Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06396


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A-nnfryf
Sahbado 19
de Juiiode.851.
N. 161
iRIft m m PFRMMBICO.
'iS >toqo foW
por(rimwtrc ., i
Por leoieilre ,,.11.......,'"'
~ Ptco dht*o imi"W"
POI
111
'4/J00] i4 Seg. tH*tnlnri b
J.laaaV OnpMot
qu"^iiMHMW
Ccar.
Parahiba
5 de dito,
7 de ilim.
a.d
J/COOl 15 Tic.B.Odmlllo. t.eO.J >0"',
15/000 16 Woarl. PrtaurpUo d I. lr <*'
fUnM Chri. 3. c b. ab meia-dia.
4/0 17 001*1 B.AIl**. I .*"*
18 m.t. 8. \WartuHa .. 6J(tt 10 tVore*.
2* rara dd civil.
4. e sbados ao mclo-d
Julho. I 20 T*M. p MI V"'"U **K.
.lile dlo. I ltV*W"g- lT**t" "'"'""
rara ....'* JunlioiM.ti..... *,. *V "' J^'J *
Mar** J*11" *-Pul- n J?nh0- & V2t.f <
l1!?:. i de dito. WdeK, fcJulbo. m I*?-.i?..5?4'Lhn,_
IPHIKIUBU.
Segunda as 9 horas e 42 minuto* da larde.
ABTID*S DOS COBIIO!.
Colaona c Parahlba
fclras.
i segundas c lextaa-
Creaccnte a 5, ai 8 beraa c 48 mnalo da tarde
9S&*Z^*!2tt R-o-Orande-do-Norte, leda, a, quinl..-r..r..
Nova 28( es 21 minutos da tarde.
nlUilDIBOII
Prlmelra aa 9 botas e 18.....ns da manhaa
ao incio dia.
CaranhuDsc Ronito, i 8 c 23.
Boa-Vista, c Flores, i3e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todos os dias.
MATE OFf KIAL.
GoiwBiaiidb das armas.
nuarmtdvmmmm* da* *<* *<**:*
V : 1 a** ** **>*>**'
i ow*'60 da v 104.
U lUI IIIflltri das armaa, declara
rrcolbidos ea cap**! *borc. i"""-
crmln que primeiro reanima o coaaman-
ria1 fl lrtaleiao Ufuin, cania exoneradooo ,
meio^ouAo4r.o o 6r. capitn do?ylo ba-, ,,
... miranda* para que podesse ea iiliifa-ariserem bons juizei, cnlendi que rdo fitla
Tinte awanctat. p. 1 i~ .ervicO em propor sua reconduccao Mullas
tOSfXlmSI'wmm *" deputado a veles, seohores, he oeceiiarlo que o governo
Oeste ooje i""-' crc,cSo je co- dcixc de reconduzlr um magistrado por uao-
ceosarar o eovertio pero Uda da creacao
mSSS, pareeendo, pU taMlra porque se
epria oi quo iwwaovwpela nios101 n}-
iSoera jSl'! aaseanttaas proTlnce..
H, d m" perdoar obre deputado qnc d.gaJ
Jje nunca V "l4' c!le ***
flSlUai aSaalW' oe aeanpre o wr1"-
" O que u diste no ineu relaU.ru> parcceme
aoa fctteapt*! o gr.Kra. oio se conilde-
nUSomEE!laaMIlI at dcHbera.oes dat
llr, ha de recottfcacar itut
tM da oatw
.. li'iu long de ter
ea aao merece elogia, me-
INTERIOR.
eflet que fe, nao dutldava votar por esta
quimil, e agra oobre deputado. era uin desset que lappanblo
que estes 50:000,000 n erain Udos despendidos
icretainentc.
Scnhorcs, as'dcspens de polica, de que
aqu lenlio uin apontaiucnto, nao 10 sccreus,
mal todas as despeas de polica tcltas em lo-
do o Imperio, dao o seguate resultado : fcm
1843-1844 Importaram em 116:000,000 rs. |
em 1844=184.) importaram em 1 lrj:000 OiKI rs. ;
em 1845 -1846 Importaram ellas em l32:000/rs ;
em I84I-I847 Importaram em 143:000,000 rs.
em 18471848 importaram em 194:000.000 ri. ;
eos 1818-1840 Importaram em 180:000.000 rs. ;
em 13501851 importaram em 150:000,000 rs,
l.i v (i nobre deputado que quacaquer que
aistra[Acs que se tem succedido, muilo longc
dispendidos de serein exagerados
tiros deilaordem, por moilvot que nada tem
de desairse ao individuo mas que sao Ins-
tante lories r>ra que o-governo nao dera era-
crter, para que um Imineni em tal poucao
eontlnue.(Apoadi).) Cato, quando estas olt-
comstanctaase dio, *u digo a casa: (Uq ao
no leaho proposlo a sua reconducejo, camo
al aao meacho*rtpendldo de o nao tet.Bai-
lo. (Muilos aanMos.)
O Sr. knih amos! = Conforme', h* ho-
rosai eiaanoSaa. \
. O Sr, Winilrn Ja Juflire: Aprovclto. pela
cornmao, esta opparui*d.idc para iKltadat
a curada que o nobie,(4ei'Ulado iiuyugnou
com relacao aos juiaes manlalpaea. flao paaso
hr auraferiniiratalu nu Jornal) no dlscurao aauo esse.
So^l^eSiado oTpTco cuque elle mS pttaelp.lmenle quando se rettecur que aesu
rur!uTe,c^"da nobre com.ai.so que a..- sonrn.a v.o co.nprehend.do, os venelmento,
nria o eoverno nara augmentar at 1:200,000 de amitos e^tegado. publicoi. E aqu a
na ereacia;deaua comarcas nem "P ";
sultam as vcr.ladeiras neccss.dades do ,ctrIco
veroo qc. le.peitando o. actos das a.scmblca
provincia, MU conteiur-lhea o dteito. rc-
Com.nenda nicamente a s.u *VgLj
provincias que e.npregue.n a justa lollue. c^ a
le que devein goiar. para ver se, *
as a.'semblas provincias aum nlhrcc-
do, oblein dellas a revogacao desses MlOklW
ha ne.le modo de proceder o "conhecimento
dos direltosdas assembla. proviiici.es l"
de-sc contestar que .0. preside., es d. o -
cias. e ao governo de quem sao {eMfMO, cor
re at a obrigacao de procurar toaJje
aa aaiemblas provii.ciaes, nos actos Icgii a
livoiquc publican., consulte... "'nP'e ", '",
ttresses do pal! ? Crcio que he lato do dever
do governo ( Apelado. ) Oque '"";"-
pello deatas creaedes '/ Leve, ao conhec.me lo
na cmara o numero das comarcas creadas
nesic ulli.no auno. Acamara me per...illlra
que repita agora o que ah. ac le a respeito c
comarcas creadas em um anno( le ).
. Mccebcu o governo commuiilcacao H
haverem creado 1.0 Para a comarca da ilha
grande de Joanncs : na Uahia, Cama,...., Monte
Santo e branles ; em Hinaa. Rio da Pomba
PareTres Ponlaa. em G .yas, >tMHM,P>-
ranahjba e Maraobao ; e 110 llio brande do
tul. Algrete e Cacapava. ..a..
Um to grande numero de comarcas creauas
immedial.mente produiita.n no governo este
pensamcnlo ( U J: -O governo entendeu que
ievia nomear juizes 3e dite.lo nicamente
para aquellas cmarca cuja necessidade ine
pareccu demonstrada. A. respeuo das oulras-
ou aguarda infor.naces que o liabil.tem a jut
gar, ou espera que as aasemblas provinciacs
1111 Unir luror.nadas, revoguein cssas lela, e pa-
ra o facilitar ten dciado de uoincar junes ue
direito. ..
J v a cmara que em todo este proce.n-
menlo nada boute dc-offensivo as attr.buicocs
das asieu.blas pK linciaes. A cmara entre-
tanto obacr/ar que ira mira parlicular.ncn
te. como individuo, 1 mais natural o deseio
vcrd,"ciK"V;ar/rorv-.rrc-rirae' ,-un.a 1 *> "m*" <.F&ZtoS^
ra clvel certo porn. he que nao appirtce aapiraeiaea ao.L^*."^ {"}'"
reque
deputado
me habllllva .
sabe perfeilamcnte que hoj .
dlise coto algu.na d c de iogralidao o nobre
deputado pela ahia, os julics de d.relto de
u-rceira entrancia dilliiiIniciar sao removidos
pelo governo ; por cunaequencia j v que sen-
do todat vara* civeis existentes da terceira en-
trela, nao pode o governo to atodada.ncn-
te, como o nobre deputado parece deiejar, aup-
primir eitai varas. Kls aqu a explicaco que
cu poda dar, e que se reduz a isto : o governo
tem siipprii.il.lo todas aa varas ciieis que podia
supprimir, e supprhnio-ai em inalor numero
do que anlerlurmcnlc se havla fcilo. Entretan-
to j o nobre deputado fat disto objecto de
censura ; espero que agora, melhor informa-
do, o nobre deputado, que semprc te lera
.usnado laxoavef, reconbecer que nao foi
justo neala censura,
Passou o nobre deputado a faser observacoes
obre a classificacao de comarcas, sobre o re-
gulamentode26dejulho de 1850. A uiaacira
porque o nobre djepulado censurou esta clasti-
ticacan moalra que o nobre deputado nao ae
acba verdaderamente compenetrado dos 1.10-
livoi que determinara... a divisao das comar-
cas era diB'erenlea claisei. O nobre deputado,
por exeuiplo adinlrou-ae de que tendo aido
Juro Preto claasificado como de lercoira en-
trela, deiaiie de o ser Marianna, Aracaru.
ale., pela raiio de que estai comarcas sao
coi.HnanteicomadeOuroPreto. Se o nobre
deputado liveaae dado atiencao a este argu-
mento, deveria ver que prorava de mais, por-
que se por conlinar e.01.1 comarcas de tercei-
ra eutranclai outraa devessem acompanha-
las.a eletacio de u.na arrestarla a das.ouiras, e
todas as comarcas do Imperio, por confinaren
entre si perlenceriam a terceira entrela.
Masas circunstancias que deve.n influir na
BIO DE JANEIRO.
CAMAIU DOS SENHORES DEPUTADOS.
sbssaO KM 30 DE JUMl) DB 1851.
1'rtsiilfncia do Sr. Gabritl Ulendet dos Santo/
( CoDnuarjSo do n. 160, )
O Sr. Minlroda Jutliea (continuando) I C
nobredeputado em seguida fc-me a censura de
n, ni ba ver diminuido o numero das varas do c.
vel,da nao haver aproveliado todas as occasiocs
que o nobre deputado imaginan para supri.nir
essas varal. Quando o nobre deputado me tez
esta seosura, nao posso deixar de maiulestar
casaque eila meioprehcndeu.porque o nobre
deputado assira ia-rae fornecer a occas.ao ae
dizer que o lAlnistrrio actual tem dado a este
objecto urna altenco de que nao encontrou
muilos exemploi. ( K/viadoi.) Durante o lem-
po que tenho citado no ministerio, nao menos
de nove varaa elveia tem eldo suppr.mldas,
i n n r la u lo que en. multo maior eipaco de lem-
po e durante 01 cinco adnos de'que o nobre
deputado encarece a economa,em que dii que
te aproveiUvam ludas as occaslOes para sup-
primir varas civeis, apenas oilo roram iup-
primidai. Devo accreicentar que se maior nu-
mero de varal clreii nao tem lido em ineu
lempo aupprlmldas, be islo devldo a motivos
que o nobre deputado encontrarla no ineu re-
latorio, ae Ihe tivesse prestado attencu.
Disse S nobre depurado : Sendo promovido
um Juix de direilo cri.ne da c8rte, porque nao
foi tranifcrido pata a vara que aiiim hcara va-
ga uin jai da civil, e nSo foi lupprimida ci-
ta ? Ja declarei no relatorio que ai scli va-
raa civela qae actualmente exilien, sao todas
de caplUei de provincias, aao lodaa de tercei-
ra entrela. O nobre deputado aabe que en.
virlude da legislacao existente os casos de re-
mocao paraos juizca de terceira entrela sao
nicamente aquellos excepcionaes que eitao
marcados na lei. Ora, na apparcceu requcrl-
mento algn., nem he fcil que umjuiz do c-
, MuilotjAfarfos ,
O nobre deputado entendeu que rae devia
fornecer tamben, os lucios de lser alguno
economa na adn.inistracao da juanea lem-
brando-.ue a reuniao de varios termos de jul
tes u.unicipacs, de modo que, diinlnui.ulo es
tes, o Estado tivesse menos ordenados que pa-
gar : c nene sentido argu.ncnlou com varloa
ciemplus da provincia de Minas. Dir, ao ,no
bre deputado que nao hcposslvel acompanlia
lo em una discussao dessa orden : nao nu
vido que bala alguns termos que convenhaau-
nexar a outros: cnlrciantoasseguro ao nobre
deputado que lenho e.npregado lodos os es-
forcos para o conseguir. BJattai na repar-
llcio que tenho a honra de dirigir muitos
avisos recomracndaudo aos presidentes de pro
vincia cate objecto, e semprc que cata conve
nlencia me ten. aido demonstrada della ...c te-
nho aproveltado: e ..esta parte do d.scurso do
nobre deputado o que elle disse serv.ra de ba
ae a Infonnacdes a que vou proceder, e se e.
tiver a fortuna de obter tacs que possa concor
dar co.n o uobre deputado, eslea, ceno que
reallsarei o seu pensamcnlo. Todava, como
medida econmica direi ao nobre deputado
que a sua lembraoca nao lera alcance I porque
nen. ao menos Ic.nos conseguido Pencl.er o
numero dos juizci muulc.paes que J ein
existir. Ha provincias e a do nobre deputado
he uina dellas, e.n que un. e .umer^dos
lugares de juize munlclpaes te acha vago, t
deniais, emendo qnc nao he nestes objectos
que a cmara c o governo deven procurar e-
conomia.M,,i,.a. presenta de juizes letrados nos d.l enles er-
raos, para arrane .rpor esta maneira adecluo
dos-pleitos a pessoas mais ou menos .mere,
sadas en dccidi-los des.e ou daquellc modo,
he de tao grande alcance, que entendo que
antea de fazer economas nesta parte, deven
o governo para ter maior iiumero de juizes
munielpaescora que preenchaoi lugares va
gos. (Muilii opoiailos.) ...
O nobre deputado entendeu que de la din
glr urna ceniura an governo, porque nao leu
recondurido algunsjui.es mun.cipaes WM*
,a de poltica. Senhores, ha certas accuiacdes
nue na "verdad, maravllhao : o governo aciuai
que co.nccou por cstabelcccr c reconhecer (
direilo que tem os juize. munio.paes de ser
vir durante seu qualrieunto o governo actual
nue se privou assim de urna arma tantas ve-
les manejada, parece que tinha algu.ndireito
a serjulgado co.no mais indulgencalo g
verno actual, que ten rccondutldo, oowo *
era geral, os juizci municlpaes que, hn.ianuo
o seu i.uatricnnio, nao olerecem no seu cora
parlamento de magistrados olguraa razao es
r'oSr'."Ag.lo Rumot: -Cora honrosa exeep
cao
elassincaco das comarcas sao de dltt'ereoie na
lureza;tao deimportauciadoajulgamei.loa qu
nellaa pdtlen apparecer, lao ai vaniagens que
csea luaaret oBerecem oa magislr.do., de
modo que tejam coiiiparalivamcnle com os
oulros mais desejadoi, ele., ele. O nobre de-
putado acbou objecto de censura o ler-sc de-
clarado Itaboraby,Campse Angra da tercera
col-ancla, entretanto que se dexou o berro e
outraa comarcaa de Mlnaa em aegunda, e ou-
traa en. prlmelra entrela ; ae o nobre de-
putado pudease consultar oa JuUea de direilo
do imperio que livessem deierl"'"ov,do1,'l "
pergunlaise quellca que nao tlvessem algn,
motivo especial, para algu.na Pf"cn^'a "
querlam acr removidos antea para o berro e
Paracal do que para Campoa, 'Dotah5. '
Angra, eslou persuadido que nove decimos dos
iul/es de direilo concordarlara em preterir es-
tas aquellas comarcas. U... dos pen.amenios
da lei foi diminuir o vexame que soUrlain os
magisiradoi co.n as remocdei arbitrar as ; be
ois claro que, chamando para a terceira en
rancia ai comarcal mala deaejadas, n governo
te fez algum mal, foi ao arbitrio de que an-
ligainenle diipunha, mas fez un. be... real aos
magistrados. ( Mm.Io opo.'orfoi. )
mase o nobredeputado neaaa occaalao que
niara nio inveitigarla os motivos que presi
bruerr^ard^^
e|q"olhr al... de toda, a. ^'>"^"''"
iei toda as mais que podia obter Info -
"""c'uiando a cl.nir.cac.o dai comarca, de
nao haver guardado a juila P'opore*. dojm
portancia, dlsse o nobre ^&5E
que... enleod. que a coira I"JJ
tahas ie|. como a do Rio p"nd V^S ^T o
collocadaa na inesma "or''* ,,llio tre,
hre deouUdo que nao llnba eu seoao tres
ore aepuwu i.....,H .. comarcas, r
O Sr. Mixturo di uiHct :-... nao mereca
quescdlsse.se que por co.i.a dei po .tica te.n
torisa o gov.erno para augme
oa veociraeolos dos juites municlpaes.
Sr. presidente, esta medida he na verdade
.ncon.plcta.e por estelado o nobre deputado
terla urna apparencia de raiao se agredase
porque ha urna grande necessidade de elevar
os venci.nentos de todos os juizes mua.paei,
de modo que convide os hachareis de verda-
delro mereclmento a aceitaren e exercere.n
taes empregos. Ainda mesmo que se desse
1:700/, a cantara seguramente reconhece que
he quantia muito pequea. Todava, consul-
tando o orcamenlo de 1850, encontr que en-
I ni existan. 255 juizes municlpaes, com os
quaes se fasla a despeta de 89,870,000. Ora, ae
tivcsieraoi de cstabelecer este ordenado de
1)900,000 seriamos obrigados a faier urna des-
pezado 306:000,000, tlnbamos por consequen-
cia de .i u un u la r nesta verba mais de 200.000/
Peco agora emprestados ao ..obre deputado
os argumentos de que se servio para^ mostrar
o inco-ivi-i.ie.ue de scfaler na aclual.dade to
grande augmento ; parece-me pois que se po
der concillar um pouco as necesaidades I.-
imiccir.n cora o be.n do sen-ifo publico,. ba-
bililan.lo-ic o governo para elevar at 1:200,00
o* .-encmenlos dos jnizes municlpaes daqucl-
les lugares onde esta eleva;ao fr mais urgen-
te. A cantara co nobre deputado saben que
nao he as cldades e villas populosas, que nao
he as provincias abundantes en bichares,
que se ten encontrado inalores diracullades;
he nos termos mal. remolos, as provincias
mais pobres, he justamente ..aquello lugares
onde ha ...ais dillculdadc de ach.r cidadaos
comas habilKaccs neccssarlas parasub.tituir
os juites municlpaes, que o governo se ve na
linposiibilidade de achar un. hacharcl que
queira servir de juis municipal. Toda a me-
dida que habilitar o governo para melhorara
poslcao dosjuics nesses lugares, o^ habilitar
para encontrar hachareis que tenhao ujereci-
ini-nto; toda a quantia que for lidies empro-
gada aera mais que beu. en.pregada. (Apota
piados.) He minha convlccao que priuieira
necessidade do imperio he tratar seriamente
de eitabclcccr lobre bases multo solidas a
seguraaca individual. ( :l/uoi opoiadm.)
U Sr. Soasa franco: Na coulirraldade da
constituicao.
O ir. Ministro da lutUc* > Scnhori, de-
vo confessar cmara que, independente des-
la mi i iv tal be a urgcnle dacircu.nstan-
clai, que algiimas relia tenho sido obrigado
a lanfar .nao dos fundos destinado! para a
consignacao di polica, afim de melhorar al-
guns juitadoi raunicipaes nos termos de que
ba pouco fallel, para nblcr quera queira su-
jeltar-sc a ir uclles servir. Nao pequeo re-
sultado tenho conseguido com esta medida de
carcter inlcira.ncnlc provisorio; queria pois
do corpo legislativo os mel, nccessarlo. para
a.scgurar aoi juizes muuicipaes desses termo,
inclliorcs ordeuados, marcados con. toda a
permanencia. Os nobres depulados que aqui
quercra multas vezes fazer censura, a adrai-
iiii in ui porque niio lera podido cohibir que
se repiti criu.es nesta ou naquella localida-
dc, nao sel se achariio que censurar nesie
ineu procediinento;se acharen, resignar-.iic-
hel,porque estou acosl.miado ouvlrcci.su-
ras im.uerecidas : mal asseguro i cmara que
acredito linnaiuealc que procedendo desia
maneira tenho feito um servico aomenpau.
( Mailii. apoiadot.)
0 nobre deputado ccnsurou-nie, duendo
que na reparllco da juslica havia dcspezai
imprevistas, despcial extraordinarias c deipc-
zas eventoaes, O. nobre deputado ha de me
pcrmltllr que Ihe' d a este respeito algu.na.
expllcacrtci, pois desejou lel-as. cipcias et-
iraordinanas na polica o nobre deputado ua>
encontrar seno quando, fallando do inunic -
po da corte, c marcando o numero dol pedes-
tres, se diz: 3l pedestre, vencendo por da
560 rs., 6:540,800 rs. : c.depois graiiricacAc,.
despezas extraordinarias cora estes pcdrestei,
1-2 000,000 rs. A nalureza destas despetas he
mnito particular : o pedestres sao en peque-
o numero mas ha pedestres que te cbamain
aggregados, que nao perecbem venelmento ae-
nlo na occa.lao cm que preauo aervleo: sao
ai gralificacaei que eolio percebem de urna
naltirea proprla.uente extraordinaria, pon
r.i.iiu porque pedi 1.^3:000,000 rs. eslo aqui
feitas i nas aa canias o que n. pedi.nus he
o que ic deanf odeu no anno de IS40--1850, Istu
he, um pouco mcuos do que aquillo que ae
despeodeu uo anno de 18471848. Porlanto,
linha multa rasao o nobre deputado quando
decl.rava que, apezar de opposlcionisla, asta-
va disposto a dar o seu voto a esta verba.
Passarci a outra parte do discurso do nobre
deputado, cm que elle fez concideracoes ge-
racs.....( creio ter respondido a lodas as ou-
tras parles de leu discurso ; mas se de alguraa
me esqueci, peco ao nobre deputado que m'a-
recorde ), era que elle fez concidcracScs ge-
raes acerca da propaganda c dos motivos por-
que o nobre deputado entendia que naodevia
a qui fazer o menor protesto a este respeito.
l'-o-niii i ratciramcnlc a oplnio do nobre de-
putado. quando disse que nao pode respon-
der era elle, nem scus Illoslrc collegas,
por toda, as doulriuas que se publican en
ditlrcntes joraacs. ( kpoiadoi.) Concordo cora
o nobre deputado que nem elle, nen os leus
collcgas, poden ser responsaveis por artiKos
dolados, que se publican veses cu folhas
que, embora nao acompanhem semprc a vlo-
1'-ii- i. de outras, entretanto julgam a propo-
sito tranacrever umou oulro artigo iucendia-
rio dcllaa, e especialmente de gazelas estran-
gelras o que porn. nao po.so admitlir he
que os nobres depulados que se dizcm, e que
tu reconbeco orgos de um partido politico
no paiL, e que alio por consequencia osesco-
Ihldos seoao da na;o, ao menos desse partido
(apoiadot), digioquc nao reapondem pela ten-
dencia, pela direceao geral que toma a im-
prensa desse partido. Seguramente, Sr. pre-
sidente, cstou longc como hornera poltico de
aceitar a respousabilidadc de ludo quanlo se
publica as folhas do u.eu lado politico ; es-
to be... longc de aceitar a responsabllidadc
moral de todas estas folhas; cstou lien longe
de aceitar a responsabllidadc moral de todos
os art.gos publicados mcsu.os ..aquellas folhas
em que eu mais sympathisava ; mas declaro a
V. Kx que desde o momento en que a In.'
prensa do partido a que eu perlcnco tivesse
tomado como imprensa do partido urna direc-
ci menos conveniente, desde o uto.nenio en
que dos teut orgos, uns proclamasseui di-
rectamente urna coiistltulntc, e oulros snoe-
cupasscui com declara.cues acerca dos liicove-
iii. ni- da forma do governo inon.lrcl.no, c
oulros con. os iucovenicntes de tal ou tal ar-
tigo i.>niiiii.ci.mi il e com a necessidade de
unta reforma radical ; desde n inomenlo cm
que oitros jornaes, embora nao fazendo fran-
camente curo com es.a opiuiao, e li.uitassem
a fazei algumas vetes um protesto fri, como
de quii uiostra que Ihe peta romper lao boas
relac:s, cscolhendo entretanto para suas
transcipedes nos jornaes europeus ludo quan-
lo de ni i. incendiario publico {apoiadoi), ou-
tras vtzes, reproduilndo das folhilhas incen-
diaria, os arligos selectos, c selecto, era rasao
de secm mais perniciosas c perigosas suas
douiri.as ; desde este momento, senhoies, ou
ou rc.unci.iria inlciraraeilc as uiinhas rel-
celes ciin este parlldo politico | muilor apoiadot)
eu un ii iii.ui i da secna poltica, se nao me
eo.ii-.dera.se co.n forca luficlcnic para dar ou-
tra direceao a cssa Impresa, ou enlao recr-
rela a lodos os melos para protestar franca-
mente em todos os lugares, na i...prensa, na
tribu..., as conversaedet particulares, cort-
tra scncllianle direceao da Imprenta, l/uifoi
apo'itdti.)
Acredito que o nobre deputado, dizenrlo que
a tiibuna nao responde .i impre.sa, naoavan-
90U unta proposcao exacta ( Apoiado ) Senho-
res, imprenta lie alliada natural da tribuna
(apoiadot); a Iniprcnsa precisa da tribuna, as-
sira como a tribuna precisa da imprenta
(apo.'adof > ; nao poden aqucllct que ten a
honra de oceupar uin logar na tribuna dedig-
nar-sc de aceitar a discussao com seus amigos
polticos que exprlmcm suas opinides por
meio da imprensa. (Apoiadot.)
Senhores, acredito pamente que 01 nobres
depulados niio approvaa. a maneira indecen-
te e criminosa porque muitas folhas, que se
dize.n do seu parlldo, cxpri.nem suas opinides
,' miitii apoiadot ) sou o primeiro a
i'.n'i ettajuslica aos' nobres depulados
^KS^SS5S?Sfe
... por.n qi
niclpaei, nao por lren. da PP''-'0'
, nr te tcre.n tervido algumas vezes da sua
os ci par. contrariar .1 villa, do governo,
me se tem tornado jui.e. exageradamente po-
"lOSr'.'MeI/o fmieo oalro Sn. d-i oopo.irdo.-
OhlOhl ,.
OSr. HMMra da tatuca
el
tendo lalgun.
^loapon^leVe-^c.'"'"'"^-^'
ra movi.ncutos revoltoaaa a reipeilo_ destes
Sr n^i'lcnle, declaro que nao so nSo tenho
Sr. PWmwt o-incoao, como at nao me
SeTa^pVn^ldTeonao'ter fc.lo. ( H^ niiiii .i./"-,
0'r. Knoelo Rainoi.
= Com honrosas excep-
iigam'HimalnfM "PI,-^ofAKSlfctlWlBlo responde Imprensa; prestei un.
o que serve a verba dai1 deipetas exl"drB1i"1. Lr.menlo; .eVel liel a elle: quando eu o vio-
ria, que nada lem e commiim com as aespe n
za. eventuaes do ministro da justica, porque
nio lio rigorosamente despeas eventuaes
sao de nalureta j ha multo prevista ; sabe-se
nue leram nccesiarlamcnte feitas ; oque unl-
ca.neute nao podemot he orear com exaclidao
a quantia que nclla' se despender, assi.n se
cstabelece este algarismo. Seguem-sc as des-
pezas constantes da tabella n. 5, despezas que
sao loda de pessoal e eipedlente de secre-
Mulla gente acredita queaverb. da polica
he toda pan que o governo a empregue no
que Ihe parece mais conveniente ao servico ;
he um engao formal; desla verba paga-sc a
u.na Immencidadc de empregadoi, como sao
todos os carcereiros, e en alguns lugares al
o aluguel de cadas e secretariai; paga-se aos
euipregailos de penna, amanticn.es, olhciaei
de expedienta, gralificato dos cheles de poli-
cas, ate ; conslitue uina deipeza tita,, de^ na-
lureta determinada, e queaomii.ab2:75J,0UUr.
para todo o Imperio, rica para occorrr-r as
despe/.as nao previstas a quantia de N'.OOO/rt.l
lamben para todo o imperio esta lie a que
forma propriamente a verba mo de despeas
secretai, mal de despezas eventoaca de polica,
de despeas nao previstas, nao determinadas,
en que consiste verdaderamente o servico da
polica. Ucsta verba nao acredite o nobre de
pulado que se einpreguen 01 50.000,000 r.
era dipeai scelas; estime! que o nobre
deputado me desse occaslo de explicir isto
porque mulla gente pode ioadverlidamenli
auppor que se gaata casa quanlia era- de.pezas
aecretas. Aa deapezai aecrelai aao entre nos
multo limitadas ; Ulvat nao haja palz no mun-
do onde era tsl artigo lio pouco te guie. Km
toda a lempo que lervl de chefe de polica da
cotte. o auno em que mais avulurain taes
despeas chegaiara ella, a l7:00o.000 rs. ; era
todos 01 oulros annoicra sempre de ld:nuufri.
para baixo. .. .
Jivo nobre denulado qae esta queslaodc
fundos secrems, 10 iraporante era oulro.
paires, redui-se no Brazil a questao mullo
mesqtiinha, mullo pequea.
NOTICIA STUANCEtnA.
Portugal. l5deJunhoilustrla.. 4deJunho
Hespanha II de Junho Suis.a .. 10 de Malo,
rranca... 7 de Junho Sueca.... 28 de Maio.
Blgica... 3 de Junho Inglaterra 7 de Junho
Italia.. .. 1 de Junho
Ale.ii.nil a. 4 dcJunh
Prussla... 4 de Junho
Dinamarca 30 de Malo.
Russla... 10 de Malo.
Turqua. 4 de Junho
E.-Unidos. 24 de Malo
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chili.
Hucnos-Ayrei.
Montevideo 9 de Junho
cambiosde U *w0:,
a 27 Vi d
, nominal
Sobre Londres, a 27 '/, a 27 Vi d. p. 1/O00 ra.
Parlt, 340 por fr.
Lisboa, a 100
METAES.
Ouro.Oncas hetpanhola.....
.Muela, de li ion valbas.
> de 6J400 navas.
de 4/000.......
Prala.Pat.cdei braiileiro...
Petos coluraoarios..
Iiiiui mexicanoi.....
28HW0 a MRMW
I6>W0 a IByWO
10/000 ,
9/O00 a
1^920 a
1^920 a
1/700 a
90
'100
1^920
1/820
1/760
<5oV Minitlrod. JatUfa: -A re.peilo de ou
.ros tambera comquanlo reconheca que te..
que.T.V.---o M. *!& SS neredmento. todavljratavaooerucao de -.d"J o-----qlIBO 0bre de
ILEGVEL
ar acc..iai-.ne. N.in ve o nobre deputado
|ue aiilm prcedendo pude deixar, nao a iiiim,
as a o.nros, a duvida sobre a sy.npalhla do
sobre deputado por catai doulrinai? (Apoia-
dot.) Nao v o nobre deputado que estas dou-
trinas, que nao tem echo no paiz, que nio leu
forca (e a prova rita na hvpocrcaa co.n que
agumai iblhas no ousio inanfcslar mais do
qte taclla ly.npalhia. por ellas), quando lo-
divia apparecein. nio sabe o nobre deputado
qte uina parte da popolacio que pertence ao
pulido do nobre deputado, que deposita as
sus palavras e as de leus collegas uina fe
imito robusta, que entende que os nobres de-
pjlados to aquelles que podm avaliar me-
llar qual he o verdadeiro intercale do paiz!
nao labe o nobre deputado, digo, que esta par-
t da populacio pode-se deixar levar por estas
doulriuas anarebicas, e que, poli, coinprirla
<|ue elle e teiti amigos ic unlisen aos que sc-
gnem dlOerente credo politico para protestar
uin lea ellas ( Muilos apoiadoi.) P.is-aqul r
ponto em que eu desejava que o nobre depu
lido renccsisie; fajo-lhe lodaa juitlca : cstou
cavedeido ineimo de que desde o mon.enlo
es. que no teu eipirlo entrar a convicfo de
qjea tribuna deve responder Imprensa, de
-I i- he a tribuna o lugar conveniente para
faer estei protestos, o bobre deputado nao se
ricu.ara a 1 ./.."-lu. ( Mallos apeados.)
Nao ici le lodoi 01 chefei do partido da op-
rnslcao, mas inuitos conbeco a respeito dos
ip.aes digo, nao por decencia publica, mas por
convlccio, que estou persuadido que con.ide-
ii.ii que seria u.na calainidadc qualquer len-
uliva que tivessem villa umi mudaava radi
diera nosas ioslitulcdcs (ap iavfo.); quelto-me
porm amargamente de que os nobres opposi-
donlitas nao tenhau. coinprehendido a exten-
sa, de seus deveres, (Mailos apoiados) Se aca-
s> uina parle da populacio, illud.da por essai
IjII.ii> incendiaria!, se fr deixando arraslar, <
iralicar algu.n excesio, perguuloao nobre de-
lutado: podereinsua conscicncia diier: Ka-
ou tranquillo, lia ludo quanlo era mira caba
sara evitar etic detvarlo? [Apoiadot.) Nao
m.leuda que cora islo eu queira fazer censura ;
I nio, senhore, quero nicamente ver te chamo
aoppoaicao a pronunclar-se francimenlelo.
bre eite objecto.
O Sr. t-'rus Machado: Nesta nao cahe ella
7i.ni I.. )
Oulro Sr. Deputado da um aparte que nao ou
vimoa. .
OSr. Minitiroai'uslifa: -- O nobre deputa-
do he pouco generlo; se eu nao tenho raiao
no que digo, nao eatou fallando de uina manei-
ra iocoberta. O oobre deputado pude mostrar
que nao tenho rasao; pude dizer, por exemplo,
que ha paites en que oshomens de astado nao
faiein proiissao de f poltica oa tribuna ; pode
mostrar que na Inglaterra e na Pranca os ho-
mens polticos dcixa.n estas qucslie. a impren-
la.-esc o mostrar, el dirc i Coofesso que
nao lenho rasao.. Mal o nobre deputado te-
ria muitadifticuldadc en faz-lo, porque hoje
lodos lem as discuisoes do. parlamentos dos
outros paites, e conhecen que tadas as ques-
tea polilieas de maialcancc, lodas as aaud ...-
caaquedivldrm or putll*iaaii trartdaa tri-
buna ; l ninguen diz: Eilou muito alto,
para autorisar-se a nao oceupar-ac com os pen-
sainentos que a imprensa agita ; pelo contra-
rio, acclta-sctoda a discussio, combatc-sc rom
toda a franqueza. Se tircsscraoi a desgraca de
ver aqui na cmara alguem que prolcssa.se
principios republicauos, cu emendo que esie
deputado deveria ler a franqueza de o dizer
(Muilos apoiadot.)
Tratou o nobre deputado da questlo, tantas
vetes debatida, da amnista. Ka verdade la-
mento que esta questo fosse de novo Irazida
pelo nobre deputado. .Nao he elle uin deputa-
do obscuro, cujas opinies urna vez emillidas
possa.n passar sen resposta; obriga-mc, pois,
a acceitar outra vei esle debate, que cu sup-
punha j cxllnclo, pni. nio sabia o que mais
podia diier pro ou contra a amnistia; mas a-
gradeco ao uobre deputado o ler-inc dado eit.
occaslo para explicar esle pensamcnlo que he
lo claro que me parcela desnecessaria qual
quer c.plicacio, se nio ti..e que o nobre de-
putado pela provincia do Para julgou conve-
niente dar s poucas palavras que emilti uiu
sentido lio diverso daquitio que eiitinliaem
mente, que de certa me maravilhou. Feliz-
mente o nobre iniiii-.tr.> dos negocios cslran-
gelros tcveoccasio de explicar na casa o inca
pensamento, c apresso-me a dizer que con ur-
na iuteiraii.cntc a explicacio do nicu uobre
collcga. K.tava longc de miiihalnteucio o que-
rer arredar do ministerio u.na respousabil.da-
de qualquer para alira-la soorc a corda ; era
juila.nenie o pensamento contrario que rae
havia determinado jia. rellexoesqueaprescn-
i.i. O nobre deputado disse que o ministro,
diicndo que a questo da amnista pertencia a
um poder mais alto, dava a entenderque que-
ra elle a amnista, e que a cora a uo queria,
0 uobre deputado tem astar/tes recursos para,
fateidoopposlcao,despresar o uso deites lucios.
Como poderia entrar ..as minha. IntCBCdel sc-
uielhante pensamento ? Quindo_ o. ilinpliccs
dilames da probidade poltica nao me acou.c-
Ihassera, tenho cu orgulho sulliciente para nao
aceitar scmelliautc pnsicio. (Maitot itpoiadni.)
teredita o nobic deputado que lenho tamo
amor posicio em que rae aclio, c de que me
reputo ii.enu. digno ,n\o apoiadut), ra.s que
aprecio ni uno, que Ihe tenho tanto aui.r, que
se acaso culendessc que era chegada a dOOialia
eu. que a humai.ida.lc e o be. do citado re-
claniassc... a conceaaio da ammslia, eu, ...ci..-
bro do governo que a liveaae proposu di Impe-
rador, e leudo a desgraca de nao csl.ir de ac-
cordo com o pensamento do soberano em um
ponto lio capital da poltica, acredita o nobre
deputado que eu quereria, uao su continuar,
...as ule fazer alarde des.a divergencia, que me
tornava iudigno da posicio que oceupo.
Se cu. un. ponto cap.la. da poltica eu en-
teidesse que urna medida era necessara, c se
acaso a cra culendessc o contrario, cu sei
qual era o ineu dever, e havia de cunipri-lo.
Determinado por esle profundo acaUmcnto
que eu e lodos os i raslleiros tributara i coriii,
enteudo que, como ministro, eslava na obriga-
90 de eslabelecer u.n principio : nao discuti-
rci hoje se he elle ou nao cxiclo: agora trato
si) de dealarar o tucu pcasa.ueulo quando se
irala de amnistia, o passado pude estar sujeito
a una di.cussio ampia, en que os ministros
deven explicar as raides que tiveraui para a-
conselhar esta medida, mas quamlo se trata do
futuro nada se pode discutir na po.icao de mi-
nistro. >io contesto ao nobre deputado o di-
reito de fallar da ai.iui.tia, de rccomcnda-la co-
mo opti.uac silt.m- ; nio contesto ene direi-
lu aos que pensaren como ello. Ulvct, porm,
Ibes cuiiiesie a conveniencia mas o ministro
eutende que lera melhor co.nprebendido scus
deveres se nio aceitar qualquer disenssio a es-
se respeilo sobre o futuro (apoiado-,, c o moti-
ro he obvio ; seria o meio mal. fac de desco-
brir opinies que uo devem ser couhecidas ;
pois se o iiiiiiuii 1 ..1 entendesse que era chega-
da a occasiio de propor ao throno uina am-
nista geral, deveria declara-lo cmara, para
ao depoi. dtzcr-se que, concedeudo-ao mouar-
cha, 11.111 fez mais do que acceder s aoUcita-
ces do miniteriu, ou le por acaso ella niu ap-
parecesse, poder-se dlzcr que o inouarchi nao
a quii couceder, mas que o ministerio a quera;
ou ic o 1...uisie. > 1 se retirasse poder-ae dizer
que a queda do ministerio era dcvlda man-
Icsiaeau daquella opiniao? (Muilot apoiadot.)
Nao he exacto que a clemencia esieja em con-
ceder semprc amnista; le asslin losse, nio ha-
verla inconveniente em discobrir a cora aprc-
seutando-a como disposla semprc a lodas as
amnistas posslvcis. Mi- ento, senhores, a am-
nista seria u.na consequencia necesaria do.
cri.ueipoliticoi, seria lerapre um acto conve-
niente! Mai, pelo contrario, as palavras da
constituicao que recommendam a concerni
da ainni.lia nos caso nicos en que a exige a
buinanidade ouobe.i. do estado, nao revelan,
que a concessao iuJiscret. de amnistas pode-
ria prejudcar hu.ninidade e ao bem do es-
tado? Kii a rasao por que entendo, e eslou rc-
solvdo a seguir o principio que aprsenle!, e
cmquanto liver a honra de ser ministro, a c-
mara de balde me enierrogar lobre o que pre-
tendo propor a sc.nelhante respeito. Sobre o
pastado aceito toda c qualquer discussao; c
por $10 declaro i cmara que a minha opiniao
leu sido al hoje que una amnista geral lerla
un. pano multo desacertado. (Apelados.) Se no-
val circuinstancla., que poden estar al muito
prximas, rae Hieren mudar de opiniio, a mi-
nha policio me indica o lugar en que o devo
aprcscnlar; quanlo ao passado aceito comple-
tamente as ccnsu.as que os nob.es depulados
uizerem fazer : nao aconselhei a amnista gc-
..I, e nao mearrependo de o nio ter feilo, por-
que entendo que o paiz anda nio esleve, at
hoje, as circuniltancias que tornara opporlu-
no este grande acto da clemencia imperial.
(Apoiados )
Quaes os arpumcnloi que trouic o nobre
deputado para mostrar que a amnistia de. ia
ser concedida? U.n desle argumento! me
orpreendeu ; at agora cstava acoitumado a
ler e a ouvir que at amnistas devUo ser mul-
las vctei determinadas pelo grande numero
de pessoas comprometidas; vi com espanto
estabeleccr-se o principio contrario; diase-se:
Sao poucos os comprometidos, he mais urna
rasio {.ara deverem icr amnistiados. De
maneira que, por icmelhantc modo de argu-
mentar, a amnistia he sempre necenaria : te
ha mullos, porque lia muitoa; e ic ha poucos
comprometidos, por ba poucos.
Senhores, o faci d 1 ler bavldo lautas con-
coiaci Iminedialat de amnistia me parece
que he o melhor escudo que o governo pude
procurar contra ai aggresioei que se Ibe quel-
rao faxer ( Apoiadat ). Rao aiu p.ixea n.ei-
quinba e ignobeii que determinan, o proce-
i!. me 11111 do governo. Em Pernambuco, iabe-0
a caa toda, ainda cstavain 01 revoltoios com
as armas na mi, cj amniallaa ee concediera
aquelles que se moitravam arrependidos-, an-
da eatavio com as armas na man, e J aquelles
que ie apreienlavara .peranle ai autoridades
erara au...i.liados, eram-o al algum doi
Mas,'senhores, he ha. muilo lempoconvic-
cio minha muito profunda que, asura como
uina .lis primeirai neccssldtdei do Braill he
a srguraca individual, onlra necetsidade nao
menor be a de catabelccer a Iranquilidade pu-
blica lobre bates tollda ( muilot apoiadot); c
nioser.i ellre.tabelcclda lobre baici solidas
emquanto ileisiruios a populacio guir-ic por
cues principios lanas vetes com iinproprieda-
de Inaudita enunciados, en vlrtude dos quaes o
criminoso poltico, desde o momento cm que
he vencido, nao he senio um ente digno de
commisertfio, de svmpalhia e de cowpalxao
( Muir* ne-oiaitos ). O criminoso vencido pdc
excilar o aeilimento da cou.paixo dos boraens;
mas a auloridade enearregada de velar na tran-
quillidadc publica ten. outro dever inalsKrio
c Importante que cumprir: he aproveilar o
exemplo para fazer com que oulroa quaeiquer
reconbecam o perigo do crirac commeltido,
c se abslenliaiu de imita-lo. ( Muilos apoiadot)
l.to- nio ic coaseguc quando, apenas camc-
.111.1,1 os 111 iiniiai s ,1 conhecer do crime, vera
logo o bilii.no ulular da a.nnillla, que pode
ate acr vencnuio iji 1 ... ., arrancar-lbei
esle homens que de criminosos que sao pal-
lara logo, pela irreflexio, a seren conside-
rados vctimas. Compre que o palz conlleva
que ac o governo nao ae deixa levar por pal-
tes meiquinlias, po. ving.11.9a, obedece aol
.entunemos mais altos c mal nobres que Ibe
i.npc o seu dever para con. o paii, porque
reconhece que deve haver exemplos para que
o publico se acosliime a crer que o crlme po-
ltico tambera he um crime. ( Muilot apoiadot ].
Tcni-sc contestado aqui o direilo de conce-
der .1111111.n 1. perciacs, condcionaes; dille o
..obre deputado que nio con.prelieidia o que
eran, citas amnistas dadas a pessoas; pois a.
amnistas sio dadas aos fados; c desde que
o. factoi sio esqiiCLidos, ninguem deve por
ellei responder. Semellianle douinna esta
longe de corresponder aos princpjos huma-
nitarios ; a consequeucia lala doutrina he
que emquanto o poder moderador nao poder
lancar u.na amnista sobre lodoi icra excep-
cio, emquanto um criminoso houver que a
nio mercra, nio a deve lanca s obre ncnhiiiu
que cmqi.anto houre.se cheles nao arrepeu-
dido., que liiessem pelo contrario garbo dos
crime. por riles coutn.cliidos, como seria
indi.celo concedcr-lhcs amnistii, nio leria
conveniente concede-la aquelles que livessem
dado prova. de arrepcodi.i.eulo ; e toda a po-
pulacio desvairada dcv.a licar sujejta pena
que j cumpri.1, c sen perigo podetio ser-lhcs
alliviadas. Seiiielbaule principio lera alguraa
colisa de rasoivel ? Nao he contrario lei do
bom senso e da hu.naiiidadc .' Tar este prin-
cipio o apoio de algum escriptor dlsllncto,
ou o da praiica .le algum paiz adiantado ? Km
todos os paites .le que tenho cunl.cciinenlu,
qualquer que s.-ji a sua forma de governo,
se ha o direilo de graca, este direilo he o man
lato pusiivl; icnde .1 esquecer ludo o crime.
OU piricdcllc, a dar plena libeedade, ou da-la
debalao de con.lices. (.l/'oiad.i. ) K.ta dou-
iriua que emllu ter nova 1.0 naaso paiz.
lerdo pe.isa.ucnto do actual goicrno sraeole ?
Peco aos nobres depu lados que ol.cm u.n pou-
:o para o passado; vejao que no tempo di
u.uorid ule, cm que a asicu.bl.-a geral com-
peta aulori.ar as auinist as, acraprc foi auto-
risada a sua concessao ao. que se sujetasaera a
certas i mi.le,.i.s ; vejo que depoi. da inaio-
rldade aprescnlam se exemplo. que creio que
nio pdem ser r.qtcllido. pelos nobres depu-
tado.. Citando rs.c. exemplus, quero nica-
mente que o pait cqnheca que a illa.lrc op-
poiicio s vetes adopta principios nicamen-
te s por espirito de antagonismo cora o gover-
no ; nao porque Molla conviccio de que sejio
verdadeiros, porque, se os livesse, nao pru-
eederia da maneira por que o faz ( 3luilot apoia-
dot. J I.erei decrelo de 20 de n.iveuibro de
sil. reii-ren li.in pelo Sr. llanocl Antonio
Calvin, que nio he auloridade suspeita aos
..obres depulados. He):
Art. I. O presdeme da provincia do Ma-
r mili-i lica un .risa ln a conceder amnistia a
lodos or individuo, que se tenhau. aprsenla- ,
do 11* comarca do Drejo, da inesma provincia, '
una re/, que nio Icnham nutra culpa mais
|..c a de se terem envolvido nal rebelliea
que tiveram lug.r na sobredita provincia c
na do Piauhy i com a clausula de residrcm
por dous annos em ceno e determinado lugar,
termo ou comarca, .segundo parecer conve-
nc.uc ao mes...o presidente.
Kis-aqui, poi., urna autorisac.io para con.
ceder amnista a alguns individuus, c nao ge-
ralinente, e acorapanha-la da clausulaou .codi-
cio de residir o amnistiado por certo lempo
cu. certo lugar.
O primeiro ministerio da n.aioridadc apre-
enlou esta outra concessao de amoislia; nao
alerei toda, porque he um pouco tonga; le-
rei mnenle do 1 en dianlc(i;:
a Aquelles queestiverein por qualquer tur-
ma envolvidos en. criu.es polticos, e cuja
prcscnc.i ao governo parecer nao convr na.
provincias era que esses eu.es se livereni
commeltido, nio gotario da amnistia couce-
dida sem que assigneiu termo perante a aulo-
ridade competente, pelo qual ac obliguen a
re.dr temporariamente dentro ou fea das
provincias, cooforme o prudente arbitrio do
11-111.. governo.
Sos Os .|u. quebraren o termo que ti-
renni assignadona coi.forinidade do paragra-
pho antecdeme, perderio por esse facto o
d.relto conilnuacio do goto da amnistia
concedida.
Temos por consequencia aqu reconhecidoi
todos os principios que hoje se combaten;
foram confrssidos pelos governos que mcrc-
ceram o apoio dos nobres depulados ; temos
amnistas parciacs, anni.tias condcionaes, c
a expressa declarado que, ainda mes.uo dc-
pois de aeccitat, envolvesse o nao cumpli-
mento da condicao a cessacio dessa amnista.
Que ha pois de novo no comportamento do
ministerio, que possa explicar csses. escr-
pulos quede repente assallara.n aopposicin
sobre a Irgalidade de todas eisas medidas!
I'reiendi u-se, Sr. presidente, censurar tam-
bera que tivesse.. sido concedidas amnisti %
a algum rol. cujol crmes eran, nessa pafta
lio inferiores aos de oulrua que a acha...
cumprindo semen, .1, mas que a haviao pedi-
do. A illuslrc opposii;io achou que havia nls-
so unta irregularidade muilo grande, e houvc
at quem dissesic que esperar qae 01 rcot
pcdiiicra perdi era exigir que ellesie avil-
lasscm, c fazendo eu una observacao sobre
isso, disic o nobre deputado pelo Para que
era burail>.ar-se perante o mlnliterio.
O niii.rr depnlado pelo Para fez beu. em dar
cssa explicacio. mas 01 outrot ratera bem de
comprehender al que ponto ella he exacta.
Anude lie que le vio pedir amnistas ao minis-
terio ? Nio labein lodos que eale direilo he
pcrteuccntc ao poder moderador? Sd te po-
der inppor o contrario, porque enes reque
ri.nenios tem de irr cncamiuhados pelo 11.I-
nllterio, ou porque ter a amnistia de aer
referendada pelos ministros: admiiiiado po-
r.n essa intelllgeicia nada se pedir a Impe-
rador, e lodo u rid..d;.u Hrasilrlro que liver
de fazer requerlmcntoi ao chefe do eilado,
como lodos estes requerimenlo. ar encami-
uham pelo ministerio, lodo n.cldseJo^Brul-
leiro le avllta perante o imnisierio era v


'os o nobre deputado que ruis palavras nao
orain lalvez batanle meditada! por quem at
proferio. Nao be o faci de pedir a amnista
de per si urna aircumetancia que, liolada de
qualqucr ouira, pcssam determinar una con-
ccuo de malilla, mai pinguein duvldari
que sendo ai clfcumitanclas em todo o mal
idtulica entre roi do meiuio crline, mu
quando unsse apreientam^ltivos e repellindo
ai amnistas, e outrns procuram o throno e
lhe dizcm : Nos estamoi arrependidos, com-
nettemoa un crlme, pedimos o perdi del-
le. a Nao lei porque rasao eisa clrcumatancla
nao deva Inlluir multo, e multo poderosamen-
te sobre a conceao da amnista,.. .
O Sr. Millo Franco: Os ltimamente am-
nistiados de Pajeh pediro ?
O Sr. ministro da jntiitm: O nobre dcpulado
quer encelar por uin aparte urna dlscuaaao que
serla do longo desenvolvlmento ; en, porem-, s
declaro desde j que nessa concesso de am-
nista feila a esses homens de Paje, o presi-
dente da provinctaatjuc a concedeu, deu couta
ao governo dos motivos que teve para asslm
proceder, eque prometteu mals largo deaen-
volvimeolo a essa materia : elle est a chegar,
c o nobre deputado me ha de permlttir que co-
tila a tue respelto completas informaciies devo
porem desde j notar que he reconhecida por
todos quantos tratain dessas quesldes de am-
nistas, urna diflerenca inuito notavel entre os
motivos que podem determinar a sua conces-
so aquelles que anda estain concorrendo para
derramar sanguc, e aquelles queja se acho
colhidos pella inatica: ha consideraedes de na-
tureza multo diversa para determinaren! o pro-
ceder da autoridade, de modo que nunca se
poder argumentar de um facto para outro ; he
tudo quanto por hora posso a esse respelto
dlser.
llenas considerarnos, a que chamarel geraes,
paisou o nobre deputado a fazer censuras so-
bre o orcamrnto: dase elle, por exemplo, que
eu pedi 1:800/000 para o expcdleutc do com-
mindo superior da guarda nacional da corle,
c accrescentou que nao rindo essa verba no
bataneo de 1847 a 1848, que se distribuio na
casa, lhe pareca que ella se nao despender.
Asseguro ao nobre deputado que.lse toinasse o
trabatho de ver todos os batneos anteriores,
bavla de rcconhcccr que essa quaotia tem sido
cll'ectlramente despendida, e que, se cxainl-
nasse todos os orcamentos, havia lambein ver
que ella tem sido constantemente pedida, C
consttenteme concedida. Mas, qual lie a ra-
zo por que no balanco de 1847 a 1848 nao se
.ic lia declarado o dispendio dessa quantia ? lie
porque na occasio de fazer-se balanco se en-
gtobo as \ ces as yerbas, lato he, poc-sc cin
urna s verba ludo quanto pertence a um para-
grapho da lei. He por ora a explicaran que cu
posso dar ao nobre dcpulado, aasegurando-
llie que essa despeza sempre tem sido concedi-
da e feila.
O nobre deputado aprcscnlou anda algumas
consideraedes sobre a guarda nacional, e.dlrl-
gio-rae a esse respeilo una censura, por haver
cu no regulaueuto exorlntado d'aquillo que a
lei dcleriniiava.
Senhores, peco cmara que note qual fni
esse dcsenvolviuicnlo que o nobre deputado
scusurou, c al lhe agradeco tcr-iuc dado oc-
casio de esplci-lo. A el da guarda nacional,
cin altenco ai classes menos abastadas do paiz,
e a um gran.de numero de cidados brazilei-
ros, que apenas Irm o rca,
tOU/OOO, ou 400/000., havit deicminado que
esses nao fossein obrigados a preslar-se ao ser-
vico, como airtcrionnoole se exiga, por si c
por todos os seus lillios que estiveisciu em
certa idade; luvia nessa desposico da aulga
lei urna verdadeira opprcsso, por quinto um
homein que so tinlia 200#00o poda ler tres ou
f|iialro lillio cin circuinstaiicias de seren guar-
das nacional, c vla-se enlo obrigado a fazer
as despezas do I irdamcnto c do servico coin-
sigo c com lodos os seus lilhos ; c pnis a lei
moderna dclerininou que sempre que o cida-
do allegassc essa circuuisiancia de s ler 200/
ou 400f000, fosse obrigado apenas a apresen-
tar-se fardado, e com o numero de lilhos re-
lativo a tantas ver.es '2.00/000 quintos eslives-
sem coiiiprehendidas na sua renda tolal. Essa
medida he toda bericlica, o pcnsainenlo da c-
mara fui seguramente alliviar desse onus os
cidados necessilados. Ora, cu creio que
quaudo o governo deassnvolvc o pcosaucnto de
nina lei nos stus regiilaincntos, deve procurar
explicar, c sobre tudo enmprehender, qual loi
" espirito della, e se esse espirito foi lodo bc-
nelico, nada ha que nolar no dc.cnvolviincnlo
que lhe d; pelo contrario o nobre deputado
devar ser o primelru a leconheccr que nisso si-
te/, um verdadeiro servico. tornando mais
ampio esse benclicio : o governo assim o eu-
leudeu e praiicou dcixandu dircilo ao pai para
designar ofilhuquc deve substitui-lo. 11c urna
frauqueza que se lhe d, elle designar quem
de sus familia, em vanlagcm della, o substi-
tuir no onus dcsic servico. Bal! medida pois
est perfeitamenlc no sentido de favorecer
cssas classes menos abastadas, he um pcn niento todo benfico e de favor. O nobre de-
putado que, durante a discusso da lei da
guarda nacional, nos tinha feilo a njuslica
( nao direi que tivesse esse fin, mas das suas
palavras isso se poda dedu/rj de considerar
esse favor que Lisiamos as classes necessitadas
como una medida de dcsconfanca, o nolirc
deputado reconliccc agora eme realmente havia
irise favor, aecusando-nos de contradictorio,
porque no seu regulamrnlo havia o governo
determinado que no Hio Grande c as fronlci-
ras todos os cidadaoi capazes de pegar cm iir-
mas losicm guardas nacionacs.
Senhores, se o principio que predomino!!
lossc o da dcsconlianca, como a principio sup-
poz o nobre deputado, tieclaioquc essa des-
conftanca derla ser anda maior as provincias
irouicn i-, onde o governo mais necessidade
lein. c mais frequculcs ve/es, do. poio da guar-
da nacional. Mas le o principio era o de favor,
enlo elle devia ser necessariamenlc modifi-
cado pelas clrcumslaiicias que tomavam esse
lavor menos .osslvcl nal fronleiras do im-
perio.
O nobre dcpulado sabe perfeitamente que
as funccOes da garda nacional consiste e-p.
cialmenteeai ir auxiliada polo exercilo no
que diz respeilo a seguranza internado paiz
iz, e em sor auxiliada do excrcitn no que diz
ruspeito i guerra extorna. Ora, se urna
fniiiler, como todos sabetn, o lie obvio
e-ta expostal tolos os momentos a pas-
sar do estallo de paz ao estado de guer-
ra activa, jiiiiii-ilia'.-i, lio claro qoe alii
as necessidsdes da defesa do territorio e da
seguran;* e integridade do imperio recla-
mlo que todos os homens nascidos no Bra-
sil, lodosos ci laclaos brazileiros quaesquer
que seiJo suaseondicOese fortunas scjo ha-
bilitados para entrar immedialameutcem ac
r, 11 >; n i m 111 quanlo so trata de ropellir a ag-
greasSo de estranhos, nSo ha guarda nacio-
nal, n8o ha oxcrcilo, ha llrasileiros [ dpoia-
do$.)
que, na posicio de ministro eslou obrigado
dar oxplicacOas de todos os fados, mas
So a soffrer un lime vago do doutrins ;
estou persuadido disto, alo roconheco di-
reito de se hieren) semelliantei per-
guntas julgo que estas perbuntas abs-
traetss e de doutrina nao estilo muito no
dirtato que tem qualqner Sr. deputado de
discutir os principios e actos do ministerio.
Se o oobre deputado entendeu que o gover-
no tem violado algum principio do Concilio
Trldenlino, poderla diie-lo a cmara, e eu
me considerara na rigorosa obrlga^uo de
respondor-lhe.
Tal lie porcm a deferencia que me mere-
cen o nobre deputado, que me julgo obri-
gado, sem estabelecer predenenle, a dizer
alguma cousa a respeilo do que me elle
perguuta. He verdade, he uui principio
reconheciJo e ostabelecido, nBo s0 pelo
C.nnciliu Ti-ieiitino, como al anterior-
mente, que os conogos tem obrigarjilo de re-
sidencia sera porem urna regra que mo
admittia excepto? Essa obriga;ao aera
imposta ao governo, ou a consciencia dos
conegos? F.ssa obrigaQo do Concilio lie
de urna natureza mais espiritual que tem-
poral, liga, o ronego, obriga-o, mas no
quer dizer com isto que se o conego enten-
der quo est, pelas exceptes da regra, dis-
pensado da residencia, o nilo possa fazer.
llevo dizer mais ao nobro deputado, que
ssim sempre tem sido entendido, que ha
at designadas exceptes goraes, que so
as que se exolicam nos soguintos tormos:
Chritliana chirrias, urgens neemsitas, debita
obediencia. E sobra tu lo o seguiote, a que
eu pec.o que o nobre deputado ltenla:
Evident Ecclreiiai Vil Reipublica ulilrtas.
\ evidente ulilidade da igrejs. o do estado ;
logo, sempre qao-a tatrHdtde do servijo pu-
blico reclamar oservicos de um cspitular,
elle pJe presta-Ios, se em sua consciencia
entender que se acha dispensado da resi-
dencia.
Etta doutrina, Sr, presidenta, tem siJo
sempre seguida entre nos; pois de outra
ni.iii-ira, com.i ho que, sendo a obrigaQo
da residencia dos parochos de direilo anda
mais restricto do que a dos capitulares, pe-
las determinarles do mesmo concilio, te-
mos sempre visto tantas exceptOes'/ Como
he que vemos com assento nesta cmara
capitularos e parochos, nilo s agora, como
sempre? Tambcm no he.desconhocido o
exemplo do illustre monsenhor Vidigal,
homem bstanlo conhecido, que exeresu
na Europa por nlguns annos urna missilo
diplomtica ; vimos o Ilustrado monse-
nhor Silvcira, muito digno hispo eleito do
M iranliau, ir .aples a servico da casa
imperial ; e entretanto estes senliores no
seriam canazes de trahir a sua conscioncis,
se se nch.-isscm ligados pelo concilio.
J v pois o nobro doputado que o prin-
cipio assim aprosenladoiie verdadeiro, is-
to he, que existo a obrigacSo de residencia,
mas qu esla obrigsc,3o nSo s n3o liga
bre deputado ;*Qlo foi o ministro da justica
que ausoitou esse debata, o miuistro da lus-
lifi vio-se, e ve-se is vtMs na necessldile
da responder sobra objectoa era que esla
conveneido de que o silencio siria a mtdht-
diicuaslo.
( ConeMr-se-ha. )
2
Uro :Nao senhor, foi a arma, que dispa-
rme parque eu nao tinha taei lateoeoei.
:O Sr. diz que nio *spa
Jnil!
.,,, quepaalcio tloha suaaraM'
Z Ortflndlma a posicaa erlasjlal
rli :Emo estiva apoataaa |
o :--Sim, senlinr, esias/a. vlr
mt
PERNAWBUCO
JURY DO RECIPE.
l.'SESSA ORDINARIA. EU 13 DE Jl.'I.llo
DE 1851.
Pritidencia io Sr. Dr. Niiva.
A'a ll boras da manha, felta a chamada
acham-se presentes 38 Sn. jurados.
O Sr. Presidente: Abre a leiso, multando
aos scohores que delxarain de comparecer sem
escusa legal.
Apregoados os reos e teitemunhai.
O Sr. PrffioVnfs: -- Declara ir-sc proceder
ao sortelo do conselho que tem de julgar a
r prsenle, aecusada pelo criinc de oll'eiiias
hpysicas.
>.ihcin sorteados os seguinles Srs.: Joo
Francisco Panicillos, .Manuel Anuro de Souza
Reii, Joi Gon^alvcsda Porciuncula. Joao Al-
ves Machado, Antonio de Paula Fernandas
Eiras, Luis Jos Rodrigues de Souza, Jos Gou-
Salves Torres JuDior, Caetano Aureliano de
ii \ i lio tanto, Joaquim de Souza Leio, Fran-
cisco Jos da Cosa (..impeli, Joo Antonio da
Silva Grillo e Jos liento da Costa.
Prestado o juramento do cstyto.
O Sr. PreiiJenle; Faz a r o segulnte
INTERROGA.TORIO.
Jn : -.Como se chama ?
Jfi.Roia Mara dos Marlyrlos.'
Juiz: Sabe porque se achaprocessado ?
Re : Nao sel, nao senhor.
Juis : -- Porque foi presa !
R: -- Dizein, que, foi por causa de urnas
bofetada! qu eu del n'uma tal fenhora, ella
andou s bofetada! conmigo eVtarabcm an-
del com ella. ijPf *"
Juii i, Mas quem era esia eViliitrra e/lu ?
IW: Urna tal Francisca.
Juii : Sabe se fra ferida essa Franciscc ?
Re : -- Senhor, eu vejo fallar.
-luir: E nao sabe quem a ferio ?
/?: Nao sel, nao senhor.
Jm'z: -- Nao foi voce quem a ferio ?
IU : Senhor, en nao me lembro,
Juii: llorara com essa mulher em casa 1
R : Monv i, enii senhor.
Juis:--Enlo morando com ella c sabendo
que fora ferida, nosoube por quem ?
R : Nao senhor, porque na occaslio ti-
nha multa gnlc por causa do barulho.
Jn>:: C'ue barulho !
R : -- Desse barulho, que- eu disse que Uve
com ella ; eu dei nella eella deu-me em mita c
enlo juntou multa genlc.
Juii'. Nao tinha una navalhanena occa-
sio ?
R : Nao, senhor, nao havia.
Jut::-- Mas nao saccudlocom urna navalha
nessa mulher ?
Re : Senhor, cu nao me lembro que sacu-
dase.
Juii : Sabe escrever ?
cid
. H': ~ Nao, aenhor.
principalmente ao governo, como ate ad- Klndo o Interrogatorio sao lldas pelo cscrl-
mito casos de exceptu, sen lo juizes dessa vo interino, oSr. Aprigio, as pecas doproecs-
exccpc,3oo governo quo DOUta eocapisu- so.dasquacs consta que a r, tendoaltercado
com urna sua camarada Francisca de Tal, com
quem morava, passra s vias de facto, c nessa
lula, lancando mode urna navalha a saecudira
na sua contraria fa/.endo-lhc uin fcrlnienlo de
tre polcgadas de extenso, mas de pouca pro-
fnndidade.
O facto he atteslado por algumas testemu-
nhai alm da eomisso da re na occasio di
lar que aceila. Direi mesmo, e o nobro
o sabe, que os bispos, pelo facto Ainicamen-
to de srrem hlspos tem o dkoito de des-
tacar do cabido dos conegos, priva-los da
residencia, som nem ao menos darem sa-
tisfago ao cabido. Ora, sj isto compele
ao paincipe da igreja, poder-se-ha contes-
tar esse direilo ao grande padroeiro- da l-J sorpresa
greii, quando o servico do estado exigisso Pellas as allegacfies pro c contra, sendo ad-
oempregode um capitular? F.m seguida a vogadoda jusilfa o Sr.promoioiInterino Sou-
mm'An^m, disse o nobre deputa lo 0^^ ?fflftT.
que n3o quona dar interferencia so gOW-1, enl aocon5C|hooi segulntes
no nos seminarios eplscoiiaes, c por isso QUESITOS.
entendeu quo davra augmentar contra a j i. a r Rola Maria dos Marlyrlos, bratlcou o
emenda que consigna 30|lK)J0O0 para a crea- facto de que he aecusada de haver feito offen-
c."io de varias cadeiras de onsino no senii- cas phylcn na pessoa de Francisca de Tal ?
nario. Onde poron esta nossa idi a- 2. A rpfaiicou o mencionado facto com a
presentada pela commissSo, de accordu c'uimtaneia aggravaoU de ter supcriorida-
eom o que cu disse no meu relatorio, on le j uSZ clrcums.ancia. atlenuanle a fa-
esta essa intenerancu do governo nos so- vor ua r i
mnanos ? No a vejo pois da emenda/ Ojury rccolhcndo-se lalla de suas cinfe-
no secolligo mais do que dar un auxilio rencias volia pouco depois respondendo lifas.
que sempre os principes catholicos enten- por 1L votos; quando ao segundo eim, pdr 10
deram dever dar; por consequencia ac- votos ; quanto ao tercelroiim, por unanii,ida-
mars, autorisando o governo a auxiliar o de, houvc a circunstancia allenuantc de nao
seminario com a creaco de novas cadeiras h.vido nare plenoconhecimcnio do taial,
le ensino.D.o .d m.nelra algumain-jTS^5S(*S.T--coS"ndr...e L a
erfenr di admlnislrac,10 dos semina.os.'dccisSo dojulVi conae,,, r X
t, a esse respoito direi ao nobro deputado mei0 de priso simples, c mulla corrcsponcn-
[iie leulio-me dirigido a tolos os bispos,; te a inelade de lempo.
pmlindo-lhes ou exigindo, cm uome do go-: Lcvanta-sc asessao s 1 horas da tardej
verno, que ipreseniou urna reinan cir-1
cumslaociada sobre o estado desses semi-l _.,_ ...___ ..__.i
DE J0L1IO
narios, sobro as medidas qoojulgam con- 2.'SESSA'O Ordinaria EM l D
venientes para mellioral-os, e ato quo me ""'
dcom =uas opinies sobre os meios prati- FruUmU do Sr. Dr. Anca.
pinioes sobre os meios p
eos de levar a elfeito ossos meltioram Mi-
tos ; ludo isso prova o dosejo quo tenho de
respeitar escrupulosamente os direiios da
igreja. Este trabalho nao pode ser apre-
sanlatlo com a rapidez que eu desejava :
entendendo porem quo cm mateaia l,io
Promolor interino, O Sr. Dr. Souza Garca.
dvngndo da defeea, o Sr, bacharel lleinezerio
kscrivao interino, o Sr. Aprigio.
A's onze horas da manha, feila a chismada
c achando presentes 38 Srs. jurados,
O a'r. Prei'rrtente ubre a sesso, mltanos aos
senhores que dcixaraiu de comparecer sem
''elle
Juiz :Rccordr-se do da em que ten lugar
esse aconlecimento ?
Reo :--rfo(lla 13 de novetnbro.
Juiz:De que anuo ?
Reo:De 49.
Jut::Foi de da ou de nolte ?
ll' :--Krain 7 horas da raanhfa.
Jufi: i luando foi preso ?
Uto:--Est fazendo j mezes, cm 11 de levc-
relro desle anno.
Juiz :Nao leve o r de ni de prlslo logo que
deu este tiro .'
Rio : Nao, senhof."' '"'"
Juiz :Onde conservou-se dcide vi de no-
vrmbro de 49 at ler preio ?
Beo:Em Santo Amaro:
Jnii: Nunca fu .Masara
nem isso Ibe constou?
Reo : Nao, senhor.
'ni:: -- Conservando-so selnpre cin Santo
Amaro, porque nao aaslitio formacao da
culpa ?
Reo Porque me nao achavam.
laiz :--l.ogo nao estara all ?
/fo:Eu eslava, mal nao appafecia.
Juit: Quantas vezes bateua pedraa sua
arma para atlrar nesse ht>mem ?
Reo :t'ina vea S, em que cabio do descan-
to Aesparou-ae. *
JkIi :--.Pois a escorva no lhe faltou a prl-
mclra vez t
R Rio, Srr
Juit: Enlo nao lhe falhou a prlmelra
vez 7
Rr):Nao Sr., se eu nem sabia se ella tinha
escorva do modo porrjltereocbi a arma do Ins-
pector assim a leve!.
/fz:Pois quem dase, que o 8r. atlrra e
nfe mentira fogoa prlmelra veza sua arma,
loi o mesmo Inspector ?
Reo :Se elle eslava preso, por laso se havia
de defender.
Juiz iMal o Sr. sendo to innocente para
que se esconden ?
Reo :Eu estava em Sanio Amaro,
/(si Sabe escrever ?
Reo : Multo mal.
Findo o Interrogatorio e lldas as peeal do
proceiso, dos quaes consta o mesmo que o reo
cuita, com a dilTerenca, que o Inspector, que
acoinpanhava o reo afrma, que na occasio
cmqueo reo disparara o divinle mentindo es-
te logo, elle lhe ordenara que nao atirasse e
armando de novo o bacsraarte adrara a despel*
to dos esforcos do inspector para o impedir, e
que dando-lhe o mencionado inspector voz de
priso, o reo sacudlndo-lhe com a arma, loma-
ra urna faca e se evadir.
Srguem-ieas allegacdes pro e contra, Andas
asquacs
Sr. Preiidente faz o (elaterio da causa een-
treba ao conselho os acgulntes
QUESITOS.
i. O reo Antonio Alce* da Silva Olivcira, co-
nhecido por Antonio Pcdra, praticou o facto
de que he aecusado de haver assassinado a Jo-
s Mara da Conceico ?
'1. Ilouve da parte do reo aupcriorldade cm
ii ni i- de manan, que o ofendido nao podea-
ae defender-se com probabilidade de repellir a
offensa ?
3. O jnry reconhece que o reo praticou o
facto de que he aecusado casualmente no exer-
cicio de um acto liciti, feito com attcnco or-
dinaria ?
4. O jury reconhece que oreo praticou o
facto de que he aecusado cm defesa de sua pro*
pria pessoa P
5. Houvc certeza do mal, que o aecusado se
propoz evitar ?
6. Houvc falta absoluta de outro mcio me-
nos prejudical ?
7. Ilouve da parle do reo provocaco que oc-
caslonasseo conflicto ?
8. Ilouve da parle do reo delicio, que occa-
sionasse o conflicto ?
9 l is icm circumatancias atlcnuantes a favor
do reo ?
O jury recolhendo-se a sala das suas confe-
rencias, volla pouco depois, respondendo :
quanlo ao primelro queslo tim, por- II votos ;
ao segundo no, por II votos i ao tereciro nao,
por ll.votos ; ao quarto, quinto c sexto tim, por
11 votos ao stimo e oitavo no, por 11 votos ;
e quanto ao nono no, por unanimidade.
OSr. Vresiilcnle avista da decso do jury ab-
solve o reo, appellando da decso, para o su-
perior tribunal da rclajo.
l.evanlou-se a scsso as 6 horas da larde.
urna artista d
dina o poder
Na sena
aoha subj
acea, repi
houve icoin
bein os seuftpentzjPtnti
do papel que'deseaspen*
a proprla D, Marta da
pnHyetwtnm miinniiii
p. Mara Leopoldina estere multo cima dos
elogios que aqu lhe podernwa deracaa.
8r. Hailmiano Costa comprebeadeu e desem-
mi aci;ao limitada
licam. Notou po-
'ormio applica observou sobre as
lie, ama accJJo pro-
iva ao contracto do
iaseflo. H. urna in-
uito depois deaup-
niuiio uepoia aeaup-
mam paiiiij.
i.spirar cblorofur-
Cenhou pf fritamente a parta te Autoaio Uon-
'. No tasroelro acto, quando Antonio Comi /,,BaH
pMiilMraV.tMMi
seria prudente faier-M
inio at ter oB dohte perdido loifo o seoli-
menlo, porque, continoando o effoito do re-
ato* progressos, podem*causar a
Hice I lado peloa remordlinentoa da sui Siis- i ijiort., o que muitas aCOntCW.
ciencia, lucundocom a incerteza, entre .Iri- Aicni corra.Julgamos dver filiar de
umpboc a ana queda, oSr. Casta e houvaco- urna preciosa descoberta, que poda ter gra li-
mo artilla de subido mrito que he, e alada de i nfltiencia na ioduatria Uo usual e atrasa -
melhor trabalhou no momento em qe oiivlo da dasCordas.. Bata descoberta do Sr, Fil-
as roses do poro brad.ndo -*""">'"/i "', ohier onaiste em fabrioar eordss cota ca-
lnlrnciarfo oe>il'rro--bi> rendo saaiadcM-ara- _...__ .___ -" *"" "" ca-
llar quo heui nesse nioiiieato dciemsxmliou o ???? rrro: Reu.-e"" este sysUsma,
ir. Costa ajua parta. *TaVMIfllli'laxM*'f1f|
estlculacSo, e o seu accionado foi o mal apro-
S
ge
priado possirel.
Viuioa por varias vetes esla Sr. desempeohar
algumas partei no theatro de anta Isabel, e o
achavamos Inlolcrarel, e at urna vez o clasil-
camos de actorordinario.. porin ficamoa
surprehendidos c re/ este Sr. no theatrada
(pollo, cobrlndo.aa de rnavcciiloaapplauaoa e
Jq ni rindo por san Srebalhoro bcia justo Ululo
ue artista de grande ment,
i Avante, polt, Sr. Cosa, brilli.inle futuro Iba
asseguratoos, estade uam aliuco dillicil srte
a que se dedioou.
A parte de D. Jala de Aleoeastro foi dea-
Smpenhada pelo Sr. Uuinrarial. Subr* o bom
esempenho desta parle non oallaaioi, parqnc
baita bavermos dito que lu fcita pelo Sr. Gui-
nnraes. Para tricar os elogios do Sr. Guima-
rei, fora mlster outra panmi qaa nao aooaaa,
a quaeiquer elogios que lhe endorecasse-
Iios flcarlam abaiso daqnelles que lia merece
sr.'Q9r.-OTrlliiaraaraitsali paimltoarlas.
la que ha plsasJo scena pornambuoana. O
Sr. Jorge estere excedente na execuco da par-
te de li. Antonio de Portugal: coolinue o, Sr.
Guimarcs a encarregar ao Sr. Jorge de par-
tes taes como aquellas que at hoje tein fei-
to, que nao deamerceer a reputaco emque
otemos. Goatamos muilo daSra. Fclismiua na
parle de Laura a Italiana.
Apczar de nao conhecermos pessoalmente ao
Sr. 11 u i ni ir. i es, com Indo isso,miramos pedir ao
mesmo senhor a rcpellco do drama D. Maria
de Alencastro, e esperamos que tome o Sr.
Guimarcs eate nosso pedido ein considera-
cao. Concluimos convidando o Ilustrado pu-
blico desta cidade, a concorrer na noiteda re-
pllelo ao theatro d: Apollo, se porventura o
Sr. Guinaraei atlender ao nosso pedido, se
qur elle gozar de um bom drama, e melhor
desempenhado.
Costamos suimnamrutc da tarea Manoet
Mendet: o Sr. Gulmarea as partes caricalas
nao tem rival. IIcholo e Mlchaela pelo Sr. Li-
ma, c Sra Carolina foram ezcellentemente exc-
cutadas e infinitivamente nos agradaram. Mui-
to sentimos que o Sr. Lima se achasse encom-
tnodado como depois soubemoa, e que pur
esse motivo nao empregasse toda a sua arte no
dcscinpcnbo do papel: temos sido informados
por pessoas entendedoras que o Sr. Lima tem
mrito, c catamos crcutei que far por noi
continuar a agradar.
M. C. S. P.
Achando-so ausente Insta provincia o
Sr. coronel Jos Pedro Velloso da Silveira, e
conseguintemente impossibilitado do res-
ponder ss accissc/ios que de continuo Ibe
fszcm os seus desleses adversarios, tomo a
deliberifo do emprasa-los para rjccasiao
mais opportuna, cortos do que sero ainda
urna vez convencidos de malvolos : entre-
tanto nao deixo do rogar-loes
antes apresentem essa
.a foren, nexibilidede e a economa.
1!JU8r. rWehierfalJrica -uordaa da Mnaaino
e ferro desde o.maipr at o menor dime-
tro ; mais leva. e-fl*iveisf nMnWpaVitii-
rias e grosssa. duram, termo modtlj, duas
vezes mais que as ootraa. Team, ama re-
dcelo de Yolome daaa^Wes m#ri",toe mo-
doqoa n,lo oceupam tana. aanasjLk. '
Tal hoaeconomiai.qu em mi fabrica
onde se gsstavam 88,000 frasteoa de eordss
por anno,irsslou-se pela atada ileaUuuan-
tia das eordss Ao novo sjstesna.
>;Ji mu i los industriaes faiom agora oso
das eordss de canhamo e de ferro, a falla-
se de entroduzl-lis oa marlnha.
Os pharoes ana franca. O governo fran-
ca! ooz primeiros annos da reslaiarkcao
nomeoa urna commiaaao doa phares, para
estudaf oa aperfi;oamentoa que exigase
o sysiema da illuminaclo das costal. Essa
crnn'nlssSu', cujos membros roram escola-
dos na academia das sciencias, entre os olli-
ciaes generaos e oogoiiheiros hjdrographos
da m irinhi, e nos corpoi das pontea e calijs-
das, adoptou em i8tt um programla geral
que serviu de ppnto da partida para o me-
Ihoramento sueessiro da illuminacSo do li-
toaal.
NSo ha vi o entle saaSo desesseis pharss,
a saber: 10 na Mancha, S oa Ocano,1 no
Mediterrneo. Esses desesseis pharss eram
accessos num litoral de 9,500 kilmetros,
nilo coroprebeudidosos 850 kilmetros que
abrangem a Corsega a as illhis paincipaes
daa cosas de ["ranga.
Km 1840 o governo obtuve daa cmaras
um crdito de dous milhOes o qainheolos
mil francos, a melborou a illuminacao das
costss, concluindo o estabeleciment ou a
restauracSo de 46 phares de pryneira, se.
gunda, e lerceira ordm, e 90 outros de
menos importancia, para illumineram as
entradas das enaeadas a dos porlos mais
frequentados. NSo havia nenhum pbarl
as costas da Corsega ; a commissSo foi de
psrecer ns mesms poca que se estabeleces-
sem ah cinco edificios da primeira or-
dem. Todoa estSo hoje concluidos.
Tendo os novas estudos, e particular-
mente os ltimos roconhecimenfos hydro-
graphicos, demonslrede a necessidade de
muitas sddi(0es esseooiaes no systema ge-
ral de illuminsclo, a governo realisou des-
do 1814 essss aiiilices oa a perfeifoamentos
por meio de um crdito dedoua milhOes
o quinlienloa mil frsocos. Hoja accendem-se
57 phares las tres primeiraa ordena as
cesta martimas; e alletn desses fogoa drsti-
ssamtaa SHJSS& ,nidos Par desi.n.rem .0 long. 0% prioci-
TlZre'usa'dS ho, tem i p,M p0nt0S delI">,0t d* m0Dor for' llu"
imprenta a. lionlom <,nir.rl.. dita maiata rknnh.,/,.
ji mullicados.
importante o lempo lie um elemento que escusa legal.
nao deve desprezar-so, apresset-me a pe- Proccdc-sc ao aorleio docoosclbo, que tem
dir esta medida nicamente como proviso- dc JultSar ao reo Amonio Alves de Olivcira, ac-
1 i e como um auxilio immidialo. cue"'' fe' criinc de homicidio.
.i ...i.., a..nl.j. r,^ Sahem soneados os segulntes senhores: l.oo-
O nobre deputado fez, respeto ao paga- rent Jalliailuo de sequeira. Joaquim Jos
ment dos parochos pelos cores geraes. al- dos Santos, Manoel Antonio de Souza Rodrl-
gumas constdera^es tnui razoaveis ; entou- gues, Jos dat'rnz Sanios, Jos Francisco .Va-
do com o nobro deputado que tal doutrina rinho, Jos Martina, Joa Jeronjmo Montelio,
urna verdadeira anomala, Enlondo mes- sana! Antonio SimOca do Amaral, Joo Fran-
011, senhores, que essosvstema, quo muitos f'co Pardelhas, Lulz Jos Rodrigues de Sou-
julglo ser benfico para as provincias, de "' F'"'o Jos da Costa Cainpello c Tho-
&^2 prrinc,,es ocrUs ^^^pm'W.S..
despezas que Ibe devino pertenor e parten- o Sr. Presidente fas ao reo o segulnte
cem, para langa-las sobre o cofre geral, loo- INTERROGATORIO.
ge do sor um benellcio para as provincias ho Juiz :Como ae chama ?
Ora, nessas circomstancias deviamos nos
deixar nessss prnrincias fora doquadro da
guarda nacional, eporconsequencia da ins-
trucsOo pratica que podem receber ali para
os tornar immcliatamente, quando conve-
lida, em tropa activa, os cidados que esti-
vessem oss circumatancias de lhe porten-
cer ? Seria pruJente, seria rasoavei que as-
sirg obrassemos? Eis-aqui os motivos da ex-
fleo :Antonio Alvcs de Oiiveira.
Jai: :A onde he morador i
Reo Na eatrada de Belcm
Juiz : He o senhor, que he conhecido por
Antonio Pedra ?
R'o:--Sim, aenhor.
Juiz :--Sabe porque se acha proceasado ?
Rio 1 Por um Uro que eu del, nao pelas mi
um mal para cuas.
Sootioros, o que temos lalrez do lamentar
a esso respeilo he o seguinte : quando so
oslabeleceu a soparaeo dos cofres geraes a
provinciatfs, e a diflerenca onlre dosaezas
geraes c provinclaes, sopsrilo-se tambem
os impostos em geraas e provinciaes : essi
soparsQ5o porom tslvez n3o houvesse sido nhas intenedes.
bem calculada, pois he corlo que urnas pro- J"' --Em quem deu eise tiro f
vietas (cario tao bem aquiuhoadas que
.o realmente provincias ricas ; oulras lia
quo, t'i mal aquinhoadas, silo realmente
provincias pobres ; os cofres dessas esto
sempre exlisustos, suas rendas no chego
talvez para meta Je das despezas que devem
fazer.
O remedio que se tem querido daraeslo
mal he tirar dos cofres provinciaes algnmis
despezas para lan^a-las sobre o cofre geial;
pergunto, por ventura
T
Reo :--Em Jos em P.
Juis :- i-.r.i pardo, preto, ou brancoesse 1
dividuo ?
Reo IGra quasi croulo.
Juis :--Enlo pardo escuro?
Reo: Sim, Sr.
Juiz :Era csae mcamo que ac chamavaJ*
ac Maria da Conceico ?
Rio :Sr., o nomc dclle nao acl bem, todo
mundo o tratava por Jos em P.
Juis :Aondc era elle morador ?
Rio :--No linba habitaco certa.
Juiz :Mas uesia occasio. onde morara?
Rio IEra Fura de Ponas.
lu::Fallo na occasio do tiro ?
Rio :- .Estar na mtnha porta em Helmi
Juiz :Porque dlaparou o Sr. esse tiro /
Uro :Por causa de mullos atslntes dclle
mas pergunto, por ventura o cofre geral
vai procursr suas rendaso'outras partes que
tino scj.Vi ss provincias ? Qusl ho o resolta-
ceprjao que lizemos ; foi elo"que"eUrml- do Pra,ico U8SS' medida ? Ku o digo, sonho-
11011, nao o governo, mas o corpo legislali- as Pr0VIDC pobres vem a aofl.-eras'
vo_ a autboriaar o governo expressamenle imP0S|C para que oas fronleiras do imperto estibo- "cnressimo da despeza que recaho sobre os >"" occasio tlnha-me eu quelxado aoia-
lacesse regulamcntos especiaos oara n truar- cofros geraes, e isso om beneficio das pro- Pc"r-"
d. nacional Usando ES?\%&gfo ijK'V?? lugar de diminuir a Jcsi- ?^^7S^^ffi
lesenvolvsn lo esse pensamonto, foi que 0 ""dado que ha, ou o embanco com que reCebldo urna estocada em certa occ.al.io, *
poverno deelarou que as fronleiras tolo 0 |'ulam0!,{ "Bgravamos o mal, fazemosom qucixara ao Inapector do lugar Paulino da Sil-
cidad.lo fosse guarJa naci mal. Creio quo ,l'ue *" despozas dos cofres goraesso aug- va Mindello.c igualmente a um outro inaptrj.
o nobre deputado, attendcud 1 a laes m iti-1 a,en^{,ca> e P'f* prelicncher esses pagamen- 'or, nao podendo estea conseguir persuadirn
expe suas opinies, e pela motleracilo com | i.ml0L dlrigio-ae novamente a caa do insperxir
que sempre ralla, e na verdade sinlo nao o .? n0Dre deputado foz mais ulgumas con- Mindello, o qual se resolreu a vlr prender o
ter por aliado. siderales a respeilo do trafico, dizendu qoe assaaainado ; chegadoa ao lugar da caaa do ri,
com repugnancia entrara em materia 13o sndese achara o tal individuo insultando n
delicada : o como que fez recibir sobre mim sgrado aecusado, o inspector dcu-lhe a va
a respansabilidade desta discusslo, por- de priso, ao que elle redarguio com urna r-
quanto disse: Mas como o ministro da t2B?'J2^"2!*!**
Fez o nobre deputado algumas considera-
(es, ou antes dirigi urna perguuta ao go-
verno para saberse os conogos tiuho ou
disparando-sc a arma que elle liaba engatlf
Ihada ecollocada orisi "
,.',; ~r.,.------......... -,- 1-. ...-.,.,mneare, praciudo Joa Mara.
orednpulado que loe diga que eu entando iporproteslar contra casa intelligenciado no-
no renuncia forcad. aempro se havia ou justica decl.rou aqui amoisli. p.ra o p.s- 3, e"itoda o'rbtAuitoa.M ZZZSS
uo exceptes. Ha ta permittir-me ono-jaado, ontrarei tu quosto. Commecarei. nraofido Jus MarU. ^
tut.0 nio foi o Sr. queifi alirou ?
Juiz ,
Theatro le Apollo.
No dia 26 do correte, subir acera o
drama Harta Tudor por V. lionero, em
beneflcio da senhora Maria Leopoldina. Se-
r mais um novo triumpho para'a mulher
que tilo bom dignilici o nomo de artista,
urna noule em que novas homenagens de
sincera admiracSo irlo junctar-seas palmas
que ella ha coluido dosde a sua ebegada
esta cidade.
Temos visto a senhora Maria Leopoldina
no vaudevillO; no drama, na comedia, e nes-
tas manifestacOes lito diversas do genio drs-
matico nunca o seu magnifico talento des-
tnerecou, o sempre nos ha arrancado gritos
do cnlhusiasmo.
Ainda sentimos as crueis e ioefTaveis pal-
pilaces da agona e do prazer que ella nos
ciusou ns Lucrecia Bnrgia. As palavras mal
DDderiam descrever-lha os lances sublimes;
e nem as altitudes da Niobe antiga eram
mais poticas que as delta, quando suppli-
civa a Genaro ptra que hebessa o ulullo.
A senhora Maria Leopoldina imitou a tr-
gica descendente dos Borgiss al na magni-
ficencia do luxo mantillo pelas simonas de
Alexandre VI.
A scetta em que Lucrecia implora a AiTon-
h> d'Gste o perdi para Genaro nos parece
indiscriptivel. Sedcelo, altivez, orgulho
da cora ducal, prestigio de formosura, to-
dos estes sentimentos foram traduzidos com
a mais severa naturalidade : dissereis o he-
rosmo da arta ; e se o coraclo do homem
nao fosse como o tonel das Danaidea, que
nunca aa enche, aflirmaramos que ciaquella
noule ella realisra o ideal de actriz.
Odramaescolbido para o beneficio he urna
das estrellas triis brilhanlns da cora que
cinge a fronte do aotor do CromiMff,
F.stamoacertosque o ciume com todos os
sous furores, o amor com a sua mgica ter-
nura o a sobarba da filha de Henrique VIH,
serlo nessa noute urna realidada evocada e
aquecida pelas faiscas do genio da aenhora
Maria Leopoldina ; e estas palavraa prophe-
ticas que aqui tragamos sSo a confesslo que
ae ouve em todas as boceas.
bonct do soldado Mar
do corvo de No, nunc.
Correspondencia.
beaste o Sr. Mand tfj Curado ; indique f"* 25 n,s do 0cwno' e i5 no Medlte-
he muito de crer que ellaW' da natureza i tt,,i. --' n m..,. "a. ..
daquella celebre carta, o>o fora aebada DO ^aJ&SZiiK^Sl^lJi?2 '. iSSf"
1 imiiii-i maunira d,de zoolgica e mineralgica deRatisbo-
nais voltnu n" Barlor ) rocelieu ha pouco dous objec-
O "utaix ll0 "'""""ante curioseo,-:.-- .be, duas
momias que foram echadas as arcas do
deserto de Atacama do Alto-Per pelo Dr.
Ried, medico bavaro residente em Vai-
paraizo.
Essas mumias, urna da homem, outra de
mulher, ambas do raca americana, alo na-
luraes, isto he, deseccidas sem lerom sido
embalsamadaa, nem preparadas por outro
qualquer modo. 0 homem esta acocorado,
com a cabera apoiada as mos, o os coto-
velos sobro os joelhos; as costellas esto a-
chatadas, a o rosto exprime urna viva
dr, oqne parece indicar que easo individuo
morreo do morte violenta. A pella est
mui distendida e adherenlo ao esqueleto.
A mulher est deitada ao comprido, tem so
breos cruzados no peito, a pelle he fle-
xivcl, formando grandes pregas alasticasf
os pes e as mos acham-se admiravel-
menlc conservados. As callecas de am-
bas as mumias estilo cobertas de loogos
caballos pretos e corradlos.
Ojiando Mr. Ried achou estas mumias
tinham ellas todos os Joules ; mas durante
o transporte da America para a Europa
cahiram-lhes alguna encootrados as ca-
xas que continham esses preciosos restos
da antiguidado americana.
Senhores redactores: Tcndo*sdo leilcmu-
11 h 1 do zelo eactividade com que o lllm. Sr-
subdelegado da freguezia de San Joa, Francis-
co Bapliata de Almeida, ae ha portado naa pes-
quisas c diligencias que lein feito para desco-
brir o roubo que se me fez em a noite de 9 pa-
ra 10 do crreme inez, na importancia de
3:800,000 ra.j c bem asaim para capturar oa
autores e cumplicea de aemelhante criiue, al-
guns dos quaes j se acham rccolhidos ca-
dla ; eu fallarla um dever de consciencia,
se deichasse de instruir ao publico acercado
inlcressc e decidido cuidado, que o mesmo Sr.
subdelegado desenvolveu em favor da justica
que me aasistia, como parte ollendida. Prou-
vera Dos que todas aa autoridades polioiaes
do paiz seguisse o seu exemplo, e enlo a se-
guranca da vida e propriedade aeria urna rea-
lidada Conala-me que o meamoSr. aubdele-
gado trata de instaurar o processo cx-ottlclo,
visto que eu nao tenbo meios para perseguir
os roubadores, que me deixaram redundo
extrema pobreza, e devendo crer que os acel-
ralos nao li carao impunes, desde j congralu-
lo-me pela punico do crime c triumpho da
justica.
Tenham, senhores redactorea, abomladede
publicar por sua bein conceltuada folha eslas
linbas do seu constante leltor
Antonio Pedro da Gnirra.
VARIEDADES.
COMMERCIO.
THEATRO DE APOLLO.
D. Alaria de Alencastro.
Jcm alguna thealros temos asssislido re-
presenta caio do drama doSr. Mendes Leal D.
Mara de Alencastro, e podemoi dizer que bem,
Experienciat do chloroformio sobre a tensi-
tiva.Em quanto as scademias vio notando
todos os mezes slguma nova ralastroDhe
proveniente do chloroformio administrado
sem cuidado, sem prudencia, as pessoss que
receism soiTrer; em quanto ha incerteza que
estes terriveis accidentes sejlo causados
pela in.-i qualidade do chloroformio, ou por-
que o la/, -in respirar a doentes muito Traeos,
padecendo affecc,es de coraclo, ou dispos-
tos syocope ou asahyxia, muito abundan-
temente ou dep ns de comer antes de con-
clu r-se a digestlo, voinos os inglezes quo
appliclo eate liquido singular em todas as
auas experiencias. At chloroformisam ve-
getaes, em particular a aensiliva.
Se se derramar algumas gotas de chloro-
formio sobre o ervo central de urna folha
de sensitiva, todos os pequeos folilos da
folha alada se reclino e adormecem, principi-
ando pela do cume do talo. As folas situa-
das por cima daquella que o chloroformio
hnmedeceu, e como que adormeceu, tam-
bem se ontorpecem o se fecham,porom nlo
lio completamente como se a inlluoncia
fosse directa. Depois de algumas horas,011
minutos, segundo fura planta mais ou me-
nos viva/, tom lugar a desethcrissclo para
a sensitiva, como para um doente; abrem-
se as fojhas, no principio entorpecidas o in-
aensivois, como depois do um verdadeiro
ALFANOEGA.
Rendimento do dia 18.....14:640,836
Detfarregam hoje 19 de julho.
Barca franceza Jostpkina vinho.
Polaca sarda -- Vicenio farinha a massas.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia I a 17
dem do dia 18......
. 18:958,93:1
. 8:008,851
a..--------
90:667,781
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia I a 17. 1:898,472
Idom do dia 18....., 115,03-'
UM 3,501
e mu bein desempenhado, tal qual o concebe- gomiio, e he somenle no cabo ile algumas
SSLvff&VS r^rreni0. TSS. dV'q^ !' fc> "W -scept,b,-
este drama aubia sena no tnealro dc Apollo d,do 1".e lnB he natural. Quando se reitera
nessa inesma uolte, nicamente incitadoa da |a experiencia sobre ns mes mas loi lias, nao
curioaidade fomos aialsilr a essa representa- tornam ellas a abrir o a itcordar-tt. Aconte-
co, nunca esperaocosos dc o verinos como J jco a ir.es 01a cousa com as pessoas submetti
por vezes o Invenios visto. Mas fomos oteira- das ao chloroformio antes da opera-las som
mente .iludidos, porque quando esperramos dr : ponco perigo ha a primeira vez. 110-
assl.tlr a reprcseota5ao de um drama mal dea- roln muj,0 quln(,0 ,ntlalncaa somniera ha
empenbado, DOS encontramos espectadores dc renatda v>'""" ""
urna rerdadeira repreaentaco dramtica. A K _' ,
riqnezo e carcter doa reatuarloi, o luzlatanto 8 em vez de operar sobre o ervo prioci-
que reinara entre os cavalleiros, o apparasOso P1'de urna lollia grande, humecta-se com
da acea, tudo nos certilicou deque la beui chloroformio os proprios fololos, veem-so
caracterisado, e deicmpenhado talvez o nao ellos fechar dous por dous, depois do que
rremos to cedo. A Sra. D. Maria Leopoldi- a acolo entorpceme do chloroformio con-
na, na parte de D. Maria de Alencastro, foi di- ia da prximo em prximo at as follias
rrb.:rnV.nca,;t,z:n%r7.enVu..dr.cuu vss&tz****! p b,ii-DB
genio artstico, e entre outras na scena do ter-, C.sn ole' 1"d0 operou sobre a mesma
celroacto em que D. Mara de Alencastro mos- PL,nla> porem com acido aulfurico, obteve
Ira a sen esposo D. Joo a sua innocencia. A i e'ioilos inversos. OSr. Mircet, a quem se
vehemencia, forca e eipresiao que a Sra. D. devem estas experiencias, tentou anlogas
Mara Leopoldina apresentou neila secua, s com o othor, ao qual roconlieceu proprieda-
I xpoilaciio.
Ilha Terceira, barca brasileira Providen-
cia, da 281 tonelladas, conduz o sagointa:
350 barricas assucar, 310 paos, 20o varas e 1
saccasalgodlo.
RECEUEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 18..... 730 63
CONSULADO PROVINCIAL. '
dem do da 18.......1:090,330
Movimento do porto.
Atavias entrados no dia 18.
B*V* Utceio s das, vapor inglez Con-
Riel, -feammand. I. Dralte.Anda Crosando.
Baha ~ 4 das, biate braaileiro ladro,
Ov 78 tonelladas, mestre, Jos Manool
Cirdozo, equipagem8, carga, rariosge-
neros; a Luiz Rorges Cerqueira. Passa-
geiro, Joseph Estinne Reaumont.
A'ovioi sahidos ni mesmo dia.
Porto Alegro- brigue braaileiro Flor do Sul,
capillo Jos Ignacio Pimenta, carga as-
sucar e aal. .
Rio de Janeiro pela Baha-brigue-belga
Planlin, capitlo F. Knudaen, em laatro.
Parahiba- brigue inglez Richard, capillo
\\ hito, cm lastro.
Declaratjoes. *
iat a
fiST-JS-
II FniVEL
t) lllm. Sr. inspector da Iheiourarit do
lazonda, manda fazer publico que os refor-
mados da marinha e exarcilo, paesam,m
cumprimento da ordem do tribunal do tbe-
souro nacional de 17 de marco do corronte,


3
i ser paga pe! pagadoria dos ordenados di
meti* Ibesooraria, do que teem vencido,
p vencerem do primailQ do correte mez em
diante, por nielo de qultago'es dadas as fo-
lln, do modo por que sa prslioa toW*M
jpoMBUyJo msis pcDiionlstu do estado,
ibrindo-se-lbes assentamento a vista dos
seus titolos, que deverBo pera eUf flmapre-
sentar com a rova de terem pago aquolles
que o deverem, os direltos de cincoeita por
cento, (toqu, atada oa devendo e no os
satisfazendo at o fim do corre nta me, dan
por diaple ficar suspenso o seu pagamento.
O ofllcial maior,
lanicio dos Santo* da Fintea.
-- O IHm. 8r. inspector da thesourari_ da
faxenda provincial, manda fazer publico,
que arramatagllo das casas da povoaeo
dos Atogados annunciada para noje, lica
transfer Ja para o da 34 do crtente. O se-
crctarioAuloni Ferreira ia Annuneiacao.
P.EAL COMPANIIIA DOS PAQUETES INGLE-
ZKS A VAPOR.
O Vapor Severo, commandan-
te Viront, deve aqui enar na
J mauh& do dia 39, e seguir* na
1 tardo du mesniQ ilia para os
portos da Europa ja anunciados : as pessoas
que pretendere! patsagem para qualquer
dos portos, em qoa o metro tanha <* to-
car. devorSolractar antecipadao ei.teem ca-
za da respectiva agencia ra do Trapicho n,
42 ; adverte-se que para maior con,mudi Ja-
llo dos passageiros a cooipanbia lem arran-
jado que eetea vaporea demorem-se oeste
porto dose horas de da claro, tanto em sua
viagem para o Sul como para o norte.
Theatro de Apollo.
Iloje, |9 eJulliolel851.
A cumpanh'ia dramtica representar o
muito applaudido drama Lucrecia Bortjis*.
Seguir-se-ha a bella farga Manoel tiendes;
e ftaalisar o espectculo com o interessau-
lissimo duetoo meirinho e a pobre, cantado
pelo Sr. Maximiano da Costa e a Sra. D. Ca-
tarina da Costa. Os bilhetes tanto de ca-
marotes como de platea estro desde j
venda no theatro.________^^^^^^^
Avisos martimos. .
Para o Aracaty segu nestes dias o hia-
le Duviioia por ter maior parte da carga:
para o resto o passageiros, trata-so com o
mostr ou com Jos* Manoel Martins ao lado
do CorpoSanto, loja de massamrs n. 25.
PARA A PARAHIBA sahe em poucos
dias, o veleiro Hjate Espadarte : quem nelle
quiser carregar, ou ir de passigem, dirja-
se a ra da Cadeia do Recita o. 83. a tratar
com Antonio da Costa Ferreira Estrela, ou
com o meslre|Victorino Jos Pereirs, no Tra-
piche do Algodfo.
Para Lisboa pretende seguir com toda
a brevldadeomuito veleiro brigue portu-
guez fanieaaenta : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, dirija-so aos
consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
& lilho, ou ao capillo ua praga.
Pira o Araoalj sahe empretcrlTelrhcntc
at o fin da corrate por j ler parte da carga
engajada o hlate Racional Angeles, quem n'ellc
quiser carregar, ou Ir de paatagem dlrlja-ac a
.ra da Cdcia do Recita n. 49, prime iro e se-
gundo andar.
Leilf)
oes.
-- O corrector Miguel Carneiro, tar lei
13o no dia torga tetra, 22 do crtenle as 10
horas da manliS no seu armazem n. 40 na
ra do trapiche, de diversos trastes novos
o usados, looga, vidros, candiel res,- lanlcr-
nas, selta.i, relogios. pistolas, ospiogardas
ingleiu,'ef outros muitos bbjectos que se
entregar* por todo o prego: assim comoao
meio da em ponto ir* a leillo uina porcSo
de charutos chegadoa ltimamente da Baha
que ser* entregue muito em conta.
Jos Rodrigues Pereira tara leilSo, por
intervengan do corrector Ollveira, de cerca
de 300 barricas de familia de trigo : terca
taira, 22 do correte, as 10 horas da manhS,
no armazem do Sr. Joaquim Lopes de| Almei-
da, por detrs do theatro antigo desla ci-
dade.
Kalkmann IrmSos farSo leiliio, por in-
lervougao do corrector Oliveira, de grande
e variado sortlmento do fazendas, todas pro-
prias do mercado : segunda taira, 21 do cor-
rente, as 10 horas d mantia, no seu arma-
zem, ra do Brum.
Avisos diversos.
PERDA.
Jos Nunes de Faria pede por multo espe-
cial favor a pessoa que Ihe achou urna car-
te ira dealgibeira, contendo nella a quanlia
desesseata e lentos mil ris em cedolas,
sendo duas notas de 20,000, urna de f 0,00*
o outras de 1,000, e juntamente seis nietos
bilhetes da-lotaria do Rio do Janeiro, tres
quartos o dous oitavos, de cujos nao tcm
lem branca dos Dameros senfio do 4725,3527,
3149, 5404, comprados hoje, e caso Ihe
apresentomdita carteira, promette gralifi-
car genorosamento,
-- Precisa-so alogar. urna ama qne nao
seja moca, para o servico interno o interno
de ama casa, paga-se bem : na ra da As-
sumpgo n. 16.
Na roa Augusta, defronte do sobrado
do fallecido Jas Colares, sonde mora o Sr.
Francisco da Silva, voou um papagaio de
Angola de cor cimenta : quem delta souber
ou tiver noticia falta ao dito senhor que ser*
recompensado.
~ Respondo-so ao assignante que no Oto-
aria de llantera pede a cmara mnnicipala
nomeagSo de um juiz de paz para a fregue-
sa da Varzea, que esta sua exigencia he
nao j importuna como at mesmo impol-
tica ; importuna por ser inteiramenle con-
traria as tais que a este respelto vigoram,
pois a creacao de um juiz de paz he eleico
do povo, e n5o nomeagSo da cmara; e im-
poltica por sor olla solicitada pela* tainas
publicas) seria pois, melhor, que o annun-
cianle em vez de tazer urna exigencia tUo
indiscreta a orna corporaeo tSo respeitavel
como he hoje a cmara municipal, se diri-
gase a olla por mel de um requenmento
ciiginilo bem de seu direito que jura men-
tasae aquello dos supplentes, que devo suc-
cedera esse senhor que oceupara tal lugar.
*
Dosappareceu, em o mez de fevereiro
prximo pagado, um oseravo de nome Jos,
do naglo, o qual represente ter trinta a qua-
renta anuos, com os signaos seguintes : tem
urna belide em um dos olbos, secco do cor-
po, altura regular e.pouca barba ; levou ca-
misa e ceroula de algodSo da Ierra, pouco
desembaragado na falla; cujo escravo tai
comprado ao Sr. Thomaz Antonio Maciel
Montoiro : pede-se as autoridades pojiciaes,
e capilSes do campo, onde quer que ello seja
encontrado, que o prendar, e por e*ta mes-
ma taina o annuociem para ser procurado,
ou conduzam ao seu senbor, Jofio Francisco,
do Reg Maya, na povoacSo de Apipucos que
serSo geuerosaniento recompensados.
Iloga-se as pessoas que levatam capas
da ir mandada do S. S. Sacramento Ue'Santo
Antonio, nos actos da semana sancta, haja
do as entregar ua mesma igroja, que existe
quem repebe, pounando assim o trabalbo
de as mandar bqjpr asa casas onde exis-
tem.
Arrenda-se, ou vende-te urna casa de
pedra e cal, sita no Montciro, com terreno
para plantar e com arvoredos de frncto, por
preco commodo : trata-ae na ra dasriu-
cheirts n. 48, primeiro andar.
O.Sr. Francisco Antonio da Silva, da
roa do Rangel, queira mandar pagar a as-
slgnatura deste Diario, o em quanlo nlo o
flzer ver* o sea nome publicado em letra
redonda.

Elementos de lioiiiopnihia. >
9 Por todo o mei de julho, aahlr a lu a
9 '' parte d'esia obra compoata pelo pro- *B9
% fessor bouieopatba Gosset Dlmont; di- A
f> TidiJa emires pane!, ^ttaprlmelracom- %
m, prebende, o dlscurao preliminar, a ia- t>,
m trodoccSo, o came do doente.a eacolba a
'2 do remedio, o emprego dos rejiiedios, g
g o rgimen e os conselhos clnicos, com Jg
a e>pllca(io dos nomes gregoi e anato-
9 micos empregados em medicina, e a
ludlcacao dos medicamentos apropiia-
m dos para cada caso de enferuildade. Es-
Z ta obra he til, tanto para os mdicos
m. que se dedicarem a eiperlmentar a no- p,
Ta laedicioa, como para todas as pes- !
soaa de boa vontade que se quderem w
& convencer pos eipcrlcocias da verdade
9 d'eila doutrlna, por ser ella multo clara
M ealotelllgcacia de lodos. 9
-- Jofio Narci89 da Fonceca possuidor de
letras vencidas'o a vencer, com hyiotheca
legal nos foros do sitio Arad, segundo a es-
cii| tura publicada neste diaria n. 149 do
8 de Julho do 1847, e registrada a t. 65 do
livro 1. do registro geral dasJiyoethecas an-
teriores ; roga aos Seohorea de anuos do
foros vencidos, e aos mais em geral quan-
do ae vencerem, satirvirflo maodar-llie pa-
gar no armazem da assucaf da casa n. 1$,
no largo do Corpo santo; a presentando-
lbe o ultimo recibo que pg : para o anno-
I tar : revoga o annuncio que taz no diario
' cima citado, e declara que da data de hojo
lemdiante, em quanto existir a retarida hy-
' potbeca, sao nullos os recibos que nao
'estiverem assigoados pelo annunciante.
Jos Luiz Pereira, pretendendo acabar
1 ale o li n do correte anno, com a sua loja
de tarragem da ra Nova n. 16. oftarece a
qnem a queira .comprar, e principia desde
I ja a vender qualquer porc3o de ferragensou
[ miudozas, pelo que Iflo cii.-tiuam aprovei-
ta ao occasiao para rogar a seus dovedores,
Iuer,'in satisfazor seus dbitos no prazo de
30 dias, para tiBo conslranger a chamar por
folhas publicas aquelles que se esqnecerem.
Novamente se roga a todas as pessoas
em geral que eslSo devendo con las antigs
oa venda da ra da Cadcia do Recita n. 25,
defronto do lleco Largo que venbam pagar
seus dbitos atom do corrente mez do
julho, na certeza de que os que nao lizerem
terSo de ver seus nomes publicados, e se
proceder* nos termos da lei.
Roga-se encarecidamente aos senliores
que tem instrumentos de couceito em casa
do a iluminante, de os Vr buscar quanto su-
tes : ra das Flores n. 19.
i -- Desappareceu no dia 14 do crreme
I mez nesU cidade na ra Direila das 2 horas
! para-3 da tarde, um oa vallo encangalhado
com os signaes seguintes : castaulio careta
e com tres on qutro ps brancos, castra
'do, marcado no quatto direito : quem del-
ta tiver noticia, ditija-sepra;ada Boa-vis-
ta, venda n. 13. que ser lecempensado.
a oK4>oe>oooo > Ittia tas ii ii/i ~ n. vs. Q
2? Consultorio homaopalhico do facultan 0
A vo J. li. Casanova. 0
* Gratis para os pobres. rj
? Na ausencia do lacullativo J, B. Ca- ^
9 saoova, o p'otassor homecopatha W
O Cosset iiiiini continuara com os 9
O trabalhusdoi mo consultorio, on- O
O de podar >' .rocurado a qualquer '.'.->
Q hora. \ O
9000900&009009Q9C>
Um moco brasllelro de boa familia queja
tem alguma pratica do commercW deseja em-
pregar-se em urna casa extrangeira ou nacio-
nal no deseinpenho do armaacm ou da co-
branca; em quanto a sua conducta pode apre-
senlar asmelhorcs recoinmenda{fiea; quem de
seu presumo se quiser utllliar dirija-se em
caria Techada sob letra M. acau typograpbia.
Preclsa-se de uina pessoa que seja peri-
ta em plantajes de sitio, para o laaer em
um no lugar do Remedio : quem estiver oeatas
clrcuinslanclas, dirija-se a allam'ega desta ci-
dade a seu portelro.
Faz-so caixas de guardar joias por di-
minuto prego : oa ra das Flores o. 19.
Aluga-se, por prego commodo, o ar-
mazem do sobrado da ra do Apollo n. 9 : a
tralar c6m Atitonjp Jos Rodrigues deSou-
za Jnior, oa ra do Queimado, loja nume-
ro n. 37 A.
Carlos Claudio Trexsc. ra das
I I me- II. I .
Avisa ao rcspeitavel publico que concerta
orgSos,realejos,poc marchas modernas des-
t paiz, coucetla pianos, sai a pomas, ca xa
de msica, acordSons, o qualquer inslru-
mento que appareQa, tambem faz obras no-
vas, o lem para vender realejos e um orgSo
de boas vozos e bom lamanho, em conta,
recobe em troco instrumentos usados na
mesma casa alina-sc pianos em casas par-
ticulares. -
Roga-se so Sr. T. C. o favor de mandar
pagar a letra de 712#212 rs., sacada aos 31
de marco de 1848, opagaver aos 31 do de-
/..'mhro do dito anno, no engeoho Macanga-
no | cuja letra veio acompalibada de urna
carta que dizia, so eu nSo pagar no dito
lempo nao tinlia mais contaoiplacdlo, nem
oo prazo nem nos juros; e se por por tatali-
dade de no cumprira sua promessa dentro
de oito dias, vori o seu nome por extenso
oeste diario.
Aluga-se um sobrado de 2 aodares oss
ras seguintes : ra ireita, ra do l.ivra-
monto,(pateo do mesmo, ra do Queimado,
ra do Crespo : quem tiver e quizer alugar
dirija-se a tua da l'raia n. 55.
Agencia. Avisn-se aos senliores que
Na ra do Alecrim o. 6 existe urna pessoa anda se achara devendo cotilas na
habiliueM.. para w empregaran ^ que fo do ra||ecido Jos Pin-
Paulo Calg:noux, dentista 9
francez,offerece sen prest- 9
9 mo no publico paro todos os
mlstcres de sua prollssao: V
9 pode ser procurado ;i qual- 9
9 quer Hora em sua casa, na 9
(P ra larg;a do Rozarlo, n. 36, #
segundo andar.
Pedro Allain participa ao respcitavel
Cuhlico que tendo comprado a parto que
entique Rehm tinha na coxeira de tara de
Portas, seob/igapelo pagameuto das vinte
eseis letras que foram passadas naquella
occasiSo para a compra do mesmo, as quaes
foram aceitas por ambos.
Casa de modas francesas, de Bncs-
snrd Alllliochou.
Pelo ultimo navio, ebegaram as verda-
deras modas de Pars: em chapeos e loca-
dos de senhora, mantelletos, cabcr,0es de
seda e do linho, romeiras, canezOes, mangas
(tabico bordado, aventaos ricos, cambrala
da linho muito lina e transparente, lencos
do retroz, chapos de palha para montana
de senhora, veos para os ditos, fitas, galOes,
transas, bicos, vetados, luvas do pellica, e
de> retroz, flores linas e plumas, juntamente
oa preparo* para casamentos ricos, como
seiBo, cortes de lil de blonde e de bico,
veos, llores, luvas, lencos o meias de seda,
lindos cnapos redondos do abas largas para-
meninos. EfTectivamnto faz-se chapeos,
toacados e vestidos de verdadoira moJa,'e
preco commodo.
qualquer oomraiMfio; bem como tirar pas-
saflortee para dentro, e fra do Imperio;
ttulos de residenoia de quaiquer natureza,
folhas corridas, despachar oscravos, tirar
certidOes pelas repartir/Oes competentes, e
finalmente encarregar-se de agenciar e dar
bom andamento a qualquer negocio licito
dentro desta praca : em tudo isto se pro-
mette a matar brevidade possivel, por ter
esta pessoa pleno ronlii cimento de quasi
todas as pessoas do tara. Trata-se na casa
cima das 6 as t e meia horas da manhf, e
das 2 as 6 da tarde.
Dcseja-so saber se oesta cidade, ou em
outra qualquer parte exista alguma pessoa
pertencente a Antonio Jos da Silva casado
a prinicira vez nesla provincia com Filippa
Neres, teodo esta fallecida deixando duas
filhas, urna solloira do nome Francisco, a a
outra de nome Angela, casada com Joaquim
Lopes Frcires: o mesmo Antonio Jos da Sil-
va passou a segunda nupcias na provincia
do CearB com Paula Jozephs Mondes, o qual
fallecen em 1786, deixando duas filhas me-
nores, Francisca com a idade de annos o
Izabel de 8, e depois a vluva mudou-se para
a ribeira de Jaguaribe com as mesmas Ribas,
e |* residiram al 1791, e para negocio de
seu ulerease roga-se a qualquer pessoa
que-a esta tamilia pertenca, ou outra qual-
qrier que della taeha noticia, dirijao-so a
rus do Queimado loja de tarragem n. 14 para
i saber o que ha a respeito.
--Na ra dss Agoas Verde, o. 14, lava-se,
e engenima-sa loda qnalidado de roupa, por
preoi- mais commodo o que em outra
qualquer parte.
OOOOO^OOO OOOOOOOO
\Q Consultorio de Instituto lio-
,'-; ma'opathico do lirasll. Q
'X CRATUITO PARA OS POBRES.
I X ua do aterro da Boa-vista n. 47. g
. % Fundado pelo cirurgiSo jao Vicente ^
|w Martins. primeiro secretario perpetuo 9
19 do instituto homceopatblco do Brasil, *>
1 O em 18 de dezembrode 1850, dirigido v
< Q pelo cirurgiao Francisco Jos Rodrt- v
' 3 gucs. Esta consultorio est aborto to- <
q dososdissuteisdas9 horas da ma- 9
O nhfl at ao meio dia, nelle os pobres 9
1 m receberd consullas o remedios do 9
15? gra^a j os que n3o podorem compa- q
% recer por causa do suss molestias q
jv ser3o visitados em seus domicilios a q
O toda e qualquer hora do dia, partici-
O pando no consultorio, ou na casa J
O amarella n. 8 defronte'da matriz, 9
O tereeira andar, na mesma. __
OO^O^0009 90900
Cassimlr Garnlcr com loja de re-
f lojociro, ra Novan. 22.
Acaba de receber pelo navio francez C-
sar.um sorlimento de beijoutanaa do ultimo
gosto.dito adercc.o para senhoras, pulceiras,
brincos, allinetes, cassoletas, relojmhos do
ouro com seus competentes preparos para
senhora, retajos de ouro patente suisso, dito
paleule inglcz, dito do prata dourado, o fo-
Ihados dourado patente suisso, inglez, e ori-
sontaes de prata, retajos de banca o do pa-
rede, muito lions reguladores, correnlcs o
transelins.oculosdovor ao tange, ditos de
theatro, e um sorlimento de oculos para vis-
ta robusta o myopo: vender tudo por
um preco muito razoavel.
O Sr. Carnier nao podendo vencer com
os concerlos do retajos, recebeu de Franca
um ollcial perito oa arle, o daqui por diau-
te se entregara os retajos com lo la a bravl-
dade: l se acba tambem um sorlimento de
instrumentos para ourives e cadinhas de
todos os tamaitos.
O abaixo assignado profosser jubilado
na cadeira do geographia e historia do lyceu
desla cidade, competentemente autonsado
pelo Exai. presidente da provincia, continua
a ter a berta sua escola particular do pfiniei-
ras letras, lalim, e francez. Os pas de fa-
milia, qne, de seu prestimo, se quizerem
utilisar, conllando-lho a oducac>> do seus
Ollios, podem dirigir-se casa do sua resi-
dencia na ra do Fagundes sobrado oovo de-
fronte da Ribeira. .
Alfonso Jos de O'ieeira.
No engenho Agoas Claras, 11 quem de
S. AntSo tros legoas, precisa-se de um mes-
tre para leccionar laltm, francez, a um me-
ni 110 : portante quem se julgar habilitado
com estes preparatorios, querendo ser ad-
mitido, poder* dirigir-se ao pateo da Po-
nha, casa do Sr. J080 Pinto Regio do Souza,
que encontrar a pessoa que tem de tratar.
I Luiz Francisco Colaros retira-se para
MaranhSo.
loin negocio para se ganliar.
NSo convindoao abaixo assignado conlis
nuarcom a fabrica do cordoaria, pelos seu-
afazeres, o obrigacoes a qua esla oncarrega-
do, lem resolvido vender todos os utencilios
da mesma fabrica, tarnecendn ao compra-
dor, a arta com todos os osclarecimenlos
precisos pira qualquer pessoa poder dingi-
la, diosO no fabrico do carro, como tam-
bemlno linho, couro, o outras qualidadcsde
cordagens ; lambetu vende hum terruo de
Ierras propriaso.enchuto com capacidado, o
cxtencSo precisa para se montara fabrica.
O abaixo assignado afianca hum lucro certo
a quem quiser emprogarnSo muito capital
neslo negocio : As pessoas que quizerem
montar a dita fabrica no antigo estado em
que estere deverSo entender-so com oabaixo
assignado na caza do Sitio Arac* em Santo A-
marinho nos dias uteis ath as 8 horas da
manliS o nos dias do guarda a qualquer hora
do d9<
Manoel Luis da Vetga.
.-Precisa-se alugar urna preta que saiba
pertaitamente ongommar : a tratar oa ra
do Trapichen. 3. .
No pateo da Ribeira, taja do sobrado
u. 15, engomma-se o lava-se toda a quali-
dade do roupa, por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte.
Consclencin.
Jos Pereira Cezar, pede ao Sr. logista ,
que no dia 3 de junho p. p., mandou buscar
em sua loja, urna peca de algodSo azul tran-
sado americano, que tenha a bondade de a-
cusar-se, pois a pessoa queonlregou a dita
peca ao caixelro, na persuasao de que Iho
vera logo o resultado, nao perguntou para
a casa de quem hia.
-- Precisa-se de 200,000 rs.; sobre hypo-
theca em um predio : quem quizer dar, an-
nuncie, ou dirija-so a travessa do Vigario
n.3.
Aluga-so o primeiro andar da casa da
ra do oii.no da Malriz da Boa- Vista n. 28,
com quintal muito largo e murado : fallar
na ra do Collegio 21, segundo andar, ou
oo largo do Collegio n. 34.
Antonio de Souza Leao, aviza a senho-
ra vi uva do fallecido Matbias Carlos de
Araujo, que seu fallecido marido deixou ein
poder do annnunciaute quanlia do 28.0C0
rs., o mais um quartau, como lalvez a men-
cionada sanhora ignore, oque agora se de-
clara, por sso recorameoda-lhe que pode
mandar ao engenho Moreno receber os ob-
joctos cima declarados.
Aluga-se urna casa de dous andares
nos bairros de S. Antonio, ou Boa Vista, ou
entilo do um andar esotSo, que sejam de-
centes e tenham suflicientes commodos pa-
ra numerosa familia 1 quem livor, aonun-
cie, ou dirija-se a Soledade, silio dos Qua-
tro LeOes.
Jos Goncalves Villa Verde, taz scien-
te ao publico, quo d'ora em vaote se aasig-
nar* Jos Goncalves dos Santos.
to da Fonseca e Silva, na ra No-
va n. 11, que o praso marcado ,
para pagarem suas contas est a
acabar no dia 3i de julho ; por-
tento novamente rogam os liqui-
datarios, aos mesmos senliores que
mandem saldar suas contas, pa-
ra nao seren executados judicial-
mente.
francisco Machado Brindeiro, subdito
portuguez, vndo da villa do Brejo, onde es-
teve nioitosannos como caixeiro, relira-se
para o Ro de Janeiro.
0 abaixo assignado faz scente ao pu-
blico qne a propriedade denominada Con-
ceicdlo na freguezia de Muribeca pertencen-
te aos herdeiros de Filippe Filgucira de Me-
nozes, he obrigada ao engenho Novo da
mesma freguozia, como consta dos ttulos
de dita propriodadee das cscripturas do re-
ferido engenhu. 0 abaixo assignado pro-
testa sustentar e fazer valer j seu direito;
e para quo tiinguem se chamo a ignsrancia
faz o presante. Joaquim Hachado l'ortella,
proptietano doeogenho Novo de Muribeca.
Desappareceu, no dia 14 do correnle,
ummulatiobo por uome Vergnio, idade 15
annos ponco mais ou menos, magro, cabel-
los soltos, e um tanto cortado rente, cara
redonda, tem na canella da perna esquerda
urna fonda, tem os denles largos e abertos,
levoui caifa e camisa de algodSo bastan-
te sujas: roga-se|aos Srs. capitSes de cam-
po o autoridades policiaes a captura do
mesmo, levaodo-o ra do Vigario, o.
11, terceiro aodar, que serao recompen-
sados.
Desappareceu, no da 2 para 3 de julho
do crente anno, o preto de nome Jo3o,de
nacao Quissam, com os signaes segnintes :
altura regular, cor fula, secco do corpo,
pouca barba; lem urna marca de sua na$3o
em um dos bracos, lem as pernas indiadas,
quando anda parece querer mover com o
corpo; levouj caigas de algodSo azul mes-
ciado, camisa de algodSo branco, e bo-
net de mrrujo j usado, oa cintura urna
correia segurando as caigas : quem o pe-
gar leve-o ao seu senhor, Manoel Joaqnim
Sevc,narua da Cruz do Recife.sobrado n. 17,
defronto do ciiai.nu. que sera bem recom-
pensado.
-- Preciss-se de urna ama de taita que le-
cha bom taita : ra das Flores n. 19.
-- Offerece-se um homom pottuguez para
taitor do silio ou engenho quo entende de
todas as plantar,Oes : a tralar junto da ven-
da do Sr. Alm no Foite do Mato 11, 4.
Tendo de proceder-se a inveutario pelo
juiz municipal oe Iguarass nos beus do ti-
nado Jos Alexandro de Albuquerque, avisa-
se aos credores do mesmo linado paro justi-
ficaren! seus dbitos; por quanto suppoem
seus bens deixadonSo chegaro para paga-
monto das dividas.
OS F. Corris, que dirigi urna conta
ao propriotario desta typographia, leulia a
bondade do apparecer na mesma.
A pessoa quo deseja fallar com llermi-
no L. de Lomos Amaral, pode dirigir-se.a
ra do Sebo n. 35.
Precisa-se alugar urna preta que saiba
fazer o sorvifo de urna casa, sendo tambem
para comprar: na ra dos Marlyrios n. 3G.
0 fabricante do carvSo animal da ra
da Coucordia n. 80, tom a honra de prevenir
aos Srs. de engenho e de rcliiisQGes de sssu-
car, que polos melliorainentos.lrazidos
fabicac,So delta, permittain-llia vende-lo,
da melhor qualidade, n prego Ja 1,300 rs. a
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por ellos honrados, e asseguram-lhes
que nSo pouparSo .estarlos e diligencia
para continuaren] a merecer a sua conli-
anca.
Contullorlo homeopathico, ra do Colle-
gi n. 25.
O Dr. Lobo Hoscoso d* consultas gratui-
tas aos pobres, todos os dias uteis, desde 9
horas da manhla, at ao meio dia, depois
desea hora visitar* em sua casa os doenles,
que tivereca precisSo, e em casos oxtraor-
dinarius a qualquer hora do dia, ou Doute;
recebedoontes para tratar, ou fazer qual-
quer operario em urna casa para isso des-
tinada, tara da cidade, sendo o preco de
1,000 a 2,000 rs. diarios para os escravos,
contarme as condicOesque se estipularen),
e 2,500 rs. para homens livres : as pessoas
que nao podorem comparecer no consulto-
rio pi idean enviar suas ioformaedes por es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome,
idade, temperamento, constituigao, resi-
dencia, e especificando todos osincommo-
dos quo sofl're e as molestias que anterior-
mente tem tido.
Fundlcao d*Aurora.
C. Starr & Companhia, respetosamente
annunciam ao publico, que o seu eslahele-
cimentopara manufactura de loda a espe-
cie de machinismo tendo desde o sen prin-
cipio em 1829 ido constantemente augmen-
tando, tem hoje chegado a um estado de
pertaicSo tal, que nao he inferior aos me-
Iliorc que existem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excelloncia dos mate-
riaes e pericia dos seus empregados; o que
os habilita a offerecer-se com coofianga pa-
ra a pontual execug3o de toda a especie de
machinas de vapor, de qualquer lamanho
ou descripgBo que sejam, Ras, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
ras para vapor do todas as dimensOes, engo-
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, com todas as varie-
dades de moderna invengao. Tachas de to-
dos os tamaohos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e moitihus do vento
de todas as qualidades. Alvareogas e om-
barcages do tarro de qualquer prlc ou tar-
mi que se desejom. Puntes de tarro de to-
dos as dimensOes, gradaras, varan las, por-
tos, columnas, sinos hydraulicos, bolas de
tarro, o n'uma palavra lodas as obras de
tarro e hronze, do quo o paiz possa precisar'
Cragasa energa do governo, oxistoja uuia
excelleulu estrada taita em liulia recta da
ponte da Boa Vista para o estabelecimenlo
em Santo Amaro, o que offereco a maior
commodidade as pessoas que o quizerem
'visitar.
PRESTOL SALSAPARRILIIA AMERICANA
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
('reservativa infallivel contra as tabres.
A salsa parr ilha original egenuia de Bres-
lol possue lodas as virtudes' para curar to-
das as entarmidades que provm de um es-
tado deimpuroza dosangue das secrecgOe-
morvidas do ligado a estomago, e iui los
dos os casos que oecessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Km lo-
dosos casos de escrophulas, erisipelas, li-
nda erupgoes cutneas, manchas, bilis, eno
Hamacan o dchili lado nos olbus, inrliaea-
das glandol:is, dores tambares, altacgdes
rheuoiaticas, dores nos ossos o as junta
liydorpesia, despopsia, aslhmo, dearrhee
desenteria, losse resfriados, enllammacSo
do pulmoes phlhisica quaodo provm da
obstrugSodos bronebios em pessoas escru-
pulosas, cnlluenza, indigestao, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, fehros
agudas, calores, enfe'rmidades das molhe-
res entarmidades beliosus, o em lodas as
afecgOes provenientes do uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se empro^a
Compram-se escravos de 18 a 25 an-
nos, para engenho : no pateo da Penba, ca-
sa to Sr. JoSo Pinto Regs de Souza, acha-
ra o comprador que 10 estar* nesla cidade
por estas 4 dias.
v3
as.
arroba, em lugar de 1,500, prego em que at com ellicacia em todos ossobredilos casos,
o presente o vendido. (o he recuuhecida como a melhor medicina
Aluga-so a casa que tai da sociedado que existe. Os frascos' du salsa de lirislol
apolnea propria para qualquur ropartigSo teem mais de quatro lamanhos dos do sal-
ou sociedado: a fallar com a m proprie- sa de Sands entretanto que os de lirislol
taria, na rna da cadeia de Santo Antonio, lso vendom por 5,000 rs. o os do Sands por
casa do D. Francisca Thom da ConcuigSo
Cuotas.
Acha-se procedendo pelo cartorio dos
01 pliaos ao inventario do finado Manoel Joa-
quim Pedro da Costa, o qual morreu em
1815, as pessoas quo so julgarem credores
ou devedoros ao casal, haja de se entender
com l.niz Antonio Pereira. na ra do Qnoi-
mado.
Tem-se de fazer um contracto com o
Sr. JoSo Rufino de Souza Poixe, sobre a ca-
sa n. 4 cita ua travessa do Jos Loureogo, se
houver quem sojulguo com direilo a .ella
haja doanuunciar no praso de tres diss.
OSr. empregado Publico (>. A. R, haja
de virpagara sua letra quejase veneco na
ra de II utas, do contrario sera chamado
i'lll juizo.

BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinistas e fundidores de ferro mu
respeitosamente aonunciam aos Sonhores
proprietano deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em effectivo exercicio, e so acba com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a portada contaegao
das matares pegas de machinismp.
Habilitados para empreheoder quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
dosejam mais particularmente chamar a
atteiig.io publica para a sseguintes, por
terem delias grande sorlimento jprompts,
as quaes construidas os sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade da materias primas e niSo d'obra,
a saber:
Machinas de va por da melhor construcgSo.
Moendas de canna para engenhos do lo-
dos os lamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinbos de ventle serraas.
Manejos independeotes para cavallos.
Itodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
Cavilhdes e parafusos de todos os lama-
nhos.
Taixas,paros,crivos e boceas de fornaIba.
Moinhos do mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSo e ionios de familia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba o de ropuebo, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Cuiodastes, guinchos e macaco*.
Prensas hydraulicaa e de parafuso.
Ferrageos para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas varandas, grades e portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do titilo e arados de ferros,
ele etc.
Alm da snperioridade das suas obras, j
geralmente recoohecida, Bowman & Me.
Callum garaotem a mais exacta contarmi-
dade com os moldes e dezoohos remedidos
elos senliores que se dignarem de fazero
lies encommendas, aproveitaodoa occasifie
para agradecerom aos seus numerosos mi-
3,000 rs. Deposito central no Itio de Jaoci-
ro, casa de Vilal Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Mara Congalvos llamos,
na ruados Uuarleis pegado ao quarlel de
polica.
Jos Valenlimda Silva, bem conliecido
por ensinar lalim ha mais de 15 annos, lcm-
bra a quom convier, que elle, autorisado
polo presidenta da provincia, o l.xm. Sr.
Souza Hamos por despacho de 14 de junho,
contina a ter abarla a escola de grammati-
ca latina, na ra da Alegra (na Boa-visto,
n. 28, oodo recebe alumnos externos, pen-
sionistas, e ine:o pensionistas, dando a
estes ptimo Iradamente. Tambem ensi-
na em horas reservadas aos que n3o pode-
rem frequentar as horas da aula. Louibra
mais, quo elle conserva bom rgimen em
sua aula, o que j tai visto pelo inspector
do circulo luterana, o Sr. Dr. Lourciro.
- No dia 10 crrenle mez do Julho, iuriariio
do I. andar da sobrado da ra du Rangel
n. 10 um relogio com correnle de ouro, sen-
do o relugio antigo patento inglez do dous
caixas lizas pozando 1 i oilavas do ouro um
tanto vermelho, sendo o 11. 3( mil o tan-
tos, quem dalle dar nuticia pode dirigir-se
* ra da l'raia n. 29 quo ser bem recom-
pensado pelo abaixo assignado.
os C'jpriano de loraes Lima.
osa
Compras.
Faca de pona, de prata.
Compra-so urna bonita faca do pona, do
irata, do muilo bom gosto o rica, de 8 pol-
agaitas de comprimonto, ao mximo, que
be para urna pessoa quo deseja partir polo
vapor inglcz em 22 do correnle porlanto
quem quizer vender o objeclo cima, an-
nuncio sua morada pira ser procurado.
-- Compra-sc um par delivclas, para es-
patos ; urna crtenlo para relogio, moder-
na, tudo ouro de lei c sem tailio : na ra da
Penha, sobrado do um andar, quo faz esqui-
na para o becco do carceroiro.
Compra-so urna preta da ts a o an-
nos, do boa figura, han conduta e inlclligen-
tc, para sa empregar em negocio do ra: na
ra do Apollo n. 13.
Compra-so um dicionario de portu-
guez para francez, o do funcez para portu-
guez : na ra do Crespo, taja n. 2.
Compra-so um cordSo de boui ouro,
tendo 3 ou 4 vollas, pouco usado : quem ti-
ver, annuncie.
Compram-se escravos com ollicios de
ferreiro, carpinloiro e pedre;ro, assim como
moiecoles o molecas de 14 a 20 anuos o mo-
cambas com habilidades : na ra du Colle-
gio n. 25, primeiro andar.
Compra-se urna oscrava, perfeita cn-
gommadeira o coslureira, para urna oncom-
mend 1, e urna molalioha, ou negrlnha de
booita figura, com tOa 12 annos, som vicios,
nem achaques: na ra larga do Rozarlo, se-
gundo andar n.28.
Compram-so dous bois mangos o gor-
dos, j* taitas no pasto 1 na ra Augusta, ca-
sa Ierres, junto a urna por acabar, com so-
lio, ou annuncie.
Compra-se urna escrava, que saiba bem
engommar e cosinhar, e nSo lenha vicios,
nem achaques : na ra do Amor un n. M.
-- Compram-so e vendem-se escravos, o
recebm-se de commissBo.tanto paradenlro,
como para lora desta provincia, ese adlau-
ta dinheiros sobro os de commissSo, sem se
levar juros, sendo de bonitas figuras: oa ra
das Larangeiras n, 14, segundo andar.
Bilhetes do Mo de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudetas da praca da
Independencia n. .\, vendem-se
bilhetes inteiros, meios, quartos,
oi tu vos c vigsimos da decima quer-
a lotera dotheatro de Nictheroy,
que se espera a lista, ou jornal no
dia 39) pelo vapor ingJez.
Aluda mo i- pitIi India.
Cortes de casimira preta, fino, por 5,000
rs. ; ditos de coros, a 6,400 rs. ; brjm bran-
co Iraneado de linho, a 1,800 rs., o corle de
caiga; dito escuro, a 1,600 rs.; dito do lis-
Ira-, a 2,000 rs. : na ra do Crespo o. 6.
Vrmio-so um lindo moleque de20 an-
uos, prnprio para todo cervigo, e urna bo-
nita escrava de idado de 22 annos, de excel-
ente conduela: na ra da Praia n. 43.
-- Vende-se vinagre aromtico para 1 i i-
par os denles, conservar as gengivas um
rasco por 1,000 : rus nova taja n. 3.
~ Vende-so um preto, |sem vicios e do
muito boa cstalura : no Aterro da Boa Vis-
ta, venda n. 5*. Adverta-se quo so estar
a venda por estes 6 dias.
Vonde-se um molalinho e urna molati-
nha do 14 annos de idade, sendo a molali-
nba de muito bonita figura: oa ra do Quei-
mado, taja do sobrado amarello o. 29.
Vende-se una escrava boa cosiobeira,
lava bem de sa bao o varrela, e de boa con-
duta ; urna negrioha de 12annos, de linda
figura, com principio de costura e engom-
la do : na ra do Fogo o. 23.
-- Vendem-se azoite doce a 480 rs. a gar-
rafa, cha isson a 1,920 rs, a libra de caixa
k'i ande, vinho de Lisboa a 220 rs. a garrafa,
1600a caada, vellas de espormacele a 600
rs. a libra, e garralOes novos a 1,000 rs. :
ua venda da ra de Sauta Rita 11. S.
Vende-se urna daa mathores tabernas
do bairro de S. Jos por ser defronle da for-
taleza das cinco Ponas o estar afreguezada
para a Ierra e vender muito para soldado,o
tambem se daa uina pessoa que queira lo-
ma-la por balando, dando-so interesso nos
ganhos ; vende-se, em ra/ao do dono estar
doenteeqiiorer-so curar: a tratar na ra
do Santa Hila u. 97,
Vendem-so vasos do louga lina para
jardim, azulejo da mosma louga de onitos
gostos proprio para forrar frentes de casas
jardins, de.; coeiros do al;odao, azeiloua
nova, fumo, viuho do porto em pipase bar-
riz, albos e rollias om canastras, lio purre-
te, lirios de algodiio, pcnciras de rame,
linha de roris, por pregos commodos : na
ra du Vigario ti. 11 no armazem e 1' andar.
lie pcclilnclia e arnba-sc logo.
Vcndom-so superior 'manleiga ingresa o
franceza, servrja patele, queixus novus la-
milla do reino, tapioca, viuho do porto do
melhor engarrafado e pipa de Lisboa, azei-
te doce, vellas do espermacelo o carnauba,
toicinho de Lisboa, graxa om lata muito no-
va, rap meirao, chicolato do Lisboa, bo-
lacha ingleza pequea e grande, cb isson
do melhor, ludo por prego commodo : no
pateo do carino, venda da esquina do beco
da Bomba n. 13. Na mesma casa ha gengi-
bittu de novo melhodo para refresco lodos
os das..
Vende-so um preto de 30 annos I na
ra da l'raia 11. 31.
Vendo-so urna prela do nagiio, de boni-
ta figura, a qual lava, ongoinuia o cosinha
0 diario de una casa : na ra do Vigario 11.
20, segundo andar.
Vende-so nina molata quevende muito
na ra, o cosinha o diario do urna casa, por
prego comaio lo : na run Muvj n. 63.
Vendo-so nina escrava crcoula, do bo-
nita figura, cosinha o diario do urna casa:
na ra do Cabug, luja de Francisco Joa-
quim Hilarte.
~ Vendo-so um escravo robusto, ptimo
para seivigo do casa, ou do sitio, por prego
bastante cummolo : na ra da l'eoba n. 5,
primeiro andar, junto ao sobrado dbSr. bri-
galillo Joaquim bernardo
Vende-se urna morada de casa, na rita
Augusta, com mullos commodos para fa-
milia, o duas ditas na ra lu cnal cornos
mesmos commodos, sssevorandu-so ao com-
prador eslareur livres de qualquer litigio:
a tratar na tua da Cvdoia do S. Antonio n. 9.
Vcndom-so ricas estampas de N. S. do
1 latino, lauto em fumo como douradas, as-
sim 00:110 oulras muitas imagens, proprias
para ricos quadros : na ra Nova n. 63.
Vende-se um sitio no mio da igreja
de S. I'anlalcflo, no Monteiro, o ijual tem al-
gn arvorodos Irulil'eres, o bota os fundos
para a rnargem do rio Capibaribe : a tralar
na lloa Vista 11. 31, torceiro andar.
\n loja 11. 18, do aterro da. lioa
Viste.
Veudc-so panno fino cor do rap e verde
escuro, a 2,500 rs., o covado 1!
Attcncu.
T3o baratas,
II tSo mimosas;
lie a melhor pechiocha,
O.U0 so tem visto em tajas.
Assimdizomos freguezes ao compra rom as
famosas chitas largas, fraacezas.quoseven-
dem pelos baratos pregos do 240,1280 e 30o
rs., o covado, todas do superior qualidade;
assim como anda existe um resto de pegas
de algodSo com um pequeo toquo de ava-
ra, a 1,440 rs cada una, com 20 jardas ;
pegas de madapoiao com algum detaito, a
2,210 rs. : na ra do Queimado n. 21.
Vende-se. no Maranho, afabrica
de bugias stiurinas e sbelo.
Os administradores da liquida-
! cao de Ttieodoro Chavancs, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nliensc, na ra do Piopontao, des-
I ta cidade (porto dos remedios ) ,
a saber: casa em que est mon-
tada a fabrica, com 2o bracas de
frente c i5 de fundo; 1 prensas
hidrulicas, orisontaes de Coica de
600,oco libras, cada uina ; 1 dita
vertical de fon-a de 00,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabio ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo ; todos os perten-
ec necessanos para o fabrico do
! sien ria e sabao ; 9 escravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica; 1 terreno annexo afabrica,
com 7 bracas de frente e i5 d fun-
do ; 1 dito fronteiro a mesma fa-
bric, com 18 bracas de frente e a8
dt fundo'.- as pessoas que preten-
deren! comprar, pdem nesta pra-
ca dirigirem-se J. Keller & Com-
panhia.
MUTILADO


tina radical. IdaRussia, muilos fortes, por serem de 1'-
ncorysipcla e iheumatismo, com enchs--nho, propriis pira encerados e camas de
c3o, or sem ella, seje anlgo, ou moderno, vento, pelo mdico puco de 23,000 rs., cs-
preservativo contra roturas n quebraduras, da urna peca : na ra do Trapiche novo, n.
modo de fazer seu uso, cura radical dos 18, segundo andar.
testculos, sem sofrer bperscBo, nem dor
algoma, cura radical dos osorotos, sejam
carnosidades, erisipelas, ou hydrocoles ( a-
goas), o remedios para lodis-estis moles-
tias : vende-se smente no Rio de Janeiro,
na nia do SihSo n. 27, e om Pemambuco,
na na do Collegio n. 18, botica de Peixoto
.v Pinto, acompanlia os ditos remedios a uia-
neira de fazer seu uso e dietas quo deyem
tcr as pessoss que dcllcs lucran uso.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo-de munico,
Cimento,
vonde-se tudo por presos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amonio n. 35.
--Vende-se cobre, e metal ama-
rillo c prcgos para forro de navios; por preco
lominodo, em caa de A. V da Silva Barroca
ra da Cadeia do Rccifc n. 42.
(Jasa de commissto de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que .se oiTerece mu i las garantas
a scus donos na ra da Cadeia do
Recife n. 51, primeiro andar.
de Lisboa
pari-curar da phtysiea em lodos os seus
dilTerentos graos ou motivada por consti-
pacoes, (osse, aslluna, pleuriz, cscarros de
sangitc, dr de costas e petos', paloilacn
nocorncAo, coqueluche bronchitei, dOr
de garganta e todas as molestias dos or-
gilos pulmonares.
De todas as molestias que por heranca li-
camao corpo humano ncnhunia lia que
mais destru ti Vi lenlia sido, ou quo tenha
zomhailo dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que lie geralmente conhecida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
culo passado, tendo-so olTerccido ao publi-
co diflerentes remedios com attestados das
cxlraordinarias curas que elle tem feito ;
porin quasi que em todos os casos a ilusio
le ni sido apenas passsgeira c o docule
loma a recibir em peor estado do que se
chava antes de applicar o remedio 13o re-
commendado oulro tanto nao acontece
rom este extraordinario
Xarope de bosque.
Movaos & Companhia, os nicos agentes
nesla cidado provincia, o nomcados pelos
Snrs. U. C. Yates & Companhia agentes
gersea no lo-dc-Janciro mudaram o do-
pusilu deste xarope para a botica do Sur.
Jos alaria G. Ramos, na ra dos Quarlcis,
n. 12, junto ao quartcl do polica, onde
senipre acliarSO o nico, o verdadero, a
5,500 rs. agarrafa, o a 3,000 rs. lucias gar-
rafas.
A Cbaposdesol. ;*V.
J*& Itua do l'asscio.n 5. ^^
Nesla fabrica ha presenleinentc um ric
sorlimcntn desles objeotos de todas as co-
re.-, c quididades, tanto de sola romo de
panninlH), por procos commodos ; ditos pa-
ra senliora, de bom gosto: estes chapeos
sio feitoj pela ultima moda ; soda adamas-
rada rom ricas franjas do retroz. Ma mesma
rasase acha Igual sorlimcnto de sedas
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
nacOcs-servida. : lodas estas fazcndavne s
dem-se em porcao e a' reUdlio : tambem se
roncera qualquor chapeo de sol, tanto de
liasteis de, ferro como do haleia.assim como
umbelas do igrejas: ludo por preco com-
moilo. Na mesma casa ha chapos de sol,
do marca rmior, de panno e de seda, pro-
prios para fcitorosde engonho, por serem
os mais lories nue se podem fabricar.
Vendc-.-c manteiga inglezi nova, a 610
rs., a libra; dita francoza a 560 rs., a libra;
cafe em grao, a 160 rs., a libra; cha, a 1,920
rs., a libra; dito, a 2,100 rs.; -evada, a 100
rs., a libra: farinha do MiriDhSo, a.100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 e !l cm libra,
a300rs.; loucinbo, a 210 rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.; bolaclim'ia inglcza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Podo en-
garrafado, a 6io rs., a garraf< ; dito cm ca-
adas, a 2,560 rs c outrus mais gneros :
na ra da Praia defrontc da nbeia do pel-
lo n. 1.
Panno* linos de toda* a fina-
lidades.
Ven dem-se as segundes se-
ment:
de abos, dilaide ditas inginas, ditas de r-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
blas de Selubal, (Illas de altare allainiia,
ditas rcpolhudas, ditas de cove trinchada, di-
tas de senoura amarellas, ditas de chicoria, di-
tas de coentro de loceira, ditas de salsa, ditas
de tomates grandes, ditas de rcpolbo, ditas de
espinafre, ditas de pipinella, ditas d'aipo,
feljao, rarrapato de tres qualidades, crvllhas
tortas c .lu a is, rabanetea encarnados c brin-
cos : na ra da Crui n. 46, defronte do Dr.
Cosme. Vi mi -na casa vcndeiu-se queijos in-
glcics mullo frescaes.
Deposito de cal e polassa.
No armazem da ra da Cadeia do Recife n.
12, ha multo superior cal de Lisboa cm pedra,
assiin como polassa chegada ltimamente a
preco muilo rasoaveis,
'a tul ra a- (le sella, II C,0OO i- .
o corte.
Ma loja do CuimarSes & Ilcnriques, ra do
Crespo n. 5, que volla para o Collegio, ven-
dem-sc ricos corles de cambujas do seda,
pelo barato prego de 6,000 rs o corte, esta
fazenda he de gostos inteiramcnlc novos.
Arados de ferro.
Na ftindiQao da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
dolos.
.Manida- superiores.
Na fundirlo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acbam-so venda moendas
do canna, lods de ferro, de um modelo o
construcefio muilo superior
<>. Algodio para saceos. $
> Vende-se muilo bom algodo para $t
t saceos de issucar, por preco commo- #
ffj do : em casa de llicardo lloyle, na I
4 ra da Cadeia n. 37. ?
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra to Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica le Todos os
Sanios na'Hnliin.
Vende-se, em casa dcN. o. Robor&c.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos do
assucar e roupa de escravos, por prct;o com-
modo. ,
Lombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuso,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. C, 8 e 10,
fundico de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cainbao de sicupira e bracos
de ferro na fundico da ra do
l!ruin ns. G, 8 e i.
Vendcm-se relogios de ou-
ro c piala, patente inglcz : na ra
da Scnzalla Nova n. l\i.
Vendeni-so amarras de ferro: na ra
da Scnzalla nova n. -'.
Moinhos de vento
enmbombis do repudio pira regar norias
d baixas decapitn : vcudoui-se na fundicio
de Dowman Me. Callum, na ma do llrum
ns. 6,80 10.
Tecido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5-,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar c roupa de
1scravos.
Tnlxaa para riisculio.
Na fundicSo de ferro da ra do lirum,
acaba-se de recebor um comploto sortimen-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por preco com-
modo, c com proniptidSo embarcatn-se, ou
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
AGELNCIA
da fundico Low-Moor.
ItUA DA SENZALU NOVA N. 42.
Nesle estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Km casa tte .1. Kcller Sl Coni-
panhis, na; ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o xc 'lenlo e superior riiilio ile llu-
cellas, em barris de 5.*, he muito recom-
mondavcl as casas eslrangeiras, como ex-
rellonlH vinho para pisto.
Arados americanes. *
^ Vendem-se arados americanos ver- 2
> dadeirns, chegados dos Estados- 4$
4
\ lojadrv rna rio Crespo 11. 6. IqiiMa da liorna, condec de Assomar, e
Cortea de cissi chiti fracezi, do cOres 0- jD'oeynhausen, o lavrador perfeiio, ou novo
xas, por 2,000,2,400 e 8,800 rs. ; ditos de Untado do livoura I volurmv; eoutria mui-
cambraiis desalpicos, 1 3,600 rs. ; cortes las obras quo seriio palentea m oc.casiao da
Je chita de bom gosto, a 1,920 rs., com 12 compra, das que lu-ao cima mMOtonadas,
Ma ra di Crespo, loja da esquina, que j,> Unidos : na ra do Trapiche n. 8. <
volta para a Cadeia, ^m->^nnoloMM!)fiM)A^'A!t&M
prcto, 8 3,0(io, 8,800, 4,000, 4,o00 e o,000 .. Venle-se superior cognac velho, em
rs.; dito azul, a 3,000,4,1100 rs., c muilo su-1 hnrris de 12 a 21 caadas : na rui da Cruz
perior, a j.i 00 rs.; dito verd-, a 2.800 rs. ; n. 55i r83, ,|c j. Kcller & Companhia.
dito muilo claro, a 4,000 rs ; dilo cor de Vende-se gosso om barricas, vindo no
rape, a 3,nooe 3,500 rs.; cries de casimi-j ultimo navio chogado deFranr;a, tendo ca-
ra prela, 5,000, 6,000 e 8,000 is.; ditos de 1 da bairica 20 arrobas pouco mais ou roe-
nos : na ra da Cruz 11. 55, cisa de J. Kel-
ler & Companhia.
Cera tic carnauba.
Mo armazem de Domingos Rodrigues de
Andrade e; Companhia, na ra dos Tanoei-
ros n. 5, vendc-se superior cera de earnau-
cor, a 6,100 rs o outrs frz -odas o mais
barato possive,
iVova pcelilcll.
Corlrt lie ttUM chita, a 2.000 rs.; diloi ta intciivi com 12 coludos, a 1,600, 1,800 e
2,000 r.
Na loja da esquina da ra do Crespo, que |,a( ltimamente viudas do Aracily, em
volla para a Cadeia, venlem-so cortes de porfo e a retalho, por menos preco que
cassas dula, a 2,000 rs ; ditos do chita, a em oulra qualquer paito, assim como sola e
1,600, 1,800 c 2,000 rs. ; ditos do cambraia couros miudos.
branca com listras decores, a 3,000 rs.; di- ..fio armaiciii da ra da Moeda n. 7, con
los de -al, cu, a 3,000 rs.; cortes de coleto tinua-te a vender saccas com superior colla
de fustilo do ultimo go.-lo, a 1,600 rs e ou- das.fabricas do Itio Grande do sul, c oprejo
iras muilafazeudas por preco commodo eui conta.
fVVVVx*VvfWVVV*'! Agencia de hdwtn .Man.
P

Deposito de tecidos da fabri-
ca de Totlos os Santos,
na llalli 1.
O I Ka ra re Apollo n. ti, armazem de Me. Cal-
< batido, tanto rasa como fundas, moendas In-
eiras todas de Ierro para animaes, agua, i-lc ,
{> yende-se om casa de Domingos Al- -^ ditas para armar em madera de todos os ta-
. > ves Matheus, na ra da Cruz do Re- ^ nianhos e inodellos o mais moderno, machina
cifen.52, primoro andar, ilgodSo "* horisonlal para vapor, com forca de i caval-
^ trausadodauuellafibrica, muito pro- S ,0'' couco- passadeiras de ierro eslanl.ado
> nrio r.arn reos o mua de osera- "* P"ra ca" de P"'Bar' l,or menos preco que oz
1 <; de cobre, cscoven para navios, ferro Ingles
prio pin siccos e roopa
4 m -. ||( 1 1 1 i ItCUItlII I 1 1 1 < 11 1 1 n", ni.- niia ;
|> *0*'.*,?,.?.n,-0--0-Pr?P J .",[-' taulocui barras como em arcos folbas, c ludo
dea de pescar o pavios para veilas, eovidos ,- cassas de quadros pira babados,
com 8 l|2, a2,400 rs., a peca; alparka de
cordSo muito fina, a 800 rs., o covado, e
minias oulras fazeodas por barato preco.
Na loja de Jos* Joaqulm Morel-
ra &. Conipanhla, na ra Nova
11. K.
Vendem-se csmisinhis de cimbnii, com
suas golinhas, tudo muito bem bordado, o
do niolhor gosto possive, pelo baratissimo
l'i i'cn de 2,000 rs., smento, cala urna.
Chapeos tic sol.
Vendem-se capeos de sol de panno com as-
teas de baleia pelo preco de l|920 rs., ditos de
junco a 1/280. Ma mesma casa tem um sorti-
uienlo dos mesmos objeelos, tauto para bo-
inem e senhoras, como para meninos e meni-
nas de esco!at: na ra do Passeio n. 5.
A 4,000 rs.
Vcndem-so casemiras do cores, de excel-
entes gostos, pelo baratissimo preQO de
4,000 rs., o corte: no aterro da Boa Vista,
loja n. 18.
Cera de carnauba.
O mais superior que ha nesle genero, ven-
de-se cm porcao e a retalho : na rua da Cadeia
do Ilecife, loja o. 50 de Cunha Se Amorim.
$ao baratsimos.
Vendem-se sapatdea de caruclra inulto pro-
prios para o enverno, por nao sujarein as cal-
cas como acontece com os de grana, pelo bara-
to preco de \fi&0 rs.; na rua da Cadeia do Re-
cife n. 0, loja.
Veilas de slcarina.
Vendcm-se estas vcllas da melhor quaJidade
possive a lf rs. cada caiaioha de 25 libras,
traia-se com A.C. de Abrcu, na rua da Cadeia
do Ilecife u. i:.
Ventlns.
Vende-se vinho Chsl la Roze, Cognac, em
caxas de urna duzia do garrafas, cobre em
rutilas, zinco em ditas, servoja de Ravieria,
tudo barato! no ara-.azem de C. I. Astley &
Companhia, na rua do Trapiche n. 3.
.^fff>*>^f)a>a>aij^^a.if; Ma loja de I. I.. 11. Talim'la, rua do @
Crespo n. lOvendem-se riscados azuis
"> da qualro palmos de largura a 120
*" rs. o covado, e sarjo, fazenda no-
9> va para prelos a 220 rs. o covado, o
mais largo de 4 c meio palmos a
320 ris, assim como palitots de
brim a 5,0-0, pcr;as de algodflo avaria
0 iln a 1600 o 2,000, (ambem ainda res-
m 13o Iguus chales de seda de 4,500,
"f 5,000, c 6,000 rs. ; fazenda bol assim o
*" como oulras muitas fazendas baratas
01 c proprias para a presente eslagto. ?
Main Hamos .V C, rua Nova 11. 6.
Yendem-so ricos cipotinhos de setim mi-
cio bom guarnecidos de tian;a o franja, di-
tos de chamelote de listras, ditos de lafot
ede fil prcto, o preco faz conta ao com-
prador,
Polassa da Rsala.
Vendc-se polassa da llussia, recontamen-
te chegada, o de muilo superior qualidade ,
na rua do Trapicho 11. 17.
rariuiia fontana.
Vende-so farinha fontana em barricas ,
muilo nova e de superior qualidade : a tra-
tar com Slinool da Silva Sanios, no arma-
zem doAnues, no ces da Alfindcgi.
Veudc-so umi casa Ierres com quintal
c cacimba: na rui da Guil n 23; a trater
na rua da Aurora n. 32.
Vende-se urna vacca parida do pouco,
boa leileira e aco.-tumada no pasto, e ovo-
Ihas paridas de pouco : ua Soledadc sitio do
Sr. Ilerculano.
Vende-se o novo Alias goographico,
por M. t 11 .-,<- 111 60 e lanas caitas, vida do
Jess Cbrislo, vida de S. Vicente e virios
compendios para as aulas, por menos do
que cui oulra qualquer" parte : na ruado
'Irespo n. II.
Vende-se farinha de mandi-
uci, de superior qualidade, recen-
temente chegada de Santa Catha-
rina, a menor preco do tjue em
otttra qualquer parle : trats-se a
bordo do brigue Novo Lobo
delimite do caes do Llamos, ou
com Oliveira l'aiva & Companhia,
na rua do Trapiche escriplorio
n. 5.
- Vcndec-seo.-lciras muilo boas, nlos
pela boa qualidade, por seren dubradas,
como pelo seu lamanho, ptimas para se
ter em tima sala na rua do l.ivramento, lo-
ja 11 11.
I'ara palitos, n 1,000 rs.
Ma loja da rua do (Jucimado n. 17, ven-
dem-se casemiras da cores mescladis, pro-
pijas para palitos o sobrecasacos, pelo di-
minuto prtc.0 de 1,000 rs cada covado, e
alpacas mescladas, a 800 rs., o covado,
A,i,:^,a;:45 ,m&M;-et!m. ?i3)
:.a Na loja de 1.1 R. Taborda, rua do ,
m Crespo n. 10, vendm-so pefas de ma- a,
M dapolSo, 2,240 rs., di mirca bor- $
SU boleli. jy
^SiiSSfe.;.-.., ;:^, .-..,^..
-- Na rui da Aurora n. 32 vendem-se su-
perior queijo prato a 610, latas com 4 libras
de bolaxinha de aramia feita no Rio, o viu-
da pelo ultimo vapor, 2,400, farinha de trie
go superior para pHo-de-I, 100, gomma d-
ararula, 160, tapioca, 120, sevadinha, 160.
1 lie mu-ni a |i< \ inda a|l(iors. o
covauo.
Vcndein-se chitas de acento escuro e cor de
caf de bonitos padres ccores ftxas a melhor
fazenda para vestidos de casa 16O rs. o co-
vado, dao-sc as amostras com penhor: na rua
do (Inclinado n. 8 loja defronle da botica.
Na rua Nova 11. (>, loja de Main
liiiu- & O. acalmo de cliegnr
de Lisboa na barca I inri en ns
sesulnles obras, pie s vende-
rao n diulieiro vista, por me-
nos do pie mu mil ia (pin I ipil e
parle.
Os mil e um phantasmas por A. llamas 4
volumes, Jorge ou o capillo dos piratas 2
volumes, Revoluto franceza por l.amarlino
do inno de 1848 4 volumes, Arce de S. An-
ua por Almeida Carret 2 volumes, a impu-
reza, a sobeiba, a inveja, a ira, por !'.. Suc,
Dos o quer pelo viscunde de Alencourt I
volume, fbulas de 1.a Kontaino 1 volume,
manual da saudc de 1850 por Raspaile 1 vo-
lume, cnssios de critica 1 volume, o sptico
1 volunto, o menino perdido 1 volume, a
roda da fortuua 1 volme, aphorisrxos e
pensamentos moiaes, religiosos poltico*
c philosophicos, porlogual pitoresco com
estampas pelo Fernando Dlniz 4 volumes,
historias das inquisi;0es 2 volumes, a vir-
gem da polonia pelo conselhetro lUstos 1
volume, medilacOes ou discursos religiosos
pelo conselheiro Bastos 1 volume, Raphael
pagem da juvenlude 2 volumes, salamandra
3 volumes, o cavlleiro da casi vcrmclln
por A. Humas 6 volumes, cevallciro de lar-
mental por A. Dumas 4 volumaa, secrolaiio
e que nao 4esgostarlo peloi'seai tutores
Vende-se erva mate,
chegada pelo ullimo vapor
do sul: na rua Nova, loja n.
6, em libras, a 240 rs., e em
arrobas, a 67 rs., he bebida
mu fresca e dioretica.
ROM E BARATO.
Vendem-se sipatos de meninos, de ore-
Ihas; coturnos de couro de lustro, para ho-
rnero; pelles de cabra; esleirs de palba de
carnauba regulares, e de 2 varas decom-
primento, bem follas ; chpeos de palha al-
vos, pennas de ema, e cera de carnauba : ni
ruada Cadeia do ReCife n. 49, primeiro
andar.
A CID ADE DE PARS.

kiir do Collegio n. 4.
teom all rmido que Icincim bastite, o
3ue sSo muito certeiras de chumbo na ro
o Qucimado, loja de ferragens o. 17 A
> Na luja pcrnanibtica
J rua do crespo n. 1
^ Vendo-se oiorino prato pan
1/ Cll(is, jaqnetas, siilS, limfles
^ tros mistores, ei perfeito estado, pe- m
fi lo baratissimo pre(o, de 400 e 500 rs.
t o covado. ?
saa#
Yo Passeio Public, loja
n. 1-1, de Firmiano Jo-
s Rodrigues Perreir.
Acha-se um completo sortimen-
to de cassas chitas, mu ricos pa-
dres e finas cores, ao barato pre-
co de 3,400 rs., cada coite ; brim
de puro linho, (raneados, bran-
cos e de cores, fazenda realmente
superior, a 1,000 rs., a vara;gur-
urOes encorpados, a i,4oo rs., o
:orte; ricos vestidos de seda e 15a,
de cores, a 18,000 rs. ; ditos em
cortes, a 16,000 rs., e desedalis-
trados, a i3,ooo rs. ; pannos finos
de todas a* cores, e por pre?os
j commodos ; chitas francezas, lar-
gas e de gosto, a 3so rs., o cova-
do ; riscados francezes; sarjas hes-
Movo sorlimcnto do chapeos de sol, para panholas;/etins; iim completo sor-
homem e senliora, a sabor : -chapeos de timento de chitas de gostos, e ma-
sol de soda, armacSo de baleia, de 4,500 rs. I P t
para cima; ditos ditos para senhora.de 4,000 dapoloe, de preco, a ),ioo, 5,ooo,
rs. para cima ; ditos de pmno Uno, de ir- A.rJOO, 4.300,4,000, 3,too, 3,200,
rnacJo de baleia ede ferro, de 1,600 a 3,200 V__ '
rs. i ditos ditos do armaco de junco, de .ooo e a,400 rs e outras multas
1,200 a 1,800 rs., todos limpos: grande sor- fazenda^, que se vendem a precos,
&tett&f3UrV***!> g^dam aos senhores
espsdilbos de senhoras. Concertam-se lo- compradores.
das is quilidides de chpeos do sol, tudo a dinlieiro a vista.
com perfeico e por menos preco do que cm Vcndem-se chpeos envornisados, a 2,000
outra qualquer paite. rs. para a rapiziada acompaohar a muzica
-- Vende-se urna casa torrea, com chflos de polica a noute : loja 11. 2, da rua Nova,
proprios, livre e desembarazada, na rua Di- mas da matriz,
reita dos Alibgados, por preco muito oom- \ l.lvros pei|iiciios.
modo : 1 tralar as Cinco Ponas n. 84. pars amostra de bico, lita, reqolifes, etc ,
- Sempre ha muito bons escravos para vende-se por 200 rs., este livrinho lio mui-
so venderem, por preco mais em conta do t0 proprio para amostra : na livraria do pa-
queom oulra qualquor parle, o nao se nc-!teo do Collegio n. 6, de JoSo da Cosa Dou-
culllo as molestias, vicios e achaques dos rado.
mesmos, sabendo-so del les: na rua das La-; -'venderse o sitio n. 7, na travessa do
rangeirasn. f, segundo andar. Ramodio, om chSo proprio, com boa casa
99i'a>S^$<'$ita<- 4 Na loja do sobrado amarello, nos (e le arvoredo : ni rua do Trapiche n. 15.
M 4 Qualro Cantos da rua doQjeimado,
i tem para vender, um completo sorli-
4 ment de molernos enfeltes para se-
4 nlinrii, consostindo em romelras, ca-
4 mizinhas, golas, punhos e mangui-
i.uim a do Rio de Janeiro,
AOS 20:000,000 oE as.
Na rua eslfeita do Rozario, t'avessa do
Queimado, loja de mio'lezas n. 2 A, de Joa-
Iqulm Francisco dos Sanios Maia, vendein-
S tos do cambraia dealgod3o tina ede se os muilo afortunados bilhetos, mm'os,
) linho, com lieos bordados e por pro- fr quartos, oitavos c vigsimos da decima
4 (o muito em conta.
4 jquarta lotera a beneficio do theatro da im-
perial casa de Nictheroy. que se espera a
Cal de Lisboa. lista nodia 22 do correte, pelo vapor in-
Vonde-se a melhor cal do Li-boa muito (6lez; na mesma loja se mostrara as listas
nova, chegada ha poucos dias na Larca Li- jdas loteras corridas.
geira, e por prr^o muito.em conla : na rua
do Vigario armazem 11. 7. | 4
-- Vende-so ac de milo verdadero, om '$
grandes ou pequeas poicOcs 1 cm casa de )
,\lc.*Calmont& C, praca do commercio n. #
ou no seu armazom do machinismo na A
rua de Apollo n. 6. f fMQ99i9%jlm9m99m!!>
\ Colonibier eoni loja 11. 2 na rna 1 --_ Continua-se a ver r, na loja da rua
l'ara pagens. (.
Vendcm-se desles chapeos, d su- >-
perior qualidade por baratissimo f
preco: na y. ara da Independencia, 9.
loja do chapeos de seis portas.
^ par pre(o moito commo lo. -Q Vend-sejum grande sino no lugar do 1 porluguoz 1 volumo, bealrizou oaventuroi-
+li9t& AAAA^AAA Manguinho, que lica defrontc dos sitios dos ro 2 volumes, o bom menino por Cesar Can-
.1 49600rs., apeen. srs. Carneiros, com grande casa de viven- tur 1 volume, os mysterios da polica o das
prises 2 volumes, poesas de Alexandre
llorculsno I volume, os tres mosquiteiros
!Na loja n, 5, da esquina que volla para a da, de qualro agoas, grando scnzalla, co-
ra do Collegio, veudom-se nscadiiihos de clieira, estriban, baixa de capim que sus-
coreslins, pelo liante preco do 1,500 r.. a tenia 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com 4 volumes,vinteannosdepois6vls.( isanhoe,
peca, assim como casimiras do algo,5o, a bomba e lanque coberto para banho bas-' drama por A. llagan, o americano em Lon-
1,800 rs., o corte. tantea arvoredos de fruclo: na rua da Con- dres 1 volme, carias de oliuda a Alzira I
-- Vendem-sejonas largas imitacilo das cordia.primciio sobrado novo de um andar.: volume, obras poeticis de Leonor de Al-
Nova atrae da matriz, tem rece-
ido um sorlimcnto de calendo
pie vende adiulieiro visla.
Capates de couro de lustro frinccz
para homem 7,000
Rotins de casimira gispiados para
homem 8,000
Chnelos de marroquim para homem 1,440
Ditos de 13 1,410
1. quites de lustro para senliora 2^000
DitOS 1,600
Dilosd marroqnim francez 1,110
Dilos abulinsados a gosto novo 3,C00
Ditos do tapcl] 1,440
Chnelos do marroquim para se-
nliora de gosto a grega 2,000
liotiiis de duraquo pata senhora 3,800
Cpalos de duraquepreto 2,000
Ditos de solini branco 2,200
Capalinhns de cores com pona de
luslro para meninos. 1,000
Rotins de cotes gaspiados para meni-
nas 2.0OJ
Cpalos de duraquo do cores para
meninas 50o
i?t8f #$?: i>#
(f Vcndem-se o verdadero champe de O
t ponlos de ombaiba coniposto o prepa- 4
(;> redopelo pharmaceulico Jos da Cruz 4
Santos : na pra;a da lloa-vista botica 4
< 11. 32. Este charope he edicaz contra 4
lf os ctanos pulmonares, agudos e 4
i> chronicos, tysicos, coqoeluxe e mo- $
lestias do cora;lio; na -mesma tam- *
f bem se vende remedio contra os em- 9
bnagados,o qual jafoi exporimentido a
CU o seu evidente efTcito do tirir com- %
? plelimouteo vicio 1 que mnitos eslDo 4
l> slijcltns. 4,
(^^^^jj^ljl^^^^^^a^^^^jg^
Crande sorlimento de fazeiidn)
brratas na rua do Crespo 11. 11
loja de .lu-i i"cuci-cii Ulas
A 1000 rs. o corle de brim intrincado bran-
co muito incorpado, dito de rlscado de liuho
muito largo a 200 ra. o covado, cassa chita de
lodas as cores 240 rs. o covado, chita fran-
ceza de lisias padres escuroa a 240 rs. o co-
vado, chitas muilo litas a 1 fio rs. o covado,
aargclim lavrado a 200 ri. o covado, ricos cor-
tes de cbita larga franceza de barra a 3,200 rs.
merinos prctosde duas larguras muito supe-
rior a 1,800 2,000 :i,000 rs. o covado, meios cru-
as de superior qualidade a 320 rs. o par, su-
prior piccote muito incorpado fazenda pro-
da Cadeia n. 40, Inlhclcs ncios ditos, qliar-
los, mavoi e vigsimos v. lotera do Rio de
Janeiro, pelos precos cstabelecidos.
Os baratos c ascondeciiilinsdc
sl lilla.
lio chogado o sorlimento de condecs e
lulaios, quo se mandou fazer a capricho,
sendo de lodos os tamaitos, o at de dille-
rentes cores, como os freguezes pdenlo
ver : na rua cstreita do Rozario n. 13, pada-
ria que foi do Cunta, londe se vende por
baratissimo pre;o.
Vende se rap de Lisboa, em frasco,
vindo pola barca Ligeira, os senhores fre-
guozes queestam acostumados a lomara
boa pitada, nSo deixaro demandar bus-
car : no largo da Assembla n. *.
Aos scnliorcs nnrcinciros.
Vendem-se carros dourados, para ps de
mesas de janlar: na rua Nova n. 16.
I'nra anlmnes.
Vende-se iia.a porgan de bolachas, pro-
prias para animaos, por ser muito em conta:
na rua larga do Rozario, pa laria n. 48.
I.otcria do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, loja 11. 3, que
volta para a rua do Queimado e Crespo, ven-
dem-se os muito afortunados buhles ,
meios, quartos, oitavos e vigsimos da de-
cima quait i lotera a benelicio do theatro
da imperial casa do Nictheroy, que se espe-
ra a lista no dia 22 do correte, pelo vapor
inglez ; na mesma loja se mostrara as lisias
das loteras corridas.
Nii rua do Cabug n. 11, ven-
dem-se carias francezas, finas, pa-
ra voltarete.
Vonde-se muito bom milho, medido,
o firinhi di Ierra, por muilo commodo pro-
co : na rua larga do Rozario n 52, e as
Cioc Ponas n. 32.
Precos, pagos seiu descont.
Rilhctes 22,000
*'eios 11,000
Quartos 5,600
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
-- Vende-se, ns rua do Amorim n. 36. sac-
cas com boa farinha, por prf^o muito com-
modo ; .1 ella antes que se acabe.
Vendc-se feijSo de tres qualidades, por
meio* e cautela. da dcima quarta
lotera*do theatro de Nictheroy, e
alo pagos sem descont qaaesquer
premio* que selles sahirem, e pe-
lo vapor ingle vem a lista da mes-
ma lotcria.
Bilhetes a 3,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigsimos i,3oo
ma*Mmi-*******
m i'nra pagens. g|
19} Chapeos envornisados para pagens, aft
jH de Wrm moderna, e do superior qua- i.i
DI lidade : veudem-se no pateo da mi i'j
OH iriz, loja de airguelro n. 9. jas
mmmiumim mmmmmmmmm
Vendem-se os mais moder-
nos e de superior qualida-
de, chapeos de castor branco, che-
gados recen teniente pela galera
ingleza Linda; na rua Nova n. Vi,
fabrica de chapeos. ''
Vendc-se feljao molatinho novo, 280
vs., a cois : -no patcj do Cirmo, venda no-
Aos 20:000,000 d 1 s.
A rlhs meus senhores.
Na rua Nova n. 6, loja de Maia
Ramos & Companhia, vendem-se
os fehzes e novos bilhetes da do-
c i ma. quarla lotera da imperial ci-
dade de Nictheroy do Rio de Ja-
neiro, cuja lista dever chegar ate
a do corren'c, pelo vapor inglez
Seweht.
Vendem-se gigos com 1 ar-
roba de batutas, oada um, pelo ba-
ratissimo preco de 4oo ra. ; este
genero he rccommcndavcl para o
consumo das familias, nao s pela
boa qualidade, como pelo, preco: a
tratar no ormazem de Antonio Au-
nes, caes da Alfandega n. 5.
pria para escravos a aOOrj. o covado, algodo prejo commodo, vindo do rio de S. Fran-
ar.ul com mais de vara de largura a 200 ra.
covade, berlanha de 4, palmos de largura limi-
to Ion a 400 rs. a vara, supprlores challes pre-
los de la e seda a 5,000 rs. brim Irau^ado a-
marcllo muito cncorpado com listas iniudas
sendo de linho a 2,000 rs. o corle, e oulras
minias fazendas por O ir no preco.
= Vendcuvse urna molata de bonita fi-
gura de dado de 22 annos com um Albo de 3
annos muito bonito proprio para se criar para
pagem, a molata sabe coiinbar, eingomiiiar,
e lavar multo bem aos compradores se dir o
motivo porque se vende, por ser vista na rua
de Sania Rila, ni 88 c para se ajslar ua rua
do Collegio venda n. 5.
Vendo-so vinagre aromtico para ama-
ciar a pello, tirar as sardas, bom para quem
padece de dores do clice., 1,000 um frasco:
loja n. 2. da rua nova.
.- Vendem-se ricas caixinhas
cisco, proprio para ranchos o para casas
particulares, por ser novo e muito secco :
no Ces do Ramos, armizem n. 2.
Lotera do Rio de tJanelro.
aos 20:000,000 ne as.
Na rua larga do Roiario, loja de miude-
zas n. 44, junto a botica, veodom-se os
muito felizes bilhetes, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos, da decima'quarta lotera da
cidade de Nictheroy, cuja lista ebega no
vapor inglcz, al o dia 22, pelos presos a-
baixo mencionados, na mesma loja se mos-
trara a lista da decima primoira lotera do
Santissimo Sicramrnto, e se trocam os bi-
lhetes premia ios
liOterla do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2 000,000 e 1:000.000 de ra.
Na casa da Viuva Vioira & Filhos, na rua
i Cadeia do Recife, n. 24, receberam pelo
vapor Paraentt, entrado em iodo corrento,
a lista da decima primeira lotera do San-
tissimo Sacramento, e juntamente o lon.al
do Commercio, com o resumo da oxtraciln da
nona lotera do thesouro, c pelo mesmo va-
por vienm e acham-se a venda os muito a-
fodunados bilhetes, meios, quari^s, oita-
vos c vigsimos di dcima quina lotera a
benelicio do theatro da imperial cidade de
Nictheroy, etrocam-se por bilhetes ji pre-
miados do todas as loteras, tanto da pro-
vincia, como das do Rio de Janeiro.
~ Vendem-se 4 pos de arocira, do ser-
ISo, com 29 1)2 palmos do comprmanlo r
bastante grossos proprios para tusos d
prensa de algodSo, e para outra qualquer
couss, por caosa da sua boa qoalidade : na
rua de S. Concalo n. 39, das 2 horas da tar-
de em diente.
Farinha de S. MaUeus.
Do superior qoalidade, vende-se a bordo
da sumaca S. Antonio, fondeada em fronte
do Collegio, ou ao Jado do Corpo Santo, lu-
j i de missimes n. 25.
Lotera do Rio de Janeiro.
aoj 2o:ooo8ooo de rs.
Na caa feliz.
Dos Quatro Cantos di rua do Queimado,
loja de fazendis n. 20, vendem-se os afor-
tunados bilhetes, meios, quartos, oitivosc
vigsimos, da 11." lotera da cidade de Nic-
theroy coja lista se espera no vapor inglez,
al o da 22 ; tambem se mostrara todas
asustas passsdis e se trocam bilhetes pre-
miados, a elles se quorem tirar bons pre-
mios.
para o jogo de voltarete, com len-
tos de niatliiu : no pateo do Col-
legio, casa do livro azul.
Vende-sesupaiior papol do machina,
tinto azul, como branco, proprio para car-
torios, ou escriptorios, a 3,000 rs., a resma:
ua rua do Queimado, loja de ferragens nu-
mero 37 A.
Alie inno. |
Vende-se a 9,000 rs., cada urna, ptimas
espingardas de espoletas, inglezas,deum so
cio ede boas mollas, as quies sSo iims e
cumplidas, e pessoss que lera comprado, ISC OS mili Olorttlll idos bilhetes ,
\' pccliiiicha antes que se
acabe. 4
/; Gortes de casimira de lindos pa- 4
4j drOes, pelo diminuto preco de 5,000: S
IJ) na rua do Crespo 11.10, loja delgiu-
co 1.111/ de Rrito Taborda. 4
4> S< 9 #*? >*<###$<]>**#
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:0005000 de rs.
Na praca da Independencia n.
13 e 15, loja de calcado do Aran-
tes, e na rna da Cadeia do Recife
o. 46, loja de miudezas,^ vendem-
Escravos futidos.
Desappaieceu no dli 15 do crreme a 7
horas da noite nina negra, por nome Tberen,
nicao Angola idade pouco mala on menos de
50 anuos, Icvandoum vestido de chita de asien-
to branco de liseras roas,fallando mullo alra-
vessado sem querer dlier quando anda rugido
qnein beieu Sr. tem os sigmet segulntei: em
u 111 do* bracos imi dous (albos j sarados ro-
ga-se as autoridad policiaca e os capiiea
de campo que a peguein e alevem a rua do
Colegio n. o venda, que sern gratificados
' Fugio no dia 13 do correle um molcque
da Costa da Mina por nome Domingos o qual
andava vendeudo fazendas, r, levou algunia
ropa de seu uso, e tem sido emeontradu em
divercas partes vestido de sobre cuaco de*
brim, lenco de seda ao pescoco e sipatos, c
diiendo que he forro e (em os sigues regoin-
(es; albos no rosto do slgnaes de sua trra
rosto comprido e cibeca tambem comprida lo-
que achimo-lhe duas cabecas, t tem nina'
ferldas enlre os dedos dos inSos, anda muilo-
apressado e be jogador, e falla mullo espll-
cado apesioa que opecar dirija-sc a rua do
Arego tobrado de I andares de varaoda en-
carnada n. 26 que ser generosamente grati-
ficado.
Desippsreceu no dis 15 do correrte,
um muleque crouio por nome l'iuliuho,
de na,lo de 10 innos, pouco uns or me-
nos, cor amanillada por ter vicio, naris cha-
to, levou camisa do algodSozinho soja, e
cilca de riscado, sem cnapo, osle eseravo
he do Sr. Antonio Jjcintho da Silveira de
Unna : quem u pegar leve-o na rua da Ca-
deia do Recife n. 51, ou na rua do l.ivra-
mento n. 26 segundo andar que ser recom-
pensfido.
No dia 2 do crrante mez dejulhode-
sappareceu o esenvo Antonio, crioolo, ci-
bra, do idide de 18 atinos pouco mais ou
menos, bulo, birrigu -o, grosso do corpo,
cara redonda com nimios pannos miudos,
oihos pequeos, e com duas sicatrizos na
testa perto do cabello, tem a falla Rna e
muilo mansa, he lillu do Sobral onde diz ter
ir mos e seus ai.tigos senhores, e aonde fot
surrado ; o por iiso tem aa nadogas muilo
sicitrsidis; descoiiui-sn fosse pin o Ceir
(don lo veio; pelo caminho de Pedras de fo-
go : quem o pegar levo-o na rua das Trin-
xeiras sobrado n. 46, e no Ceara ao Sr. An-
tonio de Oliveira Rorges, eera Sobral aoSr.
francisco Rodrigues dos Santas, quesera
generosamente recompensado.
mim i-waiMjcre&gag
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFZUX89GD_1F80D5 INGEST_TIME 2013-04-12T23:24:51Z PACKAGE AA00011611_06396
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES