Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06397


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Full Text
AnnoXXVH
Seguncla-feir 21
DIARIO
de Jull.ode I 85 I.
N. 162.
PEMA1BM0.
rasgo a nmcKivglo.
Poihimto Aouktdo.
Por UUneitre...........
tpt .pitre............
Por nao ......-
Paco pinina Mimum.
Poi auarte)............
WOTICIA DO 1MPI
Para .... 38 de JunhojMinai..
Maranbao 1 de Julno S. Paulo
Ce.r.... 5 de dito. IR. de i.
Paralilt. 7 4/000
8/000
15/000
4/500
IO.
20 de Malo
12 de Junho.
5 de Jiillm.
12 de dito.
DAS DA SEMAMA.
2i Seg. S Praxedei.
22 Tere. S. Hara Hag
23 Quart.S. Apolloarlo
b. m.
24 Qulnt. S. Chriitin.i
25 >et. ** S. Tiago
ap.
2C Sab. S. Synfronlo.
27 Dom. S. Aona MU
da Mal de Deoi.
AUDIEKC1A3.
Julio oV Orp/ini
. e5. ai 10 horai.
I. vara do cirtl.
3. e0. a* mrio-dia.
Faltada.
3. eG. ai 10 horaa.
2' rara do citcl.
4. c labadoa ao niclo-d.
Rilafo.
Termal e tbidos.
EPBEMIBIDri.
Creacente a 5, ai 8 horai e 48 minuto da tarde.
Cbela a <3, ai 4 horai e 54 minutos da inanha.
tllngoante 21, ai 8 horai e 20 minutos da rol
Nova a 28, aoi 21 minutos da tarde.
niiAMu DI HOJK
Primelra s 10 boraie 54 minutos da manliaa.
Segunda ai 11 taoras.e 18 inlnutoida tarde
VAnTIDAI VOS COBB.BIOS.
c Parahlba,
aegundaa e scitai-
Goianna
fclrai.
Rio-Cnnde-do-Nort-, todas ai quintai-felrai
ao meloda.
Garanhum c Bonito, 8 c 23.
Boa-Vlita,cFlorei,al3eW.
Victoria, di qnintai-feiras.
Olioda, todos oa diai.
NOTICIAS STnANGIIIlA.
Portugal. 16 de Junlioi tustria.
Hespanha II dc Junhn Suliaa .. 10 de M
Franca... 7 de Junho Succia 28 de 1
Blgica... 3 de Junho Inglaterra 7 de J
!g
llalTa.. .. 1 deJunho
Alcmnnlia. 4 deJunho
Prussia. 4dcJunlio
Dinamarca 30 de Malo.
Rutila... lOdeMalo.
Turqua. 4 de Junho,
4 de lunho
10 de Malo.
Salo,
nho
E.-ndoi. 24 de Malo-
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chlll.
Huenot-Ayrei.
Montevideo 9 de Junho
CAMBIO! It DS JHXHO.
Sobre Londiri, a 2? Va M. P- 1|00? rs.
Pars, 340 por fr. nominal.
> Lisboa, a lOO
MITAII.
Ouro.Oncaiheipanholai....28/000 t
Moeda de 6/400 velhas. l/000 a 18
. de 61400 novai. 1G/000 a 16
a de4/000....... 9/000 a 90O
Prata.-Pat.cSeibr.illeiro... 1/920 a /9
l'rsos columnaiioi... 1/920 a IjWii
Diloi meiioioo...... 1/7C0 a 1/760
da de Goyai Joio Antoulo Gardoco
ada na corte, legundo foi declarado
do uilnliterio da guerra de 5 do cor
transcreve na presente ordein do ala paraco-
PARTE OFFICUL.
EXPEDIENTE DO DA 12 DE JULHO DE 1851.
OAiclo. Ao cumulando das arinai, remet-
^inSSXSSS" """................ 7coVpaTh"VVuVro.ge.tde em proeiuio ao
ao*.eu conte'do TXtoSJlVS&im '-^SSlTCtfS^K: deseanbargador Luna Freir .e- lagar da ceremonia.
unte de contal do nono bata- inill. e Eain. 8r. --S. M. o Imperador man- gulnte appellacaoemque lao
h7cTme'n"to"do'i'o"nore;"comm.ndante. d Ao Sr. dc.'e.nbrf.dor Rebello a leguinte *S4&&J2g2?&+SZ
^t'Tieitrlct. observancia o aviio circular .ppe.^
1 ~ J i ......____k.._ .... ...n,^ mi nrnnsaao '"
queaeach. o ajuste de contal do nono bala- m,,,. e Eain. Sr. S. M. o Imperador man
lao de infamara, U mullo eipretsamente prohibir ai contribu- Appellante, Jos dolanlos da Silva | appclla-
Dllo, Ao meiiiio, para mandar preitar a (6et 0|Unt.ariai dai praca de pret para ai do.ojajtio, ..,.. u.n..i.n ..
innand.d. de Santa Rita urna guarda de han- iUJ, ao5 corpo. o que declaro a V. te. Pa- Ao Sr de.embarg.dor Per. r, Montero a.
ranaraNlllr afeita da mesina-ianta, quede- ... fielesecucao. ,*' egulnies appellac6caem que aao.
ver. Jr lugar.m.nliaa na respectiva igreja. ".'fj'eo. guarde9. V. E.c. Manoel F.H.ardo U Appell.nle. O laUo; appellado, Jos Pr.ncl.co
.Numerata lenlldo para feala de Nona Se- 'Sna, ieih. Sr.prcildente da provincia de
Pernaiubuco. .
Jote Vicinle di Amorim Batrta,
nhora do Carino no da 16.
Dito. A theiourarla de laienda, inteiran-
du-a de haver o bichare. Francisco Ella, do
Reg Danlai parilelpdo que no di 4 do car-
reate entrara ni IWU1:1o do lugar de tais direito da coiiiarostdo Cabo, para o qual fora
removido por decreto d 12 de marco deste.n-
no. FUeram-ie neste lenlido ai convenien-
te, coinniunicacdei.
Dito. A pagadoria militar, enviando dual
contal da deipeza felta coin uin inailro novo
que a preiidencla, pelo offtcio comante daco-
plaque remelle, mandoucollocar na tartalea
do ruin ein subslitulcao do que .111 etiatia,
.iiim de que Informe coto o que occorrer acer-
ca de leiuelh.ute deipeaa.
Dito. A uicsina, duendo que ein vilta de
ua inforinacao p4de mandar adlanlar ao pri-
meirolente do quarlo balalhao de arlilliana
a p Benedicto Mariano de Cmpoi tre ineiei
de toldo, f.iendo-ie depois a liquidacao com as
de Moura,
Appellante, Florencio Jote Carnelro Montelro
e sua iniilhi-r appellados, Mvnoel Caelano
S'i.nia Carnelro Monttiro e outro.
Ao Sr. desembargador Valle aa aegaintea ap-
pcllacdes ein que ao :
Appellante, o julio; eppellado, Jote da Mola
Viclra.
Appellante, Antonio Borgei Leal e outros; ap-
pellado, Bcnto Joi da Silva Magalhea.
Ao Sr, deiembargador Santiago as leguinte
a Friedricdem GrOMM. guerra he urna raiao de nuil, poli obrlga .
Friedric Wilhclm III. 4840. deilocar a tarca de linh e nao deve o go-
Vollendel durcli Friedria Wilhelul remo de antemio procurar o meioi de tor-
IV 1841. nar efl'ecliva essa ieguran(a individual? Nao
i-rodaicn Mu-u Froilprirn (.uillicrmn icra melhorando o pesioal de oro corpo de
Pouco antea dai onte horai ao iom d U*} A '^WingTO.nwwriW };""" p.ilcla que na poderemoa oomegulr eiaei re-
tlroadepeca,aproclasaoiahlo,oSr.Rauch(o || I8W, completo por Fredenco Guiinermo ;u|ladoJ'? E a de,pei, de 30.000/lera Ul que
eiculplor), oiarllsuique trabalbaram naobra, |\, 1851.1 i niereca consideracao quando comparada com
e a coinmliio do monumento sao n.frcn-j Em cima dS nguris ha Bul cd iiuio 0 reaultado que da applicacao delta podemu
te, aeguidoa pclot gcncraeida guarnlcao, pe- ama |gura je rjiulher, ropresenlando as co||lcr? pcco ao nobre depulado qoe relcU
TRIBUNAL DA RELACAO'
SESSA DE 19 DE JULHO DE l85l.
PrcsHncia do 2ia. Sr. eomelneiro AifiMo.
Ai 10 hnraida manhaa. citando presentes os
senboret dcsembargadore Villares, Baataa, .
Leo, Sou, Rebello, Luna Freir. Pe reir WJKgg' ."'?."' ,J"
Montelro, Valle eS.ntlago. o Sr. prndente de- *P^8SS'aoV^
clara abena a arno.
Lcu-sc ein meta uiu oflicio Jo E
aidenie da provincia, remetiendo
decreto peto qual foi amnittiado o
lii Peiioto de Britoe Mello.
JULOtEKTOS.
Applllaciit crimti. FsTFRIllR
Appellante, o julio; appellado, Pedro Lurcl- ____________*% *'"
I no Freir.--Mandaram a novo jury.
l|Woa I Appellante, ojuito; appellados, Antonio Ro- INAUGURAt;*^ Ok ESTATUA Db FRLDE- ( TC|ho, gUerreiroi ento reunidoi ein roda do
ordemn retchegou montado a cavallo. Elle jos com impliciiade e curea, seu na.ii i|0 mai p,ga he enlre nos e em toda prte ja
foi recebido com eatrondosat acciamatOcs. O mcnto, sua Mtieaclo civil e mililar, u sus lncreccu a considerico do corpo legislativo ,
prealdrnte do gabinete o Sr. de Manleull'el un- carrerf_ mies e depois desurrei. No se- |asocorpodc pcruiancntct.cujaapracat devein
e uiaos como racimo vigoroso espiritoprua-
siano que floalinenle talvou a naco. Depoii
de pagar um tributo ao ejercito, c de faer
urna descrlpcao da unlvcrsalidade com que a
fesja foi celebrada, depois de umaallusao aos
precltai segurancia
Dito --Auiciiua. dliendo 1.e e'" "'" i'TuVViVitawlni cmi. dem. RICO MAGNO. I monumento'de' Veu'Vlluitre rei e general,
iuformacao que remelle por 00pa. do mapec- Appcllalei ju|l0. .ppellado, Pctronillo \i- Berlim. 31 rfr m.io'd 1851. Sr. de ManleuRel concluio pedinda tai mal li-
tar d. tbeiour.ri.de fatenda, derc aquella pa-
gadura, nao abitante nio ter recebido do inl-
niiterlo d. guerr ordein .Iguma respello,
cumprlr ordein do tribunal do theiouru na-
cional de 17 de ra.io ultimo, pela qual se man-
da pagar pela meima theiourarla o loldo dos
reformados reitdentei neiU provincia, repre.
sentando depoit sobre o que julgar a bem do
sen ico. lotelroo^e a referid, theiour.rl.
Dito. A thesouraria da fazenda provincial,
devolvendo o requerliqenlo em que a viura
lloiua se oltterece pars contratar com aquella
theiourarla a imprcaiao dos trabalboa dai re-
pii lices provinclaea, aliui deque, de contor-
midade com o que Judiclosamenlc pondera o
procurador fiscal, eiij da auppllcaote uina
propon, lobre todoi o trabalhoi que te te 5
de arrematar englobadamente, podendo ella
contratar com o proprietarlo ou.dininitradoi
Appellante, o julr.o; appellada, a eamaramu- ^^,J^'^,^^^"V^SSSS& O r.lt FrtU cape
nicipal da cidade da Fort.leta. Reforma- consultado como un registro enU JJ" Tin| pela honra que II,e era devida ; porcm
Wdfi.SSfa^tt: SSs^^SSSSS vd^xxx&sst
dararnom.it?^curdor dV^.entea. tor,as descendo com coroa. de llores, l.aceplo prodllIir.,. ,da a p'robabllidade
Ap^rt?,:^V';.u."el\"tiro?deGaudio S^~J~+UXgZ2Jte'5!S2l 'id. .-"'"-"! -A? !
uim-iiiplaco, inesmo para que
do-lhe s spkda. No outro um Tsclo bislo- ia capltado ilnperi0i .egurtne. indlri-
ricoesl incorpursdo ; elle representa o re, uilc a pulida daaruateitaentrcgue.iold.dos
depois da derrua que solrara na lialallia de i;ia mal pagos, que quaai be necenarlo obliga -
Collin, assentado sobre um cauod'.gus, los a servir,e que lemoium corpndenollclsqae
olbsodO sllenlaaiente uirs o terreno sobre iluda nao pide completar o numero de pra-
O qusl esta trscando as llnhas de um plano, ca que o corpo Icgitlallvo julgou neceiisrlo
osllemao. Na paite posterior da mezinhs y sarcia faier a|guma, obiervacei
estaoliguras allegoncas do inumpho o da l cm dcfcsa dcmeu nobre collega, o r. nnU-
Victoria, iolitnando que a derrota seja re-1 lro ,] imperio, o multo digno presidente do
parada. Os oulros relevos ?prcseiitam-no comrltio de ministros, a que cu leuho .honra
animando as artes da paz; elle esta'na chati- de pertcncer,
pana deum silesiano tocelao, examinsndo; Senhorcs, a moderaciio da linguagem, os ln-
o seu lecidoiou toraudo llaula, inslru-, bitas do nobre vlscondc deMont legre aeviam
memo que loc.v. com ^^^^^^Zr^XutXSSt SM9TC
sesudo ros JsrJ.l.S de SU *2*f**" querer irroj.r U,u. censura a quem qoer que
seus galgos favoritos. A ultima mezinti (oS5e do,,cu, prcdcceaaores, e anda meoosao
cnntin sua spotheose Sr. Joaquim Marcellino de Brilo. O nobre mi-
Aeslstus equestre tem porsi mesmo 171 ni![r0l quando fallou tritava de defcu-
ps e 3 polegadas de altura ; ella representa der-ac de una arguicao qoa Ibe era dirig
O mooarclia Com OS vestidos com que anda- da, quando sedisse, que proclamando a ucees-
r; e bom que fosse diHicil atinar com o aidade de nclhor.menios malcriac. ao pedia
tr.gedoperLoecommunic.r1pr
dsdetiecesssnaom um monumento a tsre-, au cllto ,,,,., darpal. ,. verba :
fafoi perrcttamenle desompenhaiia. Aleo dc|C11cndodo.se,porcm,disscqueiobrMpubli-
uii 7.II, cuinprhido que haja todo o rigor deiembargador procurador da coros,
para com aquellei que le lervireni de falso n sic>ia{Oi!9.
pretextoi para nao trabalbarem, pois que d'ahi Appellante, Joao ira da Cunta; appeilaao,
resulta urna in i ntica par. com o ataiduoa, Francisco Jos d. :osla.
' alcm do pr-.'uin das oofre publlcot, que veui Appell.nle, o Em rio deSuasiun. ap-
aDMtTdn.doi por SOTOlOOl que se n;io pclladoi, 'M.noeil-tre. Ferreira puiro.
preiusa. Appellante, Joaquim Ferreira; appellado, Joa-
Dilo.Ao coramandanle do corpo de poli- qulm Dias Fernandei
-,--.. iu. arbitrarlo, e nao obstante isao, pop
niiportancla como catado europeo, com quanio h ^ ,,, rranC(., e nSo obstante la-
mi loaac o tundidor damonarchia. A cidade t A|lem5cJ amavam ; iJ m teu mc-
ineamo he urna creacao dos governadorea prui- mor|al fol fcli/ QuaiUOS rci, acham monu-
sianos; s n.turna tai pouco por ella,> e "". m f .,, cnlrelauto que o de Iredc-
baemiua iliuac.o. a que se pona i>*Jf ric0 niJ ^ ncnh,na capital da
creicimento de urna grande capital, o solo no gurBa i
arenoao e plano, o 801*0 nio ""MbjjtV, |)cpoi, rclnc0 0 VCo que cobria a
nomc de rio, e he aluda boje dlntolldo one. ^P^ J^. ^^^ o Sf Rauc' cordea|.
;,, na mente npcrtou-lhc a miio em lignal de con-
reos la- gralulasio. Para o artilla cate dia foi um da
vwiu-c u.. o corpo de aeu coinmanuo para r, |i|ranum, jo .- g
aillatlr ai leude! daquellc tribunal.-- Scien- Appellante, Saluallanuo Auguata Pimenta de ,hn eMa pod|a ,cr.J(. COOVerlido cm
Souia Perea; appellado,ilanocl Joiquim lla-
inoa e Silva.
appellado, Jonc Paln
tilicou-se ao referido jm.
Portarla. Mandando dar panageni para a,
Babia como paiaagelro do governo no vapor Appejlante, o Juno;
que se eipera do norte a uiulber e um. cunha-
da do legudo cirurgiio do corpo de laude Dr.
Prasedei Goinea de Souu Pitaoga. Igual -
cerc de Pedro Augusto que leve baixa do ser-
Tico doeierclto.
Dita. Mandando dar transporte para a cor-
te, como p.n.gelro do governo no v.por que
le espera do norte, as penoaa da familia do
calillando legundo balalhao de arlilharia p
Antonio Mana de Cauro Delgado, a qual cons- lacdes ein que sao
Dia de apparecer em que sao:
Appellado, Joaquim da Silva .Mour.io appel-
lante, lu /. Josc de llrito.
Appellada, Mara Calharina de Sena; appel-
lante, Joaquim Jacinlho Leal.
ivisOes. .
Paaaaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador Haatos as aeguinies appcl-
ta de mulher, cinco fllboi, de i a 12 anuos, e de
tre escraros.
DEM DO DIA 14
Offlcio. Ao Esm. preaidentc dai Alagoai,
scienllficando-o ji.io ter chegado eata pio-
viucia o deaertor Manoel Antonio Dias de qua
traa o sea ofAclo de 39 de junbo ultime.
Dito. A o coinuiaiido Oas armas, Intelrando-
o de haver, em villa de su. inform.cao, man-
dado adiantar ao c.pllao do dcimo bat.lbo
de infamara Antonio Franclico Roiirio tres
me/es de loldo e ao segundo de arlilharia a p
Anlouio Mara de Cauro Delgado um mei.
Nene sentido olHclou-se pigadoria mililar.
Dito. Ao comuiaudanle do presidio de Fer-
nando, recominendando a execucu d. ordem
pelaqu.1 ae Ihe deiermiuou que lueasc embar-
car nos navioi que houvereiu de regresaar da-
quetle prealdio toda a pedr. de cl(.r que loa-
se ponivel vlr noi mennoi navios. Inleirou-
ae a cmara municipal delta cidade,
Dito. Ao chele de polica, declarando que
deve rrcumiuciidar .o delegado do termo do
Ourlcury ai m.lanergic.i providencial par.
captura do ailaaaiuo da viuva Mara Isabel,
dando coma do resultado das diligencias qup
empregar par. case fin.
Dito. Aojuii lelator da junta de juitica.
Appellantca, Jorge Knwortb 6: C; appellado,
Joa Diai da Silva.
Appellante, Maria Francisca : appellada, Com-
tanlln. Jacimhada .Molla.
Appellante, Antonia Mara do Espirito Santo;
appellada, ajustica.
Pasiaram do Sr. desembargador Battoa ao
Sr. desembargador Leo as legulnics appella-
cdei em que lo :
Appellante, o julio; appellada, a ordein ter-
celra de San Francisco.
Appellante, a fazenda i appellado, Manoel Coc-
ino loreira ft C
Appelrante, a fazenda ; appellado, Joaquim de
Uliveira Maia Jnior.
Appellanict, Silva ul Grillo; appellado, Bernar-
do Mendei daCoata.
Appellante, Pedro Soares de Mello ; appellado,
Jos Martini Torres.
Apppellante, Manoel Romualdo de Lira; ap-
pellado, Ealcvao Jos Paei Brrelo.
Appellante, a fatenda; appellados, Joac Pinto
de Novaea.
Appellante, o juian ; appellado, Manoel Joa-
quim do Naacimenlo.
Appellante, juitica ; appelladoi, Francisco
de Paula Soare e ouiroi.
Paaaou do Sr. deaembargador Lcao ao Sr.
traiiimitiindo'para lerera relatados em seiiao desembargador Soma a leguinte appcllacao
da meima Junta oa procetsaos verbaea feitoi aoi em que sao:
oldadoa do dcimo batalbao de Infamarla Ma- Appellautei, Antonio Pires Ferreira e outro
noel Machado, Joaquim Joi, Luii Conilaotlno appelladoi, Luli Pire Ferreira.
Saldauh. e M.rcelllno Rodiiguea. Scleulifi- l'aaa.r.iu do Sr. deaembargador Rebello ao
-cou-ie ao mimando dai armas. Sr. deaembargador Luna Freir aa seguimea
Dita. Ao inapector do arsenal de inarinha, appellacrJei em que lio :
dizendo que pode remcllcr para Macci pela Appellante, Antonio Jote I imenta da Concei-
inaucira Indicad, em leu officio de 12 do cor- i jao; appellado, Joaquina Marimba da Cruz
renta a cala do pollo da finada D. Joanna Crrela. .,,,, i, r
tezar de Araujo, com a condico de ser o res- Appellante, Joao J)aniel Wolpbpp I
pectlvo Irete pago oaquella cidade- Neate pelladoa, a viuva de Joa Iranclaco de Horia
sentido omclou-ae ao Lxiu. presidente daa Ala
goal
c outro.
Appellante,a fazenda publica; appellado,Mi-
Dlto.- A theiourarla da fatenda provincial, noel Dunni Lopes Viauna.
tranimittindo oa patria da divida de que pede Paaaaram do Sr. deaembargador Pcrclr tan
pagainenlo Antonio Francisco Uarllns de MI- tciro ao Sr. deieinbargador Valle at legumtei
randa, par. que f.zendo iiquid.r importancia ippcilaeoei em que tao i p. .
do que justamente te eiilver dever .o mes- Appellante, Auna Elitabelh Adelle Poiraon ,
no Miranda, mande pagar a quantia que per- appellado, Attonao S. Martin,
tcncer ao exerelelo crreme, tomando-ie nota Appellante, o juizo; appellado.Tbeotonlo Joa-
do que llver cabido em eierclcios findoi para quim de Albuquerque e outro.
opportunamcote pedlr-ic crdito; c ordenan- Pasiaram do Sr. desembargado^: Vallet ao sr.
do que tasa organilar, c remet secretaria deiembargador santiago aa aeguinici appeiia
m ler- dclrluiupho .Um dos ofllciaes que eslava junio
una Ve- do rci cnlrcgou-llie um papel tcllado, prora-
i. ^... r.i- rehlenle o diploma de alguma ordein.
oeza interior; pola a influencia .la ca.art r aininoo ,,e perl0 a eata-
nantc sobre a capital do paz tem aldo quisi ^ ^^ ,Jrr, conHoencia, Anda
que un, inonuinemo do maior meiiinro u. -, ccada'por urna multidao de admira
nha real devla oceupar o mala conapicuo lu-ido '
garda cidade. AlJelad.iMJrglrmiliHUIM, .^r faJ|idioJO 0, n0,n(.9 dc ,oda
a FreJerico nao he por nenhun mod0 1ora. | ^ ona Jg 1vcram prc,eu-
Imiuediatamente depo s dc tua .norte oa om i b f m inci da
caes do eierclto rei.lrcr.m; lerantar urna c, JJJ^ alsilllram ,cMa, c bemaaai.n ...ui-
pcdiraiii aa seu auccessor Fredenco Gulhcriacoi da inesma ordem. entre elles o
II a permiasao para o tot !>""J,'prloolpa doa Paizea Palios c o duque dc Ge-
misaao nao Ibes loi concedida,,pett M > nova.' T,nha corrido que o clero no lomarla
ter ore. "'olvido cumprr por sin cano c,le fc,lividade pira aignificar a aua dea-
dever. O plano foi deferido c oa desasre. po- t aos principio religiosos dc Frede-
liticos preyenirain sua ecucJo ; P"*'" '" rlPcP0, porm elle nao cominetlco urna tal rio-
^ob'^u-Gt\^b^^^'^'l ucao do bom goato aeno da carldade. A
prepararan! projeeloanarao inonument". i
limo ar '
me a i
monarcha qne ella cominenjora.
A fcata na qual ac tirou o^vo ^ estatuando
g
aran lWm"*v" Ig'rrja protestante e a e.tholiea eitiveram a,n-
tuta leve a fel cidade fe liga, seu no a reaentei, de8ln6Undo.,c entre aeua
umaobra emtudod.gnadanaeaocdo I o crdeal arceblspo de llrislau com
| membros o cardcal arceblspo
seu barrete c vestes cncarnaas.
l l.l.l ll ilii o
reata na qual ic tirou o veo a es a cfiro Uol1| en(0QU p,allI10 =
...nde Frcderlco foi din doa mala eaplenai- A,n.t ,iiP r,u
los eapctaculo, que Berllm IJS." dl' *^deafllada da.Tropa, e da. prociise. da.
-. A ,.'.!. .5. neme cele- dlveraaa corporaefle. cecupou algumai horas
r'0.'.,r-e.*" "?,'"'"" .. "o O rei eiteve durante a parada na frente i,
ha milito, aunos.
veraoa anniveaaa
.,.,! su- le, perante um auditorio cscollildo.
M oorpotieito.,^*SSJ^^^L Nci.hu... accidente ou disturbio leve
cadas nal provincias, dcpulacoes das cmaues ..
provinciaes, o. inembros da cmaras legisa- dc,cri -0 ,,, cir,
Uvas-todo, eatIveram P'e'enlea, a a Uuencta J ^ lESiml >
dai vi.itantes tal lal que lodos os hotle.a i. c01npae. dc u, 'pcdcsul de ,
ra... chelos: \"u'\'3?*epi". to de 25 ps de altura, o qual apreient
traidor, porm Malo JlIJIlmWJa*1SSl cada face grupos dol grandel co.nmand
tencla abrandou un; |pouco dImInuio algu a J 'uerra j Jele a a e ,
cousa de.ua severidade ordinan.,. r um todo5b de lamanl.o natural e relrata-
brilhan.e da. e njo cabio nenhu *g*. do, ,. A, r princlpae. ,5o
duatprlnclpaea conditdea do lucccsao aoa a, do, Jeus qualr0 melhorea gencraes,
petaculoa pblicos. ,..._ ,i. que de Brunswick, depois coininandan
ippg mmmmM
de aanefa. ^eje Craneal e^"d^c.oln^ do lempo. Urna da faces do pedestal conten
ZMtSBOZ WSTZ fUfigjggm
-?.!=5S VttSR8 Blucher | oa SlS & Sg& J
SffSSKCislK ^garras
.... a, hi.mri. ,l> Pruisia 1 ron Garmer. o chanceller do ei ado
Goncal
Crrela dai trevas. Coimnunicou-te aocom-
mando daa armas.
Commando das armas.
(Juarlcl do commando das trinas na cidade do
lltcift, 20 dt JUO/M dc 1851.
Silva eaua mullher.
DiSTaiDOicOss.
Ao Sr- dciembargador Villares o leguinte
3?r'oo."Se C,ta0n,eUocc!".'re,m JSS^m t*, Pe'ore. periodos da guerra e o conde
uni, nao """" hori. .u pruSsia ) ron Garmer. o chanceller do ct ado que com-
'SSXnXXSWl^ "le,,ou "E conhccld. como 0Allgeiuei-
ta?.e!a bor.i da m.nh. o povo comefou [: Landrecht^ e reorgaoi.ou lodo o .y.lema
reiinir-sc no Linden reaolulo a esperar qua- legal.
tro horai pelo menos. Al galleras conircaram ij.r0J outros nomos ligados com as artes e
dos nesla divi-
or favorito de
i tuat banacirasi oie- "". u,B, ...... J numero tota
mai, co.necaram a chegar c portaram-sc ao das flgurassobro as qutro faces do pedes-
lemgo do Linden eom a corporacao Schulren. tal he 31. Para o fim da reproduz-lascx-
Osguardas com as bandelrai e eitandariei doa actameate consultaram-se as melhores au-
corpoa foram estacionados junio do momento, (o'idades, e bem assim forSo estrictamente
sendo eucarregadaa de mullos amigos eilao- sgjuirjoj os ilcsenhos authentiCOS, bus-
darle dai batalhit de Frederlco, ot quaei modalhai do
(nr,,n remettidoidaa nrovluclai para esta to- "V""1" "?
rabichoque, seguudo nosias Ideal, he i;3o
s desagradavel a vista, senao tambem fura
do natural, foi corajosamente atacado, e
ca.porora nao tem podido consumir quauliaa
anda menore do que esta, e que foram dadas
a mlniterios que de ceno nao deisartain dc
com elleito nao poda ser rcieitaJo, por cmprega-laa para csae litis pur um uul enleu-
-.rquei.au
economa
honvetse tido
m que,
outrs siiiii'
inaia subida foi deipcndia. Vio -c gailou cu.
obras publicas mais, provavclmenle porque,
apezar dc termos mulla i.eceisidadc delta
anda nos fallan, inultas vrzei ai plantas, o or-
orcamcntosdrssas obras. A dcelaraco porcm
de ,|ue iini ministro gastou inals em urna ver-
ba do que aqulllo que Ihc fora conilgnado.
nao gallando tudavia toda a importancia dc
outra verba, nao he urna injuria contra o car
raelerdease ministro, lie esle um pcosanieii-
to contra o qual protesto e proletario todos
os que estiverem ein guaes clrcunujUneias ; c
admra-n.c que o nobre deputadn se exprim > -
ae pelo modo que vou lera cmara..
Senliorea, o nobre deputado a quem alludo,
quando comccou>a fallar o fez por mancha que
clieguei a recelar que o meu nobre colleg. te
livesic equivocado nal quanu.ii ; felizmente vi
logo que tudo quanto o Sr. viiconde dale fol
reeonliccldo da maior calid.io pelo mesmo
nobre deputado que parece neaia, parte de aeu
discurso ter figurado una Injuria par. depois
se apresentar como defensor, porquauto diaae
n srguintc (M) F.mverdade um ministril
que he autorl.ado a gastar 25:0011/ com deipc-
zaj eventuaes, e gaata IMiuiJ/lic um iniuistr i
que merece urna aecusacao muila aevra. u
O uieaino Sr. depulado be quem pouco dc-
pnia diz o aegiiintc (It) : Foram em verdade
volado'25:0110/ para casas detpczai, c gaila-
ram-ac 157:000/.
Dc sorle que he o nobre deputado mesmo
quem vii rccoubccer que o ministro eatava
anturisado para gastar 25:000/ c todava tliih
Jeapcndido 157:000/, vai poi rcconliecer aquil-
'nio do nobre depulado conatituc
severa cenaura. Oa docu-
culll cucho uuc puma am ivjti,u, ,v. ...ri.s.-.M|.. ....... ----- ------
quatllo tem-se turnado quasi O emblema do dido desejo dc economa, e para provar
periodo; porem o artista ennobreceu al era esse dselo de m.l enicndid. ec
ePste apndice. Do que b. e. CiUU \Z^L'?^^Z^"S*.
comquo o poder oxaltalor da arle nada ; fcllllo.,c larc,do menor quantia
tem tido que fazer, o nosso Jorge III cm
Cluring-Urois he um exemplo lufaltz, Um
manto militar pendo dos hombros do mo-
narcha, euitiin a figura parece em tudo quo
est realmente viva. O chicote pcndeule
por urna lila do punlio direito, o chapeo
triangular, os coldres, o todas as onlras
pertencas do cartlleiio sJo minuciosatneute
copiadas das reliquas preservadas do gran-
de re. O modelo do mauumento foi come-
cadoem 1839.
a O ulleilo producido pelas quatro alias
columnas experimentaos com sus estatuas,
por tras do monumento, nSo he faroravel ;
quasi em todos os ngulos de vista urna das
liguras mistura-se desagradavelmente com
o corpo, ou com o cavallo da estatua o cou-
fundeas lionas. Seria melhor que fossem
removidas llalli, s
(Corregmiltncia il'ilmes ;__^
INTERIOR.
KlODE JAPillH).
CMARA DOS SBNHORES DtPUTAIIOS.
SEj.'AO EM 30 UF. IU\U0 DS 1851.
Presidencia do Sr. Gabriel tienda dos Santos.
{ Conclusflo.)
OSr. Minitroda Jusd'fn (conlinuando).-Sr.
prcaidente, eu desejaria que lodos os notires
dcpuudoi, que conhecem o millndrc de cer- 1 quena I'-J '" <
taa material, nao procur.iaein luac.tar sobre 0_JBj,??.S?"_"J
hos
,v lempo. Isto custou um
.vo en, que .ao : fESJS* P"'"" P" "" trabalho immenso, porem o ralor do monu-
Aggr.raoie. Joa Antonio Ba.loi; .ggr.rado. lemnIdade. ^^ ^ bem 80 veteranoi mentocomo Obra historie., foi decuplado.
Lulz Joa Pudr. -,euini!nue tinh.m servido deb.lio daa ordena do Os trages e armas do lempo so liradas com
AoSr. deaembargador Baatoa > 8uln'" 2randc ,ei, c um huatardo velbo do rgimen- igual exactidflo da collecsoe oulr-ora con-
dmiem D0DIAS.I0J. jcauaas em que sio: ,amI|m Theu- tode'/.lcthen era aponl.docomo lendo com- servadas om perfeila ordem no ars mol, po-
O coronel commandantc dai arma., lendo Recrreme, o juizo, ""'""' i batlldo na guerra dot tele annoi; o mala nio- rom d.maillcada ou perdidas no ataque
empreienoaaicommuaicacocsquenadaladc! *Z&*'%!^V2Ueo Ja* i appel- cu deltas veteranoi nio poda ter meaos de qUo esse ediOcio soffreu em 1848.
17do correle lhe foram feita. pelo Eim. Sr. Appellanie, Domlngoi rranciaco ai ol|enU ,..,, eatavam lodoi aenladu. teMvi das Oguras acbam-Mduas me-
ta, certa_ guarnifao j |^0?-lu.rl I.eio leguinte ap- em aaientoa e.peciae^e..Jarain_o,uniror- ^^^ slra M ^ ^ ^cripto.os
do tempode
correnle
presidente da provincia,
que S. M.'o Imperador houvc por bem por
relo de3l dc malo ultimo mandar pastar
r. stima companbia do nono balalhao de
fantaria, o Sr, capllo do corpo da guarnico
& ^deae-nbargador Le. aicgu.nte ap- ^ntoac^^^^^ SSHSS
ILE6VEL
cujos retratos
ii li 111 i com lito n.it era o pali, nao era a oppn-
sico, nao era o governo ; seria ahn o eslran-
geiro. INo deve pofs a opposipo procurar tal
campo, deve plantar seus estandartes iobrc
iniilh ir.is inais solidas. Mas a esse respello fal-
lou-se ein diligencias, em faiendas, c outras
cousas leuiclliantes ; mas o nobre deputado,
queja nos havia dito que nao poda responder
pelo q*je publicavam asfolhas do seu parti'lo,
qur, por eieinpto, (|ue o governo possa ser
rcs^ionsavcl por todas as mais miadas circutns-
UDCiasiiuc acoinpanham urna diligencia de-
licada ; lato ii.io lie possvrl, c entcodo que, se
alguma irregularidade tivesse havldo. se li-
vesse existido alguma arbitraricdadc mesmo,
o nobre deputado, o governo e a opposi9ao,
lodos deviamos lamentar essas irregularidades,
mas no aggravar o mal, nao procurar assim
cstabelccera desconanr^a grral em materia
que toca a todos, poique pfle cm riico todos os
Interesses, faz com que cada Hrasileiro do in-
tcrlor esteja en. duvida sobre a sua sorte, e
nao se considere seguro, be os nobres deputa-
dos tivessem com sua palavra o ineio de levar
uiua tal convieco a estes espiritos, inum um
grande mal, com o qual partido nenhum apro-
veltarla.
Eotrarcl agora do augmento do sold daa
Siracas do corpo de permanentes, qne tamben.
o objeeto das ^cositcstacOes do nobre depu-
lado.
Senhorcs, sou o priineiro a recooncccr que,
naa cireumstaucias actuacs um dos servidos que
qualquer governo pode faier ao pait he ter
econmico e multo econmico ; c pela miuha
parte declaro ao nobre deputado que, se mi'
nao tenho felto na reparticn a que tenho
honra de presidir, nao tem sido por Falta dc
vontade, nein deesforco. Mas, se devenios cor-
tar por todas as despeas iuutcit, nao devenios
com tudo considerar como economa^ a sup-
pressao das despeas necessatias c uleis, por-
que isto nuuca foi economa.
Aa circumsiancia dc hoje terao alguma ana-
loga com as de 1831 pelo lado financeiro, pelo
lado do valor da inoda ? Quando se esiabele-
ceu que o sotdodas pracas do corpo de per-
manentes Toase de (lio rs. to subido pare-
ca elle que todos licaram admirados, princi-
palmente as provincias ; e en, que ento me
achava cm Pernauibuco, recordo-me de ver
mofos em principio de vantajosa carrelra.'a-
bandnnarem-a para se alistarem nos corpos dc
voluntarlos permanentes, que tal vantagem
Ihes olferecia. Hoje, porin, esse sold he tao
diminuto, que a ninguem convida, e be quasi
ImpossJvel adiar quem sequelra alistar, espe-
cialmente attendendo-se ao demasiado servico pela nota que anu
que pesa sobre .'lies, neste anno I ,b97:00u/....
Ora, quando a cmara reconhece que a se- OSr. .Sumo Franco ;-* tenho
guranca Individual be urna das prlmclras ne- 1,475:0001.
cessidades, quando qualquer acontec.nenio O Sr, ministro i* JiMlica: lie porqaa
pus tu i
motivos que leve o Sr. Joaquim Marcelino dr
dc llrito para exceder a consignaco, cu o loii-
varia inuifo, c accresccnto que at muitodec-
jarla le-lo fcilo cm seu lugar ; porqaaato, o
Sr. Marcellino de llrito, alm de ter sido mi-
nistro, e por consequencia haver nessaquah-
dade, por urna especie de solidariedade que
stmprc existe entre os domea que go-
virna:a c os homeni que governaraias -Jfe-
cer todasas ininhas aiteucdes, tem dc mals a
mais a circumsiancia de ser um magistrado
inuito recto, muito iuiparclal, mult digno dc
estima.
O Sr. Ferreira Pfnna : Apolado.
O Sr. Minitroda Ju<(t(-a : .... embora fos-
se incuibro de um gabinete da poltica dos no-
brea deputados, quando esteve no psder scin-
pre procedeu com toda amoderarao e dlgnida-
de. Porque razan havia o Sr. vis.'ondc 4c
Moni'Alegre insultar um hoinem^ por maetn
temos slmpathlas, um homein que acaba dc
ser nomeado liscal, c vice-prealdenle do tribu-
nal do commereio da lialila ? Ser Insulta di-
ser que um ministro exceden em urna verba a
consignaco votada? O proprio nobre depu-
tado (omoa n trabalho de responder a s mer-
mo, explicando amaneira porque o Sr. Marccl*
lino de tirito havia gasto eaac dlnbeiro, ma-
ueira muilo digna, por certo, e Unto que qual-
quer que fusse o ministro havia dc la/il-o.
Mas se recouheceu o Tacto e mostrou que elle
foi regular, como conslderal-o Injurioso? Nio
ba tal censura, nein toi da IBtenco do nobre
viscoude l.wtl-.. Peco ao nobre depulado li-
cenca para llicdizer que a sua arguraenla^an
serve como que de resposta aoqae militas ve-
tes dit o nosso collcga, c seu viiaho agora, a
nobre deputado pelo Para ; be elle que nos
le in dado inosiras dcsta argumcniaco ; he
elle quem nos tem dito : no anno tal gastou-
se tanto, em tal anno gastou-se mais, logo
houve dlssipaco. Este medu de argumentar
nao he na verdade multo lgico, e tanto nio he
lgico, que o nobre depulado por Minas ocada
dc protestar contra elle. O ministro gastou
multo, maa gastou em cousaa taes qoe n3s de-
vemos entender.
1) >r. S'.iiii /r-ii'-i : O que he lgico he
que V. Ea. gasmu 700,000/ mala do que no
anno de 1847 .848 segastaram.
OSr. Ministro da Jmrfa: O nobre depu-
tado engana-ae redondamente. I* *"d a
menor duvida de encelar oualquer discusnao
aesscrespeHo. Dlsse o nobre deputado que.
eu liona gasto 7lH);000/ mais doqnc fora gas-
to no anno de 184' 1848. Examinemos isto
teobo despeoderao-sc
ota dc


coma com o gne [yU" .po'JI"' >** 'lue
nao delia d
tabella rea|
que tao de
1,613:000/,
onde eilao ,
lado pr0m
anno patsoii paraos cofres f
i.io fale n|w| faer
Km 1H4-I8tt med.
i fS *"* olTOo.-OOO/? Onobrt dcptt-
aajucctdo qi*r dopola desae
"lertci o pigamen-
i |MM o fuai MAia splolir u antes do que ae acabou, 'o inii.ii.erio dUU nao transige com aa.klaia*de ootnajMaajp c vio-
llega do nobrc diputado pe- a pemambuco: Arranjai-vos como nuder- loncia que faiem o carcter da poltica de 5.
ik.fUUkH h nnk-n liJ ,,>,; .1^- uan Mita .,? > r___. __ n__ D_ _S_ _______ _____ a. .--...
tro da justlca, coll
dio oesta casa 450iOOO* o sobre depulado est
csquecldo que depoia desaa poca passiro
para os cofres geraei os pagamentos aos pro-
visores : o nobrc deputado est esquecldo que
depois dessa poca voioii-sc aqu um augmea-
(e dos rene! raen ios dos Julzesde dreito, mon-
tando em cerca de 100:000/..,
OSr. Soasa Franco: Entao havla de ter
BVl "m razao nenhuina ? O que cu digo he
que se castou.,. Signan 4e admirado, hilari-
ilade prolongada.)
O Sr. Httnittvo da* Juilifa: Senhores, mas
ea inostrarel que o Inexacta a diUcrcu^a que
Ifega o nobre deputado, c que abatidas estas
novas despezas que passaram para o ministerio
dajustica, tenbo a sasfaco de alTirmar que
durante o tempo que teuho estado as dlrec-
cao dos negocios dcsta reparco, as despesas
tem dlinlnuindo cnnslderaveluieotc, e ricado
abaixodasque se literain nos annos auteno-
res, quando he sabido que entre nos a ten-
dencia das despetas de anno em anno lie de
augmentar, como fndispensavelmente deve
acontecer em um pali novo. 0 nobrc depu-
tado sabe que todos os dias se es Lio creando
novas villas, novas comarcas, notos termos, e
at novas provincias, e que toda estas crea-
apparecia urna rcbelo no Para, ovando principios dtsie nobrc doftuudo com quena te-
iqtieUas fardas lem-aelrageos do Interior nho Udo a fortuna de ombater a tenebrosa
.iineacavam a chrllisac.io da provincia, c sa- poltica de corrupelo c WolegnU desdeogiii-
queavo sua caplui, maadavo o general Mn- inclro da em qva^iir faoto^Bresentel t>\
noel Jorge com quatro soldados, c dliiao : Na nlflcs polticas'; teuho tido ajBura de
corte nio tamos ntals soldados : quando na sempre ao scu lado, c posso svegurar ai_
provincia de Pcrnambuco. apparecla o cele- iniuistro e lo pila que esse obre depi
brecabanada, que poda ter-se, acabado mu- moderado como"ncl-e como todoe nos somos,
3:
fi
des, porque nos nao temoa forjas e os Per- Ex. ; nao transige oraa iraotlglr com cssa
natiibucanoi virao-se obrigados a abandonar poltica que temos combatido, e no, honra-
suas casa e sua, favoura,, empunhar as ar- inos de combater tanto quinto o elige os Inte-
rnas para rcslabeleccr a tranquilidade publl- ressses pblicos : pcco'dcsculpa ao meu nobrc
ca, que o governo n;io tinha Torca, para man- amigo para nao coutinuar na demonetracao
ter quequando no RIoGrande do Sul uina desta propoaicao, porqueet tei'qat oleu ca-
rebclliio se apresentava amcacando destruir racter, a sua probidade poltica, dispensan
a Inlegridade do Imperio, mandavAo o Sr, completamente a necessidade de qualquer de-
Arauj Rlbciro, como prciidcntc, obrlgando-o et. (hpoiadas dn opposico) A moderacao, sc-
porcm a tomar a posicao de simples negocia- nhores, nunca excluio a flrmeu de carcter
dor, obrigando-o a utar da sua influencia pes- pelo contrario, esse, homens violento,, esses
soalpara dividir as Torcas rebelladas, e Taier especuladores, que destacadamente nao fal-
com que urna parte delas combaiessc a ou- tao, esses.... como o nobre deputado talvci
Ira ; tlessas economas Qeos nos tivre 1 sao eco- com raaao chamoua P^guoia >,qoar nao
nomlas que obrigo depois a immensas despe- tem opinics senao pauladas por conveniencias. .
sas c sacrificios,., ao economas de quem pro- mesqulnbas, esses he que, talvez depois dees-1 ao Sr. ministro que, estabeleeida a relaca'o,
enra tlludir os incautos, pouco te Importando pceularem cornos partidos polticos, depois I os recurso, baviain dobrar senao trlplicassem,
velha, que morre inisM n|o se rende,., (Ra-
tai or.ir. {
LHa ditttfios aparlti. ') m
astlino, Sr. presidente, que quando os no-
brea deputodos prestain um apoto la* decidi-
do ao ministerio, nao icnhain basiuite Toic i
ptraldctnonsirar-llie a conveniencia que lia-
va na creacio de urna relacao para a nossa
proviacla. ,E com ctteilo, senhores, nao be
o numero de Teltos aprefentado no relalrlo
que poderla convencer a cmara da inconve
niencla da creacao deasa rolacjo, porquanto
V. Eic. sabe o sofl'rimento por que tem de
passar asparle,, tendo de vlr solicitar recur-
sos na capital do Imperio, onde ncm todos
pudem ter conbeclmenlos, e menos as condi-
cnes fndispensavela para poderem pleitear
urna demanda, e mais diligencias necesarias
3ue V. Eic. come jurisconsulto sabe melbor
o que cu ser Indispensavel ao misero que
cahe na dependencia dos Srs. advogados, re-
querentea e procuradores.
Por semelhante Turma nem se latlsTai o pre-
eelto constitucional, nem te Tat jufllca i hn-
portantlssima provincia de Minas : asseguro
com a perda e abandono real das provincias de colherem delles tudo quanto Ibe htfposslvel
taes economas, eu Taco votos para que nunca para saciar seut interesset, esses he que nao
mais sejao repetidas no notso paiz. ( Firos sa/- duvidao lodos os dias mudar de poltica e
nnri ,i- idkci,'iu. O oraioi rtctbt a$ (clicitato'ei cominctterem indignidade..
u mtmbroi.) O Sr Fernanda da Silvtir
ses a que a illudi, tivcsscm um comportamen-
to hypocrita...,
OSr. Cutealho Mareira : E he iuipossivel
que o tivcsscm.
O Sr. Mello Franco: Passando a HinltaJls-
porque em des minu- simas cousldera(0es que me proponbo Taser
"JVC
8
tos nao he possivel que eu pos.sa responder a direi que ainda boje vejo um principio novo
Ora, em (SIS tao grande numero de couscideraces como as adoptado pelo nobre ministro da jusl9a
dos cofres provinciaes para os geiacs, teremos
a detpea de 1.451,000/. ou liS:000 menos do
que o despendido em iT-=iSW.
f sen collega Toi quem pedio os fundo<< para
iM* a 1849, e pedio 1,777:000/ e depois para
parochos mais 451:0001, que eleva a dcsncia a
2,228:e00/
O 5r. Souxa Franco d una parte.
V Sr, Miniistro da luiliea:O uobre deputa-
do deveconvir que o sen collrga nao havla de
vir pedir dioheros inuteis.
Ora, senhores para o anno de )S001851 eu
devia pedir mais alguina cou>a, porque arteu-
dencia, he como disse, para a progressao, o
que o nobre deputado nao poder.i negar; mas
entretanto cu ped, inclusive os parochos,
2,014:000/, isto he 275:000/ menos do que pedio
mcu antecessor.
O Sr. Soia Pmn'O : 0 que se gastou he o que
serve para'a arguun'nlacno.
O Sr. Ministro da Justira: Pols bein: quer
saber o que despendi nesses anuos de 1848--
j 1840 c 1849 a 1850? Koi menos do que o des-
pendido anteriormente, e ole menos do que
se pedio ..
OSr. Souxa Franco; -- EnLw pedio de mais.
FoS: Ol! ora! ota!
OSr. I/iiif>lro. da Jmlifa;admirado) :EJl-
dautslna he incornrnchcnslvcl! O nobre depu-
lado sabe peTTellasnenle que o ministro deve
pedir para as deapfzaa provaveis, mais que se
acaso, durante o anno, elle achar meio de f.i-
zer urna ou oufra economa, nao pude ficar in-
hibido de a Tazar porque pedio dinheiro para
mais. E esses pedidos nao forao fcitos por iiiiin.
Ora, das quantlas despendidas nos annos de
1849a I85U, de 1850 a 1851,que linda hoje, nao
be possivel por ora haver balancetc ..
O Sr. Soma Franco: Ru j liz o calculo
0 4*. Ilinilro du SutUca:- Ha de ser bom
calculo! No auno de iS-18 a 1850 despendrao-
se 1,845:000/ Ora, lendo-se dado 2,220.0001,
temos urna sobra de 375:000/: no anno de
1848 a 1849 oorcamcnlo Tcilo no lempo do no-
bre'deputado dava ao miuiil*'rio da juslica
2,-48:O0/ despenderao-se smente 1,013:000/
vrm a haver urna diniiirurciio ou sobra de
556:000/ Isto consta de um balaoccte que
quando Toi aprcseuiado cmara talvez ella se
record de que o nobre deputado dlsse do seu
lugar com ar victorioso-: lato be na bolan-
ecte quando chegarmos occasiao do bataneo
geral multas ou Iras desdezas bao de appare-
cer. A occasiao do bala ico geral ja etiegou:
i diflerenca Toi de ll;000f: de maneira que
as tabres de 556:000/ descerno apenas de
544,00o/ diflerenca Impcrccptiycl cutio gran-
des quinilaa
Cre, lenbores, que nao he preciso grati-
drs Torcos para mostrar que um mlnlltro
que acba ha lei do orcaiucnto consignada a
ilrspezade 2,200:000/e deisa de gastar 500,
u'' pode les recelo em entrar em semeltiante
discusto. Eslou a este respcilo disposio a
aceitar como nobrc deputado loda a discus-
to, digo-ic incsiiio que me Tara favor, com-
anlo que o nobre dcpnlado enlrc nella com
a lealdade que be propria da sua posicao, e nao
argumente, como ainda ba pouco, dlzendo: se
Li isaou do provincial para o geral lauto para
parochos, disto nao quero saber, se accresceu
' talo par/os juizet de direito, nao havia de
gootar tem autontocao, etc., porque quando
ae gastuo quaulias uovas em umanno,-em vir-
tude de urna lei que o manda toser, nao aei como
oe possa fazei censura ao ministro por isso.
Aquillo porque ae pode censurar um ministro,
lie por elle ter gaato de uina maneira iilegal
dconecessorla ou incoinveDentc ; nesse ponto
acolito qualquer discussao. Katendo que se
nao pode diser que se gastou de mais tu por-
que o quanla he inaior, esqueceudo todas as
consuieraioes e digo niesmo que lenho pena
do que o brasil %eja obrigado a despender i.tu
pouco dinheiro anda...
OSr. Souia Franco ri-se.
O J#i"ir<"ia Jmiipa : < 1 nobre deputado
pode rir-te, mas eu sei o sentido em que o
digo: quando digo despender nao emendo
etbanjar e tiin despender de uina maneira pro
vellosa, e de modo a favorecer o augmento do
paiz, e em alleocao, como diste ha pouco, a que
a renda acoiupanha esse augmento. >o se
pode melhorar a Torca e a tone do ejercito e
niaasuba, em toser estrada, e obras uteis,
senanugineJiio de dcapezat.
Senhorot, tt neo Tormos pelo raciocinio do
nobre deputado a le respcilo, tiraremos a
conclutao deque o governo inaislinprevidcutc
e inois gastador be o governo Ingles,..
OSr. Sonsa unro: Tem sobras na sua
renda.'
O Sr. afiniiira do Jmtira : Ha bem pouco
lempa Uso coUce. O governo Inglez esta
convencido que o gastar muito dinheiro nao
he desperdicio, o desperdicio be gaita-lo
mal.
Senborrt, inrci um cieinplo bem senslrel
a eate respcilo: oot livemot mlolsterlos eco-
nmicos no temido que o nobre deputado dc-
df miiilos honradas memoro.) O Sr 'ernandes da Silveira : PUo compre
O Sr. ('rndenla : Segu com a palavra con- benda netsa injuria o Sr. Llmpo de Abren.
ira, o Sr. Mello Franco, por haver trocado com O Sr. .1/t/io fuma : Eu nao Injurio a nln
o Sr. Augclo Ramos, guem, e multo menos me feflro a esse nobre
OSr. Mello Vranco:Faltao apenas 10 mi- senador: quando mullo, talho uina carapuca,
utos, nao ha lempo para poder responder-te quesepoder collocar na cabeca quelles a
edes eslgem nostos empregtdos, novas cons- a um discurso como o do nobrc uiiolsiro, que quem ella ajusiar.
truccoes, novat estradas, e proporcao que o que oceupou a allencao da cmara por espa- OSr. Carirafho Mortira: Ao Sr. Llmpo de
Braill Tor IWescendo e augmentando sua po- (o de qutsl tret horat. Abrci nao val a carapu;a.
pulacao, bade lntalllvelinente eilgir progres-, OSr. I'raidinle; Falla 25 minutos, por- OSr. Mello Franco:--Nem eu digo Itio, c
alvo augmento em tuas despezas: oque (esta que a scsso abriu-seas il horas meuos cinco se citel o teu nome Toi porque julguel neces-
aaber be te a renda publica acompanh e ex- minutos. O regiment manda que as tetse, sario defender com sua autoridade a opposico,
cede ctta despera: este be o ponto que deve- durein quatro horas, conladoi de minuto a c responder.. .
ino, verlqcar, e felizmente esse augmento he minuto, o eu nao potto alterar o regiment. OSr. Carmino Horelra:Alguem responder
espantoso. I OSr. Mello Franco:Um verdtde, parece por elle; a probidade poltica do Sr. Llmpo
O nobre deputado pareceu querer Taier-me uina severldade ezcessivao'proccdluieuto de de Abreu V. ti. nao pode contestar,
censura a etlercspeito, mas nao attendeu aos V. Es. O nobre ministro ocoupou a atlenco OSr. Uello Franco : Nao goslo de Tazer ci-
Taclot. Po anuo de 18431814 despendern- da cmara por tres horas quasi: a oppoticao, taedes de nomet nem de quesldes pessoaet,
se pelo ministerio da justica 1:427.0001, ou, como V. Ex. ha presenciado, lem-sc limitado citel a penas esses dous nomes, porque,aecu-
como quer o nobre drpuiapc, t,406:Ot)/ por- a Tazer muito poucas observacocs em cada um sado como V, Ez. vio, vendo o meu partido in-
que elfe nao conla o que eslava por pagar. .. dos orcaicuios, que se lein apenas discutido justamente censurado, entend que tinha di-
OSr. Soasa Franco: \lc que sej pago. e encerrado logo ; por consequencla tem de- relio a pedir o auiilio de S. Ex. o Sr. ministro
O Sr, Mlnlil'oda Juslica: Es do que inc monslrado pelo seu comporiamcnto que cin da guerra eo do Sr. Limpo de Abreu, para
quelxo do nobre deputado ; quando elle argu- nenhuma occasiao pretende oceupar a alten-' nos justificarcm, c deiuonslrarem ao nobre
menta finge Ignorar cenas cimsas'que o nubre cao da cmara, sein que tenha por lint deinons-', deputado como Toi elle injusto aecusando-nos
deputado sabe melbor do que eui o uobre -Je- Irar proposicoes que llie pareco importantes,' de hypocrisia....
putadotabe que o que "se dcixou de pagar nao ou principios que deva justificar e sustentar.) OSr. Carvalno Boreira : Esl-ine forjando
ae podedizer que nao Toi despendido: c o que Parecia-me, pois, que uina opposico que se a um discurso para explicar o mcu peosaineu-
procutamos saber a quanto te gatlou. Noau- comporta por esta torluua, devera ser tratada lo acerca da hypocrisia.
no de 1844 a 1845 despendero-se 1,365 000/ com menos severldade do que V. Ex, nos Ira-i OSr. Mello Franco := Foi um peusamento
no de 1845 a 1846, l,44200Qf; no de 1840 a la. devera ser travlo com mais alguma liber- apresentado pelo nobre depulado ; porm
1847, 1,587."00; no de 1857 a 1848, 1,597,000/ Ua-de, para que ella pude,te com Tranqneza quanto a mim inexaeto ; porque nao he pos
V-te a progressao sciqprc ascendente, e en- cinllir suas opiuies, como couslaulemenlc se sivel que cidados loo respeilavcls, como es
tao era despeza provincial a das cathedracs uos pede que r n um,. ..
importando em pcrlo de 100:000/ e a dos pa- O Sr. Vrtiidtnte: Se o nobrc depulado en-
rocboa, para que o iniulslerio do nobre depu- tende que eu posso violar o regulamento em
Udo pedio 450:000/ Assini, a despeza no an favor da opposico...
no de 18171848 sendo, como disse, 1,507:000/, OSr. Mello Flanco : Entendo que V. Es.
se a batermos a verba de bispos, etc., que nct- poda levantar a sesso
se anno Toi de 27*000/ teremos que se despen
den em tudo o mais 1.570:000/ Ora, em l81l
a 1849 a detpea fella Toi com a .yerba = bis- que apresenlou o nobrc ministr. Entenda Exc*. disse'que quando se trata de hornear, un
pos etc., em ratJo de passarcm para o -;c- aludaque devera merecer a consideracao de cldado qualquer para os conselhos da cora
ral aseathedrses c os paradlos, 308:0011/, a V, Ex, o Tacto acontecido comigo, e veui a ser que a cmara dos dcpulados ou o poder legls-
detpeza total Tnl 1,6l3;0OO/do batanete, e mais que, tendo V. Ex. me concedido a palavra em lativo, nao tem o direilo de pedir iuTormacoes
?:000/queappirecerainno balauc-o 1,625.000/ urna das ultimas aetses, eu Tul interrumpido, aa ministerio.
abatendo 308.00o/ da vesba bispos, callic- talvez meuos justamente, por V. Ex., e que,' OJr. Cerqucira:) Sr. ministro nao disse
draes, parochos, (eremos i,307;0O0f para apciar de reconbecer o dircito que linba em sso.
tudo o mais. isto he menos 2)3.000/do que no continuar a apresentar as inhibas observaces; O Sr. Vello Franco : Porquanto, disse S
mo de 18471848. No anuo de 1849='850 o todava submelti-me i deicriuinaco de V. Ex. Exc.: quando a cora inostra de una maneira
balancetcmostraquc sede pendero 1,8I5000I l Agora, porlanto, Tallando dez minutos, eslaudo qualquer necetsitar dos conselhos de um tji-
sendo com blspoi, cathedracs, etc., 301:000/ a cmara cansada, nem sendo possivel que os dado.....
portanto, abatida essH verba que Toi passagein jSrs. tachygraphos possain continuara tomar O Sr. Cerqucira :Querer ouvir os cousc-
o meu .-discurso, he iujuslica obrigar-mc a Ihos.....
fallar.... OSr. Helio Franco :Querer ouvir.....
OSr. Preiidenlc : 0 Sr. Carvalho Morcira O Sr. ("iraueirn :__He um pouco dillerenle.
leve na scsso passada a palavra, Tallando me- OSr. Helio Franco : -Peco ao nobre depu-
nos lempo a oda do que Talla agora para com- lado jnc comprebenda bem que cu sou un
plelar a hora., Alem de que, o nobrc depu- pouco^acanhado. {Risadas.)
lado pode Tallar o tempo que quizer. L'm Sr. tlepulido :' Sao o pa'recc.....
r. Mello Franco: = Nao eslava na mesina OSr. 'Mello Franco :Son inulto acanhado,
razo, e demais, o Sr. Carvalho Moreira nao nao me exprimo bem ; limiio-me a dizer o
Tez leclatn i. an neiiliuma. i- eu Taeo-a, c con- que tiulo, r n.i .i .uei disscrla(es de grain-
tinuo a Tazer; parece porlanto, em mina i matica; pode, poia, acontecer que una ou
opinio, que V. Ex. poda dar o irabalho de outra expresso me escape no correr da dis-
lioje por lido, e concculir que eu fallasse ua cusso, que seja mais ou menos bem einpre-
etslo seguinte ... gada; espero, porlanto, em atlenfo a estas
O Sr Preeidenn : Eti nao posso violar o rases ilesculpa.....
regiiuento, nem momo a jtsa o pode alterar O o'r. Cerqueira :Fiz reparo, porque V. Exc.
seno pelos meios marcados nelle. tratava de reproduzir a pcnsatnenlo de oulr.i.
OSr. Mello Franco: Sr. presidente, Torca- O Sr. Mello Franco :Oque eu quero dizer
do a dizer algumas palavras, llmiur-me-hei be o seguinte ; S. Exc. estabeleceu o principio
ao curto espafo de tempo que me he concedido, deque, quando a cora deseja ouvir os con-
A mi perm de tratar de algumas observa- seibos de um cldado qualquer, e que o go-
coes (porque todas seria impossivel Tazer lio- verno o nomeia, o habilita com um titulo,
jo) que lu.mi feitas, e apresentar oulros a neiihun dreito ha para seped-rem cxplica-
respeito do orcatnente, V. Ex. me permitlir 9cs a retpeito.....
que diga duas palavras ao honrado depulado Sr. Cirgucira :=Tambem se nao disse islo.
pelas Alagoas que se acba presente. Parecia- O Sr. Mello Franco:-Depois S. Exc. corrigio
me senhores, que, quando o nobre deputado a phrasc c declaiou que quando cite Tacto se
se dengia a um meu nobre amigo e collega dava todos os poderes do estado deviam con-
pela provincia do Para, depois que eu do meu vergir para respeilar esse pensamento.
lugar tive ahonra de apresentar a V. Ex. al- Sr. presideute, a quesfao he especialmente
gomas explicacei parecia-me, digo, que o dilleute no caso em que a collocou o meu no-
nobrc deputado licaria no ponto em que se bre amigo; elle Tallou de urna aposeutadoria,
acbava : o nobre deputado, porm Toi alm c talvez enxcrgasse inconveniencia em um pro-
cu julguci, em consequencia das inTonnaces ccdimenlo que tem por lim aggravar ot cofres
nao aceitas, que pao dcvia nem ao menos di- publcos, com despeza proveniente das aecu-
icr mais palavralia occasiao ao nobrc depu- mulacoes. Eu nao sei qual Toi o pensamento
lado, por quem sempre teuho lido os tenli- que o meu nobrc amigo leve em vista quando
tnriito) da mais sincera e completa sympatbia tratou dcste objeclo, nem procuro sabe-lo.
Anda hoje,Sr. presidente, entendo que me OSr. Uiat de Carvalho:Nao Coi de certo
nao dovo csteider muito ; porquanto, se o atacar a noineaco.
meu nobrc amigo entender que alguma res- O Sr. Mello Franco :Seja qual Tor, o meu
posta devo dar ao nobre depulado, elle o far lim he contestar ao nobre ministro o principio
sem iltr.; l.i multo inelhor, c muio mais com- que S. Exc. quiz estabelecer hoje, negando o
pl' tmenle do que cu. direilo que temos de apreciar essat nomeaces
Mas o nobre depulado me permillir dizer- se i.pre, c muito principalmente quando ellas
Ibe que, em minlia opinio, nao foi tao gene- importain un augmeoto de despeza. Al
roso, como me parece que devia ter sido, se "Im parece qne se nos lein concedido o direi-
por Minina quizesse attender que eu Me liz lo de exainioar todos os actos da atlribuicao
observar que o meu honrado amigo nSo fura do poder moderador, nem era possivel que
sabedor da conversaco que cu tinlia lido com cm um syslcma como o nosso prevalecrsw
o nobrc deputado, e talvez que por cssa razo oulra opinio. As amnislias, as nomcacoes
elle nao tivesse Tcilo declaraco alguma quan- de senadores, sao actos exclusivamente priva-
do leve occasiao de fallar em uina occasiao "vos do poder moderador, mas nao pdem
l_ue a cmara presenciou que elle se achara vi- ser publicados sem a referenda do ministro,
" vilmente iinconimodado. Parece-mc no en- c parece-mc que tem sido costume, e costume
trcianto a respcilo do que o nobre deputado nao ititcrrompido, examioar-se cues acios,
disse, dirgindo-se cm coinmum a opposico, assiin como ot discursos da cora, tanto na
que teuho rigorosa obrigseo de di/.er duas bibuna como na imprensa, quando elles pa-
palavras em resposta. O honrado mcuibro re- recem menos convenientes aos iuterestes pu-
pilio oqueem outra sessao linba dito,e vem blicos.
a ser que os cinco annos allribuidos admi- Sr.prcideote, tendo de preferencia de tra-
i'i-ii i. i i do partido liberal linhain sido cinco lar de alguus objeelos, occorre-me desde j
annos de adiamenio c de hypociisia- a rcsposla que devo dar a S. Exc. respcilo ao
Sr. presidente, pela parle que me diz respei- 1ue e."e disse quaoto creacao do urna relacao
lo, eu repito o que Uve a honra de dizer ao uha provincia. S. Exc. conlestou a uti-
nobre deputado em particular; nao vejo nen- l'dadcde semelhante creacio, e disse quena
huma ellcnsa pessoal nesias palavras ; tao el- Pr.?v(!nc'a ue Miuas s tinhain sido jnle i los
lai dirigidas a um partida inteiro ; nao pas- '' lellos ; S. Exc. nao se quz dar ao Irabalho
sao de uina banalidade inuitas vetes repetida, de recorrer ao mappa immcdiato, porque nes-
c outras tantas respondida. Mas se com elleilo se v-se que esses Tcitos sublram ao numero
eses cinco annos Torain cinco annos de ada- aei"'''.....
nenio de hypocrisia o uobre depulado pode- O Sr. minitlro da jmtifa:0 nobre deputa-
r exigir explicacoes de semelhanle compor- -o esl engaado ; esse numero representa
lameutoaos individuos que, mais altamente a* allribuices, e aos embargos dava-sc nova
collocados do que eu, servirau nesse tempo distribuico.
os primeiros cargos pblicos, e hoje parece O Sr. Mello Franco :Mas, ainda pelo que
que in.1; t iin sob as mesillas baudeiras que acaba de rele ir o nobre ministro, parece-me
creio que o nobre depulado actualmente de- "l"c S. Exc. nao pode deixar de reconheccr
Tende e com muito denodo. Leinbro portan- que a priineira provlucia do importo cm po-
lo ao honrado meinbro a conveniencia de pe- pulaco tinha necessidade de ser consultada
dir cipllcacoct' desse comportamenlo de hy- a respeilo, c com tanto mais rso, senhores,
pocrlsia ao nobrc ministro da guerra, aoSr. que a creacao de uina relacao para a provin-
1.1 inpo de Abreu, e oulros. Cito esses dous ca de Minas nao serla mais do que a satsTaco
nomes respeilaveis, porque esses cdadaot de um direilo recoubecido pela consliluicao
lo .lilamente collocados sao sumeiente para
demonslar o erro e a injuslica com que o no-
bre deputado emende que pode caracterisar
a seus adversarios,
Ainda pelo que me diz respeilo devo dizer
ao nobre deputado que o meu. honrado amigo
o Sr. Souza Franco lein oceupado urna posicao
lo brilli inte nesia casa, lio bem servido aos
Intcrcsses do paiz, como eu entendo, e talvez
comigo a inaioria dos Brasileiros, que nao pre-
cisa dar garantas de si a quem quer que teja,
e muito menos ot membrot que tem a honra
de tenlar-se ao lado de S. Ex
porque conheco mullos Individuos que para
nao seren victimas das dependencias e exc.s-
slvas despezas em que importa na curte a me-
nor dependencia da justlca, delxam de recla-
mar seus direitos; preTercm perder a deman-
da an recurso.
Tainbem nao posso concordar com o hon-
rado ministro quando elle disse que as rea-
cues devem ser collocadas de preTerencla nos
lugares aonde se reunem babels advogados,
procuradores, ele, etc. Eu posso asseverar
ao nobre ministro que se a creacao de urna
relacao Tosse decretada para Minas, non fal-
lariain sem duvida nem adrogado multo b
beis, nem procuradores como S. Exc quer...
Vm Sr.-depulado :11c porque tem militas
demandas na trra.
O Sr. Mello Franco :Se o ndo haver relacao
evita at demandas, se o nobre deputado me
assevera isso, eu voto contra a creacao, por-
que tenho multo horror a demandas.....
Sr. presidente, Tcllzmente o nobre ministro
i mohecen a m.i posicao i 01 que S. Exc. se
collocra quando nos annunciou a existencia
de uina propaganda, a por isso hoje entendeu
conveniente explicar por outra forma isso que
y Esc. chama propaganda. S. Exc. muda a
qestar> de terreno, e estabelece como prl-
iii, u.i necessidade o principio que diz ter *us-
(entado sempre, islo he, ordem a todo o cus-
i, linda mesmo que necessarlo seja decretar
o eslado de sillo e suspenso das garantas, nao
com0 a consliluicao prescreveu e determinou,
mas de urna maneira ordinaria e permanente.
F.sta declaraco mostr bem as relace que
ba entre o 5r. ministro e uina Tamosa lei apre-
sentada no senado que naturalmente tem de
ser ejecutada pomas de bayonetas. Seohorcs,
se com licito existe cssa propaganda, o que
prova isso? O nobre ministro nao poder
ni -n ai- me ejemplo aleono de que um povo
exista bem governado e gaunlldo, c que ape-
sar disso procure relama e menos mudanca ;
quem est bem nao pode lembrar-sc de se-
melhante cousa : quando o povo he bem go-
vernado, dcbalde e procurarla Taze-lo coin-
prehender o contrario disto; e ae alguem o
ousasse, os Tactos e a Imprensa Tarlo com
promptldo e pacificamente ( principalmente
no Brasil, onde Tcliimcntc o pauperismo nao
he como na Europa; o vivelro dos soldados
da aunchi i ludo quanto exige a tranqulli-
dade de um pais livre. Manlenha-se os direi-
tos do cidado ; aduiinistre-se justlca; deixe
esta de ser poltica c parcial como tem sido;
sujeltem-sc es poderes do estado s condices
do rgimen representativo, e nao icnliam
sustos, ou nao nnjam t-Ios na Taita de revol-
tas para justlllcarem os actos que se medltam,
e vo appareceudo, com o in de exterminar
adversarios, c collocar tudo as maos de um
partido insaciavel.....
Sr presidente, se o nobre ministro en-
xcrga esse risco, esse perigo, para a socio-
tjatie brasileir, too parece quo a consa-
quencia obvia e natural ha qyoS. I'.x., r.m
vez de procurar apoiar-se no arbitrio, e na
forr;a bruta, devera procurar Tazer justica,
reparar as cansequencias da violencia e ir-
lolorancia, e flnalmento respeitar oo direi-
tos de todos; porque stnente assim poda-
ra dicazmente combater esse descontenla-
11 nao quero entrar nosta questlo, l raja .14. AounlpGoncalvoj deMoracsl
"talvez podosso mostrar que o 15. LulzGomeiCerreirr
licito da ijutil
Sr. ministro nBp foi justo, em relate a an-
liguidatle e servicos prestados por juizei
mais aniigos; nao quero, porotn tratar del-
ta qiiat9o.
( iVa diversos apartes )
Quando o meu amigo tratbu do negocio
das comarcas pareceu-me que leve em
vista a cxistn-ncia delta ; aqu f sta a lei que
as creou em virtutla da qual exislem ; por
cooseguinte convtn quo se nomeem os jui-
zes de direilo para que ellas iiUo estejSq
sondo presididas por juii8 leigos. I'trti-
Iho o sentimento daquellos senhores que re-
conhecem q_ue o ministerio, um vez decre-
tada a comarca, n.ln pode recusir-se a no-
incar o juiz de direito ; ao menos nSo mo
parece isto regular emqutnto o acto adii-
i'ionai no fr revogado. Digo talo em the-
Agora, passaniloao objeclo, direi com
franqueza que ao tnou conhecimento che-
gou quo S. Ex. nao notneou juizes de direilo
para essas commarcis porque entro b pre-
tenlenles havi9o dous reconheciilatneofe
indignos disso
O Sr. m'nistro da fuslina:Est engaado,
O Sr. Melh Franco ;Eu tinha desejus de
llie fazer essa juslica ao menos....
O Sr. ministro da justica :Mas engauotl-
se ; os motivos sSoos queexpuz.
O Sr. Mello Franca :EntSo cesso os mo-
livrni lo meu ofogio.. ;
OSr. ministro da juslica : Sinto muito
penle'los; mas przo mais a verdade.
OSr. Millo Franco :Sr. presidente, adi-
antada como est a hora, eu direi s mais
uas palavras a respeilo ila amnista. Trou-
xe hoje de novo S. Exc. o ficto de algaom
dizer que o pedido da .amnista seria humi-
lliar-se o individuo. He verdade, Sr. presi-
dente, qu isto se disse nqui, e fui eu quem
o disse ; mas parece-me que me expliquei
por tal forma que o nobre ministro a3o po-
da fazer-me nsinuacSo alguma.... '
O Sr. ministro da juslica :NSo me refer
ao nobre deputsdo.
O Sr. Vello Franco :seohor presidente,
quando eu entender que oeste lugar devo
dizer algumas palavras ou exprimir qual-
quer opiniSo, asseguro no nobre ministro
que o hei de fazer, posto que com todo o
respeilo a Ioqs os poderes do estado, cam
verdade e sem servilismo.
Sr. presidente, tem-sedlto que as amnis
lias para Pernatnbuco tem deixidodeser
concedidas porquo osses individuos i nao
li'in pedido. Esta quesillo me levara um
pouco longe, e por isso n3o tratarei delta
somonte pc;o licenca para dizor ao nobre
ministro que S. Bxc. estt engaado, por
quanto algum dessei individuos quesei-
cham ii i fortaleza do llrum, apresentou-se
a auloridade competente, e essa autoridade
respondeu-lbe (tenho aqu o documenlo)que
aseguranca publica oxtgia que elle fosse
para bordo do um dos navios de guerra, a
depois, como V. Exc. sabe, elle foi proces
ido; fallo do Sr. Lopes Helio : e, repttirei
ainda esta vez, julgado por um tribunal in-
competente, lias quautlo o nobrt) ministro
fallava a este respeilo, eu perguntei-llie se
tiiiii.un pedido amnista os inlividuos de
l'ajehu. S. Exc. n9o quiz entrar nesti dis-
cu.sso, nem eu insistirei por isso boje; di-
rei apenas que os nobres diputados por Pcr-
nambuco, depoisdos facf js que se tem dido
nesta casa, depois dat. jxplic{5es a este
respeilo trazidas 10 coi ecimenlo do pabli-
-eo, tem necessidsde : ..ullcarem-sea este
respoilo. A cosa comprehende necessirii-
meulo a minha proposigao, portanto, como
a Inoa esta idiantada, nao continuarei,
i Albuquerque
16. Antonio Simplicio de Barro.
variedades?
ment goral ou propagauja, como o nobro
ministro o quiz denominar. Eu entendo reconhocendo que alguns Srs. deputados
que muilos recelos e descontenta manto i .que esto n casa devem estar incommoda-
existem no paiz acredito mbsmo quo a dos. Pon lio termo to meu discurso, visto
propaganda vira a sera consequencia de quo elle me da direilo para pedir a palavra
semelhante estado de couss. Seria neces- ;aman!iS, e preferencia para responder ; en-
giri, senhores, que eu Tosse cco para uo tao tenho de ofl'erecer mais algumas uiiser-
cniergar esse descontPitsmento em toda a .vacosa S. Exc.
parlo, quan lo .mesmo tiesta casa temoso! A discussao fica
delle. Ser esta a maioria de
adiada.
sess3o s 3 horas e meia.
Levan la-se I
reflexo
180?
I'osi : A mesmissima.
O Sr. Mello Franco Msravilhou-me, Sr.
presidente, ouvir ao nobre mintislro dizer
quenas nomeacOes quo teib feito nSo se I Un I UU UCatilrCi.
guiou por opnioes polticas, quindo ao 2.'SEsS.0 ORDINARIA, EU 18 DE JULHO
mesmo tempo 8i Ex. dizii que se algum
juiz municipal tem deixado de ser recondu-i
zido, ou he porque esse juiz municipal tem-
seservido de sua posicao para contrariaras
vistas do governo, ou porque esse juiz mu-
nicipal tem tilo llgnm compromelimento acham-se presentes 37Srs. jurados,
em movimontos polticos. Sr. presidente! OSr. Presidenu: Abre a scsso, multando
mesmo nesta casi existe um exemplo para a" scnhores que delxaram de comparecer tem
demonstrar o contrario da proposicSo do no- "a legal.
bre ministro : o met nobre amigo e collega '^//.^"A*?'1."" do co,e,? 1aZ tm
o Sr. Angelo Hamos nBo foi reconduzl- Lffig ",'*",S* 5?2 jffSSSft
PERNAMBUCO
DE 1851.
Presidencia io Sr. Dr. t/eioas.
Promolor interino, o Sr. Souxa Garcia.
/.Viae i.., o Sr. Apriglo.
A'sfl boras da manbaa Telia a chamada,
Angelo namos nao .o. locojiiiuz,- ,CCU9ado pclo cri|Ue e dt ., -;
do por S. Ex, O O Sr. ministro nao po- aahiudo sorteados, os seguioles senhores: Jos
dora a respeilo desle cidd3o dizer era Jeronyino Correa, Eduardo Flrmino da Silva,
urna, nem outra cousa. S. Ex, quiz referir- Theodoro de Almelda Cosa, Manoel Jos da
se aodistincto Mineiro o Sr. Dr. Elias Pinto Silva Grillo, Manoel Antcro de Souza Res, Jo-
de Carvalho, do Sabara ; e com elTeito, se- i..f?f?eco.dc Quclroga, Antonio de Paul
nlior-s, be extraordinario que tendo
esse et 'latino i digo la I vez, porque n3o
se compromeltido nos movimentoide miz. Uarinho
estoja aindi proscripto ^pir S._ Ex.! Nove Prettado o Juramento do eslylo
ito, se- se 'tcheco de Quclroga, Antonio de Paula
talvez *e|,naDdc8 Eiras, Joao Evangalitta da Ceuta e
n ni 1 '"'Jo, Mlr'ins Pinbelro, Antonio de Souza
1S1-) H*'?'lJl",U Cruz Sanios c Jos Francisco
e is. Uarinho.
annos e umi amnisiia uo bastSo para mo-
derar 11ndispusigao do Sr. ministro!! I'o-
deriS. Ex.fdizer que estecidadSo respeita-
vel se mancharla com algum facto meuos
digno, por espirito departido na admlnis-
traeflo da justica ? .
Sr. presidente ni fallo diante de meus ad
Eu nao sei como os honrados deputados por
aquella provincia, qe por mais de una ves
se comproincllcram.....
(i Sr. Barbosa : -F.u nunca me compromet!
com niDguem
O Sr. /'rend le Faz ao reo o seguinte
INTERROGATORIO.
Jnii: -. Como se chama ?
Reo : Luis Sores da Silva Othon.
Juij : -- Porque te acba processado t
Reo ; -- \ indo eu do mallo para a cldade,
Iraxla um Trro para deTesa do meu corpo,
versarios, elles hi estSo presentes; digSo quando ctreguei no Aitcrro dos ATogados, ful
qual foi O comportan]'tito desse cida 130 prfuit Dedlaouden lie?
quando oceupou o importante cargo 4e che- Rio :~ Eram 8 no,,,*," noli,
fo de polica, quando juiz do direilo da ca- j, .. Qual a qualldade desse Teiro?
pital de niuilia provincia, se nao Toi um mi- Reo Era urna Ttca de pona,
gstrado un nireial, muito probo e muilo in- Juis: Tinha licenca para trazc-la ?
telligente ? O nico crime que elle tem, Reo :. Nao tcnbor, mas eu trazla enga-
senhores, he ser adversario da poltica do- nado.__ s ,
minite, e entender que a justica devo es- '"i:: "-."lr
lar sempre sopanda da poltica; he final- KfcThSMSSS. .londu ., pee. do
mente ser um dos mu tos proscriptos com proceo. da quae, constao queo rcouiou.
quem S. Ex. naosympithis. Seguem-tc allegacoc pr c contra, fln-
Vem aqui o Sr, ministro fazer ostentc3o das a quae,
de moderacSo, com o sorriso nos labios, e Sr. Vmidenie t Prope ao jury o e-
de maneira tal, que sa eu n3o estivesse Km"'" otifsitis
acostumado a conhecer os homens por seus SZ.'
actos, oSr. ministro medeixarii magoeti- Lu'* da Silva Othon, prali-
ldo com mus maneras ; ostou porem "u ?e <>ue uc uado de usar de
issas compenetrado do espirito quo dirige a 2. 0 reo pratlcou o mencionado Tacto a
administrarlo de S. Ex... Senhores, ou con- noitc'
sidero osfactos, procuro examinar os prece- 3. Exlttem clrcuraslanclas aitenuaoles a Ta-
dentos de nossos homens, e S. Ex. me far vor do reo .'
MNIBUS EM LONDRES.
De tolas as empresas da transptora de
vijantes quoexistomem luglaterr, a dos
mnibus depois dos ciminlios de ferro,
mais consideravel. Apresentaramoi alguus
dado eslatiscos aobre essa impoi taote in-
dustrii.-
- Circula,,, diarimente 3.000 oroflibus q,,e
sSo tirados por 30,000 cava'los. Estis con-
soment nnualmento 787.000 libra aster-
lims de vea, 321,000 do reno, e 750,000 de
pilha, o que d a enorme somm di
1,762:000 libras esterlinas (14,218:000/) por
anno, qual sa deva ainda iddiciomr 7.800
libras csterlnss por anno para ferrtgern.
O concert dos mnibus pode ser vallada
em 1 libra esterlina por cada carro ou em
156,000 libras esterlinas por inno, e o dos
irreioi em $ libras esterlinas tambera por
cada cirro, o que d por inno l0,00o li-
bra! esterlinas.
Cada mnibus faz cerca de O minias de
caminho por du, de sorle que 4 dreito de
circulacSo queos 3,000 mnibus pagara 10
governo, que he depemiy e meio por milha,
monta a 393,750 libra*, eturltuas.
t Um mnibus IrantfMVUi termo medio,
300 pesaoai por du, ott>9aM0 por semina o
que d por anno, ira os 3,000 mnibus,
o immenso alginsmo de 300 milbOes de
passage iros.
Oservico ffito por 11,0)0 cocheiro; s
conductores ordinarios, 3,000 cocheiros e
conductores de reserva, e 3,000 mocos da
strebarii, islobeum pessoal de 16,000 in-
dividuos, nao incluindo os empregidoi dos
eacriptorlos, os vvrillcidores, inspectores,*;,
( O Estandart*.)
COMMEBCIO.
ALFANDEGA.
Raodimento do dia 19.....8:901,137
Dcscarrcgam hoje SI dt julho.
Bares fnncezi Jostphina vinliu.
Barca ingleza Linda -ferro.
Barca americana John Iarnum breu.
'BTiguo americano J'trsaijno farinlia.
Brigue portuguez -'- Pensamento merca-
duras.
Polaca sarda Kieenio ~ o reato.
Hiate bnsileiro l.igeiro- gneros do paiz.
liuporlacad.
'lale nacional Ligeiro, vindo di Bibi,
consignado 1 I.uiz Borges de Siquein, ma-
nifestou o seguinte:-223 incoretas.azeitonas
1 ciixSo charutos; 1 Domingos Alves Hilbe-
us: 100 barril vinho, a Minoel do Nisciment
Pereira : 10 saooi pimenti, 43 ditos tapioca;
t Joaqaim Kerreiri Mendes GoimsrSes : 1
cix3o pentes; a afontefro fi lrm8o : II sac-
eos ervsdoce, 11 ditos cominbo; aJoSo
Pinto de Lemos fllt : S.caizai fazendis;
a Cincco & C. : II fardos fumo, 30 liceos
leij.lo, IScsixiscbrutOs; Machado & Pi-
nheiro 1 1 uixSo cideiris, 30 fsrdos fumo,
10 saceos cafe : a Novaea & C.: 5ditoseoli;
a Antonio Joaquim dos Santos Aodrade: 2
barrios farinhi; Jos Saporiti : 230 cai-
xOes charutos ; a KirVmann & Irmlos : 4
gigos, 610 caixas, 5 barricas, charutos ; a
Manoel lavaros Cordeiro : 30 caixotes, 1,584
caixas, charutos; 200 quarilaKaa; a JoSs
Francisco da Cruz : 3 caixas charutos ; a
Itolli & Bidoulac : 1 caixflo, 211 caixas, cha-
rutos; a Jnse Vicente de I.ima : 1 calx&o
ditos ; a Alfredo Willer : 1 dito ditos ; s Mi-
guel da Costa Dourado: 2 caixOes cadeins;
a Aptonio Micludo Pereiri Vianni: 4du-
ziis pedamos de Jacaranda : 1 Antonio Jos
Vieiri de Aojo : 2 caixotes, 3 barnc cha-
rutos ; 1 Jos Antonio di Conha & IrniSo :
2 caixOss ditos ; a Minoel Joaquim Hamos e
Sitvi: 1 dito dito; a Joaquim Autunes da
Silva : 2000 quartihbas; a Ignacio da Cunhl:
Patacho nacional'Princeza Imperial,rindo
do Kio Grande do Sul, consignado a Amo-
rim & IrmSos, nunifestou o seguinte :
7,392 arrobas carno de charque, 80 ditas
graeh, 340 ditas sebo, 1 birrica lingual, 30
couros ; 1 Jos di lioch e Souza.
CONSULADO GERAL.
Itendimento do dia 1 a 18 20:667,784
dem do dia 19:........ 727,000
21:394,784
DIVEItSAS PROVINCIAS.
Itendimento do dia 1118 1:813,504
dem do da in........ 138,701
1:952,205
H^?.'.Sr',deSU.U'l0i'e?,ap.r0T'nC,dc '"" justica, acreditando queseeu Ihereconhe- Ojuiy responde a todos os quetitoi lim, por
as declaram que tambem se nao compro-1 J__ ,*.'... k.kii.,.... ..^h ..j iinanimi1li.ile..leelraan.i.,i........i-l....
Sr. presidente o nobre ministro da justica,
respondendo a algumas observaces do meu
nobrc amigo o Sr. olas de Carvalho, lambein
(|in/ continuar a reproduilr algumas insinua-
es que certos fndlviduosS malTciosamente
azem, querendo temerariamente comproinct-
ler a probidade poltica deste meu nobre ami-
go. Sr. presidente, eu agradeco ao honrado
ministro o Tacto de vir elle reconhecer que c
opposico tem principios, e que quando os
defeode 0 faz com toda a moderacao ; agrade-
co, reptto, ao nobrc ministro a maneira porque
, islo he, mloitleriot que despeudero pou-( elle declara que se comporta o mcu nobre
eo dinheiro, mas que por itto dcfxaram detor- amigo o Sr. Dias de Carvalho ; mas atsevero a
gaolsare acabar o ejercito; e que, quando S. Ex. que lenlio pleno conbcciuienlo dos
que tambem se nao cump
metieram. )
OSr. sniniirj da juslica :Podemos divergir
nette ponto. ( Apoiados.)
O Sr. Mello Franco ......nem ao menoa urna
obtervaco quieiiem fascr. Estimo que o
nobre deputado em um aparte me diga que
nao tomou coinnromitso algum, mas note S.
Exc. que disto nao lhe resultara desar algum,
porque a nossa obrlgacSo aqui he fazer aquit
co todas as habihlacOes, tambem entendo unanlmldade, declarandocxlsilreiu a claoums
nu'i S. EX. heumcheTj de partido sera i- Uac>" tenuante de nao ter havldo nodelin-
*...i quenle plenuoBfnhecimento do mal, nem di-
o '"......... reclalutencao de o prnicor e ler reo comineui-
OSr. Ministro da Juslica : Uso he pre- do o crime para evitar mal maior.
VcncSo. A'vista do que
O Sr. Souza Franco 1 He prevenco de B ,sr. Piiideni, : Codemna o reo a 35
muilfll. da de pritao simples.___________
,1/ei'o Franco : A prov est em
OSr.
SESSAODB HDEJLUODE 185!.
Presidencia do Sr, Dr. .\eii-a,
Ao melo'dla 'i-e. a chamada, e nao harn-' Aasucar- -
lo que ett ao nono alcance para obter aquel-, quasi tolos os actos de S. Ex. e anda em
la medida que julgamoa indispeossveis, ei,|gunj bom insignificintes; por exemplo,
que por isto teoha.not conirahitlo comproinls- exCuCa0 que S. Ex. deu a le novis-sirn do numero sufflefente de ju7ado."o'sr "ISsT.
SnioauV.."no*^ e' depuuC P. o u ,'e- rel.tivam'ente'.osjUizes de direito. S. Ex. dente multa o, que ftlur/l, 'pcetoaSS. .
jam o? mal. firm u.enlaculo^ do uniste- I contonton renla em collocar seus SOTO **P completar o iribunal,
mais prestrnosos imigoa as melhores co- Sahiram soricados 01^seguintesenhores: 1
marcis, foi alem; nflo tendo muitas para '!"harVc.a*ni. .'n,,HUOlor-
dispar, fez O quepo,., : na capital de Mu,.,, | ^Joaquim tt ''Tira,
qus he a unte comarca de torceira entran- a, j0, Alejandre Hibelro.
ponto a ua dedlcaca'o que J mereceram de jcii, S. Ex. collocou ao nobre depulado que 5. Joao Augusto Henrlques da Silva,
um meinbro da maioria o nome de guarda-1 me est em frente ( 0 Sr. Barboza J ; e jul- (i. Joaquim de Soua Uello.
rio, 01 iiiou devolados ministerlallstas
poiados.) r
OSr. Aprigio ;--Como toda a maioria he
O Sr. .Mello Franco:--..... chegando a tal
km itii Ano
Exportaco.
Baltimore, barca americana El Dourado,
de 216tonelladis, conduzio o seguinte:- 200
barricas e 2,002 saceos assucar.
Aricity, sumaca bnsileira Carlota, de 64
1|4 tonellidis, conduzio o seguinte: 17 pi-
pas e 1 barril vinhn, 10 barricas bacilho, 6
dilaa bolacha e bolachinhi,26 volumes espe-
ciaras, 5 barricas serveja, 36 volumes miu-
dexas, 12 quintaese 14 volumes ferro efer-
rlgens, 1 dito alfazoma, 9 barricas azeito
doce, 3 qusrtolis vinagre, 2 quinttes e2
birrischumbo do muoicSo, 3 volumes a-
Ihos, 1 dito papel, 41 ditos razendas, 14 di-
tas louca ovidros, 2 ditos con ros, 4 caixas
folbi de flandres, I dita cera, 24 paz de fer-
ro, 10 garnfoes visios, 3 llatidres cha, 3
ciixas traquo, 2 birria alcatr3o e sumigre,
35 barricas genebra, 1 volume chpeos Ue
sol, 1 birril linguicis, 1 volumebirbinte,
117 barricas garrafas de licor, 5 barra o 1
garrf3o gordente, 17 barricas assucar,
30 caixas sabSo, 70 ditas charutos, I dita
rap, 1 dita louca da torra, 25 barra plvo-
ra, 1 caxa chapeos, 2 serras e 300 molbos
psssito.
RECEBEDORIA DEJtE.NAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 19..... i073,702
CONSULADO PROVINCIAL.
dem do du 19.......335,826
PRACA DfJilECIFE, 19-E JULHO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
fi tiilii fmonaf.
Cambio O saques da semana principia-
rain a 27 l;2 d.; tegulram a 27
3;4, e termnaram a 28 d. por
l/r.
Algodao rol procurado e obteve de 5 a
5/200 rs. por arroba do de pri-
ineira tone a 407 Mecas que
entrarain esta teinaaa. Du-
rante o anno fioanceiro do pri-
me iro deiulhode 1850 iSOdc
junho de 1851 entraran! 34,109
sacca, que com 1,094, que fi-
caram em oer do anno antece-
dente montou a 35,503 aaccas,
dat quaet exportarainte 31,091,
Meando em ser 4,412 sacca.
Entradas e vendas pequeas,
obleudo o mascavado ensacca-
do e embarricaio de 1/4M a
1/500 rs. por arroba ; e conti-
nuando o branca no metnios
volumes de I/750* 2/00 rt. por
arroba.
Hac-.lho. Rao hoave entrada, ea ven- .
ti da a reulbo contiuuaraut da 7
a 8J00O r. por quintal ;ficndo
cm er cerca de 5,000 qulntae.


Carne secca O mercado foi supprido
dous carregaincntos, e as van-
dal continuaran} d*. / al/400
rs. per arroba ; Meando naje
em ur cerca de 60 mil arroba.
tu. de trigo Veodea-ae a 16/n. por barrica
da de Blcheanond, de 11/ a 12/
n. dade Baltioiore.de 14/1 15/
ri. da de Phlladelphia e d/
18/500 ra. da do Trlci(rcSS$F ;
licaraui em aer 9,000 barrlcaa.
Manteiga Tendeu-ie de ASO a 540 ra. por
libra da Ingiera.
Vlnhoj O de Celle tinto obleve de 90/
a a&/ri. por pipa.
Fretei Do asaucar para o canal 50 no-
minal, 70 c. para 01 Eatados-
l.'nldoi por uceo, 200 ts. por
arroba para Portugal c de 60 a
80 f. para Franca.
Ficaram no porto 39 embarcacocs, aendo 5
am'crlcanai. I austraca, 20 braailrlrai, 1 dina-
marquen. 3 francazas, 4 Ingleai, 3 portugue-
1a, 1 larda e I meca.
RIO-DE-JANEIRO.
Resumo da eatrac(io dos premios da 0' lotera
para Indcmnliacao do ibesouro publico, da
prestacSo mensa! com que auxilia a Joo Cae-
uno dos Santoi, empreaario do tbeatro de S.
Francisco deaU corle, trabida em 4 de ju-
lbo de 1851.
R. 770...........20:000*000
4073............0:000/000
\0y........... 4:000/000
3200...........2.000/noo
508,083,3043,3207,5043,5306 f.000/000
48,302, 339. 778,2093,21291
2482,2619,3057.3799. ... |
807,1077,1246,1272,1378,1668 1
1*00,1926,1964.2184,2445,25581
2673,4482,4897,5315,5390,5620}
5787, 5875.........\
901, 320, 689, 759, 766, 853
964, 1086,1072, 1173, 1383, I50
1575,1755,1866. 1943,1955.2011
1172, 2188,2285,2407,241)5,25b7
2582,2728.2745,2775,2910,2918
3008, 3202,3333, 3340,3354,3375
349.3589,3621,3633,3841, 3944
4182,43l 1,4506, 4567,4683,4725
4853,5026,5066.5n86,5('89,5441 ,
5454,5588,5752,5813,5949,5955/
lOOde ;.........
1,800 de ...........
1
1
1
1
6
10
20
60
400/000
200/000
100/000
4C/000
20/000
Segulr-ae-ha a repre*eolco do pompo-
so e milito applaudido drama de Ur. V.
Hago.
Lucrecia Borgia.
Finalisari o espectculo com o engrscado
doeto, cantado pela Sn. D. Carolina e o Sr.
Costa.
O Melrinho e a Pobre.
Principiara -chegida. de S. Exc. o Exm.
presidente da provincia.
Osbilhetes de camarotes e platea, vendi-
dos para a noute de 18 do corrente, tea
futrada nesta noute.
=3
Avisos martimos.___
-- Para o Aracaty sabe empretcrlvelmcnle
ale! ofioi do corrente por Ji ter parte da carga
engajada o hlale nacional Insume, quein n'elle
quiser carregar, ou Ir de passagern dirlja-se a
ra da Cadeia do Recite n. 49, primeiro e se-
gundo andar.
-- P ra o Rio de Janeiro segu viacem
com brevidade o brigue brsSileiro Animo,
capitSo Domingos Antonio de Azvedo:
quem no mesmo quizer carregar, ir de pas
sagrm ou embarcar escravos, pode enlen-
der-se como capilfio ou com l.uu Josile
S Araujo, na rui dn Cruz n. 33.
PERDA.
Jos Nunes de Ka ra pedo por mullo espa-
cial favor a pessoa que Ihe acliou urna car-
teira do algibeira, contendo nella a quanlia
desessenta e tantos mil ris em cdulas
sendo dua* notas de 30,000, urna de 10,000,
n oulras do 1,000, e juntamente seis meios
bllhetes da loteria do Rio de Janeiro, tres
quartos e dous oitavos, de cujos ntio tem
Ipmbranca dos nmeros senSo de 4725,3597,
314, 5904, comprados boje, e caso Ihe
apresentem dita carteira, promelle gratifi-
car generosamente.
Leiloes.
2.000 premios.
( l>0 Jornal do Commircio. )
Movimento do porto.
Navio entrado no da 19. ,
Jtio Grande do Sul pelo Rio de Janeiro -- 42
dias, e 15 do ultirr.o porto, patacho brasi-
leiro Princesa Imperial, de 139 tonelladas,
capitSo Domingos Kerreira dos Santos, e-
quipagem 12, carga carne secca ; a Aujo-
rim IrmSos.
Navios sahiios no meimo Ha.
Liverpool pela Parahiba barca porlugueza
oberi Finir*, capito Jamos Bioodfort,
carga assucsr.
lllia Terceira barca braslleira Providencia,
capitSo Jofio Lopes da Costa, carga assu-
csr, caf e mais gneros. Conduz todos os
passsgeiroa que trouxe.
California barca americana lUcrmaid, ca-
pitfio G I. O Smith, carga a mesmaquo
trouxe de Boston.
Navios entrado no dia -JO.
Sidnay 92 dias, brigue ingloz Ktbecca, de
236 tonelladas, capillo R. Simpson, equf-
psgem 10, carga lia e madeira de cons-
lroc{8o; ao capitSo. Conduz 1 passagei-
ro, veio refrescar, ficou incommnicavel
por 3 dias por nSo trazer a caita de
saude.
Havre 45 dias, barca franceza Mis, de 166
tonelladas, capitSo Tombarei, equipsgem
15, carga fazendas e mais gneros ; a 1.
R. I.asserro & Companhii. Passageiros,
I. Nora, Ajmelio Eleonora Felipon, A. fian-
joy, Francisco Jos Pereira.
ED1TAL.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, que no dia 32 do corrente, deqeis
do meio da, se ha de arrematar em hasta
Eiublica o seguinte; abandonado pelos direi-
os porLoiz Bruguire: 33 pares de meias
de seda curtas a 16,000 rs. a duaia, total
44,000 rs ; 14 pares d* Atlas compridas para
senhora a ((,000 rs. a dnzia, total 21,000rs.
i duxia da luvas de seda curtas por 7,000 rs.,
13 dazias de luvas sem dedos, compridas, e
de seda a 14,000 rs. a duzia,total 168,000 rs.;
8 duzias de meias de seda curtas a 16,000
rs. a duzia, total 138,000 rs ; sendo a arre-
matarlo livre de direitos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 19 de julho de
1851.-vO inspector interino,
Danto oti Fernanda Barroi.
Declarares.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraiit do
fazenda. manda fazer publico que os refor-
mados da marinba e exercito, passam, em
cumprimento da ordem do tribunal do tbe-
souro nacional de 17 de marco do corrente,
a sr paga pela pagadoris doa ordenados da
mesma tbesooraria, do que teem vencido,
e vencerem do primeiro do corrente mez em
diante, por mel de quHacSes dadas as fo-
Ihas, do modo por que se pratci com os
aposentados e mais pensionistas do estado,
abrindo-se-lhes assentamento i vista dos
seus ttulos, que deverSo para este fim pre-
sentar com a prova de larom pago quclles
que o deverem, os direitos de cincoenta por
canto, porque, aioda os devendo n'Jtii
satlsfazendo ateo lim do corrate mez, dan
por dianle Bcar suspenso o seu pagamento,
O official maior,
Ignacio dos Santos ta Fonseea.
0 lllm. Sr. inspectora thesouraria da
fazenda provincial, nnltidi fz- f'ti.' '1
3ue a arrematarlo das casas da povacfio
os Afogados annunciada para hoje, (ira
transferida para odia 24 do corrente. o se-
cretario Aut'jniv Ferreira da Annunctaco.
REAL COMPANHIA DOS PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
O Vapor Severa, commsndan-
1 te Vicent, deve aqu estar na
manliS do dia 22, e seguir na
tarde do mesmo dia para os
portos da Europa j anunciados : as pessoas
3ue pretenderen! pssssgem para qualquer
os portos, om que o mesmo tenba da to-
car. deverSo Iractar antecipadarneote em ca-
za da respectiva agencia ra do Trapiche n.
42; advorte-se que para maior commodida-
de dos passageiros a companhia leni arraei-
jsdo que estos vapores demorem-se neste
porto dose horas de dia claro, tanto em sus
viagem para o Sul como para o norte.
Consulado Britnico.
As malas do vapor inglez Se-
, t-ern para a Europa, eslarfio a-
bertas segunda feira,das 9at
'' as 4 horas, e Jevem fechar se as
2 horas da larde na terca feira 32 do cor-
rente : depols da hora marcada e ailixada
"a porta do consulado nSo se recebera carta
alguma debaixo de qualquer pretexto, con-
forme as ordens terminantes racobida.
Tlieatro de Apollo.
Umull feira, 33 deJullio de 1851.
DA DE (JALA.
Jnniversmrto ata occlemacio da MtioHdarl* de
Ana Mtgestadc o Sr. Pedro II.
Abrir-se-ba a acea eem
'Mk'
-- A. S. Corbelt, tendo de relirar-se para
fr do Imperio, faz leilSo por intervenefio
do corrector Miguel Carneiro, de loda a sua
mobilia no dia quaitt feira, 23 do corrente
as 10 horas da manhS na casa de sua re-
sidencia, na ra do Hospicio, junto ao
quartel.
-- O corrector Miguel Carneiro, far lei-
lSo no dia terca feira, 22 do corrente, as 10
horas da manhS noseu armaiem n. 40 :,s
roa do trapiche, de diversos trastes novos
e usados, louca, vidros, candieires, lanter-
nas, selins, relogios, pistolas, espingardas
inghzas, e ontros muilos objectos quese
entregara por todo o preco: assim como so
meiodia em poni ir a leilSo urna .porefio
de charutos chegados ltimamente da Bahia
quesera entregue muilo em conta.
Jos Rodrigues Pereira far leilSo, por
intervengo do corrector Oliveira, de cerca
de 300 barricas de farinha de trigo: tor;a
feira, 22 do corrente, as 10 horas da manhS,
no armazem do Sr. Joaquim Lopes de Almei-
da, por detrs do tbeatro antigo desta ci-
dade. r
Kalkmnnn IrmSos farSo loilSo, por in-
tervengan do corrector Oliveira, de grande
e variado sortimento de fszendas, todas pro-
priasdo mercado': segunda feirs, 21 do cor-
rente, as 10 horas da nianbS, no sau arma-
zem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
Loteria de iN". S. do Li-
vramento.
O cautelista Salusliano de Aquino Ferrei-
ra, faz sciente ao respeitsvel publico, qoe
as rodas da mesma loteria andam imprete-
rivolmentenodia 33 do corrento mez, e aa
suas mui afortunadas cautelas acham-se a
a venda, na praca da Independencia n. 4,
loja de miudezas ; na ra da Cadeia do
Recife B. 46, loja demiudezas, e no aterro
da Boa Vista, loja de calcado n. 58, e paga
no dia 24 do corrento, das 9 horas da ins-
ulina, at as 6 da tarde, as cautelas premia-
das da mesma lote/ia.
, Ai'enc&o.
Na nova cocheir dama doCano.deMano-
el Pereira de S, jJugem-se bona cavallns,
compram-se c recvem se para tratamunlo,
sendo tratados a farelo, milho, lio 111 capim
egarapa: as pessoas que pretenderem, di
rijam-se a mesma, a tratar com Joaquim
Izidoro da Silva.
Vaia praca, hoje 21, pelas 4 horas da
tarde, para ser arremata, a mobilia do fina-
do Meroz : no pateo do Carmo, a porta do
Sr. Dr. juiz dos orphSos.
Escravos fgidos.
lOOgOOO rs.
Do engenho Agoas Claras do Uruc da fre-
guezia de S. Aino, rugi no dia 17 do cor-
rente mez de julho, o escravo crlouln de no-
me Venancio, com ossignaesseguintes : sl-
lura regular, clioio do corpo, cor fula, tem
falta de dentesna frente, do lado superior,
rosto redondo, olhos grandes, e fundos om
pouco, cara redonda, foi escravo do Sr. C ur-
den n do Brejo da Madre de Dos, conhecido
por Abbade, esse escravo roubou roupa de
Comuttorio hmeopathico, ra do Colle-
gio n. 35.
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas gratui-
tas aoa pobres, todos os dias utois, desde 9
horas da manbSa, at ao meio dia, depbia
des: a hora visitir em sua casa oa doenles,
3ne i.vorom precisSo, o em casos cxiraor-
inarios a qualquer hora do dia, ou noute;
recebe doentes para tratar, ou fazer qual-
quer opcracSo em urna casa para isso des-
tinada, fra da cidade, sendo o preco de
1,000 a 3,000 rs. diarios para os escravo,
conforme as condc,0es que se estipularen!,
e 3,500 rs. para homens livres : as pessoas
que nSo poderem comparecer no consulto-
rio pdem enviar suas informacoes por es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome,
idade, temperamento, constiluitSo, resi-
dencia, e especificando todos os incommo-
dos que soffre e as molestias que sntenor-
mente tem tido.
-- Oabaixo assignado avisa ao Sr. An-
tonio Paes Brrelo, quo o seu oscravo de
na(3o, de nome Francisco que o dito Sr. re-
mellen a 3 de ntaio do corrente auno, falle-
ceu hoje 17 s 10 horas do da, da mesma
molestia que j padecia,em consequencia
da qual molestia veio para se tratar a man-
dado do mesmo Sr.
Jos da Fonseea Silva.
Alugam-se duas cauoas, sendo urna
de carga de 600 lijlos, e oulra de mllhci-
rn d'ai ..'liana grossa : quem dellas preci-
sar procure a Msnoel Fumiuo Ferreira, oa
ra da Concordia, ultimo sobrado ao Sul.
Anua Mara Muniz preivne ao publico,
para que pessoa alguma d nada a nin-
guem, em sou nome, anda mesmo por es-
cripto, sem quo primeiro se entenda com
ella; pois ao contrario por nada so respoo-
ssbiisi.
Perdeu-se, na igreja do Carmo, no dia
,16 do corrente, urna pulceira de ouro, com
"urna flor esmaltada do asul, com um dia-
i mante no meio : a pessoa que a achou, que-
1. Q t rendo restituida, leve-a a ra da Penha.so-
I. Silva, voou um p.p.g.io de 3 JSltelfiSySSBtf #52 "Ue s
^^ nnrtfi lia Pirihirnua nalna rumiara i> IlUfcl:
Elementos de hoinopathln.
Por todo o mez de julho, sahir a luz a
I.' pane -.Testa obra compoila pelopro-
csstir hoineopaiba Gosaet Bimont; di-
vidida em tres parles. Ei(a prlmelra com-
A prebende, o dlscuno prcllmluar, a in-
tm Iroduccao, o exame do doenle.a etcolba
do remedio, o emprego dos remedios,
o rgimen e os conselnos clnicos, com
2 cxplicacfio dos nomes gregos e anato- J
micos empregados em medicina, e a
iudicaco dos medicamenlos apropria-
dos para cada caso de enlermidade. Es-
ta obra he u(il, tanto para os medicoa
que se dedlcarem a esperlmenlar a no-
va nuil 11 i na, como para todas as pes-
soas de boa voniade que se quizeieiu
convenctr por eiperlencias da vekdade
d'esta doutrina, por ser ella multo clara
ea iuielligcncla de todos.

' Arrenda-se, ou vende-se urna casa de
pedra e cal, sita no Monleiro, com terreno
para plantar e com arvoredos de frncto, por
preeo eoinniodu : le ata-so na roa dssTrin-
cbeirasn.48, primeiro andar.
o Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do llangel, queira mandar pagar a as-
Avis-se aoa seohores qu
inda se acham devendo contas na
loja, que foi do fallecido Jos Pin-
to da Fonseea e Silva, na ra No-
va n. 11, que o praso marcado,
para pagarem suas contas est a
acabar no dia 3i de julho ; por
tanto novamente rogam os liqui-
datarios, aos mesmos senhores que
mandan saldar suas contas, pa-
ra nao serem executados judicial-
mente.
1 :>> ni i a- Garniel* com loju tic re-
lojociro, ra Novn 11. 22.
Acaba de receber pelo navio francez Ce-
sar.iiui sortimento de beijoulariasdo ultimo
gosto,dito adrice 1 para senhorss, pulceiras,
brincos, alfinetes, cassoletas, relojinhos de
ouro com seus competentes preparos para
senhora, relojos de ouro patente suisso, dito
patente Inglez, dito de prata dourado, e fo-
Iliados dourado patente suisso, inglez, e ori-
sontaes de prata, relojos de banca o do p-
rede, muilo bons reguladores, eorrenlese
transelins, oeulos de ver ao longe, ditos de
tbeatro, e um sortimento de oeulos para vis-
ta robusta e myope: vender ludo por
um ui eco muilo razoavel.
O Sr. Carnier nao podendo vencer com
os concertos de relojos, recebeu de Franca
um ofilcial perito na arle, e daqui por diau-
te se entregar os relojos com toda a brevi-
dade: l se acha tambom um sortimento de
instrumentos para ourives e cadiubas do
todos os tamanhos.
kkk ss vsartXA \ w^ssssBvw^^ffi
icJouda.
lo
nivoo|iniliico lo Itrusil.
GRATUITO PAMA OS POBRES.
, ""JS ru? Au8.usl> defronte do sobrado (J* Rufl do alerro a Boa.visla _
do fallecido Jase Colares, sonde n>ora o Sr. | >/ Kulldadu pei0 cirur
- Joflo ftarciso da roncee possoidor de, q Esle consultorio est
lurentiiia
rom
! porto de embarque pelos fundos, o nesta ly-
letras vencidas e a vencer, com hy, otlieca horas d ma- d
m ...,.ro.fc,u,.*..,-..;!o ggag: pretrAsvx j
en, tu 1:1 publicada neste diaria n. 149
8 de Julho do 1847, e regislrsda a f. 65 do O
qualquer q
' Juros Je 3 por canto ao mez, sobre penbo-
iivro r^registro'g^l a hyelbe-c |O Jg $ V^fSTwSX *" S5.W? ^
0
serSo visitados em seus domicilios a q
O toda e qualquer hora do dia, partici- X
, ni! 1 >it\ i'iiTKiillnriii aii na e sn 'V'
ultorio, ou na casa
1 defronte da matriz, O
andar, na mesma. O
de valor : na ra do Collegio, loja de minie
zas n. I, l)., se dir q uem d.
S:iu le lluilllnil-go
Frequentemente acontece entre ns ven-
derem-se e a slugarem-se bichas caneadas
e que nfio fazeni maior sangra do que a de
um percevejo por um pre(o exorbilaute ,
leriores; roga aos Seohores de annos do
foros vencidos, e aos mais em goral quan-
do se vencerem, se sirvi-5o mandar-llio pa- $ "^ "m'wS
arda casan. 5, Q imre,|, 88 d
j presenlando- g tereeira
Ihe o ultimo recibo que pg: para o anno- anQOQQQQQQQQQQQQC,
lar : revoga o annuncio que fez uo diario ww ^uvvvvvvvv / 1 T11.J. ---------- '- rw ---------------->
cima citado, e declara que da datadehojo Oabaixo assignado proiessor jumiaao por isso quem as quizer boas, e vigorosas
nidianle, em quanto existir u referida hy- na cadeira de geographia e historia do lyceu as achara recentemenle chegadas na ra
lotbcca, sao nullos os recibos que nflo desta cidade, competentemente autonsado estreita do Rozario n. 13, padaria qua fui
estiverem assignados pelo annuncianle. pelo Exm. presidente da provincia, continua j0 Cunha, ondo sn vendeos, e alugam, por
Jos Luiz Pereira, prelendendo acabar a ter aberla sua escola particular de pnmei- m,.,i., do que em oulra qualquer parte,
al ofiai do corrento anno, com a sua loja ras letras,Matfm, e francs. Ospaisdefa-; oabaixo Bssignado faz publico, que
do ferragem da ra Nova n. 16. offorece a milis, qne, de seu presumo, se quizerem om 7 j0 corrento mez, Ihe foi recalhido em
qnem a queira comprar, e principa desde ulilisar, conliando-lho a educaj3o de seus sua estribara da ru do Apollo n.25, um
ja a vender qualquer porcSo de ferragens ou,' Olhos, podem dirgir-se a casa de sua rcsi- cavallo com cangalba, por um homem do
miudezas, pelo que Ihe custaram ; aproveiAdencia na ra do Fagundes sobrado novo de- mato, e como nao lenha apparecido para li-
ta ao occasiSo para rogar a seus devedores, fronte da Ribeira. irar dito cavallo, por isso faz-se o prsenle
Affonso Jcst di Oiioeira. lannuncio, para quem Ihe pertencer ir bus-
Luiz Francisco Colaros retira-se pf'ca-lo, pagando as despezas, isto no praso de
Maraoso. f 30 dias. Joaquim da Costa Vieira.
liiiiii negocio |tiiri se Kanliur. | b. Umbelina Wanlerley Peixoto, pro-
N3o convindoao aba.ixoassignado conlis fessora particular, avisa a quem convier,
aa venda da ra da Cadeia do Recife n.25, nuarconi a fabrica de cordoaria, pelos seo-jque ella, autorisoda pelo Exm. Sr. presideu-
defronto do Beco Largo que venham pagar afazeres, o obngac^es a qua esla encarrega-, te da provincia, por despacho de 19 do cor-
seus dbitos at o fim do corrente mozdo do, tem resolvido vonder todos .os ulenciliosirente mez, continn a ter aberto a sua es-
julho, na certeza de que os que nfio lizerem da aiesma fabrica, fornecendo ao compra- cola de primeiras letras, na ra da Cadeia
terfiodever seus nomes publicados, o se dor, a arte com todos os csclarecimcntos deS. Antonio 11.1 i, segundo andar doso-
proceder nos termos da lei. precisos para qoalqucr pessoa poder dirigi-
-- esappareceu no dia 14 do corremo la, niio so no tbnco do cano, como lam-
niez nesta cidade na ra Dircita daa 2 horas bem|oo linho, couro, e oulras qualidades de
para 3 da larde, um cavallo cncangalhado cordagens ; lambeui vendo hum terreno de
com os signaes seguintes : castauho cari-ta trras propriaseenchuto com capacidade, o
e com tres on qutro ps braneos, castra- cxtencSo precisa para se montara fabrica,
do, marcado no qoaito direito : quem del- O abaixo assignado afisnsa hum lucro certo
le tiver noticia, dirija-seprata da boa-vis- a quem quiser empregsrnSo muitocspital
la, vendan. 13. que ser tocempensado. neste negocio: As pessoas que quizerem
-- Um moco brasilciro de boa familia queja montar a dita fabrica 110 antigo estado em
tem alguma pralica no coinmercio deseja em- que esleve deverfio entender-so com oabaixo
pregar-se em una caaa cxlrangeira ou naci- gssignado na caza do Sitio Arac em Sanio A-
nalno desempenho do armaiein ou da co- mjririho nos dias uteis alhasS horss ds
branca: em quanlo a sua conducta pode spre- ,, e Ls aja3 Je guarda a qualquer hora
senur asmelhores recournicndataes: quem de (' A"
seu presumo se quiser utiliiar dirlja-se eui ll1.
queirfio salisfazer seus dbitos no prazo do
30 dias, para nfio coustranger a chamar por1
luidas publicas aquellesquese esquecerem.
Novamente se roga a todas as pessoas
em geral que estilo devendo contas antigs
Vtea de pona, i* prata.
Compra-se urna bonita faca de pool, de
[irata, do muilo bom goslo re, de8 pol-
egadas de com primelo, ao mximo, que
he para urna pessoa que deeia partir pelo
vapor inglez em aa do corrente! porUolo
quem quizer vender o ohjeclo MiaH, n-
ouncie Compra-se um dicionrlo de ortu-
guez para francez, o de francez par portu-
guez : na ru do Crospu, ioja n. .
Compram-se escravos com oficio de
ferreiro, carpinteiro e podre ro, ssim como
moiecoles o molecas de 14 80 anno e mo-
ca indas com babilidtdes : o ru do Colle-
gio n. 25, primeiro andar.
Compra-se urna escrava, perfeita eu-
gnmmadeira ocostornira, para um eneom-
iiienda, e urna molatinha, ou negnnha da
bonita figura, com 10a 12 anno, sem vicios,
nem achaques: na roa larga do Rozario, se-
gundo andar n.28.
Compra-se ums escrava, que saiba bem
engommar e cosinhar, e nSo tenba vicios,
nem achaques : na ra do Amorlm n. 15.
Compram-se e vendem-se escravos, e
recebem-se de commissSo.tanlo para dentro,
como para ra desta provincia, e se adun-
ia din 1,ciros sobre os decommissSo, sem se
levar joros, sendo de bonitas figuras: aa ra
das Larangeiras n. 14, segn lo andar.
mmmmmmasmmt
Vendas.
I'Mides do liio de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se
bilhetcs inteiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos da decima qoar-
ta loteria do theatro de Nictheroy,
que se espera a lista, ou jornal no
dia ai, pelo vapor inglex.
Aimlii iiiai- [Mcliinclu
Corles de casimira preta, lina, por.OOi)
rs. ; ditos de cores, a 6,(00 rs. ; bro atran-
co tranca lo de linlio, a 1,800 rs., O corte de
calca, dito escuro, al,6U0rs. dito da lis-
tras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo a. .
-- Vendem-se ricas estampa de N. S. do
Carmo, tanto om fumo como douradts, as-
sim como oulras multas imsgens, propriis
para ricos qusdros : na ra Npa n. 6.
Vendom-se azoite doco a 480 rs. gar-
rafa, cha issou a 1,920 r, a libra de caixa
grande, vinliu de Lisboa a 220 rs. a garrafa,
1600 a caad*) vellas de esperncete 600
rs. a libra, e garrafdes novos a 1,000 rs. :
na venda da ra do Sauta Rita n. 5.
Vende-se um preto do 30 anuos: na
ra da Praia u. 34
-- Vende-se una preta de nacjlo, de boni-
ta figura, a qual lava, engomma eoosinha
o diario de urna casa : oa roa do Vigario n.
20, segundo andar.
-- Vende-se unta escrava creoul, de bo-
nita figura, cosinlia o diario de um. casa :
na ra do Caboga, loja de Francisco Joa-
quim lijarte.
Vende-se um escravo robusto, oplimo
para seivico de casa, ou de sitio, por preco
bsslante cummoJp : na ra da Peno o. 5,
primeiro andar, jonlo ao sobrado do Sr. bri-
gadeiro Joaquim ilornardo,
Vendo-se urna linda molatinb multo
al va, de 10 anuos, que cose sou* ivel e trata
do meninos; 1 dila de 18 annos, grvida de
5 mezes, que engomma, coso muilo bem a
de boa couducla ; 3 relas que engumam,
cosinham e silo boas quitandeiras ; 1 dita
brado da esquina : os pais do familia que I perfeita lavadeira o quttandaira, muilo mo-
quizerem tuatiicular suas (libas leram en- c,a ; 2 ditas de mei< idade, boas para todo o
irada franca na osela, para verom os tra- servico; 1 bonito niolato de Isa JO anuo.-.
balliu.- das a I iiiniia-, o melbodo adopta Jo e I perfeito ofilcial de pedreiro, de elegante l-
os estatuios. gura, ptimo par'pagem; I bom preto do
~ No dia 18 do correlo, ausentou-se da meia idade o qual entende de sitio; S ritos
olaria dos Remedios, um preto canoeiro, de' muito moco9 e bons para todo o servico: na
nome Joaquim, inca" Cacadige, de estatura ra da Cadeia do llccife numero 31, p'imci-
regular, representa ter 25 annos do idade, ro andar.
seus parceiros, quasi lo las de algodioda
trra, levando um chapeo de couro i quem
oapprebender levar ao dilo engenho, ou I pagar a Tetra de 712/212 rs., sacada aos 31
carta fechada aob'lctra M. a esta typgraphia. J/noe' ,"h d" Vei9?- ,
Precisa-sc de urna pessoa que seja peri- No pateo da Ribeira, loja do sobrado
ta ca plantafca de sitio, para o laier un u. 15, engomma-so e lava-se todt a quali-
um no lugar do Remedio : quem esliver nesus dade do roupa, por prec,o mais commodo
circuinstancias, dirlja-se a alfandega desla ci- d0 qu0 ern oulra qualquer parle.
dade a seu porteiro. Aluga-se urna casa de dous andares
Aluga-se, por preco commodo, o sr- 'nos Darros de S. Antonio, ou Boa Visla, ou
mazem do sobrado da ra do Apollo n.8 : a |ent8o deum anjtr esotfio, que sejam de-
tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou- cenles e unbam suflicientes commodos pa-
za Jnior, na ra do Queimado, loja nume- jri nurnr08a familia : quem tiver, annun-
ro n. 37 A. 'ci, ou dirija-se a Soledade, sitio dos Qua-
Roga-se ao Sr. T. G. o favor de mandar -
cara redonda e cor um pouco fula, nariz
chato e lodo repudia lo em roJa, que pare-
ce ter sido (inclinado, porm he deleite do
bexigas, das quaes ainda tem alguna signaes
polo rosto, tem pouca barba e he quebrado
das duas verilhis, Jevou calsa o camisa do
aigodfio do fra c chapeo de palha : roga-
se porlanto a todas as autoridades policiaes
Vend-se um ptimo escravo, preto, de
naca i, bom trabalba lor: a tratar na ru do
Rrum, armazem dcassucr de Silva Barro-
ca, ou na ra da Cadeia do Recife n. 42, pri-
meiro andar.
Vende-se urna negrinba de 13 annos,
muilo linda e he recolhida : trata-se aa ca-
sa terrea n. 35, ao voltar da Trompe para a
e capites de campo, o fsvor do o manda- Soledade, pouco antes de chegar ao ferreiro,
k-
o ru Direita n. 14, que receber 100,000
rs. de graliflca^So.
Adrrtele ao Sr. EstevSo de Albtiquer-
quo Mello, aprondis de (dalgo, que deve
ter milito em considerarlo, qne serfldalgo
be urna couss, eque nfio pagar dinbelro a
quem se deve he oulra, que mande de Goi-
anna pagar sua letra vencida, eque os es-
condrijos' de Cuntan, e Villa Flor, nfio he a
California para ondo se difiiculta a viegem.
Roga-se so Sr. lUnoel de Mello e Albu-
querque, fllho de outro, morador no Tamoa-
t, icima de Pedras de Fogo lego e meia,
provincia da Parahybs, que s viro de tram-
roliuas, v ou mande a Goianoa, aonde uo
ignora, pagtr o que deve, e do conUario,
lera de ver seu nome por todo este mundo,
so tido c bavido por calloteiro : ipezar de
que o Sr. delegado do pilar de muilo devia
ter livradi) parte dg Goianna e Psrahyba de
um tal mllafre que em tfio pouca idade terr.
tii'i mitin do quo Mercurio,e ser capas para
o futuro passar aioda alom do lago esligio
nos cava 11 A, e Jos J!loreocio.
A bem 'fjs desamparados.
Avisa-sc aiSr. capit.lo commandanto Jo.lo
Dias da Silva Coitinbo e Araujo Pereira, cu-
ja pateule Ihe (Vi dada pelos Preais de Mo-
coz, que tem alilhado de feitos sem tffeito
os cartorios do foro de GoianOa para cobrar
urna divida do casal do finado Jos Correia
de Amorim, cujt divida nfio tem Torca de
letra, ejmonle de 360,000 rs. a um cont
o tanto; que asiim como soube aonde esla-
va m os oscravos Josefa e Rila, melhor sbe-
la aondo esl os herdeiros do casal. Que se
deixe de engaar a quem conbece o Sr. ca-
pitSo, quo foi fszer embargos na comares de
Na/nretli, som deprecsilo.illudiudo os ollici-
aes ser de comarca de Coianna para all ir fa-
zer o deposito,lirondo do poder dos scussu-
brinhos legilimos orphfios desamparados os
nicos escravinhos que lhes servia de arri-
mo; alegando terem sido apartados para seu
pagamento em um inventario, auca relacllo
annullou, citando por cartas m edito* ale
herdeiros dentro da comarca de Goianna. O
Sr ctpitfio deve saber, que a divida dos ca-
saos sfio justificadas na factura dos inventa-
rios, este que est por se fazer, nfio so pode
arrematar bens Se o Sr. capitfio conseguio
osses favores antes do Sr. Joaquim Raphael
de M lio, ja nfio os obter, poiem o Sr. Ra-
phael couhecer mais as causas de demandas
de Goianna do que o anouncisnle ao Sr.
,oeiid3 O Custodio.
Hogao as pessoss que levaram capas
da Irmandade do SS. Sicumento de Santo
Antooio, nos actoa dasenilna sanct, baja
de s entregar na mesma igreja, quo exi.te
receba, poupando assim o trabalho
do marco do kh, e pagavel aos 31 do de-
z 'rubro do dilo aono, no engenho Ma^anga-
no; cuja letra veio acompanhada de urna
carta que dizia, se eu nfio pagar no dilo
lempo tifio linha mais contemplado, uem
tro Ledes-
-- Jos Consalves Villa Verde, faz scien-
te ao publico, quo d'ora em vente se assig-
nar Jos Gon$alves dos Santo..
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico qne a propriedado denominada Con-
coi^fio na freguesa de Muribeca pertencen-
no prazo nem nos juros ; e se por por fstali- l0 aos nerdeiro9 je Filippe Filgueira de Me-
ro o bymno ncio-lquem .-
"l.me*toptoctmpwmk-lnmtati,ein deas mandar buscar na casas onde x,s-
presenoa da efllgie de S. K. I. |tem
dade de nfio cumprir a sua prouiessa dentro
de oilo'das, ver o seu uome por extenso
oeste diario.
Aluga-se um sobrado de 2 andares as
ras seguintes : ra Direita, ra do Livra-
inenio.ipateo do mesmo, ra do Queimado,
ra do Crespo : quem liver e quizer alugar
dirija-se a ra da Praia n. 55.
ooooooooooooocooo
n lina (la- Cru/.c- II. 28. O
Consultorio homaopatkico do facullali voJ.B. Casanova. Q
Gratis para os pobres. 0
Na ausencia do facultativo J, B. Ca- A
sauova, o professor homceopatha w
Cosset Rimont csntiouar com os O
trabalhos do mesmo cousultorio, on- O
de poder ser procurado a qualquer O
O hora. O
00000000009000900 o
Pedro Allain participa ao respeitavel
puhlico que tendo comprado a parle que
M> nriquo Rehm linha na coxeira de fra de
Portas, se obriga pelo pagameuto das vinle
nezes, he obrigada a epgeoho Novo da
mesma freguozia, como consls dos ttulos
de dita propriedade e das cscripturas do re-
ferido engenho. O allano assignado pro-
testa sustentar e fazer valer o seu direito;
e para que ningueni se chame a ignarancia
faz o presente. Joaquim Hachado Portilla,
proj rielarlo do engenho Novo de Muribeca.
Precisa-se de urna ama de leite quo le-
ona bom lene ra das Flores n. ID.
Tendo de proceder-se a inventario pelo
juiz municipal ue Iguarass nos heos do fi-
nado Jos Alexandre de Albuquerque, avisa-
se aos credores do mesmo (nado para jusli-
licirem seus dbitos; por quanto suppoem
seus bens deixado nfio chegarfio para paga-
mento das dividas.
Precisa-se lugar ama preta que saiba
fazer o servido de urna casa, sendo tamben)
para comprar: na ra dos Martyrios n. 36.
0 fabricante do carvfio animal da ra
da Concordia n. 80, tem a honra de prevenir
aos Sr. de engenho e de rednicOes de assu-
csr, que pelos melhoramentos trazidos
rabricacBo delle, permitlam-lha vende-lo,
Ve"'le"lr"qSe "foram Mmdt aqeiia 'da m'lhor qualidade, e prec;o Je 1,300 rs. a
occasifio par a compra do mesmo, as quaes 8rr<>hs. em lugar de 1,500, preco em que at
o prsenle o vendifio.
Acha-se procede ndo pelo car lorio dos
foram aceitas por ambos.
Doseja-so saber se nesta cidade, oo em
ootra qualquer paite existo alguma pessoa
orphfios ao inventario do finado Manoel Joa-
morreu em
pertencento a Antonio Jos da Silva casado 'qo'Oi Pedro da Costa, o qual
a primeiravez nesta provincia com F|pp, 1845, as pessoas que se lulgarem credores
Neres, tendo esta fallecida deixando duas ou devaJores *. casal' "J* d se entender
(libas,urna solteira de nome Francisco, ea com LniI AnlonioPereira. na ra doQnei-
Imado.
rem capturar o entregar na ra larga do Ro
zario, padarja n. 18, que se gratificar com
generosiddo.
O advogado J. J. da Fonsoca, mudou
sus residencia e escriptorio, para a ruado
Collegio n. 25, sogundo andar, em que es-
teva a cmara municipal.
Offerece um rapaz brasileiro, que sabo
ler, escrever e contar, com exame da lin-
gos nicional, habilitado para cnsinar pri-
meiras letras fra desta cidade, ou mesmo
para qualquer engenho: quem o pretender,
dirija-se a ra estreita do Rozario n. 8, pri-
meiro andar.
-- Quem annunclou querer comprar doas
(vellas de ouro e urna corrente de relogio :
dirija-se a ra de S. Francisco, cu Mundo
Novo n. 30.
Quem annunciou quorer comprar um
conl.'io do ouro, com 3 a 4 vollas ; dirija-so
a,ra do Mundo Novo n. 30. .
ogii-so ao Sr. empregado do correio o
encaonado da distribuidlo das cartas, que
quando existir alguma procedente do qual-
quer parte, dirigidas a Lavenere, de a nfio
entregar senfio.ao proprio, osla obscrvarfio
faz-se por terem sido desencaminhadss, ou
subtrahidas varias cartas, eentre ellas al-
gumas encerrando valores.
U.solicitador Joaquim de Al-
buquerque e Mello, scientifica ao
publico c com especialidade aos
seus constituinlcs e pessoas do fo-
ro, que o Sr. Amaro francisco de
Moura e Oliveira, deixou de ser
seu ajudante.
Offerece-se um rapaz portuguez, para
amassador de padara, ou caixeiro deven-
de manJrSa at as 9 horas e das 3 d Urdo
em vi rile.
A 160 rs ocovodo
N pra^a da Independencia, loja da esqui-
na n.J, prxima a loja de livnoa, vale se
aigodfio enfranjado escoro proprio para
roopa do servico, a 160 rs.,-o covtdo.
A 2.JOO rs o par.
No aterro da Boa Visla, loja decalcado u.
58, junto ao soleiro, vendem-se lustro, a 2,50o rs., 0 par.
.logo(te vtspora.
No atorro da Boa Visla, loja de ciliado a.
58, vendom-fo jogo dovispora, a 1,000rs.,
esl no resto.
Vende-se urna casa no Brfo Veraio-
lho, ao lado esquerdo, antes da can do Mi-
noel Vieir, com casa de rancho, dita para
familia o um grande quarto separado, que
cabe outra familia, com dous sitios, um com
bastante capim, queda de invern ao verto,
cun 'u.i-iiini.es nucirs, o sitio da casa com
141 palmos de frente e 600 ditos de fundo ;
outro com 218 palmos de frente) uTOOdiins
de fundo: trata-se com o proprieu-jo do
mesmo sitio Andr do Sooza I mbelino, ou
nesta prar;a, no arsenal do guerra, com Joa-
quim da Costa Lisboa.
Vende-se cola do Hio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & l'inliciro.
Vende-se farioh multo lina, em sac-
cas asseverando-se aos fregueses quo he
da : quem delle precisar, dirija-se a ruado! outra e nfio a primeira : na venda que foi
e.- 1 '______,_ A .(.. ^r V... 1. O,..("li,...... (.. ,....,. .......
Codorniz, venda n. 9-,
Pede-se ao muito digno emprezirio do
theatro S. Izabel, oespecial obsequio de le-
do Sr. Nicolao Rodrigues da Cunha, no pa-
teo do Hospital o. 16.
- Vende-se um sitio no oilfio di ifreja
var a scena a peca Licfio para maridos do s> PanlsleSo, no Monleiro, o qual tem al
fazendoS. S. a parle do coronel: isto pedo!^un9 arvoredos irotit'eros, e bota os fundos
oulra de nome Angela, casada com Joaquim
Lopes Freires: o mesmo Antonio Jos da Sil-
va passou a segunda nupcias na provincia
do Cea 1 o com Paola Jozepb tiendes, o qual
fallecen em 1786, deixando dua (Ibas me-
nores, Francisca com a idade de 9 annos e
Izabel de 8, e depois a viuva mudnu-se para
a ribeira de Jaguarihe com as mesmis lidia-,
e 14 residiram at I7fll, e para negocio de
seu interesse roga-se a qualquer pessoa
que a esta familia perlones, ou outra qual-
quer que della lenha nolicia, dirijfio-se a
ra do Queimado loja de ferragem n. 14 para
saber o que ba a respeito.
--Na ra dss Agoas Verde, n. 14, lava-se,
e engorama-se toda qoalididede roupa, por
preco milis commodo do quo ara outra
qualquer parte.
AloM-se o primeiro andar da casa da
ra do oilio da Matriz da Boa- Vista n. U8,
com quintal muilo largo e murado : fallar
na ra do Collegio 31, segundo andar, ou
no largo do Collegio n. 35. 1
*" Paulo Gnlgnanx, dentista (9
J* francez, offerece seu prest-
# no ao publico para todos os 49
4V mlsteres de sua proflsso : *
# pode ser procurado a qual- #
# qner hora em aun casa, na 0
# iiin larga dn Rozarlo, n. 36, $p
# aearundo andar. ti
^4Pv04j^44jp04jp9Ow904f
- 0 Sr. Jo Alves de Souza : dirijs-se a
livrari da pra^a da Independencia n. 6 e 8,
que se precia fallar-lbe. ,
-- Na padaria da ra do Cotovello n. 39
d-se pilo com vendagem, pagando-se 60
ris em pataca i proloa pelos quaes os se-
nhores se responsabilisem.
Precisa-se de um caixeiro de 10 12
annos que tenh pralica do venda, e qua d
fiador a sua conducta
Terjo n. 22.
Vm germanista.
A pessoa que quer comprar urna faca
de prata : dirija-se ao hotel Francisco, na
ra do Trapiche n. 9.
Manoel Alves Cuerra Jnior, embarca,
para o Rio de Janeiro, as suas escravas Lu-
cinda o Mana.
Precisa-se alugar urna oscrava, que
saiba cosinhar o diario de urna cas, eque
sirva para alguns mandados de ra, parau
servico de pouca familia : quem a livor, di-
rija-se a ra airas da matriz de S. Antonio
n. 12, quo se espora melhor a pretenefio.
Co
m
pras.
- Compra-se um par de flvelas, para r-
palos ; urna corrento para relogio, moder-
na, tudo ouro de lei c sem foilio : na ra da
l'nnl'.a, sobrado de um andar, que tt esqui-
na para o becco do carcereiro.
Compra-se urna prela do (8 a 20an-
nos, de boa figura, boa eondula o intelligen-
tratir no pateo do te, para se em pregar em negocio do rus: o
ra de Apollo o. 12.
para a margem do rio Capibaribe i t tratar
no aterro da Boa Vista n. 34, terceiro andar.
Una vacca, boa de leite.
Ven Je-se urna vacca, muito mansa, boa de
leite : na ra larga do Rozario n.afg, pri-
meiro andar.
-- Vendem-se dous bons quarlios, do
pasto, para carga : oa ra estrella do Raza-
no n. 28, segundo ndir.
SMS99 M.
4) Vendem-se saccas com tremocoa,
54) de alqueire cada urna saces, por eoui- i
9 modo preco: na ra da Crui a. 21.
Vende-so Le I! j francez, primeiro, e-
gundo e terceiro grao : ai ra da Cruin.
40, primeiro andar.
Vende-se um pardo de 18 a
ao annos, de elegante ligura, pe-
rito ollicial de pedreiro e ptimo
para pagem : na ra da Cadeia do
Itecire n. 5l, primeiro andar.
II FrtIV/FI
sa.


"-
Novo sortlmento le fttzendaw, na eoiodo de fuer seu uso, cora radical dos
lolii d ma do Crespo i. G. testicolos, sem iofrer operQilo, nem dor
Corte* da cissa chita fricezi, do cores fl- alguma, cura radical dos cscrotoa, sejim
- carnosidades, erysipelas, ou iiydroccles (a-
(;ois), os remedios para todas eatas moles-
iaa : vnnde-se smente no Rio de Janeiro,
na ra do Sabfio n. 27, o em Pernambuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de Peixolo
& Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer seu uso e dietas que devem
ler as pessoas que dollesflzerem uso.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se tudo por presos commodos : no
srmazemdeJ. ). Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
--Vende-se cobre, e metal ama-
relio e pregos para forro de liarlos por prejo
commodo, em casa de A. V da Silva Barroca
ra da Cadela do llecife o. t.
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece nimias garantas
a scus donos : na ra da Cadeia do
lAecifen. 51, primeiro andar.
4
por 2,000,2,400 e 2,800 rs. ditos de
caoibraias desalpicos, a 3,600 rs. ; cortes
de chita debom goslo, a l,M0 rs., com 12
covados / cassas de qusdroe para babados,
co 8 Il2, a 2,400 rs., a peca ; alparka de
cordSo muilo fina, a 800 rs., o covado, e
oiuitas outras fazendas por barato preco.
No loto le Jos" JoaiTiilin Morci-
ra & Companhla, na na Novo
n. 8.
Vendem-se esmisinhas de csmbraia, com
suasgolinbas, ludo muilo bem bordado, e
do molhor goslo possivel, pelo baratissimo
preco do 3,000 rs., sbente, cada urna.
Chapeos le sol.
Vendein-e capeos de sol de panno com as-
teas de balela pelo prejo de i|920 rs., ditos de
junco a t/280. Na inesma casa tcm un sorli-
mento dos mesmos objectos, tanto para ho-
uiein c senhoras, como para meninos e meni-
nas de escola na ra do Passeio n, 5.
A 4,000 rs.
Vendem-se casemiras de cores, de excel-
lentes gostos, pelo baratissimo preco de
4,000 rs., o corte : no aterro da Boa Vista,
luja n. 18.
Cera de carnauba.
O mais auperlor que lia neste genero, ven-
de-se em porf o e a ictalbo : na ra da Cadeia
do Recite, loja n. 50 de Cunha Si Amorim.
Sio baratsimos.
Vendem-se sapalSes de carneira muilo pro-
prios paia o enverno, por nao sujarem as cal-
fas como acontece com os de grasa, pelo bara-
to pteco de 1/280 rs.; na ra da Cadeia do le-
nle n. 9, loja
Vellus d' sleaiina.
Vcndem-ac estas vcllas da mclhor tiiialidade
posslvel a iftr rs. cada caiiinha de '-'j libras,
Irata-se enm A.C. de Abreu, na ra da Cadeia
do llecilc ii. ll.
Vendas.
Vende-se vinh Chat la Itoze, Cognac, em
caixss do urna duzia de garrafas-, cobre cm
lolhas, zinco cm ditas, servejs de Uaveria,
tudo barato no ro.azem de ('. I. Aslley &
CompSnhia, na rus do Trapiche n. 3.
W9999**?? ???f99
9 Piu loja de I. L. U. TalioMa, ra do
9 Ciespo n. lOvendem-se nscauos szuis
9 de qualro palmo* de largura a 120 ?
^ rs. o covado, e sirjiU), fazenda no- 9
9 vi par pelo a 220 rs. o covado, e 9
? mais largo do 4 e meio palmos a >
f 320 ruis, assim como palitots de 9
9 brim a 5,0o0, pcc,s deilgodfio avaria
9 do a 1600 e 2,000, lambein ainda res- 9
9 tSo alguus chales de seda de 4,500, 9
9 5,000, e ti.OlH) rs. ; fazenda lio assim
9 como outias minias fazendas baratas
m e propnas para a presente eslaciio. 9
#***^ *
Potasen la i-,ii--ii.
Vendc-se potassa da Itussia, recentoroen-
le chegada, o de muilo superior qualidade ,
na roa do Trapiche n. 17.
Farinito fontana.
Vendc-se farinha fontana em barricas ,
muilo nova e de superior qualidade : a tra-
tar com Manuel da Silva Santos, no arnia-
/eiii do Annes, no caes da Alfandcga.
Vende-se farinha de mandi-
oca^ de superior qualidade, recen-
temente chegada de Santa Catlia-
iua, a menor preco do que em
oulra qualquer parte : trata-sc a
bordo do brigue Novo Lobo
defronte do caes do liamos, ou
com Oliveira Parva & Companhia,
na ra do Trapiche escriptorio
n.5.
Para pnlils, a l.ooo rs.
Ka loja da ra do Queimado n. 17, ven-
dem-se casemiras de cures mescladas, pro-
prias para palitos e sobrecasacos, pelo di-
minuto pnco de 1,000 rs cada covado, e
alpacas mescladas, a 800 rs., o covado.
al.^**<*tlfc:^lS^*3" *fl.-v*>
(Bjj a loja Mt Crespo u. o, vendem-se pecas de ma- m
fg, dapolSo, a 2,240 rs., da marca bor- 9
boleta.
chcifni'iii a pexlnena a n>o rs. o
covado.
\ endcin-sc chitas de acento escuro c cor de
tale" de bonitos padioes e corea tha a mcllior
fazenda para vestidos de casa a IGO rs. o co-
vado, dao-se as amostras com peuhor : na ra
du (Queimado ti. S luja dcfionte da botica.
Vende-se erva mate ,
chegada pelo ultimo vapor
do sul: na ra T ova, loja n.
6, cm libras, a 240 rs., e em
arrobas, a 6$ rs., he bebida
mu fresca e dioretica.
l;O.M i: HABATO.
Vendem-se sapatos, ae meninos, do ore-
llias; coturnos de rourO de lustro, para lio-
mem; pclles de cabra; esleirs de palhade
carnauba regulares, c do 2 varas decom-
primento, bem fullas ; chapeos de palha al-
vos, pennas de ema, e cera do carnauba : na
.roa da Cadeia do Itecilc n 49 primeiro
andar.
+&* *X
ACID4DDEPARI5.
Y l\jY .A#C\wV\J&ta ^V V
Kua lo Collegio n. 4.
Novo S' rtimento le chapeos de sol, para
liomcm c senhora, a saber : -- chapeos do
sol de seda, armadlo de hlela, de 4,500 rs.
para cima; ditos dilos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos de panno fino, de ar-
niar.l'i de balcia e de ferro, de 1,600 a 3,2u0
rs. ; dilos ditos de armaclio de junco, de
l.aoo a 1,800 rs., lodos limpos : grande sor-
limeulo de sedas B pannos, cm pera- para
cobir os mesmos, btelas para vestidos e
esparlilhos desonhuras. Conccrlam-se lo-
du is qualidsdcs do chapeos deso, tudo
rom perreicao e por menos p-cc,o do que cm
outra qualquer parte.
Sempre ha muilo bons escravos para
se vondercm, por prec.o mais cm conla do
que em outra qualquer parte, e n3o se nc-
cullSo as molestias, vicios e achaques dos
ousmos, sabend se dellcs na ra das I.a-
rangeiras n. 14, segundo andar.
m tcm para vender, uui completo sorli- t>
filenlo de modernos enfulles para e- fr-
obors, cunst'Slindo cm lo reirs, ca- fe
mizinhas, golas, punbos c mangui- f>
14 tos de camliraia dealgodSo fina e de fe
4 linho, com lieos borJsdos e por pre- fe
4 co uiuilo em conts. 4
!??#!***
t:ura radical.-
De erysipela e iheunistismo, com enclia-
Cilo, ou sem ella, seja anligo, ou moderno,
oresorvativo contra roturas t> quebraduras,
Ma loja do sobrado amarrllo, nos fe
I ara curar da phtysica em lodos os seus
difTerentcs graos ou motivada por consli-
pac.Oos, tosse, asthm, plcuriz, escarros de
sanguc, dr de costas e peilos', palpitacSo
no corado, coqueluche, bronchitcs dr
de garganta e lodas as molestias dos or-
gos pulmonares.
De todas as molestias que por heranca fi-
camaocorpo humano nenhuma ha que
mais dcslruitiva tenlia sido, ou que tenha
zotobsdo dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que be gcralmentc conhecida por moles-
tia no bofe. Km> varias pocas do s-
culo passado, tcndo*-se ollerecido ao publi-
co diflercntes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle lem leilo ;
porcm quasi que cm todos os casos a ilusilo
tem sido apenas passageira *e o docnte
torna a rccaliir em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio ISo re-
commendado oulro tanto no acontece
com este extraordinario
-- Vendc-se acode milio verdadeiro, cm
grandes ou pequeas portos : em casa de
Me. Calmont&C, pra?a do commercio n.
Il.ounoscu armazem do machinismo ni
ra de Apollo n. 6.
Cal le Lisboa.
Vonde-so a mellior cal de l.i boa muilo
nova, chegada ha poucosdias na Barca Li-
gcira,e por preco muilo^m conta : na ra
do Vigario armazem n. 7.
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomcados pelos
Snrs. It. C. Vales & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Snr.
Jos Mara C. Hamos, na ra dos Quarteis,
n. 12, junio ao quarlel de polica, onde
sempre acharOo o nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Chapeos de sol.
lina do Passeio,n. 5.
.Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimenlo destes objectos de todas as c
res qualidades, tanto de seda como de
panniuho, por presos commodos ; ditos pa-
ra senhora, debom goslo: estes chapeos
silo feitos pela ultima moda; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas c
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
mac.es servidas : lodas estas fazcndavne s-
dem-se cm porco e a relalho : tambom se
concerta qualquer cha'pco deso, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por sorem
os msis fortes que se podem fabiicar.
Vendc-sc manteiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dila franceza a 560 rs., a libra;
cafe em grao, a 160 rs., a libra; ola, a 1,920
.. a libra; dito, a 2,100 rs.; sevada, a 100
rs., a libra; farinha du Marauliu, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 o 9 cm libra,
a300rs.; toucinho, a 210., a libra; quei-
jos novns, i 1,500 rs.; boUchinlia inglcza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a 640 rs., a garrafa ; dilo em ca-
adas, a 2,560 rs., o outros mais gneros:
na ra da l'raia defronto da ribeia do pei-
xe n. 1.
Pannos finos le lodos as i|iin-
lldadea.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-sc panno lino
preto, a 3,000, 8,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000,4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,000 rs.; dilo verde, a 2,800 rs.;
dito muilo claro, a 4,000 rs. ; dito curdo
rap, a 3,000 e 3,500 is.; cortes de casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; dilos de
cor, a 6,100 rs., c outras fazendas o mais
baralo possivcl.
Nova in-cli im-lii -
CorOs ile casia hila, 2.000 rs.; dilos tic chi-
ta inleiros com 12 covados, a 1,600, 1,800 e
2,000 rs.
Na loja da esquina da ra do Ctespo, que
volla para a Cadeia, vendem-se curtes de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800 e 2,000 rs. ; ditos de cimbris >
branca com lislras de cores, a 3,000 rs.; di- [
tos de salpico, a 3,000 rs.; corles de colete
defustSo do ultimo goslo, a 1,600 rs e ou-.
Iras muitss fazendas por pre?o commodo. f
a 486oor>., apeea.
Na loja n. 5, da esquina que volta para a
ra do Colico, veudem-se riscadinhos de
Quatro Cantos da ra doQjrimado, fe cores fitas, pelo barate preco de 4,500 rs., a
' peca, assim como casimiras do algoJ3o, a
1,800 rs., o corle.
-- Vendem-se lonas largas a iinilacao das,
da llussi, muilos forles, por sercm de li-
nlio, propnas para encerados e camas de
vento, pelo mdico pieco de23,000 rs., ca-
da urna peca : na iui do Trapiche novo, n.
18, segundo andar.
Ven icm-se as seguintes se-
mcules:
dcalios, ditas de ditas inglesas, ditas de ra-
banoi encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
blas de Selubal, ditas de alface altama,
ditas repolhudas, ditas de cove trinchada, di-
tas de aenoura amarellaa, dliai de chicoria, di-
tas de cocnlro de tocelra, ditas de salsa, ditas
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
espinafre, ditas de plplnclla, dllaa de alpo,
fcijao, carrapato de tres qualldadefc, ervilhas
tortas c direitas, rabanetea encarnados e bran-
coi: na ra da Cruz d. 46, defronte do nr.
Cosme. Na mesma casa vendem-se queijos In-
glnes inulto frescaes.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia do Recite n.
12, ba muito superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
preco multo rasoaveis.
Cambalas le seda, a G,ooo rs.,
o corte.
Na loja do CuimarSes o, Henriques, ra do
Crespo n. 5, que volta para o Collegio, ven-
dem-se ricos cortes de cambraias de seda,
pelo barato preco de 6,000 rs o corte, esta
fazenda lio de gostos inleiramento novos.
Arados de ferro.
Na fundirlo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de d i versos mo-
delos,
Monillos superiores.
Na fundirlo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda tnoendas
de canna, lodas de ferro, de um modelo e
i'oiisl' oee.m minio superior
999999--m<9 :#
fe Algodo pnra saceos. 9
fe Vende-se muito bom algodSo para fe
fe saceos de assucar, por preco commo- fe
.i do : 'mu casa de Ricardo Royle, na fe
9 ra da Cadeia n. 37. 4>
fe##lR:(s 8W;fllWM
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiehe, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barco Ligeira.
Deposito da fabrica de Tollos os
Sanios na Italila.
Vende-se, em casa deN. O. liieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella rabrica, muilo propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prec.o com-
modo.
Lombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba,:
na ra do Bruno ns. 6, fi e 10,
fundico de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira. e bracos
de ferro : na fundico da ra do
Brum ns. 0, 8 e 10.
Vendcm-se relogios de ou-
roeprala, patente inglcz : na ma
da Senzalla Nova n. ]>
Vendem-so amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
Moinhos de vento
eom bombas de repucho para regar norias
d baixas do capim : vendem-se na fundifo
de Bowman A; Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6, 8e 10.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. :>.,
vendem-so por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e roupa de
1 sera vos.
Tuixas para riigcnlio.
Na fundicHo de ferro da ra do Drum,
acaba-se do recebor um completo sorlimen-
lo do taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaos acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidilo embarcam-so, ou
carregam-se em carros sem despezas so
comprador.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
Hl'A DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste estabelecimcnlo conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas- de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Km casa de .1. Kcllcr & Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-sc a ven-
da o exceleulo e. superior vi 11 lio lie lili-
celia*, em birria de 5.", he muilo recom-
mendavel as casas estrangeiras, como ex-
cellento vinho para pasto.
*** fffff f ffJTffff fffjj
* Arados americanos. *
~y Vendem-se arados americanos ver- ^j
>. dadeiros, chegados dos Estados- ^
."> L'nidos : na ra do Trapiche n. 8. AAAilAAAs AA4mAMAi
Vende-se superior cognac volito, em
Larris de 12 a 21 caadas na lut da Cruz
n. 55, casa de J. Keller 6 Companhia.
-- Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Andradeol Companhia, na ra dosTanoei-
ros n. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaly, em
porrino o a retalho, por menos pre?o que
em oulra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Ko armarem da ra da Moeda n. 7, con
tnua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sut, e opreco
cm conta.
Agencia de Edwin Alaw.
Na ra de Apollo n. fi, armazem de Me. Cal-
mout&i Companhia, acha-sc conilantementc
bons lortimentos de luisa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhos c ni."Ii Iln- o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstaiinado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, cscovens para navios, ferro ingle
tanto cm barras como cm arcos folhas, e ludo
por barato preco.
YciiJi.-.-mi grande Sitio no lugar do
Manguinbo, que lica defronte dos sitios dos
srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallus, grando cacimba, com
bomba e tanque coberto para han lio bas-
tantes arvoredos de fruclo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
'ande sorlimenlo de 1.1/c inla-
brratas na na do Crespo 11. I 4!
loja do Jos "" -' Olas
A 1000 r*. o corte de brim intrincado bran- I
co multo Incorpado, dito de rlscado de linho
multo largo a 200 rs. o covado, caisa chin del
lodas as cores 240 rs. o covado, chin lian- .
ceza de lisias padrdes escures a24l rs. o co- l
vado, chitas muito fisas a lO rs. o covado, !
aargellin lavrado .1 200 rs. o covado, ricos cor-
les de chita larga franceza de barra a 3,200 n.
nierloi pretos de duas larguras multo supe-
rior a 1,8002,1100 3,000 rs. o covado, ineios cru-
as de superior qualidade a 320 ra. o par, su-
prior plccote innito Incorpado fazenda pro-
prla para escravos a zOOri. o covado, algodau
aiul com mala de vara da largura- a 200 rs. o
covade, berlanba de 4 palmos de largura mul-
to hna a 400 rs. a vara, supprlores challes pre-
loi de la e seda a 6,000 rs. brlm trancada a-
marello muito encornado com listas mludas
sendo de linho a 2.000 rs. o corte, e outras
multas fazendas por barato preco.
fe ViMiduiN-.se o verdadeirocbaropede
fe pontos do embiibi composlo e prepa-
fe rado pelo pbirmaceulieo Jos da Cruz
fe Santos: na praca da Uoa-viala botica
?.11.32. Este charope he eflica/. contra
fe os catarros pulmonares, agudos e
fe chronicos, tysicos, coqueluxe e mo-
fe leslias de corceo ; na mesma lam-
fe bem se vende remedio contra os em-
briagados^ qual ja foi experimentado
fe o seu evidente elTeito de tirar com-
pletamente o vicios que minios estilo
sujeitos.
Vendem-se ricas caixinhas
para o jogo de vollarcte, com ten-
tos de iiarlim ; no pateo do CdI-
iegio, casa do livro azul.
Vende-se superior papel ll machios,
tanto azul, como branco, proprio para car-
inos, ou escriptorios, a 3,000 rs., a resma:
ua ra do Queimado, loja de ferragens nu-
mero 37 A.
Aitencao.
Vende-se a 9,000 rs., cada urna, ptimas
espingardas de espoletas, inglezas, de um s
canu e de boas mullas, as quaessSo Unas e
compridas, e pessoas que tea comprado,
teem allirmado que slcancam bastante, e
que s0o muito cerleiras de chumbo : na rus
do Queimado, loja de ferragens o. 37 A.
Queimado, loja de miudexas n. 3 A, de Jos
qulm Francisco dos Sintos Mais, vende*
ae os muito afortunados bilhetes, mei
qusrtos, olavos c vigsimos da teci1
quarta lotera a beneficio do theatro da im-
perial casa de Nictheroy. que se eapera a
lista no dia -i do correte, pelo vapor n-
glez ; na mesma luja se uiostram as lisias
das loteras corridss.
*
4 I-mu pagens. 6
S Vendem-se destes chapeos, de su- fe
fe perior qualidade por baratissimo fe
9 preco: ns praca da Independencia, fe
fe loja de chapeos de sois prjrtis^
Vi luja iicrnaiiibncana la 4
rna lo Crespo 11. 11. ?
Vende-so merino preto para palitos, 4
caigas, jaquelas, saiss, limeseuu- ?
tros misteres, em perfeito estsd, pe- Cs>
lo baratissimo preco, de 400 e 500 rs. 9
o covado.
V Pasado Publico, loja
n. II, de Pirmiano Jo-
s Rodrigues Fcrreira.
Acha-se um completo sortimen-
to de cassas chitas, mu ricos pa-
droes e finas cores, ao barato pre-
co de a,4oors., cada corte ; brim
de puro linho, trancados, blan-
cos e de cores, fazenda realmente
superior, a 1,000 rs., a vara;gur-
guroes encorpados, a i,4oors., o
mi tr; ricos vestidos de seda c laa,
de cores, a 18,000 rs. ; ditos cm
cortes, a 16,000 rs., e de seda lis-
Irados, a 13,ooo rs. ; pannos finos
de todas as cores, e por precos
commodos ; chitas francezas, lar-
gas e de gosto, a 3jo rs., o cova-
do ; riscados francezes; sarjas lies-
panholas; setins; um completo sor-
tmenlo de chitas de gostos, e ma-
dapoloes, de preco, a 5,aoo, 5,ooo,
4,800, 4)200, 4,000, 3,600, 3,300,
3,ooo e 2,400 rs e outras muitas
fazendas, que se vendem a presos,
que muito agradam aos senhores
compradores.
CniTris^s "s vender, n loj da rus
da Cideia n. 40, bilheles, meios ditos, quar-
tos, oitavos e vigsimos da lotei ia do Rio de
Jaiieno, pelos precos eslabelecidos.
Os bnlaios cascondcclnl'asde u
sinli.
He chogsdo o sorlimenlo de condeces e
balsios, que se mandou fazer a capricho,
sendo de todos os tamanhos, e ale ue dilTo-
rentes cores, como os freguezes poderao
ver: na ra cstreita do Rozario n. 1:1, paita-
ra que Coi do Cunha, sonde so vende por
baratissimo preco.
Vende se rap de Lisboa, em frescos,
vindo pela bsrc Ugtira, os s-nhores fre-
guezes que estam anostumados a tomar a
boa pitada, n9o deixarSo de mandar bus-
car : no largo da Assemblca n. 4.
Aos genitores inarcliieiros.
Vendem-se carros dourados, para ps de
mesas dejanlar: na ra Nova n. 16.
Para animaes.
Vende-se una porcilo de bolachas, pro-
prias para animaes, por ser muito em cunta:
na ra larga do Rozarlo, pa laria n. 48. '
Lotera do llio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, loja n. 3, que
volta pira a ra do Queimado e Crespo, ven-
dem-se os muito afortunados bilhetes ,
meios,qusrtos, oitavos e vigsimos dado-
cima quarts lolena a beneficio do theatro
da imperial casa de Nictheroy, que se espe-
ra a lista no dia 22 du corrente, pelo vapor
inglez ; na mesma loja se mostram as listas
das loteras corridas.
-- Nii ruadoCabugn. 13, ven-
dem-se cartas francezas, finas, pa-
ra voltarete.
Vondc-se muito bom milho, medido,
o familia da Ierra, por muito commodo pro-
co : na ra larga do Ruzario u. 52, e as
Cinco Ponas n. 32
;it Fara png;eiis. fej
,.i Chspros envernissdos para pagens, $
JJ de forma moderna, e de superior qua- 9
i lidade : veudem-se no pateo da ma- 9
& triz, lojadesirgueiro n. 2. 1
m mmm^.mMi! mm9mmmmx,
JbB Vendem-se os mais mo.lcr-
^Hs^nos c de superior qualida-
dc, chapeos de castor branco, che-
gados recenlemcnte pela galera
ingleza Linda: na ra Nova n. 44,
fabrica de chapeos.
Vendc-se feijilo molatinho novo, a 280
rs., a cuia : no pateo do Cuino, venda no-
va n. 2
l.antnis Paiihetrk Companhia.||
:i.' Conlinua-se a vender no deposito *
'& geral da ra da Cruz n. 52, o excel-
B I-ule e bem conceituado rap areia ^
pretil da fabrica de Ganlois l'ailhet& p
Companhia da Baha, em grandes e &
pequelas porgues pelo preco ostabe- 9
leCido. :!;
9wmm*w i l.i\ 1 o- pequeos.
Para amostra do luco, lita, requilifes, etc ,
vendc-se por 200 rs., este hvrinho he mul-
to proprio para amoslri na livraria do pa-
leo do Collegio n. 6, deJoSoda Cosa Dou-
rado.
Lotera lo Rio de (Janeiro.
sos 20:000,000 oe as.
Na ra larga do llozario, loja do miudo-
zas n. 44, junio a botica, vendem-se os
muito felizes bilhetes, meios, quartqs, oita-
vos e vigsimos, da decima quarta lotera d
cidade de Nictheroy, coja lista cboga no
vapor inglez, at o dia 22, pelos precos a-
baixo mencionados, na mesma loja se mos-
tram alista da dcima primeira lotera do
Sanlis8imo Sacramento, e se trocam os bi-
lhetes premiados.
Precos, pagos sem dcseonlo.
Bilhetes 22.000
Meios H.000
Qusrtos 5.600
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Vende-se, na rus do Amorim n. 3*, sac-
cas com boa farinha, por preco muito com-
modo ; ella antes que se acabe.
-- Vendc-se fcijao de tres qualidades, por
preco commodo, vindo do rio deS. Fran-
cisco, proprio para michos e para casas
particulares, por ser novo e muilo secco :
110 Caes do Ramos, armazem n. 2.
A elles meas senhores.
Na ra Nova n. i-, loja de Ala a
Hamos k Companlia, vendem-se
os felizes c novo^bilheles da de-
cim quarta lotera da imperial ci-
dade de Nictheroy do Rio de Ja-
neiro, cuja lista dever chegarat
33 do crtenle, pelo vapor inglez
Seweht.
.- Vendem-se gigos com 1 ar-
roba de Imitas, cada um, pelo ba-
ratissimo preco de 400 rs. ; este
genero he recommendavel para o
consumo das familias, nao s pela
boa qualidade, como pelo preco: a
tratar no armazem de Antonio An -
lies; caes da Alfandega n. 5.
A' pccliliiclia antes pie se
acabe. w
Cortos de casimira de lindos pa- 4
du""'.-, pelo diminuto prefo do 5,000 1 9
na ra do Crespo n. 10, loja de Igna- 4
9 co l.ui/. de Brilo 'iburda. <*
******* *.**+*** A***
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:0005000 de rs.
Na praca da Independencia n.
13 e t5, loja de calcado do Aran-
tes, ena ra da Cadeia do Kecifu
o. 4^i 'ja de niiiiile/. s, vendem-
se os mui afortunados bilhetes ,
meios e cautelas da decima quart
lotera do theatro de Nictheroy, e
sSo pagos sem descont quaesquer
premios que nuiles sahirem, e pe-
lo vapor inglez vetn a lista da mes-
ma lotera.
HiHicics 33,000
Aleios
(.toarlos
Oitavos
Vigsimos
11,000
5,5oo
3,800
i,3oo
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000 de as.
Ni rus foslreiti do Rozrlo, l'ivessi do
Lotera lo Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2.000,000 e 1:000,000 de rs.
Na casa da Viuva Vieira & Filhos, na ra
da Cadeia do llecife, n. 21, receberam pelo
vapor Paracnst, entrado em lodo corrente,
a lisia da dcima primeira lotera do San-
tissimo Sacramento, e juntamente o JonuiJ
do Commercio, com o resumo da kxtracSo da
nona lotera do Ihesouro, o pelomesoio va-
por viei.ini o acham-se a venda iis muito s-1
fortunados bilheles, meios, qusrtos, oitaJ "
vus e vigsimos da decima quarCa lotera
beneficio do theatro da imperial cidade de
Nictheroy, e trocam-s por biiMles ji pre-
miados de lodas as Inicuas, lano da pro-
vincia, como das do Rio de Jinelro.
Veodem-se 4 paos de aroeira, do ser-
illo, com 29 1|2 palmos de comprimento e
bastante grossos proprios para Tusos de
prensa de algodilo, c para oulra qualquer
cousa, por causa da sus boa qualidade : na
ra de S. Concalo n. 29, das 2 horas da tar-
de em dianle.
l'iiii 11I111 le S. Alatlieiis.
Do superior qualidade, Yende-se a bordo
da sumaca S. ./k'cVo, tundeada oro frente
do Collegio, ou ao lado do Corpo Sinto, lo-
ja de masssmes n 23.
Lotera do llio de Janeiro.
As 2o:hooSooo le rs.
Yn caa felts.
Dos Qualro Cantos di um Jo Queimado,
loja de fazendas n. 20, vende.m-se os afor-
tunados bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, da 14.' lotera di cidade'de Nic-
theroy eujaJisiii se espera no vaRor inglez,
al o da k ; tambem se mostram lodss
as listas passidis e setrocim bilhetes pre-
miados, a elles sa quorem tirir bons pre-
mios.
Vonde-sc ums das melhorcs tabernas
do birro de S. Jos por sor defronte da for-
taleza das cinco Ponas o estar afreguezada
para 1 Ierra e vender muito pin soldados.e
tambom so d a urna pessoa que queira to-
ma-la por balinco, dindo-se iuleresso nos
fanhos ; vende-se, em rszSo do jlono estir
oenteequorer-so curar: a tratar ni rui
de Santa Rita 11. 97,
Vendem-se vasos de louca lina pin
jardim, azulejo da mesma louca de bonitos
gostos proprio para forrar frentes de casas
jirdins, ic.; coeiros de algodao, azeilom
ova, fumo, vinho do porto em pipis e bir-
z, albote rolhia en canastns, floporre-
brina'de algodao, peneiris de irirae,
nha derorii, por presos commodos: ni
ral du Vigirion. 11 noirmizem o Iomiar,
He peclilpii lia v acaba-se logo.
Vendem-se MpMr -mintcig ingleaa e
franceza, servej pitante, queixos novos fa-
rinha do reino, tapioca, vinho do porto do
melhor engarrafado e pipi de Lisboa, azei
te doce,'vellis de esper mcete e carnauba,
toicinho de Lisboa, gnxi em lita mullo no-
vi, rap meirlo, chicla te de Lisboa, bo-
lacha ingleza pequea e grande, cb Ision
do melhor, tudo por preco commodo i no
pateo do cirmo, vend di esquioa do beco
di llurnbi n. 13. Na mesma casa ha gengi-
birra de novo methodo pira refresco todos
os das..
Vende-se urna monda de casi, na rui
Augusta, com amitos commodos pira fi-
milu, eduas ditu ni rui Imperial cornos
mesmos commodos, isseymndo-se ao com-
prador estarem livres de qualquer litigio 1
- tritar ni rui di Cideii de S. Antonio n. 9.
Na loja n. 18, do aterro ia lloa
Vista.
Vende-se panno lino cOr de rap e verde
escuro, a 2,500 rs., o covado! 1!
Attenca.
To baratas,
F. ISo mimosas;
He a melhor pecbincha.
Que se tem visto em lujas
Assimdizem os freguezes 10 compriremis
famus as chitas largas, francezas,que se ven-
dem pelos baratos precos de 240,3S0 e 30o
rs., o covado, todas de.superior qualidade-
issim como lindi existe um resto de pecas
deilgodJo com um pequeo loque de 1 va-
ri, a 1,440 rs csdi una, com 20 urdas ;
pec>s de msdipoIBo com algum defeilo, a
2,240 rs : na ra do Queimado n. 2|.
Vende-se no MaranMo, a fabrica
de bugias stiarinas e Sabio.
Os administradores da liquida-
9S0 de Theodoro Chavases, ven-
dem a fabrica denominada Mar -
nhense, na ra do Piopontio, des -
ta cidade (poro dos remedios ) ,
a saber: casa em que est mon-
tada a fabrica, com 2o bracas de
trente e i5 de fundo; 3 prensas
hidrulicas, orisontaes de forca de
600,oco libras, cada una ; 1 dita
vertical de forca de 4oo,030 libras;
3 grandes caldeiraj montadas, pa-
ra o fabrico do sabSo ; 4 ditas pa-
ra derreler sebo ; todos os perten-
ces necessartos para o fabrico do
stearina e sabio ; 9 cscavos en-
tendedores doservico geral da fa-
brica; I terreno annexo a fabrici,
com 7 bracas de frente e 15 de fun-
do \ 1 dito froiteiro a mesma fa-
brica, com 18 bracas de frente e 28
de fundo i as pessoas que preten-
deren) comprar, pilem nesta [ira-
ca dirigirem-se t J. Keller & Com-
Aos 50:000,000 de^f^Wahlt.
A ~lUt m*c ..,,,/,,,,. Vende-so nina molis quovende muilo
rus, e cosinhi o diirio de tima casi, por
prego commodo : ni rus Nov n. 63.
Escravos fti2**s.
~ Desappareceu, em o mez de fevereiru
prximo passado, um esenvo de nome Jos,
de nieto, o qua I represente ler trinta a qua-
renti annos, com os signaos seguintes : ten
urna belide em um dos olhos, secco do cor-
po, altura regular o pouc birb; levou ci-
misa e cerouli de ilgodlo di Ierra, pouco
desembincido ni fall; cujo escravo foi
comprado ao Sr. Tbomaz Antonio Uaciel
Monteiro : pede-i as autoridades policiaes,
e ca pitaes de campo, onde quec que elle sej
encontrado, que o preodim, e por esta mes-
mi folhi o aniiuiiciein pira ser procurado,
ou conduzm 10 seu senhor, J0S0 Francisco
do llego Maya, ni povoicSo de Apipucos que
serSo generosamente recompensidos.
-- esapparecteu, do dii 14 do corrente,
um mulitinbo por nome Verginio, idide 15
annos ponco misou menos, magro, cabel-
los sollos, e um tanto corlado rente, cara
redonda, lem na canalla di peroa esquerda
urna ferida, lem os denles largos e abortos,
levou calca e camisa de ilgodSo bastan-
te sujas : roga-seaosSrs. espitaos decam-
po e autoridades-policiaes a captura do
meimo, levindo-o rui do Vigario, n.
11, terceiro indar, que serio recompen-
sados.
Desappareceu, no dia 2 pira 3 de jullio
do crente anno, o preto de nome JoSo, de
1115:10 Quissim, com os signies segninles:
llura regular, cor fula, secco do corpo,
pouca barba; lem una marca de sua naeSu
em um dos bracos, lem as pernis indiadas,
qutndo indi parece querer mover com u
corpo; levou calcas de algodfio azul mus-
ciado, camisa de algodio branco, e bo-
net de marojo ji usido, ni cintura urna
corren segurando as calcas : quera o pe-
gi.'leve-o 10 leu senbor, Hanoel Joiqoim
Seve.na. ia da Cruz do'Recife,sobrado 11 17,
defronte u cbifiriz, que ser bem recom-
pensado. N
= Fugiono,'.*iv 13 do corrente um inoleque
da Coala da Min.,r nome Domlngoi o qual
'"'i" vendeudu". .eudas, e levou algum
ropa de seu uiO, e lem sido emconlrado eu>
direr(.i9 partes vestido de subre casaco de
brlm, leuc-o de aedi ao pesclo e sapatoi, c
dizendo que he forro e lem os aignaes reguin-
lea: albos no rosto de slgnaes de sua trra
{balo comprido c cabeca umbem enmprida ao
que achainao-lbe duas cabe(as, e tem uinas
feridas entre 09 dedos dos ui.1os, anda mullo
apressado e he jugador, e falla multo espli-
cado apessoa que opegar dlrlja-se a ra do
Arcgao sobrado de 2 andares de aranda en-
carnada n. 2t que ser generosamente grati-
ficado.
~ Desappareceu no da 15 docorrer.te,
um mulequ'i crioulo por nome l'iuli olio,
de idido de 10 innos, pouco mais o nos, cor a martillada por ler vicio, ni'.is chi-
to, levou camisa de ilgodozinho soja, e
calc de riscido, sem chipo, este escravo
he do Sr. Antonio Jacinlho di '.Silveira de
Dana 1 quem o pegir leve-o na. rui di Ci-
deii do llecife n. 51, ou ni roa de l.ivra-
menlo n. 26 segundo indiv que seri recom-
pensle.
Na dia 2 do corrente mez de julho de-
sappareceu o escravo Antonio, crioulo, ci-
bra, de idade de 18 annos puma mais ou
meaos, biixo, birrigu lo, grosso do corpo,
Cira redondi com muilos pannos miados,
olhos pequeos, e coro duss sicstrizosni
testa perto do cabello, tem 1 falla lina e
muito mansa, he lilln do Sobral onde diz ler
irmSos e seos n.tigos senhores, e sonde fo<
surrado ; e por isso tem as nsdegis muito
sicalnsidis 1 desconfli-se foese para o Cearl
(don lo veioj pelo caminho de l'edras de lo-
go : quem o pegar love-o na ra dis Trin-
xeiras sobrado n. 46, e no Ceir* ao Sr. An-
tonio de Olivein Borges, e eso Sobral 10 Sr.
Francisco Rodrigues dos Santos, que ser
onerosamente recompensado.
mi mi Ano


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