Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06401


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Full Text
AnnoXXVIl
Sflbbado 26
de Jullio tic 185 I.
N. 1G6.
MAMO DE m PER\ 1MBTO
ratt;o da boiui'CJAO
Pgimixto Amirmoo.
Por Irlmastre...........
Por aemettre ..........
Por anuo .... .........
PlOO DEHT10 OTIIIEiTE.
Po. ^^.Vi^k.o
Par.....S8.de Junho
Marnalo 1 > Jalh0
Cear.... 5de dito.
Pranlos. 7 de dllo.
Mirai .. 20 de
S. Paulo. 12 de
lt.il.-J.. 15 de
Baha... 19 de
4/,'00
8/TOO
15/1)00
4/500
Malo
Junho.
Julho.
dito.
Das DA siralKA.
audiencias,
luionY Orphoi
.t5.it lO horai.
I. vrala eitel.
, etj. ao melo-dla.
Fazenda.
21 Seg. S Prxedes.
22 Tere. S. liarla M 23 Quart.S. Apolinar!1
b. m. [3.
24 Quii. S. Cbrl.tlna
25 Sexl. *# 3- Tlago3..e6.at lo hort
ap. 2- tara do eircl.
2G Sab. S. Synfrooio. A. e labadoa ao mclo-d.
27 Doiu. S. Anna Mal .. RelafSo.
da Mal de Deoa, [Terja. e sab>dos._____
IPHEMIBlOEf.
desente i 5, a 8 horaa e 48 minuto da larde,
Chela a 13, ai 4 horaa e 54 minutos da nianhSa.
Mingoanle 2l, as 8 horas e 20 minutos da ni,
Nova 28, aoi 21 minutos da tarde.
r reamas de no je
r nt
Primelra s 2 horaa e 42 minutos da tarde.
Segunda ii< 3 horas e 18 minutos da manha.
riBTiDii DOS connEtos.
Gaianna vfirahlba, t segundas e seilas-
fciras. "?
RIo-Crande-do-Nortc, todas ai quintas-feiras
aoincio dia.
Garanhunsc Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, .i i:i e 28.
Victoria, as quiotaf-fciras.
Olinda, todos os dias.
NOTICIAS IfTBANOEIBAf.
Portugal.
Ileapaoha
Franca ...
Blgica,..
llalla.. ..
Alemnnl.a.
Prussia...
Dinamarca
Itussla...
Turqua.
i .'i de III lili
II de Junh
7 de Junho
3 de Junho
1 deJunho
4 deJunho
4de Junho
30 de Malo.
10 de Malo.
4 de Junho
Austria., 4deJunho
Siilsra .. 10 de Malo.
Succla.... 28 de Malo.
Inglaterra 7 de Junho
E.-Uldos. 24 de Malo.
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chlll.
Kuenos-Ayrrs.
Montevideo 29 de Junho
CAMBIOSD* M Wt *BXHI>.
Sobae, Jondres. a 27 'I, a 28 d. p. I|000 rs
a, Pars, 340 por Ir. nominal.
, 'Lisboa, a (00
SSETAES.
Ouro.Oneas bespanholaa...
Modas de 6/400 velbas
de 61400 novaa,
a de 4/OCO......
Prala. I'atardes brasileiro...
Pesos columnarlos...
Ditos meiicanos.....
28,4)00 a 28/50"
lfi/000 a 16/200
111/000 a 16/00
9/00* 9/100
1/920 a I/90
1/920 a 1/920
1/7(0 a 1/780
telro de S. Denlo se mandn buscar a Portu-
PARTF OFFICIAL. galum..,es.relbeologi.,oqualchegou aqu e ,
"*ll I C WrriWWhs noneu das febres. Tudo Islo prova que ha (
EXPEDIENTE DO OA 8DE JULHO Dl'.oM. "i-Jnto"ao^.^.^"0,'.'d."cleVo""^ '
rnelo.-Ao Eira, presidente do Rio Grande Vf
do norte, devolveodo Julgados pela Jnnu de |Haj,,enhores, de que procede esto estado de
justica os processos verbses feltos ao prlmeiro ^.OU9> Ser|, ecessario que o corpo legisla- .
cadete Jos Perelra de Asevedo Jnior e ao sol (if 8 ein|nasse bem os principios e as causas
ra jaata.
JMaeao' a rifen e isVi* cima.
Quarlo batalhao de arlilharla a pe.
2." cadete, Joto Goncalves Ponce de Leo.
Soldado, Manoel Joaqulm do F.splrito Santo
U.i.ivo batalhao de cacadores (exlincto;.
Soldado, Manoel Gomes da SiUajaw
Nono batalhao de infanWa
Soldados, Manoel Flor.
Jos Possldonio Prego
Bonifacio Albino.
Domingos da Silva Santiago.
Juo Flllppe.
Joo Rcsendedos Praieres,
Luii Francisco Xavier.
Miguel Jos Antouio.
Declino batalhao de infamarla.
Soldados, Joaquim Jos.
JooSoares da Silva Aiuirosc.
Manoel Machado.
Antonio Jos-ds Santos.
Lnls Constantino Saldanba.
Marcelllno Rodrigues.
Manoel Antonio Maicarenhas.
Igual ao coiiiinaiidaute do corpo de polica,
acerca do conseibo criminal do soldado do
niesino corpo, Joo Meodes da Silva.
Olio.__A pagadorla militar, remettendo no-
vameute o.raquerimento de Jos Ignacio da
Silva, para que Ibe mande pagar Id/ rs. pelo
Irete das pracas e faados de roupa da nono ba-
talhao de Infamarla, transportados emsua bar-
caca do Rio formlo para esta capital.
Dito. Ao desembargidor ebefe de polica,
dlieodo ein resposta aoseu olcio de 17 do cr-
reme, que deve ordenar ao delegado do termo
do Cabo, que mande orear a obra que se tem
de fater no arrombo da respectiva cadela, e re-
inetler esta presidencia o resultado desie tra-
ballio para dellberar-se alioal.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
autorisando-o vista do orjaiu-nlo e do mais
que remelle, a despender a quantia de 19/J80
rs. com a compra de um veo de seda, qualro
toalhaspara altar e quatro ditas para lavato-
rios, que sao precisas capella da fortaleza do
Huraco. Scientlticou-se a pagador ia militar.
Dito. Ao engenbeiro director das obras pu
blicas, approvando as nomcacci de Manoel
Das de Toledo e Antonio Jos Rodrigues Los,
para subslltuirein aos dous conservadores da
estrada do Pao d'Alho, que- forain por 5. me.
despedidos, e dlsendo ficar inleirado das pro-
videncias que parllclpou haver dado para a
conservaos fa iiiesma estrada e da da Vic-
toria. ,
Dllo. Ao juli municipal daprlmeira vara,
para mandar por a disposico do coronel com-
inandaute das armas seis calcetas e quatro sen-
tenciados, sendo estes par o servico de Ump-
za do quartel do nono batalhao de iufantaria, e
aquelles para o servico da furtalesa do Brum.
oclenlificou-se ao referido coronel.
Dito. A cmara municipal do Reclfe, para
informar acerca do rnalo ein que o engenbei-
ro director das obras publica pede qu* a pre-
sidencia autorise aquella cmara, nao s a l.i -
xer o recebiinento definitivo das obras das duas
casas contiguas ao porto do cemiierio publi-
co, mas tambera a pagar aos arrematantes '
ia propaganda de empregos pblicos,
que se crlatu lodosos anuos, e s vcies com
vistas de aceommodar umou outro ; lia um
ampo inmenso de asplrscdes para a moc-
dade brasllcira, e nenhum moco procura dar-
se a urna vida onde, porassim dizer, a men-
dicldade he seu destino. Era oulras pocas as
familias se honrasam de j>oder diserque ti-
nbam tanloa religiosos, tamos clrigos em sua
familia, porque era aqulllo a que podiam as-
pirar a mocidade braillclra entao, era ou ser
capito de iufantaria ou ser sacerdote, case,
lempo vamos as casas .religiosas mu povoadas
de (lomens Instruidos c virtuosos ; vamos no
clero tambe... pessoas multo habilitadas; mas
boje Isto tem al certo ponto desapparecldo.
A raan he esU, he a falla de Incentivo para a
vida ecclesiastica, he a falla de Inleressc que
a mocidade brasllelra pie enoontrar nesta
classe. coraco do bomem he levado sempre
por interesse, pode ser virtuoso e santo sem
despreiar alguma daquellas conveniencias da
soeledade a que lodos pdem licllameutc as-
pilar, o '"o brasileiro pode-se bem diier
que he urna congregaco de pobres, pobrlssl-
inos e mendigos, iiiesmo porque o alio clero
que temos he pobre ; os bispos naoteein meios
de, a sua custa, eslabelecer usa seminario pa-
ra a educacio do clero; pdem applicar urna
ou outra quantia para urna ou outra cadeira.
O alto clero brasileiro, se he que se pode cha-
mar alto, be pobre, tem a pequea congrua le
2400/ e os mesqulnhos emolumentos que Ihe
produi a cmara episcopal.
O clero particular tambem he pobre ; aquel-
lea que nSo tero grande patrimonio de seus
pas, vlvem do pe do ollar, que nada he hoje.
Note-sc como se failam amigamente grandes
conventos, grandes casas eccleslaslicaa ; eulao
nao havia loterias, nao havia esle logo lao uni-
versal, nem mesuio adjutorlo do governo;
mas a pledade publica, o interesse que os liis
u mi .m no cslabeleclmcnto dessas casas, lata
com que elles conlnbulssm para ellas, "las
boje nao ha nada .lisio, e como o nobre minis-
tro disse no sen relaiorio, os frades de Santo
Autouio vlvem na miseria, na pobrea, por-
que mesura a esmola da porta nao rende nada-
Diato nasce este estado de cousas, a falta de
illuitracao que hoje se nota no clero brasilei-
ro, ea esla fallase prende Isto que se chama
immoralidadc, porque um ecclesiaslico obrl-
gadoadescer vida?ominuinparo tratar da sua
subsistenca he de: e logo, por assirn duer,
menos apreciado, h obrigado a dar-se a ui-
gumas cousas qiien .o pdem deisar de traicr
alRUin desar sua pfcflssao ; e eolio de pqnlo
em ponto pJe-se iiier que val cahlndo ein
uinaiiiinioralidadc; mas ainda. asslm cu du-
videque o clero brasil iro leja inais Iminoral
do que o dos outros paires.
O que eu lenho lido e ouvido sobre o que se
passa na europa, e principalmente nesse mes-
ura centro do calholicismo, me InUuz a crer a
respelto desses palies o mesura que a respeito
do clero brasileiro nos outorisa a crer a lana
dothrono e o relaiorio do Sr. ministro. Nao
vejo na nossa sociedade, salvando individuos
que sao numerosos para a honra do Brasil, que
baja urna classe que tenha o dlreilo de alirar
apedraasoutras. Eslgir que no mel de u
a peora as ouiras. &iisj" -l"" "------- r
sociedade.em que lodos os diss se apregrla que
_____.___....3 i.nmnralldade. o clero l-
eo, mas tambem apagar aos arrematantes a sociedade, em que lodos os asas st o
importancia das prestajes que se Ihes deve. I grassa a corrupeo e iminoralidade
Dito. A cmara municipal de Flores, para esse urna ciccpco desta calamidadc gerai, se-
que nos termos das. Inlormaces, que remelle ria urna iviamola, seria eligir que na im-
por copla do presidente do conselho geral de mensidade do ocano alguns penes vlc*-
salubridade publica, proponha pessoa idnea sem, nadassem e saltassem sem ic nraina-
para servir naquella comarca de delegado do rtm. Moralise-sc toda a sociedade, n
conseibo de salubridade "<" r Commando das armas. .-ms^--,.--
OaarM do commando da armas na eidade do nisiro da justica ? Apparccem 20:000/ para se
lurf. aarf.asssuVa ., morali-
se-se o nosso poro, que he desmoralisado
pela lmprensa, pelas aspiracScs. pelas lac-
ces, porque Isto he conveniente. Has quaes
sao os meios que seapresentam na cmara ho-
je pira salisfater esla recoinniendacao leila pe-
Ufa
IUlliu un iiiiiii-i t j||. ------------
crcarem algumas cadeiras nos seminarios eps
copaes. Pois depende sdaM a
dencla desla provincia em dau de hoolem de- U^o, que se encontra na vida ecclesiastica pa
ferlofavoravelmenteorequerlraento era o qual ra OJ mocos que achara na sociedade civil um
o Sr. alfares do corpo fuo do Car.ajudante campo iminenso par, as suas asplraeoes. oe-
dalorulea de Itamarac, Luli da Franja de ra preciso elevar o clero brasileiro a urna,ai-
Carvalho, resignando o lempo de liceoca que tura que o salvasse desse estado de menotciaa-
faluvapara o completo de tres meses que ob- jc eln qe vive, nao s pelo desprssn que ine
Uvera damesma presUencla para iraiar de sua tem acarretado as doutrloas do secuilo .vvtti,
aaude, pedia entrar no exerelelo do rererldo at hojeespalhadas por lodafl as ramillas, e que
emprego, visto achar-se restabelecldo. andam em todas as maos em ar de calhccisuio,
Determina portanlo o mesmo Sr. coronel e cessasse esle abandono emque o esiado ci-
commandanledas armas, que este senhor oIR- r| lem jeixado o estado ecclesiaslico. loaos
olal sa quanto anlcs a apreseutar-sc ao res- ol da, faiem-secreaccs novas: anda ha pou
pectlvo Sr. commandanle da fortaleza emita- Copedio-se a creaco de lamas relacocs,
marac, afim de enlrar uo exercicio de suas WnU, ,Cademlas, lodos das pede-se mais u
ocefles. cousa, mais outra; mas para o estado ecctes
de
fuDccde
l.iopolilino da Silva e uvedt,
Ptlmeiru lenle ajudanted^ordens
INTERIOR.
i .....is acaoeiiiiaa, ityuuj ^. ,-----------
cousa, mais outra ; mas para o estado ecclesias-
lico, para a educaeo do clero, cousa nenhuma
( apoiaiioi), e dabl resulla que o clero he re-
putado cousa pouco Inleressante para a mono
lisacao do Estado, para o servico do nal, o-
este he o pensamento, se o clero be de lae
pouco Interesse para o estado civil, enlao del-
bio de j akeiho. ETafi&?B?a^
'retideneia do Sr. Gabriel ilendet doi Sanios. na0e arrogue a uacSo, o gvno, opatosJo,
GAVIARA DOS SESIIORES DEPTADOS. "[^IgnorancU dCl"nd'
SMSA0 km 1. de iumio oe 1851. i Proponha o governo i casa os meios de II-
(Conelusao.) lustrar o clero, torne o governo a Iniciativa,
a ...iV.i. en deveria obrigue os bispos a nao ordenar senao lomens
0 8r.sTrsiii:-Sr. presidente, eu decria g ulen nab,1Uldo, as sclenclas ec-
ceder da palavra, porque oineu estado desau- J"^"l. nira evitar que se de aquillo que
de nao me habilita a fa.er esforeo de pulmdes ; ^S^mSmtStt '" bome'n 1ue B*
inaslenlranames. fu emenda., eJulgodo Unra. v alo "".... i^, ^
m.udeVernaoengeita-las. Tendo multo que d em ordenar-se, vera aqu para a cor-
dliersobreoorcamentoemdlscussao.direlto- tutuaomm dlrlge-se a
davia mullo pouco. Urna destas emenda, man- "^2 ^pd. urnacruue favorfdiien-
daigualara congrua doscoadjuelores de todo o '" 8r,nac' e de() ordcnar-ine,
imperio, as que recebemos coadjutores do mu- d *'; n eme;''a "i., peco a pro-
niclplo neu.ro ; e a outraldeslina para a^repa- J" V?c. ? AaaTtaui-aaPvlslo ode-
raciortoseminarlo de Pernamboco 30.000/, e leccao > prlnciplos, sem nenhuma
quaud. nao p.s.e esta W'^MM"!? "",-".?. a p?ov estlno que sep....u hs
tinem par este seminarlo o 20 Op/queda a '"'^t, c,Ppernambucof nao descrela
Trmp;e.^n^CorX,caromdrcoor,aher- SSJR*-.*** h -
turada assembl. geral, e o <"'>l>> U1'c-nho,e.. be necearlo dar meios p.ra ter
M*Wy-^ZM^E&' n.o."mcle'ro illu.tr.do ; deve.no, f.ier com
gl.lal.vo medidas para >"">"*}?0raaeZ qlIC esla poslcao .eja appareclda. No anuo
para a sua moralldade. ""' '",?, "Xe. U,l0 propi.V. una pcquenlssima emenda es-
Kodod4f.u\'c'"q.cla b?. r.belecendo. mu insIg-HOcanle quantia para
roo que toca a sua "}'"',. |" ele- melborar a sorte dos coadjuclores, igualando a
aleme que as escolas de '""",',", aua congrua que recebem os coadjutores do
si.stlc. estilo em grande -^ ""un|clir, neutro ; Isto parecer urna eoncra-
claustro, mesmos, oode o cnd,oM0 "X dlctau ,'la ...ioba parle, como se isto basta.se
c.ia, cama, mesa, etc., se poderiao bein aPr. i ^ ejt>do desejamos;
car aoa indas de su. J m J" U.o se da enngru. de 200/000 par. o. co.d-
do urna decadencia extrema '"";" ,; Juc,0rcs, deUo mslguicanles meios, depen-
morava eu na ra dos Ourives, via passar^ o- juc 3o tbmortMsai. do clero. Se-
des os das a.seis hora, da manh.-ia "e'0"0' 'e? ,6amcoW se conseguir, e o ei-
de Santo Antonio dous a dous; d7nirdod'' "? ,o e que a comml..o ecelesi.sllca pro-
.o procurei saber araiao, c o>r"-," Xu* S," d{ ao padre LuliJos Das Cusi-
iLtev^ttts~!*^d"nobre c,n"""10 p,ra
um Inconveniente deste parecer ; nao he
ao parocho que se deve dar |10i)/U00 rls
para pagar mu coadjuctor, ; he a parochia qoe
deve ser dotada com um coadjuctor nao so a
do Ouro Prelo, mas todas as oulras ; porque
todas tcciii nccessldadede mais essse ministro
dos Sacramentos, para ajudarem os parochos e
s.rvii .-ni no seu Impedimento. Um parocho he
hornera como nutro qualquer. pode adoecer, e
nao estar em clrcuinstaucias deesercer suas
luncciies. Temos as secretarlas de Estado, no
museu, na academia das Bellas-Artes, c em ou-
lras repartieres, um portelro seu ajudantc,
ineslrcs e sens substitutos, em todas estas re-
pariiccs se precisa de um aju lame ; c querer-
e-ha que um parocho pague do .eu dinheiro
um aldante,quando ns fregueiias todas sao
pobres ? Eu nao sel se o costume da. diversas
Erovincias do Sulhc como no Norte ; mas em
ernambuco os panchos nao pdein prescin-
dir de um coadjuctor. O tbesouro paga-lhcs
urna congrua ; amigamente era4e25/ no lem-
po emque o Concilio Tridcntino entendeu que
um capital de 50n/rcndeiido2.ri/ por anuo era
mil patrimonio indicie me para titulo d or-
denarlo de um sacerdote, epois concedeu-
se aos parochos a congrua de ifjojede 50/aos
coadjutores. Finalmente, concederam-se aoa
parochos 4000000 lieando os coadjutores com
100/.
Os coadjutores alternara com os parochos na
adinlmslracao dos Sacramentos ; e Lio dimi-
nua congrua os inhabilita para chamar um
sacerdote que. os ajude, ou faca suas veses,
como de ordinario fazem os parochos para ns
trabalhos.
Quando toraei conta da ininha freguena,
Jueein outro lempo era.scrvlda por 8 sacer-
oles, porque, alm do parocho c coadjutor,
linha 4 administradores de sacramentos, linba
um prioste sacerdote que era encarregado das
encoramendaces c expediente da frequciia,
mu sacrlsto sacerdote, achcl-a servida ni-
camente por'tres, o psrochol merino, o coadju-
tor^ um administrador dos Sacramentos; quit
augmentar esse numero para dar mais algu-
ma cousa a algura sacerdote, c ter mesura
quern me ajudasse as occasles de servico,
principalmente na quaresma ; nomeei pois mu
administrador sacerdote, um- sacrlsto sacer-
dote, e u.n prioste sacerdote. Mas o que acon-
teceu ? PassaJo o prlrneiro mci o administra-,
dor entrgcouiiie as chaves, disendo que nao
podia continuar porque o emprego Ihe nao da-
va para o calcado que estragava. Nesle caso
nao Uve remedio seno unir a sacrista a ad-
ministracao, porque o maior ren.limcnlo da
sacrista convidava a aceitar o peso da admi-
N i-ir i,-.i. i. e liquel assiin con. sacerdote de
menos. Isto ludo inoslra a mcsqfHoharla dos
meios desobslstencla para o clero, porque to-
das ss tendencias vao para lorna-lo comu cs-
cusado.
Hoje no Rio de Janeiro ha um clamor inul-
to grande da parte do clero; porque elle nao
tem nem com que beber agua, porque a crea
cao dos ccmlterlos por causa das febres ama-
relias, traiendo comsigoa prohibirlo dos cor-
pos Irem receber as cncoinmcuilaces as
Igrejas, fai com que as familias tendo de man-
dar logo directamente o corpo do seu prente
para o cemiterio, nao curo mais dessas solera
oidades funerarias, nem dessas pompas e des-
ses sulragios, dos quaes o clero recebia mais
..!;;..i.\ beneficio. Esla orden., OH. d MWas
sidsde e das circuiixtancias de entao, aluda
hoje contina, nao sel porque ; porquanto he
fOra de duvida que a febre amarella em geral
ras tem dcixado ; o que, repilo, he u.n grande
mal para o clero, porque o priv desscspequc-
nos benesses que a pledade del neis liles dava
pelasoleinnidadeda igreja.o que por certo con-
corre pan reduiiro clerj a nada ; porquanto,
se Ihcs lira o ultimo recurso de sa substan-
cia, fienilo-o redutir siinplesmeiile ao paro-
cho e ao seu coadjutor, onde elle fr dado ou
onde lr concedido um beuelkio ai parocho,
corno aquclle de que ha pouco falle!.
Ora esla pequea emenda, esta insignifi-
cante quantia de 200,000 que ellaesiabeleceu
de congrua aos coadjutores, e que o anno
pastado se disse que avultava a 100:0003000,
he ium incentivo, porque no interior oude
os Faicndeiros em regra procuran, ter un. ca-
pelln, o ordenado ou pensfio que elles dao
unidos a essa congrua proposta na emenda, e
mais alguma cousa que d o p de altar, fara
con. que os parochos possao acliar mais fcil-
mente sacerdotes que queiran. ser coadjuto-
res, o que agera nao acontece, porque nao be
pos.ivel cora 100/ sustentar o gasto que he
preciso para administrar os Sacramentos,
porquanto todos sabe.n que fra he preciso ter
calvargadt.ra, e que tal quantia nao pode dar
para se.nelhante despeza.
~Senbores,he neecssirio que a asserabla ge-
ni e o governo tome a iniciativa a este respel-
to, eque asslm como se propfle a creaco de
academias, escolas c colleglos em toda parte
com mestres exuberantemente pagos, como,
por exemplo, o arsenal de Pernanibuco c Ba-
ha com quatro mestres a 600,000 rs., e o da
corle com seis ; einrrin tem-se cuidado em to-
das as reparllces, menos no clero. Eu pois
neg a quera quer que seja o direlto de dizer
que o clero brazilclro nao he Instruido, nao es-
t moralisado, porque nao se proporclonao os
meios competentes para se alcancar Io gran-
de Bm. Eu paca portanto cmara que atien-
da a Isto, e relllcta que esse augmento de
100,00o rs. nao he quantia tao grande que
o...i levar a balanca do Imparla ao fundo, cu.
ni imperio onde tanto se gasta e to profusa-
mente em outras couias.
O Sr. blspo de Pern'ainbuco pedio ao gover-
no um auxilio para redillcar o seminario da-
quella provincia que arneaca cahir sobre a ca-
beca dos esludantes que all eslao : nao sel
quanto S. Ex llvm. pedio, mas eu propui
30:000,000 rs e se nao fosse possivel, ou se a
cmara nao qulzesse dar mais essa quantia,
deslinasse para esse firn esses 20:0'j0.000 rs.
que a eniiiiiim.ii d para se crear algunas ca-
deiras nos seminarlos,sem sabermos que cadei-
ras sao, islo he, se sao de botnica, se sao de
geometra, ou de que; talvez sejain de geo-
metra, porque esta hoje Julga-sc necessaria
at para plantar mandioca. Pode ser umaca-
deloa de geometra para os seminarlos, mas
eu, nao obstante o que se diz, prescindo de
tal ciliiii..
/m Sr. Uipulado: Nao val bem.
OSr. tttzcndt: m Pode er ; mas eu emen-
do que a primelra necessidade de um semina-
rio sao dadelras de theelogla moral e dogm-
tica, de bi.to.ia eclesistica, ele islo he o
que he necessario para o clero no_confesiona-
rio ; e no pulpito, a geometra nao he seno
um mel de desenvolvlinento das ideas, mas
nao he por mel de Imhas, pontos, ngulos e
tringulos que um sacerdote ha de resolver
um caso de conscleucis no conssionario.
ISr. fWa Fonceea : A geometra he pre-
iot para ser enfermclro ni sua parochia.
OSr. RttintU : Siin, aenhor ; mas ptimel-
ro rhctorlca, ideologa o historia eclesistica,
Escrlptura Sagrada sobreludo. O seminario
de Pernambu.o foi mullo bem monto, tinha
todas as cadeiras necessarlas ; mas, pela fala-
lidade dos lempos, lera essas cadeiras desap-
parecido : ou por Isto, ou porque os que suc-
cedsram ao fundador o Sr. D. Jos Joaqun, da
Cuaba Azeredo Coulinbo, de gloriosa e sau-
dosa recordacao. nao lindara o mesrao amor
que elle tere aquello estabeleciineoto, que
lol creaco sua. All exist lodo o necessario
que geralineme existe as casis religiosas, on-
de us esludantes tem todos os recursos para
a vida, podein dar-se unlcamenle aos estuJos,
sen ter necessidade de dislrahir-se por quil-
quei outra circunstancia.
Eu portanto peco cmara que atienda a
Isto, que conceda esses 30 ou 20:000,000 rs.!
parase reediSear este seminarlo de Pernam-
buco ; e toca ao governo encarregar se le fa-
er com que os Srs. bl.pu. nao cbainc.n ao es-
lado ecclesiaslico, nem ordeero a pessoas
menos habilitadas para isso, isto he, sem que
provein authenticamenle que tem os devidos
conheclmrntos da ideologa moral e dogmtica,
c Historia Sagrada pelo menos,
Quando en. oulro tempo se prohibi aos bis-
pos ordenar alguein sera licenca do governo,
teve-se em visia o ter a quein recrutar; mas
oto se Icmbrarao das eicepccs eslabelecidas
para todos os outros esludantes, e que por ii.o
oadasefazia por essa prohibifo ; o que con-
vlnha nao era isso, era outra cousa. Eu nes-
sa poca obleve aqui urna licenca para se or-
denar dous individuos, mas pedi logo ao go-
veruo ijiic no aviso impuiesse a condlco( nao
daga oniem > de que nao o poderiam sem se-
iim-ii .irem ti idiiiti los em setnelas ccclesias-
ticas devidas para ser um digno clrigo Es-
tes furara sempre os ineus principios, parque
de.d- ba minio que noto esta falta. Era oulro
lempo, quando aqu urna nobre commissSo de
resposta ao discurso da corda enuncio!, urna
proposico impropria de urna cmara calho-
ilca, cu fu e.sas observaces, observaces que
Induziram. oSr. arcebispo a convidar a ines-
ma commisso a reliaar essa proposico. Eu
disse nessa occaso que, no estado era que ia
o estado ecclesiaslico brazileiro, lalvez fosse
preciso chamar alguns seculares para o episco-
pado, como J tinha acontecido em pocas re-
motas, que mesmo poderia ser chamado aluda
o Sr. Antonio Carlns ou o Sr. Jos Clemente, e
que as suas oplnies enunciadas na cmara
podiam induilr a corla romana a na > Ihes con-
ceder as bulas que ero precisas. Desde esse
leaipo que cu notei que li ivi un essas leuden
cias para a decadencia da illustraee do clero
o que por certo lie un. grande nial, porque rc-
coalirco que he necessario que o clero sejr sa-
bio c virtuoso ; mas nao he bastante s o dlzer-
se que sej, para que fique sendo O clero,
a ao ser monge da Thebaldc, e ylvendo em
coalacto com a sociedade, nao pode ser a ex-
cepeo da regra da sociedade : se esla for un-
moral, o clero nao podo ser moral; se ella for
moral, o clero nao ser humoral. A socieda-
de e o clero prenilein-sc era urna cada, da
qual se uo pdc soltar um lo sem que todos
os miis se desatcm.
Soorc a questao da amnista, en que tanto
se lera fallado nesta casa, lenho de emltlir
oplrics que talvci pareci paradoxas, por
aeren ellas novas, porque isso he que he pa-
paradoxo, vlslo que elle nao he mais do que
verdades oceultas, desconl.celda. Eu nunca
ruilniruigo das a.nnislias em casos especiaes ;
ja propnt duas nesta cmara, urna para os Ca-
ballos, quando aqui se dina: a dai paz aos
liras lelros, e se suppunha que o governo eu-
trcttulia aquella desordem para ler forfa c
quistas consas quitesse. Eu propui urna am-
nista em dous artigis ; no 1' dizla : O go-
vern. he aiilorisado a conceder amnista aos
revoltosos de Pancllas. sera eicepco de nln-
gueni, que dentro de um inez se apresentars
autoiidades do governo ; no art. 2' autorisa-
va ozoverno a erapregar lodos os meios de for-.
(apara acabar cora elles. A cmara, d imiiia-
(l.i pelas ideas de liberdade e brandura, rejal*
uo ., rt. a, o que fez. erer ao govaruo que o
se quera sullucara rrvolti cora a amnesiia. e
no con. a forca ; o que deu em resultado que
o. abanos, qnando se Ihes niandou a amnis-
ta, a rejeitara.il, dando onlra para nos. O
oficial que coinmandava os linhas, aulorisado
par essa rejeicao do art. 2, relaxon os Caba-
nas, passaro retaguarda da linha, onde
oiniiii--itr un atrocidades, derrainaram, o ter-
rarat eidade do Recifc. onde se dizia : ahi
eslao j na Escada, no Caba etc., o que deu
motivo a esse inovimenln popular, que leve lu-
gar na 'presidencia do Sr. Alnielda e Albu-
querque, resultando Isto de se nao adoptar os
nidos da forca ao mesura lempo que os da ele-
llnela, A amnistia no fol aceita, porque se
nisndou dizer : O governo esta a cahir, c por
isso procura chamar vos a depor as armas, pa-
ra assiin sustentar-sc anda.
Propuz outra amnista quando fo o julga-
nlento dos reos militares pela sabinada na Ba-
ha, porque cu eutendia que a sentenca era
iilcompetente, ou pelo menos que a autorlda-
dl que semenciou era suspeila de Incompe-
tencia ; mas tendo a sentenca passado ein jul
gldo, podia dar-se ao factoo nomc deassassi
nato jurdico, o que cu quera evitar, e por
Isso propuz esta amnista, nico mrio da salva-
co de bomens julgados incompetentemente,
no uicii entender. Quera, alen, disto, na dis-
cusso darocca-,..o a ventilar-se o ppnto de di-
relto do conselho de guerra nos crlmea mixtos
coininetiidos por militares, e esla ininha opi-
ii.io calou em alguein, porque o Sr. Limpo de
Abreu, quando propoz ao Imperador a aranis-
ita, nos motivos que apresentou declarou que
a sentenca do tribunal miliiar era suspeila de
iacompetcncia na opinlo de mulla geule.
Porlanlo j se v que eu nao sou Inimigo
das amnistas, e que as quero mesmo, quan-
do se do as circunstancias emque ellas dc-
vem ter lugar; mas o que nao quero he que
a amnista seja regra geral, c a le excepcao ;
quero o contrario, que a le seja regra geral,
o a amnista excepcp, quero que ella seja da-
da nos casos que o bem geral do Estado eilja.
Sr. presidente, lein-sa fallado mullo em cle-
mencia, tem-se exagerado muito a este respei-
lo ; eujtenso como o nobre ministro da justi-
ca, Isto he, que clemencia era sempre he um
bem, podo ser um mal em ceos casos. Eu
anda nao vi escrlplor nenhum sustentar que
aestabilidade dos imperios se fnnda na cle-
mencia, todos dzem que se funda na justica,
a jusllca he que he a base da existencia c du-
raco dos imperios; ou de ella falta ven. a
desraoralisaco, e ludo cabe por lerraj cls-
aqui a raio porque uo admllto a opinio da-
quelles que cntendern que o inonarcha s se
parece mais con. Dos quanto he clemente,
porque eu emendo que elle se parece mais
cora Dcos quando he juslicelro ; e he Isto al
um principio da Sagrada Escriplu a ; l se diz:
;uili/i.i el p.i: ..rniJoi.r mu onde ha justica,
lia paz : nao he pois cora esta exageracao de
clemencia que se conseguir a pat, o socego da
sociedade ; he ella sem duvida uina virtude
mullo brilhante, nioguem o pode negar a
clemencia he uina virtude precisabas leis, he
mesmo preciso que haja no Estado ui.ta auto-
ridade suprema que possa, em casos excepcl-
onaes, salvar aquelles a quera devia salvar,
como por exemplo, no caso que ba pouco Ho-
llina Baha, dos sentenciados porum tribunal
que me pareca incompetente, ou oulro qual-
quer caso sementante. Essa prerngallva he
necessaria a todos os governos. della gozara
lodos os governadores dos Estados-Unidos,
nole-se, nao he opresideme da repblica, sao
lodos os governadores, todos elles tem esta
prerogaliva, porque ella he necessaria na so-
ciedade ; o mal nao proven, da prerogaliva,
proven, de querer l'i/er-se disto uina .egra ge-
ral, de se entender que logo que Irauver revo-
luco deve haver amnista.
Alguein emende que os crimes polilioos nao
saocrimes-; u emendo o contrario, digo que
o crltne poltico he o maior de todos os crimes
da sociedade. Uina revoluco he um aune
que transtorna a sociedade, uina revoluco he
o roubo, o assassinato, a vlolavao concentra-
dos ; urna revoluco trai todos os males, por-
que, comquanto "os chefes nao irnbam essas
vistas, nunca podein elles cooter os|seus solda-
dos, e para os manes na obediencia qe preciso
delxal-os ir e sofrer-lhes tudo.
Leinbro-me de u.n facto : quando fol a revo-
luco sulssa os conspiradores |urainenUrain-,gar-nras ao estado dos Romanos no tmpo dos
se para nao haver um assastioalo, sob pena Cesares, era que a honra das familias en nsda,
de ser punido aquclle que o praticasse pelos 'cm que a vlolacao nao era um crirae, em que
seus socios, e sas circustancias exlraordlna-.o senado dlzia; As matronas romanas sie
ras emque se vio aqnella revoluco foram que propriedade dos Cesares.
salvaram Gullhermc Tell.por haver violando! Quando um povo^ierder os sanilmeolo Aps
esse juramento : visto urna das impotencias decoro, da honra e da dignidade de sua fanal-
dos ebefes para conter os sens. lia, a sociedade est perdida, a sociedade nao
Euentendo que o hornera que entra n'un.a he mais nada; se nos devemos leuibrar dos que
revoluco nao he par este laclo j um assassi- soOYem. tambera nos devemos lembrar dos
no e um ladro, nao tem es.a oliosidade que que solVrero, como por ejemplo, os de Bar-
ha contra o assassloo e o ladro, mas einHin as reros, cuja villa soltreu tanto como a eidade
circunstancias os arraslo a isso, e o resultado refractaria as maos de Theodosio ; Icrubre-
be o mesura. Bu sempre Uve horror de pro- mo-odi daquelles que viram suas familia* as-
mover revoluces, do que sempre coabecl as sassuml >., seus I. ns roubados, aiteqdeasVaaae
inputaccs, e mesmo a justa responsabllidade mesura a que nao ha direilo de haver Ws ra-
que peso sobre quem faz revoluces, porque badores a inilemoisaco dos prejuioa, losja
se nao carregasic com fictos ineus, carregaria que tenha lugir a amnistia; sendo pois ssacswr
com o. de outros. Um revolucionarlo no^sarloquc o Estado Indemnise prlmelro sea-
lem caixa militar, no tem alfandega, nao lira quizer obrar. Nao pensemos nobre) de-
win dinhelro, nio tem renda, ha de vivar-; bsMsmsm qoe tem snM sMsaasjMsjssa o asaar a
i custa do palz, por bem ou por mal, ha de liberdade deque cu, nao; mas 60 anuos que
serrir-se do alheo, e portanlo ha de carre- lera passado por esta calleja tem mostrad*
gar com a imputaco de assa.sioo e ladrao. pela experiencia o resultado das ideas exage-
Eu pois considero que urna revolujo he o [radas, o resultado da liberdade levada a ex-
malor dos crimes sociaes c por isso enteodo cesso, porque ernm, senbores tenho visto
......... i...i i,.,,... ...^... > v ,- ------------ .
que o que fez essa revoluco deve carregar
com as consequenclas, c nao enlender-se que
deve contar commigo, que nao entrel nella,
para desde logo, vot.r-lhe uina amnistia; deve
aceitar as consequencias do seu facto.
Eu fallo em these. Sr. presideule. porque
cm Pcrnambuco alguns dos que sollreii. sao
...eus amigo., simo arc-los soB'rer, mas eraliin
san as consequencias de seus desvio., sao as
consequencias de sua responsabllidade. J
multa cousa. Sr. presidente, pelos palies por
ondeeu andei quando conlrariava cenas cou-
sascausavaailiniraco que eu, perseguido, ta-
ngido por amor da liberdade, asslm pensasse;
mas eu responda que mesmo para nao desa-
creditar a liberdade, para no dar argumento
aos Iniuiigos della, he que eu dcsejatA que se
nao deixassem levar de ideas exageradas, que
nao prescipitassein o paiz as vias da desordem,
porque assiin davain pretexto aos tyrannos
argumentou-sc que n'uraa revoluco, que | para corabaier a liberdade, Quaudo aqui ebe-
cnvolve tantas inissas, nao pode haver castigo guel em 1830 combat as ideas exageradas, al-
para todos. Senhorcs, os escriptores de ceno gera me disse que uo se esperan islo de
seculo para c liveram muito cuidado em de- mira, e eu respond que se era por ter viudo
sarinar os governos despticos da Europa, de paites republicanos, isso era um engao,
desse poder de vida, fatenda, e honra que el- porqueo que eu por l vi e la aprend me fa-
lca tintino No combate s dnntrlnas para des- ,/iam ser muito cauteloso sobre a liberdade.....
trulr esse poder levarao-sc al exageracao. O Sr. Smjo odlo : ^ Vo curado bomospa-
Se nao era preciso que Tbeodosio passasse a
degolar urna eidade inlelra, a ponto de S. Am-
brosio, que nao .era ncnhuin desses philoso-
phos modernos, ..em consCituite, dizer ao
inonarcha, abrlndo os bracos na portado lem-
plo: V. M. nao pode entrar aqui, porque es-
t mullo mncbado em sangue ; tambera se
nao pode dizer que nao haja castigo algum,
islo he, nao se pode exigir que sejo punidas
as massas que si) sao empregadas por aquel-
les que Ihes prometiera o lugar dos res que
elles dcslhrono, que Ibes proraetlem a gran-
ticamente.
O Sr. Racnde Curado multo allopatbica-
mente; ten. passado sobre muida cabeca ma-
res iminensos de eiperienclas e de factos, te-
nho vlslo borneas, que desiam vlver aluda pa-
ra honra de seu palz, terem se perdido pelas
ideas exageradas; he esle um facto muito mo-
derno, dos nossos dias, que me faz pedir aos
nobres deputados que nunca asplrem o ser
chefesde paridlos, porque o primeiro escra-
vo do partirlo he o seu chefe, porque elle pa-
ra mantera sua posicn uo tem a corageui
deza dos grandes que elles apouquenlao ; c- suillciente para dizer; Vos sois loucos, se nao
sas massas nao podan ser perseguidas, nem queris desviar-vos desse caminhn, cu vos a-
ponidaa, porque einftm ellas te.n bons dse- bandono...
jos, mas, seudo Ignorantes, sao facis de en- Sr. titilo franco: S tramen. Iracas pratl-
ganar ; porin aquelles que faiera essas pro- cao assiin ; quem uo he diz a verdade, falla
inessas vas, que do essas esperanj is illuso- con. franqueza.
ras, que nunca poden, realisar, esses merecem U Sr Reztnde : No sei; mas o faelo que
0 castigo. Em Franca houve a segunda re- um uosso amigo fol victima disto. Ledru-Rel-
volujo porque as promessas feitas na pri- IJn dizla nos clubs : a Opovo nao nosouve, o
ineira nao se rc-alisaro. povo nao nos acoinpanha, o povo fol escar-
ne preciso, senhores, que a lei seja le viva, mentado, ful illudldo era todas as promessas ; >
que ella sirva para impr un. respcito aos re- isto :.a occasio do segundo movlmento ; mas
volucionarios, que sirva a sua punijo de.ex- Lcdru-Rollin. que quera ser chefe de partido
emplo paraos outros, allii.de que elles se fui alrado para dlantc; c quando a para o
no atrevi a encelar essa carrelra conservatorio das arles caminhava como u.n
Sr. presidente, eu vou declarar um facto es- reo pira o patitulo, e entao Ihe fallou a legiao
pecial. Sabe V. Ex. quera he aquclle que o da guirda nacional cora que elle conlava, e se
jury de Pernainbuco absolveu ha pouco dias, quiz escapar fo por um ventilador, e, por ser
e de ui.c latloia um nobre nenulik'lo, e o Uo- mullo [>ordo. custou mullo a passar, o que loi
inem que foi causa da perdlco de Pedro Ivo, Causa da priso dos outros, como, por esem-
e o bouieii. que, quando Pedro ivo eslava em po, do enganheiro que esleve era Pernambu-
negociaces como Sr. Caraeiro Leo, quando co. Chefe de partido, c o maior escravo que
quera entender-se para dcsarraar-se, Hie dis- tem o partido, deve estar no partido, Unto
se: .Nao faja tal, v para as malas* no lema quanto a consclcncia Ihe dicta, que elle cami-
nada, porque quando nioercm os eugenhos nha ao bem da sociedade, mas logo que cn-
no llie faltar dinhelro. Islo consta de do- tendero contrario deve ler a corage.n de des
cumeutos queforam apprehcudid >s, e foi prs- ligar-sc delle. Desde 1830 que eu fol tiesta
ticada esta accao por ura homeiii que faavia, casa menibro da maioria, sempre fui amiga
ha poucos dias, sido amnistiado : foi elle o pri- da deputajao de Minas, da de Pernacnbuco, de
uieiro a quem o Sr. Tosta deu amuislia, se- f todas ; mas quando cu vi que una parle desse.
guindo-se-lhc Bernardo Jos da Cmara e ou- partido se desmandou, que quera proclamar
tros, pois furam esses mesmos horneas aquel- principios que cu julgava ruinosqs para o
les que sustentaro a revolta de Pedro Ivo as paiz, e contrarios, conslilulco do' Imperio,
matas; Miguel AlTonso, que de de quein le- eu tire a coragem de Idc dizer: Eu vos
nho fallado (honra ihe seja fcita), compromet, abandono; e nesta casa combat quanto
leu-se, tambera, foi para smalas, levou gen- pude essas Ideas ; nunca quiz ser escravo de
tecbaieu-se; poroui agora quer-se uina se- partido algum; por Isso nunca fui chefe de par-
guada amnista para esse mesrao bomem. | lido, nao linda capacidadepara o ser, mis. ain-
Senhores, he preciso que a lei seja le*> que da tendo-a, o meu genio c os ineus principios
a amnista nao seja co'nsequencla do criine,' nao perinittio tal.
que se sujeite o criminoso aejao da lei, que! Eu voto pelo orcanicuto da justica, a-ol por
os tribunaes eiercam o seu olucio.e cada un. algumas emendas que csto na mesa, e peco
i o ni pe.i o seu dever, nao deixando Impune o cmara que ao juenos conceda, a esse clero
crime, porque a iinpunidade be um grande ; brasileiro o pequeo auxilio que proponbo
mal,-nao quero, porcm cora isto dizer que ( cora o incio de mais elucazuieutc haver que...
quinde o governo julgar convenieute dclxc de coadjuve os parocho!, e vote igualinculc Bell
aconselhsr a cora a usar da clemencia;. fallo reedilicajo do seminario de I Huida.
en. these, c digo isto para que se nao emenda O Sr. SayXo Lobato: Nada teria de oppor
que ou inimigo da anioislia, gcralmente fai- ao discurso que acaba de produzlr-se, se nao
lando, e que se nao acompanbo esses clamo-' percebesse que o nobre deputado, na primelra
res que por ah se fazem he porque tenho parle delle. procurou obter da cmara qoe
una opinio diversa, he porque enlendn que dcsvlssse a quaniia de 20:000/ que a nobre
o paii tem fome e sede de juslija, a taita de commisso propoz para screm coovenlenlc-
execucao das leis he causa dos males que sof- mente empreados na tatelo de novas cadei-
Iremos, e eu nao nosso ser pledoso com o ho- ras, em os seminarios episcopaes, pretenden -
inem que est sofl'rendocarregado de crimes: do que esles livesscm um emprego diHerenle,
se elle mandar niinti.i casa uina carta por isto he, que fossem applicados reconstrueco
uu.a mulher carregada de meninos, darci do edicicio do seminario de Oluuli, e outras
pobre o que puder; mas quanto a elle, a jus-' rccditicace scmaterlacs. Alm disto pcicebi
tica que seja piedosa. Eu por inlm emendo | tambem que o nobre deputado ( e nisto com
3ue aquelles queconcorrem para a Inpunida-' razo ) lastiuiava muito a sorte mcsquinUa
e dos crimes sao os verdadeiros criminosos, que lera era geral o clero brasileiro, e pedi*
aquelles que acoulo os facinoras em suas ca- para que se uielhorasse essa posieo, propor-
sas e suas trra, sao os verdadeiros assassinos, I rionando-se mais tuhcientcs salarios ao clero.
seuo iiileucioialineulc, ao menos pela protec- Con. razo nolou o uobic deputado que, sc-
co que Ihes do. He preciso que lodos pro- gndo nossa organisajao social, todos os em-
curemos o bem do palz, que forcejemos para pregados pblicos, mais ou menos, linbio
que as leis, sejo leis para que ellas lenho ef- uina sullicientc posijo, no entretanto que ao
ectlvidade e nao sejam letra mona, e que os clero assislla acmp.e urna sorte metquiuha,
tribuuacs sejam Inexoraveis e dexein ao oulro que chegava ao pouto de ihe fallar o indlspcn-
poder do Estado o avallar o Unto ou quanto ha savel para subsi.llr.
em relaeo a cada criminoso para conceder ou Sr. presidente, eu nao concordo de maneira
negar o perdo ; esta he a miaba opinio sobre alguma em que se desvian esses 20:000/ pro-
:i i'i uesi.i i das amnistas. I poslos para a creaco de cadeiras, para casas
Mas disse-se aqui na casa que cm Pernam- reconsiiucjoes de edificios ou outro qualquet
buco niuguem reclsmou contra as amnistas; dispendio no material; eu emendo que o clerb
eu digo que rauita gente reclamou no seu co- o que reclama sobreludo de uina boa educa-
raco, por causa dessa profuso de amnistas; jo, que seja convciiienieracnlc instruido, pa-
mas os nossos principios polticos nao Ihcs per- ra que cora dignidade possa deseropenbar a
mitliam dizer urna palavra de contradiejao a alta e sanU inisso de que se achar cucan c-
uin acto que pareceu bom ao governo pratl- gado: c para Isto seguramente concorie.multo
car ; calamo-uos, pois, con. Isto, mas lera- directamente a proposta da nobre comgfisio ,
brem-seos nobres deputados que urna amnls- c tanta Importancia dou a Islo, que, sem coli-
lla he urna le de silencio, mas silencio para iraiiar o nobre deputado nos desejos de obter
os irlbuoaes, e sopara ns tribunaes, c para maior salarlo para o clero, observare! que fsl-
mais nioguem; que nao he possivel inip.'irsi- lando no clero a precisa Instrucco, esse aug-
lencio historia que ten. todo o dircito de le- memo de salario nao altlnglr o fim que o
rar s geracca futuras o esudo da moral do oobre deputado tem em vista ; porquanto as-
pis o. fados que a coniecro, as causas lou persuadido que nao havendo vocaco pro-
que deram origein a esses fictos, a conduela pria para essa vida, o Incentivo do diniieio ota
do governo, a conducs dos tribunaes, etc. i nao ser suflicicnte para provoca-la, ou sus-
a hisioria, a esse respeilo, tem direitosemque citar menos dignos sacerdotes. E o nobre
nlnguem pode por mus. deputado, em quein seguramente concorrrm
Digo, portanto, tambem, Sr. presidente,que mullos cooheciinentos a esse respelto,.inelhor
se amnistia pode impr silencio aos tribunaes do que eu poderla dlier que Ul foi o preceito
nao pdc Impor silencio aos bomens que vi- do apostlo, quando deter.nloou que nao eu-
ram, por exemplo, enlrar na sua casa una trassem para aa urdens sagradas seno aquel-
ropa de facinoras, tlrar-lhe dous filtras, le- les que livesscm urna vocacio sincera, eque
tva-los pira alguma dlsUncia, e a singue filo por elle cstivessem dispostos a faier lodos os
1 nuil i-Ios, ao humem, pai detses iilhos, que sacrificios, a renunciar todas galas do mun-
t se vio arraslado-para soltrcr a mesma pena, e do. .
1 que fol salvo pela Inlervenco de ura demrc O Sr. Hlenle i Mas nao para morrer de
I esses facinoras. Nao he possivel que se un- fome.
I ponda silencio ao bomem que vio aua casa as- OSr. Soyflo Lobato: A islo se limita* as
saltada, e sua mulher c lilbas violadas; oo he miabas observajcs; e, Sr. presidente, ellas
1 possivel impr silencio a isso, nem mesmo es- nao seii.Mii expostas por iiiiiu, se nao fra, como
queciinento, porque se o respeilo moralida- j disse, o ter ouvido o uobre depuudo com-
' de, se a moral mesmo obriga o todividuo a ca- bater a creaco dessas cadeiras que s* indicao
I lar-se, o coraco sent, e mlis sentir e elle, para os seminarios episcopaes, e at como
I na urde do da ein que fr concedida essa am- querendo de algum modo rldlcularssar eisa
' nistia, vir passar pela su* porta o violador de supposu cadeira de geometra, que serla urna
' sua familia, ou o incendiarlo da sua faienda. das creadas. *
' Nao se pode exigir do corayao buraauo mal. do Agora V. Ex. me couceder que eu tosne a
I que he possivel, be preciso mesmo cooservir liberdade de fuer mal. algum rellcxes, em-
csse seullmento de moralidade para no che- bora a tanto me nao deven atrever, depoli do
i r -
'
ADO


brllhanle discurso que o luen nobre migo e
digno deputado por 8. Piulo prcferlo na ses-
so de hoje.
Kntrndo, *. presidente, q cida tu que
o nobre deptlladol, que luini oppetleao lo
ministerio, s* pronnociie, neis nos conven-
cem de He slo liomens le ofposicao, que sao
hoiurns lmente Inspirado pelo espirito de
MBVldiCflo, que nao UiVporaui fazer cen-
surss razoarelt quanlo ao exerclclo dai attrl-
buices que os iniuistros dt corda deseanpe-
ubo, mas que he sobretodo contra ai ineamas
iltribaicdet do poder que se levantan Gderra
cerrada a todos os actos da irjuiiiiisi nco, ela-
bora contrariando os proprlos fnteresses do
paiz, guerra iinplacarel s pessoas dos minis-
tros, corrornpenoo-lhcs as acedes e damnan-
do-lhcs aS IniencoCS, (al parece ser a comante
niistfo da opposielo nesta casa ; ou por oulca,
Sr presidente, a opposlco llmlla-se hoje a
latera satyra do ministerio e das lnstilulc<3es,
c sMyra algum tanto do genero de Juveoal,
mas iem ter a graca e o cooceito do famoso
nocla latino, puxando mala para a especie de
/olio, com a dltTercnca sua naordacidade contra una eicellente obra
prima do eugenho humano, porm em si um
fc iodo Camastreo, fructo da imaginaran a
maia brllbante, obra do prlmeiro genio po-
tico, mas um mero poemo; e aquelles fazem
una aatt;ra mais cruel. porqne pragurjo
d cousas muilo reaes, levao os seus botes
verdadeira fonte da vida e da prosperldade do
palt ( alpaaaVw.) Era leus odios contra os mi-
nistros que atao ligados admlnlslracao do
estado, aggrldem lndlttlnctameute a pessoas e
a consas por todos os modos, procurando, do-
minados pela eterna desconfiauca do poder,
rnlraquecer o mesmo poder, quebrar-lhe
todos os recursos, e assim comproinclteui lo-
taniaiainenlr os loteresses do paiz, parceendo-
e rom o selragrin que corla a arvore para
i'olher o fructo! 'Apoiitos; muilo, bun muilo
Mi.)
8r. presidente, ao passo que roconheco nue
rsUhoje he rerdldelra inlsfsSo por oulro lado tambem me parece que algu-
nas vezes ella se equivoca em sua verdadeira
policio, e que, por um notavel anachronilma,
anda se suppdc derivacao desse partido liberal
anligo, desse partido liberal a que ero per-
(ehceres os Vasconcellos, os Evaristos, o no-
bre deputado que acaba de fallar, e tantos ou-
tros homens Ilustres, muitos dos quaes icm
assento no senado, e que lodos esto em mu
directa opposlco aos nobres deputadus, como,
par eiestiplo, o Sr. Limpo do Abreu que inc-
rece as honras de ser abocanhado n sesso
passada... Mas Sr. presidente, as patarras com
que a opposlco bostltisa o gaverno deve ser
tomadas por lodos os homens sensatos uo
ponto que ellas inerccem, devendo ter a sigui
licaco que os actos desses Individuos que as
[irofrrein pratlcamente assignalo. [ipoiadot]
Os fotos pratlcados por esses individuos,
qusudo estavo no poder, devem pols em
multo servir para demonstrar o alcance de
suas censuras, opnoc valor deltas, c assim
como a lealdade de seus autores (Apoiadoi.,
Ora.Sr. presidente, o que he que nos temos
visto praticado por rsse partido de que sao
orgos os nobres deputados ? Nada, ou antes
inulta causa : esse partido elevado ao poder,
tendo tldo meios ampios para reatisar as suas
ideas, nao o fes! K nao me reliro id a esses
cinco annos tao fallados, as mlnha aLscrraci>es
rao inals alem, reiiro-ine ao lempo do Sr.
FeljrS e de oulros que forSo ministros. Oque
vimos, Sr. presidente, ncstii epeha ? primos que
Sr. Ffij abdlcou a regeucia, dizen o que lo-
do eslava perdido, porque conhecia os ho-
porque s 1 palxlo odiosa pude asslgnalar o
acto mais uaiiaral, rtsslm como fui tois con-
veniente legitimo, como nina rerdadiira
preraricaca* Min>iiuaudo-n e Infamando o
seo autor! I lar que furnia o nobre depu-
tado para assim definir um acto pradal da
um ministrada corda qda acertadamente o r
2
asee
te do f overno birla bastante stbedorla e curia
lidada no provlmenio aVsiu cousas, nos vi-
mos que na mema ciaste, Isto he, era luga-
res de um mcsiao predicamento, variaram os
aardcnadns, se najo tiles proporcionados 4i clr-
cunistancias especiar de rada nina das loca-
Hiladas) rjk-se, por rxcmpla, que para Mlto-
iienu dentro da esphera de suas attribuleScs ? Grosso'te dar um elevado-ordenado, quando
Oque o aularlta para converter em crme o em muitos termos de litoral regulara o peque-
legillmo eierclclo de autorldade regulado pelo no ordenado de 400/000. e em Portugal de
mais incontettirel direito e reconfiecida con- 240/TOO, 2004000c 16O/DOO, era isto sabiamen-
vc ni curia He isto. lenhoret, quCcontra qual te assim regulado, porque com ratSo conil-
quer seria mullo para estranhar, pan com o derava o amigo governo que era necestarlo
Sr. ministro da juslica, que tantas provas tem proporcionar meios izados para M conseguir
dado da sua inlegrldade, da nobresa de carao ui.<,ervlco necetsarlo, e he o qae tambcn
ler, do espirito de justlca e moderacao, leva- pela sua parte o oobre ministro reclama,
do a 11111 ponto eminente, anda se torna mais porttnto, Sr. presidente, me parece que a
aggravante emenda que llve a honra de propdr melhor
Senhores o facto he este: o Sr. Luis Antonio considera a proposla do nobre ministro. Ka
Barbosa de Almelda, que era Julz de direito do proponhoque se autorlse ogorerno adetprn-
Ouro Preto, foi nomeado chefe de polica, c o der 40:000/000 com o augmento dos ordenados
Sr. Flrmino Rodrigues Silva, que era Julz de dus junes muuiclpaes e de orphos, segundo
direito de Mariana, passou a substituir aqnelle as circunstancial das dlH'erentes localidades
senhor no (Juro-Preto. A simples nomeacao limitando este ordenada a l:OCO|000, porque
de 11 m julz de direito da capital para o lugar nao locliio os emolumentos provavels em que
de chefe de polica, e a natural transferencia de se fundou a nobre coniuilssao para estabelc-
um outra da comarca mais vlzinha para a ca- cero maiimo de 1:200/000; me parecru esta
pllal, sera motivo bastante para excitar tama- baixa tao movel, tao dlfficH mesmo na sua
nha Indignacao? Nada de mais natural jjue o aprlclacao, que julguei conveniente ser ella
nobre ministro aprovellasse para o Importante arredada, e por isto nio a inclu na mioha
lugar de chere de polica o distlncto julz de di- emenda. Por ultimo prescreve a emenda que
relio da capital, em quem sobrjam habellta- urna vez Osado esse ordenado, fique firme,
{Oes para merecer a Inteira conlianca do go- e que s possa ser alterado por urna le. En-
verno e a geral estima ; e assim tambem nada tendo qae esta disposlcio lamben, he nrces-
de mais natural do que a transferencia de Jult aaria e iudispeoiarel; devemoi fizara dota-
de direito da commarca mais vislnha para a da cao pecuniaria dos empregados da Judicatura
capital; com Uto, alm de ic contemplar um do nalz de um modo permanente, por nunei-
distiucto magistrado tao notavel pelos seus brl- ra propria a garamir-lhe a independencia ne-
niantes trienios como pela eiemplar conducta, cessarla, dcsafl'ronlando-a de quaesquer apic-
ainda se apagara inlclramente um dos grandes henses.
inconvenientes das rc.nocdes, que consiste Sr. presidente, se a hora nao estivesse tao
neisas deslocaedes que envolvem a oecesaida- adiantada, antes de lindar meu discurso faria
de de extensas viagens que tanto avexam os re- urna rclleao, que alias nao pertence mulla
movidos, como hoje nao menos custamao the- a este negocio do orcaroento ; mas era ena
sourol Reconheca o nobre deputado que nao urna occasio tao azada para aventar um* Ideia
era este objecto o que Convlnha fosse trazlrro que para mlm he de multtsslma importancia,
como demonstraran desse systema de oppres- que eu ncousidero como a condicao cstenclal
,a"o. para que seja urna verdade a admlnlslracao
O Sr. ltllo Franco : Eu lhe responderei. da justlca no clvel; c por Isso nSe me pgsso
Peco a patarra para responder, forrar aO desejo de multo ligeramente tocar
Vm Sr, Deputado: Prova '-
lacios
mente pelas aetuaes quinto ao procesan, celta- nigo da le po8 que nada msil (gniBctrii;
mente que outro srla o resultado, e ttjentio o que tima simles Inobsersifccia de for-J
he que poderla soocorrr-se com as oplruoes mu|i irivial ero uironii nlarthoa direit
dos advogados; o contrario he procurar lllud.r dlnSo ,ta ^ u|,
t.X"o '"e"n'"erre"?',ue,,"",re 3omUn!qSo a 0,004,1 amd mertceria,
Multo respeito a illusiracao dos tre^.advo- qu o Sr. ommunicidor se mostMise lao
gados que dersm os pareceres prenotados, virulento, o oflunTulo, OOmu tnotlrou,
mas nao se tido convlr em que tejam Infalli- designarse lemslhaate falta como urna das
velt, e que faeam autorldade a ponto Vfica- mais ntatela, que prlmeiro convlnha ser
rem detptesadas as opinies contrarias, sendo picoteada para prora da m administracao
bem para notar que o distlncto advogado o Sr.! j jusiCl do paiz. ueclfe 22 de Julho de
1851.
ttanoel Jos Pireira dt Mello.
III. Sr. Dr. preiiilenle dojunj \)\t o Ad-
vogado Uaooel Jos Pereira de Mello, que se
lhe faz miater por certidfio o theor das res-
d<1o, 3 aaccos com 11 arrobaa e 3 libras da
lomenl siecirrapato.
HIOGBBKDORIA DE HUNDAS GERAES
INTERNAS.
^Rendirr|l^ito^o dUa*. ..... 910,657
Caetano Alberto Soares mostraste os escr-
pulos que 11 nlia em dar o seu parecer, sem que
lhe fossem presentes os fundamentos da pctl-
co ; do que he lgico concluir que o negocio
lhe nao pareceu liquido, mas sim dependente
destes fundamentos, que bem podlain concor-
rrr para modificar, a opiniao, e lalvcz adoptar postas d lilas pelo consclho dos jurados que
falla de 011 tros ncslc atsump'lo. Emendo, "Sr. presidente,
que he nrccssarlo, quanto a administraran
OSr. Saijao' Lobilo: Eu entendo, Sr. pre- da juslica, que nao nos limitemos mclhoria
slente, que nlsto e em ludo i nobre opposl- do ordenado dosjuites, para que seos consin-
cao cada vez mais ddemonstrarse de que na ta mais idneos; b; anda mullo inister que
sua lucia com o ministerio nao tem em vistas se lhes d meios de aefao, com os quaes elles
simplemente censurar o ejercicio das attri- possum proteger as pessoas que recorrem
bulcdei dos nobres ministros, zelando nteres- a julzo : he pols meu proposito lembrar a
ses pblicos, mas que he nicamente o espirl- conveniencia de restabelecer a doutrina ds
to de contradico que a anima e a leva a hostl- ordenacao que autorisa a priso por dividas
lisar tao setn rasao o goveroo do paiz. Eualn- clvels contra os devedores convencldot por
da apresentarei outra raso, realmente come- entenca passadi em ultimo julgado.
nlentc, c he que, durante lodo o lempo que os Quem lirer alguma cspeclencia do foro do
nobres deputados esllvcraiii no poder, nunca nosso paiz rec.inhccer* que he esta urna das L
le I 1111 > 1 .ti-1111. e ute-se, em circumstancias ,,,.,s palpitantes nccessldades da administra- [Reboucas, nada tem com aquestao, pols que
multo iluten mes das actuaos, nurtca se lem- fao da Juslica no civel ; porque hoje, Sr. Idilio agora le uao Irata, nao se eit discutindo
bi.ir.im de propor cssa medida que por cllci presdeme, o deredor que paga he oquellc eompromlsso, que j ful julgado, mas de re-
um sentimenlo contrarW Koita Judlclosa re-
serva demonstra que Jada mesmo dadas ai
hypotheses figuradas pelo proponenle, pode*
ra com 'ludo dar-te a concorrencia deoutrai,
que alterassem o enunciado da queitSo pro-
posla.
O Sr. Rebouca le funda principalmente na
existencia do eompromlsso, e na das execu-
edes, mas dere-se ponderar : 1.* que a sua
reiposla se basea em|um falto supposto, qual o
de estar em vigor o eompromlsso, o que nfio se
pode dar no cato do Sr. Sefxai, pelas raides j
expostas : 2.' que estando, como de facto e de
direito est, declarado sem vigor o compro-
misto, serla menos jurdico que este podesse
obstar fallencia, que qufzetie promover o
eredur, nina vn que esta etllresse verificada,
como se nao contesta, e isto mesmo le depre-
hende doi artigos 849 e 902 do cdigo do com-
merclo e da ultima parte da retposta do Sr.
Rebouca ao prlmeiro quetllo, tem que em-
barque a inierpniirao do recurso de revilta ;
porque be expresso na le de 22 de selembro
de 1828, que este recurso nao suspende os ef-
feitoi dai senlenca proferidas pelas relacSes
do distrito.
A nutra rallo da preeslslencia de execoces
hC 111 1111. ~! luirme imprnecileiitr em vlita da
terminante ditpoilcao do artigo 83U do cdigo
do commerclo. que expressamente determina
que ai execuces que houverem ao teiupo da
declaraco da fallencia ficaro parausadas por
30 diai. e mal que :iej esllver fixado o dia
dcarrcinsrtacao para ot bens penhorados, esta
se faca com accordo do curador riscal, d'onde
juridica e Irrecusavelmcnte sedeprehende que
a preeslslencia das execucoei nao impede a de-
claraco da fallencia, nem a prejudlca, como
presupde o Sr. Reboticas, que ceriamente nao
consultou o sobredlto artigo, ou se deixou le-
var pelos termos vagos em que est concebida
a proposta.
A leglslacao, que regulava a concessao dos
rompomissos, e a opposlco permillida aos
credores dlttldenles, de que faz menean o Sr
solver,
que neuhum licito leve, que nao foTcumprl
do, e que os mesmos siguatarios rompern!,
licava o credor no direito de promover a fal-
le pela eiittcncia de um compromisso,
iihum eO'eito leve, que nao foicumprl-
agora foi proposla, de se acabar com os castigos l|Ue multo bem quer; 'o devedor de m fe
corporaes em lodo o exercilo; porque os 110- uo paga, c nao DI mel na legislaco. neui
bres deputados, tendo enlao a respnnsabilida- na |,01 vontade do magistrado, que possa o
de do governo, reconheceram que com o sys- compellir ; porque de tantas tracas se serve o
tema que her damos de Portugal, e que com- dedo llexlvel da fraude,que seguramente sempre \ 'enca, e este ponto re tmente nao foi resol-
nua sempre a vigorar na nossa tropa, istohc, i||uairo proposito mais firme de quem nao lem Ivldo pe'ol principio! de direito commercial,
tendo ella essa educacao desde a sua orlgcm, ,ua dlsposlco um meio realmente cITi- P'5 1e Rebouca fez remiiso ao modo
era portanto indeclinavel a neceuldadc dote caz dc a furfar em seus manejos: contratos de concederos coinpromlssos, e opposlco
manter, por bem da disciplina closlruccao mi- aiiiiultancoi, escripturas de hypotliecas faolas- 'Iue 1,1<: podcrlam fazer os credores dessiden-
lilar, esses castigos corporaes; no entretanto ticas c oulrus luil0s ardls furtam os enip**' 1ue ninguem confundir com a actual
hoje, que 01 nobres deputados estao fura do do devedor ao alcance da pcnliora e execucao, \ luestao.
poder, que nao desconbccem que as circuios- nao na por eniquanto meio verdadeirainenie So por fallados prcciso esclareclmenlospo-
lancias sao climatricas, que lie mesmo mais cllicaz dc obrlga-lo apagar. Eu lenho, bois, f derla oSr. Reboucas opinar que a fallencia nao
__ que provavcl urna guerra, c una guerra com CII10 ulna necessldade das mais urgentes da'devlaier declarada, seno em virtude dos ac-
tense as cousas; e reconhecla que no ha-' 'rangclros que pela sua poslcao, odios anti- 00JSa administrarlo de justlca, c por ciii!los Pmticados depols da execucao do codlgn,
vil Mrlelo pin o Brasil, e que, nao querco- gos. he multo para nosjajerecer seria attencii. dclla, o restabcleclmcnto dcsta ordenado jemendendo sem duvida que pelo cdigo foi
do ser o coveiro desse Estado, entrecava a ou- '"1 "cs circumstancias o que lizcraui os 110- coin a,,|,c||as c,ccpca,., que reco iincnda Ulna clla re8"lsi; mal se na proposta se houves-
tras maos o governo 1 bres deputados? \1cra1n com una emendas!, bem entendida equidade por um lado, epor',e Pe' verdade, Isto he, que esta deler-
OSr. Paula e Soma tambem nos disse aqu nha de um jacto propor que se acabasse com oulro com adequadas disposices que iau.bcin !|>maco 8e ,"ra Pela' lels anteriores como
que ludo eslava perdido, que n.io havia salva- "se casllgo corporal em todo o exercilo.'. slrvain para amparar o devedor contra as inl- es ponderado, devo acreditar que oulra seria
caoparacsle Imperio, porque os homens es-1 O Sr. Ailo: rol so na guarda nacional. ua, e exorbilantci exacedes do credor bar- a oluao. sendo como he crreme em direito
tarao desmnrallsados c no prdiao er corr-1 OSr.Sayao Lobato: tni siinplesmentc na |,ar0_ cm quem a sede do lucro lem feito.lec- commercial que a fallencia pode ter declara-
" Anda peior; porque a no- 0 ,odo SCI11lnenlo c |,u,anidadc; ncslc | da ,na! 'nesmo que ao lempo de sua decla-
gldos, as leis nao preslavao e nao podiao ser 6uard nacional I
reformadas; islo e, o carrrgado do horizonte "re opposifio vio que o nobre miuistro da gonlldo lie
ais que muilo necessario rtigra I faff Da "erca mais o commerclo o que nel-
julgou ni presente sessSo o proceaso de Mi-
noel Francisco do Rogo aos quesitoa por
S S. propostos ao -me sin o : e bem assim a
deciztlo de V. S. que se conformara com a-
quellaa : pelo que pede V. S. IIIm. Sr. Dr.
juiz de direito a mande pasaar. E. R. M.
Cerliflqr/ecidadedo Recife 22 de julho de
1851.
ficha.
A frigio Jos da Siloa, F.tcrivio interino do ju-
ry t Kxtcuctoi criminact, ntsla cidadt di
Recife, He.
Certifico aero theor dos quesitoa propostoa
pelo Dr. juis de direito Manoel Jos da Silra
N 1 v 1, no processo de Manoel francisco do
Rdgo, julgado tiesta aesao, dsa respostaa
dadsa pelo conscllio da senton;a, assim co-
mo da deeisflo do mesmo Dr. juis de direito,
he da forma seguinle :
Queiitos.
O Reo Manoel Francisco do Reg praticou
ofactodequj ho aecuaado, d hiver foito
olTeusas plusicia na Peasoa *do Luis Pedro
Goncalves da Costt ? o Reo praticou noi-
teo fac|o do qus ha icuzado ? O Reo pro-
cedeu com aurpreaa? Existem circumstan-
cias altenuaates a fsror do Reo ? Sallado
jury na cidade do Rqplfe aoa quiuse de julho
de mil oilo c titos o cincoente e um. Arit-vt.
Baposlas.
O jury examinando os quesilos propostoa
pelo Dr. juis de dirolto responde. Quinto
ao primeiro sim por nove rotos. O Reo He-
nos! Francisco do. llego praticou o facto de
que he acusa 1I0, deharer felo ofi'ensaa phi-
sicaa na pessoa de l.uiz Pedro Goncalves da
Coat, Quanto ao segundo alm, por nove
rotos. O Rea praticou i noite o facto de
que be aecusado, Quanto ao terceiro. NSo
per dea rotos. O Reo nilo procedeu com
sorpresa. Quanto ao ultimo. Sim por u
naoitrjidade. Etistem as circunstancias al-
tenuantes doa.pingriphos primeiro, e no-
no do irt. desoito do cdigo, isto be nS
ter hirido no delinquen'.** pleno conheci-
mouto do mal, e directa intencBo de o prati-
car, e de ter o delnqueme commetlido o
crimefno estado de embriagues. Silla das
sessOos do jury quinze de julho de mil oilo-
centos e cincoenta e hu) Manoel Jos Pe-
reira de Mello, presilente Lua Jos Ro-
drigues de Souza, sesretario Manoel da
FonsecaSilva, Jos Francisco Mantillo, Gae-
lano Aureliano de Carralho Couto, Antonio
de Sotlza l.eSo, Mano Antonio Simdas do
Aniar.il, Jos Jernimo Montero, Jos Gon-
calres da Porciuncula, Joa Martina Pinhei-
ro, Antonio Francisco Pereira, Joo Evange-
lista da Costa e Silva.
DecisSo.
Avistada deciso do jury condemnoao
R'oMapopl Francisco do Rcgo, branoo, sol-
teiro, natural de Portugal; abu m tnez de pri -
- fl11 simples e multa co res jondele meta de
Movimento do porto.
Jiavos entrados no da 2*.
Rio Grande do Sul 32 diaa, brigue brasi-
leiro Varia Libania, de 195 tonelladss, ca-
pilo Joa Pedro Soarea Jnior, equipa.
geni 11, carga carne secoa ; a Joa Pereira
da Cunba. Paasageiro, Jos Antonio r0.
driguea.
Rio de Jsneiro 18 dias, patacho braailelro
Boa Sorle, de 148 toneiladaa, capilSo Jos6
da Silva Qnaresma, equipagem 10, carga
farinba de mandioca; a A mor i m &rmSos,
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool por Macei galera ingleza Ln.
da, capilSo Creen, carga lasucar.
Navios sahidoi no dia 25.
Liverpool arca Inglesa Crunier, eapitio
"'nry[,Guy- cirga ilgodao e liiucar.
Ilha de San fhom Eiouna poriugueza rVor-
ma, capilao Joaquina Joa Rodrigues Conten-
te, carga ago'ardente. Patsigelros portu.
guezes, os padres Claudio tunado de Lea-
castre, e Urbano Lulz Raposo.
Alcobac Lancha nacioual F<-,rt, mettrc
Domlngoi Jote Pacheco, carga virlot ee
eros B
llahia Hrigue inglcz Utiald, capilao J. VVar-
'-rem, carga a metma que trouie-
Parahyba Barca Ingleza flanoer. oapltlo N
'V. Pge. carga em lauro.
Declara foes.
0 1 Um. Sr. Inspector di tliesouraria de
lazenda manda fazer publico que os refor-
mados da marinha o exercito, paaaao, em
cumprtmento da ordem do tribnnal do tbe-
souro nacional de 17 de marco do correle
a aer pagos pela pagadoria dos ordenados d
mesma thojouraria, do quo teem rencido.
e ronccren do primeito do correte mez em
diente, por meio de quitaedes dadas as
rolnat, do modo por qoe se pralca com os
aposentados e maja pensionista do estado
abrtndo-se-lbes assentnmento vista doa
soua ttulos, que derero para este firn
apresentar com a prora de terem pago, a-
quolles.queodeverem, os direitoa,de cinco
por cenlo, porque, aioda os devendo e nao
ossatisiazendoaloflai d0 correte mez,
dah por diante Mear suspenso o seu paga-
mento. Secretaria da thesouraria de Per-
narnbuco, !7dejolho de 1851.-O offlcial
maior, Ignacio dts Santos da fonseca.
O arsenal de guerra tem de comprar
qualrocentos capotes para soldados ; sendo
de panno azul e forrados de biela, islo he,
Torradas as mangas e al cobrir bem os
hombros, e iguaea na qualidade da fazeuda:
quom 08 meamos ae propozer a fornecer
cotnparega no dia 2$ d* correte, trazeodo
sua proposla com declaraco do ultimo pre-
go e o prazo em que devem ilcar promplos,
e as competentes amostras para serem ar-
chivadas.
O Vapor brasilheiro ZmAtaan
commandanle o 1. Tenenle
Segundino, deve chegar dos
porloa do Norte at o dia 28
do crrente, e seguir para o Sul no dia se-
guinle- nao havendo ordem em contrario.
Theatrode Apollo.
Hoje, 26dejiilhodel851.
taciat, a fazer tima conlissao muito sincera c 3ul,ordinada a mesma disciplina severa c com 05 \clw
muilo franca de que nlo crio hoinenc para as mcsl" vantageus da forca de liuha, ven- princiii
governar e n5o o ero, senhores por- cedo sold, elape, etc. Os nobres deputados gr .
moral
legan..
os verdadeiros I menl' deuou o commerclo.
-ios econmicos. N|' >e tratava de urna fallencia acontecida
presidente, nem se diga que islo serve "epoisda publlcajlo do cdigo, ou de rcenle
maioria
lacao em que se autorisa a prisao por
iao-se na mais I ils.7 pnsic.10, e coiio^'c""ite "Bcncias cmre as duas Coreas.
loWocados, seiiao em antagonismo s iusiiiui- *'r- AMo:Mulloa lenhorc d*a ..>.., civtl, Vcg Mlcsmo qu,, tenli 0 oovcrio
cao-inonarchico-represenlalivas, ao menos em ui;"ai comnosco; passc-lbc agora a rcprl- provisorio da Franca revolucionada suspend-
grande desaccordo. ... ": c ^ do por um decreto a priso pe dividas civeis,
O Sr. Diai de l'arvatlio : Isso he una
jurla.
O Sr. Sa|/a'o Catato:Sr, presidente, he
tilia ImpoMIvel que os Srs. Felj e Paula Sou-
za, tendo f as insiiluicc.es e convicios do
apoto da opinlo do paiz, abandouassem o
n uo por um decreto a prtsao p
v sr. bayao Lobato : Eu nao reprehendo fo 0 5eu reilabeleclmcnlo um dos primeiro!
niogucni, exponho a mlnha opiniao
O que aclos qucanuunclou o renascimcnlo da ordein
r,i,nt .'VegU ac,al-ei"e"da O" o es- e ,eguranca. Ora, le islo he una necessidt-
labelecimenlo de uinaexcepcao odiosa
ra gci.osamcnlc apr
quem cxclamasse que o
xcepcao odiosa que se- de (le cja ,all,faf0 ac nao prescinde em pai-
ove taoa; nao intua tMen que ,0brjain meios cflicaics de iccis,
osoldaOo do Brasil era onue llo lla aisl;inc|a,, em que a popularan
posto de honra que lhes impunlia o Imperioso um cnle la degradado que eslava a par do C5ta rfllnui. COi0 o nao ser para' o'Brasil,
dever de salvar o F.slado as chucas circums- "-''aro, sujeito aoi acoutei por vllania de ondc a popu|acj0 vive derramada par iiiimcn-
o, euao porque isso foise urna neces- cen,a0 ae lerrilorio, onde os inelos Je
indir
inicias que assujnalaram; seguramente muilo
.rradoaforain riles para pralicar o que pra- J ^ ludeclinarcl do trrico, desse servico Coinmunica{aosaotaodillicelsquenao he cato
ticaram. { Apo.adru). Pola Srs. pod-ese por "Borousso da milicia, que iuipe a obrlgacao novo C011l0* lodo 0 IllUndu ,;c que inulta
tos julgavciscapazcs d
110 do paiz
.. servi-las como'gover- 'lue resultarla de ul imiov icao !! ( potados:
,4>u nao! se linheis, raro dc mais, *.)
te ai circumstancias rr un dillleeis, porque Portanto, a emenda do nobre deputado era
eram ai proprlai par l'.izer vlr luz casa Uln rerdadeiro presente dos Cregos, era urna
rosta capacidade (oii(.i(i(ioi)porquanfo foi sem- machina infernal que em sua expluso poda
prc em taes circunstancias que otjhoincns de converter em causa de ruina a salvaguarda
mrito appareccram, he nai dimculdidcs que do estado I Por outro lado tra/.ia a tal emen-
te aguca o espirito c surge o mrito: grande diriha o cnsejo muilo atado, ciu o caso dc ser
calamidade do terremoto fez logo coohcccr o rejeilada, de se especular coro os i.ilos da
dedo do-celebrado Pombal ou nao llnlleil guarda nacional, laucauda-ae sobre o governo
conflanca nat insliluicOcs por as julgardas in- todo o odioso, campo cale que tem sido aolTri-
capazes c Improliua, c cnlo ntio he siuce- vcluienle esplorado pelos lollicularios do par-
ro o vosso respeito e devoco coustiiuico 'do do nobre deputado. ( At>'indos.)
seque tanto fallis; ou linalmente, vos jul- Mas, Si. presidente, he eteusado continuar
gals nao tendo'capacidade sufliciente para di- Cl" oulras conaideracoea, porque me parece
rigir os dealiuos do Kslado como governantes, que est fura de queslo que o proposito dos
ou porque vos fallecain as forcas precisas, ou nobres deputados he nicamente o de fazer
porque tendes a consclencia de que pelo vosso opposicao cm tudo c pul ludo, he o de fazer
procedlrncmo, pelas doutrinas queapregoais, guerra dc exterminio, de inorte ao actual 1111-
peloi rossos cornpromissos, sois incapazes dc nisterio (apatadoi) ; lito he urna these que
servir o paiz como governo :! Km lodo caso esta levada lu da evidencia, c que nao deve
Sr. presidente, a consequencia lgica a tirar mesmo icr mais ditcuiida.
n7,?r,If.?,.W'.-P"lsrl.,H,Ue "ao',a= i""- Pasaarei agora a fazer curtas observaeea
22SEJ5 ? E."ad. ""'.'Ijoslca-o do, r|,0rM au*Iia emenda que llve a honra de
a d Uefa"'de sSwnYSSfVZ" '?"? 'ipa" orphioa. Sr. presidente, o nobre
ardua Urefa de salvar o paiz (^po.tro,) ,ii,iro da justlca ponderou a necealdade
OSr. AnlSo: He extermina-loa todos, est que havia dc nabl'itar-se o governo com tnelos
decididla queslo. de poder conseguir para os lugares importan-
deixou dc cumprtro compromisso que obtive-
ra, he evidente que eslava nos termos de ser
declarado fallido, urna vez, que esta fallencia
anda nao liuha aido julgada pelos tribunac,
que nao eslava proscripta, c que naconformi-
dade do cdigo te teguiram as leis anlerlore
quanlo ao nireito, e linentc as vigentes quin-
to ao processo, como determina o artigo 7s2 do
regulamento citado pelo Sr, Rebouca.
As retposias aos tullios quesilos: sao devl-
das ao leor da proposla ; nos autos est pro-
vado que eu sou o legitimo credor das lettras,
a cuja ordem smenle foram passada, e que
nao procede a inculcada falta dc citaco.
Nao be possivcl cutrar em urna minucloia
analvse das provas do processo, e apenas me
limito a estas consideraces para restabelecer
a verdade dos factos, e fornecer dados, que
|.o.- mi habilitar as pessoas iinparclaes para
tonn nem umjuio seguro acerca delta ques-
lo, anu deque nao srjam induzidas cm erro
pois, de que lie esta urna necessidade urgci- pelaausencia de precisos csclarecimenlos.
lissima, c que, sem a rcali,..cao dola, nio Nao foi proposito meu fazer analyse juridi-
poder h t ver verdadeira adminislraco da jus- ca ''":- pareceres, ( nem para Isto me julgo ap-
lica uo civil, eu espero que o nobre ministro I e ) inat smentc expr os motivos que 01
a lome na devida cousideraco, e que ella i originaran!, nem perlendo reaponder i invec-
Ihe mereca a mesma allcnco que lhe mere- 'tiras coinqueo Sr. Seixas tem procurado ag-
ceu um melhor regulameuto para o systema gredlr o julz e aparte, que pela nica rasao
hypotbccario, deque fez uienco em seu rr- de pugnar pelo seu direito reputa teu inhnig-i
latorio. figadale runcoroso. e da metma maneira propa-
A hora etl muito adiantada, por isso aqal la os magistrados ./jue nao favorecem as suas
acabo o meu discurso, agradecendo aos ae- pertenedes, ou nao pensatu dc um modo con-
nhores que esttio presentes a bondade que ti- sentanco aos seus interesses:o publico apre-
\ei.un em me,altcnder.
A discusio i'ica adiada pela hora.
Levanla-se a sesso a 3 horas e incia.
prisflocumpra no malscdPbu Regiment, pa-
guro mesmo Reo as cu* as. Sallado juryi
quinze de julho de mi,, oilo ceios cin-
coenlae um. Jtanoel lose da Silva Neca
Cotumunicados.
tissiiuoi de juis municipal e de orphos pei-
soas habilitadas devidamenlc, e cuto pondt
rara elle que os ordenados que at aqu te
mf;w.s-7..%on.rr^,,;.tir,:4^doe: -tmU"d( wg*?^
M c. ____,. ii" luuiaue. raTa e|ie nue os ordenados que ale aqu tem
..ni?;./,. 5, i "' cumPre,"""bem peaar tido estes lugares nao lio luflicieotei, nao
I o.P..!,h. .f,^. P?r"ta s^und0 as "'" va- chegam para o simplesmeute neccitarlo, que
T,;Km, ,1. ''? e""luc" '"""" os er pols urgcnle que o governo fosse autorisa-
a, ^^,,.l,iPfn f"e. CT 8Uerra ''uc a despender m'a.s 1lgu.n1 cou.a com o me-
itmirSn 1,1,^"''!,p"eolura heco.n casa de- Iboramento da po.ifao detles c.nprcgados,
. tr?r cg.,.^luS'"'m*- dc 1ae. F' l0- P'incipalmenle oestes lugsres centric^de
SJKI.." C.?euC.0,"I.re'" e v "- P" un. lado ao maia ne
VLT den ,,.: 1 "" ",c""' c os no- tamben, as circumsunciaa proprias desses
mrr. nrolem .. lda na? aPr"enl""n', ^clos luga,e, nao concorre.., par que elles grao-
2o,ernor "i, f qUC "'" foito B4ln. '" ordenados, emolumentoi
governo. Pols, porvenlura, sera este ou aquel- amortantes
le caso singular de um individuo recrutado
ciara as expresses do Sr. Seixas, e far juslica
aquem a merece, para o queett mill'n'icnte-
niente Habilitado ; entrar na devida conside-
raco deslat invectiva! teria apartar-mc da
senda, que me propuz, e aceitar uina lula, que
procuro evitar para que ella nao abtorva a
queslo de direito, r nao desnature o Hu dc ml-
nhas ligeiratobservacd-a.
.... ... i Z t'ara Dcm avaliar-ac desle negocio he pre-
rendo visto a publlcacao que es oSr. Nu- clso examinar as provas dos autos, e os fun-
no Maria de Seixas das respostas de Iresadvo- damenlos, com queserequereu, e decretou a
gados do RJo de Janeiro, para corroborar a fallencia, como judlclosa, e conscienciosamcn-
prova das Injusticas, e vexames, que elle dii ie declarou o Sr. Caetano Alberto Soares, e
ter sollrido coin a declaraco de sua fallencia 50 acreditar nat patarras do Sr. Seixas, nue
por sentenca do Dr. julz municipal da segn- procura desfigurar a verdade, e embabir o pu-
da vara, cumprc-me lazer olgumas observa- blico con, at quelut, que faz por nao poder
cees acerca desias respostas, e dos termos em continuar nai cliicanas com que tem de.uora-
que foi concebida a propostt a que .ellas fo- do, c pretenda elernisar as eaecuces, que
rain dadas, para desvanecer o engao, que contra elle moro. Tenho f nos tribunaet do
multo bem pode dar-se cm quem nao estiver pala, e eapero que a juslica iruinphc.
ellucidado nos motivos, que dera.n lugar dc-
lerniluaco da mencionada fallencia, c nao li- Jos JcronfUio Montciro.
ver conhecimento do que se allega, e acha ___________(__
provado nos autos.
A proposta expoz a queslo a bello prazer do Como membro, que fui do conselho dos
Sr.Nuno, que Incessanteinentc donome de jurados, que tere de julgar a Manoel Fran-
tX^uZT&MftrM^ r* W Por crme' d"e
depoiidetcrcmpregado todos os recursos da fr,a)cut"' uev0 f-eclarar ao communica-
chlcana por eapaco dc 7 annoi, com o funde dor, que apparece na Imprensa da22|do cor-
demorar o pagamento da divida, que elle pro- ren'9 traclando' daquelle julgamento, a-
prlo confenuu, tem o arrojo de te apresentar clur-se mil informado, quando afllrma,
aute o publicodiendo-sc victima dc una per. que o Dador juiz de Direito Presidente do
decisSo do
em grao
dotermina-
aneiro do
Tin al io le Apollo.
Hoje lera lugar o espectculo annunciado
em beneficio da senbora Maria Leopoldina ;
e postoque em semelhaotes occasies seja
coatume escreverem-se artigoa pompo8ose
endeozarem-se mediocridades para obter-ae
um triumpho pecuniario cusa da vordade
e do bom gosto, nSo adiamos neste uso ge-
ral desculpa fundada para o escriplor ai-
lar a sua penna a exigencias mercantis, e
nao escrereramos urna liaba se quer para
convidar os nossos amigos oata solemni-
dade dramtica, se us diversos papis que
a senbora Maria Leopuldina lia representa-
do al hoje, se nSo lornasse credora da nos-
sa sincera admira^ao.
Temos pois de rerihoje as patheticas ace-
as de Maria Tudor mullier que na Lucre-
cia liorgia, Calharina Hotoard, nos Dous Re-
negados, nos ha proporcionado aa maia gra-
tas e pungentes emocOes, a actriz, sublime,
orgulho dos nossoa artistas, cujo esplendido
tlenlo brillu sem rivil no palco brasileiro,
cono echo sonoro ds roz do genio.
A cofessao do mrito real au be um l'a-
ror, he utu dever de juslica ; e se he fcil a
qualquer artista conseguir urna reputacSo
ephemeri, sibamos ia'm*em que a senbora
Maria Leopoldina no precisa desemelnn-
te favor; clla possue verdadeira gloria : o
seu nome repetido de bocea em bocea. A se-
nbora Maria Leopoldina be a aureola viva
do genio americano, e na noute de hoje se-
ra elle glorificado em sua pessoa.
Nada diromos acerca do drama oscolhido,
cujas peripecias sao bem conhecidas ; mas
leinos a certeza que Maria, dama e rainba
de Inglaterra, filha orgulhus.a de llenrique
VIII e senhofa dos quitro mares, Maria, al-
goz dos protestantes e cega amante de Fa-
biano Fabiani d3o encontrar na senbora
Maria Leopoldina iuterprole menos fiel que
aloma e constante Izaba), a voluptuosa e
cruel fifha de Rodorico Borgia e a ambiciosa
amante de EthclwooJ.
* ? ? *
COMMERCIO.
Rene/icio da actriz Maria Leopoldina Ribeiro
Sanches.
Depols dos porfessoros da orchesta have-
rem etcutado urna ouvertura da escolha
da beneficiada, subir pela primeira vez *
sceni, o pomposo, e bellissimo drama om 3
actoa e. um quadro r i -
Mara Tudor.
Finaliiar o espectculo com o jocoso
duetto
l ni i I i cao tle miisica,
ou
Bravo, meu bem, esta de tremer.
Cantado pela beneficiada, e o Sr. Cuima-
rSes cm carcter caricato. .
L'este o eapectaculo'que a beneficiada of-
ferece ao Ilustrado e benvolo publico
d'esia cidade, de quem espera Indulgencia,
e prolcccao.
O restante dos bilhates de camarotes, pla-
tea e gallera acliam-se i desposicSo do
respoitavel publico no esriptorio do the-
atro
Principiar as 8horas.
srguir.in atroz, e dccl.iin n contra os magistral Jury, em conformando-se coitl
prc^quenlSta^,^ aP'a- '. -' 30:000^00 .rnenle
iranhesa deu.n desvio da regrlsemnr e- e 0Pr"Pa e modo que parece nao correa
galda. f AtMiaoV.) Ser tambem o ficto d, ponder (,ue rla,Da" 5"brc ministro
emoeJo de um Juiz de dlelio pra ulr '"JESTS nKec0,"dad" .,f" f : he
comarca, e que a,|Ui foi apre.enudo por m ",eod' da nobre c<"nml"5-/ >
nobre depulado como una verdadeira nene- i),: mane'ri 'I"c a nobre commissao iue pa-
goleao em sua pessoa pralicada pelo nobre rece que nena tua emenda eilabelece a regra
ministro, que autorisra taes declainaccs ? I de que lodos os Julzes munlclpaes flquem d'a-
O facto do nobre ministro turnear mu juiz 1ul cm dlante com o renclmeoto dc It'JOO/OOU
' direito |iara substituir outro que fura no- lncl
formular suas respostaa, segundo o vago teor ,8*2 Por nSo baver Conselho declarada,
da proposta, nao heaitou em oceultar os pon- 1"s fossem is Circunstanciis attenOantMf
los csienclaei da queilo, e que ten, duvida que alTirmoi
iiulu/iiiain a outra concluso aislan, por por quinto <
exemplo, oceultou qui.uao havia cumprido o cunatancias,
coinpromitio, o qual expirou pelo lapso do rneraclo doa
lempo, e pela falla dc cumplimento datcoudi- -m .,., |i,
cdeincllc etlipuladas, e que procurando aio- .!,..!
dr
inclutive ot einoliii.ii-mui.
usado chefe de polica, tambem conatltue i>ra, lato deicorda do que requer o Sr. mi-
rite escndalo que deuunciou oulro nobre nittro o nobre ministro pedia, com a aabe-
uepntado asseverando que o inlalstro pratl- doria que he filha da experieoola que tem ti-
lo asilin siTcuiu o im dc acoinu.odar um do na adniiiustrafo, que era conveniente
amigo ? Eu netta accuiaco vejo mais al- proporcionar os ordenados s circniiistaiic.it
juma coma do que u.m censura das que dos difireme! lugares, e Isto sem duvida he
Harnaseme fsteu, aqu. vejo mesmo o rjue mullo conrcin. Sr. prcaidcnle, deade
aiguiDi coaai que pirece revenar odio llgadal, o lempo amigo eu que seguramente da par-
ios cstenclaei da queilo, e que ten, duvida que affirmou cxiatir.em favor do mesmo;
uiiii'i i nuil a outra concluso; atsi.n, por por quanto o conselho especificara taes cir-
exemplo, oceultou qua.oo havia cumprido o cunstaociaa, e isso nao S inlicindoa nu-
jj. do art. 18 do Codg. crimin.
pulida, e que procurando aio- ,' -f|8|UV" ,1nc,,0,dM' Com0 ,lh
da obter oulrodesisti dea.a eslranl.a perico- '"n'crevendo-lhes O texto ; e para prova
cao : que est tendo accionado pelos credores, desta verdade, e convencer ao communica-
que amgnaram o mesmo compromisso,-e que dor do quanlo fui i ni un la.la, c mal pe n-ada
vindo com uinaexcepcao em que allegava a sua aecuzaelo feita ao conselho, como ao
existencia do mesmo compromisso, fui esta ex- digno Presidente do Jury, abaixo vio trans-
cepcio dctprezidi por lenteofa, que pissou ctiptis as decizOes de amboj, cumprlndo-
em julgado; te ponderaste esle pomol da m9 observir, que, qu todo vesdideiro fosse
.pCSr^ of-cto de have? o conselho omittido. espe-
oo procuratsc embahlr a ilnceridade danuel-clfic>50 d" circunstanciali por elle acha-
lea a quem cooaultara, ae confeita-ie que a d"> nem Por ,M0 POder-se-hu dizer, como
fallencia lora regulada na retpecliva petlfo fe-lo o communicador, qun o Presidente do
pelas lela anteriores quauto ao direito, e s- jury lioha julgado contra expresai determi-
ALKAMILGA.
Rendimentododiaai.....23:5(1,861
Dtscarregam hoje 26 de julho.
Barca franceza Julz mercadoriis.
Barca austraca l'ertagno -- farinha.
Brigue portuguez Pensautento merca-
dorias.
Hrigue americano ffrtniy-iWn idom e
bolachinha.
Brigue brasileiro dnir/io-generos do paiz.
Iliate brasileiro Ugeiro\Aeta.
CONSULADO GEliAL.
Itendimento do dia 1 a 23 .28:388,65*
dem do da 21.........1:621,998
Thealro de San-Francisco,
boje 26 e a ni a ii ha 2?.
COSMOHAMA,
Viagcm por lodo o mundo em poucas horas.
Primeira, aegunda, terceira, e qliarlas vis-
tas. O panorama da formosa etdoria rio
ro de Janeiro.
Ouinta A bella cidade de Tunls na Tur-
qua.
Sexta A cidade de Dresde na Alemanha,
mostrando su*' grande e magniOca ponte
sobre o ro Elbe.
Stima A praca real di BruxeWcu capital
da Blgica.
Oit.iva O passeio publico de S. Magdalena
em Pars.
Nona O lago de lso\a Bella na Italia.
Dcima O interior das Piramidal do Egyp-
lo.
11, O interior do 'roimal da Inquiticdo na
Raptaba.
Eismais um divertimento para o publico
d'esta Ilustrada cidade, que sem perda de
lempo, podera em poucas horas percorrer
esta grande pintora da trra. Araento na
zona tropical, ella he verdee frtil nos cli-
mas temperados. Os montes representados
snni exigeracSo ; oa gelos eternostlos pon-
tos calminante daa regiOes circumpolares
piltorescamente exprimidos, forroSo um
todo harmonioao no espigo do qual cada
ceisa alca collocida no seu lugar.
Entrada das seis al as deis horas da
noite preco : 500 rs. por cada pessoa.
Avisos martimos.
a*
30:015,652
DIVEUSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 23 3:023,285
dem do dia 21........ 9,483
Psra o. Rio de Janeiro segoe viagem
combrevidade o brigue brasileiro Animo,
capilSo Domingos Antonio de Azeredo':
quem no mesmo quizer carregar, ir de pas-
sagem ou embarcar escravos, pode enten-
der-se com o capitflo ou com Lua Jos de
S Araujo, na ra da Cruz n. 33.
Para Bahia segu em poucos diaa por
ler a miior parte da carga prompta, o blate
nacional Ligeiro; para o resto da carga, pa.<-
sageiroa trata-sc na ra do Vigirio n. 5.
Para o Rjo de Janeiro segu em poucos
dias o patacho Yalente, para carga, passi-
goiros e escravos afrete : trata-se com o ca-
pilSo na prarja, ou com os consignatarios,
Novaes & Companbia.
2.032,770
i:\|ii)iiii(.io.
Liverpool porMacei, galera iogleza Lin-
da, de 554 lonelladas, coaduzio oseguiote:
-1,703 saccoa com 8,515 arrobas de assucar
dem, barca ingleza CrusaSer, de 425 lo-
nelladas, conduzo o seguinlo: 1,129 sac-
eos com 5,600 arrobis do aasucar, 1,679 aac-
cas com 8,886 arroba* e 22 librea dealgo-
(?
Leil
ao.
A. S. Gorbett, transiere o sen
leilSo por inlervenr,5o do corretor
Miguel Garneiro, para o dia 3o do
crranle, as to horas da manhaa,
de toda a sua mobilia, na caaa de
sua residencia na rta do Hospicio
junto ao quartel.
mi mi


.
Avisos diversos.
.. 0 abaixo asignado faz sciente ao pu-
lilico que comprou t loja m couros e calca-
dos ii. SO, na ro Direita, ab8r.Joaqul.ai
Jos de Oliveira Jnior no dia l dajulho,
o nao' se rcsponsabilisa por qualquer divida
que apparega "di data da compra, fisto ter
pigy a dinheiro vista : e para nto haver
duvda faz o presente.
Simplicio a Silva Barbota.
- O Sr. Joaqun) i ai Bantos Azevedp,
sgro do Sr. Viegas morador no sitio do
llozarinho quelra ir quanto antes pagar os
171000 rs. qne deva na olaria dos Coelhos,
om quaQto nao o iizer, lera de ver seu nome
nesta folba.
--0r. Franoisco Jos de Azcvedo, que
Irabalba na fundigSo de S. Amaro, queira
ir pagar 37/000 rs. que deve na olaria des
Coelboa.
O Sr. J. C. dos S. guarda da aKan-
dega queira ir cagar 8/000 rs. que deve na
olaria dos Coelbos amuito tempo.
O Sr, ex ajudante do corpo de polica
J. H. V. faca o Tavor apparcer na Olario
dos Coelhos.
OiTerece-se urna mulher de meia idade
para administrar qualquer casa a quil en-
londe de cosiohar, macas, doces e quem a
pretender dlrija-se a ra da guia loja de
marcineiro n. 44.
-- Da-se qualquer quantia al 500/000
a uros de 3 por canto ao mez sobre p-
- nhores de ouro, ou prala ou qualquer ob-
jrcto de valor a roa do Cabuga loja de
miudesas n. 1. se dir quem d.
OITerece-se urna anima do excelente con-
duta, sugeilando-se a todo o servigo de
portas adentro, praferindo casa de homem
solleiro quem a pretander diriji-se a ra
da Rangel casa terrea n. 3*. ou anuncie
oara ser procurado.
O abaixo aasignado fez siente ao Srs.
colectores de imposto! de casa aberta, que
desde o 1.' de jullio de 1851 xou o seu ar-
mazem de sal sito na ra Imperial n. 32,
para livrar-se de duvidas Taz o presente an-
nuncio. .
Franctico Xavier dat Cliagai Sicuptra.
Preciza-se soltar 3 bois mancos e 3
quartaus em algum cercado de bom pasto,
quem o Uvero quizer reeeber estes miniaos
para refaser pagando-se o que se ajuslar
pode derigir-se ra larga do Rozarlo n. 18
perto do quarlel de polica que achaj coni
quom tratar.
Emgoma-se toda a quali Jado de roupa
com perfeiglo e por comod> prego ; na ra
Direita n. 78.
Preciza-se de urna mulher branca, pre-
ferindo-se eatrangelra, para ama de casa de
homem solteiro, a que seja idosa, na ra
da Sanzalta velha'o. 109.,
-- Preciza-sa de urna ana de leite na ra
nova n. 19.
A bem dos desamparados.
Avisn-sej aoSr. capitSo commanda nto JoSo
Hu da Silva Coitinho e Araojo Pereira, cu-
ja pateute llie foi dada peloa Preais do. Mo-
-- Aluga-se a cochaira da ra do Tambi,
que Rea no fundo do sobrado n. 13 da ra
doAragBocom boas commodidades, a por
barato prego i a tratar, no mesmo sobrado,
primeiro andar.
3
coz, que tem atulhado de folios sem e frito ^~-i----"*-aWlIflaiaJlT'aWai^'
os carinos do foro de Goianna para cobrar -
urna divida do casal do Onado Jos Corris
de Amorim, cuja divida nSo tem forga de
letra, ej monta de 300,000 rs. a um cont
e tanto;' que assim como soube a ando eita-
vam os escravos Josefa e Rita, melhor sabe-
r aonde est pa herdeiros do casal. Que se
deixe de engaar a quem conhece oSr. ca-
pltSo, quo foi fazer embargos na comarca de
Nazareth, sem deprecado.iiludindo os ofilcl-
aes ser de comarca de Coianna para all ir fa-
zer o deposito,tirando do poder dos seUSSO-
brinhos legtimos orphSos desamparados os
nicos escravinhos que Ihes servia de arri-
mo; alegando lerem sido apartados para seu
pagamento em um inventario, que a relsgSo
annullou, citando por cartas de editosat
herdeiros dentro da comarca de Goianna. O
Sr. espitfio deve saber, que a divida dos ca-
saos sao justificadas na iactura dos inventa-
rios, este que est por se fazer, nSo se pode
arrematar bens Se o Sr. caplo consegulo
osses favores antes do Sr. Joaquim Raphael
de Helio, j nSo os obter, porem o Sr. Ra-
Ignacio Firmo Xavier, Or.
em medicina, flxou sua residencia, na
ra Nova, casa n 67, primeiro andar,
e ah pode ser procurado para o exer-
cico de sua ProtissSo, a qualquer ho-
ra dodia, ouda noule.
*--* mmmmwmm
Aluga-se urna casa de dous andares
nos bairros de S. Antonio, ou Boa Vista, ou
eolfiodeum andar e sotan, que sejam de-
centes e lenham suflicientes commodos pa-
ra numerosa familia : quem tiver, annuo-
cie, ou dlrija-se a Soledade, sitio dos Qua-
tro Ledes.
Um 111090 brasileiro de boa familia queja
tem alguma prallca 00 coinmcrcio dcaeja ein-
pregar-se cm una caaa exlrangcira ou nacio-
nal no deseinpcuho do armaicn ou da co-
branza; em quanlo a sua conducta pode apre-
entar as melhores rccominendafocs quem de
aeu presumo se qulser ullliiar dirija-ae em
carta fechada aob letra M. a esta lypographla,
Aluga-se um sobrado de 3 andares as
ras seguinles : ra Direita, ra do Livra-
pbael conhecermais as causas de demandas mento.'pateo do mesmo, ra do Queimado,
de Goianna do qlie o annunciante ao Sr. ruido Crespo : quem liver e quizer alugir
.uciidoj O Cuilodio,
9 Piuilo' GalRiioilx, dentista
fi-nnecz, olTcrece seu prestl-
mo ao publico para todos os
f mlsteres de sua prodssao :
pode ser procurado a qiial-
qner hora em sua casa, na
ra larga do Rozarlo, n. 36,
9 segundo andar.
m
9
dinja-se a ra da Praia n. 55.
lio ni negocio para se ganliar.
NSo convindoao abaixo assignado contis
nuar com fabrica de cordoana, pelos seu-
afazeres, o obrigaedes a que esta encarrega-
do, tem resolvidq vonder todos os utencilios
da mesma fabrioa, fornecendo ao compra-
dor, a arle com todos os esclarecimentos
precisos para qualquer pessoa poder dirig-
la, nfloso no fabrico do carro, como tam-
bemjno I i n to, couro, e outras qualidades de
. cordagens ; tambeui vende bum terreno de
-- Arrenda-se, ou vende-se urna casa de lerra9 propr,se enchuto com capacidade, a
podra e cal, sHa no Honteiro. com terreno cxiens50 precjsa para se montar a fabrica,
para plantar e com arvoredos do frncto, por 0 8b,,xo assignado e prego commodo : trata-se na ra dasTrm- a quem quiser empregarnSo muito capital
cheiras n. 48, primeiro andar. ne8la negocio : -- Adverte-se ao Sr. EstevSo de Albuquer- roontar a dita fabrica no enligo estado em
quo Mello, aprondis de fidalgo, que deve que estove deverlo entender-se com o abaixo
ter multo em coosideragSo, nne ser fidalgo assignado na caza do Sitio Arac emSsntoA-
he urna cousa. e que nao pagar dinheiro a marinho nos diss uleis alh as 8 horas da
quem se deve he oulra, que mande de Coi- manha a nos das de guarda a qualquer hora
aona pagar sua letra .vencida, a que os es- Jodia. '
enndrijos de Cunhau, e Villa Flor, nao he a Hanoel Luis da Veiga.
California para onde se diQiculta a viagem. | ._Nfl w( d|g A VerJei n ,. |ava.se,
- Roga-se so Sr. Hanoel de1 Helio e Al bu- e cn(omma.S8 toa qu8|d,de de roupa. por
querque, filho de outro, morador no Tamoa- commodo do quo em outra
t, cima de Pedras de Fo^o legoa e meia, {,ui)jauer ptrtc
provincia da Parahyba, que-s vivode tram- 1 _n0 da 18 do corrento, ausontou-so da
polines, v ou mande a Goianna, aonde nlo 0,arjl dos Remedios, um preto canoeiro, de
ignora, pagar o que deT.0'dJ5=0"llJ1anr,,nome Joaquim, nac3n Caange, de estatura

^
9 Elementos fie bomopatlila.
Por todo o mez de julho, sahlr a luz a
9 1.a parle d'eata obra compoata pelo pro-
9 fessor bomeopalba Gosset llluiont; di-
^ vidida emires partes. Ella priiiiciracoin-
jr prehende, o discurso preliminar, a 11-
tm. troducc^o, o eiame do doente,a escolba
? do remedio, o emprego dos remedios,
W o rgimen eosconselhos clnicos, com
9 a eiplicafio doa nomea gragos e anato-
S micos empregados em medicina, e a
indlcafao doa inedlcameoloa aproprla-
M dos para cada caso de enfermidade. Us-
as (a obra he ulll, tanto para os mdicos
ir. que se dedicarein. a esperimentar a do-
va medicina, como para todas as pes-
aoas de boa vonlade que ae quierein
convencer por experiencias da verdade
W d'esta doutrina, por ser ella muito clara
C* ealnielllgencla de lodos.
QoioteiiT &. Irmfiu, na ra nova N.63, a-
cabSo de reeeber de seo Corresoondente
lleston & Rensburg, lithographo da casa Im-
perial, ricas estampas de N. S. do Carmo e
Santa Anua, a outras multas differentes es-
tampas proprias para quadros a vista da sua
riqueza assim como os mesmos incumbi-
rem-se de mandar vir no espado de 20 das
toda qualquer encommenda que se Ihes Ii-
zer ; comoibem conlas para lujas carios pa-
ra casamento!, do ultimo gosta, bilhetes pa-
ra visitas rtulos dourados para agua de co-
lonia ditos para licores ditos para graxa a tin-
ta de escrever tarjas para bot cas com o no-
me deseus complenles douos e tudo mais
que Ihes encoinmenJein tendentes a litho-
grapbia, e gravura assegurando-so-lbes que
seos precos >3o muito ratoaveis.
RETRATOS DE LECTROTYPO.
Eslabelecimento de Carlot D. Fredricks &.
r*(e*i. No aterro ia Boa-Viita n. 4.
Tendo chegado os professores Carlos D.
Fredricks &. Weeks dos Estados-Unidos
com deslino ao Rio de Janeiro para onde
seguirSo cm pouco lempo, avisao aos habi-
tantes d'esta cidade que o seu estabeUci-
monto estar aborto deboje em diante das 9 da
ilumina al as 4 da tarda. O respeitavel
publico he convidado a visitar a galera.
tis retratos tirados por este systema sao
muito mais apreciados do que os antigos de
- Daguerreotypo, a a rapidez com que se li-
rio he tal que a peasoa nSo pode deixar de
conservar a esprec,8o natural. Isto lambem
he urna vaottgem para as pessoas que qui-
zerem mandar tirar os retratos de enancas.
lambem se tirSo copias da outroaretraios,
seja de pintura, ou Daguerreotypo. Traba-
lba-ae com a mesma perfeicto nos das nu-
blados, como nos de sol claro. Os das
mais propros para as familias s8o os da se-
mana, para evitara concurrencia dos das
de festa ; a para o mar commodo das sa-
nboras ba urna sala seprada. Os precos s3o
de 6|O00 para cuna.
O abaixo assignado aviza ao respeitavel
publico que ninguem negooei ou faca iran-
saccSo alguma com urnas letras passadas
pelo mesmo abaixo assignado, favor Jos
Goncalo da Silva, sobriohode Uatbias Go-
mes de Souza, ede JoSo Gomes de Souza,
moradores na cidade de Goianna, por que os
supraditqs ainda nSo curnpriro certas
obrigaedes, que se augeilarao para obler
djtas letras. para que nSo baja igooran-
(a a este respeito se faz o presente avizo.
Josa' Carreta d'Olivcira Andrtde
Da-se p3p de vendagem a pretas o mo-
leques com garanta de aeua eohores ni
ra larga do Hozasio padaria o. 48.
Precisa-so de urna ama forra, de bons
costomes para urna casa de pouca familia,
no pateo do Paraso no 1. andar da casa n.
18,quo achar com quem tratar.
JoSo l.ulz dos Santos, lando de acabar
al o Ii ni do crrante mez com o seu esla-
belecimento de coofeitaiia na ra estrella
do Hozario n. 43. por motivo de retirar-ae
para fora da provincia, por isso qualquer
pessoa que pretenda dito eatabelecimento,
dirlja-se mesma casa, que achar com
quem tratar. *
Preciza-se alugar huma casa de dous ou
tres andares sendo nal priocipaea auas, do
Rairro do Rccife,l3o bem se permuta por
urna do dous andares no bairro de S. Anto-
nio :. a quem eonvier annuncie
-- O* abaxos aaaignadoa amigavelmente
detsolverAo a aociedade que linho no ar-
mazem da carne na ra da Praia desde o
Primeiro do torrente e da conta da aocie-
dade nada ae deve. Manuel do Reg Lima.
Pedro Joi da Cosa.
No pateo da Ribeira, loja do sobrado
" 15, engomma-ae ela-se toda a quali-
dade de roupa, por preco mais commodo
do que em oulra qualquer parle.
. .,...,,gas, das quaes ainda tem alg-.. ....-%.-
folio mais do que Hercuno.e sera capa para pe|0 ros'to ini pouca barba ehe quebrado
o futuro passar anda alem do lago estigio dl8 dua9verj|h,s ,evou camjsa e ca|8a de
nos cavallos de Jos Florencio. algodSo do fra e chapeo de palha : roga-
- Avisa-se aos sennores "
O Sr. da olaria dos Coelhos, i"" "ponda ao am
... .1 .:, i r> j c j j 10e bichas do Eslre
ae chama J.G. dos b., guarda da J,,, ma quaidade, ni
annuncianlc, impostor,
r.sirelto, e rtfugadal por-
que chama J.l. dos &., guarda da SUI ma quaiidade, nao metumorphoseao
alfandecra. pelo Diario den- desapercibida, e impunemente, om bichas
|p ,1,. I,nt... n. Ik. ..... I(1b Hamburgo ; que obra muito bem, ocom
les de hontem, para Ihe pagar a juizo em n|0 .tisfazer ao p,dido, quase
quantia de 8,000 rs., queira diri- he fez, porque necessariameote tinha de
eir-se ( spii n-nin M C ,.,_'Mear coro a calva aoaol.eexpoati ao ludi-
girse aseuirmao n, U. Paiare" brio. o desprezo publico; a que finalmente,
cebera mencionada quantia, m- metiendo a mao em sua conscieocia, co-
porlancia de tiiollo ; por isso, que nhecer perfeitamente que a sua nullidade
f .. .J t, r .hede tai ordem, que n3o merece as honras
lendo sido este br. quem o man-'doquealguemse oceupeem preslar-lhaat-
dou dar, e consequentemente o tencao.
._____ i i, Quem annunoioii querer comprar um
responsavel.com elle seentendeoo oiethododeviolSo, dirlja-se esta typogra-
annunciante, e est pago. phia.
- Aluga-se urna negra do 14 annos para Precsa-se alugar urna preta, ainda qoe
servido interno, a um crioulo moco muito na <'Ja moca, porem boa quilandeira ;
bom para todo aervico, ambos mu fiis, na Pga-so 10,000 rs. mensars : quem
ra Direita n. 3, segundo andar. dlrija-so a ra da Assumpc3o n. 16.
-- No da 4 do crreme, desappareceu do Iiccebcram-sc,c Icetn-se os jornaes
engenho matupiruma, um negro dogentio; Lisboa e Porto.
deAngola, de nome Francisco, crfula, o ., .. .*
qu.l he couhecido pelo alcunho do -Fule- # la Senzalla vellia n. 14o.
eslatura e corpo regular, peinas finas, ps D d, d" 8 horas, noite daa 6 s 9.
ecanellas volladas para fra, a quechamam
apallietados, pouco barbado e quaodo anda
ginga como marojo : quem o pegar leve-o
a v u senhor Tbomaz Rodrigues Pereira, la-
vrador do mesmo engenho.
O Sr. 31 a noel de A ze valo do
Nascimento, tenha a bonda.de an-
niniciar sua residencia, para ne-
gocio de seu interesse.
Quem precisar alugar urna prota, que
sabe cnsinhar, lavar e engommar : dirlja-se
arua da Usngueira ( da Boa Vista) casan.
5, que achar com quem tratar.
aj> COKSULTORIO CKNTHAI. HOBoJOPURICO s#
? DE lMiUMVlllO. 9
9 Derjiaopclo Dr. Sabino Olegario Lud- 4
yero Pinho. 9
9 Ra do Trapiche Kovo n. 15. 4
V Todos os das uteis se darao consultas ?
Quom precisar mandar lavar e engomar
roupa dirija-ae atraz da Matriz de S. Antonio
Casa n. 16 primeiro andar.
Compras.
.?
* e remedios de grac aos pobres,desde
*' pela manha, at as duas horas da lar-
9 do. As correspondencias e imforma-
9 v "j s poder3o ser dirigidas verbal-
# monte, ou por escripto, devendo o
*> doente indicar primeiro: o nome, a
? idade, estado, prolissao, e couslitui-
Oto segundo: aa molestias, que tem
k tido, n os remedios tomados; lercei-
9 ro : a poca do apparecimento Ja mo-
<> lostja actual, e descrip^So minuciosa,
dos signaesousymptoiuas quesoffio. _
*******?.*.*?*** j***.*
Alrbnso Jos do M--11 lunra, pela segun-
da vez declara a pessoa que annunciou que-
rer-lhe fallar-lhe, quo o poJe procurar na
ra das Agoas Verdes'n. 100.
Para feilorde um engenho, na provin-
cia das Alagoas, necessita-se de um portu-
ju /, que entenda do sorvifo do campo : os
protendentes encontrarao cum quem tratar,
ra das Agoas Verdes n.
Compra-so urna mesa dejantar j ser-
vida e que tenha gavetas, por mdico pro-
co : na ra larga do Rozario, padaria n. 48.
-- Compra-se urna porr8o de pedra de
cantara, para calcada : na ra do Hondego
n. 147.
Compram-ae escravos com ollicios de
ferreiro, carpinteiro e pedrero, assim como
moiecotes o molecas de 14 a 20 annos e rao-
cambas com habilidades : na ra doColle-
gio n. 25, primeiro an lar.
Compram-se o vendem-se escravos, e
recebem-se de commissao.tanlo paradentro,
como para lora desta provincia, o se allan-
ta dinheiros sobre os de commissao, sem se
levar juros, sendo de bonitas figuras: na ra
das Larangciras n. 14, segundo andar.
Venc
as.
100, segundo
que se portanto a todas es autoridades policiaes andar.
ainda se acham devendo contas na e capjtaes de campo, o favor de o manda- Aluga-se o primeiro andar da casa da
I || i ., rem capturar e entregar na ra larga do Ro- ra do Caes n 5, pertencente a Francisco
loja, que 101 do lalleciuo JOSe I in- Mr0) padaria n.18, que se gratificar com Alvas da Cunha.com muito aceio elimpe-
to d FoDSeca e Silva, na na Ao- generosidade. za, com commodos suflicientes para grande
van 11 nu n nrnqn marrado I Precisa-so para alugar urna preta es- familia, terraca a excellente vista : a tratar
van. ii) que o prono u,arl<,uu j crava, que saiba tratar de crianza, e fazer na ra do Vigario n. II, primeiro andar,
para pagaron sitas contas, est a o servio interno de urna casa do pouca: -- Hoja,26, vai a praca para serarrema-
rnhar nn Am 11 re inlhrt nnr-!fomilia : 1ue,n a livor dirija-se ao porleiro Ujdo, parante o Sr. juiz de paz do segundo
BeaDar no ata di ae jumo por jd.A|fanJega dest, cidade, na mesma re- distnclono pateo do Carmo, as 4 horas da
tanto novamento rogam os Iiquiiparti^So. 1 tarde, urna cama com armario, duas ban-
datarios aos mesmos senhores que' Chegou ha das da Baha um ptimo casdeamarcllo a cinco cadeiras, tudo pe-
mandem saldar suas contas, pa-
ra nao seren executados judicial-
mente.
0;Sr. l'iancl_.o Antonio da Silva, da
ra do llangel, qiB-ra mandar pagar a as-
signatura desle Diario, e em quanto n3o o
fizer ver o seu nome publicado em letra
redonda.
Precisa-se de um portugus que seja peri-
to em plantajes de sillo, para o (aser em
um no lugar do Remedio : quem estiver nesias
circunstancias, dirija-ae a alfaodega desta ci-
dade a seu portelro.
Jos l.uz Pereira, prelendendo acabar
ateo fin do correte anuo, edmasua loja
de ferragem da ra Nova n. 16, olTerece a
qnem a queira comprar, e principia desde
ja a vender qualquer porcao de ferragens ou
miudezas, pelo que Iho custaram ; aprovei-
ta ao occasiBo para rogar a seus devedores,
queiraosalisfazor seus dbitos no prazo de
30 das, para n.1o onslranger a chamar por
folhas publicas aquelles que se esqnecerem
Nvame ule se roga a todas as pessoas
em geral que estBo devendo contas antigs
na venda da ra da Cadeia do Recife n.25,
del ionio do lleco Largo que venham pagar
seus dbitos atofim do corrente mez de
julho, na certeza de que os que n3o lizerem
le.iodo ipr seus minies publicados, a se
proceder nos termos da le.
bolieiro para ser erepregado nesta proven- nhorado a Joaquina Mara da Conceic,3o, lie
ca : quem precisar do seu presumo pode- a ultima praga.
r nnunciar por esta folha para ser pro- --Pelo juizo de orphSose no lugar do eos-
curado, turne, so ha de arrematir um sobrado de
O Sr. Domingos AfTonco do Mello Al- um andar e sot3o, silo na rus de llorlas nu-
buqifsrque queira ter a bondade de annun- Am M, avallado em 2 500,000 rs., a re-
ciar a sua morada ou dirigir-se a ra do querimento do testamenteiro a inventan-
Rosario Larga, n. 38,2. andar, que se Ihe ante dos bens do casal do finado Jos Mau-
deseja fallar. i ricio de Oliveira Uaciel, para pagamento
Precisa-se de um mogo para caixeroj dos credores do mesmo casal, sendo a ulti-
de loja de miudezas, que tenha pratica, na ma prafa em que deve ser arrematado, se-
rua larga do Rosario, 3n 5, loja se dir, guuda feira, 28 do corrente mez de julho.
Roga-su Si a. D. Hara Januaria daa O abaixo assignado, ja cansado com as
Neves Teixeira o favor de mandar pagar a estrategias do Sr. Jos Rodrigues do Olivei-
sua lettra vencida 16 de outubro de 1817 ra Lima, morador na boa Viagem, roga a es-
Ja quantia de 100}) res, e juros que temtoSr., ou de vir pagar a quaoiia do 600 a
Jos ZaobariasCarvalho, doulorem ?
# medicina, mudou sua residencia %
a>; para o aterro da Boa-Vista, casa n. 8,
9 2 andar, onde pode ser procurado, a #
a>', d consullas gratis aos pobres
Consultorio homeopathico, ra do Colle-
. gio n. 25.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas gradil-
las aos pobres, todos os das uteis, desde 9
horas da manhaa, at ao meio da, depois
desea hora visitar em sua casa os doentes,
3ue t.vurom precis8o, a em casos extraor-
inarkisa qualquer hora dodia, ou noute;
recobe doentes para tratar, ou fazer qual-
quer operacao em urna casa para isso des-
tinada, fra da cidade, sendo o preco de
1,000 a 2,000 rs. diarios para os escravos,
conforme aa condifOes que se estipularen),
e 2,500 rs. para hornera livres : as pessoas
que n8o poderem comparecer no consulto-
ro, pdem enviar suaa inlormaces por es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome,
idade, temperamento, constiluic8o, resi-
dencia, e especificando todos osincommo-
dos que soll're a as molestias qye anterior-
mente tem tido.
= Arrenda-se, para qualquer eslabeleci-
mento, a propriedade da ra da Florentina
n. 16 e 18, a qual contera grande fundo eom
porto de embarque pelos fundos, e nesta ty-
pographia se dir cor quem deve tratar.
-- Aluga-se um grande sitio, com muito
boa casa de viveoda, para grande familia,
bastantes arvoiodosdd fructo, grande bai-
xa para capim, na estrada dos Afilelos de-
fronte da igreja ; um sobradinho na estra-
da da Ponle do Uchoa, a margem dorio: a
tratar na ra da Aurora, sobrado n. 26.
Primeiras Jettras.
O abaixo assignado, autorisaJo nos ter-
mos do regulainen/o provincial de 12 de
maio prximo linio, por portara do Exm.
Sr presidente da proviocii de 2 do corren-
lejulho, faz publico que a sua aula de pri-
meiras lellras continua no aterro da Boa
Vista em osobradon. 5, onde recebe smen-
te alumnos externos. As materias do eosi-
no s3o: leitura, escripia, aritbmelica pra-
tica, grammatica da lingoa nacional a dou-
trina, sendo as li(0ea de escripia, arithme-
lioa e grammatica acompanhadaa dos res-
pectivos exercicios, os quaes comprehen-
dem orttiograpbia, applicacau das differoo-
tes operaces de arilbmalica a analyse
grammalical pelos melhores classicos.
Jos Xavier Faustino Hamos.
Precisa-se da urna ama 3o leite: na roa
do Amorim o. 25.
decorrido pois livrar-se-ha de termos mais
irabslhoscoiuo he costume isto uestes oito
das, na ra da Solidade, o. 52.
Aos dej.tes.
J. A. S. Jane, denlisla, tem a honra de a-
vsar ao respeitavol publico, que se acha
lanos mil rs., que he devedor, por dinheiro
de emprestimo, que toinou a mulber do a-
baixo assignado ( quando solteira { abusan-
do de sua ignorancia, ou de apparcer, a
lim de reeeber a citacSo para continuado
da ac(3o competente, queso Ihe ha propos-
to, da qual o Sr. Lima tem-se oceultado, o
residindo na ra nova, primeiro andar, n. abaixo assignado, marca o praso de 8 das,
19 onde estar sempre prompto \ qualquer para o Sr. Lima cumprir urna das duas con-
chamado das 9 horas da manha at as 4 da dicOos, lindo os quaes promotte usar com
tarde ; o annunciante encherta de um lo- j Torga de lodos os meios quo a lei llio facul-
do.s os dentes, que para isso lem um com 1 a fim de tirar das garras do Sr Lima es-
pelo sortimento de dentes artificiaes de se dinheiro, que se considera perdido a vis-
porcelana, sendo esta composic3o incorri- tt do procedimento reprovado, quo oSr. Li-
givel mu delicados a do ultimo gosto, e to-
dos os mais accossorios leudentes a sua
profissao : o annunciante assevera a todas
as pessoas que se quizerem utilisar do seu
prest mo, que n8o exige paga alguma nao
ficando os denles bem postos ; que n3o se
possam (Merengar dos propros denles na-
luracs, a podendo-se masligar com os mes-
mos toda e qualquer comida, sem sentir
a menor dflr. aem ter receio de os quebrar.
Tambem chumba os dentes naluraes Tura-
dos da carie, com ouro ou prata, preveniodo
assim a conliouagSo da carie e dores, e
mesmo evitando por essa forma do passar
a carie dos dentes furados para os outros
sSos : tambom tira pedra ou carie dos den
les em geral, que tanto damnifica e coope-
ra para o mau hlito da bocci, 0S0 sendo
tirado : o annunciante ba 12 annos quo
exerce a sua proDs8o nesta praga, e osse
longo lempo o dove garantir.
Q9 oociooooooooooooo
o
o
o
o
Kua aa crii/.i n. 28. O
Consultorio homaopalhico do facultan Q
vo J. ti. Casanova. Q
Gratis para os pobres. q
Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ^.
sanova, o professor homceopatha J
Gosset Bimont esntinuara com os v
trabalhos do mesmo cousullorio, on- O
O de poder Ser procurado a qualquer O
O hora. 0
O abaixo aasignado faz publico, que
em 7 do corrente mez Ibe foi recolhido em
sua estribara da ra do Apollo n. 23, um
cavado com caugalha, por um homem do
mato, e como nSo tenha apparecido para
tirar dito cavailo, preciso foi o presente an-
nuncio para quem Ihe pertencer, irbusca-lo
pagando aa despezas, isto no prazo de 30
das.oaguim da Cosa Vieira.
Gompanhia d'Accionistas do Thea-
tro de Apollo
A comissSo administrativa convdalos Srs.
ccionistas a reuoireru-se domingo 37 do
correte pelos 10 horas da manhSo nosa-
18o do mesmo tbeatro, conforme a dehbe-
ragao tomada na ultima sesafio d'aasemblea
geral da companhia, para serem revistos e
o aleudados alguns arligos dos estatutos que
a regem.
Precisa-se de alugar um sitio, para se
passar a fasta, ou por anno, ainda que saja
pequeo, a bira do rio Capibaribe, no lugar
da Cipunga, ponte de Uchoa, at o Mon-
teiro, a que seja lugar freaoo, a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 54.
Precisa-se fallar ao Sr. Emilio de Le
ma ueste caso lem desenvolvido, os quaes
vBo ser publicados. -- Sabino os Crrela.
Esta-se em negocio com urna posse de
urna casa em olinda, na ra de M itluas Fer-
reira n. 28: so alguma pessoa se julgar com
direito a mesma posse, annuncio por osla
folha, no praso de 8 das, a contar da data
deste, ou ilirija-se a ra do Mundo Novo nu-
mero 30.
~ O Fiscal da freguezia de S, Frei Pedro
Gongalves do bairro do Racife.javisa ao res-
peitavel publico, que hojo 27 do correte
pelas 3 e meia horas da larde, haveiS arre-
matag.lo de porcos: na praca do Corpo San-
to.
-- Ha dous annos pouco mais ou menos,
appareceu as capoeiras do engenho Norue-
ga, freguezia da Escada, urna egoa casta-
nlia, ion.lo o proprietario do dito engo-
nho espalhado noticia, anda o9o tem appa-
recido dono. Por isso toda a pessoa que
julgar Iba pertencer, dando os signaos, e
torro que combine com os que tem, Ihe sor
entregue, dingindo-se ao proprielario do
engenho o commandante superior Hanoel
Thom de Jozus.
Joaquim de Mondonga, bem conhecido
por ensillar primeiras letras bastante lem-
po,lembra aos paisde familias, que elle au-
torisado pelo presdante da provincia
Exm. Sr. Souza Ramos} por despacho de 12
dojunho, continua a ter aberta a dita esco-
la, na fregiMzia de S. Fr. Pedro Gongalves,
na ra da Senzalla velha n. 32, lembra mais
a osles senhores que sua escola j foi espe-
cionada pelo Rvm. padre mestie Joaquim
Kaphael inspector do circulo Iliterario.
-- OlTereca-se um mogo de boa conduela,
para caixeiro decobranga, tanto para casa
esfrangeira, como para qualquer loja ou ou-
lra qualquer casa de negocio, o qual d fia-
dor a sua conducta : quem precisar dirja-
se ra larga do Rozario, n. 26, loja de
miudezas, que dir-sa-ha quem be.
Bilhetes do Hit) de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo de rs.
Na "ja de miu lozas da praga da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inteiros,
meios, quartos, oilavos e vigsimos da de-
cima sexta lotera a beneficio do theatro da
S. Pedro de Alcntara, que corre no da 26
de julho, a tambem se vende um resto de
bilhetes inteiros do theatro da Nictheroy:
na mesma loja recebe-se bilhetes premiados
da lotera de N. S. do Livramento, em Iroca
dos que tem venda.
Vende-se a taverna da ra da Cruz, de
urna s porla n. 32 : trata-se na mesma.
Vende-se ummolatinho, de idade de
12 annos, na ra Augusta n. 49 : trata-se na
mesma casa das 6 as 9 horas da maoh3a, ou
das 3 da tarde em dipnle.
Veode-se umafarr'oga com caixSo o pi-
pa, para vender agoa, ou outro qualquer ne-
gocio, sem boi : na ruada Alegria'n. 42,
Vende-se cera de carnauba, por prego
commodo, sendo cm porgao grande se fara
todo negocio : na ra di Praia n. 32.
Olheni que temospe-
ehiiicliris,
para os cavalheiros de bom gosto, no Pas-
Sdio Publico, loja n. II, de Firmiano Jos
Rodrigues Fcrreira, vendum-se linios cor-
tos de coletos de fuslSo lino, bordados a se-
da, ao barato preco de 3,200 ra., o corle ;
ditos a morines decores i.uiii. 10 bordados a'
seda, a 2,400 rs., cala um ; pannos finos de
todas as cores, casimiras, setins, sarjas,
chapeos de massa Traocazes, longos de se-
tim, superior e outras muitas fazeudas, por
prego commodo.
Lotera do ftio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na roa do Queimado, loja de ferragens o.
37 A vendem-se os muito afortunados meios
bilhetes, quartos, e vigsimos da 16 Lo-
tera do Tneatro de S. Pedro de Alcntara,
cuja lista deve chegar pelo primeiro vapor
do sul, a lroc9o-se pelos bilhetes premiados
de qualquer outra lolaria'
Sovos cobertores de tapete.
Vcndem-so cobortores de lapete, para es-
cravos, a 800 rs., cada um : na ra do Cres-
po, loja da esquina que vira para a Cadeia.
Vende-so um escravo, proprio para en-
genno, e por prego commodo : na.rua do Li-
vramento n. 38.
Vende-se um preto de bonita figura e
deexcnllente conducta: na ra do Crespo
n. 10.
Ao barato
MadapolSes a 2,200, 3,000, 3,500, 4,000
4,50o, o 5,000 rs., chitas a 6,000, ,500, a
7,000 rs., riscadiohos de linbo muito Anos
a 320 e 360 rs., algodSo trangado com toquo
a 2,210 ; limpo, 1 3,700 ; e outras muitas
fazendas como eaasas de quadros a 2,400 rs.,
cambraiaa com salpico, superiores, a 5,500
rs., grvalas de seda moda do principe
Alberto ltimamente chegadas, a 1,800 cada
urna : ra do Queimado, loja da estrella, n.
7, em frente do beco oto Peixe Frito.
He barato.
Vende-se um lindo cavallinho artificial,
sellado a enfreado, prompto a seguir viagem
iiumedianle. a diminuta quantia de 12,000,
nada mais barato : na ra do Queimado
n. 16.
Vende-se farinha muito lina, emite-
eis, advertindo-se aos freguezes que he de
outra a n8o da primeira : na venda quo foi
do Sr. Nicolao Rodrigues Cunba, no pateo
do Hospital.
Vende-se urna escrava cabra, moga ,
muito sadia a sem defeito, nSo tem grandes
hbil jdades,porm faz bem todo o arranjo de
urna casa, o motivo da venda sinceramente
se dir ao comprador : na Ponto Velha n.
14, das 3 horas da tarde em diante.
-- Vende-se cevadinha em garrafes mu
bem conservada, a 2,000 rs. a arroba; na
ra da Cruz, armazem n. 48,
-- Vende-se um escravo crioulo, d boni-
ta ligora, de idade de 20 annos : ni nM ala
Cadeia do Recife, casa do corector Olivelra.
Aindn 111:1 i- prcliiiiiliii.
Cortes de casimira preta, fina, por 5,000
ra. ; ditos de cores, a 6,400 ra. ; brim brao-
co trancado de linbo, a 1,800 rs., o corta da
caiga; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lis-
Ira-, a 2,000 rs. : na ra do Crespn. 6.
Vendem-se por cmodo prego 8 duziaa de
tahoasde assoalho, de louroja prompUs)6
taboas de custadinho de amarado, 8 dilas
do assualhc reforgado ; 13 ditas regular, 16
ditas de reTugo : 5 pedras de Lisboa, para
soleiras; alguns caixilios j pronplos ; por-
tadas de Lisboa, e outros muitos objecios,
que s com a vista se doderSo Apreciar: a
ver-se na ra do llangel, no terreno junto
a 1.1 1 i.-.i .
Tros lindos moleqaas de 8 a 18 annos
sendo um ptimo oficial de aapateiro, qua-
tro prctos do 25 a 30 annos tendo um oficial
de carpina, a outro oleiro, dois pardos do
20 a 30 annus, sendo um oficial da aapatei-
ro a tambem trabalba de carpina, duas par-
das de'Ki a 20 annos com habilidades, e seis
pretos alguus com habilidades, a outros
propros para todo o servigo: na roa do col-
legio n. 3.
Vendem-ss 6 escravos, sendo om bom
carreiro, e 5 do todo o servigo ; 3 moleques
do idade 12 a 20 annos ; 2 negrotas de idade
16 annos, sendo urna recolhida, engoma,co-
ze, e cozinba o diario, 3 ditas de todo o ser-
vigo :na ra direita, defronte do beco da S.
Pedro n. 3.
Trancas de seda e requi-
(fes para vestidos.
Vandom-se muito bonitas Irangas de seda
e requififes, proprias para enfeitar vestidos,
por pregos muito commodos, dam-se amos-
tras aos compradores: na ra do Queimado,
loja de miudezas junto a de cera n. 33.
Vende-se urna balanga ingleza grande;
quasi nova, com conchas o crranles : na
ra do Vigario o. 25.
Camisas de meia.
Vendem-se (inissimas camisas de meia, a
2,00o rs. ; ditas a 1,280 rs.; ditas decores,
radrOes mullo boniloa, a 1,000 rs. ; na ra
do Queimado, loja de miudezas junto a do
cera n.33.
liicas fitas /avividas.
Vendem-se Gtas lavradas de difierentes
larguras o gostos o mais fino que pode ha-
ver em fitas : na ra do Queimado, loja do
miudazas junto a de cera n. 33.
Vendem-se 2 negras, sondo urna ori-
oula de 15 a 16 annos, pouco mais ou mo-
nos, a oulra da Cosa, com urna cria de 10
mezes : na ra do Rangel n. 46, segundo
andar.
Ricos toucadores.
Vendem-se lindos toucadores de Jacaran-
da, com columnas e muito bom eapelho,
pelo diminuto prego de 2,500 rs. : na ra do
Queimado, loja de miudezas junto de ce-
ra n. 33.
Carapucas de seda, preta.
Vendem-se'carapugas de seda preta, fa-
zenda muito superior esem defeito algum,
pelo diminuto prego de 500 rs., vende-so
por este prego por baver grande porgSo a
ter-se comprado muito baratov na ra do
Queimado, loja do miudezas junto a de ce-
ra n. 33.
Alte licu.
Desorientado o author do annuncio --
s3o de Hamburgo- que appareceu no Diario
de 23 do corrente, com o peJido, que se Ihe
fez e que se publcou no mesmo Diario sob
o titulo-- Bichas de Hamburgo porque
em verdade llnha o tal pedido da desmasca
rara impostura, e pateotearao publico, que
o impostor annunciante pretenda Iludir
os incautos impingindo-lbes biebas do Es-
trello por bichas de Hamburgo; desorienta-
do, digo, a sobra manaira enfurecido, por
ver, que seu plano bavia de ser burlado, ati-
rou se novamento ao prelo, a sahio-sa com
o seu annuocio no Diario de hontem sob a
opigraphe. vejas em que descarada-
mosAmaral: na livraria da praga da Inda-1 menta diz que conbece muito de perto
pendencia n. 6 e 8. "aquello etc. etc... Forga be pois,
9 A 10,000 rs. O
q [1 Os mais mudarnos ede superior
C, /"tqualidada, tiapeos de castor
X brauco, chegados ultima ment de Pa- ?
*J rz, conforma! ca ltimos figurinos, O
j* acham-se a venda, na loja do chapeos O
9 de seis portas na praga da Inda- O
O pendencia. Q
Lotera do l\io de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na ra larga do Horario, loja de miude-
zas n. 44, junto a botica, vende-se um
resto de bilhetes, meios e quartos, da deci-
ma quarta lotera de Nictberoy. pelos pre-
gos abaixo mencionados, cuja lista ebega
infallivelmeote ale o dia 28, e se trocam por
bilbetes promiados de qualquer lotera.
Pregos, pngos seni descont.
Bilhetes 22,000
Heios 11,000
Quartos 5,600
Vendem-se na livraria da ra do Cres-
po n. lt as seguintes obras: oexcellente
altas geographico de Andnveau-Coujou, em
grande formato.dto de Balbi a dilo deGaul-
liar, guia do viajante nos Estados Unidos,
com um mappa. Planta da cidade de Nova
Yoik.dicionaro de geographia por Penchet,
5 volumos em quarlo, historia do consulado
edo imperio, por Thiers, com estampas,
novas oragdes de Cicero, guia da conversa-
g3o em portuguez a franoez,por Hamonire,
Luiza a Julia, romaneo histrico, em cartas,
manual do cosinheiro, em portuguez, fon-
tes prximas do cdigo oommercial, pelo
bacharel Caspar Pereira da Silva, panora-
ma, I volme encadernado, 3,000 rs., re-
cregOes do homem sensivel, por Arman.1,
traduzidas por Antonio de Muraos 5 volumea
novos, 5,000; Virgilios novos 4,000 rs., di-
tos a 3,000 rs., selectas encadernadas a 640
rs., eloquoncia nacional, por Lopes Gama,
a 4,000 a a 3,000 rs., compendios de geogra-
phia, por Vellez, novos, a 1,600, ditos em
broebura a 1,440, o outras mnilas obras por
prego commodo.
Ra da Prut do Recife, n, 14, loja.
Ha para vonler calgado de toda a quali-
dade fdito no paiz, para homom, souuora e
meninos, assim como superior bezerro
francez, marroquim de todas aa cores, ca-
murca branca, couros proparados, (velas e
franjas para gapatos, o os mais aviamentos
portencentes a gapateiro, ludo por pregos
mTir/r03/ TU d""!e'r VSU : .M mM- Nov* > '3> vended, pelo diminuto pre^o"
ma lojafaz-sa obras de encommenda, o re-de 6,000 rs,, o quintil de ferro inalez.
cabe-se olUciiss e ipreudizes. .sonido. '1
Presuntos.
Vonde-se os mais superiores presuntos
americanos que tem vindo a este mercado,
por prego commodo : no caes da alfandega,
armazem da esquina coofroptea arvore.
-- Vende-se urna porgan de cera de car-
nauba, balgamo e resina deangico por prego
commodo : na ra do Livramento o. 16.
A 8 e a 20,000 rs.
No deposito de caldeiraria
De Andrade e Leal, na ra Nova n. 33, rece-
beu-se ullimamnle um completo sortimen-
to de folha de 11 mures de primeira qualida-
de, e vende-se a cana pelo muito mdico
urego de 20,000 rs., assim mais csixas coa
vidros de todas os dismensaos a 8,000 rs, a
ixa.
Attencao
Na loja nova da estrella, ra do Queimado
em frente ao boco do Peixa Frito n. 7, vtn-
de-se mandapolSo com quatro palmos de
largura a 3,200 rs., franquilim preto pelo
diminuto prego de 400 rs. o corado, chitas
(xasa 160, 180, 8 200r8. oeovado, duraque
azul escuro, a claro, a 720, princoza preta
lina a 800 a 1,000 rs., chapeos da aol de seda
furta-eores a 6,500, cortes de casimira da
cores a 5,500, e 6,000,ditos de meia casemi-
ra a 1 000, 2,000, e 3,000, e outras muitas
razendas muiio em conta.
A elles.
Na ra do Queimado n. 16, estSo venda
dous lindos cordeirinhos artificiaes pelo m-
dico progo da 5, a 7,000 : a elles totas quo
TujSo. ^
No armazem da ra da
Cruz n. 24.
Vende-se a dinheiro, gapatinhos para me-
ninas, em porgao a 600 rs.; sapitdes da
oouro de lustro, om porgao a 2,500 e 2,000
rs.; penas de Erna ; saccaa com nomina; di-
tas com Tannba de araruta, a 2,500 rs., a ar-
roba ; coiirmbos miudos, a 26,000 e 28,000
rs., o cento ; carnauba do primeira sorto,
em saccas, a 6,000 rs., a arroba;aola mullo
superior; chapeos de palha, a 10,090 rs.,
cantos.
-- Vende-se um boi mani de
carroca : na ra do Pires n. a8.
A 0,000 rs., o quintal.
No deposito de Andrade & Leal, na
ra
Ano



^^
"
L ,
Novo noi-ilmento de fascndM, ua
loja da run do Crespo u. G.
Corle de cassa chila fraccxa,do core* fl-
XI por 2,000,2,400 e 2,800 ri. ; dilo* de
cambraia* desalpicos, a 3,600 rs. ; cortes
de chita de bom goslo, a 1,920 r., com 12
cavados; cassas ele quadras pan bebidos,
com 8 112, l.400 rs., a pega; alparka de
cordao muito fina, a 800 rs., o covado, e
muitas oulras faienda por barato prego.
Chapeos de sol.
Veadem-H pos de ol de panno com as-
teas de balda pelo prf o de If9i0 ra., dilos de
junco a 1/280. Na ineama casa tem um sorti-
uienlo dos mesmoa objcclos, lano para ho-
lliem e senhoras, como para meninos e meni-
nas de escola: na ra do Pasado n. 5.
(jera de carnauba.
O msi superior que lia neste genero, ven-
de** eui porfi e a realho : na ra da Cadeia
do Reclfc, loja n. 50 de Cunba m Ainorim.
Na loja de Jos' .lonqnlm Morel-
ra Couipauliia, un ra Nova
ii. 8.
Vendem-se camlsinhas de cambraia, com
suas golinbas, ludo muito bem bordado, o
do mclbor gnslo possivel, pelo baratissimo
rrcco de 2,000 rs., srimentc, cala urna.
Vellos de itearin.
Gasa de commissSo de escravos.
Vendem-se etcravo* e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se o Acrece muilas garantas
a seus donos : na ra da Cadcia do
Kecifen. 51, primeiro andar.
Vende-se
Arroz de casca,
I-Vello novo,
Cli preto,
Chumbo de municao,
Cimento,
vende-se tudo por pregos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Imorim n. 35.
Chapeos de sol. ^fe
Rus do Passeio.n 5. ^^
Nesla fabrica ha presentemente um rico
sortimenlo desles objectosde todas as co-
rse quulidades, Unto de seda como de
panninho, por precos commodos ; dilos pa-
possivel a 16V rs. cada caiilnha de 25 libras,
naia-se coro A.C- de Abrcu, ua ra da Cadeia
do Heclfeo.4l.
Vendas.
Vcnde-se vinbo Clial la ROM, Cognac, em
caixas.de ama duzia de garrafas, cobre em
fulhas, zinco em ditas, serveja de Bavieria,
ludo barato no arn-.azem de ('. I. Aslley &
i "ii ipanhia, na ra do Trapicho n. 3.
Potassa dn lluxxia.
Vende-se polassa da llussia, recentamen-
te chegada, ede muito superior qualidade ,
ni ra do Trapiche n. 17.
I arinlia fontana.
Vende-se farinha fontana em barricas ,
muito nova ede superior qualidado : a tra-
tar com Manocl da Silva Santos, no arma-
zem do Annes, no caes da Alfandega.
Vendem-ie estas vcllas da nielhor qualidade ra senhora, de bom gosto : estes chapeos
silo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rclroz. Na mesma
casa se acha igual sorlimento de sodas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
magOes servidas : todas estas fazendavne s-
dem-se em porgilo e a retalho : lambem se
concerla qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prego com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Pannos linos de lodus nsqiiu-
litlades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo muito claro, a 4,000 rs. ; dito cor do
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,t0l rs., o outras fazendas o uiais
barato possivel.
Nova iwclilnelia.
Corto de casia chita, a 2,000 rs.; dito de chi-
ta inteiros com \2 cavados, o 1,600, 1,800e
2,000 rs.
Na loja da esquina da ra do C'ospo, que
volta pora a Cadeia, vcnJem-se corles de
OMIM cinta, a 2,000 rs ; dilos de cinta, _b
1,600, l,8O0e 2,000 rs. ; dilos da cambraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
los de salpico, a 3,000 rs.; corles de coletc
de fust.lo do ultimo gosto, a 1,600 rs o ou-
lras muilas fazeudas por preco commoJo.
Ven letn-sc as seguintes se-
nientes:
de abos, ditas de dius ingleas, ditas de r-
banos encarnadas, ditas brancas, dilas de ce-
blas de Sclubal, ditas de lilac* allam;.a,
ditas rcuolliudas, illa*4e ceve irinchada, di-
tas de acnnura aiuarcIMii ditas de chicoria, di-
tas de cocotro de toccira, ditas de salsa, ditas
de lomaren grandes, ditas de rcpolbo, ditas de
espinafre, dilas dr pipinclla, dilas de aipo,
feijilo, carrapato de tres qualidades, ervilbas
lorias c dircilas, rabaoeles encarnados e bran-
cos: na ra da Cruz n. 46, defronlc do Dr,
Cosme. Ni mesma casa vendem-sc queijos IB-
glezes muilo frescaes.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia do Pecifc n.
12, ha multo superior cal de Lisboa em prdra,
assim como polassa chegada ltimamente a
preco inuilo rasoavcis.
Cambraia* de seda, a <,ooo rs ,
o corte.
Na loja >lc Cuimariles & Henriques, ra Co
Crespo n. 5, que volta para o Collegio, ven-
dem-se ricos cortes de oambraiss de seda,
pelo barato preco de 6,000 rs o coi te, esta
fuzenda he do goslos inti-iramenle ooVOS.
99999'99 WKaf'ttttlWt
Altodio para saceos.
| A'endc-se muito bom algodfo para 6
Q saceos de assucar, por preco comino-
* do:em casa de Ricardo Itoyle, na y
4 ra Ha Cadeia n. 37.
$<>}:* 11 J?*:S'!'! #
Vendem-se relogios de ou-
ro cprala, patente inglcz na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Horados superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se vanda rnoorfdas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
para curar da phtysica em lodos os seus
differentcs graos ou motivada por consti-
parlos, tosse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dorde costas e pcitos', palpitado
nocorncSo, coqueluche, hroncliitcs dr
de garganta c todas as molestias dos or-
g3os pulmonares.
De todas as molestias que por heranga fi-
i'am ao corpo humano nenhuma ha que
mais dcstruitiva lenlia sido, ou qu i tenha
zomhado dos esforcos dos homuns mais
eminentes em medicina do que aquella
que he gcralmentc condecida por moles-
tia no bofe. Em varias pocas do sc-
rulo passado, tendo-sc olTerecido ao publi-
co diferentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle lem Jeito ;
porm quasi que em todos os casos a ilusiin
lem sido apenas passageirn c o donntc
torna a recatar em peor estado do que se
aeliava antes de applicar o remedio lilore-
i ommendado outro tanto 11.1o acontece
com es le extraordinario
Xarope t.'e bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nenia cidade provincia, o nomc-ados pelos
Snrs. II. C. Vates c< Companhia agentes
geracs no Hio-de-Juneiro mudaram o de-
posito deslc xarope pura a botica do Snr.
Jos Mara ti. llamos, na ra dos Quartcis,
n. 12, junto ao quartcl de polica, onde
Sempra acharSo o nico, c verdadeiro, a
5,500 rs. agarrafa, c a 3,000 rs. mcias gar-
rafas.
Vend>sc farinha de mandi-
oca, de superior tjualiJade, recen-
lemente chegada de Santa Calba-
rina, a menor preto do que cni
oulra qualquer parte : trata-sc a
bordo do briguj JNovo Lobo
defronlc do caes do fiamos, ou
com Oliaeira I'aiva 6% Companhia,
na ra do Trapiche escriplorio
n 5.
Tara palito:-, a |,O0Ol'a,
Na loja da ra do ijucimado n. 17, ven-
de ni-se casemiras d,i cores mesclaJas, pro-
prias para pal i tul o sobrecasacoi, pelo di-
minuto.pre^o de 1,000 rs cada c ivado, o
alpacas mescladar, a 800 r., o covado.
I.OM E BARATO.
Vendem-se sapalos do meninos, da orc-
inas; coturnos de couro do lustio, para ho-
mc-ii; pelles de cabra; esleira-i de pa.ha de
carnauba regnhres, e de 2 v>r> dncom-
primento, liem fullas ; chapeos do palhl al-
vos, pennas deema, e cora do carnauba : ni
ruada Cadeia do fiocife n 49, primeiro
ntdar. -

Hila do Collegio n. 4.
Novo sertimento H-' chapeos de sol, para
homem e senliora, a sabor : chpeos de
gol de se Ja, ai n.a- Tin de b para cime; ditos ditos para s^nhora, de 4,000
rs. para cuna ; dilos de panno lino, de ar-
mec>> do biloia e.ie ferro, de t,600 a 3,200
rs. ; dilos ditos de armeco de junco, de
1,200 a 1,800 rs., toJos limpos : grande sor-
tmenlo de sedas e pannos, em pe^os para
cobrir os meamos, baleias para vestidos e
espartilhos de senhoras. Concerlam-se to-
dal s qualidtdos de chapeos deso, tudo
com perfeicao o por monos p'ero do quo cm
outra qualquer paite.
Cal de Lisboa.
Vende-se a mellior cal de 1,1 boa muito
nova, ebegada ha poucosdias na larca LA-
geiru, e por prer;o muilo eni conta : na ra
Uo Vigaro armazem n. 7.
Vende-se ac de milo verdadeiro, cm
grande ou-pequenas porc/>cs: em casa de
Me. OlmonlctC, pr?a do commercio n.
ll.ounoseu armazem de niaohinismo na
ra de Apollo n. 6.
Vende-se cobre, e metal ama-
relio e pregos para forro de navios; por preco
commodo, cm casa te A. V da Silva Barroca
i na da Cadeia do Recite n. ii-
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SKNZAI.I.A NOVA S. 42.
Meste estabeleeimento conti-
na a hover um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas d
vapor, taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa
ra dito.
Em casa le J. Kcller t Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-ae a ven-
da oexcellento e superior rinlio tic Hu-
r lias-, em barris de 5.', he muito recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como ex-
n-lIonio vnho para pasto.
f **f f f iffff VVf ff f Vff f *
* Arados americanos. *
Si Veodem-se arados americanos ver- S
."> dadeiros, chegadoa dos Estados- <
.* ruidos : na rua do Trapiche n. 8. ^!-;
A*AA*****A **MA**A*
Vende-sn superior cognac velho, em
barris de 12 a 24 caadas : na rua da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia
Vende-se gesso em barricas, vindo no
uli i um navio chegado de I'ranea, tendo ca-
da laju-ica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia..
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Andradc & Companhia, ua rus dos Tanooi-
ros n. 5, vende-so superior cora do carnau-
ba, ltimamente-viudas do Aracaty, cm
porfito o a retalho, por menos prego quo
em oulra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
No ariiiazem da rua da Moeda n. 7, con
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e bpreco
un conla.
Agencia de Kdwin Maw.
Na rua de Apollo n. (i, armazem de Me. Cal-
ininii n Companhia, aeha-se constantemente
bous sortimentos de laixa de ferro coado e
balido, lauto rasa como Tundas, moendas lu-
cirs (odas de ferro para animaos, agoa, ele ,
dilas para armar em madeira de todos os ta-
manhos e modellos o mais moderno, machina
lniiisiiiii.il para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preto que oz
de cobre, cscovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como cm arcos folhas, c tudu
por barato preco.
-- Vendt-sj'um grande sino no lugar do
Manguind, que lica defronte dos sitios dos
grs, Ca iieiros, com grande casa do viven-
Ja, de quatro agoas, grande scnzalla, co-
cheira, estribara, baixa do capim que sus-
tenta 3 a 4 ravallos,.grande cacimba, com
boinha e tanque coberto para banho bai-
lantes arvoredos de fructo: na rua da Con-
cordia,primeiro sobrado novo do um andar.
Grande sortimento de fazendas
1> ira I as a a illa do Crespo n. 14
loja de .1 a-r lia iici-io Dias
A 1000 rs. o corte de briui intraucado bran-
co muilo iucorpado, dilo de riscado do llnho
muilo largo a 200 rs. o covado, cassa chila de
todas as cores 240 rs. o covado, chita lian-
ce/a de lisias padrOes oscuros a 240 rs. o co-
vado, chitas muito ixas a lO rs. o covado,
sargelim lavrado a 200 rs. o covado, ricos cor-
les de cbita larga franceza de barra a 3,200 rs.
merinos prelos de duas larguras inulto supe-
rior a 1,8032,600 3,000 rs.o covado, Hielos cru-
as de superior qualidade a 3-20 rs. o par, su-
prior piccole muilo iucorpado l'azenda pro-
pria para escravos a 200 rs. o covadn, algodo
astil com mala de vara dr largura a 200 rs. o
covade, berlanha de 4 palmos de largura mol-
i lina a 4011 rs. a vara, KUppriorrs challe, pre-
los de i e seda a S.OOo rs. brim trancado a-
marctlo muilo cncorpado com listas tniudas
senrio de linhoa 2.000 rs. o corte, c oulrai*
muitas fazendas por barato preco.
Ven-le-se supinor papel de machina,
tanto azul, como hranco,proprio para car
torios, ou cscriptorios, a 3,000 rs., a resma:
ua rua do Qucimado, loja de ferragens nu-
mero 37 A.
AttenfBo.
Vende-se a 9,000 rs., cada urna, ptimas
espingardas de espoletas, nglezas, de um s
cano e de boas mullas, as quaes sito finas e
oiiiii,!n '-. e pessoas que tem comprado,
toi-in al!n iii.-i.ln que ili-.iir.ain bastante, e
que sSo muilo certeiras de chumbo : na rua
dO Queimado, luja de ferragens n. 37 A.
JVo Pasado Publico, loja
n. II, de Firmiano Jo-
Perreira.
consumo das familias, nao s pela
boa qualidade, como' pelo preco: a
tratar no armazem de Antonio An
nes, caes da Alfandega n. 5.
Farinha de S. Mathens.
De superior qualidade, vende-se a bordo
da sumaca S. Antonio, fundeada em fronte
do Colleglo, ou ao lado do Corpo Santo, lo-
ja de msssimes n 25,
Vendem-se vasos de louca lina para
jardim, azulejo da mesma louca de bonitos
goslos proprio para forrar frentes de casas
jardins, e.0. ; coeiros de algodao, azeitona
nova, fumo, vinbo do porto em pipas e bar-
r/, alhos e rolhts em canastras, lio porre-
ta, brins de algodo, peneiras de rame,
linha do ro is, por procos commodos : na
rua do Vigario n. lino armazem e Io andar.
Vende-se urna morada de casa, na rua
Augusta, com muitos commodos para fa-
milia, e duaa ditaa na rua Imnerial com os
meamos commodos, asseverando-seaocom-
prador esiarem livres de qualquer litigio :
a tratar na rua da Cadeia de S. Anlonio n. 9.
Vende-se no MaranhSo, a fabrica
de hutas stiarinas e sabo.
Os administradores da liquida -
$5o de Theodoro Chavaes, ven-
di ni a fabrica denominada Mara-
Vende-se um pardo de 18 a
ao annos, de elegante figura, pe-
rito oflicial de pedreiro e ptimo
para pagem : na roa da Cadeia do
Hecife n. 51, primeiro andar.
i-uvas para homem.
Voi.dom-so superiores luyas de pelioa ,
poploinglez, a 1,900 rs.; ditas de sada pre-
tas, seo> defeito algum e fazenda mu to au-
perior,a 600rs.; dilas decores, aSOOrs. ;
ditas de algodo brancas e de edres, pro-
prias para montara por seren muito en-
corpadas, a 320 rs.: na rua do Queimado,
loja de miudezas junto a de cera u. 33.
a rua Nova n. 10,
recebeu-se do Pariz pelo ultimo navio ,
manteletes e capotinhos, furia cores e pro-
loa ; nobreza e gros de naples, fort eflres,
muito lindos, para veai los ecapolinhos;
trancas e franjas; fil do malino branco,
preto e cor de ross lavrado e liso, para ves-
tidos e espotinhos ; bico de blondo, de ma-
lino ede valencienne hraneo e preto c-
palos, meis, Ii. vas llores e fitas de todas as
quslidades, capellas de llores Je laranja, pa-
ra noiva e baile, tudo de qualidade supe-
rior e prego coaimodo.
Bom c barato.
Venlem-secarteirlnhascomBguIhasfran-
ntigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
na be rea Ligeira.
Deposito di fnbriea de Todos os
Sanios na llnhia.
Vemle-se, emeasa de.N. O. Bieber&C. ,
na rua da Cruz n. algodao transado da-
quella rabrira, muito proprio para saceos de
MQCH e roupa de escravos, por prego com-
mo JO.
Combas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do lirum ns. G, fi e 10,
fundicao de (erro.
A.rodos de ferro.
Yendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com camb3o de sicupira e bracos
de ferro : na fundicao da rua do
Brum ns. G, 8 e 10.
Vendem-sc amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e roupa de
scravos-
Aioinhos de vento
eom bombas de repucho para regar borlas
d baixas do capim : vendem-se na fundicao
de llowman & 51c. Callum, na rua do Brum
ns. 6, 8e10.
Vende-se rapi de Lisboa, em frascos,
vindo pela barca IJgeira, os s^nhores fre-
guezes que estam acostumados a tomar a
boa pitada, no deixarSo demandar bus-
no largo da Assembla n. 4
s Rodrigues
Acha-sc um completo sortimen-
to de cassas chitas, mui ricos pa*
droes e finas cores, ao barato pre-
co de 2,4oors., cada coite ; brim
de puro linho, trancados, bran-
cos e de cores, fazenda realmente
superior, a 1,000 rs., a vara;gur-
guroes encorpad >s, a i,4oo rs., o
corte; ricos vesti 'os de seda c laa,
de cores, a 18,000 rs. ; ditos eai
corles, a 16,000 rs, e de seda lis-
Irados, a i3,ooo rs. ; pannos finos
de todas aj cores, e por precos
commodos ; chitas francezas, lar-
gas e de gosto, a 320 is., o cova-
do ; riscadus irancezes; sarjas hes-
panholas; setins; um completo sor-
timento de chitas de goslos, c ma-
dapoloc!>,de preco, a 5,200, 5,000,
4,8oo, l\,ioo, 4,000, 3,Goo, 3,200,
3,ooo e 2,400 rs c outras muilas
fazendas, que se vedem a precos,
que muito agradam aos senhores
compradores.
Na rua Nova n. 10,
tem para vender um sortimonto complo-
(o de instrumentos de todas as qualidades o
dos molhores autores encerados finos de
todas as larguras, para pianos e mesns; cor-
das novas, qualidade superior, para rabee-
cas, violes o rabecoas ; milhodos dos au-
tores mais estimados, para piano, rabecca e
violuo, ludo muito barato.
Superiores capachos.
Vendem-se superiores capachos brancos e
pintados, de varios lmannos, aonde os com-
pradores pJcm escolher a seu gosto, pelo
diminuto prego de 800, 1,000,1,00 o 1,600
rs.: na rua do (ueimado, loja do miudezas
junto a de cera n. 33.
Para os jovens uamo-
rados.
lbense, na rua do Fiononto, des- oezas, proprias para toda a qualidade de
i. ;UJ. r-i ,lo-mJi. \ coslurs, a 300 rs.; ditas em caixinhas fa-
ta cidade (porlo dos remedios ) t muil0 9upeor> ,300 rs.. Habaid-
a saber: casa em que esta mon- peso, muito finas, a60 rs., a miada ditas
IhiIa n fnbrira rom* 'a Iliacas ile em Cfrele'* de 200 jardas, a 60 rs., cada
lana a aDrica, com o urajas ae (,irr(,1(,| .,.,, ,.,nlf,,Si ;, ,rs, ,,,.
trente e l5 de mudo; 2 prensas pe, cora lOOaguIhas; pantesde baloia, pa-
hidraulicas, orisontaes de forca de r ,'i"r; m'is nn< ..' *,. a*00 e 320 rs-; agulheiros finos, a 200 rs.;
Ooo,oco libras, cada una ; I dita tosourinhas inglezas, o mais fino que tem
vertical de forca de 4oo,ooo libras; apparecidoed* varios timanhos, a oo, 600
n T e800 rs. : na rua doQucimaJo, luja de miu-
3 grandes caldetras montadas, pa- dezasjuntoa de cera n.33.
ra o fabrico do sab5o ; 4 ditas pa- Pentes de tartaruga, pa-
ra derreter sebo ; todos os perten-1 tnaiTafa
ees necessanos para o fabrico do veniem-se superiores Pones de t.rtaru-
steanna e sabSo 9 escravos en- ga, para marrafas, pelo baralis'imo piego
tendedores do servigo geral da fa- de 8o "., prego que causa admiragio ua
, o rua do Queimado, loja de miudezas junto a
brtca; 1 terreno annexo a labnc, decoran 33.
com 7 bracas de frente e t5 de fun- (ravataS tle Ulula.
do ; 1 dito fronteiro a mesma la- Vendem-se superiores grvalas pretas de
bric, com 18 bracas de frente e 38 mola, polo diminuto prego de2,000rs. [ni
. [ rua do Queimado, loja de miudezas junto a
tie fundo : as pessoas que prelen- jde cera n.33.
derem comprar, pdem nesta pra-! Aviso ao publico.
ca ilirigirem-se a J. Keller & Com-*1 N, botica da rua do Coltegio, n. i8,de
panbij. Peixolo&Pinlo, hoondo se vendom as ver-
-- Vende-so nma molata que vende rsuito :dderas pilulas para bobas. seceos,
na rua, e cosinh. o diario do urna casa, por *r61 venreas, e ^norrheas hronici., cu-
n na rua Nnv n i Jos D0,1S effeitos confessao todos que tem
feilo uso dell is; composig1o do Fh.rmaceu-
tico SebastSo Jos de lvera Macado.
Retratos
fe Costa Cabral, duque de Saldanha, En-
gae Sue, Alexsndre Dumas, Vctor Consi-
dersnt, Proudhom, Ceorge Ssnd.Ledm-Rol-
lin, Kossulh, e l.ouis Rlanc chegados da
Eoropa ltimamente pelo vapor inglez:
vendem-se no rateo do Collegio, casa do li-
vro azul, a 1,000 rs cada um.
Corro depressa peclnn-
clia de 4,000
Na rua do Queimado, loja o. 17, vendem-
se corles de casemiras de cores escuras a */
rs., pegas de riscadi>sdd"Yipres do padrOes os
mais delicados possiveis k 5,030 rs., pegas
de chitas oscuras de cora lxas e bonitos
padrOes a 5,500 rs., casfls franceras finas
de corea mullo delicadas^ 360 rs. a vara : e
outras fazendas por baAato prego: aellas
antes que se sea bem.
Para se acabar.
Vendem-se casomira preta selim, pelo ba-
rato prego de 9,500, sarja preta superior a
2,000,2,200,2,100 0 2,500 o covado, panno
fino preto a 4,000, 6,000 e 8,000 muito su-
perior, azul a 3,500 e 5,000, chitas francezas
280, e outras muitas fazendas por prego
muito barato na loja da estrella, rua do
Queimado n. 7, em frente do beco do Peixe
Frito.
Toucinlio a 140 rs. a
libra.
progo commo:
"rGanlois l'ailliet \ Companhia.
j Continua-se a vender no deposito S
geral da rua da Cruz n. 52, o excel-
\ l-'.iiioc bem conceituado rap arcia
fi preta da fabrica de Cantois l'ailhct & %
S Companhia da Baha, em grandes e ;i.
M pcquelas porgues pelo prego cstabe- ^3
li lecido. Q
Hic.is franjas para cor-
tinados.
Vendem-se franja broncas, proprias para
cortinados, as mais lindas que tem appnro-
cido e por prego que ningunu vende: na rua
do Queimado, loja de miudezas junto.a de
coia n. 33.
s>uvas de torzal c de peli-
ca, para senliora.
Vendem-so superiores lavas pretas de tro-
gal, a 1,000 e 1,280 rs., o par; ditas sem de-
dos, a 240 rs., fazenda superior ; dilas de
pelica brancas c amarellas, a 1,000 rs. : na
rua do Queimado, loja de miudezas junto a
de cera n. 33.
JNa rua Nova n. 10,
vondom-se cassa e chita Trancizas da
bom gosto e muito linas; um sorlimento
lindo de soda froxa e 13a, para bordar, e ta-
lagarga do todas as qualidades.
Nefas de laia, para padres.
Ven-lem-so superiores meias de laia, para
padres, pelo diminuto prego de 2,000 rs'., o
par: na rua do Queimado, loja de miudezas
junio a de cera n. 33.
Chartiteiras deliradas ,
finas.
Vend^m-sc superiores charuteiras doura
Vende-se em libras por este prego para se
acabar : na rua larga do Kozario n. 46,
venda.
Cartas linas, para vol-
tarete.
Vendem-sc superiores cartas francezas,
leiras ooura ra voiiarcte, a 610 rs., o haralbo : na rua
das, a 1,000 rs., cada urna; dilas mais or- [do Queimado, loja de miudezas Junio a de
(linarias, a 210 rs. : ni roa do Queimado, cera 33
loja de miudezas junio a de cera n, 33.
I ara Cnanca8. j vondem-sesupenorosbengalinhas, a 500
Vonlem-sesuporiores toucas do soda pre- |e 1,000 rs., cada urna : na rua do Qoeimado,
ta, para criangas, pelo diminuto prego de |0ja domiudezasjuntoa decera n. 33
Bengalinhas linas.
320 rs maracas muilo bonitos, quotocam
de tres mam-iras, a 210 e 120 rs. : na rua do
Queimado, toja de miudezas junto a de cera
n.33.
-- Vende-se um ptimo escravo, preto, de
nagfio, bom trabalbador: a tratar na roa do
Brum, armazem de assucar de Silva Barro-
ca, ou na rua da Cadeia do Bccife n, 4!, pri-
meiro andar.
A 2.500 rs o par.
No aterro da Boa Vista, loja de calgado n.
58, junto ao seleiro, vendem-se gapalOesdo
lustro, a 2,500 rs., o par.
.logode vispoia.
No aterro da Boa Vista, loja de calsado n.
58, vendem-se jogo de vispora, a 1,000 rs.,
esl no resto.
-- Vende-se cola do itio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na rua do Vigario n. 19,
segundo andar, escriplorio de Ma-
chado & l'inheiro.
Capachos brancos, a
800 is.
Vendom-so capachos brancos, com 5 pal-
mos, pelo baralo prego de 800 rs. 1 na rua
do Queimaio n. 16.
JNo aterro da Boa Vista ,
loja 11.18
Vendem-se cassas oscampinadas de 10 jar-
das, cada urna pega, fazondi oplima para
cortinados e pelo baratissimo prego do seis
patacas, cada unu pega.
4 Y.-11.10111 m- saccas cum tremogos, >
4 do alqueiro cada urna sacc, por eom- aj
modo preg.i: na f ua da Cruz n. 21. fJJ
Vendem-se caixinhas com amendoas con-
citadas, ornis delicado que se polo en-
eontrar,_ proprias para se dar a_,nmo..ia, : jj|1(Jils cax||as
car
Talxn* pura, ciigcnlio. na rua do Queimado, l"j de miudezas juu-
Na fundigo de ferro da rua do Brum, to a de cera n.33.
acaba-se de recoberum completo sorlimcn-ii ___Vendem-se e\gOS com I ar-
to de taixas de fi 8 palmos de bocea, as] ,n .
ouaos acham-sea venda por prego com-roba de batutas, cada um, pelo ba- espelho proprias para guardar joias, pelo
1" ..... r. r. a 1 Iitiminiilnnrnnfliladnnra na r;-i 1I11 II mi-
de vl-
dro parag-nardar joias.
Vendem se lindas caixinhas de vidro com
iodo, e com prompt.dSo embarcam-se, ou ra,ssm0 preco de OO rs. ; este '.l"'"" o.prego de 800 rs.: na rua do Quei-
-m carros sem despozas ao 7 a i mado, lojademiudozas junto a de cera nu-
v genero he rccommcndavel para o mero33.
carregam-se
comprador.
A '2,500 rs. o chales.
Vendem-se chales da IS e seda, grandes e
de muito lia Jos padrOes a 2,500 rs. eada
um, chitas de cores de bonitos padrOes a 140
rs. o covado : ni rua do Quoimado n. 8,
1,440 rs.
Rap Paulo Cordeiro,
o mais novo quo ha no mercado : na rua
da Cadeia do ttecifo, loja de fizendas n 51,
de Joao da Cunta MagalllScs.
Cola.
Vende-se a melhor cola, que al aqui tom
apparecjdo, por prego commoJo, a rctnlho,
ou em porgSo : na rua Nova n. 42, defronte
da Conceigflo.
Penas de Erna.
Vendem-sc penas de Erna, por prego com-
modo : na rua Nova o. 20 loja de fer-
ragens.
Baca.
Vende-se urna hacia do laUO, propria pa-
ra banho, por ser muilo grande o bem fei-
ta, por prego commodo : na rua Nova n. 20
Trancas e requilifes
Vendem-sc trangas de seda, de mui lin-
dos padtOcs, a 410 rs a vara ; requilifes, a
240 rs. ; 1 ra no is de 13a, a 60 rs., a pega i na
rua do Queimado n. 16, loja do miudezas.
A.iOO rs.
Vende-sc cha hysson, de muilo boa qua-
lidade, pelo diminuto prego de 500 N., a li-
bra : na rua do Crespo n. 23.
Vende-se, ou d-se para criar, pagan-
do-se, um molalinho de 8 mezes, o ja ha
muito desmamado : na rua da Senzalla Vo-
lita n. 138, primeiro andar.
Calcado, a 800 rs.,
no aterro da Boa Vista, defronle
da boneca,
sao chegados os bensconhecidos gapatiies do
Aracaty, tinto para homem, como para me-
ninos, a 800 rs. ; assim como um completo
sorlimento de calgado, francez, de todas
as qualidades, tanto para homem, como pa-
ra seuhora e menina, o que tudo se vendo
muilo barato, alim uu se apurar dtnheiro.
Vende'so fannba em saccas dealquei-
re : na roa do Collegio n 25, palo diminu-
to prego da 3,500 ra..
- Vende-se um terreno com
154 palmos de fundo e 9G de fren-
te, o qual deita para o largo des-
tinlo para a nova praca, na rua
do Brum, a voltar na travesa do
Vieira : assim como tres caixoes
de casas, no fundo d mencionado
terreno, com frente para a mesma
travessa : tratt-se na rua da Ca-
deia do Hecife, loja 11. 7, onde os
pretendente-, depois de haverem
examinado, poder3o dirigir-sc.
Vista colorida,
de vapores, navios de vela, cidades da ou-
ropa e bosque: no pateo do Collegio, casi
dolivroazul.
Alte ti rao.
Chegou a loja do Arantes, pelo ultimo n -
vio, vin lo de l-'ranga, brozeguins de.Nin-
tes para homem, sapao is de couro de lus-
tro, dilos de bo7orro, brozeguins para se-
nliora, sapalos de couro de lustro, lito* de
selim, dilos de marroquim e cordavlo, chi-
quitos para meninos, e outro* muitos o li-
gados por prego commodo.
- Anda existe na rua da Cadeia do Ba-
cife n. 54, a vender-ae por todo prego, duas
pa rol has da embonos de cedro, urna lancha,
um bote, urna corrento grossa de ferro para
navio, urna amarra grossa Ve cabo de lindo
que serve para desfaier para estopa, e 11 na
porco de forros, o cavilhss que fu de
navio.
Cabos de linhoa 38,000, o quintal
Na rua da Cruz no Recite, armazem n. 13,
vende-se cabos do linho de todas-as gro<-
suras a 28,000 o quiutal, em porgCres a von-
tade dos compradores.
lim bilieira por 60,000
No nn-smo armazem vende-se por 60,000
rs urna balioira ron todos os pertences.
Vonde-se anda um resto da saiaa bran-
cas de cassa para senliora, e pela grande ox-
IracgSoque lem ti Jo, suppoem-se que em
pjeos das se acabarSo. Na mesma lojisn
vende-oulras muit'S fazenJas pelo prego
que em primeira mo se poderla comprar :
ne rua da Cadeia do Itecife n. 54.
Calcado barato.
Sapaloes de bozerro lino a 2,000 dilos
d.coui-ii do lustro a 2,000, 3,000, 4,000,
5,000, 6,000 e 7,000 rs., sapatOes do Araca-
ty a 1,000 rs., ditos a 64S rs., ditos para
meninos a 800 rs., brozeguins para se.iho-
ra a 2,500, dilos a 4,00), sapatos de lustro
para sonhora a 1,000. ditos a 1,600 e 2,000,
ditos de marroquim fino a 1,0o0 e 1,400
rs., dilos de duraque fino a 1,400 rs., ditos
de Lisboa a 1,00 ),e 800 rs sapatos pa
menina a 400 rs., ditos de IS para cihng
a 320 rs., ricos cortes do sapalos a 1,000 o
800 e 640 rs chapeos de massa finos para
homem a 6,00), ditos de sol de panno a
2,800, peles de couro de lustro a 3.500, di-
tos de marroquim preto a'1,400 rs., ditos de
coros sonido a I,9i0 : oa praga da Indepen-
dencia, loja do Arantes.
-- Vende-se muilo superior couro de lus-
tro, pellas grandes, pilo diminuto prego de
3,000 rs., cada urna; orarroquim di todas
as cOres, por muilo commodo prego; gasa-
tos d#couro de lustro di Aracaty, a 2,400
rs., o par; franja prela de todas as cores,
para gapotoi, pelo dlmiduto prego de 200 rs.
a vira : no aterro da Bo Vista, loja n. 78.
-- Vende-se a taverna n. 8, da rua do
Bangel, com poucos fundos, ou s com os
cas:os, a volitado do pretendente, ou mes-
mo estes separada mente, assim como are-
ladlo, praln*, a 1,000 rs., a duz)a : liglas, a
'.-,:) is a .lila ; hules piulidos, a 480 rs. ;
assucarciras e mantogueiros, a 320 rs. ; su-
porior vioho do Porto, ha muilo engarrafa-
do, a 500 rs., agarrafa; dito tinto, a 180 rs;
vinagre puro do Lisboa, a 1,000 rs., a cana-
da ; azeite doce de Lisboa, a 500 rs., a gar-
rafa ; sorreja, a 320 rs a .dita, e outros
muitos artigoi, por pregos com nodos, para
liquidar.
Para animaes.
Vende-se urna porgo de bolaxa propria
para animaes por muito pouco dinhelro :
na rua larga do Bozario n. 48.
Farinha,
de mundioc, chegada de Santa Catharina,
no brigue Minero i, ancorado em frenlo do
caes do Bamos: vende-se a bordo do mes-
mo navio, ou na rua do Trapiche, escriplo-
rio n. 5, a prego menor do que em parte
alguma.
Cera,
branca em velas, em caixas, com sortimen-
tos vontadedo comprador, e a prego com-
modo, assim como chapeos do Cbile : na
rua do Trai-iche, escriplorio n. 5.
- Vende-se sement de coentro, muito
nova, aliansa-so a qualidade, a 200 ra., a gar-
rafa : no aterro da Boa Vista, loja n. 14.
Escravos fgidos.
-- Uesaparcceu no dia 12 do crrante utna
negra de nomo Benedicta crioula, eom os
8ignses seguintes; altura regular, chela do
corpo, cara redonda, com falta de deotes na
frente, no quelxo de cima levou vestido de
chita com listras encarnadas e um aventtl
de chila roso, a dita preta consta ter andado
pelo forte da cinco pontos o do brum e pe-
lo Hospicio, roga-se a quMquer possoa que
a pegar leval-a nos quatros cantos da rua
do queimado n. 20 quesera generosamente
recnnipengido.
Desappareccu no dia 15 docorrentc,
um muloque criouio por nomo Paulinho,
de idade de 10 annos, pouco mais ou me-
nos, cOr aman-Hada por ter vicio, nariz cha-
to, levou camisa de algodAozinho suja, e
caiga de riscado.'sem chapeo, este escravo
he do Sr. Antonio Jacintho da Sil.veira d*
I una : quem o pegar leve-o na rua da Ca-
deia do Bccife n. 51, ou na rua de Livra-
mento n. 26 segundo anJarque ser recom-
ponsfldo.
No dia 2 do corronto mez dejulhodo-
sappareceu o escravo Antonio, criouio, ca-
bra, de idade de 18 annos pouco mais oa
menos, baixo, birrigu lo, grosso do corpo,
cara redonda com muitos pannos miudos,
olhos pequeos, o com duas sicatrizes na
testa porlo do cabello, tem a falla fina e
muilo mansa, kwfilhi doSobral onde diz ter
irmSos e seus ar.tigos senhores, e aonde fot,
surrado ; e por isso tem as nadegas mui'.o
sicatrissdas; desconfla-se fosse para o Cetra
(dondo voioj ,ielo caminho de Cedras de fa-
go : quem o pegar leve-o na rua das Trin-
xeiras sobrado n. 46, e no Cuara aoSr. An-
tonio deOliveira Boiges, eem Sobralao Sr.
Francisco Bodrigues dos Santos, que sera
generosamente rejomp -usado.
-- Osapparecau no dia 22 do corrr>nln
um moleque crilo natural de Paje dr, Flo-
res, da nomo Jos, de idade 14 annoa pouco
mais ou menos sem nenhum defeito, levan-
do vestido caiga e camisa do algodao da
ierra roga-se pois as autoridades e capitn-,
de campo que o fagao prender e levarem
a seu senhhor na rua da Cruz do P.ecife n.
37, ao ahaxo assinado que o mosmo pa-
gar luda despeza, Manocl los da l'onceca.
rV.ifr/- NATvi'-m M.F.pr. Faia-
MUTIL


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