Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06411


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Full Text

Atino XXV11
Quinta-i'eira ,7
de Agosto de t.851.
ti. 176.
DARO 18E PERflAMBlCO.
rnxcio a iCBcaiFglo.
Pmiiuiito Aduwtjdo.
Por IrlmesU............
por semestre. .....
r' plso OaKTBO MTIIiatTM.
Pol Vl;o'.
n ,1 l2de Julho Mina* ... 10 de Julho
. Ks I7de Julho iS.Paulo. 11 de Jnlho.
Marbao 7de ^ L de de Ju,h0
P" bb.. o'eJH*. V"- '">
4/.'oo
iQooo
15/000
DAS DA SBMAWA.
4 Seg. S. Domingo
5 Tcrc.N. S. d*sNeve
(i Qort. Transfigura-
cid'deCbrlito.
7 Qulnt S. I aciano.
8 .Seal. S. Cyrlaco; S.
Emiliano,
0 Sab. N. S. Romas.
10 Doni. S. Loaren;o
m.
ADDIUfOlAI.
Jalaos* OrpMoa
2. e5. is >0 hora.
I. Mr*do eirtl.
.'!. e 6. ao meio-dla.
Foseaste.
3. e6. a 10 hora.
2- vara do eiW.
4. e labado ao meio-d
JbfsrJs,
Trt(.i> e sbados.
rBiniBlDxa.
Crescrnle 4, I I horas e 48 minute da man.
(.'hela a ll, a 7 horas 23 iiiioulos da (arde.
Wingoarlte 4 It, a 10 hora e 39 inlputo (arde.
Nova 26, a 8 horas da Urde.
raimiB ds MOJZ
Primelra 0 horas e 30 ruioiKos da Urde.
Segunda 0 horas e 54 minutos da raanhaa.
1>ABT1DAI OI OOBmCIOI.
6oianna e Parahlba, a segundas e texUs-
felras.
RIo-Crande-do-Norte, lodu as qnlntai-felrat
a* mel da.
Garanbuose Bonito, i 8 e 23.
Boa-VIsU, e Flore, 4 t3 e 28.
Victoria, < qulnus-felra.
Olinda, lodosos das.
MOT1CIAI ITBABOUBAf.
Portugal.
Hepauba
Franca ...
Blgica,..
Italia.. ..
Alemania.
Prussia...
Dinamarca
Ruaala....
Turqua..
14 de
6 de
7 de
4 de
Ida
3 de
3 de
3 de
I de
1 de
Julho tuilria... 3 de
Julho Sulaa. ... 1 de
Julho Suecia.... t de
Julho Inglaterra 8 de
Julho E.-tnidos 26de
Julli
Julho
Julh
Julho
Julhi
Mr jico. .. 6 de
California 15 de
Chlll.
Huenos-A.. i t
Montevideo 0 de
Iulho
Julho
Julho
Julho
Junbo
Jlinho
Abril.
Julho
Julho
CA*IOSlE DE AOOBSTO.
Sobre Londres, a 28 d. p. l|0O0 ra.
Par, 340 por fr. nominal.
> Lisboa, a 100
Ouro.Onca hesranhola.....W/,100 a aaUbOO
Uoedas dr 6#40 velbas. Ifi/nOU a 16|tOU
a de 61400 novas. 16/000 a lrj/lOO
de 4/000...... 9W0 a 9*1 m)
Prala. PaUcde brasllelro... 1/920. 1/D20
Peso coluinnailos... l/20 a l/MO
Ditos meilcanos..... 1/710 a l/7fiu
PAUTE OFFICIAL.
"TKlBSaL DA KKLACA.U'
SESSaO lE 5 DE AGOSTO DE 1851.
. .a k ... A. rasaba, esundo presentes os
H. A^mSmioie Villares, Ha.to,
jenhore de^M ,..,
M^i^"il?''''.. o Sr. presidente de-
clsra abena a sessao.
JULOlte"T03.
Aigrawi.
AKgravans, Nun. Mara de Sellas; aggravado,
Joa Jerooymo Monteiro. -- Nao loiiuraui
conheclmeuta do aggravo por e nao dar o
mraiuodo Juls nanolslpsl julgaudo abena a
i'illencia.ina sonieute do acto de julz com-
luiaiano, que nio urce as fuoccoe do tri-
bunal, do qual nio ha tambrin aggravo al-
L-uin. que julga abena a inesina lillenei.
Aegiavante, Manoel de Reteod Reg barros ;
aggravado, Jos Pinto Ferreira, Negaram
proriraento.
AppelUcei civeii.
Appellante, Francisco Antonio da Gama i ap-
pellada, Maris da Pa. Confirmaran. leu-
teoca.
Appetlaoles, Amaro Goncalves das Santos e
uuno appollados. Marcellino Antonio m-
rcira e ontra. dem.
AppellanW, juixo ; appellado, Damlio Soares
da Hora. Mandaran a novo Jnrjr.
DILIGESCI.
Appellaote.,Jo Lula da Rocha e ua inulbee;
apellados, Joaquim Antonio de Amonio, e
oulrot. Julgaram provados o artigo de
habellUcae."
DEJIGHifORS.
Appellante, Domingos Francisco Caralcanli.;
oppellada, D. Igne Mara daiKcvea.
Appellaae.afaaendai appellado, Mauoel Ooe-
Iho (loreira K C.
Appellante, Joao Francisco RegesCoetno ea
irmandade do Santlaslmo Sacramento da Uoa-
VisUi appellado, Joaquim Galdiuo Alvesda
Silva eiua inulihcr. '
aiviBOES.
Passaram da Sr. dlesembargador Villares ao
Sr. deiembargadot Bailo aa aegalotes anpei-
la,de em qne slo : n
Appellaotes. a jastica; appellado, Joao Ricar-
do de Shnt'Aona.
Appellaole, Manoel da Silva Lopes; PP'"*'
do, o curador heranca jacente de rr. >ae-
Uno de Santa Engracia, o curado^gerat e o
Erocurador fiscal,
assaram do Sr. deembargador Basto ao
Sr. deieiubargador Leao as seguintes appetia-
ces e ni (j ue sao: .
Appellante, Vicente Ferreira de Bouia; appei-
lado, Miguel Mariano de Suma.
Appellante*, Joaquim Antonio da Amorim e
nutras: appellado*, Claudio Pereira us-
a e sua tnulher. .
Appellante, Lult Jos de ilrllo; appellados,
Joaquim da Silva Mourao.
Appellante. Jos Francisco Melera; appellaao,
Mauoel Jos Crrela.
Appellante, Jos ManoelPerelra Mendanha; ap-
pellado, Joaquim Ferreira.
Appellante. a lateada; appellado, llsrlholomeo
da Rocha Fagundea.
Appellante, Franciaco Vas d Silva como leta-
luenielro; appellado, Jo Joaquim Correa
da Lu. I
l'aisaram do Sr. desembargador Rcbello ao
Sr. desembargador Luna Freir as segulntea
appelUcoes em que sao : I
Appellante, o promotor publico ; appellada, a
cmara municipal da cidade do natal.
Appellante, Manoel Jos Soares; anpellados,
Uaiulev si C.
ilecorrente, 'oao Rlbclro Monteiro; recorrido,
Manoel Joaqulai Bernardes.
Passou do Sr. desembargador Luna Freir ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro o teguin-
te recurro eiu que 2o:
Apianantes, Manoel Pire* Ferreira e Joao Pi-
res Ferreira; appellado, Domingos Caldas Pi-
res Ferreira.
Paso-j do Sr. desembargador Pereira M*n-
lelro ao Sr. desembargador Valle a seguinte ap-
peilacao em que sao: ,
Appellante e appellado,' Manoel Antonio Das
e Jos Venancio Pimenla de Carvalho.
Passaram do Sr. desembargador Valle ao Sr.
desembargados Santiago as seguales appclla-
cOcs em que sao :
Appellante, o Julio; appellado, Jos Francisco
de Moura.
Appellautes, Manoel Antonio da Silva UotU
porsiesenifllhos; appellado, Jote Goncalves
Torres.
Appellaote.ojuiao; appellado, Jos Francisco
da Costa e a heranca da preta Isabel.*
Pasiou do Sr. desembargador Santiago ao
Sr.desembargador Villares a aegulnle appella-
cao em que sao :
Appellante, Bernardo Joida Cmara e oulros!
appellado, I.uit de S Telteira e outro.
DISTaiBDIfOBS. .
Ao Sr. desembargador Basto a seguate ap-
pellacao em que sio:
Appellante, o julio; appcllados, Marlaua de
Jess Crrela e oulros e a heranca de Vicen-
te Jos de Brlts.
AoSr.desembargador Liso MW(suBte ciu-
sii'em que salo:
Kecorrena*, o julio ; recorrido, Franciaco Val-
le Pedresa.
Appellante, o juito; aptsllado, Fraaoiaco
Telieira Soares.
Ao Sr. desembargador loaza a asgalnle ap
pellacio a*|ue sSu :
Appellanle^rachedea da Fooseca Coutlnhoe
outro; appellado, Lult Gomes Ferreira.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a e-
gulnte appellacjio em que sior
Appellante, o julio; appellado, Vicente Fer-
reira da Cssu Venino.
Ao Sr desembargador Valle a aeguinte re-
vlu em que sio: ,
Keoorrente, Manoel 9* Antunes c outros; re-
corrido, Jo llibfeiro da Costa outro*.
Levantou-e aasssao a hora e niei, da larde.
putera ao governo a d*miiao do ollici.il da
respectiva secreurl, Joaqnlm Gullherme Xa-
vier de Brl.to, por se achar este alcancado ch-
ino iheaourdro dos emolumentos do tribunal
e ds seoretaria.
Occorreu hontem un' faslo de pequea
Importancia apparentemente, mas que ja leve
resultados um Unto serlos e Incominodou a
multa geote. O Sr. Manoel ArTonso Ferreira
Neves e seu Irmio Joao Allomo FerrSJlra Nev,
relacunadns com familias de dlstlnccio nesU
cidade, e ambos em multo boas circuintlao -
cas, tirarlo passaporte para Portugal em 10
de malo p. p., e lenclouavara seguir vlagein
no paquete de Junho. Tendo chegado note
mel lempo a galera SaMi'l. do Porto, prefe-
rlram toinstr paisagem oeste barco por terein
intimllade com o capltao, que liles aasegura-
va aahlrla at 10 do crreme. Clrcnmstauclas
imprevlsus adiarlo a vlagein para o dia 10. e
analmente para o da 18. Como o prato den-
tro do qual aiodla servir o pasaaporte termina-
va nodla i6, dlrigiro-se aquellas senhores a
polica ante-bontem de iiauha par.t Ibes ser
prorogado o dito prato. Ao chegarcm a pona
danuclla repartlcio, encontrarao um ludivlduo
que se lhe. apresenlou como despachante c se
oUereceu par. r.aov.r-lbes o. passanorles
Aceitarao a offerU e ante-hootem i nolte
fol esse lodlvlduo levar-Ib o i ca-a Como
nena occa.io eitavun aecupados com o pre-
parativo da vlagem, pagarao a despeta sem
eliminar o vltlo da polica.
Hontem de raanba, ao ser visitado o navio,
deicoi.rlo o ecretario da vlita que adalados
paisaportes, 16 da malo, llnha sido grosseira-
mente emendada para 18, e que nao havla pro-
rogicio leglllraa de prato. Releve os pasa-
Eorles e remetleu o porladore a pretenca do
r. chefe de pollcia. A lii recoubeceu-se que
os Sr. Neves linhao sido illudidos, e que o lu-
dividuo que se Ibes apresentara como despa-
chante da pollcia nao era conhecldo naquella
repartidlo. E>lgio-se-lhes fitessem apparc-
cer o falsificador da data, e como lhe nao fos-
se possivel satisfater eilgencla do Sr. chee
de pollcia, mandou-os este paca a cada afin
de aeretu processados.
Consta que um prenle prolimo dos Sra.
Neves, pessoa abastada c mullo conheclda, se
offerecera como, fiador e que o Sr. chefe de
pollcia recusara a Manca por Inopportuna.
L4-se na Rtviila arilimt ntiltira de Ij
do correle:
Coinecarara ha da; e proseguem cora
rerseveranca. o* trabalboa empiehendldoa pe-
i Or Fraqca Leite para a auspenaao da barca
franceta tlim, que ha 5 meies, achaudo-sc
fondeada m-.te porto, com destino a S Fran-
ciaco da California, por elt'eito de urna eaplo-
so. saltando eos ares parte de sua pr6a, lora
ao l'uii lo com toda a carga e bagagem de 110
passageiros. Este lncideole obslruindo dc
cerlo modo a passageui, por Isso que o lugar
dosloislro, e onde aciualnieuie est a raesma
barca, c acha oa direccao da barra coiupre-
heudlda cnlrc a luuralha do N, E. da forulea
i: Villegalghoo e a lloa-Vlageui, reclamara
que por qualquer proceiso da arte se remo-
vesse eaie obstculo, cooduilndo-o para algu-
ma prala ou lugar meuos concorrldo.
Fol esU a urtl i. que, abandonada pelo
dono ou interessados do navio, toinou a lio
Dr. Franca Leite.
a O processo seguido nos trabalhos mecnicos
at hoje circulados sob a direccao do subdito
fraooet Melas Maacaatialc, he n srguinlc:
Sobre dua barca{a, parallelamenle collo-
cadas de um e outro lado do navio subuiergldo
e a marradas de popa e proa para destruir a
Influencia mecnica das mares, deacancau 7
barrotes ou vigas parallela* que servem como
de ponte entre ambas; sobre estas, na parle
correspondente s bordas das mes mas barca-
cas qae fleio do lado do navio, assentao dua
outras vigaa, lambeta parallela entre 1, po-
rm cuja direccao he no aenlido cusvcllneo da
borda.
a Fortes estai ultimas pelo duplo ponto de
apoio da* primelra vigas e das bordas, serTera,
em cada urna dellas, de lelto a Jote quadros
onde grrao outros tantos butlneles destinados
a rrceberetn igual numero de fundas, que,
utna res pasaadas no navio incrgulbado, de-
vera, por esforleo igualmente distribuido, ef-
feciun ,i suspensao. Para reallsa-la. um gran-
de inconveniente se apresenlava, e vlnha a ser
a paaaagera daslaesmasfundas em um navio ha
lano lempo enterrado na ara com toda a sua
carga ; por um processo simples e eageuboio
do mestre Nicols, fol elle superado. O aelo de
um cabo de 8 pulegadaa foi lancado ao fundo
na direccao da proa ; arrastado depols de en-
contr mesma proa, prolongou-sc o lilainc
ao longo da quilha de um e outro lado do cos-
tado, levaudo-o com todo o cuidado at a popa;
pelos chicote* unido fra da agua passou-se
urna grande ellipse de ferro, que deacendo at
ofundo e servludocoino de anilho, foi unir os
dous (ilames junto ao cidaste do navi j dados
apparelhos ao* meamos chicotes e applicadas
a este* apparelho* forcas sulBclentes, operou-
se o levanumento ds popa, por onde se pas-
sarao tres fondas; com o autillo desias e dis
nares, mais fcil se tornar a passagem das 9
resumes: e, a reslstirem as uiesmaa fundas,
he de presumir que, devido aoi c.forcos do
mestre Nicols, leja o nosso porto desimpedido,
c a empresa do Dr. Franca Leite coroada com
o mais felit resultado, a
Durante a qulmena entraram, o brigue
Ciarene de crutar, a charra Pernom6ueina
da Allaga.
a O presidente da quelia provincia, contra
o disposto nos arla 4 e 5 do decreto n. 475 de
23 de selembro de 1S46, que desligou da juris-
diccao da quellas autoridades na uavlos da ar-
mada, principalmente oa que se acheui no des-
empenho de commlsadesespeclaes, ordenouao
I" lente Antonio Al vea dos Santos, com m til-
dante da charra, que aahisse a cruzar na cos-
ta, devendo depois regressar ao porto, atim
de recaber cerca da 4a pi* de conslruccio
INTERIOR.
Rio dt Jo.siro. tO de jalas d l85l.
O vapor /VortA-arauT que entrou neslc
porto ante-hontem, 16 do corrente, he digno
de urna mensa*, especial pela sua grandeza,
terca e arranjos Internos. Este vapor he pro-
prledade de Cometi Vanderhilt, e sru custo
monte a 250,000 pesos. Tim de comprim uto
272 ps, de boca 33, a de ponul 22 ; sua capaci-
dade he de 1,000 toneladas, pode accoin-
modar mais de 400 passageiros. Suas ma-
chinas sao de forca de 250 cavados.
Cada camarote he guarnecido de tres casias,
de um lavatorio com todos os seus perlencrs,
c de um laupeao pequeo Bao. Ha duaa salas
uns de janiar, e outra de conversaeo ou re-
crelo, ptrl o uso commum de lodos oa passa-
geiros de t; mas ha dlsposicao para divididlr
ai segunda em duas. quando se Julgue precise
aar as senhoras urna sala que liles leja priva-
tiva. A pintura das salas he branca com fri-
tos duradoi; amba slo alcatifadas e gua-
" n ?* ae.moul"a boa, comm da e lingela.
O .Vort-^merica segu daqui para a Califor-
nia, e pertence nova llnha da Nicaragua,
sua ccala peridica no Pacifico ser enlie S.
l rancheoc S. Juan del Sale alguns portos in-
termedios.
Consta que o tribunal do commercio pro-
que faltavam para completar a carga de niadel-
ras, que por ordem da secreuria de
va transportar a essa corte.
Nw obataoleas raicea allegada* pelo com-
mandante, entre outraa, a de incompetencia
de tal servico a navios da claase dos de seus
mando. Insisti o presidente na ordem, conce-
dendo apenas que a madelra restante feas* re-
cebida antea do cruteiro.
a De faci a Perumiscami luleirou o earre-
gamente ; sru commandanU, psrm, ahlndo
barra fra, fet termo de arribada ao Rio de
Janeiro.
AS QUESTOES DO RIO DA PHATA.
Em una carta escripia pelo dictador Rosas
a Don Juan Facundo Ournga,a( que depols
foi aasassinado), daudade20 dedetembro de
1834, dli-lhe elle ; Parece-me que bua-
icando Vm. a pale a ordem, desgraciadamente.
'alteradas, be o argumento mais forte a rasao
a mais poderosa que Vln. deve manlfesur a
'eases senhores governadores e mal* pessoas
Inlluenles, o passo retrogrado que deu a naci,
adiando ti tatmenle da suspirado da grande
obra da constituido nacional.
Kotreunto o* esculpios e argumentos capci-
osos qne contera, casa carta insinuara que sasa
tarefa deve continuar adiada IndeUuidamealr.
No estado de agltacio, dii ella, em que se
achara o povos, couumlaados todo* por uni-
tarios, por raaedes, por pretndeme, por agen-
te aecrelo de uutraa nscOea e daa grandea lo-
jas qne poem em commoco a Europa, queci-
peraiifa^de haverde traoqulllidade'e calma,
no celebrar os pactos da federaeo, priineiro
pasao que deve dar o coogresso federativo ?
Essa caru revela poltica da Rosa* noa 17
annoi decorrldos da sua data, e durante os
quaes nenhuraa tentativa Um feilo para as-
sentar em bases legaes e permanentes o que
elle chama Confederaco Argentina,
Vejamos porm rpidamente como a* pro-
vincias tem procurado Intilmente aupprlr por
meio de tratados a falta desae vinculo nacional
que temos aaslgnalado.
Sigamos succlnclsmenle a ordem chronolo-
gica desse traudoi.
Note-ie previamente que ai proviucias ar-
gentinas sao l4: Kuenns-Ayrr, Santa F.En-
irr-llim, Corrienles, S. Luis, Mendoca, Cor-
duva, S. Juan, Santiago, Catamarca, Itloja, Tu-
cuman, Salta, e Jojuv.
O priineiro daquellea traUdoa he aconven-
fio de 23 de feverelro de 1820, celebrada eoirc
os governadores de Bueuos-Ayres, SanU re e
Enire-Hlos, para por termo a guerra suscitada
entre eaaas provincias, prover sua seguran-
ca. eoiscaatrac anos /brcaaam um averno idtral.
Por ene tratado ae esUbeleceu que seriara
convidadas e solicitada as oulras provincias
para que enviassem seui drpulados, afira de
accordarem no que Ihes pudease convir e *o
bem geral, isto he, para concentraron suas
forcas em um governo central. .
Nao fol esse convite felto, e o tratado foi ro-
to pelo contlouacao da guerra.
Pouco depois celebrou-se o segundo tratado
entre as provincias de Santa F e Buenos-Ar-
res em 24 de novembro do inesino anno de
1820.
Por case tratado ficou eslabelecldo! Que ha-
veria pat, harmona e boa inlelligencia entre
as provincias de Huciios-Ayres c SanU F e
seus governoa, ficando aquellas e cates uo cata-
do em que se achavam.
Que pronioveriain entcatmenle a reuniao do
congrcaao, denliode dou metes, enviando uo
entreunto os seus deputadoa cidade de Cor-
dova, al que em commum dcsignaasera o lu-
gar da sua realdcncia futura.
Ja viraoa que a tentativa da reuniao desae
cougresao que devla reunir-se em Cordova,
abortou em 1821, por falta de suliicienlc nu-
mero de deputados.
O terceiro tratado foi celebrado em 25 de
aneiro de 1822 entre Buenos-Arres, Sania F,
ntrc-Rios e Corrieutes,
Nclle se declarou que ficava sanecionada
uina pat firme, verdadeira ainizade e noio
permanente, entre aa qnatro provinclaa con-
| tractames, cuja reciproca liberdade, Indepen-
dencia, represenUcao e dircltos, rrcouhcciain
e deviain inanter entre ll em tcrmoi iguaei,
EsUbeleceu uina allianca oitensiva e defenci-
va cnlrc easas provincias, reaervando aa auas
quealocs de liinilea para a decisao de uiucou-
greaso geral de todas as proviucias, cuja reu-
nido aprasou para a poca em que cessasse m
absolutamente as oacillacdes polticas.
Oquarto tratado fol celebrado entre as pro-
vincias de Cordova e biienos-Ayres em 21 de
setembro de 1827. Essa eoaaftofto leve por
fiiu(eaisso se limita) obler o concurso de
Cordova oa guerra contra o Hratil, e promover
a reuniao de um congresso nacional.
O quinto fei celebrado entre buenos-Ayres e
SanU F em 2 de oulubro de 1827. O seslo tn-
| tre Hlenos- A y res c Entre-Rioa em 29 de outu-
: bro do uiesino anuo. O stimo entre tfuenoi-
Ayres e Corrientes, tambera no ineaino anno.
I linli un todoa o inesiuo ini que liiiba o que
fora concluido com Cordova.
I O oita-ro tratado foi celebrado em 28 de ou-
i lubro de de 1S29 entre Buenos-Ayrea e Sama
'F.
Ealabelecc urna nova alllanca, regula varias
reclaiuacdes e a exlradlcco reciproca de va-
rios criminosos, e estabelece a obrlgaco de
' convidar as oulraa provinclaa para a rcuuio
(dc um congreisn geral- -"fin de ae arganisa-
rem cin nacao. Pelo art. o governo de San-
' u F auloriaa o de Buco6a-Ayres a dirigir as
' relaces estertores.
[ O nono i..nado foi celebrado entre lluenos-
i Ayres c (kirdova em 27 de oulubro de 1829, c
i he no substancial seiuellianlc ao anterior.
O dcimo em v3de marco de 1830 cutre Buc-
'nni-'yies e Gonlcnlcs; e icndo preieutc um
' celebrado com anla F em 28 de feverelro do
1 iiicsmo anno, que na i se publlcou, coovierara
' os contracudores :
1. No ajuste de mu tratado, cujo objecto
Ibsie formar urna liga orteu ' entre aa quatro provinclaa liloracs, conser-
vando cada uina a aua liberdade o indepen-
dencia.
2. Era einpregar seus bonsoflicios para que
Entrc-Rios enlrasae na liga.
3. Era redutir a alllanca aos Ires contratan-
tes, se En 4. Na reuniao de deputados para negociar es-
se tratado.
5. Na adinissao de qualquer oulra provincia
que solicitarse, autrs de celebrado o tratado,
entrar na liga, una ves que o seu voto foase
pelo syslema federal, ou que dsse garantas
de adherir a esse syslema, quando Iho livesie
sidoopposla.
Rui conformldade dcasaa eatlpulacdes. cele-
brou-se enlre iluenos-Ayres, Santa F c Enlre-
Rlos o iratadnde4 de Janeiro de I83l, a que
adhcrlo depols Corrientes.
Esse tratado que refunde todos os anterio-
res, e be o uliiiuu celebrado al boje, he aquel-
le que he invocado pelo general Rosas como
fonte dos dlreitos c obrigaces das proviucias
argentinas.
Pela importancia que se lhe (em dado, e
porque he pouco conhecldo, transcrevemos
aqu ai sua* principaes dlsposicdcs :
Art. I. Os governos de SanU F, Buenos-
Ayre* e Rotre-Rios ratificara e declaram em
seu vigor e forca oa traUdos anteriores cele-
brados entre os mesinos governos, na parte era
que estipulara paa firme, ainltadc e unlo es-
trella e permanente, reconhecendo reciproca-
mente sua liberdade, indtptndtneia, rrprrarnla-
e.o i dtreltoi.
Arl. 2. As provincias de Santa F, Buenos-
Ayres e Entre-Rlos se obrlgara a resistir a qual-
]uer Invasio estrangeira, ou seja no territorio
e cada urna das tres proviocias contratantes,
ou de quslquerdas outras que corapeiu o Es-
Udo Argentino.
a Art. 3. As provincias de Santa F, Bue-
nos-Ayres e Eotre-rlios llgaiu-sc c conalitu-
etn-ae em alllanca oflenalva e defensiva contra
toda a aggresso ou tentativa da parte de qual-
quer das demals provincias da repblica ( o
que Oros no permita ), que amcacc a Intc-
grldade e independencia de seus respectivos ter-
ritorios.
Art. II. Tendo prsenle que alguma das
Krovinclas contraUnles tem determinado por
il que olnguem poasa exercer nellaa prlrnri-
ra raaglalraiura seno seus proprlos lilbos,
excepiuase tnt caso e outro* de Igual natu-
reta que forera aubelecidos por le* espe-
ciaes ; ficando entendido q-ie quando te laca
em urna provincia alguma escepfao, ha de es-
ta esteader-se aos naturaes e propriedadesdas
nutras afiladas.
a Art 12. Qualquer provincia da repblica
que queira entrar aa liga que forma m a* Uto-
raes, ser adiniltida em conformldade do qu*
esubelece a segunda base do artigo priineiro
da citada convenci preliminar celebrada em
Santa F em 23 de feverelro ds precedente au-
no, eaecnUndo-se este acto com o eapresao c
unnime consentiiuen)o de cada nina das de-
ntis provincias federara.
a Art. 13. Se ae der o caso de aer atacada a
liberdade e is^issradsati* de alguma das tres
provincias llberaea por alguma da* que nio
entrara actualmente na federaeo, ou por qual-
quer outro podar cstrnbo, ter ella auxiliada
pelas entras duai piovincias litarse* com ot
recurso* e elemeotoi que eslive.em na ana al-,
cada, segundos naluresa da Invaao, fatendoj
as provincias auxiliares cora que as tropas que
enviem sejam bem vestidas, armada e muni-
ciadas, c marchen! com seus respectivo che-
les e offlclaes. Ser accordado em separado
quinto tomina com que para este caso deva
concorrer cada provincia.
> Art, 15. Em quauto durar o presente es-
lado de cousas, e al que se e.Ubeleca a pat
publica de todas aa provincia da repblica,
residir na capital de Santa F una commis-
:, coraposta de ura deputado por cada uina
s Ires provincias litoraes, que se deuoimna-
r ; commlssio representativa doa goveruoa
daa provincias litoraes da repblica argenti-
na ; os quaes depuUdospodero ser removi-
dos s srbitrlo de seus respectivos governo,
quando ojulguein conveniente, noraeando ou-
tro luiinediatamenle em seu lugar.
Arl. 16. Al altribuidcs desu coinraiasao
srr.in :
u I." Celebrar tratadoa de pat era nomedaa
ditas Ires provincias conforme ai allriim'po'ea
cus cada m dos depuladoi licer de sea respectivo
/iicenio. e coma causula de subincitcr os di-
tos intuios ratificacao de cada uina das ires
provincias.
2.* Declarar a guerra a qualquer oulra po-
tencia em nome das Ires provincias litoraes,
quando estas etejam de accordo ciu que se fa-
ca tal declaraco.
a 3.* Ordeoar que se levante o eiercilo no
cato de guerra oflensiva e defensiva, e uoincar
0 general que deva corainanda-lo.
a 4." Determinar o contingente de forcas
cora que cada uina das provincias silladas de-
ve concorrer conforme o leor do art. 13
< 5.* Convidar a todas aa oulraa provincias
da repblica, quando estrjam em plena liber-
dade e Iraoquillidadc, a reuulr-se em federa-
cao com a tres litoraes, e a que por meio de
um congresso geral federativo se regule aad-
mlnltlraoto geral do palt debalxo do syslema
federal, seu commercio interior e exterior, aua
navrgacao, a cobraoca e dlaliibuicao das ren-
das geraes, e o pagamento da divida da re-
publica, consulundo do mclhor modo possivel
c srgurauca c cngrandeclmentoda repblica,
seu crdito interior e exterior, c a soberana,
liberdade c independencia de cada uina daa pro-
vincias.
Conviu obaervar :
Que cin iicnbuin dos referidos tratados se en-
conlram as palavraaCemMtftl arjenlina,
e que cllaa aao portanlo lo dcacoubecidaa por
eaaea actos, como pelos do coogressos e assem-
blas geraes.
Que dss quartorte provincias argentinas so-
mente cinco tem tratados entre si, a saber :
Siiuro litoraes e s uina do imcrlor, a dcoor-
ova.
Que os tratados eulre as litoraes as ligam re-
ciprocamente.
Que o tratado cora Cordova so liga a esla com
Buenos-Ayrea.
Que era raesmo as provincias que os Arma-
ran se lora ligado em corpo de 11.1930.
Que, pelo contrario, em lodos o tratado
se tem reservado mullo expresaamente a ua
Independencia, al que a naciio se orgausepo.
ura congresso geral. O arl. l."dode 4 de Janei-
ro de 1831, que os resume, dit que reconhe-
cem reciprocamente aua liberdade, indrpenarn
cia, rrp/eaenlico a dircitot.
Que esta palavra Independencia era entendi-
da em sua accepeo a mais lala, segundo todas
as rstipulacei do tratado, e as que se referen!
allianca ollensiva c dcfrnilva, e as altribul-
efle* da commiMilo repreieaalita dar provincial
lloraei da repblica argentina.
Porquanlo a allianca ollensiva e deleosiva
comra una aggresso ou tentativa da parle de
qualquer das outraa provincias, que auirace a
' Integrldadc e a iattprndeerw de leus territorios
I respectivos, Incluc, segundo todoi os princt-
! pos e regias de direilo, a faculdad* dn later a
Suena e a par, priineiro ailiibuto da Indepen-
encla absoluta.
I Demonstra-sc isso ainda melhor pelas altrl-
'buicoes da coinmisao consignadas no art. 16
' do citado datado de l38l.
A essa commlsio peience declarar a guerra,
fater a pat. formar o exercito, e uoinear o ge-
neral que deve coniinanda-lo.
Essa 1 .un.iis..1 1 devecompr-sede represen-
tantes de cada uina das provincias conlractan-
tes. Esses representantes devera obrar coulor-
' me as inslrucces que liverem de leus reapec-
tlvoa govrrnoa, o oa traUdoa nue celebraren!
deveui ser lubiurtiidos raiificaco de cada
uina dai tres proviucias.
1 P01 lano essas provincias ttri c reconheceni
por si o direito de fater a par e a guerra em
toda a suaextensao. E nao he esse uin.direiio
de 1 ,11, Ha independencia e pcrfcila sobera-
na ?
Obrigam-ac ellas pelo dito tratado de 1831 a
delegar o exerclcio desse direito ( nao a dele-
g-lo absolutamente, mas couforine as sua
1 Inslruccdcs, reservando para si a raclilieacao
dos tratados ) a una commisso de repreen-
lante eu ; mas ae o tratado caduca, c esaa
cummisso se nao rene, cada una das provin-
j cas exerce directamente o direilo de paz e de
'guerra; exerce-o directa e separadamente,
porquanto para oexcrcer em commum fra in-
dispensarcl a reuniao da coinmlssao de repre-
sentantes.
He este o direilo que rege neslc assutnplo as
mencionada* provincia argentinas. Na lalia
da coinmlssao creada pelo traudo de IMI, ca-
da uina tem aquelles dlreitos emquanto nao
tcorganlsarem em naci grmelo de un cou-
gresso geral. .
I Nao eaisllndn. a sobredila couiniissao. a di-
reccao das relaces exteriores das provincias ar-
' gentlnas nao tem sido regila por direilo alguui
leacrlpto, era vlrtude de tratados ou de direito
' alguna constitucional.
As provincias argentinas lera raanllestado
' dous desejos, como coinprovain os actos que
temo passado era resenha : formar una na-
ci e conservar al entilo a respecliva Indepen-
pendencla de cada um dos meinbros que dc-
yiauooiiipo-la ; o que quer diter : conaervar
cada urna aua propna entidade, at refundir-ae
era uina entidade nacional
1 Para concillar estes desejos, como gerencia
de cerlos negocios exteriores, foi adoptado o
costume de delegar cada prov.lucia sua repre-
senUcao a respeito de certos actos externos
de Inleresse commum ao governo de uina
dellas. .
I Rala delegarlo faiia-se ao de Buenos-Ayres,
atienta a poslcio geographica delta provincia
sobre o lllo da Prala. He essa provincia a mais
prxima para as coimnuulcacdei com a Euro-
pa. As do imerior encoutraVain grande dlIH-
culdade para secnleoderera com os governos
de ultramar,
Porm essa delegacao eiponUnea, qne ne-
nhuuia le vigente, que nenhura pacto deter-
mina, e que porunlo nio he obrlgatorla, fol
feita com sumina precaucao. As provincias
nunca a fiseran ao ente moral denominado
gaveroo de Buenos-Ayres, mas slm designada-
mente a tal governadsr, renovando-a sin cada
"elelfio ou rerleicio.
Aaaim, a delegacao era pessoal e limitada.
Pessoa!, islo be, felU pessoa dogovernador
eleltoou reeleilo, conforme o grao de conflan-
9a qne nelle liuha cada provincia, e a compres-
sao terror por elle exerclda, ou pelai sua*
creatnra*.
LliniUda. porque ficava -idslricta ao lempo
legal, para o qual havla sido elelio ou reeleito
o governador provincial de Buenos-Ayres.
He aabidoque quera poje delegar, pude revo-
gar essa delegacao ; que expirado o prasopelo
qual fol fciU pode dclxar de renova-la; que
quem delega por conHan;* peisoal pode revo-
gar cessando essa coufianca.
l'oilas a* vetes qne ao governador de Buenos-'
Ayres nao fol dada essa delegacao, foi-lhe iiu-
possivcl diiigiros negocio externos das pro-
vincia, argentinas.
Citaremos alguns cxemplos :
Era 1829 a Repblica Oriental saneelonou a
sua constituyo, e como esla, anles de ser ju-
rada, devla ser examinada, segundo a eonven-
,,-.i de27 de agosto de lS28, por ura coinuiis-
sarlo do brasil e outro argentino, o governo
orieuul eovlou o Dr. Herrera ao Rio de Janeiro
e D. S.iiitu o Vasquea a iluenos-Ayrcs, no ca
racter de encarregados de negocios, para que
soliclusacm e apreaeulaaaera a* nouieaco dos
respectivos commissarios.
O governadorde Hueuos-Ayres nao llnha ob-
tido a especial delegacao de alguuias provin-
cias, e manifesUudo-u assiin a Vaques, decla-
rou-lhe que nao tlnha faeuldade para nouicar
0 coiumissario. Fez mais, indicou a Vasque*
solicitaste elle mesino das provincias que con-
lerisscm aquella delegacao ao menos adhoc.
Vasqucs dlrloglo-se eulo a cada ura dos go-
vernos, pcdludo-lliea que coucedeaseiu aquella
autorisaco, porque nao podia preencher o lira
da sua misso euiquanlo aquelles governos se
nao presiassein a delegar por sua paite os 11c-
cessarios poderes.
O metmo governador Rosaa' nao reconhe-
ceu que era Iudispensavel casa delegacao, maa
que devla ser bem clara e determinada.
O cnsul fraucea, M. Roger, aecuaava fioaas,
no seu u'limalu* de 1838, de nao querer admil-
llr agentes diplomticos da Franca, ao mesino
lempo,jue regava aos cnsules a faeuldade de
suppri-los, e cilava entre outros o cxemplo do
marques de Vius-dc-Paysac. Rosas respuudeu-
ibe textusliueule oseguiuU
a Achegada e apreseulaco de M. de Payaac
leve lugar nos prliueiros metes da actual ad-
uilnlslracao, quando nao eram aluda claraa e
determinadas as delegaces ao actual eocarre-
gado das relaedes exleriorios pelos Exins. go-
vernos dos Estados confederados para estes as-
auinplos. ( Resposta do ministro Arana de
18 de oulubro de 1838 ao allinaluin de M. Ro-
ger. BdlCaVO de ilueiioa-Ayres. pag. 44.)
Releva notar que a delegacao, para dirigir
as rclaies exteriores, nao corapiehendia, e
nunca comprehendeu, a faeuldade de ratificar
os (raudos. Ella faeuldade ficou reservada
aos' estados que faiiam a delegacao. Abona-
remos casa aaserco com exeiuplos.
Quando se celebrou convenio preliminar
de pat con o Brasil, em 27 de agosto de 1828,
o governador Dorrrgo, que hava dirigido a
negociacao em vlrtude da delegacio em .10,
nao scconslderou auluriaado para ratlfica-la.
Mandou um agente seu aprestar a nisi illac.m
da convenci nacional que se reuna em Sauta
F, siibmctteu a ea convenci o tratado com
o Brasil, e della recebru aulorlacao capela!
para ralilica-lo. ( Regalo najional de Buenos-
Ayres, Iv. 2. n. 3.)
O tratado de 1840, celebrado pelo governa-
dor de lluenoa-Ayres com a Franca, fol inulto
censurado em Parla. Opnunha-se-lhe: que
smenteobrlgavaanrovincla de Buenos-Ayres
e que poda aer infirmado pelas outras, por-
quanto, nio exista a cinfederacao desde que
Rosas tlnha usurpado as attrlbulcoes docon-
grrsso; que Rosas nao llnha poderes legaes,
depois que a convenci de 4 de Janeiro de
i83l llnha conferido a coinmlssao represeuU-
tlva de Sania F o direito de tratar coin as po-
tencias estrangeiras, salva a ralificacio das
provincias.
Prevalecram, porm, a consideracocs po-
lticas seguintes: Que as transaeces diplo-
mticas he linpossivel nao levar em conla os
Eoderes de fado; que, quer fosse ou nao
osas usurpador, eslava testa do governo
argentino, dlspunha da suas forca, era obe-
decido, e eslava collocado, perante as poten-
cias estrangeiras, como chefe nao conleitado do
palt que governava; que o direilo daa genlea
nio exiga mala.
Chus 1 nolavel Sio eitea os principio
pelos quaes as n .,,,-. estrangeiras tralaui com
Rosas. E quando, para eviur quesldes. nos
prevalecemos dos inesmos principios para jua-
; tifica o acto do reconheciinenlo do Paraguay,
' Rosaa nao oa quit ouvlr, nao o discuti, exi-
gi uina vergonhoaa retractado.
, Do que fies dito, decorre:
1 Que o governador de Buenos-tyres nao po-
de dirigir as relaedes exteriores das provincias
argentinas seoio por dclegscio eipecial dos
respectivos governos.
I Que eala delegacao he pessoal.
Que he revogavel.
E, finalmente, que o goveruo que nao faz
essa delegacao, ou que a revoga, tica desliga-
do da direccio das relaces exiei lores pelo go-
verno de lluenos-Ayies.
He o caso era que cali as provincias de
Entre-Rlos c Corriente*.
, E nole-sc bera que ellas nio toinarao a Ini-
ciativa na casiacSo doa podere*
Todos tem noticia da economa que Roaas
reprsenla annualmenle. faiendo a renuncia
dos.seits poderes, renuncia que ato hoje nln-
guem se lera altrcvido a acceitar. PoDre d a-
niipllc que a acceilasse!
Em dau de 26 de deiembro do aooo passa-
o dirlglo-sc Rosas a L'rquiaa, como gover-
" linpoaaibi-
DIARIO DE PERMiBlM
msoira, 6 aoobto be mi.
Levou-nos a infellcldadeao grande hoaplul
decaridade, no da 5 do correle; (dizeinos
Infellcidade porque foraos ver um prente a
quem o esUdo de demencia fet abandonar a
casa ; e, sendo encoolrado na ra, nesse mes-
modia, para all fol oondnzldo pela polica),
e por cate motivo tlvemos occasiio de visitar
aquelle esubelrclmento, ora dirigido pelobr.
Antonio Germano Cavalcanti de Albuqnerqtie.
Nao podemo delsarde bem dizer o extremlo
acrio, boodade e delicadesa de tratamentu
com que sio soccorridos os infelizes que a in
sorte lera aquelle po esUbeleciineolo ; po-
deinoa assegurar que inesroo as casas de pes-
soas de mediana fortuna, nio asiste niaior pen-
s, estremoso aceio e carlnhoso cuidado, que
i.eic recebem os doentes.
OSr. Antonio Germano en digno adminis-
trador, mais parece pal desvelado no bem es-
lar de seus tlihns, do que um regente na direc-
cao de seul subordinados; lonvores s solicita
administrado que lio desvelada tem sido na
iiiiiuiuencao do priineiro e nico boapiUl da
provincia.
Conviil unos aos habitantes desla cidade, c
incamo aos forasteiros para viaita-lo horas
inesperadas, como o filemos, e eolio conhe-
, 11 .tu a ,|ti iiitu chega o amor e cuidado pelos
seus semelhantes.
N ,n foi de balde que felicitamos a adnilnis-
ir.icau ua occasiio da oomeafao do Sr. Antonio
Germano, praza a Dos que continu He em
lio houroso cargo.
Por esta uccasiio nao podemos delsar de la-
mentar a falta de melos que sofre aquelle aa-
tabrleclmento, pola com os seus recursos apc-
oas pode sustentar cincuenta doentes, quauJu
todos os das se apresentara unvos para seren
aduilitldo, eque nao pdeinser pela fallid,
reeuraoa ; anda honlein preaenciamos na oc-
caaiao era que all aos achavamo*. que se apre-
aenlarara duss doentes era estado de precisan
desoccorro, e que tiveram ingreaso apeiar de
se achar o numero chelo, por estar prearule o
Sr.Joa Pires Fexrelra, digno theiourriro da
adininlslracio, que immediatamente aa man-
dou rrculher. He preclao que a populaco in-
digrnle de uossa cidade, se persuada que
nao se deve recolher ao hospital na ultima
precisio, porque acontece que quando ali che -
fsra, j se achara era esudo extremoso de mu
"sii 1. o que fazviue mulla* nao poiaam sei
curadas.
As pessoas carldosas e abasta las devrui olhar
para aquelle eslabelecimento como um mei
de alivio aos desgracados.
Bn
Communicads.
Tendo o senhor Eplfanlo Astodilho e llu-
san, era seu aununcio de despedid*, us*do do
titulo de doafir, dlzendo-se formado pela faeul-
dade de medicina de Madrid, accresceutando
3ue sui carta se acha reennhecida pela escola
o Rio de Janeiro, roga-se ao ditoSr. Aitodi-
Iho que publique teu Ululo e o reconheclineu-
to queoblirera ; porquanlo auas recelua sio
taes, que revelara supina ignorancia, e nio be
crivel que Uni ura diploma reconhccldo Ic-
galinente. Unto infringirse as posturas muui-
cipaea, pelo que ful ealoda pode ser multado,
e expoa a Irein cadela aquelles qne prepara-
rain aua* recen is.
Nio aupponha o Sr. Aslodilho que so com
seu annuncio faz cora que se acredite no qu,.
din j ao director da escola de medicina do Rio
de Janeiro se petiram informacoc* a seu res-
peito, e era qualquer parle onde le achar, le
coin efl'eito oao lera titulo legalinente verifica-
do, como exige a lei de 3 de oulubro de 1832,
Mi perseguido ; ficando convencido que em
Pernanibuco, como era quilquer provincia do
imperio, qualquer medico, vendo sua recei-
la duvidar de sen saber. Se o Sr. Aslodilho
disto durlda, fcil ser provar oquesedu,
pul; ni i -s.- alguraas de suas receius, ou a
parle do relatorio do conselho geral de salu-
bridade publica do trimestre de abril a junbo,
que se refere a S. 3.
lgio.c ltoas a or,(i,.,
nador de Entre-lllo, allegando
lldadc dec.ntinuar no eu poslo.
I'rquiza repondeu-lhc, em data de 1 de
malo prximo paaaado. neates termo; .aa
hoje que apparece V. Exc. gravemente alTec-
lado era aui saude, e revolvido de veras a ve-
rificar sua renuncis, fundando-se na absoluta
impossibllldade phylc* em que se acha de
acodlr ao despacho dos negocios, o povo en-
tre-rlano e seu governo convni goslosos, na
parte que lhe toca, em acceder ao que V. tic.
lio repetida c vehementemente solicita, e ae-
eeilando como desde hoje WMItia. a. Jar mal
renuncia de V. Exc, pelo que toca a direccao
, daa rclacdea exteriores, negocios de paz e
i guerra da Confederado Argentina, decla-
rara do modo o mais solemne:Que he voo
lade da orovlncla de Entre-Blo rnuiamir o
ejercicio dos alio dlreitos e prerogatlvaa de-
lecados no encarregado daa relaedes exlcrlo-
reida Coulederacio, ficando defacto ede di-
reito apto para enUoder-e direclaraente cora
os deinai governo do muodo, at que, defl-
nllivainente reunido o congreaao geral con.ti
tu,me das provincias do Prala, eia dcliuili
valente orgsniaada a repblica.
O mesmo declara era dato de 21 de malo pro
xlmo paaaado D. Benjamn VIraaoro. Rcapon-
deodo a ollcltacde de Hoaaa, datada de 28
de detembro do anno pastado, adaailtt a sua
renuncio e rtanme as faeuldade que lhe con-
Deque se pdequelxar Rosas? Nem lodos
sio comediantes.
Nem todos haviara de reaponder o que res-
ponderam as fracas e comprimidas provincias
de S. Luis e C'aumarca. Aquella disse, em
5 de feverelro do anno passado: a Que are-
uuucia do filustre Sr. general llosa* equiva-
len 1 a educar o el o u ggro eterno para deixar-
sos ras umpitrrna eonfaiSo. A de CaUmarca
decretou era abril prximo panado: Que
Invenido S. Exc. o Sr. general D, Joio Manuel
de llosa do supremo poder naciooal da Con
federacio Argentina, o pudeaae delegar em
outra pessoa que livesse a -ua confiaova, to-
das a* vetes palo lempo que asauu o exigisse
o reslabelecimento e conservado da sua mullo
Importante- saude. Ficain mullo absiao do
senado de Tiberio!
(Jornal do Comieras.)
O THEATRO EM PEHNAMBCO.
A abertura do iheatro de SanU Isabel o auno
passado marca una poca distlucU na histoiia
da arte dramtica em Pernambuco. Ura bello
Iheatro, o mais elegante do Brasil, largos sub-
sidios do governo, alguns actores superiores
aos do nosao amigo iheatro publico, deviain
naturalmente coiilribulr para desenvolver no
publico o goslo pelo Iheatro. A nossa popula
Co ralada pela lucia rlvagem dos partidos, r
lio falla de direriimenlos achu no Ibealro
ura paaaa lempo til e agradavel.
Ainda que 03 espectculos o anno passado
fosaem marcados com o sello da imperleic.iu,
ti vemos represenlacdes dramticas, caotoriaa c
dancaa de que o geral do povo nao desgoslou.
O Sr. Germano agradou-nos era algn* papei".
taes como era Maria Joanna, Marinbeiro de
San Tropea e Pedro Sera.
No bello theatro de Apollo extioguodo-se a
sociedade particular vimos apparecer uina
corapanhla dramtica que ainda se mantin, O
tlenlo do Sr. Gulmaries tera sido apreciado, c
vivamente applaudido era abrumas represeu-
tiic'Vv taes como nos Renegado* e noCanides,
e nos papel* caricilos; e o nome da senbora
Marta Leopoldina lornou-se bem depressa o
mais popular da nossa scena.
Entretanto o governo, que desejava doar ao'
publico um Iheatro digno dalle, torniuu um
contrato com o Sr. Germano daodo-lbe desoll
contosde ris, afira deque contrauaae edirl-
gisseem Santa Isabel um* boa companhia dra-
mtica e outra lyrica.
A despeito de todos os bons desejos do Si
Germano, sentimos dlser que este aenhor pa-
rece-nos nio poder cumprlr o seu contrato. O
theatro de Santa Isabel nio foi alieno 00 lem-
po determinado pelo contrato, alada nio che-
garain os actores que o Sr Germano aasevera
hacer contratado, e negando elle a sua com-
panhia ainda assiin, estai longe de ser com-
pleta. Entretanto paaui-e os das, e o thea-
tro de Sania Isabel continua fechado contra os
desejos do governo e do publico que v com
pesar em Pernambuco separados, artistlsUs,
que reuuidos podiam formar urna boa coinpa-
uhla diainatlca.
Mas como se poder cinseguir ette reaiiita-
do.' qual deve ser a sulucio delta quealo do
theatro ?
Quauto a ns ao governo compele, e s delle
depende regular o theatro era Pernambuco.
Nio tendo sido reallsado o contrato que fea com
o Sr. Germano, o goveruo est aulorlsado a
tomar sobre o Iheatro a* medidaa que bem en-
Na nona opinlio s una aduiloiilracao cre
da pela presidencia da provino!* poo* coo'r"-
Ui unta boa companhia, subuahlr-se aos ca-
prichos do actores, reunir todo oa de uierect-
inento que aqu ae achara ; e dar ao publico
de Pernambuco eapecuculo. como elle deaeja.
Um empresario de Weatro acudo actor nao
lera grande facilidad* de contratar artistas
de uieiecimcnto, isto por motivo* multo ob-
vio.
Oigaulse-se o theatro conforme o contrato
felto pelo digno preaidente o Sr. Sauta Ramos,
Ie assereramos que a inaior gloria da acea bra-
aileira, o Sr. Joao Caeuno que arde em dese-
jos de se mostrar em Pernambuco, nao delxra
MUTILADO


le vfr aqui rtprMeiitar uo tbeatro de S*aU
Isabel.
Kra do qM propomol, leraanos um A
ijue rende parto te cont de res cada re-
ii, r da diua par semana, e com o grande
subeidio da ptoviacla. que poda atraMr ran-
des artistas, aias cuja vaolagrn, nao serlo
i ni aproveltaaj. V, remo compaublas in-
couanlcUii tliealrot rivaes, ambos impotentes,
r. malogrado o flm para que fol construido o
theatro de Santa Isabel. .
Ou deaaja-ie antes cita mesma rtvalldade a
lua generosa doa artillas? Ful talve conteste
desrjo que a eommtuao do Iheatro de Santa
Isabel propoa noaeu relatorio asSr. Souta II -
moa, como uma daa condlcdes do aovo contra-
to que com llcenca da coinmisso, outraa com-
panhiai podeiiem repreaentar euiSaDta Isabel.
Mas quem nao aabe que para luctar he pre-
cito armaa Iguaea!
L scrao armas tguaes, um pingue subsidio do
goveroo, um tbeatro nato e bellamente situado,
e actorea rulreguea aaauat Curvas in.livi duaes,
lutaudo com lodos ot cuibaracua dasircuiu-
tancias, n'um Iheatro afanado do centro dacl-
didc, cum incoMimodos cumiles, e apenas
aualliadoa pela proteccio generosa, pur... in-
sulicicnie, de Uma aociedade particular.
lie pola com tbdi a rasSo que esperamos do
governo, que despresaodo os iutereaaes c ca-
plrcboa individuaes. tome uma resoluoo que
inelbore o estado do nosso tbeatro.
l!m sipaixoitadodo thtai'o de Santa izabil.
-a.
sm mestnoe armezens, e para seren expor-
tados, sem previamente er .presentada.
QOU o uBpiCuu para a mes. ler disto co-
nhecimenlo, e nells por* distribuirn A
intelligetlela que di dtrerrflo ao artigo
tildo regiment he exorbitante, nao lie
onda j ule artigo di a forma porque hada)
ser feila
40 ditas dito, cal xi5ee Charuto!, aos consig-
natarios.
u aaccaa; oola i a Li ma Jnior ai Companhia.
2.925 quartlnhas, S25 feltt placaba: a Jo*l\
quim Josa da Sllvclra.
ISO aaccaa caM; a Manoel Joaqun. Ramos a
51 Ira. -
10 ditas dito| a Uanoel Antonio da Silva.
EAliCQilPANHIA f)0S PAQUETES IflCLE-
ZE*A VAPOR.
O fapor Ttviot, commandan-
te Itivett, espera-sn da volta
dos portoa do sal" no da so do
crrante mai, o seguir no dia
soguinle para os Ja Europa. Aa pesases que
jg}.
ser fcita a nota, eordena que entre as de- I cadeira de arruar; ;a Francisco Jos Lo- pretenderen! passagem deierfio dirigir-so
clant;o8, rroe ella deve contar, seja ama pes- respectiva agerfclt froa do Trapicho trovo
a ponte, trapiche, ou lugar do embarque, 19 fardos fumo, 300 calas charutos! or- 42.
d*DiV, ai... him, i-..... *,.. mu.ir. Pela subdeleglfcli de S. Jos desta ci-
P..;'.* omnanhi'.0"*8" dUo, """." <. onunc.-a. aprehenco deum.es
-' __ ^rntii lia nnmrt M*.t Hn ninAn I.,... .*., l I -
Acabam de chegar a esla cidade o Sr. r'i-
uart c a Sra. Trsbatloni Finar!, aua esposa,
ambos ballarinos de grande nome. Algun
jornaes dos Estados-Unidos, Maraa, Hespa-
"lia, e Sueos- \jrrs, fazein Ido subidos elo-
gios ao mrito eoregrapho do Sr. Fioart e sua
esposa, que alguna enrgao a por esta igual
i ao celebrada liarla Tagl.uui. ltimamente
no liin de Janeiro e na (labia, receberam os
senhores Fiuart e sua esposa eathusiastlcos e
bem merecidos applausos. Acham-se contrata-
dos no tbeatro de saniaIsabel, e o nosso bom
publico por seus proprios olbos tem do avallar
o raro merecimeuto de lo talentoso par.
Correspondencia.
Sr. Redactor. Nao devendo passar ilesi-
vincia a resucito de aerem desiribuidos os
volumes que se acnao depositados nosar-
mazeus para os pontos, em que devem ser
embarcados; eu mu apret em fazer publi-
car como resposta a informarlo, que por
utermedio da thesouraria doi ao mesmo
Ex. Sr. > residente sobre dita representaCjao,
que he a mesmissima couzi, que vero no tal
comunicado, semndo ella igualmente de
resposla ao comunica lo ensorlo no Echo n.
'JO ; pois que tlcsliit>uir;io nao lie previle-
gio a ni hum trapiche : mo devendo entrar
em polmicas polo que obro com a devida
submisslo as uthondadesrespectivas, cui-
do ser esta o meio maia honesto, deque
posso usar para dar cou* smenlo an res-
peitavel publico da mor li lade da providen-
no he poia livre ao despachante embarcar
orlo llie aprouver, nSo dizque eate lugar
de embarque no Ihe seja endlcado pela
mesa, nSo diz que aeja i arbitrio do des-
pachante, apena, exige a d.'claraclodo lu-
gar em que o gaere he embarcado.
O artigo 17o do rolen lo regiment orde-
na que os gneros, que entrarem na ponte
do consulado sejBo empretenvelmente em-
barcados no mes no da ; nSo barendo aqu
puntes proprias do consulado so o diver-
sos trapichea as pontos suplementeras, e
como cumpnr adesposicJo deste artigo, se
a mesa a vista daloticio do cada um nao
mu destribuir a [hi.t.io quo elle possi com-
portar, e embarcar no minino dial'o regi-
meuti no promulgara este aitigo se nao
livesse dado i mesa meio de o curaprir, o
meio he lee a tneaa aciencia dos geaeros
que se quer despachar antes de sabironr dos
armazens, e repartidos de forma qua se ob-
tenha sua perfeita execugSo, porm esta
sciencia nSo pode aer oblida sonao pela
destribuisSo, logo a dOstribuicSo antes dos
gneros sahirem dos armazcas he necesa-
ria. Assas est provado que a deslribaic,ao
he comida nas'ordens citadas, apoiada no
regiment,e necessano a sihida dos gc-
ii 'ini i mas como a direccao ouumerou os
damnos, quo diz seguirom-se da deslribui-
ea ', i-i i administracao poli mesma enu-
hcr.-eao passa aprovar, que ellos no
exiilein |iriineiro ordenar o traballio lie
facilia-lo, e no alraza-lo, a incompalivel
mu iioliti l.i.l do gneros n'um m mu tra-
picho ho que atraa o expediente do embar-
que, trazeiido-lhe a conl'uaSo, que em nada
se compadece com a boa fiscausac/lo -- se-
|gunlo o trapicnehe para embarcar os ge-
rom no mcamo dia,
de carrcgameulos,
que he dumelral-
pposto ao dito artigo 170 terceira
a diminuir a despeza da CuoduCfSo ha ao
que tamben pela dcsli iliuit.io se propOem
esta mesa, armonizando a maior proxnni-
dade do annazem ao trapicho porque o tra-
piche inais prximo n.lo he geraluiento o
piefcrido como diz a direcrjo, vem gene-
ros do Apollo em grande escalla embarcar
nos trapiches do CorpoS., como lodosos
oias se observa sem se comprehender como
sedoixao ali dos pontos de embarque para
ondosa pagana de 0 a 40 rs. por volume,
e seprefere pagar ale l60deconducr;Joparaj
ditos liapiclies do Corpo S.'. quarto os I
trapicheiros n5o podem eleva os precos doj
embarques, armazenagem, ou de outros
qualquer trabalbos sem ordem superior,
cui confi.
8 rolos fuin; a J. n. Loffer. <""* ie nom* Mara, de nscSo bengoolla,
8 fardos tecidoa : a Custodio da Silva Para- 411* se achava ocqulta em uma casa na prala
nhoa. de Santa llita, donde fol tirada e fecolhida
i0 faccas'io de algoiUo, 200 calas charutos; cadei, para aeu legitimo aenhor provsr
a Domingo Alvcs Malinos. dominio, e ser-lhe entilo entregue.
2 saccas farinba; a Miguel Jos d'Almelda.
chapeos de aeda para hotnem, a oaixis al-
lincics, lado avariado, vindo. pea navio
franco/. Juln. 8eila Ivir, 8 do torrente,
as 11 horas no aeu arraaaem.ua ruad Cruz Orqoeira Castro lionteiro om nue r' i
" '9- pois qoe o dito Monteiro era socio
m

Avisos diversos.
Vssciacao commercial de Per-
i caixo cbarulos: a Jos Antonio da Cu-
nha Si Irmao.
250 calas ditos, 20 fardos fumo; a Jlo Fran-
cisco da Cruz,
Patacho brazllclro Prfieaaa. vlndo do Itlo de
Janeiro, consignado a .linorim St Iriuaos. nia-
nifestou o aeguinte :
Theatro de Apollo.
TEACEIRA HEGITA DA ASSIGNATURA.
Sabba*., 9 de agoato de loSt, oMr a scena
o inulto applaudldo drama;
OHHEH DA MASCARA NEGItA.
b,7i0 arrobaa carne de charque, 137 ditas, O prior do Crato, o Sr. Jorge
sebo cu paei, JJJditas graza: aos consigna. O conde D'Alvaro, o Sr. GnlmarSe.
rniaain ann arnai J>. Fernando de Codova, o Sr. Mello.
CONSULADO i .l.li \!.. D, (l.meslo de Cordova, o Sr. Tclle.
KondimentO do dia 1 a 5.....7:298,353 Antonio Har.icho, o Sr. Cosa.
Idam do dia 6.........1:110,147 Rui Mendes, o Sr. Nevea
--------_ Ologo Moielho, n Sr Fi^urlredn.
x l 18 "ihO '!" da Guarda, o Sr. Francisco.
Conde de Vimioso, o Sr N. N.
luiTi..iiimnvriK Prime''0 Julz, o Sr. Flguelredo.
DIVERSAS PROVINCIAS, Segundo dito, o Sr. Miranda.
II-mi linieiilo do da 1 a 5 173,787 Sacrlsto. o Sr. randao.
dem do dia C........ 31,403 Sacerdote, oSr, SebastISo.
------------- D./franca de Cordova, a Sra. D. Leopoldina.
205,190 Lcouor, a Sra, D. Garollna.
__._. Pageos, pregoelro, porlelro, soldados, masca-
Iviiiiilnfin rados, povo, cavalhelros portuguezes e hes-
>-..... ''*I,"V- panhoes.etc.elc.
Runos Ayres. polaca sarda VlMetnt, de F|naUliri expcclacu|0 Com a multo jocosa
196 liinolladas, conduzio o seguinte : -- '230 farca
turriqninhas e 980 barricas com 8,6t2 arro-
b is c 18 libras de assucar.
Marseill, barc franceza Jales, de 2tl to-
nolladas, c in lu7o o seguinte: -- 3300sic-
cos com 16,500 arrobas de assucar.
Philadelpnia, brigue amenesno llrandij-
wn, de B3S tonellsdas, conduzio o seguin-
te : 2800 saceos com 14,000 arrobas de as-
sucar
libras.
RECKREDORIA DF. RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rondimento do dia 6......
CONSULADO PROVINCIAL,
dem do da 6.......535,916
A ESCOMA DEMARIDO POR MODA.
Principiar as olto horas.
Avisos martimos.
Rio de Janeiro.
Segu em poucos das o bem conhecido
6"o"c7u7o7"s^ga'd^s"'coai192"60 P'^ho nacional YaUnle por ler parte da
crga prompts, para o resto, passageirose
escravos a freto; trala-se com o capillo na
praca ou cornos consignatarios Novaescv
535 264 ComPaBn8i ua ru* do Trapiche n. 3.
Segu em poucos diis o bem conhecido
* hiate Ameli por ter parto da carga promp-
Movimcnlo do porto.
Navio entrado no dia 6.
Rio de Janeiro 20 das, patacho brasilei-
io l'decmo. de 139 tundalas c..p lio
Auloniu Alves Diis, equipagom 13, car-
ga carne secca o sebo;a Amonm >\ Irmos
Dccliirayoes.
. ......... i un i.i lo do artigo 19, do referido
na, que lauto excedeu a aquella directo : 'regiment de 30 de uimo .le I8J6, o porla-
collocadoiem tal vissiludeindis.iensav..| me nada thesouraria dafazenda do 10 da love-
ha Sr, redactor rogar-lha o obsequio de en- rcido do 1847 quinto os trapiches ums
serir em aeu conccituadp diario este to.-o vez alfandogados pelo g
pelogoverno todos mere-
f -- .v^ -"i.iitivQ'1 J^ j b>,|\/ kUIVI Ul< IV14JJ Ul'.lt
preambilo, elili1 loformicJo, por; cajo fa- cen igual conll.nca, lodos lam direitoa
vor assas grato Ule licar o seule.lorve- participar do iguaestrabalhus.e ja lica dito,
uerador o cr- que esla mesa o proue o mais possivel
... JV "tw lara tilia a encunar as despuzas d couduccSo. Eis
lllm. Sr Kepresenl1.111I0 a direccllo pu,s dosfeita a enumcracilo dos damnos,
dAssoc.acao oomnicrcial de,U praca ao que diz a dirqptjao provirem da poitaria
l-.xm. br.presilento da provincia contra a ,\, poja todos ell.-s convenidos atialitica-
portan.de 20 de.ai.hop. p. em que esta mente em beoelicios, tanto para os pac,-
a,lmii,,str.c..o detcrmiiiuu que o assucar latea,Como para a llscahsa55o, o domos-
pao podesso sabir dos rm.ieni. ein que lio irada a necessidade, I, gal,dado e iu-tica da
beneficiado para osirap.cl.es alfandeg.dos po,tari., que a direccao chamau,du,ia o
alimdeser exportado sem quo primeira- Vcomo ei, insiste, quo esta adm str o
ro^mentot^d^ K K T'XIT^ S ^
la, para o restante trata-se com os consig-
natarios Novaes Companhia : na ra do
Trapiche o. 34.
Para a Baha.
A veleira escuna nacional Atleluldc,
seguo imprelerivolmente para a ilahia no
dia 9 do corrento, podando anda at o dia
7 receber algiima carga muida ; quem livor
equizer carrrgar, queira diriglr-se a ru 1
da Cadeia do Kecife n. 56, loja do Sr. Vl-
O lllm. Sr. inspector da thesouraria fizenda provincial, manda fazer publico, que corroio, sexta-feira 8 do COrrente.
do dia 11 do crrente por diante pagam-se os lliatp Nnvri lllinil.
ordenados e inals despezas provinciaes veoci- ixiaie 110VO U.iaua.
das at o liin de iulho prximo lindo. Va i ser arrematado perante o juiz dos or-
Secrclaria d> thesouraria da faienda prorin- phos, O Insto Novo Olinila, bem conhecido
cial de Pernambuco, (j de agosto de 18. p.'la aua conslruc3o, acha-se aiiarelbado de
O secretario, ludo quauto he necessario para poder nave-
Anlouto Firreira a"Amtinci(tco. gar, leudo de sobrecelenlo 1 corronte nova
-- 0 arsmal do guerra tem do comprar com 30 bracas, el vela bijarrona lambem
pao azul bom, para capotas, e bata tam- n0va ; acheta fundeado junto ao trapiche
bom do boiquahlade quen semellisnle fi- do algodfio,aonde pode ser examinado : as
zen la so propuzarafornecar, comparece no pMaou quequizerom algum esclarecitnen-
dia 8 do crreme, trazendo s.a proposta e lo, pjem dirigir-so a Luiz Antonio Perc-
as amostras Arsenal de Guerra 6 de agos- ra, na ra do Quelmado.
lo de 1851. O ese iptur.no, /'. Seraphico .. pra |,isbua seguo com broviJade, por
a Aisii wrvatito ter a maiorparle da carga prompta, o bngue
Pela administracao do C.rreio dasta ci- porluguez Uia, bem construido, forrado e
dado so faz publico qui 110 da 9 do correntc oncavilhalo de cobre, e de quehecapilflo
perante a mesffli se ha.de vender quem M.noel Jos Autunes: para o 1 esto da carga
m-MOfferecer urna uorcao dejoraaes velhos, o passageiros, para o que tem os melhores e
enivinudododispostonoart 139 do rogu- mais aceados commolos, trata-se cornos
lamento de 21 do D.-zoinbro do 1811. seus consignatarios, Francisco Sevorianolia-
-- lie orden, do lllm Sr. director geral blloo; F1II10.
la instruccilopublici, faco sabor aos senho- r,.or o \|,v,,| -
rosque se inscreveram como opposilores' ^"u,', c "xaTannao.
ue
nainlmco.
A aseociacSo convoca uma reunio ex-
traordinaria dos Sis. socios em assembla
geral, para sabbado, v do corroute agosto,
ao meio dia em ponto.
Sra. Rodadora O abaixo assignado
roga-lhes o favor de declarar so p deala, aa
be autor ou tem parte nos annuncios qua
ten si 10 inserido em seu acreditado jor-
nal os. 172,173, e 174, sob as hcpygraphes,
bomba, astros, morleiro, ele. ele, ou em
outraa aobra o mnamo sentido, Isto para II-
vrar do aupposir;Oes quo jamis Ihe compo-
toui, e juntamenle para cullocar o titulo de
calumniadorea a css"8 que tSo meaquinba-
mente attribuiram-lne, do que Ihe lloara
multo obrigado o aeu constante lellor.-
Recito, .". di- agosto do 1851.
Jos Rodrigue/ da Silva Rocha.
NSo nos consta que sejo o Sr. Jos Rodri-
gues da id va Itocba, o autor doa anouocios
que menciona. Os RR.
-O adnnni-t'ador empresario do theatro
de 8. Isabel sent extremamente s eo-
cummodos de saude do curioso da imprenta-
(papel) a como elles lmpossibilium de
bir S. S. ao .'iciiplo do tbeatro, podera se s
cautar-iAe eneommodo, declarar, por letra re-
d mda, a aua habilacJo, pois que seri
une talamente visitado, e salisfeita aua cu-
no-i lude a fara publica, ama vez quoS. S.
lamo Rosta do letra redonda: S as9.m res-
ponder. Germano Francisco de Oliteira.
Aluga-se um escravo de boa conducta
para o serrino interno o axierno de uma
casa de pouca lamilla, e que saiba bem ven-
der na ra : quem a tiver dir.ja-se a Trom-
pe ao pedo lampefio, casa n. 9, que achara
com quem tratar.
Benjamn, rimo Nogueira,comprou pa-
ra Jos Pinto Coelho da cidade do Ico, um
meio bilhete do 11. 4930 da declina terceira
lotera a boneliciodo l.ospilal da sania casa
da misericordia do Rio de Janeiro, e nao da
candado como honlem foi publicado.
-- Precss-se de uma ama forra para cass
de uma riuvade pouca familia, que saiba
engommar o cosinbar o diario de uma casa:
na ra da Pcnha, sobrado que faz quina pa-
ra o beco do Carcereiro.
- A pessoa que anuunciou no Diario de
honteui querer 400,000 rs., a premio, pode
dingir-ao a ra da Santa Cruz .1.3, que ahi
se dir quom os da.
- JoseJoaquim Ozorio comprou por or-
dem da Sra. I). Leopoldina Carolina Uaptis-
ta Carneiro da ci 1 ule do Ico, doua meioa
bitheles da decima lerceira lotera concedi-
da a beneficio da asma casa da misericordia
do Rio de Jaoeirodens. 984 e 1369,osquaej
licamem seu poder.
Uinheiro a juros.
Na roa do Rangel casa lerrea n. 21, se di-
r quem da dinbeiro a juros com llrmas que
agiadem, ou liypoLhecas em casas terreas
que se mostrem livres depenhuia ou hvpo-
ttieca.
-- Precisa-so alugar urna prcta que seja
- Ortalxo assigoado declara 0 re8D
urf)ll.c0s. ligo tnnuoclo publi,
i*
aoiitom nesUjort pelo Sr. Bernardo
--Tqoelr. CMtro Ontelro em que dec
xar de ser seu calxeiro nao he.virid
sqoe.o dito Monteiro era socio con, n
al.aixoatuignado de urna terca parlado-
,|jicrof.OH prejuizos em seu estabelecimnr
ln, c como so flzesso multo necessario recn
nhecer o bom ou mo estado do negocin
rocorrendo a balanco legal, foi quando
socio Monteiro julgou de seu dever abjur,
sua dignidade para no proceder aoexam.
Jas contaa, (deque era encarregado; pe,,
complicarj.io que uellas existe be tal, queso
seu raro talento na escripturacllo!.. poder
dar remedio, e'jvlgo que ndo podera neaar
acumprir o seu dever.
Andr NuMer.
--Preciaa-se alugar um sito porto desta
cidade, que nao seja grande, e.mesmo cun
casa pequea : annuncin, ou dlrlja-sea esu
typogMplua. '
^ Ao Sr. Bernardo Jos (|a
Cmara pergunta-so, Beia5ojulga
a sua honra e reputa?ao publica
e parlicolarmente comprometliJas'
deixaodo de responder pnvenien-
temente pergunta que se Ihe fei
nos nmeros 169, 171 e 172 des-
te jornal; a aaher, s a lypogra-
plna Nacional he propriedade de
S. S., ou do partido liberal desta
provincia, com o dinheiro ,1o qual
foi ella comprada? Anda espera
resposla Um contribuinte.
los donos de trapiches de condr;au menos
lavoraval sem haver vantagem para a lisca-
iizacao, por s se poder embarcir onde
liouverem guardas, o uninio por ceitiISo
as ordens citadas, que no auth irisan a
rSo sana los pensa ter locado em todos os
tpicos apresenlados pela direcilo e que
desta arto leu. cumprdoo referido despa-
cho de V. S. de V do cirrente, qua uinioas
pessis que o acompanh.raui devolve
Publicagoes a pedivio.
destrhuilos para Irapiclus mais distantes,
segundo einpelir que o negociante ten-
di. comprado o genero em diversas parti-
das, possa depositar um carregamento no c FR.\NC\.
trapicho, que mais Ihe aprouver, para sor <-omo sm quese intarossa par seus
despachado, e embarca lo emUmpooporlu- c''"ipitriotas, quo na F.uropa compleao
no terceiro augmentar a despeza da con- *'"*. "st'ucQ) scienlilici ou milita., para
ducc.5o,sea destribuicSo na i for para tra- maior boiri e Proyeilod) brasil, tara pra-
fiinia_____________________ .1 ,1 I' 1 1 tn V lllll- nuil 1 ..... ,
huiJos pelos 8r*. professores pblicos de coa> bre'ddo o bnguo brastlo.ro Animo,
ambos ossexos; oe orlem do lllm. Sr. di-lc'mt3 ^''niiniSOS Antonio de Azevndo :
rector geral da instrucco publica fai;o U-fiSSJ^JSS!liSy!S!!!S!ft*!jl^ de pas
ber, a que,n convierque oa ditos cxcmpla-
res cham se no lyceu, aonde os podar.m ir
ou mandar receber.
Directora geral, 28 de jullio de 1831.
Candido Eustaquio Cciar de Mello, amanuen-
se aichivista
Do ordem do lllm. Sr. director geral da ins-
truccSo publica faco saber aos Srs. pro-
fessores o professoras da iustruc^ao ele-
mentar, que os livros que se acham ap-
provados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
viini 1 para se darem as escolas, s3o os
segulotes:
Nsdo primero graopara ioilura, sim.lo
do uanlua c os evangelhos traduzidos pelo
pidro Antonio Pereira de l-'igueircdo : pura
as conlas a aritlimelic. pratica por V. N,
Colado: psra doulriua cliristaa euilhogra-
piclie oais prximo, qjo he geralm nte o zeremsibar que o joven lente da mari-
preferido qua-to elevaremos trapic ici- ".n* 'mPu,il|l Manoel Antonio da Rocha Fa-
ros o prego do embarque, e lorni-los mo- "* .""''arcado em a nossa Irahata Uineree,
nos zelosos por f.lla da livro coiicorreucia ail1uirin eslima geral por sjas quali lades Pbia o opsculo intitulado colleccd.o de
do que por menos lizor quinto viul miar ''* hoiiioiu du mf, que se reunm ao mais,'eu"l,c"dios para uso das aulas de pnmei-
') embarque com maior dos^cza da cano- '";"0 carador. II i esta a opi ii3o dos seus ras letras, lorceira ediccilo : para grammati-
los, e em trapiches, que menos coiilianc c*'naradas da ilincree, e accressonlo que o ca nacional ai li^Ocs de grammalica porte-
merecen., condumio, quo era injusta a 'ir*s.'' 'era 'He um excediente "lli ni de
poitaria, e que cala administracao devia mrioha. Dele mogo visilou primero com
paleotear quaes os abusos, a qje se refere, Pro*'''10 .s araanie de inglaterra, da Hol-
11 ue sero sanados, eque fosse obstado lanla e '"''anca, o dnpois tomou parte de
srueireito, os fosse compndoo artigo I ~>i ama m,"eira muito brilhaule em loJas as
evolucOes da ultima viagem da Mineroe.
1 Ext, da corresp. do Diario do Rio. }
"lo regiment do consulado; o mandando
.' S. por despacho de 9 do crreme, que
esta administracao inform, cumprmdo
devo dizer a V. S. que aprovidencia lumsda
na portara de que se recorre, he exigida
|)alo bem da fiscalisaco, e tola contida nis
nrdens ciadas, expresamente no regimeu-
Ueparligu da Polica.
iH*B
guez. destinadas ao uso dos alumnos de
ambos os sexos por Jos Bernardino de Se-
na. as do segundopara leitura, princi-
pios geraes di: economa poltica e indus-
trial em forma de conversarlo por P. II
ISuzanne Iraduzidas em vulgar: a synopse
I da historia do Brasil pelo goneral Abreu e
'Lima: para doutrina chrstSa o mesmo
jCompendiodo primero grao: pira resumo
ida etlica especialos doveres dos horflens
por Silvio Pelico : para grammatica a mes-
caixeirodo uma venda, parto da praca:
fallar na ra Direla, casi n, 6.
-- Precisa-se de um humen, para um en-
genho, que enlenda de horta : a fallar na
ra Direla, casan. 6.
-- Aiuga-s urna negra que sirva bem em
sagen. ou embarcar escravos, podo entcn-
der-se com o capitao ou com Luiz Jos de
S Araujo, na ra da Cruz n. 33.
Para o Aracaly segu visgem com mu-
la b-evidade o liiate ExalacJo, mestre An-
tonio Manoel Alfonso: que.n no mesmo qui-
zercarregar, ou ir do passagem, pJe en-
lender-secom o mestre, no trapiche do al-
goiao, ou com Sa Araujo, na ra da Cruz.
Para Luanda o mais portos d'Afnca o
briguo portoguez Triumphanle capitao An-
tonio Domingos de Carvalho preteudo sa*.
hir at 8 do agosto, recebe passageiros : jcasa,e venda na ra, sen lo liel paga-se bem,
quem preteuder dinja-seao referido capitao, no quartel de polica : a fallar com o sar-
na .1 Oliveira Irmos c Companhia, ua ra nenio Saut'Aona.
da Cruz n. 9. I 0 Rvm. Sr. conego Francisco Antonio
Para a Baha segu na presente semana "e Oliveira Rozelles, queira vir ou mandar
por lera maior parle de seu carregamento,'" rua do Qjeimadu, loja n. 18, a negocio,
oblato .igeiro forrado e pregado de cobic, ~ Precisa-se do um caixeiro que tenha
para o resto e passageiros : dinjam-se rua j Pr'ca de venda, c d liador a sua conduc-
do Vigano o. 5. /ta : "> Kora de Portas, pateo do Pillar 11 di.
1; lij-.ipparcc.'u do uugenh novo do ci-
LeileS. bo PrcloS'njaodenacno, velhu.mas foi te,
__^ com a cabeca qussi toda branC, calvo he
O Ccmtor Oliveira f.r leil3o por qual" "S? **"&+*&* '"no.cujo escravo
"ID1UADOU DOS AlaCOUDUS
PARA _>^
7I0LA
em auxilio de mestre e sem co.
nhecimento da muzica.
Sahio a lut eale novo e interossantissimo
dcthodo.bm gravado,volumeem pa.iel car-
tn, formato grande ; venda-se na ruado
l.ivramento n. 27, a 4,000rs. Roga-se aus
senhores assigoantea, que ain la olo procu-
raram eata obra, se dignem mandar buscar
seus exemplaraa al ao dia 15 do correnta,
porque depois dosse dia nSo terSo mais ai
garantas da assignalura, quamoao preco-
islo porque existe um pequeo numero de
exempla'es, e pira dispor delles, o autor
precisa desfmbsiacar-se da assignalura.
A mesa rogadora da rmadade do Sr
R Jess das Dores, na groja do S.'Goncalo,
convida a lodos os irmSos para a eleicSo
da nova mesa, a qual ae ha de proceder no
da sexta reir, 8 do corrente, as 9 horas do
dia, em virtude de deepacho do lllm. Sr. Dr
juiz de capellas.
Anda se precisa alugar uma preta ea-
crava, que aaiba tratar de uma erianca o
boa, cemeonta: na rua daa Cinco Ponas cu|oar da roupadella, pagaodo-aa 10.00J rs.
o. 68, ou a mu une. pormez : quem a liver, dirija-so ao por-
--A irmandade do S.S. Sacramento, da'leiro d* lf,od8 desta cidade, ames-
matriz da Boa-Vista, olTerece com abate urna ma repart'^30' 0u nnuncie pan ser pro-
letra de rs. 8:408,680 de principal, alem dos,curau0-
juros, aceitt pelo Sr. Antonio Marques da! ~ O abaixo assignado faz scionte ao res-
Cosa Suares, e endnrjada pelo Sr. Ignacio peitavel publico que daixou de aer seu>cai-
Marques da Costa Soares, vencida em 14 de 1iro Pedro Clau lino Duarte. desde 30 de
marco de 1843, eopporlunamente protesta- julho de 1851.ManTel Toixeiradt Andrarfe.
da ; laz-se ludo o negocio : os pret-m entes Precis.-se de uma ama que engomme
entendam-se com o actual thesoureiro o Sr. bem : na rua do Hospicio n 52.
bernardino Jo Monteiro; naruadoQuci- ISSTRCCaO PRIMARIA,
.nado, loja n. 24- ( O abaixo assignado, leudo recebido do
Precisa-se de duzentos mil res a juros respeilavel publico benvolo acolhimenlo,
por lempo de quatro mezes dan lo-se segu- v'sl como ji nuiloa paes de famila Ihe
rauca em uma negra : quem quizer aonun- lHin confiado seus filhos, convencidos da
depara ser procurado. maneira conscienciosa por que o annun-
Desapparecen de bordo do brigue novo clantft tem desempenbado aswbrigac/Ses a
Lobo, no da 4 do corrente, um escravo cri- 1ue se comprometiera na direceto de sua
oulodonome Ignacio, de idade 2 toaos, ""'a particular na rua do Jlondego n. ti.
pouco mais ou meuos, levou camisa de ra- rnde por este meio um publico agradeci-
cado de algodSo, calca do dito azul, o cha- munto aquellos que millo tem depositado
peo a polka : quem o pegar leve-o a bordo sua coofianca em aassumplo to delicado
do dito brigue ou em casa de Oliveira Paiva |,'1;no sJa primeira edcelo do seus li-
& Companhia. Ihos. O annunciaote julga dever ainda so-
M. B. C. RrandSo, acaba de ver cal- l',c!'sr a conflanca das pesaoas moradoras
xas de charutos com todas as suas marcas, fora Ja Praca, para quem foi especialmen-
sem seren promplos em sua casa, por isso creado o sau eaiabelecimento. E em
previne ajs seus freguezes, afim do nSose- vrdade, be.ger.lmente roconbecido, que
remilludidos por laea tratantes, que abu- mullos paes moradores fura da praca dei-
sando do sen estado de molestia, ammaram- xam de dar edacacjlo precias a seus li-
sa a assim praticarem. A estrategia conhe- Ihos, ou a fazem com grandes aacrilicioso
ce-se alguma cousa pela marca de logo S. diliculdades, em razSo de fallaren, aulas ou
Flix. .collegio, onde possam col loca-Ios, oor tal
-- Precisa-se de um rapaz para segundo: modo dirigidos quedescansem inleiramen-
"
te, nao s a respeilo do tratamenlo o dis-
vellos, como a respeilo do desenvolvimen-
to intellectual e moral ; era portanlo do
palpitante necessid.de a creacio de um es-
tabeleCitneoto que remiese todas aquellas
rondicues e foi com casas vistas que o sn-
nuncianle eatabeleceu a sua escolla no lu-
gar indicado. Os pensionistas, que he fo-
rera condados, acharSo estabelec.ment do
annunciante lodos os elementos necesa-
rios ao bom desenvolvimento phisico, in-
tellectual e moral. HabitacSo sedia, com
aa ni'i'omnio lac.les peoi-ssaria, e todos os
chillados que uni pao pode dispensar seus
lilhos. Mestres escomidos de grammatica
latina, franceza, msica vocal e instrumen-
tal i se encarregaram de aperfelcoara 11-
tclhgencia dos alumnos em quanto o an-
nunciante dirigir especialmente as primei-
PARTE l>0 DIA 31 DE JULHO.
Foram presos: a ordem do dolegado do 'm,u0 pnmeiro grao : para a arillimetica em
lo de 30 de >laiodel836 contida naTor- P'lmciro dislncto desta cidado, o p.isauo nu'"c,ros"Ueifos" qoeo^Jos. e decimaes,
.leus citadas po.-que ellas dete.-miuam qnn Re. nardo de Souzi, por deixar pissar urna eexPl!oac3u do syslema nacional de pesos
a loilribuicSo seja feile por esta meza, e ex- barroca, que con Juza, sobre o p de uma ie mo 1,s mcmo compendio da Colaco :
press.mente no regiment porque ete 110 mulher septuagenaria ; a ordem do subde- 'p*ra gographia o opsculo intituladono-
arligo l3 orJena nendum dos ditos ge- lg"do do Recife, M.ria Joaquina da Con- *, Bs Je geograpbia histrica para as escolas
neios sal.ua dos Irapiehes. armatens e eeicao e Francisca Maris da Concec3o, por instrucco elementar, coligidos de varios
prenaas, para exportado sen despacho '.la furl : rdem do subdelegado do S Auto- i,u,?ros P<" um pern.nu.uc.no.
moa.; ora se a portara exigo esto despa- "io. o pretoCuilhermc, oscravo do Jo.quim ...[>!'ec\P"t 8eral. primero do agosto de
choaulesdasahirogenero do aruiazom, a
qual he orden ido pelu artigo 193, como diz
a direccllo, que nao tem apoio no rgimen- Ertevio Jos dos Santos, por furto de caval-
toi>.'Como compeliudoa esta mesa pelos 'r das parles das rondas de polica nada
artigo* 180, ll, 19, e 194 du meamo reg- cons tr occo i 10.
ment toda a flscalisaco sobre os goneros,
armazens, e trapiches, e compelen lo-lho
petas ordens Citadas a dcslrbuic3o, nSu
esta contida as ordens citadas esa. dcstri -
buiflo, que a mesa julga ni-scasana a bem Rondimento do"d"i
Irada doa gneros defere da corle, e da lia- Briguo americano -- Wm. /^.-"f.rlnha e
na, ali tuda a entrada he por mar, aqui bolachinha
quasi toda he por Ierra, quao lo a le julga Escuna b-asileira ~ Em'elia mercadorias.
necessarta a deatribuicSo nos gneros qje lliaie brasileiro -Amiliu- fumo e cha-
1 i.uao por Ierra, que sio os que csUode- rulos.
posiudos nos armazens, porque a deslri- liupnrtacitd.
Iiuicao he uma precaucSo, e se ella be ne- liiate bratileim AmIU, viudo da nahia, con-
' ssaria na oolrada dos genero*, como o aignadoa Kovaea k Companhia, manifestou o
nao ser aahida drates, om qua tola seguinte.
precaucSo, toda a providencia apenas serio 3 c*'"' lcc'dos diversoa J. Kelter h Com-
bastaotra r*e os gneros nem psra consum- P,nl,!- _''
^^l\Tc^^^J^Sr. ro^1111" *ft "cradcMcdci.
Mchalo Porto, por ter dado uma bofetada; ,83,- O amanuense archivista,
o ordem do sub lelegado dos AITogadoa,, j Candido Eustaquio Cesar de lefio.
Achantse vagas as cadeira* de ins-
Iruccfo elementar do primero grao de In-
ga/aira, Serra t.llito. o passagem do Joazei-
ro, de ordem do lllm. Sr. director geral di
ra 1
mod
mar
?..d2\MroTo^ linJ,' ""P*1".' o ^ordr.pp-ir^'p.rVe.l. fim anoneci.nte convida a to-
fgoa.monlo de var d.d, doJ0b ect? de lo^ 2"2aT222 & 'rmS = "' ru" NV' n' I SS '""-P ''"""i* ^'TT S"
j de sapateiros como sj5o sappalo de 6J-1'a"le feceb''<"" "U vinda do Rio. zerem cerl.Hc.r-se da re.l.aacao das pro-
multas qalidades para bon.em senhor. f"6.''" alu"' "' eobr.dlobo nM em-ninas rormM denin MuiWImIm ras das Cruzes e estrella do Rozarlo, que jam sua aul. o ah ex.mmem porsimes-
beserrosc> Si ."marnq .mdeco: U30 S8ja ""* Jc '""> rs. : quem livor 1 mos a ordem e regul.ridde do. Irahalhos.
ros. Iinhas brox.s cera hranea nroi. "nuncio per esta folha. e as mais condicOea que fleam enumeradas,
mtuW>bWfX*llh^>i^l7%l Prci!"1-se f"'l" w oSr. alferas! O. nnaocl.nlo espera contlnu.r a morc-
cor"& ^t&vR'tnSSJStil Fr quwtol-meeire Vicente de Paul. Rios de cer o favor e eonflanca dopupl.co.
cente a Fer- ()ljveir, a negocl0 ^ interease : ... rua francisco de Sales a"AUuquerque.
nandes da Luz e Innlo. Na mesma occa-
siSo se vender hum Pi.no proprio para Si' "
principiantes deste mstrumant), hunaca- .. *"*- j.d
Precisa-so do um fornoiro, que desempe-
rna para casal, hum. dita manor, diti para I reC|S'-s deum rorneiro, que uesempe-
menino.umberco, lavatorio, mesinhas, sel-'rhe ba,n su,s obngasOea, p.gase-lhe
liosparamonurladehomemedesenhora ^"i ordenado, paraa cidade do H10 For-
jar. do parcellana dourad. com dores ar- moso' l'tl" n* ruf do Amor"n ..
iilici.es e mangas, vasos Qnos.c.nJieiro de ,
RETRATO* DE EI.ECTROTVPO.
Estabetecimento de Carlos D. Fredricks &
V/eeks. No aterro da Boa-Vista n. 4.
Tendo ehegado os profeasorea Carlos !>
Fredricks &. Weeks dos Estados-Uoidos
com destino ao Rio de Janeiro para onde
-- "joein ajmzer lugar um moleque, di- sngoirffo em pouco lempo, avlsflo aos habj-
ao largo do L.vrameuto, sobrado tantos d'esla cidado que o seu estabel ci-
viala.
U juiz dedireito da primeira
vara do civel, Custodio Manoel da
Silva GuimarScs, mudou a sua re-
sidencia para a rua da Concordia,
o primero sobrado de um andar.
O vapor brasileirh Paraenie,
commandauto o capitao de
fragata Costa Pereira, deve
chegar do norte al o da 15 de
agoato crreme, e seguir pira Macelo, Ra-
in e Rio de Janeiro, 00 dia seguinte.
:k-
-0 corretor M. Carneiro. far leilSo no dia J. Soum vai fazer uma viagem a bu- D.guerreotypo, e a rapidez com que"so U-
quinta-feiru 7 do crrante as 10 horas da ropa. rao be tal que a pessea nao podo deixar de
inantia no seu armazem oa ruadoTrapi-j ,- Quem quizer comprar uma negra boa conserrar a esprecSo natural. Isto lambe"1
che n. 40 de diversos trastes novos, o uaa-, cosioheira, e que faz lodo o mais servicode he uma vaotigein para as pessoss que qui-
dos vidros, louc. candieiros l.nternas o tiu- uma casa, aem vicio, e bem achaques, ap- zorem mandar tirar os retratos de enancas-
tros muitos objectos qoe serBo vondidos p.reca oa rua Augusta n. I, no pnmeiro Tambem se lro copias de outros retratos,
por qualquer prec : aaslm como ao meio ridar. aeja de pintura, ou D.guerreotypo. Traba-
dla em ponto bir* em lalljo urna porcSo de 1 N rua da Cadeia do Racfe n. 46, loja lo.-se com a mesma perfeico nos das uu-
caix.s cora charuto da Babia de di ver as de roiudeza,venderan.-ae os amaros 9001, blados, como nos de sol claro. Os di.s
quahdades, e muilo bom- ; em que saino oa 4:Oi>0,u0O rs., o may o nu- mais proprios para as familias sfio os d. se-
Cala t Irmas farflo lailn por nter- mero 5079 em que sanio 1:000,000 rs., e pa- maqia, para evitara concurrencia dos dis
venco do corrector Miguel Carneiro, porsn- g.-ae na rua do Trapiche n. 36, segundo an- de/esta; e para o mar commodo d.s se-
to o ch.uceller do consulado francez o por dar, em casa do cautelista o Sr, Salusti.no nloras ha um. sala seprsda. Os presos s9o
conta de quem perteocer da 5 caixas com de Aquitio Kerreira. dl6/ooo para cima.
mi mi





. () cautelista Salustiano de A.-
nll"no Ferreira, faisciente a quem
L possuidor do meio bilhete n.
A8,8 da decima eexta lotera de !>.
Pedro de Alcntara do Bio de Ja-
,:., em que saMo os 30:000,000
r,,,, paga na rua do Trapichen.
Vi segundo andar, logo querece-
ber a lista geral pelo vapor que
deveaquichegar no Hiaacdo cor-
ete e, o qual fo. vendido na
rua da Cadeia n. 46, foja "de miu-
deiaplecis-sa de urna ama de leito, que o
un'abo! torra, 00 wcr.: ruado
2^ vunn.iln* rindes n. 2.8. O
2 ConXXhomvov'Mco do/tulMt.
*? VoJ.B.Catanova. ,.,. Q
S Gratis para os pobre.
O Ni usencia do facultativo J. B. Ca-
O Gosset Bimonl continuara cora oa g
O Xlhoado roesmo consultorio on- O
O de?poder* ser procurado a qualquer
Ouein precisar de urna senhora portu-
cueza, j da idade, par. ama de unja Casa
Se homem solteiro, dirija-ee roa da Ca-
T..;. de Santo Antonio n. 18.
Arrcnda-se um sitio na ponte de Ucha
".;Uo ao do Sr. Franciaco Antonio de
iveira, com os cornmodos preciaos para
imi randa familia, valo como tem duai
trindci sallas ti quarloa, cozinlia espego.
si assim como eatribana, urna grande ca-
rimba, bastantea arvoredoj, etc., etc etc.:
quem pretender, dirija-ae i rua da Pnia n.
55 sobrado, lerceiru andar.
.'.Preclsa-se de uro portuguei que seja peri-
lo em planla{Oea de allio, para a laier em
um 00 lugar da Remedio : quem eillvar oeilae
ctrcuniitanele. dlrlja-se a alandega desta ci-
dade a icu portelro.
Os Srs. Custodio Alves da Cunta, e Jo-
s Alves de Souz, aquelle que morou na rua
dos Cuararapes, e este na rua do Pilar,
queiram dirigir-se a llvrarla n. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia.
Na rua de Agoas-Verdes, Sobrado de
um andar n. 1, d8o-se bolos de vendagem,
pagando-ae quatro vintn* por cada pataca:
tamben se recebe qualqer cncommeoda, o
soarmao bandejas de tnuito gosto, ie de to-
do o prego.
Nova tinturara,
Na rua Velha, casa a. 7, tioge-se do todaa
a core,lira-se nodoaa, e prepara-ae ensacas
que teoham algurnas nodoasou defeito.
.\'o pateo da Ribeira, loja do sobrado
u. 15, eogomma-ae e lava-so toda a quali-
dade de roupa, por prego oais commodo
do que era outra qualquer parte.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
rua do llaogel, queira mandar pagar a as-
signatura deste Diario, e em quanto nSo o
fizer ver* o aeu nome publicado em letra
reJonda.
Precisare de aprondizes e liradores de
[umo, paga-se bem : na rua Imperial n. 11.
Na rua das Agoas Verde, n. 1, lava-se,
c cngoraua-sa toda qualidade de roupa, por
prego mais commodo do quo em outra
qualquer parte.
re-
da
ana
de
l'i'imi'iras letras, coatora, bordado
e flores.
Uffll senhora honesta e que se aclis con-
venientemente habilitada, se ofTerece a en-
-niiir meninas por mdico prego : quem de
seu prestido se quizer utinsar, dirija-so a
rua do Arag3o u. 12, Segundo andar, que
achara com quem tratar.
MiUkUA ************
Jos l.uiz Pereira, pretendendo acabar
al o fim do corrento anno com a sua loja de
ferrageas da rua Nova n. 16, offarece a
quem a queira comprar, e principia desde
ja 1 tender qualquer porcSo de ferrageni
un miudezaa pelo que loo custaram ; pro-
ve la a occasio para rogar a seos deredores
queiram aatisfazer aeua deblms no praso
de 30 diaa para o nSo constranger a chamar
por tullas publicas aquelles quo se esque-
cereoi.
-- Prcciaa-se de urna escrava, para servir
de ama a unta s pessoa, sabeudo cozinhar,
lavare engommar : na rua estrei.ta do Ho-
zario n. 17, primeiro andar.
Preciaa-se de 400,000 rs., dando-se 3
por canto ao mz, e por Dador um negoci-
ante muito acreditado : quem quizer dar,
annuncio a sua morada por eate jornal.
O Sr. Jos Joaquim de Fana, tem urna
caria viuda de Portugal: na rua do Quei-
mado o. 17.
-- Sebasiiio Antonio Fernandea, subdito
portuguez, retira-sn para o Itio Grande do
Sal.
Da casa da secretaria da inspeccSo do
Arsenal de Marinha, no mesmo arsenal dea
aparecer., Irez ovelhaa um carneiro, no
da 3 do corrente t quem os adiar, ou dellea
11 ver noticia diriga-se a dita caza que se re-
compensara.
AfiENCiA DEHEO'KUOS ENTRE O BRASILB
PORTUGAL.
Ha interease emaabe* se neata provincia
loe FrancUco Antonio de Feria, que velo
Portugal em piloto de navio, e eierevia a i
mal, D. Marlanna"Befnarda, d'ETora, era 1
aclembro de184l, a ana ultima carta. Ncsaa
caria dala elle teraldo piloto do brlguc D. An-
ua: pareceque o dono do navio, que elle a ca-
te tempocomioandava, era um negociante des-
ta praca.
Deseja-ae laber igualmente le he conbecida
a aua realdeuoia, em alguma outra parte, a nao
ser neita provincia, ou ae niorreu edeliou for-
tuna. Neita ultimo caio, aquella dama be a
aua herdelra, t deaeja ceder-nos oa aeua att-
reitos.
Sr-noa-hla mu satlifactorla a eaacta noU-
cla a eate respello.
Taiubem ha Interciie em laber ae aqu eilsle
D. Tnerza Pereira Rebello, natural delta pro-
vincia, que tem casas e um engenho de alad-
ear. D. Una Rebello Mala he ua filha, fol
aqu naiclda, e he herdelra com outroa: adia-
se caaada cora Joa Bernardo, do lugar de Po-
dme de Montarte, rio Llvre, diaUiclo de villa
Real, em Trao 01 aloalci. Ua probabilidade
de baver fallecido D. Thcreza, nas anda aete
caio, se tas precba urna eiacla loluco, e prc-
ende saber-se onde para aberanca por ella
deliada, e a quaulo montar esia beranca.
I D. Luiia Itebello, constituida berdelra de
aua mil, tambera nos fai ceasao de aeua dirci-
toa, e ba confiado iuipeccao deite eitabeleci-
uientoainvealigacao e aolucao deste negocio.
I Jamben ae deleja laber onde para a beran-
ca deliada porJoi Pires, filho de Domingos
Prea e de sua mulber D. Manuela Garda, falle-
cidoi, todua de lugar de Villa Secca, fregueila
de Noaaa Senhora da Aaiumpcao, diitrlcto de
Villa Real. Velo para esta cidade, e d'aqul pa-
ra a Barra Grande.
Alguma noticia oupeloiuenoi, alguin eicla-
recimenlo lalve poaaa er ininlatrado por pca-
aoa que tenha conhecliuento deitei negocloa,
d'aq.iellcs' Individuos a quera tocara: pede-
le por liso que a reaposla, qualquer que ella
seja. appareca nene piano, a que se recorre,
para proporcionar urna imesligafao mais mi-
nuciosa.
A delegacSo da agencia neita provincia tein
vivo interease na pesquisa destea negocios, que
confia ao dominio do publico, certa di que sc-
rl eate o mel maia conveniente e prompto pa-
ra chegar a um termo satisfactorio.
Tambera se deseja saber onde mora nesta
provincia Jos Anlunes Guiarles, para quera
eilste urna carta, viuda ltimamente de Lisboa,
por Inlervencao da agencia directora daquelle
P Ejcr'iptorio provincial era Pernarabnco, SOI
i de agosto de I85l, rua eatrclta do Rosario n.
ii, segundo andar.
O delegado da agencia,
Knlonio Hangel ic Torre Bandeira.
^?ff^**B^l^*>4 0 Tirocinio harmnico.
9
s> Est* exposto venda e para se dis- (
afi tribuir pelos assignantes o 1.'numero
p. do interessanto peridico musical o
*" tirocinio harmnico constan lo de urna f)
excelienie modinha com acompanha- ^
m ment para.piano o urna valsa tam- -t
s> bem para piano, composicOes do nos- ?
A socollaboradoro insigne artista per- M
S nambucano o Sr. Pedro Nolajco Bap- ?
S lista. Este peridico, queja desde o 4
1 anno p. p. foi aununciado o nilo leve
M eiecucSo por certos ioconvetiieutcs, 4
a> tem de continuar agora sahiudo a luz 4
I um numero em cada mez emquanlo ,9
I formos animados pelos amantos da 4
I divina arto, os quaes cortamente nao
I deixarfiodecoadjuvai-nos mcdianlo 4
- suas assignaturas, offoreceodo-lhes 4
t/ nos pequeas couiposic,Oesorgines 4
3
BONITA CA^UADA.
O abaixo assignatlo roga ao en-
gracado que em 4 do crrente ,
Ihe fet a honra, de lirar 7 meios
liilhclcs da di'ciim terceira lotera
da Santa Casa da Misericordia, de
cima da mesa de sua loja de cam-
bio, na ruada Cadeia do Hecife n.
24, assegurandj ao abako assig-
ntdo, declarar seu nome pelosjor-
naes dcsta provincia, a iim de que
o publico posea avahar suas raras
qualidadcs;portanto, tenha a bon-
dade de se aprensar na entregt dos
ditoB bilheUa, o que poder faler,
laiir.amlo-os por baixo da referida
loja, ou envalos ao annunciante
em carta fechada, por quem Ihe
approuver. -r Francisco Antonio
Vieira Silva.
Cotnpanhia de accionistas do thea-
tro de Apollo.
NSosetend efTectuado a reuniSo, para
qne hariSo sido convocados os Srs. accio-
nistas, no dia 87 do mez passado, a coin-
oiisso administrativa da roesma compa-
nhia s convida novamente para sessSo ex-
traordinaria da assembla geral, domingo,
iodo corronte pelas 10 horas da rnanha,
aiiiiuln ler lugar a revisSoe emenda do I-
gusarligos dos ostaluios quo regam 8-cotn-
panhia, conforme a deliberarlo tomada na
sua ultima scssfto.
Na rua do Livramento n. 15 prcciza-se
deofflclaesde sapateiro.
Na rua da concordia primeira casa ter-
rea do lado do nacenle, cozem-se e faze)m-se
vestidos de todos os moldes e l'azoudas, us
sim como capolilhos, e manteletes e palitos
do qualquer faseuda, chapeos e toucas para
creancas por menor preco do que em ou-
tra qualquer parte, em contento do fre-
guez.
Pelo presente se faz publico que a firma
social l'ollipe Feidel & Companhia' tem
mudado a inesma para Kei.iel Pinto o Com-
panhia, continuando d'ora em dianto a pi-
rar a casa commercial dos cima declara-
dos com a referida miidaoca de firma, e o
Sr. Lino Ferreira Pinto, como procurador
quo d'anlcs ora.
-Scvcrino Alcxandrc Villarim morador
na villa do limociro, onde lio proprietario,
e acha-se Advogando, offerece-so a quem
convier para iiicnmhr-se de quaesquer
quesiOes licitas no foro ((aquella comarca ;
e bem assim scienlilica, que nlo s se en-
carrogara do cobrancaj como quo negocia-
r as dividas quando os devedores as pos-
ado coiihecidamente pagur ; afinc igual-
monto garantir e sali-fazpr polos meios
convenientes quaesquer contratos a juste
que tenha de celebrar.
I'recisa-so alugar urna ama secca que
j tenha alguma idade, c seja de bous cos-
tumes, para o servico luloruo de urna casa
depouca familia. Paga-se multo bem, agra-
dando o servico irigir-se 1 ua das Trin-
cheirasn. 19, sobrado.
*
i'iiuioj Uuignoux, tlcntista <
frniicez, otTercce seu prest- $
mu 90 publico para todos os
misteres de sua profls.io pode ser procurado a qual- %
rua larga do Rozarlo, 11. 30, %
rsiiiKio andar.
Quemquisnr consultar outratar-aa.de
molestias agudas ou clironicas, pode diri-
gir-so a rua larga do Rozario u. 30,-onde
est residiodo bernardo Pereira do Carmo
Scninc, que est prompto a oxercer aua fa-
culdadeem qualquer hora do dia ou da noi-
lo. Para com as peasoas pobres ae prestar
gratis.
O cirurgiffo Joaquim Jo Alvea de Al-
buquerquo encarragado do hoapital de ma-
rinha, tem mudado a sua residencia para o
largo do Collegio, cosa n. 6, segundo andar,
onde morava o Sr. Dr. Fonseca, e onde podo
ser procurado a qualquer hora.
Aluga-se um sitio na campia da Casa
Forte com boa casa de vlvenda, muilos ar
voredos de fructo, boa agoa de beber, es-
tribara para doua cavullos com toda a frente
i' paite dos la ios murado, pondo de ferro :
a tratar na la da Cadeia de Santo Antonio
n. 15.
Perdeu-seupanel de diamante como
uro finoabertocom um diamante maior no
centro.e os oulrps menores em circulo, o
quaiseperdeu na desarmando do Santuario
no restojo de Nossa Sanhora do Carmo, no
primeiro andar da casa nova do pateo do
'.armo que f.z quina para a rua de llortaa n.
-. quem echar o dte anei poder* entregar
k nnA ?ra na mesma casa, e recbela
6.000 ri1, de gratlOcacdo.
,,"" '50. d.e Viveiros faz sciente ao Publico
1 i 1 ?oje em ,,nl assigna-sa por Joao
- .minio d,, (Miveira por hver nome igual.
l)r. Epifanio Aatudilho e Uussan, me-
"icoro.rraadorwlafaeuldade de medicina e
cirurgia de Madrid, e rceonheclda a sua car-
apela escola do Rio de Janeiro, leudo de
'resenie* d8,U proT'nci* ttl ^ub"co Pel
ni Ann
e de bom gosto para seu eiilreteui- 9
ment. Osassigualiles pagarSo por 4
cada numero 1.000 rs.: vende-so a
vulso por 1,280: no Itecife, rua do 31
riruui, casa.contigua as que estilo re- id>
tiradas do alinliameuto, e na ruada (9
Cruz, loja de livros n. 56 : om Santo 4
r Antonio na rua Nova n. 8 e 11. Nessea -J
lugares so recebom as assignaturas. -j
S O Erf/cler. #
Arrcndamenlo.
Prccisa-sc arrendar um sitio na Soledade,
ou em outro lugar igualmente prximo d
cidade, o qual tenha boa casa o bastante ar'
voredos de fructo : quem liver annuncie,
ou dirija-se, para tratar, a rua Nova n.*l,
primeiro andar.
-- ESTE1IENET cutileiro o armeiro rran-
coz tem a honra de prevenir o respeitavel
publico quo tem aborto urna teuda na rua
larga do llozario, amigamente dos Quarleis,
ao 1 do quaitel a polica, e as pessoas que
qnizerem honra-lo com' sua f;guoza a-
i'ha rilo sempro prompto a sa'isfize-los com
prontiddo, eboa execocSo das obras e com
modidade nos pregos. Elle se encarre-
ga de qualquer concert pertencente a sua
arle. Elle f.z as amollacoes s tersas, quin-
tas feiraa e sabbados.
Precisa-se de um criado na ponte velha
u. 1*.
- Fundir-lo d'Aurora.
C. Starr & Co'mpanhla, rospeitosamenle
anuuociam ao publico, que o seu estahele-
cimento para manufactura do toda a espe-
cie de marhinismo tendo desde o seu prin-
cipio em 1829 ido conslanleme'nte augmen-
tando, tem hoje chegadu a um estado de
perfeicdo tal, que ndo ho inferior aos me-
more quo exislem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeito a capacidade do
ediGcio, como pela exccllencia dns mate-
riacs e pericia dos seus empregados; o que
ns habilita a uflerecer-se com conli;iuca pa-
ra a pontual execuedo de loda a especie de
machinas de vapor, de qualquer lamanho
ou descripedo que sejaro, lisas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caidei-
raa para vapor do todas as dimenses, enge-
nhos para cannaa movidos por vapor, por
agoa, ou. por animaes, con todaa as varie-
dades de moderna invenedo. Taclias de to-
dos os tamanhos, alambiques de ferro do
todas as capacidades, instrumentos do agri-
cultura, rodas d'agoa e oioinhoe de vento
de todas as qualidades. Alvareugas e uui-
barcacOes de ferro do qualquer prle ou for-
ma que se desejem. Puntes de ferro de to-
dos as dimensOes, gradaras, va randas, por-
tos, columnas, sinos hydraulicos, boias de
ferro, e n'uina palavra todas as obras de
ferro e bronze, de que o paiz possa precisar'
Gracasa energa do governo, existe ja urna
excellenle estrada feila em linba recta da
ponte da Boa Vista para o cslabetecimenlo
em Santo Amaro, oque oflerece a maior
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
~ l'reciie-se de urna ama forra ou cati-
va para cozinhar o diario de nina casa de
pouca familia.
Aoa hubilanlis da billa Capunga.
Na venda nova da Capunga ae Manuel de
Souza Pereira Jnior existe um deposito de
fariuha de mandioca de S. Catharioa, de
superior qualidade, lano em saccas, como
a relalhu, a preco avoravel; apera perian-
to o dono leste eslabelecimento a prolecco
dos bona compradores, poupando o Irabs-
Ibo da.eouducfdo do Itecife para este lugar,
maia e despezis de cirretos.
Carne do serto.
Vnde-so carn do serillo, a melhor que
tem apparecido no mercado : na rua do
Queimado n. U, de Jos Rodrigues Ferreira
Vande-se um vestido da seda, muilo
rico, com os competentes enfeites de cane-
ca, proprio para quelqyar noiva, por prego
muilo em conta : na ruT do Cabug, loja do
Hilarlo ae dir quem voode.
Vende-se a casa terrea, sita na rua dns
Marlyrlos n.?6, o motivo porque s vende
he porque o propietario tem dse retirar
a tratar de sua aaude : trata-se na rua Au-
gusta n. 2i.
Na rua Augusta, venda por baixo do
sobrado, que fui de Jos Maria, vendem-se
queijosdo scrtup, bons e muilo frescaes, a
280 rs a libra.
Vende-se urna molata moca, de boni-
ta figura, com bastantes habilidades, con 1
filho de 3 annos de idade : na rua da Cadoia
do Recite n. 13. .
I'iinlia SSS1''.
Noarmazem deCouveia & Das, defronte
daescidinha da Alfan.lei uha de trigo da marca SSSF, a mais uova e
m Ihor quo ha no mercado.
No armazcm de A Nicollo, rua do Tra-
piche, defronte do hotel Francisco ha ex-
cellenle queijo francez, muilo fresco, a pro-
co do 500 rs., a libra.
Lotera de N. S. do Livramento.
No aterro da Uoa Vista, loja de calsado n
58 vendeu-se Blm de outros premios o
meio bilhete n, 513, em quo santo l:500,000
rs., da lot-ria de N. S. do Livramento, o
na mesma loja i'-lo a venta bilhetes ,
meios, quartos, quintos, decimos u vig -si-
mes da mesma lotera, a qual corro 110 dia
30 de agoslu corrento.
Bilhetes 10,000
Meios 5.O00
Vende-se bolacha damilho, a 80 rs., a
libra: no oposito da rua ostreila do Ro-
zario, na travessa do Queimado n. 39 A.
Vendem-se luvas do pellica, para ho-
mem, do cores, a 1,000 rs., o par 1 na rua
do fjueimado n. 47.
Vende-se nina boa escrava, moca e sem
vicio algum : na rua bella 11. 10.
Vende-so u a > escrava do uc3o, de 30
annos .le idade, cozuilia b.'m c fai doce, de
bonita figura, o mutivo da venda so dir: na
rua Dircila 11. 81.
Vende-sc urna frasqueira com K fras-
cos, em muito bom uso, por prego commo-
do : na rua larga do llozario n. 25.
S 1-elix.
n. 7
na
na proprias para alterturas de camisas e len-
rs.a vara : alra da Ma-
Couipras.
Compra-so una pequea prensa dea-
parar livros : quem tiver, annuncie.
Compra-se o lr.ro intitulado Portugal
Restaurado, em qualquer estado : na pra-
ca da ludependencia n. 12.
Compram-se papel improsso (Diarios),
que nlo lenhaO sido encadernados, a 2,500,
a arroba, o a 80 rs a libra : na praga da S.
Cruz, p.idaria n. 106.
~ Compra-se um soli-n usado : na rua
larga do Rozario 11. 26, loja do mm'l /1-
Compra-se um adoreco de'ouro, para
senhora, que ndo seja myilo fra d.> uso,
moderno, dando-se alm 4 ouro, algum
feitio: quem tiver, annunCle por esta folha.
Compra-se urna esc/iva de bonita figu-
ra, e que seja boa cozinlieira, engommadei-
ra ec.istureira, para fra da provincia : na
rua do l'asseio, Inja n. 21.
Compra-se um relogio, sendo de ja-
bonlo o bom regulador : na rua da Senzel-
la Nova, venda n. 9, se dir quem compra,
ou annuncie.
Compra-so um bilhar, cim tolos os
seus utencilioi, em bom uso: na rua do Cres-
po n. 16.
Vendas.
DEVERES DOS IIO.UENS,
a 5oo rs.
Vende-se este c as aulas, em meia oncadornaclo, a 500 rs ,
cada um: na livraria 11. 6 c8, da praca da
ludopendencia.
Simaode Nantua, a fijo rs.
Na livraria da praca da Independencia n.
608, vende-se este compendio approvado
Chegaram os verdaderos charutos de S.
Flix, o se vendem na loja da rua doljuci- 901 para lenhura a
inadu n. 9, por 3,000 rs. "u 'J *
, .1 Vendem se :
Lera (le Carnauba. Lencos de caisa para grvala
No aterro da Boa Vista 11. 73, ainda exisle Leocm de cusa para aigibeira
um pequeuo resto de cara de carnauba, de Fito dito dito
primeira sorte, a qual so vende por baixo UUos de cambraia de llnho para ho-
preco, par. fechar cuntas-. scda
. V i o rs. Din, dito para sauhora
Vendem-se lencos da cassa o soda, para Ditos dr aeda para grvala de homein
grvala de honieui, por 320 rs., cada um: na loinrlrai de Mi de linho
rua do Crespo n. 23. VeSa de d'lto P "
l.olrr.':. do lilo de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000.000, 4:000,000,
2000,000 o 1:000.000 de rs.
Na loja de cambio da Viuva Vieira & Fi-
lhns, na rua da Cadeia do Recife o. 91, re-
ceberam pelo vapor Imperador, entrado em
3 do corrente, a lista da decima quarta lote-
ra a beneficio a ineatro'de Niciboioy, eo
Jornni o Conu/tercio com aeitraccSo da dci-
ma sexla lotera do theatro de S. Pedro de
Alcntara, e pelo mesmo vieram e acham-
so a venda os mui afortunados bilhetes e
cautelas da docima terceira loleria a beni-
ficio do hospital da Santa Casa do Misericor-
dia, os quacs trocam-sn por hiltieles pre-
miados do todas as loteras, tanto do Rio
de Janeiro, como de|ta pruviucia.
C:a, eos IVancczes para homem-,
Dos ltimos que vieram de Parir, per seren
de bom gusto : loja ti. 2 alra da matriz.
inheiro vista botins homeo-
pathicos
Vendem-so bolina de casimiras de cores
.ispeados de Cuuro do lustro piapnus para
a estacSo do verflo por sorem muilo frescos:
na rua Nova loja n. 2, que se vende a di-
nlieiro a vista.
llum chapeo por 6,000.
Vendem-se chapos de meniuo preto com
molla pur i',,uu rs. : rua Nova, laja n. 2,
alraz .la matriz.
Veniicm-se C esclavos, sendo um bom
carreiro, e 5 de ludu o scrvic ; 3 uioleques
do idade 12 a 20 aunos ; 2 uegiolas de idi-
do l(> anu 'S, s ndo urna r colinda, que en-
gomla, eos- o cnziiiha o diario de uina ca-
sa ; 2 li mitas eicraVaa do ludo o seivico; na
rua Dircila, del'route do becco do S. Pe-
dro n. 3.
Grnvatas de mola.
Veadein-se boas grvalas de molla com bo-
nitas cores de aeda : na rua Nova loja n. 'i.
Vendcin-c cambralas de lloha.multo fi- I csic mercado, para veslidos de meninas o
Vende-se o sitio
travessa do Remedio em rhao
proprio, com boa casa de viven-
da a margom do rio etotn bas-
tantes arvoredos : na rua do Tra-
piche n. i5.
Vndem-se bahus, flngindo tartaruga,
a 2,000 rs. i na loja de miudezaa da rua do
C:fcag do liuart n. 1.
Vendem-se Idas e sedas, vindas lti-
mamente de Lisboa, para bordar, daa me-
In.ires cores que tem vindo : na rua do Ca-
bug, loja Je miudezasdo Ruarte n.l.
Vendem-se luvas de seda, a 500 rs., o
par, e dn algooflo, a 200 rs. : oa rua do Ca-
bug, lnj i de miu iezH.-i do Duarte n. 1.
Vendem-se lalheres. proprios para ti-
rar peixe.vitidos uiiirn .mnnio de Londres, a
10,000rs.. cada talbcr : na loja de miude-
zaa, rua do Crbuga do Duarte n. 1.
Na loja de mludezas, na roa do Calinga
do Duarte n 1, vendem-so bntOes de casa-
ca de ni o iio bom gosto, a 2,500 rs., a grosa ;
abotoa turas amarellas, a 1,000 rs. ; ditos
brancas e amarollas, para pagem ; ditos pa-
ra roupa de meninos ; ditoa de madrepero-
la o aboloaduias para coletea de bona
goslos.
-- Vondem-se capachos, a 320 rs.; casli-
Q.ies de casquioha, a 9,200 rs., o par; vasos
do vidro; caixinhas para namorados. com
ameodoaa ; linhas .lo carretel, de 200 jir-
das, linas, de 90 o 70; caixas de Colcnetes,
pequooas, a 60 rs ; bonets de merino, a 210
rs. e charuteiras Dnaa, a 800 rs.: na rua do
Cabuga, loja do Duarte n I.
-- Na loja de miudezas da rua do Cabug
do Duarten. 1, veudem-se trinas, volantes,
talos c espiguilhas, por precos cornmodos.
Caluogas:
Vendem-se calungas da paso, masaa o d
vidro, chogados ltimamente de llambur-
go na rua du Cabuga, loja da miudezas do
Duarte n. 1.
Vende-se papel dourado e prateado
na loja de miudezas do Duarte, na rua do
Cabuga n. 1.
Ciieguem logo a pechincha.
Ven 1eni-.se ricos susnensorios de seda pe*'
lo barato prego dn 1.0(>0 rs. o par : na rua
larga du Rozario o. 26, luja de miudezas do
Joflo Francisco Maia.
,\ barbolisla, a io,ooors.,o corte.
Vendem-so fazendas do algoddo osla,
as mais lindas e modernas, que tem vindo
Aos -0:000,000.
Casa ieliz.
Maia Ramos & Companhia, na rua Nova
n. 6. rec. brram pelo vapor Imperador ,
os mui afortunados bilhetes, meios, quar-
tos, oitavos e vigsimos da dcima leiceira
500
500
2UU
1*000
1/000
1/T500
l/OIH)
2#u0<)
idilio
oiuuo
^"StatrX^tita^Mto -tade 00. c-p.adorea: lio ar
de Janeiro, cuja lista deve cegar pelo pn- ^H W '-. P
_____...n. n. mn^m, ma mnslram-s ananu.ta u. u.
meiro vapor: na mesma casa mostram-se
a.s listas das que ja correram, o receboui-so
bilhetes premiados deoutraslotcrissdo im-
perio.
Atraz da matriz da rua Nova
loja n. a.
Vendem-so boas fundas forradas de ci-
Na rua uva, luja a. 2, aira da Matriz.
Agoa par os denles.
Veude-se agoa para alimpar us denles por
1,0-i rs. um Irasco : rua Nova loja n. 2.
Vendem-se larinha SSSF verdadeira
nova, oleu de lmliaca, barris com brou, tu-
no arma-
a da
ga "
Cotiro de lustro.
Ni FUI Ja Cadeia do Recifo n.5G loj i, vn-
dese couro do lustro do superior qualida-
de ,ior mais barato pire de quo em outra
qualquer parlo : quem quizur deseuganar-
se, dirija-se ao lugar indicado.
-- Na rua da Aurora n. 32, ven Jen-8C 2
murca- bons'candioiros para sala, lanlernas pipas vazias do Lisboa, c una arquiada de
.lep do vidro.ditas de pe de bronze, laques ferro para deposito de oral, latas cuti bola-
linos de papel baratiohus, cscovas paraca- xilinas da .irarula feila no Rio do Janeiro, o
bello, ditas para roupa, ditas pira chapeos, rhegadas pelo ultimo vapor a 2,100 rs VI-
dilas para denl-s. peles de couro de lustro nho do porto a 500 rs., manleiga Inglezaa
francez muito superior a 3200 rs., lencos de 800, 610 rs p.ius noves a 980 rs., Itogoicst
cambraia de linho bordados, linos a 8,000 a iuo rs, fanbia do ara.ula a 160.a.. de
rs dilosa 5,000 rs lisos a*,800 rs. a duzia, trigo a tuO rs., do Maranlido a 120 rs., sel-
lencos pequeos para meninas 200 rs., di- da a 160 rs.. cafe a 160 rs clia a 1,800 o
los a 400 rs., ditos de seda a 2,200, chapeos 1,600 rs., vinho do l.isboi a 280.
de merino prelo a 6,000 rs ditos brancos -- Vende-se ou periiiula-se por casas ou
a 6,000 rs., espingardas linas .le espoleta, sitios nesta praga o engenho PaO-Sallgue,
lencos de OaSSI para grvela a 600 rs ditus sito na cumaica do Itiu Foraloso, uniente o
de Modo seda a 1,000 rs chapeos de palha corrente, de multo ba producgSo, com um
nara senhora a 5.000 rs., ditos para menina quarlo de legua do Ireule, e meia do fundo,
a 1,000 rs., ditos para homom a 4,000 rs., com prupurccs nra muer cuu: agua v.inla-
cas'ticaesde vidro, ditos de bronze, chicotes joaamenle, por (car a margem do
inglezcs com marlcllo a 2,000 rs., inanias de nliaem : tem ptimo cercado quasi iojo lei-
gerca preta, chales do seda baratos, luvas to de vallados, o milito b.mi sitio para
desoa, me'ias de seda preta para senhora, lavra.lores ; quem o pretender dirija-se a
jarro com bacia de porcelana branca pro- rua Dircila, no segn lo an lar do Subra.lo
uria para lavatorio a 4.000, ap.iarelhos do n. 88, dasll as 8 limas da inanlida, o Uas 4
iez, com loja atraz da
pria par_ .
porcelana para cha a 20.00J is., chavaniisdo as 6 da larde.
porcolana para caro, veos do liuho prelo frt Colombi
bordados de seda, veos brincos para senlio- ,. -
ra a 5,000 rs, ditos a 4,000, longos de lito de JUat.U na lia x>ova n. -
linho a 6 000 rs., mantas do lit proto e tem recebido um grande so.tmenlo de caiva-
1.000 rs molas para grvala a 320 rs. ven- ''os, que vende a dlabeiro .. vlata,
*' .' """' i o Sauates de cnuro de lustro Irauccics
doadinlieiroavisla. parahomem
1,000 rS. Iim fraSCO, onsde casimiras gaipeados.
Ven,lem-sa frascos do vinagre aromtico g^fcjMwg.- parahomem.
para as aulas, pelo prego de 640 rs.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
que tem a virtude de amaciar a pelle.
lirar
Snalos de lustro para senhora
Dilu dito dito
Dilu dito de marroquim rance/.
Ditos dilJS aboiiuadui dcnovogoito
Dilo do de tapete para scuhora
Cbioellaa de marroquim para scubora
gusto grego
Botlni de marroqalm gaspeadm para
seuhnres
as sardas, amaciar o cabello (experiencia
propria?, lira doies de cabega : rua Nova
n. 2
- Vondem-se quatro hnnitos pardos do
V.nde-se este compendio, approvado para ji.ude do 8, 12, 16 e 20 aunos, sera vicios ,
as aulas de primniras lolras, a 480 rs. : ri-i i .,|,iim.is para pagons ; dois dos quacs sdo
praca da Independencia, livraria.n. 6 e8. ihous copeiros,e um pe.feito remador e esli-
Dilltetes do RO fie Janeiro. vador,lodosaem vicise bem sadios; 2lin- s,pa,0, de duraque preto dito dito
________. Idas mulatinhas de 10 e 18 anuos, urna uas [,iio, de eiim brancdito
AOS 2o:000,000 de rs. inuaesesl grvida de 5 mezes, cozo mu 0
Na loja de miudezas da praca da lndepen-|j0a, oingumma e faz lodu u servio do
dencia n. 4, vendem-se bilhetes intoiros, casa u ja dita bem corpulenta, do 30
meios, quartos, oitavos e vigsimos da de- ans que coznha bem, lavar cmgomnia
cima terceira lotera do hospital da Santa suir,ve| 3 pelas de bonita figuras, que
Casa de Misericordia, que corre no da 5 do ein oomiso coziuhio e lavao roupa ; urna
corrente. u|t!1 som ahuilado ; 3 pretas do meia idade,
Vendem-s longos de seda de cores, pa- ua)a das quaescozioha ovando na rua ; um
ra gravata a 480 rs.: na rua do Crespo molecote de 20 anuos, muilo bom official de
n. 23. ufaiate ; 2 prelos bous para todo o servico
7/000
8/110' l
1/44
1/410
i.l(i
lAvO
1/440
3/tiuO
i/UO
2/000
4/HOO
U......
2/ilK)
1 #000
500
Sapailoboide cores com pontade lus-
tro para ineninus.
Sipalus do marroquim para menina.
AltAS AMEttlCAiNUS.
Vendem-se arados ameri-
canos verdideiros chcg.dos
dos Estados Unidos 5 na rua
- Vende-se um par de venesianasem bom diios"de" mea idade, bem curpulentos e (/ do Trapiche n. 8.
" cadeado recife n. 51, 1. ,y
estado, po-preco commodo: na rua da Cruz saJios: naruadacauc.
doRecifen. 31. Inlj,r. j .* J**^** *****>>
-- Vende-se um pianno muilo bom, quasi Venda-so um cscravo, sem vicios, pro- -. Ven.le.n-ae tu livraria da rua uo uas-
novo, por tertido muito poucouso.com ex- nrto para todo servigo : na dcstilacdo de- pon. 11 as seguidles ubraa : diccionario
cellentes vozes, e urna rica mootaria de ae- fr(mie da nocir do peixe, casa n. 17. I francez de UoUe, novo ; magnum '"'c'1 >
nhora, com jaqu de velludo, por preco, ..,,,,,.(w,.i ,ln *<, usado 4.000 rs algebras do l.aciuix, geo-
multoem conta: na rua do Cabug, loja do AOS 5:000,) UUU UC TS. metria de Euclidos, panoramas eocadorna-
Duarte, se dift quem vende. ifo a, aj do l.ivramento. dos a 3.000 rs., Virgilios, bu...cos, tito nvios
li.im p h .rain Lotera Va, Comejrato. 0,c,ulo,iS[,S,|Ust.aoo de Aqu.no Fwre- IJ d; CullsU.,ciu, nuvos.a 10,000 rs.,
Vendo-se um novo aortimenlo de toucaa ra. faz scrnte ao respeitavel publico, quo='" cjlu.e do uieJicma em francez,
de fil, com plumas e sem ellas, para oapli- asro,|as Ja mesma loleria, andm infilli- l0
aado de criancas, assim como um rico coe- ve| ll0 dia 30 de agosto vindouro, e as suas
ro de casimira bordado, por prego muito em nilll afurtunadas cautelas estro expostas a
conlii: oa loja do Duarte, rua do Cabug. Veml.i, na praga da Independencia n. 4, loja
de miudezas ; na rua da Cadeia do Recite
n. *6, luja do miudezas ; no aterro da Boa
Vlsta'n. 58, loja decalgado, e na rua Direita
n 124, loja deourives.
Premios corresponden-
tes a sorte de 5:000|
Pregos das cntelas.
Compram-se e vendem-se escra-
vus, e recebem-ae de eommiasdo ,
tanto para denlro, como para fra da
provincia, e ae adianta dinbeiro so-
bre os de commiss3o sem levar-se ju-
ros, e os qne foro o comprados nesta
4 casa, os dones despostando e entre-
gando os escravos da mesma forma
que os comprara m, rcceberlo o -seu %
importe, fazendo um peiuenodes- fp
cunto : na rua das Lsraugeiras n. 14, afi
segundo andar. w
'NIS9MIM
ilao-
Vende-aemilSo fino, a 1,400 rs., o masso
Quartos
Quintos
Dcinios
Vigsimos
2,600
2,100
1,100
600
A i
1:150,000
920,000
460,000
330,000
fio rs.
Vende-se riscado francez, de muito supe-
rior qualidade, a ICO ra., o covado : na rua
do Crespo n. 23.
-- Na loja n. 2. da rua Nova, vendem-so
com 16carrites: na rua do Cabug, loja de a dioheiro viste bicos trancos epretoea
miudezas do Uuite n. t. 100, 80, e 60 rs. a vara
i
poesas e novellas, de varios autores : ludo
por pregos mullo cornmodos.
Veude-se um escravo de 22 annos de
dado, bonita ligura, o qual sabe remar: em
Fra de Portas, rua Uo Pilar o. 101.
Familia barata.
Vondem-se saccas com farinha deS. Ma-
th 'us, de ba qualidade, por prego mais
commodo do que em outra qualquer parle i
no arniazem n. II, da rua do Vigario.
Grande sortimentode bicos.
Vend 'in-s.i bicos de diversas larguras, de
seda, liiiiio e algoddo, com as amostras, e
acham-se patentes aos s.-nhores comprado-
res : na rua do Cabug, loja de miudezas do
sentioras, de bom gusto : oa rua do Crespo,
loja ni i liii u. 4.
Vende-se um sitio, com 3 casas o urna
venda, as Areias du Ciqui : trala-se na rua
Direita, casa n. 6.
Veude-se urna Darte do engenho Cailt,
na l'rcgu -zia de Iguarass : trata se na rua
10 Crespo n. I6,.qud achara com quem
tratar.
Vende-so farinha, para bichos, por ba-
rato prego, a retalho e em saccas : na casi-
nli.r da ribeira deS Jos n. 13.
Kicas abotoaduras, para coletc.
Vende.ni-se ricas ahutuaduras de vidro,
para coleta, obra de muito delicado gosto ;
na rua do Queimado n. 16 loja do miu-
dezas.
A i,6oo rs. o corte.
Vendem-sa cortes do chita franeza a
1,600 rs.; ditos de casaa pintada, de subli-
mo gosto, di cores lixas, a 2,500 e 3,500 rs.;
cassas l'rancezas, de cores lixas o deseuhos
moderno*) a360rs., o covado: na rua do
Crespo, loja auiarella n, 4.
Ao barato, na rua do Crespo, loja
amarella n. 4-
Vende-se cambraia franceza, de cores li-
xas, com toque de avaha, a 160 rs., o cova-
do. o 240 rs.: na rua do Creapo, luja ama-
rolla n. 4.
- Ven lata de boa ligura, perfeita engummadeira
e costureira, e tambem coznha soffrivel-
meute o dianu de urna casa : na rua da Ca-
deia do Hecife n. 37, segundo andar.
Boticas linmeopathicas, na rua do
Crespo n 4-
Vendom-so boticas homeopathicas de 10
tubos, com os seus competente livros, tan-
to em oorluguez como em francos, chga-
dus ltimamente do Itio de Janeiro, do gran-
de laboratorio central, da rua de S. Jos.'
n. 59.
Aos artistas.
Tratado da arcbloclura, contando canlo
evini estampas por llarossio Obra impor-
tante para os artistas : vende-se no paleo
do Collegio, casa do livroazul.
Vendem-se e alugam-se aos freguezes
quegostam das boas bicnas de Hamuurgo
por pregu mais comnio .o do que em outra
qualquer parto : .No atorro du Dua-Vista 11.
70, ao p da refinacSo.
Navalhas para barba.
Vendem-se suporior qualidade do nava-
Ihaspara uaiba, com cabos de marli n, em
cstojos de urna s navallia, frequeutaudj-su
aus cumpradoros puderern leva-lus a con-
tento, luveudo maia outras diversas quali-
dades para menos pregos : ua rua djs Quar-
leis n. t, loja do miudezas de Jos Das
.Siui.is. |
Tliesouras muito finas para
costura.
Vendem-se thesouras para costura do
muito auiiorlor qualilade e de tudos os ta-
manhos, ditas direitas o volteadas para cor-
lar mili i-, o pur prego mais cmodo du que
em outra qualquer parlo : na rua dos Quar-
leia n. 24, loja de miudezas de Jos Das
Simoes.
Bengallas a 4 rs-
Vendem-se bengallas a 4s0rs. cada tima,
ditas mais linas a 2,000 o 4,000 rs.: na roa
dos Quarleis u. 24, loja de miudezas de Jos
Dns SioiOes.
A ellos antes que se acabem.
Vendem-se luvas de lio da escocia muito
linas pelo diminuto prego de 32) rs. o par,
bengallas de junco muito boas a 400 rs. ca-
da urna, liuhasde carrilel e 200 jardas do
lodos as nmeros a 60 rs. o carrinho, dito
do 100 jardas a 30 rs. o carrinho, maias do
ili.il,o cruas muito encorpadaa o sem cos-
tura a 360 rs. o par, assim como tocadores
de Jacaranda com columnas muilo bons a
2,100 cada um, e gstias minias miudesas
pur menos prego do que cm jutra qualquer
parto: ua rua du Queimado, lojademiuic-
zas, junto a decora n. 71, ao entrar para a
ruauoRangel.
iYitencao a pechincha.
A 240 rs., na rua do Crespo n. 14, loj* di late
t'raiutut Dial.
Vendem-ae uoissimas chitas francezas co-
res muito lixas, padres "ndos e da uovos
Sella a I 600 o corte, los prelos mallo gran-
des a 8.UP0, riscado francez a 160 rs. o cova-
cuitas eacuras a 160 rs. o covado,
como outras mullas fazendas pelo
do, a
assim
barato prego.
Vendem-se 44 coussueiras dejacaran-
maiuresque tem viudo a oslo merca-
llar com ata
ui da Cruz n. 49.
Duarte n. 1.
Cspelhos de Jacaranda.
Vendcm-se lidos espelbos de Jacaranda.
Queimado n. 16, loja de oiiuiezas


Novo Kortlmento de fazendas, na
1<>.| u da ra Cortea da ciui chita frtcoza, de core fi-
las, por XtOO, 2,400 u 9,800 rs. ; ditos de
csmbraitjHSl salpico*, 3 S.SOC rs. ; cortes
de chita deaborn gosto, 4,92o rs., com 12
covados ,- cessasrlequadroa para babados,
con l|2, 2,400 rs., peca ; alparka de
cordlo muilo Boa, a 800 rs., o covado, e
muita oulras fazeada por barato prcco.
Bombas de ierro.
Vendem-se bomba de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fimdicSo de ferr.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assirn como americanos
com canibao de sicupira e bracos
de ierro : na fundido da ra do
Brum ns. 6, 8 e lo.
~ Vendem-se amarra de ferro: na ra
da Senzalla aova o. 43.
Tecido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Gadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
propriaa para saceos de assucar e roupa de
raer vos.
Moinhos de vento
eoiu bombas de repucho para regar hurlas
d baixas decapim : vendem-se na fund:c3o
de Bowman & Me. Caiium, na ra do Brum
ns. 6,8 e 10.
'l'aiMi- pura i'iigcno.
Na fundictlo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receberum completo sortlmeo-
to de taixai de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidAo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SKNZALLA NOVA N. 42.
Neste cstubeleeimenlo conti-
na a haver um completo sorti-
nicnlo de moendas o meias uioen-
das para engenho, macbinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanbos, pa-
ra dito.
Km ea.su de J. Kellcr S Com-
pauhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da excelicnlo o superior finito tic llll-
ceilas, cm barra de .*, lio muilo recom-
mendavel as casas eslrangeiras, romo es-
colente vinho para pas|,o.
- Vendc-se superior cognac velho, em
barris de 13 a 24 cariadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keiler t Companhia.
-- Vende-se gesso em barricas, viudo no
ultimo navio chegado de Franca, leudo ca-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : ua ra Ja Cruz u. 35, casa de J. Kei-
ler & Companhia.
i saceos. V
algodSo para $
Vellas de stealina.
Vendem-ae estaa velluda inrlhor qualidade
poasivel a ISf ra. cada caliinha da 23 libraa,
traa-te com i.C. de Abreu, na roa da Cadeia
do Kfdfe u.4l.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia do Reclfe o.
II, ha inulto auperior cal de l.ltboa ein pedra,
aiaim como pouaaa chegada ltimamente a
preco multo raaoaveia.
Potassa da Rsala.
Vende-se potassa da Russia, recentamen-
te ebegada, ede muilo superior qualidade ,' j
na ra du Trapiche n. 17.
a) Algodo para
Ir Vende-se muito bom
S saceos de assucar, por preco commo- #>
do : em easa da Ricardo Ituyle, na
* ra da Cadeia n. 37. ir
. >::
Vendem-se relogios de ou-
I ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Moendas superiores.
Na fundicSu de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, achara-so venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muilo auperior
Arados de ferro.
Na fundiclo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Uieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por precocom-
mdao.
Vendem-se relogios de ouro,
de sabonete, patente inglez, e di-
tos para sen hora : em casa de G.
Kenworthy & Companhia, na ra
da Cruz n. 3.
CIDADE DE PARS.
NOVIDADE.
A tiles emquaato nio se acabam.
Superiores corles de ambraia praleade.
Lilia Cuites alo pella proarira vt ciisgs-
doaa este mereado,e purtanlo devem ser vis-
to comprados pelas senhoras de bom goa-
lo. sendo seu dimiauto custo de 4,009; tu
luja da ra do Crespo n. t.
a ioja pernambucana, ra *
do Crespo n.n.
an Vendem-ae ricos encerados, da bo- tpj,
an nilaa estampas, com 8 palmoa de lar- an,
s* 8ra. m
(ajuaja; an ftW Wat MMfl-d paga
^"Vlawnnannraaaa nOnwavX fWl iWW^a Hs)eWlfH^VnfSDfta]MWaVOT
Vendem-se coiTros para co-
bertas de carros os melhores
que tem vindo ao mercado : em
casa de G. Kenworthy & Compa-
nhia, na ra da Cruz n. a.
Luvas de Ion;a I e de peli-
ca, pura senhora.
Vendem-ao superiores luvas pretas de tro
(al, a 1,000 e 1,280 rs., o par; ditas sem de-
dos, a 240 rs., fazenda superior; ditas da
pelica brancas e amarellas, a 1,000 ra. 1 na
ra do Queimado, Ioja de miudezas junio a
de cera u. 33.
Vende-se cola do i\\o Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & l'ifilieiro.
Vendem-se vasos de louca lina para
jardim, azulejo da mesma louca de bonitos
goslos proprio para forrar freutes de casas
jardins, nova, fumo, vinho do porto em pipas e bar-
riz, albos e rolhas em caoastras, o porre-
le, brins da algodo, peneiras de rame,
linha de roris, por presos commodos : na
ra do Vigario 11. 11 no arluazoiu e Io andar.
Vendem-se selins inglezese-
lasticos e ditos com borranhas: em
casa de G. Kenworthy & Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 3.
; a Ioja pernambucana, ra J
tj- do Crespo n.i i.
Vendem-se superiores cobertasde *J
casimira carmezim bordadas de *
mesas de meio
4
Grande invengo.
Nfio lie o aparelho da Deroaoe, nern a ma-
china vilenla, qliosa vai hojaaaaunciarao
publico, mas aiai un Molante alambiqae-
zinbo com eu competente fogSo para espi-
rito da viaho, proprio para tazar de 4 a 8
chicarla da caf, em menoi de S minutos,
sahindo por uro tubo o dito caTc, coado e
prompio,. para se lomar quem quizar ver
e comprar, por muilo barato prcen o refe-
rido spparelho, dirija-asa ra larga do (lo-
zano, Ioja da miudezas n. 38, do Cardial.
Grande sortimento de corles
de chita com la covados.
! Vende-se cortea de cbita, auperior
pumo, cor fiza, e lindos dasenhos
an com 12 ootadoa a 1,800 e 2,000 rs.
cada crle.dilos padrOea escuros, ror asi
Dxao com os meamos covados a l,O
ra., ditoa de cbita rochs,etcura e azul aj
flor amarella com os meamos covados S
a 15,00, ditos de chita prela de mol- m
to boa qualidade com os meamos co- ^
vados a 1,440,. diloa de chita larga aja
com II covados a 9,000: na Ioja do #)
sobrado amarello dos quatro cantos 9
da ra do Queimado n. 29. an
**>*
lid tatas, a 5 00 rs., o gigo.
Vendem-se batatas, ebegadaa utlimamen-
ia>
K prelo, para pianitos
j. do sala e do janlar.
para curar da phtysica em lodos os seus
differentcs grsos ou motivada por consti-
pacOes, tosse, asthma, pleuriz, escarros de
sanguc, dflr de cosas e peitos', palpila^To
noconicSo, coqueluche, lironchilcs dr
de garganta e tudas as molestias dus or-
g>1os pulmonares.
De todas as molestias que por heranca fi-
cam an enrpo humano nenliuma lia que
mais destruiliva tonha sido, ou que tenha
zombado dus esfurens dus homens mais
eminentes em medicina do que aquella
quo he geralmente conhecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do so-
culo passado, tendo-se offerecido ao publi-
co dilTerenles remedios com attesladus das
extraordinarias curas que elle tem feilo ;
porm quasi que em todos os cos a ilusflo
tem sido apenas passageira e o doente
tornas recaliir em peor estado do que se
acliava anles de applicar o ramedio 13o re-
commendado outro lauto 11 Su acontece
-ni este extraordinario
Xarope de bosque.
Novaes di Companhia, os nicos agentes
nota cidade provincia, e nomoados pelos
Snrs. R. C. Yates o> Companhia, agentes
geraes no Itio-de-Janeiro mudaram o de-
posito dfste xaiupef ara a bolica do Sur.
Jos Mara C. Ramos, na ra dos Quarleis,
11. 12, junio ao quartel de polica, onde
sempre acliaiSo o DOCO, o verdaeir, a
5,500 rs. agarrata, e a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
.Bom e b;u alo.
Vendem-se rarteiriiihascom agullias Iran-
cezas, proprias para toda a qualidade de
costura, a 300 13. ; ditas em raiiiiilias fa-
zenda muilo superior, a 300 rs. ; linhas de
peso, muilo finas, a 60 rs., a miada : ditas
om cerrelcis de 200 jardas, a 60 rs., cada
carretel; aguliias canlofas, a 160 rs, o pa-
nel, com 1 un asnillas ; paules do balcia, pa-
ra alisar, o mais fino que se pude nirm! ai,
a40l)e 320 rs.; agulheiros Unos, a 201) rs. ;
lesourinhas inglezas, o mais fino que tem
apparecido e de varios tamanbos, a 400, 600
e 800 is. Da 1 ua o Queimado, Ioja de miu-
dezas junto a de cera n. 33.
Vende-se
Arroz de casca,'
larello novo,
Cha pelo,
Chumbo de mutArSo,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. 'l'asso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Pannos fino* de ludasa<|iia-
lldailes.
\a ra do Crespo, luja da esquina, que
> nlli para a Cadeia, vendem-so panno tino
preto, a 3^)00, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.: dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e mullo su-
perie/, a 5.too rs.; dito verde, a 2.800 rs.;
diio muito claro, a 4,000 rs. ; dilo cor de
rap, a 3,000 o 3,500 rs.; corles de casimi-
ra prala, a 5,000, 6,0O0e8,000 rs.; ditosde
cor, as,t00rs., e oulraa fazeodas o mais
barato poasivel.
Cera de carnauba.
O mais inpcrlor que ha neatc genero, ven-
de-te em portao e a lelalho ; na ra da Cadeia
do Recife, Ioja a. 50 de Cunh k Amoriin.
una do Collegio n. 1.
Novo sorlimenlo do chapeos de sol, para
homem e senhora, a saber :chapeos de
sol de seda, armario de btleia, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
mario de baleia e do ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos oe armacSo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., tolos I i nipos grande sor-
lmenlo deKdas e pannos, em pecas para
cubrir os inesmos, balcias para veslidos e
espartilbos de seuhuras. Concoilam-se to-
das is qualidades i!e chapeos deso, ludo
com perfcicSo o por menos pieco do que cm
outra qualquer paite.
Aimla mais pcchiiichii.
Cortes do casimira prets, lina, por 5,000
rs. ; ditos de cores, a 6,400 rs. ; brim bran-
co Irancado de lnho, a 1,800 rs., o corte de
(mIi,'i; dilo escuro, a 1,800 rs.; dito de lis-
tras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
Superiores capachos.
Vpndem-sesuperiores capachos brancos e
pintados, de varius lamanhos, aoude os com-
pradores 111 li'in escolher a seu gnslo, pelo
diminulo proco de 800, 1,000, 1,400 e 1,61)0
rs.: na ra du Queimado, Ioja de miudezas
junto a de cera n. 33.
Nova pecliiiiclia.
Coraj de cana cliila, a 2.000 rs.; ditol de chi-
ta inteiros com acotados, a 1,600, 1,800<
2,000 rj.
Na Ioja da esquina da 1 ua do Crespo, que
volta para a Cadeia, vendem-se corles de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600. 1 .miiio 2,n(i(i rs. ; ditos de cambraia
branca com lislias decores, a 3,000rs.; di-
tos desaireo, a 3,000 rs.; corles de culete
lras muitas fazeodas pur preco commodo.
Vende-se um grande sino no lugar do
Manguinho, que lica defroule dos sitios dos
(rs. Carneirus, com grande casa du viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 ravallos, grande cacimba, com
bomba e tanque cubcrlo para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na ra da Con-
coruia,primeiro sobrado novo de um andar.
6AAaA4>AAMAAAAA4ifcAAO
Vende-se superior panno de
algodo, para saceos : em ca.ade
G. Keawortliy & Companhia, na
ra da Cruz n. 3.
Afeiasde laia, j)ara padres.
\'i n lein-M! superiores rocas de laia, para
padres, pelo diminulo preco de 2,000 rs., o
par : na ra do Queimado, luja de miudezas
junto a de cera n. 33.
Charuteiras douradas,
finas.
Vendem-se superiores charuteiras doura-
das, a 1,000 rs, cada urna; ditas mais or-
dinarias, a240rs. : na ra do Queimado,
luja de miudozas junto a de cora n. 33.
Ricas franjas para cor-
tinados.
Ven lem-se franjas brancas, proprias para
cortinados, as mais lindas que tem appare-
cido e por preco que ninguom Vende: na ra
doQoeiDMdo, Ioja de miudezas junio a de
cera n. 33.
Vendem-se ricos apparellios
de metal para cha : em casa de
G. Kenworthy & Companhia, na
ra da Cruz n. a.
-- Vende-se sera de carnauba, penas da
ema eti|olo de limpar metaes, por preco
commodo : na ra da Cruz n. 33, armazem
da Sa Araujo.
Casa de commissSo de escravos.
Yendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olerece muilas garantas
a seus dorios .- na ra da Cadeia do
Hecilen. 51, primeiro andar.
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues do
Andiade & Companhia, Da ra dos Tanoei-
ros n. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaly, em
porcao e a relalho, por menos preco que
om outra qualquer parte, aasim como sola e
couros miudos.
fio arinairin da raa da Moeda n. 7, con
tinua-se a vender taccat com auperior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, c opre^o
em cunta.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo 11. ti, ariuaem de Mu. Cal-
mont & Companhia, acha-ae coutlanlemeote
bous aortimentos de talia de ferro coado e
balidu lauto raaa como tundas, munidas in-
eiraa todas da ferro para aniuiaes, agoa, ele ,
dita para armar eui madeira de lodos oa l-
mannos e luodelloa o inaia moderno, machina
horiaoDtal para vapor, com tarca de 4 caril-
las, coucoa, pasaadelraa de ferro rstannado
para caaa de pulgar, por menoa preto que o
de cobre, eacovent para navios, ferro Ingles
tanto ein barras como em arcos foluaa, e ludo
put barato preco.
ara enancas.
VenJem-se superiores toucssdoseda pre-
ta, para crianzas, pelo diminuto preco do
320rs., maracas muito bonitos, quetocam
de tres maneiras, a 240 e 120 rs, : 111 ra do
Queimado, luja de miudezas junto a de cera
n. 33.
.indas caixinhas de vi-
dro para guardar joias.
Vend1111 se lindas caixinhas de vldrocom
espelho proprias para guardar joiss, pelo
diminulo pceo de800 rs.: na ra do Quei-
mado, luja de miudezas junto a de cora nu-
mero 33.
Luvas para homem.
Ver.dem-se superioros luvas do pelica ,
pouto inglez, a 1,000 rs.; ditas de seda pre-
las, sem defeilo.algum e fazenda muito su-
oerior,a COOrs.; ditas decores, a 600 rs.
dilas de algudSo blancas o de cores, pro-
prias para moutaria pur serem muituen-
curpadas, a 320 rs. : na ra do Queimadu,
Ioja de miudezas junto a d : cera 11. 33.
Grvalas de mola.
Vendem-se superiores grvalas pretas de
mola, pelo diminuto prc(0 de 2,000rs. : na
ra do Queimado, Ioja de miudezas junto a
de cera n. 33.
Brilla I lillas finas.
Vendem-se superiores bengalinhas, a 500
e 1,000 rs., cada urna : na ra do Queimado,
Ioja do miudezas junio a de cera n. 33.
A 500 rs.
Vende-sc cha liyssoD, de muito boa qua-
lidade, pelo diminuto preco de 500 rs., a li-
bra na ra du Crespo n. 23.
Trancas de seda e requi-
ntes para veslidos.
Vendem-se muito bonitas trancas de seda
e requiflfes, proprias para enfeitar veslidos,
por precos muilo commodos, dam-se amos-
tras aos compradores: na ra do Queimado,
luja de miodezas junio a de cera n, 33.
Camisas de meia.
Vendem-so finissimas camisas de meia, a
2,00o rs. ; dilasa 1,280 rs ; dilas decores,
padres muito bonitos, a 1,000 rs. : na ra
do Queimado, Ioja de miudezas junto a de
cera n.33
Kicas fitas lavradas.
Vendem-se filas lavradas de differentes
larguras e gostos o mais fino que pode ha-
ver em litas 1 na ra do Queimado, Ioja de
miudezas junio a de cera n. 33.
Vende-se a laverna 11.8, da ra do
Rangel, com poucos fundos, ou s com os
cascos, vonlade do pretendf nte, ou mes-
mo estes separadamente, assim como a re-
lalho, pralos, a 1,000 rs a duzia : tigelas, a
90rs.,a dita ; bules pintados, a 480 rs.
assucsreiras e mantegueiros, a 320 rs.; su-
perior viaho do Porto, ha muito engarrafa-
do, a 500 rs., a garrafa; dito tinto, a 180 rs ;
vinagre puro de Lisboa, a 1,000 rs., a cana-
da ; azeile doce de Lisboa, a 500 rs., a gar-
rafa ; serveja, a 320 rs ; a dita, e outrus
inuilos artigo*, por precos commodos, para
liquidar.
Familia,
de mandioca, chegada de Santa Catharioa,
no briguu SI inerva, ancorado em frente do
caes do Ramos: vende-se a bordo do mas-
illo navio, ou na ra do Trapiche, escripto-
rio n. t, a preco menor do que em parte
alguma.
VenJem-se sapatOes de couro de lus-
-.-Vendem-se os seguintes gneros de su-
portar qualidade muilo em cont, queijus
londrinos frrscaes ditos de pralo prizun-
tos para fiambra, diloa hamborguezes, di-
loa porluguezes melgaao para panella. latas
oom bolacha de Lisboa, ditas cora obocolale
de canella de Lisboa, frascos com conservas
inglezas,hcela e caixinhas muilo aeseiadas
om masaas linas para sopa, carrafas de vi-
abo muscatel.de silubal, ditas com dito fal-
tona do porto, ditas oom dito de carcavel-
los brinco,dilas com dito de colares: na ra
da Cruz numero 4S defronte dor. Or. Cos-
bm de S Pereira.
Ricos toucadores.
Vendem-ae lindos toucadores de Jacaran-
da, com columnas e muito bom espelho,
pelo diminulo preco de 2,500 ra. : na ra do
Queimado, Ioja de miudezas junto a de ce-
Carapucas de seda, preta.
Vendem-ae carapucas da seda preta, fa-
zenda muilo auperior eaem defeito algum,
pelo diminuto preco de 500 rs:, vende-se
por este preco lor baver grande porcao a
ter-se comprado muito barato ; na ra do
Queimado, Ioja de miudezas junto a de ce-
ra d. 93.
Bom e barato.
Vendem-se caiiinhas com tintas li as, pa-
ra dezenbo, a 3,000 e,,000rs.; fiveliohas ,
douradas para calsaa e ooleles, a 200 rs.1 fa- ** SOn- 8'B "o armazem de Diaa
cas muito fats, de bal a neo, a 6,000 r., a : Frrroir no caes da Alfandega, defronte ao
duzia; bicos largos e linos, proprioa pa'ra ""'idaste.
tainos de vestido, muito baralo, e oulras krva mate,
muitas cousas, que se veodem mais baralo ; Na ra Nova n. 6, Ioja de Mala Ramos*
do que em outra qualquer parte: na rus do Companhia, vende-se erva mate, chegada
Queimado, Ioja de miudezas junto a de ce- pelo ulii.no vapor do sul, a 940 ra., a libra, e
amMsiit.fi i,009 rs, a arsoba, he bebida mu fresca e
1NOY1DADE. dioretica.
A elles antes que se acabem. Cambraias finas de corea.
SSo chegados pela primeira vez a esta : Vendem-se lindas cambraias fioaade co-
provincia os muito afamados corles de ves- rM- Por Precos commodos : na ra. Nova d.
tidos prateado para quem tiver bom gosto, 23> 1ue f" esqu" P"s Camboa do Car-
pelo diminuto preco de 4,000 rs. : na ra mo' |,J,de Antonio Comes Villar,
do Crespo, Ioja da esquina que vira para a Manteletes, patitos e csnotinlios.
9 Vende-se um grande sorlimenlo de mae-
-tI C'iaS pretaS (le alffOdO lele,e deseda, pretoa e de cores, de muitoa
r & *' > feitios modernos, ebegados pelo ultimo a-
para padre. i vio vindo de Franca: na ra Nova n. S :
Vendem-se muito linas meias prel.s de 89 J^quina para a Camboa do (armo,
algodSo, para padres, a 700 rs., o par: na !loj' i9 Ant"" Gomei Vlllir-
ra do Queimado, Ioja de miudezas junto a i Chitas finas francezas.
""v.'i o .,. 1 Vendem-se chitas finas francezas, cores
dflB,lr.-r'.i h '^ de """". Ifixas, do muilo lindo gosto e irais barato
U.malSido ',iAU,dfrSAg0,SV1,'reS,jr" *ue "> P"t Igoma : na rus Nova o. 23,
101 aos fundos de b. Pedro e ra da ViracSo : ique (,z esquina para a Camboa do Carmo
trata-se na ru. D.re.ta n. 40, segundo andar, foja de Antonio Comes Villar.
I l't'SUIltOS. Cortes de brins de lislras, para cal-
Vende-se os mais superiores presuntos sas, a l,44o, t,5oo e 1,80o rs.
n.Tr"? qUe T Vr"J eta r*"?110- Vendem-se corles de b.im de listrts de
por preco commodo : no caes da alfandega, 'cor 440 dt0. j-brim amarellii a
Deposito de teciuos da labri- a'Kodao com 101|2 varas, a 1,500 ra., a po-
ca de Todos os Santos. 3 ,a.; ch,les d9.la de bonilos P,dru6i. pr<"
Si, i 2 prios para andar em casa, a 3,200 e 3,600 rs.:
na lid na. ^ na ra do Crespo, Ioja da esquina que vira
fj> Vende-se em casa de Domingos Al- -e para a Cadeia.
j> ves Mathcus, na ra da Cruz do Re-
& citen. 52, primeiro andar, algodo 4
** transadodaquellafabrica, muitopro- f?
a,ooo
3,20,
610
1,000
1,600
pno para saceos e roupa de escra- .
vos, assim como lio proprio para re- 2 i2
O Na Ioja pernambucana, ra O
do Crespn, n.
Vende-se ptimo merino preto
^ des de pescar e pavios para vellas, <. |g russiano, proprio para calcas, jaqoe-
a"*.P4ra.PAe,:0*mU't0 commodo- 2 '" P,llos> vestidos, asas, tundes, O
aVAAAMAAlfliAAAJsAAA/fc* \9 elcpelobaraliasima proco de 400 e O
S o 000 '
Na ra do Queimado, defionle do beco do
Peixe Frilo, Ioja n. 3, vende-se capotes de
panno azul pelo baralissnno preco de 10,000
rs. cada um.
Calcado, a a,5oo e 3,ooo ra.
No aterro daBoaVist-, defronte
^ da boneca,
chegou no. sorlimenlo de sapaldos de
cuurode lustro, para homem, dus melhores
que tem viudo aa> Aracaly, a 2,500 rs.; Jilos
da Baha, a 3,000u.; d.tus decuro brao-
co, a 800 e 1,000 re\, e de orelha, a 1,120 rs.;
assim como um cordpleto sorliment de cil-
iado francez de todas as qualidades, lauto
psra hornera, como para senhora e meninos,
oque ludo se vende muilo baralo, a lim de
se apurar diuheiro.
~ Vende-se foijo mulatinho muito no-
vo : no armazem de Das Fcrreira a preco
commodo.
> ecos de estopa,
Vendem-se 00 saceos de estopa,novos cora
2 varas a 320 rs. : na ra larga do Rosario
n, 48, primeiro andar.
Oh l alttncSo ao barato.
Vendem-se es seguintes objectos j
usados, |or prer.0 coivimodo, SvSusdeca-
xilhos para alcova, ou janellas de vareada,
6 porlas de amarello e 1 carteira de urna s
face : na ra do Crespo, Ioja da esquina que
vira para a Cadeia.
l\uvo sorlimenlo de cobertores, a
8oo e t,i8o rs.
Na rus do Crespo, luja da esquina que vi-
ra para a Cadeia, vendem-se cobertores
brancos de algodSo, com barras, de cores e
muito grandes, a 1,280 rs.; ditos escuros de
tap.te, para escravos, a 800 rs.; gangas de
quadiinhos, para roupa de escravos, a ISO
rs., o covado e outras muitas fazeodas, por
pnco commodo.
Pechincba Econmica.
He ebegado ltimamente um novo sorti-
mento de brins pardos, de lindo, escuros e
claros pello barato preco de 1600 rs. o cor-
te ; ditos de lindo e algodSo, padrOes mo-
dernos e de bom gosto a 1280 rs o corle : na
ra do crespo n. 14 Ioja de Jos Francisco
Das.
Deposito de salitre.-
Vendo-se salitre refinado do melhorque
Naruadollrum o.2B, armazem de An- Ilem v,"", a esl 0,9r cad0- Por mullo me
Ionio Medios Carvalho, vende-se cal de "os que c,n raU* qu|aucr Pfte:na
Lisboa, da mais nova que ha no mercado, e i""rr" c,e,t do necie, Ioja de ferragens
pur meos do que em qualquer parte I": 56' de Frnc'*co Custodio de Sampaio
Excedentes fazendas e delicadas
cores.
Na ra do Crespo n. 10, Ioja de I. L. B. Ta-
borda, vende-se urna fazenda nova, com lis-
tras, denominada meluzina, a 1,000 rs. a
vara; na mesma Ioja lem o figunno pelu
qual se poder ver a manelra, como as so-
nhoi as devem fazer os vestidos : alm des-
las, ha outras multas fazendas de gosio mo-
derno.
No aterro da Boa Vista, Ioja
n. IS.
Vendem-se casinetas mescladas, o,tima
Na na Nova n, 6, loj de Itlaia
Bamos e Companhia, acabam de
chegar de Lisboa pel ultimo
navio, as seguintes obras de au-
tores mui conhecidos,as cjues se
vender fio muito em conta a d-
nheiro a vista, para se liquidar.
RovoIuqSo fraoceza de 48 por Lamartine,
4 volumes ; historia das inquisicOes 2 vulu-
ines, a virgem da polonia nova edicf So pelo
conselheiro Bastos, 1 volume; porlugal pi-
toresco com estampas de lodos os reis de
que sabe enjomejar, cozinharec
..-se no .ierro da Boa Vial., gob,0,^' '"
segundo audar. """o n.j,
Hais pecliindia.
Chales de *d.,euilo bonitos e grana
a 4,5(10. 5,000 e ,000 r*., cada um ,"
do Creapo o. 10, oa leja do Tabordi ru'
Vende-ie um*>alnnete de ouro
senhora, S pares de brincos, I moda'i,.,,"
nacida, colares, conloe, anelfies | ,L.''
Ida, S relogios patentes ingleies, \ du/i. ,
colherea de prala, para aopa e i iia,
ehi : oa ra estrella do Rozario n >s ,
gando andar. '"
Santos Andradc Si Com".
JMuhiii.
nr, na sus Ioja de seleiro m
ra Nova n. 39, o seguinte:
SELINS fiaos, lauto feitos em loglatern
comoeoiauaoUlcioa. '
ESTRIBOS finos, de metal principe; dlo.
deacoeditoadelatSo. '
ESPORAS lints, de ac e de lati.
MANTAS para cavallo, de casimira, .a
taatodaadeorello. Ul-
TODOS oa arreos para cavallo, lano f8i
tos em Injilaterri, como em sua olliem.
Todos estes ubjectoa se veodem, por m.
nos qua em outra parte.
Para as escolas primar i aV
da provincia.
Vendem-ae oa aegaintei litros adopiaj0
como comnendio :
Simflo de Nantua
Sioopaia do general Abres e l.'ma
laevereado homem por Silvio Pellico
NocOes da geographia e liistoria
Os evangelbos tradnzidos pelo P. Pe-
reira
\o paleo do Collegjo, oaaa do livroazu!
?>##>??
Cheguem ao bom e barato *
Vendem-se pannos finos pretos a a
3,'00 e 4,000, ra., ditos azues a 3,000, a
4,000 e 5,000 rs.,ditos verdes a 3,500, Z
chitas francezas muito finas a 280 a
rs.o covado.cassa chila a 640 rs. a va- a
ra, casimiras de cores e de boni- 2
tos padrOea a ,000 e 5,000 ra. o corte, Z
lencos de seda de cores'a i.OOOis., t
palitos muilo bem feitos a 5,09, leu X
toa encarnados, para grvala a 2,000 f>
rs., algodSosinno com pouca av.ru S
%i a l,6O0 rs. a peca, loncos de eambria Z
V de linho a 480 rs., riacadoa largos
*jr p-oprioa para roupa de escravos a 120
# rs. o covado, aarjSo proprio para
roupa dos meamos a 240 e 320 rs., o
@ covado, e outras muitas que se lor-
nam aprecia veis, nio s pela sua boa |
qualidade. como pelo diminuto precu:
:11a ra de Crespo o. 10, Ioja de Igna-
co Luiz de Brito Taborda. a
*9**+*4.*49 **+*>*
Chapeos amazona.
Na ra Nova n. 44 > fabrica de
chapeos chegiram pelo ultimo
navio francez do Havre, os mais
mo 'ernos e de melhor gosto poa-
sivel, chapeos amazonas de palha
da Italia ; ditos de feltro brancos,
pretos e pirdos ; .ditos de pallu
enfeitados, para meninas e meni-
nos, por prefo commodo.
Vendem-se pellos de couro do lustro
francez multo auperior a 3,000 rs.: a Ioja
da ra Nova alraz da malnz.
-. Vende-se um terreno que tem algum
arvoredos, e 180 palmoa de frente ua nova
ruados Pires que faz esculos para a non
ra do Hospicio, pelo preco de 550,000 ra.;
no aterro da Bua-I'sla 11. 14.
Vende-se f.rinha para auimaes : ni rui
do rangel. n. 27.
Uaiflpiano iaglez.
Em muito bom estado, proprio- para se i-
prender a tocar e por preco commodo : ni
ra das Florea, casa 11. 19, do organista
Tresse.
- Vende-se um moleque creoulo, de 10
annos, vindo do Araeaty, proprio para qual-
quer olliciu : na ra larga do Rozarlo, Io-
ja n. 35,
Escravos fgidos.
Iro, obra da Ierra, muilo bem feila, a 3,6U0:gundo (indar. Na mesma Cas 1 Com-
rs.; ditos do Aracaly, a 2,500 rs., brancos de nra.SP rirpla maca c linn riui-
orelha,. 1,200 rs; itoa de orelha, par. me- P":8e um* P"1* m0f8 e DOa C011
11 i no: na ra da Cadeia do Hecife, Ioja o. 90|nneira.
para palitos, pelo baratissimo preco de 610 Porlugal e daa melhores vistas daquelle rei-
rs., o covado, e anda rostam alguna corles "
de casimira, a 3,000 rs., cada um.
Fazenda moderna.
Na Ioja da I. L. B. Taborda, na ra do
Crespo n. 10, vendem-se vestidos prateadus,
pelo dimiouio preco de 4,000 rs.
Pelo mdico preco.de 13,000 rs., ven-
dem-se alguns tomus do repertorio da le-
gislarlo portugueza, da segunda ediccSo.
organisado pelo jurisconsulto Manuel Fer-
nandos Tnomaz : na ra do Crespo, livrsria
de Antonio liuminguos Kerreira.
Venle-se urna escrava do gento de An-
gola, do idade de 30 anuos, bonita figura,
coziuha o diario do uma casa eengomma :
na ra do Vigario 11. 14, segundo andar.
lin e barato.
Ra do Passeio publico, luja n 0 de Albi-
no Jos Leile, vendem-se ricos cortes de
meia cas mira,padres modernos a 1,400 rs.,
nscados de linlio azul e de corea a 300 rs.
o covado, ditos l'rancezes a 200 ra, ditos
monstro a 200 rs., chitas para eolias a 1(0
rs dilas para veslidos a 120, KOeSOOra.,
chapeos de sol de panioho do ultimo gosto,
com barras a 2,500 rs., corles de coleles de
fuallo a 800 rs., ditos de 13a e seda a 1,000
rs., lencos de seda a 1,000, diloa do biuo a
320 rs., ditos piolados para meniiios a 140
rs., grvalas de selioa a 1,500 ra cnales de
etnta a 640 rs., cambrala da india a 400 rs.
a vara; e oulras muilas fazendas que nio
annunciam-au por uo oceupar lempo.
Vende-se um preto, de idade
de 4o annos, eozinheiro e ompra-
dor : na rus do Vigario n. ici, se-
MUTILADO
no, por Fernandes Dlniz, 4 volumes; Dos
0 quer pelo visconde de Arlemcurt, I volu-
me, fabulis de Lafontaine I volume, o sp-
tico 1 volume, o menino perdido I volume,
a roda da fortuna I volume, apborismos e
pensamentns moraes, religiosos, polticos
1 volme, Raphael paginas do segundo au-
no 2 volumes, ocavalneiro da casa verme-
Iha por A. liornas, cavalleiro d'llarraculal
dito 4 volumes, heat is ou o aveoturero 9
volumes, o bom menino por Cesar de Can-
tur I volume, poesas de A. Ilcrcultno I vol
os tres inos 111 iiei ns, 4 volumes,vinti annos
depois 6 volume.', o amei ieino em Londres
I volume, cartas de Olinda a Alzlra I volu-
me, obras poticas de I). Leonor Alineida
Portugal l.orena e Alencastro, msrqueza de
Aloma i volumes, o lavrador perteito I vo-
lume, outras muilas obras que estarlo pa-
tentes ao corop-ador, assim como uma pur-
c5o de retratos de varias personageus de
Portugal, Franja, e llespanha, estampas de
santos, e finalmente a colleccio dos succes-
sos de D Ignez.
Vende-se 11 m moleque, de 15 annos de
idade, bonita figura, proprio para qualquer
ullicio, ou para pagsm : 110 bacco da Lin-
goeta n. 8.
Vende-se uma cssa terrea, na roa da S.
Francisco n. 9 : Irata-sc na mesma.
Vende-se uma casa pequana de pedra
e cal, com grande quintal bem plantid o, VI.
veiro a bom banho, tem li lo negocio, pJe
ler 4 a 6 vaccaa de leile pastando naa estra-
das, por ler lugar para cutral e se ven ler a
maior parte do leile na porta : trata-se oo
Manguinbo n. 33
Na ra estreita do Rozarlo n. 98, se-
gundo andar, von lem-se duas parles do so-
brado da ra do Livramento n. 8, e da ra
da Senzalla Velha o. 126.
Vende-se para fra-desta provincia, ou
da praos, uma mulata de 35 aunos de idade,
esappareceua 19 do junho deste au-
no, uma preta Antonia, que representa ter
30 aunos, de nacao Angola, bem fallaalee
pechla, cnela do corpo, altura regular, fei-
ces regulares, lem uma sicalris de reino
em um hombro, e ja aatigo que parece sg-
nal, levou vestido de ciita ja deabotado, a
panno da cosa, e foi com um ferro ao lies-
coco, fechado Com uro cadiado, lem porcos-
111 nio embriagar-sr, do oulraa vezes que
tem fgido tim sido pegada pelos arrebal-
desdesla pracs, desconna-se que esti preta
esleja occulla, e se Ibe lenha lirado o ferro,
sendo isso verdade e etaaa pesaoaa quereo-
do denunciar-so e trazendo a dita preta, se
11S0 usara com os meioa que a lei permute,
e do contrario se usara com todo o rigor etc.
Roga-se aa autoridades policiaes, capital
de ampo, ou qualquer pessoa, a pieodam
ou facam prender, e levar ao seu sanfior,
Antonio Maia Contes: na ra das Laranjei-
raan. 14, qne serSo generosamente recom-
pensados.
Desappareceu no da 15 do correte,
um muleque criou.o por nomo l'aulinlio,
de idade de 10 annoa, pouco mais ou re-
nos, cor amarellada por ler vicio, nariz cha-
lo, levou camisa do algodas*** auja, e
calea de rscado. semoaapeo, esie eseravo
he do Sr. Antonio Jaclntho da 8ilveira de
liona* quem o pegar leve-o na ra da Ca-
deia do Reciten. 51, oa oa ra da Livra-
mento o. 26 segundo andar que ser recom-
pens.ldo.
No da 4 do correnta mez desappare-
ceu uma oscrava de nome Hara, de naca
Conga, de Idade pouco mais ou menos do
36 a 38 anuos, e tem os signaes segrales
na orelha esquerda dous lombmhos, e na
orelha direila um,e altura regular : quem a
pegar levea-a a seu sentior, na ra de S.
Goncslo o. 16, que ser generosamente gr-
tilioado do seu Irabalho.
Uosappareceu 00 da primeiro do agos-
to do correte anno, ama negra, por mime
liarla ; he baixa e fula, e tem algomasfallas
de cabellos: roga-se a tidal as autoridades
policiaea e capitSes de campo, q ie a apre-
heulam e levem-a na prica da Independen-
cia, Ioja n. 40, que ae gratificar.
20:000 de gratificaco.
Iiesapparoceu 00 dia 26 d< julno o escri-
vo Jn-e, crioulo, i Jado 18 a 20 annos, bazo,
magro, cabello curto e falbado, neuliuaia
barba, rosto cuniprido aa macana mullo
procmiiieiites, lem o dedo pollegar de uma
das mllos maia grussu do que o da outra ;
ful vestido com cala preta, duas camisa
sendo uma branca o outra de riscadinliu
azul por ciaa e chapeo preto : tem si Jo vis-
to vagando por esta cidade e em Olinda. I'ro-
cedor-se-ha com tolo o rigor da le contra
quem o tiver acoiUdo, e que* o levara
J. Japi-Assi ao Alerro da Boa-Vista n. 3
'segundo andar, recebar vinla ail reis.
. vaTvi1-I:- M-F.Dl".-f'Wl


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