Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06398


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Full Text
AnnoMVIl
Tercafeira 22
de Julhode.851
W. 163.
raiflo o*nugIo.
PtaihiiiTo Anurmeo.
PW trimestre ...........
Po aernestre .ii'.....
batano ........-
PltO DNo MT>IMtM>K.
P rmartel ...... _.__
MMUWMWMUO.
Para .... **e JunhoMlna .. 20 de
MartaUo 1 de Julho
Ceari
Pirv
pi... 5de dito. I
4/0OO
4/060
15/O0U
4/500
alo
S. Paulo. 12 4e Junhe.
R. deJ.. j deJulho.
Habla... 12 de dito.
iDiaic* UN1M1. aciiwcm.
2l Seg. S. Prxedes.
21 Tere. S. Hara Mag 2. (6. a K) hora
Juisnrfr Orpruo
23 Quarl.S.Apolinarlo
b. m
24 Quint. S. Chrlstlna
2.) Sext. ** S. Tlago
an.
26 Sab. S. SynfroQio. .
27 Dom. S. Anua Mal
i. vara do civel.
3. e ti. ao meie-dia.
Fateade.
3. e i. ai lo boa-ai.
2' vara 4o civel.
1. c abado ao melo-d
Reforjo,
da Mal de Deoa. |Terc.ts e sab'do.
naatammi!.
Creecente 5, a 8 hora e. t nilatalr 4a tari*.
Chela a 13, ai 4 horat e 54 minutos da ininha.
Uingc-ante 2l, ai 8 oras e 20 minuto] da mi.
Nova js, aot 2i minuto! da Urde. '.,'.'.
wm-MM-mUm B -Oii
Primciras 11 boras e 42 minuto* da nimban.
Segunda as 12 horas c li minutos di larde.
i
-amA o coiaito".
ti legonda e icitai-
oiann.i Parahlba
, felni.
lo-t'.rande-do-Nortc, toilai ai quintas-Ce iras
ao meto da. t
(flarauhun e Bonito, i 8 e 23.
toa-Vlita, c Flore, 13 a 28.
Vlctori, i qulntai-fettas.
Dunda, lodos os dial.
wcrncia MTLJ#ni*.
Portugal. 15 deJunhi ilailri*.. ddcJunho
llcspuiha 11 de Junta. Suiata ...10 da Main.
Franca ... 7 de Junbo|Suecla.... ,38 de Halo.
Blgica... 3de Juaho loglaterr* 7 de Junho
Italia.. .. 1 de Junh.,K.-Unido. 24 de Mato
Alcnu.nl a. 4 deJunhojMeiico... 3 de Malo.
Prutlia... 4c juiMiuiCatiSafia 15 de Ai>r>-
Dlnara.rca30deMaio. ChlU. ,,
IXussia... lodc Milo. 'Hucnoa-Ayres.
Turqua. 4 de J.enlio,|Municvideo 1) >iq
oaMiioni i mx jvn.
Sobre Londres, a 27 '/, 28 d, P. IfOOf,!
Parla, 340 por Ir. nominal.
Lisboa, a 100
TOB,
Ouro.Oncaa ncipanholm.,,.. 29*11100
kloeda de 11/400 velbat. ItyOOO
de 6J40O novas. ItifIHM) a 11
* de 4/uCO....... uyoCC m
Prata Pataco brastlelro... .1/920 a
Pesos columnariea... "1/920 a
Ditoi mexicanos..... 1/7C0 a
anaananmenaaxnaaaanaeanisnanaaaaaneaea
*li
e-rim
INTERIOR.
rVdiiVI*
RIODU JANEIRO.
(-A.MAW. DOS Si:MI0llES.l)EI'i:r,\l)OS.
waO asi I.* de julHW de *85t.
Jineta 4o Sr. Gabriel Mendei do$ Santo.
SiiMWAMO Expedanla. Bedaecto ttn pro-
jlo/e concadamlo 39 Wvriai.OrectwiMio da
/filfa. Ducursos doi Srs. Nibias, Reunde
et^a Lobato.
Vi 11 k*rai a)> minhia abre-te a tesiao.
I.-se e pprora-ie a acta da antecedente.
Mtlmh*9 frnjatloconeeimHa J9 tv/ariu. ,
(>^aP'att<.4 aquiiiUimlA do
de'leaUctJe.irja aiibnMatta a dcstdca cada
artigo* nter delle uint reeolucao teparada.
O Sr. Pruiimlt: Segue-se com a palavra
o Sr. Brrelo Pcdroto.
0 3. Brrelo Ptdroio, julgando a principio
qne ovequermentu serla approvado scn de-
bate, tsar sersee aneteriVclara, crreme e con-
forme com os precedentes da casa, fol Toreado
a coaclpir trnesi mibanle mocohe da inaior
transcendencia, i -itta da Importancia dos
oradores'irnc.tecni tomado parle na discusso
c dos argumentos que contra ella teeiu aprc-
nentado ; e por uso nao pode dcixar de expen-
der tua opinio. Fundado no prlnclpltxdc qiic
oa projectos de let devein ser coBcebidoa de
urna maneira que pottain merecer ssenso es-
pontaneo c fllbo dconvlcco das culidades le-
gislalivas que ot tena ele appravar, entende que
o regiment da casa derc ter um artigo que
obrlgue aconuuissao- de renace jo a Ibrtnular
cin projectot separados materias que nao te-
jain connexat; do que conclueque o ctso de
que se Irata.jJonge de trazer inalet para o lu-
tur, derc fixar urna doutrioa J catabelecida,
c que tem por fim obviar grandes Inconvcnien*
tct. Quanlo ao argumento que so* trouie, de-
ducido da parcialidade com que talvet no se-
nado te voteru algumas loienas com ciclusao
de ouUat. tendo-sc i dito que ella aecusatao
'! sana nao lulgtr convenientes. Se a cmara A'iwuSri. DratKathu :-.H* verdtdc, ha tct- tepiillada no eaqueclmento, te por veotnra
1 vitalicia acaba de releltar un projeclo conce- dade. ato houretsc facllldade de aprender ot conbe-
' dendo loteras a dilli-renti-s corpora(6ct, foi OSr. Aprijio :P,or isso o,S|-. mlolslro i|U*e cimentos jurdicos e lodos os mais que IC cn-
uao suieiucpor Julgar Irnproficuas tac.si.-on- que easa rrlaco srja dividida en> duaa. \ UMB nat notis academia.
ccssrtea porque, segunda o relatorio do Em.! O Sr. JViMas :Nao he preciso vataMM dea Se uta be a fUuaco de nonti cousas, te cm
minislr'o do imperio, sao precitot 30 annoi mappas aprescruados no relatorio do aobr gera| a citase da magistratura nao he coinpos-
e con- mi nutro, porque ninguein rae coattestara o ti de grandet propietarios, de mocos ricos,
he dciiiasiadaim nte gialuita c iniuslaa e estan-
do ptrauadido de que os nobres deputados que
emlttiram semetbantc propoticao nao liveram
m vista dar-lhe o alcance que ella tem, nao
te occitpar malt delta suaicria. Teado-ie con-
testado aexitteiicia dos precedentes citados pelo
nobre relator dacoiuinlssao.rai Ic-lot para con-
vencer 4,causara de que a doulrina.de te sepa-
rarem materias votadas, quando vao commis-
to de reda cejo, nao he objeclo novo na casa,
tem tido adoptado, por cainarat ,dc opinics
diverts. Na tetsiio de de julb de 1841, tea-
do presdeme o Sr. arccblspo, foi approvada
un rcqucriaacnlo do Sr. Soma Martins para
que volusse commlito de redaeco, aflm de
ser seplalo ein diversas esolucOel, uin pro-
jeclo concedendo carta de uaturalitacu a dif-
lercnles cttrangeiroa.
O Sr. M rart Sarment: Nio tem paridade.
O S* fiamiit Vedros observa tute te nao ha
paridade entrea materia que acaba de citare
a deque te traa, a palavra paridade riere ser
rlscida do diccionarios.
OSr. aVfj; >rrni;j : As naturaU*(oc>,
podiilh ser apprbvadas urnas c nao oalras
Pira terem extrabida as loteras al hade oon- ministro, porque nioguem rae oonitcslara d, ta de grandet nroprlelarloi, de inocot ricoa
cedida mtt por ete mctnio moliro terio de numero que aprsente! a diniculdades de" qne tragio desde logo esa garanta da nial
aer Mrnbein rejeiladtt as concctides incluidas que f.llef: so do municipio neutro parece-me serla Independencia; c nos todo tentimoaj
noDtoieclodc cuja rcdaccioic trata, conce- que annnalmentc c detpaoham600 abOOfei- qtc par malorroeteja a probidade do inagls-
ses truc foram approvadas nciu cmara uni- lo;reito lie das provincias do llio de Janel- Irado, por malor que ej tu Mlignatao,
cntente pela especie de tranccq que bou- ro, Minas, S. Paulo, Rio rinde do sol, c da umitas ve/.es pratloainenle lera de te ver em
ve entre cada um dos Srs. deputados que O- outras pequeas provincial compre hendidas dependencia,ter de recebar contra sna vonla-
nham Interetae em que passatsetn a loteras no circulo >a reico, Ksplrito Santo, Stnta demil pequenotfavoret pira vlver, e Itsoludo
concedida para a respectivas prtmlncias. Vo- CatharUa, Gnvaz-c Mano (irottfl. o t pot- hemnveinnc que mus da menos da lera tua
ta nois contra o rciiuerlmento. jsivel que c de desnatjbo prousplo, jutto e lew- cttHequencln ; por todas cssti rasdei deve-
l\io havaado mal Mein peca a palavra, Jirc meditado a um nuanero lio extraordinario tirn"concluir que pira te por os ]uiies murri-
taaean-t* a idUcuMao. e a*ieiia-K reaa*- ,dc fciliit que wy? utltaAlMd* aouualuieule oopae' de orphoe em poslcio mata decenio.
MoA redaef* ke apprevada n de- relacao da riirte ; e daqui o que resulta? Re- e a abrigo de qutlquer trniacao quesrja.he
hflf^^ ""' Isulta p que temo! visto, taparon, uixodigo ele^ preciso.dar-ic-lhcs uin augmento de ordena-
OSr PrnidnljCoBstando-mc aehar-ac na nameqte, mas licarcm por aullo tempo sen do. Senhores, atn magistrado, de qualqucr
ante-sala o Sr Cairel, daputado tuppltnle pe-Mlpediente mullos feitoi, all importaotea. categoria que seja, pode ser um bcmteilor no
la nrovinciadi Rio Grande do sul, convido pa-Jmuitat vetes de mlurea tal que pfecltam dp meio de urna povoaclp remla ; mas tambein
ra o acompat.har oa Srt. tercelroe qutrto te-jprompu sobatao
crctanios, servlndo cm lugar.de quarto ccrc-
tarip o Sr. Penna, como supplente.
Sendo Inlruduzldo o Sr. Calvel com as for-
malidades do estro, presta Juramento c toma
assento nos baucos da opposleao.
Sao lijos, julgados objecto de deliberacao,
o. vao a imprimir para entrar na ordein dos tra-
balbot:
1. Um projeclo da commlssiio de negocios
.-eclesisticos concedendo ao Dr. I an lose Das
Custodio, parocho da cidade de S. Joao d'EI-
Ue, a congrua de200,000 rs. para pagamento
do seu coadjutor.
2. Outro das cunmlssoes de constiluicri e
poderes, e de pensdes c ordenado, sobre apo-
irntadoria.
ORDEM DO DA.
Orcamealo da uilica.
Continua a segunda discusso do orcamento
relativo ao ministerio da justica, com as emen-
das oflcrecfdas.
OSr. D. Jiu:Peco a palavra pela ordem.
OSr. PresidfliMtV.io-sc Icrc apoiar algu-
mas emendas.
OSr. O. loi :lie mesmoparaofferecer urna
emenda que peco a palavra. V. Exc. faz favor
de me mandar um parecer que ha pouco fol
lldoa respe i io do vigario de &. Joao d'EI-Re ?
Julgo que o posso ofterocer como emenda.
O Sr. Pruidtnlt >-Sem duvlda, mas nao pdc
justificar senao cm occasiio competeMe.
O Sr. I, .i,,.,-:-->.-ni be preciso jostllicar,
pas que assiste tal juilica a esse digno viga-
rio.....
O Sr. PreiMi,il:--O Sr. depuado nao pode
dizer mais nada.
O Sr. D. Jor :-Ah esl bom. (Riso.)
Lcin-se c apoiam-sc at segulntct emendas :
Emenda substitutiva da coinniisso
c isto tanto acontece no el- poic ser um llagello, c he isloo que devenios
re cmo uo rime. No civel, ordinariamente criar. Ilonlem diate-not o nobre ministro da
parte he mala Intcreatada, procura dar an- juNica que cuata mullo a apparecer um mas
llamen lo, e nao dorme para que o illreito llir gltrado honesto que te resigne a viver nos
soccorra, como se dis em jurisprudencia ; e nistos sestiles com tao poucos venciuientos,
assim meso mo que vemos nos? Mullas quel- tmdo-sc de sujeitara una vida tao precaria,
xas por causa de demoras, que nao se pode lo exposta a prlvaces ; islo, senhores, he
evitar, que o nobre ministro eom.todo o zelo una verdade sem duvida ncuhuina, c he cx-
que Ihc he proprio, com a perspicacia que dls-. altamente nesses lugares, fra do centro da
tingue sua adininistracjo, nao podera certa-, crlllsacao, longc da aectio mais immediata da
mente remover. Esc Isto acontece nos feitos cintura, que desejo que cxislam magistrados
civeis, se he um mal, este torna-sc multo mali rrctos, iiuparciac, independentes, que adini-
lamcutavel ajilando se trata de recursos e ap- n!strcm|sem quebra justica a todos.
pclla(dcs crimes, cm que a acc.o publica dere Senhores, cu completarla tambem ctsa
ser mais prompta, quer quando se trata de'cnenia que vem no parecer da couimlsso, c
absolver, quer quando se trata de condeinnar. I no relatorio do nobre ministro da justica, pe-
Ordinariamente (snu juiz de direito. fallo com' rundo igual providencia para os nossos promo
algum conheciinenln), multas causas dessas
rcinetlidas cx-oflicio, quedevam ser logo de-
cididas cm um senlido ou cm outro, lie un ah
por um c til ve/, mais annos. Nao faco uina ceu-
sura relacao, porque sou o prlmeiroa reco-
nheecr que'nao esta na forcas buintua veu-
cer tanto trabalho ( apoiados ), sohrrtudo.veu-
wr com justica, vencer com a neccssaita me-
ditaejo. Por este ladoj se vque n'.o he pos-
tivel accumular linio trabalho na relacao da
corte*
Siuto, Sr. presldeute, discordar dosy de que o nobre ministro falla no seu relatorio
liando quer dividir a relacao da,corte em
uas : um tal systcma nada rcincdia/. \c-
cu>audo-sc assiut, Sr. prctidcDlc, toda at ca-
sis, todas as dependencias no Rio de Janeiro,
tires pblicos (apoiados.) lie urna classe que
eve ser milito respeitada no paU, que deve
ser rodeada de muilo prestigio, que tem fu-
irles milito nobres c perigosrs. He um em-
rego muito odioso c que tem de lutar semprc
ioiii a repugnancia nalural c a ndole comps-
vidos El r Hlenos-
Nao iralarei do modo pralico para consc-
(Uir case resultados ; o nobre ministro me-
li i ver como se deve elevar o ordenado dos
jlizes inunicipaes, s- deve ser lixo ou transito-
ro, se deve ser cm relacao a csic ou aquellc lu-
gar, se se deve seguir este ou a qucllc pensa-
uento ; ludo isto creio que pode ser mais
lem considerado pelo nobre ministro da jus-
ica, com seu telo, com sua imparcialidade,
(Din as habililacoes que tem collocado no
o resultado qual be .' Todos nos aabemoa, por-iCfentro do nosso cdilicio judiciario. Sr. presi-
que todas as praviucias, o soltrcni qucaa del- (tule, a justica he una dat nossas priiueiras
pezas que se poderiam fazer modleamenle nal recessidades, c com ella eslo ligadas a paz e
provincial cm outros circuios que e creeui,' Sguranca publica, nobres deputados da
aqui crescem, triplican! qtiadroplicatn f anola- cpposicao lodos os das qucixjo-sc da falla de
do ); he um mal sentid por todos que tem jlslica, qucixao-sc da perseguleio, da coin-
dernandas, por todos que querem tratar de pressao que reina por loda parle ; cu oao acci-
4. Accretccatc-te ficando o governo sua jjaije, i este mal faz pon que umitas ve- tirei as aecusaedes vaga que o nobres depn-
i
poaiam serapp
o tncsiiio nao se d a respelto da loteras, que
se nao forem approvadas he pelo principio de
>i ri-tn um jogo Humoral.
O 6'r. ff.irrelw Pert'to observa ainda que > ..
lotera catao no saeaino cas que as naiurali- ~^ AmeacnlVcoano croenda a conclusao do
iV"e, porquiato, istun como para que calas pareccr da coininlisao de negocioa rcclcsiasti-
KJMRWrovadaa be preclao atlayidcr-ic ae car cos concedendo a congriia de 200,00i) rt. para
.la um dos individuos a qiiciu sao conced das um coadjutor pago pelo reverendissuno vlga-
eitno caso de at merecer, o mctino se d a HodcS. joaod'EI-Rel.O. hit.
rctpeilo de cada um doa cstabeleciinentot ou| q sr. |'ri./c(e :-- Scguc-ic com aalavr a
corporacdci em cojo beneficio sao copcedidaa, r.vor o.Sr. Nebia.v
ai loteras. Nao seud o tenido urna corpora- i r frotunin liltneio.)
tao que mude todos os diac, icndo composio de ,; ,s,. .y,/,,,,, >-lia poneos das, Sr. presiden-
oiunt que tem ua idea estabclecidas, suas (C| (|ir7)I,,],> coinejou a discusso do orcamen-
P'PPh formadas, e tcpdo'jaapprovado ceulo lo- vj bein desanimada a llluilrc opposlao;
e tamas ou duientas ItTerlai, nao scpodcjul- ,.,.,.; que o nobre depulad, que cslcve no
garque elle rcruiasac ltimamente leu assen- consclhos dacoroa, checou a diicr-not que era
o aeitai luteriat, que ali noforainrejritadas .||,or que a opposico ic calatsc^ porque
pelo principio de moralidade, luaa aim per jul- |nha certeza de que suas vozes nao serial)
ya-las improficuas i viita do grande numero ouvidas pelo palt ; creio que foram esta! as
que jinda falla ixiralu r. palavras desanimadas do nqbrc deputado que
Continaando na dcniopslratao dos ,prece- fol ministro da marlnha. reliimcnie. porm,
dentea da casa no sentido do requerimcnto-tlc ciic desanimo desappareceu posteriormente,
que se trata, o orador l aa colleccao da ac- ,. fui Com todo gotto qne ouvimot, n uma das
tas que nasestao de 11 dejulho de 1845, sendo ultimas aatsdca, o nobre deputado por Minas,
prndente <> Sr. r't-rnaudca 1'ui rea, approvou- qc tambean oceupou os contclhos dacoroa,
se uin requeruii-iitu dn Sr. Roatiguet dot entrar em ulna analysc' eirc'uinspecta e mluda
-Santos, pin .pie d"a rctolut.io approvada im_'i do ornamento da repartivao da jusli(a e lion-
do ineiinii iiu-z cncjedcnilo ccitos favores as (Cln aluda vimos com toda forca outro^nobre
fabricaide te. idos
redaccao dcslacaii
tido cm projeclo scfiaraoo. na scssho uu i uta v.,
srtembro de . horro, fof ppruvado um rcqui-i imciilo zlo lados, porque felizmente a discusso que te-
M. Fabio autotisaudii a euiiimii-.io de redac- mos presenciado na casa lem posto a toda luz
fo a destacar da le do orcamento .econverlcr a conducta leal c iP-^ia da actual admlnistra-
iin le i-pirada a emenda relativa a empre- cao ( opoiados ) ; e p*r outro lado, Sr. presi-
gados de inferior categora e de einpregados dente, era triste presenlimenlo para nossas
peri.-oeeiiies i junti do coirvin. i. o. uiusas, .para marcha da nossa poltica, que
" Sr. aforar, '.lmenlo : lluure longo de-, mu opfioticJo que te conta tao forte com ele-
bale. ni.-uios lao poderosos, te impozesse uip si-
Sr. Aiirrel, 1',-,/r oo :--tt.io conlesto que Icocio cstudado ; teria um tvttcina que nln-
houvTiie lungo debate, rvlm que o nobre de- cuem poderla approvar ncirf no presente nem
puiatlo tcnba com mulla Jtntica,opiuii.o con- o futuro. '
trria a cita ; mu o que quero estabeleccr he He dever da opposico neilcs bancos, miu-
que en.te ni precedente! no sentido do reque- ui vezes dolorosos e ein que lambem por nos-
rimcniu de que c trata. jm v sa vez nos temos acble, he dever da opposl-
O Sr. Moran Sarment : Na*, neguei que cao discutir, esclarecer o pait, motrar os
bouveueiii precedente. erro da admlnistracao, e desenvolver suas
O Sr. UmrrUu Pednu, patsarulo acombatera idel.is ; sao principios cttct inulto tbido. Al-
censura feila ao Sr. prcsidcnic por ter aceita o pait me felicito com a cmara, com o go-
requer iuii'iiio, lalvrz porque S. Etc. como MI- yerno, e com o pait que a opposico postenor-
nchTo devesse ter parte na accustciio dirigida uiente rrjellasseo donselbo que pareca indi-
i-iintri os rcpreseutati.es daquella provincia, cado pelo nobre deputado que loi ministro da
diz que nao sabe qual o artigo do regiment marinha.. .
qne vedaiie ao Sr. prcaldente admitlir ada- Tenho de acompanbar algumas verbas ao
custio o requerimcnlo ; e que alm dissoS. orcamento da justica, e a cmara tambem me
Exc proceder cm confonuidade com acus an- hade pcrmilllr, vltto que a discusso tem an-
tecessores. dado ncslc terreno, que cu acompanhc aot no-
O Sr. Moraes Sarmrnlo : Para que ctl can- Bres deputados em algumas consldcracoes que
n loda relacao com o oramentoda jusli-
que uma vci feito 'ao poder ser alterado se- 0Sr K,itiV--akao fallo dat diflicnldadcs' ena necrssldadc
njo poi lei,Saye ooato.. queaquiae encontram,quando fallo daa de- 0 Sr. .Vctias : =: llcconlicco, n3o pelas quei-
S 2 Alcm do o ->* aalaal. vencer ca- '------*__.
di um dot mlnitlr
jutlica a gralilicicao de 2:000,000 r. annuacs
podeudo o governo aposentar os que o reque.
reren) na forma da lei de 4 de outubro de
l83l,ercduzironuiiierodoincnibrosdoincs- nciro tein'dc,peiai exlraordlnarlas que nao
no tribunal al trcze.--rijueirnd *>> ^ ,eIII osdc ,,, provillcja, nem o de Minas,
do Rio Grande, nem os de qualqucr outra
,i-iiado actual, vencer ca- petl, cxtraordiuailaa que te fazcm no Rio de is do nobre depuado, porque em verdade
4-do upremo trlbuiiai de j,ne|ro> lMo c am mtl que be por l00Oi nos tesis queltts jogaia con otdefetio rrue
* conhccldo ; aqui paga-sc... tcievem remediar, ellas nao lem base segura
O Sr. Mello Faiteo :--E muito ( no: nossos lacios, na marcha da nossa socleda-
OSr. Nebiat,:...um advogailo no Rio de Ja- de { Apoitdos.. ) E tena, digj-mc os nobres
- deiulados, a que tem sido rcduzidas as aecu-
laolcs graves que lem fcilo ao ministro actu-
alquaes os fictos posiveis que acciisjo a ac-
inez concedendo ceitos favores as |,., aluda vimos com toda lorca outro noDrc
i t,ccidoijdi algodao, a comiuissao do deputado por Mlnai continuar na icrlc dosde-
lcsiacaiv? rt. 4, para ter conver- bale. Era pira mis, para a maiorla e para o
ojcdlb aeparado. a sessao de 15 do governo urna triste liluacao o tilenelo que por
por issu um advogado uo Rio de Janeiro faz
o s, ii, clientes pagaicm ludo : um requeri-
mcnlo, um pappl que cm qualqucr provincia
cuta 10,00o rs, aqui cuita iiin.noil rs. (apoia-
dos ], por.iiiehe jire)w p-i; ir-sc todo b
toda gr uirleza que,jc lust.uia iui corte
noaifli
ca, porque allecUm o estado do palz coin rc-
-hc o- lacio pize aeguranca publica. Principiare!,
defen- purcm.rcalringindo-meaoparagrapho do or-
c sinlo nesta
sando-sc ? O Sr. presidente j decidlo aquel- icem loda relacao coi
tao con) a auaautoridadc.
O Sr. Brrelo Pedroio obterva que, te
brigaco de qualqucr boincm honrado ocien- pHav.......-----v.. _
der outro, quandoaecusado injustamente, nao cimento qdc trata das relacoes,
lbe nao pode aer citraubado que defenda o parte discurdtr do nobre mlnislri
Sr. presdeme que, alm de ser seu amigo, Sr. presdeme, ouvi com toda atiencio o
lem terapre te portado cum a maiur imparcia- fundaiiieuloa luminosos que apresentou o no-
lidade na dlrcccao dos trabalbot da cata. (Bal- bre mlnitlio para Impugnar a creacao ac uma
lu opoiadui.) E conclu fazendo ver a neceasU relacao, creio que na provincia de 'n2
de que Ua de que a cmara proceda unifonne>yat mas, deputado pela provincia de o.^ra l-
menle, porque delta uniformidade atee o/|o,conhccendoqueai rclaedet so necessariaa,
bom conceitoque o poro deve formar do cu- e que caistem fundamentos Bual,nen1,,e1a,n"
po legislativo? i diveis par. que eu allente esse pedido, nao
O Sr.Dm. d. Carxalho tambem reconheer; POMO CUr-o.O^O toja >a"JBL
con. o. nobre. deputado. que sustentan, o re- prl. de "" *0 /'SL^uiTlSop!-
querimenlo, que en. algumas oecashict a cata I Jo digno ( apelados ), veu emllllr miaa op.
lew delibaraio separar en. dlflereule. pro- nlao. honraouullo ao no-
jecto materias rolad conjuncttmenle ; > O sr. Meno rramu nn n ^
pondera aa MW examinar com todo o cuida- b^P"'a.d, ,..A to|,cgo da corla, Sr. prc-
do ciiu daltittraceea. se reconhecer nina clr- OSr. !" joef _iT- ........
raei de materias parliculirc, corno acn- venero cm P'"",,;r 'rlnun,i ,unerior. co-
teceu a re.peilo de.ae projeclo que eoace- peito que ae deve a um trlbun. mr, co
dia privilegios ai fabricas de tecldo de
Kodjo. Equal a necessldade que ha de
parar-ic cm dulcientes projectus as concessoea
ce- peito que aedevea um iriDuuai supit.o., w-
al- ino he aquclle tribunal para commigo, nois
se- o magistrado inferior que vivo na cipliera
o, de ina Jurlsdifuo), a relacao da corle, Sr.
am seui eifbr-
lor.iuc be prccl.o p .:; u -e todo luto
_rancteza guc^^ae auslcnta na corte <
liianiioassui faflq**cieatuu exagerando, fl
um aparte ) he cm cutuo legitimo'
Alcm dessas raadei, que la poi si eran, bas-
tantes para que se afastasse tal cxcesio de cau-
sas da relie jo da corte, lia ras,es privativas,
Sr. presidente, que me obrigam a pedir a crea-
cao de um tribunal dessa ordem para minNa
provincia, ounicsmo para a dc.Minas.jiu ines-
ino para a do Rio lirande do tul. Nao parca
excessiva essa diviao ella, est de accordo
coin a,Ui\ i..,;i do trabalho da intelllgenci c
da justica, que deve ter mais altcndida, maii
meditad i DlssCO nobre ministro da justica que
muitas vezes nos lugares retirado a justica
perda, a inlclligencia se acanhava, nao havia
llluslracao : c que os proprios magislrados i|uc
ei un mandados para esses lugares perdiio na
sua carreira, no seu dcscnvolvimcnlo, no seu
progreso. Seria isto uma verdada, teria uin
ulndc mal sentir c por ventura n asiiiu
propugnando pelos iuteresses da justica, li-
vesscuios o alcance que hontcm nos indlcou
o lllustrc ministro, pols que cheg'ou a dizer
que pelo principio sustentado m caa o que
conclua era que deviain lr rclaccs tudas as
provincias, mesmo Mallo Grosso, oyaz. Espi-
i to Santo, etc. mas
nem he possivcl que
tender-sc s conveniencias p
tud adiniuistr.ir.il, ao partido dominante
f Sr. Mello Franco : Sjo tanlos-!
)Sr. JVroiiw : Eu apenas ouvi tralar-sca-
qu de algumas remoedes de juizes dcdlrcito
c nada maia. Digao os nobres deputados
3iaes sao as perst-guices que fervem por lo-
opalz, quaes as reacedes, qual essa oppres-
saijudiciaria de que os nobres deputados se
qieiijo? Apresen leu. os fictos. Tivc| o gos-
lojc ouvir himii'iii o nabre deputado por Ali-
na, c apenas Un.-ouvi dizer que o noDrc mi-
nitro da justica eslava tratando de arranjor
osaeus amigos.
0 Sr, Millo Franco: Nao live lempo de a-
prsentar faclos.
0 Sr, Nebiat: O nobre depuado fallou
P'Ucoiuas os precedentes oradores que tem
pisto a qucsljo uo'mcsu.o terreno, cahiram na
ursina falta ,s vejo actisaedervagas; o nobre
il-mn.idu pelo Para n'ouiro dia disse-nos aqui:
((Senhores, acompressao geral, os meios ma-
teriaea aao os unlcus que rcinjo no nosso paiz;
respiinde-se aos brados da fome com a opprcs-
sio, responde-sc com baionetas quclles que
piocurao seus dlreilos. Foi |uma historia
aullo grande que no inaravilhou a todos, c
lodos pcrgoaMmos: onde esta isso' Apenas
vi o nobre deputado pela llahla, quando ana-
lysou a administran jo do Sr. Concalres Matins,
apresentar um laclo, o da sua semocao.
(Apoiadoi.) Matatuda assim vejo r|uc os no-
bres deputados, que njo lOui razan nenhuma
porque
ccrt.ia
tomando
i lo unis-ii uoyaz. cs|i.- ures aeputauos, que nao u-iii razan uc
nos nao ,(iiercinos ist'i, de farer aeeuso/ies ao nobre ministro ]
:rer, porque cumprc at- 'lem removido alguns magislrados cm
encas publicas ; reme- e determinadas circunulancias, que lo
dc-sc o mal de modo que nao leja elle reme-[conta da dininistracao, no estado cu. quedei-
diado dcixando-sc outros males, c talvet ere- 'xarao ai causas, sentio a necessldade de reuie-
ando novos; nunca devenios acfbiitllr "eme- Jsr Injustica anteriores, fazendo MMracAei
Ih.mies duutrinal. juslas, vejo que os nobres deputados nem
Na provincia de S. Paulo, Sr. presidente, marchaiii com syitcma ,- o que nos disse un
nao seda este inconveniente i be urna pro- nobre deputado da opposico? Tratando da
viuda de certa ordem que est mullo habill-isua provincias, Ihe dlsseram os teus illustres
tada para ter uma relacao. E accresse urna |co!!cgas por Minas que 11 existiam mullos ana-
ciicuinslancia multo especial e digna de repa- glstradosquc nao linhatii sido removidos (u-
Ali temos uma academia juiidlca, co is- paiadoi la depulapJo mineira ) i c o que rcspori,.
sent de urna academia juridl'ca he o lugar
mais proprio para um "tribunal .1^ justica. A
pjcatoe de direito que se ensiiijo naa nossas
academias sao aquellas que ae dcbalem noi
iribunacs judiclarios ; c asilm poisas luzei
que brilhau. n'uma e outra corporaeao poden,
servir de multo auxilio, de inulto deienyolvi-
menio para ajustlca ; e coin talo lucrar ccr-
tanicutc a uiocidadc que aprende ncaaa acade-
mia, lie mus urna cacla depratica, he maia
nin auxilio para sua lntelllgcncia, para sua
capacidade ; tendo presente um tribunal res-
pcltavel, justo, chelo de conhecimentos, chcio
de illuttracao, a mocidade que aprende no
curso jurdico aprender tambem na pratica
viva de um tribunal instructivo. Parece-nic
que estas razdes nSo odinittcm replica : espe-
cialmente para S. Paulo sao muito proceden-
tes ; portanto deixo de me uceupar mais des-
te assumpto, e apenas tomo a libcrdadc de of-
ferecerestas considrateles ao nobre ministro
da justica; protestando desde j que pela tui-
nlia parte farei tudo quanto puder para que
uin projeclo que esittc na casa, relo que da
cotumlssb de justica civil e criminal, passe
este anno, ou quando seja possivel pela all i-
encia de nossos trabalhos, e segundo a mar-
cha das nossas djsclissde,
Com esta materia, Sr. presidente, lambem
esl ligada a tltuaco actual dns nossos Juies
municipaes c de orphjoi. He conhecida a
mesquinhez de leus ordenados, a dependencia
forcada cm que tem de vlver mullos annos
Senhores, lodos nos sabemos, e he uma triste
verdade, que a malor paite da nossa mocidade
que se dedica a esse ramo do servico publico
nao sahe da ciaste abastada ; procura essa car-
reira para ter um emprego honesto para viver
se nao fotte
i pt
tile lem
I o arejecto como se i.w.,|,. -
odlrclla^r iopprlinlr aquelln lote- (Apoiados.;
deu o netbre deputadu P .He porque o Sr. mi-
nistro nao ten. acudido aos pedidos i
OSr. Mello Franco i a Fallci de um, o Sr.
Pedro de Alcntara.
OSr. c-'m: Machado: Nos filiamos de tres
comarcas boa.
. O Sr. iYioiaf: =, Se por ventura nobre de-
putado entende que lem havid da parte do
nobre ministro a devido resistencia esse
pedidos, he a defesa melbor que Ihc pdc f i-
zcr...'.
OSr. Crai Maehaelo: O facto he que nin-
guein pedio taes remoedes.
OSr. Nebiat: Faco plena justica aos n.eus
amigos, cstou certo que nada rccliinaramt mas
este he o systcma seguido contra ns, pranos
comprometer e aecusar: O vosso partido
he muito injusto, quer cousai eitriordinaiias,
vivemos cm umi completa perseguido; c o
ni iis be, Sr. presidente, que os nobres depu-
tados tem sido bem fellzes com esta boa tc-
tica I (Kpoiailoi.) Eu poderla analysar a nur-
.lia .11 administradlo em seos diRercntes mi-
nisterios, para mostrar que essa tctica he mas
felit do que .comporta ineimo o tyttema de
conciliacao que qucreinot.
A/auns Sr. Dtpnladoi:He verdade, he ver-
dade.
OSr. Nebiat: Ainda mais; disse 0 nobre
deputado : Njo tem sido provida duas co-
marcas de Minas, porque consla-me que os
candidatos que se iprescnlaram sao posmas
iudignas. Pols, senhores, o ntintslro que
segundo a conlissao do nobre depuado, nao
despacha dous juies porque nao lio digno,
como dia o nobre deputado, merece censuras?
Nao era para ter o apoio de brazilclro con<-
clencioiu? (Apoiaebi.)
O Sr. Millo Franco: Santa Barbara!
O Sr. JVsoiii: Aprin.cira| ncccssfdadc da
justica, senhores, he a moralidade ; Islo so
era bastante para qne um partido conscien-
closo, como quero suppr que he o partido do
nobre deputado, ddsse um apoio franeo ao
ministro que assim procede, ou que pelo me-
nos no viesse fazer aecusaedes cenlraprode-
centei. O anno paliado, quando Uve a dis-
tincia honra de fallar uesti casi, ja, aprsente!
factonem replica, e mostretqee eco nenbum
dos ramos da adminlilrtcao vejo quelxai nem
rea(det, nem vlngancia. (Atotoeer. X
O Sr. Aiirialo: => lie de tal laolica.'
O Sr. Af i 'nal; 1 le a ti I uoloa que lem sido
feliz .. a
Sr. Si'wira da Mol : Ten. negado.
O Sr. K.biai: O anno paliado prcsenle
a organUacao judiciaria ( pols que te trata
ditro agora] da ihinha provincia, ,de Minas, de
([traai todas as provincias do imperio; para que
volt r sobre este aitumpto .' lodc-ie al dizer
1 que raamos fazendo rrquertmenio ao gover-
no para que faca reinocdes. e dtaao tirar van-
1 lagcnt contra o inilaoi do inlnisleri"
I O Sr. Mello Franco; Em Minas penal fil-
iara aer dlmillido Um alfcn-l do culpo poli-
' cial, co li agora.
I (iSr. Silveira da Molla: Por issu nala
' dlxein a resuelto de S. Paulo
I 0 Sr. .iiti'ii: Quando apparecer nesta ca-
sa algitra reprcacntantc pela mlnha provincia
do partido contririo, entraremos n'uma dis-
cusso mais positiva.
' O Sr. tfillo tranco: Elle uo |t ir.l i,
i t) Se. Silero a da Molla: Dco o traga.
I O Sr. AVMai: lodosos das estamos a pe-
dir a Dos que o coadtna a eslas plagas, iiem
do increcimcnlodesre nosso digno companhei-
Mi. a sui nula acra urna fciietdadc para nos,
polilicamemc fallandu.
A orgaulsacjo judicaiia da mlnha provin-
cia esta cm grande parle uo sentido da oppo-
aicao, e digo mais, assim (|ue lia occasio de
se cxcrccr vinganca c pcrseguicOcs por meio
de processos, nao se perde...
O Sr. Mello Franco: -- Onde he isso ?
0,Sr. Siovcira da Molla:-- Km muios lu-
gares.
O Sr. meta; --.... o que moslra as tenden-
cias do partido dos nobics deputados.
O Sr. S/Mira da Mills: -- Uc por isso que o
nobre deputado nada disse a respelto de S-
Paulo; est contente.
O Sr. Aprieto: Isso he verdade; va por ahi
que val bem.
OSr Nibiti --Senhores, quero ir acompa-
nhando as rubricas do orcamento, c por isso
dciiarei para depois as ubscrvaces geracs.
A cmara tari paciencia de pretiar-uic alteo
co, pois que quaai nunca, oceupo seus mo-
mentos. I
O Sr. Aprioio: Uc o que sentiu.es i derc
fallar mls vezes para dizer essas verdades.
O Sr. .V ,i i. : Obrlgado.
Nos, deputados por S. Paulo, presentamos
uinacmeuda, consignando urna quanta pata
que o goveruo cree um seminaria episcopal
uaquella provincia, lie isto urna ncccssidadc
tjo palpitante, a illusii.i.ao e moralidade do
nosso clero be lao necessaria que nada mais
he preciso dizer para justificar essa emenda.
O Sr. Silteirn [/1 A/olla : -- lie urna quamia
muilo pequea.
ti S.. .V ti.:Espero ouvir o que a re-
peftonos tema dizer o Sr. ministro da justica-
\-. l',< pi.-si.i i i t.-alico de Africanoi.... Se.
nhores, deide o anuo paisado que esla qucs-
ljo melindrosa tem servico de Ihema aos no-
bres deputados* ainda agora, que cu pensav
que a opposico estlvesse desarmada cotnplc-
laeacaic por ateo aaaaa liada 'agera ouriium
reprodutir aula accniacclcs. O nobre minls-
tru Iruiti ni ja i, i ver que era negocio uiuilo
iuipuriaiite e grave, que poda coinplicar-se
inulto cun qualqucr discusso; he pois pru-
dente njo ciitrarmos cm urna discussau mul-
to repetida a esse rcapciio. Eulrctauto, se-
nhores, jaque cstou nesta rubrica, dirci duas
palavras aos nobres deputados.
As iliilu iild ules do guverno sao li ullo co-
nhecida o trafico por sis podia constituir
uin programina completo de i|iialqucr guver-
IM), (Apoiadus.)
" sr. Mello /-'ni":: : lu um partido mes-
mu-
O Sr. Vediar : De qualqucr governo: o
governo nao est separado dos partidos poli-
ticos : ou com este ou coin aquclle partido
elle est semprc ligado; o governo nao lie urna
cnlidade i parle que vlxa sobre ni. ( Apoiatloi.)
Senhores, ainda agora, como eu disse, o
mesmo onhrc deputado de Minas que foi mi-
nistro do Imperio fallou-nos de alguns faclos
que se lem dado no porto de Rio de Janeiro,
aecrescemando que, a seren verdaderios esses
faclos, o governo nao tem feito tudo quauta
devia ler fcilo. Parece-na que foram estas
as palanas do nobre deputado.
O Sr. Diiie de Cdreal/n); Qiwd diii icriplum
ill.
O Sr. .Vefciac Senhores, pde-se negar
que o governo lenha-sc empenhado seriamen-
te na extinecao do trafico l Lulando cum os
amigos do trafico, cont4g opposico, con. a In-
glaterra, con. tudo quanto ha no mundo, e
que estesservieos erain bastantes para cons-
tituir gloria do ministerio actual ? ( .1/ -m ,i-
poiadoi.)
OSr. kpriqio :_Isso he uina verdade fncon-
lestavcl.
O Sr. Sebiai: Dcsgrac&daincntc os nobres
deputados que deviam Iratar da qucsljo do
trauco em rclaco ao grandes interesses da
sin ied.1 le brasilcira, em icIicjo aos grandet
interesses da nossa industria, do nosso pre-
sente, de nosso futuro, da nossa honra, da
nossa dignldade, desde que se ten. metdo
nesta qucsljo, tcm-na convertido em um Ins-
trumento de poltica mcaquina. ( J/mKoj apoia-
i'"i J
O Sr. Aprigio: Como ludo mais.
O Sr. Mella Franco:Avcrbo o nobre de-
putado por suspeito.
l'm Sr. Afedia : -O anno plisado ca alln-
guagcn desta casa que ns deviamos quebrar
as cscadas por onde haviamns subido ; mas
nao sci se nos ser licito agora dizer qus vos
queris concertar cssis cscadas.....
0 S'P. Mello Franco :O consclhos da oppo-
sico foram que obrigaram o mloislerlo a se-
guir ena vereda.
O Sr. Nebiat :Folgo muito que a opposico,
patritica como he, concorde na necessidade
da repressjo do trafico.....
O Sr. Millo Franco : Tem concordado at
boje.
OSr. Nibiat: Quer o nobre deputado dizer
que o ministerio dcixou-sc levar pela forca da
opposico, que nao foram as rasoes de estado
a moralidade publica, os grandes interesses
da nossa Industria que obligaran, o governo
a dar esse passo? Pois bem ac o governo
acceitou o conselho da opposif jo, era mala
um motivo para que foaaem mais justos ( apoi-
dot); mis lato nao ten. acontecido, parecc-nie
que linda te quer eapecular com ealc negocio.
Si ii hores, o trafico nunca-ha de desappare-
cer il'enire mis completamente, emquanlo
houvcrcm negros na costa d'Africa c houve-
rein ir alicantes no nosso paiz; ainda quando
ic loinein icertadas providencial que o nobre
miniltro Indlcou no teu relatorio, o trauco
nao ha de desappareccr completamente ; su
desapparecer depois de mullos anuos, lalvcz
cm outra geracao.
O Sr. Paula Candido :--l)cos aos livre.
O Sr. iVe&ios : Terminare! a este respelto
com mu i observarlo tiada de um.acto multo
celebre. Quaudo o duque de Yellinglon diri
io ao congresso de Verpna uma unta viru-
enla; na qual aecusava o governo e o pavl-
Ihao francs de connivencia no trauco, o Sr.
i'ti......i,, uint. leudo da retponder, assim
fallou : Saiba o mundo Infelro que o governo
de S. M. Chrlitlinlsiiaia lem empregado todo
os esforcos para abolir o trafico que o go-
verno, porm, nao he responsavel pelos abu-
sos que se flzerem do pivllbao nacional para
traficar-se nene infame negocio. toares
centa mais : Quando o comniejde tem alte-
gado, como cm nosso din, a m pealo ,de
exaclido ladlbemathica, lodo ooatraoemd'i
lem aua tarifa, c pronerco que creaeem
at diilicuidades e o, embanco, canee au-
dacia e o artificio para vence.las, pela ecrteaa
ou esperan,.) de grandes lucros ; tua bem ni
iuglaterra, apelar de tul grande ficellsaeab,
a inrenlo! i.is ruis severamente prohibidas
sao Importada medanle um seguro publi-
co de 25 por cento. talo foi dito pelo con-
gresso de Veroni ao duque de WcIHagloii.
Vijan, pois, oa nobrea diputadas, uando
o governo lula com todas estas dloaculiladr. ,
com ene giandci inlerettet, imrrettct tjajac
c i liiie.uii, que nao desaniman! de uta -at-
ntenlo para outro, se be posivc| fiacr-Ute
carga por ou > outro abata,.ae. enaa aa
outra piratera que t deseobre anaoom! aer-
tos. (Apoiados.) Nada mal direi a ele res-
pcilu.
Sr, presidente, agora pcrrtiillir a cmara
que eu passe a responder a alguns nobres de-
putados que fizcram eonsideraedes geracs,
mas semprc relativas materia deque ae ira-
la, i organisac Jo do citado, paz publica,
justica c sini ni, i dos cidadcs|, Hoatem
um nobre deputado, que fallou em ultimo lu-
gar, apicseotuu uu. principio que cu. verdade
nos inaravilhou, c que poda ser de ooasc-
quencias liineslas. Disse elle : Nunca am
povo que est bem procura revolacionar-ie.
lual he o alcance desta doulrina do nobre
cpulado .' Como ha de ser piaiicamcate
entendida a tua doulrina ? Ella be cuiiiuiiiu-
te con. todas aa tbcoriai que ic lem aarceen-
- lado na caaa {apoiadot con. csaei grttoa de
| couipreaso que lodoa os dias aaaareccm
(apoiadot), ella he cunsoatanle cara ein cx-
I plicacao que ha poucos dias ouvi ao nobre dc-
, pma lo pelo Parj dar sobre o compendio de
un lente de Olinda. ( Aptaiot) M parece que
o nobic deputado, voltando a ccrlos prloci-
pos, decl.irou, rxplicou que o Sr. Autrau
aconselbaria a resistencia tmciite fm caso
extremos, c ahi trouxe-nos elle- Ibcoria dos
J goveruus, disse que o governo he uin coa-
tracto, que quando o governo n.io cumple a
t sua obrigacao, o povo tambem nao he obri-
gado a cuu.ph-la.
O Sr. Millo Franco :Isla he tao lgica.-..
O Sr, Ar'nae ;Todas estas doutiinat que te
cspilham uo pati, que nt vemoi todos o das
entinadas por auluridadci lao rcepeitivcil
( apoiado,) pudein liatcr a eguranra publica,
a pe, a consolidar jo da ordem ( apoiados ), po-
dem trazar o progiciso da toeledade, podem
Iraier os mellioramenlos miieriac que ha
puuco tempo os nobrea deputado temarvo-
, rado como sua bandeira ? ( Aponido.) Senbo-
res, islo njo he crear a cada momento dilli-
culdades para o goveruo (apoiados), e des-
I gracas para o nosso povo incauto ? J)a! eites
conielliut, c depuis vindei dizer : O governo
quer iltudir o puvo, o governo para ooinpn-
mi-lo figura prupagandat, figura revoluertes
para obier iucioi vejatorios, para oblea fon. i
e mais forca, dinbeivo c mait dintieiro >
Urna vos:E at ditera que inrenlon a guer
ra do aul.
O Sr. Nebiat: Eu pretendo tratar depoia
deste negocio -, tenho felizmente aqu uma
follia de iluenos-Azrea, que um amigo me
conliou, que lem uin artigo muilo nterei-
saule.....
O Sr. Mello Franco:Uc tao vclho.....
O Sr. Nibiat (para Sr. Mello Franco):Ot
nobres deputadus dizeru que all ha repblica .
c como nao bei de recorrer a ella para situli-
zcr aos Srs. liberacs de c, c mostrar qual be
o espirito publico que se nos emptesta ? E
o mclhor he rjuq a repblica de Huepos-Ayret
j no f j| reccilada A honrada sala die
que devia-se aproveitar do cpirilo publico du
brasil para nos dar uma repblica at nos
amcaeou cou islo I Que vergonha para
nos..... Mat Scnhorct, a que se reiluzein |os,
gritos da oppoiicao ? (.mal he o ten plano '
Qual he o seu fin ? Nao pdc ter outro icno
desaulmida e estril na opposico, assim
como fol estril no goveruo ( muito apoiadot ).
appcllar para os seiitimentos do povo e per-
turbar a i.i-in publica ein vez de esclarece-la.
( mullos apoiados.) Eu sinto milito que rae-li-
bros t.io respeilaveis de um pulido tao rei-
peitavel sirvain-sc de sejnclhanlc arma. ( A-
poi idos I su linguagem dos ambicioso que
ijiiei i ni i" i d. i o povo ein vez de dar-lhe bons
coslumcs..... ( Apoiados.)
OSr. Diat de Carualho: Ibrigtd).
O Sr. Nebiat :Oiira-me o nobre deputado .
cu njo cot Uno diiigir insultos a nlngucm,
nem mesmo a uin partido politioo quandu
o combato politicamente, l'.-la linguagem dos
ambiciosos, esta linguagem eiccssiva dirigida
ao povo, ii.ii devia ser eiupregadl por memi t.*o respeitavcia de um partido tao reepeilavcl.
O Sr Mello Franeo:Os sentares enslnim
os devere, e nos de vez cmquande fallamos
nos direito.
OSr. Nebiat :-.Em que he que os dircilns
sjo violados O que ns precisamos he de
ensinar os deveres ( rauilos apundos >; odi-
icitos csliftugaranlidos-, ilii;ani onde lie que
fallan, os diaaNtos. quem be que toOre ein seus
direilos ? Vamos dcsccr. a fictos, posllivoi
( apoiados) esta queslo de direilos ventila-
da pelos milises deputados redua-se llber-
dade, porque veja que os oobre deputados
nao se importan, com a scuuranca publica,
cum a propriedade i qaapdo fallara em di-
reilos, os obres deputados laten, suaa amel-
las smenle em relacao liberdade. Pola
bem, dizei-me onde he que a liberdade tem
sollrido este conslrangimeiilo, dizei-inc quae
sao aa pcrscguiccs na liberdade judiciaria c
poltica, na imprenta.....
O Sr. Mello Franco : Uc a nica que nos
resta-
O Sr. Nebiat:... dizei-ine quaes sao citas
pcrscguiccs ? O nobre deputado diz que a
nica liberdade que resta he a da imprensa ;
desgracadamenle a respelto desta eu tenho de
diter ao nobre deputado alguma cousa. Eu
tenho aqu um pedacinlio de um escrlptorquc
nao be absolutista, nem saquarcma, mas que
he republicano.
O Sr. Sonsa Franco d um aparte que nao
ouviiuoa.
OSr Fretidenle : -Quem c cora a palavra
he o orador. ( Rieadoe.)
O Sr. Nebiat Dgain os nobre deputados
em que beque soll'rc a liberdade entre nos.
quaes sao as garantas que se tem arrancado
ao povo ? Sculiorcs, devenios fallar com
franqueza ao nosso povo (apoiado ), cm vez
de prec.ai -Ihe a.si, idei.as erradas, que bao de
semprc trazer o povo de dtsgraca ein descre.)
o povo, que eu. geral be bom ( apoiados /
que quer ouvir bons conaclhos ( apoiidos),
que quer marchar na senda da prosperidad!:
(apoiados), e que semprc marchara scllves-
se directores prudentes. Esta linguagem que
os nobres deputados dfrigcm ao povo nao he
a mais propria de hoinens llluatradoa, de.es-
tadistas que tem um penaaiucnto na oppoacao
c que no poder quercro desenvolver ene pen-
aamento.
O Sr. Son .o I 06alo: Ji le contenan) de
cortar a arvore para eolher o fructo.
O Sr. Ntbiait Ein vez de aconielbir ao po-
vo idcias engeridas que o perdeai, e que era
ultima inaU-te aiKrrem para aaorlhca-lo a
bem de alean "Viirn>lnsoi (apoiadot), cm ve
dto devenios etpaibr entre a aaiai popali-
\n idelai mil eiactaa.' ideias mais sais, que
tragan, a sua proiperrdede. (Apaierfoi.)
Urna ro:O povo ja a conaeae.
O Sr, Ifibiai: Nao digamos a cada momea
ILEGIVEL


trabiihq nio ta independencia, cao ba lber-,
dade, ufo ka ridado, nao ha nada. (Apoiaioi )
IligaimM aopovq que a imrnoralldade e o crl-
me he sempr degrdame par qualqucr clal-j
ae da aocledade Delicios casa Influencia ma-
ligna que noi linca na carreira doa desatinos
En *m dessas idts* vagas de opprrsso, ele
tos roubadas, de tudo quanto pode trans-
ir a sociedad*, asedar os animas, tornar
.iyAt rt.j.Irti.Mr C..,ici!i'"-tn .lllllilHir ap-
linaco dos partido*! espaibemos outros
ciplos olido, e'bons, e talvea a nossa po-
eto aprsente nm da e resultado que d
asf.ua tsl 4-eejanios, e que
-s*
tere a
qu
apeiar da amnista lnpcrllVespndei a
onaaao governo tein promovido.
' flestbiires. nos todos somos llber.i.cs. (Apoia-
di7- nelhum de nos qur o despotismo no
PraMirtAtaKaloi.)
JJV. Bartola: Menos a opposicio.-
sSVr. JVrtlas: Mas entendamos a libe, dade:
querer que oin poro novd, que' nfo pode afn-
da enejar ao ultimo rao de ltbcrdade, fique
entrene a si mesino, serla uro mal, serla uiria
inrenreencli dos nossos estadistas. (Apoiadi )
' 0 9r. altllo Franco: --Quando chegar este
lermo, querer o unbre deputado....
O Sr NtbiiH I Nossas instituice.es sao mol
lo bellas, podemos dar-lh,- inais bu menos des-
covalvinaento constitucional; mal bao rnlcn-
que devintos aspirar a uuia qualquer mu-
diuj, Dos nes llvre de tanta rellcldade (mu-
Iss pesadei); porque estou convencido que o
sjstema inonarchlco-conitlluclonal-rcpreien-
trtvo he omelhnr svsteirii (saullos pola*..),
pirque MMr i liberdade est cm consorcio
cota aVrionarcliia: crcio que era lato o que d-
ala o grande deputado Manoel. Temos sufli-
cieMes garantas e liberdade: quercm os no-
brea deputado* ouvir nid pcusameiito, que mo
hesosprito? Peco a sua alleuco : a liberda-
de, dls un esciiptor illuslre, he un vinho ge-
neroso que embriaga os cerebros Traeos, e he
sopor untoogo habito que se pode snpporlar
maior dos*, a
rr o nobrr deputado um ideia inai* sa,
jult, mals verdadeira? Esta ideia he de
uiii republicano, e fez-ine tanta imprcsso, que
acopiet pera lr aos nobres deputados. Qnal
he pois a liberdade que nos falta ? Ha poucc
un dos nobres deputados disse que a liberda-
de daiinpreusa he a nica que nos resta: cu
lamento esta desgraca.
O 8r. MtlInFmnco: Entilo quer acabar com
ella tusa bem ? V
O Sr. JVretf: tluca-nic o nobr.e deputado;
eu lamento esta desgraca cu quera que a iin-
preusa ettlvessc constituida de'tal maneira
que os nobres deputados nao cslivesseiu satis-
leitos com ella. Sao peusc o nobre deputado
que sou iuinigo de inslituieocs livres; desde
a'ininha infancia cston acostuniado com estas
Mela* ipol.!.[.-', tenho vivido com ellas (a-
potados) j o nobre deputado, o Sr. Aprigio, ci-
tan-ene ha das como testcmuulia no lempo ein
qe eramos couipaobeiros em San Paulo ; cs-
tudautes eramos liheracs e hoje o somos, aiuda
que nio pelo gosto dos uobrea deputados.
O So. Soma Franco Tamban o Sr, Aju i-.
dc IfWk-ir^ coudeutoado moric.
mas a .intente eBrraversIa desta Causa dando
campo as mingas doa corleaoi c dos. adven.*
ros do ministerio/ p'rodbiio no paco e no poro
nina agltacao, qoe o imperador mesmo nid
dlsfarcav*.- Ora, cls-ahI como por l se pinta)
oosaa jlluicao; e quem aera quo maneja essa
correspondencia de Intrigas e de planos, tai-
res oceultos.em urna quadra quedcvla desper-
tar todo o patriotismo dos rasileiros ? Senho-
res, eu crcio que o governo tem marchado em
tudo, ein tildas aa crlses deaua laboriosa vida,
com mulla justica, moderaceo e dlgnidade, ce-
lando os reraaairoa sajlij..... Ii pata (A-
poiados '
Vm Sr. Dtputado: Uto nem i oppesi-
t.io pJ negar. ,
0 Sr. StbuHi ; Passare outroa pontos-
Todos os da* se quer trazar a discussao as
contas denosio orcamento, aa .leipezas do
Raudo; al M oavi a um nobre deputado,
cm um .li-sles das, eslrinhar urna, ou duas
pequeas' filias que elle notou nb'prijimen-
to; umi ou .luis pequeas consiguieses,
que |0iis0 quo nio viuliSo deflaradas, que
alias ao despezas Hxas. Reparel att'- que o
nobre deputado por Minaa, que (lias fallou
com lo la a modaraejlo, eom idea proprias
de iim hoiiem que conhece as neceaiidedes
de seu piiz, quo ]k esleve aa idministricSo,
e que algQm dii ha de villar a ella...:
> Sr. Aprigio i oulroi Sr$. Deputados :
Dos nos 11 vio.
O Sr. Mello I-rauco : Entao nao querern
lu'm moderacao ...
O Sr: Nebiai: lleperei que este nobre
doputade n3o gostisse muilo, e qttrwsse fi-
zer disso una carga ao governo de que se
omittissem cartas dospesas no ornamento da
justica, e disse que fazia o governo Isto para
dopois as commissOaaXCarregarem com o
dioso do niignii-ni.: em despoza. Seoho-
*, que neoeasiiade linha o governo de
usar desta o ipertcsa i Pois o governo ocul-
ta as suas contas nm governo de pulilici-
dade, como o nosso, podia usar desse arti-
ficio ? Pira quo? Para engaar o paiz, pira
engaar seus amigos e o parlamonto? A
aqu njpocriu. _______... J asslm resubelecer slidamente a independen-'
iiii reatabelecer slidamente a independ
OSr. lUto*ir Euoutt. pronunctar-aj a,0 a2iU*,,1IU0 p,i, p.^ um
aqu a palavra liypocnsis ; naoaei lf futura etpera.ncoto. .. 'i
o imlire epulndo se dirigi ao Sr. I.impt As atten'cdes protestos da heroica provin-
d Abreu ; mis 6 certo lio q
meu. perguntou se iqulllo
Limpo de Abreu, e eu nio
fosse contesladn anUmnemente.
Scnhores, ji que fllei do ministerio,
de margo, direi duas palavra a respeit
Sr. Menol Kelizardo. nosso illuslre corre- ^''"*'^'" *"""" 7 """*,^* "~.]asV^saaM1 f' i -f"' |""*'-*""''-'-t*1'*
fTgionaVJoT e ctdTBS Inulto dl9tinewrp*| \ada menos nobre, mala vergonhoso na vr-Jb podl processsar, etc.. agora passou ni
rldlcoa. Depols de
igues doa Sanos t
a dlscuasiodo arl 1
regeltado per Oi votos
nlraBH tscaja HH soi le o art. 2. A pri
iia^Ht s^Basf^Wjulgrda nrejndlcada, e
____ seRUlHroIBp^Hda por 48 voto* contra
porajaW 39. OsJam. fWaBsaV rrgeltadoa. Aqu ofiV
Mas uauto lempo durar esta boiiilidadc Un A as^t^n^lp MJTll Ief
scnaAo eile fumr 7 Art. 1.
O D. Manoel esleve alguns das doente c del' ,j#r nOTlfl
do quaoto
correule
ie juebr
l manda
de.toca a
ras sem
que se n
aquellea
... nao he
'|*l*Ta roiolve:
no TlPirWMrlMao pan
s sos cursi juridic,
son de apparecer no senado, est discuisoes ap escolas de medicina, podeodo" ajtrar as
caminhavam placido rraiancoi porm apee, J.ilposicQM d, |,| de 3 u0 Qutubr^Jl, 1^,,
sentou-se ella tao aperladod. la. que obrl, ^g J^Qm^ 00,vt.ie-, mS3i^.
vatei-
j missao junt ao govento de Ratre-Rioi No da" nao parece o neraeiroaas maaunas toihhi-
.,l,s 19 do passado eliegou o general Urqulaa de*| quer de Marica, com cuja liUU cata "I
T,T. s*a quartal-general poveeeao da Conortclo OsSrs.Wipos andavainl ah eemd qnalqnt
110 a' do Uru.uav, aoaide recebeo o ministra Os-, hlbo da vlnnlia lujeltos a qualquer Inspector
ir. Manoel Kelizardo. nosso illuslre corre- CBtai .. ''-'-----------'---------"'*--
rgioHrfoTe ctdiiKo'rnuito disiineto poV] ^la
-Mteiwn
iecucao higo que foren publicarlo*, mH
quHqeer luguSerito de daapesa, que i.epSo
realisar sem (i^ej^ajUcrldfifiH^Od-r
~ -'':-r inualeial laa annm-TTTl.....
> >aa %. >* wu 1 ansa sa va w wa w I I' I T B IDIbTAIbbbbVS naVaV rSat
seu oaraoUr e servais. ( Apoiadoi.) O no dade do que a attltudc tomada polo governa- mar dos dcpuudos urna le dando-mes um \kXOflmXKnt
bre depuUdo disae hotem : 1 perguntem ac dar de liucnos-Aj.es nai manifestacoe de foro1 privativo, que he o ineimo dos P'"'den- ,~W****rw*'0* "^
Sr. Munoel Kelizardo por estes adiamenlos. Fntre.Rloi e Corrientes. Rosas tem patentta- tes de provincia, t do corpo diplomtico di- -ma lu'ur;J;a"- 4-.-."^.
Fu res.mndi d meu liitrir 1 Esteve so duus Jo ao muavloa pequenez de sua alma a P em Ilu'" 1UB eovirla que fosiem julga- ArL tyjfcaq rftogatfej apolieO''
1.. .,Pm.Bii l.i2fi .WS tr.,., Z 'os feroM. Instlncto* que tanto earacterl.avao dos pelo senado en. r.tao de sua alta cathego-
mezesn. ministerio, e nppodia trit.r des ^m. -'-^"giverno pode .,..-
sis grandes medidas reclamadas pela noisa J,iraaaa9 oonHdcrado pelo poros, tem aquel-
gio? (Risadas,)
OSr. .Vsaioi Todos nos queramos c que-
remos a verdadeira libfcrdade para o nosso
pas. Oigo pois ao nobre deputado que pens
que a iihprensa nao est bem constituida, por
sua vida em todos os ramos da adn'iinistra-
c,3o nao lie publica, elle nSo> traz ao parla-
mento ? ( apoiadoi) Ainda hontem o nobre
ministro da justica respondeu satisfacloria-
nenlc ao nobre deputado polo'Para, que o
argnio de umi despezs extraordinaria men-
te feils pela sua repariicSu. Taremos nos no
paiz um governo mystorioso, um governo
de juslo preco, coul'orme a phrase do Sr.
Kerrein llorges, que temo responder pelos
sous actos, due queira fazer monopolio dos
dinheiros pblicos ? Sinlo muito que o
uabre deputado ensato como he....
' O Sr. Apriijio : NSo appoiado. (Risa-
das. )
OSr. Nebias; .... lizosse um observa-
Q.lo que me parece trazer algn pousamen-
lo demais.
la Torca moral neeessaria para o curaprimeoto
das tels, para ti manuteacao da ordem, e para
oppdr-se a lodos aquelles que 'procufam des-
truir as bales em que se assenta a sociedad.'
que dirtoe; qando assl'm no succede s Ibe
sociedade. Gomo se ppde fazer responsa-
vel O Sr. Manuel Kelizardo, qnaqdo Uve
urna existencia epboroera no nienisteriode
8 de marco ? EslivorSo osnobro deput>doe
per l.'i la meu te unidas nes ja poca ^" Oa I
foi a physlonomla da sua cmara? Pela
prlrneira vez tivemos um ministerio as'iui
co.nposi.i, e com esse bello prograipms,
que por isso mesmo u.o foi aprttCialo e
acompanbado pelos nobres deputados^ Qt
responsobilidade pode pesar sobcf0 4 Sr
Manoel Kelizardo pelo que ledeixoi. Tic fa-
zer no ministerio deide marco no t impo |eollocar-se a suffreWe como general e.u che-
do dominio dos nobres deputados? (Hpo/a- fct ftreltW^a*/Bftderalb e 'nvadli- j|
dot.) Linjai sobre vos essos adi|mei\tos
Ilusorio*.
ra ; outroa porcm dltem que o icnado he mals
un1 tmhiiual poltico do que outra cousa.
A 20 do prximo passado 'junho, hoave no
mas um horrivel furacao, que la fvzendo so-
sobrar um navio, cuja salvaciio foi devlda a
Icr o violo levado-o agarra. A tripolaclo veio
cumprir um VOTO a ftossa Senhora da Boa-
resta reaTgnar os poderes efue lhe' lao contla-l Vlagem
dos e rctinir-ie a vida privada. Hosaa porem INiem que est despachado pata Inspector
psosae dlvemunnelrai afasta-sc lempre de da alfandjfiaeisapfovlncn nm bacharelque
icrttariti ,
Idas (tel ttn^lfro-
dos deppUdoDtori-
iiira dar fiovosTeitatulos
tsdis as Ideiaique' tendem a abdicar poderes
atrabrdloariof eonflades pelos povos a pe-
tOas,|,que-delles arbolando,' pveclpltio-oa nos
profundos abismos da dee.raeac.i'o.
A Rosas competI**-organ.sa\ To do exerclto
Sr. presidente, a vida publica lio multo
cliea de espinhoo; svidadosle miiiisteo
tu ai tido complicafOes muito serias ; apa-
zar de lude, o mioistorro n.1ose tem esjut-
eido dos grandei interesses nicionaes, dpj
grandes interesses do nosso commercio, ia
nossa industria e nossa organisacao interna.
.No atino passado leis im,-orlantes foruo pri-
moigidas a sua execu^So, aiuda ruis impor-
tante, esta a cargo deslo ministerio; e o qie
se diz contra isto? Apenas ou?o dizer, por-
que uada inais resta aos nobres depuladoi,
apenas oucodizerque sequiz vexar a guarda
nacional, arrancar do jury suas mais pre-
ciosas allribuiedes He islo verdade? Re-
mediar males oxilenles ho urna falla di
ministerio actual? Aguarda nacional po-
da 111.11-liar da 1111 nena por que osla vi
constituida no paiz, desorgunisada inteiror
nenie, desmanlalada, a guarda nacional
que no entanto ho urna for;a publica, qu;
estou certo que ha de fazer no nosso pais <*
servidos importantes que po? toda parle dj
mundo tem feito....
O Sr. l'irmino: Com) j tem feito.
O Sr. debas: .... e como ja tem- feitt
entro nos, como tem feito na Franca e 111 ,is ceoslas do senado pioposfco que auto-
l.-Uilo5-l;inlos : Espero que os nob.es dt risa o governo a reformar os estatutos das es-
putados reconhocerSo os efTjitos p'atlco colas de medicina e cursos jurdicos,
da organisacao em que o governo est em |_. Por cs,a ceailao propor o Sr. Barbosa, de
provincias revoltadal ; entretaoio elle, Uo
pouco acostumado a declinar hebras, nao |o
fae qual ser a rasao? He porque temeroso
procura remover a poca de sua ruina, porque
conhecendo a forca de seus direitoa recela o
abandono de seu*soldados, porque seu poder
degollador e sanquinario chega para desgra-
nar a quem o terror tein amotinado, mas nao
para annff|nilar povos briosos e intrpidos,
3ue estao alem do alcance do braco aculila-
or do carrasco.
Os aprestes bellicos de Rosas para oppor in-
gente barreira a causa que synpatlca faz nu-
merosos prosclylos as rcpublMas do Prata,
reditefh-se ao augmento forcado das forras de
Santa F. Pretende com ellas guardar as cos-
tas do Paran contra urna invasao. I
A esqtiadra brazilcira subi rio a cima, e
seus vasos se cstenderam desde cm frente a
Colonia atd a foi da (uarni. O commandantc
da esquadra subi o rio ate ConceicSo a burdo
do vapor Rccife.
Foram approvados ein ultima dlscusSo
n.-nMin.-ira vitalicia, as emendas ao projecto
que esiabelecc no Rio Grande do Sul urna es-
cali d infantaria e cavallarfa.
O senado approvou cm terecira discussao a
resoluco que approva a pensao concedidas
fllha do general Labatut, dcste militar que
tao relevantes scrvic.os prestou a provincia da
Baha.
A cunara dos deputados nao quii approvar
em contrario,
' Paco d* caara rJo deputaiM,^*W1 3|
de maio de ISA*. Venancio- Hanrque* de
llp/endo, vice-presideiiU. FraOU)Cs>^e
rault Candido, I. secretario. -- Antonio
Jbi Maciiado, 9;secretario.*
Emendas approvada
posicao da cmara 1'
sando o goveroo para dar bvbsTel*tuto
aos corso Juiidieo* o escotas da Madi-
cina.'' -13
O art. 1. subslitus-s* palos seanlntes :
'. a A. UAk minando otora 01-
OWMfea muim den uU <* ldlci-
na do Rio de Janeiro da Bik,"eTiixo
di* segointes baSW.
a r. 6s mpregos de dlreclop e sacre-
tirio sSo da livre nomar;3o do gerarno.
zindoaoahns que os nobres deputados tem ein ciliacao dos Brazileiros ? O nobre ilepu- Uncais ji3o 3o ordinarias; leinbr*m-s| sendo discutido foi depoi rertiUdo, appro-
visu, e que eu tenho cspciidldo neste dls- iado liontem pareceu-me querercr levantar que eslnos r405 cum umi guerrj prul vando-le o re^ucrlmenlo,
"W. ... '""a birroira de lironze contra aproximacilo My0| / apoiadoi aa nao foi o govern. Termino no da 10 aa cmara tempora-
OSr. KiV,- SehoTea nos temos tido l08 Brlleiros- Quando o nobre ministro ,Iueal collocou nosso paiz nestas collisOut ria a dlscusaao do o reamente da despesa do
wm^S'iiiSFZSb&l&ffltol'^BlW"*' Dl,5de (",rvaln.0 ( Apoiados,; polo contrario tem quend) c"VJ! dS P^T"' flISE
u,Z Se um e 0.V0 prrdo""uu-m fco (P^rm.tt.-se-me nomear MtnomtTe,^,. fCauar com\\0Ptrt ulgQ|llaja ptlem d[ *gg* emeod" dl '> W
0 senado oceupa-se presentemente com a
pri.nelra discussao do projecto sobro Julga-
Os mal- UlUStrcS
lervlco relevantes liberdade do pas: que.lavel), quando o nobre ministro so tinna todos os biasillielros esta siluacao anoinalj
tem tratado, como se deve, os negocios do es-' dirigido aoSr.llias de l.arvaluo por um mo- uas nusSas Irouleiras. (Apoiados.) Lem-
tado, os negocios do paiUinento-, que tem sido do digno de ambos!. apiados), pareco quq brem-se de que o governa nao precisava,
nento de crlmes militares.
0 Sr. Neiiiii: = 0 nobre deputado levan- Ullra comuateJj
0 Sr. Sonsa Franco : E o senhor duvida
la
eei
vral envenenadas, e p.
dio senao conlirmar ..quiln que digo com a
opinlio"desse escriptor, que nao hfc suspeilo, e disto ?
asslm ie prime. A par d elaboracao do 0 Sr, .Vinas : -- E 0 minislerio de 8 de
pensainenlo, que he um dircito e una necessi- m;, <_- J
dade, secolloca o lornallamo. que he um olli- 0 ^ Sow=a frane0 i aponiando para o Sr.
co. ftao he pela i'antagcii. da patria, lie para oOT rf, (.Vire.iAo-: Elle responder*.
se fazer ler que elle ataca ai usliluicoes de seu t.1,;. ii,anvnii, nm p.i ,
pala; deseonsidera o poder. Minea de opinhos
l.so caslellos imagnf-
governo lula agor
muilo serias com qja
odas quaes pendepjr
cominii-ii |do paizia
nossa ? ,
O Sr. Crtrt: Machado I Ellas datflo io
longo lempo.
O Sr. Ncoias : He nestas circumstancus
quo devemos espalliar mais espinlios na car-
reira da adminislrsr;3o ?
Eu poda dizer tanibem alguma cousa a
|-"P HV.UHUll. W IWUHI *'. ^-,-.....w- .... | '.lio Ultl Id... Lie O d .1111 1. I lia i.
toda car.ei,. publica', c afasia dellao c.dadio aposrophe preven iva que o nobre deputa- Ja qud entendo que le
que nao ten. un.a fronte de aramare, que re- do dirigi a respeito uO Sr. Das do Cirv*- lnruus llegocioj irilOdrOMiail. le
vela aos in.migo, como aos sen. a.s.gnan.es, lijo, o que vemos nos ? Vemos lii-inuacOe. ,.,, ESES?,~ZJ2Z HSSSTi
que forein feridos ou contusas em combate
sem direito a reinuneracdeijieeuularlas.
7'cm lugar no dia U rronifio das dual c-
maras para a discusWoV^vrJtutlo da cma-
ra dos deputados aiifbrlaadttii d governo a re
formaros estatutos das1aj6dwi' de medicina e
he feitor cooferente da da Bahia.
Outra kinhada, nloj de lotstlc, mas de
raaolucoe* dispemaudo a le-do- asnos^jaace
pira que tal lerejs, tal matrHrtaf ctSanWto,
tal hospital para adquirir tantas e tantas cen-
tenas de contosem bens de rail, la val de c-
mara Sos deputados para o senado Quem sal
be o que far o senado ? Talvet faca o mesmo
que com as lotalas, e o'obrar mal. Ora,
nao v.n os deputados qne Isso he '"'' que poder escollW ss pesso.s Me mais
do serio? Sabcm talvez, porip. dliem, que he j nh/, lnB nMr~.!.m Jmhnr mln ~.r
a eamara que faz Isso : elles Sem saben*, que doeas lhe psrccernj^.AittJjor* sata) per-
todo, vein que a cmara lio elles meimos wnCf> escola. Meta i
mas como hade de sar ? 0 anno segulnte he Deiignaie-Wo-daRneci ene devetn
anno eleiloral, e ellei quercm agrada* a aquel- pertencer ao director Cm dependencia da
les quo-lhes encofnincndaram eisai loterta, congrega-ao doa lente*, c aa que"ncam coin-
cssai dispensas da le, com a aineaca edes, e isio de nao ser deputado he urna cala- 3, Os autudantei que perturbare*, ai au-
midade pata quem urna vez tonioii goito a 1*1 o** flierem alarido nol edificios, que le
depuiaco. mostraron insubordinados, ou desrespellosos
Be nao c'ntrcgarem o D. Manoel ao carldoso com es lentes e demais empregados da escola,
zelodo Gnu. provedor da Santa Casa da Mise- dentro ou fra do edificio do eslabelecimento,
rlcordia, recelo que corra o sangue na Siberia : ee*a geral os que infrkiglrem os estatutos,
tem dito tantos Insultos aos ministros, princi- poderlo ser presos correcclonalmente por or-
P lmeme.. SDollo Placido, c cstlmvvel Mou- dem do directorHIt oiio-dias emprlsio eipe-
t'Alegre, que o (Jarneiro Leo que nao he para clal, que aera no edificio das escolas, ou no
gracas, disse que aquillo com um desafio; e lugar mala proalmo posiiv*el.
como oconde deCaxias levoupara o RioGran- as offensai pessoaes feita* 'aos lente* c
de acaldcirinba c o hisope, talvez, talvez...... euipregadoi, o director lOjr asslstldb do* doui
l.ite 11. Manoel e seu irmo foram.os inail lentes mais antigs, ou dos inimediatos, quan-
esiiuiados Miguclistai em Portugal, o Isso lhe do estes sejam Os offendidoi.
lancou em rosto o Carneiro .eao, por andar o I Segundo a gravidado -da in.racc.io doi ei-
O. M in.ifl revolvendo o passado das oplnides, tatutos ou da ollensa peasoal, o csuidante no-
que nos primeiros lempos da nossa Indepen- der ser punido peta congregaco com a per-
dencia euiltlio as tullas este ou aquella do* da de usa anno, e it ser eipulio da fscola,
m i n., u-os. i com recurso de ambas al bypolheies par o
O senado marcou odia 10 para receber a comelho de citado,
deputicad da cmara que val pedir reuniao | Art. 2. Flca sem effelto a resoluco te 10
da asscmbla geral para decidir a lorte de al- de julbo de 1836. -
guias Hiendas do senado a lel.que aulorlia o I Art 3. IJe outroslm autorlsado e governo:
governo para retormar os estatutos das csco- J. A reformar os estatutos do* curios das
las de medicinas e das academia! jurdicas, sciendas jurdicas e loclaei, debata das bi-
Conia se com a adhesao do senado a esse con- "" eatabcleclda* no art. I para aorganUafio
vite j dos das escolas de medicina.
Morre'u. nao ha duvida nenhu.na, morru A crear mals duas cadcirai, ana de
de um ataque apopltico no hotel Fharou* a *"'> admlakjtratlvo, e outra de dlreltp ro-
chegar da barca "dos banhost morreu urna ""no, continuando porm a serde SIUH o
graiule ,,o labilidad,- desondeira! Morrea, c por curso completo das referidas scle>cis.
lie chorem todos os orelhndos, chora t tam-! *' outrosim aAorisado onm-
bem, meu bou. IrmSoiLIborio: morreu o Ore- ; nJ Prlmelro, para transferir par um lugar
ll.as, e morreu dizem, com todas a. honsuis de "fnrPrlJV mun'ciP 1 ""."..0".?'pJ!l
cUpiAofla polica, paradeiro mu ordiuarlo des- .Jincla do Rio de Janeiro, a. aulas .primarla.
ao quinto e sexto anno da escola militar, e
,ttA,S.,d.. depudr'VeJeltou a p...!-"d^d. fcMttM e ,aquartclar n.M. lr
concedidlpelo goYerno ajinspector rafonna- *'umn0' ferldo. nos ; acgunSo,
do da alfandega de Pernjibuco, Miguel Ar- "au,lr prlmelro e quinte anno da escola
chanjo. cuja voitato ha.f aa ficra empatada.;""' "' de infantaria eje evaUa*la ,
Diz. -,,, que'o pensa,neiitc> ca.Mra for. nio'"' pedir o regutao: .jdT aeocsia-
dat um cseuiplo perigosT contra o principio ,''"' .""> da Instruccao Ibeor.ca epraUca.
que estabelcce os ordelados ll.os^c asgratlfi- .id.a.d.'*f,5Un *<>> lunmo. que tem sle acr
mas ileilou-se translni.r a ou
tolerancia com os prevaricadorei. I*"-' n" ,u P'lmeira sessad
Reuqira.n-scasamarasem assemblager.1 ^.c.?'n 'ud nd di. r, e nao ,e pode votar por mais que pe., pu'aT\ pasla -- 0.
senado,' euU.4 de Sgosto de 1850.
dissem a palavra, c licou adiado o negocio
ra segunda feira, e quem sabe se anda en
ment.
V debate llinitou-se ao ar
cao, q%e he o seguelntc
' j_ ( o O att. 3
nlao Pa do,
iesc I ovCasslano I
a;prcsidentei<
. secretario.^!
deputados para o acto da coociliaco, que te- les, seguodo lecrttirlo.
rttgol.daresolu- ve |ugara n para o senado, eoteriaal2 paral A cmara temporaria ar
O governo lica au- 10s deputados.iea junecio das cmaras nao Im- J? do correule as segu
ie votar, crcio que ambas as cmaras aese- i--------..o Sr>lridlao de* Mello la'tos
os cursos jurdicos, coSW emendas do sena- am sermrar-se quanto antes, o senario para Psiden.eji Jos da Silva. Msfra,
do a que aquella cmara negou o acu asscnli- se ver H^e dell5 hospedes encommodoi : os ecrclario.dH.lnoet das Sanloi art
elro
lla>-
approvou na sessao
ululespenadei: aD-
proieclos..
f** Sr. Ucnii,l,; Quem he este rcpubli
cano.'
OSr.Sebiai: He o Sr. Sismond
conslituico dos povs livres.
O Sr. Harboia V Mmrida : F.ra republicano^
os segeedos do estado, suas fraqueza* c seus mais OU menos
mas pessoas
paiz, puc
M,M uecUrouaueJe0ra,'"l,,US"OU''',',U,U ""'"" ,, esse negocio ser'irinirJnveniente
0 Sr. Soya'o Lobato 0 nome do Sr. Um- USSt 'Y"""'*1'" :' Ji"".' "Cl0 da
clemencia ordinaria; a amnista he, com
diz um escriptor, um icio estencialmente
OSr. .Virios: He o que colligo da obra cl- P de Abreu foi proferido.
da. OSr. Sebias : PoTs lie crean lo esta bar- T ." ----.-r;,-"-~~-^"-"'
dcd(meid: -Lea o prefacio, reir de bronze, lie querctido separar ter- r?** P'"c"' .'"' do curso ordinario das
t: Peco ao nobre. deputa- menlo os borneas proeminentes dos part- lel3 e d,a justir;. Tora de loda a consideracilo
Uda
O Sr. Barbota
OSr. VtttUtnk.
dos que nao redutam a discussao aos siuiplis jos que o nobre deoutado o seus amigos que- PeS3il 1UC empre he concedido em vista
tcrmoi de uma conversa. rem levar a cITeito a conciliav-o ? Uluitos a- d" bem ,PuW,eos grandes iiiteresses da
..?LE?.Z, cnh."...l., .i. ,Va:.,'|u P'JiaJos .Seria um crime, seria nm desir ps- 'urnanidade e do bem do Estado Illa Un.
mm7S22Z!lfiE&yiL. n Sr- Diasde Carvalho,queencetasse-nm. ',am he ?J "'* n eonstituico. Dei-
ZmJiSfiXtB^mESSVM POl de conciliacilo agora, assim como e'"* pois tu lo qu.ulo so poden. ..pon-
por urna'vez com essas Ideas K rcvolu(es creio quea quiz oncoUr no ministerio do
alterar as disposiedes da le de 3 de outnbro
de 1832, pelo modo mais conveniente aoensi-
no, regularidadc, desciplina das escolas', c cz-
erclcio da medicina c pbarmacia.
Toinaraln parte uo debate os Srs. Visconde
de til.uda, Zacaras, Paula Candido, Ollvira,
Souza Franco, e Moracs Sarniento, sendu a
discussao adiada pela hora.
O governo imperial acaba de mandar
cumprir a consulta da seccao de Justica d
conselho de estado, coin data de lo de junho,
pelo qual foi julgado boa presa o brigue Cn-
i~m, apresado eiu Santa Catharina, e derroga
assim a sentcnca do auditor geral de mariuha
,|.ii- ..nuil., de clarado mi presa.
Foi tamben* mandada cumprir a consulta
que confirma a senlenea julgando boa presa a
lii.-iie .1/ ir,-. Thercsa; apresado nos Ilhos, por
e destinar ab trafico de Africanos.
O nosio ex cncarregado de negocios cm
Franca, o Sr. comincndador Jos Mara do
yniarat, chegou a corte o bordo do vapor in-
gles Seerii.
O ebefe ae esquadra brasileira as agoas
do Prata acaba de faacr cu.nprir.o grande
principio reconhecldo no dircito das gentes,
que o dominio dos rios pertence as aaedes que
possuem as suas margeos, e piincineipalnyin-
quellasque dispo.-in de mas foses. Vendo
euto nacional (dpofiitfesj; qua procu- 3nbe os preparativos da esquadra do l.npe-
rio{para subir o Uruguary mandou intimar ao
der a este respeito, apenas direi urna pala-
vonlivo s.i eu foHsn u sau il- '"'Ji hoje lio poder, a manila i f a do po 1er. n
iscon'l..ria um muco, Bo nicV Iho farS uslica ( muilo, apjiadosj dip"fonf,ul doK c"r"c "W""00 no c"fd lo-bia o dl.bo. se m canoeiro lhe nao acodla-
'"' ------v.-.._.....'-..-*_!.._. ^ oriental, fes subir os vasos de sua esquadra. ,e. yuiseram ter-me por mentiroso poner eu
O valeroso cnefe de esquadra obrou segundo donato; mas cu os fiz ilictlcr a viola no sacco
a firmeza de *eu carcter, portou-se como dlzcndo-lhes que as vezes mais lucnte.h o pa-
eiiiiiinnHinla ai.i nkiifa A n nn~ Mniisilri lu 1 T __ _"L H _____al.ki
que em ultimo resultado prejudicam a todos 8 de marco ? Seria um crime que todas as vra : nunca,, sennoros, sera prudente trazar
Huilul apelados); todos soUreui eom revolu- nalal>ili,|ade< >bres P" uma diSCUSS.Io publica do parlam mo
(Oes; ellas eito lujeilas a uta futuro muito deputidos todos procurass-im que isto fosse *s conferencias intimas da cori com seus
contingente. Urna revoluco quepddc ser fe- urna realidade no paiz ? Creio que o nobre mntroj. f Apoiados.)
le glorio*., he no eut.nto urna ca amidade jepu,,j0 0 Sr_ ils de CtrfB|0o nao faria Scnhores, concluirei aqui: diroi ao miis-
ie're^so^-^----- SSL1 S2S urna defcelo vcr.onhosa. terio que m.rche sempre dom
debom governo, Sacrificando o presente ao fu- elle repelle s propagan!.. r dentro e fura do imperio maular illezas r -.r-
turodesconhecido... O Sr. .Neo/as ; -.-0 nobre deputado osleve ai 'iSSJS mstiluicOes e nossa honra (apota-P> reiireil a nSo realisacao de tal subida;
O Sr. Finn.no.- He aemprc uma caTami- um lano preventivo ; > i--- < I- Jos> ''"i'1 '"> l'-'dur, an ia f a do po Icr. !r'
da?.e .. lustre collega, desconl....
U Sr. Asomi : --.... e eise futuro he sujcito a ||,e h.vi. de aizredecer o ferrolho com que e em lol|o o caso seus amigos leaes o acom-
tantaa alternativas que o seu calculo so fas tre- procurou prende-lo. Mas isto aiui. nao pandarlo ( muloi (ipoodos ); e illuslre op.
"'sr' rMidVn'te sio estas .a consideraos. roi nada a vista do que se disse s respeito posicao. que eu muito respeito, que osla
,M^*i?^*VtX3SZ -o Sr. I.impo de Abreu. .Nao sei seo no- col^csdaem um b.nco de Uol. honra, eu
coes apresentadas pelos uobies deputados. o b,c depulado so dirigi a elle; maso cer- direi lambem : deveis conheoer osespi-
quceu sloto, senborcs, he que as nossas tbco- lo he que o nome desse Ilustre cidadflo Dn".s d* siluacao actual, as complicagles
rias, as nosias discusscs e a nossa iuiprensa foi pronunciado na casa. Dissi-me, o nome muito serias do nosso governo se amanlili
leve o eitrangelro afaier de nds uma ideia to do, Sr- I.impo de Abrju he um nome novo '"'des collocados no banco de dores, se pe-
trisleaponto de querer, como disse i.a poueo, no nosso pliz ? .Nao tem elle acompanlia- la conlianc.* da coros e di nacao, so polo
a honrada sala de Dueuos-Ayres aproveitar-sc H ,s Hallas nneas da nna rOTnlucfia ? desenvolvimenlo dos vossos ttulos fordes
^l'^Z^S^^^ M^tnAXaTSgSSi SS?**? -censemos d. cor6a, e8^
mi. noa.no passado nessa ho"ada ,,U :t- digno do tod. a consl lerac-fio desde a in- certo que o senUmento nic.onal vos ha de
do isto helruto de nossas dlsscoces de nossa fsncia "O systema representativo entre nominar lambem e entSo lien jabcnlo que
iinprudcncla(apoiadoi);maafilitiiicnteesta ver- dos? (apoiados Como parlamectar, como dos cspinlios IanQados hoje na carreira da
Sonha nao est reservada para Ds(apoiarfo>;;Te- magistrado, como homem do administra- adtnih1stras3o aclusl nSo ha do nancer pira
zmente o espirito publico vai-seencaininhau- -ao nSo be tao cooheCido ( Apoiados ) T0J um loil0 u0 ros,s- ( apoiados ; muilo
dobein; os mclhoraincntos soclaesesto'einvo- bem. )
;., por toda parte Irnos ven io a paz consuli- Urna vot: N.lo ba magistrado .Igum Mgu, senhoret comprimenlio o orador I
ar-ie, irnos rendo as boas ideias doininarein, o que lhe seja superior. s,0 ,| j ,ppr0T,d4S as seguintes emen-
espirllodeiiupreosadesenvolvcr-se.IApo.anu/.J /) Ir f/,oa Pnrmn n rhamais ksib- dan
Os nobresdeputados.que naoquereru conceder "fr. fvems I orquo O cnimais es?e- uas .
nadaadmliilatrafo, hapoucosdlji disseram cu,l,llor- 1UB lem elle feito para merecer .OITereco como irtigos additivos os que
que ic agora alguina cousa apparece, que se o ''s'" odio? N'n foi pile aempre franco, constSo do projecto de lei da_commissao de
espirito de impresa tem apparecldo, nao se quando esteve eom vosco ? {Apoiados. i E justica civil, croando relacOe's em Minas S.
deve Isto ao governo, mas toa ao paiz, que es- como o accusiis de especulafaO, de liypo- Paulo, S. Pedro do Sul, deveodo a commis-
t caneado, que esta adormecido. crisis? Quando no poder coravosco. nSo sSo de rediccao deslica-los do orfimento e
OSr. Aprigio-. Dtve-ic ao calor c bu m.- vos lembrais do vossa programla antigo, urniula-loa.em projecto separado, caso se-
dada, ii..,. vos lembrais de quo fallaveisem refor- i-.o spprovsdos pela cmara. Pacheco.
6'ata Vos: He um eicellentc somno este. ma judiciari., que foi este o cav.llo de b- lie li lo eapprorado sem debite o parecer
OSr liMai; Os nobres deputados haode talh. que armou duas provincias, que poc da commissao de constituido e poderes so-
iu mullir q.ceu lia, para se ver ojuizo que,.- em conf.gr.S3o o pafz ? Qual foi a con- bre o diploma do Sr. Aoloaio Jo Barros Vis-
i ./.-de ndi, t para que nos sirva de correctivo, duela lo Sr. Limpo le Abreu no ministerio? concellos, deputado cleito icla provincia do
mu trecho de um artigo, que por aosuo depa- Disse com muila franqueza : f NSo temos atirauhaO.
rcl cniuui jornal de Buenos-Ayre*, publicado aiuda bastantes conselhos da experiencia Acjiando-se o honrado membro na sala
outros. Ouvi alguns* quelsarein-se arrepen
un i, de nao haverem votado pelo adlamento
do .-ou. iie para a juncao ou fiisKr| proposto
pelo deputado Gaarvalho Moreira( he o verda-
dclro au'i sacra fames Mas ,-intim ninguem,
menoa fradea, he gente sem diuheiro, e muilo
menos nesta corle.
Huei que j nao val o tal ds Rabia para In*
pector da alfandega de Pcrnambuco.
Hoje 13 Iancoh-se ao mar nina infeliz, que na
barca das olto horas vinha de Nictheroy para
a corte. Duas verses ouvi sobre a causa des-
te lastimoso accoutccimento. Dize.n uns que
ella viva em desavencas com o atnasio. e que
at fizera qucixas a polica, e que cite estado
moral dera motivo desgraca. Outros, porm,
ili/ein, que ealliodo-llie ao ipar una Cldeillla
que traiia, ella se atlrra tamben*, nlnguen)
deu crdito a esta ultima versao; maaeu que
assisti a ,un. dilcuslo acerca' disto, disse:
ineus senhores, o Osso' he doro de roer, ma*
nao est inulto looge doposslvel, porque quan-
do eu cea coinpaiiheiro do Irmo Liborio em
Pcrnambuco ouvi muilAs vetes cintar, que no
lempo ein que hayiaiiiTojas de fatenda aobre a
ponte do Recfe, n.n logtsU(eu ainda o conbe-
ci) eslava de um janclla da loja brincando
com um sag.ii.n, que lhe mandara urna ipcni-
na, que de un* sobrado eslava odiando ; e co-
mo o bicliinliq escapolisse dai maos c cahiaie
n'agoa, o inarinaojo allruu-se tauabem, e leva-
I
coi 15de jaMlro do corrente anas; por elle se paa, pr0cedermoseesi refoma. Um ho- immedi.ti, he inlroduzdo com as formili-
"?;.: meso que se m.nifests sssim pode-se cha- d.des do coslume, prest, juramento e lom
pol
i. foi voss. em sssento.
i com elle. Se
sac-o da Imprnsa era crescente, e urna dai me elle lo j bypocrisi, voso companh.stes
didasque tnsisbariam dcimoralisado o gover- nessa hypocrisia, porque nunca mais falls- i
das, a marcha do nos.o governo e do nosso ^"V'""!". "J livcic. i.
paiz; como styconcebem csperanca, que auto m.r nypocnia Anjiocisia
i *enscem diqnl, ou veo* de la. a i oppo- concordardos lo fcilmente
Continua.
,' J, ----.o------ ------------ vi mu;iu,,ic uutl^u m' lunilla u.iu mi- -- --: -------------"i.T f_ _.._ ,
torlsldopar. dar novos estal.it* aos curso* ,.disse ojuis de pas de eompareecr na cama- Thereta F.sinendei, da qu.dtia correspondente
jurdicos, e as escolas de medicinas, podendo r, temporaria. jJm d, pas no diccionario daica- \* ',0,<0 do ,ea,""*?0.}?"''V ?,?' ?>,
maras significa atmpregado do Ihisonro que vai i i??^0"'" D- Guilherma Amalla Villa-
pagar todo, os me.es os 900 a uns, e os6()0a ^'C'H cetrespoodeotc a metade do, ioi-
- do de seu filho o segundo tenente, Antonio
Mariano Lobo Botelno, al). Augusta Joqulna
Candida da Sila e D. Llbauia Candida da
Silva, lillio* do tallecido consclheiro do su-
premo irinunaldc Justica, Antonio Augusto da
Silva, de 800/ rcpartdaMtnfc.
Na sessao de 7 apprcqrou mals a dita cmara
uma penao para D. Leopoldina Bugepla de.
Freltas, correspondente a rnelade'do aoldo do
eu fallecido marido, o alferea Jos Eugenio de
Jesua. Foram tambera volados'fie* sessao nm
projecto sobre privilegio do fofo aos juists de
direito cm todos o crime* Inlflvldnaes e ou-
tro sobre aposcnlilrlaa dos emprpgadoi p-
blicos.
A cmara vitalicia contina a occupar-ic
com a discusso'oo projecto que declara quaes
os individuos Sujelloao julgamento' dos con-
selhos de guerca, qual o governo declarar
eni vigor as lef? Mlitares, e bem tala, com
alo que trata do Ittrgaincnto dos espilles.
O Jornaluo Uotnmercio de 6 do correnie
assevera ser Inexacta a noticia dada pelo Jour-
nal des Debats, de ter fallecido cm Munlc no
dia 13 de malo S. M. a TmperatrizXulsa, du-
que/a de kvfiganca,' poli que ,,'cssa dala se
achava a nicsuia augusta lenbora em Lisboa,
no gozo de lioM; sa-udc, ;nroviudo o .ogao de
ter' fallecido princesa Augusta Amella la
.mil, '
O Sr. Dr. Domingos U Goncalres de
Magalbies, ministro braslleiro na oorte de a-
ple*, foi agreciado pelo re da* Duas Scclllacs
com a comenda da real orden de Francisco I.'
Corr, o. corte que o goveVno mandar,
ahirdo imperio Manoel Joaquim Telxefra,
subdito portuguez, que alicbegard.de Ban-
guella em igwdu .17.
No dia 8 deoonente chegrao abordo da
barca haiubiirgnea Colonial mais 5 ofBcltes,
1 cirargiiio,' 157 pracas, contratada* para o
servir o do imperio, e tarabem duas niulherc
com dous li I li os.
O .vapore* Im peratriz e Paquete do Sul,
que conduziaiu, primelroo Exni, Sr. conde de
Catias, e o segundo a tropa cstrangeira, che-
garo ao Rio t.raudedo Sul no di 28 dopai-
"ado.
OCorrelo da Tarde tuspendeo a iva pu-
bllcacao seguodo disse, por ro.liva* ponde-
rosos.
Suicidou-sc no dia 5 do comente del-
ta odo-se a afogar de ponte do Aterrado, 'ose
Oonsalves Pires, estabelecldo nobalrro de Ma-
laporcos, havia mullos annos, sendo tal dei-
gra cas a t ir i bu id a ao leu estado dWfeacara.
' Por decreto de 2 do correlo M autori-
sada-a organlsacto do Barreo doBr.zlI, e foram
tambera approvados a seui ctateles eom li-
grimas alter.coe*. '
I--ae no Crrelo Mercaatll da Rio :
No* 20 di.s uteis que decorreraa* de S de
jiinlio a .'idcjulbu cunbou-ie no faorlco da
luoedi:
Kihouro........ 506iMo/K.'ll
'Cuja quantia diitribuc-sc dase-
gulnte maneira;
Entregue ao thesou-
relro i1:0T9/098
A pai ticul ir.-s i iJVOBl/ISl
Saldo existente por
nao compareccrem
seus donoi
En* i
commandantc em chefe de uma esquadra bra-
lileira.
Foi nonieado i nspector da thesouraria de
S.Paulo o Sr. fcr. Illppolyto Jos Soares de
Souza, que era procurador fiscal, c para este
lugar o Sr. Dr. Joo Carlos da Silva Telles.
Ilealisou-se um slnistro designio de um dos
passageiros que de Mlhe.oy vinha para a
corte no dia 12 m uma das barcas da carreira
entre aquella cidade c u municipio neutro. O
nome dessa inleliz era Carolina; vivia em coin-
panhia de um mestre calcctciro, cinpregado
.a obras publicas daquella cidade ; alada ] H7 .'TasiaWl.as"sc\^
ao cootava a infelis 30 anuos de tdado e del- t,| mmoralldade, e que o adoptera a mazL
dresprovinclaes. c que eu nodizla que tlnha
visto, mas que puvira dlser ujeimo ao meu
provincial.
L'arece que uma febre pelor do que a febre
aoi.ir. lia que livem is, C do que O rli ole ramo r-
bus, que ja esta em Tenerife, val giamando
neata cidade. lia poucos das fugio de casa de
seus pais nina moca notavel cora um medico
casado e ooin flllios; e nao se sabe o paradeiro,
onde foram ter. Tamben* se falla ein outra
bem Ilustre que fogira, Dos nol livrcquc
to epidmica inlermid.de se torne contagio
ma de O mal de mullos consolo he.
Adeos, .t a prlmelra.
O i mili,) All rr.
IARIl) DE PERMMBIJGO.
xou u.na iilliamcnor-
A penas entrada na barca mostrou-se a
desgranada alllicta c trocou algumas palavras
com dous sujeitos de jaqueta, que com grace-
jos procurara abrandarlhe o desespero. Scn-
tou ae entao Junto a rodaifeste bordo e quan-
do a barca aproziinou-ae a pqnte de S. Domin-
gos, parti apreisurada, atraves,, a cubera, e
reaiizou seos Intentos, lancando-se ao mar
com uiu dogueslnho que trazU.
O* esforcos feitoi para sarvar-le foram inu- :
teli. Entrou hoje dos portos do iu| o vapor In-
Os cimbios do dia 17 sao os seguintes : Iglcs Sreirn, c por elle recebemos as duas car-
Londrcs. ... 29 dinheiros cslerls, por I/. tas dos nossos correspondentes da corte, que
Pars......330rs a 90d|r por franco. j violuiprcssas cm oulro lugar, assim como
Lisboa.....88 a 90 por ccnlo de preinid : jorn.es do Itin de. Janeiro cora datas at'15
llamburgo, Ulan, a 90 djv |por marco do correnie c dauahla at 19.
banco d. v. j As cartas cima mencionadas contera o que
BlOtrit, 21 SS JU1VH0 DX 18 51.
'de anal importante encontramos as gazetas
Pela quarta vez,'iiieftr^'JrJboflp, lomo a! do Rio, na"., so quanlo aos trabSIhol da. ca-
ncuna liara escrevcr-lT e dar-te noticias do ruacas legislativas, mas tambera acerca dos
uc vai aqu de cabos adentro, e j vcil que negocios do Rio da Prata, e por Isso mu luni-
lla,, sou eu esse frei Andr das Arabias, que lada ser* hoje a nossa sgnopse. ....
A assembla geral tenniuou na sessio de H
por ah deve ter pastado em sua viagein para
le Insiru.r c uioratisar no Para o clero, quer le-1 do corre-dre a dlcussdo das emendas do senado
-
18;779/-17I.9CIJ
I-ni prava. ....... *<_
ForSo aleitos em assembla geral doTiTon-
te Po doi servdore do estado, que lev* lugar
----------""
I I
\ i
,m


-------------
h
em ,tmBUi*m*a m no bienio del
p7e.ld.-Ui oaroMl ?d.'**a
ais f/nf rol. Pasiigeiroi, Minoel Fnn -
t2co di Cunta e Antonio Cordoiro a
3
fmoo Un, jkteoloraSJ^. Joad
d. eW, Joiqulm rij-pollto de Almel., J-
cialh Rofkuei Preira^Ula, Joaotalevio
da Gru, Joao Pedro da Vetea, Aatonarllrl-
cue. deArauo llaalo, Jju2 AJ!lvff Vlcl,-
rte.lAffifcr lueT&o, W MWoCeiard
CutroJIeneiea. c ienadp*,*-rauJo Vlanoi, ad-
iuactoa >. '
Da Bahl nJ ha novidade
0 Crrelo Mercantil delicia.o nau/rigio do
brigue ardo aUnlm, que, tBo partido do
Rio dJMre no dU9 da malo cot&deitloa}
para miMfc porta, naufragen no dWodc ju.
mulMf nt*n"T" ae CareTclla, aaltado-i
toii. mJ-T.co, ajeacepcio de um niarinhei-
^qeTOreuaou. dlai lepla do naufragio.
Li-se no ineamolornaTI de 15 do crtente:
a Hon|am*iifi^|UMfdo.MfP8lro
se gm Brbaro sasassinsto na casa da roa da
Conwlco 'o. fr. Bernalnd/osde lezui.
hraWarr), e homem de rhos cosamos, es-
tando i meta com sua mulhar Unza M ira
W fc^KTnWaMinou-a com urna punhalada.
A virti poda ainda, depdis de fonda, cor-
rer* ao'assssin, mas par cahlr mortadi-
hi a alguna pasaos na porta tra Venda n. 200,
qoeUea ri) canto ^jroJarWp hospicio:
a O mismo assissino rene levemente com
um tiro, de pisto! a Antonio Jos Rodri-
gue!. jBrtrfgoei, que com eRe .conven* na,
molMoein que lev ldpr,db pnmeird
artenftfc-.
rO reo Bernardino fol preso em Migrante
pelo inspector de qoartefrSo, e o cadver
deiui doscracada mulber conducido para!
o bOsfrtNH *a san*, casa dayiMMeoivIU. j
OSr. dajaembargador chele u> polica
interino' compareceu, immedialameilte no
.____j ..:*.. "'
------
COMEEBCIO.
ALFANDEGA.
BeMinrtntodoaiilSt,. .?! .18:767,262
Duarrlgam Aoje 22 de jutho.
Barca francezi Josephima-- o resto.
Juli-r- marcador ias.
Briguo amerleano Persagno rariuha e
papel. ,
Brigue portuguez -- Pensamento -- merci-
doriis.,
lliate bnsilejro,- .(.Igeiro-geqe/os ioptii.
I ni puit (,""<'.
Barca franceza Julis, rinda do Havre, con-
signada a I R Lasserre & Companhia, ma-
nifestou e seguinte :
520 barra manteiga, 2 caixas pelles de
aarroquim, 1 dita lcidos dellgolao, 1 di-
ta rolletes, 1 dita pcntes, 2 ditas chapeos
ara- koniem, t dlte-ditos disol e I picote
amostras ; a Ni O. Bietfflr o Companhia.
8 caixas litas de aeda, 23 ditas tecidos de
algodSo. t dita ditos de sed*, 8 ditas ditos,
ditarsos, I diti modas, 1 diUselins, t dita
pellas de porco, I dita chapeos pira ho-
rnera, I dita bijoleri*se 1 pacote amostras;
a Kalkmann IrmSos. '
ac.fsas.tecidos da slgodS*, I ajite-dltos
'de seda, 50 ditas Tolas, 9 cestos Ijcpres o 9
caixas tecidos de 1.1a ; a J. Koller '& llom-
panria. ''-'.. ,
, lOcaixisqneijos, 10 ditu,lucidos de il-
dSo, ditas conservas alimentares, \f)
arris igoafdoiite, 1 calxa bijotoda, 2 ditas
i\i\ TAHS.
-rT-
la curias a 18,000 r. a uuza, iun
i rs j 14 pares de ditas compridas para.
ra a 18,000rs. a duzia^ lotil 21,000 ra.i
1 de'luTis de sedi curtas por 7,000 rs.,
iw i r ------------n> i
-- Pela inspectora da alfudeg se faz
publico, que no dia 22 do crrante, deqols
9ometo>lia, se ha do arrelatsr em hasi
publica otguintabandnado pelosdire)-
(osperLuu Brugulre: 33 pires de meia
de seda irlasi 16,000 rs. a duzia, total
*,0M>
sonhora
IduzlkL.
I2duzias de hivss sem dedos, compridas, e q
de seds.a.A.OOllrs. a dnzia.tolal 168,000 rsw
8 duziss fe meias de 9"d curtas a 16,000
rs. a duzii, lotal 188.000 rs ; sendo a arre-
matacflo livre de direitos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, l9dejuUp de
1851. O inspector interino,
Bunio Jdi /ernan CARTA D EDiTTS.
O cipitSe Frincisco Jos Silveira, jmz de
paz do primeiro dstricto da freguesa de
S. Fre Pedro Gon^alTes do termo da ci-
dadn iJ0 Itecife, etc., Ote.
Fao saber aos .que a presente carta de
editosvirem que' Arsouio l'ortunajp'd Sil-
va, me origioa petcSo de Uicor seguin-
te -Diz Ar.senio Fortnalo de .Silva, que
havendo onldo do governo imperial privi-
legio exclusivo para ellagomenU fabricar o
Miedos carros'de conddzlr fazeadas, e mais
seeros, os quais inventar e aperfeicoira,
contece que diversas pessoas, centre ellas
nomeadamente o piolo Silvestre, Antonio
de Campos, eDomqgOSda Coila, quer cha-
ma-Ios a cqnciliifSo para disistrem da tur-
liarjoquo estilo fazeudo, o conhecer o di-
reito do supplieaote, sondo estes citados em
suas proprias posaras, e osoulros por edi-
tos que se dignarais, manda/ affixar as
quatro fregueaias dWa cidade, o publicar
pelos peridicos, visto que sao muitosla-
certos, e desconhecidos.Pede a V. S., Sr.
juiz de paz do bsirro. do Recife llie delira
pela forma requerida .-iE. R. M. Arienio
Foriunatqda Silca. Nada mais se continha
em dita pelic.no aqu lielmonto copiada, a
quil sendo-me apresentida, profer o meu
despicho do thor seguinte : Como requer,
para a prmeira audiencia. Primeiro ds-
tricto do Recife, 19 de julho de 1851.S-
veiraNada mais se continbi em dito des-
pacho aqu Belmente copiado, em virtude
do qual esta se passou, e pela qual mando.
todas as pessois que possuem carros de que
trata a peticSo do supplicante, se aprsen-
telo a esto juzo no pnso de'trinta dias,
alim dedisiltirem daturba^Soe reconhece-
rem o" dreito do mesmo supplicante, sob
pena derevelia. Dada e passada neste pri-
meiro dstricto da fregueza de S Frei Pe-
dro Concalves do Recife ios 19 dias do mez
deiullio de 5I. Eu, Manuel Joaqn^mda
Silv Riboiro.e'scrivSo o eicrevi.Francisco
Joi< Sileera -Ao sello cem. res vaina sem
sello ex-cauja3HMiro.
Decfaraoes.
-- O lllm. Sr. inspector da lhesoursria>
em cumprimentoeo ofllciodo Exm. Sr. pre"
sidente da provincia de 27 de mam ultimo,
fazscionte aos Srs. Jos Claudino Leitce
obras ttadito ditas *mrds arepKi- SebastiSo Accioly. tins,.que, dentroido pra-
1 so de sessenla das, anresentem seus docu-
mentos e ttulos, em vista dosqunesse jul-
gam scnliorcs de, terrenos,de inariqha no
dos; a Scbafbeitlen & Tobler.
50 barns e 38 roe ios ditos- roaoteiga; a
Le bretn Schramm.
fra do Impefjo. fiz leilo por interveneloi O ihiixo augnado faz scienteio pu-
do corrector ftilel CaYneiro, de toda a sea blicoqne kropriedade denomintoa C40-
mobili no dia quirt fera. -23 do torrente -
as 10 lioris da manhS na cisa de aua re-
sidencia, na ra do Hospicio, junto 'io
quartel. ....
O corrector Migael farneiro, fir le|-
lo no da terca Ttelra, 22 do corrente, i< 10
horas da manhS no seu armazem n. 40 na
rus do trapiche, de diversos trastos hotos
e usados, louca, vldros, candieires, lanter-
oaa, elins.'relfleios.'pWla, espingardas
inglezai, e ontros minios objectos quese
entregar por lodo o prreo : issm como lo
meodis em ponto irk a leilo urna porOSo
deWhirutos chegados ltimamente d BaRif
ue sera entregue mullo em conti.
Jost Rodrigue!Pereira fsr le 13o, por
intervcnra-i do corrector Olivein, de cerca
de HO barrica'de farinhi de trigo : torc
feire, 22 do corrate, as 10 horas da manha,
nsrmizem do Sr. Joiquim Lopes de Almei-
da.por doHis do thoalro antlgo desta ci-
r
a
Avisos diversos.
1 cmUm vidros. 1 diU utemis de cosnba, aterro dos Afofadn, boje ra imwnel. re-
huc.ma, de ferro, 2 ditas livros, 1 dita corf^endo nr ijroM da le a fe**da pu-
cidovdealgodJo. o gigos clumpigne. 2 blica por senhora recia dos, inesnos ter-
xiscbpe's paraliomam, l dit.miude- renos,.afim de se lefendp oequeri.neuto
. adiu -'tm de marroanint 1 dita te> de Jos Fraocuco ties, quo peda ponfo-
M^^9^*MCri ramelo o terreno; ^. r.iT. Tonulo'marniM itioaira ordam de taipi. Secretaria da. thesounria di ra-
J. Muuteiro:
1 caixj poruees para chipeleiro ; a
Strausi.
19 caixat tecidos diversos, 2 ditas pelles*
O ollicial maior,
/filado dos Sanios da Fonwca.
O lllm. Sr. inspeelgrda thesoursria da
fazenda provincial, manda fazfl pubjico,
d^^^i^?ilVsTcTcmS' aLBruBulare ..'a dos Afogados annunciada para hoje, llca
scaixfs perfomriss, 2 dilis miudezas; 'transferid.i para odia 21.domjOll-
a Feidel Pinto r C. I CTctario-tUom Ferrara da Annuncm.ao.
300 b.rrt"sWrtoi ditos muiteiga: 1800! -. Cartas segur.s v.ml.s do I, pelo va-
gigo baaUa, 1 ca.xa couros prepindos. Por la^lqz Se^rn pira as pessoas abaixo.
1 dita obras de airguoiro, 3 ditas chapeos de *ntl
sol, 6 ditas dlos parrhomem, 1 "
calhifi.as, 1 dte pertences pira
ditas-illinetcs.M dita Hjolerias
U"cx.' chocolate : a F.Belenot. | W^'^i^SilvaTV. *!>
dlUatacidoa de algodfio: a Koll Crun- IIEAL COMPANHIA DOS PAQUETES INCLE-
ner&C. "e V""R
erlo Villsrouco, Francisco An-
* i
ZES A VAPOR.
O bem condecido e veloz va-
por Teviott commandante Itc-
velt. deve aqu chegar dos
portas da Europa no dia 3' do
corrente mez, e depois de urna demora aqu
do 12 horas de da claro, seguir para os do
sul; affliollas pessoas que quizarem ir de
passagea para os dKos portos; devem apro-
veitar-se deste vapor, nao SO pela regulin-
dade de sna marcha, como principalmente
- pela seguranc e bom aranjo do mesmo ;
algodSo,- 1 picote'amostras: a Didier*B. assim como elle Tundeara o mus pertoque
1 caixk instrumentos de msica, dltis ror possivel; as pessoas quo preienderem
tecidos do algodle. a ditM suspensorios, pissagem, deveram tratar antecipadamenle
1 dita lapes, 1 dita'MeMeV d Id, 1 dita cal- em casa da rspeclirt agencia i nii do Tra-
cado,'2 ditas tecidos "ale Seda, 1 dita flores picho n. 42.
artificeos, 1 dita livroe em brinco, 1 dita
obras de mircineiro; t Crocco & C.
2 Mizas relogios ; > Mfrelet.
1 ceixa acido lulfurico, dita* vidros,
2 ditas Atas de seda, 1 dita guiocalhiris,
1 dita obras de liendres, I dHa miudezas,
2 ditas ditos dito: a E. Bolli.
2 ditis ditos do seda, I pacota amostras ;
a C. J -Aetley & C.
75 birril, 50 meios ditos mlntega, 63 cai-
xas queijos; aos consignatarios.
1 ceixa moda; a Milloetieau.
1 ditiecavas : a C. Kruger.
1 volume objectos para cutileiro, I dito
instrumentos de msica, 1 dito quincalha-
ras, I dito folbatMe ferro envernisdo, 1
dito coaros prepalWlW, 6 ditos tecido de
2 ditas chapees, I tila tecloos de 13, 1 pa-
cote amatstMs ; a 1. P. fMoM1 & C.
COUSULADO CERAL.
ltendimenlo do dial a 19 '. .\ 21:322,78"!
IdeB dO dia 21.........3:468,298
2*:791,079
DIVERSAS PRBV1NCIAS.
Rindimenlo do da 1 a 19 .
dem do dia 21........
Exportaran.
Alcobac, lancha brasilera Victoria, de
27 tonelladie, conduelo o seguate: --I00
Iquelres desil, 13 barricas com 113 arro-
bas e 27 libras de asnear, 3 armas de fugo,
30 arrobas de carne secca e 5 barns de
tro.
RECEBEDORiA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 21. ..... 1:338,760
CONSULADO PROVINCIAL,
dem do da M. ... .J 986,06*
Thedtro de Apollo.
luara felra, 23 deJiUlio de 1 S5 1
DA DE.GALA.
Annivtrtario da aeelamaedo da niaioridadt de
Sua Mogutadc o Sr. t). Pidro II.
Abrir-se-ha a sceni com o hymno. nacio-
nal, cantado pela companhia dramatice, em
p-esenga da ofgio de S. II. I.
Seguir-se-hi a representacSo do pompo-
so e milito eppliudido drama de Mr. V.
Hugo,
Lucrecia Borgia.
1:952,205 final isari o espectculo com, o engranado
11,446 dueto, cantado pelaSra. D. Carolina e o Sr.
"~ '. Costa.
'1:963,651 O M iilnlM) .Pobre. .
Prncjpirk iebegeda d9 S. Exc. oExm.
presidente da provincia. ., .
Os bilhetes de camarotes e platea, vendi-
dos pira a nonio de 18 do corrente, teni
eutrada nesti noule. 5-l

Avisos martimos^
Movimehto do porto.
iVatio mirado no di* 21.'
SU,
Pira o Aracaly lahe einprelerWelmcDlc
al oflm do corrente por ja ler parte da carga
ensalada o hiale nacional Anjdiea, quejn n'cllc
ualaer carregar, ou Ir de palaagem dirlja-se a
ra da Cdela do llrcife o. 49, primeiro e se-
cundo andar. *
.- para o Rio de Janeiro segu viagem
con brevidide o brigue bnsileiro Animo,
capillo Domingos Antonio de Azevedo:
* (ruem no mesmo-quizer carregir, ir de pis-
esenvos, pode enfen-
Rio 4. JeMiro Rebla -6 di vapor in- g SroS
gl 8#m, commiuJinlc William Vi- "* u coroo capitaq oa com Luiz Josfrde
cent. Pssaageiros, Cirios IRceo. com mu- I d Cr|lz 33.
Hiere t filho. Charles Henr^ Wirgman e "^"J"-
Hdame de Mallos.
/eii/a taJiUts no mejmo "diaij .
Hallinore batea ^mericaua El Dou/do ,
cipitSo Jama^E. Etchberger, carga as-
sucar. _
Alcoluci lancha brasilera S. Anea t/oSn-
cramtnto, mostr Miguel joio de tledei-
ros, cirga varios gneros.
Kmm^^mmm tugutri. Carlf, os-
ftna, cirj* fazendis
Leiloes,
Kalkmann IrmSos conlinuirSo o seu
lerldo, por iuterveucao do correlor Olivei-
r#, de muitas fizendis, de virio gostos e
as miis propriss do mercado : quarta fein ,
93 do correte, s 10 horas da ntlifl+t 0
seu armazem, ra da cruz. i .
- A. S. Corbett, tendo de retirar-se para
Lptqria de N. S do Li
h vrameiito.
O.ejjutelista Salustano de Aquino I Vi rei-
r, faz sciente ao respeilavel publico, que
'as rodas da mesma lotera andam imprete-
rivolmeate no dii 23 dcorrente mez, e sa
suas mui fortunadas cautelas acham-se a
a vend, as praca da Independencia n. 4,
loj de miudezas ; na ra da Cadeia do
Recife n. 46, loja demiudezas, e no aterro
da Boa Vista, loja ae calcado n. 58, e paga
no da 24 doorrent, dea 9 horas da ma-
nh.1i, at as 6 da taina, as cautelas premia-
das da mesma lotera.
Allcnrao.
'Ni nOVt cocheira da fui do Cano, de Manu-
el Pereira de Si, alugam-se bons civallos,
compram-se o recebem-se para tratamento,
sendo tratados a trelo, milho, bom capim
e garpk *,as pessoas que pretenderen), di-
rijam-se a mesma, a tratar com Joaquim
Izidoro da Silva.
Adverlc-se ao Sr.- EstevSo de Albuquer-
quo Mello, aprenda de fidalgo, que deve
ler muito um considerafSo, que serlidalgo
he urna cousa, o que nflo paglr dinhelr a
quem se deve he oulra, que mando de Coi-
annapigarsua Mra vencdi, e que os es
condrijos do Ciinhau, e'Villa Flor, nflo he i
California para onde se difliculla a viagem.
Rogi-sesoSr. Manoei.de Mello eAlbu-
querque, filho de outro, morador no Timoa-
ti, nema de Podras de Fogo legoa e nieia,
provincia-da Parahybs, queso vivodetram-
polinas, vi nu mande a Coianna, aonde nao
ignora, pagar 0 que* devo, e do conljario,
leri de ver sen nome por todo este mundo,
so tido e havido por calloteiro : apezar de
nue o Sr. delegado do pilar de muito devia
1er livrado pirte de (oimnl e Pirahyba de
um til milifre que em 13o pouc idade tem
feilo mais do que Mercurio,o ser cepas para
o futuro passar anda llem do lago esligio
nos cava 11 os de Jos Florencio.
ATbiii dos desamparados.
Avisa-se aoSr. capilo conlmandaiito JoSo
Dias da Silva Coitinho e Araujo Pereira, cu-
ja pateuto Iba foi dada pelos Preais de Mo-
coz; que tem itulbado de feitos sem effeilo
os cartorios do foro de Coianna para cobrar
i urna divrda.do cual dp finado Jos Corris
de Amor un, cuja divida no tem forja de
letra, e ja monta de 300,000 rs. a um cont
e tanto ; que assim como soube aonde esta -
vam oa escravos Josefa e Rila, melhor sabe-
ri aondf est os herdelros do cisal. Que ae
deixe de engaar a quem ooohece oSr. ca-
pito, quo foi fizer embargos oa comarca de
; Nazarfh, sem deprccido.illudindo ps oflici-
' aes ser de comarca de Coianna para alti ir la-
zero depost.tirando do poder dos seusso-
brinhos legtimos orphSos desimpindosos
nicos escravinhos que Ihes servia de irrl-
nro;salegando terem sido apartados para seu
pagnenlo em um inventario, que a relaciio
anouou, citando por cartas de editas al
herdelros dentro da comarca de Coianna. O
.Sr capitSo deve saber, quo a divida dos ca-
saos silo justificadas na facturados inventa-
rios, este que est por se fater, nSo se pode
arremaiarJiens; Se o Sr. captao conieguio
esses favores antes do Sr. Joaquim Kaphael
do Mclto, ji nao os obteri, porm o Sr. Ri-
phiel conbjcer mais as cansas dedemindis
de.Coianna do que o annunciinte ao Sr.
.ojiideo O Custodio.
. PEB1)A.,4.
Jos Nunes de Faria pede por muito espe-
cial favor a pessoa que Ihe achou urna car-
teira de algibera, contendo nella a quantia
de sessenla e lautos mil res em cdulas,
sendo duas noUs de 20,000, urna de 10,000,
e outris de 1,000, e juntimente seis meios
bilhetes da loteria do Rio de Janeiro, tres
quartos e agu .oitavos, de cujos nflo tem
lombrmca dosnumoros sen&u-de 4725,3527,
3149, 5904, comprados boje, e ciso lhe
apreseotem dita, cirteira, prometi gratifi-
car generosamente.
Arrenda -se, ou vende-so umi casa de
pedra e cal, sita no Monteiro, eom terreno
pin plantar e com arvoredos de frncto, por
preco commodo : ti ata-so na ra disTrio-
cheirasn.48, primeiro indir.
O.Sr. Francisco Antonio da Silva, di
ra doRiogel, quein mandar pagar a as-
slgnatura-desle Diario, e em quanto nao o
ilzer veri o seu nome publicado em letra
redonda.
JoSo NatcUp da Fonceca possuidor de
letras vencidie i vencer, com hypotheca
legal nos" foros do sitio Arica, segundo a es-
crii tura publicada neste diaria n. 149 do
'8 d Julho do 1847, e registrada a f..65 do
' livro I. do registro geral das hyocthecas an-
teriores ; roga aos Senbores de annos de
foros vencidos, e aos mais em geral qu.ni-
do se vencerem, se sirvirao mandar-lhe pi-
gar no armazem de"issucsr da casa n. 15,
no largo do"Corpo santo; spresentmdo-
Ihe o ultimo recibo que pg : pira o inoo-
tar : revoga o anuncio que fez no diario
acim citado, decan que da data de hoje
eludanle, em quanto existir a referida hy-
potheca, sSo utios os recibos que nao
estiverem assignados pelo anhunciante.
Jos Luiz Pereira, pretendendo acabar
ato o 1 i,ii do corronto auno, com a sua loja
de ferragem da ra Nova n. 16, ofierece a
qnem a queira comprar, e principia desde
ja a vender qualquer poro.lo de ferragens ou
miudezas, pelo que Iho custiram ; aprovei-
ta ao occisiao para rogar a seus devedores,
queirSo satisfazor seus dbitos no prizo do
>30 dias, pin nao conslraoger a chamar por
folbas publicas aquellos qde se esqnecerem.
Novamente se roga a todas as pessoas
em geni que eslSo devendo contis antigs
na venda da ra da Cadeia do Itocifo u. -fj,
defronte do Hoco largo que venbam paarar
seus dbitos atolim do corrente mez de
julho, na certeza de que os que nao llzerem
terao de ver seus nomes publicados, o se
proceder nos termos da lei.
..-- Aluga-so, por preco. commodo, o ar-
mazem do sobrado da ra do Apollo n, 9 : a
tratar com Antonio Jos Rodrigues deson-
za Jnior, na ra do Quetmed, loja nume-
ro n. 37 A.
cei^ao ni fregurzii do Muribeca pertencen-
le ios herdelros de Fllippe Filgueira de Me-
nezes, he obrigada ao engenho Novo di
roestna freguozia, como conita dos tituloa
de dita proptledade e dai oscripluras do re-
ferido engenho. O iblixo assignado pro-
testa suUentar e fuer valar o seu direilo;
o para ijuo ninguem se chime a igninncis
faz o presente. Joaquim ./lachado Portilla,
priq rielarlo do engenho Novo de Muribeca.
Precisa-se do urna ama de leite que te-
nhi bom leilo : ra das Flores n. 19.
Prcoisi-se Mugar ama preta que saiba
fazer o servido de urna casa, sendo tambem
para comprai ; na TUl dos. Martyrios n. 36.
O fabricante do carvjo animal da rui
da Concordia n. 80, tem honn de prevenir
aoi Sri. de engenho e de rellniQOes de assu-
oar, que pelos molhoramcntos trazidos
fabricaeflo delle, permitlam-lhe vende-lo,
da melhor qualadade, preco de 1,300 rs.
arroba, em lugar de 1,500, preco em que at
o presente o vendiao.
Achi-se procedendo pelo cirtorlo dos
orpbaoi io inventario do finido Manoel Joa-
quim Pedro da Coila, o qual morrea em
1815, as pessoas que se julgarem credores
ou devedores ao casal, luja de se entender
com Lnlz Antonio Pereira. na ruadoQnoi-
mido.
0 Sr. Jos Alves de Souza : dirija-sea
li vrana di praca da Independencia o. 6 e 8,
que sn precisa billar-Iho.
Na padaria da ra do Cotovello n. 29
d-se pao com vendagem, pigmdo-se 60
ris em pataca a pretos pelos quaes os se-
nhores se responsabilsimo.
Precisa-se de um ciixeiro de 10 a 12
anuos quo tenha pralica do vend, e que d
fiador i sua conducta : a tratar no piteo do
Terco'n. 82.
O abaiio assignado profeaaor
particular de primeiras lettras,ten-
do obtido do Lxm. presidente da
provincia a respectiva ircenca, pe-
la qual se prova a moradade de
[sua aula, de novo participa aores-
peitavel publico, que teai aula a-
berta em sua casa, ra larga do
Uoiario n. /|8, segundo andar : 6
mesmo aproveita a occasio para a-
presentar seus agradecimentos a-
quellas pessoas que Ibe tem con-
fiado a educacio elementar de seus
lilhos, recoohecendoamaneira ur-
bana com que o tem tratado.-Jo-
s Mara Machado de FigUfireth.
Aluga-so um grande sitio, conrmuilo
boa casa de viven.la, pira gran lo familia,
bastantes arvoredos da fruclo, grande bai-
xa para capim, na estrada dos Afilelos de-
fronte de igreja ; asm sobradinho n estra-
da da Ponto doL'ohoa, a margem 'do Vio : a
tratar na roa da Aurora, sobrado n. 96.
\l iia-se una mu fuer forra, para casa
de pequea hmlli, para cosinhar o ordina-
rio, ensaboar e engommar: na traVeesa do
Veras n. 9. '
Primeiras leltras.
0 ibaixo issignado, lutotiiido nos ter-
mos do regulameoto provincial de 12 do
I
Paulo) Galgnoiix, dentlsln
francez", offerece sea prest-
ino ao itublieo para todos os 1
misteres de san piollss1"
pode ser procurado ft' q(t
9 ipicr llora ca sua cusa,, tta
ra larga do Rozarlo, n. 30, *
segundo ailar. *
Contullorio homeopathico, ra do Colle-
ijio n. 25.
O Dr. LoboMoscoso d consultas gi.itni-
tis ao pobrestodos os dias uteis, desdo 9
horas di minhai, at ao meio dia, depois
desea hora visitar em sui casa os doentes,
que i .vorem precisSo, e em casos extranr-
d i nar o.> a quslquer hora do dia, ou noutoj
receb.e doentes para tratar, ou fazer qul-
quep operaran em urna casa para isso des-
tinada, fra da cidade, sendo y pre?o de
1,000 a 2,000 rs. diarios para os escravos,
conforme as condiqOesque se estipularen),
e 2,500 rs. pin bomens livres : as pessoas
que nSo poderem comparecer no consulto-
rio pdem enviar suas informices por es-
cripia ou vocalmente, declarando o nome,
idade, temperamento, constitui^So, resi-
dencia, e especificando lodos os incommo-
dos que soffre e as molestias que anterior-
mente tem tido.
Alugam-se duas caimas, sendo urna
de carga de 600 lijlos, o oulra de milhoi-
ro d'alvanara grossa : quem dellas preci-
sar procure a Minoel Firmiuo Fer/oira, na
ra da Concordia, ultimo sobrado ao Sul.
-- Anoa Maria Muniz preivne ao publico,
para que pessoa alguma d nidi a nin-
guem, em son nome, ainda mesmo por cs-
cripto, sem que primeiro se entenda com
ella ; pois ao contrario por nada se respon-
sabilisa.
Perdeu-ie, ni groja doCarmo, nodia
16 do corrente, um pulcoira de ouro, com
urna flor esmaltada do sul, com um dia-
mante no meio : a pessoa que a achou, que-
rendo restitui-la, levo-a > ra di l'enhi.so-
brado n. 25 qu 'genirosrmertte so recom-
pensar.
= Arrendi-se, pira qualquer estibeleci-
meeto, i'propriedide di rui di Florentini
o. 16 e 18, a qual contem grande fundo eom
porto de embarque pelos fundos, e nesta ty-
pogriphia se dir com quem deve tratir
-- a-se qualquer quintil li 5001000
juros de 2 por cento io mez, sobre penho-
res de ouro ou arate,00 qualquer objecto
de valor : na ra do Collegio, loja de miude-
zas n. 1, D., se dir q uem da.
Sao de l luniimi -<
Frequentomente acontece entre nos ven-
derem-see aalugarem-se bichas can;adis
e que nao fazem maior sangria do que a de
um percevejo por um preso exorbitaute;
por iaao quem as quizar boas, e vigorases
as achira recentemente chegadis ni ra
estroita do Rczario n. 13, pidirii que foi
do Cunhi, onde in vendem, e ilugim, por
menos do que em oulra qualquer parte.
D. Umhelioa Wanlerley Peixoto, pro-
fessora particular, avisa a quem convier,
que ella, iiHorisida pelo Exm. Sr. presiden-
te da provincia, por despacho de 19 do cu -
renta mez, contina a tor iberio a sua es-
cola de primeirss letras, na ra da Cadeia
de S.Antonio n. 14, segundo andar do so-
brado da esquina : os pas de familia que
qizerem matricular suas lilhis teram en-
trada franca na escola, pira verem os tra-
ballios das aluiniias, o melhodo adoptado e
os eataUMos.
No dia 18 do corrento, auseutou-se da
olaria dos Remedios, um' preto canoeiro, de
nome Joaquim, n ic.ui Cacange, de estatura
regular, representa ler 25 innos do idade,
Cira redonda e cor um pouco fula, mriz
chito e todo repudiado cm roda, que paro-
ce ler sido queimado, porm he. deleito de
bexigas, das quacs ainda tem al'guns signaos
polo rosto, tem pouca barba e he quebrado
dis duas venillas, levou calsa e camisa de
algodSo de fra e chapeo do palha: roga-
se portento a todas as autoridades policiaes
e capilSes de campo, o favor de o manda-
rem capturar e entregar na ra larga do l'.o-
zirio, padaria n. 18, que so gratificar com
generosidido.
O advogado J. J. da Fonseci, mudou
sua residencia e escriptorio, para a ruido
Collegio n. 25, segundo andar, em que es-
tovo a camiri municipal.
Oflerece um ripiz b'rasileiro, que sabe
ler, escrever e contar, com exime da lin-
gos nacional, habilitado para ensillar pri-
meins letras fra desta cidade, ou mesmo
para qualquer cngenbo: quem o pretender,
dirija-se i rus estroita do Kozdrki n. 8, pri-
meiro andar.
Quem annunclou querer comprar duas
li val las de ouro e urna corrente de rologio :
dirija-se ra de S. Francisco, ou Mundo
Novo n. SO.
Quem annunciou querer comprar um
cordSo de ouro, com 3 a voltas : dirija-se
a.rua do Mundo Novo n. 30.
O solicitador Joaquim de AI-
buquerque e Mello, scientifica ao
publico e com especialidade aos
seua constituintcs e pessoas do fa-
ro, que o Sr. Amaro Francisco de
Moura e Qliveira, deixeu de ser
seu ajudante.
No da 24 do corrente julho, tom de se-
ren Tramitados em pnca publica do Kr,
um do lugar do Ileimdio : quem eaiivcrjwaua quenmento do tutor dos menores, lilhos de
tlicumalanclai, dirija-se a alfandega eVita ci- Jos Mana do Jess Mlluiz bo a ultima
dade a leu porlclro, 0 r a '
tanto os aiforcoi do referido juiz, msoper-
seguidor, e disto%jsmo sita elle cario,
mis pretende cootiauar a sua perseguicao,
eujo plano be sefuodo ser maiidar-ioe
prender por toldados de polieii, e t-
ter-mc como doldo pare o hosptil j aa]e
he iito de gnods notofiedade j e o0*0.*-
cbo-me dispoito a defender o mea Jeito
tanto quanto me fr permiMM* f*
que protesto desde J no caso de se por em
pratica esse plano monstro, apresosme em
fazer publico, pin quese)* sabido por to-
dos, e fique assim conhecido 0 ficto. Srs.
redactores, com i Dublicacjo taitas liabas
muito obrigado Ihei Qcir o asa aoaaUatc
laiior.Antonio i.oh i Aberliao de Miranda
llenriqua.
Pelo jiiizo de orplitos Um de sr arre-
matado por arrendimeuto em hasta publica,
no da quinta feira 24 do corrate, o sitio
de mitas que pertence aos menores lilhos
do finado Manoel Riphael de Souza Galvsa,
com urna legua de fundo e 180 braes* de
largura ; no lugar da lagda do .canto a
Areaes, fregueza de JaDoato. Os .arete"
denles podem compirocer na sala de audi-
encias do Dr. juiz de orphSus as 10 hora* da
manh do dito dia. .______
No piteo da Ribeira, loja do sobrado
o-li, angomma-so o lavvio toda a quili-
dide de roupa, por prefo miis commodo
do que em ouln quilquer parle.
Alugi-se urna casi de dous indires
nos bairros deS. Antonio, ou Rol Vista, ou
entflo deom nlir esotilo, que sejini do-
centes e tenliam sufllcientes commodos pa-
ra numerosa familia : quem tiver, innun-
cie, ou dirija-se a Soledide, litio dos Qua-
maloprximo lindo, for portara 4oExm.|,',...
Sr praiideiUa da provincia da 2 flo corren __ pr0ceder-se a invenUrio pelo
tejuino,, hi publica que a sua luli de p .-? municipal vae lguar,s9 nos bens do fi-
ne ral Mitras continua no aterro, da Boa l ,do Jos Alex,njr"9 da Aibuquerque, afls.-
VilU em o sobrado o. 5, onde recebe *-- ,
le.lumnos externos ^"" deni'" (ie.rem seus dbitos ; por quinto suppoem
no sao: -- le. ura escripia, "^mlica pre- ; "bhegarSo para paga-
gca, grammatica di hugoa nicional e dou- dividas
trina, sendo as liccs de escripia, arilhme-, "^ tooisaividasi^^^^^^^
tica e grammalica acompanhadas dos res-
Sectivos exrneos, os quaes comprehen-
em orthograpnia, applicac>> das d.Helen-
ios o ora... .e.s de a i l lllllialioa o analv.-o
granimalical pelos melhores classicos.
Jos Xavier Faustino Hamos.
^ Ignacio i ii um Xnvlcr. lr. I
-li em medicina, lixou sua residencia, na |j
II; ra Nova, sisa n 67, primeiro indar,
Compra^
Compra-ro o melhodo geni para a vio-
la franceza, por Manoel Nunei Aguedo,
com principios de msica, ccalas, arpa-
jos, etc. : nifua do Vigario, caa n. 7.
-- Compram-se esenvos com cilicios do
ferreiro, carpinleiro epcd'oro, assim como
moiccotes oanolecas do 14 a 20 innos a mo-
e ah i pode ser procurado para o exar- !lj cambas com habilidades : na rua'doColle-
t cicio de sua l'rolissiio, a qualquer lio- gio n. 25, primeiro miar.
^ ra do dia, ou di noule. 5 Compra-se urna oscrava, perfeila en-
+r-WsWmmWWmUWmm - I
vende
loj
Voz
No dia 23 do corrente, tem-so de ar-
remar, depois da audiencia do juiz munici- engommar e cosinhar, e nao tenha vicios,
nal. nm ovAraiein na no-iinH vr .lo ci- nem achaques: na rui do A#onm n. 25.
Compra
pal, eom exercicio na segunda vari do ci-
Compram-se e vendem-se esorivos, o
vel, ss propriedades seguinles i duas ca- -------- ------.-- --
sis terreas, sitas no lugar do Manguind; recobem-sedecommiss3o,tantopiradentro,
umiditanolugirdaCapuoga, na travessi como para ion dcita-provmcia. adun-
da Baisa Verde ; penhoradas porexccucSo ladinheiros sbreos decominissSo, semM
de Justino Pereira de Farias, como tutor do levar juros, sendo de bonitas dguras. na ra.
sua sobrinha, contra Claudina Jaclntna Ne- das Larangeiras n. U, segundo andar.
ves e seu marido Justino Alves da Costa. | mm^KesmemmBam
Precisa-so do urna ama para todo o ser-
vido do urna casa, menos engommar, e que
eos.nli" bem, para casi da pouca familia :
na ra Nova n. 5.
avisa
Vendas.
Vande-se nr ra da Guia n. 29, un ao-
lim de banda, um freio, nina redes, una
7.So^^
mo algum ojeelo baja de o tirar no
so de 8 dias, do contrario ir a pra^a.
... I foi servido, e doubilnii grandes de duas
1 'echaduras, lude poi prego commodo, por
.r. nr. .m. .io ii.nM c,. ,ln nniica commodo : no armazom do Caes do Hamos,
di .
mesmo pan ama de alguma casa do pouca
ramilla : ni rui da Guia n. 11.
-- Precisa-se de urna ama de leite: na ra
do Amorim u 25.
esapparecco dontem |9 do corrente
o escravo Ballhazar, cabra prelo de idide
35 para -10 annos estatura baixo, grosso,
cara larga, bom barbado, e de presento a
barba esta pequea assim como os cabellos
do canaca por ler cortado ludo a 8 dias, e
tem um botaozinho no bci$o de cima,
proveniente de urna mordedura, do cal
xorro", pernasarqulndas, falla grossa levou
camisa e cal?i do algodSo da trra, chapeo
decouro velho, e maxucado; esle preto foi
comprado ao capitSo Jos do Souza de vive-
ros Camello Pessoa da fazenda da bonita,
no Brejo di Madre de lieos e de onde veio
pan o Recife e oceupava-se pela ra ven-
deudo azeito e de presente ganliando pela
alfandega eora as cinco ponas cm arma-
zem d couros, de ondo desapparecoo quem
o pegar levo-o na pra^a da Boa-Vista sobra-
do o. 12 que ser rocompesado.
Oderece-se um ripaz portuguez, pan
imassador do padaria, ou caixeiro de ven-
da : quem dalle precisar, dirija-se a ra do
Codorniz, venda n. 9.
A pessoa que no dia 18 do Corrento pe-
dia auslllms. Srs. di cmara, que por sua
hondada liouvtssoui de nomear juiz de paz
para a freguazia da Varzea, nao ignora que
o pm o lie que faz oj[uiz de paz, e que a c-
mara so I no toma o juramento ; e o s :u pe-
dido era 13o somonte para a Sra. cmara ver
o supplontc quo eslava no caso de dar o
juramento, pois tendo de se fazer urna not|-
ficicao, e dando-se a peticSo ao ollicial para
despachar, esle respondn que nao havia
juiz do paz, o que oulros estavilo empatados
ielo mesmo motivo; e julgando que esta
embranca pelo Diario n3o fosso offensiva, e
por ser de menos trabalho quo o de reque-
rer foi o motivo de usim tor abrado.
OOorecc-so urna ama do leite : quem
precisar dirija-se a ra de Moras n. 12*.
A pessoa qao liver um cosinheiro ca-
ptivo, que entend'um pouco de cosiolu
franceza, dando-so 15,000 a 20,000 rs., con-
formo a dabilidade, dirija-se a esta typo-
graphia.
A- Nicolli, vai fazer urna viagem ao
Rio de Janeiro, e duranto sua ausencia dei-
xa encirregado de seus negocios os Srs.
Crocco & C.
O abaixo assignido avisa ao respeila-
vel publico que se chamava Jos Moreira di
Silva, e como biji outro de Igual nome, de
hoje em vante se chamar Joau Moreira da
Silva Jnior.
Aluga-se a cocheira da ra doTambi,
quo lica no fundo do sobrado n. 12 da ra
do Aragao com boas comino lidades, e por
barato preco : a tratar no mesmo sobrado,
primeiro andar.
-- Arrenda-se um sitio em Parnameirim,
com casa na estrada do Monteiro, com mui-
tos commodos : na travessa do Veras n. 15;
casa do Sr. Tnvassos,
Na ra Nova n. 18. loja de M. A. Caj,
ha um sortimento de obras taitas de a lisa-
lo, e com especialidade palitos de 13 e se-
da, fazenda muito fina, e lindos padraes,
palitos do casimira do cores linas, c pre-
tos da dileroiiles qualidides, camisas bran-
cas e do corea, chapeos francezos, e de sol,
boneU do montara para senhoras ditos para
tiomem ; faz-se vestidos de montara com
muito gosto, e toda obra com presteza: a
pessoa que rier desprevenida de qua'lqaer
ficto, e provenid! de ouro, pnls, ou papel
Bpeda, achara ludo que precisar, na loja
aelmi.
Como eslou sen lo processido polo jui
municipal do termo do Olinda, pelo imagi-
nario cruiie do uso de armas prohibidas,
cnmeesle inventado pelo mesmo Juiz, cu*]t>
respectivo processo tem de baquilr por fal-
ta do provas, pois nBo tondo eu coniatetlido
crimo algum, ofio devo ter receio, nao obs-'goro63
n. 2,
Vende-se um bonito esorsvo, pardo,
de elegante figura, de idade ds 24 a 25 in-
nos, completo ollicial de pedrelro, de fizer
toda e qualquer obn com perfelc,3o: na
ra do Mondego n. 99.
Anda mu pcehinch. '
Cortes de casimira prel, lina, por 5,000
rs. ; ditos de coras, a 6,400 rs. ; br(m brin-
co trincado de linho, 1,800 rs., ocorte de
calca; dito escuro, a 1,600 rs.; dito do lis-
Ira-, a 2,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
(JiMiiisiisileineia.
Vwidcm-so camisas de moia, de superior
H na 11 da de, tanto brancas, como de aeres, a
1,100 rs.; ditas muito fins, a.OOTrs.: na
ra" do Queimado n. 16.
Meias de laia, para* padre.
Vendem-se mofas de Un, para padre,' a
2,000 rs., n par, afinoa-se a boa quilidioe ;
diiasdeal-odao, a ii-x)rs. ; na ra do Quei-
mado II. 16.
Capacho braitcqs, a
800 rs.
Vendem-se capachos brancos, com 5 pal-
mos, pelo barato prefo de 800 rs. I na ra
do ijlieilliadn n: 11;.
O No deposito de Siqueira & &
Companhia,na ruado Vi- 2
gario n. 27, Ua para veq- q
der assucar, caf e sevada. >
Vendem-s assucar refi- W
q nado, cat, sevada moida e q
O assucar candi, tudo por me- t>
nos, que em oulra qualquer O
2 aparte*, visto as boas qua- g
0 idades. #
No aterro da Boa Vista ,
loja 11.18.
Vendem-so cas'sas eicampiuadas de iOjar-
dis, cada una peca, fizenda ptima pira
cortinados e pelo baratissimo preo de seis
patacas, cada urna peca.
Oculos para todas as
* idades.
Vendem-se oculos para todas as idades,
de superior qualidade, pelo barato preco
de wiii rs., o par : na ra larga do Razano
n. 26, loja de miudezis doJoJo Fraucisco
Miia.
Vendc-se urna novilba tourina: na tra-
vessa do Veris n. 7.
-- Vende-se urna escrava moca, benita fi-
gura, boa engommideira : na travessa do
Veras n. 15.
A pectyiiicha antes que se
acabe.
q da lustro francez, pelo
llQOO rs., a pello : na ra
2, aoja de miudezis de
-- Venia-so"uSa-tTverm muito arreguo-
zida, lano pari^i3rttO',a;o*M p*r a torra:
Irata-so no F.itlo do Mato, ra do Codorn/.
11.10, com Jos* Mandes da Silvtgunniraes.
Cheguem n-4>eelilncha.
['Vandem-so superieres susponaorios do
sjd.polo baralo pre?o da 1,000 rs., o par :
.M ?|* (arga do Rosario a, loja de miu-
rdeaas do JoBo Francisco Man.
Veode-se um irmazem do sal 9 uns 1-
licersos doumacasi: n rui Imperial nu-^
Vende-se co
binto preco-
largo do Roza
loa Krimeisco
MUTILADO


*-*
Chapeos le nol.
Vendcm-se capeos de.sol depanno com as-
tea de baleia pelo preco de ifOzO re., ditoa de
Junco a 1/380. Na roeama caa lem un sotti-
Vendas superiores.
alo do momo, objcctoi, Unto paraho- D0V, chcgadi bl poucos das na Btrat l.i- Ni .adico de C. Starr & Companhia.
em S.-Janiiro, ichim-se
__i c senhora, como para menino e meni-
na de Catla: na roa do Pasaeio o. 0.
A 4,000 rs.
Irandera-se casomiras devore*, de exoel-
leotes goslos, pelo baratissimo prego de
,000 rs., o corte: no aterro di Boa Vista,
loj o. 18.
Cera de carnauba. .
O mala aupcrlor que ba ncate genero, ven-
dc-ie cm porelo c a retalho : na ra da Cadela
do Recife, loja ti. 50 de Cunlia St Amorim.
Noto sortluiento ele fazciMlnx, na
lujada i un do Crespo n. <>.
Cortes de e.ssa chita fracez., de cOres fi-
las, por '2,000, 3,400 e 2,800 rs. ditos de
cambraias de salpioos, a 3,600 rs. ; cortes
de chita de bom oslo, a 1,930 rs., com 13
corados ,- cassas de quadros para babados,
coas 1|9, a 3,400 rs., a pega ; alparka de
i ordo minio lina, a 800 rs., o covado, e
mudas outras (azeodas por barato preco. I
Na loja de Jos' Joaquina Rlorci-
ra & Conipanlila, na ra Nova
n. s.
Vendem-se camisinlias de esmbraia, com
Mas goliahss, ludo muilo bem bordado, e
do roelhor gnsto*f ossivel, pelo baratissimo
prego do 3,000 rs., jmente, cada urna.
Sao baratsimos.
Veodem-sc aapatdcs de camelia multo pro-
prios para o enverno, por nao aujareiu as cal-
ca como acontece com os de graxa, pelo bara-
to preco de i/<80rs.; na ra da Cadela do Re-
i-ife n. 9, loja.
Vellos dr slearina.
Venderme calas vellaa da melhor ijualldadc
linssi vcl a loV ra. cada c.iilnh. de 25 libras,
trau-se com A.C. de Abnu, na ra da Cadela
do llccil'e o. 4l.
Vendas.
Vende-se vinbo Chat la llozc, Cognac, em
raisas do urna duzia de garrafas, cobro em
''''i'rnVnf'T" cm di|as, serveja de llavieris,
tu Jo Ti ralo! no anv.azem de ('. I. Aslley c
i iompanhia, na rila do Trapiche n. 3.
Inlii--a da Klissiti.
Vende-so pol.ss. da Itussia, recentamen-
le chegada, e de muilo superior qualidado ,
a ra do Trapiche u. 17.
1 u i n h a fontana.
Vende-se farinlia fon ti na cm barricas ,
muilo nota e de superior qualidado : a Ira-
lar com Marmol da Silva Saldos, noarnia-
zem do Annes, no caes da Alfandega.
Vende-se arinlia tle mandi-
oca, d superior tpialidode, recen-
tcmente chegada de Santa Catha-
rina, a menor preco do que cm
oulra qualquer parte : trata-s a
bordo do brigue Novo Lobo
defronte do caes do llamos, ou
com Oliveira l'aivack Companhia,
na ra do Trapiclie escriptorio
n. 5.
ll.ou no seu armazom de machinismo na ro c prata, patente inelez : na ra I torios, ou escriptorio, a 3,00
ra de Apollo n. 6. ^,tl i. A |ua ral do Oucimido, laja A
Cal de LUboa. ., o*"11" ova n. 4a. I mero S7 A.
!'.-_. T ^ a j* aa M Alrinp i^il f I a 1 i LaA wi i til n I AtikJl laalnai .ibi m* ^ m*l jn *#*l lt at -A F.-____ 2 _&
Vende-se a melhor cal de 1 i-boa amito
ra, e por prego muilo em coala : na ra
oVigarioarmazem n. 7.
Vende-se cobre, e metal ama-
relio e prego para forro de navios; por preco
commodo, em oasa de A. V da Silva Barroca
ra da Cadeia do Recife n. 43.
Gasa de comraissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para loro detia, para
o que se otfcfece multas igaranlias
.a moendas
de canas, todas da ferro, dss%u modelo e
construcglo muilo superior
Arados de ferro. *
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados* de ferro de diversos mo-
dolos.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
rrs s restas:
farngonsuu
Ytfcitco.
- Vende-se a 9,000 rs., cada urna, ptimas
espingardas do espoletas, inglez., cano e de boas mollas, as quaes alo Anas e
compridat, e pessoas que tem comprado,
teem airmado que alcancam bstante, e
3ue sflo muito certeiras de chumbo : na ra
o Quoimado, loja de ferragens n. 37 A.
ia da Cadeia domui< superior cal nova cm pedra,
chrgada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
ttecifen. SI, primeiro andar.
l'ara pal iti.-. a I.ihui i -.
Na loja da ra do Cjueimado n. 17, ven-
dom-so casemiras de cures moscladas, pro-
prisa pars pulils e sobrecasacos, pelo di-
minuto prer;o de 1,000 rs, cada covado, e
alpacas mcscladas, a 80 rs., o covado.
Vende-se erva mate ,
chegada pelo ultimo vapor
do sul: na ra Nova, loja n.
6, em libras, a 240 rs., e em
arrobas, a 6,^ rs., he bebida
mu resca c diorelica.
BOM E liAUATO.
Vendem-so sapatos do meninos, ilc orc-
Ihas; coturnos de couro de lustro, para lio-
Olea: pelles do.cabra; esleirs de pallia do
carnauba regulares, c de 3 varas decom-
pnmento, bem feilas ; chapeos de pajbs al-
vos, pennas do ema, e rera de carnauba : na
ruada Cadeia do Recifo n. 49, primeiro
andar.
CJDAL%DE PARS.
lilla iln-l ullii.i n. |.
Novo sorlimenlo do chapeos do sol, para
1,111111-m c senhora, a saber : chapeos ilc
sol de so la, armsr;0o de baleia, de 4,5fi0 rs.
para cima; ditos ditos para srnhora, tlu 4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
mario de baleia o de ferro, de 1,600 a 3,2l'0
rs. ; ditos ditos de arniar/3o de junco, de
1,300 a 1,800 rs., todos limpos grande sor-
limenlo de'sedas pannos, cm per;ns para
col) ir os mesnios, balcias para resliuos e
csparlillios do senhuras. Concerlam-se to-
das s qualidadcs de chapeos deso, ludo
com perfcrcSo o por menos#kco do que cm
oulra qualquer paite.
Sempre lia muilo bons o>oravos parn
se venderem, por prer;o mais em cunln do
quo em oulra qualquer parle, o vo ss nc-
luH.ln as molestias, vicios c achaques dos
iiio.-ii 11-, saliendo se dellcs na ra das l.a-
rangriras u. 11, segundo andar.
fNa Irja do sobrado aman lio, nos *
Qualro Cantos da ra doQieimado, >
tem para vender, um completo sorli- S>
? menlo de modernos cnfcitcs para se-
? nhori, consestindo cm romeiras, ca
<4 mizinhas, golas, punhos o mangui-
<4 tos do camhraia dealgodo lina e do
(? linho, com lieos bordados e por prc-
1$ co minio om ronta.
lina i iiili.ii I.
Pe erysipcla e rhcumalismo, com cncha-
i,'.1o, ou sem ella, seja antigo, ou modorno,
preserralivo ronlra roturas n quebraduras,
e modo de fazer cu us, cura radical dos
teslicolos, sem sofrer operadlo, nem dor
alguna, cura radical dos escrotos, sejm
carnosidades, crysipclas, ou bydrocclcs ( a-
gosa), os remedios para todas estas moles-
tias : vende-se somonte no Itio de Janeiro,
n.i ra do Sabflo n. 27, e em l'ernambuco,
na ra do Collrgio n. 18, botica de Peixoto
& Pialo, acompaulia os dilos remedios a ms-
neira de fazer seu uso e dictas quo devem
lor $ pessoas quodcllcs (lzcrcm uso.
Vende-se
Arroz de casco,
Farelio novo,
Cha preto,
Chumbo de munir.'to,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
annazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Sniorim n. 35.
Vende-se 50 de milo verdadeiro, em
grandes uu pequeas porces: em casa de
Me. CsImonteVC, praea do commercion..
para curar da phtysica em todos os seus
differentos graos, ou motivada por consti-
parles, tosse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, ddrde costas e pcilos', palpitaco
nocornr;3o, coquelucho broichilos ,'dr
de garganta c todas as molestias dos or-
gos pulmonares.
De todas as molestias que por heran^a -
cam no corpo humano Itenhuma ha qoe
mais deslruitiva lenlia sido, ou quo tenha
zombsdo dos esforcos dos homens mais
eminentes cm medicina do quo,aquella
que he gcralmcnlo conhecida por moles-
tia no bofo.' Km varias poCSS do so-
culo passado, tendo-so offorecido ao publi-
co ilillcreiiles remedios com alloslados das
extraordinarias curas quo elle tem jeito ;
porcm quasi que em todos os casos a ilusito
lem sido apenas passageira co doenle
torna a iccaiiir cm peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio lorc-
fommendado outro tanto 08O acontece
com es te extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
uosta cidado provincia, o nomcados pelos
Snrs. R. C. Vales & Cdmpanhia, agentes
geraes no Hio-de-Janeiro mudaram o do-
psito deslc xaropo para a botica do Sur.
Jos Mara (.. llamos, na ra dos (Juartois,
11. 12, junto ao quartel de polica, onde
sempre acbarflo o nico, o vcrdadolro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
m-. Chapeos de soi.
<*R Ra do Passeio, n. 5.
Ncsta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes ohjcelos de todas as co-
res c qualidades, tanto do seda como de
panninho, por precos commodos ; dilos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
So feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas do rclroz. Na mesma
casa se acha igual sorlimenlo de sedas e
pamiinlio imitando sedas, para cubrir ar-
mages servidas : todas estas lazcndavne s
dem-se cm porffiu c a retalho : tambem se
concerta qualquer chapn de sol, lauto de
basteas de ferro como do baleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos do sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitoresdo engenlio, por sorom
os mais fortes que se podem fabricar.
Vende-se manteiga ingleza nova, a 61o
rs'., a libra; dita franceza a 500 rs., a libra;
cafo 0171 grao, a 160 rs., a libra; cha, a 1,930
r., a libra; dilo, a 2,100 rs.; evada, a 100
rs., a libra; farinha do Marululo, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de C c 9 cm libra,
,1 :iimi.-.; loucinlio, a 2l0rs., a libra; quei-
jos nevos, u I,.Mo rs.; bolachiulia ingleza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Porto cn-
gurrafado, a-640 rs., a garrafa ; dilo em ca-
nudas, a 2,560 rs., o outros mais gneros :
na ra da Praia defronlo da ribeirado pei-
xo n.1.
Pannos linos de todas asijua-
IMades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, quo
volla para a Cadeia, vendem-sc panno lino
preto. a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000,4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,(00 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito muilo claro, a 4,000 rs. ; dito cor de
rape, a 3,000 e 3,500 rs.; cortes de casimi-
ra prcla, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
enr, a G.I00 rs., o outras fazendas o mais
barato possive.
iVova pechinelia.
Corej de casia chita, a 2,000 rs.; dilos de chi-
ta inlciros com t'icovutlos, a 1,600, 1,800 e
2,000 n.
?ia loja da esquina da ra do Crespo, que
volla para a Cadeia, vcndeni-o corles de
cassas dula, a 2,000 rs : ditos do chita, a
1,600, 1,mioo 2,000 rs. ; ditos do camhraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
los do salpico, a 3,000 rs.; corles de colelo
defusliio do ullimo goslo, a 1,600 rs, o ou-
tras muitas fazeudas por prego commodo.
a 49500 rs., apoca.
Na loja n, 5, da esquina que volta para a
ra ilu i .'>lli'.;iu, vcudom-so riscadinhos de
cores fitas, pelo barato preco do 4,500 rs., a
i"'i.i, assimeomo casimiras do algolOo, a
1,800 rs., o corle.
Venem-sc
oj 7,
d haixas do I
Deposito da fabrica le Todos os
Santos na llahia.
Vende-so, em casa de N. O. Biebor&C. ,
os ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assncar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Bombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
pcndulas c picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundiciio de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com camhSo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundicao da, ra do
Brum ns.'G, 8 e 10.
V'ondcm-eo amarras do. Trro: na rna
da Scnzalla nova n. 42.
Woinlios de vento
as de repucho para regar hurtas
ecapim : vendem-sc na fundicSo
de Rdwman &Uc. Callum, na rus do Brum
ns. 6, 80 10.
Tccido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendcm-se por atacado duas qualidades
proprias" para saceos de assuosr {opa de
1 scravos.
Tnixus para cngeiilio.
Na fundic3o de forro da ra do Brum,
acaba-se de roceber um completo sorlimen-
lo de taixas do 3 a 8 palmos do bocea, as
quaos ac.hain-se a venda por proco*com-
Loiodo, o com promptid3o embarcam-so, ou
carrogam-so em carros sem despezss so
comprador.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA 6EMZALLA NOVA 42.
Westc cstabeleeimcnlo conti-
na a hover um completo sorti-
mento de moendas o meias inocn-
das para cnge'nho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Km casa de J. KcLler & Com-
pauliia, na; ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da nexo-Nonio o superior rlnhoite Bu-
evitan, em barril de 5.*, he muilo recom-
mendavcl as casas eslrangeiras, como ex-
cellentn vinho para pasto.
Vf Mff %ff f fryfffffffj
l^ Arados americanos. J
^ V'ondom-se arados americanos ver- 43
?v dadeiros, chegados dos Estados- *.
;> Unidos : na ra do Trapiche n. 8. ^
MAMMM hkiAim
Vcnde-se superior cognac velho, em
barris de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller i Companhia.
Vonde-sc gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de "-'ranea, tendocs-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
1 ora de i-a rna 11 ha
No armazem de Domingos Rodrigues do
Anillado <\ Companhia, na ra dosTanoei-
ros n. 5, vende-so superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaly, em
porelo o a retalho, por monos preo/e que
om oulra qualquer parte, assim como sola e
COuros mullios.
No armazem da ra da Mocda n. 7, con
tinua-sc a vender aaccas com superior colla
fabricas do Rio Grande do sul, c opreco
SNa loJa~jpel'i7aTin>cVna'da'*'i
rna do Crespo n. 11.
I Vende-se morino preto pars pslitos,
+ esleas, jaqueles, ssiss, timOesooH-
f>; tros misle/es, en perfeito eslsdo, pe-
t lo baratissimo pre^o, de 400 e 500 rs.
?. o covado. A
I1IHIIHI
/Vo Passeio Publico, toja
ff. II, de Firma 110 Jo-
s Roarigms Perreira.
Acha-se um completo sortimen-
to de cassas. chitas, mui ricos pa-
droes e nas cores, ao barato pre-
co de 2,400 rs., cada coi te ; brim
do, chapeos de castor branco, cha-
gados recentemente pela galera
ingiera Lwlm aa na Nofa*-44,
fabrica da*|bapes. -
Vendem-sc gi^os com 1 ar-
roba de bal..tas, cada um, pelo ba-
ratissimo preco de 400 rs. ; esta
genero he recotnmendafei para
consumo das familias, nto s pela
boa qualidade, como pelo preco: a
tratar no armazem de Antonio An
nes, caes da A Ifandega n. .
Farinha de S. Matbeaa.
De superior qualidade, vcnde-se a bordo
da sumaca ,S. .intonio, tundeada em fronte
do Collegio, ou ao lado do Corpo Santo, to-
ja m mssstmes n. 25.
Lotera do Rio de Janeiro.
.Ao ^jkoooSiioo do r.
'"ifs ca* filis.
Dos Qitro Cantos da ra doQueimado,
loja de fazendas n. 20, veodem-so os afor-
tunados bilhetos, meios, quartos, oitivose
vigsimos, ds 14.' lotera da cidado deNic-
theroy cuj lista se espere no vapor inglez,
at d dia 22 ; tambem se mostram todss
ss lisias plisadas e so trocara bilhetes pre-

da
em conta.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo 11. 6, arinaicm de Me. Cal*
iiinni Companhia, acba-sc conilanlcuientc
bou aorlinicntos de laiaa de ferro coad e
balido, lano rasa como fundas, moendas lu-
cirs (odas de ferro para animaes, agoa, ele,
ditas para armar cm madeira de lodos os ta-
manhos c modeltos o inais moderno, machina
liorisoulal para vapor, com forca de 1 cavl-
lus, coucos, passadeiras de ferro cslanliado
para casa de pulgar, por menos prct qucoz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como cm arcos lolbas, c ludo
por barato preco.
Vende-se'um grande sino no lugar do
Mauguinlio, que lica defronte dos sillos dos
srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande scnzalla, co-
cheira, estribarla, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba c tanque cobcrlo para banho bas-
tantes prvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Grande sorliniciito de la/.i nila-
In-i-ala- 11a rna il 11 ( 11 -pn n. 1 4
loja de .lose I' 1-.-1 noi-on Uias
A 1000 r. o corle de brim inlrancado bran-
co mullo incorpado, dilo de riscado de linho
inulto largo a 200 r. o covado, eaisa chita de
todas as cores 240 rs. o covado, chita Irn-
cena de listas padres escuros a 240 rs. o co-
vado, chita multo fixa a iliO r. o covado,
urgelim lavrado a 00 rs. o covado, ricos cor-
tes de chita larga franceza de barra a 3,200 r.
iiierins prclos de duas larguras muito supe-
dc puro linho, trancados,'ran-
ees e decores, fazenda realmente1^08 I*** *,uorem tir" bons pre_
superior, a 1,000 rs., a vara;gur- Vende-se ums das mclbores tabernas
o-urrW onriu-nadiis a 1 guroes encorpaos, a i,ftoora., o ulez, dis CJDC0 Pomasoestirafreguezads
corte; ricos vestidos de seda e lia, para a trra e vender muito para soldados.e
de cores, a 18,000 rs. ; ditos em tambem sedas urna pesioaquo qm-irlo-
' 5 ... ma-la por bslanco, dando-se interesse nos
Cortes, a 10,000 rs., e de seda lis- ganhos ; vende-se, em razo do dono estar
irados, a i3,ooo rs. ; pannos finoa i" -'_____ _r de Santa Rita ti. Vf, a*Z
de todas as cores, e por precos 1 .. vendem-se vasos e Iones tina pars
commodos ; cintas francetts, lar- jsrdim, azulejo da maima louca de bonitos
^,. j___ a____ ____1 gustos proprio para forrar frentes de casas
gas e de gosto, a 3ao rs., o tt'm^J^Ju.t'Mtm de algod.o, axeiloni
do ; riscados francezes; sarjas hes- nova, fumo, vinho do porto em pipase bsr-
nantinlaa- sotins- um rnmulntn lnr. rizi ,lhos e rolhss em canastras, lio porre-
panhoIas,setins,um completo sor- le>'brjns d0 |godno> penetras do rame,
tmenlo de chitas de goslos, e ma- linba do roris, por procos commodos: na
danol5es,de preco, a 5,aoo, 5,ooo, ru doVigarion. Hjarmaieaj 1andar.
/ 1 1 ez a 1 He Se e-hincha c acaba-se loro.
4,800, 4,200, 4,000, 3,6o, 3,300, Venein.s0 superior -manteiga ingle., o
3,000 e 2,400 rs C outras muitas trancen, serveja patente, queixos novos fa-
lil/rnlias nii si vimiiIpiu a nrern ^in" do rei"0' laPiota> ,lnho .do Porl do
mzenaas, que se venaem a precos, B,e|hnr engarrado e pipa de Lisboa, azoi-
que multo agradam aos seu'hores te doce, vcll.sdeespcrmarele e carnauba,
compradores. 'toicinho do Lisboa, gr.xa em lata muito no-
Iva, rap meirao, cbicolate de l.isb 1,1, bo-
lacha ingleza pequea e grande, cha isson
du melhor, ludo por preco comino lo : no
pateo do carmo, vonda da esquina 80 beco
da Rumba n. 13. Na mesma casa ha gengi-
birra de noto methodo para refresco todos
os das..
I Vende-se urna morada de casa, na ra
I Augusta, com mujlos commodos para fa-
milia, e duas ditas na rus Imperial com os
mesmo's commodos, assevsrsndo-se .o com-
prador estarem livres do qualquer litigio :
s tratar ns rus ds Cedis de S. Antonio n. 9.
Na toja 11. 18, do aterroda Una
Vluta. -
Vende-so panno fino cor escuro, s 2,500rs., o covado! 1'
Attenrd.
Tilo Inratas,
E tSo mimosas;
He a melhor pechincha,
Que se \em visto em lujas
Assimdizcmos frcgtiezeSao compra rom as
famosas ahilas largas, frneezas,que so.von-
dem pelo baratos Srecosf de 240, 280 o 30o
rs., o covado, todas deja jperior qualidade;
assim como anda exislV um resto de pecas
dcalgodlo comum pe, .'.:o toque desva-
ra, a 1,440 rs esds ums, com 20 jardas;
peo>s de mulapoliii) com.algum defeilo, s
2,240 M. 1 na ra do Queimado 11 21.
Vndese no Maranhlot a fabrica
de bugias stiarinas e sabo.
Os administradores da liquida-
cSo uc Theodoro havanes, ven-
dem a fabrica denominada Mnra-
nlicii.sc, na ra*do Pioponl3o, des-
ta cidade (porto dos remedios ) ,
a saber: casa tada a fabrica, com 2o bracas de
frente c i5 de, lucilo ; 2 prensas
Deposito de tecidos da fabri
> ca de Todos os Santos,
* na lialiis. ^
f> Vcnde-so om casa de Domingos Al- *i
& ves Malheus, na rus da Cruz do Re- > cife n. 52, primairo andar, algodSo <'
T transado daquella fabrica, muito pro- *
J prio para saceos e roupa de escra-.S
;* vos, assim como lio proprio para, re- 2
? des de pescar e pavios para vellaa, <
f> por 1 1 oi.-o muito commodo. <
J-MA'tlilAMiS) AM4!***A
Lrvros pequeos.
Pars smostrs de bico. Illa, requilifes, ote ,
vende-se por 200 rs., estelivrinho be mul-
to proprio para amostra : ns liiraria do pa-
teo do Collegio n. 6, de JoSo da Costa Dou-
r.do.
Rruja, arauzea da sasacsr as Silva Sano -
os, ou as ras da Cuasia aa Bsaifsa. 42, pri-
mairo iimW. ; Isnow
- Veaat-se ama Mcrraat Mitren.,
rmiitq Hada ayccolbul. : trsts-te ns ca-
ss Ierres D. J5, m #lur di Trena* pan
Solodade, pouco intsade cheg.r so farreiru,
deotanhe al as 9 horas s das 3 ds tarde
em vsnte.
A 18 rs, o covado,
Ns praca da Independencia, lote da esqu
ni 11.2, prxima aloja de livros, renle-se
algodSo, cntrancado escuro, proprio para
roupa d sorvico, s 160 rs., o covado.
A .SOO re o p*>.
Na a trro da llm Vista, loja de calcado n.
58, junto ao soleiT, vendem-so (apatOei do
lustro, a 3,500 rs., o par,,
ti offo vspera.
No aterro da Baa Vista, loja Meslsaao n.
58, vondeoj|*e Jdgo de vispori, a 1,000 rs.,
cata no resto.
- Vende-se urna casa no Bl/ro Vermo-
Iho, so lado esquerdo, antea da esss do Mi-
noel Vieirs, com cass ds rsncho, dita para
familia euro grande u. o arto separado, que
cabe oulra familia, com dous sitios, umeom
bastante capim, que d de. invern ao vero,
com bastantes fruleiris, o sitio ds casa com
141 palmos da frente e 00 ditos de fundo ,
outro com 2|8 palmas do frente e 700ditos
de fundo: trata-so com o proprietarfo do
tnesmo sitio Andr de Souza tlmbelino, ou
hesta praca, no arsenal de guerra, com Joa-
qun) da Costa Lisboa.
Vende-se cola do Rio tiran-
de, em barricas e por preco com-
modo : -na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado St l'inlicirC'.* -
-- Vcnde-se farfolla \nuilo lina, eovsic-
cfs ssoverand-se ios freguezes quo he
outra e nSo a p/imeira: na v.eada que foi
doSr. Nicolao nodrigues da Cunda,"no pi-
teo do Hospital n. 16.
- Vcnde-sp um sitio no oi!2o ds igreja
deS. I'an laido, no Montoiro, o ual lem al-
guns4rvoredos frulifsros, ebeta os fundos
para a margetn do ris C.pibarlbe : a tratar
no aterro da Hoa Vista n. 34, tqrceiro andar.
UiBrt va cea, boa de leite.
VenJe-se urna vacca,'muito minss, Uos de
leite : ns rus larga do Rozarion.48, pri-
meiro andar.
- Vendem-se dous bous quartaos, do
pasto, para carga : na za eitreiU do Roz-
rio u. 28, segundo andar.
4 Vendem-se saccat com tremlos,
de slquei'ro cada ums saco, por eom-
modo prreo: na ra da Crux n. SI.
pcclilnclin antea que
( iii-alic.
Cl Cortes de casimira de lindos pa-
>;' drOes, pelo diminuto preco de 5,000: 0|
4; na ra do Crespo n. 10, loja delgna- (#
H ci Luiz de linio Taborda. 4
Lotera da Rio de Janeiro,
Aos au:ooo;ooo de rs. 1
Na praca da Independencia n.
13 c 15, loja de calcado do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do H'ccili:
n. 46, loja de miudez-is, vendem-
se os mui afortunados bilhetes ,
meios c cautela da decima quarta
lotera do thealro de Niclheroy, e
sSo pagos sem descont quaestier
premios tpienelles sahirem, e pe-
lo vapor inglez vem a lista da mes- hidrulicas, orisortaes de /urca de
ma lotera. !6oo,oco libras, cada una ; 1 dia
Jiil heles
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
as seguinles se-
mentes:
de alio, dita de ditas inglcaas, ditas de r-
bano encarnadas, dila brancas, ditas de ec-
hlas de N'Uii.il. ditas de alfacc allamaa,
ditas rcpolhudas, ditas de cvc trinchada, di-
tas ilc senoura aman lias, dita de chicoria, di-
la de coentru de toectra, ditas de salsa, ditas 4
de tomate grandes, dita de rcpolho, ditas de al 8U012.W>(I .?W > covado, uieio cru-
espinafre, dita de pipinclla, dilas de lino, '.de uperlor qualidade a J20ra. o par, u-
fcijo, carrapalo de Ircs iiualidadcs, crvllhas v'"" l"ccolc ""t0 "corpado faicnda pro-
tortas c dircitas, rabaoctes 'ncarnadoa c bran- "" para .ravos a 200 ra. o covado, algodao
eos: na ra da tru* n. 46, defronte do Ur. a'Ulcom inais de vara de largura a 200 r. o
Cosme, a mesma casa vendem-se nucijo in- c<"a'c' oerlanha de 4 palmo de largura inni-
glezc multo frescacs. 1l0 nna a m a ,ara- uppriorc challes prc-
ii..,,.,,,,,, ,i M|onM,,tM tos de la c seda a 6,000 r. brim trancado a-
lVCpoSltOUe calepotassa. (mirello muito encornado com listas miadas
No arniazcm da ra da Cadeia do heclfc n. sendo de linho a 2,000 rs. o corte, c outras
12, ha muito superior cal de Lisboa cm pedra, mullas fazendas por barato preco.
assim como potaasa chegada ltimamente a .xa-**<><*>,aa>
preco muilo ra.oavcs. ffVtVt.SftWat
fi> \cndom-se o vcidadeiro cbaropede 4
? pontos do etnbaiba composlo o prepa- 4
> rado pelo pharmaceulico Jos da Cruz m
Na loja do Cuimares & llcnriquos, ra do a, San|0s : na praca da lloa-vist. botic. Z
Crespo o. S, que volt, para o Collegio, ven- f n. 32. Kslo charopc be eflicaz contra |
dem-se r eos cortes de cambraias deseda, m os Mtarr03 pulmonares, .gudos e 1
B^l|Pol6,000rs.oeofta,esU chronicos, lysicos, coqueluxe c mo- I
ITl "i Kilyl"'11 "J*10 n"vus- I leslias de co?.Cao na mosma tara- Z
f <#-*: *a^t#; > bem so vende remeditscontr. os om- S
S9 bnagado.,oqual ja foi experimentado %
ik o seu evidente effeito de tirar com- 4
plctainculco vicios que minios cs'.ao 9)
22,000
I 1,000
5,5oo
a,800
i,3oo
Lotera Itio le Jiinciro.
AOS 20:000,000 DE nsj
Na ra oslreila do Kozario, travossa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, de Joa-
quim Francisco dos Santos Maia, vendem-
so os muito afortunados bilhetos, meios,
quartos. oitavos o vigosimos da dcima
quarta lotera a beneficio do theatroda im-
(lenul casa de Niclheroy. que'sc espera a
lista no dia 22 do corrente, pelo vapor in-
Slez ; na misma loja so mostram as listas
as loteras corridas.
******) *)* i *$#*>*>##
* l'arn pa;i u-
9 Vendem-so destes chapeos, desu-
J perior qualidade por baratissimo
# preco: na praca da InSbprndcnc, *
i loja de chapeos de seis portas.
Cuuilirain de setln, a t.ooo rs.,
o corte.
9 Alg:oilo para naceos.
# Vende-se muito bom algodao para
(I saceos de assucar, por preco comino-
H do : em casa de llicardo Itoylo, na 49
jj ru. da Cadei. n. 37. *g
*#:? #fl:#t####
Vendcm-se
Continua-se. a vender, na loja da ra
da Cadeia n. 40, bilbetes, meios dilos, quar-
tos, oitavos e vigsimos da lotera do Rio do
Janeiro, pelos precos cstabelocidos.
Os l>aln i o- eiiscoiMlcciiiMnstle
NillllU.
He chogado o sorli monto do condecs e
balaios, quo so mandou fazer a capricho,
sendo de lodos ps tamanhos, c at de d,d-
renlos cores, como os freguozes podcru
v.'-r : na ra cstreita do Itozario n. 13, pada-
ria que foi doCunha, .onde So vende por
bsr.lissimo prefo.
Vende se rap de Lisboa, om frascos,
vindo pela barca .igeira, os s-nitores fre-
guezes quo ost.m acostum.dos lomar a
boa pitada, nao dcisarSo doinaudar bus-
car : no largo da Assembla n. 4.
A oh scnliorcs inarcliieii-OH. .
Vendom-so carros dourados, para ps de
mesas de janlar: na ra Nova n. 16.
> Nii ra do Cabug n. i a, ven-
dem-se cartas francezas, finas, pa-
ra voltarete.
--. Voiiilc-se muito bom milito, me.lid o,
o farinha da Ierra, por muilo commodo pre-
to : na ra larga do Itozario a. 52, o os
Cinco Ponas n. 32
gjjj l'arn tumi n- S
X) Chapeos cnvernlsados para pagens, aH
jgj de forma moderna, o de superior qua- A
ajjd lidade veudem-se no palco da ma- -,-
M iriz, loja de sirgueiro n. 2. m
-Vn7^T^oT^1eZ7*D7 Jfe Vendem-se os mais moder-
reiogios (le ou- |ant0 azul, como branco, proprio para car-! '^^V
knos e de superior <|ua I ida-
vertical de fr9a de-loo,ojo libras;
3 grandes calderas montadas, pa-
ra o fabrico do saho ; ., dilas pa-
ra derreter sebo ; todos os perten-
ec necesarios para o fabrico do
stearina e sabao j 9 escr.ajros en-
tendedores do servico geral da fa-
brica; 1 terreno anncxu a fabrica,
com 7 bracas de frente e 15 de fun-
do ; 1 dito fronteiro a mesma fa-
brica, com 18 bracas de frente e a8
de fundo : as pessoas que preten-
deren! comprar, pdem nesta ira-
ca dirigrem-se a J. Keller.& Uom;
panhia.
- Vende-so nma mulata que rende muito
na 1 na, e cosi'nha o diario de umi casa, por
proco commodo : na ra Nova n. 53.
Vendem-se ricas estampas de N. S. do
Carrito, tanto cm fumo como douradas, as-
sim como oulr.s multas imigens, proprias
para ricos quidros : ta ra No*, n. 3.
Vroiieui-so izoite doce a 480 rs. s gar-
rafa, cha issou a 1,920 rs, a libra de caisa
grandr, vinho ds Lisboa a 220 rs. a garrafa,
1600 a caada, vellos de espormacele a 600
rs. a libra, e garra loes novos a 1,000 rs. :
na venda da ra de Sauta Hita n. 5.
- Vende-se um preto ds 30 annps :
ra da Praia n. 34
-- Vende-so ulna preta do naoao, de boni-
ta figura, a qu.l lava, engomla o cosioha
o diario da uma casa : na ra do Vigario 11.
20, segundo andar.
~ vende-se unta oscrava crcoula, de hu?
nila ligura, cosinha o diario de unja casi
na ra do Cabug, loja de Francisco Joa-
quim Huirte.
~ Vende-se umescr.vo roDusto, ptimo
para servico do cisa, ou de sitio, por preco
bstanle comino lo : na ra da l'cnba n. 5,
primeiro andar, junio ao sobrado do Sr. bri-
gideiro Joaquim llornardo.
Vende-se uma lindi molnlinhi mullo
alva, de 10 snnos, que coso soff ivel c trata
de moninos ; 1 diti de ISannos, grvida de
5 mozes, quo engommi, cose muito bem e
de bol conduela ; 3 pelas que engomim,
cosinham c sSo boas quil.ndeiras ; 1 dita
perfeit. Iiv.deir. oquilandeira, muito mo-
ca; 2ditasdemei.id.de, boaa para todo o
servico; t bonito molalo de 18a 20snnos,
perfeito ollicial depedreiro, de elegante li-
gura, ptimo para p.gem j 1 bom preto de
mcia Idadeo qual entendo de sitio; 3 ditos
muito mocos e bons pin todo o s^rvigo: ni
roa d. Cadeia do Recife numeroSl, pimei-
ro andar.
Vende-se um ptimo escravo, preto, de
nado, bom Iribilhidor: 1 tratar 111 rus do
~ Venderse La ll .y francez, primeiro, -
gtindo e lorcciro grao : na ra da Cruz n.
40, primeiro andar.
** Vende-se um pardo de 18 a
ao loaos, de elegante figura, pe-
rito ollicial de pedreiro c ptimo
para pagem : na ra da Cadeia do
Uecife n. 51, primeiro andar.
*- Vendem-m lonas Iargss imilidodas
da Itussia, muitos fortes, 'par serem do li-
nho, proprias pin encerados e cimas de
renlo, pelo mdico preco de 23,000 rs., ca-
da uma pega : na ra do Trapiche novo, a.
18, segundo andar.
Clieg-nem a pexincha a'loro. o
- covado.
Vendem-se eMta de acento cacuro e cor de
caf de bonltoi padree e core h xai a nrrlbor
fazenda p.ra vestidos ale cata a ifJO-r. o co-
vado, dao-se aa amostra com pcobor: ni ru.
du ouciinado n. 8 loja defronte da bmUaa
f-TrfiPtr tu 1 ana. -
Escravos futidos.
Kscravos infidos.
loogooo rs.
Do engenbo Agois Claras de UrOc. d* tro-
guezis de S. Antao, fugio no rente mez de jirlho, o ascr%*o crtoulo da bo-
rne Veaaacio, com os signacs seguinles: al-
tura regalar, choio do corpo, cor fulo, tem
falta de denles aa frente, do lado superior,
rosto redondo, olhos grandes, fundos'am
pouco, cara redonda, foi escravo do Sr. Gor-
deiro do lircjo il Madre He IMoa, coahecido
por Abh.de, esso escr.vo roubou roupa do
SCUS pan ellos, qulsi Ip lis de algodao da
torra, levando um chapeo flocoro : quem
oapprehender levar ao dito entenho, ou
ni ra Direita n. que receber 100,000
rs. de gratificar;,1o.
uesappareesu, em o mez de levereiro
prximo passado, um escravo do nome Jos,
de nagiio, o qual represente ler trinta a qua-
renta annos, com os signaos seguinles : leo
uma belide em um do*lno<, seceo do cor-
po, altara regular o pernea barba; levou ca-
misa e ce.roula do algodUo di Ierra, poaco
dosembaracado na falla;,fiujo escravo foi
comprado- ao Uf., TUomal Autonio Maciel
Montoiro : pedc-satjutoridades policiaes,
e eapitaes de campo, an da quer que elle seja
eiu-onii.ido, que o prendam, epornsti mes-
mi folha (i aniiiinciem para ser-procurado,
ou conduzam 10 sea senhor, J0S0 Francisco
do 11 ogo luva, na povoigo de Apipuca* rjue
serflo goacrosamenlo rucompensidus.
Ilesappiraco 11, 00 dio 2 para S de julho
do crenle anuo, o preto de sume Jo9o, de
naco Quissama, com os sign.essegniates :
altura regular, cor rula, sacco do corpo,
pouca barba; tem uma Barca da saa nacHo
em um do Dragos, lem as pernal indiadas,
quando anda parece querer mover -com o
corpo; levou caigas de algodSo izul mes-
elido, camisa de algodSo branco, e bo-
net do mirujo j* sido, na cintura uma
corris segurando as caigas : quem o p-
gsr leve-o ao seu sonhor, Manuel Joaqnim
Sove.na ra da Cruz do Itecife.sobrado n 17,
defronte do chateriz, que ser bem rocom-
penssdo.
Desippiroceu no dii 15 do crranle,
um muloque cripuio por nome l'.ulinho,
ile idado do 10 annos,. pouco mu ou me-
nos, cor amanillada por ter vicio, nant chi-
to, levou camisa de algodozinho .saja, o
caiga de riscido, som chipo, asta eacr.ro
he do Sr. Antonio Jacinihu da Silveira o*
Unna : quem o pegar leve-o na ruada Ca-
deia do liento n. 51, 011 aa ra de Livra-
monlo n.,26 segundo 111 Jar que ser recom-
pensado. _'.
No di. 2 do corrento mez de julho de-
sappareceuo escravo Antonio, crioulo, ca-
bra, do idada de 18 annos pouco mais 00
menos, baixo, birrigu lo, grosso do corno,
cra redonda com muitos pannos miados,
olhos pequeos, e com duas sicatriiesns
testa pe rio do cabello, tem a Ma lina a
muilo mansa, be lilba do Sobral onda diz ter
ir nulos e seus ai tigns sejihores, o Onda foi
surrado ; o por'tsso tem as nadogis muilo
sicitr is.das; desconli ase fosse para o Cetra
(don lo velo) ;elo caminho de Podras de lo-
go : quem o pegir Iov8-o >a ra dai Trin-
xeins sobrado n. 46, e no Coar ao Sr. An-
tonio de Oliveira liorges, e em Sobr.lao Sr.
Francisco Rodrigues dos Santos, que ser
generosamente rc.compeus.do.

[i H I ll
MUTILADO
:k*


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