus semprc chcias de ra.nilheles
que uin i.. 1 1 damas, com as algibeiras
guarnecidas de duces que as mucas Inc Ura-
vam, c com a memun. rechelada de enigmas,
de charadas, de cuplas e de outr.s riquezas
desla especie que leu. u.n eucesso prodigioso
nos departamentos; er. regalao, e sabia de eur
a gastrouoiuia de tterchoua e a arte de j'iuur
ua cidade di defunlu'loluet.
O Sr. Hagouueau era a'expreseo perfeita do
h iiiiein d puvo de outra or.Ao que uuli 1 do
dign c de respcilavel. Elle tiulia atravesado
euiu reproche u sem medo a perigo.a |> >di 1
da un,uara revoluto.'aceitando luuct.ii'- pu-
blica para poder prestar serviyos |priv.doe.
servlndo-ec re eua pupularld.de para Iufrla-
gir lele u.iquas, fellaudu mullo da liberd.ide,
mas provaudo princirrlincutc que nao a coin-
prcheudia, iiualttiuuie par.n.ueceiido ostea-
siv.inenie hou.e.n de bem, quau.lo havla Un
toa perigos e.u deix.r smente euepeilir que
se o era. Elle tiuba vintc boas mil libras de
renda, reauluuiea de um patrimonio eabla-
eaente administrado por muas geraedes. Suas
iiianclrasciain dignas, simples e respeitosaa;
seu tomperfeltu: su. lluguagein um pouco
sulemnc. Klle p.dvilhava os cabellos ; mas pe-
la dala ds acontecimentos jios quaes tiaha re-
pi. -ri,1 1I11 mu papel activo, posto que nonee-
t, podia-se julgai que devia ter pelo inenis
sem setenta e cinco annos.
Simio, eeu tildo, ua tinha seno vinte c
ciucoannos; seria dilHcil acliar-se um man-
cebo ni' 1. amavel. Sua infancia tinha sido
pura, e suajuvrntude era estudiosa, ^laudado
n^ idade de deeanuve annos para Paris a flu
de frequentar ahi o curso de direilo, tinha
paseado l, cinco annos, fra o teinpo das fe-
rias, e durante todo esse espato nao tinba uun-
ca causado urna s hora de Inquistats seu
pai, Klle era bello, calmo e serio; simples e
uiodcst, ignorava .s riquezas nativas de seu
eoracao, e os ihesuurus leuta.nenie a.noatoa-
dos de sua intelllgencia. Sua fruote elevada
linda agravid idc da uieditato ae.n a tristeza
que ella pridut quando he urna fadlga em
ver.de ser nina necessidade. OSr. Ragouoeaa
ail.uav 1 a Simao, o qual amava a seu pai, com
rs.a ternura respeltoea; cujas boas tradlc5c.es
rnenla.lo de boje tem u.n pouo' esquecido.
Taca era.n as pessoas reunidas por eiitao 00
salo da familia Kriaut.
O lempo* passou-se' em conversajes al a
hora e.u que Lauro, metlido em u.na 1 br
lematladameute comprida c larga para aeu
corpo, velo aanunclar que o Jantar eslava
pro..po.
Huanle cala importante ceremonia, nada
perlurbou o praier da Sr. Briant O Sr. Ita-
gounean dirigio-se por si mesmo para um lu-
gar inudeelo. de eone que a direita e. requer-
a d. Sr.. da casa podera.n ser oceupadas por
du Lantel Fuu.cy Gorlna foi dlgua.nente
collocada enlrc d'A.li.noa e.Sr.. du C.aiel,
de mudo que Slu.u nao podesse ouuvcrsar
comella. Ojaoiar esleve bo.n ..rguuds ca-
berla na ee fe esperar ; Analmente f"
nezi ebegou eom u.n eaercilu de veter.no.
habilu.dos, ba muuo, ''"oobr*..J?!' ,.
oltollur.e, ..equlp.gen. dos convidado me
nos o carro pesado o d Sr. lias'"-"" JJ
M. uvera ..ifuelo delicada 3.-and.r adl-
auie poeeram-eo ao pt' da eacaaTi Pur tras
de lies L.aaru lluba seguro pela reda, ojumen-
ilnho de Arilmoo. C.d. um enlrou para Mil
carro. OnCouiel esuv.Jano fundo de aua
berlinda. quando o cavalleiro por junto del-
lea gallope curio.
iia, runl, csclauasu cite; 4 ArUmou
monta a cavallo ceno um Uuceph.lo.
(Coaliimar-M-a.)
i

I
4
II crniWPI


(M-K3IW mi #wet*..
;ilgocliiu trancado na a-
-- I :m casa de J. Keller Sl Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o i'xci'llenlo e superior rlnho tic M-
rella*, cm barri de S.\ he muilo recoan-
rnend.vel as casas strangeiras, cd o-
cellenta vinho para paito.
Vende-se superior cognac velho, ero
barris de 1-2 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, ciu de J. Keller & Companhia.
Vende-se geiso em barricas, vindo no
ultimo nato chegado de Franca, tendo ca-
da iiairica -20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra Ja Cruz n. 55, casi de J. Kel-
ler & Companhia.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e bracos
de ferro : na l'undicao da ra do
Brum ns. 'i, 8 e m,
Vendem-seamarras de ferro: na ra
di Semilla nova o. 42.
Tnlxus imirt cnscnlio
Na fundiQo de ferro da ra do Itrum,
acaba-se do rccebor um completo sorllmeo-
to de taias de 3 a 8 palmos de bocea, as
qu.us icham-se venda por preco com-
modo, e com promplidno embarcam-se, ou
earregam-se em carros sera despezas *o
comprador.
AGEtNCIA
da fundicao Low-Moor.
IIUA DA SENZALLA ISOVA N. 42.
Meste cstabelccinicnto conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engcoho, niacliinas de
vapor, e taixas de /erro batido e
coado, de todos os tamanlios, pa-
ra dito.
Tecido de
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n, 5a,
vendem-se por atacado duas quslidados
propriis pura saceos de assucar eroupa do
i scravos.
Moinhos de vento
iioni Lombas do repudio raro regar borlas
d baixas de capim : vendom-sc na fundido
de Bowman 6; Me. Callum, na ra do lliuin
lis. 6,8 0 10.
Novo sorttmento le. rtseuilits, na
ioja iln rao ilo Crespo u. <>.
Corles de cala cinta fracoza, de cores li-
sas, por 2,000, 2,100 c 2,S00rs. ; ditos di
cmbralas de salpico?, a 3,601) rs. ; orles
de chita de bom gosto, a 1.0J0 rs., com 12
novados ; cusas dequsdros para habidos,
nom 8 1|2, a 2,40Ors., a peca; alparka de
cordSo muilo lina, a 800 re., o covado, e
militas oulras fazerWas por barato prejo.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
penduias e picota para cacimba :
na na do Bru ns. 6, 8 e 10,
lundicao de Ierro.
Vendc-sc
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vendo-so tudo por procos commoJos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
A mor i m n. 35.
Calino*finos ilc toAasfisqna
liiiailo.
Na ra d Crespo, luja "* esquina, que
volt para a Cldeil, vendem-so panno 'no
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,300 e 3,009
rs.; dito azul, a 8,000, 4,000 rs., c muito su-
perior, a 5.109 rs.; dlloverd, 2,800 rs. ;
dito muilo claro, a 4,000 rs ; dito cor do
rap, a 3,000 c 3,500rs.; corlea de casimi-
ra prctn, a 3,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,100 rs., o oulras lazendas o mais
barato possivcl.
(lera de carnauba.
O mal luperlor que ha neste genero, ven-
de-se em porcao c a retalbo : na ra da Cadeia
do liccife, Inja ii. 50 de Cunta S Amonio.
ellas iln stearlua.
V, ixlcm-srtil vella da inrllior qu illdlde
l. s:\rl a itic rs. cada caiiloha deSalibraa,
IraM-H COM 4.C. de Abren, na ra da Cadeia
do liedle o. 4i.
Deposito de cal r pota esa.
> -ai ni i/i'in da rna di Cadeia da Reelfe n,
12, lia mullo superior cal do Lfsbol em prdra,
assim tomo poi,v. preco inuilo rasoaveis.
potusaa la l'.u-sla.
Vende-se potissa di Russii, rccenlomen-
te chegada, e de muilo superior qualidade ,
na ra do Trapiche n. 17.
t Algorto para saceos. v
ty Vende-se muilo bom algodro para (k
>. saceos do assucar, por prejo comino- t
t do : em casa de lcardo Iloyle, na *
nuda Cadeia D. 37. a)
Ven'dom-M relogioa de ou-|
roeprala, patente ingle: na nial
di &enzalln Nova n. 4a.
Mouda:- SUIierlorea.
Ni fandlcfio de C. Slarr Conipanhia,
n.in S.-Amaro, neham-sea venda moudas
de canoa, todas de ferro, de um modelo c
construcc3o muilo supcnor
Arados de Ierro.
Na fundi;Ko da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos nic-
dolos.
Anligo deposito de ca
1,600, 1,800c 8,000 rs.; ditos de cambraia
branca com lislraa.de cOres, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; corles de coleto
de fustBo do ultimo Rosto, a 1,600 rs e ou-
lras militas faxeudas por preco commodo.
Vende-a* um grande sino no lugar do
Hanguinho, quo lica defronle dos sitios dos
srs, Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim quo sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberlo para banho hi-
lantes arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrarlo novo de um andar.
Vendem-se ricos apparelhos
de metal para cha : em casa de
G. Renwortby & Coinpanhia, na
ra da Cruz n. 3. t
Casa de commiss5o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para foca delta, para
o que se ofl'erece multas garantas
a seus dono:; .* na ra da Cadeia do
liccife n. 51, primeiro andar.
Cera lo carfiaiibn.
No armazem de'Domingos Rodrigues dd
Andradc ; Corrpinliia, na ra dosTanoci-
rosn. 5, vende-se supcri<,r cera de carnau-
ba, ltimamente viudas do Aracaly, em
porcilo o a retalbo, por monos prc(u que
em oulra qualquer parle, assim como sola e
couros miudos.
Agencia de Edwo Maw.
I\a ra ile Apollo n. li, arina/ein de Ve, Cal"
mont& Coinpanhia, acha-sc coiulanleinenle
bons sorliiueiilos }v t.iixa de ferio cnadu e
balido lauto rasa como fundas, inucndas in-
coas (odas de Ierro para aninae, agoa, ate
dilas para armar em madeira de lodos os la-
inaulios c iiudcllos upas inoilerno, inacliina
horisonlal para vapor, com lorca de \ caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estancado
para casi de pulgar, por menos prego que o/,
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
lano em barras como em arcos lollias. e ludo
por baraio preco.
NO VID A DE.
A ellcs i :n ;u,mo nao se acaliain.
Superiores corles do cambraia praleada.
Estes corles silo pella prime iaa vei chega-
dos a este incrcaJo,e porlanlodcveui ser vis-
tos c comprados pelas senboras de bom gos-
to. sendo seu diminuto custo de 1,000 ; na
luja da ra du Crespo n. 6.
WK^-^.-W '-.-.-. .-'Mr..-.?:.... --'-..- -
<^* Ka lo).'i pernambtieana, rua *
doCrespon.il. g
3 Ven lem S rics encera os, do lio- ff
., nitas estampes, com 8 palmos dcflar- _
# ura- ..-.
mm&MmsA U9 .SMW
-- Vendem-se cornos paraco-
bertaa de caros os melhores
ndo ao mercado
*m #=
panno azul pelo baratissimo preco do O.OO
r. cada um.
Sdccos de estopa. *
Ven,lem-se 60 saceos deeslopiyiovog com
2 varas a 30 rs. : na rua larga uo Ilosarir/
n, 48, primeiro andar.
Jirva mate.
Na rua Nova n. 6, Ioja de Uaia-R>mos&
Coinpanhia, vende-se erva mate, chegda
pelo ullimo vapor do sul, a 210 rs i libra, e
6,00) rs., a arroba, he bebida mui fresca e
dioretica.
Cortes de brins de liseras, para cal-
sas, a i,o, i.,5oo e i,8oo rs.
Vendem-se corles debrim de lislras de
cores, a 1,440 rs.; ditos de lirn amarello, a
1,500 rs. ; ditos brincos de puro linho, pro-
prio para militares, a 1,800 rs.; esguioesda
algodAo com 10 l|2 varas, a 2,509 rs., a pe-
ca ; chales de 13a do bonitos padrees, pro-
prios para andar em casa, a 3,200 o 3,600 rs.:
na rua do Crespo, Ioja da esfl.uioa que vira
rara a Cadeia.
O Na Ioja pernambucana, rua O
du Crespn, 11,
^* Vende-se ptimo merino prcl 9
2 russiano, proprio pora calcas, j-ique-
*3 tas, palitos, vestidos, saias, lunOos, &
3 etc.. pelo bmtissiiiin pieeo de4O0o O
quartos para escravos e para feitores, ci- (gura, de 18 annos, perfeilo cozlnherro; um'alias hoai contiendo. nHo deixir d
cimba com Iioaspo, mnilos nleeroles com pardo de 24 anuos, i ruprib para todo serv- pra-lla por presos to baratos nao00''1"
llores", arvoredos de f uctos, oui chitos pro- (o, c urna preta de meia iJide, proprii pa-jsuiudoiindi: na rua Nova n. 17,
1 as pos-
priqs, mura l,i o com portlo de ferro, | or I ra lo.lo servieo.
preco cayninolo : lrati-so com Krederico
CDaves, no alono da Boa Vista, sobrado nu-
mero 17.
Vende-se urna escrava, com ama cria
de 8 annos, boa oozinheira, engommadeira
e. lavadeita : na rua do Codorniz venda
Q. 10.
A i ao ra.
Vendom-se chitas, com muito bons pan-
nos e tintas seguras, a 120, 140 e 160rs. o
covado; castor escuro muilo encorpado,
proprio para roupa de escravos, a 160 rs. ;
lencos bordados, para m3o de senhora, a
280e320rs., cada um: na rua do Crespo
u.2S.
~ Vendem-se bonitos moleques, moleco-
tes e molecoes, e catre estes ha um ptimo
pcdrelro; negros mocos, de 23 anuos, o no-
grus do meii'idide, pira o Inbilho de si-
tio ; negrinhss, negrotas, negns mocas o
urna molala, de 18 tunos, com algumas ha-
bilidades, ludo por pree,o mais em mua 00
quo em oulra qualquer parte: na rua das
l.arangeiras n 14, segundo andar.
- Vendem-se 3 lindos moleques de 8 a 18
annos, sen lo um o'plimo sapateiro ; 4 pra-
tos de 25 a 30 annos, stmdu um olairo, e
oulro calador ; 2 pardos de 20 a 25 anuos
Vende-se um moleque, de 15 annos do
Fecliiuc in.s.
No atorro di Bol-vista, luja
por diminuto pr^co, alneles trefrro
pan armadores a 1,600rs. a libra, sapn"
da trra de todas asqutlidades por miiii,
burilo preco.
Vendem-se diversas pecas da oiiro o
jy ...,..., ^,..,,,,, |,aiii(iB o v ao anuos,
<3 500 rs., o covado. f> pardas de 16 u 20 annos, com habilidades;
&&QQ&99&BQ OGOOe 6 prelas algumas com boaa habilidades, a
- Vendem-se o seguimos ohjeclos ja oulras propnas para todo oservico : na ru
usados, por proco commodo, 6 vaos do ca- do Collegio n. 3.
silbos para alcova, ou jancllas de varando, tucas abotoaduras, para colele.
6 portas de amorellu e 1 earleira de uini s Vendem-se rica* ibotoaduris de vidro,
face : na rua do Crespo, Ioja da esquina que para colele, obra de muilo delicado gotlo :
vira para a Cadoia. na rua do Queiniado n. 16, luja de miu-
iVivo soitmenlo de cobertores, a dezas.
8oo e i,9.8o rs. f*ftlgff?ggjtj
amado Crespo, l.ja da esquina quo vi- t, ABADOS AMERICANOS.
ra para a (.adela, veudnm-so coberlorcs i, i, .
hraucus de aigudao, umii barras, d,i crese ^ venuem-se arados amen-
muilugraiiJvs, a 1,280 rs.; dilos oscuros do canos veidideiros ebegados
' dos Estados Luidos : na rua
liip qusdnniios, para roupa iloesciavos, a 120 m
rs o covudo o outias inultas luzcudas, por + do 1 rapiebe n. 8.
preco commodo. tf ?*#*-#^**tSaf V##a5Su
Pechincba Econmica. Parinha barata.
lie cnegado ltimamente um novosorii- v;Jnio >,..... __ ..
ment debrim perdos.de linho, escurse lh ,11 T^iSJSu "S!
claros pello barato preco de I00 rs. o cor- ''m.no.Vorn'S... Jlim pnr,prP! **
initio e'.lgodlopa.iroes .no- ZT^,r'^^'^'
oslo a 1289 rs o corte : na | Venl]o.SB um' '^fi* 0 sen,
Jos Francisco
demos c de bom
ua do crespo n. 14 Ioja di
llias.
.liis pechincha.
Chales de sed), muilo bonitos e grandes,
a 4,500. 5,000 e 6,000 rs., cada um na rua
do Crespo n. 10, na Ioja do laboida.
Chapeos amazonas.
Na rua, No a n, 44 > fabrica de
>

>
-
>
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
milito superior col nova cm pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligcira.
Deposito la fabrica le Todos os
.Sanio un llaliin.
' Vende-se, em casa dc.N. O. llieber&C. ,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por pre^o com-
ruoio.
Vcndcm-se relogios de ouro,
de sabonetc, patente inglez, e di-
tos para seubora: cm casa de C.
Kenwortby & Companbia, na rua
da Cruz n. 2.
Aimla untls pccliiiiclia.
Corles do casimira prela, fina, por5,000
rs. ; ditos decores, a 6,400 rs. ; brini brin-
co iransaik de iinho, a 1,800 rs., o corto de
calca ; ditFesciwo, a 1,600 rs.; dito de lis-
tras, e2,*00rs. : na rua do Crespo n. 6.
NOvIlJK'ClllllCllU.
Corles le ea.ua chita, o 2,0u0 rs.; ditos de chi-
ta ititeiros com 12 cavados, a 1,600, 1,800 f
que lem vindo ao mercado : cm
casa de t. lvenwortby es Couipa*
libia, ni roa da Cruz 11. 9*.
-- Vende-se cola do lio Gran-
de, cm lijrrKJS c por preco com-
modo : na rua lo Vigario n. 19,
segundo andar, cscriptoiio de Ma-
chado & l'inlieiro.
Vendem-se vasos de lon^a lina para
jardim, azulejo da mesma louca de bonitos
gOSlOS proprio liara torrar fenles de c sas
jirdins, &c.; cooiros do algodno, izcilona
nova, fumo, vinho do porto cm pipas e bar-
ril, aliios o rolhas cm canaslras, lio porre-
ta, bnns de RlgOdSo, penetras do anime,
linha de roris, por pretjot comino ios: na
rua do Vigario n. II no armazem e 1 andar.
Vendem-se solios ingle/esc-
lasticos e dilos com borran has: em
casa de G. Kcnworlhy & Compa-
rtida, na i ua da Ciui n. 2.
Vl V V v V V V V Y V r V y V v >Q
" Na luja pernaiiibiicana, ru 1 *
do tjrcspo n. 11.
Vendem-se superiores cuberas de
casimira carmczim bordada) de
preto, para piaunos, mesas de meio
de sala e de janlar.
Vende-se superior panno de
algodSo, para saceos: em caa de
G. eowOrthy ix Coinpanhia^ na
roa da Cruz n. >..
Vende-se u;na c>si terrea, na ma lui-
1 ial, travessi do PavSo o. 9: tratar ua rua
lo S. los n 15.
Familia,
de n'andioiM, chegada de Sania Calliariini,
no brigue blinervii, ancorado en) Irenlc do
caes dolamos: vende-se a bordo do mes-
nio navio, ou na ma do Trapiche, cscriptu
rio n.5, a prec,o menor do que cm parte
algiiuia.
Vendem-se os scpuinles gneros de su-
perior qualiilidc muilo ern conla, queijos
lonlrinos frescios ililosdo pralo puzun-
I tos para fian?uro, dilos hanihurguczcs, di-
I los porluguezcs melgaso para pinoila. latas
com bolacha de l.'shna, ditas com chocolate
de canella de Lisboa, frascos com conservas
ugleZBS.bocela e caixilihas muilo asseadas
com masaas linas para sopa, garrafas de vi-
nho muscati l,de lltobal, ditas com dito lei-
loria do porto, ditas com dito de carcavel-
lus branco,dils com uilo de colares: na ma
da Cruz numero 46 defronle do Sr. Dr. Cos-
me do S IVrcira.
NOVIDADE-
A clles nures que se acabem.
Sin chegados pela primeira vez a esta
provincia os muilo afamados corles de ves-
tidos 1 1,iie 1.lo para quein tiver bom goslo,
pelo diminu preco de 4,000 rs. : na rua
do Crespo, luja da esquina que vira para a
cadeia.
iiom e borato.
I'.ua do l'asseio publico, Ioja n. 9 de Albi-
no Jos Le le, vendem-so ricos cortes de
meia cas mira.padres modernusa 1,490 rs.,
Meados de linho azul e do cores a aoors.
o covado, dilos l'rancczes a 200 is ditos
monstro a 200 rs., chitas para colxasa160
rs dilas para vestidos a 120, 160 e 200 rs.,
chapeos de sol de paninho do ultimo goslo,
com barras a 2,500 rs., corles d coleles de
fuslilo a 800 rs., ditos de lila o seda a 1,009
rs., lencos de seda a 1,000, ditos de b.co a
320 rs., ditos pintados para meninos a I 11
rs-, grvalas de selim a 1,500 rs diales de
chita a 640 rs., cambraia da iniia a400rs.
avara; e ouujis mullas fazendas quo nao
vicio algum : na rua Helia n. 16.
Casi da modas (rancezas Rntssard
Millocbati, aterro da Boa-Vis-
la, loj n. 1.
Nesla osa especialmente de modas, os se-
nhnns(.chalilo sempre um grande sorti-
mentodo ludo o que coinpunhe um toilelho
elegante, vindo direcinmcute por lodos os
navios d'llivrc as mo las as mais cscolhidas
chapeos, chegaram pelo ultimoj,pirlleBlchapu8imtnMMlftouMdoti
navio francei do Havre
mo ernos e de melhor go.sto pos
, OS mais bicus, lilas, luvas, lils, vesliuos, blondes,
_ eatu;:., ..>, c^ssas, lencos, flores, plumas,
esparhlhos, lian,as, tarlilanas.garcas, ele ,
sivel, chapeos amazonas de patita etc faz-so connnuauente chapeos, toud-
a Italia ; ditos de f'eltro blancos, dus' IWo,equalquer enfulle desenbo-
,,. ., 1, ra, tanto para bailes e casamentos, como
jjretOS C p,rdos ; ditos de pailia ,,ara visiias.com goslo reconbccido o pro
enleitados, paia meninas e meni- commodo.
nos nar nrfrn ,,........f, vcndem-se larinha SSSF verdadeira
nos, por preco commodo. n0va, oleo de linheca, barril com breu, lu-
?*)*t'***'*?y'r!'fif'fl|> Joavonlade dos compradores: no anua-
t: Clicoucm ao bom e bar ito "* 70in doj ,a.iuim da Silva I.ojos, portada
Jl 9 allandegan. 20.
t! Vendem-se pannos finos prelos a j ; Vende-se ni luja n. 1, do alterrn 1I3
% :i,'00c 4,000, rs.,ditosa/uesa :i,000, ,,) hoa-visla, ricos veos ec lioiva, flll de blan-
t) *.000 6 5,000 ts., ditos verdosa 8,500, 4 ide, ricas capolas d 1 llores o c.ixosde la-
'>, dulas frnn yz.'S mullo linas a 280 i) ranjeira, capcllas e cixas para madrinhai
V- rs.o covado,cassa cinta a 610 rs. a va- J* ; le noivas, hicos de hlanle, luvas crtase
l: a, casim>ras de Cores e do boni- '^ compriias, meias blancas, lisas e abcita
Ct ospadroesa 6,000 e 5,000 is. o corte, i I bordada de seda, lencos de mito do cam-
. encisdes'da de coies a 1.0)0 is., 4 Ihrata de linho, ricas filas brancas ; faz-sc e
palitos muilo hoai Coitos a 5,00), leu- .) onfoita-so do ultimo goslo v> sli .os de 1101-
Cos i-iicarnados para grvala a 2,000 f# vas, por commo 10 pre?.
Vt Mlc-se ou permuta-se
t:
tj rs.. algodSosmlid com po icj avana
fe a 1,609 rs. a pecj, lencos do cambria
do linho a 480 rs riscados largos
Jf. pioprios para roupa de escravos a 120
0 rs. o covado, sarjao proprio para
? roopa dos meamos a 210 e J20 rs., o
ti covado, o onlras mullas que se lor-
t 1. mi apreciarais, u3o s pela sua boa
t' qualidade. como pclu diminuto preco:
ti na rua de Crespo 11. 10, Ioja de Igua-
ti em l.ui/. iie rilo Taborda. &-
>>t ..^?.rt.*.,-.**.**<,a>**t-
AttencSo a pechincha.
.1 210 rs., mi un do Crespo n. 14, tuja de los
FrtMClico llias.
Vendem-se flnissimas chitas franeczas co-
res mullo lisas, padrOes lindos o de novos
deseulios, lingind.i CSSSl, pela barato preco
de 210 e 300 rs. o Covado, Hilas esl filas de
nevos padrOos a 20.U rs. o covado, brim tran-
cado e puru linho cor do chumbo e aiita-
rello a i,coo o crt'-, li pelos muito gran- venda, na praca da I idepandoncia 11. 4, luja
por casas ou
sitios nesla piuca oengenho Po-Sangue,
slo na comarca do Kiol'ormoso, moenle e
[correte, de nit,ito boa produoeflo, com um
quarlo de legua de frente, c meia de fon lo,
com proporcos pura moer coor agoa finta-
losimi ule, uor (car marcem do rio Sari
nhaem : lem ptimo cerca lo quisi lodo Fal-
ito do vallados, muito bom sitio pira
llivridores; queni o pretender diriji-se I
rua Di rolla, no segundo ailar do Bobrado
[11.88, das 6 js 8 lloras da manha, c das 4
Iaa 6 da tarde.
Aos :O0O.?OOO de rs.
Loterii de IN. S. do l.ivraniento.
0 cautolista StlusUano de Aquino Ferrei-
, ra. l'iz tciante 10 respeiUvel publico, que
as ru las da inesma lolena, niiJ,,iu iiif.illi-
vel no iIm ilO do noslo vindouro, e as suas
mu afortunadas cautelas OSlSO exposlas 1
No aterro da Boa Vista, Ioja
n. 18.
Vendem-se casinetas mescladas, ptima
para palito, pelo baratissimo preco de 640 [ ,,ri 7m"feito ^0-^0do "aa
do bulOes depunho, I par de llvelas n,
psdro, I dito de brincos lapidados, 1 a,
jde solitarios, I annei da sbracos, 1 volu
de cordJo com umoracSo, 1 pardeauc-,
de minas novas com contas do K>o J gumas pequeas obras, o as de prata, -<-i -., j
' foi, 28 cabos de facas, um salva, 4 parra" J0"
culicaes, 6 colheres de supa, 10 uilu ,ja
cha, 1 dita para lirar assucar, 1 dita J0 (cr-
rioa, alguna resplandores pequeos c j,'
I dems, ejidos e umi jorco du obrit qUoI
hradns, o por mais biralo prego, um paruY
brincse 3 anneis do diamantes : na rm ,|
Queimado, sabraJo 11. 37, primeiro ani,,,
A imitaco dos de seda, a 3,000 rs.
Na rua do Queimado, loj n 17, 10 p di
botica, vendem-se c'iapeos do sol de pun-
innho ni, uto lino, 1I9 cores, verde, azule
prelo, fazeuda que parece seda, a 2,000 i,.
cada um, assim como um sorlimeotudeci!
sniiiras de coros inebriadas, proprias par
paliis, a 1,000 rs o covado, cobirtoresdo
Forlo, 1,nulo grandes e oncorpados, a 2,500
rs., cada um, dSo-so amosins com ne.'
uliores.
Vende-se um fardamouto completo pa-
ra guarda nacional de cavallaril: ua pr.c
da Independa n. 22.
Vondem-ae 42 acedes dacompnihiado
Bebiribo : a tratar com o Sr. Mauoe.1 J01-
q .um Stlvoira, ou cambio da rua da Cadeia
do llecife.
-- Vende-se a colico das lisextrava.
gantes: na venda da esquina do pateo do
Cu mo. que entra pan Cimboi.
-- Vende-se um pequeo sitio, com 2mo-
railinh is decasa de pedra ocal, londoj
viveirosde peixe, planta dec nutras diversidades d frucluiras, vende-ss
por ssuduno querer relinr-se por f illa de
sanie, cujo sino denla re i eo 11 O do nudo
Carioca : tratar no mesmo, ou na rua do
Caluc dos AfTogadas, com soudunoJoSo
II .'spanhol, no rr.esmo sitio.
Vende-so urna taberna, na rua da.\u
rora n. S6, com poneos fundos a vonude
do comprador: a Irritar no Kocifeaa ruidi
Senzalla Nova n. 9, ou na mesma.
rKemle-se no Maranhfto, a fabrica
de bugias stiarinas e sabUo.
Os administradores da liquida-
cao de Tbcodoro Chavanes, ven-
dem a fabrica denominla Maia-
ohensc, na rua do Pioppnto, des-
ta rid-ide ( p >rlo dos remedios),
a saber : casa em que est muu
tada a fabrica, com 30 bracas de
frente c i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes de lorca de
()oi),ooo libros, cada urna ; i dita
vertical de fon; i de 400,000 libras;
3 grandes cabieiras montadas, pa-
ra o' fabrico do sabo ; 4 dilas pa-
ra derreter sebo; tolos osperlen-
ces nei'css irlos para o fabrico do
stearina c s-bao; ci eseravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno anrrexo*n fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
28 de fundo : os pessoas quepre-
ir-ii Icrem comprar, dem nesla
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companbia.
i: 1111 do Colleglo 11. 4.
Novo sorlimenlo de chapeos de sol, para
homem e senhora, a sabor :-chapeos de
sol de sela, armadlo de bulis, de 4.5i 0 rs.
para cima; dilos dilos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; dilos de panno lino, do ar-
maco de balcia o de ierro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos do irmacSo do junco, de
1,200 i 1,800 rs., toloslimpos : grande sor-
limenlo de sedas o pannos, cm'pecas para
cob'ir os mesmos,. baleiaa para veslidos e
esparlillioa de senlioras. Concertam-se. to-
das as qoalidr.dcs de chapeos do sol, ludo
com p, rleico e por menos p e{o do quo om
oulra qualquer paito.
Para as escolas.
Vende-te no paleo do Colleglo, lijado
livrn azul a synopsis do general Abrcu o Li-
ma, ltimamente adoptad* pelol.xm presi-
dente da provincia como compendio de It-i
tura o historia do Urasil ms escolas prima-
rias da provinefi.
I'reco om luochuri 2,560
Gncideiiuda 3 209
Lotera de R. S. do Livramento.
No aterro da Boa Vista. Inja de ealsarlo n
t8 vendeu-so iiln de otitrns premios o
molo bilhctn n. 513, em que sahio 1:500,000
rs. da lotera de N. S. do l.ivramHino, o
na mesma luja estJo a venia billteles
ineius, quartos, quintos, decimos o vig si-
mosda mesma lotera,' a qual corre nodia
30 do agosto curente.
Ililhetea 10,000
Meios s ooo
(.
'"""" -:'--. ':"': !
anlois PailhetSi Coinpanhia.
par
p Conlinua-se a vender no deposilo S
geral di rua da Cruz n. 52, o excel-
\i linto o bem conceituado rap areia M
J prela da fabrica de Caulois l'ailhel K Companhia da Uahia, em grandes e p
S pcquelas porerjes pelo preco eslabe- j
S locido.
* i"' -'
es a 2,uou, riscado l'ranraz a 160 rs. o cova-
do, e cintas oscuras a 160 rs. o covado,
assim como outr.s multas lazendas pelo
barato preco.
Tesouras muito linas para
costura.
Vendem-se losouras para costura de ('uaitos
muilo sin orlor quali la le e de tolos < s la- Quintos
manilos, dilas direitas 0 volteadas para cor-
de miudezas ; na rua da Cidria do liccife
n. 46, Ioja do miudezas ; no aterro da lina
Villa o. S, Ioja de calculo, o ua rua Dimita
n 121, Ioja de ourives.
Premios corresponden-
tes a surte de 5:
PreCOS ds cautelas.
I) cimos
Vigsimos
2,600
2,100
1,100
600
1:130,000
020,000
460,000
2JO.000
i
I'ccltiiiclias
Veitdem s> peras de ehital linas, a 5,5"0,
6,000,6,500o7,li00 rs., em covados a 160,
I80e200rs.; dilas franeczas largas de 280
rs, o covado ; superiores corles do cam-
liraias de salpicus muidos, do cor, a 5,500,
6,000 e 6.500 rs. con 8 varas ; fraitklun
pelo, supe, iur Calenda, a 400 rs., o covado;
algodo de 11 si ra, para eiOfaVOS, a 200 rs., o
covado ; pecas do ma.iapplao, para forro de
20 varas, a 2,240 rs. ; cortea do cambraia do
lar Ulibal, c por preco mais cmodo do que
em oulra qualquer parto : ua rua dos Qu li-
tis n. 24, Ioja de miudezas do Jos Illas
Sjme Bengalas a ,8o rs.
Vendem-so hanguilas a is'O rs. cada urna,
ditas mais lii as a 2,000 c 1.0U0 rs. : na rua
os Quarteis n. 24, Ioja do miudezas de Jus
llias Siii,Oes.
avalhas para barba.
Vendom-so superiorqoilidide denava-
Itas pan barba, com cairos de marli n, em
eslojos do urna s nevi.lha, frariqucaudo-so seda, a 13,000 rs., o corle ; cortes du csssa
ios compradores poJcrern leva lus a con- chita, minio linos, a 2,400 rs. ; pejas Je al-
iento, haveiido mais oulras diversssquali-^o 13o trnsalo, proprio para escravaluri,
dades para menos preces : na rua dosUutr- por ser de muila dura c elstico, a 3,600 rs.,
te-is n. 24, Ioja do miudC78_s de Jos llias ,u peca ; pecas de CUIl'j para babados, a
Sin.Oes. 12,400 c 2,500 is.; pecas de bretaulia de li-
__Vende-se oleo de lillbaca em "bu, com varas, a 3,000 rs cortes de cal- "" s|s'iJ
.,..,. ., i- f sas do brim drt cores, a 1,120 rs, com 13 o '""'."lLl I"
botijas, de CXCellenle piallac me, COvados; cortes de c.sim.ra, multo (i- l,e""-
cimento em barricas e em meias di-
ia:, c tambern em tinas, paracom-
modade de quein nao necessitar de
barricas ; tabojs de pinho de 3
palmos de largura e 4o de cora
primento : trata-se atrs do lliea-
tro velho.
OO0QOOiOOs)i)?9tPJ
l.xcelleiitcs lazendas e deli- 3
y cadas cores.
O Na rua do Crespo n. 10luja de J. I- 9
O I!. Taborua, vaude so urna fazenda vi
y nova, eoai listas, deuuuiina la Mulu- O
nnunciim-it>>por nfiu orcupar tempu.
c fl^ ruin, a 1,000 rs, a vara; na mesma j
atalas, a 5oors., OglgO. W |oj, leniof.gurinopcllu qual sopo-
Vendem-se lualas, chegadil ulltmarnen- ** der ver amamira coio as senuoras
te, a 50 J rs., o gigo : no armazem de iasfW devem fazer os Vellidos, alcm tiestas V:
Ferreia, no caes d Alfandega, defronle ao'O ha nutras muitas fazeiuas de gosto *j
gulndisto. '<& mu. mo "
Cuootesde panno azul a'ot&oooas&aQOtSi&ooooao
.. , 2,000 rs. ...l. 10,UUU. | si80ni da igualen, coai boa c-st terrea
Ni Ioja da esquina di lu Jo Crespo, que Q beco do, 8 iubrililiif co,n billIlle, c Jlumo l01 p,.
&^,W'Zto*Z* r-x.,.,..o, ioja n. 3,ven.,e--.-ec.polesii, r. grande lam,, cuenoira cubar,. ,
no, a 4,000 e 6,300 rs.; ditos de rneia casi-
mira, a 3,000 e 3,500 rs ; liscadinhos do li-
nho, a 360 rs minio lino ; aUodoes para
saceos, de superior qualidade, a 210 rs., a
jalda; liscidinhos fraucezes, a 210 rs.; cor-
les dugaiubreodS, do superior qualidade,
pelu diminuto pceo do 1,800 e 2,000 rs.,
cada curie de calsa ; corles da camnraia do
ni mi,o goslo, pelo diminuto preco de 7,000
rs., fazendl mullo una, e muras iiiuiLjS la-
zendas, por preco muilo commodo : na Ioja
da estr, Ha da rua do Oueimado n. 7.
Vende-se urna esciara que f.z oservi-
i,o do urna casu, por 220.000 rs.: no beco do
l'adr, sobra'du, lado do sul.
V'enuem-su velas de ospermicete, em
caisas, do superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na rui da Cruz nu-
mero 55.
Ni rua das Cruzes a- 22, segundo an-
dar, vondem-so duas escrava* creuulas, de
22 a 26 anuos, bonilla figuras, queengom-
mam bem, cosniu c.ij, cozuihaui e livim
desabito, e urna dellas tcm um filho mole-
iiue do 2 anuos; urna dita com as mesmas
habilidad*, com urna lilha creoula, de 7
annos
eara curar da pblysiea em todos os sen
diHerontos graos ou molivada por consli-
picOei, losse, asthma, plcurlz, esearros de
sanguc, dr"de costas e pellos, palpitacio
no cornean, coquelucho bronchites dtir
de garganta e todas as molestias dos or-
eaos pulmonares.
I>n todas as molestias que por heranca fi-
eam n.i corpo humano nenliumi ha que
mais deslruitivi tenha sido, ou qu^.tenhi
combado 'los eiforcos dos homens mais
eminente! em medicina, do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
lia no bofe. Km varias pocas do so-
CulapiSSldo, lendo-so olTorccido ao publi-
co dill'erentos remedios com slleslados das"
extraordinarias curas que elle lem feito ;
porm quasi que em lodos os casos a ilusilo
lem sido apenas passageira eo doente
torna I recibir cm peor oslado do que se
achava antes de applicar o remedio tilo rc-
i,iiiiti:,ma lo oulro tanto uo acontece
com es le extraordinario
Xaropc de bosque.
iSovacs & Companhia, os nicos agentes
nestn eidade provincia, o nomoados pelos
Snrs. I. C. Vales *: Companhia, agentes
geraes no Itio-de-Janciro n.udaram o do-
posilo tiesto xaropepara a botica do Snr.
JOs Mara G. llamos, na rua dos lioirleis,
n. 12, junto uo quarlcl de polica, onde
lempre aclu.rflo o nico, c verdadiro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Aos
Escravos fgidos.
Desajjpareceu no da 15 docorrinte,
um muleque crou.o por nomo Psulinliu,
de idade de 10 annos, pouco mais ou re-
nos, cor amarellada por ter vicio, nariz da-
lo, levou camisa do algod.lozinho suja, c
calca de riscado, sem empo, esto escravo
he do Sr. Antonio Jacinlho da Silveira di
l'nna : quein o pegar leve-o na rua da C|-
deia ilo li-cile ii. 51, ou ira rua do Livra-
mento n. 26 segundo su lar que ser! n cune
pensdo.
Ilesappareceu desd^ o dia 7 do corren-
te, pelas 4 I),,ras da larde, a escrava Lilia,
creoula, secca do corpo, alta e bem espiga-
da, rneia fula, rosto comprido, n-'riz gran-
de, tendo entre as duas sobrancolhas a ci-
catriz de um talho, lcvou*veslido de chita a-
zul, panno liou pruro, forrado de tafelanV
xo, ludo novo : rogi-se qualquer pessui
que a encuntrar, a facaconduzr a rua De
reila n. 80, que ser gratificado.
- No da 9 do correte deeapparecaii um
mu la linho por noine Antonio uo dedada
10 a 12 annos, he natural do cerni aotide
fui co.nprado, lem os denles J**KM, cabel-
los pouco eiicarapiuhailps, inrn o coslumc
de audar sempre com a" bocea abena, e de-
sapparecu da tenda de sapateiro no aterro
da lloa-Vista n. 43 : quem o pegar leve-o
casa por cima da mesma lenda que sari
generosamente gratificado.
- No dia 3 uo agosto do corr ule desapa-
receu do sitio dai Kozeiras, do maijor Joa-
8nim Uns de Moma, defronle da capella do
ozarnbo, o seu Ascravo eriuuio, ineslio
pedreiro, do nonio Silvano, com os sgnaes
s-g,untes : estatura regular, sonco do cor-
po, bom pr.to, i-aloca pequea,' olho) vivos,
pottci barba e com suidas finas e coinpri las,
muito falto de denles, so lem na mandbula
superior um dente canino, peilos c -be-Mu-
dos; oj com alguns cabellos brincos, lau-
to trabalha cuna mao direiti como como
a es | in-i,la, com a qual loca viola; peroas li-
nas com urna cicatriz vermelha na emola,
n mura no peito do p di oulra perua:
quem o pegar, ou delle der noticil eerli,
va io dito sitio, que sera recompensado com
geno-osidaJo,
Cm 9 de agosto do crrante anno,
Vfc.iue-se una negrinha de II a 16 an- dcsappareceu um escravo do abaixo aisig-
-0:000,000.
Caaa feliz.
Hall llamos & Companhia, nn rui Non
n. 6. rae beram pelo vapor Imperadur ,
os mu afortunados bilhetcs', meiot, quar-
tos, oflavoi c vigsimos da decima loic'eira
lotera da Santa Casa de .Miser'icoidia-do liio
de Janeiro, cuj lista deve chegar pelo pri-
meiro vapor : na mesma casa moslram-se
listas das quo ja curreram, e rocebem-ao
aunados do oulras Inicias do im
V Compram-io o vuudom-se osen- aj
9 vos c recebem-se de cominisiSu fe
ij tanto para donlro, como pan fra da t
? proviifCi, e se adianla dinheiro so- -
i broos de commissSo sem levar-se ju- ?
.4 ros, e os quo fore n com prados nesla t
k casa, os ilonos desgostan lo o entro- ?
d$ gando os escravos da mesma forma t
% que os comiiraram, receberSo o seu tjr
B importe, fazeodo um po |ueno dos- 0
% cunto : na rua das Larahgeiras n. 14,
'} segundo andar.
0)
nos : na rua do Crespo, luja da esquina que
vira para a Cadeia, se dir quem ven le.
OlIrtAS CSCOLHIDAS.
Vende-seo cu so de Historia Moderna por
*izot, contendo a Historia geral da civi-
eni na Cumpa, o a Historia da civilisa-
CJo em tranca, 6,010 rs ; o curso de direi-
nado com os sgnaes seguinles : de qualida-
de cabra, com idade pouco mais ou menos
do 30 annos, alio, cheio do corpo, nariz afi-
lado, barbado, he natural do cerdo do lu-
gar ohimido Tirui dolnlumum, com cbi-
po preto, camisa e cale* de algodSo, > lc-
vou comugo urna grrula de cara branca
lo civil fnncez, ior Zacaras, professor na J os aprehendedorea levarlo dito escravo a
iinivorsidalo de ll-i lelberg, 8,090 is. ; o j rua Uiroila n. loo, segn lo an lar, qire re-
Tralnd > dos Julgainentos, proco li lo do Tra- cobeto 20,000 rs. de gratiQeaqfio
Uilo das AccOos, por Poned, 5,000 rs. ; es-
, urna tilla da Cosa, de 26aunus, op has obras esltlo uileirainenlo novas, e que u:
lluM quitandeira ; um niohcote do linda II-| livor a menor ileia do mereoimenlo deilas,;
J
francisco Jos Dtnrle Camacli
P ;i!M..VA"*-''')' K! }' .":rAiiiri
mi mi ADO


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