Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06404


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Full Text

.
AuuoXXVU
Quai ti-feira 30
de Julho ile 185,
N. 169.
DIARIO DE 9 PR\4MBIM.
*-

rBKC*) A IWOIII9I0
1'tSlMINTO AdAHTIDO.
Por trimestre...........
por semestre........! I .
Por un ^'^ |j,NT,0 DOt>iisbstb.
Po, *"^yri,iAiwo'
Piri..... 12 de Julho IMint.... 20 de
Patear ISfcsfi
tyl'00
HMO
S^UOO
4#30o
Mal
Junho.
Julho.
dilo.
DAS DA aSMAWl.
AUDIINCIH,
28 Srg. S. Innacencio. Jitisode Orpkos
29 Tci.; S. Olavo re. !., ;,..,< i0 hora..
30 Qnarl.S. Rufino m.; i. tarado cite!.
S. non mil.i r. 3. e(i. ao melo-dla.
31 Qulnt S. Ignacio Vaienda.
i NM 5. Pedro mnS. e G. 10 hora,
pinnila.- 2- rara do civel.
2 Sao. N. S. dos Anjos.14. c aabadoa ao nicio-d,
3 Doni. InvencSo de, RetacAo.
S. Eslevo. Tercas e sabido*.
ITHFMIR1D1 V
drcenle i 4, ai 2 hora c IS minute da man
Chela a il, as 7 luirs e 23 minutos da larde.
Ilingoante 19, as 10 horas c 39 minutos larde
"ova 20, as 8 horas da larde.
raXAJSAB DE HOJC
Primeira 6 horas c G minutos da inanlia,
Segunda G Moras r 30 minutos da tarde.
VABTIDAS DOS 0OHB.BIO1.
IGoianna e Parahiba, js segunda! e sextas-
feiras.
RIo-Crande-do-Norte, toda as quinta.-feiras
ao mel da.
Garanhunse llonito, a 8 e 23.
, Boa-Vista, c Flores, 13 c 28.
' Victoria, s quintas-feira.
Olinda, lodos ni dia.
NOTICIAS SSTnANOZIRAV.
Portugal, i.i de Itinlii uisii 1a.. 4deJunho
He.panha II de Junho Sula.a .. 10 de Malo.
Franca... 7 de Junhoj.Suecla.... 28 de Malo.
Pclgica... 3 de Junhnilnglalerra 7 de Junho
Italia.. .. IdeJunho E.-Uuldos. 24dc Malo.
AleniHnlia. 4 deJunhi |\lexico... 3 de .Malo.
I'rusaia... 4de Junho California l.'i Jr \!nil.
I )iii-ini rea 30 de Malo. Chill.
Russla... (OdeMaio. lucnos-Ayre.
Turqua. 4 de Junho,|Montevldeo29drJunho
CAMBIOS DE 29 DE JULHO.
Sobre Londres, a 28 <1. p. IfOOO rs.
a Pars,-340 por fr. nominal.
Lisboa, a lOO
UTAES.
Ouro.Onca.hepanriola....!$#UOo a 2815011
Moedas de Ij/lOn velbas. 11 lujo a 111*200
. de 400 novas, lTXH) a 161100
> des/000...... 9/000 a H/IOO
rrata.Palacde. brasileiro... 1/920 a l/in
Pesos ciiliimiiarlos.. UN a I rio
Ditos mexlc.no...... 1/7C0 a 1/780
I M 11 liiiiii -or. ,-
PABTE OFFICIAL.
"GOVEI.HO DA PROVISCU.
EXPEDIENTE 1)0 DA 22 DE JUI.IIO DF. 1851.
Ollicl...-Ao Inspector da Ihesourarla de la-
ma? .telrando-.de havero Juh mun clpal
lo u .no do Bonito Dellino Augusto Uva -
cante de Albuquer.ue participado que no di.
"'do correle delslra o e.erclclo do aeu cargo
aliiu de Ir lomar assento como deputado na
asscmbla legislativa da Parahiba.
I)ito.-Ao director geral Interino da in.truc-
tio publica, dliendo que, consultando as con-
veniencias do servlco, proponha todas as con-
diede do iraballio, qup por um regulamento,
deve ser prescrlplo aos professores para bem
iieculA-se a dlsposlcio do arl. 84 do regu-
Uiiii'niii de 12 de uiaio.dcste anno.
liuo.--.lo mesmo, dltendo em resposta ao
icuolficio de 12 do correnlc, que deve man-
dar intimar no padre Leonardo .linio Grego e a
ni.u deste, que rcmovain o abuso de terem
ambos aulas particulares na mesma casa para
o eosioo de meninos e meninas, deveudo elles
mudar urna das duas aulas no prasode 8 das,
sobpena de se proceder na forma do dispost.*
nos mu. 44 e 45do regulamento de i2de malo
deste auno.
UI10.--A0 Inspector do arsenal de marinha,
declarando que, vi.n da Informacio que re-
melle por copla do director do arsenal de guer-
ra, nao he poaslvel pv ora mandar-se appll-
car s obras daquelle arsenal, mediante In-
driuoisacio, os ferros que sao necessanoa na
repartir, aeu cargo.
Dito.Ao capluio do porto, para que, uo ca-
so de nao querer.o inarluhelro da guarnicao
EXTERIOR
OS CART1STAS DE LONDRES.
Pars, 25 de abril de 1831.
Algumas semanas dcpols da evolucSo fran-
ccia, os demcratas tnglczes qulierain, ba
tres aimos, fazer urna graude rjeinonslracao
na. ras de Londres Todos se lembram do
da 10 de abril e do espectculo grandioso que
apreseittou aquella iminen.a cidade toda arma-
da para a dcfea dos cus altares <- dos seus
lares ; mas nao obstante isso, nenhum conflic-
to leve lugar. Onanismo instruido pelo scu
assombroso isotamenlo, cedeo o lugar e desap-
pareceo. Fol precisamente este da, de 10 de
abril, pouco glorioso para elle, que o carlismo
por una sorte de bravata, cscolhco para faier
um da cominemoralivo. Desta ver. nao aven-
tura nem tima deinonitraco publica, nem
uina procisso-, conlenta-se com um manifes-
t. As ga/.etas Ingleaas publicam boje um pro-
gramla adoptado em 10 de abril pela Conven-
ci e assignado por un, trlnta delegado :
apesar de sua citensao nos o rcprodu/.lmos
parque importa a todos saber ao que o trlum-
pbo do socialismo reserva o globo terrestre c
seus habitantes; pols fallando proprlamenle,
nao se trata do carlismo inglcz, senao do so-
cialismo europeu.
He evidente que se tem operado na Ingla-
terra um genero de Irabalho anlogo ao que se
formn em Franca, e que a iloutrina soci.lista
absorreo all a doutrina democrtica. Osear-
listas iiiili.ini ate agora por objecto principal
as mudancas polticas poim hoje. a Conven-
ci declara no seu manifest, > que urna mii-
danca poltica seria ineficaz .cm urna mudan-
nas, sfim de fortificaro progresso poltico c quer cldadan, c que sej obligatorio para os i ter u,na das medidas de reforma cima refe-
Induslrlal por uma a.sl.tcncia mutua ; quese pais o inandirein instruir seus filhos nos ra-:.ridas serao postas em circulacao, conjuncta-
nlii i communicacao com os representantes mosordiuarios da scieocia ; 1."* a educaeo etnlinente com um prngraimna da carta e a espo-
das diversas unifles de oftlcios, com os dille- seus ramos inais elevados, ser igualmente sicao de sua necessidade para poder alcancar-se
rentes corpos do Estado e com as associacoes gratuita, porm nSo obrigatorla ; 3." abrir-se-j esta reforma. |
de trabalhadores, como fim de demonsraras nao escotas luduslriaes onde os mancebos pos-j Assiguados.G. W, M. Krynoldo, JohGray,
VARIEDADES
CAUTA DE BRAZ TIZANA, BOTICARIO
DE LISBOA, AOBallbEIHO
Main 2. *Von cher. chegou o nobrs Duque
vamagens reciprocas, que devein resultar da sao, apprcndcr diversas arles c oIBcios, e as-[Thornton llunt, Alfred Huuuiball, Gcorges di Terceira. e tomou conll do todss as pss-
coopeiarao das duas grandes classes de refor- slm ser substituido gradualmente o lystemajShell, John Shan, James Finler, Abraham lo- lM ji di Dasl dos N08OC0S F.cclesiaslicos
madores pollll, os e industriaes. do casino (blnson, Thoiuai Marlin Wheeler, Feargut .' ,......,,i'nnrm S Fxe nada nrtdsi U
. 7." Que os condados agrcolas sern, divi- IV IM do lrai.nl/io.-Olrabalho he o crea-;OTonnor, membro do parlainenento 'George ''" "!** ,,,n.a Islur!. ,
dldosem districtos; que serao redigidas e ini- dor da riqueza de urna nacno. e como tal, he, Joseph Monlle, George JulhoHarney, Thoma. zer porque cliego i a resposta leleRi.ipli-
pressas rrpresenlaees e folhelos para os ren- o mais Importante ellmeni de sua prisperi-;Savage, Krnest John, o reverendo Alrxandre ca 00 alarecnal Sal 1.11111.1, i]in' 11.111 auniiui
deiros e agricultores que se cnviaro missio- dado. Todava a rclacao do patro e do ope-, Dunc.nson, William Felkin, James Capwcll,' Ministerio algum que cheirassi I gente quo
nirios com cuas repr'csentacO?s c folhetos pa- rarlo lein sido contraria felicldade da su-'John James Dezer, Wllliain Uenfold, Aleandre livosso sido addida 80 Conde de Thoimr.
ra os diversos districtos, e que se forera mu- ciedade. O creador tem sido al aqu o servo Yates, Jhu Barker, George Wereus, Daniel Por o lira, O homertl de Almoslnr n3o engo-
li'nei e leiiuras nos iiiunieipio ruraes, allinde da crealura. O Irabalho lein sido o escravo. William Rull'y, Wallcr l'ringlc.Tlioiiiai lllral,'
propagar nellrs os principios carlistas. do capital, e tem gemido debaUo de um sys-' James Graham, John Moss, James Watson,
Uue iguacs mlsaionarloi setao lamliein en- tema de escravldao por salarios contrario a to-[ Daniel Thomp son, Daniel Parel, John Arnold,
os ao povo Irlands, aos ininelro3 tanto de do o principio de liberdadc Para tirar o Ira- secretario.
sarrio, como de inetaes, c aos trabalhadores balho do estado em que presentemente se acha
dos caminlios de ferro As despezas sero deprimido, sao proposlas as medidas seguiu-
rellas pelo core nacional carlista. : les, com o tiin de terminar mals rpidamente
. Aeonvcneao he alem disso de parecer que a cscravido por salarlo., c desenvolver o
o mellior mel de conciliar a sympalhla para principio da assnciaco:
com o inovimento carlista, he mostrar que el-' 1." Todas as sociedades por associacao em
le se liga aos soflriinenlos das classes pobres, iuicrcsses industriaes lm dircilo ao registro c
as quaes devein ver no carlismo o poder que a certldo legal iudepcndenie de despezas :
hade realisar suas esperaneas; que o modo ellas podero ler um numero nao limitado de
( II. 11 '[i .Y. t..)
(Journal des Dbal$. )
PERNAKIBUCQ
JUI.Y DO RECIPE.
mals rtlU-.i/ de enfr.i<'|Ur?cer a elasse ^nvi-rtn-
incnlal, c de imprrssiuniil-a, he provar que
os i'.ii ii'i.is podein fi/"r inait bem, do rjuc
nrnhuina escuta governsiiiental ; he fuer con-
vergir para MtoMCollaa a^ilafu de lodoso
pontos da coinniuiihao dns trabalhadores he
sociedades liaes
- 2. A le sobre as sociedades ser modi-
ficada de modo proprio a l'azcr desaparecer as
dituculdades que huje eDCODlra a associacao.
3." O principio de associacao sendo essen-
* 1 il para o bem estar do povo, deveudo a cen-
tacar mu por um todos os monopolios, todas tralisacao da riquez* ser neutralisada por uina Ruarle, t
as pracas fortes da anslrocacia, e deslrull-as lendcucia dcstribuliva, c sendo o prlineiro mal colorado
A's onze e meta horas da manhaa feita
chjuiiadaa achain-se presentes 1l Srs. jurados
completiinente al os seus fundamentos
A convenf he tambeni de parecer que
uma mudanca poltica sciia inellicazscm urna
mudanca social, que um movimcnlo carlista,
sem osconhcclinentos sociaes nao pode dciiar
de srr mal succeddo ; que os cartUtis devein
ilni-ii-M- nao so aos homens polilieus, mas
aluda aos homens de negocios privados; efue
nao podem reclamar o auiiliu nem do traba-
Ihador, nem do operario, nem do rendeiro,
nem do coinmerciante, se nao provarem que
sao homens pralicos ; que devem provar ime
o poder estara bem collocado em suas miol .
que conhcccm os solTriuienlos das dillerenles
classes, e que tcem os meios de Ihes dar re-
medio ; que a carta Ihes proporcionar inelho-
ramentos positivos luiineiliat s, c permaueii-
tes ao mes no lempo ijue augneutar seu bein
estar e seus recursos,
ti partido carlista scri uilm o prolectir
do opprimido cada claise que so tire adiarla
ya social, e que um inovimento cartista, sem
da escuna Iindoio Theotonlo Jos de Preitas,|os conhceimcnlos sociaes niio pode denar de
renovar o seu engajamenio, laca-a substituir j ser mal succedldo. As questoes re sull'ragio
por oulroi de modo que nao (que desfalcada a e outras de igual natureta siloporlanto postas
guarnlffto da dita escuna. (departe, eos neo-cartistas diriges., se dlrello
Uilo.-Ao director do arsenij de guerra, para ao coracao da socledadade cstabelecida, ter-
quea vista de sua Inlbrmacu, maoJc subs- ra e proprfedade. Elles declaran* que a ter-
lUulr um dos Africanos livres, que se acbam ra he a heranfa lualienavel de todo o genero
empregados no serrlco do colleglo dos or- humano, que seu monopolio actual he con-
ph.ios poroutro, dos queeiistein naquellear- trarlo s leis de Dos e da natureza, c que
tena!, devendo a pessoa *ncarregada de o re- releva uaclnnaliss-la. Neste systema, o esla-
ceberpassara competente clarexs.Intelllgen- do he que deve ser o uolco proprletario, uni-
ciou-*e a atduiiolslracao do patrimonio dos co e eterno. O esta orphaos. mar as ierras da corda, dalgrej c dos inuiii-
UUo. Ao cngenhelro director das obras cipiosjdeve compraras propriedades parti-
pubiicis devolvendo o reqerimenlu, em que culares, e reservar para si, por Igual preco,
IHnfi Antonio de Rloracs c Silva pede Indein- a preferencia na compra. Uina vez tornado
DUacfio de urnas cannas que "foram cortadas proprletario do solo, deve ser-lhe prohibido
por Harem na linba da estrada do sul, flm veude-lo ouira vez ; importa que o divida em nelic o reparador das i -1 j. i > (i; is de que
quede infonnaces inais satisfatorlas a cerca poredes, e que as arrende qur a individuos, queixa ; elle seria o lavo que unira entre si as
do occorrido, declarando se tal despesa eutrou qur a assnciafes, mediante urna renda pro- j dillercntes partes das classes de trabalhadores
n 1 orcamenlo da dita estrada, e quaes as dlli- |>orclonada ao valor das mesmas. | presenleinemc soladas, sendo o interesse pes-
gencias e formalidades, que se observaram na O artigo que trata da divida publica tem soal o nico laco c4p.1t de ligar estas classes
avaluv^oda canoa que linha de ser cortada, de mn carcter original; elle nao prope Intei-' urnas s outras, he lempo, por ennsequencia de
sriequehoje uo vcuha a pagar-se inais do ramenle que se qneiiue o grande-livro, liini- appcllar para o interesse pessoal de cada urna-
(juesedeve. | la-se a couverter o pagamento dos juros em das classes oppiimidas. Cada uma ilestascas-
hito. Ao julz municipal do termo da Boa amorlisavo succeuiva do capital; a divida ses necessita de urna rel'ornn social proporcio-
Vista Intelrando-o de haver em vista de sua ser diminuida assim lodos os anuos al a com- nada s suas necessidades, necessidade que,
representado, e do que Informou o inspector pleta extiuceo das rendas e dos rendeiros. i bem que sejam dillerente, uio sao porissn
da ihesourarla provincial, no officio qne ir- O direito ao Irabalho est naturalmente ins- hostil ; porquanto um dircilo n;io pode estar
incite por copla, ordenadno ao parocho crlpto na carta, assim como n direito a assis- em coulradicfo com uulru direito, nem a
d'dquclla freguesla que preste cunta*, ateo lela. O estado he obrigado a dar trabalho
iitn de setembro prximo vlndouro, da quao-. ou dinheiro a lodo o homem valido, e bem as-
ta que receben na referida ihesourarla para sin a manter aquelles que uo podein traba-
os concertos da igreja matriz da mesma fre-. Ihar.
^'uesia, cuinprindo que Vine, proponhao quc A So fte nnsso designio discutir aqui todos jappareucia, poim houmgeneos de factn, reu-
tuiender mais praticavel para nao ;faltar em os pontos do p^ogramma carlista ; apontamos nlr milhdes de seres em uina massa compacta ;
diu freguesla urna igreja matriz com a decen- estes como os prin.lpacs. K se dlsemos que j despenar o ye n lo do pai/. que dorme, e por
iaque reqner o cullo divino.= Ncstc sentido trala-sc do socialismo ruiopco, lie porque es-lo poder tornado hoiuugflnCO em um camiuho
olliciou-ic ao mencionado vlgario. ; tas doutrioas sao as que menos se conforman recto. A convenvo profundamente conipe-
Uit. A .i'liiiiiusir 1 -i 1 do patrimonio dos com o espirito do povo inglez. Km ultimo j netiada dcsla verdade, e querendo mautor o
orphss nleirando.ade haver approvado o or- ( resultado ser o estabclecimcnio da centralisa- carlismo na liuha de um c ?-- poltico orga-
verdade ser .intBgnnitada verdade
O dever da cunveuco. a<|iial se considera
como delegada do povo,he constituir-seo cen-
tro nico de todos esles iulcrcsses solados
i imi'uii, das despetas a faser-se com o$ con
certos, de que necessita a 1.urina do colleglo
u* orphos, na importancia de 599,3o0 rs., e
'ilginad que 'declare qual o melhor meiu de
ievar-ie a elleito essa obra, e no caso de ser
possivel arreiuatal*a por menor pre^o que o do
"remenlo e com as precisas seguranzas, d
disso coma a presidencia.
Dito.-- A Antonio da Silva Gusmo dizendo
que para poder obter a despensa, que pedio
du cargo de thesoureiro das loteras a favor
']i.. luis da i,'ttji de ."S. s. doGuaAelupe, e
das malrizes das cldades da Victoria eGoian-
na, deve derigr-se aos coucessionarios para
proporem oulro thesourelro.
IDKM, DO IA 23.
Ollicio.Ao commando das armas, dizendo
que para poJer deliberar acerca da rcclamaco
docoinmandantc da Ciupanbia lisa de caval-
larUi faz-se neceisario que exija do mesmo
ouimaudaute urna minuciosa informado so-
bre o inceisaute servifo, em que eslejam em-
prrg^dos lodos os cavados, de sorte que j se
*inia a falla do que se forneceu ao ofnclal que
se acha as tfrdens deste governo.
DitoAo mesmo, para que Informe acerca
do requerimento que remelle, do qual Alc-
xaodre Cullhermc Jorge pede que seja alista-
do voluntariamente na companbia de anfices
seu hiho Antonio Alexandrc Gullberme Jorge.
Dito.^Ao inspector do arsenal de marinha,
Mitrirando-o de^ hiver, de conformldade com
a sua luformavo, deferido o requerimento
*!" que Manocl Ambrosio da Concelvo Padl-
Ihj, empregado da Inspecvao d'aquellc arsenal
pedia que pelos seus serviros se I he abonasse
WW0 de *00 r* diarios, que perci-
ba Jos Marcelino Al ves da Fonceca, quando
oceupava o mesmo emprego.
'"I0'".*0 engeoheiro director das obras
Publicas, devolvendo o requerimento de D.
Mara Gomes do Amparo, para que novamenlc
mloriue se a despeza da iudeinntsacao que
pede aaupplicante, se altendeu no orcamenlo
"a estrada do Norte, e que dellgcnclas se
procedeu qarn se considerar bem avallada a
propricdade.de que tem de ficar privada
s"PPl'canie, de sorte que uo venha a fa.en-
ua provincial a pagar inais do que deve.
Diiu.-Ao subdelegado da freguesla da lloa-
* i*la, dizendo que, tendo otivido os contra-
tadores do furnecimento de carnes verdes;
cerca da falla de carne, que se dco no dia 20
do correte, allegaram elles motivos impre-
vistos, pelos quaes fo oterrrompido por algu-
inai horasoabastcclmento do mercado : ere
uiniiieDdaDdo que coniinuea fiscallsar o exac-
io cumpriinriiio do contrato, para que se nao
?J aDu. nem da parte dos ditos contr.Cado-
res, nem das pessoas que tenlio interesse em
nesacreditar o contrato, deveodo principal-
ado ,,rCMar muiH> acnc3u polica do tner-
II
luis absoluta, a mais brutal, a mais
desptica, ser o completo aniqulamcuto da
liberdade individual. U citado lie o nico en-
te vivo nesie systema; a propria associacao
he oelle sullucada. A propriedade, dividida
esta uout cm parles guacs, principiar natu-
ralmente a aecumular-sc amauha pela ma-
nhaa ; a legislaco cartista regula sto bem.
porque delermina que, quando os bcnccios
de uma associacao tivercm passado um certo
nivel, scro lanvados no fundo geral. (uam
attraclivo e productivo nao ser o irabalho em
urna tal soeledade Que eapisico da indus-
tria !
F-ls-aquI o programma carlista:
O primeiro dever de una Convenvo na-
cional carlista he propagir a organisvao car-
lista, manler csla orgauisavo lora de qual-
quer ouiro movlinenlo, ou alliam;a pobtioa,
e derramar, o mais que Ihc Cor possivel, os
conhccimenlos polticos c sociaes por todas
c.w'ii.uii) na 11 tilia de um cj J po
nliado iiidrpcndehte1 de qi .r^ucr oulro par-
tido, Je qualquer ouira or.garilsac.io. recouicn-
l.i : 1111 11 s-. i' publica os principios mais abal-
%a expendidos e hetu assim que as medidas de
reformas aqu juntas devem ser submettidas
cm particular cada elasse nellas interessada,
c que eslas reformas seju o mniilpKo de con-
lerencias incessantes e universaes.
n /. A ierra.-*A (.ouvenvo emende que
ierra he a tn-i in..i inalienavcl de todo o gene-
ro humauo, c que seu monopolio actual he
contrario s leis de Dos c da natureza. A na-
rion iii-.i! mi da trra he a nica verdadeira ba-
se da prosperldade nacional. Para otlin de chc-
gar a este ultimtum dccidio-sc que as me-
didas segmntcs seriam ueccssai lamente sub-
mettidas appreciavo do publico.
1.' rZslabelcciinenlo de um ministerio de
agricultura;
o 2. Volta para o povo das Ierras dos pobres
dos muuiclpioi, da Igreja, e da corda. As di-
as classes da soeledade. Por Islo, c para me- ^^JS^^^^J^ff'^J^9 SSP
lliiu chegar reorganisavo do carlismo, fo-
ram adoptadas as resolucoes seguintes :
l. Visto que em ennsequencia de cada urna
das medidas de liberdade eleitoral submetti-
das ueste momento ao povo ( excepto as co-
udas na carta ), as classes medias lerio mais
scro arrendadas por conli do estado, medi-
ante urna renda proporcionada ao valor da
ierra;
3/ Indcmnlsavo aos rendeiros pelos me-
Ihoramenlos que houvcrcm leito; os rendeiros
nao dcvcrAo ser ligados por nenhum contracto
votos do que as classes operarlas, oque Co|-lanlenurou arroIamcnla do colleila; revoca-
locaria estas ultimas em uma posicao menos' ? das lcis sobre a eaS* 'ioda* as re"uas sc*
favoravel do que a em que se acham presen- irao W" c,u pecie;
lemente, a carta deve ser discutida integral-' 4* O estado tern afaculdade de comprar a
mente, porquanto a oimnlsso de um s dos lcrr* P *- ao povo em arrendamcuto,
seusartigos enfraqueccra a utilidade dosou-,,|uer '""'vidualmente, quera associavcs, me
Commando das armas.
'Mrtel do commando das armas na cidade do
ttecift, em 7 de utho de 1851.
ORDEM DO DIA B, III.
tros, e o apoio popular deve ser retirado
toda a medida de liberdade eleitoral restricta,
2. Que a clausula do blll original da car-
ta, que determina que todos os machos adul-
tos tero o direito de votar, salvo sc llvcrem
sido convencidos decrime, deve ser modifica-
da neste sentido, que o Individuo nao ser
privado do direito de votar seoo durante o
lempo da pena que tlvcr de soll'rer pelo seu
cilmc, visto que em Rustica nenhuma Incapa*
cidade sc deve ligar a pessoa do individuo que
j solfrcu sua pena.
.9 Que ser apresentada ao parlamento
urna pellvo nacional a cerca da carta a qual
ser feita pelo plano seguinte : Ter"iio lugar
em cada cidade ou villa, em que se poderem
tazer mecttngs simultaneas para a adopvo da
pellvo. ScrSo nomeados nestes mulings d..us
e < t iitadoirs para contar o numero dos aisls-
tes. A petlvo, assim como urna declara-
diante uma renda; os luidos destinados para
eslas compras sero tirados d'antemo das ren-
das provenientes das trras dos municipios, da
igreja, dos pobres e da coroa uciina m-n-
emuadas, c bem assim dos recursos que pode-
| rao ser determinados pelo lempo a dlante.
I -" governo que tiver comprado trras,
como cima fica dito, nao as poder tornar a
vender ; porin dever conserva-las para sem-
pre como propriedade nacioual, c arienda-las
com as nielhores condi^es para a liberdade
do rendeiro e seguraba do estado.
.* O estado, por igual prejo, lem a pre-
ferencia na compra ;
7." O estado procurar nacionalisar com-
pletamente a tetra tomando posse do solo pela
morir, ou 11 vi vuiu.ulr dos possuidorcs, c por
todos os melos que estiverem de accoido com
a justifa e com a generosldadc para com todas
as classes
depos do monopolio pelos iudividuos, a
ic niinil i- ,i,i entre os maos dos centros isu-
lados, todos os eusaios futuros de assocavo
at a completa resoluvo da quettao do tra-
balho, sero modelados segundo urna base na-
cional e ligados a uma unio nacional, da qual
sero ramos as diversas industrias e socieda-
des. Os lucros almde urna certa somma de
cada sociedade local, devero ser rccolhidos
em um cofro geral para o Aun de formar novas
associavcs de operarios e de apressar assim
dcsciivolvliucnto do irabalho associado c in-
dependentc
* 4 O estado abrir um crdito para adian-
tar dinheiro, debaixo de certas condve, aos
corpas de operarios que dcsejarciu associar-se
para lins industria
5. Le dos pnbrct, Assim como lodo o
homem lein o dever de Irabalhar, tambem
lem direito s vautagens que d o trabalho
por lamo aquelles que esto impossibiliudos
de (i .ib ilii u por suas molestias, ou por sua
idade lem o direito de pfieiii sustentados
pelo estado.
Por couseguintc : ni. Qualquer pessoa
que no gozo de suas forvas ph> sicas e moraes,
tilo poder satisfacer suis precises, dever ser
provida de um trabalho retribuido, e sc for
possivel dever ser cnipiegado nos irabalhos
da ierra.
*2. Quando o estado nao pode dar trabalho
aos brafis desocupados, he obrigado a sus-
teata-loi al que possa eiuprega los
- 3. Os homens sem trabalho devem ser sus-
tentados pelo estado, e nao pela parochia :
despezas sero feilas pelas rendas raciuiiaes
i. As pessoas velhas e invalidas devem ser
sustentadas em suas casas ou as casas d
seus prenles, ou cm cd I Helos especiaes cons-
truidos pelo governo, confoi inc escollicrem.
VI' C'oii'ri7iiVo'e(. A taxi ( ou imposto) la
i I i sobre a indus'.rii impede a pi n-.in i > da
riqueza a taxa lindada sobre os objectos de lu-
xo anima o governo a favorecer os excessos ;
a que he lanvada sobre os vveres necessarios
prejudica a siudc e o conforto da populavao,
porl.into todas as taxas devem ser I ui. ul is so-
bie as ierras e sobre a propriedade.
n VII. H/'i/'i ini'Md'i, Tendo sido esta divi-
da contrahida por um governo de casias, para
objectos de castas, nn pode ser considerada
como contrahida legalmenie pelo povo. He ab
surdo que as geravoes futuras eslejam ligadas
perpetuamente pelas loucuras, ou pelos infor-
tunios de seus aulcpatsados, e que a divida se-
ja paga umitas vezes. Por couseguintc a divi-
da nacional deve ser liquidada por.meio do di-
nheiro pago animalmente, a titulo de juros, o
qual servir daqui em diaule para saldar o ca-
pital al o perfeilu embolvo.
o VIII. yiUmn monttarin. A convenciTo jul-
ga que uma mu lu,i cm uossas leis do sysle-
mi monelario he absotuiamciile necessaria pa-
ra bem dos productores deste pai/.; ella cn-
carrega a commisso execuliva da associavo
nacional carlista de chamar a alteuco publica
sobre esle poni por meiu de representavoese
de tratados
liu a iiluhi, o fez bem, dove livrar-ae das
|imii.ii;mi's ilt.ii.of-s o Inqu-i leo parte di^
fraco, e S. Magpslade cncarregou o Mare-
chal Saldanha ile formar o Ministerio com-
petente, nomeando-o preaideutedo conse-
Iho de Ministros.
K for aro nomeidos ministros interinos o
Fraaitnl. o Barflo d t*ranco8te oUaro d
Loz, nomes que (alvez possHo entreter o
negocio at a chegnda do marechal. O mar-
S.'SBSSiO ORDINARIA, EM 2*5 DE JULUO M^c* de Kronteira pediu a demissAo do car-
DK KJ5. go de govertiilor civil, que nao poda dt?-
Promulor Interino, o Sr. Sou.a (Jarcia. los-Mascarenlias tambm otigiui demis-
BKrtoo, o Sr. Apriglo. '!&?5SEt municip.1, poreni
... .. nao Iha ikram. e com raiSo. o botncni
Advoqadoi, ilo primeiro reo, o .Sr. acadmico conillu. .,. ,1., .nrfll.. nahlim mu
Duartp. e.lo segundo, o Sr. Dr. Feolon Al- ". f, i Puullc0> 4"B
podo ser allera'lo de um inslante para ou-
lro
S. Magesladn, convencida da siluac>>,
OSr. l"rVid'cMt: y.'ibi"' t'e\tia" man wcrevcu de seu proprio punbo uma catla
aos senhores que dciiaram de comparecer sem ? marech.l, em termos os mais obrigato-
cscu-a legal. ros. S. M. eulregou a sua coroa i honra
Prucede-sc ao sortelo do consellio que tem e cavalheirfsmo do tnirechat. n Foi eWii
de julgar aorco Mexaudce Jos Percira, accu- mudo o consellieiro liis e Vasconcelloj.
S"imd' n"""1"- e ... 'i""" ser0 Portador desla caria ao marechal,
Sorteado o consellio com as lormalidadcs do
esijlo,
O Sr. Prtiidmle : Fa ao reo o seguinte
INTEUI10GATORIO.
Jmi: : -- Como sc chama ?
Hn : .. Aleandre Jos Pcreira.
Jmi : Sabe porque sc acha preso .'
leo
e parliu com elTeilo com ella a bordo do va-
' por de guerra. Infanle 1). I.uiz, que tppro-
j elto pata Ih mandar esla. .
A'sahida do vapor piincipiava a nolar-.sc
alguma exaltafflo nos polticos do charuto e
I na elasse da lilleratura moderna c n.lo
Rio : Pul pre.o "por ni achr com o pardo se'i de ^ll'.'n'ar que lenhamos slgum opi
llerculano na casa de urnas mulhercs, c como "Otlio palriotico-hiirlcsco. Coilta-sn que 0
houvc M um li mi ni com elle, a patrulha me cdnde de Thomar litera inserir as Acias do
preudeu ; consellio de esla lo una carta particular i-
Juii : (-.ni que noitc teve lugar a desor- el-rc a Soberana, na qual Ihe pedia com
JL qU^t k instancia a demissao do misterio ; e quo
eslava'.miin hnh, i' /" f2 "" '" i'/or'"ue el-rei dera, e com ra/ao, grande cav.co 0OD1
eiuva milito bebado c so det accordo de mun -.., Mui.ir. ,. i i- i
no ouiio dia noquariel de polica. esta iesoluc3o l)iz-se que el-re dizia nes-
Jiii.-: -- Porque fe. o pardo llerculano essa la ?arl' 1"" "e,m llma >0 I'0""" gostava da
t -!_-.!__1 I 1 1 I I I I 1 lili ll ... I ,
desordeiii ?
Itri : ft'jo, sel.
Jui: : Sabeliir.
Ho : ~ Nao, seuhor.
Pellas s allegaces pro e contra,
O Sr. PrnUnilti Faao relalorlo da causa
c cutrega ao consellio os seguiules
QTJESITOS.
poltica do conde.
F.l-llci ro oliri(aili) com elTeilo i passar
por um gratido o desnecessario desgosto "
nislo Ihe le o conde de Thomar um tristis-
titno e perigoso servido. Ob igou-o a en-
volver-so oas quest is domesticas do paz !
fe-lo descorda sua elevada posijao Imn.-ou-
o no ridiculo de uma po 1. O reo Aleandre Jos Pcreira pralicou o nomiiiandaiito em clief do'xorcito no su
d7h.n!!,Lv^',:r,a1'l0d,f,',lVerfdl0a "'""" D,, '''"'"inhou a espido, mas fui alian
Yo"^'"torrid.r;tof te^a? '"' s u -co,m.l""u,"' u-
I K.laiem circunstancia, alienante, a fa- SSS,ft,S?rb? "0S 'r.il0S *>- Viva o
vor do reo ? inar^ciiai sal J iiih i g' iios que Ihe deratu
O jury responde negativamente e por uuaui- "a sua presen; > .'
intilade a lodos os quesitos. i bl-ltei lom inoslrailo pe.ssoalmenle que
O Sr. Vitiidcnic: -- Absolveo rn. obra'a vilenla lo ; ello nilo gostava do coii-
SKGU.NUO JDLGAHBHTO. i v ^ Tpomar, e previa esle Inste resultado.
Jos Joaqun da SI Ir, accusadn pelo cri- yisinoein (.oimbra ouvio os gritos de--
me de ^,njai plujiiaii. pralicadas na pessoa de vlva o Saldanha --, S. M. dizia : NSo me Di
Joaqiiiin Pcreira da Cosa Larangeira. porlam os vivas ao marechal Saldanha, o
porteado o conscllio. presta o jurameuio do que cu quero he sahir para Lisboa ; quetn
cstylo
O r. Prt'tdcnte : Fas ao leo o seguinte
INTERROGA. TUMO.
Jmi: : -- Como sc chama ?
Mo : Joi Joaqulm da Silva.
Jis : Sabe porque se acha proeessado ?
Itro : Sei, sim, senhor : dcm que por
baver dado urnas caecladas.
fui: : Em quem /
Reo :- Em Joaquim Pereira da Cojt
rangeira.
Jui: : Eolio o Sr. nao as deu .'
Reo : No, senhor.
Jui: : Uonhcceaesse individuo
' -- Conheco, sim, senhor.
Rr
qViicr ir para o Saldanha, que va ; quem
quizerquemeaccompanhe. Estas pall-
mt proiluziram tlTeilo el re sahiu ac-
companhado por caladores 2, e parte do 16,
o algunslaiiceiros.
O conde de Tluimar leve o proj-clo de fa-
zer salino principe Itcal para o lado de el-
i re, c quiz comprometler o fucturo 8ucces-
U-,or da coroa, que Ihe nflo era affecto .'
.Nislo acliou urna lorlissima opposir^ilo no
viscondo da Carreira, ain do principo, nua
ralln a convenienle lingoagem a 8, M,
como fallara um dos nossos anllgos avs.
Jai.-: Sabe qc'm o olinde'' f2da l'U T"omar l">.uco a'lU's "a SUS do-
ne.) : NSo, senhor. mi-sno assiguou a rccisilo do contraclo do
Jui.: Mas, soube se elle fora ollendido .' A'leilc, e desisliu de similhanle proprieda-
Rio :Ouvidlter, que elle linha sido ol-]lIc Acaba de sor demitluluo secrvlaiio
h IX. Kxercilo. Oscicrcilos pcrnianenlcs sao lendido, mas nao sei quem o oilcndeu. ; geral do governo ciril, Caldeira ; e e.'l com
contrario, ao principio da democracia c perl- Ju,! ~ Recorda-se do dia em que Ihc dis-, a aJmoislrac,ao um emprcg.do subalterno
gosos s liberdades dopovo. Cum tudoa con- craiii ter sido ollendido csse homeiu ? da mesnia por appellido -- Oliveil'a. --
vcuco reconhece a necessidade da existencia o Mo, .enhor. | Acaba de pnblicar-se um decreto que fe.
de una lorca permanenle ale que mudancas '>' ** no,le de 18 de agosto do aiino dtJ novo ernprego4 ,]e esliiboiro P
convenientes se operem cu, nossas colonias e passaao, nao teve o Sr. com e.sc individuo -._______. ,. I. -, ,. _.. r
na meiropole que lomen, Intil sua coriliuua- 'a "" ? mordomo-mor, e da a unnlo por n9o feita 1 .
t,io. Em qiianto casas mudancas nao ten. lu-l Na"o, senhor. | IstO guer duer que loma o duque do Sal-
gar, sao necessaria as disposisocs seguintes J" Nem Ihe coima, que elle tivetse al- danna a servir do mordomo-iiinr. Ilizem que
para (alivio do soldado c srguranea do ci- guia bulla con, algueni nessa uoltc ? o coolede Tliomar fra para Midrid para n
dado
> I. Nenhum nlistaiuento ser obligatorio,
senao for renovado perante un, magistrado,
por aquelle que sc alista dentro do periodo de
tuna semana.
i. O soldado tc.r direito a urna balia defi-
nitiva depois de quatro anuos de servico-
3. O soldado uo ser mais Adido por inuilo
lempo no. quarteis; pois o i- menlo das tro-
pas conservando os soldados'vastados dos ci-
dados, torna-os impropri- Paya o. deveres da
vida domestica. F.sta exiif.. J" Idesmoralisa
cidado,e nao h
o que eal provad
e necea''''""?a a disciplina,
ido r"'V0 le que esla nada
o .. ? oletado cm casaa
, consent lento da soberana, que foi sururc-
, o Larangcra algu- nenJ|J, .m0,|lr0 *,.lix pouco an-
fteo : Nao,senhor. scu logar de ministro porluguoz jiinlo a
: V "V" stcve na ""da desse homem corte do Sancto Ildefonso, c islo por mise-
nessa nolie rav0| es(ratcgja u0 (onde do Toial, o sem u
leo : Wao, senhor .'
Juii: Nuuca leve com i
made.avenca ?
Reo : Nao, senbor, ; 'cs Je demitlir-se manlou soltar os presos
Juii :- Vive com elle anda boje cm bar- pollUOi a instanrii do procurador Regio
maula? I'orjaz. quo se lem comportado com recli-
Rio : Elle processou-mc por Isso est mal dao, inluligeocii c coragem, o prestou
commigo, mas nao que baja motivos. bous servicos.
Findas as allegacoes pro e contra. | A I i das Mordii sin la honlc.Tl salliu COIU
ISr. /res.deal.: Fat o relalorlo da causa um, irritato Umuria coiilra a situaco,
perdecom e.lar o.
particulares como s
sim cm lempo de .no em teiupo de
guerra.
-i. Os soldados alojados em casa, particu-
lares pagaro eslas como os locatarios, c nni-
e entrega ao conselho os quesitos, aos quaes o
letdo cm casaI mesmo responde negativamente por 7 vosios,
qumenteme as- a vista do que.
. .. petiao, assim cuino unta declara- "" eiieni ser olirii.ailn neehe-lo
tao allinnativa do numero de notas ouese '<* igreja. ~ \ religlo dever ser livre .h" OD"fca" r'uc "'
pronunciarcm en, favor da dita pcllcao, ser "P'r"al e nao deve estar sujella a Inspee'co .* PromocOes le/ao lugar por orden, de
.asignada pelos crutadore c pelo presidente '"P!. Por con.cquencia a Gonveneo re- aiiuguidadeiuililar. Nlogiiem .cri promovido
- pelo preside
do m.ctuig ;
4." Oue caao o parlamento venha a ser
dlstolvido, o partido carlista em Ioda a villa,
na qual for bailante forte para di.puur a elei-
V.111,1.11.i immedialaiDeulcashaescolha entre o.
com menda
i." A reparaco completa entre algreiae
o estado.
-" 2' ^oa9 5 ocns lemporaes da igreja se-
rao declarados propriedade nacioual, salvo as
i indi I lins dedicados c.ula em sua inlegrida- I daces individuaos voluntarias e legalinentc
de, formar comissAes cleitoraes, abrir subs- | "alisadas. Todo, o edifttcio. religiotos, quan-
cripces, agitar o distrlcio, c procurar faier sc provar claramente que a desposa de sua
prevalecer a sua inlluencia sobre o corpoelei- consiruccao fol feita pelos fundos pblicos,
loral ; que etn toda a parte em que o partidu vullar" P'ra o calado O cullo que goiar ac-
nao poder esperar faier que sala elelto o seo 'ua,,nei"e dcates edificios, continuara a go.ar
candidato, dever seiupic apre.entar um, allin Vifi)" j?nd'tC5 ra.oarels.
ti coronel cominandanledas armas, faicons'l
,'a,guarnicao, que houlein a nolte reares-;
........,..,.,', u. 3< iii|,,i. ,i|n rjriu ii mu, .un) q. .. j.- "ITI*"'
Idcaproveilar a occaslo de propagar as idciaa .?, "'*"< e a. randas da Igreja sero
'I carlistas. auatiuas.
antes, pelo menos, de um auno de servico no
cxcrclto.
(i. A promoco por titulo venal ( por com-
pra) ser abolida. .
7. O uso do acoll ser abolido.
8. Os conselho de guerra serfo sempre
composlos de odiciac a soldados, em igual
proporcao.
a X. Slarinhi. Esta parte da forca publica se-
r regida por leis anlogas.
. \I. Jfificia. A.slin como todo o Individuo
tem o dlrello de pegar cm arma., lainbein he
do .eu dever .aber maneja-las. Todo o cida-
do, deveudo ser protegido pelo estado, deve
estar preparado para detende-lo, e como a II-
O Sr. I'i,> lente; Absolve
sesso s A horas da tarde.
declarando-so sentinclla permanente a fa-
vor das prerogalivas da cuioa .'Os jomaos
oteo, c levanta da oppos'cSo principian! j a tallar em
necessidade de abdcelo como decnl i
*S^V^mmaamlm*ammm^muWBmalmmmkamma^ ce do drama .'.'jnlgo que islo felizmente so
Correspondencia. "ao verificar, e que o marechal Sal laolia,
. 9 ... defender com a sua omnipotente espada o
Sr.s Redactores. Tenlo eu disistido da throuo da sua soberana e a carta conslit'u-
accJo de injurias verbacs que intenlei con- cional rrfurmida, porque a reforma de al-
tra Jos Joaquim lorcira em consequencia guns artigosdeste cdigo he de instante ne-
dc pelido de alguns amigos, e tambem por cessdade.
me adiar salisfeito cun a caria que elle me S- M. a rainha I :n sido escandalosamcn-
dlrjgio.e in leinninacilo das despezas que fiz, te insultada cor c.Tlo jornal.'.' Esta lia-
e n3o desejar por forma alguma persegu- goagem he impropria do parlido Progivs-
lo senilo obter a jusla roparagao que me era aisla, que con'a cm seu S60 muilos earaele-
devida, rogo-Ibes a publica^So da mesma res dignos ; esla lingoagem offeodeo exor-
narla para que o publico fique ioteirado des- cito, quo defenJiu edel'nJe rainha e car-
ta oceurrencia, e dos motivos quo determi- la; e no pie dei.ar do magor o coradlo
naram meu procedimenlo. Sou de V. Me. do marechal, cuja espada sustenta hojea
minio venerador e criado lber lade do paz e o Ihrono constitucional
Joaquim knionio doi Sanios Aniraie. da sua .-oh una. 0 programma do mare-
Pernambqco, 9 do julho de 1851. chai e do exercito be asss publico'.' Ra-
i. Antonio dos Sanios Anlrade "Cons- nha, a carta reformada, e a liberdade e o
.. que Vmc. anuir a disislirda queix. ''e'n da oossa patria: para este fim se
contra mim dera, por- injurias vrbaes uemos homens'd'amhss as cores do par-
"z havor-lhe eu dirigido, pnr occasiSo ti Jo liberal. N,1ose fszem servicos liber-
contestacilo que livemos acerca do dado, insultando o cuete do poder.
- -clinI posico
'"< l'froilf "r etmoritt Ritma.
. .-> i., nbuiHiiKu... i 7 que a. es-I lo. de iinporlacw 3umi^ u. itu9 l-a i H. He igualmente re.olvldo que a aglla- cola., colleglos e universidades susleniadas Ulicacoes cslrangeira. |respeilo. Fica ao seu dupor o de Vmc.
9ao para a caria eja lev.nl.i .is diversas olHci- pelo estado jejao abenas gratuiamcnlea qual-' Represcntacdcs cada urna das quaes con- tent o criado/. J. Moreira.
at- exercito elle sustentara o Ihrono, concillar
os parlJos e salvar o paiz.
MUTILADO


r_
Sdu, cm nomeda naci o di rainha.
saude, pitacos seu amigo
e fraternidade. leCitoyeg.
_____ Braz Tiuna
ESTO IH-; 1851
Um jornal allemSo fondando-se em cu-
noaaa obserncOes. faz os segualas prog-
nosticos do verlo deslo snno.
esto de 1851 aera 13o quente como o de
1811, c sera mus intenso que as estacos
seccas de 1822, 1834 o 184J ; V. porque.)9
anoos de 1819 e 185o corresponden) perfei-
tamente por sua temperatura, aos de 1810,
1821 1833, e aos de 1810 e 1841 pela liumi-
dade e inundacOes ; 3*. o invern de 1850
para 1851, assemelha-se aos de 1810-1811,
1831-1822, 1833-1834, e 1841-1812, pela do
Cura de temperatura e oulras particulari-
dades ; 3*. os estos quentes que leoios ri-
lado imam procedidos, como o desie anuo,
porlremoras de trra, ecm certos pheno-
mcnus no reino animal o vegetal, como a
oraigrs;9o prematura das .aves, e bons
ninnucios na florescencia dBS arvo>-es e
das plantas.
Quando o anuo se annuncia esperincoso
para o vinho e para as arvores, em geral,
lio umsignal de que o rero ser quente,
porque urna cousa mo apparecc sem a ou-
tra. Ora ludo nos faz esterar urna colhei-
ta de viuhos abnndantes, e as arvores fruc-
' Horas tambera prometliam aiuilo, se nSo
l'usse o terrino ventoso e desabrido que as
ijoitou na epocha da sua mais ricosa e lu-
xiirante; regelaclo.
Um eslo aruenic proJuz quasi sempre
urna eolheita incdincie de batatas, princi-
palmente em terrenos leves. Em 1834, a
caresta destes tubrculos foi vivameute
sentida na l'russia.
I'reparemos-nos portanlo para urna esla-
v3o excessvamento calmosa, e cujoa extro-
I".- sAo auiiunciadoa por muitus Tactos do
noteologia, e das outras sciencias n.lu-
raes. 0 calor ardeole destes ltimos das
ja sao os annuncius precursores do prxi-
mo estio, e anda nos falla uru niez para
principiar esta estatu-'
BOLO MON8TRO
Um padelro d< Londres mandou eipor cm
Hyde-Park um bolo de todas ai nacue., cuja
conlgurajo" lu- Iguala do famoso palacio de
cristal. O bolo-montro, que nao Um menos
de cinco p. de comprincnlo, folamaasado
com 1,000 oro de Franca, 100 arrlela de
iiiantclga de llonlanda, 184 d'assucar da India
iB de lamilla de Inglaterra, 380 de uvas pal-
iadas de Patrac. 86 de llmOei docea de Portu-
gal, !Ki de liman azedo de Heapanha, 60 de es-
peclariai de Ceylao. feaa ao todo 930 libras.
Para o coser foi ncceasailo sustentar o fogo
duraulc 07 horas e nieia.
KSTATISTICA DA MMIINHA INGLEZA
E AMERICANA.
O numero de navios que cin 1848 navegaran)
para portos eslrangeiros foi de 25,000: sua lo-
nelagem corresponde a 3:00,000 sua uipu-
laco 180,000 pessoas, e o espaco por elle oc-
etipado n'agoa equivalente a 23 inilhas qua-
dradas. O numero de navios estrangeiros (|ue
aanualmenM visitan) as praias da Gran-Bieta-
n!i i anda por 13,000, c sua tripula,:o por
100,000.
No temos man lucios lie faier una com-
I- ni So exacta d'cssas di He rentes particulari-
dades com o nossn paiz, mas estamos certos de
pie atoo llavera grande diil'ercnca entre as
i'peracdes cointncreiaes da Gram-iireaiiha c
ta America, Conforme o ultimo relatorio da
secretaria do commercio e navcgaeo, o nu-
mero de entradas de navios auierlcanOi cm
portos americanos, u a'ino que tcriuinou a
.'(O de junlio de IS-iS, foi de 11,308 com a loue-
lagem de (em medida americana j 2:058,32/, c
tripulados por 109,047 pesjoas,- de navios ej-
Irangciros 20,2(111 com a luiielagcm de 4:30S,83ti
e a iripulajao de 198,831 pesioas. I
Segundo as iiliimas estatistieas parlamcn-
laies feilas em 1848, o numero dos vapores do
Iteino-tJnido lie de 1,100, com a tonelagem de
255,371, e a forca de 2.W52 cavados. Se fossem
todos postus en linha, abraugeiiaiu 3 e nieia
milhas, e uns atrs dos outros de popa aproa
23 e nieia milhas. O numero dos vapores as
aguas smente do Mississipi excede
EXPOSICA ) DE LONDRES
O grande jury da esposicao contina com
lodo o cuidado que ella merece, a iinporlaoic
larefa que Ihe foi confiada. O Jury ella cllri-
dldc em Irinla ecede, e cada seccao subdi-
vldida em valias co......Isse. Todos os artl
gos sao examinados uns dcpols dos outros.
Os espositores sao admitildos a apresentar ver
balincnic ou por escripia as observacucs que
julgam nceessarias para illucldar o jury. Es-
te Irabalho he bastante complicado, e aerSo
nceessarias ainda aela semanas antes que i
came dos arligos esleja concluido. Um inem
bro de cada jury especial est encarregadu de
ri-.li.;ir um aelatorlo dos arligos sub i.etlidos
apreciafno do jury. A escolha do relator he
um objecto de alta importancia, altendendo i
que os relatorioa dcveiu ser desenvolvidos (
circumstauciado, porque furmaro a dcscrip
cao mais exacta do estado de iudustria de to-
das as nadies. Quando um juiy tiver decidido
couferir una recompensa, esta dcciso sera
su medida a una as.emblca de lodos os ju-
rados d'uma couimi.so, para receber a con-
finna;ao, o cm caso de neceasidade, ser alte-
rada se houver alguna inconveniente. As re-
compensas sero conferidas sciu nenhuma
excepcio de nacionalidade. A cominisao real
determinou que as uiedallias indicaro os dif-
fereutes gneros de mcrecimeulo, c nao os
diversos graus do lucaino genero de inereci-
mento. Oa jury e pdem conferir a meda-
Iha de primeira classe e a mcdalha mediana.
A grande medalha ser conferida pelo conse-
Iho dos presdeme!, c pelas rccommcndacues
dirigidas pelos jury especiaes.
Annualmente manifesta-sc na Gian-llrela-
nhapcilo de 130 inilhucs de livrus, cujo valor
escede a 75 milhes de Traucos, c produz no
orfamento una quota de !I milhoes e 700,000
francos. Os nove decimos dcsta quantidade
silo consumidos na Inglaterra, pois que as
exportacOcs nao excedem a 1 inilboes e 500,000
francos: com ludo esta industria nao he re-
presentada mais que por mcla duia de expo-
sitores Ingle7es, Air. Jayugon, celebre, fabr-
cenle de papel em Saint Mary, e .Mr. Splecr,
expo/.eram um rolo de papel da 2,5(10 jardas de
comprimcnlo, c por esta peca deinonslrarain
a perlelcfio do mecbamsmo, por incin daqual
o papel anda em n,assa corre sem inlcrrup-
co d'uma extreinidadc da machina oulra,
e f'.'iriua lima folha continua da largura do pa-
pel de escrever, c lica pouco depui-i aceco c
piompio para se empregar.
Os americanos expozeram un) lelegrapho do
mestico destinado a substituir os Jogos de
cainpaiiihas as grandes hospedaras.
He um pequeo inovel que se pode collocar
sobre um bufete no eseriptorio da hospedara.
Logo que o hospede puxa pelo cordao collo-
cado no seu quarto, una tnica campanhia
ramate mu preciosas que julgo nao deverem
lar occultada ao amarete Icltorcs da /Kmira
ion.
Eu tiuha diante de mlm um theatro ros mal
eductores, e do canto de uin proscenio go.a-
va do espectculo dos espectadores.
[Sosias reciprocas ncrguntai nos embaraca-
vam mutuamente. Para llvrar-ine dlaso cm.
pregue!'ai subterfugio. Querendo explicar-
me, ou ? J?r que me etplicassem a causa do
riso, c desejando nao dar a conhecer a mlnha
impotencia para o faier logo, dlsse: Uina pe,
soa to sensata como senhora sera Indlscul-
pavel de nao dar a raso deum phenoiueno t.lo
vulgar como este. Analiseasltuacao da perso-
uageni cm secna, que provoca este inovlmento
deprazer: fealdade physlca, cstupldei, erros
de toda a nalurea, nada falla an infortunio
desie marido infiel, escarnecido, rodado, eque
nao sotTrer outro mal que o inedo; entreun-
to longede licarcm seuslvelmente coinmovidos
de sua psito inlseravel, todos inofain delle
Antes dt respondcr-lhe, pe^o-lhe Sr., te-
lilla a bondade de dizer-mc porque rasao lia
pouco na represenlacao doaeorrnlo de Moliere,
os infortunios d'Hsilpagon o fazlamrir? Por-
que rasaorloSr. de Jorge Dandin, d'Orgon,
de Mi. lourdain ede tantos outros? Provavel-
mente rhnos pelos inesinos motivos; porm
sua embaracosa pcrguula nao me permlltc
mais cntregar-uie eipresso de iiiinlia alegri
Salamos.
Alguns minutos depois achavamos-nos em
una liada salinha, que tcm alguma analoga
com o gabiueie de Irabalho de un amador das
arles, Oa papis tinham sido trocados : eu nao
faiia mais perguntas, responda a ellas.
Minha amavei ouviute, sentada em una ca-
deira de bracos junto do fogo, poz-sc a traba-
liiar em um bordado.
r Agora, me disse ella, pude comecar que eu
o escuto ; mas pcco-lhc que nao use de phra-
cs, que nao faca dessas considcraccs sobre a
naturrza humana; que nao parcicm profun-
das senao porque siio obscuras. Nada ha lo
enfaduubo de se escutar ou de se 1er como es-
ses grandes nada longos e son iros, decorados
com o lime de obscrvaccs philosophicas ; he
faciliino diier-se simplesmente cousas simples.
Nao ha oeccssldade, por exemplo, quando Ihe
perguuto, quem foi o pai de ilenriquc IV, se
remonlai* como Daudin, alii ao diluvio para
rcspoudcr.uie. Portaolo explique-aie siniplcs-
icnlc o motivo desle plienomeoo vulgar, co-
mo o Sr. dit, que se chama riso.
Vulgar, sini senhora, como ludo o que he
eominuiii ao hoinein e de uso continuo, como
o beber, o comer o au.lar. Nao corre o riso
por luda a Ierra ? Dio tcm direilo de cidade
em toda a parle, desde o Olympo dos amigos,
onde o boui Homero no-lo mostra to Irauco
entre os deuses, al a tasca a mais iminuiida
de uossos aiTcbaldcsP Nao penetra cm toda a
parle, em Creso como cm Dingenes, cm Itabc-
lais, Voltairc c l'craugcr, como em mim ? Fa-
vonio da mntiil ule, da saude, da riqueza, da
belleza, como he elle o consolador do pobre,
do duenlee do*carcunda? Nossos pais, os Gau-
lezes outr'ora ohaviam to bem aculhido, que
entre cllcs hava lomado caria de naluralisa-
(o. riso, < ,ni c'cilo, tem esta vivaeldade.
esla 1'rauquez.i que caracterismo o reino lypo
gaulez.
Em qualquer parle que se manifest, a se
nliora o reconhecer pela llexbilldade de sens
iiovlmenlos, pela,sua ligeircsa. yau he elle
que forma em certos roslos estas contorsdes
que a civilidade c\ige algumas vezes ; pois
a
r" lo, desdes grosselra farea de Pilboquet al I F.xpoVtACo. Hiate Novo Olinda.
delicada opera-bufla, bt sempre um per- Phlladelphia, barca aBcricsna John Var-\ v, ,ers,rrem'iitado perante o luiz rtna n.
r.rcpj,;^:d.rer',i?e3.^ndr-^
Hu. ^V^li^^'d'esg^^
nao posso chamar sito a estes IregciloS que a
que lera o lelegrapho, resa, c o numero da poltica me arranca torca para u que cha-
. cmara onde se chamou apparecc lo mostra-, mam ditos engrafados de Mr. X. Nao. Tudo
dor do lelegrapho ". oque he feito com esludo, carece de espou-
tomo para comprovar aoriginalid dadciraincnte americana, M. C. L. Dmnlng- que se niauilesta liio depressa, que nem me
ton, da Nova York, expoz o modelo d'uma ,|, a mim lertipo de guardar adecnela, nem
igreja llucluanle que existe realmente no por- a Senhora de cuidar em scus dentes admra-
lo de Pliiladelphia. Esla igreja he frequenu-; veis. Kscute. Uoiitem passou na ra e-tc
da pelos inannlieiros dos navios arribado ou b un riso gaiilc a senhora o lera visto ao
que estao para partir. | natural na uccaslao do iufoiiunio de um fatuo
As dcspi'zas para a sua conservaco, o or-, incomparavcl, que quasi occasiona s lestc-
deuado du capcllao c mais empregados uo niinilias do seu desastre syncupc c desmaio.
Figure a senhora um lindo rapaz, do genero
pOMMr, desses i|ue se vcin as gravuias de
modas e que no se apresenlam no tlicatre, ou
o ..i,..i-miii ......... actual ,
menlea 1.400. O valor total dos vasos per- templo provim de contribuisues voluntarias
tenccnles maiinha mercante do .Imperto brl- r'rou"> >> Pensylvania c nos estados visi-
lanico he de uns I i3.iihu u. n de dollars o que
1 lllmamcntc chegaram
exposicao qualro no baile scniio para di/.er :
* e
Admirai-ine. Com
gauham annualincutc cm fretes anda, pouco
unisn menos, por 141:000,0110 de dollars, eo 'l1'" """"'."'^>lfiV Uedcui em cipaciuau c a perua leza, acbela levantada c um ar so
valor dos geucros que annuilmcnte Iranspor- ^JlJ'i'stc genero se Icm visto: os don herb, um leliz dcsie genero mostrara enlre
gales, c os dous me- a., "'iraoes urna deslumbradora cal{a branca
liara tura, de .100:1100,000. I narie ores 1.450 Estes loneis construidos na In- e um '"UM azul com bolea amarcllns. Kil-
os liespanha, para se trcianlu que .ebelo de si, elle se pavonean
Londres. ,tr i"-,a """"" "' '"" cneherem de vinho de Sherij, c depois oulra prla exircmidadc u'a "tf.'eada, a roda de um
"O. P.o.u.c.0. i", ,..., a.< |,lvilis brila- vei remcltidos a Inglaurra para ligurarcm na desastrado carro, puehad ci.V" presteza, cabe
..Vicosn.ulrag. un, por annn," causando um ^'t- ..l.llc ." "l"v?m cheius "'""' "uraco da ra cheio d-'P? IUJ-
lain para os dillereules ponos do reinoaOja^slkV iM"l1u!rcs c-jiitiu 3,900
liara fura, de ,"iOil:UOO,000. Uiiij,^,,, pVrlc nresi.45U Estes Ion
de todo ste comine.cio, ffi \ |lel;.,,, glaicrra foram enviado
Londres. _#* rncherem de vinho de
Depone.,;, p,-;, lnellos Ai Myio, blila. ve. remellidos ilnglai
p%*f:?p?&2?:Sk';S$Z?lZ A\tfJm\m libra, 5,e,,,.,i mas g,ha, c faz espadaar sobre" o ,j. uu pouco
de 1.000 vidas por anuo, .. que equivale a ";l {{" adii.ill.do no palacio de cristal pelos de lama que o emporcalha compltamele O
una pessoa de cada 203 empregadas na nave- miimsar.os, e sera vendido como relicseo. rai n.-io he mais vivo do que o riso que aco-
gac... Os navios de vela empregados no trans- Uma da coma que no palacio de cristal ||ie0 este iueidenle. Em um segundo todas
torna-se grave ; se onerigo de Imaginarlo lor
na-se serio, se Moliere, na represenlacao do
Ootnit imaginario, cahe realmente dbentc e
marre, o rilo desapparece.
He porque o rlm nao se mostra seno quan-
do a alma est calma. Nunca leesla nial di-
posto a rir, do que quando e tem o espirito
lai' de cuidados. Por io urna physionoinia
melanclica c triste altribue-e ao remorso,
inveja, colera etc. Quando um homem en-
(e-se coma almallrre, quando tcm apartado
de si toda as ideias, que sio objecto de soR'rl-
inenlo ; quando o medico tem banido a Idcla
de seu doentea, o julz o cuidado de su-ts fun
(Oes peniveis; o padre os interesses do co ; c
estadista, o embaracos das dignidades ; o ne-
gociante o pcnsamcnlo do seus negocios o
marido e o pai, a Icinbranca da inulher c do
filho na necesildade ; cntao, quando se nllV-
rece occaslao, todo se abandonaui ao riso.
Tudo Ihe serve de pretexto e de alimento ; to-
dos o procurara, todos o provocara. Para qie
recorre-se ao vinho, este cmplice da alegra
aeno para delxar nesle Letki, que expelle lo
bem a lembranca, a realidaiie arla, ou tril-
le Porra se no meio da ruidosa expresso de
prazer, o medicse lerabra que amorte corre
para o Iravessciro de uin enfermo, eque, com
o soccorros de sua arte, elle a pode deler se
o julz os padres, o estadista se recordara dos
eu gravea dereres ; se o pal se lembra de seu
lillios que esto na miseria, logo o riso dcsap-
parece.
cralinente o horaen sem ideias, ineapa-
es de sentir emocOea, egostas, feli.es em to-
da a despeza parecen) ter o riso estampado so-
bre o rosto.
Pelo contrario os pensadores, os philosophos,
os l........in de uma natureza iinpresiionavel e
corapasslva, propenso ao ldeial, aquelles
em os quacs abundara a dcia, rara rezes
riera,
Espere, Interrorapeu a inhiba ouvlnte. O
Sr. ennuncia dcbaixo de uma formula geral
facto que nao podem pascar por apborismos
i.orno explica o Sr. o riso do desespero, aquel-
le, por exemplo que Orestes em seu furores.
deixa escapar, quando exclama :
Ciimprio-s*- o mru uYiiino fttou eonlrnle! Por
ventura a alma ,-si~ ento calma ?E se o
riso que vagueia contanleniente sobre os la-
bios he um slgoal de imbecilidade, como qua-
llficara o Sr. a Vollalre, e a outros pensadores
mordenles ? Segundo a aua opnio, o cora-
ccs fri c egosta.
A senhora bem sabe que a excepcSo n8o
deslroe a regra, e estes c izos, o_(ie mo apon-
a sflo excepcOes.
Muitas rezes a alma dominada pelas mais
violent' paixi -, em voz de estar calma,
sento-se lacerada c se irrita com desespera-
da energa ; r i-i, 11 vi i nostas accasifies ve-se
o riso : mas he o riso amarello, ou sardni-
co, sardones amarior herbei, paroxismo dn
colara. F.lle nasco da commocSo violenta
dos ervos. O diaphragnta convulsivamen-
tc agitado, abala os ervos e Taz apalic.jr no
rosto esto signal do prazer. Eu explica
lambern o cijo perpetuo do homem superior
como so costurara dizer. Dolado do uma
de numen') multo grande, elle le da
alguma snrte na alma, v ahi os movis das
accOes e descubre o ridiculo. Esta segun-
da vista da-llio uma superiori lade do sito
da ou.l encara Tactos o gestos : elle jalga
(is homens segundo os nietos que empregilo
para roalisar suas ideiss. Ora do ponto de
vista cm que elle se colloca, estes moios ihe
parecem sempre sur lidametile grandes, ou
grandemente pequeos, isto he ridiculo,
l/songea lo enlJo o amor proprio, elle ri de
ver esses micromegas fallaren) e obraren),
He a vida le que hulla os ervos desle
hornern.
A vaidade, o amor proprio, tal lio seguh-
liur,s- fc fgar, tndo desobrecelenta'1 corretenn'v.
Amsterdam, acuna dinamarqueaCoi/i.J,.,,,,, aobrtess, el rea bijirrona tsmhVm
de l53tonelladas, conduzio o aegutnle : noT8 aCui.M Tundeado junto ao Irioienn
7.150 couros e 9,500 chifres cora 221,555 do aig00a0> aonle pode.ser examinado ,"
libras. pessoas quequizeremalgum eiclarccirnen-
Bslttmore. bngue ingle Novparttl, de 317 to, plom drigir-so a Luiz Antonio Perd
tnnelladas, condttzo o seguiote : -94 lo-!r#< na rua do Qualmado.
n -liadas e 65 arrobas de gomo. .. para o Aracaty segu viagem com mui
Camaragibo, hiate hrasileiro Sanfo AnJo-| la breridade o hiate Exalaclo, mestre An
noor do Rio, conduzio o sogumte :-7 ion0 Minoel Affonso: quern no mesmo nni
harris, 1 plp, e 2caixas vinho, 55 barr zer carregar, ou ir de passigem, VOieen".
bolacha e bolaxinha, 5 harneas bacslhao,, tender-se com o meslre, no trapiche do al.
3 hairis serveja, 1 dito 50 botijas, e 2 Tras-. gg queiros genebra, 33 camssabao, *IOarro- .. Para Llsbu, coa llld, a brevidado por
cha, 2 volumes alhos, 23 resmis papel, 437 sousconsignatarios Francisco Serorlano \u.
Caixas charutos, 500soblas, 1 barril polvo- bello,
ra, 1 barrica e 10 lat suJrnhas, II volu-- f.ara MarnnliSn
mes loucasevdros, 2 latas chocolate, 2 ca-', ,l-'ea" luaral>"*>.
xas passas, I saca Teijo, 25 libras rap, 1 i muilo conhecido e conceituado brigue
volume alpiste, 1 ancorenta azeilona, I bar- ""> brasileiro ara, dere chegar nesl0i
ril lingucas, 12 gsrrafas licor, 4 arrobas sa- ",8 esl8 pono, procedente dos de aquel,
lilre, 2 sacas cal, 12 frascos concorras,! el regreasara para os metnos, com a eos-
caixi licores, 1 caoastra batatas, 2 caixas turnada, incontestarel brevidado, tenloj,
carnauba, 1 dita traquea. sacos ciT, 12 "">' parteda carga promptaj paraores-
arcliotes tanle e paasageiros, para os quaas offerece
RCGKBEDORIA )F. RENDAS GEItAES oplima accommodacOes: trata-se com Jos
INTEISNAS. Baptista da Fonseca Jtjnior, rua do Vigarlo
Hendimento do da 29. ./.. 285,074 segundo andar. ___,
CONSULADO PROVINCIAL. ,, ^**i
dem do da 29 .... 784,955 LeiIOeS.
lMovimento do porto.
Leilao de serveja.
Na porta do armazem de Da Ferreir de-
*,-&! sarapA ^. s^ **-. ^M..ru &&
quenghin, de 197 Ion.-liadas, capilSo E. 1 u r ,. j j
Itoone, equipagem 10, carga, armamento,] ijorDelt, lenao (le reti-
Tazendaae mais gneros: a G. A. Brandar, rar-se para Inglaterra, ticstes das
B/h.r'Idlli.^'taL, u~* de/^ o Mu leil3o ( j anunciado j
144 toneiiadas, cspiffo i. u, Savry, equi- por nterven95o do corretor Migue
pagem 10, carga, tabaco, algodSo e mais fiarneirn ,in rir li rln mrrn
gneros; a Croco & Cumpmhia. Segu! *jarne,ro' ,10s a,dS JI aoMn'
de agosto, as o horas da
p
gneros ; a croco 61 Cump
para Uavro, roio recobor ordens
New York 41 das, escuna americana Cl Ion, de IOS lonelladas, capitn O. Daggolt,
equipagem 9, carga, polrechos de guerra
e plvora ; ao capildo. Seu destino he
paraoMoxico, veio arribado A este porto
por ler rend lo do Gurespe;.
Muras sahidoi no da 29
l'iiila'lclphia ~ barca americana lohn Par-
num, capililo S I' Willeby, carga, assu-
car ecnuros.
Em i-Hiiini.s-.'i.i a escuna nacional- Len~
doa, commandanto Joaquim Aires Mo-
re ira.
Declara $6es.
O II.ii. Sr. inspector da thesouraria da
Tazen la provincial, em cumprimonto da re-
soluc3n do tribunal administrativo, manda
Tazer puhl co, que no da 7 de agosto pro-
xi.iiu vin louro, vai n trmente a praca para
ser arrematado em hasta publica perante o
mosmo tribunal a quem mais der, seis mo-
radas de casas que cobram Tazenda pro-
vincial cm pagamento dosellodeheranfa no
inventario de Joaquim Luiz de Mello Cario-
ca, e que na conTormidade da lei foram ad-
judicadas a mesma Tazenda provincial, sen-
te, e
manhaa, de toda a sua mobifa ,
carros, cu vallo*, etc!d etc., na ci-
sa de sua residencia, na rua do
Hospicio junto ao quartel.
Bnlhe & Bidoulac como liquidatarlos di
casa deT. II Lutkens faro lieilao por nter-
veneno do corrector Miguel Cnrneiro,no dii
quarta Teira 30 do correte as 10 horas em
ponto do restante das Terragena e miudesis
ilo mesmo senhor, consistinlo, em. limas,
facas de charquear, ditos de cabo lere, du-
las para- meza, pregos .chaleiras & psnnol-
las de Trro, bacas de lalo e rame, bolfles
de ac, madreperolas & duraque verrutnas,
espelhos, clcheles o que se vender porto-
do proco para liquidar, e continuar o le-
13o com um sonimento de ferragens,miude.
zas porconta de Rothe & Bidoulac, que
lambem se vender pelo preco quo deroni
no seu armazem na rua do Trapiche novo
n. 14.
Avisos diversos.
Ini moco hrasileiro de boa familia queji
tem alguma pralica no commercio deaeja ein-
do qnatro na povoacSo dos Afosados ns. 24, pregar-ie em uma caa extraogeira ou naci-
do me parece, em ultima analyse, o mobil .26, 28 e 30, aroliadasem 900,000 rs.;e duas' nal no deteinpeuho do arma.cra ou da co-
do riso. Um ridiculo he uma fraquesa, por na rua dos Pocos ns. lolC, avahadas em branca; cinquanto a ua conducta pode apre-
conseguinlo um signal de tnferioridade. 300,010. Os concurrentes comparec.1o nol"en'l^a5melhore, recominendacde; quera de
4 dillcrciilrs par- chaina mais a altenfao ds dama, he nina as phvsionomla linhain mudado ~dc aspecto ;
Irlanda em 1810 fu"te que lanfa agoa de Colonia, chamada c |a| era a ooofuiSo do hroe, lal o embaraco
gafi'i. us navios de vela cinp
jiortc de luercadoriai entre a
les de Grani-Brclanlia e da ....
aubiam a 8.67, ns quae lazlain 251,000 ra- "''''" ,"0"0-, ., dl!8lla coniinencia. ha pouco soberba, que as
gens, e llnham capacidade de caneear MM- o lands para prnver, como promel- ,;arK.ilhadas se succediaiu de modo a compro-
23:000,000 de toneladas. Londres lein qualro teram, o publico de agoa de Colonia durante melicr o baen. Kste inovlmento de pra/er
veze. mais navios de vela c dez ve/es mais toda a cxposic.o, acibaui de alcanjar que leja sela ,
tonelagem do que qualquer nutro do reino, 1,vrc de dircilos toda a agoa de Co una que animal?
leudo porein smenle mal um teco de va- ? uo cu cslabclcc.inenio para este lira. .nfcliz.
. n /. .i,. a.,.'.. 1 .... ..i..:..
pores do que Liverpool
Ha actualmente rjuasl li:0()0 millias de cami-
nhos de ferro na C-ram-uretanha c Irlanda, c
111 dillerentcs linhas, sem fallar das ramilica-
Ves ; pcrlo de 1,500 milhas acham-se ein
couslrucco, e ha autliorisarao para mais 303
{!)> Eiluntfnrle.)
porventura commuuicavel do homem ao
>io sel. Mas no momento cm que
corra a esconder sua confusao
Distilo do homem que lom um ridiculo que da cima indicado pelo meio dia ra salla
naolenho, colloco-mn na altura de que o do mesmo tribunal. E para instarse man-
pnva este defuto. Deleito-moom admirar dou allixar o presente e publicar pelo Diario.
cm mim mesmo este ponto do superiortda- Secretaria da thesouraria da fazen la pro-
i'Xporimento prazer com issd ; meus. vnca| de l'ernambuco, 28dejulho de 1851.
ervos vibiSq, oeu ro. Pelo contiario nao o secretario
me rio do rid que- |e qsii tei.ho. Tor- j Antonio ttrreira da Annunliaqto.
nar .'.vlicufo uik rcrsonagem\ rzer vcr( TendoS Exc. o Sr. presidente da pro-
quinto lie iliggo d desprozo un .Vj^oci- rincia romelliJo a osla directora geral ex-
la, quanlo lio louca uma_alToctada riJicaia, tmptar d,, rogulamento da instruccSo pu-
quanlo he desgracado um avarento a quem D|ica do .- Je maio p. p, para seram distri-
a Torlutu devta Tazer Tliz, procurar em Bm buidos pelos! Sis. proTessores pblicos de
pela pintura rerdadeira, ou carmgadado ambos ossoxAs; de orlem do lllm. Sr. di-
delTeito, pemunir-nos contra elle; nisto he rector geral Ja instruocao publica faco sa-' premio dou por canto ao mez, e uma boi
que consiste a moralidaJe da comedia ; c.i- Deri ., quem/conrierque os ditos exetnpla- firma de um negociante dessa praca ; quem
seu presumo se qulier utilizar dlrija-se em
carta fechada aob letra M. aeata lypograpbia,
O Sr. lente Joiio Bcrnar-
dino de Vasconccllos queira diri-
girse rua Nova n. 35, a negocio
que Ihe diz respeito.
O Sr. Joaquim Ignacio Clemente de
Almeida Sarlnho, queira rir nu. ni*'<',.ir pa-
gar na rua Nova n. 35 o restante da conla
qnc ficou incumbido de pagar por seu ma-
no, quando daqui sabio para o sul em 1849,
-- Precisa-so de 400,000 rs dando-sede
ru i ti* mil i, um endiabrado caosinho laucan- Hijat tidindj mors com o ridiculo ella pule res acham se'no lyceu, aonde os poderam ir quizer dar anuncie a sua morada por oslo
do-sc-lhc s pernaa, veio compronietter a lo- os costumus. O homem he 13o proluoda- ou mandar receber. jornal,
tci;ridadc uas inesmas, e dar mu novo elcmen-1 mente possuido do amor de sua excellencia | oirecloria eral, 28 de julho de 1851.; Alluga-se o primeiro andar do sobrado
pessoal; le i) de tal soilc necessdado de po- Candido Eustaquio Cesar de Millo, amaouon- da rua nora n. 69 quem auiser alluga-lodi-
.Nada be tao
li> ao riso. .Nunca o vi mais espontaneo, mais
( P.IS0. lraneo. A senhora mesilla ha pouco ra Iran-
ciiiinso de observar-sc, paia cainenlc desse dislrahido que betava sal c pi-
dividuus que eiperimentam as inesmas sensa- ra, e lancar o e lenco de seda ao chao, ludo
$cs. qifanlas as phvsiononiias diversas, c as rirao
operaego
fcvieic calcula o termo medio do cusi dos ca-
ninbos de ferro nos Kstados-Unidos em 10,000
'rda'cadVmi'h; nVr'nmrdc 200 Ooo"'^!',.! *"Ma'Vl "'r""l-lc ". *Prourc edV.eU masire.e^orc^o^scpc,^-
assmni, 5M,%a^a. o^rl^e a mn!. variar ao innnUo "' '"*> e dolar "da un. ras frusladas de meii vlsinho Raymundo c de
dr^'TdsVeT^nn" de'mrcaniMlho tSTJSl?!22!X!S!!E2!!S B- *' "'> das siu5es criLa, que., tcm
paasageiros viajaran) o anuo passadu nVsses
eaiiiiuho, o que equivale a nina viagem de 17
e nieia milhas para cada liomein, mull
penciia r VPr um |
>'a variedade dos ser, o hoinem, d^am o gir ideia do perigo, de ver um mono julgar-
que quizerem cerlos impcrtiiienies quemeabs- se I.ovclace, de ver uma velha faier de ni^ja,
terei de ciualificar de uiisanlliropo (nao creio de ver um velho diter
dessas que Comraerson cn-
nnii -> de um eiif'irdudor, ao
esproporcio na fei^de do
do -irpo.
_c p. lavor esles dillerentcs
ansam. -ia senhora este signal
doreslinar-se a si mesmo, que o modo de se aichvista. [rja-se ao bilhar irancez que achara com
des merecer na sua propria estima, e por con- : Rgj, cOMI'ANIItA DOS PAQUETES INGLE- quem tractar.
seguate na dosoutros, o impelid o aperfel-j ZKS A VAPOR. I Oahaixo
roamcnlo; nflo a perTeiijilo absoluta poretn
geralmentea umasuperionjade relativa, ti-
le consentira de mu ba vonlade em ser
zarolho, rom lanto que os oulros lassem
cegos. Comprchende agora a senhora por-
que rasao o nomem sa deleita em manifes-
lar-so sobre a secna com seos ridiculos, com
suas paixes mesquinhas ? por que raso se
entrega a seus proprios sarcasmos debiixo
do veo de un Talludo, do um Ceronle, ou
de um Dandin ?
Porm percoboquo minha eXpliC4(8o n3o
procedou com a mesma presteza das agulhas
do relogio. Suato deixar um terreno que ha
pouco me pareca ingrato, e onde agora so-
beja a materia. Vejo de todas as partes no-
vas reas. Se a senhora peiinilte, deptbis de
lecotas, purificadas u fundidas algu-
mas destas observaces philosophicas, eu
llt-as apresentarei um destes das.
lulio Commeej/
(llluilralion.
Keparlivo da Polica.
u anaixo assignado respndelo an-
O bem condecido e veloz va- nuncio do Sr. Vinario Manoel de Mello Fal-
por Teviolt commandanle Re- cSo e Menezes dizendo-lhe que recorra S-
rett, devo aqu chegar dos Sa. i sui consciencia, e aos ttulos, queex-
portos da Europa no dia 31 do isiem, que sbeer a obiigacSo em que esla i
corrente muz, c depois do uma demora aqu propriedade ConceicSo ni Moribeea pin
de 12 horas do da claro, seguir para os do com o engeoho novo da mesma rreguezia.
sul; aquellas pessots que quizaren) ir de
passagem para os ditos portos; devem apro-
reitar-se deste rapor, nSo s pela regulari-
dada de sna marcha, como principalmente
pola M.'gur.ine.i o iimii aranjo do mesmo ;
assim como elle tundeara o mais pertoque
for possivel; as pessoas que pretenderen)
passagem, deveram tratar antncipadamenle
em casa da respectiva agencia : rua do Tra-
piche n. 42.
Associai;ao commercial de Per-
n a mliitro.
A dreccSo convida aos Surs. associados
para a reuniHo ordinaria em assembla ge-
ral no dia sexta-feira 1. de Agosto prximo
vindouro, ao meio dia om ponto em con-
formidado dos arls. 2), 21, 21 e 28 dos novos
estatutos.
Todos os
haquim Machado l'orlella,
llum oflicial reformado responde a de-
claracilo feita pelo Sr. inspector da thesou-
raria da Taaenda, que ellee seus compa-
nbeiros nlo tem ohngsciiu de aprese,ntarem
suas patentes, ou ttulos, porque he do de-
ver do Sr. inspector da thesouraria pedir ao
Sr. coronel inspector da pagadoria uma re-
lcSo com os nomes de lodos os ofliciaes re-
formados com declararlo da dala do decrelo
de suas reformas, e tudo mais quanlo for
preciso para seu esclarecimento. Esta mar-
cha dere seguir o Sr inspector da thesoura-
ria, enSo querer que os pobres* olliciaes
reformados apresrnlem suas patentes pan
serem registados, que suponho no cusma
menos de dous nil rs.
artilla nilencdo.
Ainda se previne ao respeitarel publico,
que iiiIii a ceite uma letra da quanlis de
1:886:520 rs. que se diz aceita pelo finado
llenriquePoppe Girao, to de minha mu-
Iher cuja letra ja se acha protestada, ms
o saccador ainda no lere animo e nem o
i lera de cobrar de mim a metade dessa letr,
[a que esl* obligada pagar minha mullier
'. como herdeira da metade de todos os bm
I:apti ii i c Francitco da Concelcao Itodrlgue
de Selxai, para recrutas ordena do aubde-
egado da freguc7.a de Santo Antonio, fran-
cisco Pinto de Queiroz, Jos Caetano, Gou<
falo Jos Mara e Francisco de Salles (lomes,
'- subdelegado da
"os do Carino,
C0S.M0I1AMA.
Com as vistas j annunciadas
dias das 7 as 10 horas da noute,
l.'iii .i-la 500 rs.
Aftas.*menos de8an^o,' ^T^sx^x^z^
xad'i de fazer publico este negocio, ede
proceder na forma da lei, mas se attanlo
1 me obrigarem eu o farei.
Racife, 29 de julho de 1851.
Marcelino Jote Lopii
OSr. I.'aiilio -Bizorra Monteiro tero
uma carta de Sergipe na rua do trapiche n.
Avisos maritimos.
truirea-MBO Reino-Unido 582 mili, de.de 2" L??"",JOB "P"0" ">el1"'," engrande- porlancia secundarla
o auno de 1,800. Crea de 2,300 uaiiha. siio '' "^ ^.'mna, um ar nobre egr.nde: .rio do lindo, e do gra
O i turulo he o coolra-
acioso. Entre o felo e o ri-
COMMERCIO.
I Y'"' lnM "e Moliere ou qualquer outro te inoitra a diculo nao ha seuo a dift'ercnfa do mais ao
inmll ",f*ino' Pcqucno,mesquinho e grotesco, rs .' menos. Sua nalurea he a mesuia, seus efl'ei'
daPetod 0 W 000 dcVessoaCvia^ra'nnuanr ,li ""'^^^^{a^e iMc^o",!,! eno",. "sa'1.l'u;a"ireTm%",ma7.eu."e'ci" I ALKANDEI
[^iff^S^B^hl^SlSuy^^S' 1;n.lrcu"10 o ""> Pce er o .Ignal do prazer los smente difte. en.. O felo, cora eQ'eito. pro- Hendimento do dia 29
do dlsiancl de 50oSo de railha A iS^f^^ ^.""r*?. Por "? P'""em du. o borrirel, contrario do sublluie. Aquelle | Oscarrejam Aoje 30 de julho
Para o ltio.de Janeiro segu riagem
con brevidaje o'brigue hrasileiro Animo,
capililo Domingos Antonio de A/.-vedo :
" "'l. t*V lllll'r, 1 .
casada, c o preto tal, por in-'sagem ou embarcar escraros, pode enten- Tem-se justo comprar ao Sr. Wiulh-
der-se com o capilSo ou com Luiz Jos de chard, o carro cor de caf, e outro que min-
S Araujo, na rua dn Cruz n. 33. dou fazer : portanlo, se alguem tem ale,"1'-
Pai a o Riode JanelroMgun em poucos direito sobre elles appareca na rua .Novan,
das o patacho Valente, para carga, passa- 63, no prazo do tres dias que fuidam no pn-
geiros e oscraros afrete : trata-se com o ca- meiro de agosto.
pilSo na pra;a, ou cora os consignatarios, -- Osbaixo assignado declara que B
.21:370,0*1 Noraes o Companhia. tere parle no pedido que se Tez ao digno di-
l'ara o Rio de Janeiro. j rector do theairo de Santa Izabel para s-
cancellas ( ttmifike j e oulra estradas da
i .i un-lirri inli i ..... fallar na Irlanda) (eem
1211,000 milhas decomprido e custam annual-
inente 8,000:000 de peo.
Oa i.iuiinh'is de ferro, canae e estradas da
(.rana Brelanba e da Irlanda leeui 130.000 ml-
aber que s hipcrita ouararo Porque rls que de um lugar cguro cunicuipla uan tem- Rrigue portuguez ~ Laia m'rcadorias. i,. .. \ .__,! .;. mitti-lo no Irabalho do scenarlo, e muil"
eBU0? 9*!&. SJSSdfr.lZX^J&X I '"le americano ..Brandy-Wine- breu. ^,*VS?Me1ri Oh**?^'^* 8gradeS ,eS,Se ""** inexDOl ntereSS6
._n in... .,...... n... nn.a...n._ j que por elle loma.
andn para cima de |-,930:0O0 de pelos. Ajun
tando-se aisao a omina gasta coma luarluba
mercaiiic, que he de S?i,uoO:000, terciiao a
prodlgaosa torauaa lotal de 2,201:000:000, que
a Orau-ltrclanba tena empregado nos lucios
de conianunicaco e transporte interno e ex-
terno. Nada pode demonstrar inelhor a gran-
de euergia e aciividado da nona grande riral
coiiiinercianle.
"T"' ncstade no mar, acna o espciacuto luunuie iiajojo meiiCIDO Bronav-IKincbreu. "," ",Aij -""' "= agradeco
Porque ri-ae a senhora? ,,e nao nclle.enao uma grandc.a que ludo f ,,r,si|eiro .. ^H/a Brasilelra gene- cun hrasileiro Olinda, os senhores que no \
bUpergunta lena aiperamenle era uma nol- esmaga, pordin o paageiro que, obre o na-i "" '" mesmo tem escravos para embarcar, o de- M _,. ui.!m
CoVsUD GERAL. 2^1^ ""^ *' "* M hr";" "-'o ^.Tll?IS *
hendimento do dia la 28 .33:548,487 aa manuaa. ^____^ u.; parlices publicas que cobram os i.mPJl'J
dem do dia 29.......
te no meio de una acea que fatia arrebenlar rio raeio epcda(ado, le acha era preeo(a da
de liso a ala de uin theatro, a uma senhora da iriorlc, nao r< na tcmpeiladc enao ura eape-
.lan. Brelanba e da Irlanda leen iju.uuo ml-j ,,,, e,plrlluo.a e critica, que couheco, pro- taculo horrirel, uma desordein c.panlosa.
^Mtof*????* !.2!S!? ?. ?? du.ioncllaoellelto da apparlcao repentina do Certa aeces Unabein cncitam o de.go.lo e a
meslre era uma escola de meninos era dcor- repulsao a tal ponto, que, nao podendo nin-
dem, guein contcntar-se com chama-las fel, to-
a b porque nao ai -se o senhor.'* replicou dos as chamara horriveia. O ridiculo oU'ende
ella Incoolinenie. simple.mente as propeosdes aecuodaria da
Eu obiervava cntao o modo diu.-rentes, pe- alma
vern ter a bordo nesse di
33:548,487 da m3.
2:015,160 tieara e rara. e consumos de tabernas, que nodia27dc
-------- A releira e bem conhecida escuna brsi- julho corrente desmanchou o que ttnhi
35:563,017 leira Emilia, de que he capitn e pratico An- Iraressa do Dique o. 24.
----------- tonio Silreira Maciel Jnior, dere chegar do lost Comes. Ferreira da Silva.
DIVERSAS PROVIiNCIAS. norte por estes dous dias, o seguir para o .-- lima senhora qu bem sabe cosinirai,
lo, quaes a ranada, phj.ionomia. que abran- Em geral, creio que a .enhora encontrar RfnJimeiilo do dia 1 a 38 2:127,678 Para coni escala pelo'Co.r, cein a costu- propOe-se a ens.nar muloquese negras, sem
gia.iimeuaolbo..espri.i.iamorlso.eraaiacora- a.rapre pr.e0a do ridiculo, onde quer que dem do da 29........ 68,535 mada breridadei: para carga e passagelros, que por isso perceba cousa alguma : quem
migo mesmo as rclenoei baoaes que formara a ae manifest o rlio. lntrodu-e o ridiculo on-] -------------- trata-se com Joao Garlos Augusto daSlIra, de seu prestimo se quizer utilisar, dirij-"
introduce o dcia liuba, reezes rerdadei- de e quer veroriso. No ihcatro, por exein- 2:196,213 na rui da Cruz n. 13. rui da Cruz n. 15, segundo andar.
miitii Ann




Alugi-se o primeiro andar da casa da
3
c. n..naM1n ln I ^Alugi-se o primeiro andar na c
.. Roga-M 80 Ot. Bernardo <>-,ruspdo c,e, n, 5, pertencenle a Fra....
ruinara, que por sua bonda-jAlvesda Cunba.com multo iceio elimpe-
KJ l I-. *^ai l\mRMIllitB eildififintOG Itlfl 1,1'.,lila
Sa entre o partido liberal desta
Provincia, he propridade do mes-
L partido, ou de S. S. na quali-
dade de credor daquelle estabele-
cimento. Espera a resposla
Um contrwuinte.
N, loia de unileiroV S8, da ra Nota,
" '9,.,e de offlciies de litoeiro.
pr O curador da heranca do Meroz. nova-
"i aviss i quem liver em podor do mes-
mCn Moro? algum objeclo, h.ja de o tirar .-
Toi il 10 de agosto prximo, do conlnno
^UT^r/r^, venda ,em
" I Preciaa-ae alugar o primeiro, ou le-
sundo andar de urna eiai. ia *"" pnnci-
8"".".:. .~,., dwndo ser a sua locali-
andar do mesmo.
Paulo' GnlfrnoHx, dentista
francez. offercce sen prest- "1
um ao pbbllco para tonos os w
mlstcres le sua proflsso : 9
pode ser procurado a qnal- 9
9 qner hora em sua casa, na 9
9 riia larga lo Rozarlo, n. 36, *
secundo andar
Arronda -se, ou vende-se urna casa de
podra e cal, sita no Monteiro, com terreno
para plantar e com arvoredos de frncto, por
prego commodo : IraU-se na ra das Trid-
cheirasn.48, primeiro andar,
RETRATOS DE ELF.CTROTYPO
Bslabtlecimento de Carlos O. Fredrteks &.
Weekt. No aterro ia Boa-Vuta n. 4.
Tendo chegado os professores Carlos D.
Fredricks &. Weeks dos Estidos-Unidos
com destino ao Itio de Janeiro para onde
seguirilo em pouco lempo, avisSo aos habi-
tanles d'esla cidado que o seu eslabel- ci-
mento oslar iberio dehojeem dianledas9da
da tarde. O respeitavel
n.l nata aspacosa, aivunu" =. .. ,.,...,,-
P, i. biirro d S Antonio, e as ras do
leiio, re'po.cadeia on S. Francisco:
,'uarn o liver para alugat, annuncie por esta
folha para se tratar do ajuste^ da Un]e 0 refpeitt,
" Tt^l^nm-WJ^-wtiP^Keo he convidado a visitar a galena,
igenho perto desw praca quem esiiyer.p .....,.. ,r,Aai oot este svstema Iflo
S circunstanes, d.,,,-se a ru. I.rg. 1^^^, ^.do?l que o/.ntigos do
en
nestaa
rer*, ,.*- --------------------* --- .---
lo cstam promptss, e nao se tem mandado
por ignorar-sesua casa.
...A mesa regadora' da irmandade do Se-
nhor Bom ieaus das Dores na igrej de S.
i.oqcbIo, tendo ue proceder a elnicflo da no-
va nirs regadora, convida Aquelles irmaos
nu* anda nao tenham assignado no livro
competonte as suas entradas, como dispOe
o capitulo primeiro do paragrapho primeiro
de seu compromisso, queirao ae dirigir
qualquer llora do dia em casa do e.cnvSo
dual, na ra do Cotovello n. 137.
.. Rnga-seaoSr. Bernardo de Albuquer-
aue Fernandes Gama, queira dirigir-se a
Oindi, padaria do Varadouro, afimdecon-
cloir o negocio qnenflo ignora, s que lan-
as vezes lem promettido. .
_ No dia 2 de junbo dosillo n. 18 na ,
passagem da Magdalena, desappareceu o,1' "
pelo Ignacio, crioulo, lillio de Tabaiana, Jonda.
II'I U (41 il 1 ll ( >nv. na / -~ |----------------- I ~
icrom mandar tirar os retratos de enancas.
Tambemsetirao copias de oulros retratos,
seia de pintura, ou Daguerreotypo. Traba-
Iha-se com a mesma perfeigao nos das nu-
blados, como nos de sol claro. Os das
mais proprios para as familias sao os da se-
mana, para evitara concuncncia dos dus
de fesla : e para o mar commodo das sc-
nhoraa ba urna sala seprada. Os precos sao
do 6#000 para cima.
No pateo da Ribeira, loja do sobrado
u. 15, engumroase e lava-se loda a quili-
dado de roupa, por prego mais commodo
do que em outra qualquer parle.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do'ltangel, queira mandar pagar a as-
signatura desle Diario, e em quanlo n3o o
fizer ver o seu nomo publicado em letra
Augusto S. Corbelt com sua familia e
orna criada de nome Rita vilo para Liver-
pool.
I'crdrn-so ha orcaslo da feata de S.
Anna na igreja da aladre de Dos ou da ra
do Collegio al a masma igreja, unscon
zes encarnados engrasados com varios en-
feites de ouro : quem os achnu querendo
restituir, dirija-se ra do Queimado, loja
de ferragem n. 37 A quo ser bem recom-
pensado.
Precisi-se para alugar urna preta es-
crava, que saiba tratar de crian;*, e fazer
o servido intorno de urna casa de pouca
fomilia : quem a liver dirija-se ao porteiro
d'Alfandega desta cidade, na mesma re-
partido.
Aluga-se um sobrado de 2 andares as
ruasaeguintes : ra Direita, ra do Livra-
oiento,!pato do mesmo, ra do Queimado,
ra do Crespo : quem liver e quizer alugar
dirija-se a ra da Praia n. 55.
Boni negocio para se eanliar.
Nilo convindoao abaixo assignado cunts
miar com a fabrica de cordoaria, pelos seu-
afazeres, o obnga;0es a qus esta encarrega-
do, tem resolvido vonder todos os utencilios
da mesma fabrica, fornecendo ao compra-
dor, a arte com todos os csclarecimentos
precisos pira qualquer pessoa poder dirigi-
li, n,ni mi no fabrico do carro, como tain-
bem no linho, couro, e outras qualidades de
cordagens ; lambeui vende hum terreno de
Ierras propriaseenchuto com capacidade, e
extenf 3o precisa para se montar a fabrica.
O abano assignado a'ianc,a hum lucro certo
a quom quiser emprogarnSo muito capital
nesle negocio : As pessoas que quizerem
montar a dita fabrica no anligo estado em
que esleve deverSo enleuder-se com o abaixo
assignado na caa do Sitio Araca em Sauto A-
marinho nos dias uteis alhas8 horas da
manda e nos dias de guarda a qualquer hora
ilo dia.
Manocl Luis da Veiga.

Precisa-se de um porluguei que seja perl-
cambad'o daa pernas, as fiaos e os dedos ;tQ ^TplaBiadle da'aitloT>ari o laaer em
/oveiros, he baixo e multo Tallador : roga- | um uo lugar ao HC,nedio i quem esllver neitaa
i a todas as autoridades policiaes e capules clrcuinsunciai, dirija-se a alfandega desta ci-
j cimpo que o prender, do u levar no dito dade a aeu porteiro.
sitio ou an lado do Corpo Santo n. 25, que I .- Novamenlo se roga a todas as pessoas
serS recompensado. em geral que esl0o devendo conUs antigs
Aluga-se um preto para o servicode na venda da ra da Cadcia do Recile 11.20,
casi ou de sitio, paga-se bem; na solada- defronle do Ueco Largo que venliam pagar
de s'obndo defronte da igreja. >seus dbitos atolim do correte mez de
I- Sebastiao Antonio Fernandes, faz ver julho, na certeza de que os que nao lizerem
ao respeitivel publico, que de boje em di- lerao de ver seus nomos publicados, e se
ante se assignar por Sebastiao Luiz Hen- proceder nos termos da lei.
riques, por haver outro de igual nome. Contullorlo homenpathico, ra do Collc-
O Sr. que tem 2 bois mancos e 3 quar- gio n. 25.
tos, parn os refazer, querondo-os vender] o Dr. Lobo Hoscoso d consultas graiui-
precosrasoaveis ; dirija-se a ra da Senzal-, las aos pobres, todos os dias uteis, desde 9
la Nova n. +i, segundo andar, isto no dia 30 horas da minla, at ao meio dia, depois
do crrenle. desea hora visitar em sua casa os doenles,
-- Aluga-se um preto bom cozinheiro: na que i.vercm precisao, e em casos extraor-
rua Formosa )Jfroute do n. 3. diarlos a qualquer hora do dia, ou uouto;
Aluga-se urna casa na povoseo do recebe doentes para Iralar, ou fazer qual-
Jluuteiro a margem do rio Capibarihe, ten- quer operaran em urna casa para isso dcs-
du bom terrasso, quintal grando. murado e ; tinada, rra da cidade, sendo o preco de
estribara: quem a prelenJer, dinja-se a 1,000 a a,0*0 rs. diarios para os cscravos,
na do Crespo ao p do arco de S. Antonio, : conforme as condiqOes quo se estipularcm,
loja n. 3. e 2,500 rs. para homens livres : as pessoas
Antonio Joaquim Ferreira que levo que n3o poderem comparecer no consullo-
venda em 1836 ate 18*3, dentro da ribeira rio pdem enyiar suas informac,Oos por es-
da Boa Vista, se assignar por Antonio Jos- cripta ou vocalmento, declarando o nome,
quim Ferreira Beiriz. idade, temperamento, constituicSo, resi-
-Precisa-se do umi ama deleite : na ra dencia, e especificando todos osincommo'
da Praia n. 29, primeiro andar. dos quo sollre e us molestias que antenor-
-- No dia 2* do correle, desencaminhou- ment tem tido.
se da mo de um menino, um cavallo ruco,
pequeo e velho, achacado das mlos, apa-
illiado de cangallia e cacuaes quem del o
soubordar noticias, dirija-se a ra da Sen-
zalla Nova n. 4, que sera recompensado do
seu Ira lu lio.
Atttncio.
Roga-se ao senbor, que na tarde do dia 25
du ei Trente, lovou por engao ou brincadei-
ra, um relogio de ouro, com traiicelim de
cabello, de cima de urna commodo, enlloca-
da na salla Interior da venda, na ra do
e ,^,mmmmmmmmmmm^mmm
n Ignacio l'iiiim \nvi< r. I)r.
em medicina, fixou sua residencia, na |'
ra Nova, casa n 67, primeiro andar, S
m e ahi pode ser procurado para o exer- $
:','- ocio de sua Prolissflo, a qualquer ho- f
tf ra do lia, ou da noute. i
Aluga-se a cocheira da ra doTambi,
que Oca no fundo do sobrado n. 12 da ra
doAragSocom boas commodidades, e por
Aterro n. 54, o queira mandar entregar na I barato pre^o : a tratar no mesmo sobrado,
dita venda, al ao dia 31, alias, certo e bem primeiro andar.
cerio da pessoa que foi, ter o desgo&to de | -- Est-se em negocio com urna posse de
ver no dia primeiro de agosto a sua profls-| urna casa em Olinda, na ra do MHhiis Fer-
s3o e nome por extenso. (reir n. 28: se alguma pessoa se julgar com
O abaixo assignado, proprietario do direito a mesma posse, annuncie por esta
engeobo CamaliSo do norte, sito margem folha, no praso de 8 das, a cootar da data
do rio Una na Ireguezia de Agua Preta, co- ] deste, ou dirija-se a ra do Mundo Novo 1111-
maica do Rio Formlo, faz publico quo I mero 30.
ninguem deve comprar a Manoel Jos de* -- No dia 30 do corrente so ha de arre-
Souza Bello, e aeu irm8o Jos Felicio de matar em hasta publica do Dr. juiz do civel
BOVVMAN & MC. CALLUM, enRenhei
ros macliinislas e fundidores de ferro mu
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos do ongenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e so res-
1 peilavel publico, que o seu estahelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acba com-
plelamente montado com apparellios da pri-
ineira qualidade para a perfeita confoccao
das maiores pe?as de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesqueT
obras da sua arte, Rowmn & Me. Callum
desejam mais parlicularmenlo chamar a
atten;no publica para a sseguinles, por
terem della&grande sorlimontoj prompta
as quaos construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em pre^o como em qua-
lidade da materias primas e m3o d'obra,
a saber
Machinas dovaporda mclhorconstrucc3o.
Moendas de canoa para engenbos do to-
dos os tamaitos, movidas a vapor poragoa
ou animnes.
Rodas d'agoa.moinhos de vento o serraa
Manejos indepeudentes para cavallbs.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzesechumaceiras.
Cavilhocs oparafusos de todos os lma-
nnos.
Taixas,pares,crivos e boceas de fornalba.
Moinhos de mandioca, movidos a man ou
por animar-, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
brome.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a m3o, por animaes 011 vento.
Guindastes, guinchos e maqacos.
Prensas liydraulie >s.e de paral'uso.
Ferragens para nav cirros e obras pu-
blicas.
Columnas, vnranda's, grdese portdes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de m3o o arados de ferros,
etc etc.
a lem da superiridade das suas obras, j
.oralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanten! a mais oxacla conformi-
nuncisnte estaboleceu a sua escolla no lu-
gar indicado. Os pensionistas, que Ihe fo-
rera conliados, acharSo estabeleciment do
annuociante lodos os elementos nacessa-
rioa ao bom deaenvolvimento phisico, in-
tellcctual e moral. HabilacRo sadia, com
as accommo lacees necessariis, e todos os
cuidados que um pae ple dispensar seus
lllhos. Meslres escolhi los de grammatica
latina, franceza, mosica vocal e instrumen-
til ; se encarregaram de aperfei(oar a in-
lelligencia dos alumnos em quanto oan-
nunciant dirigir especialmente as primei-
ras lellras, n3o poupando esforcos para a-
diantar os seus discpulos; em fim a mo-
ral e a religiao ser3o cultivadas, como enn-
vem quem sobre tudo quer formar bons
cidadfios. A nica recommendacao plau-
sivel este respailo he um oxame ocular, e
para esle fim o annuncianto convida a to-
dos os paes de familia quo d'anlemao qui-
zerem certiflcir-se da realisaefio das pro-
meisas do annunciante, para que so diri-
jam sua aula e ahi examinem por si mea-
mos a ordem e regularidade dos Irahalhos.
e as mais condices que licam enumeradas,
O annunciante espora continuar mere-
cer o favore confanos do puplico.
Francisca de Sales d'A\buquerque.
PRESTOL SALSAPARR1I.1IA AMERICANA
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
Prcservaliva nfailivol contra as febres.
A salsa parrilha original egenuia de Bres-
tol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que proven de um es-
tado de impureza de sangue das secreccOe-
morvidas do figado c estomago, e em los
dos o< caaos que necessilam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Em to-
dos os casos de escrophulas, erisipelas, li-
nhaerupc,oos cutneas, manchas, bilis, eno
flamacao o debilidade nosollios, inrhacas
das glandolas, dores lombares, allecces
rheumaticas, dores nos ossos e as junlaa
hydorpesia, despepsia, aslhmo, deanhee
desenleria, losse resfriados, enflamniacSo
do pulmOes phthisica quaodo provem da
oiistiueao dos bronchios em pessoas escro-
pulosas, enlluenza, Indigeslao, ictericia
dobilidade geral do svstema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das mollie-
res enfermidades bubosas, e em todas as
afeceOcs provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emproga
com efllcacla em lodos os sobredilos casos,
e he reconhecida como a melhor medicina
quo existe. Os frascos de salsa de Bnstol
leom mais de quatro tamauhoS dos de sal-
a de Sauds entretanto que os de llristnl
so vendem por 5,000 rs. e os de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Itio de Janol-
ro, casa de Vital Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Maria Conexivos Ramos,
na ruadosQoarteil pegado ao quarlel de
polica.
OITerecc-se um moco de boa conducta,
para caixeiro de cobranca, tanto para casa
cstran;cra, como para qualquer loja ou ou-
tra qualquer casa do negocio, o qual da Ma-
dor a sua conducta : quem precisar dirja-
se ra larga do Rozario, n. 26, loja de
miudezas, quedir-se-ha quem lie.
Aos <20:000.?000 de ris.
Lotera do Rio de Janeiro.
Na praca da Independencia n.
i3 e i5, loja de calcado do Aran-
tes, e na ra daCadeia do Becife
n. 46, loja de miudezas, vendem-
se bilhetes, meios e cautelas da de-
cima quarta lotera do theatrs de
Nictheroy, e pelo vapor da com-
|i.mlii. brasileira, que deve aqui
chegar no dia 3o do corrente mez,
espera se a lala da mesma lotera,
e igualmente estam exposto < a ven-
da os mu afortunados bilhetej da
decima sexta lotera do thea'ro de
Vende-e urna preta de na-
cSo, muito robusta efqrte, pro,>ria
para servco de campo, ou para
quitanda : a tratar na ra da Ga-
deia, loj.a n. 4o.
Contloua-se a vender manteiga ingle-
za, atOOrs., libra; cni, a 1,920 e 2,400 ra.;
caf em gi 3o, a 160 rs.; bolchinha ingleza,
a 200 rs.: dita grande, a 140 e 180 rs. ; ale-
tris, a 200 rs.; macarrlo e talherim, a 160
rs.; pissas, a 280 rs.; sevada, a 100 rs.; fei-
j3o novo, a 320 rs a cuia ; velas de esper-
maceti' de 5, 6 e7 ero libra, a 610 rs.; ditas
de carnauba de 6, 7, 8 e 9 em libra, a 280
rs.; chocolate du Lisboa, a 320 rs.; azeitqnai,
a 120rs., agarrafa ; que'jos novoa, 1,400
rs.: no pateo do Carmo, venda nova o. 2.
Vende-se um casal de escravos, casa-
dos, muito robustos e sadios, proprios para
; todo servico e principalmente para algum
S. Pedro de Alcntara, e sao pa- sitio, por j serem de idade, aescravasabe
||p fazer louca de barro, telha a lijlo, lava, co-
' zinha, faz slgumas qualidades de doce e
gos quaesquer premios que ne
sahirein, sem ganancia alguma
Bilhetes 32,000
Meios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
Aos &000,?000 de rs.
Lotera de N. S. do Livramento.
0 cautolista Salustiano de Aquino Ferrei-
ra. faz solete co respeitavel publico, que
as ro las da mesma lotera, sndam inl'alli-
vel no Qia 30 do agosto vindouro, e as suas
mu afortunadas cautelas osl3o oxpostas a
venda, na praca da Indopen lencia n. 4, loja
de miudezas ; na ra da Cadea do Kecire
n. 46, loja de miudezas ; no aterro da iloa
Vista o. 58, loja de calcado, e na ra Direita
n 124, loja doourives.
Premios corresponden-
tes a surto de 5:0000
Presos das cautelas.
Ouail is 2,600 1:150,000
Quintos 2,100 020.000
Decimos 1,100 460,000
Vigsimos 600 230,000
Compras.
Compra-se um negro moco, do bonita
figura, oque seja bom cozinheiro, para fO-
ra da provincia, paga-se bom : na ra da
Aurora n. 24.
Compra-se o romaneo histrico, inti
tillado Cinq-Mars, ou urna conjuracao no
reinado de Luiz XIII, c bem assiui nina pu-
dra do cevar ou imn : 11a ra da Aurora
n. 36.
Compram-se cscravos com cilicios de
ferreiro, carpinteiro e pedre ro, assim como
moiecotes o muleras de 14 a 20 anuos e mo-
cambas com habilidades : na ra do Colle-
gio n. 25, primeiro anlar.
Compra-se urna cscrava do bonita figu-
ra ejquo si ja boa cozinheira c engomadeira,
o (ne en leuda de costuras, para fura da pro-
vincia na ra do Passeio loj n. 21.
Compra-se o.na escrava creuula, que
Dito exceda de 15 anuos, com algum prin-
cipio de cozinha: na travessa do Veras n 21.
Vendas.
Souza Guido o eiigenho denominado Psrol,
que el les levantaran! na dita freguezia, nem
effectuar qualquer negocio relativo ao mes-
mo engenhn, sem que primeiro se demar-
quen) judicialmente aa terral daqnelle on-
genho Parol; por quinto constando ter o
fallecido pai dos referidos Bello e Cuido
comprado urna propridade de trras per-
tcncenles lismaiii do engenho Cuimbu-
di segunda vira, urna casa terrea, levada
praca por execuao de Henrique Forsler &
companhia.
Os Srs. Custodio Alves da Cunta, e Jo-
s Al ves de Souza, aquelle que inoro o na ra
doi Guararapes, o este na ra do Pilar,
queiram dlrigir-se a livraria n. 6 e 8 da pri-
ca da Independencia.
- O abaixo assignado faz scienle ao res-
Bilheles do liio de Janeiro.
Aos 20.000,000 de rs.
Ni loja de miudezas da praca da Indepen-
dido com os moldes e dezenhos remettidos dencia n. 4, venlem-so bilhetes inleirns,
pelos senhores quo so dgnarem de fazero meios, quartos, oitavos o vigsimos da de-
Ihcs encommendas, aproveilando a occasiile cima snxla lotera a beneficio do theatro do
para agradecerom aos seus numerosos ami- S. Pedro de Alcntara, quo corre no dia 26
gos e freguezes a preferencia com que teem do julho, e tamben) se vende um resto de
sido por elles honrados, e asseguram-lhes bilhetes inleiros do theatro di) Nictheroy:
que Dflo pouparao esforcos e diligencia na mesma loja receln-se bilhetes premiado*
para conlinuarem a merecer a sua conti- da lotera de N.S. do Livrainenlo, em troc
anea. dos que tem 6 venda.
AoS (ICCS A bordo da sumaca .Snnfo Antonio, ven-
,.,.'' dc-se farinha de mandioca muito boa de S
1. A. S. Jane, dentista, tem a honra de a- Malheuj. a0 ]aj0 do Corpo Sallto M ou
visar ao respeitavol publico, que se acha abordo,
residindo na ra nova, primeiro andar, n.| Capachos a 5oO rs
19 onde estar sempre prompto qualquer, Vende-so capachos pelo baralj preco de
chamado das 9 horas da manliS ate as 4da 3Wn_ Clda um na ru, larga do r,osario
tarde ; o annuncianto eneberta de un a to- ,, 26
dosos denles, que para isso lem um com fi .
pleto sortimento de denlos artiliciaes de "a r,,a noy* "' "J1 ac, ",a,a
l.iiiiiis e Companhia, acabam de
ca, de cuj compra nfloappareceescrlplura peilavel publico, quo Antonio Jos de Azc-
publica nem particular, n3o ae acha o men-! vedo, deixou de ser aeu caixeiro desde o
clonado eogenbo Parol dentro de til sii-
inari?, como se reconheceu ni occaai3ode
s' o'Mnarcar judicialmente o engenho Cui-
ainbuc, vindo 1 pertencer is tem em que
e.-ta culltcido o engenho Parol 10 abaixo
>ssignado como proprietario do engenho
CamaliSo do nort, por conler esle uoii le-
goa quadrdi, conforme a aui sismara,
principiando da margem do rio Una para o
norle com urna legoa a encontrar com tes-
lulas do engenho Cuiambuca, pelo que vem
a licar o engenho Parol denlru da sismara
dia 25 do corrente.
los dias da Silva Cordial.
- Ricardo Royle participa que o Sr. Olim-
pio Ferreira da Silva deixou de ser seu cai-
xeiro desdo esta data.
Precisa-se alugar um molcque ou um
preto : na tenda do culileiro ao p do quar-
lel da policia. *
ESTEBENET culileiro o armeiro fran-
cez lem a honra de prevenir o respeitavel
publico que tem aborto urna tend na ra
larga do Rozario, amigamente dos Quarteis,
cliegar de Lisboa pelo ultimo
navio, rs seguintes obras de au-
tores mu conhecidos,as quaes se
vendern muito em eonta a di-
nheiro a vista, para/se liquidar.
llevoluc3o franceza de 48'por Lainarlin,
storia das i/, 01 -1,0 :s 2 v ilu-
n v 1 edicc3o pelo
lumu; portugal pi-
**-------- m ---o" -^ i-" 1 iil''Bi'lvll IV \**JJ uuoi IVIJi
uo engenho CamaliSo do noile. E pira que 1 ao p do quarlel da polica, e as pessoas que
nao possiui ippirccer duvidis e contesu-'qnizerem honra-lo com sua freguezia a-
(Oes com quem 1 Iludido haja de comprar o! charSo sempre prompto a sa'isNze-lus com
sobredito engenho Pirol. ou fizer sobre I prontidSo, o bol exccugSo das obras e com
ello qualquer uegocio, assim o avisa o abai-, modidade nos precos. Elle se encarre-
xo assignado. ga de qualquer concert perteucentei sua
itio Formoso, 23 de julho de 1851. arte. Elle fiz as amollafOes s tercas, quin-
Zeferlno da Cunha Bastos. tas feirase sabbados.
Alugam-se -is seguintes casas AlexmJrni Francisca noman, viuvi
Urna grande casa na eslnda di ponto do
Lchoi, com muilos commodos para grande
lamili, i ricairente aciada, toda pintada, o
lorrada de papel, com commodos fra pan
i'scravos, estribara para 6 cavallos, cochei-
ratoiri um grande carro, quintal murado
' wsj poi tao para o rio, e 20 ps de laraogei-
ris mus plantas. Um sobradinho de um
-ndar junio a mesma casa, muito fiosco, I
margem do rio. Um grande sitio com mui-
,rn0a ?" P,,a Rr,nde familu, bastantes
" 'Pd9defruct8, baixi pira capim com
irnn?Ap-or"10 na "Ja dos afn.ctos, de-
obr.do'f.'JiV a,r,Urna'ua da Aurora-
Nova tinturara,
ue e '*? "oJo"' Props-s-se cisacas
aZ 'e,"hrf"nal8"n1.a nodo.sou deleito.
(l.nrti* ^""P^" "<' *> residencia.
uenca da ra de 5anU Rila para a da Praia,
dl"" P>Vortea para dentro e fora
comS,o?,e UlM d rt8,aencla Pr Pfavo
do lente graduado de primelra linha An-
tonio Joaquim de Souza, havendo perdido o
conhecimenlo n. 132, passado peia Ihesou-
ririi di fazenda, d.e inscripfo di quantia
de 504,735 rs. da divida publica, provenien-
te de sidos que deixra seu finado marido:
rogl I pessot que O icbou O queira entre-
gar na ra pella n. 5, por isso que s cima
referida pode receber os juros di menciona-
da quintil, por aquella repartirlo.
Rogi-seiSn. D. Joanna Maria dis Na-
ves Teixeiri, o favor de mandar pagar 1 sua
letra vencida a 16 de outubro de 1847, da
quintil de 100,000 rs., e juros que tem de-
corrido ; pois livrara de termos mais traba-
Ihos como he de costume : isto oestes oito
dias: na ra da Soledade o. 52.
Na ra dis Agoas VerJe, n. 14, lava-se,
e engommi-se toda quilidade de roupa, por
preco mais Commodo 0 quo em outra
qualquer parle.
Aluga se urna mulata, ptima engoro-
madeira, e muito boa lavadeira de aibSo,
muito limp, e de todo o servico de urna
can : quem 1 pretender dirija-so i ra de
S. Goncallo D. 20.
porcolana, sendo esta composicSo incorri-|
givel mu delicados e do ultimo gosto, e lo-(
I dos .os mais accossurios tendentes a sua:
proas-m : o a minucia ule assevera a lodas
as pessoas quo se quizerem utilisar do seu |
ircstimo, que n3o exige paga alguma n3o
icando os denles bem postos ; que nao se(
[ possam difeireiicar dos proprios denles na-j
I turaes, e podendo-se mastigar com os mes-|
mos.toda e qualquer comida, sem sentir,4 ^^l";
I a menor dor. sem ter rece.o de os quebrar. mfl a V| da ,,
lambem chumba os denles naturaes fura- cons,|Der,, Bastos, 1 v/
, dos da carie, com ouro ou praia, prevcniiidO;,orMCOCO|nesla /|l, (u os fKISle
assim a roiilinuacao da cano e duros, o portugi,| e das mJJS vi>(,s d.quellerei-
mosmo evitan lo por essa forma do passar Fernandes Dirfi/, 4 volumes; Dos
a carie dos denles furados para os oulrosjo quer (1L,|0 yiscondede Arlemcuit 1 volu-
saos : lambem lira pedra ou carie dosilen-l|110i fsuu|)S J0 Lal'ontaine I volume, o sop-
les em geral, que tanto damnifica e coope- (co Volume, o menino perdido 1 volume,
ia para o mau balito da bocci, nao sendo a r0 da forlunu v0|Ume, aphorismos u
s I"8 ponsainentos moraes, religiosos, polticos
1 volme, liapbaol pag as do segundo au-
no 2 volumes, o cavalneiro da casa vermo-
lo 1 por A. Duinas, cavalleiro d'ilarmenlal
dito 4 volumes, beat'is ou o aventuren o 2
volumes, o bom me uno por Cesar de Can-
lur 1 volume, poesas de A. Ilcrculano 1 vol.
os tres mosquiteiros, 4 volumes,vinto annos
depois 6 volumes, o ameiicano cal Londres
-- Vende-se um rico piano, patenta in-
glcz, do autor Droadivood : 110 alerro da boa
Vista, rasa n. 38.
-- Vendem-se 2 bonitas escravas, urna de
meia idade, e outra do 25 anuos, com li-
garais habilidades: na ra da Praia 11. 43.
-- Vendem-se os seguintes objectos ja
usados, [or nrec.0 commodo, OvJosdeca-
xilhos para alcova, ou janellas de varan la,
6 portas de amarello c 1 carteira do umi so
face : na ra do Crespo, loja da esquina que
vira para a Cadea.
Cortes de brins de listras, para cal-
sas, a i,44, i,5oo e 1,80o rs.
Vendem-Sfl cortes debrru de listras de
cores, a 1,110 rs.; ditos de bnm amarello.
1,500 rs. ; dilos brancos de. puro liuho, pro-
prio pan militares, a 1,800 rs.; esguies de
algodilo oom 10 l|9 varas, a 2,500 rs., 1 pe-
ca ; chales de 13a de bonitos padrOes, pro-
prios para andar em casa, a 3,200 e 3,600 rs.:
na ra do Crespo, loja da esquina que vira
pura a Cadea.
Novo sortimento de cobertores, a
800 e 1,280 rs.
Na ra do Crespo, loja da coquina quo vi-
ra para 1 Cadea veudem-so cobertores
brancos de algodao, com barras, du crese
muito grandes, a 1,280 rs. ; ditos escuros de
tpale, para escravos, a 803 rs.; gangas de
quadiinlius, para roupa do escravos, a 120
rs ,0 covado e outras inultas fazendas, por
preco commodo.
Lotera do Itio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, loa 11. 3, que
volla para a ra do Quoimado e Crespo, ven-
dem-so os muito afortunados bilhetes
meios, quartos, oilavos c vigsimos da de-
cima sexta lotera do theatro de S. Pedro de
Alcntara ; na mesma loja se moslram as
listas das loteras corridas.
Vende-se m preto, de idade
de 4o annos, cozinheiro c compra-
dor : na ra do Vigario n. 19, se-
gund3 andar. Na mesma casa com-
pra-se tuna preta moca e boa cozi-
nheira. .
Vende-se um escravo, do nac3o Cara-
binda, moco, sem virios e ptimo ganba-
dordorua: trata-so na ra da Punba n.l,
torceiroandir.
Itap Paulo Cordeiro.
Vende-se rapo Paulo Cordeiro : na ra do
Queimido n. 16, loja do miudezas.
Vende-se una negra de ncelo, para en-
gonho, ao comprador so dir o motivo : ni
ra du (.nu.mu n 14, urimeiroandar.
- Veula-so muito barato, urna eserava,
j de idade, propria para o serv? > de casa:
na ra do Queimado 11. 14, se dir quem
vendo.
Vende-se urna preta mo?a, que cozi-
nha, engomma, ensalma e cose: na ra da
Gloria 11. 80.
parteja, o escravo trabalha de enxadi: na
ra do Quemido n. 14, se dir quem vende.
A 5,000 rs., o corte.
Os miis modernos cortes de casimin ,
chegiram a loja da ra do Queimido n. 9, e
vendem-se pelo diminuto preco de 5,090 rs.
A 3,ooo rs.
Chegaram os verdadeiros charutos de S.
Flix, da fabrica de BrandSo, e vendem-se
na ra do Quejmido n. 9.
Vende-se, por preco commodo, todos
os portenoes de urna venda, que se desman-
cbou : na ra dos Martyrios n. 36.
Urna balieira, por 60,000 rs.
Na ra da Cruz no Recife, armazem n. 13,
vende-se una balieira, com todos os perten-
ces, pur 60,000 rs.
Cabos de linho, a 38,000 rs.
Na ra da Cruz 110 Recife, armazem n. 13,
vendem-se cabos de linho de lodas as gros-
suras, a 28,000 rs o quintal, em porcOesa
vontale dos compradores.
Vende-so una escrava, de inicuo An-
gola, idade 25 anuos, para d,cntru, ou para
fra da provincia, por preco commodo: na
ra das Larangeiras n. 4.
Na loja de J, Joaquim Sloreira &
Companhia, ra Nova n. 8, em
trente ra da Camboa do
Carino.
Continua-se a vender formidaveis espar-
tilhos de puro linho para senhora, bem
guarnecidos de baleias, e multo bem acaba-
dos, nflo excedendo seu precq de 7,000 rs.
por cada nui, chiclos cohertos para carro
pelo baralissimo preco de 3,000, sapatos de.
curdavSuum pouco amarados para senhora
a 1,000 rs. o par, chapeosinhos de todas as
qualidades para meninos e meninas, pentes
de tartaruga para coco do ultimo gosto, len-
cinhos abertos de retroz que muilo se usam
agora, manteletes e caputinhos pretos e de
Turta cores, que se venderSo mais banto do
quecm oura qualquer pule, cipotinbos
ou gilies de fil brinco guirnecidos de
tranca pelo diminuto prego de 8,000 rs., lu-
vas de todas as qualidades quer pan hometn
quer para senhora, ditas de camure 1 e cas-
tur para militar, damasco de seda de todas
as cores, assim como umi pega verde mofa-
da que se vender por muilo menos de seu
valur, chales de seda cores escuras e boni-
tos padiOes, inclusivo alguns com seu boca-
dinhu de mofo que limbem so venderSo pur
menos de seu valor, grvalas de molos, se-
das de lodasascores pra chapeos, setins,
tlelas, o um bello sorlimento de perfuma-
ras e calcados, e outras nr.nt.is fazendas
quo na musma loja se vendem por proco
commodo.
->*? Grande sortimento de corles
q dechita com 12 covados. ;
,i Vende-so cortes de chita, superior 4)
fr panno, cor lisa, e lindos desenlio* a)
$t, cjm 12covados a 1,800 e 2,000 rs. (a)
j cada corte,ditos pidrOes escuros, cor
t (xa e com os mesmos covados a 1,609
t})) rs., ditos de chita rocha,escura e azul
ijf) flor amarella com os mesmos covados
jf.) a 15,00, dilos de chita preta d mui-
<) to Iloa qualidade com os mesmos co-
i< vados a 1,440, ditos do chita larga
> com II covados a 2,000: na loja do
l\~ sobrado amarello nos quatro cintos
f ds rui do nucimado n. 29. ^
Pechincha Ecoriomica.
lio chegado ltimamente um novo sorti-
mento do brins pardos, de linho, escuros c
claros pello barato prego de 1600 rs. o cor-
te ; ditos de linho e algodSo padrOes mo-
dernos e de bom gosto a 1280 rs o corle : na
ra do crespo n.l* loja de Jus Francisco
Das.
Na ra das cruzes n. 22, segundo an-
dar vendem-se duas escravas crioulas, em-
gnmrnao bem, coz->m ch3o, e cosinhSo, o
lav.'io de s-lijo. e huma dellas tem um iilho
molequo di. dous anuos; e um ptimo escra-
vo le liarlo de |i>a ciiiduiii. lie bom 01-
nociro o um paido muito ful e ptimo
para todo sarvigo, tanto do praga como de
I campo.
exerce a sua profis3o nesla praga, e esse
longo lempo o deve garantir.
INSTRCCA PRIMARIA.
O abaixo assignado, tendo recelo lo do
respeitavel publico benvolo acolhimento,
visto como j muilos- paes de famila Ihe
tem condado seus filhos, convencidos da
maneira ron-rienrin-.i por que o annun-
c.ianie tecn desempenbado as obrigigOes a
que se comprometida ni direcg3o de sua
aula particular ni rui do Mundego n. i i,
rende por este meio um publico ignleci-
mento aquelles que nelle tem depositido
sua confiang em lassumpto tao delicado
como seja a primeira eJucagio do seus fi-
lhos. U annuncianto julga devor anda so-
licitar a confiang das pessoas moradoras
fra da praga, para quem foi especialmen-
te creado o seu esibelecimcnto. E em
verdido, he geralmentn roconhecido, que
muitos pies moradores fra da praga dei-
xam de dar a edocagSo precisa a seus fi-
lhos, ou a fazem com grandes sacrificios e
dficuldades, em razSo de faltarem aulas ou
collegio, onde possitn colloca-los, por tal
modo dirigidos que descansen) inteiramon-
le, nSos s respeito do Intmenlo e dis-
vellos, como a respeito do desenvolv men-
t intellectual e moral; era portinto de
palpilinte necessidide creiglo de um es-
ta beleciment que remisse lodas aquellas
coodigOes e foi com essas vistas que o in-
E MAIS -OPF1C1NAS
NA
Rila liiipri-inl ii. ll(*c 12o, o ('iiii-iio na na Novu ii. 33.
Rospcitosamcnleavisam ao publico, e particularmente ios Srs. de eugunios u v"ourm** car'ls" me,
iiiiiiiii i iiiui- '. wiiiiiin a .ii.ii.i i ?wiu- i_, ," ^ .
ne, obras poticas de D. Leonor Almeida porges n cessanis, pira desempenhir qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
ortugal Lorena e Alencastro, marqueza do mo-.0i mesn',s chan'n> a alleng3o pan as seguintes obras as quaes construidas em sua
Aloma 6 volumes, o lavrador poreilo 1 vo-1faunca c"mpes,eb,! ?'" ,s fabriCdas na Europa, na qualidade e m3o de obn, e por me-
!tSi.0MftT.w" .UCli.NASconiinua, de deslilar polo methodo do autor francez Derosne, .1 mo-
gao de retratos de vanas personige.is de lhoroA m.al^na.l ^'e P.'ra ^ fim ite hoje tem ippirecido.
Portugal, Frang, e llespinha, estampa de
santos, e finalmente a collecg3o dos succes-
sos de D. Ignez.
Vendem-se colleec5es cr#i
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Uecife com a'
alfandega, a ponte da Boa-Vista,'
a cidade de Olinda,a ponte do Ca-:
changa, Poco-da-l'anclla, e a ra
da Cruz com o arco do Bom-Jess;
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na ra da Cruz, n.
10. casa I: lvalkmanns lriniio.
At.AMRIUUBS de cobre de todis is dimenses.
TODOS OS COBKF.S necossarios pan o fabrico de issucar.
TAIXOS DF. COBRE pin reflmgao.
TAIXAS DITO pin engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOM HAS DE COBRE de picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCltlVAMNIlAS de latSo dos melhores modellos.
DITAS [il 11 galvanisidis.
SINOS de todos os timanhos.
OS APhECIAVEIS fogOes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bom construidis.
CARROS dito du mito.
POitiOcs de ferro.
VARAMD\Sdito.
GRAUIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BAMIEIROS de zioco e de folbs, pira btnbo de choque,

II FftIVFI i


(T
de ferro : na fundicSo da ra do
Bruin ns. 6, 8 e 10.
Vendern-te marras de ferro: na ro
da Senzill* nova n. 49.
Tecido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Gadeia n. 5a,
vendem-se por atacado dos qualidades
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Moinhos de vento
eom bombas de repuebo para regar borlas
d baixas decapim : vendem-se na fundigllo
ns. 6, 8 n 10.
TaiXAs para enpeiilio
Na fundigflo de ferro da ra do Rrum,
acaba-so de recebor um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a voda por prego com-
modo, e coro promptidSo embarcam-se, ou
carregam-so em carrOMem despezas o
comprador.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
ItUA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Nesle estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o mcias nioen-
das para engeobo, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa
ra dito.
-- Km casa ilo J. Reller 4c Com-
pahliia, na runda Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o xceMcnlo e superior rhihii de Itu-
CelUU, cm barris de 5.", he muito recom-
mendavel as casas cstrangeiras, como cx-
cellenti! vinbo para pasto.
v.',v'. Vvi VV-vVffffffJ
Arados americanas. *
jT Vendem-sc arados americanos ver- ^
j> dadeiros, rhegados dos Estados- > Unidos : na ra do Trapiche n. 8. <;
iAM.'! iV *.*,*:? ^'SiftAA
Vcmle-s.? superior cognac velho, cm
barris de 12a 21 caadas : na mi- da Cruz
n. 55, casa de J. Kellcr & Companhia.
-- Vende-se gesso em barrieas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, tendoca-|
da bairica 0 arrobas ponen inais ou me-
Kcl-
ite0****
Vende-se
Arroz de casca,
I'arello novo,
Gli preto,
Gliumbo de inimicSo,
Cimento,
vende-se ludo por preces eommodos: no
armazom de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Novo -ortinn uto de fazendas, ua
loja da riia ilo Crespo n. G.
Cortes de casaa chita fraceza, de cores (i-
xss, por 3,000, 2,400 e 2,800 rs. ; ditos de
cambraiis de salpicos, a 3,600 rs. ; cortes
de chita de bom gosto, a 1,920 rs., com 12
covados ; caasas dequadros para babados,
com 8 1|2, a 2,400 rs., a peca ; alparka de
cordso muito fina, a 800 rs., o covado, e
militas outras fazendas por barato preco.
* Chapeos de sol. ^
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objeclos de todas as c
ros e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por pregos eommodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
s3o feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas o
panninho imitando sedas, para cobnr ar-
migoes servidas todas estas fazcndavne s-
dem-se em porgo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo do sol, tanto de
basteas de ferro como de hlela, assim como
umbolasde igrejas: ludo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de soda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Pannos Unos de todas ns iiun-
lldades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volts para a Cadeia, vendem-sc panno (no
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000,4,000 rs,, e muito su-
perior, a 5,100 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito muito cluro, a 4,000 rs. ; dilo cor do
rap, a 3,000 o 3,500 rs.; cortos do casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,100 rs, o outras fezondas o mais
barato possivcl.
Xovn peclilnrlin.
Corta de casia chita, a 2,000 rs.; iitoi de chi- \
ta inteirot cun 19 covados, a 1,600, 1,800 e
2,000 m.
Na loj da esquina da na do C'espo, que nos : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
volla para a Cadeia, vendem-e corles de ler K Companhia^
cassas cinta, a 2,000 rs.; ditos de chiti, a
1,600, 1,8006 2,000 rs. ; ditos do cambraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes de colelo
do ruslfin do ultimo gosto, a 1,600 rs e ou-
tras inuilas fazeudas por prego cominodo
Ven em-se as seguintes se-
mentes:
de abo, ditas de dita inginas, ditas de r-
bano encarnadas, dita branca, dita de ce-
bola de Selubal, ditas de alfacc allam.a,
ditas repolhuda, ditas de cve trinchada, di-
ta de senoura ainarellas. dita de chicoria, di-
ta de coenlro de toceira, dita de salsa, dita
de lmate grandes, ditas de repolho, ditas de
rspinafre, dita de pipinell.i, ditas de alpo,
l'eiao, carrapalo de tres qualidades, crvilhas
tortas c direitas, rabauctes encarnados e bran-
i'oi: na ra da Cruz n. 46, defrontc do Dr.
Coime. [>a mesina casa vendem-se iiucijos In-
glezes muito frescaes.
Deposito de cal e potassa.
No irniaieui da ra da Cadeia do Recife n.
12, ba muito superior cal de Lisboa em pedra,
.i-.mii como potana chegada ltimamente a
preco muito rasoaveis.
Chapeos de sol.
Vendem-se capeo de sol de panno com as-
tea de btela pelo >rc'{0> de i|920 r., dito de
junco a l#28fi. Na mesilla casa tem um sorti-
luculo tfos mesmos objeclos,. lano para ho-
mey e leuhoras. como para meninos e nicnl-
ia de escola i na na do Pasaeio n. .>.
Cera de carnauba. \
O mais superior que ha neste genefro, ven-
tle-ae em porcao c a retalho : na rua da gadeia
do Recife, loja n. 50 de Cunha ;. amonio.
Na loja de .lose' .loat|iiiiu Morcl-
ra & Companhia, na roa Nova
II. S. 1
Vendem-se camisinhas de cambraia, com
suas golinhas, tudo muilo bem bordado, e
do melhor gusto (OlSivel, pelo baratissimo
prego de 2,000 rs., smente, ca la unn.
Vellaa de Mcnriiin.
Vebdem-ie estas vellaa da melhor qualidade
possirel a llif rs. cada camnha de Jj libras,
trata-se com A.C. de Abrcu, na rua da Cadeia
do Hecifc u.i.
Potassa da Itiissia.
Vende-se potassa da l'.ussia, recenlsmen-
le chegada, o de muito superior qualidade ,
na rua do Trapiche n. 17.
i-"-i i-i niiit fon tana.
Vende-se laiinha fontana em barricas,
muilo nova e de superior qualidade : a Ira-
lar com Manoel da Silva Santos, no arina-
zem do Aunes, n> caes da Alfandega.
Cnmbraias dcscila, a 0,000 rs ,
O corle.
Na loja do Cuimares <\ llenriques, rua do
Crespo n. 5, que volla para o Collcgio, ven-
dem-se ricos corles de cambalas le seda,
pelo barato preg de 6,000 rs o corte, esta
fazenda he de goslos inteiramentc noval.
#****:** ***$*=**** 9
f Algodiio para saceos. t
v Vende-se muito bom algodSo para. >:
4> saceos de assucar, por prego comino" ?>
f*. do : em casa de llicardo ,Koyle, na ;* rua da Cadeia n. 37. j
ir##f :* ***:**^^
Vendcin-sc relogios de ou-
ro c prata, palcnte inglez : nu rua
da Senzolla Nova n. ,a.
Mor ndas superiores.
Na fundigSo de-C. Starr .-. Coinpaiihia,
cm S.-Amaro, acham-se venda moendas
le canna, todas do ferro, de um modelo e
oonstrucgSo muito superior
f.rados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
A litigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
niuito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica de Todos os
' Sanios ua Baha.
Vende-se, em casa de N. O. Uieher&C. ,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Jjombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
peudulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 0, e 10,
ItnidicSo de /erro.
Arados de ferro.
Vcndem-s arados de diversos
Para os jovens naino-
rados.
Vendem-se eaixinhas com amendoas coil-
feitadas, o mais delicado que se pode en-
contrar, proprias para sedsr a namoradas :
ni rua do Queimado, loja de miudezis jun-
to a de cera n. 33.
Gasa de commissSo de escravus.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
4
de Bowman & Me. callum, na rua do Brum a scus donos : na rua da Gadeia do
1 ara curar da phlysica em lodos os seus
dilTerentos graos ou motivada por consli-
pagoes, tosse, asthma, pleuriz, esearros de
sangtio, tlOr tlp costas e poilns palpitacSo
nocorago, coqueluche, hronchitcs dr
de garganta e todas as molestias dos or-
gilos pulmonares.
De todas as molestias que por heranca fi-
ramancorpo humano nenliuma baque
mais deslruitiva lenha sido, ou qu 1 ten ha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes cm medicina do que aquella
que he Rertlmente conhocida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
culo nassado, tendo-se olTerecido ao publi-
codillerentes remedios com altestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porc.ni quasi que cm lodos os casos a iluso
tem sido apenas passageira c o doente
ferna a recaliir cm peor estado do que se
a^hava antes de applicar o remedio liio re-
coinmendailo outro tanto niio acontece
corii es te extraordinario
Xaropc de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
tiesta cidade provincia, o nomeados pelos
Snrs. R, C. Vates t Companhia agenles
geraes no Hio-dc-Janeiio mudaram o do-
posilo desle xarope para a botica do Snr.
Jos MariaC. llamos, na rua dos Quarleis,
n. 12, junto ao quartel de polica, onde
empre acharSo o nico, e verdadeiro, a
.,500rs. agrrala, o a 3,000 rs. ineias gar
rafas.
Vende-se farinha de mandi-
oca, de superior qualidade, recen-
tcmenle chegada de Santa Gatha-
rina, a menor preco do que em
oulra qualquer parte : trats-sc a
bordo do brigue Novo Lobo
defronte do caes do Llamos, ou
com Oliveira l'aiva ex Gompanhia,
na rua do Trapiche encriplorio
tDADDEMRIS.
. 1 ^ ', "i .O. 1
i na Oo Cotcelo n. 4.
Novo sortimpnto de chapeos de sol, para
homcm e senhora, a saher :--chapeos de
sol de scJaf armadlo de h*loia( de h,(Q rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
Kecifen. 51, primeiro andar.
Ccrn de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Ailrmii' o. Cou>panhiat na rua dosTanooi-
ros a. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaty, em
porcto o a retalho, por menos preco que
i:i outra qualquer parle, asim como sola e
couros miudos.
No armazem da rua da Mocda n. 7, con
llnua-M a vender saccas cotn superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e opreco
em con la.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
mont&t Companhia, aelia-se conslaiilemenle
bous ortimeutos de Uixa de ferro coado c
balido tanto rasa como fondas, moendas iti-
ebras (odasuc ferro para animaes, agoa, etc
ditas pata armar cm madeira de todos os l-
mannos c nidcllos o mais moderno, machina
horisonlal para v.ipor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casti de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como em arcos folhas, e tudo
por barato preco.
Yende-sii,'um grande sitio no lugar do
Manguinho, quo lica defronle dos sitios dos
srs. Carnciros, com grande casa de tiven-
tla, de quatro agoos, grande scnzalla, co-
cheira, estribarla, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cava los, grande cacimba, com
bomba e tanque cobcrlo pura hunho bas-
tantes arvoredos de fructo: na rua da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Grande sorliinenlo de fazeiidax
brratas na na do Crespo n. 14
loja de .los Tranelsco l>la
A 1000 rs. o corte de brm intrancado bran-
co muito incorpado, dito de riscado de linho
muilo largo a 200 rs.. o covado, cassa chita de
todas as cores 240 rs. o covado. chita fran-
cesa de lisias padroes escuro* a 240 rs. o co-
vado, chitas muito fizas a I0 rs. o covado,
sargclim lavrado a 200 rs. o covado, ricos cor-
les de chita larga franceza de barra a 3,200 rs.
meriui pretos de duas larguras muito supe-
rior a l,800 :!,< ni :i iii.i rs. o covado, meios cru-
ai de superior qualidade a 320 rs. o par, su-
prior piccote muito incorpado fazenda pro-
pria para escravos a 200 rs. o covado, algodao
a/ul com ni.ns de vara de largura a 200 rs. o
covade, berianha de 4 palmos de largura limi-
to lina a 400 rs. a vara, ^ppriures challcf j <
los de la c seda a 6,0(10 rs. brlin trancado a-
marello muito cncorpado com lisias miudas
soluto de Iinhoa2,0u rs. o corle, e outras
iniiii in i.i'i'iitl.is por barato preco.
VVV^'lPfff VVVV?'*'v,fillV*)
I Deposito de tecidos da lubri- J
.> cade Todos os Sanios, 3
I na Babia. 3
,> Venile-se erg casa do Uomingos Al- ^
& ves .Matlious, na rua da t:ruz do Re- ^
W citen. 52, pritueiro andar, algodiio m
>r*" transadodaquella lahrica, muito pro- a
* prio para saceos e roupa de escra- 2
* vos, assim como lio proprio p.ira re- ^
des Je pescar e pavios pare veilas, 3
SI por prego muito comino lo. 2
licas franjas, para cor-
tinados.
Ven lem-se franja* brancis, proprias para
cortinado.--, as mis linl.is que tem app.'re-
cido e por pr.'co que Dlnguem ico le: na rua
do Queimado, loja de miudezas junto a de
cora n. 33. *
uvas de torzal o de pcli-
ca, para son hora.
Ventlem-so superiores luvas pretas de tro-
gal, a 1,000 e 1,280 rs., o par; ditas sem d-
los, a 240 rs., fazenda superior; ditas de
pelica brancas e amarelUl, a 1,000 rs. : na
rua do Queimado, loja de miudezas junio a
de cera o. 33.
-- Vende se cola do t(io Cron^
de, etn barrieas e por prer^ocin-
motlo : na rua do Vicario n. g,
segundo andjr, escriptorio de Ma-
chado fc l'inlieiro.
Vendem-se vasos de lotiga lina para
jardim, azulejo da mesma louga de bonitos
goslos proprio para forrar frentes de esas
jirdins, &0. ; coeiros lie algodao, a/citoua
nova, fumo, vinhodo porto tm pipase bar-
ril, albos e roltltl eai rnnaslras, lio porre-
le, brins de Igodilo. pendras de rame,
liuba d mi i-, por piceos eommodos: na
rua do Vigario ti. 11 no armazem e I" andar.
Metas de Ja a, pata padres.
Ven lem-se superiores mcias de laia, para
padres, pelo diminuto preco do 2,000 r o
par : Da rua do Queimado, loja de miudezas
junto a de cera n. 33.
Cliartittiras douradas ,
linas.
Vendem-se so^triorcs charuleiras doura-
das, a 1,000 rs., A,da una ; ditas mais or-
dinarias, a20r. .\ ni rua do Queimado,
de cera n. 33.
Iro, obra di trra, muito bemfeiti, ai600
rs ; ditos do Aracaty, 3,500 rs., branfll de
orelha, 1,300 rs,; ditos do orollia, para me-
nino: na rua di Cadei* do Itecife, loja n. .
Cera,
branca em velas, em rtixaa, eom sorlimen-
tos a vontedo do comprador, e a proco com-
modo, ssiim como chapeos d* Chile: tu
rus do Trsi iche, cscriplorio n. 5:
Kicns toueadores.
Vendem-se lindos loucaJures de Jacaran-
da, com columnas" e miiit bom cspelbo,
pelo diminuto prego de 2,500 rs. : na rua do
Queimsdo, lojs de miudezas junio a de ce-
ra n. 33.
Cara pilcas de seda, preta.
Vfndeni-se carapugas de seda preta, fa-
zenda milito superior e sem defeito alguin,
pelo diminuto prego de 500 rs., vende-se
por este prego ior haver grande porgSo e
ter-se comprado muilo barulo : na rua do
Queimado, lojs de miudozss Jauto a de ce-
ra n. 33.
Q Casimiras molernos. Q
Q Na loja do sobrado amareo, nos 0
O Quatro llantos di rus do Queimado !)
^ n. 29, vendem-sa is mils modernas Q
*? casimiras de cores que existem no n
em carreteis de 200 jardas, a 60 rs., cada l<3 mercado c pelo prego de 6.000 rs. ,
carretel ; ipulhis cantofas, a 160 rs o pa- 0 c,da corte, sendo de padrOes intcia- fi
Del, com lOOaguIhas ; paes de balis, pa- q mente hotos Q
a400e320rs. ; agulheiros finos, a 200 rs. ; ----vwwvwv^^v/
lesourinhas inglezas, o mais lino que tem1 -vendem-se 4 gangos, muito bonitos,
ipparecido e de varios Umanlios, a 400, 600 8enu 3 femias e 1 macho, ptimos para cri-
e 800 rs. : Da rua do Queimsdo, loja de miu- *r_so ,em um 'lio : no paleo d'i Pilar em
deus junio i de cera o. 33. |t0Tt ae Porlss n 14, so dirs quom vende.
Ricas aberturas part
em Siccis, a 6,000 rs., a arroba; sola muito
superior; chapeos d pilhi, 110,000 rs., em
ecolos.
A 6,000 rs., o quintal.
No deposito de Andrsde & Leal, na rua
Nova n. 33, vende-se, pelo diminuto prego
de 6,600 rs, o quintal de teo inglez,
sorlido.
Vende-se ums rscravs cabra, moga ,
muito sadia e sem defeilo, nRo tem grandes
habilidaili's, (irin faz bem lodo o arranjo de
umicass, o motivo di venda sinceramente
se dir ao compndor : na Ponte Velha n.
14, dis 3 horas ds larde em diante.
Luvas para honicm.
Voi.dem-si! superiores luvas de pelici ,
ponto inglez, 11,900 rs.; ditssdesetla pre-
til, sem defeilo ilgum e fazenda mu perior, i 600 rs.; dtss de cures, s6U0rs. ;
ditas de algodSo brancas o do cores, pro-
piiss pin montarla por serem muito en
corpadas, i 330 rs. : na rua do Queimado,
toj de miudezis junto i de cen n. 33. .
lioni e barato.
Vcndem-secirteirlnliascom sgulhss fran-
cezas, proprias para toda quslldade de
costura, a 300 rs. ; ditas em cailinhss fa-
zenda muilo superior, s 300 rs. ; litihss de
peso, muito finas, i 60 rs., a miada : ditas
camisas
Vende:ii-sn aberturas do cmbrala lisa,
Pontea de tartaruga, pa-
ra mar rala.
Vendem-se superiores pentes detarlaru*
ga, para marris, pelo baratissimo prego m'l """ c.l"n Pre" ^u'"> miud.nb.s, o
aef., prego que crtii admirago : ,a Pel coumiodo prego do 610 rs cada urna :
rua do Queimado, luja de miudezas junio a 'l"Q,'e,"lado' loJ' de mlude"s""-
d_ ___ en to a ue i-iira n. .ti.
o cert n 33. XT *
Gravatas (le mola. L S^K 7* "V
Vendem-se superiores grvalas preta, do 0,,la> dc meia ldade' a 'P1 "e. P""
moli, pelo diminuto prego de 3,000 rs. i na 'pna, tanlo para o servif/o de ca&a,
rua do Queimado, loj de miudezas junto a como 0 e r||a
de cera n.33. i, ,.'', S
Aviso ao publico. I,e, .boa l^*, "a;a *
Na botica da rua do Collegio. n. 18, de !8aba0' co*lnha no de ama ca-
Petxoto& Pinto, lio ondo se vendem as ver- sa, engomma e taz renda : na rua
dsdeiras pilulas para bobas, era vos seceos, D rcita n. IOa,
dores venreas, e gonorrlieaschronicas, cu- _. .
jos bous elTeitos confess.1o "todos que tem liol! i'. 1)111'; ti O.
feito uso dell.s ; composigSo do lliarinaceu- Vendem-se eaixinhas com Unas finas, p-
tico SebastiSo Jos do .veira Slacedo. rsdezenho, a 3.00J o 4,000 rs.; fivelinhis
iCorrao depressa pechin- ^""^ im colotes, a 200rs.; fa-
ivuiibvmvj" Av/v cas muilo linas, de balango, a 6,000 rs.. a
ella (le 4,000 duilij bicos largos e linos, proprios pan
Na rua do Queimado, loja n. 17, vendrm- gL v,"8,ido muito barato, e outras
so cortes de casemiras de cores escuras 4 muiUs causa*' 1ue f ,endom '* o
rs., pecas de riscados de cores de padroes os 1"e c.m oufr. qu-r parte : na rua do
mais delicados possiveis a 5,000 rs.. pegas y.ulm,a, 'J' U ln,Vde"s J"nl de M"
de chilas escuias dc cores flxas e bou:tos
- Vende-se por prego commodo no
ro di Boi-Visla loja numero 36 os ." ''~
tes IWros: Ahrens, Droitn.lur.i; ?u'"-
M-eilo natura Bwtlie; Science mor,Ti
V. Kint principe de mclhi physiau 't
Droil; Kchl.eh, introdnetion dVtoJV
Institotlonei juff cccleai.slici por Xavi.
(meinor, 3 V; Kluber Droil des Gens i\
Martens, Droil tles Oras, 3 V; Objerv.coJ
sebre consntuigflo brislleira, e carta ,
tugueza por. Pinheiro ; CommenUiresur
la chirle cotiitilutlonelle de Franco ; Tis.ni
pbilosophie. '
Vendem-se os seguintes gneros de ,
oerlorqualidido muito em conta, queii
londrinos frrscaas ditos de pralo piimV
tos para fiambra, "ditos hambtirguezos ji!
los portuguezes melgaso para pineila. |*.i_,"
com bolacha de L'iboa, ditas com chocoUi.
de canelti de Lisboa, frascos com conservis
ingleiM.boceta e cais-nlus muilo essciadis
com mansas fins pin sopi. garrafas de ,j.
nho muscalel.do situbal, ditas com dito l.|.
jorii do porto, ditas com dito de eircave
los brinco.dilas com dito de colares;, na rui
di Cruz numero 46 defronle doSr. Dr. m.
me de Sa Pereira.
Vende-se urna molatinbi de ida l(| j,
16 innos muilo sailia, e muito cm cud,
seu menos prego be 48d/ : na praga di lt!,.
Vtsti numero 13.
loja e miudezas junto a de cera n
Para ^iia).i(;as.
Vendem-sc superiores toucas de seda pre-
ta, para criangas, pelo diminuto prego de
320rs maracas muito bonitos, que tocan,
de tres maneirns, a 210 e t20 rs. : na rua do
Queimsdo, loja de miudezas junto a de cera
n. 33.
Lindas eaixinhas de vi-
dro para guardar joias.
Vendem-se lindas eaixinhas de vidro com
rs. para cima ; ditos de panno lino, do air- eSpe|ho proprias para guardar joias, pelo
mag.lo dc balcia c de ferro, de 1,600 a 3,200 diminuto prego deSOOrs. : Da rua do Quei-
rs.; dilos ditos de armagSo de junco, de miilo, loja de miudezas junto a de cera nu-
mero 33.
Calcado, a 800 rs.,
cspartillios de setihoras. Cnccrtam-se lo- ] no a/rrro rfa Boa Vista, defronle
das is qualidades do chapeos deso, tudo i .
com perfeigHo e por menos prego do que cm "" OOlieca,
uulra qualquer paito. [s.lo chegadosos bensconhecidosgapatoesdo
Cal padrOesa 5,500 rs., cassas franreras linas
de cores muito delicadas a 560 rs. a vara : e
oulras fazendas por baralo prego : a ellas
antes que se ac bem.
Cartas linas, para vol-
tarete.
Yendeoi-sc superiores carias francezas,
para vollarote, a 6(0 rs., o baralho : na ruu
do Queimado, loja de miudezas junto a de
cera n. 33.
Beiin-alinlias finas.
Vendem-se superiores bcngalinhas, a 500
a 1,000 rs., cada urna : na rua do Queimado,
loja do miudezas junio a de cera n. 33.
1,440 rs.
Rap Paulo Cordeiro,
ornis novo que ba no mercado: na rua
la Cadeia daltecife, loja de Fiiendll n 51,
de Jn.ui da Conha alagalhScs.
A!,500 f. o eba les.
Vendem-se cbiles^n 13 o se la, grandes e
do muito linios padroes a 2,500 rs. cada
um, chitas de cores dc bonitos padrcs a 110
rs. o covado : ni rua do Queimado n. 8,
AiOOrs.
Vendo-sc cli bys-on, do muilo bOI qua-
i lade, pelo diminuto prego de 500 ri., a li-
bra : na rua do Crespo n. 23.
Trancas de seda e requi-
fifes para ves'idos.
Vcndem-se muito bonitas trmgas de seda
o requififes, proprias pura enleitar vestidos,
por pregos milito eommodos, dam-se amos-
tras aos co'-pradores: na rua do Queimado,
loja de miudezas junto a dc cera n. 33.
Camisas de meia.
Vendorn-so finissimas camisas de meia, a
2,00,) rs. ; ditas a t,280 rs ; ditas decores,
padrdes muilo bonitos, n t,000rs. : na rua
do Queimado, loja de miudezas junto a de
cera n. 33.
hicas litas lavradas.
ra n. 33.
Meias pelas de algodiio ,
para padie
Vendem-se muilo tinas meias pretas de
algodSo, para padres, a 700 rs., o par : ni
>rua do Queimado, loja de miudezas junto a
de cera n. 33.
5!9!S AftB.t# % ##?
Continua-se a vender corles de ves- '*;
4> lidn de chita, dc Cores lisas, a 1,600 (9
rs., o corle, haveu.lo novo sorltmento 4
/ para escolher : na loja do sobrado a- <|
^ marnllo nos Quatro Cantos '.le rua do <9
(i Queimado n 29. ,
******. **?#![?#*?*##?
Cartas.
Ni rua do Cabuga n. 13, loj de V. A. Si-
iin"' s, venJum-so cartas francozas linas, pa-
ra o volunto.
Alina na k potico.
Contend! o a b c do frade, o padre noiso
para as mogas solteiras, decimss doeslu-
dante, quadra glozada do soldado, ditodo
mtizico. estraidas de varios manuscritos, p i-
ra inlrcli i i ni i das horas vagas, vendem-se
a 320 ra. : na livrsria do paloo do Collegio
n. 6, de J .'ni d i Cosa Dourado.
l.iiti-ri i do nto de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2.000,000 e 1:000,00o dc M,
Ni casi da Viuva Vioira & Filhos, na rua
da Cadeia do Itecifo n. 21, chegaram polo
vapor inglez Sewern, e acham-se a venda os
mu afortunados buhles, moioj, quartos,
Vendem-se fitas lavradas de dillerentes '0i,Vos c vigsimos da dcima sesta loteri
lirguras ogostos o mais fino que pode ha- ,t tticstro do S. Pedro de Alcinlara os
ver^cni litis : na rua do Queimado, lojj de
miudezas junto i de cen n. 33.
Vende-&e um lerreno co n
quacs trocam-so por blheles premiados de
ludas as loteras.
-- Vendc-se urna eserav.i parda, moga.
,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timento de sedas c pannos, cm pegas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e)
,54 p.lmos de fundo e<,6 de f.en- PiWraS&WASB
le, O qtial deita pira o largo dea-ldor: na Ponto Velha n i 1,1 qualquer hora,
tinado para a nova praca, na rua Vendo au urna escravaan la muiomo-
l i i'. propna para o sorvtgo decampo, muito
(10 lnuiii, a VOltar na travessa (Jo ,Ba, cmta : na rua do Collegio n. 25, pri-
Vieira : assim como tres caixes Imeiroianiar.
, r i j i Vende-se una morada de casa tcirea.
dc casos, no fundo do mencionado ide podra ecal, na rua das Agoas Verdes, jun-
terreno, com trente para a mesma lo nos fundos de S. Pedro o rua da ViragSo :
travessa : Irat.-se na rua da Ca- 7^'?5E2&X!t
deia do Iteciff, loja n. 7, onde os
pretendente de,,ois de liaverem
examinado, podero dirigir-se.
-- Ainda esiste na rua da Chuela dc l!a-
cife n. 54. a vender se por lodo prego, duas
Cuta, assim cjmo a casa n. II, da mesma
rua : Irata-sc no aterro di Un > Vista, venda
n. 78
Aimiii iiialx peehlncha.
-Corles de casimira prel, lina, por 5,000
rs.; dilos de cores, ,400 rs. ; brim brm.
co trancado de lioho, 1*00 rs., o corta d5
caiga; dito escuro, a 1,600 rs.; dilo deli.
tras, a 2,000 rs. : na rua do Creci a. 6.
Lotera do t( de Janeiro.
Aos 10:000,000 d r.".
Na rui do Queimado, loja de ferrigen D
37 A vendem-se 01 muito afortuna los raoios
biHieles, quartos, e vigesslmos da 16", 9.
teria do Tnealro de & Pedro de Alcntara
cuj li-li deve rhegir pelo primeiro vipor
do sul, 0 trocJose pelos bilheles premiidus
do qualquer oulra loUrii-
? A .10,000 r. O
0 r Os mais modernos e de superior ,(
,v; ^*>>i|uaiid.iil.' chpeos de castor "
brinco, cfiegados ltimamente de Pa- 9
^ riz, conforme os ltimos (girinos, 0
\j> acham-so 1 venda, na loja de chapeos 0
v) de seis portas na praca di lude- O
$ pendencia. a
e>Q09 0000
Vendem-se na livraria da rua do Cres-
po n. II as aegumtes obras: oexcellenta
altas geographico de Amlriveau-Coujou, em
grande formato,'lTlo de Ualbi e dito de I.juI-
tier, guia do viajante nos Eitados Uni.loo
com um maflp, Planta Yo' k, licinrio de geognphii por Pencliol,
5 volumes em quarto, historia do consuhilu
edo imperio, por Thiers, com estimpu,
novas 01 ages de Cicero, guia di conversa-
gfio em porluguez e francez,por llamouire,'
l.uizi e Julia, romance histrico, en cuto,
manual do cosinheiro, om portuguez, fon-
tes prximas do cdigo eommercial, pelo
luchare! Gaspar Poroira da Silva, panora-
ma, I volumu encadermdo, 3,000 ra, re-
cresgOPSdo homem sensivcl, pjjr Arman!,
traduzidas por Antonio de Mocaos 5 vulitnes
novos, 5,0'J0 ; Virgilios uovos 4,000 rs., di-
los a 3,000 rs., selectas encaderuadasa 610
rs., clnquencia nacional, por Lopes Cama,
a 4,000 e a 3,000 rs compendios de geugra-
plna, por Vellcz, novos, a 100o, ditos em
brochura 11,1(0, o outras muitas obras por
prego commodo.
Aos '.0:000,000.
Casa feliz.
N.'i.rui Nova n. 6 loj de M ua llamos &t
companhia, recberam-se pelo vipor in-
glez, oj mu afortunados bilheles, meins,
quaitos, oiUvose vigsimos da decima sel-
la lotera de S. Pedro do Rio de Jaueiro,
cuj lista deve chegar a 15 do agosld: n<
mesma casa se mostram as listas das queja
correram. e recebem-so blindes premiados
de todas as loteras do imperio.
Capotes de'pan no azul a
10,000.
Na rua do Queimado, defronle do beco ilo
Peixe Frito, loja n. 3, vende-se capotes da
panno azul pelo birallsstmo prego de 10,0)0
rs. cadi um.
Para acabar-te.
Vendem-se esteins muito boas, u.lo su
pela boa qualidide e por serem dobradis,
como pelo tamanho, sendo as maiores que
ha de ter.vindo ao mercado; assim comosa-
palos do duraque preto, para senhora, a 900
rs., o par : na rua do Livramcnto, loja n. II.
Vendem-se queijos londrinos o prezun-
tos inglezes ; bolaclunhas inglezas; din
de soda em eaixinhas; boies com amoiu
francezas ; ditos com doce de Lisboa, de 111 -
ferenles qualidados, esapatos de burracha:
na rua da Cadeia do Itecife n. 2, vendido
Fonle & IrmSo.
Vendem-se lo ios os utencilios de nina
botica com algumis lirogas, arrumago
mudavel. propria para quem pretender os-
tabelecer-so com bolica por ler todos os
porteiicis, por muito menos do s;u valor 1
dinheiro, ou a pi .zo, traclar na rui da Ca-
deia do Hecilo loja numero 14.
Tambero,
est esposta a venda bolacha de farinha da
iniho, pelo prego de 2,00} rs., a arroba,
propria para economa do povo : ni trico-
sa da rua estreita do Rozario, deposito de
poe bolacha n.2.
No sitio dos dous i.eies no Hospicio,
onde morou o medico Dr. Sarment ehuje
Quiresma, vendem-se as arrobaseis libris,
do mais superior cale mu, lo, sem mistura,
a 320rs., a libra, e o caf mais^nferinr, a
160 rs a libra, a toda bora que procurareni
acharSo prornpto.
I
rcsiiiitos.
Vende-se os mais superiores presuntos
parelhas di embonos de cedro, una lancha, americanos que tem vindo a este mercado,
um bol.-, urna crreme grossa de ferro para Pr PreS'> commodo : no caea da alfandega,
t ., ,1 M|-WI>,I1 1-1 .(i,,,,,,. ...... I'. ....!.. ...fnva
navio, urna amarra grossa de cabo do linho
que serve para deslaaer para estopa, e urna
porgSo de forros, o cavilhas que foi de
navio.
Vendc-se a taverna n.8. da rua do
Ringel, com poneos fundos, ou s com os
cascos, vontade do pretendnnt, ou mos-
mo estos separadamente, assim como a re-
talho, pralos, a 1,000 'S a duzia : tigelas, a
960 rs, a dita; bules piulidos, 1 480 rs. ;
. assucareiras e manlngueiros, a 320 rs.; su-
Vende-sea melhor cal do l.i boa muilo nios, a 800 rs. ; assim como um coaipleto perior voho do Porto, ha muito engarraft-
novn, chegada ha poucos diis na Barca U- sortimento de Calgido, francez, de todis do. a 500 rs., a garrafi; dito unto, a 180 rs ; _
je/rn, e por prrgo muilo om conta : na rua anualidades, tanto para homem, como pa- vinigre puro de Lisboa, a I.OOO.rs., a cana- i3B(|1> a 2(j,oo rs cala un ; pannos linos de
do Vigario armazem n. 7. rKenhora e menina, o que tudo re vendo di ; azeile doce de Lisboa, a 500 rs., a gar- ,0liis ts eflrea. casimiras, setins, sarjas,
-. > .......... .. .. _:-. *..r.. ........i.. ,., __ ,. .lila ,>nnlro4 ... ..
armazem da esquina confronte a arvore.
Vendo-S3 sement do coentro, muito
nova, afiansa-se a qualidade, a 200 rs., a gar-
rafa : no atorro da boa Vista, loja n. 14.
llieni que .temos pe-
d inclus,
para os cavalheiros d bom gosto, no Pas-
seio Publico, loja n. II, de l'inni ino Jos
Rodrigues Ferroira, vendem-se lu los cor-
tos de coletos de fustlo lino, bordados ase-
da, ao barato prego do 3,200 rs., o corte ;
dilosamerines decores lamli m bordados a
--Vendc-se cobre, e metal ama- niuilo baralo, alim de seipurar dinheiro.
relio c pregos para forro dc navios; por pre9o ]y q arma/.eUl (la l'Ua da
i.......n.Un, cm caaa de A. V ua Silva llarroca
frua da Cadeia do Recife n. Ai. Cl'lIZ II. ^.
Superiores CU paellOS. Vcndc-se a dinheiro, gapatinhos pifa mc-
rafa ; serteja, a 320 rs din, e ulros
inultos artigo), por pregos commodo.), para
liquidar.
Farinha,
don mdiiiji, chegada de Santa Catharina,
Vendem-se superiores capachos brancose ninas, em porgSo a 600 rs.; sipatOes de, no brigue Uintrva, ancorado em frente do
ntados, de vari"s lmanlos, aonle os com- couro de lustro, em poreflo 2,500 e 2,000, caes do llamos: vende-se bordo do mes-
pradores p lem i'srolher 1 seu gosto, pelo rs.; penas de F.ma ; saccas com gomma; di- mo navio, ou na rua do Trapicho, esenpto-
I diminuto preco de800, 1,000,1,400 o 1.600 tascom fuinha de araruU, a 2,500 rs., a ar-, rio n.5, a prego menor do que em parlo
modelos, OSSim como americanos! ,, ru, dQU1,jmado, loja dcmiudizas robi ; continuos miudos, a 26,000 e 28,000 alguma.
com cambio de sicupira e br?os junto de con n. 33. ."., ocento; carnaubi do primein so le, Van lem-se sipilfljs de couro de lus-
Escravos fgidos.
chapeos de mansa frsucezes, longos de se-
tim, superior e oulras muitas fazeudas, por
prego commodo
AttencSo.
Na iravcis 1 da rua estrella do Rozario, de-
posito de pilo e bjlacha n.2, do l'onciaiio| diascamisis, urna branca" e oulra "derisca
l.o.ii. ir.-ii da Silva, vonJe-se bolachinha do; diulm azul por cima. Quem o levar a I. I-
leite, fabricada pelo ultimo autor, e acoa- JapiaSMi no aterro da Boa-vista n. 3 sogun-
rio em grandes porgas, conforme as en-1 do andar, ur recompensado,
commendase prometi servir bem aas mes-'-------------------
um S 'II ll 'I es.
Desappareceu no dia 15 docorrentc'
um mulequd criou.o por nome l'aulnd'".
de idade de 10 annos, pouco mais ou me-
nos, cor amanillada por ler vicio, nariz cha-
to, ievou camisa de algodiiozinho suja, a
caiga de riscado, sem umpo, este escravo
he do Sr. Antonio Jacintho da Silveiri da
l'nna : quem o pegar leve-o na rua da Ca-
deia do Recife n. 51, 011 na rua do Lini-
mento n. 26 segundo 111 lar que sera recom-
pensado.
-- No dia 4 docorrente, desappareceu do
engenho mitupiruma, um negro dogentio
de Angola, de nome Francisc, cbrfula, o
qual he conhecido pelo alcunho de l'ula
estatura o corpo regular-, pernaj finas, W>
ocanellasvolladis pin lora, a quechamatn
apalhelados, ponen barbado e quaodo anda
ginga como marujo : qu-im o pegar leve-o
a s u seuhor Thomaz Rodrigues Pereira, la-
vrador do mesmo engenho.
Deiappireceu no dia 26 do correnteo
escravo Jos, crioulo, i lade 18 90 anuos,
baixo, magro, cabello curto o faina Jo, rosto
comprido, as mages muilo proemioenles
cor preta, nenhuma barba, lem o dedopo-
legar do urna das mos mais grosso do quo
o di outra, ost vestido com caiga pret,
rpj'.N. vaTvim: M.F.dr FakA-
MUTILADO


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