Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06395


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Full Text
Anuo XXV II
Sexta-'era
DIARIO
- JB
pbioo s> suavenirolo.
PtSUtlRTO At>llHTDO.
Por trlmeilre...........
por semestre. .........
Por ano ..........
Pago dentro dotiihlstri:.
po, i""'itT-,^1-po-l^;o.
p(r.....JJJ de Juilni Muas .. WdeMaio
4/.'00
8 15/UOO
4/500
Msranho 1 d Julho
Ceara'.... 5 de dilo.
Paralilb. 7 de dito.
S.Paulo. 12 de Junho.
R. del.. 5 de Julho.
Baha... 12 de dito.
DI13 DA IMWt.
14 Seg. Boaventnr* b 1
!> Tere. S. Gamillo. i
lU Quart. Prluinpao da
Santa Crui. i3.
17 Qulnt S. Alelio.
18 Seal. S. Marlatia T. 3.
ni. I S. Klllilo b. I
19 s.iii. S. iota O. 4.
80 Dom. ,0 Aojo Cua-i
todio do Impeiio. |Te
40PIIMC1AS.
Imincl. Orphoi
e as >0 horas.
I. vara do eirel.
en. ao melo-dla.
Pnunia.
rti.it 10 hora.
4 rara do civil.
e sabadoi ao mclo.d.
RelacSo.
real a sabidos.
irannlM.
Creiccnle i 5, ai 8 horai e 48 mlnulc da larde.
Chela a 13, as 4 horas e 54 minutos da manhaa.
Mlngoaote Si, ai 8 horas e 20 mnalos da m.
Nova .iS, aoa 21 minutos da larde.
nlAHAB SI HOJI
Prlmelra i 7 horaie 42 mi nulos da snanliaa.
Secunda s8 horas e JO minutos da Urde.
4*tidai dos ooiRiros.
0 o i ansia e Parahlba, s segundas e leit.is-
f( iras. ,i
Rlo-Grndc-do-Norte, todas |as quintas-reirs
ao meio d|a.
Garantuaue Ronilo, i 8 e 23.
Hoa-Vla, e Flores, 13 e28.
Victoria, lis qninlas-felras.
Oliada lodos na dias.
NOTICIAS HTUAKOIIBA.
Portugal.
Ilcspauba
Ir ni. ;i ..
II. 11: ica ...
llalla.. ..
M. ni..ni i.
Prussia...
Dinamarca
Jlussia...
Turqua.
IA deJunhc
11 de Junho
7 de Junbo
:i .lo 'mili..
I deJunho
4 .lo Innlii
4 de Jnnlir
30 de Malo.
10 de Malo.
4 de Junho.
.ludria.. 4 de Junbo
Suis.a .. 10 de Malo.
Succla.... 28 de Malo.
lo- i un i i 7 de Junho
E.-Unidos. 24de alo.
Mlico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chlll.
Buenos-Ayres.
Montevideo 9 CAMBIOSDZ 17 DI JXatO.
Sobre Londres, a S7 '/,27 Vi I. p. 1|000 rs.
Pars, 340 por fr. nominal
Lisboa, a 100
mitaesj.
Ouro.Oncas lirspanholas.... .ftrUOe 28/*t,
Moedas de 6/40" volitas. 16*000 IfitfiOO,
de 61400 novas. l/OOO a 16/200
. de-lf'ii'ii...... 9/nOO a ft/UJO
Prata. l'.iUcdes brasiloir. .. I>920 l/UO
Pesos colmaaarlos.. 1/920 a l/i-20
Dlloj mexicanos..... 1/706 a, 1/760
PARTE OFFICIAL.
THIBULUL DA RELACAO'
SK.SSA DE 15 DE JUMI DE 1851.
frisisTaart do Be, Se. coiuslaero Aievto.
As 10 huras da uMnatia, estando presentes os
senborea desaiabafga4area Villares, Leo,
Souu.Rehallo, Loa Fraila, Petalra Monteiro,
Valle e Santiago, faJUnd e/un causa o Sr. des-
rinbargador tastos, o Sr. presdeme declara
aliena afVeiiao.
1ULOAMEKT0I.
ttecurtot crimet.
Appellante, o julio: appellado, Candido Jos
de Monea. Haodaram a novo jury.
Appellaate, oi/ti/ut, appallado, Autopio Va?.
ci a PUUo. dem.
4pptll;-tt civeU.
Appellantes, lionifaco Jos Carnelro e oulros ;
appellado, Manoel Rodrigues da Costa, por
seu carador. Nao toinaram conheciment
por ser Interposta lora do prazo legal.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno ; appel-
lada, Conslantlua Jaclalha da Molla. Des-
presaram os embargos.
Appellantes, Jorge Kuworth *t C. appellado,
Jos Da da Silva. Rcceberam oa em-
bargos.
DlLliiEMCUS.
Appellanle, Manoel Francisco Anastacio ; ap.
peludos, Flllppe Das dos Santos eoutros.
Mandaram com vista ao curador geral.
Appellante, Antonio de Albuquerque Gandra ;
appelladoa, Antonio Francisco deOliveira.
Mandaram avahar a causa para arerbar a
dUfma.
Appellanle, o julio ; appellado, Joao Fraucisco
da Costa e a heranca jsente da prela Isabel.
Mandaram com vlsla ao Sr. desembarga-
dos procurador da enra.
(Is embargos de habllllacSo de Elias Coelbo
Cintra, contra a viuva e berdelros da Agos-
tiuhn Henriques da SilvaForam recebidos,
mandando que a parte os contrari ou con-
rease.
OBSIGNACOlS.
Appellante, o juio appellada, a cmara mu-
nicipal da ciliado da Forlali /a.
Appellante, o Julio; appellaJa, a cmara mu-
nicipal da ciclado da Fortaleza.
MVI9UB8.
Passaram do Sr. deseinbargador Souia ao Sr.
desembargador Rebollo as srgulules appella-
ces em que sao :
Appellanle, Antonio Jos Plmenta da Concei-
io; appellado,. Joaqiiiin Marlinho da Cruz
lorrela.
Dia de apparecer em que
Appellada, Maria Gatharin
lanle, Joao Jacinlho Leal
Appellado, Joaquim da Si
lanle, Luis Jos de Brilo.
I'assou lo Sr. descinb.ii
lelro ao Sr. descmbargadoi
poli o,..o ocn que lilo:
Appellaules, Manoel Joaqi
mulhei ; appellados, V.
de Farias Lenios eoutrov
Passou do Sr. desembargador Valle ao Sr.
desembargador Santiago asaeguiate sjipeljacac.
oni que saW.
Appellanle. o Julio; appellada, Jos Francisco
Jnior
Passou do Sr. desembargador Santiago ao
.Sr. desembargador Villares a srguintc appclla-
co em que sao: a
Appellanle. Antonia Mara do Ksplrlto Santo;
appellada, a justica.
MSTRmuiC0BS.
Ao Sr. desembargador Villares a srguinle
appellaco em que sao ;
Appellanle, Vicente Ferreira de Souza; appel-
lado, Miguel Mariano de Souza.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a seguin-
le appellacao em que sao:
Appellante, Feliciano Joaquim dos Santos; ap-
pellados, Joaquim Marinho Cavalcanll de
Albuquerque e oulros.
Nao forain julgados os .temis feitos com dia
asslgoado, pela faluciuia'mencionada.
Levan tou-sc a se'ssiio ao mel da.
de Sena; appcl-
Mo".ni; appel-
^
rr Pereira Min-
ie a segninteap-
dos Reis esua
isco Cavalcanli
EXTERIOR
' URQUIZA E ROSAS
UonUvido, I. de junho de IS5I.
as sota mensagens qus exlstem dirigl-
ila pelo dictador llosas a sala dos represen-
tantes erfeoDtramoso seguinte:
t Em 1843: O esclarecido governador de
b'ntre-ltios, geoersl Justo Jos de Urqui-
u, a frente do heroico exercito di provincia
nue dignameota governa, brilha com es-
plendidos louros o heroico denodo sobre o
campo da gloria.
a Km IHU : O esclarecido governador de
Kntre-Rios, general I). Justo Jos de Urqui-
za, levando com habilidade e valor a victo-
ria um exerclto heroico, adquiri gloria
imensa e illuslrou os faustos militares da
ConfederafSo. <
Em 1849: O esclarecido governador de
Entre-Ros, general D. Justo Jos de Urqui-
it. com habilidade e intrpido valor ganhou
urna victoria immorlal. A' frente do heroi-
co exercilo do seu commanJo coioou-se de
glorio.
Em 1816: 0 esclarecido governador da
Kntre-Rios, D. Justo Jos de Urqjiza, ganhou
com nclito denodo urna nova viciara m
moravel. A' frente do exercilo do seu com
mando encheu-se de gloria.
Em 1847 : 0 illustre govrnador de 1.1-
tae-Rios, brigadeiros D. Justo Jos de Urqui-
u, roldando sua esclarecida fama, susten-
ta com imensa gloria a honra nacional. A'
frente do virtuoso a denodado exercilo do
seu coromando, emprebeodeu inlrepi la-
mente a expediefio li borla lura de Corrien-
tes, a a sua esplendida e immortal victoria
aprsenla novos a gloriosos trophcJS a cau-
sa americana. >
Em 1818 : 0 governador de Eolre-Rios
illustre brigadeiro D. Justo Jos de Urquiza,
general em chele do exerailo de operaces
da confederacao contra as salvagens unita-
rios, ha muito digno da gralidSo nacio-
nal.
Nt ultima de .1819: 0 governador da
Provincia da Eotre-Rios, illustre brigadeiro
D. Justo Josc da Urquiza, general om ,chefn
do exercilo de operac,oes da .Confederadlo
contri os selvageus unilaries, merace alta-
mente o recouhecimento nacional.
( Coaiircio! del Piala)
_________________(Jornal do Commercio)__
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
RCAMaBA DOS SEiNHORES dkputados.
sbsaA km 30 de junho de I MI.
l'resUlencia ia Sr. Gabriel Mendet JofSanUs.
SuMiiaaio.Expediente.RtdacfHo io yro-
ectoeobre lolerlat. Diicurtoi dotSu. l'uuia
t'omeca, Pacheco, Ferreira l'cnnp, AUcitl
Montr.iro, JlvseaV, Barbota > Moracs Sar-
menln. trrcamtntn da justir-a iifcursot dot
Srt. EuteMo d$ Queiros e Helio Franco.
A's II horas menos um quarto da manhaa
felta a chamada, e achaudc-se presentes nu-
mero lrgal de Srs. deputados, o Sr. presiden-
te declara aberta a acasao.
L-se e anprova-se a acia da antecende.
O Sr. I." Secretario, dando conla do eipcdieu-
Ic, diz que val aichfvar.se urna eiposicSo as-
signada por Manoel Rodrigues de Ollvclra acer-
ca da veracldade da cslsteucia e phases porque
tein passado a Indagacao relativa a urna anti-
guisslma povoaco ou cldadc nos interiores do
sertao da /labia.
O Se. PcrnnaV U Sikru i ( pela ordem) :
Nao serla melhor que_ tosse remettida a urna
eoinmlsso? .
fir l.'iWtiIsn. fiti reprsenla.;Jo nao
dts censa alguma ;'cont apenas que, tendo ln-
vldoaalcs dcste cldadao quem titesse noticia
dessatldade encantada on antiga, elle Hiera
muias ind^gaedes, representara assembla
provincial, viera ao Inilituto Histrico, etc.,
ele., e fas ver que he Importante para o Bra-
sil que se descubra essa cldadc.
Or. Frrnanlri da Silrriro : Creio, Sr pre-
sidente, que essa representaeo deve ir a urna
Cominissao, porque csse cidadaodeve continuar
lias pesquises, Consta-me que ja se tem encon-
trado alguns objectos anllgos....
O Sr. Kprigi-, Urna espada.
O Sr. Fernanda da Silvcira : .....como ic-
jani una espada, eniadas, etc. o que mostra
que nesse lugar houve urna populacao em re-
mota aoilguidade.
O Sr. Preiidnli: QUelra oSr. deputado In-
dicar a coimiiissao ; o Sr. 1." secretario deu a
dlreccao que julgou mais apropriada.
O Sr. Silvtira d Molla i A' cohimissao de es-
latlslica.
O Sr. Fernanda da Silvtira: Pois seja a
commissao de estatlstica.
Consultada a cmara,' delibera pela allirma-
tiva.
Val commissao de fazenda umrcquerlinen-
lo de Manoel francisco da Silva, unidos hei-
deiros do tinado Antonio Francisco da Silva,
pediodo o pagamento de 1:435(932, o que ji
Ihe fura indeferido, oOerecendo novos docu-
mentos.
He approvada sem debate a redaccaodo pro-
jecto que aulorisa o goveruo para conceder
Zeferiuo Vleira Rodrigues a remlsso da divi-
da proveniente do arrendamento que na pro-
vincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul l'ez
em 1837 do Rincao do Saincaa perteoecute i
fazenda nacional.
Redacto do projeclo que coictde 39 hleriai.
Lc-sc e entra em discusso a redaccao do
projeclo que concede loteras para concluso
da capella de Nossa Seuhora da Conccicao de
Iraj, com as dillerentes emendas que foram
ollerecidas concedeudo igual bcnelicio a ma-
trlzcs e bospitaes de diversas provincias, ao
lodo 39 loteras.
OSr. IW.i Fonttca pcrgunla se tem lugar a
apresenlaco de um requerimeiilo para que,
voftando o projeclo -Ccoiuinissn, ella formu-
le mi projectos sep idos as diepu-i.,oes que
coucedem loteras a pitaes c inalrlzes, e as
que conceden! o ui- io beuelicio a capcllas
par tu ul no.. O ata ... (awiU cMa sua opimau
em que, estando as niatriaci de lugares onde
nao ha uutros templos mais no caso de serein
soccorridas pelo corpo legislativo do que as ca-
pcllas que U0 se achim as mesillas circuius-
tancias, isto poder dar lugar a que todas as
loteras sejam rejeitadas pelo senado.
OSr. l'ifiu/.nlr : -- iiueira mandar o seu re-
querimeuto.
Lc-se, apoia-se c entra em discusso o se-
guinte '
Requeiro que a coininisso de redaccao se-
ja autorisadaa redigir tantos projectos quantos
sao os arligos que coucedem loteras a diversas
inalrlzes e hospllaes.
sah das sessdes, 30 de jnnlio de 1851.
Ur. Paula Fonttca.
O Sr. Puc/wco diz que no regiment nao ha
nenhuma disposicao que autoriso fazer-se es-
sa separata.i quaodo se discute a redaccao : de
semeliianle procedente pdcui resultar abusos
parao fuluro, por tal systema pode ser adop-
tado na le do orcameulo c em todas as lels. oe
o motivo de semelhaulc medida he o recelo di-
que a cmara rejeile lodj projeclo, elle ora-
dor que votou coulra todas as emendas, por-
que he adversario das loteras, julga que, ten-
do a cunara entendido em -na sabedoria UC-
rer approvar tudas ellas, nao poder regeita-
ias agora que su se trata de saber se a redac-
cao est conforme o vencido, ou se ba nclla ab-
surdo ou incoherencia ; c se he o receio de que
o seuado, a vlsla de um projeclo monstro de
loteras, ri-jeite todas ellas, se tal acontecer
uenbuui mal veui dabi, porque a cama dos
Srs. deputados uo est inhibida de, na seguin-
te legislatura, ou em occasio competente,
apresentar um projeclo separado) concedendo
loteras a tal ou tai corporaco.
O Sr. Ftrrtira Pinna declara que vola a fa-
vor do requeriinento por parecer-lbe acertado
deixar toda a liberdede ao seuado para apre-
ciar a conveniencia e nocessdade da conces-
sao de cada uina das loteras, sem que a sorte
daquellcs a favor de quem mllitam razfles mm-
lo puudcroaa lique dependen le da e outras,
que nao se actiain as mesmas circunstancias.
Est pe i o id ida de qne, se a cmara votou to-
das as loteras em urna resoluta.>, nao foi por
considera-las inseparaveis urnas das outras ;
mas alisa pelo desejo de poupar lempo, pois
que luuitos das tena de consumir com esta
materia se cada um dos projectos ollerecidos a
casa, e convertidos nessa etcaslfio em arligos
auditivos, houvesse de passar por todas as dls-
cussdes que o regiment elige. Quanto a ol
tensa do regiment, que o nubre depuado por
S. Paulo allegou como principal razio da sua
inipuguaco, ubserva que lal olt'ensa nao cas-
te, puis nu regiment nao se encomia dispor
aico alguma em contrrlu uiof n que agora
se las, e que lein por fundamento numerosos
precedeotes da cmara.
Cita como esemplos os fados de haver-se
resolrido nasesso de 9 de julho de 1841, a re-
querimeuto do Sr. Sonza Marllus, qua'vullassc
a coiumisso de redaccao, para ser dividida
em diversos projeclos, urna resoluco que con-
ceda naturalisaco a varios estraugelros ; o de
haver-se lamben! resolvido em scsso de 11
de Julho de 1845, a pedido do Sr, Rodrigues
dos Sautds, que na redaccao se dlvidlise em
dous um nrojecto que llnha por Km conceder
favores industria ; e llualuienle o de ler-se
autorisadoa commissao de redactan, em ses-
so de ISdeselembro de 1848, a destacar da
lei do orcaincnlo varios arligos para seren
convenidos etu projeetosdlsllnctos.
Kstas deliberacOes foram lomadas pela c-
mara cin virtud.' de simples requcrlmenlos, e
3ii.iudo se tratava, como agora, da redaccao
os projeclos, sem que se entendeste que ba-
via nlslo a menor ollcnsa ao regiment, oa
que era necessaria urna indlcacao para re-
lorma-lo.
Tendo pois em vista estes precedentes, ejul
gando conveniente o requerlmenlo que se dis-
cute, nao duvlda contribuir com seu voto para
que seja approvado.
O Sr. Maciel Monlciro nao contesta ao nobre
relalor da commissao de redacao que nao seja
o requerlmenlo urna iunovaco ; lia prece-
dentes, e o nobre deputado se encarregou de
cllar alguns; mas deve diier que be Irregu
lar. depols da redacao estar sujeiu a discus-
so rollar mesma commissao, nao pelos
motivos que o regiment esubelecc, anas por
um motivo diverso. Julga que bom sera que
essas loteras que foram approvadas pela c-
mara, nao para se ver llvrc deltas, mas por
entender me erain necessarlas, vo para o
senado. Nao sabe qual a raso plauslvcl para
essa dcscrlininaco que se requer, a nao ser
dar Iriumpho a urnas loteras e derrotar a ou-
tras ; e isto he o que parece que a cmara
nao pode qaerer, porque votou por todas
ellas. Accrescena mais que, no caso de ha-
ver vonladc que passein as loteras concedidas
para Minas, he provavel que isto aconteca no
senado, onde por aquella provincia ha inalor
numero de representantes. Conclue mostran-
do que se se quer tomar alguma medida a este
respeilo, faca-se una mdic.itao para cmenda
o regiment.
O Sr. Pava Fonceca declara que nao apre-
lentaria o requerimeolo ae saubesse que o
oobreeVfvalado por Fernambuco terla de fa-
zer a censura que a casa acaba deouvir; cen-
sura Injusta, pois que o senado acaba de re-
geilar grande numero de loteras sem que
em sua declso entrasse o espirito de provin-
cialismo. Moitra que o senado dirige se ni-
camente pelos conbecimeutos que tem da ne-
cessidade de taes conccsscs. F. conclue dl-
zendo que tambem poderia argumentar ma-
liciosamente sustentando que o seu requerl-
menlo devia ser approvado, por isso mesmo
Jae o nobres deputados apreseutaram enten-
as para fazer naufragar o projeclo principal,
ou ento para, cusa delle, apruveilarein
oulras provincias.
OSr. Htun.lt:Prca a palavra.
O Sr. Priiidt-iifc:A discusso lica adiada
pela hora.
O Sr. Il'uii.lral'i/ requer que a discusso pro-
siga al meio da.
Consultada a cmara, rcsolrc amnnativa-
mente.
OSr. Vrttidenle: Tem a palavra o Sr. Re-
zende.
O S'r. Rtttnde diz que as pessoas mal Inten-
cionadas podero julgar que o fun do reque-
rlmenlo he fazer com que o projeclo volle
commissao, para depols esla Ir apresenlando
aquelles projeclos que quiaer com prejuiso
dos oulros. Que nao he exacto que o senado,
teodo de votar por algumas loteras, se veja
obrigado a rejcllar todas por lrcm juntas:
porquaoto n'aquella como nesla cmara se
pode requerer que a volaco seja por partaa,
ou que sejam separadas as diversas disposi-
fdes para ler lugar a discusso. Que se o
senado por motivos de moralidade tiver de
votar contra todas as loterias, he melhor que
accenda urna fogueia para todas, doquefo-
gueirnhas para cada uina de per si, com o
que ter de gastar multa Icnlia,
O Sr. Barbota, depols de alrinar que a ino-
cuo de que se traa nao he contraria ao re-
giment, declara que nao d a menor Impor-
tancia doulrlua do rcqueriineuio, pnrquan-
to cotende que estas concessdes de loteras,
qur vo juntis ou em separado, lein de sof-
trer no senado a mesma sorte, lein de ser
rejeitadas, nao por seren para eslas ou aquel-
las provincias, mas porque julgi nao so lie-
ci ss o io oppor mu paradeiro a este jogu hu-
moral, como porque anda sao precisos o-
aunos para corrern as loteras al boje con-
cedidas.
O orador padiu uaicauenle a palavia para
fazer sentir cmara que nao eutcn.le que
a comiiiissii de redacu leja digna da cen-
sura, que acaba de llie fazer o nobre deputado
por l'ci oainluico porque, quando o nobre
deputadu livesse em vista o que disse o seu*
Ilustre collega da mesma procnca, isto he,
que como a provincia de Minas tem maor
numero de representantes no senado, havla
mais facilidadc em passar all loteras em bc-
nelicio el'.i.|ii.li, provincia, elle responderla
ao nobre deputado que a commissao de reda-
cao nao he composla exclusivamente de de-
pulados^le Minas; e que uina lal censura he
infundada e gratuita, porque, desde que se
concede loterias no Itrasll, lendo-se conce-
dido grande numero paia quase todas as pro-
vincias, apenas se tem concedido quatro para
Minas, das quacs correu tuna unicatienle.
E conclue, declarando que votou contra to-
das estas loteras; c que nao he tiiuilo con-
veniente trazer-sc para esta cmara queslocs
de provincialismo- i / V.i r .
O Sr. Uoraet Sarment cemeca por declarar
que o requeriinento de que se trata nao devia
ler sido posto em discusso boje, e sim nos
das destn-Jos para a apresenlaco de indi-
caces, pola que Involve una reforma do re-
giment. Diz mais que nao sabe como pode
haver quem sustente a materia do requeri-
inento, como be posslvel que a cantara ap-
prove um icquerimcnto que manda separar
na redacao materia idntica e que foi volada
na mesma occasio, Que pede llcenca ao no-
bre deputado por Mnas para declarar-lhe que
confuude oasos diversos quando sustenta que
acamara j tem lomado medidas guaesade
que se trata; porque esse precedente que dis-
se ter tldo lugar em 18I8 esl bem lembrado
que ful cotn o fin de separar do orcameolo
atera que erajulgada um enserio nessa lei
e, dentis, a lei anda nao tinba ido con
inissn de redacao.....
O Sr. Ptn'u: F. os de 1844 c 1845 ?
O Sr. Montes 'itrmniio uo pode deixar de
protestar coulra o costume com que na casa
se quer aulorisar abusos com abusos: soppo-
nba-sc que no lempo a que se referi o nobre
deputado se infringi o regiment ; seguc-se
por ventura que se deva continuar na mesma
marcha?
O Sr. Pinna: Aqu esto as actas e ellas
mostro que nao ful inexacto.
O Sr. Moran Sarment accrcsceiila que o no-
bre deputado autor do requerlmenlo engaa-
se na sua esperanca, porquanto, quer vio jun-
tas ou separadas as loteras, nao he crlvel que
nao sejo rejeitadas pelo senado, vislo que a
cmara vitalicia tein mainfcslado a louvavel
i ntcmeio de acabar cotn o reinado da Immo-
raUtUd-, para que tanto contribuem as lote-
ras Julga que se todos os nobres deputados
reflecllssemcom pausa acerca da materia, se
teriam pronunciarlo contra a concessao de no-
vas loterias ; porque lodo o mundo sabe que
as concedidas al boje nao podem correr to-
das ne.es ;to annos...
OSr. l'r/'uVnir: O nobre deputado esla
disculindo a materia.
OSr. Aforis Saiaurtte: Eslou mostrando
que o requeriinento be Intil e ocioso. Digo
que a concessao de novas loteras, anda que
approvadas fossem pelo senado, nada aprovel-
la, porque s daqui a 30 anuos be que tero
de correr....
O Sr. Preiidmlt: Se o nobre deputado con-
tina, vejo.tne obrigado a cbama-lu a ordetn.
OSr. itoraei Salmenlo; OU! V. Ex. esla
demasiado exacerbado : Crei que nao se abis-
marla o paiz pelas duas palavras que quera
dizer para mostrar que o requeriinento be oci-
oso, intil.
O Sr. Prttidente: O Sr. deputado sabe que
trnho obrigaco de observer e fazer observar
o trgtniento, e que he para Isso que a cmara
me fes a honra de mandar para esla cadelra.
O Sr. Uoratt Sarment; Eu sempre tenbo
obedecido s decate da V. Ex., anda ineanio
quaodo nao uta pareeem fundadas cin justlca t
nao sel pois porqac lana calor e intolerancia.
(O orador, depols de mais algunas observa-
ces, coaclue volando contra o requeriinento.
OSr. Prm'denis. Quanlo prlmelra parle
do discurso do nobre deputado, devo respon-
der que, em visla dos precedentes da casa que
sao a interpretaco authenllca do regiment,
e cuja sabedoria esl cima das opialoes in-
dividuase do presidente, entendo que obscr-
rel o raesuio regiment admitlindo o reque-
rlmenlo doSr. Paula Fonscca.
Toiet: Votos votos!
0 Sr. arreto Psdroio.- Peco a palavra pira
ler os precedentes da cunara no sentido dp re-
queriinento de que ac trata.
O Sr. Prndenle: A discusso rica addiada
pela bora.
ORDF.M DO DIA.
O/femenio da juitlca.
Continua a segunda discusso do orcamento
da ministerio da justica, com as emendas da
cafmuissao oiTerecidas na sesso antecedente
e com ai segulntes que sao lldaa c apoladas:
Emenda ao 8. Sendo igualada a con-
grua dos coadjutores do municipio neutro.
Eaoncedendo se 30.000.000 para o reparo
do.sasaanato episcopal at) pernawbuco; ase
nao passar esla addleo, sejo para esle m
destinados os 20.000,000 que d a cotmnissao
para augmento decadeiras Henriques de fe-
itnde. '
Emenda ao8.*Em lugar de"502:l".i,50o
dlga-se-502:735,5O0, ficamlo elevado a 800,000
a congrua do vlgario general c provisor da
corle. = Macharlo s.
Ao t 8. Augmentc-se a quantia d<
8:000,000 para um seminario episcopal em S
Paulo que o governo fica autorisado a eslabc-
lecer. Ficira de Jfallos. Silveira da Mull
J. J. Pacnceo. 'erriira d'A6ru. Carntiro de
dampot. -- .1. G'.f.Vsoiai.
O Sr. PrstisIsWS : = Tem a palavra o Sr. tnl-
ni.lio da juslifa.
II Sr. Butein (minittra da jai lien ) (profundo
eiteneio); Sr. presidente, estamos lo acos-
tumados a ser aggredidos desabridamente pa-
los D/)b.es] depntadoa da opposico, com tacs
violencias, bao sd nos pensamenlosmas, as
phrasesentt- nos gestos e nai vozes,ziaeq'ian
do aggredidos, am.li mesmo com IbJUstica
mas rom as man-iras polillas e urbanas de que
se servio c nobre deputado que encelou esla
discusso, quasi me siulo na necessidade de
dizer-lhe que llic agradeco a uiancira porque
o fez.
Encelando esta discusso, occupoti-se o no-
bre deputado de examinar as dillerentes ver-
bas do ..i. i no o 111. e pelos poneos reparos
que Ihe ellas nierccero, anda oulra ves en-
tendo dever agradecer-lhe.
O nobre deputado coinecoit cun algumas
reflcies acerca do supremo tribunal de jin-
tica; e ento provocou urna discusso que de
ceno elle proprlo reconheccu que na linlia
muito cabimento licita occasio. ^o he se-
guramente quando se trata do orcamento, em
que, como he sabido, apenas se tem de calcu-
lar a recela e despeza de uina reparlico, que
se podem aceitar discussea de alta importan-
cia, como as rjue verso sobre a melhor ou
peiur otganisaco de um supremo trlbitual de
juiica. Anda se se tratasse da elevaelo, da
diiniiuic.in, de uina alterarn, emlim nos veu-
ciuieutos dos seus membros, einliora cnlend.i
que a ocJasio uo sciia muito propria, rc-
couliecerla que esl recebda nos nossos es-
lylos esla especie t aberracn das regraa
seguidas em oulros parlainoulos a resnelto do
or^ainenio, atierraco que aeh.i alias muito
boa explicac nos euibaeacos e dllUculil.idea
que se nii'.iiit... i entre mis para converli-r
qiislqtter ItA em acto legislativo. Eaainioar-
se porcm se se deve on uo dltnlnuir, o nume-
ro dos minlslros do supremo tribunal de jusli-
ca, exainlnar-se se.csse Iribiiual deve apenas
conceder as revistas ou se deve lamben! jul-
gar em tercefra instancia, sao quesles que
nao cabem por ccrlo nos limites de um debate
acerca do orcamento.
!\ri aceito pois a discusso nesto terreno :
sinenli- lembrarei ao nubre deputada unta
considerarn, e beque se com seu pcnsanien-
lo sobre a nova orgauisaco do supremo tri-
bunal de justica, naturalmente quer que csse
IribunaTtenha duas sececs como o ,1c cassa-
co em Franca, nesle caso o numero dos meia-
irros do tribunal drver ser comparalivamen-
le inaior. Aliu diste, -ponderarei que boje,
segundo nossa organisacao judiciana, s pode
um magistrado chegar ao supremo tribuual
de justica quando o mais amigo de lodos os
desembargadures j representa muito provec-
ta idade, sempre, posso dizc-lo. superior a 00
annnos. Ora, um tribunal coiuposto de ho-
mens dessa idade, c que lein mais de 30 anuos
de servico { pelo menos lanos lero necessa-
rios d'ora em diante j o tem sido para que
um magistrado possa ler assento nesse tribu-
nal ) deve ullerecer su Hilenlo numero de
membros para que o seu servico, qualquer que
seja a organisacao que se Ihe de: nunca pade-
ca por autor dos Incoinmodus e Impedimentos
naturaes inseparaveis de lo adianladas ida-
des He de toda a raso e evidencia que se
aitenda a que bomenscansados no servico pu-
blico, lendo-os prestado por to grande nu-
mero de anuos' devem ser empregadus em um
irabalho que Ihes permita mais algum re-
pouso; oque por certo nao se obeterla se
acaso calculando-se o numero de membros de
que se develcouipr csse tribunaljTossc elle fi-
lado de modo que o trabalho que se reparte
por 17 tivcsse de ser repalido por ', como
quer o nobre peputapo. (Apoiadot.)
Aproveitando aoccaslo, o nobre deputado
entendeuque devia fazer-mc uina censura pe-
la aposentadoria do Sr. Candido Jos de Aran-
jo Vlanna. O nobre deputado disse ale que
smenle a um equivoco poderia altribuir as
pala Mas que se lein no meu rclalorlo quando
explico essa aposentadoria pela Incompalibe
idade que a lei da organisacao do supremo tri-
bunal de jusllca eslabelece entre as funeces
desses magistrados eoutros eiupregos; parque
disse o nobre deputapo que o argumento nao
procede, uina ves que o Sr Candido Jos de
Araujo Vianna foi aposentado no supremo tri-
bunal antes de ser nomcado consclhcijo de
estapo.
Sr. presi lenlo, co necaroi por observar
que essa dialinc;3o que o nobre deputado
ouiz fazer de ser o aposentado do supremo
tribunal antes de sar conselheiro de esta-
do, ou de ser conselheiro de estado sutes
de Ihe locar a entrada nesse tribunal, me
parece urna pura abstraccSo destituida de
coDsequencia pralica ; e que se deve exa-
minar lie sea importancia das funccOos de
um conselheiro de sotado he tal que o go-
verno deva aposentar ou dispensar do ex-
ercicio do supremt tribunal de justica
qualquer magistrado para que possa !r as-
sento nos conselnos da coroa. Se fosse ir-
regular a aposentadoria dadi com o fim
da niiinese.lo, irregular tambem seria no-
mear para o consotbo de estado magistra-
dos que dentro de pouco tempo devossem
necsssrlamente entrar no supremo tribunal
do justica. ( Apoiados. J
Mas, sonbores, havera algeum que con-
teste a conveniencia do aposentar-se qual-
quer empregado quando o exercicio do
seu empregu seja menos compativel com
ss funcfos de conselheiro de estado ? Eis-
aqui a questo qne deve ser examinada;
onSo hesitare! em declarar que nial lena
compreheudido seus deveres o ministro
que deixssse de concorrer, por meio do ac-
to da aposentadoria, para aadmissSo dos
conselnos da coroa do um hoinoiti i-.n que
ella dapositassa' baslsnle conlianca para
querer ouvi-lo uaa graves quesles que
formara o objecto do consellio de estado.
( Apoiadti.) Os membros do couselbo de
estalo sSo chamados pela coros para serem
por ella consultados n>s tnsis graves ques-
les administrativas o poli I cas, nenas oc-
casioes criticas em que de urna resoluco
lomada pode depender a fortuna ou a de-
cadencia de um imperio : as Tuneces do
couselho de estado sSo de urna natureza
tSo especial, que me parece que nem a c-
mara ora o ministerio s9o proprios para
examinar se com elTeito o cscolhido ba ou
nao neceesario nos consolhos da coroa, por
isso que em sua sublime misslo o consolho
de estsdo tem por vezes de julgar do com-
portamento do ministerio e ste da carnars
nos casos do dissolufSu. Alenla a grand i
importancia dessa misslo, me pinico ia-
c. inleslavel qua desloa, uiaiento en que
o soberano julga dever -sMvir m cwsulll de qualquer oldadSo uessas occasrfss gra-
vissimas, todos os poderes de estsdo de-
voro iinmi- liatam uto ligar-se par forno-
cer ao cheie de estado esse conselheiro ero
que elle confia. I Apoiados.) Na hypothcse
presente, Sr presidente, foi til o acert
dessa o*o illn, sito to inconteslaveis ss
qualidades eminentes, as luzes nito vul^s-
res e essa firmeza de carcter de que lama*
provas toro dado ess9 cidadao (muilot a-
poiadot': quo cstou persuadido qu1! o liebre
deputado nao poje deixar do confessar a
conveniencia desst :. noacjlo que ero ver-
dado tlflO II--'.ni.
O nobre depnla lo continan lo, censurou
o ministerio, ou para tnnllior dizer, dirigtu
uro convite illust") dcpulacSu miu iira|oara
que ella < apresrasse a empregar sua mere-
cida influencia, alen de promover diseds-
saula uro projeclo que trati da crea^o
de um Tnlar-n i ii i provincia de Minas, o
nobro diputado, lalvaz reconlioceu lo que
essa idea he por algumas pessois la pro-
vincia de Minas acolliida, como um benc-
licio, pessoas que a meu ver erram com-
pletamente quando assim pensam, enton-
deu que collocaria a deputai;Jo mineira
na necessidade do pro no ver urna discusso
a reapeito da qual o nobr.i deputado sabe
que i ni 11 n he o pensamenlo do governo.
Bnteodo, Sr. presileutc, quo no soria
por nan ir aiguint conveniente ;expirmir-
ii.'- h.'i sumpre ron toda a tranque/. > ca)
esla crear3odo uiia relai;3o para a provin-
ci i de Minas,- ho minha couvicci i. o os mo-
tivos em que mt fun lo j tiro occasiJo de
os expender em algum dos relatorios q:ie
apresontei a cisi. Quando vejo que o nobre
do,ma.lo pela provincia de Minas, enten-
luii.in que esta croic.ni he cinveniente,
procura apoiar-se na coiistiluicH.), dir-lha-
hei que seguramente o seu argumento pro-
va muito mais do que aquillo que He de-
seja : a ser ello verladeiro, sua consequen'-
cia lgica seria quo cada bumt dai provin-
cias do imperio devia lor imniedtjUmeiite
huma i oii.e.i ; leriamos pois urna re
laoSo em santa Cnlmiui. unti rcla-
ejlo 00 Rio Gran le do Norte, uini relac.li)
no l'iauhy, em Coy iz, em M iio grosso, re i-
des ; euiiin, om provincias onde lerlUo .le
julgar apensso. 8, ou 10 feitos, e quo ni-
camente servirilo para despender inut'l-
menle os dinheiros pblicos, rolaoOes qun
uiticatnoDlo setviriiio para alrazar consiJe-
ravelineute a nossa magisl'atura : porque
he preciso nunca nos csquecernvM de que
o estudo da> jurispru loucia tillo ss abtom
SBnfio pela prattci: he nm eslu lo arillo, c
-..ni -'ilo a necessidade de rosolvcr tima
quest.1) intrincada, de sprofun la-l, quan
do se Ihe apresouta sujuila ao seu julgi-
ment, p lo dotecninar o homem, por nuis
amigo do trahalim que seja, a invostiga-h.
|!ina reanlo, que nada tivesse que fazer,
quo estivesse pordeudo o seu tompo, soria
um moio de estragar os homens msls hibi-
(itailos para prestar S'-rvicos ao paiz, seria
inutilizar osuprenio ir bunal de justica, q.jo
oro pouco lempo deveria cumpr-so de jul-
7. -s, habis ttlvez em thnoria, mis ilostilui-
dos da n'OSMiria pralica, sin j qual no ha
bom julgador.
A constituidlo n.lo diz o que o nobre de-
putado suppz ; o seu art. 153 h t muito ex-
presso, mana crear as provincias as rel-
teles que frem uecessarias p ira cominidi-
.lail dos povos. i: estas palavras serillo,
no s ociosas, como al absurdas, sea cons-
tituido prolendcsse estatuir que cala pro-
vincia livesse u oa rolacSo. Seria uina con -
ti't.lic.ui deque a constilui;o no nos d
exemplo.
Mas se nlo he necessario crear relir/iies
em todas as provincias, a importancia, quo
ou uo posso contestar, da provincia d Mi-
n i--, accnselharia a creac.Ho do urna relajo
uoli.1." Mis aqu o ponto q io o nolire dipu-
tado devia examinar. Seja-me licito cha-
mar a atten;,1o da casa sibre os soguintes
mappas, que mostrara qual he o numero
dos feitos que so julgam na n-laco do Itio
de Janeiro viu-Jos da provincia de M n is No
mappafeito encontr que foram distri-
buidos 146 folios perteiicenlos a Minas Co-
rss. He seguramente das provincias que
tilo lera relcelo aqui-IU q io da nuintro
mais consideravel lo feitos ; mas quero t -in
ida da m in:*ira.por que trubalham as rcln-
ciies, ver quiuroa futii que tiv-sso de
oceupar-so nicamente com 100 o i 2.0J fei-
tus, nada terla que fazer. A res;lo do Ma-
ranham julga 29j feitos: e he sabido que
osla rr'.ic.ui qu i s i qi e n ni loru que fazer;
he o quo dizem os magistrados que Ihe lom
porteucido. Enlretaulo he conveniente que
sti i clae.li continuo,porque se ca a gran-
dedistancia da de Perita nbuco.qua he toda-
va a que Ihe lica mais prxima; mas em
Minas, que esta tHo prxima da corte, se-
ria um contrasunso croar urna relis.lo para
julgar Uo poucos faltos.
Disso o nobre deputado que desde o mo-
mento em que all l'.ir creada u na relicto,
o numero dos pleitos augmentara. Esto
principio em abstracto he verdadoiro ; mas
a rrs.eito de Minas he falso. Todos os que
conbecem ess provincia sabem que as re-
lacOes dos dilTerentes poulos dalla com a
corte sSo mais extensas do que as desses
pontos com a sua capital, ou com qualquer
das cidades que podessein ser escolhidas
para sele da relaco.
Note a cmara que lauto nflo gloriara a
provincia com a creacllo de um rela(3o,
que ato perdera; fallando assim, no ig-
noro qne talvez algumas pessoas monps in-
formadas, levadas nicamente do desejo de
terom all urna rclacfo, n3o concorden) com
o que digo; mis tenho-mo posto no habito
de-dizer aquilio que sinlo, sem ma embara-
zarse isto pode agradar a esle ou aquella:
esluu persuadido de que em pouco lempo a
fore deslas razos, que sUo milito reaes,
ha de convencer a todos de'que no he um
bao) para Minas a creacie de uoji relacSo.
Senhores, quem tem um pleito que discn-
i ir, a o desoja levar a um tribunal superior,
tem fnteresse em que nf> 'lugar esa que se
arria rstabelecido este tribunal exista um
grande ti11 mero do advogados bibeis, entre
os quaes possa escolher; um grande nu-,
mero de procuradores, entro os quaes posea,
fazer a sus escofina, (ira, uroa rolacio ai-
locada em qualquer povoinio do Minas po-
deria ofTerecer a estes cnulen lores todas as
v.ma -ras quo encontram no Itio de Janei-
ro ? (Wd'ssme/iari.) A provincia de Minas
he por certo milito abundante em hooi-ns
(Ilustrados ; a historia lo DrasU aasa o de-',
tninstra ; cui lulos os lampas, a provincia
do Minia aBreseulou grande numiro tt ho
mens dos mus .lislinotos : mis So disto ; ir., i i-so de appiicar um principio,
qu- li.- ver la leu o Vos gran le advogado,
quo nao lem motivo especial quo o ligue a
um lugar qualquer, naturalmente procura
para sua resideiicia aquello em cujo toro
p le adiar maior numero de feitos, cm quq,
o seu prest i.no poda ser melhor empregado:
he isso urna vorda le to intuitiva, que me
admira que a quena u contestar. Kdts r-
lOes me l i/o ii ac eltlar que o interesse-da
droviticia do Minas ni) esia na c earo de.
urna i.-lacan. i.si ni convencido que a res-
peilo de iclajos a medi la mus convenienle
lio e que i ropo/. no mourelalorio; h i dividir
em duas a lei.ic.'ui do rio de Janeiro, oceu-
ie n lo-.se uniae xclusivapenlo cotn is causas
pertcncenics ao municipio, a a oulra com
as causas das provincias; he esle o melhora-
mcnlo que nos podemos faxor. a' -
OSr. Souza Franco : lie melhor tdf urna
o! u. i i s ni Uto de Janeiro para todo o
imperio.
O Sr. llinittro dn Jmtif : PerJa o no-
bre deputado, n3o pjJo ter resposta asta
seu aparle, purque ho um gracejo Apoia-
io ; pJe como lal ler aceilaQo; mas no-
mo argunento tilo tem resposla. ( 4piia-
doi. As ciusas que perlencam ao ninnin
piu noutro sil i em iniior numero do qun
lo que aquellas que occupSo a relu-ilo de
i'ei iiaiiiliiici; sao e.n muito maior numero
do q-ie aquellas que oceupo a relego do
ilaranhlo, sfloqiusl quoiguans em nuroc-
TO aqilo.l is l|UU OCCUplOa I elai,'n .1 l llallla,
que lie todava a tu i- oi-cupada, tiAo fal-
lan lo no Rio le Janeiro. .V dlvisAo desta re-
lafiio no diminuira as vantagoiis que re-
su'titn da su i i- .11 i.-aco na corte, o produ-
ziria a de nccelorar os jiilgametilos dando
sos magistrados lempo sulltcienle para en-
Irar no coiihecimotilo das questes tstoit-
io-me um pouco sobre ella materia, porque
i-uno visto que ha a Icrcaira ou quarla vez
quo se procura fazer disto um ponto ospe-
!-I :.' dcli ile. e no' p i'qii enlen la qun
me esa realmente 13o ampia discusso.
(Cuiinuir-ee-h.)
DI.11I m PER.V4MBUC.
QECIFE, 17 DI JDLIIO DE 1831.
fto i iinifs '|ii'' Inri lom .i noilc recclMUIM
do Rio de Janeiro collieiiiot nuis as aeguintcs
noticias :
No -li i ~26 do 1.1- -1 I iSfiltfQ S. M. o Im-
perador, na Praia Vcnnrlln, ao eirrcicio de
artilliana e itil'intiria da (ropa estraligrira,
cuino qual ia mostrou saltfeito. Acompaaha-
rain S. ti. nsSts. minisiro da guerra, ciMiiuian-
danlo das armas, maivcliac* Jo.io l'.iulu e Cal-
moa, ttrndo recebido ordem para (aiiibcm all
compareccrein o cnnim.indante e olliciats do
prlmelra ba(alh;io de arilluraja p.
O i'A>rreio ih 7\.r<7<* de 'Mi do p.nsado publica n
-innif extracto do contracto do cngajaucii-
to menc'iiiiada iropa
* Art. i, OSr. Prlederloh llrinriciitUecea*
'miu 1. barfio vouder Hefde, tcr.i no exercilo
do llrtalla patente ettectiva de tciicnte-coronrl
de lufautaiia.
u Art. (. Sr. bir.io vonder llcydc se obn*
.: i a servir pelo tempo de 1 annos.
Art. .'I O governo Imperial conceder ao
Sr. F. M.S.. bario rooder Meydc, i22,.'h0 bra-
ca* pi i Ir i t i de ierras fertfis em qualquer
das provincias do imperio, principalmente nis
do Rio Grande do sul c Santa Calhai ina.
t Art. 4. O goveruo imperial se obrgar a
dar passagem livre para o Brasil ao Sr. F. II.
S., barao voinler He>Jr, c mais a gratiea^an
de "itiO thalcrs da Prussia, seudo uina part1 da
mesma paga na occasio do embarque, c a ou-
lra logo depois da chegada ao llrasil, em mueda
do p II'. ao cambio correntc.
n Art. .*). Fica ao lirre arbitrio do goveruo
imperial licenciar no lim de dous annos os
corpos que se houvcr dcorginisar, ou smen-
te parte d'elles.
Art. 5. bii. O &. V. II. S., barau vooder
|li*) dous annos, c neste caso ter. direito pas-
sagciu livre para a Europa.
O. irt.ii. eslabelece que este oftieial, quandn
licenciado, su ter direito ao saldo simples de
mi pateute.
k Irte Kiea estipulado que os sidos c
mais vencimentm dos omciars dos corpos es-
trangelros serV> os mesmosque vencem os da
meiliia e thegoria no exercilo brasileiro; e
bem assim que o. pagimeutos ser.lu feitos as
mesmas pocas e do mesmo modo. t
m Ait. 8. O sold e lempo de servico princi-
pia rao a ser contados do da doemnarque.
(i i. 9. Os hatallies, coiiipauhias c olli-
ciaes avulsos ou desemprvgados, serao sujci-
los disciplina c ;s penas eslabelecidas na
legislacao inililar do remo da Prussia ; sendo
considerados como h i vendo faltado ao contra-
to, aquelles que por sentenca regularmente
dada em virtude das lea, lurnn despedido
do servido militar; cm cujo caso s tero di-
reito passagem livre para um dos portos da
Europa.
tica estipulado que o Sr. F. II. S., barao von-
der lleyde, ter direito vitalicio meiadc de
seu sold simples, se licar inutilisado em con-
sequencla de ferimentos recebidos em comba-
le, leudo sus familia o mesmo direito se ella
for iiiortn, ou suecumbir em resultado de feri-
ment recebido.
O Sr. 11 rni.iiiii de EhrenhrcuU becoutrata-
do capllo de ufantaria pelo tempo de Bao-
nos; dauJo-ae-lhc 62,500 baacaaqaadrada de
torra ferteis cas mcsiuafl provincias, pasaatcetn
livre e 272 thalcrada Prussia com gralilicacaj i
os seus venciineatos sao oa meamos que lem os
odadaes de igual catberU no exercilo brasl*
lelro, ca sujeito < mesuaas penas do cdigo
militar da Prussia, e ter elle, ou sua lamilla,
metade de seu sold, no caso de Hcar lauliH- '
sado, ou uiorrcr em cuusequeaKla de inuuiu
tu recebido em combate,
O Sr. Adlckes EggcrJc'h obTiga-sc a servir de'
soldado por u mpo/i,- quatro anoos i tendo
iS.OQ bi j. is quaiWadas de (erras ss nouut
provinciis, passflcnii livre e 25 tbaler da
Prussia como gtAitlcacao de coalraio ; sujci-
la-se s peoas militare/* da Prussia, terj os ven-
ciuientos do soldado brasileiro, pagos da mes-
ma forma, e em igual poca.
Ve-se, pois, que um soldado, toado %5 iba-
Ano L
x


m
2

lcr de gratlllcacae do contrato, recebe era
nona moeda 30,435 f*. lila hr, t kiu parle do
que le dentra aa a ejaalquer voluatario, que
nao recebe meaoi < 800,004 ra. de graijDca-
eao : notando-te que tete lie llrnplramenH ra
ctula, e os .eMedoiqae chegiram, ralnraaa
cm i embales em que s.-distinguirn..
Ilm capillo reoehc He premio 23a,090 n.
""IfWt dlfferenca ; he ottlcial disiincio, e
ru prehilo he pouco mal do que damos a um
recruta, e uienos do que se tem dado ao tolda-
do que fiada o leu lempo de icrvlco, o quer
: dio 300/ e
350,000 n
continuar na piaca, aoi quaei ae i
, brti-ba enorme, da qual eahlo Weitaalaiter 1 compoilfln que Vme, rio, ba pouco, repre-
VM Trola MI. tenlaada, aqu a virlude luiiera cobert com
< Caotelroi vlnlti d'efctre mil tlnhaoJ|a en- leu reo ali a mocldade complcente sem veo.
,' crret4o de fater deita pedra um marajure I mooldade de cabello, de ouro, a neta des.e
Pronietlco-e-lheerespellar eniegrcd."[fla- vVlelmut Mufui ou Gmlhernie Bulvn, uindos
' dot ulta proinclM, cncerram-ee emumats- frlmeiree, rrli da Inglaterra niie painel ae
la, c podc-ic ver hoje um grande Unco de JS- Mr. ArySchcfler lerla ido.ll.uito appliudido-
red-, enecttvimeiite lodo serrrrthante a r naredei do palacio gejjOTeie gjtg^,JaxaQda lervam-ie multat. Imagen que perteneci a
clu.vaeoqUfnleioCuTornohal!IoTrie?u- hlilorlado lempo preiente: o arceblipode
Bai-
ler um bom e lolldo retrato de Mr. John
Wllion.profeiior de phlloiophla na unlveni-
VARIEDADES.
tAltAS DfeUR. julio jabn AO RIMC
TOR DO JOVHNAI. DSS DEBAT.
(iiactiA canta.)
/.ondm 9 dt nula de 1851.
Sabe Vmc. o que he cata ceremonia Intitu-
lada drawita-room ? Ella aubitilue com certai
vantacens, esse! bollclln. furioso, sabido..,.
das ..mundicias e doi abiimoa que elevao lo., faaein relur.tr como ouuoi lantpa.a.pclho.., Can uarla o vl.condc deJonsomby
tilo alto preientemente a gloria ea labedorla do O lucerno era poli completo c nollol artillas dissimo retrato de i
ai charruai. o eaamiaiofcoi rtjogloi,
os plaa e a* harpas, oaalgodOea e ai corda-
pageai
nome francs. Orawma-room! Ah. quanlo uao| nao exigiain aenao continuaren!. Drigrarada
Quanto, porrm, al vanlogeni pclai concel
lei de terral, sao ha no Brasil queui por ellas
quelra servir do exercllo ; lerraa pode-as ter
qualqucr sem o menor trabalho, e tem o ris-
cos da vida militar.
A tropa chegadi le eierclclct dame de of
ncltei generaea dl.lloclol, e nenhusn dcllrs
dei.ou de reconhecer na firmen rapidez e
in.trcelo.
Fot ataretionado pal* -rapor Plmabir aa
ilha do Bom Abrigo o hiate Flor do llar, a bor-
do do qaal nao ae enconirou documento al-
guna, que legitimaste a aua navegacio, c l-
mente quatro honren* de trlpolaco, manli-
ineotot, trros, taboado, c urna maobina de
faina polavel a agoa aalgada, objecloi deatlna-
doa para o patacho Fairroio, tambem antece
demntente aprisionado.
O vapor Inglez Locust foi ao Sacco da Zcm-
bra, em Santa Calharina, c tallando ah os leus
ofnciaes, llveram tnformaeflet acerca de um
dep o lio 0< utenclliot proprlot de navtei ne-
greiroa. Dlrigindo-ie eniia oa meimei orU
ciiea ao ponto indicado acharam 400 plpai pa
ra aguada, baile os, caldeirai, crreme", que
devlaiu aervir a tres embarcacSea que te ei
peravam. Estes obiectos foram ioutilisados ; i
aendo no da segurle Indicada pelos morado-
res do lugar a caa onde se acbavain os man-
limentoi, carne, feljao, firlnha etc., foram
ellas condutldos para bordo do referid vapor
f^onsta que tambem se tncootraram documen-
tos que Indioavam os nomes dos negociantes
uvolvidos oesse trafico, assiin como que o ha
bllantei do Sacco da Zembra litcrain estas
rcvclacoea pela diapoaicaa tinque estavain, de
nao concorrer mais para um tal abuso, c mes-
ino por icrem mal recompensados pelos arma-
dores dos navios nsgrelros.
Segundo (noticia o Corrtio Uircanlil est
uomeado pelo governo da Prussia ministro re-
sidiente na nossa corle o Sr. conde de Orela, o
qual deve alli chegar no prximo inez.
0 metano jornal informa que o Sr. coronel
Manocl Autonio da Costa acha-te nomcado
com ma ii.l,i ule das annai da provincia da llahia
Foi agraciado por' decreto de S3 de maio
deste anno com o habito da ordem da Rosa o
Sr. Jlo Rlbelru de Garvalho Jnior.
OSr. egilndo tenentc Pedro Leiltio da Cu-
nta foi Horneadacavalheiro lidalgo da casa im-
perial. M
Por decreto de 21 do pastado foram noinea-
dos; primeiro ollicial da secretaria de eilado
dos negocios da faienda o Sr. Dr Jos Carlos
deAlmcida Arcos; segundo ollicial da mesilla
o Sr. Jote Pedio de Aaevedo Pecaj.ba.
No da23 do supra-dilo mea tomou_ai.cn-
tona cmara temporaria, cm lugar do Sr. lle-
go Barros, o Sr. Jos Joaquim Coclho, sup-
plente por cita provincia.
O /piranya de San-f aulo de 2o do ineiino an-
mnela, que nesse dia partira para o Rio. lo-
mar asiento na referida cmara, o Sr. Dr. (ia^
briel Rodrigues dos Santot.drpulado por aquel
la provincia.
ffo dia j idein foi encontrado pelo pique
le Imptradnr, iS inilhas ao N E. cateo de um navio naufragado, o qual pelas di
inensdes dos paos da roda de proa, pareca ser
de uavio grande, e perdido ba pouco lempo.
Pelo Corrtio Utrranlil de 21 i idciu abemos
tcr-secllcluado, no lugar Jlocorife da provin-
cia de Alago.is um desembarque de 400 Alrica-
not, constando que mais de lOOtinhain inorri-
do na viagem.
L-se no Diario di' Itio de 30:
Sabemos que, cm \iriude das ordens exis-
tentes do governo de S. M. F., e da vigilancia
que as autoridades porlugucias esercein para a
bel execucao das mesiuai; o patacho por tu-
Suti Rio Tamrga. preslou no consulado geral
c Portugal nesta corle, urna lianca no valor
de 20.000^)00 rs., no caso e. empregar-se no
tratico de cscravo?, depois de descairegar
carga que conduilo para Montevideo, com
commlnacio das penal marcadas no artigo 13
do decreto de 10 de dexembro de IS3. O ca
pit.i" nuil em assignou o termo de responsabl
lidade exigido pelo arligo 3." do mencionado
decreto.
Fallecen no dia 1? do passado o segundo
lenle da arinama llcnrlque Mililao llcnr
quet.
torririio de dii estet grandea espirito*, quando I mente achou-se que esta tranitoriiiacaoa pe
poder em comparar esta festa da realea Ingleza I dra em marmore cuitarla demailadainante a-
com o rfreimo bolletm o tirdarltiro declino bol- ro e a methamorfore psrou ah.
letlm, que com tanta bondade e ralvajcorlava I OsSrt. (oinmunt a Inda nao eslain de posse
indas ai dilTu-uldadci c lodas ai caberas! Oh! de iua nova aala, aqual ser toda de carvalho c
quain fellt be a nona naco! aer deilmada a I de uin aspecto rcspellavel; prtalo reune^n-
sda instante pela vontade dcuei bandidos; se na velha sala, que entre no nao aerviria
(Jortcspondeiicia.
Sr. Rcd*clortK. Ferindo muito de perlo
inen crdito e o de meus manos c cuuliados
os annunrios por \e/.cs publicados ueste jor
nal, pelo Sr. Joo Narciso da Fonceca, julpo
de ineu rigoroso dever dlzer aUruina coasa
mi s por deferencia ao publico, cuja oppi
nio muito respcito, pelo bom nome que
sempre me lia dado-em o pei|ucno papel que
laco na ordem social, como lainbcm para que
o mcsiiio Sr. Joo arcitO, c aquclles que
aapiram apoise de grandes fortuna!, poisam
de alguma forma fazer uielhorjuiso das boas
dispoiicdei em que eslao o herdeiros de .Ma-
nocl Luiz da Velga, diiiolrercm os deb los
do caial de icus pas c sogro.
Terminado o Inventarlo dos bens deixados
por aquellc casal, onde eu, como inventa-
rame fia descrever loda as dividas, inclusi-
ve a do Sr. Joao Narciso da Fonceca, pro-
cedco-ie a partilba em 3 de outubro de 1810,
que foi julgada por sentenca em 19 de abril
de 1850, sendo as dividas a csse lempo de
!>:H7/ol2 rii, que com as desposicoes do les
lamento de 3:?47/000 rcis davo a somina de
I3i&74/01!r4is,
ilecebi, como invenliriante, para paga-
mento dai dividas i0:7/b/3.')2 rcis em bens de
raz (avallados icgundo a le ), nao entrando
nesta loinina o terreno para a capella, ccra-
voi, e de niioha legitima paterna 2:01!tyr335
rii, cujo total he de 13;425#G87 ris, alm
da divida activa e repoiicdei a receber.
Nada tenlio alheado, iicm vendido doi beni
que receb para pagamenio ; porque com
mcui proprios c fracos recursos, ajudado por
meus mano! e cunhados, tenho em grande
parte amorliado a divida do casal; tanto que
sendo boje os nicos credores o Sr. Francisco
Xavier Miranda Bastos, da quantia de rcis
i:00#000, pouco mais ou menos, inclusive os
juros da data da parlilha ale o presente ; e o
Sr.Joao Narciso, cujo crdito, por fallecimrn'
lo do inventariado, em 18 de outubro de 1845,
era de 9;44ll#O0O, hoje se acha rcduiida a
4.rj.i/n> rit, incluidos tambem os juros
desde a parlilha at hoje, em letras vencidas
depoil da parlilha, e cinco a vencerem-sc,
a prnueira em 25 de outubro do anno corren
U, e ai inail a leguir al I855, cada urna
do &44/00, viodo por conieguintc a ter o
total do debito apenas de 5:795/)8(i.
Pelo que levo expendido se v que sendo
a divida do casal boje, para com o Sr. Joo
Fiarciso. de 4:i95/98b ris, e exislindo intac-
ta a quanlla de 13:425/087, como rica dito,
alm de mlaha legitima materna, e mais un-
iros objectos que montaui em alguna conloa
de ris, neiiliinna raio llalla oSr.Joo Nar-
ciso pan que de lal modo procedesse para
com os herdeiros de Manoel Luiz da Veiga
porque todos, alm de eitar a divida alslm
garantida, te empeuham em cominum por
pagar o que Me peitam: asslm como teein
pago mais de inetade de teu primitivo crdi-
to, tem todava Ihe ser mlner recorrer hy-
pathnr dot forot, a que t deveria recorrer
ii'aasencia dan lieos cima mencionado!, e
Sue por vezet lem sido ollerecidos ao ineimo
r. Mo Narciso asara seu pagamento, o qoe
prora a boa voatade de pagar-lhe.
Cu nao terla feilo quase que uina deicrlp-
cao de mcu have^r-i'.Nfomo ditte, nao fdra
julgar-me Sfl'endido em iijinha rtpnt.i,.io pela
maneira com que o Sr. Jola? Narciso redigio
sent annoncioj, rrputaco cVe aprecio mal
que a mlnha pepueca fortur*-
Srs. Redactores, digncin-6c\ obsequio
ao aeu aaaigaante, enscrir em s\' oru1^ ella
mal Irarada defezi de iiiinlia repV'V-0. rele-
vando o publico ai fallas que caconVlrar-
Mandil Lui da rVa-
nao ouvir tenoo tom dai faca! que ae agueno
nal pracat pubHcaa, ataislir ao tlgnal fnebre
desse Quatimodoi da coinnioeao ; c nos das de
lena coolenUr-no com o linnlr dan cadeias e
com o brindo dos ferrolhoi..., Taei lao as
prometas do dcimo bollellin! El aqui pre-
tentemente o notto poema nico; ei aqui o
nono Idjilo vernal; taei ao nonti elcgiai e
ot nonos pastores;
Dant cet prifieurlt
Qii' ai rose la Se loe,
Cherchez qui vom mene,
Mea chere brebli.
Esperando o vigsimo bollelim, que lera
semduvida mu extraordinario se a couaa for
augmentado sempre (he pena que tenhamos
parado em lio bello caminbo), fui ver com
meus olhos de eicravo, minha alma de imb-
cil e mcu espirito de corleiio, ene drawiug-
room, digamos finalmente a palavra (com a
permissao do declino bollelim): ene beija-
mSo solemne face de toda a cidade, aqual
quara desgracada que he! nio parece pressrn-
tlrqaeessas homeiiagens evidentes ao aspec-
to de um poro Intelro, e easea reapeitoi un-
nimes i lai d i le dos cos, vo fazer que a
Inglaterra fique degradada aos olhos das na-
ces liberaes c que esse povo lamerflavel aeja
riscado do catalogo glorioso dos povoi livre!
Aioda le a rainha ilreite o cuidado de occul-
lar-sc no fundo de scu palacio para receber
com grande iiiysterlo essas homenagens go-
tblcai. enas homenagens que remonlao aos
prlmelros lempos da monarchia'. se esta mu-
Ihcr cercada a ene poni das genuflexes de
lanos povos, livesse ao menos o bou gnsto de
reipeilar um pouco mal, ainda que fotse l-
menle por alt.Dco ao dcimo bollelim, o
progreno uuiversal, o dcimo bollelim pode-
rla cerrar aos olhos, e a toda a forca poder-
se-hla tentar dobra-lo! O declino bollelim,
dlr-lhe-hiao, perdoa a esla rainha fascinada
porum vao resto de prestigios do qutl ella he a
prnueira a invergonhar-te, e perdoar niai gc-
nem para a rcunlo do jury. Entra-te nesta
cmara por um corredor obacuro e hezilcl em
fazl-o, aabe Vine, porque ? Porque en ver-
daderamente a prnueira vei de mraaa vida
que la entrever uina aasembla deliberante, e
quera conservar eita feliz Ignorancia.' Parc-
cia-tne com efi'eito que era coma antz rara
dape de Edlnburgo -- um retrato do duque
d'Argylc, de lord Brougham membroeloqucn
le da cmara dot cominut; mal cuja eloquen
cia parou estupefacta no limlarda cmaradoi
lord!. Quem mal? Sua Exc. a duqueza de
Manchetler, Wordesworth, o poeta ; o feld
marcchal marques d' s nglciea, em grande uni-
forme ; a bella condena de Oxford ; lady He-
lena ; Newenbam.At aquarellai e ti minia-
tura! repreaeniam can grande muero enas
bellezat que fora do mundo Inglez apenai lao
enlreviitaa aoinbra naacente denea grandea
parquet. Wlnlerhalter adoptado na corte da
cia-me com etlello que era coma isaz rara, i"'"i-; "-...-....---,-------
um lilho da Imprensa activa, un. nneio da ?*]S2^'*%m^?'*X^l
imprens. que nuuca resplrou tenao o r de ^"'^"'P^?tX
I,,,,e,nliurg, que tem valo tanto, do. mu ,?*" '" B2* I'Z.JL
cnl
as palxdes poIKicaa
E cipero morrer em Ron repreicnlou aprlnce.lnha real de ngla
i--s, com tullante na
na. maoi; Mr. Lock
o autrai tantai pa-
minha l.npenltencla comonella tenho vivido, trra como urna OMtcl
^nb-o^^rqu^n^'C^^
beld tlveiicm deiarranjtdo o eiTelto de um ponezei ruitoideMr. Yvon : be a JrMprla ver-
espectculo to novo para mlin, euli-ine mu dado. .,..., ,
pouco interesado por esla reunISo de legisla-' Com lilao de & mr. id
>___ ________,,i,u iii, n.e.-iiier.iacnlier- derla eicrever uin fo|leilm. e
mente le po-
se que pre-
o-doVnegociore'dorTnTeVeerdalnglaler- l!gtt'~%3g2Et^
ra a cerlamente este chinez nao taberia o opro poderoto da pal, os archileclot inticze.
que .is.e.se"enem quii pens.s.e, a.lvo.e a .So verd.deiramente pedrero, .erra he.ro^
grandeza da empreza he augmenlada e exal- inarclnelroi, eatwttnte que c^npitpa .ao
ladapela negligencia apparente dos empre- reduzldo, ao e.iado brilhtnte, ma, Intil, de
hendedores. Uin pouco de vapor baila para poetas c .anhadore.
vencer o lemno Um rlouco de salllre mlitu- Pode-.e observar na galera cm que Jaz a
Z .egdC a formufa, con. um pouco de eultur. (M#Hi titulo ) que a
enxofreL.ta para fazer cal.ir a. mai. altat ci- malor parle dene. Ibus o. quei flcao entre
dadellai n n0 e,l,(l0 ae 8e,, bruto, e be luao o que
bllca vem, acredita-lo-hao
em grande apparalo e
simo bollelim, ao palaci
alio do throno recebe os rcspello! que
dcvidosl Ella se gloria altamente de.sai ca
becaa Inclinada! em aua presenta, e de ma'
lodos estes cortciaos estpidos, iodo, esses e
11 uto Inconsiderados, esae. homena e cu
hJo, as raras; tuiuraa ma uiporiancia em uina cmara municipal. ..--. ^-rjvj-- ."j, "irn ,, u,do
ie.n tt$fU M decl- o que mais me imprcsslonou aeita cmara al. em um moldetdo qua"lcd""''"'""f."
io de Saint-Jame, c do dos communt, foram os jo.cm legl.ladore., Uto J""'^J'^JStSlSre.o novo YVcil-
is respeiloa que Ihe soi de dez anuos; mais de uin l'ltt cm erra, c nado a ornar com scu. marmrea o novo vve.l
rcconhece-los e nomea-los, quando pas.So
Ouein vi.se a belleza desses cavallos, o brl-
Iho dessai equipagens, o numero dc.se,cria-
dos armados de um baslao, com o. cabellos
empoadosc o penacho .i banda, diria que c.
es insensatos 8ccoinpraicu.com esta degra- ra da vida agitada dos povo., c
darao publica! Ah! cr-ine, sacodc porta
desta cidade que nao tem porla.o p de leus
ps; fecha leu. ouvidos a essae acclamaijoes
alegres, a estes glorioso, murmurios, as sona-
tas estrondo.as da. trombetas de ouro.
He um bom momento, e bem e.colliido esse
em que te vcem passar ao son. das marchas
bellica. todo, os grandes no.nes c lodos os
grandes ttulos da realeaa nessa mistura aJ-
miraveldc todis as bellezas para ircm visitar
o palacio... digamos mellior, o capitolio onde
se rene c..a repblica da Inglaterra, a c-
mara dos lords e a cmara dos communs! O
incendio devorou no inez de outubro de 1834
o amigo edificio que escapara ao furores da
conspiracao da plvora ; c se Vine, pergun-
laralgtiu. lord donde parlio o fogo: = Helia
pergunta he esta, dir elle ; foram os lord, que
queimaram os commiinst Fos.c qucinfo.se
0 primeiro que ardeo, ludo ardeo, e no dia in-
mediato ao desic incendio estes scnl.ore. con-
cordaran, logo em levantar no ine.ino lugar
um desses monumento, gloriosos que a idade
prsenle trausmitlc orgullioiamcntc ao. secu-
1 i i-'irm i ni le.ie.....uliii de sin forca c de
luagrandcxa! He uina obra grande, aqual foi
levada cun coragem ao seu fin, essa dupla
casa onde se reuncui, sem se coiifundirciii aa
dual potencial da Inglaterra; e .cria bein h-
bil aquellc que por le-la percorrido uin ilu-
tante, fosse tenlado a deicreve-la.
Ene momento comagrado s cmaras do
parlamento, lem de frente ao longo do rio mil
p. ingleze; elle cobre obre uto terreno de
nove geira., una serie iulinita de sala, diver-
sa, que do para o mar, para o rio, e para on-
zc ou dozc pateos' l'cnetra-sc ne.te. lugares,
ou pelo menos, entrar-.c-ha nelles brevemen-
te, por un. vc.tibulo semelbanle a uina caihc-
dral, c esle vestbulo conduz a dlrclla, ct-
querda c de todos ot lados, a lodas ai parle
deste vasto edificio
Aqui a cmara dos lords faz as suas tei
c acola entre estat paredes de carvalho eicu
pido, brevemente a cmara dos comuna
as suas. Para unta c outra cmara a dlvi.o
he
mandar quanlo posso cm lorno do pal.
Tu ,'fgere Imperio, Romano, 'emento 'or inail que se fai.a, por >aii queI |-
e cedo obedecen, a esla voz saudavel. E-la be agora apena, que a exposlcao comecai a
era tambe... a opinliio do proprio Cicero Es- produzir .eu ellcllo; temo, lempo que eipe
le grande liomen. nao cria que em ce la. ho- rarprimeiroqui.a_inacae.se traniporte.n pa
s outros
irii i i i i -i i p--------- ira* r
.sses povos cm ra aqui em inultidao. e rassio que n
demencia vera... surgir do fundo do. antros, historiadores e.n seguinenlo do povo, par-
do, clubs e da. caverna!, uina mullido de Ca- ticipc.no. desta emocao viva, cuja Ir, nuencia
I0cs.de Curloi, de ScipiOea, de Fabrlci,., de he lao grande .obre "'"iVil Tnu
I.elio.;pelo conirario'cllc linl.a frequcnlc- mal habilitado, par. Jugarjurna P ''>
mente na bocea e.la. facecias de una come- Uoa, e prmltta-me Tin. m ttt 0OBM M
dia de Movi numero dc.ci habililado., endo couvoca-
. Porque ra.ao. pergunla um dos intcrlocu- do. pan u.n en.aio geni c na .usecl. com-
torcido poeta cmico, cabio lio bai.o e em Jileta do publico mbraulu '"'"'.
lio poucaa horas un. lao grande eslabeleci- orador romano, he.llSo, perturbao-l!ti eipi-
ineno?- Porque re.pondc o outro, uin Lio no para dar o .euJulio que chegue ,o verda-
grande eslabcleci.nento foi invadido en, to de.aojulldo qual a final de conat ellei nao
poucas horas por insensatos e estadistas inpru- ao lenao os nolorioi. Com mais orte nio
visado, na vespera : ProorniOanl or.ilorr. noli, tem liso lugar, quando se irala de dar coma
.mil,, a Elle escarneca agradavelmenlc dos fe.efo-1 +-exposlcao he um drama qu"hfmdel-
lliar da polilica, dettei azafamado. que faaem HI de compreheuder era scu lodo c diMiri
lao pouco, dcs.e. ba.ofios que diziam a Panlo- <=m .eu. dctalhes. A gente palela Bhfllot Ano. he que se deve a iranquilidt- rsos reinos como pauelam ai .oinbrai em
de c a calma Sin. rcjpbndcu Paulo-Emilio, ">" dialogo de Luciano Vlvc-se UlfWi er-
islo he verdade. porque se nao livesieii mu- rante a travez de.scs reinos, desses deserto.,
lado c destruido a paz publica, cu nao lena 'ci)(- <*."" ""' *'"" '"" ffa*
(ido a occa.io de reslabelecl-a.- do ul.l ao agradare! c do agradavel ao intil
Era portanlo para evitar os desastres dos que era sempre a obra por cxcellcnc a do no-
governos improvisados por oradores sabidos da mem e de Dos! Tomemos por excmploa iiia-
cascaDo.nci.no dia, que o pal previdenic da da e ene diamante, nlho do lol, mtiluiaao
patria de.ignava aos mancebos de seu lempo, Kok-1-nor, i.to he um mundo IthUi Coma
o senado como a melhor das escola, i m Ua- 'liada cierna, a Greca teinprc trlumphanle
biiuc-.e lodo o joven a esle. combates, nos pastara al ao fim do. icculos sem a honra de
quacs deve lomar parle : iu reriamini, eni ter inventado machina! para veitir povos qut
limitar, frequem rpiclulor. iao morloi. Com o Kok-i-nor, o mai. bello flo-
Noesquecamosdc dizer aqui que o archi- rao de seu diadema, o Oriente pode bem pas-
telo illu.tie do novo palacio que a Inglaier- r sem al de lcr Inventado a machina de
raelevaaieui legisladores presentes e fuluros fiar o llnho e deicaicar ai ervllha.. Disputaos
deixouuma boa parle ios pintares c esculpi- nacOei rlvaei para ver quem possue a malor
rede sua naco. machina do univeno, quem fabrica por man
Com efiito elle collocou pedeslaespor lo- balxo preco o panno c achila: cl.ega. a bala-
da a parte, c abri catxilhos cm loda a. pare- 'ha ardente e retumbadora dai bigornas e do.
des, prodigali.ando as.im a occa.io a quem arle'lol,: ,mPh' FourctiambauU, Creuiot.
della touber bem servir-se. Ah! esta flicl- Saint-Elleunc, lutem conlra Manchester e lu-
dadenao chega para nono, arli.l.s ; para Mr. lem loda uinat com ai outra. para^veri^uem
logrea, para Mr. Paulo Delarocbe, para Mr. trabalhar inelhore por luaia balxo preco pan
ScueD'er, para Mr. Eugenio Delacroix, para Mr. ene lerrivel consumidor, o homem iniltuo e
** outrai geraedea virao que
oa hu-
11 ii,
lei, Flandrio, para enei meslres occioso., por fal- mllhar de milhOeii: outra. geraedea vira
icul- ta de trabalho, que luspirain por combater lero d do voiio humilde vapor, de voiii
far claridade do ceo ""'des, theares, de vonas humilde, for
u.vi.o De.graSadainente he duvido.o, .e houvcr- lanearao sobre vos o. de.pre.os Indu.triae. que
:ameii,a:oine.moeipatoparaaida..bl-'.noi e julgar pela pre.ente cxpo.icao do. lendci,lancado .obre vo""P'*- ,..._, 0
iotliecis-oi mesmo! lalrte. para a. diversas pintores moderno, de Londres, que os pintorc Entretanto depoi de qnatro mu annos,, o
'daluglalerrate moslrem digno, da deooraeao mundo e.quccido de no.iai pequea, theorlas,
dasnobres paredes de We.lmin.lc. Esla ex- de nos.a. pequea, ellall.llca., de nono, pe-
posicode pintura abri ae antes de hornera quenos arranjau.entoacom a maleria brula eo
c nalural.nenic foi inaugurada pela rainha ; irabalho que a faz valer, repetir a historiada
gen., a la tecida a a la Bada ? Elle, aio lem
olhos seno para a attniaaaa de lux I cercada de
ecu. dou. tatelllct! ic fralres BtUnm, lucida
atora!
O Kok-i-nor I nlo se lem olkot, atlenfno,
curlo.idadc Muid para O KokviWor 1 Porque
ma fallara Vmca, da. ae da teda, velludoa, do.
teeMos de llnho edei leclaoTrTjTrBinliamo, dai
pellei, dos courot, dtt pennai e de toda. essa.
cou.ai vulgares tecida., nadas, fmpreitai, fil-
tradas, encadernadat, quando temoi vista
ena obra prima do Oriente, pela qual tunos
povos derain a vida e tantoi res perderam ti
coroai 1
Tenho por vealura tempo para oceupar-mc
deieui bordado! e de lutt renda!, de teui
mantot e de lem veitldoi, de iuii faoaa e de
seusgtrfoi, de la louca da barro edeiuai
porccllanai, de suas lapecarlai? Delie-mc ado-
rar com ai niaos juntas o Kok i-oor I Elle tem
ludo; bel lea, graea, forja, favor i elle he o
mili rico produulodo mundo 1 Por anula tem-1
po foi adorado, poli era um do olho. do be-
tarro de ourol Elle embrlagou-ilde tmbrozia
e de licenca na taja de Clcopaira re..lio va -1
loroiamenle a esae rulco, no qual a perola
desapparecla como um vapor! Por graca e por
Plcdade delxcin-me entregue minha conte.n-
placo! Um outro da talvez cu conceda um
volver d'olhos a esses pobres malerlaei, com
que ie edilicain o templos dos deo.ei e o p.i-
lacioa dos reit; o marmore e a ardo.la, o ci-
mento e o porphyro, a pedra c o lijlo; neste
momento de soubo e de ideial, nao vejo, nem
Suero ver aenao o re dai acinlllla. de.te iiiiin-
o, o Kok-i-uor.
Se o povo nao falla asilni, obraassim; entilo
finalmente no iularvallo, milagre brilba e
revela-ae c.n inaravilha. Ineiperada. e.la Fran-
ca um pouco demasiadamente lenta etu n.o.-
Irar-ae. El-la e.n lint, eata marav.lha que noi
apparece cm lodo a.cu esplendor. -Ah! rai-
nha adorada, quo longo lempo dclxa.tct pai-
tar antea de ra.gar o voi que oobrlaua la
belleza/ Kl-l.i poli' lie ella 1 Ella te inoilra
aoi povoi, ella lorri, ella marcha, el vtrainca-
tu paluif Dea',
Senbor, he um milagre, e ene milagre tem
doui dial de dala, e j oouai esperancaa e ex-
aliam, noso grito de triumpho no volta, noi-
to drama cala cu. bella luz. Perguntava-ie:
a Onde est a Franca? Pois bem, ei la lnvolta
emieui tec.'doi, ornada de suas renda., deco-
rada com aeu diadema de lluret, leudo uin p
lobrea blgoroa, o oulro lobre oveludo, ea
man e.n todas ai obra, viris, en toja, ai ca-
bras clegantci. Naopouo dizer a Vmc. e.n lao
pouco lempo, no eipaco que lepara o dia de
lioniem do de hoje, com que furor entbuilai-
llco noiaai inecai.icaa, nossoa ferrelroi, nouoi
leceles, no.iot douradorc, nonos apzoado-
rci, nono In.prenore, nosioi ourivci, noisot
vioeiro, nosos lapidarios, nonos miuelros,
nonos florista, nono jardin'eiro, nona rea-
das e nonai chitas, nolsus pannos c nonoi fer-
ros, nossos orgot e nono, vidroi, no.iot co-
pos c nostot iiaiiies, nosso. boneco. e no.iui
ileuses, no,sos eslimiles e nossos perfu.net, to-
da, ai ooi.ai torvas e toda, al ooisat gracas,
posio que hc.ita.sem a principio por um mo-
mento, aliual sempre se res ilvcrain a entrar
nessa lica deslumbradora, onde j4 em voz bai-
xa se cii'tiiu lavan! mil tristeza, iucrlreit. Ho-
je tauda-sc com transporte ella Jeru.aleiu
nova.
Que tahe deales dstcrlo. brilhantei de cla-
ridade Sault-Ellenna chega, Mulhoie brilba,
i'.iris te revela; Lyoque e coniervara oc-
culta para evitar a poelra do primeiro dia,
Lyo apparece-noi con. teui maii precilos
e mais raro! ornamentos; ao inclino lempo a
miden.i c o bano, o ouro e a prala, o cobre e
o ferro, o eilfnho e o bronze. embcllecidoi,
domados, obediente, marchan em ordem de
batalha para a conquin e todo! se admirara
de.ta furia. Embora i era tempo !
A datar deste momento e da hora pre.en-
te, a batalha comeca seriamente entre os dou-
graodei povos industrioso: a Franca e a In-
glaterra esto verdad ciraiiicnle em lula. He a
historia de Marengo.: as lies horas a batalla
eslava perdida; i quatfo eslava gauha! Pe-
loi tcrrore occulta em' liaba primelra car-
ta, Vmc. pode julgar 11 incerldade de mista
alegra e de nono orgu
Sede pola orgulhosa., taedee avancai ou-
sadamr me una contra a outra, e tlral em pro-
vello igual de vossas victorias c de vossas der-
rotas : s5de ni gulliosas, nieges !
Sede orgulboaa c todava tde modesta-,
poii eit-aqui urna anedocta lulnciante para
fazer entrar cm si meamos o pensamentoi lo-
berbos ; a anedocta he singular ; ella aconse-
Iha s dnas nare a menna buinlldadc, e eu
a conlarei mui simplesmente.
Um desle das panadoi pela manhaa varios
peicadore de Bolonba foram chamadoi falla
por urna fragata..,.urna fragata ; elles obede-
ceram a etta ordem loberaoa; c tabcl qual a
pergunla que foi fclta por etta fragata ao barco
dos pescadores ?
Onde lid a Franca ? pergunlou o navio gran-
de abarca de pescarla. Onde fica a Inglater-
ra? Eu que vos fallo, poderla perguntar onde
fica Regent ttrcct ou Ilegenl'i Park 1 A fraga-
ta era uin navio turco, urna nao aliniranta com-
mandada por Muitapha, capito pax ; ella
levava para Londre o Sr. Musiurus, einbtjlxa-
doi iia Turqua e com o Sr. Musurua paci-
fica industria dec palz do sol !
Onde lica a Franca ?Eslranha pergunta !
De que erve poli ter fello no mundo tantai
revolucde. e ttntoi disturbios, tantos incen-
dio! e tanto, evangelho., tantai miserias, tan-
tai .iinc.ic is, tantai ruinas e tantos exilioi para
vlr um almirante pergunlar.....Oude fica a
Franca?
Onde fica a Inglaterra ? Outra pergunta nao
inclus cstranha, na hora deles esplendores ;
on de achar esse ponto nico, ene lugar c.co-
llndo, easa (tria solida, ene povo io abrigo
dai revolucoes ? Onde achar ene bom temo,
essa vontade, et.a fortuna, ena mage.lade ?
Sede humilde., sede modesta!, seda tabla!,
6 na (dea da trra I
Julio Jniiin,
(Journal du Debatt.
bl.....
commlisoc | uina tala commum he destina- di
da a reber o membros das duas cmaras, .da
.'piando as dua. cmara, tiverem que delibe
rar juntas sobre algu... ponto diHicil ; compre- c naturalmente rol inaugurada p
ende-sc primeira vista o esc. lente deten- ven.-sc u lia muita. cousai, mai poneos pa
volvimento co n.aravilhoso lodo de.te vano 'dros dignos de um verdadeiro pintor; Mr
bella lisien., e do pastor phryglo no cume do
ida. Aluda bem seclos a. coroas reae., a
dlkio'il^^ BMr, MV."Maclisc;Mr. Landsl e.pada guerreira. e as belleza, soberba..o
Ca q ." poder ?er percorrido de urna lorre cor, Mr. Wccol, Mr. Colt, Mr. Facd. remelle- "hno oom rmo.iia.iiia Je luz, o Kok-i-nor /
a o lira lorre. \ W. relalos, painel cipccificoi, e palncs hit- r-te produelo do Oriente, o Kok-i-nor, se
ser precito pelo meno. outro tanto para ac-I lustre. Este forro maravilboso tem presen- **
bal-o ; -niri-i.ii.iD mis outros noa gloriamos de ] ciado rauilas Testa da realeza e da mooidade :
le acabado a lacristia de .Vore Doiim de Pari!, outra ora dao{ava-se nlli, boje reza-sc ; a sala
A ni oil'ni'i'i de fu!,aegundo se diz, he o malor
diamante que lera brllhado na coroa de um
tfJS i,sor=uf!Pa,!0 ,n'h5 ^ ni- ttX^ \2tt7&2im obra FS^rSE^E SP
as sStta ras: 9*sa&ssEap
Tivc a honra de pe rielar no prop
la cmara dos lords Figure Vmc. urna capella
ln ilhaiiic com lodo o ornato e com toda a rique-
za do renascline.ilo. No lugar do altar e por traz
de uina balaustrada levanta-ie a cadelta da
rainba / cu vi o famoso saco de la em que se
assenta ochaaccllcr; figure Vmc. um raslo ca-
nap ornado de um pao escarate. Por loda
a parle, notecto, as vidracas, no soalho, en-
tre o leo e a rota, nessa confusao de armas
saxonlas e normandas, desdeos Plantagenetass
ate os Tudors, desde os Stuarts ate os Druns-
vTkhs, nessa multido de bustos, de emble-
mas, de devisas, de gritos de guerra, de orna-
mentos, entre as doic jancllas, a Leste e ao
Oeste, de baUo a( em cima, apparecem a his-
toria, o romance, o poema, a cavallaria da In-
flaterra! Diliciliueute se aduna um logar
mais propicio obra de oda dia, cm um mo-
numento melhor dlspnsto e mais completo
A pedra he urna pedra franceza, a qual vem
da ilha de Caen ; ella foi Indicada aos Ingie-
res de hoje, ha olio centos annos por seu sobe-
rano e Sr. Guilhfsme o conquistador, t.uillier-
uie,bastardo, como elle mesuaole deooininiva;
Ego Unithermai eognomiru Baiardm I A abba-
dla Wcstminster foi edificada com o soccorro
desta pedra do ducado de Normandia, e v-se
ainda boje em Cacm junto do pequeo rio, a
P
incnio.
iNestaeiposicao de pintora-observr-se inul-
tos artistas fraacezes. 0 Aosso compatriota,
Ha entretauto um diamante sem i; esle dia
inante sem si, nt o vemos brilhar com mil
ralos sobre a fronte de madama Paula de De
, MniTez deve,.,.'.c lhe em Par o. ...ali ""dn e nUQCa ''nanle de Larlo. o Tcme-
S&anfKL d5.TSStetfUA a,.!0(heo0 m.cs,.no) brl""!u .c.,n fe,u ,nals
bella.
I'oi i.iito o proprio lem ..' tem um i
tem if
envlou dous retratos encantadores e bem dlg- -
noi de su. fama. Em o anno pas.ado elle ex- Quc JffJSS?.*" .fSJR *", *
poz uin bellisil.no retrato doSr. duque d'Au- lu>" Uo r0,s0 como, 14k-1-'">'-
...al, o qual esle anno quiz lcr o retrato de ma O curilo!, o labioa, os hoincns graves, e
inulhereo do leu Jovein lilho, o priucipe de ai mull.eres foleit. tltrahidot todoi pelo atrac-
Condc.ire a prrimelra pintura que fere o. olho tivo delantal fortuna, ainontoada nena e.-
dequein entra neste lugar eicolhido o qual trell'nba terreite, chegam-ieaogroiio dlaman
bem se pode denominar o salao qua Ir ,d det- te como a mariposa chega-ie a lu e a cotovla
te Louvre cm pomo pequeo. O outro retra- ao eipelhoi De balde osaatais raro, productos
lo de Mr Mottez, repreaenla urna moca ingle- ituob trra occulta era ion entranhai, oo efue
za meia nua, bella que encuna, e dianle del- amadurece em la sapcrl.cle, convidan, a al-
ie todoi paran.. Multoa outroa paiuea lem leajao do vliltante; de balde achimici oiten
nomos franceiei. noinei aiuadoi enlre nos a ta tuat deicoberlat, de balde aa plantas do gto
I do glo
no dbe
mi ron em noa patuda ef noticio de.te anno ; deoe a e.la. forte., de balde a. manufactura.
Mr. Alfredo de Dren qde fa ao mei.no tempo obedecen a ferrainenta : nada duso Importa
o retrato do homem e do cavallo ; Mr. de llaui- O 5 ou 30 mil vltltanle de cada da apenas
sy, um bom pintor de aqacrcllat; Mr. Ary ae dlgoam laucar uin ornar deiirahldo aobre a
bchcll'er, o qual lerla feilo mui bem ae enriai- architeciura naval e lobre a architeclura me-
te a cU expoilco deX.mdrei eisa brilhante canica. qoe entrarim, caaudoi, segundo dizem,
pelas maravhas portento! que alli on-
eontrarafli. wreoaaue em rtsultido dista
mandudo cardeal Sfliceo tapar a bocea da
caverna | e he to aoguiJa em Toledo eata
trailieno que o joven a o ancito. o Ignoran-
te e o sabio, o de coatumei antigoa e o que
se jactado innovador deapreoecopado acre-
dltam. Alndt cora mais razao temos esta
crenca porque ouvimoi o qua narramos
dos libios 3e homena eminente., a de sa-
cerdotes respeitavpia pela aua idade, virtu-
des e letras, cojos nomes nfio reveliroos pa-
ra 00o olieuder sua modestia.
Por este, motivos curou, ha alguna an-
nos, D Len Carbonero y Sol, eniSo pro-
fessor de lingua rabe em Toledo, c agora
eo Sevilha, de examinar a verdade porm
os aeus bons desejos se mal|ograram pela
jalla de meios, o queqnssi sempre acontece
a quem tracta de reunir fundos para obiec-
tos de resultado i ncerto. Com melhor for-
tuna agora, aberta tk subscripto para as
primeiras dospe/.is, repetirm coa tenaz
L-mponlio a investigaelo alguna jovens olll-
cians do governo ds provincia,'do regimen-
t de S. Marcial, e outros individuos curio-
sos e afeicoados s antiguidades. Logo
oo eomeco os auxilion a protegi do aenhor
govornador interino da provincia eo inte-
resse que eata trabalho inspira, augmenta
agora com a asperone* do bem oilto, e com
a de que aquella auclorilade, como presi-
dente que ho da commisalo de momentos
histricos e araisticos. t) coiloque a Trente
destas inves(iga(ues.
NSo te julgue que j ae encontrn a caver-
na, porque at agora anda Itao deagracida-
menle nHo icnnteceu. Ilaja, porm, cons-
laooin; e anitnum-se oa invcsligidores, que
ae nlo trabalhart em balde.
Multo adlantados esto comtudo os traba-
Ibos. A antiquissima argamaca, eoamag-
nifleos arcos de pedra de dimenslo colloa-
ssl, que se descobriram numa serie de eovas
ligadas entre si, mircam bem aa pocas dos
romanos e aribes, confirmandos opiniode
que Toledo est minada de grandes subter-
rneos, nSo s paia commuuicafOos recipro-
cas, como para darem fuga em caso de
apuro. PoJeriames citar varios pontos, pa-
ja corroborar o que dizemos ; e bem sabido
be que no convento de freirs de Santa F
na huma cov que communica com urna ca-
sa situada no centro da cidade, contando
mil varas pelo menos; outra qve desemboca
na porta do Sol ; outra -de incertas dimen-
soes situada as cssas que ocuparam os Tem
plrrios : e tifio ha muito que llvemos occa-
si3o da ver, nfio sem trabalho, oa subterr-
neos da desmojonada casa de Samuel Levi,
por este edideada, a sinsgoga contigua, e o
palacio que depois foi do famoto marquez
de Vilhem. Tivenios o sentido de nSo po-
der chegar ao (lm, porque e fanatismo o ti-
nha de tal modo destrnido, sem respailar i-
quelles arcos eternos, que se lornou impos-
sivel psssar avante '
NSo he pois urna latrlna o qno existe nos
subterrneos, de S. times; o, ou fesso pala-
cio de el-rei D. llodrige, cerno aategura o
laboririoso Pisa nos sitados manuscriptos,
refugio ou sepultura des chrisUoa, piiaeio
real dos aribes, ou mosquita sumptuosa,
merece chamsr attencSo publica; o pr-
ximo esla o m/nenio em qua e possam
examinar com ausa e esludo os muitos
viajantes que turnio visitar-nos na se-
mana santa, p> dmiararem os monumen-
tos de Toledo
0 Sr. D. Angelo Magan, remette-noj de
Toledo om data do 8, a seguinte curiosa
noticia, que merece a ulleni,au dos homens
Ilustrados :
Nesta famosa idade, Uo rica em anti-
guidades, que, com razo, diz um conheci-
do Iliterato, que cada pedra della he-um
monumento, ha IralicOes mui dignas de
crdito de que no sitio quo occudb a infe-
lizmente dostruidV parochia de SSo (oes*
que jaz no mai* alto ponto de urna da aete
sorras, ou collinas om que os fundadores da
pnvnie.Vi a edificara m, existe a lili cele-
crada Caverna le Hercules Conttvam-se
poro n taes patranhas sobra a aua con-
slruc;!Io o sobro as espantosas catastrophes
suecaJidas aos curiosos quo ousavam pe-
netrar nesias sinuosidadea, qua os nfio
mui .crticos para negarem que fossem
ca'tos os absurJosi negavati tambem a ex-
istencia real e positiva da mencionada ca-
verna. Nesle numero entra um soalcn-
poraueo Ilustrado, que, com alguma II-
geireza, salva a sua reputacSo litteraria
assegura emcerla obra popular que a ca-
verna chamada de Hercules nfio passa de
ser urna latrina. Lamntemoi que o auc-
l'ir, que com tanto conhecimenlo falla do
outras antiguidades d i Toledo, e que tanto
tom invealigado acerca de outras queja-
liam no es luecimeut i, e foram conhecidas
polos seus luminosos escriptos, qualiflc.sse
tilo iijnominiosamenle, por assim dizer, um
monnmenlo, cuja exuencia he tfio provtvel
, e arespeito do qual, ponnas tSo bem apa-
radas, como a do dout ir Pisa, o o erudito
padre Burrel, lhe ministraran! dados mui
curiosos, aa con zulo liouvesse consultado
os manuscriplos o obras ineJiclas de um e
outro saino.
SSo delirios da imaginaefio as noticias
que MenJoza, o con le de Mort, e outros
auctores, esobre todos o festivo Louzano,
aos seus lias novos de Toledo escrevem em
suas historias sobre o famoso subterrneo;
e ao he provavel que o cardeil arcebispo
Silicoo, por curiosidade, ou por desvane-
cer preoccupardea, to proprus dos tea-
pos em que viveu, a mindtase eliminar,
mas tilo dosacaulolaJmente quo succede-
ram desgrfgas, attribuidas ao pnico dos
CO MERCIO.
i .FANDEGA.
Rendimento aodjiaJ7.....91:010,176
tescarregam hoje 18 (tejuino.
Bara amoricina --Jol.n l-urnun, breu.
Polaca sarda Fcenao-- rarinha.
Bngue sueco Sranklim bacalho.
Barca franceza -*Josephina~ vinho.
Brigue americano Persdgno 'farihba.
liuportRcnd.
Brigue brasileiro Paquete de Pirntuntuco,
vindo do Rio Grande doSul, consignado a
Leopoldo Jos da Costa Araujo, manifeatou
o seguinte : 9,068 arrobaa de carne, 317
ditas do sebo em rama, m liogoai, 3 quir-
lolas e 6 barra poixc ; a ordem.
Vapor brasileiro Paraenie, 11ndo dos pol-
los do sul, consignado a agencia, manlfes-
tou o seguinte : i fardo diversos tecidos;
a Josquim Jos de Ainorim : 3 caixaa rap ;
a^Domingoa Alva. Malbeua : 30 saceos caf
e 10 rolos fumo ; J os Antonio da Cunln &
IrmSo :. 8 Jilos; a Domingos Jos Pereira
It.: 1 pacote; a Leonardo A. Meira Hen-
riques.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 1 17:4*7,7*0
dem do Jia 17. ....... 1:211,193
18:658,833
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 16 .
dem do dia 17........
liaVe&SM
468,171
1:698,*72
RECEBErXtRIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 17.......1:033,758
CONSULADO PROVINCIAL.
dem.do da 17.......917.95*
Movimeato do porto.
Aa vio entrado no din 17.
Rio Grande do Sul 3* dia, brigue brasi-
leiro Paquete de Pernambuco, de 19* tonel-
lajas, cipiiflo Jeronymo Jos Teilea, e-
quipagem 13, carga carne secca; a Leo-
polio Jos da Costa Araujo.
Navio saliido na aMtmo dia.
l'ortos do norte vapor brasileiro Paraen-
ie commandante o capullo de fragata
Costa Pereira. Paaaageiros, Richard Ro-
gers, Luiz Francisco Collares, Antonio
Mniiiz Pacheco e 1 ex-aolJado. .
Obiervacat.
Fundeou distinto da barra, um vapor de
guerra inglez.
E1TAL.
0 Dr. Jos Raymundo di Costa Menezes.joiz
municiptl supplente da segunda vara e do
commercio nesta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. H. I. eC. oSr. D. Pedro
II quo Dos guarde, &c.
Fago saber aos qne o presente edital vi-
remque no dia 26 do crrante mez se ha
de arrematar por venda, a quem mais dar,
depola da audiencia deste juiz o na casa das
audiencias, cinco cavallos de Carro, a aaber:
dous mellados, dous pedrezes o um rosso
sujo, avaliadoa pelo aeu estado a 30,000 rs.
150,000 ra,; penhoradoa a Fredirico Wau-
sim por execuc3o de Ignacio Luiz de Bnto
Tahorda. E para que chegue a noticia da
todos, mandei passar editaes que serSo pu-
blicados peloa jornaea, o aflixado na praca
do commercio e na casa da audiencias.
Dado e passado nesla cidade do Recife, aos
ludejulho de 1851.Eu Manoel Joaqun
Baptista, esciivSo interino o anbacreri.
Joie haymundo da Coila Mentzcs.
Declarares.
*"- Cartas seguras vindaa do sul pelo va-
por Parense para Antonio Francitcode Sou-
za Magalhaos, Fr. David da Natividade da
MIITII


5
m c Frncltco Antonio Vieiri di Silva,
Lnei.coC.rB.irod. Sil., JoSo Pintad.
mo.,Josepb M.ri. d. CoDceico, Jos
Antonio F.lco BrandSo, Jos Cetono Anu-
jo, Joi d. Roen P.r.nno, Miooel J j.quim
Humos Sil..
nEAL COMPAMIIA DOS PAQUETES 1NCLE-
ZES A VAPOR.
jM-i i O Vapor Set.ro, eomound.n-
.irtSoT^V Vicent, devequi ealM n.
Um moco braiileiro de boa fmill queja
tem .Igum.prallca no commercio dcacja em-
preg.r-ie em um. casa eitrangf Ira ou nacio-
nal no deiempcnbo do armairm ou di co-
branca; em quaoio a aua conducta pode apic-
aentar as nielnore recouiraendacdea; quein de
icu prealinie a* qulaer uUliaar dlrlja-ae em
caria fechada tob letra M. acata typograrmla,
Elementos le honieopatliiu
w Por todo o me de julbo, i.hlr a lu a JX
' m.ohB do di S, e nagulr na f i. parte d'eata obra compoat. peloipro- m
lardado me.mo di. p.r. 08 m (f<" boineopalha Goaaet Blmont; di- m
Fnroo. i .nunri.do : .8Psso.S f rldid.em treparte.. E.Upr melracou.-
porto, d. Europa "''' nimlmiM prebende, o dlacurio prcllmloar, a in- -
que pretenderem P'8"*^' P'"hqiUdlBq," iroducc.o'. o ame dodoenle,. eacolba %
do porto., n'1ue0,n,^m,0lr,.mJi do remedio, o emprego do. reiuedloa, g
car. devero tractor nUcipdarretUeemc-> oregime,, e oa con.elhoa cllnlcoi.com J
i di respectiva genci. ru. do Tr.picnen. expllcacao do. noir.es greco e anato- w
i.j. dverte-ae quepan m.iorcommodid- ajj m|co, empregadoa em medicina, e a w
rina oassaiteiros a companhi. lem arr.n- |udicacao dos medlcamentoa apropria- s
&&Ltts?sr I saase *
vigem par o Sul como pino norte.
Hila Geral das carral wi aer do anno de 1860
o 1851 ove vio a ttr consumida.
Polycarpo Jos Rocha P., Prudencio Mar-
atie de A. Primo Pacheco Borea, Paulino da
Silva Parila. Palmelra i tlelirio, Pompeo do
llego I C Perelra Ollvelra C.. Polencl.no
WVotu, Paulo GoBui da C Paulo Joi
xV..., di SIva Paulo Jos da Silva, Paulo
Tid. Paulo Galgnoui, Pedro Alexandre iog| nos foros do sitio Ar.cS, segunde-a es-
C li Pedro Poteatade Sanios., Pedro Ce- crT,,tura publicad, neste dl.ru n. 149 do
lestlno, Pedro Clemente de Afujar, pedro g d, ju)n0 0 1847, e registrad a t. 65 do
...i,.t A. L.. Peala Jos L loa, l? o |vro ,_ do regsf.ro geni d.s hvoslhec.a n-
aus Seuhores de anuos do
, e sos m.ii em ger.l qu.n-
, te irvirffo mand.r-llie p.-
Rozt Jotquini oo ..) ..;... --v- n0 arm,zern de issuc.r di cas* n. 15,
o do Corpo s.ntoj .presentando-
timo recibo que pg : p.r o nno-
revoca o innuncio que le no duno
o B., Meardo Jooqnlm Pinto, ,cimi ciu5 e decl.ra que da d.t.deboje
existir a referid hy-
os recibos que nao
pelo nnuncianle.
, prelendendo acabar
2 que ae dedicarem a eiperlmentar aao--
2 va medicina, como para todas ai pea- g
toas de boa vontade que ae qulierem W
convencer por experiencia, da verd.de W
% d'esta doutrlna, por aer ella multo clara
ea Inielllgcocia de todos.
* ***#
JoBo N.rciso da Foncec possoidor de
letras Tencid.s e vencer, com hy.otheca
Tito Rete. -.,\, randld das tenores j roga i
Roz.Tin. Ibril R. C., TIOM WMM for()g wnoido, e
V., Ro. Henriquet. C.JJOM ton Me rdes do vencereiI1 ,
Ito/a Jo.quio. MH..Bminradl Co ice arm.zem
rflo, Rom Theren di Co*ts R"li ADloni. o
Y., RiU Mi'ii f Trin -de, II. to Minagto f fJR
Conc.r^o,Riymur,doIgn.cioH,ltcmo.l Up revo
Drclarntjno.
Qu.ndo oDr. More se nlirou p.n i eo-
rop. muilo expreistmenle publicou oo /or-
na/ da Comm-rcio, respeilo do bixo s-
sigmdo, o aeguint: Elle (Jc-So Vicen-
te Martn) He nico possuidor de lodo os
mediementos, que eu mesmo prep.re es-
crupulosamente com .s minh.s maos, -
sim como de todis a mcblns e mus ins-
trumentos necessirio i phirmtcia dyoa-
mica : elle Tica igualmente o nico possut-
dor dos relilorios feitos .core, d.s experi-
enci.s pur.s sobre os medicamentos br.si-
leiroa, pinos public.r, ou servir-.e delles
como convier melhor liomeopatbia. (is-
signado Dr. Mure.) Mas cerlos especulado
re, ja bem conhecidos, inculcaram-so pos-
suideres desles medicamentos, por seren
os m.is acreditados e os que melhorcs ulfei-
los produzcm sempre ; e ssirn pretende-
r.m engaar o publico, inculcando-lhe por
miis baratos outros remedios, sem se i -
porl.rem com o gr.ve d.mno quo poderi.
resultar sos doentes que tom.ssem t.es re-
medios ; por isso, o baixo issignado re-
solveu nflodeixar sabir da bolica central
ra de S. los n. 59 -- Rio de Janeiro ne-
nhumi botica, ou c.rteir. de tubos com re-
medios homeop.thicos, sem que v acom-
panbadi desta declarado assignada de seu
proprio punho. Jo&o Vicente IHarlIiu.
Assim como a nica casa que vende boti-
cas e livros, de primeir. a quarta edicto da
homeopathia, da bolica central, ru. de S.
Jos n. 59, do Rio de J.n.iro e na ru (To
Crespo, loj .msrell. n. 4, nesti cidade.
aQ QOOOOOOOOQOOOCOO
lina dns Crnzcs n. 28. O
- P"recl8i-se faltar lo 8r. AfTonso Jo. do, Alug.-se umi c. de fou indires
Mendonca, que foi, ou he estud.nle de 01 in- nos b.irro^ de S. Antonio, ou bo. "}"""
da : queir annunciar a tua mor.d.. ento de um andar esolSo, q J"'""-
- O abaixo ..signado professor jubilado cent., e tenbam soaiciente commodos p-
n Mdeira de geogr.pln. e hi.tori. do lyceu ra numero, fimilis : quero tiver, snnuo-
dest cidade^competentemente aulorisa lo
r, Sabino Antonio da
atcoflai docorreute snno, oom.su. loj.
Ce.rC.. Simplicio tmo de S.K, be estmo da rui Nova 6. oflerece .
Chave. Santos JlrmOo, S.Wdor MMoa o |fi nT e princlfia desde
Silva, Severinc-Alves de Cr"^0'fe',1"D u vender qualquer porcSo de ferragens ou
Moreira d. Iva. ^."""do A Cl! miudoi.s, pelo ue lhecustaram aprovei-
Sanl'Ann. UI.Mo,'1 t. o occasio p.r. rogar a sebs devedores,
S.lu.tio Pereir. da HoMI" *lon; queSo ..lisf.ier seus dbitos no pr.xo de
di Silva., SHverio JosciMNa, g^JST Jo dias, p.r. nflo conslranger a cb.marpor
noel do Re, Silvano d Cosa ores, i ne rolhss bcag ,quelles que se esqnecerem.
re. da Cruz Pereirs R, P-wa de je NSv.mente se roga a todas as pessoas
zu. M.ri., Tbenw Lopes Di., liuurc.o aldC MW Mtl|M
R.yoiundo S., TIsjealoc es Bsiw>is ... na *enda,u,rua ut C8dei do Recife n.25,
Ti.go Agnexe, Theophilo Olegario u.,, ino derronle do Bcco urgo que venb.m p.gar
meGome,ThemoteoFernandest.,inemo ^^ dehloa MoBfD d0 corrente mczde
seus dbitos atoOm
julho, oa certeza d
. lerSo de ver seus
yS22tm& iriio,"o;'cerie"z'."dequeos que oto flicram
Thom.z Correl. Peres, Tliomaz r lb i _. .,_ _^-----hlirtn,. ,
pelo Exm. presidente d. provine!.,continua
a ler iberia sus escola particular de pnmei-
rss letras, l.lim, e fraocez. Ospiisdef.-
milia, qne, de eu prestimo, se quizerem
ulilis.r, conllando-lhe l educac.no do seos
llllios, podem dirigir-se casa de sua resi-
dencia ni ra do Fagoniles sobrado novo de-
frontu di Ribeira.
.4 lfma Jos de Otitxira.
O Sr. Jos Rufino da Nev, dono de
um terreno ni rui do Quilbo dos Alagados,
querendo negociir o dito chSo, falle com o
vizinho do dito.
-- No engenho Agos Claris, a quem de
S. AntSo tres legols, precisi-se de um mes-
tre pin leccionar lattm, fruncez, a um me-
nino : portanto quem se julgar habilitado
com estes preprtorios, querendo ser d-
millido, poder dirigir-so o pateo da Po-
nh, ci do Sr. JoSo Pinto Regio do Souz,
que encontrar pessoa que tem de tratar.
Luiz Francisco Colires retirs-se pan
MsranhSo.
- Roga-se ao Sr. F. A. L. do vir ou man-
dar pagar na ra da cadeia do Recife o seu
os, ou dirijs-se s 8olcd.de, sitio dos Q&l
tro Le6p.
Perdou-se n. igrej do rarmo no dn te
do correle urna pulceira deouro com urna
llor eamaltada de azul com um diamante oo
meio : a pessoa que aachou, querendo res-
liUii-l, leve-a ru. d. Penh., sobr.do n.
25, que generoe.mente serccompens.ra.
Ann. M.ri. Muniz, previne ao publico,
para que pessoa lignina de nada a alguem,
em seu nome, ainda inc-ino por escripto,
sem que primeiro se entenda com ella
pois do contrario, por nada so responsa-
bilisa.
Arrenda-se panquilquer estabcleci-
mento a propriedade da ra d. Florentin.
ns. 16 e 18, qu.l conlcsi gr.nde fundo
com porto de embarque pelo, fundos, e nes-
la typogr.phi. se din com quem se pode
tratar.
-- N. padaria da ru. do Cotovello n. 29
d.sse po com vond.gem, p.gindo-se 60 rs.
ea> pslica, a pretas que os sonliores se res-
ponssbilisem.
Precisa-so alagar urna ama qne nao
soja moc, para o servico interno e externo
na ru da As-
Aos 20:0110,000 de rs.
A elles nieus stnhores.
Ha ra Nova n. 6, loj de Han
Ramos fk Companhia, vendem-s
os feliics e navos bilhlw da d-
cima quarla lotera da imperial ci-
dade de Niclheroy do Rio de Ja-
neiro, cuja lista dever chegar at
2i do corrente, pelo vapor ngle
Sewelit.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2 000,000 e 1:0(10,000 de T8.
Na casi da Viuva. Vicira & Filbos, os rus
n an'muL "obrerj- da Cadeia do Recife, o. 24, receberam pelo
ru. do Collegio, es. n. 1 ou .o pdo .reo u f?0%"$5, ]. por Paraea.. entr'.do em 16 di, corrente,
'^Vueo, annuncio.,erer 200.000 comS^cto de v..or :^
v.lo de 51,000 rs.,e o iiHo f.zendo tera do de urna casa, pag.-se bem.
ver o seu oome por oxtenso neste diario. sumpcSo n. 16.
- Prccis.-sedeuma ama de leite : na] -- Ua-sequalquerquanlia ato 5(M),000_rs
e se
theo Jos Antonio
7 )E2XEEE\\+ erad^VeV sVuVJmes pnblicdos.
pe. Thom.z Costo reraalra S., I Don). II derh n0J lermos da ,e(.
rucio C.rrele. Tbom.zJ $2 ~ Jos Vilenlim da Silva, bt
Piulo. Venceslau Bandeira
Vicente de As
Lopei. Vicenta
contina a ter aberU a escola de gramm/li-
sumpcao, Vicente Ferre,r",^,p.eB8,J *.,"! ca latina, na ra da Alegra (na Boa-vista)
Ferreira de Souza Bsrros, Nic"le Jost )' n. 28, onde recebe .lumnos exlernos, pen-
... Vi^.nt. los Coelho. cenle Joao ..',.. .ninn stas. dando a
rea, Vicente Jos Coelho
Comes.
sionistas, e melos pensionistas, dando a
estes eptimo Iradamente. Tmbem ensi-
na em horas reservad os que no pode-
rem frequentar as horas ds aul. Lembra
m.is, que elle conserv. bom rgimen em
su. aula, o que j fsi visto pelo inspector
do circulo litter.rio, o Sr.Dr. Loureiro.
Precis-ie de uina pesaoa que aeja peri-
ta em plantacflca de litio, para o la
e lnilisir o especUculo com o inleress.n- um n0 )ugar ao Kemedio i quein estiver nenas
-ado c|IXuinsuncias, dirija-se a alfandega desta ci-
Thealrode Apollo.
Sabbndo, 19 de Julho de 1851.
A cotnpsnbia dramtica representar o
muilo applsudido dramacreca floro.
Seguir-se-b. .-bella fares Afosoef Menes ;
e floaliMrs oespect.colo com o inleressa
tis.imo dueloo meirinho e a poora, c.nt.
peloSr. M.Ximi.no da Cos, e Sr.. O. Ca- dade a.eu porlelro.
lorina da Costo. Os bilhetes tonto do ca- -Na ra dss Agoas \erde, n. 14, lava-se,
m.rotes como de piales eslao desde ja i .ciigomma-ss to.' <(*"
venda no llieatro. preco mais con .do do quo em oulra
qualquer parle. ,
Aluga-se, | prec.0 commodo, o ar-
mazem do sobra.< da ra do Apollo n.9 i a
tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na ra do Queimado, loja numo-
37 A.
Tressc. ruadas
_.esn. I.
.\vis-i an reaneitavel publico que concerta
eom o mestre,Victorino Jos Perem, no Tra- Jgmjuw^mmf^ m^dernas de8.
Avisos martimos.^ t
PARA A PARAIIIBA sahe em poucos
di.f. o veleiro Hi.te Espadarte : quem nelle
,e 'us ds Csdei. do Recie n. 2S. s r.tor tallos tniimo
com Antonio d. Cos. Ferreir. Estrel., ou resoeito"
con, o mestre Victorino Jos Perem, no Tr.- Jgmggfl*
PIC-hVre,lfe0p..qa..querp.r.ed. Euro fttOmSSL
p. barca torcis Wf de tole de 187 Je^ "2? (..bem 7 o
tonelsdas rm es. de Seh.fheiblin & Tobler. """^JW vender re.lejos e u
- P.r. o Rio deJ.ne.ro. segu por estes "^?^'VimS t.m.nho. en
te p.iz, couceil. pianos, s.rsphiu.s, c.ixa
acordaons, e qualquer inslru-
obras no-
in orgSo
pLLT.irCoV=,C:.?ergcommtcb.ToTpi! mef.cTs. afina-se pi.nos em c.s.s pa,
nheiro i ni ru. do Vig.rio, ou com o cap- ''^ifJdli 10 corrente mez de Julbo, furlrSo
laoMinoelMircimo Nrreirs, na pr.c. do do ,^u\r d8rSobr.do da ra do R.ngel
Commercio. n. 10 um relogio com correte de ouro, sen-
- Para Lisboa pretenJe seguir com lod reloR0 Jnljg0 patente inglez de doas
sbrevldadeomulto veleiro brigue poriu- caixas Uz peMdo Uoitavis de ouro um
guez/"entaoienfo : quem no mesmo quizer vermelho, seudo o n. 36 mil e t.n-
c.rreg.r ou ir de p.ss.gem, dinj.-so .os d8,|e d8r nolici pode dingir-se
consign.t.rio. Thom.z de Aquino Fonsec. ra da Prai n. 2 que sera bem recom-
& filho, oo se eipllo o prii. pensado pelo abaixo assignado.
-Para o Araealjr .abeempreterivelmcnte P" M vM Cyriano de Moraei Lima.
**n. n i .. f.inia ra mi
Contultorio homaopathice do ficultaU qj
vo i. B. Casanova. Q
Cr.tis psrs os pobres.
Na ausencia do fscult.tivo J. B. C-
9 sanova, o professor bomcoop.lhi ?
O Go.set Himoni esntinuara com os v
O trabalhos do mesmo cousultorio, on-
Q de poderi ser procurado s qualquer O hor. O
Casa de modas francesas, de Bucs-
siiiil Mllliochou.
Pelo ultimo navio, ebegaram as verds-
deiras modas de Paris: cm chapeos e toca-
dos de setoori, mantellete, cabecocs de
sed. e de linho, romeir.a, c.nezOes, mangas
il' bico bordado, aventaes ricos, cambrala
de linho muilo fina e transparente, lencos
de retroz, chapeos de pilha p.ra montaria
de senhora, veos para os dllos, litas, galOes,
transas, bicos, veludos, luvas de pellica, e
de retroz, flores finas e plumas, juntamente
os preparo par. casamentes ricos, como
sejSo, corles de lil dn blondo e de bico,
reos, flore, luv.s, lencos e mei.s de sed,
lindos chapeos redondos de abas largas para
meninos. Effectivamente faz-so chapos,
toucados e vestidos de verdadeira mo Ja, e
preco commodo.
Agencia.
Ns rus do Alecrim o. 6 exiate urna pessoa
com h.bilil.cOca, p.ra so empreg.r em
qu.lquer commissSo; bem como tirar pas-
saporle8 [ara dentro, e fra do imperio
ttulos de residencia de quaiquer oatureza,
folbas corridas, despachar escrlvos, tirar
cerlidOea pelas repartieres competenles, e
flnalmenlu encarregar-se do agenciar e dar
bom andamento a qualquer negocio licito
dentro desta praca : em ludo islo se pro-
meti a maior brevidade possivel, por ter
esta pessoa pleno conhecimenlo de quasi
lod.s as pessoas do lora. Trala-se na casa
cima das 6 as 9 e meia horas da iiiaulii, e
das 2 as 6 da tarde.
Faz-so caitas de guardar joi.s por di-
minuto preso : n. ru. dis Flores n. 19.
Quem quizer alugar u.na ca-
sa de campo, ua Ponte d'Uclia ,
muilo bem pintada e forrada, com
estribara para 6 cavallos, e com
urna cocheira para um grande car-
ro : trata-se do ajuste da mesma,
na Ponte d'Uclia, com Francisco
Antonio de Oliveira Jnior.
Antonio Joaquim Fernandes da Luz,
por haver outro de igual nome, de boje em
diante se assignar Antonio Joaquim For-
nandes da Silva.
penhor de um prclo,.irij.-se rna do Co-.miudez.sn. 1 Use dir quemda.
tovello n 29 O .baixo ssign.do avis .o Sr. Anto-
JJoiii nesocio pora se ailar. nio Paes Brrelo, que o seu escrayo de na-
N3o conviiidoaoabiixo assignado contis 5e de nome Francisco que o dito senhor
nuar com a abrica de cordoaria, pelos seu- remetteu a 2 de msio do corrente anno, lai-
"fszeres, o obngseoes a que esta'encarraga-' lecau boje, 17, as 10 horas do ttM
do, tem resolvido vonder todos os utencilios molestia que ja padeca, em coiibcquenci.
da mesms fabrica, fornecendo ao compra- d qual molestia veio pan se tratara man-
dor, a arte com todo os eselarecimentos dado do mesmo senhor.
precisos p.ra qualquer pessoa poder dirig-' ** Fo"'cca":*' ,?:. .
1., nao so no fabrico do carro, como toa).1 -r Pede-se aos &******
bemlno linho, couro, e outr.s quald.dos do mais venadores da cmara desta cidade, ha-
cordagens : lambem vende hum terreno de jam por sua bondade nomer juiz de paz
trras propri.se enchuto com capacid.de, e p.ra a freguezia da Vanes, visto ter emuar-
cxlencSo precis. para se montar a fahrica. cado para o llio de Janeiro o Sr lrancisco
O baixo assignado afianc. hum lucro certo Xavier Carneiro Uns, o qual eslava txer-
i quem quiser empregirnSo muito capital condo o dito lugar.
neste negocio: As pessoas que quizerem Quem precisa, do urna ama paracas,
montar a dita fahrica no antigo estado em de pouca familia, a qual lava, engomma, c
que esleve deverao entender-se com o abaixo faz todo o servico de .menos compra p
ssignadon.caz.doSitioArac.emS.ntoA- de ru. ; dmj.-se a ra do Fogo casa n. 54. "os
m.rinho nos dias uteis alh as 8 horas da Precisa-se de nm ca.xeiro do 10 a 2 'os
. ._. ._____-___1..-. --.-,. n.,n .nh. i.rtK-. lio VAI\llD. O 111 1C I..F..II.*
do Commercio, com o resumo da extracSo da
nona lotera do tbesouro, o pelo meamo va-
por viera m eacham-so a venda os muito s-
fortunados bilhetes, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos da decima quarta lotera a
beneficio do llieatro d imperial cidade do
Niclheroy, e trocam-se por bilhetes ja pre-
miados de todas as loteras, tanto da pro-
vincia, como das do Rio do Janeiro.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:0008000 de '.
iVa caa feliz.
Dos Qu.tro Cantos da ra do Queimado,
loja de fazendas n. 20, vondem-se osafor-
tuuadus bilhetes, meios, quartos, oitarose
vigsimos, da li.' lotera d. cidade deNic-
theroy cuja lisia se espera no vapor inglez,
al o da 22 ; lambem se moslram todas
as lisias p.ssadas e se troc.m bilhetes prc-
'lesso querem tirar ben pre-
III411UIIU lio una Mielo mu. -^ ...-- ---------------- -- --- ..
manda e nos dias de guarda a qualquer hora annos, que tenha pr.lic. de vend, e que di
** O. .a... .i..,..L.ii. m Iratsr iw flilltill illl
(ador s su. conducto : tr.tar no pateo do
Terco n. 22. .
precisa-so de duas amas, urna que su-
ba bem cosohar, e lodo o m.is servi?o per-
tence'ileacosinha, e que f?i as compras.
Oulra para cozer o engommar : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 23 primeiro
guudo andar.
Leiloes.
zembro'do dito anno, no engenho Maca
no: cuja letra veto acompanhada de urna
carta que dizia, se eu nSo pagar no dito
, lempo nao liaba m.is conteoiptocSo, nem
. no pr.zo nem nosjuros; e se por por alali-
" I dade de ntto curopnr a sua promess. dentro
-- O corrector Miguel Carneiro, fara le
monodia tares feirt, 22 do corrente,,.810 de oilodJMi ver 0 seu nome por extenso
hor.s d. msnhS no seo .rm.zem n. 40 ns
ros do tnpiche, de diverso instes novo
e us.do, louc, vidros, esndieircs. linter-
nas, selios, rf logios, pistol, espiog.rdas
inglez.., a outros muito objectos que se
entregra por todo o preco: im eomo.o
meio di. em ponto irs leilBo urna porcSo
de charutos cheg.do ltimamente da Bahis
que ser entregue muito em eonto.
J. J. Pssso Jnior faz Ieilao
de 5o caixas com queijos novos de
32 cada tima, Em lotes de urna
caixa : Tiojs 18 do corrente as to
horas da manli, no Caes da al-
fandega
Avisos diversos.
- Alugs-se um sobrado de 2 andares na
rutssoguintes ru Uireit, ra do Livra-
mento.ipateo do mesmo, ra do Queimado
ru. do Crespo : quem tiver a quizer .lugar
dirija-se a ra da Praia n
55.
Arrend-se, oovende-seum.es. de
pedr. e el, tito no Monteiro, com
do os.
Manocl Luis da Veija.
> Consultorio central lioma-o- ;
as pathlco de Pcriuuubiico, |a
# Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, +
Itu. doTr.piche Novo n. 15. '4
Todos osdi.s uteis sod.rBo con- ) indar
tj sullas e remedios de graca aos po- (<$ ==?, -
fe bres, desde pe. m.nha at as duas a)i 1-iOITipras.
0 hor.s 'i. tarde. f# .
f As correspondencias o informac/Ses Comprsm-se dnus bois minaos e gor-
^ poderao ser dirigidas verbalmenle, dos, j feitos no pasto na ra Augusta, ca-
t ou por escripto, devendo odoente $ sa Ierres, junto i urna por acabar, com so-
V indicar -.primeiro, o nome, a idade, j Uto, ou nnunce.
J esl.do, profissao e constituido; te- :$ Compra-se um. cscrava, que saiba bem
0 oundr, as molestias, quotemtido, o 4 engommar e cosinhar, e no tenha vicios,
t> os remedios lomados ; lerceir, i po- # nem achaques : na ra do Amorim n. 25.
a. ca do app.recmenlo da molestia ac- #! Compra-so o dicion.rio de composioSo
tu.I, edescripcao minuciosa dos sig- $ latino, usado : quem livor, annuncie.
*) n.es ou symptom.s que solTre. #, Compra-se urna caiteira usada, para
t) Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho. f cscrptorio, quo tenha 4 a 5 palmos de com-
9^*^*ff:*P 9,9--mmm primento: na ra do Queimado, loj. de miu-
- Precisa-se alugar um. prcta que saba dezas junio a de cera n. 33.
>\ Consultorio de Instituto lio- g>
nii-niiiiMiieii do Brasil. q
CRA1UITO PARAOS POBRES.
Ra do aterro da Boa-vista n. 47.
O
Fundado pelo cirurgiBo J3o Vicente 9
Martina, primeiro secretorio perpoluo g
o
i
9
O
A do lDSlilutohomceop.tbicodoBr.sil, O
a em 18 de dezembro de 1850, dirigido O
fy pelo clrurglflo Fr.ncisco Jos Rodri- O
gues. Este consultorio est borlo to- O
' dos osdi.s uteis d.s 9 horas d. m.- ra
O
nhS t.o meio di., nelle os pobres
Paulo Galgnoux, dentista
froi.cez, orrerece seu PfMtl-
ino ao publico para todos os
pude ser procurado a quai-
qaer hora en ato cusa, na
ra larga do Rozarlo, u. ao,
m segundo andar.
- Muito nosobrigsr o Sr. arrem.t.nle
do aterro do Afog.dos nos respondendo as
seguimos perguotas: se sus srremiticao
foi com ireia ou tem de mangue, sa ierra
de mangue he o mesmo, quo ama, e se esta
tea a mesm. consistenci. par. aterro, que
Olllll HUMBIlll' .-, ..v..w v- Ku.-- s^
. receberBo consultas e remedios de
$* graca ; os que nBe poderem compa- q
" recer por causa de suas molestias ^
O serBo visitados em seus domicilios a
6 toda e qu.lquer hora do di., p.rtici- 9
O p.ndo no consultorio, ou na cas.
manila n. 88 defronte da matriz,
Q tereeira andar, na mesma. O
QOOOOOOOOOQQOOQOO
Dcseja-so saber se nesta cidade, ou em
oulra qualquer paite existo alguma pessoa
pertenente a Antonio Jos di Silv casado
a nrimeira vez nesta provincia com Hlippi
Neres tendo esta fallecida deix.ndo duas
filhas.'uma solteira de nome Francisco, ea
oulra de nome Angela, casada com Joaquim
Lopes Freires: o mesmo Antonio Josc da sil-
va p.ssou segunde nupci.s n. provincia
do CearB com Paula Jozepha Mande, o qul
tolleceu em 1786, deix.ndo du.s filhas me-
nores, Fr.ncisca com a idade de 9 annos e
Izabel de 8, e depois a viuva mudou-se para
a ribeira de Jaguaribe com as mesmas Albas,
e l residiram al 1791, e p.ra negocio de
sau inleresse roga-se a qualquer pessos
que a esto familia pertenca, ou oulra qual-
qner que della lenba noticia, dirijBo-se a
rus do Queimado loja de ferngem n. 14 p.ra
saber o que bs i respeilo.
Offerece-se um liomom de mois idide,
peone ca, au mi uiiwii, "T----------|iom.--, :r h_ r.ri rna is UBereceraa un nwianm u >< ",
p.r.pl.nl.recom.rvoredosdefrncto.po ,que|l., equ.l deltos "' ""i,?.'!! sem fllhos, p.r. feitor de algum sitio, do
preCoPcommodo: t.ata-e n. ra d.sTrin- Uml deextrah.r conduzir-seeespin .v ,r dirija.,0 a
cPheir.,n 48. primeiro .nd.r. _....._,_ l.e; &JgB'l!ZS2Sm2 ro de llot.s n. 174
Jos" atarla' Martins, morador na ra dol
Quarlelin. l3, fax lente ai peaaoas que lem
peoborc em seu poder os verdino tirar no
pro de 8 das contados da daU deile, do con-
trario o vender para seu real embolco
O Sr. Francisco Antonio d Silva, a
ru do Itoogel, queir mndr pgr -
sign.tur dete Diarlo, e em quinto nao o
flzer ver o seo nome publicado em lein
redondi. -____
Roga-se oncirecidimento eos seniiores
que lem instrumento de concert em cas.
do annunciinte. de o. vir busc.r qu.olo n-
Us : roa ds Flores n. 19.
Offercce-e par. cobran?. dentro u.
cid.de, um moso com b.stmte aclividade
do que di fiador a su. conducto : quem pre-
cis.r dlrij.-so prs d. Boa-vist. n. 3z que
se dir quem he.
-- Desappareccu no dii 14 do crreme
mez neata cidide ni rus Dire.iti ds 2 dora
par 3 os Urde, um cv.llo enc.ngalhado
com o lignae. egoinles : cestoaoo cre
e com ir on qutro ps brinco, c"s'r*'
do, msrcido no qunto direilo i quem dei-
le tiver noticia, dirija-Se praca da Boi-Tii-
t, vend n. 13. que ser lecempensido.
&SgfiSES& dp-|Cas8.m.r Garnlcr eon, loja de r
ogs ug es mTs b.ixos, ou pelo altos, sel loJoelro. ra Nova n. 1%.
como v.i f.zendo se leremo ilerrosje.in-
lojoelro, ra .
Acaba de receber pelo mvio francez Ce-
oulrosconcertos desles, pois tem i.r.um sorlimento de be.joutanas do ultimo
XTmuo todos os.ltos,aiiliBssalluraa do'gosto.ditoaderece para .enhor.s. pulceira,
Sll^.niSiial^to^PeiaPaBrtraqoe brincos, .lfinete, c.ssolet.s, reloj.nbos de
, f.zendo CdeX os carros, e carracas,'ouro com seus competenles prepares p.ra
Vil I.zeuuu, jiuuo.a ____' ,,.,, ..-k.~ r,< ,unuiti> nnrn natnnte. suissn. dito
tr.nsil.rem, ese no senhora, relojos de ouro ptente iuisso, dito
nao ser preciso I patente inglez, dito de prala dourado, e fo-
feito su. cus.' Miados dourado patente suisso, inglez, e on-
e mesmo genio de pe
CM0.il. mnn .eno ese esto oo sen contracto sont.es de pr.la, relojos de b.nc.edep.-
e.Uv.?r.ndes 'vales "o mesmo .trro p.r.|rede, muito bons Rgoladoraa. .rranlaaa
extrigir o b.rro.e rest.belecer este bom por
sreii. Asrim espera o-H*camodado.
.. Hoje sbe o Echo Pernamoucaxo n. 8a .
vende-se n. ru. estreit. do Hoi.no o. 34,
loj. do Sr. Exiquiel, e ns typogr.phi. da
Vo do Brasil.
tr.nseiins, oeulosde ver o looge, ditos de
llieatro, e um sortimenlo de oculos par. vis-
ta robusta e tnyope: vender ludo por
um preco muilo razoavel.
~ O Sr. Garoier nSo podendo vencer com
os concertde relojos,- recebeu de Franca
.. r-nxein de fra da dade: la se ichi toir"
neiini irnim ui coxeira ae ior uo ,,_,., ....
'- ^ CfSA %A --osos6 "-.SnV
publico ,o_. tondo ~Pir;5-fr.- dide:
ojos com toJ. abrevi-
l se acha tainbem um sortimenlo de
ourives e c.dinh.s de
Henriqne Rehm Irnha
SSSi''S PorD.mmPbSd0 nMa,' to* ru. l.rg. do Roz.no, veod. n. 46.
diri-
perfeitamente engommar: tr.tar na ra
do Trapichen. 3.
Desapporeceu no di 12 destemez dc(
niIIio7 palmos de trancem em meio uso
com alguus fios quebrados, com urna
moeda de ouro de 20 patacas, com algora
rolisss ; umaunelcom urna oilava da ou-
ro do lci com espelho em cima elavragem
aberta. Roga-se a pe ssoa que comprar,
sendo queira restituir, dirija-so 3 ra de
Agoas-Verdcs o sobrado Immedi.to ven-
da do Sr. Felicisno o qual pagar o imper-
te ouodeus dito pessoa e lhe ficar obri-
gado.
No paleo d. Ribeira, loj. do sobrado
u.15, engommase e lava-se toda a quali-
d.de do roup., por prerjo m.is commodo
do que em outr. qu.lquer parle.
Con8ciencia.
Jos Pereir. Cez.r, pede ao Sr. logista ,
.rae no da 3 de juoho p. p., mandou buscar
em sua loja, urna pega de algodBo azul tran-
cado americano, que tenha a hondada de a-
cusir-se, pois pessoa quoontregou a dita
peca ao ctixelro, n persuasao de que lhe
veria logo o resultado, nao pergunlou para
a casa de quem la.
Precisa-se de 200,000 rs.; sobre hypo-
theca em um predio : quem quizer dar, an-
nuncie, ou dirija-se a trsvessa doVigirio
n. 3 *
Alugi-se o primeiro andar da cas da
ru do oitao da Mlriz da Boa- Visto n. 28,
com quintal muito largo e murado : fallar
na rui do Cullegio 21, segundo indar, ou
no lirgo do Collegio n. 35.
Alugi-se umi preti, que tem todas as
quilidade, proprii para servir em urna ca-
sa de familia, s.bendo engommar, lavar de
s.bBoe osinhir : quem a pretender, diri-
ja-se .o pateo do Hospital, sobr.do de dous
nitores n. 12, no primeiro se dir quem
luga.
Precisa-se de um feitor, no sitio de A.
V. da Silva Barroca, em Bemfica : a tratar
no mesmo lugar em frente do viveiro, ou
do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de s.
Na ra larga do Rozario, toja de miudo-
zas n. 41, junto a bolica, vendum-se os
muito felizes bilhetes, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos, d. decima quarta lotera da
cidade de Niclheroy, cuja lisia chega no
vapor inglez, ale o dia 22, pelos prerjos a-
baixo mencionados, na mesma loja se mos-
lram alista da decima primeir. lotera do
Santissimo Sacramento, e se trocan) os bi-
lhctes*premiaJos.
Piceos, pagos sem descont.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Qu.rtos 5.600
Oitovos | 2,800
Vigsimos 1,300
Lotera to Rio de Janeiro.
Aos aotooojooo de rs.
Na praca da Independencia n.
13 e i3, loja de calcado do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do Recife
n. 46, loja de miudez*s, vendem-
afortiuiados billictes ,
-- Compram-se e veniiem-se escravos, e
recobem-se de commissao,lanto para dentro, I se os ,
udin",'o^brS'o.' RSLtUs? 'om se I meios e cautelas da decima quarU
levar juros, sendo de bonitos figuras: n ra
dasl-arangeiras n. 14, segundo andar.
Compra-se urna escrava, perfeita en-
gommadeira o coslureira, para urna encom-
menda, o urna molslinha, ou negrinh. de
bonita figura, com 10a 12 annos, sem vicios,
nem achaques: na ra larga do Rozarlo, se-
gundo andar n. 28.
Compraai-se escravos de 18 a 25 an-
nos, par engenho : no paleo da Penda, ca-
sa do Sr. Jo0o Pinto Regis de Souza, ct>-
r o comprdor que s oslar nesto cidade
por estes 4 dias.
Compra-se um cordSo de bom ouro,
tendo 3 ou 4 voitas, pouco usado : quem ti-
ver, annuncie. .
-- Compram-se escravos com ollicios de
ferreiro, carpinteiro e pedro ro, assim como
moiecoles o molecas de 14 a 20 annos e mo-
cambas com debilidades : na ra do Colle-
gio n. 25, primeiro 4ii lar.
Compra-se urna prela de 18 a 20 an-
nos, de boa figura, bo. conduta e inlelligen-
le, p.r. se empregar em negocio de ru.- n.
ru. de Apollo n. 12.
Compr.-se um dicion.rio de portu-
guez pV francez, o de fr.ncez p.r. portu-
guez : na ra do Crespo, loja n. 2.
Vendas.
Vendem-so 4 posde aroeir, doser-
t3o, com 29 1|2p.lmos de comprimento e
bstanle grossos proprios pin fusos do
prens de algodBo, e para oulra qualquer
coust, por cusa d. sua boa qualidade : na
ra de S. Contalo n. 29, das 2 doras d. tar-
de em dianle.
Fnrinha de S. Mnthcus.
De superior qualidade, vende-se a bordo
da sumaca S. Antonio, fundeada em frente
do Collegio, ou ao lado do Corpo Sinto, lo-
na ruad. Cadeia do Recife n. 42, primeiro ja de massames n. 25.
-- Vendo-se um lindo moleque de 20 an-
nos, proprio p.ra todo servido, e urna bo-
nita escrav. de idado de 22 annos, de cxcel-
lotera do Ibeatro de Niclheroy, e
s3o pagos sem descont quaesquer
premios que nelles sahirem, e pe-
lo vapor inglez vem a lista da mes-
ma lotcria.
Bilhetes
Meios
Quartos
Uitavos
Vigsimos
22,000
11,000
5,5oo
a,8oo
i,3oo
andar,
A pessoa que annunciou que-
rer comprar um dicionario de com-
posico latino, usado : sendo que
queira um novo e barato, diriji-
se a loja de livros, no pateo do
Collegio n. 6.
-- Francisco Machado Brindeiro, subdito
portuguez, vindo da villa do Brejo, onde es-
leve moitos annos como caixeiro, relira-se
pira o Rio de Janeiro.
Antonio deSouzi Leo, iviz a senho-
ra viuva do fallecido Mathias Carlos de
Araujo, que seu fallecido marido deixou em
.'Oder do .nnnunci.nle < qu.ntia do 28A0
rs., e mtis um quartau, como talvez a men-
cionada sanhora ignore, oque agora se de-
clara, por isso recommenda-lhe que pode
mandar ao engenho Moreno receber os ob-
jectos cima declarados.
Sao de llamburgo.
Frequenlementc acontece entre nos, ven-
derem-se e.lug.rem-se bixis ja cansadas,
e qne nSo f.zem maior sangra do que a de
um percevejo, por um pre^o exorbitante ;
por isso, quem as quizer boa e vigorosas
as achara, recentemente ebegadas : n ru
estreili do Rozrio n. 13, padaria quo foi do
Cunda, sonde se vendem, e alugam-se por
menos do que em oulra qualquer parte.
Alugam-se duis canoas, sendo urna de
erg. de 600 lijlos, e oulr. de milbeiro de
alvenaria groes: quem dol. precisar, en-
tendi-se com M.noel Firmino Ferreira, ns
rui di Concordia, ultimo sobrado ao sol.
A pessoa que quer comprar o diciona-
rio da compoicBo lalioo : dirija-se itr.s ds
matriz da Boa visto n. 22.
Jos Goncalves Villa Vards, faz scien-
te ao publico, que d'on em viole >e assig-
nir Jos Gooc.lves dos Siotos.
lente conducta : na ra da Praia n. 43.
-- Vende-se vinagro aromtico para lim-
par os denles, conservar as gengivas um
frasco por 1,000 ra nova loja n. 2.
Vendem-se gigos com i ar-
roba de batatas, cada um, peloba-
ralissimo preco de 4o "s- ; este
genero he recommendavcl para o
consumo das familias, nSo s pela
boa qualidade, como pelo preco: a
tratar no armaiem de Antonio An
nes, caes da Alfandega n. 5."
Vende-se um prelo, sem vicios e de
muito boa estatura : no Aterro da Roa Vis-
ta, vend. n. 54. Adyerle-so quo est.r
a venda por estes 6 dias.
Vende-se um molatinhoe umi molali-
nha de t4 annos de id.de, sondo mola'.i-
nb. de muito bonita figura; o. roa do Quei-
mado, loj. do sobrado amarello i>29,
Vende-se urna escrava boa cosinbeir,
lava bom de sa bao c varrela, e de boa con-
duta ; um negriobi de 12 annos, de linda
figura, com principio de costura e engom-
mdo : ni rui do Fogo o. 23.
Bfe Vendem-se os niais mocr-
asss\rios e de superior qualida-
dc, chapeos de castor branco, che-
gados recentemente pela galera
ingleza Linda: na ra Nova n. 4't-
fabrica de chapeos.
Vendo-se feijffo molitinho novo, 1280
rs., a cuia; no paleo do Croo, venda no-
va n. 2.
Vende-se, na ra do Amorim n. 36, sac-
cas com boa farinda, por prego muito com-
modo ; a ella antes que se acabe.
~ Vende-se fcijSo de tres qualidades, por
prego commodo, vindo do rio de S.Fran-
cisco, proprio para michos o pira casas
particulares, por ser novo e muito secco :
no Caes do Ramos, armazem n. 2.
Lotnia do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na iu.ii.Ni Ja Independenci., loj. n. 3, quo
volt, para a ra do Queimado e Crespo, ven-
dem-se os muilo afortunados bilhetes ,
meios,quartos, oitavos e vigsimos dado-
cima qu.rta lotera a beneficio do theatro
da imperial casa do Nictheroy, que se espe-
ra a listo no dia 42 do correle, pelo vapor
inglez : na mesma toja so mostrara as listas
das loteras corridas.
Nti ra do Gabug n. 1 a, ven-
dem-se cartas francezas, finas, pa-
ra voltaretc.
Vende-se muito bom milho, medido,
e familia da trra, por muito commodo pre-
go : na ra larga do Rozario n. 52, e as
Cinco Ponas n. 32.
Aos Menhora* inarrineiros.
Vendem-se carros dourados, pan ps de
mesas de jantan na ra Nova o. 16.
I'iirn uiiniiir-.
Vende-se umi porc,3o de bolachas, pro-
prias para animaes, por ser muilo em coola:
na ru. larga do Rozario, pa laria n. 48.
Os hal:iiu- euscondcciiiliasdc
si 11 lu.
He chcg.do osorlimonto de condecs e
h iliiins, que se mandou fazer a capricho,
sendo de lodos os tamaitos, e at de diffe-
rentes cores, como os freguezes poderao
ver : na ra cstreita do Rozario o. 13, pada-
ria quo foi do i'.nnh., aun,le se vende por
b.ralissimo prego.
Vende se rap de Lisboa, om frascos,
vindo pe. barc. Ligelra, os senhoree fre-
guezes que estam scosliimados 1 tomar 1
boa pitada, i.."i,i deixarBo de mandar bus-
car : 110 largo da Assembla o. 4
4 l'iua iiageiui. ?
4 Vendem-se destes chapeos, de su- >.'
0 perior qualidade, por bar.tisiimo #1
m prego: ni priga da lndependencii, tt
f loja do chapeos de seis portes. ?
^Cw**Sw#wo*)wo'wa'fJfJt
Continui-se a vender, na loja di rui
di 1'mlea n. 40, bilhetes, meios ditos, qu.r-
tos, oitovos e vigsimos da lotera do Rio de
J.neiro, pelos prego cstobelecidos.
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000 ds as,
N ru eslreito do Roxrio, t've.i do
Queimado, loja de miu laxas n. 2 A, de Joa-
quim Francisco do. S.nlos Mai, vendem-
se o muito afortunados bilhetes, meios,
quartos, oitovos o vigsimos da decima
quarla lolena beneficio do thoalro da im-
perial es de Niclheroy. que se aspen a
li.t. no di. 22 do corrente, pelo v.por in-
glez ; na mesma loja se uioslr.m IS listas
das loteriis corridis.
ni ADO
toasata
p'-m


Vendem-se as sfguintes ae-
mentes:
dr al,os, duas de dlla inglea, dilaj de ra-
binos encarnada, ditas branca, dita de cc-
bolaf de Selabal, ditas de alface allaina,
ditas rt| olbuda, ditas de core trinchada, di-
ta* de seoc-ura ainarella, dltaa de chicoria, di-
la de coentro de loceira, dita de salsa, dita
de lmale grandes, dita de repolbo, dita de
esninafrr, dita de piplnella, ditas de aipo,
feljao, carrapato de Ir qualidadc, ervilhas
tortas e dlrrita, rabanetc encarnados c bran-
cas: na ra da Cruz n. 46, defronte do Dr.
Coime. Ka mema casa vendem-ac queijos ln-
gleze inulto frescacs.
Deposito de caiepotassa.
No armazem da ra da Oadeia do Recite n.
12, ba mullo auperlor cal de Lisboa en pedra,
asaliu como potaata chegada ltimamente a
preco multo rasoaveis.
Cniibrala de >riii. a (>,ooo rs.,
o corte.
Na loja de CuimarSes & Henriques, ra do
Crespo a. 5, que volta para o Collegio, ven-
dam-se neo corles de cmbralas de seda,
peto barato prego de 6,000 rs o corte, esta
azenda be de gostos inteiraniente novos.
Arados de ferro.
Na (undicSo da Aurora, em s. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Munida superiores.
Na fundigo do C. Starr i Companlila,
em S.-AmaiO, acham-se venda moendss
de canna, todas do Ierro, de un modelo e
coostrucelo milito superior
ty. Algodao para saceos. (fc>
> Vende-se muito bom algodao para V
v saceos de assucsr, por precocoramo- v-
s" do : em casa de Iticardo Itoyle, na t
^ ra da Cadeia n. 37. #
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
tnuit'stipcrior cal nova em pedra,
cliegada tillimamcnte de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito na' fabrica le Todos os
Santo* na llahia.
Vcnde-se.em casa deN. O. llieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodao transado da-
quella tabrica, muito propno para saceos de
assuear e roupa de escravos, por prego com-
moao.
ombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repino
pndulas c picola para cacimba :
na ra do lirtim ns. C, 8 e 10,
iundicao tic ferro.
Arados de ferro.
Vendcm-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com canibSo de sicupira e bracos
de ferro .- na fiindicao da ra do
Jirnm ns. (J, 8 e 10.
Vendem-se relogios de ou-
ro cprala, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Vcndem-se amarras de ferro : na ra
da'Scnzalla nova n. 42.
Aloinhos de vento
com bombas de repuebo rara regar hortas
d baixas decapim : vendem-sc na fumligio
le liuwman 6; Me. Callum, na na do ISrum
ns. 6, 8 e IU.
Tccido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Sanios.
Na ra da Cadeia n 5a,
vendem-se por atacado duas qualidadcs
proprias pata saceos de assuear e roupa de
tscravos.
TntXMl para i-iisenlio.
Na tundicilo de ferro da ra do Iirum,
acnba-se do rereber um completo sortimen-
to de taisasdo 3 a 8 palmos de lincea, as
quaos acliain-se a venda por prego eoin-
nodo, e com promptidflo embarcatn-se, ou
rarregam-se cm carros sem despezas so
comprador.
AGElNCIA
da fundirao Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Neste cslabelecinicnlo conti-
na a baver um completo sorti-
incnlo de moentlas o mcias niocn-
das para engenho, machinas de
trntes arvoredos de fruclo: na rui da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de did andar,
fura radical.
De erysipeU e rheumitismo, com enchi-
(.'.to, ou sem ella, se|a antigo, ou tnodertio,
preservativo contra rotaras e quebraduras,
e modo de fazer teu uso, cora raoical dos
testculos, sem sofrer operadlo, nem dor
alguma, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erysipetas, ou bydroceles ( a-
goas), os remedios para todas estas moles-
lias : veude-se smenle no Rio deJnin,
na ra do SabSo n.27, e em l'ernambuco,
na tua do Collegio n. 18, botica de Peixoto
c. Pinto, acompanha os ditos remedios a tna-
neira de fazer seu uso e dietas que dovem
ler as pessoas quedolleslizcrem uso.
Veiide-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Gli preto, .
Chumbo de municao,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J, Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Vende-se cobre, e metal ama-
relio e prego para forro de navio; por preco
commodo, em cata de A. V da Silva Barroca
ra da Cadeia do Recite n. 42.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olerece umitas garantas
a seus donos : na ra da Cadeia do
lenle n. 51, primeiro andar.
cores Oas, pelo barato preco de 4,500 rs., a
peca, assim como casimiras de algo Jilo, a
1,800 rs., o corto.
Vendcin-seflonas largas a imitarlo das
da Itussia, muilos fortes, por serem de li-
nbo, proprias para encerados e camas de
vento, pelo mdico preco de 93,000 rs., ca-
da urna pega : na ra do Trapiche novo, n.
18, segundo andar.
Na loja de .lose" .Joaquina Alorel-
ra te. Cotnpaiililu, na ra Nova
n. v
Vendem-se camiiinbis de esmbraia, com
suas golinhas, ludo muito bem bordado, e
do mclborgosto pbfsivel, pelo baratissimo
prego de 2,000 rs., smenle, cada urna,
flu pro de sol.
Vendcm-e capeos de sol de panno com ai-
teas de balda pelo preco de l90 r., dito de
juuco a 1/2X0. Na meaina casa leiu um aorti-
mento do mcsinos objecto, tanto para ho-
mem e senhoras, como para menino e meni-
na de escola,: na ra do Palelo n. 5.
A 4,000 rs.
Vendem-se casemiras de cores, de excel-
lenles gostos, pelo baratissimo preco de
4,000 rs., o corle: no aterro da Boa Vista,
loja n. 18.
Cera de carnauba.
O nial auperior que ha oeste genero, ven-
de-ac .ni porco e a rctalho : na rua da Cadeia
do Recite, loja n. 50 de Cunha Si Amorim.
Sao baratissimos.
Vcadem-sc sapatdes de carneira multo pro-
prios para o enverno, por nao sujarem a cal-
cas como acontece com os de graxa, peto bara-
to preco de 11/80 ra.j na rua da Cadeia do Re-
cite n. 0, loja
Vellas de stem-ina.
Vendem-se estai vcllas da nirlhor qualldade
poasivel a iG rs. cada caisinha de 25 libras,
trata-se com A.C. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recite u. 4l,
Vendas.
Vende-se vinho Cbat la Hozty Cognac, em
caixas ile urna duzia (le garrafas, cobro em
l'olhas, zinco em ditas, serveja de llavieria,
ludo barato .' no ariKazem de ('. I. Astley &
Companhia, na rus do Trapicho n. 3.
^??????3i)(f*i(!>(i>
Na loja do I. I,. I!. Taborda, rua ilo
f$ Crespo n. lOvendem-se riscados azuis 1"
de qualro palmos de largura a 120 %
i* rs. o covado, e sarjlo,' fazenda no-
va para prelos a 220 rs. o covado, e
*9 iiniis largo de 4 e meio palmos a 6>
320 rcis, assim como palilots de ffi
I'um a ."i o o. pegas de algodao avaria ?
* ilu
? Mu
4
ontra qualquer parte : trata-ae a
bordo do brigua Rovo Lobo
deironte do caes do Ramos, ou
com Oliveira Paira & Companhia,
na' rua do Trapiche escriplorio
n. 5.
-- Vendem-se esleirs muito boas, nSos
pela boa qualidide, por serem dobradas,
como pelo sou lamanho, ptimas para se
lor om urna sala : na rua do Livramento, lo-
ja n. 11.
Vendem-se 2 lindas tnolatitlhas, sendo
I de 18 annos, que coze muilo bem e en-
gomma, est grvida de 4 mezes ; 1 dita de
lobunos muito alvinha e qne cote muito
bem; 3 pelas que engommam e cozlnbam;
Udilas boas quitanJeiras; 2 ditas de meia
idade; 9 ditos de meii Hade, bons ganhado-
res ; 1 dito de elegante figura, non para
cadeirinba e bom ganhador 1 dito de30
annos, que so vende muito em conta por ler
defeito : na rua da Cadeia do Recife o. 51,
primeiro andar.
Para palitos, a i.......rs.
Na loja da rua do Queimado n. 17, ven-
dem-se casemiras de cores mescladas, pro-
prias para palitos e sobrecasacos, pelo di-
minuto preco de 1,000 rs cada covado, e
alpacas mescladas, a 800 rs., o covado.
ACIDADKDEPARLS.
YaVvAVCW.ct jik ^v,
Vende-se a lavern, sita na Iravessa do
ttiquo n. 24, tambem stfaz a vantagem de
tirar lodos o* elTeitos, Ocando so o compra-
dor com o que Ihf confiar, e tem meis a
grande vantagem da amagan ser pcrlencen-
**!V***^4S >< *
4 Na loja do sobrado amar' lio, nos ?
A Qualro Cantos da rna doQ irimado, 9
H tem para vender, um completo sorti- #>
4 ment de modernos enfettes para se- f<
4 nhora, cousestindo em romeiras, ci
Smizinhas, golas, punhos e mangul- *
tos de cambraia do algodo lina e de A)
4 linbo, com lieos bordados e por pre- $
co muilo em conta.
lina do Collegio n. 1.
Novo sortimento do chapeos de sol, para
liniiieiii e senhora, a saber : chapeos de
sol de seda, JrtMCo de baleia, de 4,500 rs.
para cima; di.os ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
ni.ir.in de baleia e de ferro, de 1,fi00 a 3,200
rs.,- ditos ditos de armado de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timento de sedss e pannos, em pegas para
cob'ir os mesmos, baleias para vestidos e
espaitilhos de senhoras. Concertam-se lo-
^.dasisqualidades de chapeos do sol, tudo
a 1600 0 2,000, lambem anda res- com perfcirflo e por menos p-eco doquo cm
lalguus chales de seda de 4,500, Inutra qualquer parte.
Vende-se, por prego commodo, um so-
brado de um indar, com muitns commo-
dos, na rua Pirelta n. 121 : a tratar na rus
da Cadeia, dt fronte do tlieal/o de 8. Fran-
cisco, loja do ourlves.
Vende-se urna casa torrea, com chSos
pmprios, livre e desembarazada, na rua ln-
reita dos AITogados, por prego muito com-
modo : a tratar as Cinco Pontas n. 84.
Sempre lia muito buns e.-cravos para
se veiiilorem, por prego mais em conta du
que em outra qualquer parle, e nao se oc
eullflo as molestias, vicios e achaques dos
mesmos, sabendu- se de lies : na rua das 1.a-
rangt'iras n. 14, segundo andar.
Vendem-se, por commodo preco, al-
queires de tremossos de muito boa qualida-
de : na rua da Cruz n. 21.
Vende-se um piano pequeo, bonito,
em bom uso, propno para se apronder, e
muito em eonta : no paleo do Torco n. 139.
Vende-se urna prela moga, reculhida,
bonita figura e possanta, a qual faz lavariu-
to, cose, engnmma, cosinlia e mais arranjos
de casa, istocom toda a peifeiclo possivol,
cuja conducta o habilidades se alianglo : na
rua larga do Hozarlo, loja de niudeziS nu-
mero 35.
vapor, e Inixas de ferro balido e
coado, iie todos os tamaitos, pa-
ra dito.
I: a i > onsn dr ,1. Kriiii & Com-
panhia, na, i n .i l.i Crui n. 55, cha-so a ven-
da oexcellcnloc superior r'niliit du Un
relias, em barns de 5.', he muito recom-
mendavel as casas rslrangeiras, como r.
cellviili: vinliopara pasto.
PKMrlNPfVfff ffyffffVfff
Arados americanos.
vj Vendem-se arados americanos ver- J|
> riaileiros, rhegados dos Estados- :> Unidos : na rua do Trapiche ti. S. -.
A**AA4AftliiAA^'%A
Vende-se,superior cognac velho, em
barns de 121 24 cariadas : na ni da Cruz
n. 55, casa de J. Keller c. Companhia.
-- Vende-se gesso em barricas, viudo no
ultimo navio rhegado de Franga, temlu ca-
da barrica SO arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
Cera de carnauba.
No armazom de Domingos Rodrigues de
Andrado Companhia, na rua dosTanoci-
rosn. 5, vende-so superior cera de cania ti-
lia, ltimamente viudas do Arara!), cm
porgan e a rctalho, por menos prego que
em outra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Vende-so n (averna n. 8, da rua do
Rangcl, mullo arreguezada pira trra e pa-
ra o mito, c muilo vantajnsa, nflo s pela
elegancia da nrmagao, como por esta per-
teni-er a cosa c ser commodo o alugucl: tra-
la-se no mesmoeslal clccimenlo.
Ko armarem da rua da Mocda n. ?, enn
liama-ae a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande dosul, c opreco
em conta.
Agencia de Edwin Maw.
fta rua de Apollo n. ti, armazem de Me. Cal-
moDlSt Companhia, acha-se constantemeDlc
bons sortimento de taixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como funda, inoendas in-
eiras toda de ferro para animaea, agoa, etc ,
dita para armar eui uiadelra de todos os la-
manho c inodellos o mal moderno, machina
horifonlal para vapor, com terca de 4 caval-
los, couco, passadeiras de ferro estanhado
para caa de pulgar, por menos preco que oz
le cobre, escovcoa para navio, Ierro ingle
lauto em barra como em arco l'olhas, e tudo
por barato prego.
VeiiiiL-sc.iiM) grande sitio no lugardo
.ara curar da phtysica cm todos os seus
differentcs graos, ou motivada por consti-
pagOos, tosse, asthnia, plcuriz, esearros de
sangtie, dr de costas c pcitos', palpilag.To
no coragSo, coqtielucho bronchilos dr
de garganta c todas as molestias dos or-
glos pulmonsres.
Do todas as molestias que por heranca fi-
liim un ruin humano nenhuma baque
mais dcstrtiitiva tenha sido, ou quo tetilla
zonibado dos esforgns dos homons mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmentc conhecida por moles-
tia no bofe. Em varias pocas do se-
culo passado, tendo-se offerecido ao publi-
co dillcrentcs remedios com alleslados das
extraordinarias curas que elle tem fcilo ;
porm quasi que cm lodos os casos a ilusiio
tem sido, apenas passageira eo doenlc
torna a recahir cm peor estado do queso
achava antes de applicar o remedio liio re-
commendado ouiro tanto nu acontece
COOI es te extraordinario
Xarope de bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomeados pelos
Snrs. I!. C. Vales c. Companhia agentes
geracs DO lo-de-Janeiro nuidar.-ini o de-
posito deste xarope para a botica du Snr.
Jos Mara ti. llamos, na rua dos (Juarteis,
ti. 12, junto ao quarlel do policia, onde
sempre arharao o nico, c verdadeiro, a
5,500rs. agarrafa, o a 3,000 rs. mcias gar-
rafas.
te Chapeos de sol. ^%
WE Rua do l'assoio.n 5. ^^
Nesla fabrica ha presentemente um ric
sortimento destes objeclos de todas as c'
res e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por pregos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom goslo: estes chapeos
s3o feitos pela ullima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rctroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas c
panninho imitando sedas, para cobrtr ar-
magoes servidas : todas estas fazendavne s-
dem-se cm porgSo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
haslcas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapos de sol,
de marca maior, de panno e de soda, pro-
prios para feitoresde engenho, por taran
os mais lurtes que se podem fabricar.
~ Vende-sc manteiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dita franceza a 560 rs., a libra;
cate ca grao, a 160 rs., a libra; cha, a 1,920
rs., a libra; dito, a 2,i00 rs.; nevada, a 100
rs., a libra; familia do Maranhoo, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 e 9 cm libra,
aSOOrs.; toucinbo, a 240 rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.; hulachinlia ingleza
nova, a ^00 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a (40 rs., a garrafa ; dito em ca-
adas, a 2,560 rs., o outros mais gneros .-
na rua da i'raia defrontc da ribeita do pei-
xe n. I.
Panno Unos de todas nsiiua-
I titules.
\j mu dn Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-sc panno tino
preto, a 3,000, 3,500, V.000, 4,500 u 5,000.
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., o muito su-
perior, a5,ti00rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
ililii muilo claro, a 4,000 rs. ; dilo cor de
rap, a 3,000 c 3,5u0 rs.; corles de casimi-
ra preta.a 5,000, 6,000 o 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,100 rs., o outrus fazuudas o mais
barato possivel.
Xovn pfeMneha.
Corles ilt casia ehita, o ^,000 rs.; ditos de cAi-
la inleiros com \ ovudos, a 1,600, 1,8001
2,000 rs.
Na loja da esquina da i ua do C'CSpo, que
volla.para a Cadeia, vrnlcni-se cortes de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chiti, a
1,600, 1,son e 2,000 rs. ; ditos de oamhiaia
branca com listras do cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes de colele
de Instan do ultimo go.-to, a 1,600 rs., e ou-
Iras muitas fazeudas por prego commodo
**** mmm a ma : 5,000, c 6.000 rs. ; fazenda boi assim
como mi i in muilas fazendas haratBS
? e proprias para a presente eslaglo. <*
( HA BKaMLIIKO.
Cha hrasileiro, em lilas de urna libra, a
2,i:00 rs., cada urna. Que n, considerando
que o cha da l-idia he preparado com o ail,
e seco denirodc vasilhas do cobre, e por
consequencia imprgnalo do materias ve-
nenosas, quo MI'-cU'ii a .-. indo, nSo prefe-
rir de certo o cha hrasileiro, '|uc he pre-
parado de um modo muito simples, o seco
sobre laminas de ferro, tornaiido-so por li-
so mesmo muito saudavel ? Vende-se no
paleo do Collegio, casa do livro azul.
Vende-se urna armagSo e mais pcrlen-
ces da lavorna do becn do Monteiro n. 6, faz-
se lodo o negocio : a tratar na rua do Viga-
rio n. 14.
-- Na rua da Cadeia do Recite n. 5V, veu-
de-se por diminuto prego o seguinle : -- I
lancha, 1 bote em bom estado, I crenle
do ferro pr.ra navio, 1 amarra groga de ca-
bo do linbo, I porgilo de ferro ocavilhas,
que fui de navio, urna porgo de tuboas do
ainarcllo, proprias para ma eineiro, por es-
laretn bastantes secas, 2 parulhas deeuibo-
nos de cedro, para barcaga e urna porgao do
caixas de fulhas de indres vasi.-s.
(antois Pailhetrk Companlua.i
w Cotflinua-se a vender no deposito v
L- geral da rua da Cruz n. 52, o excel- &
8 Hite o bem conceituado rap areia I
If prela da fabrica de Cantois l'ailhel o: fe
H Companhia da Uahia, em grandes e 9
m pequclas purgues pelo prego oslabe- $1
| lecido. I -
IwmwBwmtix: :wm*mm"*imio
. Vcndem-se duas escravas, sendo umi
prela moga,que coze, engomina, lava, cozi-
nha.e faz mais arranjos do casa,c urna parda
Manguind, quo lica defrontc dos sitios dos taoiliom moga, cun as niesaias habilidades,
srs. Canii-iros, com grande rasa de viven-' islo para liquida;So, por isso om conta : na
da, de qualro aguas, grande scnzalla, co- i rua l.ar-ga do Itozario, loja n. 35.
cheira, estribara, baixa decnpimque sus- A l$5od r.-i., apeen
i- Na loja peruiiiiiliiicana du ,
y rua lo Crespo 11. II. -0
Vende-se metnopelo para palitos, Jj
(? caigas, jaquetas, saias, timOeseuu- i%
Iros inisiei es, em perfeilo estado, pe- -i
til lo baratsimo prego, do 400 c 500 rs. -
fr o covado. ,'j)
ih Vendem-se um piano novo com muito
beas vozes, urna cama de Jacaranda, um bas-
tidor de bordar, o um vestiJo de senhora
a o lar a cavallu com jaqu de volludo, ludo
isso com muito pouco uso, e por prego mui-
to commodo : na rua larga do Rozarlo n. 2f
armazem de louga, se dita quem vende.
Milla KaniOS & C., rua Nova n. 6.
Vendem-so ricos cspolinlios de autim ma-
co bem guarnecidos de tranca e franja, di-
tos de chmatelo de listras, ditos de tlela
e de i i preto, o prego faz conta ao com-
prador,
Polassa da Itussia.
Vende-se polassa da llussia, recentamon-
te chegada, S de muito superior qualidade ,
na roa do Trapiche n. 17.
M Na loja de 1.1.. I. Taborda, rua do ^
Crespo n. 10, vendem-so pegas de tna- g
M dapolo, a 2,240 rs., da marca bor- t)
,;S blela. ,_,
:..^..r-._: .J ^.iSSSiSi^
-- Na rua da Aurora n. 32 venJem-sesu-( perior queijo pralo a 640, latas com 4 libras
de bolaxitiha dcararuta feita no Rio, o viq.
da pelo ultimo vapor, 2,400, familia de Ire
go superior para plo-de-l, 100, gomma d-
araruta, 160, tapioca, 120, sevadiuha, 160.
Novo -ni iimun. de ia/.cnila-, na
loja da rna do Crespo n. 6.
Cortes de cassa chita fraceza, de cores fi-
las, por 2,000,2,400 o 2,800 rs. ; ditos de
e iiiiln aias desalpicos, a 3,600 rs. ; cortes
de chita de bom gosto, a 1,920 rs., com 12
covades y cassas i.'cquadros para babados,
com 8 l|2, a 2,400 rs., a pega ; alparka de
cordita mallo lina, a 800 rs., o covado, o
omitas oulras fazendas por barato prego.
Aluda nial* pccliinclia.
Cortes di casimira prela, lina, por 5,000
rs. ; dilos de cores, a 6,400 rs. ; brim bruj-
eo lrangado.de lindo, a 1,800 rs., o corte de
caiga; dito escuro, a 1,600 rs.; dilo de lis-
tras, a 2,000 rs. : na rua do Crespo u. 6.
I a i i n iia tontuna
Vende-se farinhu fontana em barricas ,
muilo novae de superior qualidadc : a tra-
tar com Manuel da Silva Santos, no arma-
zn do Atines, no caes da Alfandega.
Vende-so urna casa terrea com quintal
e cacimba : na rua da Cuia n. 23; a tratar
na rua da Aurora n. 32.
- Vetide-se urna vacca parida de pouco,
boa leiteira e acostumada ao pasto, e ove-
Ihss paridas de pouco i na Soledade sitio do
Sr. Ilerculano.
Vende-se o novo Atlas geographico,
por M. li: tu-, com 60 e tantas cartas, vida de
Jess Chnslo, vida do S. Vicente e varios
compendios para as aulas, por menos do
que em oulra qualquer parte: na ruado
Crespo n. II.
iT?ltlrii*^i"r v'3!
Paro, pageiis. j*
& Chapeos enverniaados para pagens, Sf
Di do fOrma moderna, e de superior qua- jg|
IQ lidade : veudem-se no pateo da tua- ...j
M triz, loja de sirguciro n. 2. B
Vende-se larinba de maadi-
Cliegucni a pcxlncha alfoi>.
covado.
Vendem-se chitai de acento escuro c cor de
cate de bonitos padroes e cores fitas a melhor
i i/ ii la para vellidos de casa a I0 rs. o co-
vado, d.-io-se as amostras com peuhor : na rua
do Queimado n. 8 loja defronte da botica.
Vende-se um luolecole, de Angola iade
25 anuos bem ladino, cozioha bem, e buin
para qualquer servico, rua Dlrclta o. 69.
. Vendcm um bonito pardo de elegante
figura pCrilimoollicial de pedrclro, e ptimo
para um pagem e de boa condncla: na rua da
Cadeia do Recite n. 5l primeiro andar.
Na rua Nova n. 6, loja de Mala
Hamo & O. araban de clieglll'
de Lisboa na barca llgelra as
M-uiiiiili obras, que s vende-
rn a ilinhi iin a i i-ta. por inc-
ln- do une cm outra qiialquer
parte.
s mile um phanlasmas por A. Domas 4
volumes, Jorge ou o capito dos piratas 2
volumes, Itevolugo franceza por Lamartine
do atino de 1848 4 volumes, Arco de S. An-
ua pnr Alrnei.l i I,al re! 2 volumes, a impu-
reza, a soberba, a invej, a ira, por E. Sue,
Dos oquor pelo visconde de Alencourt I
volumo, fbulas de La Kontaine 1 volme,
manual da saude de 1850 por Raspaile 1 vo-
lme, ensaios de critica 1 volume, o sptico
1 volunte, o menino perdido 1 volume, a
rola da forluua 1 volume, arhorismos e
pensaineiilos moiacs, religiosos polilicoa
o philosophicos, porlugual piloresco com
estampas pelo Fernando Diniz 4 volumes,
historias dus inquisigdes 2 volumes, a vir-
gem da polonia pelo conselheiro Raslos 1
volume, me iii lenes ou discursos religiosos
pelo conselheiro Bastos 1 volume, Raphael
pagem da juvenltide 2 volumes, salamandra
3 volumes, o cav.lleno da casa vermelha
por A. Domas 6 volumes, civalleiro de llar-
mental por A. li i nas 4 volumes, secretario
porluguez I volume, bealrizou oaventurei-
ro 2 volumes, o bom menino por Cesar Can-
tur 1 volume, os myslerios da policia e das
( a" iMiJiiiicliu untes queso m
> acabe. 4
O Cortes de casimira de lindos pa- 4
| dies, pelo diminuto prego do 6,000 : 4
* na rua do Crespo n. 10. loja delgua- 4
D ci Luiz de Brilo Taborda. 4
Fivelas dourudus, a 160 rj.
Vendem-se flvelas, tanto douradas, com
pratoadas, para caigas o colotes: na rua du
Queimado n 16.
Mullas para grvalas.
Ven lem-so mollas pira grvalas, a 600
rs.; Iinlias de carritel de 200 jardas, a 60 rs.,
o e.irrinho : na rua do i.liieiinailu 11, 16.
Cucgiicni a pechiucliu.
Feijo miilaiinliu novo 440 rs. a cuia,
cafe a 160 a medida,azeito de Lisboa a 500 rs.
a garrafa, queijos novo a 1,250, vinho do
porto a 240 a garrafa,manteiga nova a 520 a
libra : nflo so pOe duvidl dar as amostras
dos elTeitos mencionados: na esquina da
rua de S. Jos, venda de 4 portas 11. 2.
-Cal de Lisboa.
Vende-se a melhor cal de Lisboa muilo
nova, chegada ba poucos diaa na Barca Li-
geira, e por preco muito em conta : na rua
do Vigario armazem n. 7.
MfMvfMMMfMftf
f Vendem-se o verdadeiro cbaropede 4
t pontos de embsiba composto e prepa- 4
? rado pelo pharmaceolico Jos da Cruz 4
flf Santos: na praga da Hoa-visla botica 4
?. n. 32. Este charope he eOlcaz contra 4
f os catarros pulmonares, agudos e 4
i: cln nicos, lysiros, coqueluxo e mo- ,$
4J lestias de coragao; na 11 c.-ma lam- t
f bem se vende remedio contra os em- -
bnagados,o qual ja experimentado J|
# o seu evidente cli o do tirar com- 4
te pletameuteo vicio le muilos eslSo 44
te sujeilos. .
Vtnde-se ago de miiao verdadeiro, om
grandes uu pequeas porgc* em casa de
Me. Calmonttc, praga do commercio n.
II, ou no seu armazem de machinismo na
rua de Apollo o. 6.
tos de mar lint .* no pateo do Col-
legio, casa do litro aiul.
Vende-se superior papel de machina,
lanto atol, como brinco, proprio para car-
torios, ou escriptorios, a 3,000 r., a reama:
ua rua do Quemado, loja de ferragens nu-
mero 37 A.
Attencao.
Veode-sea 9,000 rs., cada una, ptimas
espingardas de espoletas, ingleza, di um su
runo e de boas mulls, is quaesao linas e
compridas, e pessois que tem comprado,
leem alucinado que alcmgam bastante, e
que silo nuito certeiras de chumbo : na rua
do Queimado, loja de ferragens 0.37 A.
o lJawio Publico, loja
h. II, de Firmiao Jo-
s Rodrigues Ferreira.
Acha-se um completo sortimen-
to de cassas cliijas, mui ricoa pa-
droes e finas cores, ao barato pre-
co de 3,400 rs., cada coi te ; brim
de puro lnho, trancados, blan-
cos e de cores, fazenda realmente
superior, a 1,000 rs., a varajgur-
gurOes encorpados, a 1,400 rs., o
corte; ricos vestidos de seda e laa,
de cores, a 18,000 rs. ; ditos em
corles, a 16,000 rs., e de seda lis-
Irados, a 13,ooo rs. ; pannos finos
de todas ai rores, e por precos
commodos ; chitas francesas, lar-
gas e de gosto, a 3ao rs., o cova-
do ; riscados francezes; sarjas hes-
paiiholas*, setins; um completo sor-
timento de chitas de gostos, e ma-
dapolc,de pceo, a 5,100, 5,000,
.'l,8o-o, 4,?00, 4,000, 3,600, 3,300,
3,ooo e a,400 rs e oulras muitas
fazendas, que se vendem a precos,
que muito agradan aos. senhores
compradores.
A tli 11I1 lron vista.
Vendem-se chapeos envennsados, a 2,000
rs., para a rapaziada acompanhar a muzica
de policia noule : loja n. 2, da rua Nova,
atrs da matriz.
Llvros pequeos.
Para amostra de bico. Uta, requiiifes, etc ,
vendo-se por 200 rs., este hvrinho he mul-
to propno para amostra : na livraria do pa-
teo do Collegio 11. 6, de Joflo da Costa Dou-
rado.
-- Vende-s* o sitio u, 7, na travoss do
Remedio, em cbSo proprio, com boa casa
de vi venda, a margem do rio com batan-
le arvoredo : na rua do Trapiche n. 15.
Escravos fu i ti os.
1- Vende-se os mais modernos e de supe-
rior qualidade, chapeos de castor branco
chegado recentemente pela galera ingleza
Linda: ha rua Nova n. 44, fabrica de cha-
peos.
A 5'000 rs. o corte. Estao se nca-
banAo.
Ricos cortes de lina casimira : vendem-se
na rua do Queimado n. 9.
Charutos de S. Flix,
Chcgaram os melhores charutos Je S. Fe-
prisoes 2 volumes, poesas de Aloxandre "*> evendetn-se na rua do Queimado o. 9.
Ilerculano 1 volume, os tres mosquileiroa No paleo do Hospital n 30, vende-se
4 volii:nes,vime anuos dopnis vis., isanlioe, manteiga ingleza a 400 rs. a libra, dita a 500
drama pur A. llegan, o americano em l.on- a 600,czeite de carrapato a 240 a garrafa,
dres t vnliinie, carta.s do olinda a Alzira 1 queijos do reino a 1,400, cha isson a 2,240 a
volume, obras poetics de I). Leonor de Al- l'.bra vinho da Figueira a 2H0 a garrafa, toi-
meiJa l'oringual i.oiirena Elenc>slro mar-j cinhode Lisboa a 280 a libra, vellas de car-
queza -da l.orna, coadoga de Assomar, e naubaa 300 a libra, ditas do espermacele a
'oeynhausen, o lavrador perfeilo, ou novo 70u. o muilos mais gneros muito om cotila,
tratado de lavoura I volume; e oulras mui-| A Colonibier com loja n. 2 na rua
Nova aira/, da matriz, tem rece-
nido um sortimento de calcado
que vende a dinlielro vista.
Capatoes de couro de lustro francez
pira lioinem 7,000
CllCjada pelo UldmO VailOr, "o"1" de casimira gispiados para
i ^ i homom 8,000
O SUI : na rua >OVa, lOja n. Cbinelosdemarroquinpara homem 1,440
, em libras, a 240 rs., e em' giSdoa'di'iusiro psrs senbora 2^00
1,600
1,440
3,000
1,140
2,000
3,800
2,000
2,200
1,000
2,000
500
tas obras que sur.lo patentes na occasio da
compra, das quo HcSo cima mencionadas,
e que nao ilesgustarSo pelos seus autores.
Vende-se erva male ,
arrobas, a 6^ rs., he bebida; gjg;d, niarroqnim frinc
mu fresca e dioretica.
bOME BARATO.
Vendem-se sapalos de meninos, do ore-|
Ibas; colurnos de couro de lustro, para lio-'
moni; i elles de cabra; esleirs de palha de1
carnauba regulares, e de 2 varas decom-|
primelo, bem feitas ; chapeos de palha al-
vos, pennas de ema, e cera de carnauba : na
rua da Cadeia do Recife n
andar.
Ditos abulinsados a goslo novo
Ditos de tapis
Chinlos de marroquim ,>ara se-
nhora de gosto a grega
Dotins de duraque para senhora
Cpalos de duraque preto
Ditos de setim branco
'.' ipalinlios 'le cures com puna do
lusl.ru para meninos.
49 primeiro uotinsde'coiesgaspiados para meni-
nas
Vndese no Alai-anliao, a fabrica Cpalos de duraque de cores para
ilc lili; i a-- -I iai ina i -alian. meninas
OsadminislndoresdeliquidagSo deThco-^ Grande sorliincnto de fa/.rnila
oc, de superior qualidsde, recen-
[ teniente checaJa de Santa Cdtlia-
tenla 3 a 4 ravollos, erando cacimba, com Na loja n. 5, da esquina que volta para a ,
l-ne,!^ ,i>,...,. e.i > lo ..ara i..nho ha-' rua .io CuHc-io, veu >m-so ri-Cidinhos de. nna, a menor pre9o uo rjue em
doro Cliavanes, vendem a fabrica denomi-
nada Maranbense, ni rua do l'ioponl3o,des-
ta cidade ( porto dos remedios), a saber : -
casa em que est montada a Tabrica, cum 20
bragas de frento e 15 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaos do furga de 600,000
libras, cada urna ; I dita vertical de furga
di qualro centis mil libras ; 3 gru les
caldeiras montadas, para o fabrico do sa-
bio i 4 ditas para dorreler sebo; todos os
pertences necessarios,para ofabrico do stea-
ria e sabo ; 9 escravos entendedores do
servigo geral da fabrica, 1 Ierren j aonexo i
fabrica, com. 7 bragas de frente e 15 de fun-
do ; 1 dilo fronteiro a mesma fabrica, com
18 bragas de frente e 28 de fundo: as pes-
soas que pretenderen! comprar, pdem nes-
ta praga dirigirem-se a J. Keller & Com-
panhia.
Vendem-se C escravos;! sondo 1 carrei-
ro e 5 do todo servigo ; 3 moleques de ida-
de 12 a 20 annos ; 2 negrotas de idade 16
annos, sendo urna recollii la, ongomm, co-
ze, cozinba o diario de urna casa; 3 ditas de
lodo sci vico : na rua turt-iLa n. 3, defronle
do boceo do S. Pedro.
Vende-se um piano inglez, em bom es-
tado, proprio para quem quizer aprender,
muito em conta : na rua de 8. Cungalo, ca-
sa n. 20.
lina i a na rna do Crespo n. II
loja de Jos i'rnncl.sco l>is
A 1000 n. o corte de brliu iniranc.ado bran-
co inulto incorpado, dilo de rlstado de llnlio
multo larga a 200 r. o corado, cassa chita de
todas as corea 240 rs. o covado, cblla fran-
ceza de lisias padrdes cacuro a 240 r. o cu-
vado, iluta, inulto lixa a |(0 ra. o covado,
argellm I aviado a 200 r. o covado, rico cor-
te de chita larga franceza de barra a 3,200 r.
merino) prelos de dua larguras muito aupe-
rlor a 1,8032,000 3,000 rs.o corado, lucios cru-
a de superior qualidade a 320 r. o par, u-
prior plccote muito incorpado faienda pro-
prla para eacravo a 200 ra. o covado, algodao
azul com inai de vara de largura a 200 rs. o
covade, bertanha de 4 palmos de largura mnl-
-lo hna a 400 r. a vara, aupprlore cballei pre-
to de la e leda a a,000 r. brim trancada a-
narcllo mullo encorpado com listas iniudas
sendo de linho a 2.000 rs. o corle, e oulras
muitas fazendas por barato preco.
= Vendem se uina mulata de bonita fi-
gura de idado de 22 annos com um ailio de 3
annos mullo Bonito proprio para se criar para
pagem, a inotataUabe cozlnhar, emgotniiar,
c lavar inulto bem aoi compradores ie dir o
olivo porque ic vende, por ser villa na rua
de Santa Hila, n. 88 e para se ajuatar na rua
do Collt-glo venda n. 5.
Vende-se vinagre aromtico para ama-
ciar a pello, tirar as sardas, bom para quem
padece do dores do cabeg, 1,000 um frasco:
loja n. 2. da rua nova.
-- Vendum-se rjcas caixinhas
para o jogo de voltarde, com len-
Iics.ippaieccu no'dia 15 do crreme as 7
horas da noite urna negra, por noineTtlcresa,
iiaeno Angola idade pouco mal ou menos de
50 annos, levando um vellido de chita deasseo-
to branco de listras roas,fallando multe- aira -
vessado mu querer diier quindo anda fgido
qncui be sen Sr. tem o signaes s-giiinlrs: em
uin do brago ten dous lallios j aarados ro-
ga-e a autoridada policiaes e os capltes
de campo que a peguem e aleveni a rua do
Colegio n. venda, que sero gratificados.
== Fuglo no dia i.'l do correte um molequc
da Costa da Mina por nome Domingos o qual
andava veodeudo fazenda, e levau alguma
ropa de eu u>o, r tem sido emeontrado cm
diverjas partes vestido de sobre, vasaco de
brim, lenco de srda ao pescocp e sapato, .:
dizendo que he forro e tciu os igoae reguln-
te: alhos no rosto de stgnae de aua ierra
rosto comprido e cabeca tambem comprida ao
que acbaino-lhe duas cabera, e teiu ninas
ieridas cutre o dedos do unios, anda mullo
apressadn e be jogador, e falla mullo espli-
cado ,i| 1-sso.i que opegar dirija-,c a rua do
Arvgo sobrado de 2 andar de varanda en-
carnada n. 26 que icr gencrosaiuenle grati-
ficado.
-- Desappareceu no dia 13 do correle,
um muleque crioulo por nomo Paulinbo,
de idado de 10 annos, pouco mais ou me-
nos, cor amarellada por ter vicio, nariz cha-
to, levou camisa do algodAozinbo suja, e
caiga de riscado, sem cnapo, este escravo
lio do Sr. Antonio Jacinllio da Silreira de
luna : quem o pegar leve-o na rua da Ca-
deia do Itecifen. 51, ou na rua do Livra-
mento n. 26 segundo andar que ser recom-
pensado.
Desappareceu do engenho Urua, ao
p deGolanna, um escravoCrooolo, de no-
me Izequiel, que representa 35 annos de
idade, cor fula, bem barbado, boa altura,
rosto redondo, corpo, ps o pernas grocas :
a pessoa que o pegar, love-o ao dito en-
genho que ser generosamente recom-
pensado.
Desappareceu do engenho Urua, silo
ao p de Goianm, um escravo creoulo, de
nome Luiz, representa 30 annos de idade,
pouca barba, altura a corpo regular, cor
preta e bem airoso: a pessoa que o pegar
leve-o ao dito engenho, que seri generosa-
mente recompensado.
-- Desappareceu hontem o escravo criou-
lo de nome Lucas, de idade de 25 annos, re-
forgado e muito barbado, as pernas un tati-
to tortas embaio : quem o aprehender le-
ve-o a rua do Collegio, segundo andar n.
21, onde sera recompensado de seu trabalho
,\u d ia 2 do corre ule mez de julho de-
sappareceu o escravo. Antonio, crioulo, ca-
bra, de idade de 18 annos pouco mais ou
menos, baizo, birrigu Jo, grosso do corpo,
cira redonda com muilos pannos miudos,
olhos pequeos, e com duas sicatriasaa
lesta perto do cabello, tem a falla lina e
muilo mansa, he (liba do Sobral onde diz ter
iriiiilin e seus ai tigos senhores, e aonde fol
sur nulo ; o por isso tem as nadegas muilo
sicalrisadas; desconfla-se fosse para o Ceara
' londo ve i tu elo caminho de Podras de fa-
go : quem o pegar leve-o na rua das Trln-
xeiraa sobrado n. 46, e no Cear ao Sr. An-
tonio de Oliveira Borges, e em Sobral aoSr.
Francisco Rodrigues dos Santos, que ser
generosamente lecompensado.
Desappareceu do lugar denominado
Calangro, em Ierras do engenho Guerra, um
muleque crioulo de nome Miguel de i lado
20 annos pouco mais ou monos, luizo, bo-
nita figura, lom urna sicatriz no qiieixo do
ladoesquerdo, levou vestido caiga de risca-
do de lista azul, ejqueta de riscado ama-
relloj desbotada, eleva comsigo um saco
com alguma roupa ; esteve aqui no Recife a
consta que sa ditjgira para Padres de fago,
ou Itabaiana : roga-se lorlanlo as autori-
dades policiaes e capitSes da campo, se o
pegarem de leva-lo rua do Vigario n. 7 ou
no lugar do Calangio, a Virgino Antonio
i.aur pr-iin quo aera recompensado.
Desappareceu hontem, 14 do correle,
o muleque Francico, nagflo rebollo, idade
24 anuos pouco miis ou menos, levou calca
de brim dequadros do meio p, camisa de
algodao grosso, chap > de couro, atroz do
hombro esqoerdotem'uoi C, linda pouco
veio da fgida, consta que andou pelos en-
genhos Agoa f ia, a outros j quem o pegar
leve-o ao pateo do llvspital do Para izo, ven-
de n. 30 que seta recompensado generosa-
mente. "
IfiT'TT ieW
MUTILADO


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