Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06403


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Full Text
Anno XXVII
1G8.
rniioo DA bcih7*o.
PtOJMIKTO ADUSTADO.
Por trimestre...........
Por temettre ........
Por (nao .........
PlOO DENTRO DOTRIMESTie.
P01 quarlcl............
NOTICIAS DO IMPERIO.
4/000
8/000
1J/D00
4pOo
Para..... 12 de Julio.
Mata..lio 17df J11II10
loar... i") de dito.
l'.irahii. 20 t dito.
Minas .. 211 de Malo
S.Paulo. 12 de Juuho.
R. deJ.. 15 de Julho.
llahia... tt de dito.
28 Seg. S. lonoceuclo.
29 Tere. S. Olavo re.
30 Quart.S. Rufino m.,
S. Oonalllla T.
31 Qulnt S. Ignacio
Juzo de Qrphoi
i. c j. .1, 10 horas.
I. i.iki (/" citel.
3. cfi. ao melo-dia.
Fasenda.
1 .Seat. S. Pedro no" 3. di. .11 10 horas.
vincula. 2- curo Ja clcI.
2 Sil, N. S. dos Aojos, i. c sbados ao inelo-d.
3 D0111. InvencSo dej Rtlafo.
S. Ettevo. [Tercas e sabidos.
Crescente i i. as 2 horas e 48 minute da man.
Chela a 11, as 7 horas e 23 minutos da tarde.
Hingoanle 19, as 10 horas e 39 minutos tarde.
Nova 26, as 8 horas la tarde.
rmiMiu m hoje
Primelra s 5 horas e 18 minutos da inauha.
Segunda s 5 lloras e 4 minutos da tarde.
Goianna e Parahlba, as segundas e sextas-
feiras.
RID-Crandc-do-Norie, todas aa qulntas-feirai
au lucio dia.
Garanhuns e bonito, i 8 e 23.
Roa-Vista, c Flores, 1:! c 28.
Victoria, .13 quintas-felras.
Olinda, lodosos das.
arOTicJAi BiTBAJroriaAf.
Portugal. ,(5 deJunlir.
Ilespauba II deJunho
Frasca
ItalT"..
\ Icin.iiil .1.
I'russia...
7 de Jimh"
3 deJunho
IdeJunbo
4 deJunbo
4 de Junho
Dinamarca 30 de Maio.
Russia... 10 de Maio.
Turqua. 4 de Junho,
Austria.. 4de Junho
Solssa .. 10 de Malo.
Suena.... 28 de Halo.
Inglaterra 7 de Junho
E.-Unidua. 34 Je Maio.
Uesico... 3 da Malo.
California 15 de Abril.
Chili.
Ruenos-Ayrea,
Montevideo 29.de Junho
CAMBIOS DE M DE JDtBTO.
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/000 rs.
Paris; 340 por fr. nominal.
Lisboa, A 100
rXTAEl,
0uro.-Onc.lt hrspanholas.... S/ttO 38/MHI
Moedas de 11/400 vclhas. l/000 lb>20(i
de 6I4O0 novas. lli/opo a ltVW
de 4/000....... 9/000 a i/lOO
I'rata.-I'.ila.i brasil, no... 1/pSfl a l/Tifll
Pesos columoailos... tjr920 a I/Vf0
Pitos mexicanos..... 1/7V6 a 1/780
PARTE OFFICIAL.
reeoiiimendando-lbc que Si a*, 00 ID o lineal lle-
ve obedecer a un ama cauiara.-*lVctle sentido
ouiciou-se a dita cantara.
i'iii'i'pNjl r \ 111111 V 1 V 1' I A PostarlaNoineando, dc conformidade com
laUVltililUJ 111 rlU V lllijia. B proposta do desembargador hete dc polica
i;XPKDIEMte,DO DIA2IDBJUI.II0DF. 1851. Interino, upplentes do subdelegado do sc-
_ _____. .. aundo dlatrlctoda freguezia dc Mar.mguapc os
OITlelo.Ao commandodas armas, rernet- *.,.- ,....,,..
leudo copla do' offlolo em que o delegado do 0,"f,_f!,,f?^
primelro dlstrictn do termo desta cidade Indi-
ca a melhnr inanelra de serem destribuldasas
palrulhaa e dcstscamentos por elle rcqulsl-
tadas, afin de que proceda na forma indica-
da no ineinio ofliclo: e advertlndo que os
destacamentos derem ser de dez [iracas ca-
da uro.
." 1 api lo Ai ionio Rufino de Araujo Ca-
valcanll.
2.* tlajor Antonio de Souza Rollm.
3. ( apilan Lula Cunes r'trrei ra.
4.*'Pronrlelarlo Francisco Xavier Cezar de
Mello.
!).' Dito Antonio Joaqun) Uuedes.
6." Dito Antonio Piulo da Molla.
regu
como exige a liumanidadc
tratar a quciu solfre urna
Commanclo das armas.
Dito.-A ihesouraria de fazenda, aulorisan- Co,nmlulicu.sc ,0 lnes,no chcfe de polica,
do-a, em vista desla 111 ormacao, a mandar lu...0rdrn,nao ocommandanle do des-
JEre? **'"', "l"1'",^ ,.^r,,. tacamento da cidade de Colanna, que i.onha
OOSS.tOO^oasUott *opeaid. 3"e ">'' tta. 4 dupoalrito ^subdelegado de re-
para toaUa.su. das dtsjW.aa do ''"'' dra. de Fugo lObomcnsdo mesmo deslacamen-
da |ueea.?-Inieiroti-te a referida *** 10.- Fizcra.n-sc neste sentido as convenientes
D71O.-.A0 vioe-coj.ul de S. tt. "vi""'" commanicacoeJ.
ncslt eldade. pelo otHclo que com data de ib mu.No,nf!1|luo uln, cu,mlsao composta
do corrente dlgnou-se V. S. de dirigir-inc, a- d0J s_ Dt. Joauuim dc Aqulno Fouscca. Josc
uradeceudo-me asrdeos que del para sersoc- plrei Ferre|r, e'or. Antonio Joaqun! de Mo-
corrlda a escuna brltannlca Jliral, c lesteniu- rjcj S|lyj prup6r ao govemo todas as ine-
nhandoosservlcosawrcssaoccasiaopres taoos ddM c prov|dcn<. qUe se deva attender
pelo capilSo do poito e pelo chele Je polica, uo |anlenIO prfsc,ipl0 no artigo75 do re-
leve V. S, ao m*m lempo a bondade de com- ,,",., de ,/dc reierelro desic -nuo, a
ionicar-iuc o destino que trouscra aquella. bci|) da ,icla Iimnlci i/|Min-ae neste
cmbarcaco.eo acchlenle que pioduslra o1 acu ,enlido concllcn,e, communlcataci.
nanfaglo. K loteirado de ludo quanlo ass 1.1 Dlla.o presidente da provincia, allcnden-
julgouy.ff. convelente communlcar-me.de- do a lliaueira dereltuosa por,lue regulado
vo agradecer V. b.as ottiequiosas expresses, o ,crvl do ,,, c curativo dos presos po-
de que para conmigo .1,011 naquclle scu olti- brcJ na caddl deJUl cldad cio, que por copla flalainbcm c| egar ao co- raeMa Ilecessidade com todas as garantas
nliei unculo dos empregados, eujos bous ser- 0 ,lau,llcn, doa ,,, ptesos, e para
vijos foraiu pug V. b. reconhecidos. Renov a a nsca|,acal) da rc V. S. a segurauca de uiiulia grande estima c loMio omfar unia c35ao composta dos*
eonsidera9ao. Reinetterain-se as copias de SrJ Dr FtaDcl,co de Assis de OlivelraMaciel.
que las inencao o ofliclo cima aos emprega- ,)r Simplicio Antonio Mavlgnler e Francisco
dos indicados no inesino ollicio. Antonio Cavalcanll Cousselro, para que pro-
Dito.-A pagadoria milUar, para que a vista curalldo coulralar iodo aquclleservico com a
do recibo que evolvc mande pagar a dcspc.a adminriltao dos estabeleciinentos de cari-
leila com 1 carrelo do archivo do exmelo 01- dad c uuvil,llu desembargador chefe dc po-
taro batalhao do oacadores do quarlcl do los- |icja int<.tlno e |15pCcior da thescuraria pro-
picio para aquella repartieao, visto esurem viIlcU1 proponha a cstegoverno tod.sas me-
rcsolvidas, tomo se ve das copias que remel- didaJ ncucslara, pira ueln regulr-se o
le, as duvidas apresentadas em scu offlelo de |1|e,mo servic0 (
.'idocorrcntc.-.Coinmunicou-seao coiniiiando conl gc dcye
das armas. priso.
Dito__A' tesina, diaendo que, a vista dc sua '
informaco, mande pagar aatenente Joaqulm
1 inlo/o da Coila, a quanlla de 7,680 rs., que,
segundo o'rcclboque reme.te cm duplcala,
despendis elle com o traittporle de sua baga-
i.ein da villa do Bonito para cata capital.bel- Quarlcl lo commando das arma" na cidade do
cnlilicou-ae ao comniando das armas. Rcclfc,em idc'iulhode Wi\.
Dito. -- Ao desembargados chefe dc polica
inlerlno.-Tenho presente o officio que V. S. oDE DO DIA n. 108.
me dirigi cm data dc 19 do correte, acoiu- q COronel coininandantc das armas, cm prc-
panhando por copla o do delegado dc pollcia 8Cnca do olticlo que na data do primeiro do cor-
da cidade da Victoria, cuque participa oque rente lhc enderessou o Kxin. Sr. presidente da
lem oecorrido acerca do tiro que se dit tersi- provincia, c da copia da tabella approvada na
do dado no teocntc-corouvl Antonio Crrela referida data por 3. Kxc regularisando no
l'cssoa dc Mello, quando desta cidade se diri- fcmejtre crrenle a etape para a Iropa de li-
gia para o aen eogenho ; e cm resposla se me nna existente nesta gus**nicao, declara para
oerece dixer V. S., que convem recoinincn- conheciinento da liiesm devida observan-
do ao delegado que continu com toda a ac- cai qUe 0 va|0rda i Usado em 24o rs.
lividade a investigar ludo o que realmente te- diarlos, c o p3o p doentes do hospital
nba aconlecido a respeilo, c conbecida que cm su rs. (i|'2libi jiiio no scinesticau-
seja a existencia do crinic, deve elle dar as tcror.
itiui>proinj>las cllica/.es providencias para a jot YU*nUf,i Amoriui liexerra.
eapfura do deiMiqueulc, coinuiunicaiidoo re- ., A7,_________.. ., ,,,
aullado de su.s drtgene as. Quarlcl do enmmando da, arma, na cM. do Re-
Dito. Ao mes.no, dl.endo que para poder <' 4 J"> **j1-
satufa/er a requlslcao do Exm. vice-prlsiden- onpEM oi> DIA H, 100.
te das Alagoas l.u-se necessarlo que informe q corolie| commanilanlc das armas, Irans-
cmque ijia fui preso na fieguezia de Jboalao crevc na presente ordem do da o aviso circu-
o soldado do lerceiro baulho de antillana a lar do ministerio da guerra de 20 de junho ul-
po Fraudico do Nasciinenlo. timo, que por copia lhc fui remettldo pelo
i>ito,-Ao director do arsenal de guerra, con- txm. Sr. presidente da provincia em data de
cedendo a autorisacao que pede para despen- 2 do corrente, para que os scnliores oftlclaes
dera quanlia de 3:8(50,000 rs. com o forueci- das dillercntes afinas do excrcilo actualinen-
inenlo de 400 capotes ao declino batalhao de (e cjientcs ncslaTuaruicao, a queni as dispo-
Infantarla, c remetiendo copias das informa- 1 siedes do citado viso possain intercssar,-te-
(i.o do Inspector da Ihesouraria de latcuda e nhain dellas inleiro conlicciineutn.
.lo da pagador.amillUranm deque observe (> circu|ar._Rio de Janeiro, minislcrlo dos ne-
no contrato que bouver dc faxer para dito lur-
iieiiiucum as condlces indicadas pelo inspec-
tor da tnesina p3gadoria,'-5cienliticousc ao
referido Inspector.
Dito.A' Ihesouraria da fatenda provincial,
duendo que pode mandar pagar ao atrcuia-
tante do empedramento da estrada da Victo*
n 1 a Importancia da primeira prestacao, a que
elle lem direlto, por baver concluido melade
da dita obra, e prevenindo-a de que nesta da-
ta oflicia ao cngenlieiro director das obras pu-
blicas para que faca extremar os certificados
relativoscada Iam;o Licite sentido olclou-
ac ao diio engenheiro
Dito.Ao juta- municipal inpplente da pri-
meira vara, lnleirando-o de que pelo coiuman-
dantc do corpo de polica sera posto a sua
disposlco Joo Menes Cavalcanlc que tere
baixa do menino corpo, anua de cumplir a pe-
na dc 3 annos dc prliao que Ibe fol Imposta
por semenca do consclho criminal confirmada
pela Junla dc justlca, cm I? do crreme.
Olhclnu-ae neste senlldu ao comiiandante do
referido corpo.
Dito.Ao engenheiro director das obras pu-
blicas, aulorisando a mandar concluir os re-
paros, de que neceaalla a estrada do Po-d'-
AU10, no lugar junto a bomba dc Camaraglbc,
cuja despeza poder montar a 150,000 rs., se-
gundo consta dc seu omclo de 18 do corrente,
i' prevenlodo-o dc que deve prestar comas dcs-
sa despesa na repartieao competente lntel-
hL.cin.iou-se a thcsouraiia da fasenda prp-
viucial. *
Dito.A' Francisco do Reg Barros, dlzcn-
do-lhe que he justo e bein fundado o procedi-
incnto da cmara municipal de Olinda, in-
iiiii.iiid ,-lhe que optasse entre os cargos [dc
liscal da frrguezia da Se cdcjulr. de pai: c
Advoyado do reo, o Sr. Dr. limadlo.
EicrtvSo interino, o Sr. Aprigio.
As un/f! e meia horas da mlnhfla, ffita a
chamad* acham-se presentes tu Srs. ju-
rados.
Sr. presidente : Abro a sessSo.
Proceie-se ao sorteio do consolho, que
tem do julgar ao reo Francisco das Chagas
Ribeiro, aecusado pelo crime physicas, sahindo sorliados os seguintes
senhores: Anlonio Egidio Ja Silva, Jo
coiiriil ves Torres JOniur, Jos Joaquim Diaa
Fernando, Jos llsrlins Pinhciro, Antonio
Concalves do Momos, Jolo Anlo'iio da Silva
Grillo, JoSo Augusto llenrique* da Silva,
Lui/ Jua Holriguos deSnu/a, Maaoel Fran-
cisco UlionWi .Uaiioel Atilouiu de Sou/.i
liis, Jii! i.(im;.ilV(i* da Poiciuncula, o Jos
Francisco do llego llarros.
Prestado o juramento do eslylo.
O Sr. presidate : Faz o reo o scgaite :
I.NTERIIOGATORIO.
tf : Como se chima ?
II' : Francisco das Chagas lliliciro.
Juis : lie casado, o solleiro ?
li 1 : Sou casado.
J1113 : Sabo porque se ada processadoi'
leo : Nflo Senrio-.
J111- : 'Sabe porque fora preso?
Heo ; Tambera llOo sei oiier a V. S.
Init : -- Nunca tralou do indagar do mo-
tivo do aua priso? '
leo : IndaRanlo, disseram-mo que li-
11 lia sido poreu aier offtnoai physicas, in.'.s
tal ti.ld iniiive, sendo s por pcrsiguifode
meu sogro.
Jui; : Km quem so ditcm foilas es-
cs offenQas ?
Heo : Km miniia aulhor, mas tal no
Mdeu.
Juii : Eolio nRo foi o Sr. que f. i cssaa
orieni, .1.1 ?
Reo : Nao s.-.nlior.
Contta-IlM qno algucm as l
Bo :Joa Gomes e o cadete Lima, buje
Ifareti
Jais : Fiiratn entilo esses os excluidos
do processo I
i Be): Sim sonhor.
1 Jm;'j : O senhor nflo se achou no lugar
de F'ra de Portas logo que comecou cssa
desordem ?
Re,: ,\ che i -me, sim senhor.
Juis : Mas envolvido nelle. ou nSo f
Reo 1 Fui s desapartar.
Atfl: Porque leve lugar esse barulho ?
ti-'i --por acconilcri'iii 11 el charuto um
no dooulro
vis: Sabe cscrever ?
Rio : Sim senhor.
I nas as pecas do procosto e finias ..s alie
gacOcs pro e cunlra o reo, sendo advogadu
o Sr. Dr. Uran iilo.
" Se presidente : Faz o relalorio da causa
e entrega aocunselhn os seguimos
Quisilos.
I O reo Zoferino da Silva Hantl praticou o
fado dn que he aecusado dc liavcr foito
uhia dramtica, qne mallo hadesliefiterao
publieo desta oidado,sempre vido de)novas,
o boaa distraeras.
Cremos que uSo pequeos sioriflcfo* fa
o Sr. Germano para conseguir catea liliaea
resultados, e pornambucaoo como tomos
ponto lato era um msranhJo para aaaua-
tar. O governo declarou que aegulr-aa-hia a ,
marcha dos pagamentos s clasaet activas,
o inactivas, saguin lo-sa a or.lem chmaoln-
gica. eontiiiuAiidii o pagamento de marco
do 1850 as classes activas, a inactivas
declarados nos annuncios. lito
Ihe liamos sinceros parabons, e o felicitamos os tinv.es
por urna esculla que ser digna do teu tt- nao he commigo, pola doa remedias -que
lento arlistico, por najt bem oonhecido, aiaviei na minha botica para as moteetiaa do
devi Jmenle apreciado ; escolha que igual-, ministerio do condd de Thonsar, nlo quero
mente aera merecedora da spprovacJo e ap-ipaga cedo o importe tlellus a favor das or-
plauso8 do publico lodo. Recite -21 dajulho jgeuciasdo estade.
do in'i. I Paroce fura da duvida que a cidade de
- Cuba esta auieacada dc nova InvAso, (irga-
W. Y. K.
No Domingo reprasenton-se ordona Re-
Meados no Thoil.o de8: Francisco, lazend
0 Sr. Cor mano o papel de Sunuel. Como he
1 It/ o artista, que lie saudado pelo publico,
como foi 0 Sr. Germano I foi recebido com
urna uviic.'iu i\s|Kiiii,itie i, enthusiasmilica, e,
no correr da peca, do todos os lados do
tbealrochoviam sobre o actor llores, versos
e coras O Sr. Florindo participando dos
justos appltusos dos espectadores, codeu
assiuvta de quo trata o bollo accusalorio; generosamente ao sou culloga e irm5 i d'ar-
a rolbas 42 i'
2. ti leo praticou i noiteesse facto?
3. EiUteo ciicumstancias atleniiantcs a
favor do reo ?
O jury responde negativamente a tolos os
quisilos por ununimidade.
O Sr. presidente : Absolve o reo.
Nj dia 25 deitou de htvor ciM por falti
do nuoiero de Srs. jurados.____________
Co amiiniCsido.s.
tu tolas as honras da mulo que com talon-
to soubc uierecor: A Sra. Munlani no fez
mala sua parlo de Izaliel, que, nos dizerh,
dola se) cnca'rogara por nao quefir a 9ra.
(rata faze-la. O velho Stmeflo l'oi execula-
dopeloSr. Vianna co.h muila htbilidado,
multo talento, e conhecimeiilo de sceua. Pa-
iuiz
zesse i
Reo
lui*
Rea
I OLIIETIU.
t/ai t3^s?^3A afrea&p
Meu querido Arthur.
Ha cinco das que estou ctlabctecido no cas-
tcllo de N. ** ; mas juro-le que prlinriroquc
a elle chegasse sollri bein bons iiicoininudos,
e se algum diaa lei sobre oscaiuinbos do ter-
mo me pareceu urna constltulcao sublime, fol
1 o (ament nesse maldito pai's de cbarnecas c
lagoai, onde esia lei bemaventurada be pcrfel-
tameute ignorada. Tu podes ver dali i o|teu hon-
rado amigo ii.ontadu em urna egoa velba.esfal-
i id i. com um allorge na garupa, vestido com
desalalo, trotando por caminhos ora montuo-
sos, escabrosos c semeados de cascalbos e sei-
xos. ora lainacentos, aloladlcos e chelos de
fondas to profundas que bem podiark servir
dc sepultura a cavallo e cavalleiro mas nes-
sc deserto' encontr! (m ilmente um oasis, e
nelle descanso aalisfcllo de inhibasfadigasphs-
aadas. Etcrevendo-te esta, estou sentado jun-
io |de mu boin forjo, ineilido em utu roupo
dosmais couforlalivos, c para conservar u es-
lumago quenle, beberrico alguna copos de
Madeira velho cm tua Inlenco.
Antes dc fallar-te dc meus hospedes, has de
pi rinillir-inc i|iic l'acallin curio en-aio topo-
iidmo. O caslello dc meu lio est situado
nessa parle do baixo Berryque conliua com a
lumia, a'iual os habllaniesdcnoinlnam ren-
iii ; paiz singular, meu charo i inallagacs in-
mensos, c apenas aqui e alli alguna bosquesi-
niioidc bctulas e dc carvalbos sobre a levada
dos lagos que btllhain ao sol, esptcejadoa na
gocios da guerra ein20 dejnnho dc iK."n.
lilil, e txin. Sr.- leudo sido criada oesta
corte unta commisso cotnposla dc ofliciaes
generacs para organisar os trabalhos relativos
as promuedes do exercilo, declaro a V. Exc.
de ordein dc S. M o I. para que of.ici publi-
co, que todo o ofhcial dc qualquer dat armas,
que possua documentos de esludos, scrvlcos,
ou de oulras circumstancias dignas de se men-
ciunarein nos seus assentamentos, pode por
intermedio de V. Exc. retnette-los a esta le-
crctaria de estajo, que os devolver* depoij dc
examinados pela commissau refeiida, preve-
niudo a V. Exc. de que seuao aecllarSo altes-
lados graciosos ueiii publicas formas, ein subs-
tiiiii,.o de ttulos o.iginaes. E porque conve-
nha marcar um prazo, dentro do qual se apre-
sentem as reclamacccs desta ordein, rica cs-
tabelccido para a provincia de Mallo Grosso o
de li.unv i-., de 4 para a dc Goyaz, c dc 3 para as
mais, c de 1 para os mililarea residentes na
corte e provincia do Ro dc Jauclio, o que lu-
do V. Exc. i'ii'.i devidamente constar.
Dos guarde a V. Exc. Mtmocl Filiznrdo di
Soasa e Mello. Sr. preside ntc da provincia dc
Pernambuco.'
Juis Vicenli dc Amorim llestrra.
PEBNAWBUCO***
JUIIY RKCIFE.
2.'SESSiO ORDINARIA, EM 24 DE JIMIO
DE 1851.
Presidencia do Sr. Dr. Neiva,
l'rontHttinldrino, o Sr. Dr. Souza Garca.
planicie como pecas de cinco francos sobre
um tapete verde. De legoa ealegua, avlstain-
ae as torrinhas de nma casa le campo vclha,
cobertas de ardozla, o tecto de palha de urna
la/onda i ntica cercada de plantas e de mal-
los, ou declive dc una coPina rida, o campa-
nario dc una pobre igreja ; e depois quando
pela nonti' a eegonha aolta scu grito agudo c
sofreado na malla, ouvem-se os cantos lentos
e melanclicos dos cainponezes os quaes todos
sao cachi-ticos c trazein chapeos desabados.
Ocastello he urna dessas casas feudaes que
resistiram tormenta de 89, como carvalbos
velhos resisten, tempeslade, c tobre aua alta
colima, elle ostenta anda com orgulho suaa
tortinhas cobertas de ajrdosia e ornadas de
bandelrolai. De una das janellas da cmara
que habito, o vista estende-se prlmelramenle
sobre as sombras ruaa do parque de carvalbos
seculares, c depois, ao longe sobre o valle
sinuoso onde o Indro, como unta longs; tita ar-
gentada, desenrola suas graciosas sinuosida-
des entre as duas margens bordadas de bctu-
las c salgueims. Di ouira jinclla, avisto a vil-
la, pobres choupanas grupadas cm roda da
igreja humilde cujo campanario fende a ne-
gra fothagein dos olmos e das nogueiras ; dl-
reila Ucaul le i is I i vi .idas que meu lio con-
qulslou ao tojal c depois vista perde-se so-
bre as cbarnecas ; nao posso dizer-lc toda a
melancola c tristeza que ha nesta nalureza
lo pobre, c quanto praier sluto em ver, quan-
do nolte os mallos se confunden, ua triste
iinifiir.nid.idc das cha.nccas. subir a fumaca
azulada dascovas dc carvo cima das gran-
des arvores, cm ouvlr o cbocali.o dos bola que
volta.n junios ao curral, ou o canto inelau-
collco dc algn, pegurelro distante; mas aqui
Krece-u.e que le vejo torrlr com ar dc des-
m e dc d, tu cuja poesa toda consiste em
fumar convenientemente um charuto sobre o j
Tarjibein n.lo MthOT,
-- Gomoso oh mu o niulher do Sr.
Chimava-se Joniuia das Gliagaa
Ribeiro ; boje nSo sol como soassigna,
Jtiia : At o senhor sor preso vivo
aompre com sua nuil u r
Reo : Eslava em minha cas antes de cu
icr preso, potm mou sogro como queri
Ser dono de minha cisa n3o quera que cu
tomasse providencias
i Ji3 : Pergunlo se al ser preso viva
om casa nom sua mulnir ?
Reo : Viril at quo scu p..i a lovou do
minha casa para a dcile.
Juis : Recorda-so aondo se achava no
dia 3 de dezembro do anno | assado ?
I Reo : No estou corto, mas sel que vi-
nba de minha ropnrlico para casa
Sao ldatjjas pecas do processo, donde so
diz que o reo iizera pequeas conlusocsem
sua uiulher.
Si'guem-so as allegac,oes pro o contra o
rio
O Sr. presidente : Fai o relatorio da cauza
c cnlrcgi uo consclho os seguales.
quisilos
1'rnn ro. Oreo Francisco das Chagas Ri-
beiro, pralicou o facto do quo lio aecusado
de havut I iiu ullenc'is physicas na pessua
de sua mulher Joaquina Mara da (.uncirn:'
Segundo, t) reo praticou o facto do que he
accusido, sendo mpellido por motivo fii-
volo ?
Terceiro. II uve no reo superioridade cm
sexo do in i uo i i ele. i'
Ouarlo- llouvu no reo superiori ltde oai
forjas etc ?
Quicio. Oreo pralicou o facto de que ho
aecusado ruin abuso to c ,iili.nie.i nelle
posta ?
Sexto i:\islem circunstancias allenua.tes
om favor do reo ?
O jury responde ao primeiro qusito rio
por novo votos; ao sogundo ndo por II vo-
tos ; ao toicero ndo por novo votos ; o
quarto nao por 10 votos ; ao quinto fl > por
l0 votos ; au sonto ndo por unanimidado.
A visla da dociso do Jury o Sr. presidou-
le absolve o reo.
SEGUNDO JCLGAMENTP.
/el 'i ii i Fernandos da Silva Manta, acej-
sado polociimc de aunada.
Me. os de soiloado o consclho, lie inter-
rogado o reo pela manen-a scguinld :
Jttii: Comosechami ?
l: -i Zel'erino Fernandos da Silva Manta.
Ji/'s : Sate porque se acha procossado?
Reo : -Cu fui preso por nflo querer levar a
chapa do Si Mili te-legado livoira, ou por
oq quorcr volar no amigo que fose de mi-
nha livro vonlade; por isso o Sr. Oliveira
meprocessou deixando de fraoaulordo
barolho; he o que tanho a responder a V. S.
' Juta : NSo foi entilo o Sr. que fez uma
desordem emFra del'orlss om agosto do
1819 ?
Rio : NIo senhor.
Juis : Quem a foi i'
nisada nos Esadua-unidoi da A mar loa-.
Morreu na Porcia o velho gesten I ingle/.
Lingg. Enlrou iva Tejo a au inglesa a>rin-
errcjcnl ; traz tiiotit idas *;> pogis, que Mo
silo il'o.ilt ii.lii. s.ilnit para o II .vro no brtgue
francez decaen o vi.scoii.lo de Loures, segunv
do ouvi dnei ao Itodovalho. Os lioaens da
n.ii.'io jornal alacaram o novo decreto da
Imprcnss, por causa dos deposito*, ciqao
medida he provisoria, a seu lempo ralla-
remos.
0 JoSo de l.emo>, o Brushy. o 0\ Sancho
e o Gomos de Abreu ouviroque havia con-
tradanca ihinslirial, enlranJo para o reino
o Antonio Luis doSeabra, e passando o Pol-
lona para ti ituiiiiia,!) Loul pira os es-
iraugeiros, eoijivis para a guerra Vere-
mos se alguem mais ouviu tsto. 0 Seabra
rabeos ao Sr. Vianna, que uiij satisfaz com- InO esta nal lucirs da eiatacfio quer a
i I Uiiienie : Eo bello pagem, lo vivo, Uo ] rainhae a caria reformada, epouco
esperto, o Uo malicio,o A Sra. in-s.it nun-
ca desmente scus apaixonados llojo deve
o Sr. Gerinsno ontrar na ornfa di Dios, .azoa-
do o papel |>lo commendador. Sor mais um
Irinpho quo antes do dcixar o Uto o distitte- lo de Aviz ; fallccdu no dia 17.
tu artista regisliara no seu lbum de gloria '.
SONETO.
Offtrccido ao grande actor Germino Francisco
de Otioeira, p'ir occasiao' dc repnsmtar nos
ous Renajadoi, na noite de 29 di junho, no
thtatro di San francisco, em obsequio ao
digno empresario do mesmo theulro.
De tua longa ausencia j sentido
Este poto, que vez aqu saudoso,
Vftti boje dc applaiidir-i'' desejoso
Mostrar que nunca (osle esquecidu.
Se o u no.ue inmortal c merecido
En. Rccife alcancaste, actor famusu,
Este poyo que le estima, glorioso
Este iioinc repele, actor querido .'
A sorlc que hoje em serna te ajunlou
A'quellc que do povodo Jaoeirn
Semprc applausos c lou.ot alcanrou.
Te mostrao cnlbusiastuo verdadeiro
De quem contente boje te acclaniou
lu dos hroes do palco brasile.ro.
VARIEDADES
=
passelo lageado do boalcoard italiano ; passo
portaniu seui Iranslcau ab retrato dc meus
personagens.
Mr. de Lflcgpr, sneu mu respellavel lio,
he um hoinein de seus cincuenta anuos, alto,
seco, ossudo, um verdadeiro Nemrod agrcola,
que cousagra i Diana todos os montemos que
nao d a teres. Segundo dizcm os habitantes
do lugar, elle be um liberal, um espirito for-
te que inlroduzlo no pala as charras belgas,
que sabe Icr e escrever e asslgna as folbss da
capital. Veterano no imperio, oIRcialda legi.io
de honra, lucubro do consclho geral do de-
partamento, ma.'rsdc scu municipio ; uieu lio
parece ter attlngldo o mais alio alvo -dc sua
ainblco, e saltsfetlo da grande nlluencia dc
que goza em todo o cantan repousa IraDqutl-
ramente sobre scua lourus; mas nao creas que
seja um destet velhos rabugentot de cabel-
los braucos, dos quaes so faz lo grande con-
suinmo nos dramas vlrtuoto. dc boulnard.
Posto que homcui do imperio, elle leve o bou.
senso de sacrificar a niaior parte de teui prc-
conceitos dc 1810 sobre o altar dat Meas mo-
dernas. Mr. de Longprc, he uuthomemde bct.t
e digno, o mala fiel asslgnante do Journal da
Chanears, un. velhuanda fresco e lesto que
acaricia muilo menos sua mulher do que a
dipagarrafa : he uma cxprcssoque elle loinou
de llabelais, scu autor predilecto.
Tu sabes que sahindo da intliluico real de
S. Dinis elle ulgou acertado casar-se, nao obs-
tante sua ldade, com a (ilha dc um antigo
camarada que morrera acm delxar bens, mofa
de vlnte annos, amavelc ln lia, sen. duvida con.
o nico Ii... dc ter lindas inos que preparas-
e.n tisanas para seus fuluros rhcuinailsmos.
Ruque etperava encontrar urna ta vevba, -cea ,
c en. ugada, com um rollo sarabulhenlo e cer-
cado de cabellos de seda vegetal, liquel bein
sorprchcndldo de achar-ine snbrlnho de uma
O Vapor l'araensc, que procedente dos
porlos do Sul, enlrou no dcsla ridado em o
I dia 16 do corrente, tronxe-nos a sou bordo
o eximio artisto dramtico, o Sr. Gorman,
Frailesco deOlivoira. digne administrador
do Ihealm de S Itlbel, zoloso, c incancavel
eroprozarfo da rompanhia drannlea do
mesmo theatro. Sabcm lo los o moliv l que
o lovou ao Rio do Janeiro : sempro ilesi joso
de agradar ao publico, inlciramcnte dosen-
i 11 i,- ..i o cubica so lmenle por consuniar a
I obra quo teve a gloria do principiar, islo be
i acabar de plantar o goslo pelo theatro, que
' entre nos nlo eslava ainda desenvolvido, o
sr. c i mano, lrCMIContraed, com o gover-
on a nova empresa, premodili apresnnlar u-
mi nova companliia composta dos niolhores
| artistas, que po Irise ochar no rio de Janeiro
S-ih i l.i'i'ii no dial, do junho, e depois di
146 diaz diaa de auzencia, vollou o sr. Ger-
. mano plenamente satisfctlo por lor conse-
I guido o Um a que so propoz em sus viagem
o publico ancirso pela sua volta, apenas vo
I aproniuur-se ao porto a barca cm quo rspo-
. rara o eximio artista creador do nosso thea-
j airo osu genio da scona, quo anda nflo lev.:
i rival em pernambuco, press.r.tso cortn ao
caes do arsenal de maritint lofrogo por a
bnicar tquelle, que por eipaco de ux an-
no tantas noiles de inocento praser Iho dora,
o que o vinhit tirar da Diste monototii i, om
quo oslsva.
Knraiitador foi csse recebmento : apenas
o paraenso largou ancora e dou fun lo, tiuau-
do dc repente so vio cercado do uma eran-
do mull I o dc botes, que conduztatn inu-
meraveis amigos do homom, que nos toni
ganbo geraes sympathias, do artista do ra- de bontem 25, dia de S. Cregorio, segundo
romeritu, quo por seo incontcslavel tilon-|os melbores Anlhores que Iracttm deltas
to, por seus nao vulgares cohneriin secnicos se nos mostra semprc victorioso,. voto nacional, determina que os deoulados
sempre radiante de gloria. Eotre os que o, venbilo authoriados pira reformar os arli-
inin ctimprinionlar i bordo saltn o sr.gosda lei fundamental, que a experiencia
Gortnano no arsenal de marinos, e ah fui | lem mostrado precisarem do sor loforma-
delido por inniimoravrl mull l> que o es- dos Esti alta medida era nocessaria, o
porava pira abraca-lo : o riso do contenta- mesmo muilo lgica. A perfciU harmonia
nclito se manifostava no somblanto dlo- de sua magosta Je com as necessidados do
dos. He assi-n que fui recebido o sr. Ger- paiz, me allianca que a cousa marchar o
| mano pelos pernamlmcanos; he assim que melhor poslivel.
I eslo povo sempre justleeiro costuiua mus.- Ha outro decreto quo nomca uma com-
j '.'aro tito prego, om que Um 'aquellos, que missflo para a reforma dt le cleitortl, pelo
sao por seus morecimeulos pesioaes dignos melliodo indirecto. Como a opiniilj do bicho
ida sua estima. homem livre, .loclaro que nflo approvoo
i i mu i -oiii recobido no llio do Janeirno tl moio indorecto. Eu ci pertengo s elsi-
! sr. Germano? mo insigne actor ja ali bem cOes di.-ectai, e em minha couscioncia me
condecido. Tem occaiSo do, por obsequi) persuado que por tal meio nSose fara cou-
oS-. Florindo, emprezario do theatro doS. sa limp,i, apjsar de ter contra mtm a opi-
Francisco, representar 3 noites no mosmo niao do nosso llorculano. Acho mesmo que
Iheatro : o artigo abaixa transcripto, esira- o molhodo indirecto Jo agora ser perigom,
Mulo 'la marmota na corto n. 171 mostra o e desconlio que a eleigo Hcari subordina-
da opinto mais on menos exaltad i dos
goveiuadores civis.
Seo melhodo indirecto uma homena-
gem a carta, seja embora ; utas ou uo
como es-1. Se he uma barrclada gente
carlista, estou que rom isso no consoguem
acabar o ammuo; so he uma condescen-
dencia ameacanle poltica eslngeira
la inh-iiii me parece quo pooco elTcito pode
cara ao progrttnma do marechal. A sepul-
tuia acaba do recebar o cadver do legiti-
misla Feliciano Jos Pereira da Silva, te
nenie coronel diengenneiros ; tinhaoiiibi-
CAIIT.V DE P.IU7. TIZ4NA BOTICAItIO DE
LISBOA AO BA.RBEIRO.
Maio26. -- Mon clter. O Ex'n. Diario pu-
bicou hoje o decreto da dictidura mlnisti-
ritl, que dissolve a cmara d Um a Un, e
convoca cortes extraordinarias oara o dia 15
de selembro. O decreto esl dalado do dia
enliiusiasmo, com quo o Sr. Germano foi
espontanea e exlrondozamente np lu-
d lo n coit", onde o Sr. Jo.lo Caetano ho
empresario, e director da companhia dra-
mtica do theatro de S. Podro do Alciolra...
Sabemos com cortesa quo o muito digno
administrador, empresario do theatro de S.
Izabol conlractou no llio 5 artistas de mero.
rmenlo, entre ellos a bella e formosa joven
Jr.siiiua Muiitain, dama que na corte tem si-' r produzir nos galos da liherii, e nos jan-
do sempre victoriada pelo publica em con- tares diplomticos do Elizeo. Islo, mcslre,
seqqenola do ptimo desenpempenho dos
papis, que representa ; e na bahia A quo
eotnada s3o inferiores aos primeiros. o-
res quo so vom reunir aos q ic ja c
o, ecompletar uma cxcollenle couipa-
l i
lia Uo linda ; imagina urna mulher morena dc
vintc cinco annos quando muilo, com nios al-
va| e pequeas, olhos vivos, ps arqueados,
com esse desembaraco gracioso qne asienta
nio bem no campo, e leras inlnha ta.
A'primeira vez que a vi, um elegante pen-
tcador desenbava scu corpo delgado e esbelto,
eseu vestido degulado dcixiva ver urna espa-
doA branca e bonita cabr a qual brincavam
cabellos prctos. Quando Uve que abra(a-la,
confesso-teque corei comoum aldante dc 16
anuos, por sua parle, ella se houve com urna
i ac encantadora, olFereceu-inc a face sera
screinonia e tratou-me como um sobrinho
un nioo, o que inte. io. nienle ainda nojooper-
doei.
Minha lia be urna mulher siogular t nio
podes crer, meu charo, que demonio eucerra
este envoltorio to delicado c lo frgil: po-
bre lyrlo patriado e transplantado para um
solo virgcu. e rude, ella fortllicou-se com o
contacta) dessa naturesa telvagem : fcita para
e.nbelczar um lalao, mcditai.va c indolente
por temperamento, ella quiz, dando se a exer-
(icios vnas, encantar as horas de sua Tbebaida .
quando seus romances, ou scu plano a enfa-
dam, quando se enfastia de ouvlr as bomelias
do cura, ou as sempiternas faceclas dc sua ali,
u.ullier^orda e bochechuda dc teus O anuos,
ella moma a cavallo cgalop tao bem como ca-
sa escudeira do Circo, pela qual concebeste tao
bella paix.io ou alias aco.np.inha seu marido
caca, c casa mulher tao delicada se transfor-
ma ein urna Diana cacadora, dispara uin> es-
pingarda e mata uma perdiz com toda a segu-
ridade e todo o sangue fro do cacador o mais
consumado, e se tu a ouvisses tallar aos caval-
los e caes, e proferir de vez em quando dessas
nnprecaces to bonitas quando sabein de una
bocea linda de mulher!
Paraagradar-lbe, meu charo \rthin-, folpre-
nio he oppr.sigao, he opinio. Corramos
urnii, qtierc.niiiiilieinos pela estrada real,
quer peloa atalhos.
Os inimigos da liluec.lo liz iram circular
o boato de que o governo teuciotiava fazer
cso que leu ltumilissi.no creado te lizesse ca-
tador, Me.nrod, eu ijuc cm toda minha vida
nao tenbo tocado seuao a espingarda noltensi-
va de guarda nacional, e que ignoro os p-
meiros principios da cquitacao, An'. se eu totv
besse ... iu.-j ir um cavalloe matar nina perdis,
como vaidade parte, sel cantar sol ene I me me
urna aria, pintar aquarella, c proferir urna
phrase scntimetflal, meu pobre lio! [!..,. o que
digo, nao be para me fazer valer c abusar de
tua ereditUdadc ; ent contclencia posso Itson-
gear-tne eav ter ganho cm pouco lempo muito
terreno no favor de minha linda lia i hontetn
noite einauanlo meu to jogava, como faz to-
dos os din, ojogo dos centos com ocollector,
ella cintiva ao meu lado c eu a icou.pn.hava
ao piano; caria era sentimental, e ella caula-
va ceta,nina voz comuiov la ; arrisqueiine a
Siegarlhc da nio e lvela aos labios; est. mao
iv. pouca resistencia e eslava fria e hmida ....
mas torno a dizer-te ha duas uaulheres em mi-
nha lia: a mulher de salo, delicada romn-
tica, c a Diana forte e Intcntlvel, Disc-iuc,
profundo D. Joo, de que modo confundir cita
dualidade feminina em uma unldade amacle ?
Ksel irece-titc c un leus conse-llios, queisna am
c;iio pelo botti successo dc meu. amores.
Eduardo.
Depois dc ter etcriplo esta carU, e chamado
um cralo, o qual encarregou de leva-la ao
crrelo da villa, Eduardo compotoulra vetteus
cabellos que estavam em desordem, dCMaua
felco graciosa a sua grvala, lustrou sena bi-
godes prelus, passou a otan com amor pela aua
Inri, i c quando seu cspclho Ihe repello vutlc
vezes que podaapparecer, detceu ao salaa.
A peca que llr, dc i. iuxpi liaba apiisado
com este noine ficava ao rez do chao e suas ja-
nellas dava.n para o parque. A mobilia era
uma mistura confusa e desordenada do es-
lylo rococ c do eslylo moderno. Em frente da
Um correspondente hespanhol do Mor-
n ng Post duquoos governadores eivil do
Braga, e Guimhra s&O dous esturrados mi-
guelislas.' 1: Olha quo esl realmente Bem
itirormado o lal gsllego do Morning Post! !
A noite passida alguus munleipaes andarlo
em desordem com Soldados de cacadores 5,
mas .irenuiiiiod o o-so. Continua a fallar-
so na expurgacio da cmara dos parea, an-
dida esta que tem batanles tropeos, e oon-
tra a qual so d;claiou a matrone da Bica,
que hojo esta decimi.
Comtnuto as eliciacas ao mtrechal: o
Crespo appresotitou-lhc a da cmara o povo
de porto do Hoz; a eschola do commercio
lellcttou, c o Gremio lilterario, ambas re-
pieseuladas por commisses. S8o causas
que nao fazem mal oonhum, se nSo roubar
o lempo a quem dolle precisa. O jornallsmu
eugorJa com riles, o Silverio Augusto do
Abninchos Coellio esl magoado, por nao 0
roiulograram noollicio de Correto de Vi-
zou, dando esta posli ai sea amigo Jos
Bernardiuo de ebreu Coiivoi, que parece
anduu com mtlic.a ueste negocio !
Agura mesmo me diz o mou amigo Anto-
nio .llana llullin Caruco que ni quinla-feira
ha grande funccSo om S. Pedro de Alcnta-
ra quo faz a irniau la lo do Sr. Jeaus da ria-
sacra e de .Nossa Senhora do Aleerim. NSo
mo escapa a funceao. s se ou fOr chantado
para salvar o paiz. O ferrador da horta sec-
ci ven Je nina paielha d'egoas hanoverianas
propias para todo o sen-ico'. Tive honteaa o
gosto de encontrar ni pas*eio publico as
quatro rmAsquo vieram do Porto, D. Jos-
tica. D. Moralidtde, t. Toleranoia, e t. I.e-
galidado. PareccrSo-me muito lindas e
ogradaveis, us com um sorrisinho mali-
cioso, por mais diligencits-qud fiz nflo pude
sabor uiido estavam hospedadas.
O presidonlo da relacfl Sequcira Pinto
estivo jugado aos dados ; Itnj i porem sent
molhoras. As hospe lanas estam cheias cTb
protendentes, islo be de liometis que fuerio
grandes servicos As caixas das secretarias
estam atulhadadas de rri|'icrinentos cm
busca do uma pjiicflo codal fii-ie que o
Crespo semprc alcancara a eonflrmicflo ds
promossa que Ihe lizoram de juizde dirdilo
deAlcobacs. Tambom dtzem que foi Ho-
rnea lo delegado ein l.eitii o odtlor retpon-
stvel doObservador doCoimbra, de-
iiiillindo oque It eslava, que naturalinoata
tiflogostouda gact. Tainbein dizem que
vai ser reformado o consclho do estado, si-
hindp o Conde de Thomar Vis onda da
Gastro-AvilaDusrte Lailso-Tojal-eo sftix.
Parce i queo (.arlos da Silva tilia Cunta com o
logar de leoretario do consclho merroionadn.
O meo giUego, quo tena i uossi catctilis-
11, "lliiun qne em Barcelona se fabnclo
todos os tnnos et) mil p.res de luras, e que
nesla industria se o-rupam J mil pessoas.'
Em Madrid, capital das huspanbas, diz 0
gallego supra-jitallo, que so fabricam an-
nuilmonlo 10J mil pareado luvas, o qu
insto so ocoupan quatro mil pessoas, prin-
cipalmente sonrrarts desgranadas. Um ami-
go da humanidtde, quercnlo prestar um
bom servico aos pobres, sem serem aos do
porto, rerommen la-lhos que uzem do col-;
xOci do musgo Estos colxOs de musgo
alm dc serem (roscos, tem a granda vanla-
anllga chemiiic, onde crcpltava u.n fogo dc
sarment, velbas tapecarlat rcpretentavain os
inevltAveii autores dc Hercules e de Omphale c
a deoca Calipso que cercada dcaui nymphas
ni. umareo na mao eutn carcas sobre o hom-
bro, persegua un Java em seus bosques es-
[h'ssjI oadehaDltaram pastaros desconnecidos,
que occultavam aqu e all sui plumagem fan-
tstica por traz de quadroi modernos. Em ci-
ma d [torta da entrada e doa espelhus que de-
Citravam o salo, tica va m liemos modado LuU
XV com suas pasturas com ceatoi, llcando bor-
da (I......i lago azul, niadas de rosas emquau-
to srusearoeirot berrivam distados molime.
te .i sombra de una rala vela,*. ; Jonto dc mu
consol de p torneado e bordado dc uma gri-
alda de rosar .esculpidas que pequeos amo-
res vaUosos dlscutavain entresl.'aobava-se un.
elegante piano de Pleyel e dc cada lado em
praicleiras moda a mala nova, varios perfu-
mes, lien, que falta de un.fo/.nidada a mobi-
lia desse salo era das mais accominodadas, c
Wr. de I.ongprc llnha nelle cstibclecido seu
quarlcl general.
Quando Kduirdo enlrou, madama deLong-
prt senlada dinite de scu plano, dclsara scus
lindos dedos correrein ao acaso sobre as teclas
macis; dislrabida e pensil.va ella cantara
em vea Malza. Mr. de Lougprc cnvolto cm um
capote eslava voluptuotamemc enterrado em
ma macla poltrona i Volt .re, e todas suas
(acuidadesIntcllecluaea pirrciain unicainenlc
ab.orv.das etn uma partida do jugo dos ceios,
que o collector, homein bailo e gordo de olboa
pantos c nariz pustulenlo, Ibe dlsputava com
afinco ; mas por bclao das largas abas de teu
chapeo, uqua ituA embicado sobre os olhos,
elle teguia com atnied.de, em um espelitoque
Ihe liuava na freule, todos os movlmcntos dc
Eduardo quo acabara de sentar-te ao lad a dc
sua mulher e lhc all.tva neste momento em voz
MUTILADO


hospitallnlv*pulf**n aos munlo em qu*jTemo( a ) O hortionto.ierloi coplela dos paderoio
durto mulle nos. Alum rsligm-ohlo
he elstico, e nSo est su-'ra, e seo I i vi
0l mem, o caajti
dade e da rilernida.lr qne Ljulsto troxcr
aos hoinrni ; aipda mais sendo o principio da
Igualdade pragaMcoino hu principio divino,
ai lela eme delle decorriain linham (amboin
,a,
K"in de nio
pcrsoveiol,
.llSSO. O III
JTKVan"e^pOCoaoo, Uto he da Cui- 8U1S acota oTftliy. liega mcont..iente
nucnalum causado 80. kMpanha algua* o senlefl'*a jiisligf diviua 8o execu-
.rridunlM triste**! chegoo a Valencia, Udas apenas profer las. Com elTeilo evo
lulos da Biblia.cba-ao a JQter-
doi rico., iorrlso, dlsse un poe|a, ajdiala.icia he meque-
na. KJo tem a nirlancolllp iorriie) nos libios'
mniM jataludma.g.ua saln de umaJpdo< o cipl
,|aou partida, e nSo saina que. '11c ti- v. ng.T.. .le De
SfiSrS oarlida. b nUfo^SMa que elle ti-" v, ncS.i de Deus, cujo braco esra constante-
aba cneaado, eiicoDl.-.-do o por caso na-mente levantado qur para caatigar qur
ra cabla redonda no cho com um dos- para absolver. Os castigos inventados pe-
ina/o on faniqnito, egundo o voobulariq la colera divina orOo numerosos e as doen-
feminino' Conta-se mais que chegando a as de lodas as ospecios occupavSo entro el-
Madrid c psenlo de noite em frente do les a primeisi lmha : O Eterno, dizouoi-
circnlo'mercantil, oacavallos de urna soge leenoaico, teferiracom languidez, ardor,
se Bpanlaraan, e o cochelro mamou um.fobre,.Calor abrasador, espida, seceura e
susto que nunca mais Ihe sahiu do corpo! mangra, e estes males te peraegulrno at
O Duque da Victoria, general Espartero, que perecas; o Etern> te ferir com a ulce-
e chore do partido proguesista de Hcspanha, ra do Kgyplo, com homoriodias, sarna o le-
nSoapoiou as candidaturas da fraecuo de- pradasquaes 11 lo podoras ser curado; o e-
oocratica Escrevem de Itoma ao men pra- temo te. erir com o rrenesi, com a ceguai-
tic.Dlo que a Semana Snela fura ali Teste- ra n com a estupidez, &.
ja la com raudo poinpla e um exlraordina- Todo o quadro nosologico, medico e ci-
rio coocurso de estrsngeiros : a na repar- rurgico dos H.brets'esla as m3os de Deus
* ciada polica se apDresenteram5t,000 pas- comouma amcaei constantemente suspen-
sapurles O Sancto Padre deu 11a praca de sa sobre s cabera dos culpados. Ora nao
S Pedro a beocio urbi el orhi. seria acaso urna revolla contra Deus o que-
relle momento chega a minha botica ror ombaraear os effeitos de aua colea i
um freauez meu. homem do naeien rgimen, Coaa que direito so teria o hoi-etn interpoa-
ouie dizque vai puplicar-se o decreto que to entre a justica divina e o culpado? I'eii-
abrea porta d cmara alta aos dignos pa- Sar 01 doentea, cercar de commiseracno e
res que a dictadura do Imperador collocra de cuidados aquelles^que a colera celosto
na lerceira aeccio. He urna ninhada soffri- feria, nao teria sido aecusar implcitamente
vol se estes liJalgos acceitSo, nSo tem-re- a Deus de mjuslica o collocar-se em Tevolla
medise nSo prestar ojuramento i carta e aboita ontra as delermiiucOes de sua von-
a rainba. A medida be altamente consilia- tade Por isso nao s os lios.ilaes mas a-
,jori inda a arte medica orto desconhecidos dos
Una rapariga do campo, vendo-se in- llcbreus e a lei de Moiss impunlia-lhes co-
quialada por um ianola na ra do ouro, mo dover o ignara-los para aempre. nao
pronuncioV-se agarrou-llie na bengala, e ro senao mu tarde e quanJo a corruncuu
qUHbrou-lha no rostado o janota fugin, penelruu no povo de Deus que os sacordo-
e ella ficou-se lindo A Condessa de Tho- es, oscutiiiJo mais o interesse decala que
mar continua recebando visitas. O Santos, o inleresso da religio, cooiccaram a prati-
negociante de lou^a na ra da prats, airan- car a arte de curar.
jou ltimamente a sua loja de urna maneira O paganismo, abstracto feita da deifica-
rle e -legante ; ho a loja di cacos msls ja- c3o de lodos os objectos da natureza, deifi-
nuta ua capital, caco qm dopen lia ossincialmento do ca-
Sou-em nome da nac.1o 0 da rainha. racler potico dos povoa que o tinhao adop-
Sauda, patacos Seu amigo, lado, o paganismo reconbeco a mesma tlieo-
e fraternidade. I.e Citoyen goilia que Moiss, islo lie um Deus nico,
liras Tisana oaaJlpolent, pai dos outros deoses, Zeus,
m ______ que os hymnosorphicos nomeao o Zeus ap-
xij, aquelle que produzio todas ascou sas o
I ma pagina da hiitoria dos hospitaes. grande es, into gerador ; mas a par dc.-la sn
A historia dos hospitaes mui pouco co- inellnnfa iheogonia ap/aroce o dogma da
uhacida nSo tem sido em nenliiima parte iuimo: talidade da alma, oeste dogma, co-
ioleiramente escripia; nflo possuimos a ando o i'enaro, e os CuikiOs, Eiyseos, taz
osle respeito seu3o urna memoria de Mein- de alguma s.irte desapparecor da terra i
gez, impressa em 17S9, vasia d fados e que joslica de. Djus, e nao faz miis das docncis
nie he, be n coqio o indica o sou titulo, um attributo exclusivo Jd ringinfi celes-
aenflo urna simples dissertaclo; temos in- te ; por isso todos os pliilosuphos s3o mo li-
da urna memoria de Mr. Percy o de Mr. Wil- eos, o logo depo:s dos lumplos numerosos
laume, coroada 0111 ISI2 pela sorielailc das levantadados pela ignorancia aos deosos
scienoias, arlos e bellas letras d* Macn, que tem a rcpulacao de curar, brota c up-
Esb9 11 aba I ho milito mais com;l'lo que o parece raJiosa a medecina humana qual
de Uongez nao passa de um bosquejo r-pi- um genio onoiputenle llippocrates das ha-
do e ,sem alcance pbilosopliicc ; todavia ses quo o lempo as revoluces tem sabido
coiiluin (actos nuiueiusu e moslra que seus respeitaj. ,
autores entregaram-su com pacienca as in- progresso do paganimo sobre o judaisiiiu
veatigaces historiis Oabhade do Kccal- '"'portaute aeuuDoiaoio do dogma da im-
depublicou tamliem em 1786 um raumo ''''al'dadeaaliiia, ma. nis.o pVou.i marcha
tostoneo < cnumeracao (rosestabelecimentus existen- graJo. E*trellqnladabarbarldade do. pri-
tos naqoella epoc c um pinegyrifo das or- meiros scoulos apan.iva a proprla conerpeo
dens huspitaleiras de c.labclecliucniot hn.uialeiro.: os lioinens
A Allemanha qne seu genio pariente c in- quepor aua miseria, pelo genero de seUs tra-
vestigaJor parece levar para os estudios hit- ^albu., pelas Influencia, moriil'eras s qaaea
loreos, nao tem indagado a origen) dos c>''o aubmetlldo., eramos nicos que csia-
hospilaes aeoSo para exoliear a anligui Jadn v"" Cl" """''10 Uc "cr uidado. publl-
du maauetisino (t< Sr< Sc'ip lar ilhnii. c Pcrlec'oi a senhores nimiamente nuc-
i magu Ubino. US OW. se icl l..r O (.llou- ,essaj0, cm 8ua col,servaco que nao nodiam
lant querom que os templos dos gregos C por .., abandona-las a m!io. Se.eonhcoi-
s que delle decorriauj linham tamb
este carcter, e seu eoinprlmento acKav" urna
recompensa 110 cita : a Si viiperftclu ru, dis
o. Malheot, tfo rbui, el habebir thetaurum in esto >
Tal he o penaaiuento que dec na.ciuicuto
aos'hospitaes'
Mal. tarde, phllanthropo. olnciac e com
nendadore. Inlieis da doutiina de J. Chriiio,
tornando a tomar Idcla poltica do. amigos,
ilcsliguraram indignamente a bella e aubllme
caridade chrislan, e teiu repetido de aeculo
cm aeculoat aos no..o. diasque* loccorrer
os pobre, he um nielo de governar, um meio
poderoso de conter a parte mais diitilcil da
popula i.1 o u .le lomar uielborc. toda. u. ou <
Ira. > ( Marbcau ) Nao, aquelle que glirlAca-
va a pobreza c Ihe promettia o reino do. ceoi,
Btali ptiupere, quia eorum til regnum cttorum,
nao podia pregar o egosmo e rccoininendar a
beneficencia como una arma de compressau
Flix lloubawt.
(Illustralion)
HONOGRAPIIIA DO SORRISO.
Porque ralle nao lera o sorriso o seu hifilo-
riographor Incomprehenslvel em sitas varia-
ces, inlinilo cm aeus caracteres, elle repre-
senta todos oa papis e toinatidaaa. cxpres.des.
Klle punge, elle radia, elle aliaga, -elle ai.11-
uh il 1 fai-sealtcrnadamcnle humilde, e aub-
Oilaeo, insolente c mofador, prolector, e altivo,
e d mulher um eucanto de nial., Com elleilo
o sorriso pertcnce mulher como o perfume
flor, como o brilbo ao rubi. Elle Ule pertcnce
com toda. a. anas Bracas arreciadas, com lodos
os seus galantcios fementido.: a mulher ineneia
o seu sorriso como ineneia o.eu lequc I
O sorriso nao implica sempre a ideia de ex-
pansao c esponlancidadc. Klle pddc ser tam-
bem e com elleilo he inuitas Tees, um acto
Juerido c relleclido. I.aia > torua-se um meio
e dissiinulacao. Nao he mais um accidente
puramente physlologico, he um phcuomcno
Intimo do qual o moralisla se apodera, e que
deve aualy.ar. O homem ique se .ente agitado
por pensamenlo. criminoso., procura occuliar
0 seu segredo aos odios do observador, Cha-
maudo o soiri.o .obre os seus labio., elle quer
ou aleclar urna trauquilUade que .ua boiisci-
1 in 11 perdeu, ou procurar proJusir .obre .ua
pbysiouomia aeutimentos que seu coracao dcs-
mente.' Para este o sorriso nio he senao urna
mascara.
O orrlso pois ou he a manifestacao ingenua
dcinna .ympailiia, ou he mu mentira. Klle
011 dillunde o amor, ou destilla a colera ; ou
he celeste, ou horrendo; ou he urna contra-
cao nervosa que occulla os senliincutos ma
latimos, ou he um dc.afogo furtivo que revela
a. riquezs. de um coracao sublime: Nao dio
os poetas 11111 sorriso ao. teua anjos, e um sorriso
aos seus demonios ?_
He debaixo de um sorriso que oceultamos as
torturas da Inveja, as decepcoes do orgulho !
O que faz o autor escarnecido? Sarrl. =0
ministro decaido ? Sani_____o amaine dcs-
proado? Sorri.... Ji aorriso eis o argu-
menlo victorioso de nossa vaidade, quando se
v em a|iuros! Qoaoto nao seriamos mais dif-
licels^dc consolir, se Dcos, em aui previden-
cia, nao llvesse dado menos amir proprlo!
O sorriso he algumas veie. a ultima eiprcs-
suo do desespero.
He o sorriso de Oreslcs, quando perde H.-r-
inlouei
a Bh bien', je mitin conten, el non sort est
rrmtili
Jorge Daiidln lambem aorria de despello,
quando em sin lograeao coujugal censurava
a .i ine.mo com um cnthusiaiiiio lao Jovial ?
Ha multas vezes no sorriso o gerineu de urna
traate, ea premedlucao de una vinganca
A dor que te resigna ach iluda otnsos quan-
do nao tem mais sulucoa. A peisa lanibetn ama
sorri r: *
' Quando receben os. adeotea de Hctor,
Andromaca, dl-nos. Homero, aorrlo com la-
grimas.
O homem boro tem o .orrlso .incero o ho-
inertl"suri?rlor lem o sorriso doce, aft'atel e
indulgente ; a moca lem o sorriso fluctuante
c ingenuo na mulher.'O sorriso he mais pre-
ciso, como o pen.amento que elle Intcrpctra.
O hjpooi ila tem constaulemruie na boca um
sorriso coo.lraogido e forcado. = O homem
alilado aorria proposito, otlo sorri .empre, o
luicoiiiprehenslvel nunca sorri. o fatuo nio
soni seuo para .i mesnlb,
O.orrl.o he para o riso o que o botao a-
pena. dezabrochado he dar a lioraberta que
radia ao sol. O riso he um acio' accidental e
fugitivo, o sorriso lia-se .obre n face e nella
repuu.a. O .orillo em sua prudente modestia,
nunca be totalmente iaemplo de utua. cci u al-
fectacSo o riso indica um abandono ebeio de
franqueta. O primeiro he mala dllcreto, o
segundo mal. lagenuo. O .orrl.o nao implica
como o 1 no, o completo olvido de nosia per-
sonalidade. E ae eu nao teme.se que me e
probaaaem o de lenterrar a. aubtllezai um
pouco preciosa, de Voltuire, diria: O sorriso
considera-.e aorri.o; o lito quasl empre nao
sabe que ri.
Pulir o homem que rl ao homem que lor-
ri: o sorriso vem do e.pirilo, o riso do coracao.
Urna mulher (Mr. baliac escreveo isto nao
me leinbro em que parte) nao rl .eno ao.
trila anuos, dabi por diante, ella orri. Nio
me pergunlcm mai. uada sobre e.la materia;
porque eulio eu citarla c.tc verso de Viclor
Hugo.
c 'un. bnuhe ai rii;o toll lale. ei dentei.,
O sortl.0 na. mulhcrc. he ao me.mo tempa
iiuiaarma e urna aeducaa. Elle be para el-
las ea.a alavauca indica de que falla Archi-
inedes. Os aorri.oi sao a aua realeza. Lllai
lem uus que glido, oulro. que provoco, ou-
11 os que despedacao, c oulros que enibrlagao.
Atrporqua ra.ao e.le. .orrl.ua lao fre.cos,
lao rosados, lao orido, hao de occuliar al-
gumas vezes um laco, ou nao ser eno um a-
dorno e urna alTetacJo!
trederico H (\IUiutraUoi\)
'ar-v '.-.-=o-T^'*:--. v-^5 -- .Tonr..
COMMERCIO.
do mesmo tribunal. Ejajaaa conatarae.man- inesmoteBicsoravajapara embarcar, o de-
do.! mT.rVpresentee5bla,rpel.Dmrio,'Jerao UJ a bordo Dfse di. at as 10 horas
SecretaiW.daajpesouWla dafazepda po- d* mauSSa. K
viucialdePernajIliuce, 8(lejajlbaBl85lj Gea(te Para.
A velelra e bem oobheclda escuna brasi-
0 Secrrtirio,
Antonio virrerdeto AnnuncttSj.
TemliS Exc. o.Sr. proaldenlo da pro-
vincia remottido a esta directora gorai x-
empiaresdo rgiilambntf) Sa instruccito pu-
blica de 12 de maio p. p, aara serem distri-
buidos pelos S's. professores pblicos de
ambos os sexos; ile orJem do lllm. Sr. di-
rector geral da nstruccJo publica faco sa-
ber, a quem convierque os ditos exempla-
res acham se no I y mi, aonde os poderam ir
ou mandar receber.
Directora geral, 28 de julho de 1851.
Candido Eustaquio Cesar de Millo, amaouon-
se sichivi-t 1
REAL COMPAMII.V DOS PAQUETES INCLE-
ZES A VAPOR.
T) bem coohecido e veloz va-
por Teviott cummandante Ro-
>, deve squi chegar dos
portos da Europa no dia 31 do
corronte mez,(e depois do urna demora aqui
de 12 horas de dia claro, seguir para os du
sul; aquellas pessooa quo quizarem ir de
lassagem para os ditos portos; devem apro-
veitar-sedeste vipor, nao s pola regulari-
dado de sni marcha, como principalmente
pola seguran;, n bom aranjo do mosmo ;
assiin como elle Tundear o mais perloque
Mr posslvel; as pessoas que pretenderen)
passagem, deveram tratar antucipadamente
em casa da respectiva agencia ; ra do Tri-
piche n. 42.
AbFANDECA.
Rcndimontodo dia 28.....3:500,315
Descarrcgam hojt 29 de ;'u/Ao.'
Barca austraca Persagno o resto.
Uriguo portuguez Wi mercadorias.
IWigue americano Brandy-Winc farinlia
e bolacliinha.
R-igue brasilciro Vatenlc mercadorias.
Iliale brasileiro guia Brasileira geno- los Iticco, do maestro Verdi.
Theatro de S.-Isabel. "
Ificlli cxtrnordlnnrla cujo uro-
ilucto ser nltciieflcio dfta cusus
la citriilntle du provincia.
HOJE.29 DK JULHO DE 8S1.
DA DE GALLA.
Filiz aimieertarh natalicio di S. A. J. a lermis-
ima prinena Isabit.
Logo que o Exm. presidente ra provincia se-
digne comparecer na tribuna, a orchestraexe-
cuiara urna pequea inlroduceao, depois da-
qual, epcranteallligiedeS. M, I. a. Srai. Lau-
da c Margarida Lemo. .eguidas peloa arllslas
da companbia dramtica caotarao o
I.VIIIIKI llill'ioilnl-
,lca P h""i'0 "' seeinlei peras -de mu-
Cavatlna da opera llirnanido maestro Verdi,
pela ara. Lauda.
Cavatina da opera llonticki 1 Caputeli da
. ?"0.d.oper'' .*''!" P?a Sra. Landa e Car-
ra /'.'millo, de que he capillo e pratico An-
tonio Silveira aMaciel.Junior.deve chogir do
norte por estes dous dias, o seguir* par o
Par, com escala pola Loar, con a costu-
mada brevidade : para carga e passagalros,
trata-socoro Jiiu Carlos Augusto da Silva,
na ra da Cruzn. 13.
Para o Aracaty segu viagem com mui-
ta brevidade o hiale Exalacfo, mestre An-
tonio Minoel Alfonso: quero no mesmo qui-
zar carregir, ou ir de passagem, pola en-
tender-secom o mestre, no trapiche do a|-
godio, ou com S Araujo, na ra da Cruz.
Iliale Novo Olinda. '
Vai ser arrematado perante o joiz dos or-
phos, o biata /Vat^^na^^aakoaBbeciJo
pela sua construcSo, achaaea aflaflihido de
ludoquanlo he neceasario para poder nave-
gar, tendo de sobracelenle 1 crrante nova
com 30 bracas, e 1 vela bij.rroo tambem
nova ; acha-se Tundeado junto ao trapiche
do algodSo, aonde pode ser examinado : as
pessoas quequizeremalgum eselareciroen-
to, pdom dirigir-so a Luiz Antonio Per ei-
r, na ra do Queimado.
Leiloes.
ros do paiz
llllpOlIllliMI.
Iliale brasileiro Aguia Brasileira, vindo do
Acirac, consignado a Mauoel Gon^alvos da
Silva, manifestou o segunitu
.euC,,^egUi, co,ni;n,"a' ramailca reprc-
euiara o drama em 3 actos.
A Moura.
No intervalo do primeiro ao segundo aclo o
5,5b moios de sol: 491 couros miudos, 'iM^leSdi'.* '"' da Pera ""* d
5t aunados, 46 couros salgados, 23 saccas No intensado do segundo ao terceiro a Sra
l'Hijjo, 5caixas o 1 caixotc queijos o carne, .Landa c Vasco canurao o duelto da onera II
13 garajaos peixo o carne, 1 lina e I gigo se- ]Colamelta msica do maestro Feiravante.
bcr, 1 pacote pennasdeem, 3 ditos peixee : Terniiiiar o csneciaculo pon o grandioso
carne, 6volumes queijos, 2cofospeixo ; a tcr.ce' o* opera Hcrn^ni do maestro Verdi,
0rdem ,'pc'a bra. L.nda, Ricco e Vasco. .
nONSIll.ADD CERAI i E?per.a-sc do re.peitavel publico de toda a
Uondimento^p.'^01^: ^^..SSff I-
dem'do da 28........ l:474,835j Em additamento ao programma da recita
^TTk ef.lraord'naria "Jo producto lem do ser ap-
33:548,187 pilcado s casss do caridade desta provin-
-jcia, scicntica-se ao respeitavel publico,
'que a insigne msica do corpo de polica,
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rsndimenlo do dia 1 a 2G
ll" u do dia 28 .
i o m or Y .-------- r" **v rvi.nn,
1 '^uf0,Prcenchera osinteivellos com algumas pe-
8,6j2_ eas novas que serf 'xecotadas no sallSo do
,thealro.
2:027,678 ]
Mesuier, e nSo pode seniio iudireelamenta des nohim urna sala taeiilnurium, especie dormir. Estas pes.oas'querem'tanruni
ser contada na bibliographu da historia dos at enfermarla oildeeran rceollndoi o escra- por um sorriso sarcastico, c vofvein tneaaun
bospitaes. I vos durante suas docn9as, ,eillcic grandes |olhos enfurecidos con. o ui i-
Algumis pbr.ses dissiminadas c perdidas ^2.,! ."I. ^JSSS. ".".'*"*! Ei*t P"'"""' V<" terrlvels. O ...elo mai.
los oceupa.
Admirados.dests pobreza real, con
moa o peasamcuto de encher a lactina q
atisignalaoios, eea uro volunte queseacha
actualmente no prclo, e do qual um peri-
dico scioutifico a asetl des llupituux, tem
publicado numerosos fragmentos, reuoi-
moa loJos os documentos que podein lan-
zar alguma luz suliro csla historia ape las
esbossada. .\ossas inv.'Sligar;Ojs levaram-
noa i concluso que be soinoiito ao chris-
tianismoque devo ser ruorid a idea du
vstabelc-cimonlos hospi'talliciros e que os
hospitaes njlo s erSo descoiiliecidosoa an-
tiguidade, senflu laailism nopoJiaro nell
existir. '
Com etTcito !rc grandes logies aob.-e
ai qoaes temos noticias minuciosas e oa-
las lem sussecvamenie reg Jo o munlo,
sem qm a cadea das l'alcaes tenba jamis
sido quebraja : primeiro o judaismo, sc-
gnn lo o paganismo, terceiro o chnslianis-
mo; ca la u.na deslas leligi -s para tnr sua
r'asio de ser, marca um prograsso novo e
rtcssss progros-o successivos naacem pri-
uiuiramente a medecina e depois os hospi-
taes.
Seja-nospormiltiJo linear urna vista de
olhos rpida sabro estas eslampis da huma-
nidade, des'acaiido um capitulo da obra .lo
quo n pouco fallimos.
l*o cdigo do Moiss, tilo 11 davel a lan'os
respeitus, n3o so sclia em parte a ideia de
nina vida futura, non por.consaguinte a
ideia do coligse do recomensas fra do
naoiiiihasidoje.quecida as prescripcues dos O homem que semprc sorri para faicr crcr
Cebo- G"ladore., c gozava, com excluso do. lio.- em sua linura, c o que nunca .orri por ter to-
la ano ''"*'' ?! bciencio de urna assiitcncia publi- mado a gravidade por uniforme, assemelbaose
ca quasl ,ao estensa c lao variada como a de completamente; clles lingem ler eneenho he
que hoje somos tcstcniuohas ; mas cujos me- esta a consolaco c o recurso dos queuellc'sio
llvos se achavo em um pensamenlo poltico desprovidos.
ames que em um seulimenlo candoso. O sorriso he para o homem que frcqucuu os
Ochristianismo, adoptando cm sua inligri- saldes urna arma ollensiva e dellensiva he o
dadeo tienen dos Judeus, conservou o dog- eicudo que aUasla c confuiide os provocadores
ma da un.no nal i.l ule d'aluia e ajuman a e.te eslontcados; a funda que lauca os remolines c
progresso do pagami.mo o da abolico da es- semeia o ridiculo. Km um sal.i oirciidc se
cravidaocuda libcidadc universal: ma. em sorrindo. Armada de um sorriso Impercent
breve cate dogma tres vetes santo da liberda- vel, a polidc. a mais coimnum lorna-.c ahi
de, laucado sem palliallvo no meio do. ho- una iuipcrliuencia, c nimios compriinen'io.
men. de Torease aptiddes diQ'erenles, derla Iraidoramenle acompauhados delle sorriso dc-
dei.arscm asilo c sem soccorr urna ppula- .apiedado, ho feilo ferida. que o lempo ii-
cao iotelra que sua ignorancia, seus vicios, mais tem cicatrisado.
ua. paixes, a amencia de trabalho talvex, Porm se muilas vetes he um sgnal de en-
leriaiu juntamenle de Ini.eriae de doencas ; fado, de desprcao, de crucldadc ouironi, oior-
ina. ao mesmo lempo c como correctivo da. siso torua-se lambem varia, veies a locante rx-
consequencias dodogma que pregara J. Christo prcssaodaaQ'eiciio e|dabondade. Unta i elle na
proclainou a fralernidade entre lodo. o. ho- he mal. esle louco tregeilo eivado de frl c de
uicns e elevou a caridade ordem das mais asdamej elle illumina a pbysionomiacom um
sublimes virtudes. brilho imprevisto, derrama, sobre o rosto um
Alca redlisac^o da doulrina chrlstin, os soc- eucaulo mlivan I dj s feicoe. nina mobilida-
corro. concedidos aos desgracados nao lira- de chela de edujes, anima-a. e colora-a.
vaco .eus motivo nem cm um semimento com reflcxoi vivos e brilhanlcs, como un ralo
caridoio, nem ciu um peusaiuento phllautro- furtivo de sol faz scintlllar Je lpenle o Jia-
pico a voz da humanidade nao se tinha aln- maute que acaricia.. Todaa as emoedes de-
da feilo ouvir,e oslegialadores emaeu cdigo licadas, lodos os prazeres innocentes d'alma
de assislcncia, nao linham em visla scn:io o veni-se estampar sobre a face, e. caplivar-nos
comprimento de um dever polilico. do mcsinojmodo que um cofre de jolas alien
A philosophia chrislau, quebrando a. cadei- repentiuaineulc em nossa presenca, deixa os
as da escravido c elevando Ilotas c os prole- nossos olhos deslumbradose encantados i vista
Exporta^iio.
Philadelpliia, brigua escuna americano /.'.
er, de 2'<8 tonellida-, conduzio o se'-
:--210 barricas a 1,050 saceos com
rrobas c 3 libras do assucar, 3,200
salgados com 97,575 libras.
'.ErJEDOKIA DE RENDAS GERAR8
INTERNAS.
itcndimento do dia 28......967,593 do Lxm. Sr. presidente da provin-
Rosas, Braga & companbia, tendo de
transferir o seu escriptono do mez. prximo,
fuSoleilio, por interveocSo do corrector
Olivein, do sotimanlo de fazeodat, exis-
tentes no aeu armazem, torga feira, 29 do
corrente as 10 horss : na prsca do commor-
cio n. 17.
-- I.ciltlo de urna porclo do latas do bola-
xnilia de'araruta terca feira, 89 do corrente
pelaslO horas da manb&idefroateda rampa
daalfandega.
Cals Irmllos faro leilSo por interven-
cao Jo corrector Miguel Carneiro, edeor-
ileni do Sr. gerente dp .consulado da rep-
blica franceza, com asslslencia de om dele-
gado do mesmo, de 1800 gigos com batatas
averiadas, desembarcadas do navio francez
Julos, entrado em 20 de julho correte, pro-
cedente do Havre e por conta da quem per-
teircer, terca feira 28 do torrente ao meio
dia, no caes da alfandcg:
A. S. Gorbett, tendo de reli-
rar-se para Inglaterra, nestes dias,
far o seu leilo ( j aiiminciado )
por intorvenrao do corretor Miguel
Carneiro, nos dias 3t do corren-
te, e 1, de agosto, as g horas da
in.'iali'ia, de toda a sua mobilia ,
carros, cavallos,-etc., etc., na ca-
sa de sua residencia, 09 ra do
Hospicio junto ao quartel.
Hussell Mellors ck Gompa-
nhia farSo leilo, por intrvencao
do corretor Oliveira, de grande
sortimento das melliores fazendas
inglezas e as mais propriaa do mer-
cado: hoje, a8 du correte, as 10
horas da manlia em ponto, no
sen armazem, ra do Trapiche.
Rothe & lli loulac comoliquidalarios da
casa de F. II. Lutkens lano lieilSo por inter-
veneo do corrector Miguel Cnrneiro.no dia
1 pecas de canto que entregamos ao' Pnl0ll restante da
a_ "i 6 I lo mesmo snnhor, c
or. uermano para serem execu- facas de charquear,
l'.tlNSIll.AOO PRUVINCIAL.
dem do da 28.

Movimenlo do porto.
Rio de
vapor
Navios sahidos no dia 28.
j Os artistas ai. firmados de-
Ci nuil, que no .rogramma das quart fera 30 do correntaa" n.bo'taaem
'- das ferragens e epiudesas
consistilo, em limas,
...a ditos de cabo leve, dll-
tadas no dia ati a beelicio .los ll'' il,lia "u,/' P'onos .chaiens 6i pannel-
1 kmnliai ,! ...i!l.J i-j las de ferro, bacias de la tilo e rame, botOes
hospitaesde caridade, por pedido de ac, madreperlas & duraque verrum.s,
espelhos, clcheles o que se vendara por to-
do preco pera liquidar, e continuara o le -
13o com um sortimento de ferragens.miude-
zas porconta de Rothe & Bidoulac, que
''do. pelos abaixo firmados. Ditaitambein 80 venderi PelPre 1 """,' """no seu armazem na ra do Trapiche novo
peca nao estando onnunciada nnn.i'.
Russoll Mellors & Companbia, nSo ten-
as fazendas
ca
, .., estava indicado o terceto da
opera Lucrecia Bqjgia canta-
o pn
Janeiro pelos portos intermedios programma do esnetaculo sem que' RossollMellorsotCompan'
r brasileiro lahiana, commandante ..i.a_,_. _. : do podido expr a venda todas-.
meiro tonente Jos Segundino Go- SBI,ja,nos a causa, nos apressura-jannunciadas para O aeu lelao de 28 do cor-
rente, continala o mesmo.por intervencHo
do corrector Oliveira, no dia quarta fon a,
30 do crreme, as 10 horas da manbSa em
ponto: no seu armazem, rui do.Trapiche.
Jo3o Marlins de Barros, far hoje lei -
13o de 60 caixas com quoijos fraocezes, ebe-
gados ltimamente na barca Julia : defroate
do armazem do Sr. Annes. Advcrto-se quo
sao muuo superiores.
Passigeiros, desta provincia, mos a participaran illustrc pu-
Djmlugos Rodrigues Correia Jnior, 1, ij|co n:Sia e
Francisco Marques, Antonio Pedro do t;u- HW Jd 8e acna ensaiaua e
prad, D. Francisca Candida Augusta Du- Bravo. Carlos lico.Jlareari-
prat, Jos Carcia, Agostiuho Ignacjo e 1 ',_ i 8
escrvo a entregar, ,da Pernos.Lucas de Vasco.
Philadel,ihia briguo escuna americano A.
i. l.'-i'-r, c ipil i Y. loar,lo Keney, carga,
assucar.
Deca raides.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
Avisos maritimos.
Pira o Rio do Janeiro segu viagem
con brevidade o briguo brasileiro Animo,
capitSo Domingos Antonio de Azovedo:
quem no mesmo quizer carrp.gar, ir de pas
baixa. A. a.sidua. conver.acdcs do sobrinho
com a lia linliam dado que pensar a Mr. .le
Lougpr; por isso procuriva descobrlr nos
olbares furtivos que sua mulher lancava a. es-
condidas sobre o rosto de Lduardo, algum
aymptoma precursor de una caiasIroa.be. Ma-
dama de Longpr e Eduardo pareciam nesse
momento cuipeubad.is em urna converaacao
sriiiiuieutal que a niel incolia da tarde favore-
ca. Era nos ultimo, dias de aclembro que Isto
lo.ha lugar; o sol que se punha por Iras das
diaruecas c dos mallos colorava com um rc-
Ilcxo avermelhado as velhaa tapecarias do sa-
li ; o venlo que gema as grande, arvorc. do
parque, faiia iremcr a. cortina, de leda de ra-
inageni, e Iratia com as vaga, harmonas da
larde alguma. fclhas amarellicida. e des.eca-
das que rolavam aqui ealli.obre o soaliio.
Scle de caria, e um quatorze de damas,
vinte e mu, quinta maior, viole c seis, vinle e
oilo, vinte e nove, ae.senta.'.... Est infellt es-
la tarde coronel, c.velamen o collcclor com urna
vox airoadora.
Oque he! Oque he!... disse Mr. de I.ong-
j.r, como que acordando de sobresalto.
Eiilo em que eslava cuidando? perguntou-
Ihe o narceii o. Mr. de Longpr pensava em
aua mulher que nc.ic inomento punha negli-
;;. nleiiieiiic u.o chale sobre oa hombros c lo
inawocsraco de Eduardo. Era isso o que prco-
i upava lano o diguo coronel.
Olanlo cata trille esia tarde de setembro,
.lisie V.dua.ilo quando aa lurrmhaa do castello
dcMpparcceram por traa dos gruidas carra-
IIis e cnirelanlo apeoa. eslilos uos primei-
ro. dial do outono : pobre lia, que sera dc.Vmc.
esta Invern, perdida no nielo desle bosques e
deltas cJiarn-cas ?....
Eniao o iaowo amabilissiiiio sobrinho j
est aborrecido em nos Thcbaida, rc.pou- I
,,,,,.,.., de suas riquezas. Este, son sos nos faiein e.nue-
a) I) Sr. Rosslly de Lorguos no seu U ccr volunlariamcnie os oulros. = Lameutc'no.
Cliriit devunt de sitele moslra O contrario aquelle. que no'sabemsorrir assim...
disto. Sorri-.e, como se canta quando o coracao
Os fi/. trasborda de uistea .. De ama lagrima a um
fazenda provincial, eoi.cunipnmcnti) da re- sagem ou embarcar escravos, pode enten-
solucS do tribunal administrativo, manda ,jer.so com 0 caniUo ou com Luiz Jos de
fazer publ co, que no da 7 de agosto pro- Sa Araujo, na ra dn Cruz n. 33.
ximovinlouro.va n ivamento a praca para i>ara bsilta SOl{ue em (10UC0S diag
ser arrematado om hasta publica peranle o lor, m.ior parte da carga prompta, o hiale
mesmo tribunal a quem mais der, seis mo- nacion>l Ligeiro; parao reato di carga, pad-
radas de casas quo cobrara a Tazenda pro- sageiros traia-e na ra do Vigario n. 5,
vincial cm pagamento dosello do haranea no .. Para p llip do Janeiro seguo em poucos
nvoiitario de Joaqun) Luiz dei .Mello Cano- das o palacho Valente, para carg, pissa-
ca, e que na conrormidade da le oram ad- 'g0ros e cscravos afreto : Irala-so com o cs-
ju.'ica las a mema r.zenda provinciil, sen- pUSfl na pracs, ou cornos consignatarios,
do quatro na povoaQ3o dos Afogidos ns. 3t, v0VaeS & Companhia
26, 28 8 30, avahadas cm 900,000 rs.jeduas n Bj M I,npro
na ra dos Pocos ns. 15 e 16, avalladas em ur;l "'" ue Janeiro.
360,010. Us concorrentes comparecao no Seguo no dia 31 do corrente, o briguo es-
dia cima indicado pelo meio dia na salla cuna brasileiro Olinda, os senhores quo no
deu madama de Longpr mourando-sc gracio- do confuso do. in.cctos na ramada, c pelo
smenle um pouco arrufada : bruido montono dos teares na. povoaces
Vine, nao me comprehendeu, minha lia, longiuquas F.sla notc calma c fria predis-
reipondeu Eduardo, por ventura nao he Vmc. punha a alma de madama de Longpr para a
bastante amavel, bastante espirituosa para ale- melancola, c Eduardo que condeca seu ter-
frar a solidao a mai. .elv.gem? Em sua com- reno aproveitava-ie della para lancai-sc s
i oilo eu invernara de boa vontade na Groe- crgas na. rcgldcs as mais nebulosas cas mal.
l.nlii. ua. diga-me a tristeza dcstede.erto, aercaa do platonismo.' Elle fallava-lhe com
afrieza desta casa, nunca a flzcrain suspirar transpone da unlo mysliea de duas almas, e
pelos prazeres ruidoso, e auimados dMcapital? madania de LongpMcomecava a descobrir que
A sociedade do Sr. collecior e de sua mulher he era una victima sacrificada, uuia mulher nao
acaso lio allr.cliva que Vmc. nao cuide nunca eomprchendlda. Ja Eduardo se tinha aven-
naa Testa, dcste muudo em que dcvsiia bri- turado a chimar madami de Longpr pelo seu
Ihar?.... nome de baptisino, e Luiza tremendo se tinha
Que queres que laca, Eduardo, leu lio go.- aperlado contra elle de aorle que .cus labio.
lado campo, da agricultura e da caca; esla be .e tinhao encontrado, quando por felicidade
a .ua vida, a sua felicidade: era do meu dever de Mr. de Longpr, os dous amantes chegai im
sacrificar-mc por elle diantc da escada do castello. Antes de scpi-
Sacrlllcar-.e! ma. isso he um assassinalo rar-se, I.ulzi tirou de seu selo urna flortlnha ....
abomiuavel, e pelo quil se nao fossen meu ti- que linha colhldo era uina alca do parque c transicao alia, natural, chegou a frica; ma.
lulo de sobrinho, eu aborrecerla cordlalmentc deo-a com um sorriso melanclico a Eduardo Eduardo eslava demasiadamente preoecupado
a Mr. de Longpr. Heprecl.o ter aalmabem que a beljou: depois ella correo fazendo-ihe a nao podia dar allencao s combiuacdese.tra-
sccc, o coracao bem duro, Vine, deve cortcor- um ligeiro .Ignal e cm breve desapparecco. L tegica. de aeu lio; Mr. de Longpr enfadado
dar oom isto, para enterrar assiin no meio. Eduardo licou longo tempo Immovel e abys- de batalhar s contra o. rabes, calou-se, c
destasobarneca. uina pcrola tao precala, para' mado cm um catase mudo, [c quando uina ira- cada um pareceo absorto em suas propriai re-
obrigar a Vmc. a trazer urna moitalha cierna ca lu esclarecco o quarto de Luza oceupado lleccoe..
de enfado, Vine, lao moca anula c tao bella, intcira.nenle cin eguir com os olhos o perfil Eduardo deixava-jc levar pela, torreule de
Vine, para quem o mundo nao teria bailante gracioso desua amada, o qual se de.enhava seus pcusanicntoa; o mai. ligeiro remorso
incensebastante, hoinenagen.,... c entretan- aobreas corliua. de cana, elic nao vio que aeu nao se levaotava eui aua alma, .ua cousciencia
to um ramalbete de baile Ihe asseiilaria tao lio estava aomenlc dous passos distante. Mr. estiva mu la : elle eslava bem determinado a
bem I,... | de Longpr, couseguindo posto que com al- e deixar amar por .ua linda lia ; de.cia com
lito he lisonja, bello sobrinho, disse ma- cuma dlIBculdadc. deapedir o collecior, linh ella o rio do Terno c c atl'ogava em um mar
dama de Longpr,procurandooccullar debaixo Ido cm busca do. passeadores; sem o querer, de delicia.. Seu. sonho. craiu potico, e em-
Je.us! meu lio, respondeo Eduardo, que
entio um fri percorrer todo. o. sen. iiicm-
bros, eslava dudando u.n elleilo da la so-
bre as ardosia. das loninhas.
Bella oceupaco he esta por certo para
um homem robusto como tu! re.pondeu sor-
rindo Mr. de Longpr. Um homem da \aula
e clnao annos oceupar-se comeffeilo.de la:
O timpora I o mors! Eis aqui o fructo da ocio-
sidade do sceulo. Em meu lempo era outra
cou.a ; ma. entremo. que faz fro.
O lio a olobrinho lenlaram-sc um defronte
do oulro, Mr. de Longpr sob o pretexto de
expedir a buinidadc que comecava a faier-.e
aenlir, nianduu traxer uina garrafa de excel-
lenlc vinho velbo e dous copo., e depoi. ence-
tou a coovemeao. Fallou do lempo pre.eute
e do pa.sado, coinparou os gigantes do impe-
rio com os pigmeos de nossa poca; por uina
de um aorriso mofador a emocao que a doml-
uava.
Oh! exclamou Eduardo com um tom pa
theiico, e a converaacao tomn entio uina dl-
reccao sentimental.
A la que resplandeca no ten vendava d
lu o. recortes da folhagem. O silencio da
noltenao era interrompido senao pelo zuinbi'
elle linha sido tcsleinunha da ultima .cena da briagadore..
comedia scnliuicotal representada por sua mu-J Mr. de Longpr com piucas na mao pareca
Iher e aeu sobrinho ; elle inordeo os belfos po- iaeguii cora interese a. mil formas estravagan-
rin leve bastante forja d'alma para parecer les, a. mil palsageo. phanla.tica. que e de-
calmo. iniliav.un na brasa do fogo ; mas lie inedi-
Que ests fazendo aqni ? dlsse elle a Edu lava e seus pemimenlos liuliam muilo de ira-
ardo. Est.s cora cara de poeta que dirige glqo. Elle pensara cm seu sobrinho, cm sua
una elega i cstrcllai. mulher; comparava-se mentalmente com v
duardo c a comparacao nao era cm sua vanla-
geni. Elle vi .-se velho, com a cabeca branca,
amcacado de rliciiinatisuios, com o c.pinhaco
curvo, c nunca .eu sobrinho Ihe linha pare-
cido lao bello, nunca elle achara seu talhe
mai. elegante, aeu. bigodes mal. pecio. De.-
pcdi-lo brutalmente e sem mol vo Mr. de
Longpr nao o podia faier sem deixar advi-
iiI.-ii o ciiiuie, sem alienar de si o coracao de
sua mulher; elle nem nisso cudou. Sua ima-
glnaco ordlnariamcnie tao frtil, quando ae
tralava de uui plano de campanha, nao Ihe
fin necia um s expediente para ae dc.embara-
cir de leu sobrinho; o digno coronel para
estimular sua iinaginaco indcil tinha j en-
golido um numero asss suHiciente de copa-
sios, quando um pa.so pe.ado ic fe. ouvir e a
porta da .ala se abri; no mesmo instante cin-
co a seis casi, se precipitaran! nella, e um del-
lcs foi familiarmente por sua pata enlameada
sobre a caifa de Eduardo. Desee Castor! gri-
lou una voi groisa, inaa o cao nao obedeceo
logo, c un vigoroso ponta-p do lonhador
que acordara sobresaltado, le Castor Ir-se ar-
ra.lando com as orelhai minchas e a cauda
cutre a. pernal at ao. pes de Mr. de Longpr.
I Ah 1 e. tu Pedro, disse elle voltando-.c pa-
ra um liouicnzlnho acco e nervoso, que pela
chapa que trazia no braco ae poda fcilmente
conbecer que era couteiro c que com a bolaa
s coataa e a espingarda na mo esperava lezo e
Impassivel cqino uoi soldado na forma, que aeu
amo Ihe dirigase a palavra. Vamos l, o que
queres comiuigo } Coronel, respondeo Pedro
lie uina boa noticia qne trago a V. S., mas
primeiro que ludo direi que o dia foi mau,
Sue as lebres nao querem sahir do bosquee
izem multa ceremonia para se lancarcm nal
charnecas, por Isso meu ac esl vasto. Des-
ce Castor, desee' lobo velho grilou elle para
o seu cao, que linha ido outra vez festejar
Avisos diversos.
Um moco brasileiro de boa familia queja
tem alguma pralica no coinmercio deseja em-
pregar-icem una cala eztrangeira ou nacio-
nal no desempenbo do armascn ou da co-
branza; em quinto a aua conducta pode apre-
sen lar as mclhorea recomraendaedea; quem de
seu presiono ae qulaer militar dirija-se em
carta fechada sob letra M. a esta typographla,
Precisa-se fallar ao Sr. Emilio de Lo-
mos Amaral: ha livraria da pra$a da Inde-
pendencia n. 6e8,
Jos Luiz Pereira, prelendeodo acabar
al o lis do corrente anno, com a sua loja
de ferragem da ra Nova n. 16. o.fferecu a
quema queira comprar, e principia desdo
ja a vender qualquer porcSo de ferragens ou
miudezas, pelo que lho custaram ; aprovei-
ta ao occasiSo para rogar a seus devedores,
queirSo salisfazer seus dbitos no prazo do
30 dias, para nSo coustranger a chamar por
folhas publicas aquellos que se esqnecerem.
Eduardo, o qual pouco ll.ongeado de seus
agrado, o tinha de novo rudcinenlc repellido,
depois elle conlinuou. Ah tenho ainda que
ditera V. S. que apanhel o rapaz da fazenda
de l.aunay, fazendo pastar aeu. bola as Inter-
nas de V. S. iPuchei-lhe pela, orclhaa, e amca-
cci-o de uina corree;ao mal. severa cm caso
de reincidencia ; mas eli agora a boa noticia-
Sobre a borda da veltra malta no catuiolio
que val costeando a lagoa dos Salguelros, !
rejei oraslo aiuda fresco de um javali; o pas
9o. e.lo bem impresso. aobre a arela, nao es-
tou engandao, nao, c Castor ene pobre velbo,
dco tambem com elle, e se eu o nao livesse re-
tido, elle teria por si id desencovado o ani-
mal.
Em! em I fez Mr. de Longpr, ha caula ra-
ra. Ilm javali ein nossa. maltas depoi. que
a lei >e lornou tao Indulgente para com o. la-
drdel de caca, e que o hdalgo mais rilado ca-
fa cora galgo Ser preciso que vejamos i.so
maohaa. Tu ira. com no.co, Eduardo, ac-
eres. ,inon elle voltando-.e para seu sobrinho.
minha mulher nos acompanhai. Depois elle
conridou o guarda para beber um copo de vi-
nho velho, o que este acceitou sem ceremonia.
Elle toinou o copo que Mr. de Longpr Ibe
otlereseo, fe. a saudc a leu amo primeira-
m.i.le ; depnls a Eduardo, e depois de ler en-
golldo o vmho-de Um trago e entug.do a
bocea com a. co.lai da sua mo callosa,
lornou a por o seu chapeo, aaiobiou para
icus caes e sabio.
. Eduardo aceitara a proposta de Mr. de
Longpr bem contra .ua vonlade. Elle bu
perfellimenle que nao brilharia na cafada de
ii in javali, como cm um sal jo, e tema perder
no e.pinio de.ua lia o terreno queiuaelo-
uencii linha conquinado durante a larde.
odavia o recelo de descontentar a Mr. de
Longpr, c tambem a esperan.; i de conversar
mi mi


MP
30
.- Sebsti8o Antonio Fernandos, faz rer
o respeitivel publico, que de hoja em di-
mite se asalgoar por SebasliSo Luiz Hen-
riques, por haver outro de igual nome.
OSr. que tem 2 boia anese 8quar-
laus, paraoarefazer, querondo-os vender
precos reaoaveis : dirlja-ae a ra da Seflzal-
la Nova n. *, aegundo andar, iato no dia "
do correle.
-- Aluga-ae um preto bom coiinbelro:
ra Formosa defronte do n. 3.
-- luga-se o primeiro andar da ra i
treila do Rozario n. 16, trata-se no segundo
andar do meamo.
Aluga-ae orna caaa na povoaco do
Mooteiro a margem do rio Capibaribe, ten-
do bom terrasso, quintal grande, murado e
estribara : quem a pretender, dinja-se a
ra do Crespo ao pe do aroo de S. Antonio,
loja n. 3.
Antonio Joaquim Farreira, que tevo
venda em 1836 at 18*3, dontro da ribeira
da Boa Vial, ae assigoart por Antonio Joa-
quim Ferreira Beiriz.
Precisa-ae do urna ama de leite : na ra
daPraian.29. primelro andar.
No dia a* do correte, deseocamlnhou-
se da odo de um menino, um cavallo ruco,
pequeo e velho, achacado das mSos, apa-
relhadodecangalha e cacuaes: quem delle
suubor dar noticiaa, dirija-se a ra da Sen-
zalla Novan.*, que ser* recompensado do
seu trabalho.
Attencao! atiene;o!
Pede-se encarecidamente a certo morador
do aterro da Boa-Vista, que tem por cost-
me pisar caf depois de 10 horas da noite,
que hala de escolher outras horas durante
o dia, mai proprias para aso, afim de nao
incommodaraos vesinhos, e tambem ao
Manida Stitinha.
DeclaracaS.
O fiscal do bairro da Boa-Vista faz publico
que tendoaprehendido em correicHo vanos
poicos, serao estes arrematados amanha,
pelas 3 horas da tarde, porta do subdele-
gado do mesmo bairro, Rofino Jos Corma
do Almnida, na ra da Santa Cruz.
Attencao.
Roga-se ao senhor, que na larde do dia 25
do corrente, levou por engao ou brincadei-
ra, um relaf io de ouro, com traucelim de
cabello, de ciro de urna commodo, colloca-
da na salla Inbfrior da venda, na ra do
Aterro n. 5*. o queira mandar entregar na
dita venda, at o dia 31, alias, certo e bem
certo da pessoa que foi,-tora o desgosto de
ver no dia primeiro de agosto a sua profis-
sSo e nome por extenso.
Elementos de nomopathla.
Por todo o mYz de julho, sahlra a luz a 9
9 I.* parle d'cala obra coinpoala pelo pro- 9
m feor homeopalha Gossct Uimont; di- ?
m vidlda em trepSrle. Eala primelra com- 4
m prebende, o fliscurao preliminar, a in- a,
2 troduefio, o exame do doentc,a escolba g.
Z do remedio, o emprego dos remedios, S
o rgimen c o conielno clnico, coin a expllcacao do nome grego e anato- W
micos euipregado eni medicina, e a ? Indlcacao dos medicamento apropria- 4
<> dos para cada caso de eofermidade. E- -f
m. ta obra he til, tanto para o medico
-, que e dedicaren a experimentar a no- ^
E va medicina, como para toda a pe- ^
9 ,oal do boa vonlade que c qulzeiem **?
convencer por experiencia da verdade W
d"eta doulrioa, por ser ella mullo clara 9
ca ntelllgencia de todos. %
O abaixo assignado, proprietario do
engenho Ca malulo do norte, sito margem
do rio Uua na freguezia de Agua Preta, co-
marca do Rio Formoso, faz publico quo
ninguem deve comprar a Manoel Jas de
Souza Bello, e seu irmao Jos Felicio do
Souza Guido o engenho denominado Parol,'
que alies levantaram na djta freguezia, nem
eflectuar qualquer negocio relativo^o mes-
mo engenho, sem que primeiro se demar-
quen! judicialmente la trras daqnelle en-
golillo Parol; por quanto constando ler o
fallecido pai dos referidos Bello e Guido
comprado urna propriedado de Ierras per-
loncenes a sismara do engenho Cuiambu-
ca, de cuja compra nao appareceescriplura
publica nem particular, nao se acha o men-
cionado engenho Parol dentro de tal sis-
mara, como se reconheceu na occssiSd de
se demarcar judicialmente o engenho Cui-
ambuca, vino a pertencer as Ierras em que
esta collocado o engenho Parol ao abano
asssignado como proprietario do engenho
Camaliao do norte, por conter este urna le-
go quadrada, conforma a sua sismara,
principiando da margem do rio Una para o
norte com urna legoa a encontrar com tes-
tadas do engenho Cuiambuca, pelo que vem
a Picaro engenho Parol dentro, da sismara
do engenbo Camaliao do nuite. E para quo
nao possm apparecer duvidas e cootesta-
eflos com quem Iludido hajs de comprar o
sobredito engenho Parol, ou fazer sobre
elle qualquer negocio, assim o avisa o abai-
xo assignado.
mo Formoso, 23 de julho de 1851.'
Zefcrino da Cunha Bustos.
Alugam-se as seguidles casas
Urna grande casa na estrada da ponte de
Uchoa, com muilQ* commodo paragranJe
familia, e ricamente aciadf, toda pintada, e
forrada de papel, com codimodos fra para
escravos, estribarla para 6 c avalles, cochci-
ra para um grande carro, quintal murado
com poitao para o rio, e 20 ps de Iarangei-
ras e mais plantas. Um sobradinho de um
andar junio a mesma casa, muito fresco, a
margem do rio. Um grande silio com mui-
to boa casa para grande familia, bastantes
arvoredosde fructa, baixa para capim com
muro eporlflo na estrada dos alQictos, de-
fronte igreja : a tratar na ra da Aurora,
sobrado n. 26.
a sos com Luisa venecram eelle oceultou de-
baixo de um exterior deindeferencao aeu de-
contentamento interior. Quanto a Mr. de
Longpr, ma continencia eslava radiante ; o
digno marido coubecia perfeitamenle o carc-
ter de ua mulber.
Elle labia que montada a cavallo, ella era
lio ardente, to louca, tao amante do perigo,
quanto em leu salao era scntimeulal c pensa-
tiva.
Apesar de seu bigade prctos, Eduardo nao
tinha engaado a Mr. de Longpr. Elle linha
pensado com sigo ineiuio que um fazedor de
clegiaa nao poda ser um centauro, ou um
Vcleoo, e esperou detgoitar aeu aobrinho de
sua cropreas, provando-lhe que le ieu ca-
bello lio einbranqueccndo, elle conservara
anda todo aeu vigor e toda sin energa. Ri-
te pensaincntos que alravcasavam o cerebro
di-air.de Longpr, poierain-no de bom hu-
mor,
hu signal de alegra, elle pedio outra gar-
rafa equando arriba pndula da chi-tnene fe
soar de hora, o tio e o aobrinho e desped-
ram um d outro. A'scmclliaiica deste va-
len-dea daldade media que ae abracavam an-
les de batterem-se a todo o trance, elle per-
1 mam a mo uin do outro com franqueza e cor-
dialldade, e depoil rctlrarain-se, Mr. de Loug-
pr cuidando em arruinar os projeclo deaeu
aobrinho, Eduardo pensando em Cuita e chelo
de inveja pelo lugar de seu lio.
No da leguiute o tom da corneta c o latido
do cae acordaran! Eduardo sobresaltado.
Elle vcilio-sc presea c deseco ao pateo do
caatello. Madama de Longpr- eslava J mon-
tada em um elegante alozao c aflagava com o
chicote o peicoco do cavallo, o qual eicarvava
o chao e fazia caracoe. Um lindo vestido de
amaaona fasta sobresahlr a delgadeza e ele-
gancia de seu corpo. Seui cabellos calila ni
em anneis dispersos, seu chapeo posto caval-
Iciramente sobre as orcinas, aua leve cspln-
Nof* tinturara,
Na ra Volha, casa n. 7, tlnge-ao de todaa
as core,tlra-ae no loas, t prepara-ae casacas
que tenham algumas nodoasou defeito.
A getuia de paiiaporlti Ututo de relidencia.
Claodino. do Itrgo Lima anudou de resi-
dencia da ra de Santa Rila para a da Praia,
n. *3, o tira passaportes para dentro e fra
do imperio.e ttulos de residencia por preco
commodo. A
Aluga-se o primeiro andar da caaa da
ra do Caes n. 5, perlencente a Francisco
Alves da Cunta, com muito aceio o lmpe-
za, comcommodos sufficicntes para grsnde
familia, terrac, > e excellenle vista : a tratar
na ra do Vigario n. II, primeiro andar.
Paulo Galgnoux, dentista
* francez, offrecc seu prest-
mo ao publico para todos os
mlxtei-es de sua pronssao : *
utlc ser proeuiado a qual- B
quer hora cui si
a, na
ra largado Rozarloptl. 30,
*> segundo andar.
Arrendase, ou vende-se urna casa de
pedra e cal, siia no Monteiro, com terreno
para plantar e com arvoredos de frncto, por
preco commodo : tiata-se na ra dasTrin-
cheirasn.48, primeiro andar.
RETRATOS DE I.ECTROTYPO.
Bitabelecimento de Cor/01 D. Fredncks &.
Weeki. No aterro da Boa-Viita n. *.
Tendo chegado os professores Carlos D.
Fredricks &. Weeks dos Estados-Uuidos
com destino ao Rio de Janeiro para onde
seguirSo em pouco lempo, avsSo aos hab-
tenles d'esla cidade que o seu estabeL ci-
mento oslar* aberto deboje em diaute das 9 da
manhSa at as da tarde. O respeitavel
publico he convidado a visitar a galena.
Os retrstos lirados por este systeraa sao
muito mais apreciados do que os antigos de
aguerreolypo, o a rapidoz com quo se ti-
rSo he tal que a pessoa oBO podo deixar de
conservar a esprecSo natural. Isto lambem
he urna vantigein para as pessoss que qui-
zerem mandar tirar os retratos de enancas.
Tambem se tirao copias do outros retratos,
seja de pintura, ou IMguerreotypo. Traba-
Iha-se com a mesma perfeicao nos das nu-
blados, como nos de sol claro. Os das
mais proprios para as. familias s5o os da so-
mana, para evitara concunoncia dos das
de fcsla ; o para o mar commodo das se-
nhoras ha urna sala seprada. Os procos sao
do 6/000 para cima.
~ No paleo da RlBera, loja do sobrado
u. 15, engonima-se e laV#-so todaa quali-
dado do roupa, por preco mais commodo
do quo em outra qualquer parle.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do Rangel, queira mandar pagar a as-
signatura desle Diario, e em quanto DIO o
lizer ver o seu nomo publicado em letra
re tonda.
--Preclsa-se de um portuguez que leja peri-
to em pla'ntacdea de silio, para o laier em
um no lugar do UemcBio : quem eslivcr ncsias
circumstancias, dlrija-sc a alfandega desta ci-
dade a seu porlelro,
.Vivamente se ruga a todas as pessoas
em geral que estao devendo contas antigs
na venda da ra da Cadeia do Reciten. 25,
defronte do Beco Largo qu venliam pagar
seus dbitos alofim do corrente mozdc
julho, na cerloza de que os quo nSo fizerem
terflo de ver seus nomos publicados, e se
proceder nos termos da lei.
Consultorio homeopathieo, ra do Colle-
nt~ 1 25.
ODr.LoboMos consultas gratui-
tas aos pobres, U j dias uteis, desde 9
horas da manhaa, ao meio dia, depois
desea hora visitan -tn sua casa os doenles,
que llverem preolsfib, o em casos extraor-
dinarios a qualquer hora do dia, ou ooute;
recebe doentes para tratar, ou fazer qual-
quer oporaeflo em urna cusa para isso des-
tinada, fra da cidade, seudo o proco de
l,i)0J a 2,000 rs. diarios para os escravos,
conforme as condicOes quo se estipularen),
e 2,500 rs. para homons livres : as pessoas
que n3o poderem comparecer no consulto-
rio pdeui enviar suas iuformacoos por es-
cripta ou vocalmonlc, declarando o nome,
idade, temperamento, cbnslituicSo, resi-
dencia, e especificando lodos os incommo-
dos quo solfre o as molestias que anterior-
mente tem tido.
Primen-as lcltras.
O abaixo assignado, autorisaJo nos ter-
mos do regulainento provincial de 12 de
maio prximo lindo, por portara do Exm.
Sr. presidonte da proviucia de 2 do corren
lljulbo, faz publico que a sua-aula de pri
meiras lettras continua no aterro da Boa
Vista em osobrado n. 5, onde recebe smen-
te alumnos externos. As materia>do ensi-
no sao: -- leitura, escripia, arithmetica pra-
tica, grammalica da liugoa nacional e dou-
Irina, sendo as licoesdeescripta, arithme-
tica e grammalica acompanhadas dos res-
pectivos exercicios, os quaes comprehen-
dem orthog'raphia, applicaco dasdifferen-
tes operacOos de arilhmalica e analyse
graiumalical pelos melhores clissicos.
Jos Xavier Faustino Hamos.
v^^mmmmmmmmm** -****
Ignacio Firmo Xavier, lr. I
I: em medicina,fixousua residencia,na g
ra Nova, casa n 67, primeiro andar, 1
'II eahi pdeser procurado paraoexer- 9
cicio de sua Proiissao, a qualquer ho- 9
ra do dia, ouda noute. L
Mwwmmm m )rig^tJ.pWfi
-- Aluga-se a cocheira da ra do Tambi,
3ue fica no fundo do sobrado n. 12 da ra
o Aragocom boas commodidades, e por
barato preco 1 a tratar no mesmo sobrado,
primeiro andar.
O Sr. Manoel de Azevedo do
Nascimento, tetina a bondade an-
ntiDciar sua residencia, para ne-
gocio de seu interesse.
Para feitorde um engenho, na provin-
cia das Alagoas, necessila-se de um portu-
guez, que enlenda do servico do campo : os
pretendenles enconlrarSo com quem tratar,
ra das Agoas Verdea n. 100 segundo
andar.
Precisa-so de urna ama de leile: na roa
do Amorim n. 25.
Esl-sc em negocio com urna poste de
urna casa em Ulinda, na ra do M lints For-
reir n. 28: se alguma pessoa se julgar com
direito a meama posse, annuncie por esta
folha, no praso de 8 das, a contar da data
desle, ou dirija-se a ra do Mundo Novo nu-
mero 30.
-- Ha dous annos pouco mais ou menos,
appareceu as capoeiras do engenho Norue-
ga, freguezia da Escada, urna egoa casta-
uha, e tendo o proprietario do dito enge-
nho espalhado noticia, anda n5o tem appa-
recido dono. Por iseo lo Ja a pessoa que
julgar llie pertencer, dando os signaes, e
forro que combine com os que tem, Ihe ser
entregue, dirigindo-so ao proprietario do
engenho o commandanto superior Manoel
Thom de Jozds.
~ OfTerece-se um moco do boa conduela,
para caixeiro decobranca, tanto para casa
i'sir.in/eira, como para qualquer loja ou ou-
tra qualquer casa de negocio, o qual da fia-
dor a sua conducta : quem precisar dirija-
3
- Alug a se urna mulata, ptima engom-
madeira, e muito boa lavadeira de sabSo,
muito limpa, e de todo o servico de urna
casa : quem a pretender dirija-sa ra de
S. Concallo 0.20.
-- l'crdeu-se na oecasiSo da festa de S.
Anna na igreja da Midi de Dos ou da ra
do Collegio al a masma igreja, una cora-
les encarnados engrasados com varios en-
talles de ouro : quem os achou qoerendo
restituir, dirija-se ra do Quoimado, loja
de ferragem n. 37 A quo ser bem recom-
pensado.
- Precisa-se para alugar urna preta es-
crava, que saiba tratar de enanca, e fazer
o servico interno de urna casa de pouca
Imii' .1 : quem a tiver dirija-se ao porteiro
d'.-Mi m.iega desta cidade, na mesma re-
parlicHo.
- Aluga-se um sobrado de 2 andares as
ruasseguintes : ra Uireita, ra do I.ivra-
mento.tpateo do mesmo, ra do Qucimado,
ra do Crespo : quem tiver e quizer alugar'
dirija-se a tua da l'raia n. 55.
H0111 negocio para se gtuihar.
NSo convindoao abaixo assignado cunts
nuar com a fabrica do corduana, pelos seu-
afazeres, o obngaedes a qua esta encarrega-
do, tem resolvido vonder toilos os ulencilios
da mesma fabrica, forneccmlo ao compra-
dor, a arte com lodos os csclarecimentos
precisos para qualquer pessoa poder dirgi-
l.i, nilu sd no fabrico do cano, como tam-
bem no linho, couro, e outras qualidades de
cordagens ; tambetu vende huin terreno de
Ierras proprias o enchuto com caracidade, e
oxtencSo precisa para se montar a fabrica.
se a ra larga do Rozarlo, n. 26, loja de| 0 a|,xo ,8Signadoa!ianca huin lucro certo
miudezas,.quedir-se-ha quem he. a quem quiser empregarn3o muilocapilal
1 Precisa-se alugar urna prela, aioda que nesl0 negocio: As pessoas que quizoretn
nSo seja moga, porm boa quitandeira ; montar a dita fabrica no antigo estado em
paga-se 10,000 rs. mensars : quem a tiver qUeeste,edeverjoenietider-so com o abaixo
dlrija-sea la da Assumpcao n. 16. assignado na caza do Sitio Aracaem Santo A-
marinho nos dias uleis albo as 8 horas da
manliS o nos dias de guarda a qualquer hora
e,0 OC'CiOOOOOO^OOOOO
Uua das Cruzcs n. 28. O
Consultorio homceopathico do facultan (j)
voJ.ll. Casanova. (?)
Gratis para os pobres. rj,
Na ausencia do facultativo J, B. Ca- -
sanova, o professor homccopalha ';-'
. Gosset Bimont continuar com os v
O tiabalhosdo mesmo cousultorio, on- O
O de poder ser procurado a qualquer O
Q hora. O

o
do dia.
Manoel Luis da Vei'ja.
I unilirai el*AHron.
CjStarr! Companbia, respetosamente
annunciam ao publico, que o seu eslabele-
cimento para manufactura do toda a espe-
cie do machinismo tendo desde o seu prin-
cipio em 1829 do constantemenle augmen-
tando, lem hoje chegado a um estado de
perfeicao tal, que n3o he inferior aos me-
lhores queexislem em todo o imperio, tan-
._____._ _____ j. ________:.~ ........... 1 I.. .If.
_ ------_---. nnminn- 0s iabi na a ollerecer-so com ruinan. .1 pn-
l.erdeiros de Rento Antonio Dnm.ngur-!,, e d d je de
penhortd. por execucao do padre Pascl.oal J de JJJ de ququer miB|l0
.. i, oudescriDcSo aua seiam, lixas, para na-
- No da 30 do crranle 5e ha de arre- PiOComotivaS lgu.lmer.to caldei-
matar em hasta publica do l)r. juiz do dvel 'ara yapor J, l0(jM dirnen80es> eng0.
da segunda vara, urna cas. terrea, levada I"0""^n'mo"do"por vapor
prac por.xecutao de Henrique Forsler t ^^^^ZXSui
companhia. dades do moderna invencao. Tachas d
-sSrs. Custodio Alves da Cunlia, e Jo- Uos 03 taman|103 alambiques de ferro de
so Alves do Sooza, aquelle quo morou na ra lodaj flS C8pacjdades nslrumentos de agri-
aos Guararapes, e osle na ma do Pilar, cu|lura ro^,s d-agoa e B0nhu de venlo
queiramding.r-se alivianan. 6e8dapra- do todas a qualidadoa. Alvarengas e orn-
eada Independencia. barcacOes de ferro de qualquer prle ou for-
-. O abaixo assignado faz sc.onto ao res- ,|Uve se deSejem. l'onles de ferro delo-
peitavel publico, que Antonio Joso de Aze- dos dirnensoos, gradaras, varandas, por-
vedo, doixou de sor seu caixe.ro desdo o ,0e coiumnas, sinos U)draulicos, boiasde
dia 25 do corrente.
Jo.se dias da Silva Cantea!.
[ ferro, o n'uma palavra todas as obras de
1 ferro e bronzo, de quo o paiz possa precisar
' una
. laii^^uiuiibu.uu^uuii .... k-. t""
-- Quem precisar do um forne.ro. dirija- G energia do governo, existe ja
se a ra larga do Hozarlo, venda n^ 4b excellonle estrada feita em linha recta da
.- Ilicardo Roy o participa quo o Sr. Olim- poie da Boa Vista para o estabelecimenlo
l 1 ......ii. 1I0 1 I 1 i. 11V '111 id' Cor UM i-JI_ rm
em Santo Amaro, oque oferece a maior
cummudidado s pessoas que o quizorem
visitar.
Compras.
garda ao lado, seu longq veo verde lluctuando
ao vento c o ar da manbaa que colorava sua
lacea com um incarnado vivo, tudojsto dava-
Ihe um ar lascivo e altivo que Ihe aisentava
mil maravilhas. Mr. de Longpr, com suas
botas de escudelros, sua veste de caca que
mostrava suas formas musculosas, aua espin-
garda passada em baudolclra por tras daa cos-
tas, e seu facao ao lado, linha nina phislono-
mla marcial que o fumo de algn copo de vl-
nho 1.1:1:1..1 que como homrm prudente tinha
bebido para dissipar a huinidadc dbs'ncvoci-
ros realcava anda mais. O vestido de Eduar-
do era de forma irreprcbensivrl. Elle calca-
va luva brancas, levava esporas que brilha-
vaiu ao sol e tinha na mo um chicote de ul-
timo gosto.
Anda preguifoso, disse Mr. de Longpr a seu
sobrinho, baiendo familiarmente no hombro.
Sabes que estamos la espera, ha bem duas
horas? Olha, aqu est o cavallo que te des-
tino. Ucrcule, um corredor que alcancou o
premio grande na corridas do departamento.
Ninguem seno cu o tem montado at aqu, e
se nao foasea mcu sobrinho, eu naol'oconliara.
Ao meamo lempo, elle moatrava-lhe um ca-
vallo muito bonito que um palafreoelro aegu-
rava pela brida c que com os olho afogueados
ea boca chela de puma, escarvava a ierra de
Impaciencia.
E duardo teria de mu boa vonlade agrade-
cido a Mr. de Longpr ela preferencia, porm
vendo que sua linda ta linba oa olho lito o-
bre elle, c temendo que um olhar fosse mal
Interpretado, assegurou a eu tio que ficaya
inui penhorado por este signal de attencao
e sallou llgetramentc na sella. Apenas o pa-
lafrenero largou a redea, o cavallo impacien-
tado de urna louga espera c admirado de ter
sobre si um cavailelro dcsconhecido, deo um
salto prodigioso de banda, e depois irritado pe-
los latidoa de Castor, o qual velo provar a E-
duardo que nao tmiia esquecldo o tratamento
pi l'erroira da Silva doixou de ser seu cai-
xeiro desdo esta data.
Precisa-se alugar um n:olequo ou um
prelo : na tenda do culiloiro ao pe do quar-
tel da polica.
ESTI'.UENET culileiro e armeiro fran-
07 tem a honra do prevenir o rcspeitavel "'J. Compra-se imi negro moco7d"o bonita
ao p do quarlel da polica, o as pessoss quo ra u Prov!ncla' pea st Dom
Pronl.dao.eboaex6cucao das obra e com de i.uiz XIII, o bom assi.n urna Pe-
"afqa.qer K^to pertencent^sua Ura de cevar ou imn : na ra da Aurora
arte Elle faz ..amollacocss tercas, quin-, Compr8m.sc escrav05 com orac04 de
conhecmento n. 132, passado pela tbesou- gr^MyPrimelrotndar.
rana da fazenda, de inscrpco da quantia j
de 501,735 rs. da divida publica, provenan- ,
te de sidos que doixra seu Uado marido:
roca a pessoa que o achou o queira entre-
gar na ra bella o. 5, por isso que s cima
referida pode recebar osjuros da menciona-
da quanlia, por aquella reparlicSo.
Roga-se a Sra. D. Joanna Mara das Ne-
ves Teixeira, o favor do mandar pagar a sua
letra vencida a 16 do outubro do 1817, da
quantia de 100,000 rs., e juros que lem de-
corrido ; pois livrar de termos mais Iraba-
llms como he do costumo : isto nestes oito
dias: na ra da Solodade n. 52.
O vigario Manoel de Mello Falcan 0 Mo-
nezes pedo ao Sr. Joaquim Machado Portel-
la, para quo haja de publicar por eslejornal
a nalureza da obrigacao a quo est sujeta
a prupriedide da ConceicSo da Muribeca, e
donde parte essa obrigacao. O mesmo pro-
testa haver de quem comprar a referida pro-
priedade todos os rendimeiitos do seu pa-
trimonio desde a sua instiloicilo, o assim os
da heranca quo tem de seus pais : decla-
rando que os quinhOes de seus manos estao
sujeitosaos especificados rendimentos.
--Na ra das Agoas VerJe, n. ti, lava-se,
e engomma-sa toda qualidsde de roupa, por
preco mais commodo Jo que em outra
qualquer parte.
Augusto S. Corbett com sua Tamilia e
urna criada de nome Rita vHo para Liver-
pool.
Vendas.
que Ihe dera na vespera, empinou-sc c poi-sc
adargo acaso couecs lao furiosos que nosso
poeta elegiaco para nao ser rudeamente lau-
cado fra da sella, foi bbrigado a agarrnr-sc no
arcao da mesma com toda a forca. Os diabos
levem meiitio, seu cavallo e o cao malcriado,
disse elle com sigo mesmo, e para vingar-sc
desla pequea desventura, deo una chicotada
vigorosa no focinho de Castor, o qual ae foi
arrastando para o p de madama de Longpr,
dando gritos lamenlaveis.
Ncslc momento o coronel que observara sua
mulhi-r, vlo-a, chelo de alegra, l'raiuir as o-
braucelhas c levantar 03 hombro com ar de
compaixao.
Em verdade, Eduardo, foatc cruel em mal-
tratar asaim eale pobre animal, diaae ella inos-
trando-sc a aeu aobrinho um pouco enfadada.
Eaqueccalc que elle he o meu cao* predilecto,
pois declaro-te que aenti o golpe que Ihe de-
Essa lie boa! risa be boa 1 diste Mr. de
Longpr montando a cavallo, urna chicoiada
nana dcpreisai ma quauto a li, Edilardo,
nao te sasustes de to pouco. Hercules he
manso como um cordeiro. AiTrouia-lhc a
redea, d-lhe de esporas e conserva-te flrmc na
sella
Eduardo fci oque seu lio Ihe disc e logo o
cavallo parti a gallope.
Quando os cacadores chegaram a malta cm
^ue segundo todas as apparencias, ojavali es-
lava acoutado, Mr. de Longpr correo para
dianle, e Luiza e Eduardo fcaram um Instante
s, galopando um ao lado do outro aobre o ater-
ro que bordava a eitreinldadc do bosque. A
inanha eslava bella; as gaivotas coin suas atas
aiues grilavo gyrando sobre a lagoa, que
brithava como um espetho ao raioa do ao!
que ae lcvaiitavaj-ajjffiores amarellas doa jun-
coa eatavain emH^^^ia de orvalho c o vento
tralla do inatto unraJiciro de folbagein madu-
ra que emb^iliainava.
Bil/ietes (lo Rio fie Janeiro.
Aos 2o;ooo,ooode rs.
Na loja de miudezns da prca da Indepen-
dencia n. *, vendem-se bilhetos inteiros,
meios, quartos, oitavos o vigsimos da do-
cima sexta lotera a beneficio do thcatro da
S. Pedro de Alcntara, que corre, no dia 26
de julho, e lambem se vendo um resto de
bilhetos interos do lheal.ro de Niclheroy:
na mesma loja receba-se bilbetcs premiado*
da lotera de N. S. do Livramonlo, em troca
dos quo tem venda.
Aos UO.000^000 de ris.
Lotera do Rio de Janeiro.
Na praca da Independencia n
t3 e 15, loja de calcado do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do Becife
n. 46, loja de miudezas, vendem-
se bilhetes, meios c cautelas da d-
cima quarta lotera do theatro de
Nictheroy, e pelo vapor da com-
[.iiilii-i brasileira, que deve aqui
chegar no dia 3o do corrente mez,
esperase a lisia da mesma Joteria,
Nao acha, Luiaa, disse Eduardo com um
tuii sentimental, aprximando-sc o mal pos-
sivel de sua linda lia, c retasando o passo de
Hercules, que esla manhaa de oulubro tem
alguma cousa de triste c de melanclico? Mein
como urna mulher cm sua declinado, analu-
rc'a he anda attractiva e tem seduccOes innu-
meraveis, Nao he verdade que ha poesa nessa
grandes arvores que o outono tem despo-
jado, nessa folha de salgueiro que o vento
cipelle diantc de us, nesses perfumes confu-
sos que os juncos e as charnecas eahalo ?
Obi he disso mesmo que se trata nter
rompeo madama de Longpr com algum en-
fado. Nao ests ouvludo! Os cae estao lalin-
do, he porque j deram com o rasto do javali:
avante!
l)i/.endo isto, ella bateo com sua varinha so-
bre a anca do alazn, o qual tomn un cami-
nho que dsela do atierro da tagoa para o bos-
que e desappareccu logo com a iutrcplda ama-
zona por tras das arvores e dos mattos.
Eduardo quii segui-la, mas o maldito Her-
cules nao conscntlo nunca ciu entrar nesse
camlnho caireito bordado por mato altos;
eliicotadas, sporadas, rogo, caricia, ludo
foi intil. Hercule obstioava-se, empinava-
se e F.duardo prepirava-se J para desccr,
quando tiro de espingarda foram deiparados
lgumaa centenas de passo distante delle na
espessura da malta. Hercules espantado, le-
vantou-se sobre os dous ps de detrs, volieou
ubre ai.ineimo, balan(ou-se um momeuto
cm cima" da superficie unida do lago e preci-
pilou-se dentro delle arrastando com sigo o
seu caval|eko. Felinnente Eduardo nao par-
deo o julio, elle lembrou-ac das llcoes da eicula
de Ocligny e ganhou a margem quasi ao mes-
mo lempo que Hercules, o qual refrescado
por este bauho matinal, muslrou-se desde
euio obediente e dcil. Puchando o eu ca-
vallo pela redea, o pobre namorado dlrigio-sc
a paisos lento para o lado donde o liros U-
e igualmente estam expostosa ven-,
da os mui afortunados bilhetes da
decima sexta lotera do tbea'ro de
S. Pedro de Alcntara, e sao pa-
gos quaesquer premios que nelles
sahirem, sem ganancia.alguma.
Bilhetes aa,oo
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,8oo
Vigsimos i,3oo
Aos 3:000^000 de rs.
Lotera de N. S. do Kivramento.
0 caulolista Salustiano de Aquino Ferrei-
ra. faz sciente ao respeitavcl publico, que
as rodas da mesma lotera, andam infalli-
velnodia 30 de agosto vindouro, e as suas
mui afortunadas cautelas osto expostas a
venda, na praca da Independencia n. *, loja
Ir miudezas ; na ra da Cadeia do Recfe
n. 46, loja do miu.lozas ; no aterro da Roa
Vista u. 58, loja de calcado, e na ra Dreita
n 121, loja deourives.
Premios corresponden-
tes a surto de 5:O0O#
Precos das cautelas.
Quartos 2,600 1:150,000
Quintos 2,000 920.000
Decimos 1,100 60,000
Vigsimos 600 230,000
-- Vende-so um rico piano, patente .in-
glez, do autor Broadivood : no aterro da lioa
Vista, casa n. 38.
-- Vendem-se 2 bonitas oscravas, una d>
meia idade, e outra do 25 anuos, com al-
gumas habilidades : na ra da l'raia n. 43.
Vendem-se os soguintes objeclos ja
usados, por preco commodo, 6vSosdeca-
xilhos para alcova, ou janellas dovaranda,
6 portas de amarello e 1 carteira de urna s
face: na ra da Crespo, loja da esquina que
vira para a Ciraeia.
Cortes de brins de listras, para cal-
sas, a i.'i i i, i.'ioo c i ,800 ca.
Vendom-se corles de brim de listraavjc
cores, a 1,110 rs.; ditos de brim amarello, a
",500 rs. ; ditos brancos d puro linho, pro-
prio para militares, a 1,800 rs.; esguines de
algodSo com 10 1|2 varas, a 2.50J rs., a po-
ca ; chales de lia do bonitos padres, pro-
prios para andar em casa, a 3,200 o 3,600 rs.:
na ma do Crespo, loja da esquina que vira
para a Cadeia.
Novo sortimento de cobertores, a
800 e (,28o rs.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vi-
ra para a Cadeia, vendom-se cobertores
brancos de algodo, com barras, do cores e
muito grandes, a 1,280 rs. ; dilos escuros do
tapate, para escravos, a 800 rs.; gangas de
quadiinhos, para roupa deescravos, a 120
rs ,0 covado e outras muitas fazondas, por
preco commodo.
Lotera do Hio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, loja n. 3, que
volta para a ra do Queima Jo e Crespo, ven-
dom-se os muito afortunados bilhetes ,
meios, quartos, oitavos e vigsimos da d-
cima sexta lotera do Ihealro do S. Podro do
Alcntara ; na mesma loja so mostram as
listas das loteras corridas.
Vende-se um prelo, de idade
de 4o annos, cozinheiro e compra-
dor : na ra do Vigario n. 19, se-
gu! o andar. Na mesma casa com-
pra-ye urna preta moca e boa cozi-
nheira.
-- Vcndo-so um escravo, donacoCam-
binda, moco, sem vicios e ptimo ganha-
dordorua: trata-so na ra da Pe ti ti a 11. 1,
terceiro andar.
Bap Paulo Cor Jeito.
Vende-se rap Paulo Cordpro : na ra do
Queimado n. 16, loja do miudezas.
No sitio dos uous l.eoes no Hospicio,
ondo morou o medico Dr. Sarment e hojo
Quaresma, vendem-so as arrobas e as libras,
do mais superior cafe rnoido, sem mistura,
a 320 rs., a libra, e o cafo mais enferior, a
160 rs., a libra, a toda hora quo procurarcm
rtcharo prompto.
-- Vende-se urna nogra de naciio, para 011-
gonho, ao comprador so dir o motivo : na
ra do Collegio 11. 14, nrimoiro andar.
Para acabarse.
Vendom-se esleirs muito boas, nSo s
pela boa qualidade e por seren dobradss,
como pelo lamanho, sendo as maores que
ha de ter vindo ao mercado; 8Ssim comosa-
palos do duraquo prelo, para senliora, a 900
rs., o par : na ra do Livramonlo, loja n. II.
Vendem-se queijos londrinos e prozuu-
tos inglezos ; bolaclunhns inglezas ; ditas
de soda em caixinhas ; boiOc> com amexs
francezas ; ditos com doco do Lisboa, do dif-
ferentes qualidades, esapatos de burracha:
na ra da Cadeia do Itecifo n.-2, venda de
Fonle o lrmSo.
Vendem-se tolos os ulencilios de nma
botica com algumas Drogas, arrumacSo
mudavel. propria para quem pretender es-
ta belecor-so com botica por ter todos os
pertcnces, por muito monos do seu valor a
dinheiro, ou a prszo, tractar na ra da Ca-
deia do Recito loja numoro 11.
Tambem,
est esposta a venda bolacha de farinba de
milho, pelo preco de 2,000 rs., a arroba,
propria para economa do povo : na traves-
sa da ra estreita do Rozario, deposito de
pSo e bolacha n. 2.
Attencao.
Na travensa da roa estreita do Rozario, de-
posito de pilo bolacha n. 3, de Ponciano
Lourenco da Silva, vende-!* bolanhinha de
leile, fabricada pelu ultimo autor, e acba-
ro em grandes porcea, conforme as en-
commendas e promette servir bem a mes- ^
moa similores.
Vende-ae um sitio no logar do Barro
Vermelho, torras do engenho Giqoia, de Ier-
ras foreiras, o sitio tem casa de morada,
dita de rancho, com mala oito casas de alu-
guel, que rendem 160/ ra ; tem arvores da
['nieto, plantacSo de capim, com agoa den-
tro: (rata-se no mesmo lugar com Francis-
Co Antonio Alves.
Vende-se por preco commodo no atier-
ro da Boa-Vistn loja numero 36 oa seguiu-
tes livros : Ahrens, I11111i11.-1tur.il; Ferrer-
Direito natural; Boattie; Science moral, 2
V. Kant principes de melha phyaiqua du
Droit; Echlach, introduction du Droit;
Instiiutioues juris ecclesiistiei por Xavier
Cmeincr, 3 V ; Kluher Droit doa Cena, 9 V ;
Hartens, Droit des Gens, 2 V ; ObservacOe
-el.re ciiiisiiliiie brasileira, e carta por-
tugueza por 8. Pinheiro ; Commentaire sur-
is chait" coustilutlonello de Prance ; Tissot
philosophio.
Vendem-se os seguintes gneros de su-
perior qualidado muilo em conta, queijos
londrinos frescaos ditos de pralo prizun-
tos para fiambra, ditos hamburguezes, di-
tos portuguezes melgaso para panella. latas
com bolacha de i. sima, ditas com chocolate
de canella de Lisboa, frascos com conservas
inglezas.bocela e caixinhas muito asaeiadas
com massas linas para sopa, garrafas de vi-
iiini muscatel,de situbal, ditas com dito tai-
tona do porto, ditas com dito de carcavel-
los branco.dilas com dito de colares: na ra
da Cruz numerlo defronte doSr. Dr. Cos-
me de Sa I', reir.
Vcndo-so urna molalinha de idade da
16 anuos muito saoia, e muilo cm conta, o
seu menos preco be 480/ : na praca da Boa
Visla numero 12.
Aluda mal* pecliiucha.
Cortes de casimira preta, lina, por 5,000
rs. ; ditos de cores, a 6,400 rs. ; brim bran-
co trancado de llnlio, a 1,800 rs., ocorte de
calca; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lis-
Iras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo o. 6.
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
\a ra do Queimad/loja de forra gens a.
37 A vendem-se os muito a 101 tunados meios
bilhetes, quartos, evigessimos da 16a, Lo-
tera do Tnealro de S. Pedro de Alcntara,
cuja lista deve chegar pelo primeiro vapor
do sul, e trocSo-se pelos bilhetes premiados
de qualquer oulra lularia'
Vende-so um prelo de bonita ligura e
deexcnllente conducta: na ra do Crespo
n. 10.
OO^^O^QOO OOOOOOO
A 10,000 n.
q rj Os mais modernos ede superior q
~? ^.qualidado chapeos de castor v
5* brauco, chegados ltimamente de Pa- X
jj* rz, conforme os ltimos figurinos, J*
O acham-se a venda, na lujare chapeos 9
Q do seis portas na praca da Inde- O
O pendencia. O
OOOOOOOOOOOOO OGOOO
Vendem-so na livraria da raa do Cres-
po n. 11 as seguinles obras: o excellenle
altas geographico du Andriveau-Goujou, em
grande turulato,dito do Balbi o dito de Gaul-
tier, guia do viajante nos Estados Unidos,
com um mappa, Planta da cidade de Nova
Yorlr.dicioHario de geographia por Penchet,
5 volumes om quarlo, historia do consulado
o do imperio, por Thiers, com estampas,
novas oracOes do Cicero, guia da cooversa-
C"io em portuguez c trance/,por llamonire,
Luiza e Julia, romaneo histrico, om cartas,
manual do cosinlieiro, em portuguez, fon-
tes prximas do cdigo commercial, pelo
bacharel Gaspar Pereira da Silva, panora-
ma, 1 volumu eneadornado, 3,000 rs., re-
crcacoesdo homom sensivel, por Arman.!,
traduzidas por Antonio de Horaes 3 volumes
novos, 5,01)0; Virgilios novos 4,000 rs., di-
tos a 3,000 rs.. selectas encadernadasa 610
rs., elocuencia nacional, por Lopes Gama,
1,000 o a 3,000 rs compendios do geogra-
phia, por Vellez, novos, a 1,600, dilos om
broc:iura a 1,110, o outras muitas obras por
preco commodo.
Huada Crui do Recifc, n. 14, toja.
II.1 para ven ler calcado de toda a quali-
dado feito 110 paiz, para homem, senhora e
meninos, assim como superior bezerro
francez, marroquirn de todas as cores, ca-
murca branca, couros proparados, fivelase
franjas oara capalos, u os mais aviaiueulo*
perteiicntes a capateiro, ludo por precos
commodos, sendo dinheiro visla : na mes-
ma loja faz-so obras de encoinmenda, re-
cobe-se olllciaes e aprondizes.
Aos 0:000,000.
Casa feliz.
Na ra Nova o. 6., loja da M na Ramos &
companhia, receberam-se pelo vapor in-
glez, os mui afortunados bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da decima sex-
ta lotera de S. Pedro do Rio de Janeiro,
cuja lista deve chegar a 15 de agosto 1 na
mesma casa se mostram as listas das queja
correram, e recebem-so bilhetes premiados
de todas as lolorias do imperio.
Capotes de panno azul a
10,000.
Na ra do Queimado, defronte do beco do
Peixo Frito, loja n. 3, vende-ae capotes de
panno azul pelo baratissimo preco de 10,0X)
rs. cada um.
nh.iin partido. Elle chegou logo a uina cla-
rea c ah foi teatcmunha de um espectculo
ineaper-do. Mr. de Longpr apoiado com urna
ni.ni sobre sua espingarda, susteutava com a
outra sua mulher desmatada, c procurava
11.111.lilil..i-l 1. Alguns passos 1I1.1 mi. um Ja-
vali se revolva ainda sobre a rclva, a qual co-
rava com seu sangue c mostrava, aquejando,
suas presas um-.i, i.l.ir.i. aos caes que Ihe la-
talo cm torno.
O que foi que acontccco, meu lio? per-
gunlou Eduardo.
Oh .' nada, a cousa a mal simples do niun
do, respondeo Mr. de Longpr. Tua lia ao
leu o ie, cocontrou-sc coiu ojavali c descar-
regou sobre elle os dous canos le sua espingar-
da. O animal, que apenas tinba llcado lerido,
taocou-se furioso sobre ella, fellimente eu
ah eslava e meili-lhc urna baila nacabeca;
mas que figura que ten! onde te inctlcs-tc
tu ? .11/ .-. I
1.1111 ei mi.1 que Eduardo contava seu desas-
ir, os olhos de madama de Longpr dirigiam-
se alternativamente sobre o lio e sobre o so-
brinho. Eduardo parecia-se com urna di-
vindade martima; elle eslava inolbado: o
lodo inancli iv 1 o seu elegante vestido de caca,
c hervas aquallcas coroavain sua cabe-a comu
a de um Irltao. Em urna palavra seu trage
era ridiculo, c se o ridiculo mala he sobre
ludo emainor. Mr. de Longpr pelo contrario
acabava do assigualar-sc de una uianeira brl-
Ihaute, salvando sua mulher de um perigo
1 iiiininenii: Suas rugas tinbam-sc apagado.
suas faces iinh.un-.i- colorado, seus olhos bri-
Ihavam; elle eslava bello, eslava heroico.
Luna nao beailou nem um Instante. O amor,
disse um autor, he una chaimna sublil que
o vento faz vacillar sua vonlude. Ailim
aconteceo com o coraco de Luia: ella vol-
tnu-sc para o lado do marido, e a causa de
F.duardo perdeo-se. Debaldc elle esforcou-se
quando regrc9sou ao cadello, por travar outra
vez conversaco coin sua tia, Mdame de Long-
pr quasc que nao se dignou escula-lo, e at
medida que se mostrava mais fra a seu res-
peilo, acolhia de melhor grado o< chascos com
que sen marido opprimia o aobrinho. Nunca
Mr. de Longpr Ihe parecer lio espirituoso ;
as ruiuas de Eduardo o engrandecalo.
Na noute desse dia fatal Eduaido quli tentar
um grande c ultimo esforco clic faltou de
urna carta recebida de Paris, c Douuciouiua
partida para o dia seguinte, Hr. de Longpr
insisti pouco para o deter ; ma a fres* c
reserva de Madama de Longpr decidiram in-
!.ii iineiiir Eduardo, o qual vio no silencio
de aua tia urna coudemnacao em ultima ins-
tancia ; elle touiou aeu partido como homem
judlcioso, e realgnou.se.
"10 dia arguiule depois de am almoco, no
qual fea todos o esforcos para mostrar a cal-
ma a mais completa, e responder ein aiedu-
nie ao sarcasmo disfarcado que Ihe dirigia
seu tio, ello despedio-se de seus hospedes e
tornou a montar cm sua egoa cthica,
Quando vieres ver nos outra vez, dfsse-lbe
Mr. de Longpr ein vol Dalia, espero que tra-
ra tua mulher. Se te casare, escuta o uicu
consclno: Nao basta aaber calcar convenien-
temente luvas amarellas e recitar um madri-
gal ; frequenta os manejos, e torna-te Ncuiroo
pola isto serve alguma vete aos casados, de-
pois apertou-lhe a mo, laucando-lhe uin olhar
lino e irnico Eduardo eompreheudeo a ncao.
mas elle tinha demasiado amor proprio e nao
eonsentlo em passar ao olhos de seus amigo
por um. vicli.ua. guando estes Ihe tal arain
dai veuturaa que aoi.ra o p de sua linda lU.
elle delcudeo-sc de modo a faaer crer neilas.
Que faluo I Finalmente elle poi em pratica
oa consclhos de eu to. Eduardo he hoje um
doa uosso cacadore mais cnlurecido, e todas
as nossa leda morreo por elle de patxao.
Camilo i .iii/'i'i.
( Coiirrii' de t'Euroft,)
Ano

M


PfD
Novo hortlmciito iic uzcndas, ua
loju Corles m, |>or J.,000, 2,400 e ,800 rs. ; ditos de
cambraias desalpicos, a 3,800 rs. curtas
(le chita ile bom gosto, a 1,920 rs., coiu 12
covados ,- cassas dequadios para bibadoi,
c.im 8 l|2, a 2,400 rs., a peca ; ulpaika de
cordSo muilo lina, a 800 rs., o covado, e
multas oulraa fazendas por lualo prego.
Chapeo* de sol.
Vendem-e capeos de sol de panno com ta-
lcas de hlela pelo prreo de ifO-0 n., ditos de
junco a i .Jni. Na ni siiia casa em uin sorti-
uicnto dos meamos ohjectos, tanto para ho-
jncn c srnhoras, como para menino* c meni-
nas de escola: na ra do Passciu n, 5.
Cera de carnauba.
O mais superior que ha ueste geucro, ven-
derse coi pori.iu e a rctalho : na ra da Cadcia
do Kecife, loja n. .p>0 de Cunha & Amorim.
Ala loja lie .lose' Joaquini Moret-
ra & coiiijiuiiliin, un -iia Nova
n. N.
Vendem-so esmisinhasde ctmbraia, com
suas golinhas, ludo muilo bcru bordado, c
o uiollior gosto possivel, pelo baralissinio
prego de 2,000 rs., smente, cada urna.
Vellas le -Icailnu.
Vcndeui-seeslai vellas da inclhor ijualidadc
jiossivel a llir rs. cada caiiloha de libras,
trala-sc com A..C- de Abreu, na ra da Cadcia
do lliiil, ii. n .
Pola.i (tu. llssia.
Vende-se polassa da Itussis, recentamen-
te chegadn, c de muito superior qualidado ,
na ra do Trapiche n. 17.
Cnrinha fontana.
Vendc-so familia fontana ein barricas ,
muito nova e de superior qualidadu : a lia-
lar cun Manuel da .Silva Santos, no arma-
zn! do Aunes, no caes da Alfandega.
i-, *
Vende-se
Arroz de casca,
! arello novo,
Cli preto,
Cliumbo de munic&o,
Cimento,
vende-se ludo por preces commodos
_s
B4
da o excellento e superior limito tle llu-
I tilas, om Ii.utis de ',.', he muito recoui-
memdavel as casas estrangeiras, como ex-
cellento vinhopara paito.
f **W V f *.f f IWW f f
A raaos americanos.
Vendem-se arados americanos ver-
dadeiros, ohegadns dos Eslados-
Unidos : na ra do Trapiche n. 8.
**"*">*
armazem del. J. Tasso Jnior, na ra do \&Aii&&&& AAJlMMA
Anici ni. n. 35. Vende-se superior cognac vclho, em
SK ItuadoPasseio.n 5. 2* n. 55, casa de J. Kcllor & Companbia.
Nesta fabrica ha presentemente un rico Vende-so gessei em harneas, viudo no
sortimcnlo dcstes ojelos de lodas as c- ullimo navio chegado de Iranca, lendo ca-
res c qualidades, tanto de sed. como do l'"ca 20 arrobas pouco mais ou mc-
p.nninV,. por pregos commodo.-dilos pa- wmHmUCn*.*, casa de J. Kcl-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos ici companhia.
sflo feitos pela ultima moda ; seda adamas- Cera de carnauba.
cada com ricas franjas de relroz. Na mi sin.i No armazem de Domingos llndrieucs de
casase acha igual sortimento do sodas o Andrado i Con panla, ua rua dosTanooi-
panninho imilando sedas, para cobrir ar- ros n. 5, vonde-se superior cera de earnau-
mages servidas : todas estas fazendavno s- ba, ltimamente viudas do Araealy, em
leu'-.-. cni poicao o a retallio : lambem se porefio o a retnlho, por menos prego que
concoila qualquer chapeo de sol, tanto de em outra qualqiier parle, assim como sola c
basteas de ferro como de halis, assim como couros miudos.
umbelas de igrojas: tudo por prego com- ""o arinaifUi da rua da .lloeda n. 7, con
modo, Na mosma casa ha chapeos de sol, llnua-ae vender saetas com superior colla
do marca maior, de panno e de seda, pro- .ma5 do 1,loGrauu,: doaui, c opreco
prios para feitores do engenho, por sorem
os mais lortcs que so podem fabiicar.
Pannos Unos le todas asqua
lldnde*.
i,i i ili do Crespo, loja da cr,quiia, quo
volta para a Cadcia, venriem-sc panno lino
Agencia de Edwin Blnw.
Na ra de Apollo n. ti, arnia/cn de Me. Cal-
mout& Coinpanhia, acha-se constantemente
bona aorliiuentos de i.i\.* de ferro coado e
balido lauto rasa como fundas, moendas lu-
cirs Indas de Ierro para auimaea, agoa, ele,
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 o 5,000 ,iius para alllur ,.,' madeira de todos o
rs.j dito azul, a 3,000, 4,000 rs., o muilo su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, (9,800 rs.j
dito multo claro, a 4,000 rs, ; dito cor do
rape, a 3,000 o 3,500 rs.; corles do casimi-
ra prela, a 5,000, 6,000 o 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,400 rs., o oulres fazendas o mais
barato possivel.
Nova pccliinehn.
Corles tle casta chita, a 2,000 rs.; dilo de chi-
ni i ni.es c iiudellos o mala moderno, machina
horlsonUl para vapor, com furca de I caval-
loa, coucos, passadeiras de feuo eslanhadu
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, eicoveni para navios, Ierro ingles
tanto em barras como em arcos folhas, e ludo
por barato prero.
Vrndb-sa'uin grando sido no lugar do
Monguinho, que Uoi defrontc dos sitios dos
grs. Ca nenos, com grande rasa do viven-
2,000 r. I cheira, estribara, baixa de oapim que sus-
Na loja da e-quina da ra do C'CSpo, que lenta 3 a 4 cimillos, grande cacimba, com
volta para a Cadcia, vciideni-sc cortes de bomba e tanque coherlo para baulio ba-
cassas chita, a 2,0uo rs ; ditos do chita, a tanles arvoredos de fruclo: na ra da Cun-
1,000. 1,8006 2,000 rs. ; ditos de. cainlirnia curdia.piimeiro sobrado Ovo de un andar,
branca com iistras de core, a 3,oonir.: di- Orando sortimento de ramudas
los de salpico, a 3,000 rs.; corles de coleto
le rusti do ultimo posto, a 1,600 is o ou-
tras multas fezeudaj por preco coinrnu.lo
Ven cnt-se
as seguales sc-
linalas un ru t Crespo n I 4
loja de .Jos francisco HAfl
A 1000 rs. o corte de brim intraiicado bran-
CO mullo incorpadn, dito de rlscado de linho
muilo largo a 2110 rs. ocovado, caasa chita de
todas as cores 2-10 rs. o covado, cblta fian-
Cha r ti te i ras domadas ,
linas.
Vendem-so suporiorea eharuleiraa doma-
da:*, a 1,000 rs cada urna ; ditas mais or-
dinarias, a 240 rs. : na ra doQueimado,
loja do iiiunle/as junto a de cara n. 33.
Para crianzas.
Venlem-se superiores toucas do seda pre-
t, para enancas, pelo diminuto preco de
320 rs malucas muito bonitos, quo tocan,
de tres maneiras, a 210o 120 rs : na mi do
Queimado, loja de miudezas junio a docea
n. 33.
Lindas caixinhas de v-
dro para guardar joias.
Vendem se lindas caixinhas do vidro com
cspelho, proprias para guardar joias, polo
diniiiiulo prego de 800 rs.: na ra do Quei-
mado, loja de miudezas junto a do cera nu-
mero 33.
(Vilgado, a 800 rs.,
no aterro da Bou Vista, defronte
da boneca,
sSo chegados os bensconhecidos capa I e -s do
Araealy, tanto para lioinem, como parame-
1,4401 s.
Rap Paulo Cordeiro,
o mais novo que ha no marcado : na ra
da Cadeia do Kecife, loja de razantes n 51,
de J iao da Cunba MagalhSes.
A 2,500 rs. o chales.
Vcndom-so chales da 13 e sed, gran tese
ilo muito lindos padrOes a 9,500 rs. eada
um, chitas di cores do bonitos padrOes'a 140
i'i. o covado : ni ra do Queimado n. 8,
A 500 rs.
Vende-se cha liyssou, de tr.uilo Ina qua-
li lade, pelo diminuto prego de .vid rs., a li-
bra : na ra do Crespo n. 23.
Vondem-ad 6 rscravos, sen lo um bom
carreiro, e 5 de todo o sorvico ; 3 moloques
du idado 12 a 211 uries; 2 negrotus do ida de
16 anuos, acudo una rtcolhid, engoma, co-
zc, e cozinha o diario, 3 ditas do lo lo o ser-
vico :oa ra diroita, defrontc do liceo do S.
Pedro 11. 3.
Trancas de seda e requ-
ifes para ves'idos.
Vendem-se muito bonitas Iringas de soda
o requififeB, proprias para enfeitar vestidos,
por preces muilo commodos, dam-se amos-
ainos, a 800 rs. ; assi 111 como um completo lri,s 'os compradores: na ra do Queimado,
sorlimento de calgado, francez, do todas luJa da miudezas junio a de cera 11. 33.
as qualidades, tanto para bomem, como pa- ( llllisis; fin ihaiu
ra sen hora o menina, o que ludo te vendo vy,,"',i,f,B uc HlCId.
muito baralo, alim e so apurar duiheiro. *6n<,eol-* lmiasimas camisas de meia, a
* ra l> natn '2,0?<> rs- dl,,s '.28 r*: ditas decores,
*w PadrOes muilo bonitos, a 1,000 rs. "
M ni ipnlecs a 2,200, 3,000, 3,500, 4,000 do Queimado, loja do miuderas junto a do
4,50O,o 5,000 rs., chitas a 6,000, 6,500, e cera D-13
7,000 rs., riscadinhos de linho iiiuitn linos iiicis fiue |,,vr,,l,ie
a 320 e 360 rs algodSo trancado com toque r. '. Vr" "*>
18,310 j limpo, a3,700; c oulras militas venaom-3'' l lavradas de dilTerenlos
fazendat como cassas do quadrosa 2,400 is., L"?i"*f gosl"s ""-'1 'i"1, que pode ba-
nal terreno con
mentes
de aboa, ditas da dliai ingieras, ditas de ra- ecza de lisias padrees cacuros a 340 rs. o cu-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-vado, dulas muilo fixas o Itili rs. o covado,
bolas de Setubal, ditas de all'ace allamaa, aargellm lacrado a SOO r. o covado, ricos cor-
para curar da phlysica em lud'oa os seos duas repolhudas, ditas de core trinchada, di-I tes de chita larga franceza de barra a 3,2oo rs.
ililTerentos griOl, im motivada por eonsli- 'a,ic euoura amarillas, dilas de chicoria, di- | nierlni pretos de dual larguras mu lo supe-
pacoos loase asthma plcuriz eaearros de I'** ^ coentro da tocelra, dilas do aalaa, ditas rinr a i,,si)3 2,oo 3,000 rs. o covado, melos cru-
saneiie rlnrfla ceslis'e oeitoa i,al .ii.-dn de tomataa grande, ditas de repolbo, ditas de ai de superior qualidade a 320 rs. o par, su-
nnSt.I.ft 1 ti .Pr,^i VC -spinalre, (litas de pipinella, dilas de alno, priorplccole inulto ineorpado laienda pro-
nocoracSo, coquoluche, bronolilles dr u.jAo c,'rr,plll0 je tcaquaildadea, crvilaa prla paraescravoa a 200rs.ooovado, lgida,.
luilas e direilas, rabanelcs encarnados e bran-' a/ul ciui mais de vara de largura a 200 rs. o
eos: na ra da Cruz u. 16, defrontc do Dr. I eovade, bertanha de 4 palmos de largura inui-
Cosme. I^a uiesiua casa vendem-sc queijos in- lo lina a -0U rs. a vara, supprlorca eliallei prc
gle/.es mullo I
de garganta o todas as molestias dos or-
gSos pulmonares.
Ho todas as molestias que por lieiunca li-
rain ;in co'i o biiir.ino nenenle! ha que
mais deslruitiva tenha sido, ou que lonha
zoniliado dos esforcos dos houiens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he senilmente condecida por moles-
lia no bofe. I in varias pocas do se-
clo p.issado, tendo-so olTerccido ao publi-
co dillcrcnles remedios com atlestados das
extraordinarias curas quo elle lem feitu ;
porin quasi que em todos os casos a iluaflO
tcm sido apenas passageira c o doente
tornaa recahir cm peor estado do que se
ichava antes do applicar o lemedio Iflore-
commendado outro lauto nao acontece
com os te extraordinario
Xarope de bosque.
Movaes & Coinpanhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, u nomeados pelos
Snrs. It. C. Vales i. Companbia agenles
peraes no Itio-de-Janeiro mudarain o de-
posito destu xarope para a botica do Snr.
Jos Hara G. fiamos, na rus dos Quartois,
n. 12, junto ao i|iiarlel do polica, onde
senipre acharSo o nico, c verdadeiro, a
O.oois. agarrafa, ca 3,000 rs. meias g.ir
ralas.
V i mi :-se farinha tle matidi-
ocri, desupciioi iju.ili J,de, recen-
teineote cliegada de Santa Gatha-
riua, a incno.-preco Jo (ue em
outra qualquer parle : lral.,-sc a
l)oido dobrigue Novo Lobo --
ilclronle do c:cs to Llamos, ou
com Uliveira Paiva is Cotnpanltia,
na ra do Trapiche escriptoiio
n. 5.

cscaes.
Deposito de calep la?sa.
No arinazcill da ra da Cadcia do liedle n.
12, ha muilo superior cal de Lisboa em pidra,
Bmiu como polassa chegada ulruameoM a
(i n m: > rasoavcis.
i niubralaa tic scila, u G,ooo ra.,
o corte.
Na loja 'e GuimarSea& Henrques, rut do
Crespo n. 5, que volta para o Collegio, ven-
deni-se lieos cuites de cambalas de seda,
pelo barato luego de, 6,000 rs o cuite, esta
fazenda be de gustos nleiramenle novos.
'S-<--rvt'- ->- *90-HlalHr&9&
& AlgOlto pura Mtccon. (r
% Vende-se muito bom algoJao para j
V saceos de assuear, por prego cninn.o- fa
| do : em casa de llicardo Hoyle, na fci
,A ra da Cadcia n. 37. 4)
^^>*e.,,,~.. o ? n 9:*5tR8#i|
Vendem-se relog'103 Jo ou-
roeprala, patente inglcz : na ra
di Scnzalla Nova 11. !\i.
Uoentlna snporioros.
Na fundigSo de c. Slarr e< Companbia,
om s.-Amaro, acham-so venda moondas
do caiin 1, todas do Ierro, de um modelo e
conslruogo muito superior
Arados Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados da ferro de diversos m-
delos.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, 11. 1^, lia
limito superior cal nova cni pedia,
clicgada ltimamente de Lisboa
tus de lie seda a 4,000 rs. brim trancado ..
maiello muilo encornado com lisias muidas
sendo de linlio a 2,000 is. o corte, c outras
inoilas Calendas por baralo preco.
S Mees;* : w* .:
Gantois PailbetSt Gonipaahia.i
;l* Conliiiua-se a vender no deposito i*'
% K01""1 ''" rua Ja (;ru/- *i o excel- 3
' ("lite o bem coneciluado rape arcia II
-i pela da fabrica de Cantois Pailhot& S5
u Companbia da Babia) cm grandes o $
-II pequelas porgues pelo piegocstabe- J
lecido.
Uicas franjas para cor-
tinados.
Ven lem-se franjas brancas, proprias para
cortinado;, as mais lindas quo teni appare-
cido c por prego que uingueiu vendo: na rua
do Queimado, loja de miudezas junio a do
cera u.33.
i ti vas do torca 1 o de peJi-
ca, para sonliora.
Vi n I m-f su| oriuros luvaspretaa de tro-
gal, a 1,0011 o 1,28) rs opu; ditas sem de-
dos, u 210 rs., fazenda superior; dilas do
poliobrancas e amanillas, a l.ooors. : na
rua do Queimado, loja de miu czas junto a
de cera u. 33.
-- Vcnde-se cola do lio tiran-
do, cni barricas c por preco c:m-
molo ; fta rua o Vigario n. 19,
segundo and ir, cscriptorio de Ma-
chado & l'i'.lietro.
cambraias com salpico, superiores, a 4,500 vor .m ,il.s: n" ru* ',0 Queimado', loj, de
rs., grvalas de seda a moda do principo ni'u<' l"l" a decora 11. 3
Alberto ltimamente chegadas, a l,800]cada ende-se
urna : rua do Queimado, loja da eslrela, n. 54 paitaos de laudo e 96 (le IVen-
7, um fenlo do beco do l'eixe i'iilo. J
Attencfto q" pira g0 S*
Na loja nova da estrella, rua do Queimado '.""V'0 P"3 3 "0Va P"^ "a rua
cm frente ao boco do l'eixe Frilo n. 7, ven- UO lirutll, a voltar na travessa do
i.mf.r'.oSr'! "iS '^"l'0 i,al,1"s 0 Vieira i assim como tres caixSes
largura a 3,200 rs.. Iranquihm pelo pelo .. *-"~
liminuio prego de 400 rs. o covado, cimas uc cas'is, no luuilo do mencionado
litas a no, iso, aaoora. o covado, duraquo terreno, com Irenlc para a mestna
azul escuro, e claro, a 720, prineeza pela ,_ .,
lina a SOO e I.0O0 rs, chapos do sol de seda l,'.*c,r"i ; irali-se na rua (la Ca-
furta-eores a 6,500, curtes do casimira i'o'deia do |{cci', loj 11. n, onde os
pria, tanto para o servico de c..,a
como par o de rua, por sao qu,
be boa quilandeira, lavabcti,,|,
sabo, coiinha o diario de urna c*
sa, engomtna e laz renda ; na rU4
Dircita n. 102.
Bom e barato.
Vendem-se caixinhas com lisias fiuas .
ra dazenho, a 3,00i i.UOO rs.; livalibu
douradas para calsas e coleles, a SOO rs r,
cas muito linas, de badango, a 6,000 i, ,
dii/ia ; bicos largos BTlnos, proprios n,',
tainos da vestido muilo barato, o uuln'
muitus cousas, que se veudom mais barii'
do que era outra qualquer paite: iiaruad
Queimado, loja da miudaxas junto a der
ra n. 33. "
Meias pretas dtj algodfto,
para padre.
Vendem-so muilo linas meias protss j.
algudSo, para padres, a 700 rs., o par : Ul
rua do Queimado, loja de miudezas junto,
de cera n. 33.
Vende-se um relog'io de ouro com cur-
rnulc, por 70,000 rs. : na rua larga du ||.
zario 11. 17, juuto ao quaitel.
pretndante.', de.;ois de liaverem
cxaminailo, podero dirigir-se.
\ ih n ,"iu.
Cbrgou loja do Arantes, pelo ultimo na-
vio, vrolo de Frang, bruzoguins deiN'in-
tcs para homcm, sapalOas de couro do lus-
tro, ditos de berarro. brozeguius para se-
cores a 5,500, e. (>,000,>lilos do meia easenii-
ran 1,000, 2.00J, o 3,000, o oulras multas
faztu las muilo cm conla.
jSv arniazem da rita da
Cruz 11. 24.
\undu-so a dinheiro, gapatinhos para me-
ninas, em poreflo a 600 rs. ; sipales do
couro do lustro, cm porgilo a 2,500 e 2,000 nbora, sapalos do couro de lusUo, ditos de
rs.; penas de Ema ; saccascom gomma; di- solim, ditos de marroquim ecurdav.lo, chi-!
as com larinha de aramia, a 2,500 rs., a ar- quitos para mcnii' s, e oulros muitos cil-
roba ; coiAnlios miudos, a26,0OO c 2S.O00 5a,los por prego commodo.
rs., o cenloj carnauba do prlmeira sote,! Ainda existo na rua da Cadeii do P.i-
em saceas, a 6,000 rs., aairoba;sula muilo cic n. 5*,a vender-se por todo prego, duas
superior; chapeos do palba, a lo.OOO rs., cm percibas du embonos de cedro, urna lancha,
;nlos- |Um Tiole, una corrento grossa de ferro para
- Vcnde-se lllll lioi manso de navio'b"laniarra grossa de cabo do linho
ni ., ,L DI... o ;que serve para doslaier para estopa, n urna
na rua do I ires n. 28. iporco de forros, c cavilhas que fu de
A 0,000 rs., o quintal. inaviov .
No .inims.i. i ..i fc'i "" v"Jo-so anda um rcslo de la ai bra 11-
,\ov ,.. ^|Le',l, 1 "4 ''ua icas ,!o I"" sn"", e pola grande ex-
dsnno n?,iPi 1 dirn"'ul0 Prc" tr.cgaoque.cm tilo, su'ppoem-se quo em
de 6,000 rs. o quintal da ferio ingle/., poacos diasso acabarilo. fia me
Continua-sc a vender cortes Je"vo"s#)
9J ti Jo de chita, de coras litas, a 1,6011 m
rs., o curte, haveadu novo sortimouto *
?; para cscolhor : na loja doaobradoa-
?1 marullo nos Qualio Cautos da rua do )
( Queimado 11 29. f
A os 0.000,000 de rs.
Na rua do Queimado, loja n. 18, c dem.
se bilhetes da lotera do K10 da Janeiro, a
I v 11 do 111e.1t e do Mictlioroy, cuja lista clij.
ga liej 1 ar amanlia.
Carta.
Na rua do Cabjgi n. t2. loja de V. A. Si-
m ., vondom-so cartas francezas liaa^ui.
ra o voltareto. ^
Aluianak potico.
Contcndo o a b c do fiado, o padre n ,.,.,
para as mogis solteiras. dcimas do nstu.
lanl', quailra glozsda do soldado, illli ,|,,
ni 11/ice, eslraidasde varios manuscritos, pi.
ra intreti nenio las horas vagas, ven lem-..
a 320 rs. : na livraria d* patio do Collegio
n. 6, de Julio da Costa Oourado.
.*a.*aWJAMadaMa<
carroca
SOrlldO.
-- Vende-se urna cscrava cabra, moga ,
muito sadia o sc.n defeilo, nilo lem grandes
lialnl 1 Peles,|:ei em faz hom lodo o arranjo de
una casa, o motivo da venda sinceramente
se dir ao comprador : ua Ponto Velha n.
It, das 3 horas da lardo em diante.
Luyas para. Iiuinem.
Vei.dcm-so superiores luvas de polica ,
ponto inglez, a l,oo rs.; dilas de seda pre-
e. .Am .1..' .1_____ a '
IIIes..1.1 lojl se
ven Je outras muit s fazendas pelo prego
que om primeira mflo so poderia comprar :
no rua da Cadcia do l'.ecife n. 5*.
Calcado barato.
-Ssratcs do bezorro fino a 2,000 ditos
de couro do lustro a 2,000, 3,000, 4,000,
3,000, 6,000 e 7,000 rs., sapatOos do Araea-
ly a 1,000 rs., ditos a 6t0 rs., dilos para
meninos a 800 rs., brozeguius par* salido-
ra a 2,500, ditos a 4,009, sapatos de lustro
tas, sem deleito algum o faznnda mu to su- P*r sonliora a 1,000, ditos a 1,600 c 2,000,
perior, a 600 rs ; ditas de rOrcs, a Co rs. ditos do marroquim lino a 1,000 e 1,400
ditas dealgodao luanes o de cores, pro- rs-> ditos de duraquo fino a t,400" rs., ditos
prias para montara por srrem mullo ( n- lJo Lisboa a 1.00) e 8(0 rs sapatos pa-a
corpudas, a 320 rs. : na rua do Queimado, menina a 400 rs., ditos do lil para ciiinga
Hnii lo Collegio n. I.
.Novo sortimento al 1 chapeos de sol, para
bomem c senhora, a saber -chapeos de
sol dosel, arinagiio de Inicia, do4,5'0rs.
paia ciii; diiosdites para senhora, du 4,000
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
mag.lo da balea o de fi rro, de i,(.00 a S,9ll0
rs. ; ditos ditos de srmacSo de junco, de
1,2(10 a 1,800 i'., le les \\-, pos r 111 le si.r-
timento de sedas e pannos, em pegas para
cobrir os meamos, baleias para vestidos e
espaitilbos desenlila,. Concerlam-se lo-1Brum us
na barca Ligara.
!)ci(i-iiii ii.i fabrica .Santos na Italiia.
Vcnde-se, em casa do N. 0, Bieber& ('.. ,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assuear c roupa de escravos, por prego com-
UlOJO.
oinbas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na rua do l'rtim DS. 6, 8 c 10,
lunilicao de Ierro.
A rodos de ferro.
Vendem-ae arados de diversos
modeioS) assim como americanos
com camban de sicupira e hincos
de Ierro : na undirao da rita do
fi, 8
o 10.
das (S quslididoa dooliapcos do sol, ludo I Vendcm-sc amarras de ferro: na rua
1 perfeiciio e | or inciius pego du qiu cni
nutra qualijni r ai le.
Cal le Msbon.
Vende-se 1 mclbor cal lo 1 i boa muito
nova, chegada ha poneos dias na l:.ma 1.1-
geira,e per prreo muilo e:n cunta : na rua
do Vigario ai mizcm 11 7.
Vcndc-c cobre, ( metal ama-
rillo e prrgoa para forro de navios; por preco
1 .01110.uin, cm tasa de a. v da Silva barroca
xua da Cadcia do ttecil'e 11, 42.
Superiores capachos.
Vendem-se superiores capac'ios brancos o
pintados, do varios laiuanlos.aonle os com-
pradores p lem 1 scolber a sen goalo, pelo
iliiniuulo prego de SOO, 1,000, 1,100 c 1,000
rs. : na rua do Queimado, loja do miudezas
junto a de cera n. 33.
Para os jovens naiiio-
# rados.
Viindom-sc caixinhas rom r.mendoascon-
fiiiadas, o mais delic do qii'j so pode en-
contrar, proprias para se dar a namuradas
111 mu dO Queimado, loja do miudezas jun-
te ,1 do cera 11. 3J
Cusa de coniinisso de escraves.
Venden-N esocavot c reeebem-
:,c de (OmmissSOj tanto para a pro-
vincia como para Aira della, para
o que se offerece muilas garantas
a scus donos : na rus da (Jadeia do
Kecife n. 51, primeiio andar.
da Senzalla nova n. t2.
l'cci.lo de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vcndom-so por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assuear c roupa de
scravos.
Moinlios de vento
com bombas do repucho para regar borlas
d baixas decapim 1 vendem-se na fuudigSo
de Bowman ; Me. Callum, na rua do llrum
ns. 6, 8 co.
Talxas para engenlio.
Na fundicio do ferro da rila do llrum,
acaba-so do recober um completo sortimen-
to de taizas do 3 a 8 palmos do bucea, as
quaoa acham-se a venda por prego com-
l'aiiulia Da superior qualidade, vende-se a bordo
da sumaca 5. Jvlai'O, luudeada cm frente
do ColtegiO, ou ao la !o do Corpo Santo, lo-
ja de masssmes n ->
-- Vendem-se vasus de louga lina pira
jardn), azulejo ua inesaia louga Ou bonitos
gustos pmpiio para foliar frentes de esas
jiidius, gtO. i coeiros do al.e.i.e, a/ciloua
nova, fume, violio do purlo em pipas o bar-
riz, aillos e rolh.s cui cauaslias, lio porre-
te, brins de algodSo, pendras do rame,
linha de roria, por procos com me los : na
rua do Vigario II. 11 no armazom c Io andar.
-- Vi nlc-se urna morada de casa, na rua
Augusta, com mullos commodos para fa-
cililla, e duas ditas na rua Imperial com os
meamos commodos, useverando-seaocom-
prador es'arem Mires de qualquer litigio :
a tratar na rua da Cadeia de S. Antonio 11.1).
Vende-se no Maranho, a fabrica
c bitsias stiurmas e sabdo.
Us administradores da liquida
cao de Tbni.doro Chava oes, ven-
dem a fabrica denominada ) ,i,r-
nlicusr, na rua do i'iopontao, dcs-
ta cidade ( por'o dos remedios ) ,
a sber : casa cm que es.t mon-
tada n fubiico, com 2o bracas de
rcnle c 15 de futido
oja do miudezas junto a di cura 11, 33.
Bom o barato.
Ven lem-secartoirinhaacom agulliaa fran-
eczas, proprias para toda a qualidade do
costura, a 300 rs. ; ditas* em caninhas fa-
zenda muito superior, a 300 rs. ; linhas de dencia, loja do Alantes.
peso, muito linas, a 60 rs., a miada : ditas "" Vl'"de-so a taverna 11.8. di rua do
em carretela do 200 jardas, a 60 rs., cala |l>"gel, com poucos fundos, ou e com os
Carretel j agulnas Cantoras, a 160 rs. Oca- c8i;os1 vonlado do pretendonln, ou mes
m,____II._. .. .... 11,, .' .....1 ... ...... n....:^_ ..._.___.
a 320 rs., ricos cortos do sapatos a 1,000 o
800 c 6to rs chapos de massa linos para
homcm a 6,000, ditos de sol do panno a
2,800, polesdo couro do lustro a 3.500, di-
tos do marroquim preto a 1,400 rs., ditos de
cores sonido a 1,920 : na praga da ludepon-
pparecido e de varios tunanlios, a loo, 600 P?r'or viuho do l'orlo, ha muito engarrafa-
0 800 rs. : na rua do Queimado, loja de miu- I'1"' a 30 n-i g*rrafi; dito tinto, a 180 is ;
dez.'s jiinti a decera n. 33. ; vinagre paro de Lisboa, al,000rs., a caiu-
Pon.,lt, .1., ... di ; azeilc docede Lisboa, a JOOrs., a gar-
1 tilles fle tartaruga, pa- rafa arveja, a 320 rs, a dila, e oulros
l-n lllti rrufu muitos ailigos por pregoscommoJos, para
111 hu 1 1 ,ni liquidar.
Ven lem-se superiores pentes du larlaru-I PaVtnk
i;a, para ma na fas, pelo baralis.-imo preco I 11 III 11(1,
de 800 rs., prego que causa ilmirag.lu : ua
rua do Qucinudo, loj 1 do miudezas junio a
de cora 11 33.
.iavatas do mola.
Vendem-se superiores grvalas pre lis do
mola, pelo diminuto prego de 2,000 rs. : ni
rua do Queimado, loja do miudezas junto a
de cera n.33.
Irenlc c \'j de lunUo; 2 prensas
hidrulicas, orisontaes de loica de
600,oco libras, cada ti na : 1 dita
vertical de forca de 4oo,ojo libras;
6 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo ; to los os perten-
ces necessario para o fabrico do
slcariiia e sabao ; o csc.avos cn-
Avisoao publico.
Na botica da rua do Collegio, 11. 18, do
l'eixolo & Pinto, ha on.lo so vendem as ver-
dadeiras pillas para bobas, eravos seceos
dores venreas, n goiioriheasclironicas, cu-
jos hons cIToitos oonfaasfln lo los quo lem
feto uso dcll -s ; composigao do l'liannaceu-
tico SabastISo Jos de lveira Macado.
Corrilo depressa pechin*
cha de 4,000
Na rm do Queimado, loja n. 17, vend-m-
so cortes do ca-emiras de coies escuras a \g
rs., pegas de riscados do cores de padrOes os
mais delicados possivets a.1,0)0 rs., pegas
de Chitas escuras de c ires fizas o bonitos
padrOes a 5,500 rs., cassas francesas linas
do cores muito delicadas a 56D rs. a vara : o
oulras fazond'S por baralo prego; aellas
antes quo se acabem
Para so acabar.
Vendem-so casemira preta sotlm, pelo ba-
rato preco de 9.500, sarja preta superior a
iodo, e com proniplidaoembaream-so.ou tendedores do Servico neral da la- i l'W)' '2,'M0' -4092Oo' o 'covado, panno
b l I fino preto a 4,000, 6,000 e 8,000 muito su-
[brica: I terreno aunexu a fal
l>riC5, 1 ponor, azul a 3,500 o 5,000, chitas francozas
' o oulras militas fazendas por piego
do
ei xo
carregaro-so em canos sem despozas ao '
comprador. j
AtiEiNCIA com n bracas do frente c i5 Je fuu-isMM>? ,outr"s muitas fazendas .
1 1- 1 a. 1 1 .' c ,. Iinuilo barato: na luia da estrella rm
da fundicao UwMoor. do 5 1 dito Iroiteiro a mesma la- Quemado n 7, em fretc do oco do \
IlUA DA SLNZAi.i.A nova N. 42. brica, com 18 bracas de frente e 28 &ilo.
este estabeleeimento conli-:de fUIll|0 as ,ieB8oa. quc rclen.j Cartas finas, para vol-
na a bave. t.n. completo sort.- dercm comprar, pde.n nclta pra- trete,
meto de moendas o me.as ...! v dirigirem-e a J. Kcller ck Gom- Vendem-so .up.riore. cartas francozas,
das para cngcnbo, machinas de panbia. |Para vol!aicto,a6tors., o baraiim : na rua
Vapor, e taixas de ferro balido C mi .i_i.;_ doQuoimaJo, loja demiudezis junto ade
coa
de r/andio.v, chogada da Sania Calharlna
110 briguo Minerou, ancorado em fronte do
caes do liamos : vomlc-sa a bordo do mes-
mo navio, ou na rua do Trapicho, CSRriptO-
rlo 11. 5, a prego menor do quo em parto
alguma.
Cera,
branca em vela*, om caixas, com sorlimcn-
tos .1 vonla le do comprador, o a prego com-
molo, asiim emo chapeos do Chile: ni
rua do Tra iche, escriptorio n. 5.
Ricos toucadores.
V-nd.im-sc lio los toucadorns dujaciran-
il, com columnas c muito bom cspelho,
pelo diminuto preg) do 2,500 rs. : na rua do
Queimado, luja do miudezas junto a do ce-
ra n. 33.
Carapticas de seda, preta,
Vindem-se caranucas da seda prela, fa-
zon la muilo superior a sem deleito alaum.
pelo diminuto prego do 500 rs., ven le-s
por csloprcQo o- havor giando porgUo c
l"i-se cmpralo muilo biralo : na roa do
Queimado, loja de miudezas junt> a deco-
ra 11 33
O>COp5>OOOi&^00&>
tiasiiniras modernas. O
y Na lrj do sobrado anrareo, nos O
t Qialro Cantos da rua do Queimado
, 11. 29, voudem-sa as mais modernas rt
~| casiini as. de cures quo ezistem no
J> merca lo e pelo prego de 6,000 rs. O
O cada corte, sendo de padrOes intoira- O
O monto 11 ivns
CJOOO9O9O Ven le.n-so 4 Rangos, muilo bonito
I.olera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000
2.000,000 o 1:000,000 de rs.
Na casa da Viuva Vieira & Kilhos, na rua
da Cadeia do Itecife n. 24, chegaram pclu
vapor inglez Sewern, e acham-so a venda us
mu aforluuadus bilhetes, meioi, quartos
oilivos e vigsimos da decimi sexta lotera
do thoatro de>S. Podro de Alcntara os
quaes trocam-so por buhles premiados da
todas os loteras.
Vende-so urna escrava aem vicios, mui-
to robusta o propria para o servigo do cam-
po, da que lem muito uso : trala-se na rui
do Vigaiio, casa n. 2, .rnneire andar.
Vendo-so urna escrava parda, moga,
som vicio algum e nom achaque o mulivo
da venda so dir sinceramente ao compra-
dor : na Ponto Velha n. 14, a qualquer hora.
Vende-so urna escrava ain la muito mo-
ga, propria para o servigo decampo, muilo
om cuuta 1 na rua do Collegio n. 25, pri-
meiro andar.
Vendem-sasapatJS de fnurn.de lus-
tro, obra da larra, muito be//taita, a 3,630
rs.; ditos do Araealy, a 2*,5O0rs., brancos do
orelha, a 1,200 rs ; dilos deorelha, para me-
nino: na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 9.
Vende-se urna inorada du casa terrea,
de podra e cal, ua rua das Aguas Verdes, jun-
to aos fundos do S. 1'eJro o rua da Virago :
trata-so na rua Diroita n. 40, segundo andar.
-- VenJe-so o armaiom n. fi, da rua da
Guia, sssimcjmo a casa n. II, da mesan
rua : trata-sc no aterro da Uoa Vista, vonda
II. 78.
Prest utos.
Vende-so os mais superiores presuntos
americanos quo lem vinJo a este mercado,
por prego co.nmodo : no cara da aifaudeRa,
armazom da esquina confronte a arvuro
-- Vonde-se sement do cuentro, muilo
nova, nli.i usa se a qualidade, a 20rs., a Br-
rala : no aterro da Uoa Vista, l,,jn n
- Vende-se urna carroga com e.ux.i,, .' pi-
pa, para vender agoa, ou outro qualquer ne-
gocio, som bui : na rua da Alegra 11. 42.
Olheiii quo temospe-
cIiiicIihs,
para os cavalheiros de bom gosto, no Pas-
seio Publico, loja n. II, de Firmiano Jos
llodrigiies fcrroira, vendem-se linios cor-
tos do coletos defustSo liui, bordados a so-
da, ao baralo prego de 3,200 rs., o corlo ;
ditos ahormes de cores lamb;in bordados a
seda, a 2,400 rs ca la uon ; pannos linos de
todas as cOres, casimiras, setms, sarjas,
chapeos de massa francozas, longos deo-
tim, superior e oulras muitas fazendas, por
prego commodo.
Vende-sc um eseravo, propno para en-
gontio, o por prego commodo ua rua do Li-
vraoiento n. 38.
Escravos fgidos.
.. 1...11-M; ., gangos, muito onnitoi,
sondo 3 femias o I macho, ptimos para cri-
ar-so em um sitio: no pateo do Pilar em
lora de Portas n. 14, so dir quom venta.
Hicas aberturas para
camisas
Vcndom-so abeituras do cambraia- lisa,
muilo lina, com progas muito miudinhas, o
polo conmodo prego de 40 rs., cada urna :
na rua do Queimado, loj de miudezas jun-
io a de cura n. 33.
-- Vendc-se urna escrava cri-
oula, de meia idade, a cjud he pro-
- Uesapparocou no da 15 do crranle'
un malequs criou.o por uome Paulinho,
do idade do 10 anuos, pouco nuis ou mo-
nos, cor amanllala por lor vicio, nariz cha-
to, levou camisa do algodfiuziiibo suja, o
;5!.', B/,fC-;ao: so.m C"Peo, esto oscr.vo
o do ir. Antonio Jacmlbu da Silvoira di
Ihina : quom o pegar leve-o na ruada Ca-
deia do Itecife n. 51; ou 111 rua da L*W
nnJnn.|n" 26 S;,!l""J" '" '" I"0 Ser4 rCCJU|-
.nV.ii,0 di*,* docorrc"'e. desappareceu do
engenho maupiruma, um negro dogeuiio
de Angola, de nome Francisca, c<5r fila, o
qua ho coi.becido pelo elcunho de -Fula--
c canallas volladas p. fra, qUB chamam
apalhetados, pouco barbado u quando anda
gingacomomarujo: qu,m 0 pegar levo-o
IAX,r Jh0u'" ""ligues ilrai a la-
vrador do uiesinu engenho.
.V.!)''SfPP"eceu "u J'26docorrenleo
eseravo Jos, crioulo, i lade 18 a 80 aonos,
ba.zo, magro, caballo curto o lalhado, rusto
e.' .Sil.0* ?"?a'J mu" Proeininontes,
cor preta, nenliuma barba, uin o dedopu-
legar do urna das mSos mais grosso do que
oda outra, osla vestido com caiga preta,
duascnniaas, urna branca e outra de risca-
dinhoazul por cima. Quam o levar a i. L.
Japtaasu no aterro da boa-vista n. Ssegun-
doantar, sera recompensado.


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