Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06406


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Sexta-feira 1
A roslo de 1851
N. 171.
MAMir M\m PFBMMBICO.
Paaaanm ADitanao.
[ pr tri.ne'" /..
Por eme!..... .....
Por o* ^ ^,'^wrtBmt.
01 ,,0,*Mi*o"iio'
L
s/uoo
VSOo
... li Mlnai... SO de Malo
S.Paulo. 12 de Junlio.
R, de I., 15 de Julbo.
Babia... Bdedllo.
oan da inun.
18 Seg, S. Innocencia
Tere. S. Olavo re.
30 Quart.S. Rufino m;
S. Ilonatllla T.
31 Qnlni S. Ignacio
ADDIIWCl,
Jalao de OrphSos
i. e. a 10 horaa.
I. vara do cite!.
3. e (i. ao meio-dla.
fasinia.
1 .Seit. S. Pedro mi 3. e li. Si 10 hora,
vincula. 2' rara I* eivel.
2 Sib. N. S. dos Arijos. (. e sabadot ao incio-d
3 Dom. Invencno dei- Rilarlo.
S. EilerHo. ,Tercai e sabidos.
miMialDn
Cr'eaeeme 4, ai J horai e 48 mnale da man,
Chela a 11, ai 7 hora e 23 mlnuloa da larde.
Hlngoantei id, aa 10 horai e 39 mlnuloa larde.
Nova 28, u 8 koras da Urde.
nwui as boji
PrlWlra ai 7 horai e 41 mlnuloa da manbaa.
Segnnda > 8 hora e 0 mlnuloa da larde.
I-ABTIDAI BO OOBKXIOl.
Golanna Parahlba, i legunda e leiiai-
fclrai.
Rlo-Crande-do-Norte, toda ai quinlai-felraa
ao mel da.
Garanjlunie Uonllo, 8 e 23.
lloa-VUla, c Florea, a i3 e 28.
Victoria, i qulnlaa-relrw.
Oliiida, lodo o diaa.
KOTIOIil UTBiNOIIIIAr,
Portugal. ii> de Junbi, tulrli.. 4deInnfao
ileipaoba II dc Junho Suia .. 10 de Malo.
Franca... 7 de Junho'.Suecia.... 28 de Malo.
Helgica... 3 de JunhojInglaterra 7 de Junho
Italia.. .. I deJunho B.-Unidoi. 24de Mato-
Alemania. 4 deJunho iMeilco.... 3 de Malo.
I'rusia... 4 de Junho California 15 de Abril.
Dinamarca 30 de Malo. Cbill.
Ilussia... 10de Malo uinoa-Ayrei.
Turqua. 4 de Junhu,|Mouleldeo29 dcJunbo
cambio* ai n aa tnmo.
Sobre l.oodr*. a 28 d. p. IfOOO ra.
Parla, 340 por fr. nominal.
Lisboa, a 100
Ouro.Oncaa heapanholaa....
lioeda de6#400 elhai.
de 8#400 novas.
. de4C0......
Prala PalaeflM brasllelro...
Pesos columnatloa...
Diloa mesicaDoi.....
2WWXI a
I0/O00a ..
ltVOOO a ie__
9/000 a 9/100
lattO a 1/920
1/M0 a 1/920
1/710* 1/76.)
PARTEJFFICUL*
FWEOIKITB DO DIA2IDEJULH0DB 1851.
nmrlo. -- Ao comnmnJo daa mas, para
rnelo. o t er|nieutol4jue remet-
,|Ue informe.obre o re^queru jj. ^ ^
" el'd. aZem q ".o S
im'or!t'AocaplUo do porto, dl.endo car
, 7. .,!iaver engajado voluntariamente
^ua'e's'c. '. K'a"TbeoW0U Jos J. Krel-
fa, lode-ndeote de gr.tlfic.cao Igu'"-
Dito -A dir*clori do Ihealro de Santa Isa-
he ara su recominendeaolbeMurelrod
U cri.d'aquelle tbe.tro, que de desde ja cu.n-
,".euw artigo ida lei provincial n. 160 de
Uie novembro d 1346, visto lerem decorrido
dot annos sem que corramdilasloteras, cujo
pftducto be consdr*do como renda provlo-
cUL DEM DO DI 2&
Uflicio.-Ao Kim. vce-pre.ldnte daa Ala-
coa,, remetiendo coplas doa ololos do com- ,
mandaole das iran deaia provincia e do le-
ueote-corouel Antonio Mara de Souia expondo
o aue occorreu Acerca do lequerimenlo e rnaia
utpei* que devolve, relativamente ao paga-
mento, que pede Joaquini Jos Jacobino, de
lies cAvalioa quo dls bavar prestado ao relerl-
Jo lenente-oaronel en fever.lro de 184.
OiW.-Ao El"- presidente da Parahlba, di-
rendo car Intelrado de baver mandado dar
apsporte para U cld.de bordo do va-
por Paran.*** aoajudanic do guarda mor
dou guardas, que n*l*t.ndegadesla cldi-
deforam mandado, para prosUrem loccorros
a barca americana rVriflil.aue coostava actaar-
,e desarvorada B antre esta provincia
c .nua S. Esc dignamente administra.
UI,o --o commando daa armaa, para que,
em visuda.ua Inforuiacl* mande aprewnl.r
J0 commaudaote do coapo aolic1*1 o soldado
desertor do ineimo coipo rellclano Beierra
Santiago que lem de ser julgado n forma da
"ltoA' Ihesourarla d faiend, Iransmlt-
Undo copla d aviso da repartlcio da guerra
de 30 de junho ultimo, no qual ao recomiuen-
daa religiosa observancia da ordem do the-
souro ob. n- 58 de 21 de junho do auno pr-
ximo passado, aUni de que a pagadoria inlliur
nao lenh* em aeu cofre qHanllaa superiores
as indlapenaaveL p*r aa neccssldades ocenr-
rtoteadu servlco, e ealglodo informacao cir-
cuinalancladasobra o esudo actual das conUs
da meaui* pagdorla.-Ne.te sentido offlclou-
ac a referida padorU-
ito. Aojuix relator da junta de jusllca
iraosiuittindu para dcpola d* visto ser relaU-
docm aesso da mesma juula o procesan ver-
bal felto ao toldado da guarda nacional Joao
Faustino Montelra.=>ComnianlcQU-se ao com-
ruaodo daa arma..
Dito. Apagadorla militar inteiraudo-a de
haverem os soldados Jod Joaqulm do Sacra-
mento do quarto balalhao de arlinbarla a pe,
c Joa Haymuudodos Santos do primelro de
infauUrU, depols de lindo o aeu lempo de pra-
a, contralado, nos termos do decreto e regu-
iauenla de 18 de novembro de 1848 e do amo
de 30 de outubro do aono prximo passado,
liara continuar no inesmo aervlca mediante a
cratiBcacio de 280| rs. par. cid. inn devendo
ser p.gaapel. orma jijstabeleclda. = Intcl-
rou-ae ao coinmaudo Ana armas
Dito. A administrado do patrimonio dos
orpbo para que, viau do ofcio que remel-
le, luforme qual a raiao porque acudo eolre-
Uue pelo director do arse.ua! de guerra ao do
collrg'o des orpbaos uui africano llvre para
ser applicadVao aervljo do inesmo collegio,
nao fe (ue eulregou o que devl* ser subitl-
luidn.
ajsjajaHajajajsBafsssssSB^^
ie mudan- loisdart. AreTOiUcaodornillhocurouO ho- laocoa d maiori um rno.lmeilo esponuneo
i, e que se mens serios que havi* cora Les idtps. O d'lndignacio ; o oradar vivamente ppla^Ho
ebreporU- partido republicano nanea exis.mrord.dei- &^^u% Publlcou-se Analmente o decreto eleltoral O governo nao lem publicado clo algum de qie sobre elle sa dissess, fazir-se i
no dia 23. Ten agradado a maloria ; ou antes Importancia, alm do decreto que reduiio a si- rjt de ministros que se il.is'java,
so EilWarKe a /.ti se tem deolarado contra: xa daa predios e benade raia de lOa.') p;ir cen- hIV- tentado eiTeituar com celebre |
elle. Eis-aqol em resumo as suas principies 11
disposledes :
A elelcao he indirecla. segundo a c.rU coas
liluciooal : mal para aproximar o mala poiai-'i
val da directa, e.labelec* que cada 150 fogoaj
d um eleii.ir, fateodoassim mullo numeroso! i
o collrgioi eleiloriei, para que o auborno
" Todo "o nue for ebefe de familia vola, cons- graduado", que o tem sido como iodemnisa- Df representarles "sobre poltica do mi- que Tez no porto, e que Ine raniu lanas "'
aando que vive doiseus bens, coramerclo, ln-;cio dar preierlcfles que soflreram cornos pos- nistario que os generaes havhm declarado sym iathias, e felicilacfles, deparando-lhe do,,0,da,io,oon;rl oi offl.la. Fe||,ueou o
duatrla ou emprego. So os mendigos silo ex- los dados no Porto. Fol urna calamidades ,binJoni.|0 le 0 ministro do reino ( Pe- urna occasiao como nunca houve para eliec- n0M0 e,erc0 he cluldos. Oique, porin nao orm chees de auerer recompensar asslin un eicrriio que nao Unt, nBo aemitiJM0 jigoroas aucloridadcs tuar reeneraeao que proclamou. A mu- umenio da* honra, e o culto d* disciplina,
familia, devein pagar de imposloi, sejam de, deu balalhas, c em que so dous baiamoe cor- adm ittrclsno,orjifnentepalufe'as, que danca miniaterial o3o i'oJe pois deiur de Espero firmeinenle que elle ser a noasa salva

Os circulo! eleltoraes forain elevado! a 36 uo
auqulllidad., --------- ----------
auciedade com que lodos traum de se entre- ramos ministros pira o paco dar pirtea
ante- 4 as libas -7 as provincias gara, eleiedes. rainha da resolucSo que Imliao tomado em
ultra narloas Depulados = i31 no conlloen- Estamos na inar de nomeaces de commis- casa do iluquo. A ranilla licou ailmirada
le 11 naa libas l4 no ultramar >=a'adca. Commissao para a reforma, ou ames dea- de*tt nuvida lo, de que o marechal I DlO
,otal 159 I ',u|v*?. ><> organlaaeao. da MM*" '; havia provenido e moatrou que a disgostiva
Ele decreto fol redlgido, como i Ihe di.se das .ciencias : commissao para a ^nM* ,, ^j.,,..,
por urna co.nmi.so composla de I de ?;.^""j;,^* '.[e.' "forma d.'s Antes dest falla do dujua os seus colle-
n"ii.no. por causa de .Ig.ima. disposie, do. para membro. des... commis.e. tem si- go da tun.eea Mag.lhies par. f,er urna
nmrtaaalUJ taes como as dos chefes de fami-, doaceruda: apeaar dlaso com lodo o funda- recomposico ministerial. O duque no da
Havolarem sem pgarem imposto*, e as ln- luenl.i se pode faxer una grave argulfao.au go- 2 tmlia ido para Cinlra sem dar pule aus
comnalibUidades srrem em larga escala, del- veruo pelo que loca a commissao nonieada na- 00iros niinislros ; acre lilou-se logo que se
rain de Ir as disseussdes da commiasSo e nao i r* reronn c organisacao da reparticao aoa |raroava glgum 6V0lut)0 ministerial, obra
projecio. Oiuinlleriouegscios;eccJe.i.s^^^^ do barao da luz, chefe do estado maior do
ni 11 'i -n.il i- -mi compadre, mas eiiprigado,
de conlianca do conde du Thoinar o seu
amigo Oslo hornera be de tudos os qui'
ecutivo, coDliuuavim tolos no ministerio, Inglaterra, quando se fallou ese escrevea a acccssivel aos aaaancarea do Braill, est multo
ualicos fau- mas que se ella nSn linha cssa forras noces- rospeiio da abliciciu da Kainha, Da ma- prximo o inomento em qne transacvcei im-
portcntei se poderain basear na* novas Uri-
tratados./s Vredour preoecu-
publico, neata quentena. Ja
a coiuinisiio encarregada
tratados te havia proouncla-
...jioria, pela racilftcacao : ea-
Faz hoju oito das, que o novo gibinele lava nomeado o relator, e seu relatorlo eslava
esa O'ganisado, o nam ama putaris assig-j prompto; masum incidente que JA V*ac. dere
nou anda se quer. I,-la apalhia n,"i i ConliZ perfcilaiuente saber, suspendeu toda a solu-
cum o afn com que se nuocianm O <}". ?UUDe-?.e 4 bispo do Algarve (ministro da juslicaj anda
n3o veio a corle. Suppoe-aa que n!|o aceita
apasta. Foi n --11 supposc,3o qn i a uomea-
c,i\o se fez. A imprensa estran palmenle a francez. tem escriplo Jeiapie-
adamonte contra o duque do Sil 1 ,n ia.
Supp0;-so que amia all dinheiro do con le
de l'-io nar. e os amigos que estao ainds to-
dos ni> legiOes,
Ocond est! sin la em Lonlres. A con-
dessa de Tliomar partiu ante hontem para
rler com seu marido. Huua em Hija urna
especie do assaltada ao novo govemador ci -
carco o duque oque t'in m'ii influencia, vil Antonio VazorJenou umi busca em car-
iaudo-sc-lbe primel-lucinsequr ouvid em assuiiptos lolimaiueuic 0u antes, dominio subro elle. Foi esta irio ; la quima, masachando resistencia nos dri-
L- depols aberlameutc|conncxosconi a religiao e com aigreja^^Alm quem improvisou em nor..o do conde de Ll-
vindo do lraiil, que o general Urqnlta tinlia
rompido com roxas, eque annunclava reao-
luco formal de unlr-se com o Paraguay e *
repblica oriental, para IWrar a* provincias
de la Plata do jugo do dicudor argentino.
Eite facto que inudava completamente face
da causa, leve em resultado liumediato o *d-
dianientn do relatorlo. O governo nao quia
expor-se a liuuiiihar-se diauto de um poder
que qude ser tivesae ja sido destruido, quarldo
a raliflcaco chegasse s margena do Prata.
o partidarios de Rosas eilao furiosos. Elles
faiem sustentar pelas suas folhas que a noticia
da defeccau d'Urquiza he urna mentira, que
fra fabricada em Londres peloa agentes de
Montevideo ; mas temos aqui um braro gene-
ral, enviado extraordinario de Montevideo, n
roe declarando-ae-lhe depois aberlaineulc,c0""c,0!l com a rciigiao e com aig.cj- auo quem impro
que eoll'rerla gr.ndlialm* oppoilcao d. parte, disao, oquescm duvld* Uevc causar espanto, vrai|10 uma reuniSo eieiloral no palacio do
" duque de Palmella, a quo linha > sido co.m
3"exerc'lo, po? este ter recelo d que vlndo^ol nomcado menibro desla ooininisso A; Uer-
o cpnselhelro Silva Cabral. Este assim que o
decreto salo no Diario eacreveu urna longa
carta ao inarecbal, declarando que o alan-
d.irie ia faier opposlcao declarada ao ministe-
rio, por ter acceitado sem modillcacdes o pro-
lis
decreto,
nos, reforcou a diligencia. Ilouve Tande K'nfral P.cucco, que nao se delxa confundi
desorden!, de que retultou ser elle proprio '" '"*" Ile fe. logo Impremir edi.tr, -
, ,' a -^ t: .i,-. n unir pelo* per o. icos c orlos repreieatante,
(endo, e ter de sa retirar para Lisboa. Pa- 0, doPullleil,,01 tJebca dep ,ntevidc
a la miniar um militar,. Illeam0i qe comprovam do modo o mai,
se.uprefoi mi degover-; po.iiivo a nova altitude tomada por Urqua.
havido nenhuoa demmisao.' D'csie modo oiiosso governo naos.be oque
parentcs mudillcicOes poli-, deva faxer, e acm renunciar pusitlv.meote a
sefli-,.?us tratados^ resolveu esperar pela cheg.da
muito satis-
ir da colera
ssembla. Por
onlaMltuteaualiicie 'contraria, allegando ministerial, o como os nomos dos nevos in- reino, ins.ou com, olle para que flcisse. | voaede* que o accompanharam com acclama-
umenlos rabes Se ludo aqui licasse, boin digitados, islo lie, o de H. da Fonseca Sli- A manhaa 15elagem S) aCimmissaodos, caes e voto; de sorte que esii decidido a re-
recens ^amentos, segundo o melliodo. islo i pellr as inais vetes que Ibes for possivel, suas
he lirada dos msiores e menores conlribuin- vliitas s popula(es doi depattamentoi. Vai-
les. Vamos a vsrsa di bom resultado. Por, ,el,lc ""'er proximamenie. umanovaoc
ora nao lia directo eleitoral, apenas o par- "'" P" ". re"S" T^t.^.T
tido salenibriat, um u,. commissao qua ^ ^ZA'l^uJa^oZi
nao traballia. Veremos quam apparece na uma exienso decem legoa- no prlmeiro de
iue
ug
documentos rabe*. Se ludo aq
aerl* > urna dlscnsso slsudac bem susteiitada, galhaos, e Antonio Ma i i Fontes l'ereira de
cotidux muiUs veiea ao conheciiento da ver- mello, eram os duus nicos oradores da o,i-
dade. O mal est as Injurias e doestos, que posioao que, um ua cmara dos nares, ou-
alia lo a lavor
l.ndo'.cm^ .- uu^e'd^.ida-n'hr-pelVer';: ^^.^^"^^^vtcX^0'' UmS CoXcto^b^mais'se
X^T!^?Xrt&&"lTiZ Es'quccia-e'^.V^t^TtS^W "lorcaiam is nJuccCs do public, A -
rL.^.^.',^,?'^^^ 'e' encontrado na impresa dyeidade Invicta les nomes juntavHo-d M do Al ncida G.r-
Itoo e o Palriora, romper*n. hoslilid.de* con, ulliafu,leoppoa,5ao. ,AVio/l( folhado J.de rott pira a pasta da justic, eo de FerrlO,
ieclo da couiiiilts. K cun efeito, este jornal
tem trido todos os das enemas analyses boa-, infeli.nienlc em taea escrlptoa P"1^"'1- tro ua dos deputados, tintillo a
icrelo. ..gun. dos ministros, ..p- "ramoom VffSSRiVZZZZ esciiidalo. indemnisico
EXTERIOR
CUKIIIiSPOflDti.NCUS PO DIARIO DE PEIt-
NAMBUCU.
tsalwa, 30 de i'mfto de 1851.
Quando na inlnba ultima, de 15 do cirren-
le, Ihe del eouU do celebre ofliclo ou carta
do marechal duque de Saldsnha ao ministro
do reino, sobre a qual este fex a portarla do'
do da II, em que estranhava aos governado-
res elvls as nomeacAea das suaa autoridades
subalterna!, por nao seren legundo os prio-'
clploi conilguadoi no programma do Porto*
leilo pelo duque, islo be, porque a maioria
dessas autoridades era setembrlsta, cujo
partido pertcncem mullos doa proprios gover-
nadore nmneados pelo marechal; pedindo-
llies coota daa causas por que tlnham fello
Untas demlssors, e as clrcuimtanclas moraes
e polticas de cada um dos individuos por elles
montados, loga Ihe note! que Islo tinba sido
um mel, alias pouoo hbil, para ver se os
governadore civil estimulados com esu pu-
blica rrprehensio, se demiitiam, ou lalve/.
antes diiso, tt o ministro do reino se recusara
a assignar este incunabilsimo documento.
Succedeo o contrario. O ministro nao tere
duvida de assignar a portarla, e nenhum go-
vernador civil se demlttlo. E tanto Isto era
com Interno de produztr urna crlse ou inadan-
c ininislerial. que o Eilandarla, A cujas *u-
gestdea se altriliue este psnel, chegou a decla-
rar qoe os govertladores civil Ao tinAam eerjo.
"* Como nao vlngou esle expediente, disse-
ac logo que o decreto eleitoral seria timado
coino pretexto para exigir demlsslo de alguna
ministros, principalmente o do reino, que he
o que teja a principal influencia nal clelcAes.
Antes, parin, d* publicaco da le eleito-
ral, occorreu um ;uccesao que demonstra o
estado de arrogancia e Indisciplina em que fi-
epu o excrcilo, e a debllidade que uioslra o
duque em nao castigar os reaccionarlos, com
quea se aconselhi, e que o bao de dellar a
perder, porque sendo elle pouco pto para o
gdVerno, e mui fcil de dominar, laneam-
lbcaresponaabllid.de dos actoa que elles Ihe
preparara,
9 oaao foi, una represent-cao felta pelos of-
liciac da snarulco da praca d'EIras, dirigida
ao marechal, declarando-lhe que ao conat.r
"'aquella praca. que 8. Exc. la nomear para
cominaiidar ai aunas da provincia do Alemte-
jo ao conde das Antas, elles se recusaran! a
aceelur este general por seu chefe etc. Em
respoala esiaiitranha representado, o baro
da Lu, ebefe do estado-maior (que sejulga
nao aer innocente neaUa manobras} escrevell
uin oflicio covarde, que fez em noinc do duque
em que dlsia que taes noticias nao linham fun-
damento, dando-Ibes oulraa satisfceles impro-
prias de correspondencia militar, e do mals
pessiiao exemplo. Esles documentos, apelar
de aerein cnudenciaes, foram publicados pe-
lo BiiantUrU, o que deu motivo de grande
desgosto ao duque, que entao fes transferli os
officiaes d'aquella pra{a e mudar o cominan-
diate d. divlaao, conde de Rezende, nonican-
do para o aubilllulr o visconde de Mesquita ;
aquelle que deaimparou o rei em Coluibra,
com a brigada do aeu commando A luiprcn-
la Urou d'aqul grande argumento para mos-
trar que ao lado do duque baria queui faro-
recesse aa intrigas do partido cabrallsu. K
deceno que ha. Em pouco lempo Joi Her-
nardo lera mala inUucucla no governo, do que
o proprio duque. Oxli que me engae, por-
que no ha de trazer com sigo grande* pertur-
bacoea no palz. Outros dlzem que Ulvez isso
sirva de desengao final ao* que suppdcm que
sem estes dous Irniaos nio ha carta e Ihronu
em Portugal.
t
toril, t, dli-ie tambcn, attcnn a sua volubi-
lidade. que para entrar no co*p/ot que se pro- "'. "< mesmocampo; quero dizer na im reo-
jecU contra o inalfadado decreci. Ua quem A ac-lo aperar deque um de seis princi-
disso alBrine, e cu eatou quasl cerlo que loda P" 'ediclore be primo direilo do .Ilustre re-
esla opposlcao he forjada para dar pretexto a 9"rador ) nunca Ihe ful lavoravel. e algumas
umamudanca ministerial, a que o duque nao yetes o lem censurado ooin acrimonia. A llevo-
L7 7* Ia.-i.1A ala *.f*r. !i r,. Q n P.ira.nlil frll'llll gaill lili I-
hcestranho.'queaenaopoderconaegui'romu- /"f*o S(i6ro e o /*lrwta foram seus allia-
fli
'I
litar o decreto das elelces. o sofismo pira que d<" desde cerla poca, c aluda o querein ser i
oseflello nao correspoiidam aoque seus auc- alliadoa intcressclros de_*uipeiUIealda-
l t i jui.ii'i i ni mu ui aimaub- i t J i .J
alcancar, que foi urna elciclo Je. A Lti ( orgam proprlamente do partido
governo nein o seus agentes Cabrallsu ) lodos o dial o accommclle com
er depulados C aos seusami- "' ou menos violencia, incoiuinodaiido-o
.bora tem acontecld.. lan"> co">' dianibe e esiylo declamalo-
Jlr-lhe-hei agora oconeciloque os homens rlo.quanto com urna sequeucl. de perguulas
rdatostem fcTto desta lei de eleicfles. c o que Indiscretas, relativamente a profusao de ner-
ita posao ajuizir He de todas a mait cons- ",lul("' ommendas que elle tem diilrlbui-
rresp
lores quizerain a'
llvre, leui que o governo nem os seus agLu.
se podcasem fazer depulados c aos seusami- ".' ou menos violencia, incominodaiido-o
gos, como al agora tem acontecld.. lan"> co"> diatribes e esiylo declamalo-
Ui "'
cord
delia posso aju,*.
lllucional que se tem feilo Pode dar urna ver- j Pc,a ,ul geule, acerca do numeroso, laaido,
dadeira reprcsenlacao nacional. Se a elelco duas- trea.veze* ( cm nienoi de tresine.es),
nao be directa, como lutendo que devein ser promovido, condecorado, estado iiialor.de que
toda e ai eleitae. polticas flea pelo decreto elle se aprsenla ostenlosameutc rodeado i li-
mullo prximo desie methodo, porque dando nalii.cnte, acerca da appllcacao de conloa c
cada 150 fogos ou familias um eleltor, os col- f1"" ae "-'' de tac * 1U'
leglos eleltirastlcain numerosos, e aHini mui eyantou o jr.lo rre.iiro^r ate a sua entrada
dlnicllo iuborno.cJogo da votos qne at aqui muiiiphal em Lisboa. A estas e oulras multas
e
co
ra
II
pr
que resullav.in Inuumeravcis reclamacdcs, .
nueeram decidida Ounbein por autoridades le defensora da.iltuacao.
dependentes do governo. Agora aa reclama-' ^""'o.f'lmpeza de maos, areputacao de
cois sao jnlgada pelos Iribunaes Como poder ^'u*uba he limada ; mas talrrl a sombra dcl-
Indepeudeate n.io admllte suspelta de que re- le alguem tenha aproveitido algum tanto
cele descontentar o governo. d< c"la quamlai, destinadas para certas lins,
Bl p*rm o artigo que d voto aos chefe. da em certas lance, aperlados. Eu e todos em ge-
familia, aluda qu? nao teohain o censo, que "' '"eptuar algum malvolo, tamos
pide dar lugar a alguna abusos E he este n f."_",""i""e P<'ad'',0 dc V?*??*! ">_}]*_
mico que tem dado n><
decreta dinittc o voto
tivoram coinuiiicac3o nenliuini. F'allo du
llegentraco. A' noile quando quizoram es-
crevor sobre o assumpti, maudaram a ra-a
do duque, mas este linha ido para o Diestro
do conde du Firrobo, as Lirangeins!
A regetieracao sahiu no dia soguinle
pondo em duviJa crise ministerial, eslra-
direcloria depoi* de IbjrtOl os recsnsi-
mentos.
ParUit dejunnhodi l8SI.
A commissao encarregada de examinar at
diversas propostas dc revisao, lora finalmente
com posta depois de duas sessdes laboriosas as
lecedes da assembla. Nao ha de que felici-
tar-nos da escolha que se fez, e a natureza
mesmo das uomeaces, revela as anclas a que
a assembla est sujeita. Dos quinze commis -
sario. seis sao abcrlaniente hostia rcviaao ;
tres acccilo-na lemidainentc e com grande
descontianca; lmente as lei* rcslantei tem o
sincero desejo de a fizer prevalecer no seio da
nhando-a em tercios severos, ate para a sincero oe
pessoado marechal, e declarando doco.|,'g;mlllet polllor,liJo! 0 gceral C.valgnac,
nliecor 08 motivos para tQo repeolmi mu- Charral, Julio Faure, Charamaule, repblica,
danta, que pareca ser uma vanacjlj da po- no,. Mornay e liase, orleooistas.
lilica ale all seguida. Os indecisos sao os Srs. Odillon Uarrot, Cor-
Contra i nomeacaodo Sf Uarrotl levan- cellcie dcTocquevIlle.
tou-se um clamor do toJos os part los. O revisionistas decididos sao os Srs.: Duque
duquedclirouquealemuranca nao tirilla d Broglie, llerryer, de Meluu, Moulio, Du-
sdo d'elle, o prumelteua algumas pessoas ,our eMonulcmbert.- Estes ltimos perleu-
__,' ""-"'"" ib... i__ diversas cores da maioria se se tratisse
influentes quo o nao propunlia Quinto de reconslUulr F.anca, elle, nao concorda-
*o ora Foncaca MagalnSes e ronlesiMre- rla| ,oure 0 governo que e Ihe deveria dar,
ra de Mallo, decla.-ou que os quena. Logo porm concordo n'este ponto (e be o priucl-
q .0 esti noticia se espallioa causou geral pal) que a constituicSo he dcteaiavel, que ella
desgosto, poequo Rodrigo da Fonseci, ha noa leva dircito aoabysino, e que com ella ao-
iiiiiii-.ii da pouca sinceridale poltica, [mnewwmaadoi aparecer, ae nao le tratar
udo lo n pal 11.loque u appi no. No di* cinco jderevc-U.
loda a imprensa excepto o Mandarte, se O prlme.ro acto da commissao revelo,, a. di-
, ,, ,' ,T ,. ,_ ,,' ... i visOes que o div deui em duas fracedes quasi
decla.oudesf.voravala nomeacao do I., da [JJH Fol preci,0correr do etcru7,uio, pa.
nollvo a dlzer-sc que este de JustiHcar plenamente a tal respelto
.ulo universal, que he de- ou,ra Pr"! he r-'v0'" confeisr que se
magogtco, e nutras cousas de que o B,t*niarle Poulu' de '"le""e pecuniario elle em nada se
tem feilo alarma, porque sabe que so com o uare '" alale n. Ticm com Haaacna,
auxilio do. luncmonario. publico*, he que po- Uinbein nao se asscmelha a uin CMtto, ou a
de trazer algum seu. partidarios acamara co- un Albuquerquc em Irugalidade cdeslnlercs-
roojcxperlmenlou as ultimas elelcoei. cm e. Do ue emende pertcncer-lhe nao perda
que junsumenle com seu Irmao o coude dc a fazenda nacional nem a dillerenca que v;
Thoinar, as g.nharaui, a despeito da recente
de dous cruzados novos e doze vintn em me
revolucno em que ambos linham sido obrlga- "' ooa1n, ul,, "oU de q-arllnho do ban-
dos a fuglr. Ma. detennlnando-ie bem peran- de u,^oa' difterenea que boje monta a
te ai commlssOes do recenseamento, quaes trinu e cinco ris! Achou que o marechal
sao o chete de familias, que nao obiantc nao ereirord se abonavam em campanha 24 raeflea
pagarem a cola censlilca necesiarla para ele- de orragens diarias, aproveliou-se do exem-
ger (900 rs,), ou pela incerteza dos seu have- Pl uu precedente como Ibe queiram chamar.
rea nu por oulras causas plamiveii elio no Dlsseram-lhe que o marquez de Campo Malor,
caso de usarein do direito que a lei Ihe con- "* qual'dade de conimandante em chelo do
fere, nenhum inconveniente ba de enlrarem """"i recebia uma gr.tlflcacao mensal de
maisalguns cenlAares de listas na um. elel- *>0/alm doioldo. etc Aaientou que nao de-
toral: sobretodo entre nos ainda quasl toda a via conleular-se com menor gr.tiHc.cao. nao
gente he reml.ia em Ir votar, X elelcao felia Pode di,er aue lc>e luiquaineale o iheiou-
mlm ha de iiecesiariaiuente repreientar, como ro : a's"> umbem por outro lado nao tac per-
alodn aenaedeu o caso, as localidades, e era- mlitldo, sem Incorrer em JusU cenaura de ser,
vil adulaco, proclama-lo um raorieio, uin
de mals. Segn-
ni os espirito!,
falta ao expediente e negocio! dos "aeu id itrio" "mbem prbvaveimenle nao tauava materia
Wi, e ao. proce.sos -e dependencia, do. poroi. Pa" a Agora com as Incompalibllldadei da nova xima quiusena.
lei, no hio de vir ao parlamento lanloa dei- -__^_^_
tes empregadoa. Fol por Isto principalmente
e nao pelos motivos que o reaccionarlo! alle-
gam, que eale decreto lem agradado Unto
as provincias, a ponto de que se o governo
Ibe tocar (para o que he multo Instado) o
Porto nao Acara socegado. II i tanto teuipo a
facermoa eleledes, seinpre com desorden! por
dem, 14 dcjul/io.
Fonseca. A ll-yaniracao aticou-o vio leu-
Uniente, pelo facto do quo londo o duque
romeado uma commissao pira rever os
contractos que se tinlio fallo com loso da
faseada publica, o notnuar nflo monos de
dous ministros que liiiho ja defan lido um
dos conlralus quo devN sor revisto, impor-
tava a rer, ctagao de um acto de morali la-
da e de juslica concigmdo o progrimma
do Poi to. Depois do iiiliI'cVl'i este trligo,
a redac^So vendo que c>li- miaislio liii ser
definilivamcnte nomedo rethfoil sedojir-
nal. Us empresarial' annunciaram que o
Iiihiii cootinuir, mas he notarel quo at
hoja linda o aiinterio nflo achou quero *s
quizesse encarregar di nova rjdaccao..'
Depois de muila he>iiavQo publicaram-se
a final no Diario do da 8 os decreto i do di-
mi.iso dos Srs. marques de l.iulo, Jo Fer-
reira Pestaa, n Jo quim FlUippe de So-azi,
e os de nomiacaodos Sra. FoisaciMiga-
Ih3cs para a pista do raino ; Fontes de Mel-
lo para a da marinha, e uispo do Algarve pa-
ra a just'ca e negocios eclesiisticos. Esta
prelado nunes quiz ir lomar issento em
corles, muito monos agora fa/er pane dc
um ministerio do transicao. Vo so que fui
pasta rose vida para algum proal'tmenlo.
Diz-seque he para o conselheiro Ferflo. *
Nasta oote os redactores dos jornaes live-
rim uma conferencia para combinarem o
procedimento que dizlim ter pan com o
novo ministerio : sssentarim em que se
nio hostilisissj em quinto elle o3o ile.-isso
i lei eleitoral pan oque se diz que elle foi
feilo.
O duque de Saldauha porleu muilo da
un que tinhi grmgesdo, com esta unpini
mal. e.cand.lozo. a repello duina que.Uo de Uocirm, en lecus.do de
- que ella provocou incidentemente, e que di. > nido seu cunhado, Cus'avo ITaugines, oove-
deve V. S.jl eslar prevenido para recebar pira dar ao gabinete este carcter qu. de respelto obediencia devlda pelo soldado. Um nenado-o a rivi f> 'ca ," aoa
* < *> I __ ___ _t r ______ ___i________ll ai4nF mu n t a n I* a ilaa -li ai n varan *!._ I aHnn.a* i r iM 1l 11 I VI f*l I fllil flSlfl '
Pelo que as miabas ultimas Ihe t?ii!io da reconsiderado, ano toi ello que iiistou
iadicso, prlacipalinniiie na de 30 do pas- como marquez do Loule para eotrarcom ello
salo, sobre o eTeito do decretoeUitoral, no mDstorio? Se nao se senta co:u lorys' ra a nomeacao do prefjente o secretario,
fui fmiMitc por maioria d'uin voto, que furam
eleitosdois partidario* da revUao, oa Sr*. de
Hrogle e Mouli. apoi este acto, a coininiss*lo
eucetou una discuiso gcral sobre a questio,
depois occupar-ie ha das propostas de reviso
3ue Ibe sSo submeltidas e que $io em oumero
e quatro.
l-iii -| n mi) a assembla se oceupa, com a
maior ropugnaucia possivel, d'cste grande en-
godo da revisao, o pai nao a perde um lustau-
te de vista, e todos os das, numerosos repre-
sentantes vi'in depor sobre a mesa do prc-
sideute, macos de pellcAes que pedein ao nies-
no tempo a revlioc a prolougacao o$ pode-
julho seguiute, deve aer a berta ao publico,
uma seceo d'esta estrada, de Taurs a Poitiers,
e Lui iionapaite foi convidado pela cidade di:
Potiers para assistlr s Testas e ceremonia
da luauguraco. Oulras cidades, vlilahasdc
Po Hiera, entre oulras, Saint e Angoulcmc.
dirjgiram igualmente au preslden'e urna supl
ca pediudo-lhe que descaucasse dentro de
seus muros. Nao sel se Luii Bouaparte acce-
der a todos cases pedidos, mas do que estou
certa he que elle pelo menos acccita o eonvile
do cidade de Poitiers.
He um facto ncontestavel, que o (principe
exerce sobre as massas urna Influencia irre-
slstlvel, seu nome s, basta para neutrali/. a
os criminosos estarlos da drinogogla, e os lio-
ineiis da ordem, aquclles que tem alguma cou-
sa a conservar, serlaui verda Jcirameute bem
nescos, esquccerlam bem seu proprio inleres-
sc, se nao se poetsemjte accordo para utili/.u
esta forca I inmensa que a providencia Ihes d.
Os chrfes da demogogla hem comprebendem
que Lula bouaparte he o principal obstculo
reasacao dc seus planos, c elles se juigarlam
seguros do successo, se chegassem a despopu-
ltiii.i-lu Po entanto, vao entreteudo o ardor
de seus partidarios por via de manifest. In-
cendiarios. A eouimiss.10 central europea que
1 1/ suas sesses cm Londres, e tem por cheles
principa LedruHuilla c Mazilol, acaba de
publicar urna proclainacaoaos demagogos da,
Kurupa, prrgando-lbes a guerra universal.
Estes seohores nao querein que fique no inun-
doum s throno em p mas sua cruzada bel-
licosa he multo pouco do gosto dc seus ace-
tarlos, aos quics nao se importa multo de ai-
frontaros tiros da ivrannia,
Inglatrra A expnslco continua anda a
sero graudeassumpto dos Ingleses. O nume-
ro de visitantes ingleses e estrangelros val
seinprc em augmento, e su na segunda felra
passada, excedeu de 8J mil; a recelu elevou-ic
u'essedia a 28541b. 19 s Nao vejo rases pe-
las quaes esta marcha ascendente deva parar
c pelo ardor que se manifest em Franca pela
vlagem de LonJres, julgo que o numero de
estrangeirosquequerem ver o palacio de vi-
dro nao deve diminuir,
0 ministerio de I.ord lohn Russell tem sido
tantas vcacs batido, que A nao se fi coota das
novas derrotas que tem experimentado, Por
Isso nio direi a Vine, seuao urna palavra res-
pelto da ultima votacao da cmara doa com-
ate mel, o successo he mu duvidoso.
Os mont.iuie/.c.s da assembla sao sempre
d'uina violencia extrema, e nao ha um s de-
bate que nio Ibes foroeca pretexto para dar
escndalo' Be o nico ineo que elles tem,
para coocervar alerta os seus partidarios daa
sociedades secretas, que coinecatn a desani-
mar, acuados pela poltica, que descobre to-
das as suas .rana*. A lei orgnica da guarda
nacional, que acaba de ser votada, forneceu
aos moolanhexes occaslo de ostentar na tri-
buna toda a sua colera. O governo e a maio-
ria se haviam. gracaa a Dos, entendido afim
de faser esta le, de modo qut desembaracas-
sem o mals possivel, a guarda nacional do ele-
mento demaggico, e todos os eslurcos da op-
posfeo nao poderam conseguir destruir a effl-
cacla d'esta obra aue he a melhor possivel,
com urna constituico que exige imperiosa-
mente; a couservacao da guarda nacional
res do presidente.
Calcula-se em perto de cincoenta mil o nu- -
mero das asslguaturas que se depoem quoli- na Il 'd. /tef dc Po do
dianamente He smenle com estas .namle.la- gabinete sobre a Irlanda fol posto a votos pro.
ces. as quaes;toma parte a immensa maioria |o.;tt_d urna .Imples e.nenda que paasou pela
da franca, que se deve cootar para vencer a I malcra de dois votos. Vine, a ibe uue para se
mvouude da assembla, e anda mesmo com faier aceito dos bispos cathailcos da Irlanda,
o gabinete tlnfaa posto a cargo do governu as
despexas iiiaterlaea do collegio cathollco dc
Maynoth. Tinha-sc pedido Uin crdito pala
faier face aos reparos do edlocio d'esle colle-
gio. Uin deputado tory, Mr. Spoontr, pedlu
reaelcao desse crdito o que nao foi aprovado
seoaopor f2i votos contra ll9.
Blgica. O ministerio belga acha-e re-
constituido, depois d'um mez de orisa. em
que todaa as combinadlos possiveis foram
tentadas oto vfio. Os amigos ministros ru
assumiraai suas fuacc,0es, o o gabiueto
cooi|t|eiou-se com nomeacjlo d'um uovo
ministro da guerra, o general Anoult.
Toda a sttDr;3o do publico europeu, esto-
ve oceupada durante es.es ltimos das,
por um drama horrirel que se representsva
na Blgica, peraute o tribunal d'atsitvs de
U n hume id que per lence a ama das
MUTILADO


un luti terrivelegritot mil comprimidos
II >tii alii evidentemente un culpa lo, tengo
doos. iicpotsde Multas hesitacnes.a coflk
d .R ,!op!d!(j4i aconfcsr-sr s !., U cu
i ni, un mal da relamncjo de horror da
Ii.rtc de todo o auditorjo, quo seu rido
em seguida a um banquete onde te >ch
veos juntos, liaba agarrada palo pescojo. a
seu imSo, pobre oven, enfermo que an
lava com ajada de moletas,e depois de ter
derribado, I he havia inJroJuzi Jo turen
na bocea um veneno quo elle mesmo tlnha
Tabicado, a nicotina, extracto de tabaco. O
pobre moco,tinha mor ido logo, porque
este veneno, u'uma violencia extrema
malta en alguna segundos. O debates d'es
te horrivel processo duraram 15 dias. O
conde persistu at o fim em negar linio,
suatenlou que Gustavo Frauginos linha sido
envenenado por urna imprudencia de sus
millier que se liavia engaado de garrafa, o
julgando scrvi-lo de vinho, Ihe havia dado
veneno. Porm o jury echn, nos debates
fliie tiveraoi logar, accusacis man que
suflicientas contra o principal acensado.
I.lle declarou o conde de Bocarmu culpado
d'assassiuato por onvenensmanto, O Tri-
bunal condomnou-o a pena de morto, a
qual devei soffrer em urna das pracas pu-
blicas da cidada de Mons. A condessa foi
absolvlda.
A lemanita. A dieta de Francfort reas-
sumiuas suas sessiies com o concurso da
Prussia ; os ltimos signaos de discordia
que a revolucSo de 1848 linha lancado entre
oa dous grande- gallinetos aclf8o-so 'ora
em diante apagados, e volta-se outra vez
como cu o tinha somprn supposto, aos erros
as instituicocs do psssndo. Annunci.lo-
se que os primeiros irabalhos da diota terflo
por lim por as constiluies particulares
dos estados em harmona coma constitu-
cSo federal, tirandoaa comaras particulares
de cada pau, odiroito de recusar o imposto
e o contingento militar que ella tiver Usa-
do. A dieta devera acctipar-so ao mesmo
lempo com a revi.- lo da lei sobre a impren-
sa e com a discussJo da certas condicOes e
garantas que deverOo ser dadas aos un
pressores o livrcuos.
Os jornaes de AUemanha fallam milito
i'uhi duelo que acaba de ter lugar em Mu-
nich entre mu campillo acrrimo das insli-
tuiedes feulses, o principe do Urede, e um
partidario das ideas novas, Mr. de Serchen-
fcld, ex presidente do conreino em 188
Este ultimo fui ferido mu gravemente. Al-
gumas desnrdcns tiveram lugar em llaiu-
burgo, cidade muilo importantee populo-
sa, a qual depois dos successos do llulst un
he occupaila por urna guarntcSo austraca.
Os mannbeiros d'esta cidade em seguida
a numerosas disputas, batteram-se com os
soldados, e Ihhivc, n'esta aceito, alguna
morios e feridos. senado de Hamburgu
derigiouma proclamaci!) ao povo, afim de
impedir repetirlodestas scen^s sanguino-
lentas, e do oulro lado, a Au-tria rel'orcou
guarnicilu.
Htspinhit. O Sr. Mayans foi definitiva-
mente Horneado presidente da cmara dual
depulados. O ministerio ten urna maioria [*J> para .aUsfiuer ao mesmo temp
ue tal modo corta, que o Sr. Mus, candi-
dato dos conservadures dissideutes, nao
iiusou affrontar a lula. No senado, os dis-
sidentos san em moior numero,, e tentaram
embaracar o ministerio, iiiUvmdan lo-o so-
bra'a marcha qna pertcndia seguir res-
pcilodo Portugal. Qfnarquez do Mirado-
res, mililitro ejzjn negocios eslraugeiros,
reapqQUJu com toda a Uignida.de que o go-
verno hespanhul no m eulromelli.i nos ne-
gocios do estado vsinho, emquaulu nao su
Iratasse em l'*rlugal, se nao de modilicar
o syslema o os agentes do governo ; mas
queseo niovimento tomasse outro carac- deInsurrelcifo.' 0miDistrodoloter
ter, seo throno eos dircitosda raina, los- ficnu cate discurso de aboinlnavel
sem amoscados ; a llespana teria, em vir-
tudo da quadrupula allianca, deveres quo
cumplir saberla arrostra-los de conceno
pli llmente, o senadu
Portugal O movinienlo ronlra revola-
cionarin de que fallei a Vmc. na minlia ul-
tima, no tove importancia, poisjanSo so
Irata m.is delle. Saldaaha va-su forlili-
i'Jiido, apoiando-se nos liomeni o na* ideas
de ordem, e affasUtido pouco a pouco do
si a influencia seplernbnsla. Por um de-
pola qua a aisambla nao parece disposta a
adapta-la, refugla-se cual raio, ao fado do
povo queetl decidido, grande maioria, a
reelige-*. "!> I ftljo da caaitulv o
qlie I',o prohibe. O presidente declarando que
a eiprestCo da vontade de povo devera ser re*
lidiosamente incita, d.forca c oeragetn ant.
seus partidario!, os quaet e.tao desde ja cortos
que elle mantera c fari respeitar seus rotea,
lo met ver,' a reelelcfode Lula Bouaparte pe
lo povo, he o nico mel de escpennos di
uina criie terrivel, e de lennoa ao menos al
gun, anuos de tranquilidade.
O presidente foi mu bem recebido em Poi-
llera e por todo o caminho, principalincnta
pelot ca'mponeze, que o ainao, sobretodo por
causado seu nome na sua volla para Parla
demorou ae alguna Instantes na pequea ci-
dade de Chalclieranlt, onde vlsitou a celebre
manufactura de armas. Aguarda nacional
drssa cidade est mal composta, e na paasagem
do cortejo, ouviram-se ahjuns gritos de olsi-
xi o prtiidnf'., etaixo A"po(o'o! A polica deo
Immediatamcnto sobre cslcs inlseravi> giila-
dores, e a aglla?ao foi logo acalmada. Um pe-
Jueno discurso que o presidente iiiiprovlsou
o janiar que Ihe oITcreceu a cidade, leve um
iinmenso auccesso. Cito smenle delle duas
phases > Depois de tretaunos minha conduc-
ta se p hIc resumir em algumas patarras.
aColloquei-me afrente dos Domeada ordem,
e achei nelles uin concurso iHum/. e desinte-
ressado. Se leem havido algumas separaces,
cu as desconhe5o porque marcho para dlante
sem ciliar para o que me lica alrai. Para mar-
char em lempos como os nossos, he precito
con ell'eiio ler um modil c um lim. Mcu mttU
he o amor do pau; mcu lini he fater com que
a rellgiiio e a raiao prevalefao sobre as uto-
pios, he Tatercom que a boa eousa nao tre-
pide mais danle do erro. Este resultado ser
obtido, se seguirmos em toda a r'ranca e exeiu-
po de Chalrllerault, c se fuermos armas nao
para a rebclliao c para a guerra civil; mas pa-
ra augmenta:- aforca, a grandeza c a indepcii
dencia da nacaoclc.;
Tildo islo he excellenlc, e na verdade ha, em
um tal homein. um instrumento de salvacao
oltrrecido pela providencia Nosso pau. o co
prebende, pois cada dia alUucni assembl
pelifocs que pcJcm a revisan da consliluicao
prorogacao dos poderes do presidente
antes do lim do mea, se o movimento conti
nuar,o numero dos peticionarios exceder de
dous milhdes. Kspera-se aind3 que urna ma
ntfeslacao to inergtci, c to unnime vence-
r as resisienclas da assemblca.
Todava o commisso de revisan cuntinua
o seu trabalho ; depois de tongas debates in-
teriores, ella .\ iiiim n as propostas de revi-
sao que Ihe brain submetlidas e rejeiiou to-
tas, mesmo a que era assigoada por 23.'! repre-
sentantes, Por^in, durante a scsso, um dos
nienibros mais cnnsideravels da commisso, o
senhor duque de Itroglie apresentou a seus
collegas una nova peliso que linalmcnte foi
potada por uina uialorla de nove votos contra
seis. Oscu texto he oseguintc : a assemblca
cional, vista do artigo lli da couslituiro,
la que a constituirn seja revista em sua
totalidade, coufoime o dito artigo*
r-a
TOto contra 51. NSo hepoaslvel solTrer-a
lima derrota mais cruel, e apesar da philo-
aeoMado urlmelro ministro, no se como
lie W accoromedar com ella.
A cmara, doe commun ouvio durante
ala quinzana, os dosenvolvimentos de utna
moclo de Mr. Coblen, o qual pedia quo o
gabinete inglez fqsaeconvidado para entrar
em negocIscS Com a Franca, aflm do obter
o dosarmamento simultaneo das forpas dos
dous paizes. I.ord Palmerstoo respoadea-
Ihe com muilo sal, que os goveruos nflo
obravam como fajiam osmombrosdo con-
gresso da paz ; que elle manteria e fortifi-
carla suas boas relacocs com a Franca cjmo
com o mundo inteiro, iv-uo o desarmamen-
to vi'ia, mlii de urna negociaco, mas da
forca mesmo das cousas. Cons 'guint'iiiu'.-
te elle convidou sou amigo Mr. Cobden para
tirar urna proposta quo n9o poda ser ad-
miltida. Mr. Cobden prestou-sc a issotle
inuito boa vontade, declarando todava quo
reproduziria sua moeflo no anuo viudouro
-!/'( i'i/n -- ii prii'.rip PasUewitsh govar-
nndorgoral da pul. ni i russa, foi fazer urna
visita a Derlin, o o re da l'rui-sia recebao-o
com as maiorus honras. A llessa eleitoral, ha
tanto lempo porturbada vai-se lorninlo
pou o a pouco pacifica. 0 grSo diiquo aca-
ba do conceder nmnistia aos s mis vas.al! -
compromcltidosn ultima rovo'ta, excop-
tuau.lo somonte os cliofc, ecortas calogo-
rias de fiiucijiiirios. Kilo dcc-lio ao mes-
mo lempo que os olliciaos nilo prosta iSo
mais jiiran.eulu oonstitaleBo. Annuncia-
se a prxima formado de um exorcito fe-
deral, enmposto smenlo de i' un Iio-
meiis, o qual sor estacionado nos arrobal-
los do Francfort, e posto dispoaicS > da
diota O imperador d'Awtril acaba d) es-
tender, por um novo decreto, os elTeilos
da amnista, que conceder 6 llungiu.
Iletpanha A Ir mil da rainlii, a duqiie-
za do M < i1 'ii. -i, rasi lenie em Sevilha
com sou esposo, est prxima a lor o seu
hom sucosso. A rainlia detorminou quo um
dos tnembros do cnsclho dos ministros e
urna doputaci de s-tiadores e depntados
assslos.om ao;parto da princeza, o qual le-
ra lugir n is primeiros das do mez de
agosto.
O projeclo de regula nonto da divida acaba
de sor aprosentad.i iinvamcnle a cmara
dos dopulados pelu sr. Uravo Murilho, ello
lio i xstameiitc conforme ao enligo projeclo
Fez-so no pa lmenlo umi tentativa para
denihar o gabinete. Uosoilo depulados perl
tenrontes a opposi(;ilo conservadora apre-
sentaram urna proposta cora o lim de ds-
clarsr quo o ministerio nSo tiutia a conliau-
V'a da assemblca ; mas osla proposla fui ro-
geilada por urna gran le maioria.
Porlugal Saliaona se consolida, o he
h elegeo tambera ultima-
para a repreacntar, o Sr
vi..., aj.., ...ir.
vomiloie dcsjeccSe eibranquicadaa, de rea- a villa de
frlamentoa geraes com llgelraa contracedes .mente um
das extremidades ; os olboa afuudam-M na or-Saloniao.
Dita, a vos entraquece-ac e se extlngueTnals ou j ta(ao pe
menos, flnalincute calrqbras dolorosas, uo.i hira por
sede rdeme e a suppreello da)urinal com- nal aberl
pletam o quadro exacta} da enVccao ebole- rnnselhos
rica. i elvis.
Debaixo da Influencia do tratamenlo cnei- No dia 2 do correnln julho e seguiolea
glft) de que teiihonledo, em lodosos oasos at (derla reunir-s^m Londres o confresso da pin
aq'ui ii'olii conseguido obter uina prompla c Oprograinma das dlsfussoes nao eslava alo
loeds ara.
rlameaio er. fl
como J o to as
todas as faoccea
tenho
franca reaeco, a qual dirigida conveniente
mente tein conduzldoos doentescom bastante
rapide- a convalecencia.
Logo que a apparlcao da epidemia foi pa-
ra ni i m certa, enlendi-me com a autorldade
superior para mandar modificar a dieta dos
doentes, e folgo de proclamar at vivas syin-
pathias que cnconircf da parte do director ge-
ral Mr. Davesne. Desgracadamentc os limites
um pouco rigorosos do orcamento dos hospi-
taes nao lem perinellido que a adinluistr\ao
da aaalstencia publica la. .i na queaio do regU
men alimentarlo ludo quanto ella toardcntc-
mente deseja fater, para por os velhos as ine-
Ihorcs condices de realatencia vital causa
epidmica.
Pode-se aiuda esperar que a doenca con-
centrada at ao presente ueste estabrlcci-
uiento (porque nenhutn caao que eu salba
tein sido asalgnalado nos hoapltaea de Paria },
nao lomar mala deaenvolviuiento nein gravi-
dade porin ae por infelieldade vier acon-
tecer o contrario, a administra.,-.i i tan benvo-
la como he para com aeus administrados, ob
de determinado ; porin aa queseos submet
(Idas considerarse do congresso no psderam
icferlr.ae seno aos meios capases de nroduair
a abolico da guerra. Cada membro do con-
gresso deve admittlr como principio que os
recurso a armas parr resolver as difllculda-
dcs inti-iii n-L.ii.i.-s he condemnado pele r.-li-
gio, pela, moral, pela humanidade, che con-
trario ao interesse dos povos.
Nao obstante o nosso correspondente de Pa-
rs na ultima de suaa carias ler dado conta
do resultado que teve a inocuo proposta por
Mr. Cobden na cmara dos communt para que
o governo inglez se enlendesse com o francez
.ilim de se realisar o dcsiriiiautcnm daa duas
n.'i.'M",, transcrevemos aqu par malor conhe-
cimento dos leltores o seguale resumo publi-
dado pela PrWM de 20 de Junlio da dlacusatio
que cnto teve lugar :
A aesso de antea de hontem oflercceu na
cmara dos commons, um inleresse bsslante
grande. Mr. Cobden, reproduzlndo urna Ideta
qne j por mala de mna vez lem deaenvolvido,
especialmente em Pars no congresso da paz
ter enlmente do consclbo municipal os(e a moco seguinte .
meios de operar os inethoramentos que tenho er apresentada aS M. urna inensagem
requerido, e nesle empenbo ajuda-la-hcl com ; pedlndo que ordene ao sen secretario dos ne
todas as iiiinhas fortaa. | godos eslrangeiroa que entre em communl-
Aceite >r. redactor a protestacao de mi- cacao com o governo da Franca, ese esforc
nha diStincta consideraran.
Fclflan,
' por Impedir para o futuro eala rlralidade de
,, .. J """ preparativos de guerra em tempo de paz, que
.,,. '.f.0. e.ln ?h ?. ?V.e,n5'r"a? Um sido -"- a c bem aaslln por conseguir, ae Islo lor possi
vel, nina rcduc;ao mutua dos armamentos.
Mr. Cobden accresccntou que ana mocot
Paitara aomear-se um realo/; mal? a malo-1 de esperar quo elle so tornar bstanlo lor
ra que se devide a reipello dafipeasoaa eemo te para contaros homens da desordom. El-
peito das cousas, uo se pode cauciliar Mr.! le formal r etilo decl irou sos represan la n-
glle, que era o seo candidato natural, (es da Franca, di Inglaterra e da Hospanha
,ille loi nomea- q(ia MUv, Hrmoin9n,te decidido a manter
intactos o tiiesouro e os direitos da rainha
Por un decrc'.n re-
a r*
de fi
foi regeilado, e Mr. de Tocqucville foi uomea
do, gracisaos Uttis votos dos anli= revisioms
tasque se. deoliraraui cm seu favor Mr,di ,
Tocqucville he um partidista inulto moderado "olia ""' -'a t.loria
do hospicio da Vclhlce homens
i. JunhoiSde I85i..
Na Algeria continua ainda a luta cornos Ara
bes posto que com g,ande vaniagcm das ar- impllcova a grande quesVao doa exercus'sus
mas Irance/.as, tentados pelas dlvcraaa potencias do contl-
Kis-aqui o que se t no aWonleur alacrim de nenie, que ella nao so applicava seno aos
21 de iiiuho aceica da ultima aeco navaja en- armaiiientos mariliinos, e s loitiiicacoes.
tre as tropas francezas c os Argelinos. I Tocar na quesuto dos ciercllos immensos
a O barco de vapor V/an chegado a Algcr no que ocenpam o continente, aeria, dlsse elle,
da 18 a noile, Irouxc-nos as noticias as mais meller-me em considerocea de poltica pura-
satialactorias das columnas expedicionarias, j mente local, pols que estes excrcltos sao or-
Api-essuramo-nos cm publicar as particular!- ganlsados nao pasa uina guerra estrangclra,
dades que promcitcmos cm nosso ultimo nu- mas contra um Inlmigo iuicrn
meo. ] Minha proposta he esta. A coDservaco de
As opera9(5escontlnuain com actlvidade e, lodaa Torca naval alm da quehe exigida pela
sem cncontrarem serios obstculos. i proteccao do cominerclo epela policiados ma-
,*,..' general de Saint-Arnaud, partlndoj res. he um mal.1... Alguein me dira lalvez que
de Djidjelli a .r> de junho atacou a9 os Heni-, he um mal necessarlo.'.... Necessarlo porqnc?
Aissas e encendiou suas aldeias. Depois de um Porque uniros paizes se ai mam tainbem, Passo
mbatc linllianle no qual loram vigorosa-, assegurar a respeilo da Franca c da Inglaterra
da revisto, f.o-;o veramos como elle se ha
os iiiiini-
gos da icviso, que o noincaram, e os parti-
darios 'da revisan, cuja obra deve defender.
Nospriuieiros dias da semana vinduura lie que
elle deve aprescutar o seu trabalho commis-
so.
A assemblca tcm estado, durante esta quin-
lena, por diversas rcics muilo tumultuosa por
-a no votou duas leis polilicas que nao sao
absolutamente do goslo dos montauhcies, ,1
priniena linha por objecto concentrar entre
as inos do pi ele un de l.yo, a polica dos di-
versos municipio.!, que lazcm parle desla gran-
de cidade. Lm representante monianhei pro.
niinciou contra esla lei um discurso que era
desde o principio ate o lim una provocaco
aguall-
monla,
nha lomou a defeza do seu oradur, ello arre
ornte, aseleicdss pira a nova assemblca fo-
lo adiados para 18 de .Novonbro.
llalla-Rom* --Os partidarios d; Hazxini
fazeni esforcos a lim do pertuibarom a irn-
quililadoda capital do mundo chrislo, e
nao rociiao diante dos mais ufamos alienta-
dos. NSo contentes de terom perturbada
pors-us enmes, a segurjdade dos ro nanos,
dedicados ao
he lificilimo
mente perseguidos com perda de alguns lo
mena, os Argelinos cscrcverampcdindo tre-
goas.
no dia 1U a columna eslava acampada no
meio dos Ilcni-Maads, a -n.us forte das tribus
ao oeste de Djidjelli. Todos os contingentes
dos Ouled-.Nabels, Otiled-Alis, lleni-Marmis
acharam-se reunidos sobre este ponto, coroa-
viui as eminencias e oceupavam as posteses as
mais dilhceis.
n Pelcfou-se sem descanso durante os dias
10 e II, as poslcries foraui successlvainentc lo-
madas, e as aldeias incendiadas o inlmigo
perseguido sobre todos os poutos, perdeu umi-
ta gente e deixou varios cadveres entre nossas
unios.
Todas as tropas rivallsaram cm ardor, e
niereceran oa malores elogios.
O dia lO foi asslgnalado por um episodio
brilhantc: duas companhias, a flor do regi-
ment /ti, fazendo uso de suas armas e de suas
naos, cscalarain, debaiso de uina chtiva de
podras, e toinaram urna posico defendida pe-
los Kabylas, a qual era reputada como inex-
pugnavel
qne una parte de suas loicas navacs tcm .-ido
oigauisadas como amcaca, c nao para o lim
de polica martima. Islo he um mal sem coui-
pemaeo.
Mr. Cobden cita discursos pronunciados as
cmaras dos dous lados da Mancha, para pro-
var que a Franca armou porque a Inglaterra
aruiava, eque a Inglaterra armou porque a
I-Vanea armava.
Qual he o remedio? Perguntaclle. K
ser pola poaslvel que o boni seoso e a ra*L_
acahem com este prodigio de loucura? Quero
citar um cicinplo. No lim da ultima guerra da
America,a Inglaterra c os Estados-Unidos flze-
rain uina couvencao destinada a regular c li-
mitar aa forcas que scriam conservadas nos la-
gos qne separam o Canad dos Estados-Uoidos.
Sabis, senhnrcs, qual foi o resollado?
n Estas fbreaa nao foram smente rcduzldas,
ellas esto boje completamente abolidas. Por
ventura nao se poder fater com a Franca urna
composifo do mesmo genero Alm di In-
glaterra a ha tres paizes que tinhain vasos de
gnerra. A l'ran; i. a America e Kussia. A res-
A ariilharia, lancando algumas < pello da America, nada temos que temer desse
Papa, teiito tamhcm I o ti lj bambas com felicidade, ajudou mullo esta pe- lado. QuantoRussia, pens que uiua naco
iuliiniar os bravos olli^iaes rl80" ascenco que l'oi cll'eiluada no mciodos'que nSo tcm couunerclo, nem marinha mer
'^:J^\!?: ^..^^^FfSSEt: lamenta'
uni bravo ollicial d
alleres de cacadorc
fazendo um fogo biilhanlc," vingou nobemen
.'ni -
..,-^ m ih, mHnnu| mciii ni.irinna mei-
I cante, nao he destinada a vir a ser um grande
lar seno a perda do; poder. Portauto a Franca he a nica potencia
do
"inJ.rluv'le "'", "SS ""r'n00;'^',"! u i ^ le'" '" f"-v -'! Imparta,
a,Z, V n is proprios arman, do alfere, de cacadores Delay, cuja campanilla, ...ente a ella que se applica minha nioco. O
goveni) (ortoquantiiade doeaiMSCom Cl- fazendo um fogo bullante, vingou nobemen- momento actual he extremamente favoravel
garros, nos quaos havio iotrodozido um le o re ves aoft'rido por duas companhias do para as tcntivas pacilicas que reconunendo.
A potencias conliuentaea desejam a pa
le o revs aofl'rid
tubo dollin I res e'.icio de plvora ful ninan- mesmo regiment no dia 13 de malo
te. Um do nossos ofliciaes foi gravemente ''" catador do regiment nove fi
fji lo, fumando um desies cigarros, que fez c v"'' ou1lro? "bcram comusOes.
nesso.i para a tribuna, como para precipitar ezploslo. De ont'o lado, os assassmatos ,a dns',,.'! f2u!,' i?!."i combal" f> a ^binis
della a Mr lauche, aluindo-o de injuria,. O, oiilinuflu. 0 Sr. Marcos Kvangolisla, lio- I "m& u" "ener ,Te sI!m'-Arl
2Z22S* lnb'm.asecSEXZ*& ^n"1 "0,,fr'",0'aMorivao d0 l"l,unal:^^^^^r^nSSSo^St
^ffX^\n^LbfE7Z P"""l":",.."" f"V' ?" "r P-ntl.al-,.1,, Rea te, do, (Juled-Nabcls e dos Ueni-Segoual, < conforme o espirito paclcoTo oos.o lempo
porum miseravel quedo ntntese cliogou a dispostos adcsputar-lhc apassagcmdo dcslila '
i ferido,
elle, sol) o pretoxto de perguntar pulo cami
nho. A polica esl em prucara deste mal-
vado, que no escapar comosed:ve ospn-
i'jr, a puniclio do sou crimo.
BolleltiH ta bolsa i bolsa de Pars esto-
vo muilo agitada o mi'z plisado cm consa-
quencia do u.ni alia de cinco francos, que
esscm s vas de fado l'oucoa
pouco a tempestada se acalmou, c a lei foi a
dopiada por uina ininiens i maioria.
A oulra lei era relativa aos clubs que nos-
sa constituiclo autorisa ; oeste lio um do
s'us maloresdofeitos); mas que a isten-
hla supprime de facto, suliniellcndo-oi
autorisacilo adminstiativa. Estas osp.'ces
cielo do recento data, que elle fez assignar de lei nSo S&OSSnSo temporarias, o devom
pela lamn D. Mara, c levou dignidad.) do ser renovadas cada anuo. Esta he a tarofa arru"la os especuladores com a baixa
Viscondede Loi-rs, um homcm distinclo, que se acaba decumpnr, apesar da opposi- <>*> por cenlo Irancezcs subrem a 91 frs
o muilo condecido de Vmc. o Sr. Garniiro. cao, e dos gritos dos montanhozes. Al ao e B0 c" doscerain d'-pois a 8'J Irs. e 30 c. o li
mo/. dejulhi) do lnj>, a libardade ,i rau. cuo o 93 frs. e 80 c. Os 3 por ce.nto sub
niflo fie i suspensa pelo que diz rcspeiloaos r,m 5 '* 5 -' descerara dopois a
Clubs.
Oulro i'cb-ilc rr.uito mais importiulo, o
que loteressa nossas re.cues com" sa meos
estrangeras, abortn tristem'lile, gracasu
infeliz inle.veneno de um tos nossos mais
poderosos oradores, Mr. Thiers, Tralava-
sodedar o prtmeiro paSSO no caminlioda
municipal de liberdade do commcrcio, dimijiuinlo nos-
lete que Ihe sas tarifas, n aholmdu as prohibicoos. Mr
j a I nina he nossa a miga, e nenbum dous pal-
I tes pode esperar levar uina vanlagem perma-
. neoic sobre o utro.
> Invejo ao mioistro dos negocios cstran-
; geiros a ocasio que Ihe he oft'ercclda de repu-
diar as velhas tradl;es do passado, c de obrar
deve tmenle contar,,
?lee a asee pai. con,,;"
.neioy recurso,
dous palz.es p,r, 0 ,_
lonrado amigo se ieiu
_ d defe.,"" uf'r "^
la de Cherbourgo como de um sii'urde'. 2 '''
de refugio e rio, rnrtltro, e Alde,n~n0"Q
de um Insulto ou de urna aineaca fett. / p Q
ca. Quanto S Alderney llh. toda nao "
conter mal, de 1,000 homeae, e o porto n
lado completo, nao poder receber senn Vi
fkn, barcos de vapor. A pretendida aezreii-
de Alderney contra a Franca he lio rtdicoi,0
como a guarita de um faccioso opposto a un,
cidade fortificada, (fliaus ) Cheburgo noK
smente um porto, he um grande arsenal m,
rittmo. L-ae em uiq relalorlo apresentada 0,
abril aasembla nacional, que lodoa os i
balboa executados em Cherbourgo ha Mana!"
a esta parle, clevaram-ae a oito millie, ,'
lino, e o que conatitue o valor de Cherbourgj
para a irania, he ser o porto arencado a fio
mllhaida Costada Inglaterra que nao li,. ,,.
cepitvel de aer bloqueado, c que esa easo te
guerra, oBerecerla um ponto Importante d.
agressao contra a Inglaterra.
Nao pretendo aqu exagerar a Impon M|l,.
dos niel os ale ataque da ranja contra a Inel,.
ierra, nc ver na continuacao de trabalho,
semelhanls pelos Francezes urna veleidaa.
hostil da parte do governo e do povo de Franca
contrae Inglaterra. (Apoiodo,.) Quanto a mim
rcpillo qualqiicr hypolhesc sementante. (/Ipii,!
doi.) Esiou convencido que ai reta;Ses .
frequenles que, nesles ltimos anuos, tlverim
lugar entre os povot doa dous palies, fiterim
desapparecer numerosas prevences e aeoU-
inentns hostls que linham sobrevivido muid,
rezes s suaa causas.
He uina das mais felizea clrcuuistancias do
tempo em que vivemos, este espectculo 4.
duas grandes naedes lgo*vlzlohat, dolado, pt|,
netureza de qualidades dlveraaa, que cao lhc,
direlto eatltna, amltade, e dlrei n[
odmlra^Ao urna da outra, eu. estado de
rein urna a outra-os mait importantes t
do meamo nfodo que eslaa nacoes 111
por paladea fataea, poderlatn fazer utn^'aouiu
o malor mal; he urna felicidade, repito, rr-se
que cada da, cada mea, cada anuo poeto estu
dous povos em uin contacto mais g,cral, ui||
ainlgarel. (Jpplausoij E que sentlmeotos mu.
tuos de amisade e de eslima succedem rpida-
mente a ellas noedea caducas de anlepaihla na.
cional da qual, espero, nao restara em breve
mala oulro, veatlglot que as paginas dos ve-
lhos archivos dos lempos pastados. {Sppltniui
Maa te um pala rico e grande como a In-
glaterra quer conswva-se em paz e amume
com um estado ponroso, convm que cuide
em ler meios para ae defender. (ApofeSoi.j
Nao quererla certa.nente que em nossa con-
vencao, nada podesse mostrar de nosaa parle
vontade de aggretsnoou de hostllidade contri
a Franca, nao teinot sentimento alguin quea
fsso nos leve, e nlnguem mais do qne eu dese-
ja que nao facamos nada que te potta prestar
a urna aemelhante iuterprctaco, f Appauot.'
Mas he um dever mesmo para comnoicoi
un dever ordenado pela miaso que ereio ter
sido dada pela Providencia ao nosso pas, um
dever ctntim para com aquello que nos ,uc- .
cederem, enllocar a Inglaterra em estado de
repeltir a AUemanha, se em circumatanciai
deplorareis e Imprevistas urna tal necesiidadc
vieaae fatalmente a appareeer. ( Applattior. J
Ur. Cubilen : Venho testeinunhar aqu toda
a minha salisfaco, e agradecer cmara a tna-
neira porque acolheu minha proposta. Os sen-
limemos eipressos pelo nobre Lord Palmen-
Ion, nao deisam nenhuma duvida aobre os
bons resultados que poder ter etta discos,
sao, devendo elles ter lugar debaiiodot auspi-
cio, do nobre lord. \o insistir!.para que a
cmara vote aobre o ineu requerimenlo, e re-
lirando-o, nutro a esperanca deque o nobre
lord ( Palmerslon.) depoit de ler ezpresado
tao altamente a sua sympathia, realiaar o de-
sejo dos iin'iis atnlgoa polticos.
Lord Pa/mr,(on. Conhrcendo bem toda a
Importancia que te liga a palavras de um mi-
nistro da coroa, peco .i cunara que beiu coin-
prehenda oque tenho dito. ( spciadm ) Ap-
provo iiiieiramen te o principio, e o objecto da
proposta do honrado Ur. Cobden, que julgo
ser nao s a manuieoso da paz com a Fran-
ja, mas ainda dos csturcos para Inspirar aos
dous paiies esla confian;a mutua, que poria o
melhor termo rivalUades que jul^o a causa
de certos resultados. Smenle nao admitto o
nodo particular recominendado por Mr. Cob-
Itlem, 7 ilc julho de 1851.
Tivemos ncsla quln/.cna, um novo discurso
do presidente da repblica, que fez meuns bu-
iha e excitou menos oholera do que os discur-
sos de Dijon, deque fallei a V. me, no ultimo
luquete, porin que produzio um encllente
elleito. Este discurso fui pronunciado em l'oi-
liers poroccasio di iRaunuraro do caminho
de ferro que prende aquella cidade a Pars, c
quedeveproluiigar-sc al liordeos. Convida-
do o presidenlc pelo conscll
l'oiifers para assislir a um b
frs. 0
ida li
JC. elicilo a 55 Irs. c 511c.
s inglczes subirn) a 98 I
1)11 S18
OSCDUSO-
2 e desee-
TilAHI E"PKRaaAfflliC.
oicirr, 31 DI JULHO DE liu,
rrTiacld?,leM0,!ulrc diriBio-|l,c u""1;,'- Thiers, que he multo rutineiro.e muilo par
^ZZZtio^ZZZ^'lt:^ X <&?*" Cm!""-1sas
suapoliilca c Suas forcas a estas medidas em um disruso
muilo brilhaole
moulras, e qu-,
Eis aqui os prlucipacs extractos destares
posta : --
Sr. Huir, como vos, encaro o futuro do seusocotninum
paiz sem temor, porque sua salvacao vira sem-
preda rnnlade do pino livreim-i.te eipressa e
religiosamente aceita ( cxploso de bravos .
Por Isso desejo ardcnti-mcnic que cliegno o in-
inenlo solemne, em que a voz poderosa da a-
fio hade dominar todas as opposicoes c con-
ciliar t das as ~
Pelo vapor ingles IVeoi, chegado hoje di
iiiihauptou ra l.isbi, Madelra, TeneriJea .s
Ocote, receliinios as cartas de nos
porm cheio de errse de rcpoudcnlcs de Lisboa e Pars que li,
en snmma, lio tinha o '"".M-adas cm outro lugardesta llilln,
Mr. Thiers lem sido sem- mlm "*"" *n" "''a,t franco
ios cor-
ain es-
bein
deiro que separa as bacas do OQcd-Uansnuria o templo da paz, onde toda, as nacfles ,e reu
c doOued-Ziainy Os cacadores ludlgenat ala- nem como se fosse para uina fcsia religiosa,
caraui a posicio tkinrUodescobtrto, oque ven- J Mr. Cobden acabou pedlndo ao governo que
do os habjlas obfidoiiaram-na. jsepozesse em harmonia com o espirito do tem-
lelanoite os Oulcd-Nabcts e os Rcnl-Sc-' po, qne segnisse o movimento das idela'c pacl-
gouals vierain ao acampamento para fazer sua rica, e ajudatte o amigo da paz no comprimen-
submlsso. j |0 da muso a que se deram.
o Esle exempto foi seguido no dia seguinte ; Mr. Urquiart apola a proposta de Mr. Cob-
pelos lieni-liou-Jusset, que devein licar depen- den c aproveila a ocasio para atacar, segundo
denles de Uougic. 1 seu costutne, a poltica de Lord Palmerslon.
hstando assim submetlidas todas as tribus, l.ord Palmerslon levanta-se e diz ;
da parte do circulo de Ujidjelly que lica ao oe- Senhor presidente, desejo que seja bem
te, oslando levantado o sitio da praca c lendo entendido, que as observaces que vou fater
o pan recebido ,11a organisafo, nada detinha aobre a proposta do honrado Mr. Cobden, nio
uiaisdcste lado o senhor general de Saiui-Ar- sou movido nem por seniimcntos nem por
"a ,," principios oppoitos baie It.ndamental da
o U general Lamou rctardado.nelo n.o tcm- tma proposta. Tcndo uina opinio diU'crcnte
10 linha anda appareeido f sua columna da do meubonrado amigo (se me he permclli-
da pelo, dous balalhc, que a espera- do chamal-o assim) sobre inulto, pnlos politl-
11 iiougic, nao podia lernecessidadedo eos, rslou disposto lodavu a fatc.r justlca aos
concurso da columna vuinha; era pols lempo priuciplos e sentimenlos inlernacionaca que-
que se dmgisse para o ste. O Sr. general de dirlgem suas idelos polilicas em sua qualida-
saiui-Ariiaud regressou a Ujidjelly a 1( para de de advogado da paz. e concordo na lenden-
tornar a pi)r-sc cm campaulia no dia 18 pela ca gcraldas oplnides por elle cxnresia de letn-
nianhaa contra os Ucni-Siars c os Ueni-Afers. poem tctiipo. (Apoiado)
11 Nada ionios que accresccntar s noticias Ko crcio que se encontr na minha vida
ja saludas do Sr. general Caiuou, poltica colisa algiim que nao seja compativel
A Ih, 110 uiomenlo da pasiagcm. do Titn, o com a, opinic, que boje profeaso ; Apello
general imita partido de tlougic para entrar I para este facto que durante o periodo conside
OUtravezemoperacSO. i ravel no qual lenlo sido reapom.vel pelad
O palacio da industria pode aer olhado como den, parachegar a este lim, a saber, una nc-
' gociaco com a franca. Conseguintemente a
relo
vasa
U relf lorio sobro o tratado l.o Pre.dour fui \0 ,|lle no, communlcam os ditos nossos I cu-1 secua principal loram Capcsterrc, Coya- (Aaojado; aconteclmeutos do nalureza a mis
apresontado um destas ltimos dias elle corrcspoiidenlcsaccrcsccularcmos mais oie- ,f'c" r{' j notavel, acompanhados de grandes comoalc,
conclue, como ji refer a Vmc, propon loa guintc : Pr!,,^,r'> abalo, refere una caria publi-: j0 espirito publico, c de una grande agitado
I Em Guadelupc leve lugar 110 da 19 de maio ,-ccco dos negocios exteriores da Inglaterra,
[ pelas nove hora, da inaiihaa um terremoto, nao obstante terein lldo lugar na Europa
il'lli I t|l|>ll1 I 1 I I I 1- I < 1 1 I ( -. 1 1 1 I 1 I .11 1 Ha -II ___.__ .
ratilic uo desles tratados. NSo crcio toda
va quo a disCUSSSo publica des'.o negocio se
Frailea c na, pmseuti'ei.
[ cada no Krnanenl
iranqulllldadcduradoura pcrmlitissequc seu, com o governo do Itio, o qual r'eclamou a
pciices, a qual em fln.1 malnria comnOa-sc de ""am-sc ucccaeutto auii com men
ooinlimcionars auKrroj, propoi a eiclusilo 'iES*A0 0Ulr ^'aP'1* u,an.I,UB
1 1 r-.i.:n litn.ia sure o fundamento de
11 A cu
10 syiU'ina social, e poltico do cominete
(Apoiado), nao obstante durante este mesmo
periodo terem tdo lug^r acuulccimenloa que
poicrain os intercses da Inglaterra, nao direl
em luta, mas em opposicao com os interesse*
dos outros povos podcrozot, conttudo temos
sempre permanecido em paz. (ApniadS), c nao
s a paz- tern sido mantlda coma ,Inglaterra e
com as outras n i ;'. a, mas a inda uo teui ha-
vido guerra internacacional entre nenhumas
das outras grandes potencias da Europa.
(Apofodo)
Portauto se de urna parte nos censuran, por
intervlr c envolver-nos perpetuamente as re-
laccs dos uutrOft paizes, podemos aos menos
. responder, que esta intervenco tem sido sein-
sternacao, ao principio geial c pro- 1 re acoinpaohada da conlinarao da paz. Se
' i 1 1 I I I 1 1 7 1 I I I .1 II.';: t (III. ,. "
cmara comprebende perfeitamente que nao
digo que o governo encelar eala negociaco,
porin que ser perfeilamenqpJ.'-.* d- usar do
seu poder discrecionario em todas at circums-
tancias eventuaes.
O Imperio Indo-brilannlco Acara perfeiti-
mente tranquillo, parece que aa proprias tri-
bus indomaveis do Pandjah etilo caucadas de
guerrelar.
Em oprlmeirode malo rebeatoa sobreCei-
lo e sobre a costa de Coromandel um lerri-
bilissimo luraco, o qual occaslonou a perd
de mala de vinte navios inclusive o barco de
vapor de ferro, Falkiand, um dot mais bellos
vasos da marinha ingleza na India.
Em Londres o, consolidados caram, de 96
7|8 a 1*7; os fundos brasileiros, de 88 i\2 a 8(J,
os argentinos a 55 ; os quatro por cento. por-
tuguezes, a 33 3|4 ; os trea por cento hespa-
nhoea, a .'lo i 8 c os doua e meio por cento liol*
11 me/ es, de 59 a 59 l|4.
Hupinha.
No dia )6 de junho prximo passado foi a-
presentado ao congresso hespaobol o projeclo
de orcamento para o anno de 1852. As des-
petas ordinarlaa ao oreadas em 1.085,893,583
reales, os crditos extraordinarios em H,2tO,0O0
ca recita em 1,137,926,454, o que duin saldo
de 27,772,871 reales.
O orcamento de 52 comparado com o de 5l
apreseula uin augmento de recelta de 49 mi-
Ihcs de reales entretanto oa juros da divida
que nos ornamentos precedentes nao moota-
vam seno a 108,000,000 de realea, tuontain
agora em 168,239,773 reales.
O exercito hespaobol conta presentemente
7('0 geiieraes pouco uiaia ou tnenoa, 2.7 coro-
neis, 1,076 tenetiles-coronris, 8,800 ofliciaes,
uo iucluindo os reformados.
m
I c a virlude ; etta magisuaiura integra entram lodos os dias, excepto os domingos,
que faz respeitar a juallca; esle exercito val- c"'x" d" empreza. He bom negocio,
lente e disciplinado que nao conbecc aeno a O Bill cintra OS hispos CalholiCJS n3o sa-
lmoree o dever; linalinenic quem chega a hir da cmara doscommuns, assim como
grandes Inlerestcs conservadores.' Ella hab
'TZSkS SSfS dC '""""i" ria* 0ntrOU' Urt"jon"70WrUlTOTOl7ta deTro", ^qu" TZ!Z\VeVatZ'ar'o
MDazea de suinrem o suverno de iiliK.irnn.Mi -^ ... l4Ut"ul M"'- u -apuiio revolucionario n
.,s ..sembl... lano .fu." oa ciencia, e S la,? fi S >. "r'C "'" forcado a ,neller-e, e produ.ir natural-
arle., nao pode dclxar de indagar com *n,ie- prou'fll,,n d conseguir que fosseadop- mente quando chegar o moviinenlo proprlo,
dadcquaessioaacausasqueiinpedemesiana- l*""' 0s l<,rys Bu,rdavam-lhe para o fim oulra, fusdes polticas ; fusoc, departidos tan
cao Ja lo grande, de cr ainda maior, uao n- u,n l,co' "o qual cabio com a sua le. Sir le quanb
dedeixar de admlrar-se que una sociedde Frcderico Tnesiger propz nestes ltimos Pdem dar-nos um governo regular e dura
que encerra taotoa clcmcnlos de poder e de diasduas emendas, as quaes tiram aos a- ,'.lr?., habitiolcs; Islo he 350.000 habitantes dcac
protperidade exponba-se to frequeiitemen- gentes da cora a iniciativa exclusiva das olcr" parece que se declarara outra vez crescimento em cada anno
'L'^T"" """"' "'"" ram" K?TJ?^.~0f?.!M^J2~S^iO ""a ".de .29 de Junho publica a seguinte} popula"^ d foS.at
Ell'ectuc-se esta fu,o por lodaa partee'do. cnto pensar que o luelhor meio ijuc una
em todo, qs dia,, seja ella na asseinbla c no J Segundo se l no Uorning-CItronirte o tolal grande naca i tem de conservar a paz he mol.
paiz a regra de coudiieta diarla para lodos os da populado actual he de 20.919,531 iodivi- Irar que esl desarmada, que est fora de ca-
lino.,, divididos na seguinte ordem: lado de se defender, e que astenia o cuidado
A Inglaterra c o paiz de Galle, contm da auk contervaco sobre os bnna_ acouteci-
17,905,831 habitantes : a Escocia, 2,870,874; memos dos ouiros povos ; mas tal nao he a bu-
asilhas situadas nos marc, britnicos, 142,916. inanidade,
O censo de 1841 deu para o total da popu-' O mundo ainda
, lacio 18.055.961 habitante,, donde resulta civlllsacao Ul que um
fusfles de lamillas, a, nicas que,que a (ran-llretaoha teve nesle ltimos de. sua seguranca deicanc
anno, um accrcscimo de popul.cao de 2 500,00 de fMj^^lM^Utr>Ug^m e.je b,madu, e jenciUonunc.'approv.r
Correspondencia.
Sr. redactor.Em o numero 150 da Im-
prento, sob a rubricao, crome, d$ lingo nacio-
nal no lycm, l-se um comiiiunicailo a que nao
posso dcixar de responder, porque1 elle offende
a minha honra c reputacao.
Diz o autor do artigo que ni lyceu desta ci-
dade seda o f.clo tmmoral e vergonhoso de
serein reprovados os eatudaotes que nao res-
pondein pela grainmalica de Jerooyino Soares
Barboza, e Islo para obriga-Iot a compraa a
dita grainmalica, a qual s existe n'.me toja di
lioroi perlifcente a atgum lente do lycen.
(.'orno professor da cadeirade lingoe nacio-
nal julgo do ineu dever declarar :
i.* Que nao possuo Inja de Ilvros, nunca
possui.nem tenho intimida de com pettoaalgu-
raa que se ache neslat circunstancias.
2. Que a grainmalica de Jernimo Soares
Barboza fora adoptada ha inultos anno. pela
congregaran, na forma das intlrucco'cs regula-
mentara; e nao depende da micha vontade
tubstltui-la por outra.
3* Que desde 1849, poca em que ftil no-
meado para a c.deira de lingoa nacional, nun-
ca reprovet etludante que soubesse at mate-
rias do entino, nem lo pouco me Importo com
ot oulr
pan postue
Entretanto
A Preste de 29 de junho publica a seguinte 'nomilar
ou I, eautunsam os p.rtical.res a provoca- errta que nao deixa nenbumi duvida a ea!e res-' P
Sera verdade, como disse o imperador, que rera por si mesmos estss perseguicdos. Ks- pello
o velbo mundo cala eui apeno, e que o uovo tas emendas, aa quaes cnlregam os calho- Sr. rtdactor,
mi esta undado Sem saberme, o que acn- |(c03 0J ecgos furarM das sociedades bibli- Tima epidemia de cholera acaba de decla-
tecera-, ficatno, hoje o no.so dever preparan- f cojabalidas pelo primerro mi- rar-.e desde 25 do crreme, no hospicio da
do-lhe fundamento, .olido, fAf..l.(. mu.to nist'r0 com uma agr,v,caS nulil e perigos. velh.ee ( bom.n. ) Ji vln.e cato. ,e .'en. dado
das medil. proposta, porm cam, M^'^SL^^
os syuplouiaa sao perfeita
gos aos das epidemias Ja obser-
Kte discurso, tera.li.ado por mn elogio mui- dus commuus adoptou ambas, por 3i a 56 }?"," ^JSLf
,n,v0..e,,n,idoqueence^aaal.rae.c.pad reservado pare pedir a regeicflo destas vad...
a inielligencia de .eu. leliores. Elle se a cha emendas na tercena leitur., porm esta Q ,, de o. <,u.e. K.- H--------------
lodo inielro na prlmelr. phra.e. O presidente prova .acaba de ter lugir, 0 as duas Ctncn- os doenlc, 5offre,n de urna dlarrhe. sempre fie mait .rnente o bario Leonel de Kolhochi- pa a que nao tcm }"" "<*"'(*
que conta pouco com a rcvltao da conitiluleao, das fu.'So susloiitadas pela tiuiona do 76 mui intensa, to repentinamente atacados de de que esla a bater nat portas do parlamento, militar de 10,000 homens.tcra guarda nacional,
=m.......... ^?::;HSsSS; SS5E53SS3
., habttaoles, conta pre- ladas por teu grande commercio. c pela cxleo- ,u| de nslrucco primaria, por serein tees
sentemente 2,363,.4I. I.U, he. 4i4,772 h.bt- ao de ''(**'"LSa."",?""- compendio. epiUmeS mu abreviado, c
tantes de mal., oque di 4..477 habitante, de ro ao meu honrado a mgc>(Mr. obdenj he nao ,Sd.s a, materia, exigida, par
,.-..i .... ~.A. .,,,. nreocunar-se bastante de saber ae as oulras .___.. ,,_____..,___. _. ,___?.._.r_,
accrescimo em cada anuo.
preocupar-.
Este augmento, de popaUcao^.eri. mui.o #2!**^^l% de. Sao repfov.doj por nao s.ber.m ludo
serein taei
nao
. ra o
de lingoa nacional no lyceu desta cida-
mr"conifdeuiel Vind'Fse'ao"fd"ra a rnaat meViut. te idef^deKra, quando >" "onulha M exige, e nao por tereiu relio, ot e..-
eoorme de Individuo, que emigran, inee..a- que no. deaaruumo Para m. llmiur cp. ?lie. .egundo a doutrinS de tal ou t. autor
te.neutc da Gran-Brctanha para irem procti- paraj.o e.tabclecida pelo honrado Mr, tob- s .-A.P, de Figueindo
rae fortuna em todo, o, ponto, do globo, den, obre a, forf ai respectiva, da Inglaterra e
4 cmara d*. eoinmnnt adoptou em ler- da Franca (para nSo fallar de outrua pal.es),
reir dltcotiao o projeclo de le que abre aa he evidente, quando um paiz pottue um exer.
nonas do nrlamenio aosi,raelllaa mat Jul- ello de 350,000 homens e urna goaida nacional
ga se que a cmara do, lords o regellar. Nio de um milbao de homens, comparado cora um
Reclfe3i de Julho de 185i.
MELHOR FXEMF


COMMERCIO.
------------AtrANDEGA.
llendimentojlo dil SI '. 1S:48,t8
Deicarregam hoje l.d apilo.
Brigue portuguez ~ Lasa maroedona.
n iguo belga J Locqueughen- den..
" Importacaor
F.scun braaileira dfirid, viuda da Ba-
hia consignada a Antonio de Almoida Go-
mes, minifeslou oaegulnlo:
605acca8caf, 1,098 Ciras e 4 caixOe
charuto; a Jos Vicente de Lima.
Ucoucueiras de.iacaranda, 7 Tardse2
ciixOes ta*co, 128 caisinna olurulos ; a
Manuel Antonio Teixeira-.
23 barrica farinha, 40 ciixotes e 1,231
caixinhas charutos. 51 fardos tabaco; a JoSo
Francisco da Cruz.
6 ctixoes charutos, fardos tabaco; a An-
tonio Jos Soares. ...... n
1 caixSo charutos i i Antonio Luiz de 0-
liteira Azevedo. _~u
270 caixas charutos; a Domirfgos Alves
M,M0UcaXM charutos; a Manoel Tavaros
C"*accacar; Joaquim Ferrolra Men-
dos OuimarBe. ,
2,600 quartinhas ; a Joaquim de Souza
s ciixfles e7caixinhas charutos; a onlom.
1 gigo quartinhas ; a Francisco JoSo de
Vapor Inglez Teviot, vindo de Southamp-
ton, consignado a Agencia, manifeslou o so-
guinte :
1 euibrulho amostras ; a He. Calmoot &
Companhia.
i dito ditas ; a Richard Roylo.
1 dito ditas ; H. Gibson.-
1 dito ditas; a C. de Abren.
I dito ditas; a J. Pater & Companhia.
(dito ditas; aAdamson llowie m Com-
panhia.
i Jilo ditas ; a Keller.
1 dito bandeira; a Adamson llowie
Companhia.
2 caixaa relogos e amostras; a Crocco &
Cunta.
1 dita peridicos; a II. Chrlslophers.
I dita ditos; a livrarla ingleza.
Brigue francez Lis antis, vindo da Bahia,
Hamkur$o.
As Doaias mala moderan noticias referen!
un mercado aooegado para o caf a precoi
mala finnea. Oatauoar nova permanece in-
alierivel; e o refinado Arme, com urna boa
procura. O algodao, a precoi mala bilxoi:
venderain-ae 500 aaccaa d'Aiucrici de a 5|8
a a 6 l|l.
Rotterdam
('mercado do caf cateve ettarel deade ai
vendas publicaa. Os assucarea de todas ai
lorte permanecen finnea.
LISBOA I2DKJUI.IIO DE 1851.
Precos correntn <1o gneros iiu-
limlailp-ilii lira il pina l.ishon,
e dos cxporiiulos de Lisboa p.ir.i
o Brasil.
Pr oMiaao'.
Por Precoi.
Algodao de Pernambuco, llb. 135 140
Dito do Cear
Dito do Maranhao
Dito dito de machina
Dito da Habla
Dito do Par
Dito dito de machina
Borris *
Cacao arrb.
Cafe do Rio primeira sorle
Dito dito aegunda aorte >
Dito dito terceira sorle
Dltu dito escolha boa a
Dito dito dita inferior
Dito da Babia
Dito do Para ,,
Couros aec. em cab. 28a3 1. llb.
Ditoa ditos dito -24 a 27
Ditos ditos dito 18 a 23
Ditos ditos espichadoa ,,
Ditos ditos ditos de Minas ,,
Dito sal.. Bah. e Para 28 a 32
Hilo diid dito dito 2a20 ,,
Dito dito Pern. e Cear 28 a 32 ,,
Dito dito dito dito 2G a 20 ,,
Dito dito Maranhao 28 a 32 ,,
Dito dito dito 26' a 20
Cravo Girofe ,,
Dito do Maranhao ..
Gomina copal arrob.
Salsa parrllba superior
Ipicacuanba >,
Oleo de copahiba ">'
Ouruc "o-
Captiooos de direilos
Assucar de Pern. branco arrob.
Dito do Rio, dito >
Dito da Haba ii
Oito de Santos F.
120
120
120
130 n
125 n
125 n
125 n
1,600
2,300
1,650
2,350
2,200
2,100
varios genoros; Antonio do Almolda
Comes.
3
Leiloes,
DITAL.
O corretor Ollveira lar leudo, por or-
idem d> llenry Btiil, captSo da escuna In-
gleza Rival, por conta e risco de quem per-
ODr.Jos.R.Ymundod.f.ostaMeiieze^
mun.c.pal supplente da segunda vara e do g e,crvpto>io do reSpectlvo con-
commercione.tacidadedoRecifo de Per- ...,_,'....._ T..V..h- 5. m. ._
2,100
9t
727
92
77
77
2,250
-f.
117
167
102
87
87
87
87
300
180
1,500
7,000
270
21,000
200
1,400
1,400
1,300
mil.
Dito daa Alagoas
com destino para o Havre,. consignado pito do Para, bruto
Crocco & Companhia, manifeslou o se- $TA grande.
"TcaixOeslivros p.pei velho. 100 e- ?^MVVUu
cas algodao, 556 fardo fumo em lollia miai do R\0
165,000 coquilhos, 2,400 pontas, 8 1)2 du- Ditas do Maranhao
zias loros de Jacaranda, 3 libra rap, *cai- Despachados.
xas chirulo, 2 ditas doce, ditas plantas, Arroz carolino Q.
150 couros salgados, 150 ditos soceos; a pito de Santos
ordem.
CONSULADO GEItAL.
Kondimcnto do dia 1 30 37:275,246
Motil do di* 31.........1:092,6*3
1,000
000
Nao ha.
Dito.
97
97
00
2,400
15.5U0
280 f.
28,000
?l5
1,700
1,40*1
1,500
1,300
1,1110
1,250
6.600 7,200
Nao ha.
4.400 4,800
DIVERSAS PROVINCIAS.
ik'iidiiiionto do dia I a 30 .
dem do dia 31......
5,600
6,000
3,200
4,400
50"
i.oo
4t0
1,400
5,800
6,400
3,600
4,600
600
1,800
Dito do Harn, e Par.ord.0 ,,
Dito dito do melhor ,,
Dito dito do superior ,,
Dito dito do iniudo >>
liuu do Rio >
" Farinha de pao do Brasil arrob.
38:367,889 Goiuma alcat.' 1. sorle lib.
--------- Dita dita segunda sorle
Tapioca arrob.
2:224,374 Ceiwror exportaiai 4c Lisboa para o Brasil, a
79,746 aoer:
--------__j Captivos de dlreito. Por. rrecos.
2:304,120 Amendoaem milo doce d
_________ Algarve arrob. 3,100 3,200
Dita da Ueira ,, f.
Dito em milo amarga, dita ,, f.
Dltaeiu casca couca alcj. f
DiUdIU mollar ,, '
Dita dita durarla ,, -- "
lib, 300 .110
278
com mere io
nambuco por S. M. I. e C. que Dos
Guarde, etc.
Faco saber ao que o presento edita! vi-
rem, queda dala dnlle a SO dias, se ho de
arrematar, por venda, ema praca publica, a
quem niis der, os bens seguimos : urna
casa terrea, lila na ra da Paz n. 2 A, onde
existecocheira.com 53 palmos do frente e
75 do fundas, janellas, 2 portes largos de
pedra ; 2 quarlos mais de moradia, perten-
ceios a mesma casa, sold com trapeira,
cum 1 sala e 2 quarlos, ch3os-forero9, ava-
liadl em 3:000,000 rs. ; outra casa torrea,
sita na ra I nipona I n 171, com 30 palmos
de frente e 85 de fundos, o oilSo do noite
dobradn, eo do sulsingelo, liavundo 2 sala
e 1 quarto independente, com 3 porta na
frento e 1 no olSo, 4 quarto, 1 sulfio com 2
salas e 1 quarlo comprehondondo alm dos
fundoa cozinha e 3 quarlos, com 65 palmos
de frente; o primeiro quintal murado com
35 palmos do fundo, port5o interior e ca-
cimba, e alm dcste oulro quintal murado,
com 218 palmos de fundos e 95 de largura,
chSos foreiros, svjliada em 2.000,000 rs.;
cujo bens se achilo penhorados a Gabriel
Antonio, por oxecucJ da Viuva 4c Filhos do
Agostinho Manriques da Silva
E para que ebegue a noticia de todos
mandei passar o presente, que ser afilado
no lugares determinados no arl 538 do de-
creto n. 737, de 25 de novembro de 1850, o
publicado pela imprensa. Dado nesla cida-
de do Recife,c dro Tertuliano da Cunlia, escnvSo o subscrc-
vi. Jos Raijmundo da Costa Slenezes.
i
Declramelo.
Tendo S Exc. o Sr. presidente da pror
vincia romotlido a esta directora geral ej-
emplares d'i regulamonto da instrucc3o pu-
blica do 12 de ralo p. p, para seren distri-
buidos pelos Sr. prul'essores publico do
ambos oasexos; de orlom do IIun. Sr. di-
rector geral da instrucco publica faco sa-
ber, n quem convter que os ditos exeinpla-
res acham so no lyceu, aonde os poiieram ir
ou mandar receber.
Directora geral, 28 de jullio do 1851.
Candido Hustaquio Cciur de Mello, amanuen-
se aicluvi.-la.
Exporlaco.
Rio ds Janeiro, brigue escuna brasileiro
Oli.tda, de 182 tonellada, conduzlo o se-
guale : 233 barra de carne de vacca e
porco, 5 volumea ferragens, 10 barr ago- cera nacional branca
ardente, 7 ditos espirito, 5 ditos sidra, 13 Dita diaamarella
v.domes fazeodas, 30 barris azeito doce, 1 Figoa do Algravc, comadre arrob
caixa miudezas, 10 ditas parnalbas, 2 volu- Ditos dita branco ,,
mes livros, 4 barra cera amarell, 10,239 Preaunto
meos vaqueta e sola, 68 rolos, e 35 caixas ,.....Despachados.
fumo. 30 taboas de custado de amarello, pacalhao nacional seceo
3,500 couros de cabra, 34 caixo, 124 barri-
cas, 8 fechos com 2693 arrobas e 13 libras de
assucar, 1 barril, 38 libra doce, 50saccas
300
272
2,500
com 281 arroba 25 libras algodflo, 17 rolos Passaa da ierra
Dlio fresco
FeiJSo uraneo do Porto c Fig. alq.
Hito rajado dito dito ,,
Dito fradlnho
510
300
380
salsa parrilha, 2 caixas 130 libras rap.
IIECEBEDORIA DE RODAS GERAES
INTERNAS.
Kendimento do dia 31......1:111,930
CONSOLADO PROVINCIAL.
Uem do da 31.
arrob.
NOTICIAS COMMERCIAES.
l.irirpool, mercado do algodao.
Movimento da scun'na linda em 4 de julho.
0_ nosso mercado soflreo urna grande alle-
rafio no decurso da semana ; temos que redu-
cir dai nosaas colayOea exactamente l|4 d. por
Ib. cin todas ai qualidadea dos algoddes d'A
ncrica desde a nona ultima.
Sarro de viulio tinto ,, 1,200
Dito dito brauco 200
Vinho mbicatel de Sclubal caix. 5,760
A bordo.
Agoardentede30g.emcasc. pipa
, Azeite alui. 2,900
1:114,2/7 Laranja doce, calxa Inglcia 8.400)
Limao, dita dita .8,400;
Sal groaao lu.'" 1,250
Dito redondo ,, 1,100
Dito fino para consumo ,, 1,400
Dito trigueiro 1,250
Corlica n, i de tres tainanhos
de grossura propria para
rolbas
Dilans.2e3de3 tamanlios
1,600
^.20.000
3,000
Theatro de Apollo.
SABBADO, 2 DE AGOSTO DE 1851.
Primeira recita da asiiiatiiia.
Depois do urna cscolliida ouverlura,subi-
rla scena com toda apompa, o aparatoso
drama do Sr. Mondes Leal, cm cinco actos.
O llomern ta Mascara Negra.
Os Srs. assignanles lor3o a bondado do na
vespora ir receber os seus rarles, no es-
criptoric, dollieatro, o aquellas pessoas que
quizerem asignar, deverSo com anteceden-
cia dirigir-se ao mesmo theatro para alii da-
rcm os seus nomes?
Comecar o espectculo as 8 horas.
Theatro de San Francisco
COSMOItAMA.
, Todos o dias dasl as 10 wrar da noite.
NOVAS VISTAS.
Primeira. O tuncl ou galera debaixo do rio
Tauise em Londres.
Segunda. O Interior do Santo Scpulchro do
Nosso beiibor cm Jerusalin.
ulado, ra do Trapiche novo, de urna cai-
xinha de costura, um caoJHro de meza, 6
coboitai de metal pratia lo, para pratos, um
porla licor, um bule, e diversos objoctos de
mexa tudo do mesmo metal, 2caixas botica
etc. torniquete, e diversos instrumentos
completos de cirurgia, e entre ostes urna
maquina de tiraragoa do estomago; salva-
do ila dita escuna ultimanvnto naufragada
na prac do Rrum d'esla Cidado, na sna
recanto viagem procedente di llha de A-
ceocSo : sabbado, 2 de agosto sll horas
da manha.
A. S. Corbett, tendo de reti-
rar-se para Inglaterra, uestes das,
lar o sen leilo (j annunciado)
por nlerveneo do corretor Miguel
Carneiro, no dia i de agosto, as g
horas da manhaa, de toda a sua
iniiliili.i, carros cavados etc. ,
etc., na cisa de sua residencia, na
ra do Hospicio junto ao quartel.
Avisos diversos.
Roga-se as pessoaa que devem letraa r.,a caada; dkodecoco, a 2,880 r., a
ou nutras quoaqunr onntaa vencida arta ber- dila, e um rnlo.-m mimi. stilsso boa qua-
doiroa do finado Sr. Jos Antonio Lourenco, lidade: no armazom n. 4, do caes do Ramos
tenham a bondade de os mandar embolcar Bilhetes do Rio de Janeiro.
no praso de 30 das, do contrario serio for- "u"c""'
cadosa cobrarem pelos meos judiciios. .ios Jo.000,000 de M.
Luiz Lopes Castello Branco, bioharel Ni loja de miudezas da praca da Ihdepen-
em leis, advoga e tem banca, na ra Nova dencia n. 4, vendem-se bilhetea inleiros,
n. 65, primeiro andar, onde pode ser procu- rneioa, quarto, oitavos e vigeimo da do-
rado das 8 horas da manhaa s 5 da tarde ; cima sexta lotera a beneficio do theatro da
oque faz publico a aquellos, que de seus S. Pedro de Alcntara, que corre no dia 26
servicos quizerem utilisar-se. de julho, e lambu 111 so vende um reto de
Signues e nomes de dou do engenho Ilha-Grande na provincia di a mesma loja receba-so bilhetes premiados
Rio Grande do Norte, no dia 10 de junho da lotera de N. S. do Lvramento, em troc
den;,!. dos que tem A voda.
Jos, cabra,i,ladede20a22 8nnos,baixo, :\OS SO.OOO.^OOO dobomcorpo, cabello pixaim, cararedon-, _. _
da, boifos grossos, o svernielhados, bons LtOteria (10 lilO de Janeiro.
denles, sem barba, percoco curto, hombros, f^a
atrepados, no canto do oltio direito dolado .,
opposlo ao naris urna cicatriz de po, he '' e
bem vivo, e esparto para qualquer servico, les, e na ra da Gadeia do Reci'
mormento paraodegado, tom o dedo gran- ,fi m:ufieM, Vindm.
dedo pe direilo tora lo a machado, de rao- n- *?> ,0Ja ae miuaexas, venaem-
do qun resta pouca uuii.i, tornando-se a se bilhetes, raeios ecautelas da de-
E&t&tfsx^jEZ cjm i"arta ,o,fria d *r trdc
cantar arengada de Indianos. | NCtheroy, e pelo vapor da com-
Jornacs de Portugal pelo vapor, jpanhi-i brasileira, que deve aqui
f.eem-se por 3,000,2,000, el,0.0 rs. men- chear no fja 30 docorrente mez,
saes, adianlados; como ja se annunciou. .
Os que quizerem ler em suas casas, serSo espera se a lista da mesma lotera,
sutisfonos. |e igualmente estam exposto sa ven-
Ruaida Senialla Velha n. 4<>- Jda os mui afortunados bilhetes da
--Manoel Jos da Cunha declara quo de 1 1 .u .. J
hojeem diante se assigna Manuel Antonio decima sexta lotera do theatro de
da Cunha, por hav^routro de igual nome. :S. Pedro de Alcntara, e sao pa-
-- Oabaixo assignado fa setenta a quem ___ _____i,,.
convier. que desdo o primeiro do agosto em g< quaesquer premios que uelles
1 praca da Independencias^*
15, loja de caIrado do Ara w
- Tem-se justo comprar ao Sr. Waulli-
chard, o carro cor de caf, c oulro que man-
dou fazer : portanto, se alguein tem algum
diroito sobre ellesapparcija na ra Nova nJdiaiHc deixa de vend. r espintos do produc- sahirein, sem ganancia algiiin.l
63. no prazo do tres dias quo findaai na pri-ico brasileira : etn sua venda na ra do Co- l>;ii.Ao ~ ~
meiru de agosto. 'dorniz n. 12: e para que so n3o aprsenle
JoSo Kennedy subdito deS. M. Briran-jalgunia tluvida, faz o presente annuiicio.
nica, relira-se pata Inglaterra.
Joaquim de Azevedo Villarouco, va i
provincia do Cear a negocio.
John Kennedy, subdito inglez, relira-se
pan fura do imporio.
Manoel Jos dc Agu;ar, de i xa do ven ler
agoardente d) produccflo b-asileira, desdo o
primeiro de agosto do coi rento auno em di-
ante : na sua taberna na ra do Vigario,
n. 13.
-- No pateo do S. Pedro 11, 8, precisa-se
de urna ama para servico do casa, sem cx-
copcHo de forra ou captiva.
Narciso l'erreira di Valle.
Guerra e Metra fez-in publico que dei-
xo do vender agoaributes do produccSo
brasiloira : em sua venia na rna da Cruz
11. 41, dosdo o primeiro dc agosto cm di-
ente.
-- No dia 28 apparcceu um prelo do en-
genho Mussupi qtio eslava fugide a um
mez, e pegou-se elle com um cavado, e des-
se cavallo licou pago du fgida, diz ter elle
estado cm um sitio.
-- Adverle-se ao Sr. Jos da Costa Albu-
querquoqun quandu quizei moiarem casas
O abaixo as-igoiiiio lizscicnto a quom 'dt gruta, compie-as ou mande-as fazer; e
convier, quo desde o pi metro de agosto em nlo so multa nellas a l'orca o sem o consen-
dianto dexou de vender espritus do pro- jumento de seu dono, para depois, alom de
duccBobrasileira, ero.sua venda na ra do nHo pagar um s real, anida cassuar, a pou-
Codornis n. 10, e para quo so nao aprsenle lo de fazer gastar duiheiro para o por fura
alguma duvida faz o presente aniiiincio. por joslica ; comoBconteceu na casa do que
Joti tendee da Silva Cuimares.
Brilish Glerks Provident Asso-
ci ilion.
The lirstMonlhey subscription onis shares ra da Guia 11.9.
oflheahstvo Associatinn payable tlis ilay'
l9t. of August, al Ihc Treaaurara rooms, be-
veveo lliu hours oT 5 K 6 P. M. 'hilip
Irilli Needham, Treasurer.
-- Aricnda-se 11 m sitio na ponto de Ucha
contiguo ao do Sr. Francisco Antonio de
fliiveira, com os commodos precisos para
urna grande familia, vislo como tem duas
grandes sallas e 11 quartos, cozinha espaco-
s. me. agora saino na ra da praia.
-- uern precisar de um rapaz portiiguez
do dado do 0 anuos, para calxeiro do loja
dc fa/cndis, o qual lem pratica, drja-so
Terceira. A destruicao da bella cidade de sendo elle encontrado 11:1 Solcdado com bo-
Cartago pelo general Sciplao. I nt, altura bilxa, corpo regular, oihos |ie-
quenos, sobraucclha carnudas, cor prela,
-- Roga-se ao Sr. Bernardo Jo-
s da Cmara, que por sua bon-
dade baja de declarar se a typo-
graphia Nacional, comprada com
o producto de una subscripcao, ti-
rada entre o partido liberal desti
si, aislm como estribara, urna grande ca- provincia, lie ,,roj)rieuaue do nies-
ciinba, bastantes arvorodoi, etc., ele etc.: nartidn mi He S S na auali-
quom pretoii ler, dirija-ae ra da Prail n. ,no P ,l0' T .
55, sobrado, terreno andar.
Desapparcceu no dia 28 do julho do
1851, o escravo Jos, croulo, com os sig-
nae seguntes : camisa dc ahoil.lo da Ba-
ha com listras encarna las o azul miudas,
um pouco suja, calca do brim d(i algOdSo do
listra o quadros azul um ponen deshotada,
Quarta. A cidade do Porto cm Portugal, vis-
la pela Villa Nova.
Quinta, A magnifica cidade de Lima, capi-
tal du Per. p
111 Madrid capital da
Q. 8
G.100
3.400
cao e mais generoa; al. A. L Robiin.
dem 22, brigue portuguez Figutirens, capi-
i.i< I. A. Souza, da Baha em t dias, com as-
men foi de 70.960" aaca7.~b7 aTodes"ainda ; 8UC" e couro,i a "' J' P' it"1"'-
,400
4,000
1.000
2,400
so.uoo 52 000
40,000 48.000
24,000 28,000
430 530
440 550
200 240
Xi 310
200 280
N. B. Aa le tiras c, f, c u, que vo direila de
alguma precos, qucrein diicr empalado, fal-
la, preco nominal.
ESTADO DO MERCADO.'
Adcar. Su.icnla o preso, hintando-sc as
venda ao consumo.
Caf. Poucas vendas para consumo.
jyacii(in/ia Falla.
Yatiij entrados no porto di Lisboa viudos do
llrasil.
Junho 13, brigue poriuguc Concfi'r.io de .Ma-
ra, capitao A. P. Borges Juntor, de Pernambu-
co em 42 dias, com aasucarc mais gneros; i
1. A L. Robm.
dem 14, brigue por'.uguc llobim, capitao A.
A. Pedroso, do Para eiu 52 dias, com caf, ca-
. A cominlssao Olla n, 4 para pescarla
dos correlores collocam o bom Uplaod. a 5 3(4 Dia dita para dila fabricada ,,
d., Mobile 5 3|4d., Orleana 6 l|4d. Todas as Vinho superior pipa
dcmals deicripfdei aoRreram scmelhanleiucn- Dllo ordinario ,,
le-, as de Surrale e braill pouco mais ou menos Vinagre
'lid., por Ib.: cmquanto asdoEgypto, par- Trigo do Reino rijo alq.
tlcularinente das dcscripces medlanai e lofe- Dllo dito inolle
riores, pouco mala ou menos l|2 d. por Ib. Cevadado Reino ,,
As ulllmaa c consideradla iniporiacocs do al- -Milho do Beiuo ..
godao, aupriuiiran como ajo* sobre o nosso 1 Centeio do Reino
mercado para ai vendas inmediatas, e nao '
acharain aeno nina procura moderada, be
indubuavelmenle a cansa deila Irfporianic
nana. Koram lomadas para eapeculaco 710
,acca m A,merie". 100 de Surrale, 70 do Egyp-
r. 20 de Pernambuco ; forain caponadas
0,0* aaccaa d'Auerica, l,0i0 de Surrale el 10
i-ernambuco. As venda orcaram em 30,070
laccaa. *
Junho, b, 7, e8.
o ssiibado. u mercado eslava locegado, e
as venda foram de 0,000 aaccai. Na segunda-
irira u>o houve venda alguma da importancia,
oje o mercado peimaueceu estavel s coia-
?".,2 exla-feira. Aa vendas at hole sSo de
/8,dO0saccas. As ImportacOes al esta dau
inoiitiTiu, em 1,006:795 aaccaa. O daposllo
ai4deJulbo heesiluudo em 607,570 laccaa.
'ii,rlVmo kl iAo me,mo mei conaiatia em
ca. A eaportacao at 4 do
comervavam o.^l^u^XTp^t [" ** t '%'*$?!%dia."el'
buco, e Paraba 6 Ifi a ? 3|4, odo Aracaly e S" Maciel df "anl c'" j2 dia"' co,n
Cear 0*,8 7, o do Maranhao 6 a 8, os da c*fe La"ucar; "** ctnand"- f ,, rll,n
** Julho 6, vapor Ingle luy.captlao C. M. Cbap-
man, do Rio de Janeiro cm 24 dias, com tapio-
ca ; a A. Vanxelles.
dem 9, barca portuguesa Venus, capitao R.
G. 1 raneo, do Para era 36 dias, com assucar
cacao e arroz a M. J. D. Monteiro.
Navios r carga em 12 de julho.
Para oRi dc Janeiro, patacho Afana Ignez,
capitao Jos Franco Gomes Jnior. Nao re-
cebe vinbo, era ago'ardentc.
Para o Rio de Janeiro, o patacho francez
Francoi* Xavier, capitao D. Topaent.
Para o Para, o brigue portugus /a,capi-
lao rclso Antonio de Ollveira. ^
Para o Rio de Janeiro, a barca amerVrrnWo-
wr, capitao II. Nelson, consignado a Constni-
lccSau& Ilendal.
Para o It iu dc Janeiro, o brigue portuguez
Fi;'anl, capitao Manoel doi Santos.
Para o Rio de Janeiro, o brlgae sueco Nup-
iiii, capitao Nordem.
Para a Bahia, a polaca brasileira Vltrice, ca-
pito Balthasar Allbnso Aires.
Para Peru.iiubnco, o brigue ConctitUo de Ma-
rio. Annunciada a partida para o da 30.
(Ciarla particular.)
Sexta. Principal ra e
Uespaaha.
Stima. O grande c bello parco dc New-York.
Oava. A bella Veneza brasileira rl'ernam-
1,000^1 buco; vista da igreja Misericordia em Olinda.
1,300 1 Nona. O arsenal dc'gucrra da cidade de
Hoaaow, pa Ri^sia.
Dcima. A cidade da Veracrui pelo lado do
mar.
I iideeiiii 1. A cidade de I.merna na Suissa.
A directora lem a honra de. prevenir o res-
peitavcl publico que as vistas serio mudadas
de cinco cm cinco dias.
Prcco 500 rs. As criancas terao entradas
grates.
1,200
1,500
1,300
Avisos martimos.
liaiis chalo, barba pouca delnixo do quei-
xo, eesta raspada,com um sigual 110 pescoco
do tallio pequeo, as oSos bastant'i caloja-
das do servico om que trabalha a bordo dos
navios dominador, elle lio multoprozsta,
sabo compor bom urna mentira : quem o
pegar leve-o em Pora do Portas, sobrado
de Manuel Estanislao da Costa,que ser pa-
go com geunrosi lado a quem o pogar : de
dia anda na Boa-Vista, de noilc em Olinda,
por ser visto por alguma pessoas.
-- Oabaixo assignado faz. publico que,
dissolveu a socio lado quo tiulia com o Sr.
JoSo CllU lino Duarlo, desdo o dia 28 do cor-
rente, na casi de lamanquciro, sila na ra
da Madre de Dos n. 28, (cando o mesmo
Sr. Duarle obrigado, tanto ao passivo como
ao activo. Recite, 31 do juihodelSl.
Manoel oaquim Percira .Htliaydc.
Duarlo o Allliavde dissolveram a so-
- Para o R,o do Janeiro segu vigem o|eJtde qo, Unh,m a loja de Umanoos na
co n hrovidade o brigue brasileiro Animo,'
Baha e Macelo 6i|8 a6 3|3d. por Ib.
Caf.Di plaataco Cerlon 100 barricas fo-
ram vendidas a 52, a precos mais subidos, e
de Siugaporc 50 laccaa a 42, c LO00 aaccaa de
o. Doiuingoa mudaram dc pussuidorca, e o
prejo nao se dlvulgou.
Aiucar.Continua a haver una boa procu-
ra'iKCni *^8uns loitantea precoa un pouco
"" ,!" ,c alcancaram. Al veudasconslslein
un 420 barricas dc Barbadocsde3t|0 a 44|. 120
uarrlca de Dinamarca de 33|0 a 36i3, 20bar-
V.C' ?e..Aul|gn> d37|, 30 barricas de Trin-
eJll: <.000 aaccoa de Bengala 39,6 a 43(,
acuna dc 47|9 para aqualidade lina chela de
kraoilnhoa, e 130 barricas grandea e 160 bar-
ricas do i-orto-Rico dc 37|, a 40|3, e 30 barrica!
ae amarello de Uavana a 23|, por quintal, pa-
gos 01 dircltos.
r ti 01 Amilirdam.
'-"/-- Ella um pouco mal procurado. O
11 cto do ordinario de Java he de c 24 n2. O
cpo.uo do colorido do Brasil he mu peque-
v.ra a0, oraln"lo do Braail de c 20 a 20 1|2 ;
i-gram oralnarl de c 10 a 20 por l|Skr>
a*
ho
noAd'lae;''E,'a,l.l"elhor do 9-ue i"11
de L S de Julno cerca de ^.OOO ceitoi
est em reQC,r, em '"", Publica o retinado
eia eui melhor procura.
Cali a Antuerpia,
ao doMM e u",a allcrtao 'o'al no merca-
ravel d,l Tra'u-ae urna soturna conside-
ran, oVnr0' """.I," Ul""" ",r,e da
< do ora.11 f ".* "Uhlram de c 1 a 1 1|2 para
Koe e 2, VJ'4 a "5P"a oaaS- Domin-
eomnreh.. L |1 Para doJaa- Al venda
omprehendem n.goOaaceai dc caf de lodas
a 400 uro. ""da do algodao le limitarain
eoniLm,, a Pr'0* anterlorei. Os coiros
dore, a,,ral"r a aeoto doi especula.
'nuAu r,rPrefose,tio ,,",, flrm"' 0ar""
Oincri..iL e com um aPecU> favoravel.
urna ma oauucar apreienta anualmente
' PParencla geralmenle naclbor.
Movimento do porto.
Navios enlradoi no dia 31.
Southampton eporlos intermedios--22 dia,
vapor inglez Teviot commaadattu Re-
vele Passageiro, para esta provincia,
Jas Pedro Moreira, com sua fa miln, Fe-
lipe Foi le.--Seguio pira os porto do
sul, levando a seu bordo, Maxwell, com
aua familia, Jos Luiz Couto Mauricio
Norat, A. O. Necolle, Jos da Silva Reis
Balita das, esouna brasileira Adelaide,
de 60 tonelladas, mostr Joaquim Amo-
nio de FigueiroJo, equpagjm 7, carga
capilSo Domingos Antonio de Azevedo
quem no mesmo quzercarregar, r de pas-
sagem 00 embarcar escravos, podo cnlcn-
der-se comocapillo ou com l.uiz Jos de
S Aniujo, na na da Cruz n. 33.
i'.ti.i o Rod Janeiro seguo etn pouco
dias o patacho \ alent, para carga, passa-
goiros o escravos afrete : trata-se com o ca-
pilSo na praca, 011 com os coiisigualarios,
Novacs & Companhia.
Cear e Para.
A veleira o bem conhecida escuna brasi-
leira Emilia, de que he capilSo e pratico An-
tonio Si I vena Maciel Jnior, deve chegardo
norte por estes dous dias, o seguir para o
Para, com escala pelo Cear, com a costu-
mada brevidade : para carga e passagelros,
trata-se cora JoSo Carlos Augusto da Silva,
na rua> da Cruz n. 13.
Uiate Novo Olinda. .
Vai ser arrematado perante o jaiz dos or-
phSos, o hiate Novo Olinda, bem condecido
pela sua construcSo, acha-so aparolhado dc
tudoquanto he nocessaro para poder nave-
gar, tendo de sobrecelento 1 correte nova
com 30 bracas, o 1 vela bijarrooa tambem
nova ; acha-so tundeado junto ao trapiche
do algodSo, aonde pode ser examinado : as
pessoas quo quizerem algum csclarecimon-
to, pJem dirigir-so a Luiz Antonio Perci-
ra, na ra do Quelmado.
Para o Aracaly segueviagem com mui-
ti brevidade o hiale Exalaco, mestre An-
tonio Manoel Alionan: quem no mesmo qui-
zercarregar, ou ir do passagem, pleen-
tender-secom o mestre, 110 trapicho do al-
godSo, ou com S Araujo, na ra da Cruz.
Para Liabua segu com brevidade, por
ter a maior parte da carga prompta, o brigue
portuguez ais, bem construido, forrado e'
oucaviiha lo de cobre, e de quehecapilSo
Manoel Jos Antunes: pira o resto da carga
e passageiro, para o que tem os melhores e
mais aceado commodos, tnta-se com os
seus consignatarios, Francisco Severiano Ua-
bello&Pilho.
Para Loaoda e mais portos d'Africa o
brigue portuguez Triuxphanle, capitao An-
tonio Domingos de Carvalho, pretende sa-
bir at oito de agosto, recebe passageiros :
quem pretender dinja-se ao referido capi-
lSo ou ao Ollveira lruiSos & Companhia : na
ra da Cruz n. 9.
Para a Baha.
Segu com brevidade a escuna nacional
Adeluide, de primeira marcha, forrada e
encaviihada de cobre, por ter parle do car-
regamento : quem o restante quizorcarre-
gar ou ir de passagem, queira dirglr-se
ruada Cadeia do Recife n. 56, loja de San-
to Vidal.
ra da Madre do Dos, desde o dia 2!i de ju-
lho do crreme anuo, julgam na Ja devera
esta praca.
O Sr tcnento Manoel Jo*o da Silva Loi-
te, quoira ler a bondado dc vir pagar urna
letra vencida desdo 18il da quanlia dc rs
215,000 rs., pois nao so podo mai esperar
por taas promesas, do contrario s^ra pu-
blicado elle auiiunco lodos os das, e cons-
ta quo o senhor esta para ir destarado pa a
a du.1 do reman 1.1, portanto bom ser que
paguo aules de relirar-so.
-- Aluga-se um pro'.o para srvenlo ou pa-
ra oulro qualquer servico que lom corpo
possante para Iraballtar : a tralar na ra do
Cabuga, loja du miudeza de Joaquim Jos
da Costa Fajozos.
Iloj 1 as 10 horas da manlia, perante o
Sr. Dr. JuiS do civel dcsla cidado so ha do
arrematar urna part de una casa de sobra-
do no beco da camboa do (..armo, perlen-
cente aos herdeiro de liento Antonio Do-
miuguos, e peuh.it ,1 la y n cxecucSo do pa-
dre Pasclioal Coib.
Adverle-se a quem inleiessa, que nti-
guem compro bou deixados por JoSo Au-
gusto Pessoa, visto havorem lierdeiros me-
nores, e Oledores para seroui pagos,c so nitu
tor le tu ainJa inventario dolles, eulrutanlo
quo se trata da venda dos meamos,
~ Na noile do 27 do lindo julho, da
ra da Ponto Velha, al a da CouceicSo no
iiii; 10 da Boa-Vista, perdeu-se um lenco
de caubraia de linliu, com cercadura de gra-
de com palmas, leudo 110 centro um aberto
com as letras inictaesG. C. A.: quem o
achuu e quizer resliiut-lo, no sobrado n.
33 na 1111 da matriz da Boa-vista, receber
urna gratilicagSo, o se llio licara muitisstmo
obrigado.
-- No sobrado n. 33 na ra da malriz da
Boa-Vista, precisa-se de um homem para
Iratar de um quintal, o qual he na mesma
casa.
Roga-se aos senhoros quo tem penho-
rosem podar dos lierdeiros do tinado Sr.
Jos Antonio l.oureneo, abaixo assignados,
loiiiiaiu a bondade de manda-Ios tirar atoo
ultimo do crranle mez, pois o quo nSoo
Ozerem dentro do referido pra9o, ser-lhe-
hSo vendidos os penbores para pagamento
de seus debito, ficanJo suiolos ao que res-
tarem. lodo di Olivtira Cuimardei, paare
Kophael Antonio Coelho.
- Jos, cabra, idade de 25 a 27 anno, al-
to, de bom corpo, oaballo pixaim, cara
quasi compnda e escamada, naris grande,
venta parrada, o queixo inferior ata-
mancado, deules podre, pos grossos, leudo
um dos dedos grande um pouco volteado,
toca mal rabeci, e tem o semblante sompaj
carrancudo, e be calado : quem os tremor
ser bem recompensado.
dade de credor djquclle estalicle-
cimento. Espera n resposta
Um contribuale.
OSr, Jos de Freitas Barbo-
ta, va quanto antes casa do 1N0-
vaes &Coinpanlna, co.icluir o que
ha tanto tempo tem prometlido ,
do contrario lera de ver publicado
neste jornal.
Precisa-so de um caixero, que seja di-
ligente o do 00a conducta, e so entender o
francez maior vantagem so fira : no botc-
qunn francez da ra Nova.
g Una dns Crnzcs u. 28, O
Consultorio homusopathico do facultan- O
do I. II. Cusanova. 0
Cratis para os pobres. Na ausencia do facultativo J. B. Ca-
snnova, o professor hnniccopatha ^
. Coswt llimont continuara com os O
i trabalhos do mesaio consultorio, oa-
O de podera ser procurado a qualquer &
a hora. Q
O03<50000000000900
__l'reci.-a-se do una ama de leitc, que 11
tenlia hotn, forra, ouescrava : na ra do
Amo.'i'ii n. 23.
Na ra da Ma iro do DeOl n. 30. pri-
meiro andar, precisa-so do alguna olliciaes
do alfaiate.
Toma-se roupa da ponte, para fazor-
se, com muila promptiJSo : quem quizer,
aununeio.
Precisa-se dc um bom amassador: na
ra Imperial n 37.
No da 9 do correlo mez, pela 1 hora
la tardo, na audiencia do Sr. juiz da primei-
Bilhetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
aa.ooo
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Aos 5:000,^000 de rs.
I.'ih'i'i 1 de \. S. iIj Lvramento.
O ciulolista Salusliano de Aquino Ferrei-
ra. taz sciento ao respeitavel publico, que
as ro las da mesma lotera, and.ni infalli-
vel 110 dia 30 de agosto vindouro, e as suas
mu afortunadas cautelas oslSo exposlas a
venda, na praca da Independencia n. *, loja
do miudezas ; na ra da Cadeia do Recife
n. 46, luja de miudezas ; no aleiro da Roa
Visla 11. 58, loja de calcado, e na ra Direila
n 121, loja doourives.
Picmios corresponden-
tes a sorle de 5:000
Precos das cautelas.
(Juaitos 2,600 1:150,000
uiotos 2,100 920.000
Decimos 1,100 ?60,000
Vigsimos 600 230,000
Loteria do llio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na praea da Itidopandencii, loja n. 3, quu
volta para a ra do mi amado e Crespo, ven-
dem-se os uiuilo afortunados bilhetes ,
meios, (Hartos, oitavos e vigsimos dado-
cima sexta lotera do theatro de S. Pedro de
Alcntara na mesma loja so mostram as
lisias das loterias corridas.
-- Vende-so una escrava, denacSo Cacan-
g", do dade 10 ai,nos, boa quitVtdeira, co-
zinha, engomin liso, Java do sabSo e tem
boa conduela, vende-se por precisSo : no a-
lerin da iioa Vista, sobrado n. 20, seguudo
andar.
Vonde-so um escravo, moco, sem vi-
cio e neui achaqurs, proprio para o servi(n
decampo, ao comprador sa dir o molivi
la venda : na ra do Cullegio o. 16, tercei-
ro andar.
Vendem-se 8 boa mansos, para cirro,
ou crnica; 3 carros forrados ; aviaineiitoa
ilo fazer farinha, sen 10 prensa gran ledesi-
cupira, no sitio Cavalletro : a tratar na ra
do Collegio n. 16, terceiro andar.
Vende-ae roiroz preto do superior qua-
lidade, por preco commodo : na ra do A-
pollo 11.18.
Vemle-se urna escrava, de nacSo Re-
bollo, moca, bonita ligura, cozinha bem, la-
va o engomma solTrivelmento, propria pira
lodo servico : trata-se em Fra de Portas,
ra do Pilar n, 145.
-- Vendem-so 3 rebollos grande pro-
1 rihs para ferreiro, euma gamella grande,
para banlio, ludo por preco, que ha do fa-
zer admirar ao comprador, avistado bara-
to : a tralar na roa do Bruin n. 28 it, anii.i
cm de Antonio Martins Carvalho.
Oh la '. attenedo ao barato.
Na ra do llrum 11.28 B, armaiem de An-
tonio Martins Carvalho, vende-so cal de
Lisboa, da mais nova quo ha no mereado, o
pdr menos do quo em qualquer parte.
Voiide-so um moleque creoulo, de 10
annos, viudo do Aracaly, proprio para qual-
quer ollico : na ra larga do Rozaho, lo-
ja 11. 35.
A 4)OOors.
Vendem-so chapeos do Chile, pequeos o
muitolinos, por*,000rs., cada um: di ra
Jo Crespo n. 23.
a docivel, vam a praca as 1'jzenJas da loja U'al,..r, ,1- |jrrirp. A* .... nirpi.
le Joaquim do Olivaira Maia Jnior, por|raollca ae licores, aa ru Uirei-
execucao que llie movo I). Francisca Tho-
mazia da ConceicSo Cunha, lie a ultima
praca.
Offercce-se um saccrJolc, para ser ca-
pellSo do alguna capellana fra da praca :
quem do seu presumo se quiier utilisar, di-
nja-so acidailo da Olinda, ra do Carino,
casa terrea, quo faz esquina com o becco
quo vai para o convento deS. Francisco.
-- O Sr. que annunciou quorer sabor a
residencia de Manoel de Azevedo do Nasci-
mento :pJe dirigir-so ao trapicho do Pe-
lourinho.
Compras.
t'oiiipi-fio.-.c os ns. ." e <> <1 K|o-
ca [ilttemrla,Jornal qnete puiiii-
cii nn, li.iiiii : iiiii'iu llvcr tiiiiiiin-
cic.
Compra-so um clarineta, em bom os-
lado : na ra do Queimado n. 16.
4 Compranl-^e e vendom-so oscra-
4 vos e recebom-se de comtnissSo ,
4) tanto para doulro, como para fra da
4 provincia, e se adianla dii^ieiro so-
4 broos de commissSosem revar-se ju-
% ros, e os que fore n comprado nesla
4 casa, os donos dosgostando e enlre-
4 gando os escravos da mema forma
4 que os compraram, receberSo o seu
m importe, fazendo um poiuenodes- fj
4 cont : na ra das Lirangeiras n. 14, %
4 seguudo andar. t
Compram-sc escravos com olTJcios de
ferreiro, carpinleiro e pedre ro, assiin como
moiecoles o molecas de U a 20 annos e mo-
ra m has com habilidades : na ra doCollo-
gio n. 25, primeiro an lar.
-- Compra-se urna escrava de bonita ligu-
ra ejque srji boa cozmheiri c engomadeua,
o que entend de costuras, para lora da pro-
vincia na ra do Paasoio loja u. 21.
Vendas.
-- Vende-se azeite de carrapalo, a 1,5001 veude.
ta n. 17.
Vendem-so espirlos da molhor qual. la-
do, como seja : -- reino, gouebra, aniz, li-
cores linos, espirito de vinho, superior a-
goardente de cana, tudo por preco mais
commodo possivel
Ao aterro da Boa Vista, loja
n. 18.
Vendem-se casinetas mescladas, ptima
para palitos, pelo baratissimo preco de 610
rs,, ocovadu, e anda res am liguas cortos
de casimira, a 3,000 rs., cada um.
~ Veudc-se um prolo da Cosa, bonita li-
gura, sadio, proprio para ganhar na ra, ou
servico de c.mpo : no botequim da ra No-
va se dir quom vende.
-- continua-.o a vender manteiga ingle-
za, a 100 rs., a lbri;cn, a 1,920 e 2,400 rs.;
cal em grSo, a 160 r.; boUcninha ingiczi,
a 200 rs.; dila grande, a 140 e 180 rs. ale-
tra, a 200 rs.; macarrSo e taiberim, a 160
>s. passas, a o,s 1 rs.; aevada, a 100 rs.; fei-
jSo novo, a 320 r a cuia ; velas de esper-
maceti de 5, 6 e7 em libra, a 640 rs.; dita
le carnauba de 6, 7, 8 o !) om libra, a 280
rs.; chocolate do Lisboa, a 320 rs.; azeilonas,
a 120 rs., a garrafa ; queijos novos, a 1,400
rs.: no pateo do Caimo, venda nova o. 2.
Vende-se um casal do escravos, csa-
los, mullo robustos e ssdios, proprios para
iodo servico e principalmente para algum
sitio, por ja seren de idade, a escrava sabe
fazer louca do barro, tena e lijlo, lava, co-
iiiIh, faz alguma qualidade ds doce a
parleja, o esenvo trabalha de enxada : na
ra do Queimado o. 14, e dir quem venJe.
Urna balieira, por 60,000 is.
Na ra da Cruz no Recife, armazem n. 13,
vende-se umi balieira, com lodos o perten-
cea, por 60,000 r.
Capachos a 5o0 rs.
Vende- capadlos pelo barato preco ds
500 rs. oada um na ra larga do Rusano
n. 26.
- Venda-so muito birato, urna escrava,
j do idade, propria para o sorvic) de casa:
na ra do Queimado u. 14, ae dir quem
II
I
/IPLAR ENCONTRADO


ft
Veodc-ue
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de tnunicao,
Cimento,
vende-se tute por presos commodos : no
srmizem de J. J. Tuso Jnior, ni ra do
Amoiim n. 35.
Novo Kortlment de fiassenatns, na
loja da rna de Crespo u. O.
Corte de caiga chiti fraceza, de cores fi-
zas, por 2,000, 2,100 e 2,800 rs. ditos de
cmbralas de sslpicos, t 3,600 rs. ; curtos
de chita de bem gosto-, 11,920 rs., com 12
cuvados cassas com 8 l|2, 9,400 rs., a pega ; alparka de
dio muilo lioa, 800 rs., o covado, e
litas outras fazendis por barato proco.
J* Chapeos de sol.
-*K Rui do Pssseio, o.-5.
Nesta fibrica ha presentemente um rico
sortimento denles objectos de todas as co-
re e qualidades, tanto de sedi como de
piuninho, por pregos commodos; ditos pa-
ra seohors, de bom gosto: estes chapeos
sao fitoi pela ultima modi; edi adsmss-
cida com ricas franjas de retroz. Ni mesma
casa se ach igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
mages servidas: todas estas razendavne s-
dem-se em poreflo e a reUlho : tambero se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prego com-
roodo. Nanesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
pnospsra feitoresde engenho, por serem
o mais fortes que se podem fabricar.
Panno Anos ale todas anua-
lidades.
Na rus do Crespo, loja da esquina, que
volts para a Cadeia, vendem-se panno no
preto, a 3,000, 3,500, 4.000, 4,500 e 5,000
rs.: dito azul, a 3,000, 4,000 rs., a muito su-
perior, a 5.000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo muilo claro, a 4,000 rs. ; dito cor de
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 c 8,000 rs.; ditos de
cor, a ,400 rs., e outras fszoudas o mais
barato possivel.
Novapecliliicha.
CoHn de caua chita, a 2,000rs.; ilot de chi-
ta inteirot com 12 eovadft, a 1,600, 1,800 e
2,000 n.
Na loja da esquina da ra do Crespo, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de
cassas dula, a 2,000 rs.; ditos de chita, s
1,600, 1,800e-8,000 rs. ; ditos de camhraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-,
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes de colelo
de fustSo do ultimo go>to, a 1,600 rs e ou-
tras muitasfazeudas por preco commodo
Ven em-se as seguintes se-
men tes:
acabos, ditas de ditas ingleas, dius de r-
banos encarnadas, dilas brancas, dius de ce-
blas de Setubal, dilas de alface allainaa,
dilas repolhudas, dilas de cuve trinchada, di-
tas las de coentro de loceira, dilas de salsa, dilas
de lmales grandes, dilas de repolho, dilas de
espinante, dilas de pipinella, dilas de aipo,
- leijo, carrapato de Ires qualidades, crvilhas
lorias c dlreilas, rabaoeles encarnados c bran-
cos: na ra da Cruz n. 46, dcfiontc do Dr.
Cosme. Haintima casa vendem-se queijosln-
, i./.,-, mullo fiescaes.
Deposito de cal e potassa.
Ni. .mii.-w.eni da ra da Cadeia do Becife n.
12, ba multo superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
preco multo rasoaveis.
Chapeos ilc sol.
Vendem-sa capeos de sol de panno com as-
teas de balela pelo preco de l|90 rs., ditos de
junco a 1/280. Na uicsma casa tcni uin sorti-
oieulo dos meamos objectos, tanto para ho-
ineui e senhoras, como para meninos c meni-
nas de eacola: na ra do Paselo n.5.
Cera de carnauba.
O mais superior que lia oeste genero, ven-
de-se em porcao e a rctalho : na ra da Cadeia
do Rccife, loja n. 50 de Cunba & Amorim.
Na loja de Jos" .loni|iiiiu Morea-
ra tk. Conipniliin, na ra Nova
11. 8.
Vendem-se camisinhas de cambrais, com
suas golinhas, tudo muilo bem bordado, e
do molhor gosto possivel, pelo baralissimo
puro de 2,000 rs., sxeule, cala uini.
Vellas de sfcarina.
\endem-ie estas villas da melhor qualidade
possivel a l(3f rs. cada caiiioha de 25 libras,
trata-se com A.C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Kectfe ti. 4l.
Potawsa da Rsala.
Vende-se poiasss da Itussia, recentamen-
te chegada, e de muito superior qualidade ,
na ra do Trapiche n. 17.
Caubraius le serta, a Ci.ooo rs ,
o corle.
Na loja de Cuimarcsc; Delinques, ruado
Crespo n. 5, que volts para o Cullegio, ven-
dem-se ricos cortes de cimbiiias de seda,
jclo barato preco de 6,000 rs o rolle, esta
fazenda he de goslos inteirsmente nevos.
6( Algodaopara sarros.
a> Vende-se muilo bom algodo para t
ti saceos de assucar, por preco commo- ?
M du : em casa de llicardo Itoyle, na fe
(f rus da Cadeia n. 37.
#aB@Sft":*@ Sw8;*S$_
Vendem-se relogios de ou-
roeprala, palcnte inglez ; nu rita
da Senzalla Nova n. l\"x.
Mm niiii- raiierlores.
Na fundido de C. itarr ti Conipanliii,
eui S -Amaro, acham-se venda ninendas
de canna, todas de fero. de um modelo c
, runslrucgau muilo superior
Arados de ferro.
Ni fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendero-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
nligo deposito de cal
virgen).
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova eni pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica de. Todos os
Santo* na ISahia.
Vende-se, em casa de N. U. lii -her c\ c. ,
na rua di Cruz n. 4, algodao transado di-
quella rab ica, muito proprio para saceos de
assucar e roupi de esjravos, por precocom-
moiio.
Cal de Lisboa-
Vende-se melhor cal de l.i bos muito
uov, chegada ha poucos das na Barca Li-
geira, e por prego muito em conta : na rua
do Vigario armazem n. 7.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rna do lirum ns. 6, 8 c 10,
lundicio de ierro.
Ai..dos de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos1
de ferro j na fundico da rua
Brum ns. 8 e to.
Vendem-se smirras de ferro: na rua
da Senzalla nova o. 42.
Tecido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rna da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
propriaa pan saceos de assucar e roups de
escrivos.
Moinhos de vento
eom bombas de repueho psn regir borlas
d heixas de espiro : vendem-se ns fundico
de Bowman & Me. Callum, ni rui do Brum
ns. 6,8 e 10.
Taixas para engeuno.
Na fundico de ferro di rui do Brum,
icaba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 3 1 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a vend por preco com-
modo, e com projnptidno embircim-se, ou
carregam-se em cirros sem despezis o
comprador.
AGENCIA
. da fundico Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA S. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhs, pa
ra dilo.
Un casa de J. KeUer S C0111-
pmhia, 111 ruada Cruz n. 55, acha-se ven-
d ooxcellenloe superior finito lie ftli-
edlas, em barris do 5.", he muilo recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como cx-
cellenle vinho para pasto.
f I M VI ffff f?f?fVWV
* Arados americanos
U Vendem-se arados americanos ver-
^. dadeiros, chegados dos Estados-
t> Unidos : na roa do Trapiche n. 8. ^
AHllAAAAtaiA AiiA4AAAAAA
-- Vende-so superior cognac velho, em
barris de 12a 24 ranadas : na rua da Cruz
n. 55, rasa de J. Kcller & Companhia
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio cliCK81'0 de Franca, lendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de 1. Kel-
ler & Cooipanltia.

ara curar da pluysica em lodos os seus
differentes graos ou motivada por consti-
pacOos, tosse, aslhnia, pleuriz, escarros de
ssngue, ddrde costas c pcitos palpitarlo
nocorar;So, coqueluche bronchilcs dr
de garganta e todas as molestias dos or-
gos pulmonares.
Do lodas as molestias que por heranca fi
cam ao corpo humano nenhuma ha que
mais deslruitiva tenha sido, ou que tenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conliccida por moles-
tia no bofe. Em varias pocas do so-
culo passado, lendo-se oUerccido ao publi-
co dilfereutes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle toro feito ;
porm quasi que em lodos os casos a ilusio
lem sido apenas passageira eo doentc
torna a recabir em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio 13o re-
commendado outro tanto nSo acontece
com es le extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesla cidade provincia, o nomeados pelos
Snrs. R. C. Vales 01 Companhia, agentes
geraes no Itio-de-Janeiro mudaram o de-
posito desle xarope para a botica do Snr.
Jos MariaG. Ramos, na rua dos Quarlois,
n. 12, junto ao quarlcl de policia, onde
sempre acharo o nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. agarrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
CIDA)E DE PARS.
lina lio Coi I riti 11. 4.
Novo sortimento d" chapeos do sol, para
homem e senhnrs, a saber :chapeos do
sol de seda, arniacfln de b-leia, de 4,5'Ors.
para cima; ditos ditos para scnhnra, de 4,000
rs. para cuna ; ditos dn panno lino, de ar-
madlo do balcia e do f-rro, de 1,600 n 3,200
rs. ; ditos ditos de arm.ic.1o do junco, de
1,200 a 1,800 rs., lodoslimpos : grande sor-
timento de sedas e pannos, em pegas para
cobrir os mesmos, baleias pin vestidos e
espsrtilhos desenboras. Concertam-se to-
das as qualidades de cnapeos deso, ludo
com pcrfeico e por menos preco do que em
outra qualquer paite. ,
Vende-se cobre, e metal ama-
relio e pregos para forro de navios; por preso
cominodo, ca casa de A. V da Silva barroca
rua da Cadeia do Rccife n. 42.
Superiores capachos.
Vendem-se superiores capachos brancos e
pintados, de varios lama nhos, son de os com-
pradores pJem escolher 1 seu gosto, pelo
Jiminuto preco de 800, 1,000,1,400 e 1,600
rs. 1 ns rua dJaQueimado, loja demiud.zas
junto de cera n. 33.
Gantois l'ailliet ck Companhia.*
Coulinua-se a vender no deposito
a> geni di rui da Cruz n. 52, o excel-
! linio e bem coiiceituadn rap ireil
preta da fabrica de Canlois l'ailhcl&
Companhia da llahia, emgrtndose
pegelas portos pelo preco eslibc-
J Ircido.
Mangoinho, que Oca defronte dos si tos dos
ers. Csrneircs. com grtode cisi de viven-
iia, detpjitroigoM, grande senzalla, co-
chsirs, eitribana, baixa de espim que sus-
tenta S 1 4 cavados, grande cacimba, com
bomba e tanque coperto pira binho bss-
Untei arvoredos de fructo: OS rua da Coo-
cordis.primeiro sobfsdonovo de um andar.
Casa de commissSo de escravi'S.
Vendem-se escravos e recebem-
se de conimissao, tanto para a pro-
vincia como para Tora della, para
o que se olferece muitas garantas
a seus donos : ta rua da Cadeia do
Recite n. 51, primeiro andar.
Cera de earnanba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
An.lt ade v Coir p:iiihia, ni rua dosTanoei-
rosn. 5, vende-se superior cers de esrnau-
bs, ltimamente vindas do Araraly, em
porfo e 1 rctalho, por menos preco que
em outra qualquer parte, assim como sois e
courosmiudos.
No armasem da rna da Moeda n. 7, con
linua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e nprrco
eiu conta.
Agencia de Edwin ftlaw.
Na rua de Apollo n. armazem de Me. Cal-
moiit.v Companhia, acha-sc constantcinenle
bons sortiinentos de tuixa de ferro coado c
balido tanto rasa como fundas, moendas In-
eiras todas de ferro para anlmaes, agoa, ele ,
ditas para armar em madeira de todna 05 la-
manhos c modellos o mais moderno, machina
borisonlal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanbado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
lauto em barras como em arcos Tullas, e ludo
por barato preco.
Grande sorlinieuto de fazciidas
u-ralas na rua alo Crespo 11 14
loja le Jos rmnclsco Illas
A 1000 rs. o corle de brliu intrancado bran-
co muito incorpadn, dito de rlscado de llnho
muito largo a 200 1 a. ocovado, cassa chita de
lodas as cores 240 rs. o covado, chita fran-
ceza de listas padres oscuros a 24i) rs. o cu-
vado, chitas muito xas a 16O rs. o covado,
sargctlm larrado a 200 rs. o covado, ricos cor-
les ac chita larga franceza de barra a 3,200 rs.
merinos prelos de duas larguras muilo supe-
rior a I,tj002,u00 3,000 rs.o covado, Hielos cru
ai de superior qualidade a 320 rs. o par, su-
prior piccole mullo iucorpado fazenda pro-
pria para escravos a 200 rs. o covado, algodao
a/.ul com mala de vara de largura a 200 rs. o
covade, benanha de 4 palmos de largura limi-
to hu a 400 rs. a vara, supprjores challe* pre-
los de la e soda a 5,000 rs. brhn trancado a-
marollo muilo encorpado com lisias uiiudas
sendo de liiilio a 2.O0O rs. o corle, c outras
muilas facndas por barato preco.
Ricas franjas para cor-
tinados.
Ven lem-se franjas brancas, proprias psrs
cortinado?, ns mais lindas que tem appare-
cido e por proejo que ninguem vende: na rua
dotjueimado, luja de miudezas juuto a de
cera n. 33.
Luyas de tor;aI e de peli-
ra, para setihora.
Vendem-so superiores luvaspretas de 1ro-
eal, a 1,000 o 1,280 rs o par; ditas sem de-
dos, a 240 rs., fazenda superior; dilas de
pelica brancas e amarellas, a 1,000 rs. : na
rua do Queimado, loja de miudezas junios
de ceri n. 33.
Vende-se cula Jo itio Gran-
de, em bariks e por preco c m-
modo : na rua do Vigario n. 19
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & l'inbeiro.
Vondom-sc vasos de louca lina para
jardim, azulejo da mesma lour,a de bonitos
goslos propiio para forrar fenles de casas
j irdins, 01c.; cociros de algodao, azottoua
nova, fumo, viobo do porto em pipas o bar-
riz, albos o n.lints em canastras, -lio (trre-
le, Lutos de algodilo, penoiras de rame,
linha dn roris, por pregos commo los : na
rua do Vigario 11. II no armazem e 1 andar.
Dffefasdelaia, para pudres.
Ven lem-so superiores meias do laia, para
padres, pelo diminuto preco do 2,000 rs., o
pir : 1; 1 rna do Uneimado, loja de miudezas
junio a do cera n, 33.
Cliartiti iras dottradas ,
finas,
Vendom-se superiores cliarulciras doura-
da?, a 1,000 rs., cada urna ; ditas mais or-
dinarias, a 210 rs. : na rua do Queimado,
loja de miudezas Junto a de cera n. 33.
Para enancas.
Venlem-se superiores toncas des-,a pre-
ta, para cianeas, pelo diminuto prego de
320 rs., muscas milito bonitos, que tocan
de tres maneiras, a 2(0 e 120 rs. t 11:1 rui do
(Jueimado, loja di miudezas junto s de cers
n. 33.
Lindas caixinhas de vi-
dro para guardar jolas.
Venden se lindas caixinhas de vidro com
espelho proprias pira guardar joias, polo
diminuto pteco 1I0 800 rs.: na roadoQuoi-
msdo, loja do miudezas junio a de cera nu-
mero 33.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de N<
Na rua do Queimado, !<>ja de f'rragens n.
37 A vendem-sjJ)S muito il'ortunatlos nietos
bilhetos, quarto, e vigossimos da 16 Lo-
tera do Tneatro d\S. Pedio de Alcntara,
cuja listi dove cliegaj pelo primeiro vapor
do sul, e troc3o-s pero 1 bijlietes premiados
de qualqur outra lolaiia-/
No arinazeni Cruz n. 24.
Vende-se a dinheiro, capatinhos para me-
ninas, em porcao a 000 rs. ; sipa Ufes couro de lustro, em porc.no a 2,500 e 2,000
rs.; penas do Erna ; saccas com gomma; di-
tas com firinha de ararulu, 2,500 rs., s sr-
roba ; courinlios miudos, s 26,000 e 28,000
rs., o canto; carnauba do priineira so te,
em saccas, a 6,000 rs., ssrroba;sola muito
supcnor; chapeos.de palos, 110,000 rs., m
centos.
A 0,000 rs., o quintal.
No deposito de Andrade 1 i.-al, na rua
Nova n. 33, vendo-so, polo diminuto prego
de 6,000 rs,, o quintal de ferro inglez,
COrtHlO.
Luvas para Immein.
Ver.dem-s t superiores luvas de pelics ,
u i poni inglez, s 1,900 rs.; ditas de seda pre-
S tas, sem defeilo slgum e fizenda muito su-
Cera,
branca em va|as,m caixss, cots sortisicr.
tos vontade do comprador, e a preco oom-
modo, assim come chapsos do Chile! na
ruidoTni'ioke, escriptorio 11. 5.
Hicos toucadorrs.
Vendem-se I
di, com columnas e multo IHmpitvW.
pelo diminuto prego de 2,500 rs. 1 ni rua do
Queimado, loja de miudessa junto 1 de ce-
ra n. 33.
Carapucas de seda, preta.
Vendem-se csripugas de seta preta, fa-
zenda multo superior e sem defeilo algr.m,
pelo diminuto prego .de 500 rs., vende-se
por este prego por lisver grande porgio e
ter-se comprado muito barato : 111 rui do
Queimido, luja de miudezas junto s da ce-
ra n. 3).
>OO6O>1&&0t&0)0O0
O Casimiras iuo Jurnus. O
v* Na loja do sobrado amsrello, nos 0
3 Qustro Cantos ds rus do Queimado O
I n. 29, vendem-so as aisla modeross O
*; casimiras de edres que existen no 0
mercado e pelo prego de 6,000 rs., ..
*3 esds corte, sendo de pidrdes iqteirs- O
O mente novos. O
Ricas aberturas para
eamisaa
Vendem-so aberturas do cimbris lisa,
m muito fina, com pregas muilo miudlnhas, e
msisdeliesdos possiveis s 5,000 rs.. pegas pel ommodo prego de 610 rs cada urna :
de chitas escures de cores tlxas e bonitos u" ru" "oQonimido. loja de miudozs jun-
carrclcl ; agulhas cantofas,' s 160 rs 0 pa-
pel, con lODaguIhw; pentesde balea, pa-
ra aitsar.o mais fino que se pode encontrar,
400e20rs. ; agulheiros linos, s 200 rs. ;
lesourinbas inglozas, o m*is lino que tem
appsredflocdo vario tamaitos, a 400, 600
o 800 rs. : ua rua do Queimsd, loja de miu-
dezas juuto s de cera n. 33.
Pentcs d iartarug-a, pa-
ra mar rafa.
Vendem-se superiores pintes de tartaru-
ga, para marrafas, pelo bsrstis?imo prego
de 800 rs., prego que csuss admirago : ua
rua do Queimado, loja de miudezas junto a
de cers 11 33.
Gravatas de mola.
Vendem-se superiores gravitas pretis de
mol, pelo diminuto prego de2,000 rs. : ns
rus do Queimado, loja de miudezas junto 1
de cera n. 33.
Aviso ao publico.
Na botica ds rua do Collegio, n. 18, de
Penlo & Pinto, he onde se vendem as ver-
daderas pillas para bobas, cravos seceos,
dores venreas, e gooorrhess chronicas, cu-
Jos boos effeitos confessSo todos qus tem
feito uso dells; composigSo do Fhsrmscsu-
tico SebisliSo Jos de Olvein Micedo.
Corrftodepressa pee hin-
cha de 4,000
Ni rua do Queimado, loja n. 17, vendem-
se cortes de cisemins de cores escoras a 4/
rs., pegas de riscados de cores de pidrOesoa
pidres a 5,500 rs., cassas francezas linas
de cores muito deliesdis 560 rs. a vara : e
outrss fazendas por barato prego : s ellas
antes que se ac bem.
Cartas linas, para vol-
ta rete.
Vendem-se superiores cartas franceza?,
para volurpte, 1 640 rs., o hinllio : ni rua
do Queimado, loja de miudezas junio a'de do que em outra qualquer pule: na rus do
cera n. 33.
Beig-ulinlias finas.
Vendem-se superiores bengilinhas, s 500
o 1,000 rs,, cada urna t di rua do Queimado,
loj de miudezas junto 1 de cera n. 33.
1,440 rs.
Rap Paulo Conleiro,.
ornis novo que ha no mercado: na rua
da Cadeia do Itecife, loja de fazendas n 51,
de JuflO da Cuuha Magalhaes.
A 500 r.
Vende-so cha hysson, de niuilo boa qua-
lidade, pelo diminuto prego de 500 rs., a li-
bra : na rus do Crespo n. 23.
Trampas de seda e requi-
fifes para vestidos.
Vendem-se muito bonitas Irangas de Seda
e requintes, proprias para enfeitar vestidos,
por pregos muilo commodos, dam-se amos-
Iras aos compradores: na rua do Queimado,
loja de miudezas juntos de cera n. 33.
Camisas de meia.
Vendem-so Huissimas camisss de meia, a
2,00j rs. ; ditasa 1,280 ra.; ditas decores,
muimos muito bonitos, a 1,000 rs. : na rua
do Queimado, loja de miudezas junto a do
cera n. 13.
tticas fitas lavradas.
Vondem-se fitas lavradas de diferentes
Isrguras egostos o mais fino que pode ha-
ver em fitas : ns rua do Queimado, loja de
miudezas junto a de cera 11. 33.
Vende-se um terreno co.n
154 palmos de fundo e 96 de fren-
te, o qual deita p.ira o largo des-
tinado para a nova pracs, na rua
do lirum, a volt-ir na travessa do
Vieira : assim 01110 tres caixes
de casas, no fundo do mencionado
terreno, com freiVtc para a mesma
travessa : tratt-se na rua da Ca-
deia do Uccife, loja 11. 7, onde os
prelendente de,ois de baverem
nbi, engomis, ensaooa e cosa : ni rua 4.
Gloria 11. 40. '"
Calcado, 1 ,000 e 3,ooo r.
lio aterro da Boa Visti, defronte
1 ^boseca,'
chegoo MI ^^P* sipiloej d,
indos toueidores de jicinn-, coOro de lustro, pin omeni, dos melhore,
mms e multo bom espelho. que too vindo do Arsesty a.SOOr., ditos
ds Bshi, 3.000rs..; ditos de.douro bnn.
en, a 800 el,000 rs.,e de orelhs,i I,i20ra.
ssim como um completo sortimento de cai-
gado francs de todas asquslldsjIaH, tanto
para homem. como para senhora e neniaos
oque tudo se vende muito barjlp, 1 llm ds
se spurir dinheiro.
-- Vende-se feilSo mulilnho muito no.
vo : no irmizom de Dias r'erreirs 1 prego
co 01 modo.
Gnia e manual do agricultor,
em dous volumes grossos, contando al,n
de vanos tratados, o modo fcil o aceitado
de manipularos principies productos agrj.
colas, utode origen anlmsl, c-imo vegn-
til. A fabricigflo do quoijo, do atol, do vi.
nagre, dss agoardenles, azeite e assucar ile
cana, etc., etc obra utilissiaai aos senta-
res de engenbos e agricultores. Xcaba,),
ser publicsds em 1850, e vMo do Rio pelo
ultimo vapor: c vende-so no pateo do Col-
legio,- casa do livro szul, por 10,000 rs
sobra. '
Vende-ss urna negra, com urna crii dQ
4 1 5 innos, bos cozinhein, engomsaaiiej.
ri e livdsn : ni /ui do Coiurnir, ven.
di o. 10.
Na ro do Crespo n. 16, ha nmrico
sortimento de manteletas e cipotinbosde
diverais cores e qoalidados, qusiavenden)
por muito commodo prego.
-- Vende-se a loja 11. Si, di praga da In-
dependencia, com aroiagSo, propria pira
calgado, chapeleiro, ou ourives: tratar h,
ruaestroita do Rozario n.28, segundo andar
Venle-se e tres.iassa-se oeugnnboTi-
rirl levantado em terral du englobo Algo-
duies, a forelru eo hospital de Noss* Senlio-
rs do Parsiso. junto a Nazareth do Cabo de
bom passadio, mullo bira de rocas, con
muitaazlencflo de trras, e grandes malas
e muiia madeira, com a safra criada, os mi.
mies que hi, gido de criir, e diz eicnvos-
a tntir no iterro di lloi-Visls,' sobrado 11
49, ou no mesrno engenho. AJverle-si que
este nagocio se fsz porque o dono aletu d
passar mal. e pretender retirar-ae para tora
prntende mudar de eslabeleeimestij visto
seu estado.
NOVIADP.
A elles cmquanto nao se acabam.
Superiores cortes de esmbraia pratoad,.
Etes corles s*o pella primejra vaz cnega-
dosa este mercaJo,e portentodevemservij-
tos e comprados pelss senhoras de bom gos-
to. sendo seu diminuto cusi de 4,00) na
loja da rua do Crespo n.
-- Vende-se um bonito esersvo, pardo da
optiini1 figura, multo fiel e sem achaque,
de idade de 24 a 25 anuos, sendo um dos
mais peritos olliciaes do podreiro que se poj-
ii encontrar ena escravo, por isso que faz
lodi e qualquer obn eom perfeigllo, sem
precisar de risco demrsUe. e tambemiri-
bilha mui bem de canlo, e mais um preto
de nC>e de isde de25 a SOiduoj, de boa
ligura, ptimo talbador do Caro> 00 qual
ganluSOOrs. diarios: ns rua de Mondego
to a de cera n. 33.
Bom e"barato.
Vendem-se caisinhas com Unas finas, pa-
ra dezenbo, a 3,00) e 4,000 rs.; flvelinhas
douradas para calsas e coleles, s 200 rs.; fs-
cas muito fins, de balango, s 6,000 rs.. s
duzis ; bicos largos e linos, proprios para
talbos de vestido, muito btalo, e outess
muitas cou6as, que se vendem mais barato
rao dirigir-se.
Queimado, loja de miudezas juuto s do ee-
ran.33.
Meias pretas de algodao ,
para padre
Vendem-se muito iinss meiss pretas de
slgodo, pira padres, a 700 rs., o par : ni
rua doQuoimado, loja de miudezas junto a
de cera n. 33.
ft *# 9%9 8#tP 9 9099
*/ Continua-se a vender cortes de ves-
a> lidn do chita, do edres lizas, a 1,600 #
rs., o corle, hsveodo novo sortimento a)
para escolher na loja do sobrado a- 9
marello nos Quatro Cantos da rus do $
1r% Queimado n 29.
*,*m9939m Almanak potico.
Contcodo o a b c do frade, o padre nosso
para as mogas solteirss, decimas doesla-
dante, quidrs glozada do soldsdo, ditodo
111 uzico, cstraidas de varios manuscritos, pa-
ra intretimento d|S horas vagas, vendem-se
a 320 rs. : na livraria do pateo do Collegio
n. 6, de Joo da Costa Dourado.
- Vende-se urna escrava ainda muilo mo-
ga, propria para o servigo decampo, nutro
om cinta : na rua do Collegio n. 25, pri- 9'
meiro an-lar.
Vende-se una morada de casa terrea,
de pedra e cal, na rua das Agoss Verdes, jun-
to aos fundos de S. Pedro e rus ds ViragSo :
trata-so na rua lreita n. 40, segundo sndjr.
Presuntos.
Vunde-se os mais superiores presuntos
americanos que tem vindo a este mercado,
por prego commodo : no caes ds slfandege,
armazem da esquina confrontes srvore.
Vende-se no Mranho, a fabrica
de ugias stiarinas e sabo.
Os administradores da liquida
cao de Tlieodoro Chava oes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
11 lense, na rua do FiopontSo, des-
la cidade ( por.o dos remedios ) ,
a saber: casa em que est mon-
tada a fabrica, com 2o bracas de
frente e i5 de fundo; 3 prensas
hidrulicas, orisontaes de forca de
600,oco libras, cada uoia ; 1 -dita
examinado, pod-
Ven!o-so s tsverna 11. 8."di rui do
Rangel, com poucos fundos, ou mi com os 1 .
cas-os, vontade do pretenden!*, ou mes- vertical de tor?a de 4oo,ojo libras}
mo estes separadamente, assim como are- 3 grandes cal i; -iras montadas, pa-
lalho, pralos, a 1,000'S a duzia : tigelas, a I .1 -_ / i-.
960 rs ,a dita; bules pintados, a 480 rs. ; ra oldbnco do sall5o ; 4 ditas pa-
assucarciras o msntegueiros, s 320 rs.; su- ra derreler sebo ; tolos os perten-
perior vinho do Porto, ha muilo engarrafi-1 f.i.,M j.
do, a 500 rs, a garrafa; dito tinto, a iso rs.; ces necessanos para o labnco do
vinagro puro de Lisboa, 1 1,000 rs., a cana- 1 -ttearina e sabio ; Q escraVOS eli-
da ; azotio doce de i.isboa, a 300 rs., a gar- tendedores do servico eeral da fa-
taje^raeja, a 320 rs, s dila, eoutrost, v .
%w9mmmvmmm^mmm*tm 90
Tara
nauo-
perior, s 600 rs ; ditas d-t cores, a 630 rs. ;
ditas de algodao brancas o de cores, pro-
prias para montaria por serem muito en
corpadas, a 320 rs. : na rua do Queimado,
loja de miudezas junto a d-i cera n. 83.
Bom e barato.
Ven lem-se carleirlnhascom agulhas fran-
cezas, proprias psrs toda a qualidade de
costura, a 300 rs. ; ditas em caiiinhas fa-
zenda muito superior, s 300 rs.; hutas de
to s de cers n. 33 peso,-muito finas, a 60 rs., s miada : ditas
Vendc-S.iitn grande sitio no lugar do cm c.rreteis de 200 jardas, s 60 rs., esds
os jovens
rados.
Vendem-se caixinhas com .imendoascon-
feitadas, ornis delicado que se ple en-
contrar, proprias para se dar a namoradas :
na rua do Queimado, loja de miudezas jun-
inuitus aitigos, por pregos commodos, para
liquidar.
Farinha,
de mandioca, chegada de Sania Catharina,
no brlgue Minerva, ancorado om Irenlo do
caes dolamos: vende-se a bordo do mes-
nio navio, ou na rua doTrapicht), escripto-
rio ti. ."i. a preco menor do que em parto
alguna.
Venlem-se sapa toes de couro de lus-
tro, obra da Ierra, muito hem feita, a 3,60
rs.; ditos do Aracaly, a 2,500 rs., brancos de
orelba, a 1,200 rs ; ditos de orelha, pan me-
nino: na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 90
yendo-se urna escrava parda, moga,
sem vicio algum o nom achaque, o motivo
da ven la so dir sinceramente ao comprs-
dor : na Ponto Vclhs n. 11, a qualquer hora.
Vendem-se os soguinttts gneros de su-
perior qualidido muilo uin conta, queijus
londrinos frescaas" ditos de prato prizuu-
tus para fiambra, ditos hamburguezos, di-
tos poduguezes itlelgsso para paoolla. latas
com bjlacha de L[sboa, ditas com chocolate
de canella de Lisboa, frascos com conservas
inglezes.bocela e caismlias muilo ssseiadas
com massas finas para sopa, garrafas de vi-
nho muscatel.dd situbal, ditas com dito fe-
lona do porto, dilas com dilo di c'arcavel-
los branco,dilas coro dilo do colares: ua rui
di Cruz numero 46 defronte doSr. Ilr. Cos-
me de Sa l'ereira.
A 10,000 rs.
gA
s msis modernos e de superior
qualidade .
I -i(iiiiiiuo chapeos de castor ic
1 brauco, chegados ltimamente de Pa- v
*j riz, conforme os ltimos figurinos, O
9 acham-se a venda, na loja de chapeos O
SI de S'is portas ns praga ds lude- O
ais portas
O pendencia.
Para acabar-te.
Vendem-se esleirs muito h3ss, nSo s
pela bos qualidade e por serem dobradas,
como pelo tamaito, sondo as maiores que
ha de tur viudo so mercado; ssii n como sa-
pstos do duraque preto, psrs senhora, a 900
rs., o par : na rua do Llvramento, loja n. II.
Aliicln innls iiccIiiiieUi.
Cortes de casimira preta, lina, por 5,000
rs.; ditos decores, a 6,400 rs. ; briol bran-
co trancado de Moho, a 1,800 rs., o corte da
caiga ; dito escuro, 11,600 rs.; dito de lis-
tras, a 2,000 rs. : ni rui do Crespo n. 6.
bric-, I terreno annexu afabiici,
com 9 bracas de frente e i5 de fun-
do ; i dito fronteiro a mesma fa-
brica, com 18 bracas de frente e 38
de fundo : as pessoas que preten-
deren] comprar, pdem nesti pra-
ia drigrem-sia a J. Keller & Com-
panhia.
Olliem que temos pe-'
cliincli lS,
para os cavalheiros de bom goslo, no Pas-
seio Publico, loja n. II, de Firmiano Jos
Rodrigues Ferreira, vendem-se lin los cor-
tes de colles de fuslo lino, bordados a se-
de, so barato prego de 3,200 rs.. o corte;
ditos amerines de cores Itunb 111 borlados a
seda, a 2,400 rs., ca la um ; psnnos finos de
todas as cores, casimiras, setins, sarjas,
chspcos de msssa fraoc.izes, longos de se-
tim, superior e outras muitas fazondas, por
progo commodo
Aos i 0.000,000.
Casa feliz.
Na rus Novs o. 6 loja de Mais liarnos
conpauhia, rec beram so pelo vapor in-
glez, os mui afortunados bilhetes, meios,
quaitos, oilavos e vigsimos da decima sex-
ta lotera de S. 1'oJro do Itio de Janeiro,
cuja lista tlove cnegar a 13 de agosto : na
mesma cjss m moslram as listas dss que ja
correram, e racobem-se bilhetes premiados
do lodasss loteras do imperio.
Capotes de panno azul a
10,000.
Na rua do Queimado, defionte do beco do
v Peine Frito, lojs n. 3. venJe-se capotes de
panno azul pelo baralissimo prego de 10,ojo
rs. cads um.
A bordo da sumaca Sanio Antonio, ven-
dc-se firinhi do mandioca muito boa de S
Uatheus: so lado do Carpo Santo n. 25, ou
abordo.
Vendem-so 6 escravos, sent um bom
carrero, e 5 ds lodo o servigo ; 3 moloques
de ida le 12 s 20 snoos; 2 negrotas de idade
16 anuos, sendo 1 lecolhids, engotiima, 1 >-
z-t, e cozinbio diario deuaiiciss, 3 ditas
de tolo o servigo: ni rui Direita, defronte
do beco de S. Pedro n. 3.
-- Vonda-se urna preta niojs, queoja-
NOVtDADE.
A elles antes que se acabeni.
SSo chegados peta primelra vez a esta
provincia os muilo afamados cortas de ves-
tidos prateados para quem tiver bom gusto,
polo diminuto prego de 4,000 r.: na rua
do Crespo, loja ds esquins que vira para a
cadeii,
-- Conlinus-se a vender farinha da Ierra
muilo boa, tanto em quartas, comoeni al-
queire: na rua larga do Rosario 11. 52,
venda.-
Vende-se, por prego commodo, todos
os peitcnces de urna venda, que se desman-
cho : na la dos Msrtyrios o. 3.
Vista da cidade da Bil ja.
Vende-se s vista da cidade da lia ni,i, por
6,00o rs. : ns praga da Independencia, livra-
ria 11. 6 c8.
Carne do serlo.
Vende-se carne do sftrtSo, muito gorda o
de excellente posto : ns rus do Queioiadu
n. 14.
Quijos do-eeettor
Vendem-se queijus do serlBo, muito fres-
ces : ns rua do Queimado n. 14.
k 3sors.
Vendem-se meias finas, pin meninis, de
lodos os Umsnhos, 320 rs., o par : na rua
do Crespo u. 23.
A tao rs.
Vendem-se tkvis de red, bordidas ds so-
da, pin senhora, a 120 rs o par: ns rua do,
Crespo 11. 23.
Ksedientes fazendas e delicadas
cores.
Ni rua do Crespo a. 10, loja de I. L. B. Ti-
bordi, vende-ie umi fazenda novs, eom Ul-
tras, denominada meluzina, 1 t,000 rs., a
V'i'a; ni mesma loja tem o ligunno pala
qual le poden ver 1 maaeiracomo as se-
nhoras devem fazer os vestidos : ilm des-
lis, hs outrss muitas fazendas de gosto mo-
dvlliu,
Aos donos de cariocas.
fBvajatjagVeado-se um boi msoso, decor-
l*L^reia, gordo e bonito, criidu nos
II srrebildes desti cidide : 1 tratar
ni rua do Queiuisdo ?. 95,
Vende-se urna preta de ua-
co, muito robusta e furia, pro, rii
para servico de campo, ou para
quitanda : a tratar na rua da Ca-
deia, loja n. 4o-
Escravos fgidos,
- Nodia2lde junho do sitio 0. 18 iu
passagem da Magdalena, desspplraceu o
pr< lo Ignacio, crioulo, lillio de Tahaiaiis.
cambado das pernss, as mos os dedos
foveiros, he baixo e multo fallador: roga-
se todas ss suto'idsdes polieiaes e capities
decampo que o prender, de o levar no dito
sitio, ou ao lado do Corpo Santo n. 25, que
serSo recompensado.
Oesappareceu no da ts do corrale,
um muleque criou.o por uome l'auliulio,
de idade de 10 anuos, pouco mais ou me-
nos, cor amarellads por ter vicio, nariz cha-
lo, levou camisa de ilgodAozInbo suja, 1
caiM de riscado, sftn cnapo, esle escravo
hsVo Sr. Antonio Jacintbo da Silveira ds
l'nna : quem o pegar leva-o na rua da Ca-
deia doitecifen. 51, ou na rua da Livra-
monto n. 26 segundo andar que sers recom-
pausfllo.
-- No da 4 docorrenle, desippareceudo
engenbo malupiruma, um negro dogatio
ds Angola, do nomo Francisc, cdrfuls, o
qual he conbecido pelo alcunho do Fula
eataturs e corpo rsgdlar, peruss Anas, pe*
0 eioellis vdllidiS'piri fura, a que chamam
apalbelados, pouco barbado e quando anda
giuga como marruju : quem o pegar leve-o
1 1 u s.-nlior Thomsz Kodriguoi l'ereira, li'
rridor do mesmo engenho.
\*v.\:>i naTvi".x: M.h.nrf m-'.
MUTIL/1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ECQM0T55I_FBJFZF INGEST_TIME 2013-04-13T01:10:51Z PACKAGE AA00011611_06406
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES