Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06393


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Full Text
Anoo XXV11
Quarta fe ira 16
Lile Jull.odel851.
N. .158.
i
DIARIO MMPMMfflBim
wmaqo wa tvaemxmqlo.
P.OmIHTO ADlaUMOO.
Por triinrslre .......
Por ieraeitre..............
Por aim o..............'
Piteo DINTUO nor.mi.T.r.
Poi quartel......
noticias so lMramo.
Naranhao 1 de Julbo
Cara.... 6 8edlto.
Faralllba. 7 ce dito.
S.Paulo. Ude
R. del.. 20de
llahla... 20 de
. 8ooo
J5/000
4&00
Main
J tintn.
Junho.
dito.
Das da arMAMA,
I. Se. Rnavenlura 1>
af 1*rf. S. Gamillo. 2
\% Quart. Frlunipho da
Santa Crui. 3
17 Qulnt S. Alrijo.
18 Krxt. S, Marluha v. 3
m. : S. Rnfllo b. I
19 Sab. S. Joio G. 4
20 Doro. O Anjo Cu-|
AUOIEVOIA*.
laiiode Orpkioi
e5. a iO horas.
1. vara do cari.
e ao mein-dia.
pateada.
c6. s 10 borla.
2' raro do eivel.
e tabadoi ao iiicio-\
Ktlflt.
todio do Imperio. |T.rr,as i aab.do.
IMIBIBlBIl,
Creicenle i 5, ai 8 horai e 48 minute da larde,
Chela a 13, ai 4 horas r 54 minutos da manhaa
UingoanteA 21, as 8 horas e 20 minutos dam,
Nova 28, aos 2l minutos da tarde.
raliMB o no je
Primelra s 6 horai c 54 mininos dajnanha.
Segunda i7 hnrai e 18 ininutol da tarde.
ABTIDAS DOS COHAtrOS.
i'.uiiiu.i e Paiahlba, s segundas e seit-
friras.
Rlo-Grande-do-Norte, todas (as quinlai-iclras
ao mrio da.
Garanhuns e llonito, i 8 c 23.
Roa-Vista, c Fl-.res, a 1.1 e 28.
Victoria, as rjulntas-eiras.
Olind.i, |otlos os dias.
NOTICIAS *STnANOrinA.
i, riii 1 15 deJunhi I mstria.
Ilespauha II de Junhi>|Suis.a .
4de Jnnlin
10 de Main.
18 de Malo.
7 de Junho
24 de Malo.
3 de Malo
Franca... 7 de Junho Suecia
Relgica... 3 de Junho Inglaterra
Italia.. .. 1 deJunh" K.-t'ntdoi.
\!. ni ti' i 4 de Junho Mxico...
Prussia... 4 de Junhn California 15dcAlinl.
IH n i ni ir i 30 de Malo. Clilll.
i;,i'ii. todcMaio. Hucncs Ayres.
Turqua. 4 de Junho,IMnntevIdeo 0 de Junho
CAMBIOSD* 15 DB JULHO.
Sobre Londres, a 27 '/, a 27 V, d. p. 1|000 rs.
a Pars, 340 por Ir. nominal
Liabua, i 100
METAE*.
Ouro.-Oncashesi.anhol.is....28/)00 a 28/500
Moeda de 0/10" velbai. to/TOO a I6y200
. de 61400 novaa. HisOllO a 16/200
de4/0CO...... 9/000 a 9/100
Prata.Patacdei braiilelro... I920 a 1/920
Peoi coluinnarloi.. 1/920 a 1/920
Ditos mexicano!..... 1/710 a I/7U
paute orricuu-
TltlBUNAL DA BELAGA.O'
SESSAt) DE 8 DE JUI.IIO DE iS.'n.
PriHiineU 4oBtm. Sr. eoiuilheiro Aterido.
Ai 10 borai da manhaa, eilando prcsentei o
.rnhore desembargadore Villares, Hastos,
Le Jo, Sooia.Rebcllo, Luna Freir. Pcrelra Mon-
telro, Valle e Santiago, o Sr. prealdenle declara
aliena a;ieiso
Jlil.GXMP1T.IS.
Iltcuriui crimtt.
I\i Lorrente. o julio; recorridos, llaymundo
ranclico da Coita e outro. Conlirmarin o
pacho de que le recorreu.
Recorrerte, o Julio; recoriido, o padre Alc-
landre'FrancfscoCerbclon Verdelxas.feVrn.
Apfiellaci't* rrimri.
Appellanle, o juUoi appellado, Cjrilo Celea-
tlano JUlieiro. *- Maudarain a novo jury,
Appellaotei, o pr.moior publico e Antonio de
tarta Brandan Cordel; appellado, o julio.
CooOrinaram a nentenca.
Appellantc, Pedro Fernandes da Silva; appel-
Uda. Mara de Jesui Coollnbo Liiboa Jnior.
Conrmarain eiu parte e reformaran! em
parte.
A'ppr/ariirii-icrd.
Appellante, Antonio Ferreira do Valle ; appel-
lado. Eugenio Jos de Sama Rita e outro.
Deipreiaram o ainbargni.
Appellante, Ella Coelbo Cintra; appellado,
Custodio Coluajo, Da. Confirmaram a
sentenca. _
Appellante. D. Mara Francisca de Soma Ja-
mo; appellado, Joi Mara Goncalre Ha-
mos. Reformaraui a lenleuca.
Appellante, D. Britei Sebastiana de Moraei;
appellado, Antonio Jos Pereira. Foram
recebldoa os embargo.
Dia de apparecer em que ao i
Appellante, Eduardo Uocquet; appellado, Joa-
qnlin Joie Rodrigue da Costa. Julgaram a
appellaco diserta e nao egulda.
Appellante, Franclco do Prado ; appellado.
o herdelroi de Joio Anailacio da uinl.a. --
Julgaram provado o artigo de habciliacao.
DUJIONA(0lS. '
Appellante, Joaquuu Lope da Silva, appella-
do, LuiiCuitodio Pereira.
Appellante, Joaquina Maria doElplrIto Santo ;
appellado, Manocl Claudio de Quclro.
RIVISOE9.
Paaiaram do Sr. hleaembargador Villares ao
Sr. desemb.rgador Hastos ai seguate appel-
lacoes em que ao : .
Anpellaute, a faienda; appellado, Joaquiinfle
tliivrira Maia Jnior.
Appellante, a fatenda publica; appellados, Jo-
s Pinto de Novae k<:.
Appellante, a fatenda ; appellado, Manoel boc-
ino Moreira i\ C.
Apppellanle, Manoel Romualdo de Lira; ap-
ellado, Eibivao Jos Pae llarreto._
l'assou do Sr. deiemuargador Lco ao Sr.
deseuibargador Sousa a seguinte appellafao
iin que sao:
Appellante, Joaquuu Pinto de Miranda Sca-
bra caiilrns ; appellado!, Fraocitco Soare
Villcla .' u. i
Do meiino Sr. ao Sr. deicmbargador Ra-
lullo ai segninte appellace em que lo :
Appellante, admlulstradorcs do patrimonio
dos orpoaoi dciia cidadc; appellado, Filippe
Mena Calado da Fooseca.
I'assaram do Sr. doembargador Rebcllo ao
Sr. deiembargador Luna Freir ai seguiute
a(.pellacde em que sao :
Appellante, o julio; appellado, Nicolao dos
danto. ,
Appellante, o jalao ; appellado, Francisco de
Paula Pires.
l'assaram do Sr. doembargador Luna frei-
r ao Sr. deiembargador Pereira Montciro a
eguinte appeliacOescmquc ao:
Appellante, o Julio; appellada, a cmara mu-
nicipal da cldade da ForUlea.
Appellante, Anna Elisabelh Adelle Polraon ;
appellado, Alfonso S. Martin.
Appellante, Manoel Joaquim dos Reis e ua
mulhci ; appellado, Francisco Cavalcanti
de Faria Leino c outro.
DtSTaiDUlcOag.
Ao Sr, detembargador Santiago a seguinte
causaa em que ao: .
Aggravante, Joaquim Francisco Crrela de A-
raujo; aggravada, Teiaeira Lima.
Appellante, Antonia Maria do Espirito Santo ;
appellada, ajustica,
Appellante, Joi Antonio da Costa; appellado,
Francisco Manoel de Carvalho Couto.
Ao Sr. deseuibargador Vlllare a eguinte
appellaco em que sao ;
Appellante. Mirla Francisca ; appellada, Coni-
tanltna Jacinthada Molla.
AoSr. deicmbargador Bastos a cgulnteap-
pellaco- em que lio:
Appellantei.MIguel Goncalves Rodrigues Fran-
(a e outros, appellados, Jos RomSo Goncal-
ves Nnnii e outros.
Ao Sr. dciembargador Leao a seguinte ap-
pellaco em que sao:
Appellante, Antonio Joi Cimenta da Concel-
(io; appellado, Joaauim Marlinho da Crm
Correa. .
AoSr. deiembargador Valla a egulntes ap-
pellaroes em que sao :
Appellante, a justica; appellado, Jacinlho Jos
Cabral da Cunta.
Appellantc, Jos Francisco Goncalves; appel-
lado, Francisco de Miranda Leal beve.
Levantou-se a sessin dapols do mel dia.
CoTimunicido.
Pe M -u as lisiis, a quem mn refuri nn com-
miinir.i.ln, publica Jo no Diarlo de Pcrnam-
buco de liontem, nSo tem mais do que Ca-
ler corn que essas mnsmas pessoss as-
-u;ii 'ni os arligo qun publicaram no Re-
creativo o por i'lli's so responsabilisem ;
lembrando-se esse -- m dos aludido que
ossis pessoas forjo t3o Icaet que apenas
chamadas a juio para provarem o qu
lizilo, e respondern) pelas injurias, recor-
rern) ao Sr. Jos dos Sanios Torres, pro-
metien lu-llir dinheiro, quo nunca der.lo ,
como olle mesmo confesa Se isto conse-
guir, ilui-i qual a pessoj, que fui fallar a um
de meus amigos, para que eu desistiese da
denuncia, propondo, no'pazes, mas sub-
missSo.
As pessoas, a quem me refori, me sSo bem
conhecidas ; e felizmente o publico as co-
ohace desde muito. Um dos aludidot igno-
ra, que -- quiMi so pici, cardos como 1
r. J. de Admito fomeea.
pocas e dos palie. D'ahl ai diicusses sem necessarlamente resenlir-ie, Em SparU prin-
lin. ntreos eruditos. Com erTello. as popu- cip^llnente, a reacau que ta.de ou cedareben-
ta contra lodo o principio exagerado ara as
coiiiequenclas, nao faltn; i subordiiiacao
absoluta, aointeresse publico mccedeii a man
dUJ.IIII.! ......-.-------,-------------------------
complru llcenja do Individuo; asunlOe de
eneraram em urna ejpecie de coininnnhao
das mullierc e estas para se vingarcra de sua
longa sujeicao acibaram por dominar os ..o
meos. A vlrlude da mulhcr torimu-se en
lacdcs pelasglcas do lempo de Cecrops nao
Eareccm nem com os Spartanos do lempo de
eonldas, nem cora os cidados da Attlea do
lempo de Fereles, nem mesmo com os Mace-
douios do lempo de Alexandre Magno ; con-
fundir estas pocas e cites caracteres, he como
e ie tomasse um Gaule do tempo de Vcr-
clngctorlo. um Francei do tempo de S. Luir,
e um habitante de Parisdoiecuo XIX para o
meiino typo. No he lmenle entre as diver-
aai pocas da civilisaco grega que importa
distinguir ; para bem comprehender o espi-
to grego releva separar com cuidado a dun
raca de caraclcre muito dillerentei, que po-
voaram estai margens, e evitar bem o con.
fundir o dorio de um humor grave, lerio alfci*
coado aoi coituuici de leui antepassados,
chelo de reipelto pelai Iradicedel, com o Jopi!
de um carcter ligelro, imprcMionavel, fcil ..
em abandonar os costumei antigoi, e Indi- scus gyneceos. Educadas por muinerij e,. .
' r- vai, c nao ouvindn oulra converiac.io icnao
.... ..., ..o prev ,
e leviano da roca jnica nao era mal lavora
vel inaniui'iic.io doi anligoi coiluincs. Ai
numerosas colonias dcsta raca, na Asia, cas
relaroes continuas com os seus irmaos da cu-
ropa deram nrcessariamente a estes um lorie
vernii de coslumcs ailaUcos. Eoi Alhenas, as
clacoes ootre os d.M sexos, o casamento e
lodV a eMirtsaH9"<' doraeatlea saaenltam*:
disto t as mulhcrc vivlain scparadamenle em
VARIEDADE.
OLIIETIU.
HSfflSJIPIlinDC hsib ASCIB,
Ao norte da Franca, junto da fronleira bel-
J?i le urna cidad pequea, obscura e
cercada de alta, forlilicacoei que parecem
estar a cahir lobre as pobre! casas situadas
"o ceniro. Envolla. por a.siin diier era
urna rede de muroi, a pobre cldadlnha nun-
Tve.equrum .uburbio lobre >.*.
macla relva que a borda; para o.nmodar
ua populaSoquelaiemprecreicendo, noval
ruai de ca.i ic levantaratn dentro dos muro!,
oaueipertavacadaveiinaii oicuja eslreito
espafo edavaaotodo o aspecto de urna grande
P'o clima do norte da Franca durante a meta-
de do anno he ordinariamente hmido e soin-
lirio. Ah I nunca esquecerei o sentimenlo de
ttistea que experlmeotei, quando obrigada
iwlas clrcumilanciai a deixar osul alegre e ex-
osio ao ioI, fui morar por algum lempo na
cidade que lenho deacripto. Todos o dial eu
ahla a paer, mal para cliegar a porta mal
prxima, tinha que paar por urna ra citreita
tSo alcantilada que foi predio que se niesicm
dezro no lentido lranvenal para tornar a
subida menoi dlfflcailtoia. Atraveiiando um
dia esta deiagradavel rua.aconleccu que meui
olhoi lelixaiiem obre urna, cainba cimenta,
que ticava separada dai oulrai. Raras veics o
sol clarela suas pequeas janellas c pene-
trava em eu quarlo sombros, duraue o In-
vern a nev negelada aobre os degraos dcsta
csireita ra, tornava t.io peilgoso passar-sc por
ella que icu pavimento escorregadisso parcela
inteiraiiienle deserto, e cora cllello nao me
lembro de ter encontrado all urna so pe.soa no
decurso do meu pllelo diario ; todava meus
olhos o Um lixar-se coiiipaasivamenle sobre
esta casa silenciosa. Seus habitantes, dina cu
commigo inesina,saoem djivida vcllios, pon
seria teirivel vivcralll sendo meco.
A primavera chegou, c com ella o gelo se
derreteu ; depoli a humidade foi gradualmen-
le seccando e algum ramiohos de nerva come-
caram a brour ao p dai muralhas; mesmo
nesta sombra passagem observavam-sc ja slg-
nae do despertameulo da vida, e entretanto a
ACADEMIA DAS SC1ENCIAS MORAES
E POLTICAS
Presidencia de Mr. Barthelrmy Saint-llilairc.
INSTITUTO NACIONAL DE FRANCl.
i 1. .un /o occidental.
Dcixando a Alia, e pondo op na Europa,
achamoi primcirainentc o mundo hellenico,
como laco, como raeio de transicao entre o
Oriente e o Occidente; porm ante que o
espirito humano se despoje do limbos da na-
turea material, em que eil retido no inundo
oricnul, e ante que cheguc ao principio pu-
ro da si.lijci iivid.idc absoluta, cujo fin, asslin
como a formula, he a tiberdade de todoi, pre-
dio he que passe por todas as escolai que
cxlstcm cnlre estes dous extremos a liber-
dade de um s c a de todo o inundo. A ideia
que a Greia reprsenla forma una deltas
estaeocs intermediarias do descnvolviinenlo
da liberdadr, e i. .aldadn humanas, nao ha
mais um a ser l.'.'n i c soberano absoluto, li.i
j clasaes inteira ib-stes teres livres no goao
de su i liberdadc 'idirldual, porm as mu-
Iherc nao enlram a/nda na categora deise
previleglados. Arlslolelrs, Scrates Plalao
proel iin.iiii a cada instante a inferioridade in-
nata do sexo feminino, e Xcoephontc conscr-
vou-nn esta licao de moral grega, que o sa-
bio do labios, Scrates, deu. a seu lillio Lain-
proele sobre o calamento : Ni nao procu-
ramos entre as mulliercs acuo aquellas de
que esperamos ler bellos lilhos, I sao estas
que esposamos .
He verdade que Scrates era pago para pen-
ar desfsvoravclmentc das mulheres c do casa-
mento, porm sem embargo dlsao, esta rc-
coinmendacn piie patente o carcter c o m
real do caaamenlo hellenico. A bellcu pas
tica da formas, e a esperanca de procrear fi
Ihos igualmiiiiu bello!, eit o que o Grego
procurava conlrahindo o U90 matrimonial
A mulhcr nao he ainda, emlim, como as na-
(dci do norte ; nao ic acha no calamento gre
go ni nlium .vestiglo dcite sentimenlo romn-
tico do amor, que aparece entre o Germanos
e Scandinaros, e que deu lugar, na idade me-
dia, a cavallcria. A esposa grega nao he ainda
i'ii.in um incio pelo qual o hornera procura
os goioa da voluptuosidade, c as miis uobre
da paternidade. Cora estas dlas o principio
mongamo levado lobre a inargem grega por
Cecrops nao pode conservar-se muito lempo
por isso desde o lempo de Homero, havia elle
cabido era csqueciiucnto.
O lluro de que damos couta neile momento
nao cabio na falta, que justamente se pode
esprobar a inultos outros que ae occupain da
amiga Grecia, de seus costura e da sua cl-
villsaciio; isto he a falla de generalisar de
mais e de tornar a civillsacaca grega como um
s todo, l'aiendo abstrayo da diverildadc das
casinha dtenla permaneca lilencioia e Irlslc
como d'aules. Corriajo mci de junho, quan-
do ao pasiar um dia por ella, como cosluinara,
observe! na janeilaun copo de vldro cora um
cacho de violeUs dentro. Ah, disse cucoinmigo
inclina, aqui ha urna alma I
Para amar asOoret, he preciso er moco, 011
ter preiervado ai lembranca da inocidade. O
gojodeicu perfume implica alguma cpuia de
ideial e de apurado, c entre 01 pobres, tuna
lula entre ai neceisidadei do corpo e 01 io-
tluctoi da alma. Olhcipara ai violetal cora um
sentimenlo de trine, pensando que prova-
vjlmcnte cVain a uuica consolaco de urna vi-
da fatigada. No da seguinte quando vollei, vi
que a face alegradora do verao tinha dusipado,
al neste sombro sitio, o fro silencio do ar.
(Jspassaros cantavam, os insecto! luinbiaui e
asjanellasdavelhacasa cimenta citavainabcr-
tade par empar.
Junto dclla lava sentada una siulher a
quallrabalhavaallentanicnle agulha. Serla
dilllcil diier a sua idade, porquaut* a pallidei
e a trislea de scu rosto podUm ter sido causa-
das tanto pela dr como pelos auno, e sua ta-
ce eslava sombreada por una profusao de ri-
c, cabellos preloi. Ella era delgada, llrjha de-
do compridos e alvos, trajava um .Imple ve-
lIJo escuro, com avemal prelo c pe.cocbnno
branco. e eu obicrvei o chelroso. bem queja
raurcho, cacho de violeta cuidadosamente pos-
0 dentro das dobr.s do seu lenco. Gomo seu
olhosseenconlrasseincomos meus, ella com
docura inclinou a cabeca, e enlao vi mal ds-
linciamcnic que tinha justamcnle tocado o 11-
mUe" c separav a inocidade da idade ...adu-
, El" linh. sonido, porm prov.vel.iienie
scu lula, sem queixui.ies c talve que se .. la-
riiiia. Sua continencia era calma e resigna-
da porcm era o silencio da morte. Eu a com-
naraleom un.a flor gote ante, que sem estar
,H,ebrada,i..cllna-se.em bulla para a trra.
1 Todo, os das eu a va no racimo lugar, e
sem fallar irocav.tnoi urna i.udacao No do-
n naos 1 a nao se aprc.cnlav. e dahl conclu
!a nasicar pelo campo, pois todas as .e-
L'ndas- fe Iras un. cacho novo de vilela. apPa
K5. u iaiiclla.- Conjcclurei que era pobre,
me l.orav>Pa,u.lcntar-.e. dcscobrl que
que l"""?"' nnrnue 11111 da Ulna VOI
T, exnrcssao de cordeal promptidao ; pollo
"e a v"n5o rei|.ir.iicnenh...na alleicao,
' aoapen.c! quetaivex rsula nao fo.se ..-
daroraquellesconiquerlvla.
nado aceitar ludo o que vein de lora. par
tae Alhenas pdein jusumc^ie ser conside-
ilos como us 1 v pin denlas duas rac*s; he.
la, s legislacues de Soln c de Licurgo
que Mr Utiger especialmente se referi, che
pelo espirito destes dous legisladores que elle
esboza a familia e o casamento hellenico
A constituico publica de I.accdcmonla, ns
o sabemos, fundava-sc sobre institui(es que
tlnham por Hm nico o interesse do estado,
acrieando o individuo, esteuJendo sobreto-
dos um nivel de igualdade ab*oluta, e com-
primido o tnoviineuto Ilvie e espontaneo do
individuo. F.stc espirito manifesta-se enr-
gicamente as lets sobre a familia, a qual tor-
na-se puramente uina Inslitnico publica. To
das as Icis relativas educacao dos dous soios,
a preparacao para o I,,.-o matrliiionial, vida
coininum dos membros da inesnia Camilia, nao
se dirigcm senao a um s fim, a sobordinaca
a mais completa do inieresse individual, ao
interesse collectivo. K factildade de eapor os
recem-nascldos nao dependa s do pai, per-
lencia aos anclaos reunidos decidiaem da sorle
do menino conforme Ihcs pareca que poJia
ou nao vlr a ser um cldado til c vigoroso.
A educacao material e phlsica dos meiilnos
dds dous sexos n.io tinha oulro fun; se se
agurrrlain as virgen cm ejercicios peniveis,
1'ri.iiim de dar ao seu corpo forca para traicr
e fazer nascer cidados robustos se se obri-
gavam os jovens dos dous sexos a faierem es-
tes exercicios ein coiiimuin cm um comple-
to estado de nudez, era para despertar nelles
o deirjii do casamento ; se o mancebo era
obrigado a tirar por forja ou astucia aquella
que distinava pira -mi esposa, seuao Ihe era
permittitlo visita-la clandestinamente, todas
estas prescripedes trndlaui a tornar as tiniues
feriis, afim de darrm numerosos lilhos ao
estado; porm a le de Sparta nao quera
smente dar causa publica numerosos cida-
dos, quera ainda que rites fossem vigorosos
e bellos; d'ahi muitos rcgulamentos eunheci-
dus, osquaes acahaiam p<>r faicr quasc arrui-
na r-ic a propria institui^ao do casamento.
Com ceito, l.ycurgo tinha prrmtttido com
urna ficilidadc extrema a dissolucio das uuics
cilereis ; elle fez ainda mais, o esposo poda
i'ksin ir uin terceiro ao tollo conjugal afiu
de ler posleridade. 5c a sevendade ptimltiva
dos coituii.es lacedemomos, c o consentimen-
to dos d"us esposos pode palliar naorigein o
que este uso lilil. de demasiadamente iinmo-
ral, com o lempo elle degenerou de modo
(que fez do adulterio urna cousa ordinaria.
Por isso nao podemos deixar de admirar-nos
[di cega prevenco dos autores que, a exem-
plo de Plutarco, se extasiaui sobre as bellezas
ido legislador s'parciata, e ousam acrescentar
com uina ingenuidade encaotadora, que j
mais se ouvfo fallar de adulterio em Sparta
lie como se algtiem dissesic pie cm um bando
de salteadores nao havia um s ladrao. He
anda a lei que Impunha donxclla lacedeino-
nia aobrigaco de casar-sc, he ella que pres-
errvia o lugar e a poca do anno mais fav-na-
vels s unides e a idade respectiva dos man-
cebos ; os contraventores expunhain-se s
quclxa* ; porm todas estas pre^cripedes le-
gan n.i i podeiam ser seguidas seuo nos pri-
nieirns seculos, e emquaato o juramento dadu
a I.ycurgo pelos Lacedemonios ae conserva-
ren! intactas as flfefl les* foi de fresca data;
desde a guerra do Pelopoueso os costuincs das
mulheres comecaraui a degenerar. J IMato
censura a licenca dos LuedCUlOD os ; Kuiipi-
dcs mostra os mus costuines qualificando-os
de-^Xenephonte nao ousa allinnar que em
seu lempo as leisde Lycurgo, fossem anda bem
observadas cm Sparta, e Aristteles attribue
inlcmperanca c impudicicia das mulheres
a perda deste estado. Com eleito, logo que
o principio da subjectividade, o que chama-
ramos mais voluntariamente o principio da
esponeidade e da liberdade individual come
cou a agitar-te na Grecia, a constituico pu-
blica, como a constituico domestica, deveo
systcma elle apresenta o casamento por con
farreaeao, e o casamento livre como as duas
aothileses primitivas, urna em uso entre os
patricios, a outra entre os plebeos. Quando
o povo quiz ter urna forma de casamento que
desse igualmente ao marido o poder finuilal
f manum J, os patricios Ihe permettiram primei
roo casana/nto por potsessao (uso ). que nao
foi por atsim dizer senao o casamento
livre reconhecido pela lei das Dose Taboas
mais larde estas duas formas primitivas, a con-
.. .-------- "' _,j Miisifaa mais tarde estai ornas rariiua priamiva** wn-
ne mu c if<- M- '- ____ j,... i,,,-.,- ,,,, t.irini cmniniiiil. QO Ca-
que vertava sobre os mcios de conservar
un augmentar a belleza, ornada de poucos
conhecimentos, e lendo o espirito pouco cul-
tivado, ellas offieMciam ao esposo pouco ou
nenhum allraclio intelieclual, e nao eram
para os maridos seno asmis de seus nios.
lia algum com que menos falles do que com
la mtlHier, perguotava Scrates seu discipu-
pulo Chlobulo, eeslc Ihe responden: Nin
guem, ou mullo pouca gente. Por isso o
Alhenicnse rico ou abastado, pois o que ac
bamosdediser nao sepode apphcar as mulh"-
res dos pobres, at quacs viviam em um con-
tracto necessariu com seus maridos, prccurjva
at docuras de urna conversacao mais nutri-
da, c mais agradavel ao lado das merctrizes
das quacs algumas represenlarain mui grande
papel na Grecia, ainda que a Importancia des-
taciaste de mulheres, em gcral lem sido ca-
gerada pela maior parte dos auclores. As uir-
retrlrcs eram doladas de lodos os talento.,
nao Ignoravam nenhuma das artes que urna
civilisaco apurada tem leito brotar, miiilas
veiet desdo seus primelros annos tinham fre-
quemado s houicus mais eminentes por sua
posico, e por seus talentos. KUas eram ou de
raya servil, ou mulheres livres (pie tinham s-
do impelidas a este estado, quer pe* a vareta
de seus pas, quer por sua pronencao naiural
para urna vida sem regra ; porm o maior nu-
mero eram mulheres estrangeiras. das ilhas
do Archipelago, ou das costas da Asia Honor.
Corinlhoe Alhenas eram os pnnclpacs thca-
tros, onde ellas manifestaran! o seu luxo, c as
sin. artes encantadoras, era ah que culhiim
mais ricas ceifat.
Entreunto cm Alhenas o casamento nao foi
cegamcnle subordinado ao interesse publico,
como em Sparta ; o Alhenicnse, salvo algumas
rxecpccs he livre na escollia de sua esposa, c
mesmo a queixa contra os eclibatarios cae lo
desuso ; mas a molhcr permanece
go em
Com o andar do lempo nossa silencila am
sade foi crescendo, ate que por fim todos os
dias, cu colhia flores frescas e punha-as sobre
o limiar de sua janella. rsula corava e toma-
va-as com um torrlio doce e agradecido. Reu
nidatem seu sinlo e arranjadas dentro de seu
quarto estas llores ievavam o verao velha ca-
sa cinzeuta.
Um diaemquecu vollava pela ra, acconte-
ecu cahir um grande agoacciro, c cnto urtula
correndo pona, pegou-mc da mao quando la
passando, e puxou-me para dentro do estreito
corredor que la dar tua saja. A pobre rapa-
riga apertou-mc ambat as mos as suas e mur-
murou doces agiadecluientos. Foi esta a pri-
meira vez que ouvi a sua voz c entrei noseu
quarto, o qual era uina sala espafosa guarne-
cida.de cadeiras de pouco valor. Como a cla-
rdade ibe entrava por uina s janella, e esta
pequea, a sala era hmida c escura, por Isso
rsula tnha rasao de scutar-sc junto da pe-
quena janella para respirar um pouco de ar ;
cnto coioprehendi a cauta de suapaidcz;
nao era porque tivesse perdido a frescura da
inocidade, porm por que nunca a tinha pos-
luido. Ella era dcscorada como urna llur que
desabrocha na sombra.
fio canto mais apartado da sala cstavam
duas pessoas sentadas emcadclras de bracos,
una era um velho, a outra urna vclha. Esta
ultima fiava sem olhar p.ir.-i sua obra, era
ccgi. O velho nada faiia, elle olhava vaga-
mente para tua companheira sem que um raio
de intelligencia illuminasse sua face : era evi-
dente que tinha j passado alcm do limite ordi-
nal lo da vida humana,e que enlo smeute|seu
corpo exislia. Algumas veies na vclhice extre-
ma o espirUo,|como que irritado por seu longo
captiveiro, procura escapar-se de sua prisn,
e em seus eslorcos que quebra a corda harmo-
nioia que o ligaao corpo; elle se encolcrisa
contra os muros derribados, nao foge porm
sent qne nao est mais em um lugar de des-
canso.
Taes poli eram ot habitantes da silenciosa
casa cliiLculaurna vclha cega, um velho im-
bcil c urna rapariga dcscorada antes de lem-
po pela tristeza c escurido que a cercavam .
Sua vida tiniia sido um alvo ; cada anno tinha-
Ihe roubado alguma porco de sua inocidade,
de sua bellesa c de sua esperanza, e nao Ihe ti-
uha ijelxado seno silencio e etquecimeulo.
Vollei multas vezesa visitar rsula e um dia
em que eslava sentada junto della na janella,
contoii-ine a simples hlsiorla de tua vida.
i Nasci, diste ella, nesta casa c nunca della
sahl; porm meus pas o*o sao naturacs dcste
paiz ; elles vierain para aqu como ettraugei-
eni urna dependencia quasi oriental, ella ett.-
sempre lubmettida a um homeiii qualquer
ella nao pode jamis pcrcliar, cm Am he o
pal, ou oiulorquc se incarreg-- de Ihe escolbirr
um esposo. O marido pode, e ale deve expe
llr a mulhcr culpada de adulterio, porcina
mulhcr he obrigtda a recorrer a tantas fbr
malidadet, te quer devorciar-sc, que o seu
dfreiio tornase luieiramrnle .Un.orlo. O prln
cipio inonogaino obsrurece-sc cada vez mais
em Alhenas ; as unfcs livres, c despidasde
tada aconsagra^o abundaram ; a inlluenci.i
dos sophistas, c a corrupeo dos coslumcs
zeram o resto. Assim foi que a Grecia env
lecida tornou-sc urna preza fcil das aguias
roiu.inas.
Km resumo, o mundo hellenico nao compre-
bendeo o ideal do casamento, nen soubc as-
signar mulber a posico que Ihe he devida
nasocitdade, anda que oseu progresso sobre
a civilisaco asitica fosse inconteslivel, como
provam o Elertro de Eschylo. a ilnf^cif? de
Sophocles. o Atceitc de Kuripide, crcaiies de
que o espirito oriental lerla sido incapaz.
E no direlto, e na civilisaco do povo roma-
no que se v apparecer dislinctamcntc a lula
entre a immobilidadc, e o movimento, ou pa-
ra fallar a linguagem dos noasos dias, a lula
entre os conservadores e os reformadores.
Cada um destes principios se rcllecle as lea
de liorna, c da a qtUSl todas as suas inslitui-
edes urna dupla forma.
Este dualismo do dirito rom m i manifesta-
se principalmente as duas especies de unies
matrimoniar-,, o casamento que davaa Htnnu,
c o calamento que nao fasia entrara mulher
no poder marital. Esta ultima unio que na
linguagem ordinaria se chama rntamenlo lnri
porque era livre das furmalidades exigidos pa<
ra o casamento que dava a manui. f"l um casa-
ment pcrfeltamentc legal, qu- procreava li-
lhos legtimos, e sujeitos a autoridade pa-
terna, este poni he hoje adquirido para a sci-
encia moderna ; mas o auclor do nosso livro
nao quer dar-lhc esta significaco. Em seu
ros sem amigos nem prenles. Quando se ca
saram, eram j sem duvida de idade avancada
porquantn nao me lembro de t lot nunca visto
mocos. Mi oh. miccgou e esta desgrana lor-
nou-a melanclica e austera, de sorte que nos
sa cata (cou tepultada ua tristeza. Nunca me
foi permettido cantar nem brincar, nem fazer a
menor bulha, e mui raras foram as vezes cm
que recebl urna caricia ; todava meus pais ama
vam-ine : elles nunca me dlsseram isso, porm
eu julgava seus coraces pelo meu c senta
que os amava. Meus dias nao foram sempre
lo solitarios como sao hoje -. eu tinha uina
irina.....
Aqu teut olhos cncherain-sc de lagrimas;
porm estas nao correram, pois cstavam acos-
tumadas a permanecer orcultas as profundi-
dades do coraco,
Depdisdealguns momentos ella conlinuou :
" Kii tinha urna irmajnais vclha, ella era,
como minha mi, grasare taciturna, porm
para commigo era lerna e a'ffectuosa. Nos ama-
vamo-nos apaixonadamentc e dividamos en-
tre nos os cuidados que nosso pas requeriam
Nunca gosamos o prazer de discorrer juntas
pelos campas, porque urna licavt sempre em
cata ; porm qualquer de n* que sahisse, tra-
lla sempre flores para a outra, e fallava-lhc do
sol e das arvores c do ar fretco.
Ouando anoitecia, trabalhavamoi junto
luz de urna lampada, nao podamos conversar
mulo, porque nostos pais s iam dormir ao
nosso lado ; porm todas as vezes que olha-
vamos. podamos ver um sorriso amoroso na
face urna da outra, c i unos rrpoutar na mes-
msala, nunca noi detando sem dizer a Boa
noite I Etpero chara irma que dormas bem- -
Sua morte causou-mc grande dr, com ludo
nao me queixo ; Marina est feliz no co. Nao
sei se foi a falta de ar e deexercicio.ou sea triste
monotona de sua vida que molivou a doenca
de Marina ; o que tei he que a vi ir cinagre-
cendo e empallldecendo gradualmente, o que
s a imiii inquietava, porquanto minha mi
nao a va, e ella nunca se queixnu i com
grande dimeuldade que pude conseguir de
minha irma que fosse consultar um medico ;
mas ah nadase pdc mais fazer ; ella esteve
na cama por algum lempo e depols morreo.
Km a noite autecedeme sua morte, estando
cu sentada junio de sua cama, ella aperlou
mnlia in.i cutre as suas trmulas, e me dis-
\c : Adeos l minha pobre rsula; tem animo e
viga bem sobre nosso pai c nossa mi. Elles
i >> amaui, rsula ; elles nos amana, postoque
no nos tenham dito isso multas vetes. Tem
cuidado de tua taudc por amor driles, pois
nao podes inorrer prlineiro que elles. Adeos
di r un lugar a urna forma coininum, a do ca
samento pela coempeo.
Nao he a qui o lugar de mostrar o que esta
doctrina leve de forcado, j .livemos occatlo
deexpor a nossa opinio sobre as diversas for-
mas de casamento em Roma, porm a doutri-
na de Mr. Unger vae de encontr aos fados
histricos. Com erlciio, como explicar, que
este casamento livre, que ao -en ver fui substi-
tuido pelo casamento por coempeo, tornou-
sc todava mas larde a nica forma do lac con-
jugal em Koina ?Eis aqui como 0 auctor
se sae deste embaraco.
A lula entre o casamento que dava a aucto-
ridade marital, c o casamento livre, lermiuou
pela victoria do primeiro. Patricios c plebeos
se casaram por copmpfo c at mulheres p|p-
beas cntraram no minur, e perderam sua inde-
pendencia pessoal A individualfdade que a
mulher tinha conservado no casamento livre,
achou-tc assim aniquilada. A /'X OiiiuiVja
dandootonnufrirem ai>* plebeos, tinha he ver-
dade, ordenado que estas unides mixtas nao
poderiam fjzer-sc seno juitii nuptie*; porm
os plebens cutre si conlinuaram a contrahir
matrimonios livres. Este casamento livre que
no segundo periodo n'io acha mais em fice de
si senao o casamento por coempeo, vae ago-
ra substituir intciramenlc d"casamento m mu-
tiu em consequencia do dcsperlameirto da in-
dependencia do seto feminino. Quando al-
guiis dias depols da segunda guerra pnica se
propoza abrogiaoda lei Oppltni, feila con
ira o luxo das mulheres. lei que achnu em t.a
to, enlo cnsul um defensor caloroso, as mu
Hieres se rconlrain no Korum, e atordoaram
lano os senadores com suas queixas, c exhor
lacdcs, qne a lei fui abolida: Desde este dia
o espirito da independencia da mulher cabio
na exagerarn, o egosmo, a sede de possuir e
dominar, o lino, os maos coslumes apod-'ra-
ram-sc deste se*o, nem o senaius-consnltos
Marciano contra as hachanaes, nem a lei Y
couiana, nem a le Srotmi contra os coslumcs
ifames.poderam mais n fiear a liecura das mu
Ihercs. Valerio Mximo atiesta que Hortensia
fez um discurto publico muito applaudido pe
povo contra um imposto que os triumviros
queriam lancar sobro as mulheres. Durante
todo este periodo, que o auctor fecha com o
reinado de Augusto, os lacos do matrimonise
foram sempre relaxando cada vez mais, e n
devorcio tornou-sc una cousa de todos os dias :
7'i'i'rii'in i repudio, como duSencca.
O impera lor Augusto fez lonvaveis esforcos
para por ou(ra ves cm honra o inatrlmuulo
refrear a devassido dos costumes e fazer pa-
rar a desnoTOaco da Italia. As lela de Mr-
tandii ordinibut de Adulteri correr miis, c a Id
Julia c Pnppia Poinra, foro urna verdadeira
reforma da legislaco sobre o matrimonio c a
base do dircitn romano at justiniano.
A Jimovaco mais iinpnrianlc delta 1egUla-
co he o reconhccimeiiio formal do concubi-
nato, mat sem que o principio mongamo, que
foi cm todos os lempos a base do casamento
romano, recebesse della o menor golpe, pois
a nenhum homein era permettido tomar una
concubina, estando ligado pelo laco conjugal
nem ter muitas e ao mesmo lempo ;|mas
nemas Icis de Augusto, nem as de nenhum
dos Cesrea seus sucessores, conseguirn!
achar o sabio meio^ntre os principios extre-
mos que outrora tfnlio dominado o casamen-
to, c a posico das mulheres na sociedade ro-
mana. As maiores uifnculdadcs se extingui-
i un. he verdade, o interesse material era cha-
mado IVeguentcmenie como um puderosu au-
xiarpara manter os esposos no caminho do
dever; mas a verdadeira substancia do matri-
monio que he, o amor conjugii, anda falla
no mundo romano, lie o chrisliauismo cnxer-
tado no .jnundo germnico, que deve eulim
fcze-lo brotar.
Tal he nos termos os mais concisos que he
possivel, a doulrina de Mr. Unger sobre o es-
pirito do casamento na sivilii.it,-.ni de Roma.
l.iiit'i mi > o chriatianismo que devia trazer
a emancipaco do eteravo, do flho familia,
e da mulhcr, que cmilcferava o amor conju-
gal como o nico principio verdadeiro do ca-
samento, nao foi desde a origem favoravel cm
lodos ot poniot ao laco matrimonial.
Um desprezo exagerado de ludo o que he
dcste mundo, sae do esplritualismo do nosso
dogma, c o matrimonio, considerado como sa- |
llsfaco dos sentidos uo escapa a este ana-
ihcma. Dahi as opinics hoslis ao laco con-
jugal emeilidas por alguns padres da igreja
querida Irmaa ; nao chores por mim.anlcs ro
ga por ni i tu a nosso pai celestial. INs nos en
contraremos outra vez, rsula!
Tres dias depos Mai tha foi levada cm um
caixo, e eu fiquri s com meus pais. Quan-
do minha mi soubc da morte de minha irma
deu um grande grito, erguru-se, deu algumas
passadas aprestada pela sala c depois caho no
chao. Eu levaulei-a c levei-a outra vez para
sua cadeira de Meneos. Desde cotuo ella uo
chorou mais, porm he mais taciturna do que
d'antes, smenle seus labios se movem em
oraco secreta. Pouco mais trnho que dizer.
Meu pai tornou-sc completamente imhecil c ao
mesmo lempo perdemos quasi Indos os uossos
poucos bens. Tenho conseguido occiiltar esta
perda a meus pais, vendendo os meus borda-
dos para com elles comprar-lhcs o sustento.
a Desde que minha irma morreu.que uo
fallo com uingueiii; cu amo os livros ; mas
nao tenho teiupo de ler, poit devotrabathar. lie
smenle nos dominaos que respiro o ar fresco ;
mas nao posso ir louge, porque sou s. Alguus
annos atrs quando cuera muito moca, custu-
mava sonhar cmquauto eslava sentada ncsti
janella ; cu povoava a snlido de mil viscs
que illumiuavam as horas escuras, hoje uina
especie de lorpor tem cabido sobre meus pea*
sanenlos, e nao sonho mais.
n Quando eu era mo(a, esperava alguma
mu ni',-1 cm meu desliuo, hoje que tean viu-
te e nove aunos e que ador lem corrigido o
ncu espirito, nao lenho mais ctpcrancas, nem
reccios; neste lugar hei de acabar meus dias
solitarios. Nao pense que acbci a resignaco
sem conllicto. Havia lempos que meu coraco
se revoltava de viver sem ser amado, porm
lembrando-inc das palavras doces de Martha
it Nos nos encontraremos oulra vez, miiiha
irma, eu achava a par. Presentemente reso
muitas vezes, c choro poucas, c vos, senhora
sois bem feliz ?
Nao retpondi a esta pergunta de rsula
porque fallar-lhe de felu-idade seria o mesmo
que fallar de um amigo ingrato a quem foi por
elle abanduuado.
AlgAins mezes depois, em urna bella inanha
lo outonno, quando cu me preparava para ir
ver rsula, recebi uina vesila de um jovcni of-
lcial que ulliinamcnic para all tinha viudo
destacado. Elle era llbo de um amigo |velho
de meu marido c ns ambos scuiiamos um
vivo interesse pelo seu bem estar.
Vcndo-mc preparada para shir, elle oflere-
ceu-mc o braco e dii'gimo-nos para a casa de
rsula. Por acaso fallel dclla ao caminho, e
como o joven otncial, que chxmare Mauri-
cio d'Erval, parcecu tomar interesse cm sua
c as palavras pouca animadoras que muito*
nutres tm proferido sobre o matrimonio entre
ai quaes pode-se sitar as de Sao Paulo, e as
dcSo Jeronvmo; e ainda que ao n conjugal
nao tenho falladi desde o primeiro seculo do
christianismo, calorosos defensores, taes como
Irenco. Helvino. Joviniaoo e Vigilando, forca
heconfessar que estes padres prncuravam antes
desculpar o matrimonio como o um meio Ine-
vitavel de conservar a especie humana. Cott-
j'tgitlii roncubitu, diz sasBclo Agottinho, gent-
randi gratia non Imbit eutpam. O primeiro ca-
iimento ainda encootra desculpa perante cer-
tas padres dalgrefa, mas ot casamenlosieguin-
tei sao urna abominaco aos seus olhos: Sr-
rtmdo nuptios lunt iltieila prnptsr mc^adum. ter-
tiip inleperantiam dtmontlrant, el qmod libet post
textinm mafrmonium manifeita til farnientio.
He assim que a abstinencia do laco conjugal
fui celebrado como urna santa vlrlude. O mo-
nncbisuio e mais tarde, o oelibalo dos pxdres
livero sua origem nesla doctrina; poriso
he ao elemento material, physico, que os pa-
Ires da igreja e a legislaco cannica dio urna
grande importancia em milcria de matrimo-
nio. Acha-sc ah uina multido de preceitos .
sobre a vida mortal, c intimo dos espotot ; nao
se ni!.: i o matrimonio consummedo seno
pelo o i to; c a doctrina da familia illcgitima
he bascada if,u<\inicnle sobre este simples
laclo material.
Foi para tornar saneti esta uni'o conjugal
que era considerada em si mesma como algu-
ma cousa de profano, e de sensual que a igrrjx
inventou a doctrina do sacramcuto.. O malr-
monio tornan l'i-se um sacramento veio a.tcr
tambem necesariamente uina unio eterna.
apeiar dos eslorcos que se i'izcraui em muitos
concilios, reunidos durante o oilcvo secuto,
para conservir a dissolubilldadc do la-;- ina-
trimouial-
Km sumnia o ohrUUanUmo nao pude refor-
mar o mundo antigo, c sua influencia sobre
ellf fui antes dissolvenlc do que reformadora.
A nova doctrina nao podia reagir de um modo
radical obre pnvns envelhec 'os, e que por
assim dizer, liuho completado c terminado
suaeducaco. A triste historia do Raixo Im-
perio prora cshubcranleinentc a incapacidade
profundado mundo romano; o chslstiaiilstuu
para regenerar o genero humano, necesaitava
de novas raca*. de pnpulaces jovens, e vigo-
rosas, para ncllas depor com fruclo scus no-
vos dogmas.
He assim que nosso auclor chega ao mundo,
germnico, o quil leve por base o principio
da liberdadc individual, e aoseu ver, lem de
tal sorle renovado a lace da Europa, que rile
D io irme di/er, que com o mundo grrmauico
principia urna nova edueico do genero hu-
mano. Nao quereuits dar a estas palavras
mal laUtnde do que o auctor tilvet qnz dar-
Ihes, porcm ni ha duvida que isso he tratar
ponen cavaleirosamentc o mundo anligo, e
desconlierer gravimente, que o Egypto, a
Crrecia, r a Italia UnhO felto pela civilisaco.
Depois de ler rpidamente esbocado a cos-
tilulclo domeilica, c commum dos_ germanos
e ter demonstrado que a organlsacao da fami-
lia eslava entre elles intimamente ligada com
a vlneanca do saogue com a assistencia pelas
almas c pelo juraiueuto, o auctor traca aposi-
co das mulheres ni canstiluico da fimilia,
a^si^ual.i a pouca extenco de scus dircitos
as siicccsAes, faz couhecer a autoridade lo-
ss m:.'. di'li ii\ 'I i qual ellas se achavo cin-
todas as pocas de sua vili, r designa s com-
pra da noiva como base do laco conjugal, po-
rC*m esta autoridad.* *; inliuui sob aqual se
acha a mulhcr germnica di Itere de um modo
decisivo da tutela perpetua aqual eslavo su-
jeltai as mulheres romanas Km Roma, deu-
e por motivo dcsta tutela perpetua a, fraque
de sua inti lligcncia, imbeccllitas, infirmil>n con-
l, euiqiiantn que entre a rara germnica he
um poder protector com que se cerco as mu-
lheres, c os meninos, por causa da Impoten-
cia physica cm que clo de se defenuerem,
c de fazerem valer os seus dircilos. Os Ger-
manos em vez de aceuzarcm as mulheres de
uina inferioridade inlcllrctual, pelo contrario
supiinho-lhes alguma cnusa de sancto, e pro-
videncial; riles nao despresavao nem seus con-
telhos. nem suas propliecias, e coutudo, diz
sagaz Tcito, cujas palavras agora Iraduzimos.
n Cun ludo nao adoraro como dcosas. O
pintor lo tn le I lente da enliga Grmenla nao
qui i difer por esle palavras que oculto da.
deosas era incgnito a estes povos, porque isto
he inexacto; mas quiz laier sentir a alta ts-
tima cm qne eram tidas as mulheres, senti-
menlo que nao exista o'ni na Grecia nem na
Italia, nao obstante ter-se adorado uestes lu-
gares divudadcs do sexo fcmiiiiiio.
O matrimonio entre a raca germnica he
mongamo, nao s por sua estrncia, como por
sua forma : Tcito o piotou com a sua cloqucn-
cia habitual, mas eremos que o ctleganlc his-
toriador foi demasiadamente long c em sua
admiraco, quando quiz ver os symbol >s da
unio inteira e espiritual do homein, e da
historia, eu Ih'a contei, pois lanos andando
coinpassadamente. Quando cheg.nnos vclha
casa ciuzenta, elle olhou para rsula, sau-
dou-a com piedade c respeito e depols reti-
rou-sc.
rsula estremecen ao vn-sc na presenca de
um cslranbo, ella corou ligcramenlc e neste
momento pareceu quail bella. Nao sci que
deas vagas atravessaram o meu celebro, po-
rcm olhcl para ella scui fallar, dispuz cm urna
forma mais congruente as ricas trancas de scus
cabellos, tire! de meu pescorn nin coltariuho
de velludo prelo e pu-lo no seu e arrangel al-
gumas llores brilhantcs em seu cinto. rsula
sorria-sc sem comprehender a raio que cu
tinha para assim obrar, e seu sorriso me pc-
uali-ava, porque nada ha mais trislre do que o
sorriso do infeliz, hiles parecem torrlr para o
V>utros e nao para si. Muitos dias se patsaram
sem que eu Visee Mau.i.ico d'Erval, c muitos
mais antes que o acaso nos levasse juntos ao
pe da vclha casa cinzeuta, o que leve lugar mu
da, cm que voltavamos de una excurso ao
campo com urna compauhia grande e alegre.
Ao entrar na cidade, todos nos dispersamos
em dilfcrcntes drreces, eu tomei enlo o bra-
co de Mauricio c levcl-o casa de rsula. Era
una dessas lardes docct c calmas do oulonuo,
as quacs as arvores quietas sao coloradas pe-
los raius do sol que se pc, c ludo respira re*
pouso, lie esse um tempo em que a alma se
sent abrandada, em que nos nos tornamos
mclbores, c nos sentimos promplos para cho-
rar sem o amargor da dor. rsula, como de
ordinario, eslava seulada janella. Um raio
deso que cania obliquaiiicute sobre sua ca-
beca, dava um lustre extraordinario a seus prc-
tos cabellos, seus olhos brllharain, quandueu
appareci, c ella sorrio oseu triste sorriso do
costume. Seu vestido escuro inostrava com
vautagem seu corpo esbelto, graciosamente
inclinado, c um cacho de violetas, sua flor mi-
mosa, eslava preso ao seu selo. Havia cm toda
a figura de rsula alguma cauta que concor-
dava harinoniosamenie com a calma e belleza
da larde, c meu companheiro o sentlo. Quau-
do nos aproximamos, elle lixou seus olhos na
pobre rapariga, a qual, tmida como urna me-
uina de quluzc anuos, abaixou a cabeca c co-
rou profundamente. Mauricio parou, trocou
algumas palavras com nos ambat c depois des-
pcdlo se ; porcm dah por diante, elle passava
sempre pela ra estreita c parava todas as ve-
zes por um momento para saudar rsula.
l'm da, indo cominillo, elle cutrou cm casa
della.
Ha coraedes oeste mundo to desacostuma-
dose esperar que nao podem comprehender a
ILEGIVEL


/
tnulher no bou. corelhai lujctUl *o intimo
jugo, no cavado arreado c na? armas, porque
eslas comas uto erara de neuhum moda >-
bolos, seDaoobjctoi de grande valor que fu-
a ai vetes dt moeda t foriuaraui o prefo de
compra da nolra. Bita compra tnesrao j
prnliMi o que tlnha de duro a aviluute para
a mulher, entre ai populs^def que Tcito II-
nha podido observar, por quinto resulta tuas
palavras que opre;o da compra, o dote ger-
mnico, era oflerecldo antea nolva do que a
acui pali, oa qaaei nSo fazlam mals do que
approvar 01 dom. F.ite preco de compra,
este dote lornnu-ie gradualmente, e medi-
da que *c elevara a condlgao da mulher, dom
dainanhaa, depoli dote, at queenfim, passa-
doi moltoa leculos, a "communlifio dos bens
conjuges acabou por facer entrar o vcrdadel-
ro espirito do matrimonio no regime doi bem
cutre eipoioi.
Mr. linter examina ao depoii a influencia
cinr a ia*teTa, r o dlrr'io cano!''**\ tal ritmo foi
constituido pelo concillo de Trcnlo, tem eur-
uldo sobre o Ufo matrimonial. Eite mosiagBt*
dllAculdades contra as quars a Igreja teve de
lutar, entre outral como os Francos nao quize-
ram ubmetter-se regra que prohiba a uin
conjuge divorciado o tornar-ie a caiar cm
(pianto o outro fosse viro e como concilios epa-
ra eiforcaram-ic debalde por estabelcccr o ce-
batodoi padrei. O papa Ada no II especi-
alente queixou-se a Carlos Magno, de que os
bis pos da Italia contrabissem matrimonios.
No concillo de Me ti. e de Moguucia numeroas
quedas appareceram de que os clerlgoa vi-
vessein com muU.ere estrangelrai, decorada
com o titulo de maes ou Innes, c de que mui -
tidentre'eliea vlvessem incestuosamente com
.ni* prenlas mais prximas. Na Inglaterra,
na Italia, na Pranca o casamento dos padres
nao poda ser extirpados apezar de todos 01 ei
tonos do poder secular, e espiritual, quando
mu da subi ao throno de Sao Pedro o monge
Uildebrand. Gregorio Vil. chegava com es-
te pensamento gigantesco de submetter o
mundo civilisado todo intelro dominaoao de
Roma. Para esle in, julgou prlmeiro rju
tudo necessarlo separar o clero de todo o la-
yocoin o mundo, nodeisar-lhe oulra familia
que a Igreja, outra patria que liorna, outro so-
"benno, que o vigario d Sao Pedro. Gregorio
Vil va tudo Uto no celibato dos clerigoi, c
va alem disto mais um mclu excellcnte de
conservar Intactos os bens da Igreja. Apenas
pois o novo papa clngio a tiara, lancou logo
os raios da excomunho contra todo o padre
ligado pelo laco conjugal, c bem issim contra
todo o secular, queouvisse missadita por elles
Koi grande o terror do clero, como nos atis-
talo osannalislas desle tempo; mu tus arcebis-
pos, bispo, o proprio legado do papa corre-
rn! risco de perder a vida sustentando o decre-
to pontifical. Obispo deConstanca oppoz-se
a elle abertamente, autorisando seu clero a
casar-se ; o senado reunido fin Paris cm 1079
chegou at a declarar hertico todo aqu
que prnhibisse o calamento dos padres, cm
Cambra.a queimou-sc um monge que tomou
adeieusa da bulla papal; maisGregorio presh-
lio, e salvo algumas exccp;des na Succia, c ni
Hungra, onde os casimcnlosdospadres lemn-
tiverain at o sectilo I i, o celibato do clero tor-
nou-se regra absoluta na Europa no seculo 12.
Nao seguiremos o auclor cm todos os deta-
Ibes da legislacao cannica sobre o matrimo-
nio, lbre sua naturesa sacramental, sobre sua
intlissolubilidade, sobre os impedimentos por
causa de parentesco, nem cm sua indagac-iu
sobre a influencia do que elle chama o roman-
lismo da media idade, que designa maii dis-
tinctamentes pela inliltracao do chriiiaaism>
no espirito germnico.
Segundo o auclor, os coslumes cm geral, e
oa do clero em particular tornaram-se tan que
a laco conjungal se achou singularmenic en-
raquecido na christindadc, quando a reforma
religiosa abri novo horisontc .t Europa, O
prolcstantisino rejeitou o sacramento para o
matrimonio, nao reconhecendo mais do que
dous, o baplismo, c a communliao, e u proprio
l.iiihfrj desposando uina religiosa, deu o ll
gnal do casaincnlo dos paston-s da nova Igre-
ja. Com o sacramento desaparecen logo ain-
dissolubiddadc do laco matrimonial, c aislni
he que loi aberlo o caminlio que acabou por
tornar a poro matrimonio c tudo o que a elle se
refere debaixo da inspeccao da auctoridade
civil c secular.
Os cdigos modernos da l'uropa aprsenla.n
a maior rariedade sobre esla materia ; liei s>
devidem cm dous grupos principies: as legista
cues dos paites catholicos, e as dos paizes pro-
testantes. Entre us primeiros, o cdigo Irn*
i i, o belgado de Haden, fazem do matrimonio
um simples acto civil, o qu*l para ser valido
nSo exige mcsino a cousjgracao da Igreja
mi os com o das Duas SiciHas, o da Sardenha,
o da a Austria, o naviera, reservando a parte do
igreja* regulam todava tudo o que ICIO refe-
rencia ao matrimonio, cm sua? rclacOes civis.
O cdigo russo he o nico que chama sacra-
mento ao laco conjugal.
Excepto na Blgica, e no gram ducado d
Haden, paizes que tem conservado a legislacao
primitiva do cdigo Napoleao, odivoicio nao
be admiltido as legislaces catholicas, ao
menos para os cidados que prullessar essa
religiao. Em franca os cidadaos nao catholi
coa tambein nao podem naje dissolver a imi.li
conjugal, que contrahiram. Entreunto, se-
cularisando o matrimonio, o legislador francez
tinha-sc couiproineltido a recoulieccr a disso-
lubilidade dcste contracto. A lei de 8 de mai o
de 18lt>, introdiuindo na nossa legislacao o dog
ma calholico da indissolubilidadc do matrimo-
nio, teria dcvldo ao menos exceptuar os indi-
viduos nao caibolicos. Assim he que na Aus-
tria, e na Sardenha he permettido aoi protes-
tantes e aos israelitas recorrciem ao divorcio
Nos cdigos dos paizes protestantes, reina
grande diversidade ubre os motivos que po-
dem dar lugar ao divorcio. Os extremos sao
represeutados pelo co ligo dinamarquez,
qual nao admitte senao o adulterio e a des er-
ijo maliciosa, c pelas Icis da Suecia, Prus*ia
e Austria, applicave> aos subditos n8o cailiuU-
oei. o quaei ehegtm a estabcllccer na aversaojde OUlro feohSo M individuo ostradt mais
nvcocivel dos esposos urna causa de divorcio; \\u*% manirvstar sto dosenvolvimento
..una* n Kfli'll nrillmarn ti A > Inif.aa ...ala 1 1
o$U fnprudooofa, o.locando-o om um
porem o cdigo prutsiaro he de lodos o mais
favoravr l a dUsotucao do inatrlmanlo, porque
nao enumera menos de quatone motivos della
entre os miaes figuran, a mudanca de religiao,
dlsilpacaoC a prodigallddc.
Quanto ao que dU reipelto aos Impedimentos
por causa de parentesco, nao h mais hoje
nenhiima legisla co civil que confirme pro-
nibicao primitiva da Igreja para os casamentos
a quem do qnarto grao da computaco can-
nica ; quas todas nao prohibein o casamento
entre os colatrraes senao entre Irmao e irman,
lio e s^bro)ia, ta c sabrlaho alguns cdigos
como o da-Autrli o probibera anda entre
primo e prima co-irmaos. O cdigo runo he
o nico que considera o parentesco espiritual
como um impedimento.
Apezar destas di fe rencas nos detalhes tolas
as Icgislacfles do mundo civilisado concordam
hnir em n*o considerar mais o matrimonio
como una ioslliulcfio que tem por lim nico
a satisfacao legal dos sentidos, ou a procrea-
cao de fillios. No estado actual da nossa civl-
lisacao, o matrimonio he ao mesnio lempo]um
laco moral c moralisador, urna uniao necessa-
ria ao complemento physlco, c espiritual do
individuo; um contractoaemelhanie nao pode,
nem deve por consequcncla ser formado, ou
dissolvido segundo o capricho do momento,
lie contra esus ideas geraes que o socialismo,
e o communismo se tem insurgldaem nonos
dias. Vejamos o que Mr. Unger diz dclles ao
terminar a sua obra.
As ideas socialistas sSo tilo antipas co-
felicldade, quando esta Ibes chega. Envolla
cm sua tristeza, a qual como um veo espesso
ocrultara sua vista todas as cumas esternas,
Lrsula nem va, nem entenda, lilla permane-
ca na presenca de Mauricio como na minha,
ih-ifil.i e resignada. Mnanto ao mancebo, ey
pude perceber claramente o que se passava
em seu cspirllo. Niio era amor por rsula, ao
menos assim pense!, porm cssa lerna pieda-
de que anda de perto ligada ao amor. A alma
romntica de Mauricio compra>ia-sc na atmoi-
phera de tristeza que ccrcava rsula. Gra-
dualmente elles principiaran! a conversar, c
svmpatlsando um como ouiro pela miseria da
vida que paisavain.cxr.crimcntaram aquella fc-
licidade.cuja existencia negavam. Mezes sepas-
saram assim, e a risonha primavera tinha j
voltado outra vez, quando Mauricio d'Erval,
passeando urna tarde com grande acompanha-
jiiento, chamou-ine de parte e depois de al-
gumas observaedes iudiflerentes, disse-mc
< Nao a i-lia que a mais exaltada fellcidade que
urna pessoa pode ter, consiste em fazer os ou-
tros narliciparem della ? Nao acha que ha
grande docura em dar praier a quem de outra
orle paliara una vida de lagrimas ? Eu o
olbava anciosamente sem fallar, quando, elle
me dlue Sim, miuha cbara amiga, v per-
guntar rsula se quer catar coramigo.
Urna exelamacao de pra/.er foi a minha res-
posta, c enrrendo logo para a casa cimenta,
achel rsula, como seinpre, sentada a traba-
Ihar. A sotidao, o silencio, ea ausencia de lo-
do o excilainento tinham lancado o seu espi-
rito em urna especie de indill'erenca. Ella nao
otlrla, e al sorrla lnguidamente, quaudoeu
apparecia, porm este era o nico signal de
animacao que dava. Nao reciei dar um cho-
que repentino em sua pobre alma paralysada,
ou agila-Ia cm um tumulto violento de fclici-
dade ; quiz ver se o vigor mental eslava ex-
tlncto, ou le smenle adormecido cheguei
mlnba cadeira para Junto da sua, tomei suas
duas mos as minhas, e fixando mcus olhos
sobre os seus, disse-lbe a rsula, aliuricio d'-
Erval pedlo-mequc soubesse detl se queras
ser sua mulher. >
A rapariga licou ntelramente citupefacta,
seus olhos brllnavam por enue as lagrimas
que os enchina, c seu sangue diKorrcndo pe-
las velas espumava ligeiramenle del>aixo de
sua pellc. Seu peito arfara, -leu coracao baltia
a ponto de se poder ouvlr auaa palpitacdes, e
suas maos a per tara mas minhas convulsivamen-
te. rsula eslava smente adormecida e a voz
do amor a despertara agora. Ella amava re-
pentinamente j al entao talvez ella livesse ama-
gara m a rellectir, e a pensar sobre o dest'no
humano, sobre a liberJade, sobra o estado,
e tiveram a consciencia dequo sortede
muitos do seus semelhantes era triste,
chcii de itlicfOes a raramente esclarecida
par algum raio beneco do esperanza ; que
a sua vid. em lim era urna existencia cheia
de privaces, e de angustias, nobres osfor-
i;ih $9 tem feito para inventar exemplos e
esbozar estados modelos, cuja realisac,o
Jevia proporcionar inJistinctan.'snte a lo-
dos a feliciadoe a paz. A idea socia-
lista apparecen con a primara dor sobre a
imperfai^So das inslituic.Oes humanas, com
oprimoiro suspiro sobre a triste sortede
tantos homons, exoostos s oecessidades
iocessantes, c iiihIo eternos. Ella produ-
zia na anti^uidade a Repblica di l'lalao,
nos sceulos 16 e 17 com o despertir do
pensamento l'vre,e do examc intellectual;
a I topx.1 do DObra Morus a cidade do Sol
de Oampanella, o Ordenador da sociedadet
e depois disto landos ensaios semalhantes.
Com cfTeito a Occana do Ihrrington, a
Noa Allnntit do etiinceller Baccon, o Estay
dem do diris.
Foram presos: a ordem do subdelegado da
freguezla de lat Fre Pedro Goncalves, Fran-
cisco Xavier de Amorlm, sem declaraeio do
Dcclaracoea,

I., porfo*, ou deUm. VMM R^rftta'SBtltt
pela Utra rouniSodn propnoda le individual i" rnKLS,u ,,. titiiai
a0
do subdelegado da fregueil de Sao Joa*. Ma-
noel Alvea de Souxa, por Infracjjo de poiluta
municipal; e a do subdelegado da freguezla da
II ii \ isla. Candido Teixelra Mina e o l'orlu-
guea. Jos Francisco de Mallos, por briga.
gyatalna da aswcIscHa, quo mtta o eipirito,
Inri. e.nnnUriBM.iia Immarii inoO# a ordem do subdelegado^ da frtjauezla
i. esponwneidaaa iinmina. s Alll01li0i i,ull ADMDlo da Coneelcao,
Dnpols do tor p8.|o am rvilt p qw 11 n.nbem Ve.n declar.co Jamotlro; rSem
escolai deSaint-Simon, e de Fourirr, ton
progado sobre o cizamento e sobre i ernan-
cipaQlo das mulluros, Mr. Unger caracteri-
al as mui severamente. Elle exproba-lhos
o saneci inarom as desordens dos sexos a
consideraren) a satisraQSo illimitada dos
prasnres snnHiian< enmn n problema da vi la
o o li n da ordem social, e o apsgarem in-
teirame'nte a base mongama do la;o conju-
gal.
N3o he pois por moio da regutamentos do
formas exteriores, nlo ho por um mecanis-
mo sabiamento combinado quo se dar a
liumanidade a unidade, e a paz ; a sil vac;V>
deve vir da propria ferca do homam NSo
he na satisfacSo dos sentidos, mas no espi-
rito, e no movimento para um lim mais ela-
v NS>he associando os individuos orno en
um quartol ou om um corli;o de abelhas,
nSo he dirigindo-os como bonecns, palo lio
ALFANDEGA.
nendimento do da 15.....14:430,795
Di s car regar Ao/e 16 de julho.
Barca americana El Dourado breu.
Barca frarieeza Jostphina-- vinho, a/.oilo e
farinha.
Polaca sarda Vieenso Tarlnha e massas
Brigue inglez yonpariel bacalhio.
Briguo americano -- Persagno -- familia.
Patacho americano --Loper farinlia e bo-
lachinh
pela livre reunido da propried
e das individualidades indopendentos que
se podar fazer nascer a sslvarjo do futuro
Quando cada um tiver o co'arjao purificado
CONSULADO GEHAL.
Itondimento do da I a 14 ... 13:675,431
dem do da 15..........1:280,403
mo o mundo Depois que os homens che-, e o espi-ito esclarecido, quando todo o hn-
14:955,825
DIVERSAS PROVINCIAS.
097
959
1:146,056
mem estimar e honrar no outro a creatura
scmi'lhanto a Dos, entSo a paz voltara aos
ccracOes agitados, a aspara distanciase W-!D,nd|m,nto'i5?dto {"""'TT" 1:011,'
curtir., a juerra mort.fesa da concorrenc...; gj J" 0'" /..... ,3.
asMmcomo a doran do egosmo desapare
cerSo < un que haja necessidade d i rocorrer-
sa a supressSe de toda a liberdada e de toda
a es,->ontane lado. As-im como o amor ole- p nortncftu
cVa,cs',oddePvreOX|^aer TmSSLTMm& Buen08 A*res' brlue "glf'Z P'm' Cn'
cacao, aevo levar a saivacao e a lenciciurjti, seauinte: 1M barricas com assucar.
as geraces tucuras, ..simo amor dos M-iau|.Vhmn e8Cuna p0,tugueza Norma,*
xos purificado djvo unir o esposo e a espoza 1 *,'X(i eonjuz 06 esuinte -- li
no laco conjugal. O hoi-em como a mu- ^ffl^ffi^XnJtt*
Iher, unindo-seauTJsor (ft sua escjlha do f (7 i^asda assjcar
outro sexo. nSo procura somenle o com-| A|coba(;a> |ancba s.Anna do Sacramento,
: 6
e fer-
i (I) H| 1U] JO|| \,\J J UQ uuv, a w mm XjllmS Uv
al do casamento, ha a uniSo ao nwmo tem- J s m lJjolos de a|veaaria groca, 1
00 de dous corpos, a do duas almas. F.sla | h..,, h..ih4 q ..ninr,u laiarlnaa.
o uro sexo, nao procura .rnente o com- A|cob,a> |anCDa s.Anna do Sacram
plainemodoseu ou phisico. m.s ajada o 30 toneldt conduz o soguinte:
do sau eu moral, e assim como o no mem he h f lr 6 enxadas de
ao mesmo tempo corpo o alma, assim o ida- 2 fei dearcos dedito, 100 arrob.
fusilo completa, em que o individuo se con-
funde inteiramente com outro individuo,
i'M," imperiosamante a monogimia, nSo
s como principio phisico so nlo ainda com
principio pasichoiogico ; por que esta fusSo
ofprojectt de Daniel de Foi1, o Uundut aller' com jleta do meu ser inteiro, phisico, e mo-
le Hall, a Silente o. Voyaqe dans file des
Plaiiirs de Fenelon, a Pan perpttuelle d >
abbado da .Saint Pierrc, a llasiliaie de Afiir-
elk, por tanto lempo attribuil. i Diderot,
a Dceouverte uuitrale, de Bostif da la Bre-
tona, sSo obras inspiradas pelo mesmo es-
pirito ; enoslompos modernos os dispa-
los do Saint Simou, de Carlos Fourier, da
Roberto Owen, os sacialistas de todas as
soitis, communislas, carlistas, utilitarios,
humanitarios, c tull quinti Um vindo !i-
ar-sc a osles predecessores, e dar por sui
vez a sua pan.ca
Mr. Unger niio leva nem tempo nom es-
paco para ennmerar todas oslas divorsis
escollas, com mais forte razio n3o polo
suhmettcl-as urna a urna ao exame da cri-
tica, por isso limitou-sc algumas ex osi-
C09* o algumas observ-QOs geraes. En
primeiro lugar assignaia a fatal nacessida-
le que sempre conduziu os que queriam
Una mn langa no estalo da propriedado. e
da dislribuicSo dos bans a raformir a fa-
milia, o o matrimonio; elle reconhace vo
Inntariamenta que as pasquizas dos socia-
lisias de todas as dadas, e do tolas as e-
phocas, tem descoberto chagas profundas
no estado da sociadada, e que ellos n di-
rigido a :iiiiMn;Vi publica sobre o proble
ral nlo posso consuma-la seoSo com um s
sor, com o sor da minha escolha. .ido es-
te amor, e esta dodicaco nunca nxistiram
ou [onde mais tardo faltarain, Pilo houra
rerdadeiro matriminio.sagundo Mr. Ungar,
mis ii'ii I n;i> morto qua n3o ligou senSo
dms indivi lualidadei animaes. Umi ag-
gragai3o se nellunlo Iha paree i mesmo im-
moral, olio quer a sua dissolucjo, e por es-
tp motivo, exige que toda a legislarlo au-
thorise o davorcio; entretanto na pralica
querqnoa lei seja severa, tanto para nao
animar os cidadilos a contrahiram ligeira-
menle matrimonios como par* impolir os
dovorcios ficals. Mis ah lio que asta, ao
nosso sor, a diculdade pralica.
lia ainda um outro ponto sobra-o qual
concordamos inteiramenta cm principio
com Mr. Unger he qua o ve d ideiro regimun
barrica b.calho, 3 esping.rd.s lazarin.s,
200 alqueires da cal, 3 barricas com 24 ar-
roba, e 13 libras de assucar.
KECEBtvDOKIA DE KENDAS GERAES
INTERNAS. '
Rendimonto do da 15......287,231
CONSULADO PROVINCIAL.
IJcm do da 15.......896,146
Movimento.do porto.
Kavlos enlradot no da 15.
Rio de Janeiro 15 dias, brigue br.sileiro
Animo, de 197 tonelladas, capilSo Do-
mingos Antonio de Olivoira, equipagem
14. carga, farinh. de mandioca ; Luiz
Jos de S Araujo, P.ssageiros, Antonio
Joaquim Dias Madrooho, Francisco Jos
Pereira Borges.
S. Matheus --13 dias, sumaca S. Antonio, de
87 lonelladas, mestre Manoel dos Sautos
traga, equipagem 8, carga, farinha de
mandioca ; a C.etano Cyriaco da Costa
Moreira.
Navios sahidot no mesmo dia
muuhno universal. Este pensamento que o' "21? SSkXKSSSL ....^.. ..:_
i pensamento q
auclor n,1o faz scnJo indicar, nos o temos
desenvolvido om umi obra recinto que a
acadcmiajdignou-se honrar com seus sufra-
gios.
O livrj que acabamos da darvos conta,
scnlioros termina por algumas rellxoes hro-
Estados Unidos pela Parahiba patacho di-
nam.rquez fortuna capitSo II llunge,
em lastro.
EDITAES.
I *". U' b'm S''"l"llS %"""" "Tl"^'" O "lm- Sr. Inspector da tbesourarl. da
ma tilo arduo da dislribuicflo das nquezss; mes actiiae. os quaes nSo veem nb nosso rrnilt provincial, em imprmenlo da reso-
porem o socialis.no tem ludo cxaggerado; cisamento, as mais das vezas, se iMWUm 's- |aefa do tribunal administrativo do prlmeiro
elle nSo tem visto senSo os males da socio-; tabclecimonto pira os esposos se trataran) do correte, manda fazer publico, que no da
dala sem ver o bem ao seu lado e delles;convenientemente, urna especulaQjo linin- i i7do mesmo ral novamenie a prafa para ser
lem feito a regra Porque a maior parta coira, ou antes um remedio contra os oxees- arrematado perante o mesmo tribunal atjucm
dos mortaes nao tinha tido ateo presento sos, e enojos da vida celib.tana.
scnSopouca ou nonhuma felidade,da boje] Her" '
em dianto todos n3o deviatn ser sonSo go- t moral
zos sensuaes, e a nova rotlgio tornou-so | de
assim una doctrina do gozo, un dogma da eos do ramilla, que podem roviver a harmo- ,cndo qUatro na povoacao dos Afogados nume-
carnc, nnu moral de puro materialismo.' nia e a paz ; mas niio pela profanarlo da ros44, i,28 e'M, avahadas em l:000,i>00 r. e
l\i- 'i.i I i pelas desigualdades saciaos, familia, nem pela abollcao do la;o cou- duas na ruados Pocos ns. 15 e i7, avahadas
pola vista do trabalho infructuoso, sem re- J'igal
sultado dos individuos privados de capital,]
pelas honras, e dignidades ligadas na socic-j
dade actual iisseno, o socialismo procu- j
r. assegurar o trabako a estima, r o reco-
uhecimento que 1 to silo devidna,. e nao
quer attribuir os bens, o os gozos seno om I
raz,1o do tr.ballio. Esta poassmonto que'
he generoso, chega todava na pralica
a
Sloniteur.)
Reparlico da Polica.
em 400,000 rs
Os concurrentes coinparecam no dia cima
Indicado ao melo-dia na sala do mencionado
tribunal.
i-, para constar se mandou afiar o presente
e publicar pelo Uiarh.
Secretarla da thesourarla da fazenda provia-
; cial de Pernambuco, li dejadbudc iS.'.l.
O secretarlo,
Antonio Ferreira d'Annvnciacao.
Pela iuspectoria da al.'andega se fa>
PARTE DO DIA 14 DF. JUDIO.
Fdram presos: a ordem da juiz municipal da
um caminho falso; porque, querendo P'"'^'" vara deste |lermo, fose dos Santos
i" .' y"">" < f ,...,. Torrcj, por estar sentenciado : a ordem dn de- '
para obter a realis.cao do sua idea, abolir |PK,d0 do prlmeiro districto deste termo o pre- publico, que no da 18 do torrente, depois
a divis.o actual dos bens, da mao a cssa t0 Filippe. pr ebrio ; a ordem do subdelegado do meio dia, se ha de arrematar em hasta
communismo brbaro, e estupido quo sup- da freguezla de Santo Antonio, o preto escraro publica porta da mesma repartirlo ; urna
[rimo a prosperidde individual de urna Benedicto, por briga, a ordem do subdelegado caixa com phosphros, pez.ndo bruto 10 on-
lu.neira absoluta. da freguezia de San Jos, Antonia Mara Joa- ras, a 2*400 ris, conforme a ll/ifa, total
Er. Nuger demonstra ainda de um mole luina, por crline de Turto, e o preto Jos, es- 96/000 reis; abandonada pelos direitos,
perfeilo que o secialismo, ou ao menos suas cr?vo VJ'SSS GTV \ a T v"'1 : c por Veicth Bravo & C.: sendo a arremata-
dive.-sas Mita., estilo maior coDtr.dllIo, ^FrancTo. cr^.'pte'pancVr ^Inna #*} > ^\ o .rrem.t.nte. .
pola que dcumlado, qucramquso miivi- ,nn,er, loi. tambemeicravo, por ter idocn-| Alfandega 16 de julho de 1851. O 111
dno chegue ao seu mais alto grao de des- contrado fura de horas c Antonio, escravo de psector intorino, liento los t'ernandes
.: v : i-, 111 ., de gozo, o de liberdada, O Amonio Bernardo dos Reis, por desordera. [Barros.
do sem o saber, mas agora o veo crtava rasga-
do c ella sabia que amava.
Alguna momentos depois, ella passou a mo
pela fronte e disse: > ;%o nao he poisivel la
Eu repet simplesincnte a inesma plirase,
Mauricio d'Erral manda perguntar-ros se
queris ser tfua mulher, a lim de acostuma-
la com o som dasiialavras, que como as notas
de una corda harmonlosa, foatnavain parad-
la una meloda doce c cilraordlnari.
Sua mulher l n repeta ella com citase ; sua
mulher e enrrendo parama mai, exclamou :
Ouvio minha mai ? Elle quer que eu seja
sua mulher Minha filha, responden a ve-
Iha cega, minha amada iba, eu sabia que
mais cedo ou mais tarde Dos liavi.i de recom-
pensar tuas virtudes.
Meu Dos exclamou rsula, quanto ten-
des feito boje por mim Su* mulher Minha
amada filha Te ella ajoelhou-se, lendo as maos
levantadas para o co e a face coberta de la-
grimal. Nestc momento pisadas se ouvlram no
corredor.. He elle! exclamou l'rsula cheia de
prazer pela felieldade de receber Mauricio d'-
Erval.
Deste da por diantc rsula inudou inteira-
mente ella tornou-sc moja e bella debaiao da
nduencia mgica da alegra, posto que tua fe-
licidade parlicipasse algum tanto do seu prl-
meiro carcter. Ella era calina, silenciosa e
eservada, de sortc que Mauricio, o qual tinha
amado urna mulher palllda e triste,sentida
sombra, nao foi obrigado a mudar o eoloredo
do quadro, niio obstante rsula ser agora fe-
liz. Elles passavam longas noltes a conservar
c meditar juntos na sala triste, esclarecida l-
mente pela elaridade da la.
rsula amava com simpllcidade ; ella dizia
a Mauricio : a Eu vos amo, eu sou feliz, e a vos
he que o devo A velhacasioba ciuzenta era
a nica scena destas entrevistas. rsula tra-
balhava com nao abattida diligencia, c nunca
deiiava seus pas, porm as paredes daquella
estrella casa nao enccrravain mais sua alma ;
ella tinha recuperado a liberdadec tinha voa-
do. A doce magia da esperaoca doura noso
futuro, senao tambera o presente, c pelo ineio
do seu prisma que tudo pode, muda o colorido
de todas as cousas. A velha casiaha permane-
ca triste e sombra como sempre, porm um
sentimento contido no coracao de uina mulher
converleo-a em um palacio. Sonbos da espe-
r mi i, vlnde sempre a ni, ainda que fujais c
vos desvanecais, como as ouvens douradas na
atmosphera Aquelles que nunca vos conhe-
ceram. sao mil vezes mais pobres do que
aquelles que vos chorara l
Assim se passava o lempo chcio de felicida-
de para l'rsula ; porm um dia chegou, no
3nal Mauricio entrando apressado no quarto
ella, disse-lhc : Minha querida, importa que
abreviemos o noiso casamento, por quanto o
regiment val ser mudado para outra guarui.
;'o, e he preciso que estejimos promptos para
parllr.a
Vamos para louge, Mauricio ?
- Assusia-te por ventura minha rsula, a
ideia de Ircs ver paizes remotos.' Oh ba mul-
las trras mais bellas do que esta.
Ah .' nao, Mauricio ; nao he por mira, po-
rm por mcus pas ; elles ao j mui vcllios c
nao pdem fazer urna longa viagera.*
Mauricio olhou para sua esposa sem fallar.
Com quanto elle bem soubesse que rsula,
para participar do seu deslino errante, dcvla
dcixar seus pais, todava nunca tinha redecUJo
seriamente sobre tsae. Elle tinha previsto a
dor que ella havia dewntir. porm confiando
na aileic.io, de sua esposa, tlnha-sepenuadido
que o seu amor para com ella conseguerla acal*
mar esta dor, da qual nao era a causa. Obriga-
do pois a declarar-se, Mauricio triste pela dar
inevitavel que la infligir sua^esposa, lomou-
Ihc uina das maos, f-la sentar-se no seu lm; ir
do coslume, e com docura Ihe dfsse : Minha
querida, he iinpossivel que teu pal e tua mai
uos acompanhein em nossa vida errante. At
hoje, minha rsula, temos passado a vida,
embriagados em -sonhos de amor, sem cnidar
seriamente de nossos planos futuros. Eu na*o
tenhooulros bens que a minha espada, e ago-
ra no comeco de minha carrelra, mcus ganhol
sao t.i'i poucos que teremosque subinctternoi
a inuitas prlvaocs. Eu couto comtuacora-
gera, lmente tu deve acnmpanliar-ine. A
freicnca de leus pais s servirla para fazer
ezar sobre elles a miseria e sobre nos urna po-
breza desesperada.
Oeixar meu pal c minha mai! exclamou
rsula.
> Deixai-oi com seus poneos bens, nesta ca-
sa, confta-os a maos cuidadosas e segu a for-
tuna de teu marido.
" Deixar meu pal e minha mal > repeli
rsula. Ah nao os bens que elles possuein
nao basura para ieu sustento ; eu he que, sera
elles o sabcrein, trabalho para os augmentar,
eu he que, ha muitos annos, trato delles, e
queris que os deixe ? Ah liso nao.'
Miaba pobre rsula, repllcou Mauricio,
nos nos devemos lubmetter ao que he inevita-
vel. At hoje teus-lhei oceulta lo a perd de
ma pequea fortuna, pois declara-a agora,
visto que liso he necessarlo. Procura regular
sua despeza cora o pouoo que Ihes resta, poli
ab.' nos nada Ibes podcrcinos dar
Ir-me 'embora e deixa-loi aqu Isso he
impossivel I Eu devo trabalhar para elles.
- rsula, minha rsula, disse Mauricio
apeftando-lhe ambas as uios as suas, nao te
deixes levar, cu te conjuro, pelo prlmeiro Im-
pulso do teu coracao generoso, reflecte por um
momento : nos nao refusamos dar, lmente e
nada temos que dar. Ainda racimo vivendo
sos, teremos que sofl'rer muitai privacdei.
a Eu nao posso deixa-los, disse rsula,
olhando tristemente para os dous velhos que
estavain dorraindo era suas cadeiras de bracos.
n Assim he que me amas rsula ? A pobre
rapariga s respondeu, derramando urna tor-
rente de lagrimas.
Mauricio demorn-ir longo tempo cora ella,
proiestando-lhc o seu amor c cxpllcando-lhc
repetidas vetes sua actual posl;ao. Ella cscu-
toii-o sem responder, c por lim elleretlrou-se.
Deixada s, rsula descao;ou a cibec i sobre a
mao, e permaneceu lem movimento por es-
iaco de multas horas. Ab o tardio ralo de
elicidade que (Iluminara ma vida por um
momelo passou, c o sonho de ventura fugio
para nunca mals voltar O silencio, o esque-
cimenlo, a cscurido tomaram outra vez poase
daquelle coracao donde o amor os tinha ex-
pedido. Quera pode dizef o que se passou no
espirito da pobre rapariga durante as longas
horas da mela noite Smente Deo o labe,
por quanto ella a ninguem o disse.
Quando alvoron a manhaa, ella eslava junto
jauella que tinha fleado aberta toda a nolte,
e trema ; por quanto o frise tinha apoderado
tanto do seu espirito como do seu corpo. Isso
nao obstante, ella tomou papel c penna c es-
creveu Adcos Mauricio Eu lico com meu
pai e minha mal: riles tecn necesiidadc de
inlin. Abandnalos era aua vclnice seria cau-
sar sua morte ; porquanto s a mim tcera no
inundo : Minha rmaa, era sua ultima hora,
confiou-os a mim, dlzcndo-me: a Pis nos en-
contraremos outra vez, rsula > Se cu des*
prezar mem deveres, nunca mais a tornarei a
ver. Tenho-vos amado mul;n, e amar-vos-hei
seinp*rc, por isso que tendes sido mui benig-
uo para coininigo porm agora sel que so-
mos milito pobres e nao podemos casar-noi.
Ateos Ah quanto me custa escrever esta
palavra Adeos charo amigo, a fellcidade nao
c fez para mim.rsula v
Eu c Mauricio dlrlghno-nos velha casa cin-
zenta ; porm todaa as nossai representaedci
foram inuteis: ella nao quiz deixar seus pali.
Eu devo trabalhar para elles! dlise ella. De
balde fallci-lhe do amor de Mauricio, e cora
0 capitSo dr) poile dcste proeinria,
tondo de eogijar para fcomoleto da. guar
nices do. navio, de guerra, Individuos qus
estejSo nostaa casos, e qaeiro assim, servjr
on aos individuos que qoizerem incambif-
se dcs.es engaj.menlos, a apresenlirem-aa
na capitana com toda a brevidsde ; sendo o
tempo de eogajamento da um a Irea annos
com. se convencionar, e as gratiflcacOesa
darem-ae na ordem desses pr.zos, iln so,
30 e 40,000 rs. Alem destas gralillca0ea, ee
Ibes dar nu'iis como premio aos qua se en-
gajarem directamente 4,000 rs. sendo' cs-
trangeiro, e 5,000 sendo nscional, perce-
bendo os engsj.dores 4,000 por cada um de
idade de 18 a 40 snnos, sendo estrangeieo, e
5,000 sendo nacional. Capitana do porto
de Pernambuco, 8 de julho de 1851.liodri
i/o Tnsoiltrodt l'reilas, c.di tilo do porto.
REALCOMPANIHA DOS PAQUETES INCLE-
ZES A VAPOR.
O Vapor Severo, comm.ndan-
te Vicent, deve aqu eslar na
matib do di. 22, e seguir na
tarde do mesmo di. para os
portos da Europa j anunri.dos : ss pessoas
que pretenderen! p.ssagem para qutlquor
dos portos, em que o mesmo tenha de to-
cir. deveraolraclar antecipadamenteem ca-
za da respectiva agencia rui do Trapiche n.
42 ; adverte-se que par. maior commodida-
de dos paasageiros a comp.ohia tem arran-
jado que estes vapores demorem-se nesta
porto dose horas de dia claro, tanto en sua
viagem para o Sul ramo para o norte.
lisio, Ceral das cartas em ser do annoile 1850
a 1851 '/'"' vdo a ser consumida,
los de Lima, Jos I.eite Atevedo Rendo,
Jos Lourenco Goncalves, Jos Lopes de Oll-
velra, Jos Lopes Pereira de Carvalho, Jos
Lopes Roza, Jos Libanlo doi Santos, Jos
Luis, Jos Luii Ferreira da Silva, Jos Luiz da
Silva GuiraarSes, Jos da Maya, I. Mari* de B
ti., Jos Mara Goocalve, Joi Mara Pamplo-
olo, Jos MarialSouza Aguiar, Jos Machado
U. B., Jos Martins Pedro, Jos Martina Vleira,
Jos Manoel, Jos MaDoel Diiarlc Lima, Jos
Manoel de Souza, Joi do Nasclmento, Jos
*flcaclo Silva, Jos Nicaclo Moreira da Silva,
Jos Mimes Marques, Jos Nunei Santos Oll-
velra, Jos Pereira /uno-, Jos Pereira S Jos
Pereira Smiles, Jos Perrlra da Silva, Jos
Pereira da Silva Moraei, Jos Pereira Mendes
Magalliaes, Jois Pelxoto aj Fonseca, Jos Pei-
xoto da Fonseca Silva, Jos Peixoto Silva J-
nior, Jos Pedro Heitor, Jos Pedao dos Reis,
Jos Pedro Soarcs Jnior, Jos da Rainha das
V., Jos da Rocha Moreira, Jos do Reg Pa-
checo. Jos Roberto de lloraei, Jos Roque
Aniunfs V., Jos Roque Marcelllno, Jos Ra-
mos de Souia, Jos Ribeiro da Cruz, Jos Rl-
beiro II ni maraes, Jos Rodrigues da Costa,
Jos Rodrignes da tmara S., Jos Rodrigues
deOlivelaa, Jos Bodriguei Salarar, Jos Ro-
drigues Vidar, Jos Rayraun'dq Faria, Jos
Raymundo Passarlnho, Jos S. do Arelim 1'.,
Jos de S Albuquerque Mello, Jos S. Ifarreto,
Jos Saturnino G Jos da Sflva Conrado, Jos
da Silva olivoira, Jos S. Pereira, Jos de Sou-
za Teixelra, Jos L. Crrela, JoiSoareiNeiva,
Jos Soares da Silva Pinienlel, Jos Teixelra
Campos.
Leopoldina, Mara de Alcntara, Lulza Ele-
na de I-netas, I.ui/.a lielvina Goncalves Calis,
Lulza Mara de Jezu Cavalcante Albuquerque,
Luisa Mina Ramos, Landislina Rota Silva M.
T., Ludgepio de Salles Oliveira, I.uduvlno
Jos Suia, Lourlano Duarlc Pinto, Leonardo
Hizerra Sigueira Cavalcante, Leopoldino Pinto
Leopoldino Silva Azevedo, Lourenco Caval-
cante Albuquerque M Lourenco Jos Ara-
gao, Lourenco Jos Figueiredo, Lourenco Sc-
rafim, Luiz Augusto de I.oureiro, Luiz Anto-
tonio Tavclha Jnior, Luiz Antonio Ferrs J-
nior, Luiz Antonio Pinto, Luiz Rarboia M.
Azevedo, Lulz(orrela Lima. Luiz Carlos Fre-
di ni o S., Luiz de Frane. i, le, Luiz de Fran-
ca Cavalcante, Luiz de Franca Souza, Luiz Fi-
lippe Sampalo V., I.ulT ilolanda Cavalcante,
Luiz Jos Uliveira Dinftf, ILulz Laurindo Paz
L., I.uli Pereira Uorges, X.uU Viclra Costa S.
Perdigo.
Mara (vluv3 do fallecido Romao), Marcoll-
na Maria de Sampalo, Martinha Mara Llvra-
mento, Margarida Kodrlgues Souza, Mariana
Allina Souza, Mariana lavares Concricao, Ma-
riana Pelxout. Mara A. V. Costa, Maila Au-
gusta Castro, Maria Ilaptlsta Paz, Mara Coro-
lina Fonccca, Maria da Concricao, Maria Cou-
ceicao Jcsuz, Maria Concclcao R. Oliveira, Ma-
ra Clara Pereira, Maria Domingas da Concci-
cao M Mara Emilia Oliveira Sabino, Maria
i mli i Gomei, Mara Escolstica Couto, Maria
Francisca, Maria Francisca Palxao, Maria Fer-
reira Airoza, Maria Ferreira Silva, Maria Fran-
ciica da Concelcan, Maria Francisca da Silva,
alaria Jetrudes de Jesuz, Maria Ignacia J. Ma-
ra Joaquina Albuquerque, Mara Joaquina
Conceicao, Mara Joaquina Paula Chaves, Mara
Joaquina Sacramento, Maria Joaquina Silva,
Mara Joand Res, Maria Josefa 'Jesuz, Maria
Josefa fiiijn, Mara Jos Amalia M. Maria Jos
Conceicao, Mara Leopoldina Clora, Mara Lu-
cia Almelda, Maria Merceis, Maria Magdalena
Montelro, Mirla Monte Nunes, Mara Mala, Ma-
na Rogaris Almeida, Maria Roza Souza Maga-
Ihes, Alarla Thcodoria Jesuz Cardoso, Mara
T. Perigrina Amaral, Mara Theresa, Mara
Vlrgcm V., Maritano M. SouzaG., Mathlas Fre-
dirico M. n M. Francisco Silva, Marcos Cor-
rcreia C. F., Marcos Antonio Rodrigues Sou-
za, Melquidei Antunes A., Martlnlano Jos
barbosa, Martlnho Jos Silva, Martiuho Sousa
Mello, Maxemiano Joaquim A. Pinto, Marcelino
Jos Goncalves Fonte, Mathlas Francisco Silva,
Malillas Vleira Aguiar, Mariano 7'lburclo Adri-
ano' Malvera S. f. Pontes, Mximo Cardozo Al-
incida, Miguel Arcanjo Mello Jnior, M. An-
tonio Mu anda, M. Francisco Fila, M. Joa lio-
dri
oe
Ase
*n
lo
IgueaJ^Ira, 14. Martins Coila f
eTAtfflpo Souza. M. Amnelo i
evcddBarrjeri/M. Assunpco !
icclin Tlcir, M. Antonio Andi
Martins Coila Rlbelro, Ma-
Almelda.M.
_ 8. Ti.e-o, M.
, imiuiiiu nndrade, M. An-
ioiio A. Cunha, M. AflDnlo I.cllu, M.Antonio
Miranda T., M. AntoS. Munli Vleira, M. Anto-
nio Rodrigue. Smico, M. Antonio Vleira,
M. nenelo Barfeoza Silva, M. Barbota, M. Ha-
bla, M. Baplsta Lisboa, M. Borges Mendonca,
tf. Balblno Molaaco Pereira Costa, M. Manra
Albuquerque, M. Cipriano Ferreira Rabello,
Manoel Cavalcante, H. Cm.il Ramos.
i.'onlnwar-ie-a.
Theatro de Apollo.
flojo, 16 do eorrente.
A companhia dramtica dirigida pelo ac-
tor Francisco de Salles GuimsrJos e Cunha,
representar pela primeira vez o bellisaimo
e aparatoso dr.ma do Sr. Mende. Leal:
D. MAKtA DE ALENCASTRO.
Pirsonuptii-i c nctaits o Srs
Aphoso Annes GuimarSea
Antonio C.nli
D. Antonio de Portugal
D. Rodrigo de Souzi
D. Conga I o do Ath.yde
D. Francisco do Helio
D. Diogo de Menezes
D. Nuno da Cunha
Capitn de Arcabuzeiros
Jeronyrr.o
Fern.ndo
O Monge da Serra
D. Maria do Portugal
Laura
Violante
Convidados, serventes, escudeiros, psgens,
arcabuzeiros, dama., etc.
Fioalisar o espetaculo com a mu joeos.
farca
Mo noel Mendes.
ti qual o Sr. GuimarSea, deaempenhar o
papel de Manoel Mendes.
Os bilhelcs de camarotes, galera e platea
acham-ae desde j a yenda no eacriptorio do
theatro.
Principiar as 8 loras em ponto.
M. da Costa.
Jorge.
Conrado.
NeTfs.
Mello.
Figueiredo I
Sabaatio.
N. N.
Nev.
Figuoredo.
.Seb.atiflo.
C D. Mara
(Leopoldina.
D.Feiismlns.
D. Luiz..
Avisos martimos.
Para o Aracaly .abe cmprelcrivelmcnle
at o lim do correte por J ter parte da carga
engajada o hlale nacional Anjr/icn, quem n'ellc
quiser carrrgar, ou Ir de passagem dirija-se a
ra da Cdela do Recite n. 49, prlmeiro e se-
gundo andar.
Para o Rio de Janeiro, segu por estes
dias o brigue escuna nacional Olinia, s po-
de receber alguma carga miuda.escraros c
passsgeiros : trsta-ae com alachado & Pi-
nbeiro : na ra do Vigario, on com o eapl-
lo Manoel Marciano Ferreira, na precie do
Commercio.
PARA A PARAHIBA sabe em poneos
dias, o veleiro iliate Espadarte : quem nelle
quiser c.rreg.r, ou ir de p.as.gem, diriji-
saa ra da Cadeia do Recife n. 93. a tratar
com Antonio da Coala Ferreira Eatrela, on
com o mestroiVictorino Jos Pereira, no Tra-
piche do AlgodSo.
-t- Para Lisboa pretende seguir com toda
a brevidadeo muito veleiro brigue porlu-
guez Pensamento i quem no mesmo qnizer
carregar ou ir de passsgem, dirija-se aos
consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
& filliu, ou ao ca ito ua praga.
Leiloes,
Adamion Houvv& Companhia l'arao lei-
lao np dia quinta-felra 17 do cnenle Do ai
mazern do corrector Miguel CarH:4ro, de nina
po \ .ni de vidroi finoi, como copos, garrafas
lapidada!, talles e mullas cunas qualidades
para mesa.
C. J. A-koy i Cotcpanhia farflo leilo
por iutervencao do Corrector bliveira, de 50
liar ris de i'iie americano, e mals por con-
ta e risco deqaem pertencer de 34barns do
alcatro avanado : boje 16 do correte, ao
meio dia na ra do Corpo anto.
Avisos diversos.
aajgn
urna sortc de crueldade lembrcl-lhe que sua
nioeldade se ia desvanecendo c que nao era
proravel que cncontrasse outro marido. Ella
escutou-me, as lagrimas Ihe saltaiain dos olhos
e cahlram sobre a delicada obra ein que sem
interrupcao trabalhava ; mas depois muriiiu-
rou em voz balxa. Elles inorreriain: cu devo
trabalhar paradles?*
l'rsula pedinos que nao dlssessemos sua
mal o que se tinha passado, e assim aquelles
pelos quaes se tinha sacrificado permanece-
rn ignorantes de sua dcdlcaco;. ella deu a
sua umi uina raso ponco ponderosa parado
romplmento do casamento, c tornou a tomar o
seu lugar e o seu emprego junto da jsnella,
palllda, abatida e curvada como d'antes.
Mauricio d'F.rvaI era um desses espirito!
prudentes e ctrcumspeclos que nunca se del-
xara arraslar pelo lenlimento, nem pelo Im-
pulso. Seu amor tinha um limite ; elle rogou
c supplicou por algum lempo, mas a lio al can-
cou-ie e desisti.
Um dia, estando rsula sentada ouvio ao longe o som da msica militar e as pi,
sadas compassadas de inultos pea. Era o regi-
ment qupanla.
Entao .trmula se poi a escutar o lom, e
quando nao o ouvio mals,deixoucabir sua cos-
tura ao eolio e cobrlo a face com as maos. Al-
urnas lagrimas corrcram-lhe por entre os d-
os ; mas ella promptamente as eoxugou c tor-
nou a pegar em aua costura. Em a note desse
da de separara-!, desse dia em que o sacrificio
foi consumado, rsula, depois de ter dado a
seus palso iratamento, do costume, sentou se
ao peda cama de sua mal. e Inclinando-sc pa-
radla com os olhos lacrimosos, o que a velha
cega nao poda ver, lomou-lhe lernamente
una das maosc murmuren com docura : Mi-
nha ini, Vmc no rae ama ? diga-ine, rainha
presenca nao be una consolacao para Vine ?
Nao senterla milito apartar-se de mim ?
A velha voltou o rosto para a parede e disse
cora um lom de enfado: Nao lejas imperti-
nente, rsula, estou caneada, deixa-mi-d r-
inir.n A palavra de lernura que a pobre rapari-
ga procurara como sua nica recompensa nao
foi proferida : a velha adormeccu lem le quer
apertar a mao de ma llha, a qual ajoclhandn,
dcsaft'ogou o seu pello, orando quelle que po-
da ouvlr c aliviar a sua dor.
Desle dia por diantc rsula tornou-sc mal
plida, mala taciturna, mala abatida do que
nunca. Esta ultima dor roubou-lhe todos o
vestiglos de sua mocidade'e belleza. Tudo
est acabado costumava ella dlzcr, e com ef-
fcito excepto o dever, ludo na trra eitava aca-
'= O proprletarlo desla 'tj-pograpbia precisa
de urna pessoa que saiba perfeitamente a lin-
goa portu guea e eicreva com orlbographla, e
sesouber mais alguma lingo*ser preferido,
para trabalhar no escriptorle de Diario.
Alloga-se o primero andar da casa na
ra do oiiSo da Matriz da Boa-Vistan, as
quintal muito largo, e murado : aliar
na ra do collegio 2. andar, n. 31 ou na
o.ra larga do Collegio n. 3a
n. 35.
OtTerrce-se para cobranzas dentro d.
cidade, um moco com bastante aclmdada
do que d Dador a sua conducta : quem pre-
cisar dlrija-so praca da Roa-vista n. 32 quo
se dir quem he.
-- Perdcu-se no dia 5 do correnle, do
Manguinbo at o Heclfe, urna pulceira de
ouro, com pedras de agates : quem a livor
adiado leve na ra da Cruz n. 15 quesera
recompensado.
bado para ella. Mauricio d'Ernlnao Ihe man-
dara noticia! suas, rsula tinUa deleitado sua
imaglnaco como uin quadro melancbollco a-
gradavel, porm o tempoapagou-lheda memo-
ria o seu colorido, e elle eiqueceu-a. Ah, quin-
tas comas sao eiquecida nesta vida! Qnio raro
he que o ausentes chorcm multo tempo um
pelo outro!
IIm anno depois desle acntcciinrntos, a
mal de Uriula comecou vlilvelmenle a decli-
nar, posto que nao sotTresse heobuma doenca
fiostiva. Sua tillia vfglou e orou junio do seu
ello e recebeu sua ultima abeneao. Martba,
dase rsula suspirando, ah a tena ontra tm
comligo: viga lobre ella no co.
Dito sin, I lrsula ajoelhou-se c orou ao lado
de leu relba pal; ella o veallo de do sem que
elle desse f disso ; porm no segundo dia, vol-
lando-se para a cadeira de bracos que rila va
va/.ia junto da la, exclamou: Minha mu-
ll, i 1
Uriula fallon-lbe, e prornrou dlslrahr sua
ati.-ncao, porm elle repello: -Mlnba mulher
e as lagrimas Ihe correram pela face. A nolte
quando sua filha Ihe trouie a cela, elle des-
v ou-se della, e Miando os olhos sobre a cadei-
ra valia, disie : o Minha mulher .'
rsula cmpregoii para acalina-lo todos ol
meloi que o amor e a dor Ihe poderam mgge-
rlr, porm de balde. O velho coniinuoii a
olbar.para o lugar que sua mnlher coslumava
oceupar, e refusando todo o alimento que Ur-
ania Ihe tralla, com ai mos juntas o lom
queixoio de urna cianea qae Implara alguma
indulgencia prohibida, repeta : Miaba mu-
lher I como ic a vira esperando para o re-
ceber.
Quando o ultimo calxao foi levado para fra
da velha casa cimenta, Uriula murmurou com
docura Meu Dos, porque nao m'os deixaa-
te por mais lguni tempo? Ella flcou s e
inultos annos laoj passados depois dlsso.
Eu delxei a escura cidade e Uriula para ir a
terral diatantei; gradualmente ella foi dexan-
do de eicrever-me, e nSo obstante rodos os es-
forcoi que fiz, nunca mais live noticias suas
Algumas vezes pergunto a mim inesma i Qual
lera ildo a la lorte? Ter morrldo? Ah! nao,
a pobre rapariga foi sempre infeliz, recelo que
csteja anda vira.
(z"r*dimiii> da inflo.)
II FftIVFI


Um mofo brasilelro de boa familia queja
lem a*fum pralica no commcrclo deieja en
pregtf'fe el urna casa eitrangelra ou nacio-
nal no deiempcnho do armasen) ou da co-
branca; em quamo a m conduela pode apre-
icnlar ai memores recoinmcnda(dea ; queni de
seu preoilnio te qulaer ulllliar dlrija-ie era
caria fechada aob letra M. a esta typographla,
-- Aluga-se o lerceiro andar di -caa do
largo da.assembla n. 8 : a fallar com Joa-
qun! Francisco de Allem no F orle do Matto

Eleuieiitoa (le iioiimopu iiin. *>
I
Por todo o mei de julho, sahlr a lu a W
SI." parle d'aata obra compoata pelo pro-
fenor bomeopatha Goaaet lliiiiont; di- A
m vldlda ara tres partes. Eata prhoelracoui- M
m prebende, o discurso preliminar, a in-
E troduccio, o exame do doentc.a escolha m
9 do remedio, o emprego dos remedios, g
o rgimen e os conselBos clinicos, com ~
a eiplicaclo dos nomeajregos e anato-
(9 micos empregados em medicina, a a w
(9 indlcacao doa medicamentos apropila-
m dos para cada caso de enferroldado. Ha-
m, la obra he mil, lano para o mdicos *
S, que se dedlcarem a eipemnentar a no-
va medicina, como para todas as pes- S
soaa de boa vonlade que s qulzerein
convencer por experiencias da verdade 9
ff) d'esta doutrlna, por ser ella multo clara (B
m ealoielllgcocia.de lodos.
#
JoSo Narciso dt Fonceca possuidor de
letras vencidas e vencer, cota hyiotheca
legal nos foros do sitio A raen, segundo a es-
cnitura publicada ueste diaria n. 14 do
8 deJuIhs) do 1847, e registrada a f. 65 do
livro I do registro geral das liyoethecas an-
teriores ; roga aoa Senhores de annos do
foros venoidos, e aos mais em geral quan-
do se encerem, se sirviro mandar-lhe pa-
gar no armazem de sssucar da casa o. 15,
no largo do Corpo santo; apresenlando-
Ibe o ultimo recibo que pg : para o anno-
tar : revoga o annuncio que fez no diario
cima citado, e declara que da data de hojo
cmdianle, em quanto existir a referida hy-
potbeca, sfio nullos os recibos que nao
esliverem assignados pelo snnunciaolo.
-- Jos Luiz Pereira, prelendeaflp acabar
at o fin docorreute anno, coas sua loja
de ferragem Ha ra Nova n. 16. olferece a
qnem a queira compras, e principia desde
ja a vender qualquer porcSo de (erragensou
miudozas, pelo que lhe custarsm ; aprovei-
ta ao occasiSo para rogar a seus devedores,
queirSo satislazer seus dbitos no prazo de
30 das, para nao couslranger a chamar por
folbas publicas aquelles que s'e esqnecerero.
-- Novamente se roga a todas as pessoas
em geral que estilo devendo contas antigs
na venda da ra da Cadeia do Recife n. 25,
defronle do Beco Largo que venham pagar
seus dbitos atofim do corrente mez do
julho, na certeza de que os que nSo lizerem
torlodever seus Domes publicados, e se
proceder nos termos da le.
Jos Valeniim da Silva, bom conhecido
Eor ensillar lalirn lia mais de 15 annos, lau-
ra a quem convier, que elle, autorisado
pelo presidente da provincia, (o l'.xm. Sr.
Sooza Ramos) por despacho de 14 de junho,
codIi iia r ter aberta a escola de grammati-
ca latina, na roa da Alegra (na Boa-vista)
n. 28, onde receba alumnos externos, pen-
sionistas, e iiicios pensionistas, dando a
estes tptimo Iradamente Tambein ensi-
na em horas reservadas aos que nSo pode-
rem frequentar as horas da aula. Lembra
mais, que elle conserva bom rgimen em
sus aula, o que j foi visto pelo inspector
do circulo Iliterario, o Sr. I)r. Loureiro.
Preclsa-se de urna pessoa que seja peri-
ta em plantacdea de sitio, para o lser em
un no lugar do Remedio : quem estlver nestas
circunstancias, dirlja-se a alfandega desta el*
dade aaeu portelro.
Paa CaifrnoMx, dentista
frailee/., olTerecc seu prest-
ino no publico para todos os t
inlsteres (le saa proflssao : *
pode ser procurado a i|nal- S
9 quer hora em sua cana, na o>
ra luisa do Rozarlo, u. 36, y
segundo andar.
-Na ra dis Agoas Verde, n. 14, bjva-se,
e engomma-se toda qualidide de roupa, pur
preco mais commodo do que em outra
<|uaiquer parte.
OSr. que aonunciou querer comprar
utencilos para fazer velas de carnauba,
querendo comprar 500 formas pouco mais
ou menos para 6 e 9 em libra, dirija-se ao
beco Largo, parlara n. 100.
Aluga-se, por prego commodo, o ar-
mazem do sobrado da ra do Apollo n. 9: a
tratar com Antonio Jos Rodrigues deSou-
z.a Jnior, na roa do Quelmado, loja nume-
ro n. 37 A.
Carlos Claudio Tressc, ra das
Florea I '>.
Avisa ao respeitavel publico que concerta
nrgos,realejos,pOc marchas modernas dcs-
te paiz, concerta pianos, saraphinas, caixa
de msica, acorddons, e qualquer instru-
mento que apparcf a, tambem faz obras no-
vas, e tem para vender realejos e um orgSo
de boasvozes e bom tamanho, em conla,
recebe em troco Instrumentos usados: na
mesma casa afina-so pianos em casas par-
ticulares.
Joto Daptista de Medciros, com prenca
de algodilo no forte do mallos, faz sclente
aos senbores negociantes Brazileiros] e es-
Irangeiroi, que o Sr. Francisco Ignacio
Alves de Carvalho, deixou de ser seri'Tsi-
xeiro desde 27 de junho passado, e que de
hojo cm diante nflo so responsabiliza por
qualquer divida que o mesmo possa con-
trahir em seu nonic, assim como tambem
qualqner conta que o mesmo receba em seu
nome.
-- JoSo Bsptista deJMedelres, com pronta
de algodSo no forte do Matto;', faz sciente
aos senhores negociantes Brazileiros e es-
trangeiros que o seu caixeiro o sr. Jollo
Francisco dos Santos est aulhorisado pa-
ra recebar toda e qualquer conla en seu
nome, tendente ao stu 'eslabelecimenlo.
No dia 10 corrente mez de Julho, furtrio
do 1. andar da sobrado da ra do Rangel
n. 10 um relogio com corrente de ouro, sen-
do o relogio enligo patente inglez de dnas
caixas lizas pozando 14 oitavas de ouro um
tanto vermelho, sendo o n. 36 mil e lan-
os, quem dalle dar nolicia pode dirigir-so
ra da Prala n. 2 que ser bem recom-
pensado pelo abaixu assigoado.
Jote Cypriimo di iloraei Lima.
O Sr. Antonio Vicente da Cruz, que
morou na roa da Roda : dirija-se a livraria
n. 6 e8, a negocio' de seu interesse.
O contracto do fornecimento das car-
nes verdes precias comprar estacase varas
de madeira proprla para eurrsl de gados:
quem tiver dirija-se balanza geral das
Cinco Pontas : a irstar com o admioisirador.
-- O contracto de carnes verdes, precisa
do ajustsr o carreto em carocas, das carnes
para os (cougues do Manguind, Apipucos,
emris lugares nos arrebaldes da cidade;
dirijSo-so na ra dss Cribes n. 30.
O contracto do fornecimento das car-
nes verdes precisa de lugares proprioa para
solta de gados, perto da cidade, e que te-
nba bons pastos e agoas ; tonvid3o-se os
donos de sitios, e terrenos proprios : para
SC contrariar na ra das Cruzcs n. 30.
Faz-so ciixas de guardar joias por di-
minuto preco : na ra das Flores n. 19.
Quem precisar de um borneo! casado
para feitor de um sitio de que tem muila
pralica, dirija-se ra do Livramento, loja
n. 4.
0 Sr, llcrmino de Lomos Amara), quei-
ra annunciar sua morada, para se lhe fallar.
-- Raymundo Jos Rebcllo Jnior, estu-
danteda arudemie de Olinda, remette pelo
primeiro vapor para a provincia do Para um
seu escravo de ame Lzaro, de idade de
15aonos.
Na ra Nova n. lo.
Rccebeu-se de Pariz um sorlimento com-
pleto de instrumentos dos melhores autores
oplilcleldes. trompes, trompas,
cornetas com chaves, ditas com bombas,
ptstes, pialo-, clarlnetas, flau-
tas, flautlns, rauecus linas, c or-
diuarias, vlolocs de todas as qualida-
des, jogos de damas, de domin, de vis-
pera, e de chsdrez, e todas as mais fazen-
das que rontrio as lujas francozas.vendendo
-- B. 1. C, lendo neslo Diario n 151, um
annuncio, em que um annimo o convida a
pagsr o quo lhe deva salisfazer no princi-
pio de Janeiro do corrente anno, roga so
autor do mesmo annuncio, queira nSo t
declarar por este oesmo Diario o seu nome
inteiro. como tambem do assignar o annun-
cio, e muilo especialmente de declarar a o-
rlgem do debito : salisfeitas estas condl-
COos, O indicado pilas letras iniciaos B. I.
C. trotar mediatamente de mandar salis-
fazer ao anntinciante.
* Rogs-se encarecidamente a lllma Ca-
toa.r municipal desto muniaipio do Recife,
queira por sua bondado quando Ibe fr
possivel lembrarem-se de msndor demolir
um telheiro que existe na praca do capim,
por muilos motivos, tanto pelo aforoiosea-
monto, como mesmo para tirsrdall am coi-
to de eicravos que existe dia e noite.
O agradecido.
Aluga-se um escravo, offlcial de pedrei-
sb : quem o quizer a mi inicie por este disrie.
Contullorio /tomcopathico, ra do Colle-
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratui-
tas aos pobres, todos os dias uteis, desde 9
horas da manhSa, at ao meio dia, depois
dosrn hora visitar em sua casa os doentes,
que t.w.rom precisan, e em casos extraor-
dinarios a qualquer hora do dia, ou noulo;
recebe doentes para tratar, ou fazer qual-
quer operaefio em urna casa para isso des-
tinada, fora da cidade, sendo o preco de
1,000 a 2,000 rs. diario* para os oscravos,
conforme as coiidicoosT|uo se estipularem,
e 2,500 rs. para bomens livres : as pessoas
que nflo poderem comparecer no consulto-
rio pdem enviar suas informacoea pbr es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome,
fdade, temperamento, conslituigflo, resi-
dencia, e especificando todos osincommo-
dos quo soffre e as molestias que anterior-
mente tem tido.
-- Jt pessoa que no dia 8 do corrente, an-
nunciou precisar de taboas velhas : dirija-
se a ra Nova n. 9, que adiar uns caixdes
grandes, por proco commodo.
Precisa-se de I7,000 rs. premio, e
di-se firma de garante quem quizer dar,
annuncie.
S Una das Cruzes n. 28. O
jS Coniultorio homaopathico do facullali O
m vo J. B. Caianova. Q
~ Gratis para os pobres. q
? Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ^
* sanova, o professor homecopalha V
v Gosset Bimonl esntinuar com os O
O tiballiosdo mesmo cousultorio, on- O
O de poder ser procurado a qualquer 9
O hora. O
009C0000QC9Q90Q09 O
Dcclaracao.
Quando o Dr. Mure so relirou para a eu-
ropa muilo expressamente publicou no Jor-
nal do Commtrcio, a respeito do abaixo as-
signado, o seguiote: Elle (.'oflo Vicen-
te MartinaJ lira nico possoidorde lodosos
medicamentos, que cu mesmo prepare! es-
crupulosamente com as minhas roaos, as-
si ni como de todas as machinas e mais ins-
trumentos necessarios pharmacia dyna-
mica : elle (ca igualmente o nico possui-
dor dos relatnos feilos acerca das experi-
encias puras sobre os medicamentos brasi-
leos, para os publicar, ou servir-se delles
como convier mellior a homeopatbia. ( as-
signado Dr. Mure.) Mas cerlos especulado-
res, j bem conhecidos, inculcaram-so pos-
suideres destes medicamentos, por seren
OS mais acreditados eos que niel llores ellei-
tos produzem sempre ; e assim prctende-
ram engaar o publico, inculcando-lho por
mais baratos outr i remedios, sem so in -
porlarem com o ve daino quo poderia
resultar aos doer -j quo tomansem tacs re-
medios; por isso, o abaixo assignado rc-
solveu nflo deixar liblr da botica central
ra de S. Jos n. 59 Rio de Janeiro nc-
nhuma botica, ou carteira de tubos com re-
medios bomeopathicos, sem que va acom-
panbada desta declsrafflo assignada de sen
proprio punlio. Jlo fcenle Marlint.
Assim como a nica casa que vende boti-
cas e livros, de primeira a quarta edieflo da
homeopalhia, da botica central, ra do S.
Jos n. 59, do Rio de Janano e na ra do
Crespo, loja amarells n. 4, nesta cidade.
Acha-se procedendo pelo cartorio dos
orphos ao inventario do finado Manuel Joa-
quim Pedro da Costa, o qual moneo em
1815, as pessoas quoso julgarem credores ou
devedores do casal, haj3o de se entender
com Luiz Antonio Pereira, na la do Quei-
mado.
Casa de modas francesas, de Bues-
saiil Milhochon.
Pelo ultimo navio, ebegaram as verda-
deiras modas de Paris: em chapeos e loca-
dos do similor*, mantelletes, cabeciles de
seda e debnbo,'romeirss, canezOes, mangas
d lineo bordado, aventaos ricos, caminata
delinhomuito lina e transparente, lencos
de retroz, chapeos de palha para monlaria
do senlior, veos para os ditos, fitas, galdes,
transas, bicos, veludos, luvas do pellica, o
de retroz, llores linas e plumas, juntamente
os preparos para casamentos neos, como
sejflo, corles de fil de blonde e de bico,
veos, ITores, luvas, lencos e meias de seda,
lindos chapeos redondos de abas largas para
meninos. EfTectivsmnle faz-se chapeos,
toncados e vestidos de veidadeira moJa, e
preco commodo.
% "SSS&fiWSii. nom"dacadeia "9> lembrindos
CRATITO PARA OS POBRES.
5
Ferguta-M ao thesoureir
da lotera de N. S. do Livramen-
to, quando faz tencua de marcir o
dia imprcterivel do andamento' das
rodas da mesma lotera.
O Jogaiior.
Quem quizer alugar urna ca-
sa de campo, ua Ponte d'Ucha ,
muilo bem pintada e forrada, com
estribarla para 6 cavallos, e com
uma cocheira para um grande car-
ro : trata-se do ajuste da mesma,
na Ponte d'Ucha, com Francisco
Antonio de Oliveira Jnior.
-- Antonio loaquim Fernandos da Luz,
por haver outro de igual nome, de boje em
aiante so assignar Antonio Joiquim Fer-
nandes da Silva.
-- A pessoa que annuncion precisar de
175,000 rs : dirija-se a ra Velha n. 63, das
4 horas da tarde em diante, que achara com
quem tratar.
Offoroce-se um liomonj de moia idade,
sem filhos, para feitor de algum sitio, do
que 11-in pratica quem quizer dirija-se a
ra do lloitas n. 17.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavol publico, que nflo fa?a negocio al-
gum com Jos Francisco do Reg Rangel,
sobre o sobra linho a margem do rio, em
trras.do Monteiro, som enlender-se pri-
meiramenle com o abaixo assignado, pois o
dilo sobradinho se acha hypothecado ao
mesmo abaixo assignado, como constada
escultura para isso passada
Domingos Ftrreira orge.
. Na ra da Rozario da Boa-vi9ta n. ,
ludo muito mais barato do que em outra!existetn duas mulhcres que se offerecem
parte qualquer. (para ama de leite : quem precisar dirija-se
Na ra Nova n. lo. aodito lugar.
Recebeu-se pelo navio Cesar, e despa-;cassimlr Oarnlcr com loja de re-
chou-se bontem, um lindo sorlimento de lojoeiro, ra Nova n. 22.
fa/.ondas francozas, milito proprias para se- Acaba de recebar pelo navio francez Ce-
nhoras de bom gosto, como sej, ricos ,ar,uni sorlimento de beijoutarias do ultimo
mantelletes ecapotinhos de seda furta-co- gosto.ditoadercco para senhoras, pulceiras,
resepretos, nobrezaegros do aples fur- brincos, alfinetes, cassoletas, relojinhos de
ta-cores, para vestidos e espotinhos de ul- our com Mua competentes preparos psra
tima moda em Pariz, como lambem franjas senhora, relojos de ouro patente suisso, dito
e trancas sortidas para enfeites dos ditos patente iifglez, dito do prata dourado, e fo-
vestidos, bico de blonde, dito do malino, Miados dourado patente suisso, inglez, e ori-
dito de valeneieme, todos muito alvoz, e 80nlaes Jo prata, relojos da banca o de pa-
padrOes de bom gosto, bicos pretos de todas rede, muito bons reguladores, correnlcse
asqualidades, fil de maliue branco, preto iranselins.oculos de ver ao longe, ditos de
e cor de rosa lavrado e liso, para vestidos e thoatro, e um sorlimento de oculospara vis-
capolinhos, meias de seda brancas e pretas, |t robusta e myope: vender ludo por
luvas de pelica e de seda muito lindas, cha- um preco muilo razoavel.
pos de seda e de palha aberla e fechada o Sr. Carnier nao podendo vencer com
para senhora. filas efioros para eneilosde os concertos de relojos, recebeu de Franca
vestidos, chapeos do cabera, capellas de lio- um oflicial perito na arte, e daqui por dian-
resdelaranja para noiva e baile, chales e le se entregar os relojos com tola a brevi-
msntas de seda, damasco de todas as cures daj0: i se acni i,mbeui um sorlimento de
para as igrejas o enfeitos de casa. inslrumenlos para ourives o cadinhas de
-- OITercce-se um caixeiro para qualquer todos os tamanhos.
arrumaco: quem pretender dirija-se na Preciss-se fallar ao Sr. AUbnso Jos de
ra direita n. 139. Mondones, que foi, ou heestudanlode Uliu-
-- No dia 15 do corrente se ha de arrema- da : queira annunciar a sua morada.
ar os escravos o mais objeclos penhorados Desappareccu hontem, I* do correlo,
por execueflo do Jos Joaquim Tavares pelo o mulequo Francisco, nacao rafalla, dado
juizo do civel da primeira- vara, cscrivflo 21 anuos pouco mais ou menos, levou calca
Cunha. 'de brim dequadros do meio pe, camisa do
-- ll'-nt 5 Rehm, subdito francez, rctira-se algodJo grosso, chapi de couro, atraz do
para frada provincia. humbro esqoerdotein um C.ainla pouco
Precisa-so do uma ama, para todo ser- velo da fgida, consta que uudou polos en-
vco do uma casa : na ra da l'onha n. 3, se-'genhos Agua fiia, o outros : quoin o pegar
gundo andar. 'leve-o ao paleo do Hospital do Panizo, ven-
Troca-so por um cavallo de sela, que de n. 30 que ser recompensado gencrosa-
seja bom esem defeiloolgum, um relogio monto,
de ouro, patento inglez : no Recife, ra da'
Precisa-se de uma ama de leite ; na
roa do Collegio, casa n. I ou ao podo arco
loja n. 3
Freta-se para qualquer parte da Euro-
pa a barca franceza Josephina de lote de 187
toneladas em casa de?eliaflieiblin & Tobler.
Quem annunclou querer 200,000 com
penhor de um preto, di nja-;e i rna do Co-
tovello n 29.
licnii negocio para se anisar.
NSo convindo ao abrixo assignado conlis
miar rom a fabrica de conloan, pelos seu-
afazeres, e obrigacQes a qua esta encarrega-
do, tem resolvido vonder todos os utencilios
da mesma fah'ica, fornecendo ao compra-
dor, a arlo com todos os csclarecimcntos
precisos para qualquer i essoa poder dirigi-
ll, nao o uo fabrico do carro, como tam-
iioin|nii linho, couro, e outras qualidades de
cordagens ; tambem vende hum terreno de
torras proprias e enchuto com capacidade, e
i'xionc'io precisa para se montar a fahrica.
O abaixo assignado afianca huin lucro certo
a quem quiser emprcgarno muilo capital
nesto negocio : As pessoas quo quizerem
montar a dita fabrica no antigo estado em
que esteve deverftoentonder-so com oabaixo
assignado na caza do Sitio Arara em Santo A-
marinho nos dias uteis alh as 8 horas da
| manhS o nos dias de guarda a qualquer hora
do dia.
Slanoel Luis da Veiga.
A pessoa quo comprou no pateo do col-
legio, casa do livro azul o meio bilhete da
Lotera de N. S. do Livjamenlo n. 191 assig-
nado as contas pelo sr. Francisco Antonio
da Silva Cavalcanle faca o favur de leval-o
na mesma casa para trocar por outro, pols
quo esse foi vendido por engao; quando
nSo partecipar-se-ha ao Thasoureiro.
Cm limo Maria da Paiva Lopes Cama,
retira-se para ollio de Janeiro, e nflo po-
dendo despodir-so pessoslmcn di todos os
seus amiiios e daqucllas pessoas a quem de-
ve considerronse obsequios, pela anleri-
ptfflo datas viagctn, fal-o por meio deste
jornal esi erando lhe soja acceila a sua des-
culpa, oferecondo lodo o seu diminuto fres-
limo na Corte.
-Precisa-so alugar uma prcla que saiba
perfeitamento engommar a tratar na ra
do Trapiche n. 3.
Em aldilamento so annuncio que fez
o Sr. Joflo Narciso da Konseca neslo diario
n. 155, f 3, columna 3 pergunta-se,
quem quizer responder se as letras a ven-
dor, nflo tendo sido pagas as vencidas, es-
Iflonocaso do art. 8"5 do cod. commer-
cial ? Mas nflo se quer resposts annima.
Quem qnizer alugar nma ciioulla es-
crava para lodoosirvico interior de uma
casa, com principio de cuslura, engomma-
do e en -alma lo o que anda bem cum meni-
nos, dirjase ra das Trinseiras n. 21.
Cruz n. 56, primeiro andar.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a l i
afinos : na ra do Ro/.ario da Roa Vista nu-
mero 53.
O abaixo assignado fechou o seu esta-
belecimento de fabrica de charutos, no For-
te do Matto, ra doColorniz n. 3, efazsci-
ente as repartieres dos novos impostos e di-
rei'os, para quo nflo venha apagar oque
nflo deve, pois a dita fabrica acha-se fecha-
da .1 -' llle/i s
lUanoet Domingos Pereira Ramos.
A pessoa queannunciou querer ven-
der uma loja do miudezas, com poucos fun-
dos : dirija-se a rus do Trapiche n. 2V.
Roga-se ao Sr. Jos Rodrigues do ras-
so, o favor de appaiccer, na ra Piova n. 50.
Precisase de um criado, para o seivi-
O abaixo assignado professor publico
na cadeira de geographia e historia ''o lyceu
desta cidade, competentemente aulorisa lo
pelo Exm. prosidenlo da provincia, contina
a ter aberta sua escola particular de prinui-
ras le ras, lalirn, e fraccez. Os pas de fa-
milia, que, do seu prestimo, se quizerem
ntilisar, conando-Ibu a edueaeo do -eus
filhos, podem dirigir-so casa do sua resi-
dencia na ra do Fagundes sobrado novo de-
iiouiu ds i;i: una.
A/fonso Jcsc de Oliveira.
O Sr. Jos Rufino das Nevos, dono de
um terreno na ra do Quiabo dos Afogados,
querendo nogociar dito chflo, falle com o
vlzinho do dilo.
No engenho Agots Claras, a quem de
S. Antflo tres logoas, precisa-se de um mes-
tre para Icccionar lattm, francez, a um me-
CO moderado externo, do urna casa de mui- nmo portento quem se julgnr habilitado
to pouca familia : na Ponto Velha n I*.
i eseja-.-e saber se nesta cidade, ou em
outra qualquer parte existe slguma pessoa
pertencenle a..\ntoiuo Jos da Silva casado
a primeira vez nesta provincia com Filippa
Neres, tendo esta fallecida deixando duas
filhas, uma solleira de nomo Francisco, a a
oalra de nomo Angela, casada com Joaquim
Lopes Freires: o mosmo Antonio Jos da Sil-
va pissou a segunda nupcias na provincia
do Cearfl com Paula Jozepha Mondes, o qual
fallcceu pm 1786, deixando dos filhas me-
nores, Francisca com a idade de 9 annos e
Izabel de 8, o depois a viuva mudou-so para
a ribeira do Jaguaribo com as raesmas filbaa,
e lresidiram al 1791, e para nogocio do
seu interesse roga-so a qualquer pessoa
que a esta familia pertenc. ou outra qual-
qner que della lenha nolicia, dirijflo-se a
ra do Queimado loja de ferragem n. 1* para
saber o que ha a respeito.
= Aluga-sc um armazem pequeo cm bom
lugar atratar na ra da Prala D, 18.
Pede-so ao Sr. Francisco Augusto da
Costa Cuimarfles o favor de mandsr pagar
90
Ra do aterro da Boa-vista n. 47.
9
9
X IIWI UV UKIIV -I* Www-v.-.w ... y.. ,-,
% Fundado pelo cirurgiSo Jflo Vicente J5>
w Martina, primeiro secretario perpetuo **
do instituto homecopathico do Brasil,
O em 18 de dezembrode 1850, dirigido O
<5 pelo cirurglo Francisco Jos Rodri- O
Q gues. Esle consultorio est abeitoto- O
O dos nidias ulris das horas da ma- Q
n nlnl at ao*meio dia, in lio os pobres Q
receberflo consullas e remedios de qj
Ji graca; os que nflo poderem compa- m
X recer por causa de suas molestias a
''-' serSo visitados em seus domicilios a
O toda e qualquer hora do dia, partici- JS*
O pando no consultorio, ou na casa g
O amarella n. 88derronte da matriz, js
n terceira sudar, na mesma. O
oooo^oo^ ooo
Agencia.
Na rus do Alecrim o. 6 existe uma pessoa
~ r em
habililacflcs, pera so emprega
reo de 1818, e pagavel aos 31 ue ae- com ii.ii.-vr-, r_ .Tr,, .
o do dilo anno, no engenho Masanga- qualquer comrnissSo; bem como tirar pas-
nis letra veio acompanhada da Utoa saporW P SS^JSR, SSSSL'
Roga-se ao Sr. T. G. o favor de mandar
pagar a letra de 712/212 rs., sacada aos 31
de marco de 1818, e pagavel aos 3_1_ de de- com
zembro '
no; cuja letra veio acompa
carta qu
lempo
no prez
dado de no curoprir a sua promesa i
de oilo dias, ver o seu nomo por extenso bom andamento a qualquer negoc.o licito
neste diarm dentro desta prac : em ludo isto se pro-
-Deph?no dos Anjos Teixeira, embarca melle a maior brevid.de possivel. por ler
para o Rio de Janeiro a sua escrava crioula
de nome Michaella.
Quem precisar alugar um molcque,
dirja-sea esquina da luado Livramenlo,
n. 1, segundo andar.
-- Precisa-se de um nionino de 12 ill
annos para caixeiro : no aterro da Boa-vis-
ta loja de cera n. 73.
- Aluga-se um sobradaide2odaresou,redonda carecuamenleaos senhores
ruassegumtes : ra Direita, rus do Livra- og ;,,,'', rfn rnneerto em casa
ment, pateo do mesmo, ru. do.Qu.ia.sda, ^\^S^^^Xn-
ra do Crespo : quem liver e quizer lugar do anuncia"".. y i
dirija-se a rus d Praii n. 55, tes "> F,orM "l9'
espessoa pleno conhecimento de quasi
indas as pessoas do fdra. Trala-se na casa
cima das 6 as 9 emeia horas da manhB.e
dss las 6 da tarde.
lSr. Francisco Antonio da Silva, da
rus do Itangel, queira mandar pagsr a as-
signatura deste /Mario, e cm quanto nao o
Hzer ver o seu nome publicado em letra
Vmc. que nflo forSo os primolros, e Vmc.
ter dito que quando forem li ver calcado
que dsse; se mudou de opiniSd fizesse pu-
blico.
Pede-se as pessoas que se achilo sf do-
ver contas do calcado do anno p. p. loja
de calcado da rua da Cadeia do Recife o. 9,
o favor de mandar salisfazer.
liorna ncc di alii-iul por E. SUC
A. Duinasc outros Pago oalu
iiiel ailianlado.
A soberba 4 volumes por E. Sue 1,500
A ira 1 volume por E. Sue 8iM)
A impureza 2 volumes por E. Sue 1,000
Salamandra 3 volumes por E. Sue 1,500
Os mistnos do povo 10 vols. por
E. Sue 3,000
Jorge ou capilSo dos piratas vols.
. por A. Dumas 2,000
Leonel ou cerco de Boston 4 volumes 1,000
Christina de Stainville 2 volumes 500
' Os misterios da polica e das prises
2 volumes 1,000
Aluga-so pelo prego coima, na linaria do
pateo do Collegio n. 6 do Joo da Costa Dou-
rado.
.vi anual da mi Hile, ou uicdicllin C
Pliarmacla domestica por i'. N.
Kaspall.
Vendo-so na livraria do pateo do Colle-
gio n. 6 de JoSo da Costa Honrado.
A vinva do finado Malinas Carlos Ma-
ciel abaixo assigoada, avisa ao respeilavcl
publico quo tem nesti dacta constituido
procurador de todos os seus negocios a Jofio
da Silvoira BorgesTavora com quem se en-
tenderflo todos quanlos se julgarem credo-
res, como tambem os que lhe licaram a de-
ver, pois que osla o dilo seu procurador au-
torisado para liquidar os poucos bens que
o mencionado por sua morte deixou cm seu
poder.
Thereza di Sant'Anna de Araujo Maciel.
- Procisa-se de uma ama leite: na rua do
Amorimn. 2J.
com estes preparatorios, querendo ser ad
oiittido, poder dirigir-se ao pateo da l'o-
nha, casa do Sr. JoSo Piulo Regio do Souza,
que encontrar a pessoa quo lem de Iratar.
Pede-se ao Sr. capillo do brigue l'en-
samtnto chegado de Lisboa, queira declarar
por esta folha em que da sabio de Lisboa,
para se verificar os dias de viagem, que lia
quom duvida de ler vindo com 26 das.
Luiz Francisco Colares relira-se pirs
Maranliflo.
Quem annunciou uma loja do miudozas
para vender, queira annunciar sua morada
para ser procurado.
Pede-se aos Srs. redactores da Impren-
ta (papel) quo se sirvam de declarar quacs
sfloos grande!abusos que no final do seu or-
tigo de fundo, publicado no dia 11 docor-
reute, asseveram quo in felizmente se vio dan-
do no lyceu ; se esses grandes abusos sSo do
recente data, ou se ja oxisliam sob a reme-
dala insporc.ui do mu digno director ef-
fectivo daquelle cstabelecimento o Rvm. Sr.
padre Miguel do Sacramento Lopes Cama,
ora servindo inteiramenle do director geral
da instrure.lo publica, c por conseguale
' exercendo anda mspeceflo o scalisaco
mediata sobre as escolas do lyceu, segundo
o que dispOe o artigo 63 do oovu regulamen-
iode!2demaio ultimo.
Um alumno do lyceu.
Desappareceu do lugar denominado
Calangro, em trras do engenho Cuerra, um
muleque crioulo do nome Miguel de idade
20 snnos pouco mais ou menos, baixo, bo-
nita figura, tom uma sicatrii no queixo do
lado esquerdo, levou vestido calca de rsca-
do de lista azul, ejsquta de rscado ama-
relio jdesbotads, eleva comsigo um saco
com algiuna roupa ; esteve aqu no Itccifee
consta que se dirigir para Pedras de fogo,
ou Itabaiana : roga-se portaoto as autori-
dades policaes e capitScs de campo, so o
pegarem de leva-lo rua do Vigario n. 7 ou
no lugar do Calangro, a Virgino Antonio
Campello querser recompensado.
Roga-se ao Sr. F. A. L. de vir ou man-
dar pagar na rua da cadeia do Recife o seu
vale de 51,000 rs.,e o nflo fazendo ter de
ver o seu nomo por extenso oeste diario.
Deseja-se fallar com o Sr. Manoel Ral-
Ihazar de Oliveira Bastos,o i com quem suas
ve/es fuer : na rua da Cruz n. 28 ou annun-
cie por esta folha,sua morada, para ser pro-
curado.
No dia 3 do corrente mez de julho de-
sappareceu o escravo Antonio, crioulo, ca-
bra, do idade de 18 annos pouco mais ou
meaos, baixo, barrigudo, grosso do corpo,
cara redonda com muitos pannos mludos,
olhos pequeos, e com duas sicatrizos na
lesta perto do cabello, lem a falla lina e
muito mansa, he (Iba do Sobral onde diz ter
nimios e seus ai.tigos senhores, e sonde ful
surrado; o por isso lem as nadogas muito
sicatrisadas; desconfia-so fosse para o Ceari
(dondo veio) r,elo caminho de Pedras de fo-
go : quem o pegar love-o na rua das Tnti-
xeraa sobrado n. 46, e no Ceari ao Sr. An-
tonio de Oliveira Borges, e em Sobral ao Sr.
Francisco Rodrigues dos Sanios, que ser
generosamente recompensado.

BOWMAN & MC. CALI.UM, engenhei-
ros machinistas e fundidores do ferro mu
respeito.amonte annunciam aos Sonhores
proprietanos doengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao ros-
peilavel publico, que o sen eslabelecimenlo
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo oxercicio, escacha com-
pletamente montado com opparellios da pri-
meira qualidade para a perfeila confcccflo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprohender quaesquer
obras da sua arte, llowman & Me. Callum
dosejam mois particularmente chamar a
atteneflo publica para a sseguintes, por
terem dellas glande sortimonto j prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdom
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'olua,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccflo.
.MneieLis de caima para ongciihos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinhos do vcnto'e serraau.
Manejos independentes para cavallos.
. Rodas dentadas.
AguilhOcs, bronzes echumaceiras.
Cavilhdcs c parafusos de todos os tama-
nhos.
Tai-cas,paes,e i vos e boceas dofornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mflo ou
por animacs, e prensas para a di la.
Chapas de fogflo c frnos de familia.
Canos do ferro, lorneiras de forro e de
bronzo.
Bombas para cacimba e de ropucho, mo-
vidas a mo, por animaos ou vento.
Cuindastes, guinchse macacos.
Prensas hyilraulicas e do parafuso.
Ferragons para navios, carros c obras pu-
blicas.
i Columnas, varandas, grades e porles.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de man c arados de ferros,
etc etc.
Alt-m da superior idade das suas obras, j
i geralmente recunhecida, llowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
! dade com os moldes e dezenhos remetilos
I pelos senhores quo se dignarom de fazero
i Ibes eneomHiendas, aproveilandoa occasiflo
para agradeccrcm aos seus uumorosos smi-
'gus e freguezes a preferencia com que teem
solo por ellos honrados, o asseguram-lhes
que nflo pouparflo o-lnieo o diligencia
para eontnuuiroiii a merecer a sua conli-
soej,
i iindieoo d'Aurora.
C. Starr & Companhia, respetosamente
annunciam un publico, que o seu estabclo-
cimentopara manufactura de toda a espe-
cie de machinismo tendo desde o seu prin-
cipio em 1829 do constantemente augmen-
tando, lem hojo chegado a um estado de
per leu;.ni tal, que nflo he inferior aos no
Ihores queexistem em todo o imporio, tan-
to pelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excellencia dos mate-
riacs e pericia dos seus empregados; o que
I os habilita a offerecer-se com confianca pa-
ra a pontual execueflo de toda a especie de
machinas de vapor, de qualquer tamanho
ou descripcflo que sejam, fixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmento caldei-
r .s para vapor do todas as dimensdes, engo-
nhos para canoas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaos, con todas us varie-
dades de moderna inveneiio. Tachas de to-
dos os tamanhos, alambiquos do ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e moinhos de vento
de todas as qualidades. Alvarengas o om-
harcafoes de ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desojen). Puntes do ferro de to-
dos as dimensoes, gradarlas, varandas, por-
les, columnas, sinos hydraulicos, boias de
ferro, e n'uma palavra todas as obras de
forro e bronzo, do quo o paiz possa precisar
liraeisa energia do governu, existe ja uma
excoilente estrada frita em linha recta da
ponto da Boa Vista para o eslabelecimenlo
em Santo Amaro, o que offerece a maior
co'mmodidado s fessoas que o quizerem
visitar.
Comp-s-se ums escrava, quo salbs bem
engommar e cosinhar, e nflo lenha vicios,
nem achaques: -na rus do Amorim n. 85.
Compra-se o ilicionario de composico
latino, usado : quem tiver, annuncie.
Compra-se uma carteirs ossda, para
escriptorio, que tenha 4 a 5 palmos de com-
primento: na rua do Queimado, loja de miu-
dozas junio a de cera o. 33.
Compram-se e vendem-se escravos, e
rerebem-se de eommistlo.lanto psrs dentro,
como para lora dosta provincia, ese sdian-
ta dinheiros sobro os de commiss8o, sem so
levar juros, sendo do bonitas figuras: na rua
das Larangeiras n. 14, segundo andar.
Compra-se uma escrava, perfeita on-
gommadeira e costure ira, para uma encom-
-menda, e uma molalinha, ou negrlnba do
bonita figura, com 10a 12 annos, sem vicios,
nem achaques: na rua larga do Rozario, ae-'
guftdo atujar n. 28.
-- Compram-se escravos de 18 a 25 an-
nos, para engenho : no pateo da Penha, ca-
sa do Sr. Joflo Pinto Regis do Souza, acha-
ra o comprador que sostar nesta cidade
por estes 4 dias.
Compram-se 40 a 50 pos de coquelros,
para mudar: no becco Largo, venda de Ber-
nardino Rodrigues Cramozo Costa, na es-
quina que volta para a rua da Senzalla Ve-
lha, OU anmelo.
-- Compra-se uma escrava de 18 a 25 an-
nos, de bonita figura e possanle, sem defei-
tos : na ru do AragSo n. 10.
Compra-se um bolSo para abertura da
camisa, com brilhaiue, at o preco de 60,000
rs. : na rua larga do Rozario, loja n. 28, ou
annuncie.
Compram-se escravos com otlicios do
fericiro, carpinleiro e podre ro, assim como
moiecoles o molecas de 14 a 20 annos e mo-
cambas com habilidades : na rua do Colle-
gio n. 25, primeiro indar._______________
Vendas.
Compras.
Compra-so um violo, j usado : na
rua do Livramento n. 38.
lilH'ir- do Rio de Janeiro.
mis 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes nteiros,
mcios, quartus, oitavos e vigsimos, da 9.a
lotera para ndemnisacflo do thesouro pu-
blico, na mesma loja recebe-se bilhetes pro-
miados em troca dos que tem a venda.
9 Na loja do sobrado amar, lio, nos %)
5 Quntro Cantos da rua do Queimado, )
j lem para vender, um completo sorti- #;
4 ment do modernos enfeitos para se-
nlmra, conseslindo em romeiras, ca- #
.) mizinhas, golas, punhos e mangui- (
< losde cambraia dealgodflo fina ede f?
4 linho, com lieos bordadrs e por pre- <'
4 C" muilo cm conta. #
-- Veade-se a taverna, sita na travessa do
Dique n. 21, tambem se faz a vantagnm do
tirar lodos os effeitos, ficando so o compra-
dor enm oque lio: convier, o tem mais a
grande vanlagem da armaran ser perlsncen-
te a casa.
Ven Je-se um piano ingloz, em bom es-
lado, proprio para quem quizer aprender,
muito em ce uta na rua de S. Concalo, ca-
sa n. 20.
-- Vcndo-se um preto, proprio para todo
oservico: na rua da Praia 11. 33.
Vcndc-se, por proco commodo, um so-
brado do iiiii su lar, c>m muitos CQmmo-
dOSj na rua hireila n. 121 : atratar na rua
da Cadeia, defronte do Ihealro do S. Fran-
cisco, loja ilo ourives.
-- Vendo-so uma casa terrea, com chflos
proprios, livree desembarcada, na rua lii-
rcita dos Affogados, por preco muilo com-
modo : a tratar as Cinco Ponas n. 84.
Sempre lia muilo bons oscravos para
so vondercm, por preco mais em conla do
que cm outra qualquor parle, e nflo se oc-
cullflo as molestias, vicios e achaques dos
mismos, salindose delles : na rua das La-
rangeiras n. 11, segundo andar.
Vendcm-sc, por cdtamodo preco, al-
qoeires de tremosso de muito boa qualida-
de : na rua da Cruz 11. 21.
-- Vende-so um piano pequeo, bonito,
em bom oso, proprio para se aprender, o
muilo em cunta : no pateo do Terco n. 139.
Ven le so uma preta moca, rccollnda,
lala figura e possanle, a qual faz lavarin-
to, coso, cn,,-omm:i, cosinha o mais arranjns
do casa, isto com to la a perfeicSo possivol,
cuja conduela'e habilidades se aliaiicfio : na
rua larga do Rozario, loja de miudezas nu-
mero 35.
- A'iicvliiiiclia unten qucMC 4
< ilealle. (^
+. Corles de casimira do lindos pa- f
driles, pelo diminuto preco do 5,000 :
ir na rua do Crespo n. to, loja delgna- 9 00 l.uiz de ilritoTaborda. *
$ 9 #>
Hielas douradas, a 160r.
Vcndom-so Ovalas, Unto douradas, com
pratoadas, para calcas e coletos : na rua do
Ouuimail.) u 16.
Mollas para grvalas.
V, 11 liiin-.,! mullas para grvalas, a 600
r.;linliasdo carrilol do 200 jardas, a60rs ,
o carrinho : na rua do Queimado n. 16.
Chernent iieciinciia.
Feijao iiiiiliiiinlio novo 440 rs. a cuia,
cafo 160 a modida.azeilodo Lisboa a 5(Mi rs.
a garrafa, queijos novos a 1,250, vinbo rio
porto a 21u a garrafa,manteiga nova a 520a
libra : nao se pOj duvida dars amostras
das cITeilos mencionados: na esquina da
rua de S. Jos, venda da 4 porlas n. 2.
Cal de i.i-inii.
Vonde-se a mellior cal de Lisboa muilo
nova, chegada ha poucos dias na Barca l.i-
geira, e por proco muito em conta : na rua
do Vigario armazem n. 7.
O \ ondeni-se o verdadeiio cbarope de ;
+ pontos do embaiba composloe prepa- M
J>) rado pelo pliarmaceutico Jos da Cruz ?
f Sanios: na praca da Roa-vista botica #
^ n. 32. Este charope he efllcaz contra >#
>; os catarros pulmonares, agudos e 9
Jj chrooicos, fysicos, coqueluxe e mo-
f lestias de corado; na mesma Um- (
ir bem se vende remedio contra os em- #
In lagados,> qual ja foi experimentado
fi o seu evidente effoito de tirar com- #
/ pela monte o vicio a que mnitoseslflo #
ir sujeilos. ?
^^^jjd^jjaAfti|ajA^k^|aA
Vende-se acode milo verdadeiro, em
grandes ou pequeas porc0os : em casa do
Me. CxImont&C, praca do commercio n.
II, ou no seu armazem de machinismo na
rua de Apollo n. 6.
Vende-se os mais modernos e de supc-
rlorqual^ade, chapeos de castor branco
chegado receniemente pela galera inglea
Linda: na rua Nova n. 44, fabrica de cha-
peos.
A 5'000 rs. o corte. Ksto xc aca-
bando.
Ricos corles de fina casimira : vondem-so
na rua do Queimado n. 9.
Charutos de 8. iix,
Chegaram os mclhoros charutos de S. Fe-
liz, o vendem-se r.a rua do Quelmado n. V.
-- .Vi palco do Hospital 11. 30, vende-se
manteiga inglesa a 400 rs. a libra, dita a 500
a 600.azeile de carrapalo a 240 a garrafa,
queijos do roino a 1, ion, cha isson a 2,240 a
libra vinho da Figueira a 280 a garrafa, loi-
cinho de Lisboa a 280 a libra, vellas de car-
nauba a300a libra, ditas de espernceles
700, o muitos mais gneros muilo em conla.
MUTILADO


Veniem-ae as seguintes se-
inentes:
de aboi, ditu 4c ditas inglesas, dltuj de ra-
banoi encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
bolas de Setabal, ditas de alate llamas,
ditas repelhudas, ditas de c6ve trinchada, di-
tas de senoura amarellas. ditas de chicoria, di-
tas de coentro de toceira, ditas de salsa, ditas
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
esplnafre, ditas de plpinella, ditas de aipo,
fcljao, carrapato de tres qualldades, ervllhas
tortas e dlreitas, rabanetes encarnados e bran-
cos: na ra da Gru n. 46, defronte do Dr,
Cosme. Na uiestna caaa vendem-se queijoa in-
glezes inulto frescaes.
Cambraias ele seda, n G,ooo rs.,
o corte.
Na loja de GuimarSes & Henriques, ra do
Crespo o. 5, que Tolla pira o Collegio, ven-
dem-ie ricos cortes de cambralss de seda,
pelo barato preco de 6,000 ra., a curte, esta
fazenda he de gostos inteirameote oovos.
Arados de ferro.
Na fundic.Ho da Aurora, em S. Amaro,
vondem-se arados de Trro de diversos mo-
delos.
Moendas superiores.
Na fondicto de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
coostrucefio muito superior
Deposito de cal e potassa.
No armazem da roa da Cadeia do Beclfe n.
12, ha inuio superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
preco multo rasoaveis.
S Algodao pitra saceos. 9
Vende-se niuilo bom algodSo para fc
M saceos de assucar, por preco commo-
( do: em casa de llicardo lloylo, na ?*
af rus da Cadeia n. 37. fr
#: =
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
mullo superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito ra fabrica de Todos os
Santos na Habla.
Vende-se, em casa de Y O. Bieber & C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado ila-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assucar c roupa de escravos, por preco com-
modo.
fffftpfff wrf f f ff f 1
Arados americanos. *
^ Veodem-se arados americanos ver- ^
a> datleiros, chegados dos Estados- ^
y Unidos : na ra do Trapiche n. 8. <"
Vende-se superior cognac voltio, em
bsrris de 12 a 24 caoadas : na ra da Cruz
n. 55, casa do J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ni limo navio ebegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa d J. Kel-
ler & Cotnpanhia.
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Andrsde & Cotnpanhia, na ra dos Tanoei-
ros n. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaty, em
porreo e a retalho, por menos preco que
em oulra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Vende-se a taverna n. 8, da ra do
Rangel, muito afreguezada para Ierra o pa-
ra o mito, o muito vantajosa, nSo so pela
elegancia da arm<;3o, como por esla per-
tencer a casa e ser comrooJo o aluguel: tra-
la-se no mesmo estabcleci ment.
Em casa de .1. Keller dt Cotn-
panhia, na; ruada Cruz n. 55, >cha-so a ven-
da o excellenloe superior rinho de Bu-
cettan, em barra de 5.*, he muito recom-
mendavel as catas eslraogeiras, como ex-
cellenli) vnho para pasto.
No arruairm da ra da Moeda n. 7, con
tlnua-se a vender saccaa com superior colla
das fabricas do Rio Grande do'sul, e opreco
em conta.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
montSc Companhla, acha-ae constantemente
bons aortimentua de taina de ferro coado c
balido tanto rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para animaea, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de todos os l-
mannos e modelloa o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro ettarxbado
GAXA ECONMICA EM MASSA.
I)o insigne fabricante americano, James Ma-
sn. A sua composicao he feita de proposito
para lustrar com agua e conservar o lustro,
tanto de invern como de vero; a grande
vantacem que ha nesta grasa he a conservacao
do calcado, c lustrarem-sc os sapato; ou lio-
tins ainda mesmo molhados, c urna pequea
lata aturar mais de que tres boides c costar
menos do que um. Vende-se em barricas,
ou porcao de dunas, no armazem de Vicente
V'errcira da Cnsta, na rita da Madre-de-Dcos.
Vende-so ou arrenda-so, urna casa do
pedra o cal, sila no Monteirn, com terreno
para plantar e com arv.orcdos de frnclo, por
preco rommqdo : trala-se na ra dasTrin-
cheiras n. 48, primeiro sndar.
Humlias de Ierro.
Vendcm-se bombas de rcpuxo,
pndulas c picota para cacimBa :
na ra do JJruin ns. C, 8 e 10,
iundicao de Ierro.
Arados de ferro.
Vcndem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
de ferro : na fundcao da ra Jo
liriini ns. 6, 8 e io.
Vendcm-se relogios-de ou-
io cprala, patente inglcz : nu ra
da Scnzalla Nova n. \i.
Vendem-se amarras de ferro : na ra
da Seozalla nova n. 42.
Moinhos de vento
eom bombas de repudio psra regar horlas
d bailas de espim : vondom-se na fundido
de Bowman 6i Me. Callum, na ra do lirum
ns. 6,8e 10.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 52,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e e roupa
escravos.
Taixn- para eiigenlio.
Na fundigSo de ferro da ra do Hrum,
acaba-se de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quas achtm-se a venda por pifo com-
tvodo, e com promptido eoibarcam-se, ou
rarregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
AGENCIA
da iundicao Low-Moor.
RA DA SKNZALLA NOVA N. 42.
Nestc estabeleeimento conti-
na a baver um completo soitl-
mento de moendas o rucias moen-
das para engenho, machinas
para casa de pulgar, por menos preta Me
de cobre, escovent para navloa, ftrro Ingles
tanto em larras cuino em* arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Vende-se|um grande sitio no lugar do
Manguind, que llca defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de vi ven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capimque sus-
tenta 3 a 4 cavados, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Cura radical.
De erysipela e rheumalismo, com encha-
(90, ou sem ella, seja antigo, ou moderno,
preservativo contra roturas o quebraduras,
a modo de fazer seu uso, cura radical dos
testicolos, sem sofrer operscjlo, nem dor
alguroa, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erysipelas, ou bydroceles a-
goas), os remedios para todaa estas moles-
tias : vende-se smenlo no Rio de Janeiro,
na ra do Sabio n.27, e em Pernambuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de Peixolo
& Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer seu uso e dietas que devem
ter as pessoas que dcllcs lizeretn uso.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se ludo por preces commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Vende-se cobre, e metal ama-
relio c pregos para forro de navios ; por preco
commodo, em casa de A. V da Silva barroca
ra da Cadeia do Recife n. 42.
Casa de*commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recehem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora deila, para
o que se olTerecc muilas garantas
a sctis donos : na ra da Cadeia do
llecifen. 51, primeiro andar.

i
'.ara curar da phlysica em todos os seus
ililTfrentes graos, ou motivsda por consli-
pacoes, tosso, sstnmn, pleuriz, escarrosde
sanguc, ddrde costas e peilos palpilacSo
no cor n;no, coqueluche, bronchites ur
de gargantee todas as molestias dos or-
gios pulmonares.
De todas as molestias que por heranca li-
camaocorpo humano nenhuma ha que
mais ilr-irniiiva toulia sido, ou que tenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes cm medicina do que aquella
quo he geralmente conhecida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
cuta psssado, tendo-se offerecido ao publi-
co dilTerentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
cu 'iii quasi que em todos os casos a iluso
tem sido apenas passageira e o doente
torna a recahir em peor estado do que se
acliava antes de applicar o remedio tSo re-
commendado outro tanto nSo acontece
com es le extraordinario
Xarope de bosque.
. Novaes & Companhia, os nicos agonfos
nesta cidade provincia, e nomeados pelos
Snrs. R. C. Vales & Companhia, agentes
geraes no Ptio-de-Janeiro mudaram o do-
psito deste xarope para a botica do Snr.
Jos MsriaC. Ramos, na ra dos Quarteis,
n. 12, junto ao quartcl de polica, onde
sempre acharSo nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, e a 3,000 rs. mcias gar-
rafas.
fe Chapeos de sol.. ;*Mh
^^ Ru do Passeio.n 5. *
Nsta fabrica ha presentemente um ric
sortimento destes objectos d lodas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapos
sao feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de relroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macoes servidas : todas estas Tazendavne s-
dem-se em porcio e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prego com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Vende-se manleiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dita franceza a 560 rs., a lilir
cafe em grSo, a 160 rs., a libra; cha, a 1,920
rs., a libra ; dito, a 2,400 rs.; sevada, a too
rs., a libra; familia do Maranhiio, a tOO rs.
a libra; velas de carnauba do 6 e 9 cm libra,
a300rs.; loucinho, a 240 rs., a libra; quei-
jos novo, a 1,500 rs.; bolschinha ingleza
nova, a 200 rs., a libra ; vmho do Porto en-
garrafado, a 640 rs., a garrsfs ; dito em ca-
adas, a 2,560 rs e outros mais gneros:
na ra da Praia defronte da ribeira do pei-
xe n. 1.
Pannos Unos de todas ns fina-
lidades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volts para n Cadeia, vendem-se panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,001
rs.; dito azul, a 3,(100, 4,000 rs., e muito su-
perior, a 5.CO0 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo muito claro, a 4,0 rs. ; dito cor de
j rape, a 3,000 e 3,500 rs.; corte de casimi-
, j ra preta, a 5,000; 6,000 e8,000 rs.; ditos de.
vapor, e tanas de Ierro balido ecr, a 6,100rs., e outns fazendas o mais!
coado, de todos os tamanhos, pa-paralo possivei. i
..' \ Vende-se um deposito, com 10 eaixes'
ra dito.
balines esuas conchas, uma[outra decimal
e 12 arrobaemboto, tudo em bom esta-
do, por s servir em usas safra : na ra da
Cruz do Recif a. 6, segando andar.
NovaperhlncbH.
Corras dt ctuia ckilm, a 2,000 ni.; dioi de eki-
la ilcirot con Mcovutloi, a 1,600, 1,800 e
2,000 rs.
Na loja da esquina da ra do Crespa, que
volta para a Cadeia, vendem-se corles de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800 e 2,000 rs. ; ditos de cimbris
branca com'listras de cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortos de coleto
de fustilo ao ultimo gosto, a 1,600 rs, o ou-
tras muilas fazeudas por prego commodo.
f ? Wff ffff? f Vf VVf f V
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Babia.
Vende-se em casa de Domingos Al- 4
i ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 4
cife n. 52, primeiro andar, algodao *
:-> transadodaquella fabrica, muitopro- "*
"* prio para saceos e roupa de escra- 2
* vos, ssim como lio proprio para re- 2
? des de pescar e pavios pare vellis, ^
, por preco muito commodo. ^s>
tftM AtMAAAA AAAAAAAA
A 495oo i-., n peca.
Na loja n. 5, da esquina que volts para a
ra do Collegio, veuiiem-se riscadinhos de
cores fizas, pelo barato preco de 4,500 rs., a
peca, assim como casimiras do algoJSo, a
1,800 rs., o corto.
Na loja das seis portas, em frente
do LIvraucnto.
Vendem-se chapeos para cenhoras pacsa-
remacavallo; chapeos de palhinha finos,
bordados, a 4,000 rs e lisos, a 1,660 rs. ;
chapeos de massa francezes, da ultima mo-
da, a ti.oiio rs., ditos de merino, com molas,
a 5,000 rs.; cortes de casimira de Ores, a
5,000 rs., e um completo sortimento de fa-
zendas, mais barato do que em outra qual-
quer loja.
\n loja das seis portas, cm frente
do i ii 1 aiiitn 10.
Contina a vender barato, cassss pinta-
das do bonitos padrOes, a 240 rs., o covado ;
cassa preta, a 120 rs.. o covado ; chitas, a
120,140,160, 180e800; ditas para coberla,
a 160, 200 e 240 rs.; cortes de chita para
vestidos, a 1,600 rs., e todas as ritis fazen-
das, por precos muito em conta, a retalho e
em porcOes.
Vndese farinha de mandi-
oca de superior qualidade, viuda
de S. Catliai ina, por menos preco
do que cm outra qualquer parte :
trala-se a bordo da polaca N. S. do
Carnio, defroote do caes do Ha-
mos, ou com Manoel Jos de Sou-
za Cilindro, na ra do Vigario n.
9 ; assim como saetas com farinha
da mesma qualidade de alqueire,
cada sacca, por preco commodo.
Vendrn-seduas escravas, sendo urna
preta moca,que coze, engomma, lava, cozi-
nlia.e faz mais arranjos de casa,e urna parda
laoibem moca, com as raesmas habiliJades,
iilo para lit]tii lac.lri, por isso em cunta : na
ra Lar-ga do Rozario, loja o. 35.
--Vende-se um escravo do sen ico de ra,
fiel e sem vicios, o motivo da venda se dir
o comprador : no A Ierro da Boa Vista n.
45, primeiro andar.
Na caa de comtnhiaB de escravos da ra
da Ctux do Heci/e n. 6 I. andar. Vendem-se
5 escravos, sendo duas pretas crioulas, urna
de 18 anuos com bonita figura sadia pura
todo o servido de casa, outra de 20 annns
com urna cria do tres mezes, cuzinheira, la-
vadeira e boa quitandeira, 3 pretos bonitos
dous de Mo.'sambique com 24 e 25 annos,
sadios, bonslrabalhadores de armazem de
assucir, e um dito do Angola com 40 annos,
canoeiro e traballiadoi* do enxada.
-- Vende-se um piano forle, queslm de
ser muito novo, he do uso moderno e (ero
excellentes vozes : ,na ra do Mondego nu-
mero 105.
-- Vendem-se lonas largas a imrtacjlo das
da Russia, muitos fortes, por serom de li-
ndo, proprias para encerados o camss do
vento, pelo mdico preco de 23,000 rs., cj-
da urna peca : na ra do Trapiche novo, n.
18, segundo andar.
Na loja de Jo-e" Joaquini Morci-
ra X Comitanhla, na run Nova
11. s.
Vendem-se camisinhas de cambrais, com
suss golinhss, ludo muito hem bordado, e
do melhor goslo possivel, pelo baratissimo
preco do 2,000 rs., soliente, caja urna.
Chapeos de sol.
Vendem-se capeos de aol de panno com as-
teas de baleia pelo preco de ifjio rs., ditos de
junco a 1/280. Na mesma casa tem um sorti-
mento dos mesmos' objectos, tanto para ho-
mem c senhoras, como para mcoinos e meni-
nas de escola: na ra do Passeio n. .'i-
-- Vendem-se mcias de linho, muito finas
e 1 s grandes: na na estreita do Itozario,
padaria que foi de Francisco Alves da Cu-
nta, e na ra da Cadeia do Recife, loja de
fazendas de Narciso Mua Carnero, por pre-
1; commodo.
A 4,000 rs.
Vendem-se casemiras de cores, de excel-
lentes gostos, pelo baratissimo preco de
4,000 rs., o corle : no aterro da Roa Vista,
loja n. 18.
Na loja di ra Nova n. 23, de Antonio
Gomes Villar, acha-se a disposicSo do mui-
to respeitave publico, um grande o variado
sortimento de fazendas inglezas e france-
zas, como sejam casemiras superiores de
todas as qualidades, sedas ditas, pannos fi-
nos cambraias ditas dos mais modernos
gostos, riscados e chitas de todss as quali-
dades, algoJOes e panos do linho, chpeos
de palliapara seohoras, ditos de seda para
homom, luvas de seda e muas ditas, loques
muito ricos, veos, setins e veludos da pri-
mera qualidade, prineczas finas, grvalas
do soda o do ultimo gosto, cor l".s do vestido
de cambrain fina e de Tulhos, e muilas ou-
tras fazendas, proprias para osertSo.
,1 os] Srs. meilre e o/ficiaes de alfaiale.
Venden-se ssrgelim de todas as cores, a-
damasesdo de duas larguras, pelo barato
preco de 200 rs., o covado : ni ra do Cres-
po n. 14, loja de Jos Francisco Das.
Cera de carnauba.
O mais superior que ha neste genero, ven-
de-ie em porcao e a retalho : na ra da Cadeia
do Recife, loja n. 50 de Cunha Ik Amorim.
Canbespara botas-.
Vendem-se bezerros brancos c amarellos pa-
ra can hes de botas de criados, chegados lti-
mamente de Franca, por preco muito commo-
do : na fabrica de aellins, na ra Nova n. 5.
Sao baratsimos.
Vendem-se sapates de carnelra multo pro-
prios para o enverno, por nao sujarem as cal-
cas como acontece com os de grasa, pelo bara-
to preco de i//8n ra.; na ra da Cadeia do Re-
cife n. 0, loja
Vellas de -Icariiin.
Vendem-se estas vcllas da melhor qualidade
possivel a ilif rs.' cada caliloha de 25 libras,
trala-se com A.C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife u. 4i.
Por falta destas eseovas se estra-
uiii inultos lentes.
Escovas para limpsr pentes, a 160 rs., ca-
960. 1.180 e 1,880 rs., a grosa ; franja para
manteletes, preta e larga, .640/a., avara;
dita prela para capotinhos, a 240 rs. ; lavas
prelas da trocal, a 900 rs., o par; finlaaimas
gargantilhas, pretas e finas, moda da Pariz,
a 1,8*0 rs., cada urna ; agulhas cantoras, o
rap Paulo Cordciro : na ra larga do Ito-
zario, loja de miudezss ao p do lampeflo
n 44.
Novillas recem-chegadas.
2 Voliinies. enrtuleriuuIoM a 8oo
res por volume.
Iloldao amoroso, O dote de Susanlnba, vida
de Pcdrllho, aventuras e astucias de Lazarl-
nbo de Tormes, Chrlstina de Stalnvllle, Ade-
lina e Mauricio, a marqueta de Ganges, He-
lina Cercan, Kerllndc ou a duquesa de Ar-
rian, Rarbarlskl, Gustlo de Alfarach, Ruma
i'ompllho; na linaria do pateo do Collegio,
n. 8, de Joto da Costa Dourado.
Vendas.
Vende-se vlnho Chat la Roza, Cognac, em
caixas de orna dozla de garrafas, cobre em
folhas, zinco em ditas, serveja de Bavieria,
tudo barato! no armazem de C. I. Astley &
Companhia, na ra do Trapiche n. 3. '
Lotera do Ro de Janeiro.
Aos vlnie. contos de res.
Na praca da Independencia, loja de miu-
dezss o. 3, que volta para a ra do Queima-
do e Crespo, vendem-se bllhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da lotera 9.' a
indemnisacSo do thesouro publico e na
mema loja mostram-se as listas das quo ja
correram.
Tara acabar, chapeos, a A,5oo rs.
Vendem-se flnissimos chapeos de castor
pretos, sem pelo, de elegante forma, p da
mais superior qualidade, que tem vindo ao
mercado' na prsca da Independencia ns. 84,
26,28 e 30.
Chapeos de Italia, a 38ooo rs.
Vendem-se finos chapeos de llalla, sin-
glos e dobrados, de copa baixa e j promp-
tos, pelo baratissimo preco de 3,000 ra. : na
prsca da Independencia ns. 84, 26,88 e 30.
A 7$ooo ra.
Vndem-se chapeos do ultimo e mais mo-
derno gosto de Pariz, para homens, a 7,000
rs. : ua praca da Independencia ns. 84, 26
28 e 30.
CHA BRASILElIt.
Chi brasileiro, em latas de urna libra, a
2,000 rs., cada urna. Quero, considerando
que o chi da ludia be preparado com o ail,
e seco dentro de vssilhss de cobre, e por
consequencia impregnado de materias ve-
nenosas, que affectam a ssude, nSo prefe-
rir de cerlo o cha brasileiro, que he pre-
parado de um modo muito simples, eseco
sobre laminas de ferro, tornaudo-ae por is-
so mesmo muito saudavel ? Vende-se no
pateo do Collegio, casa do hvro azul.
co trancado de linho, a 1*00 rs., o corte de
calca; dito escuro, a 1406 rs.: dito de lis-
Iras, a 2,000 rs. : na raa do Crespo a. 6.
Fai Inha fontana.
Vende-sa farinha footana em barricas ,
muito nova arte superior qualidsdc: a tra-
tar com Manoel da Silva Sanios, no arma-
zem do Annos, no eses da Alfandega.
Vende-se urna casa terrea eom quintal
e cacimba: na ra da Guia n 23; a tratar
na ra da Aurora n. 33.
Vende-se um lindo cavsllo cinzenlo,
com as molhores marchas : para ver na es-
tribara de Antonio Sawer, na ra da Guia.
Veode-se urna vacca parida de pauco,
boa leiteira e acostumada ao pasto, e ovo-
Ibas paridas de pouco: na Soledade sillo do
Sr. Ilerculano.
Vende-se o novo Atlas geographicp,
Sor SI. Biu, com 60 e tantas cartas, vida de
MusChristo, vi Ja de 8. Vicente e varios
compendios psra as aulas, por menos do
que em outra qualquer parte; na ra do
Crespo -n. it.
Franjas paia cortinados.
Vendem-se franjas para cortinados, de mu
lindos padrOes, por menos preco do quo em
outra qualquer parte : na ra do Queima-
do, loja de miudezas n. 16.
Ntudezai baratas.
Caizinhas de agulhas francezas, a 210 rs.;
carteirinhas com ditas, a 300 rs.; lindas cai-
zinhas com grampas, a 340 rs.; carspucaa
de seda preta, psra homom, a 480 rs.; ditas
para menioos, a 400 rs.; toucas de 13a, para
senhoras, a 1,000s luvas de trocal, para
senhoras, a l,40u**W; ditas, a 1,000 e80tf
rs.; para meninas, a 840 ra.; lindas calzas
de vidro, a 1,000 rs.; maracas com tres lo-
ques, aStOrs., e outras mais miulezas no-
vas a por meos preco do que em outra
qualquer parte: na ra do Quoimarlo n. 16.
twF*^Hl|i^P^s^^*aft JJ Para pag;ens.
M Chap'os envernisados para pgens, A
H de forma moderna, e de superior qtae- j|
M lidade : veodem-se no paleo*da ma- M
a iriz, loja de sirgueiro n. 2. g
MM*KMM **MrMft
Vende-se farinha de mandi-
.Vi loja de I. L. ,li. Taborda, ra do
Crespo o. 10 vendem-se riscados azuis
9 de quatro palmos de largura a 120
rs. o covado, e sarjflo, fazenda no-
8 va para pretos a 320 rs. o covado, e
mais largo de 4 e mcio palmos a #,
9 320 is, assim como palilols de f
% brim a 5,0a0, pecas de algodao avaria
do a 1600 e 3,000, tambom ainda res- #
? tSo alguus chales de seda de 4,500, %
? 5,000, c 6,000'rs.; fazenda boi assim %
% como outras multas fazendas baratas
e proprias para_a presente eslacjlo. >'e
_ Vende-se urna arma cao e mais perten-
ces da taverna do beco do Monleiro n. 6, fal-
le todo o negocio : a tratar na ra do Viga-
rio n. 14.
INovelIas recem-chegadas.
O i ni mu cncadernado a Soorcis.
Ciprino, 1 volume; Constancia, l v.; a
cabana da ludia, 1 v.; o Renegado, 3 vs. ; B.
lUyimimlo de Agular. I v.; as venturas de
Kobson, 6 vs.; o Pa-pai, I v. ; Anbrc Ve-
nuiiano I v. ; D. Joao da Falpera I. v. ;
Gustavo ou boa peca, 3 v.; Leonel ou o cerco
de bostn, 4 vs.; vida de lleloise, I v. ; vla-
geui de Antenor 4 vs. j Eslevloho Goncalves
2 v.; na livraria do paleo do Collegio, n. 6,
da Joao da Coala Dourado.
Na ra da Cadeia do Recife n. 54, ven-
de-se por diminuto preco o seguinle : -- 1
lancha, 1 bote em bom estado, 1 crrenle
de ferro para navio, 1 amarra groe de ca-
bo do linho, 1 porcSo de ferro ecavilhas,
que foi de navio, urna porcao de taboas de
amarello, proprias para ma.'Cineiro, pur es-
ta rcm bstanles secas, 2parclhas de embo-
nos de coJro, psra barcada c urna porco de
caixas de folhas de (landres vasiss.
-- Vende-se urna cadeira da lliliia, e urna
secretaria com gavetas, ern muito bom es-1
lado: a tratar no sitio do Arar com Ha-1
noel Luiz da Veigs, ou na ra da Guiado
Becile, armazem n. 7
oca, de superior qualidade, rcen-
le mente chegada de Santa Catna-
rina, a menor preco do que em
outra qualquer parte : trata-se a
bordo do brigue Novo Lobo
defronte do caes do Ramos, ou
com Oliveira Pava& Companhia,
na ra do Trapiche escriptorio
n.5.
Vendem-se esleirs muito boas, nSos
pela boa qualidade, por serem dobradas,
como pelo seu lanianho, ptimas para se
ter em urna sala : na ra do Livramonto, lo
ja n, II.
Veodc-se um terreno no lugar doCi-
quia, denominado Cassote, e tambem tro-
ca-so o mesmo terreno por casa, ou escra-
vos : trata-se na ra da Florentina n. 3.
Vende-se urna porcao de taboas de lou-
ro ealguus pranios de amarello: na ra
da Florenlina n. 3.
Vendem-se 2 lindas molatinhas, sendo
1 de 18 annos, que coze muito bom e en-
gomas, est grvida de 4 mezes ; I dita do
10 annos muito alvinha e quo coze muito
bem; 3 pretas que engommam e coztnham;
3|dilas boas quitandeiras; 3 ditas de meia
idade; 2 ditos de meia idadn, bons gaohado-
res ; 1 dilo de elegante figura, bem para
cadeirinha ebomganh-'
annos, que se vend
defeito : na ra d
primeiro andar.
I'ni-iipalitos, .. !,ooors.
Na loj da ra do Queimsdo n. 17, ven-
dem-se casemiras do cores mescladas, pro-
prias para palitos e sobreessacos, pelo di-
minuto preco de 1,000 rs cada covsdo, e
alpacas mescladas, a 800 rs., o covado.
Na ra das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna linda escrava parda, que
engomma liso, cose chSo e lava de sabSo, e
1 dita cabrinlia de linda figura, que engora-
ba bem, cose chSo, cozinha, lava e faz ren-
da; I parjo de boa figura, muito lid, pro-
prio para lodo servico ; i bom escravo ca-
noeiro, proprio para todo sorvico, tem boa
conducta e he muito pcente.
~ Vendem-se 200 formas de 6, 8, 9 e 34
em livra, para fazer velas de carnauba :
ra da Cruz do Recife, venda n. 33.
manual da saudade 1850 por Raspaile I vo-
lume, eoaaios 4f critica 1 volume, o sptico
1 volume, o menino perdido 1 volume, a
roda da fortuna I volume. arhorieraoi o
pensamenlos moiss, religiosos polticos
e philosophicos, portugusl plloresco com
estampas pelo Fernando Diniz 4 volumes,
historias das inquisiefles 3 volumes. a vir-
gem da polonia pelo conselheiro Bastos i
volume, meditacOes ou discursos religiosos
pelo conselheiro Bastos 1 volume, Hapbael
pagem da juventude 8 volumes, salamandra
3 volumes, o cavalleiro da cesa vermellu
por A. I)ums6 solumes, cavalleiro delty-
mental por A. Humas 4 volumes, secretarlo
portuguez 1 volume, liealrUou o aventure-
ro 3 volumes, o bom menino por Cesar Can-
tor I volume, os mysterios da polica e das
prisoes 3 volumes, poesas de Alejandro
llorculano i voluoie, os tres roosquiteiros
4 volumes,vinleaonosJepo6vls., isanhoo,
drama por A. Hogao, o americano em Lon-
dres t volme, carlea de ollnda a Atzira t
voluma, obras poticas de D l,eonar da Al-
meida Portugual l.ourena Elencsslro mar-
quesa da l.oms, condece de Asaomar, o
D'oeynbausan, o lavrador perfeto, ou novo
tratado de lavoura 1 volume; e outras mui-
tas obras que serte patentes na oceMlo da
compra, das qne ficlo cima mencionadas,
e que nilo lesgoslarfio pelos seus autores.
%'ende-se erva male ,
chegada pelo ultimo vapor
do sul: na ra >ova, loja n.
6, em libras, a 240 rs., em
arrobas, a 6? rs., he bebida
mu fresca e dioretica. *
Vende-se no boceo Largo, loja ssenu-
rives, o ioteressante romanceo Bastardo de
Holcon, novo, em 4 volumes, por preco com-
modo.
- Vende-se urna lileira nova e muito
bem feita : na Ponte Velba n. 14.
BOM E BARATO.
Vendarse sapalos de meninos, de ore-
Ihas; corarnos de couro de lustro, para ho-
logante ngura, nuil para
i ganhaalor-, 1 dilo de30
ide muo em conta por ter
ja t:.i l^v do Recife n. 51,
Na lojti pernanibiicana ila
ra rio Crespo n. II,
Vendo-so merino preto pars palils,
t; calcas, jaquetas, ssias, UmOeseou-
tf tros msteles, em perfeilo estsdo, pe-
fci lo baratissimo proco, de 400 e oo rs.
j o covado.
\ CIDADE DE PAR 15.
Vendem-se um piano novo com multo una do folledlo n. I.
bess vozes, urna cama de Jacaranda, um has- .Novo sorlimento do chapeos de sol, para
tidor de bordar, e um vestido de senhors homem e senhora, a sabor --chapaos de
andar cavallo com jaqu de velludo; tudo aol de seis, armacSo de bilela, de4.500rs.
isso com muito pouco uso, e por preco mui- pera cima; ditos dilos para senhora, de 4,000
to commodo : na rus larga rio Rozario n. 39 rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
armazem de louca, se dir quem vende. macJo de baleia e de ferro, de 1,600 a 3,300
Multo barato. rs. ; ditos ditos de armacDo de junco, de
Na ruadoQueimado n. 17, loja ao p da 1,200 a 1,800 rs., tolos limpos : grande sor-
botics, vendem-se corles de casimira de co-1 tmenlo de sedas o psnnos, em pecas para
ros oscuras, proprias para a presente esta- cob ir os mesmos, baleias para vestidos e
Ci, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs, ; dilos de ca-| esparlilhos do senhoras. Concertam-se to-
simira preta, a 7,000 rs., e muito fina, al das rs qualidades de chapeos de sol, tudo
9,000 rs.; brins transados de linho, do co- com perfeicSo e por menos preco do que cm
res, a 800 rs., avara, assim como outras1 outra qualquer parte,
fazendas por diminuto preco. Ven lo -se s bem acreditada (averna no
-' Vende-se em S. Amaro no sitio do Ara- Forte do Mallo, ra do Cordonix n. 7, bom
C, varios terrenos promptos para se edili- afreguezada, tanto para o mato, como par.
car, assim como um viveiro de peixe, com a trra, o motivo porque se vende he por
poita d'agua de cantara : quem pretender' seu dono rclirar-se para tratar de sua saude.
pode dirigr-ie na casa do mesmo sitio que Cheguem a pexlnclia a|lGo rs. o
adiar com quem tratar. covado.
Mala liamos Si C, rna Nova n. 6.1 Vendem-se chitas de acento escuro e cor de
h* Vendem-se ricos capotinhos de setim ma-' caf de bonitos padrOes e cores lisas a melhor
cao bem guarnecidos de tranca e franja, di- i faienda para vestidos de casa a 160 rs. o co
moni; pellcs de cabra; esleirs depalhade
carnauba regulareJT o de 3 varas decom-
primento, bem feitaa ; chapeos de.nalha al-
vos, pennas de ems, o cera de carnauba : ni
ra da Cadeia do Recife n. 49, primeiro
andar.
Vende-se|um bonito moleque de 18 in-
tus, ssbendo cuzinhar o diario de urna ca-
sa, engomma, faz lodo o mais servico que
se ufTerec, por ser mallo diligente, activo
e de fcil comprehencSo, muito fiel e sem
vicios : no aterro do Boa Vista, loja O. 54.
Vende-se no Dlnraiiliao, a fabrica
<1e tniglas stiarinas e sabo.
Os administradores da liquidscSo de Tuco-
doro Chvanos, venden) a fabrica denomi-
nada Maranhense, na ra do Pioponllo,des-
ta cidade ( porto dos remedios), a saber : -
casa em que est montada a fabrica, com 30
bracas de frente e 15 de fundo; 3 prensas
hidrulicas, orisontaes da forca de 600,000
libras, cada urna ; 1 dita verlical de forca
de quatro cenlss mil librea ; 3.gran les
caldeiras montadas, para o fabrico do sa-
bio ; 4 ditas para derreter sebo; todos os
pertences necessarioa.para ofabrico do stea-
rina e sabSo ; 9 escravos entendedores do
servico geral da fabrica, 1 Ierren o an nexo
fabrica, com 7 bracas de frente e 15 da fun-
do ; 1 dito fronteiro a mesma fabrica, com
18 bracas de frente e 28 de fundo: as pes-
soss que pretenderen! comprar, pdem nes-
ta praca dirigirem-se a J. Keller & Com-
panhia.
Vende-se um cavsllo, que serva para
cocheira, por j ter sido da mesma, oqual
carroga baixo: a tratar na ra do Codorniz,
taverna n. t.
Vendem-se 6 escravos! sendo t carrei-
ro e 5 de todo servico ; 3 moloques de ida-
de 13 a 30 annos ; 2 negrotas de idade 16
snnos, sendo urna reeolhida, engomma, co-
ze, coxinha o diario de urna casa; 3 ditas de'
todo servico : ns ra Direita n. 3, defronte
do becco de S. Pedro.
VenJem-se sapatos de burracha do-
brados, para homom < na Lingoeta, venda
de Duarie n. 1.
-- Vende-se um bonito escravo, pardo, de
elegante Usura, de idade de 24 a 25 annos,
completo offlcial de pedreiro, de fazer toda
e qualquer obra, com perfeicSo : na ra do
Moodego n. 9t.
A os 2otosoS*oe de rs. ,
Na ra Nova n. C, loja de Mala Ramos k
Companhia veodem-so bilheUu meios ,
quartos, oitivoa e vigsimos, da 9," lotera
a beneficio do Ihesouro publico o do lowa-
Iro de S. Francisco, cuja lista chega pelo va-
por inglez, no da 32 do crrenle; tainheui
recbenme em troca bilheles premiados de
outras quaesquer loteras.
- Vende-se urna fazenda, com quasi 3
legoas de fundo, e meia de testada, no lu-
gar de Moxot, distante de l'esquelra tt le-
Soas, a qual tem excellente mala e um albo
igos, que no aeccou mesmo na grande
secca de 1845, caaa de viveuda e curral :
trata-se com Antonio Jos da Oliveira, que
est incumbido de fazer este negocio, na rna
do Collegio, casa o. 30, segundo andar.
r- --------------------r__<.
los de chamelote de listras, dilos de tafola
e de lih'i preto, o preco faz conta ao com-
prador,
Potassa da Rtissla.
Vende-se potassa da Russia, recentemen-
te chegada, e de muito superior qualidade.,
na ra do Trapiche n. 17.
> astuta Aa* aifnaa"ira*Ta
awlWf'"m^m7.jmsjajBj"^^BjBjBj>is/^,'a^^ jmnmmfmHqMV-'mr Rm90HH,'4OTpjV
Na loja de 1.1.. B. Taborda, ra do
m Crespo n. 10, vendem-se pecas de ma- m
a da polio, a 2,240 rs., da marca bor- M
boleta. a>
Ni ra da Aurora n. 31 vendem-se su-
perior queijo prato a 640, latas com 4 libras
de bolaxinna de araruta feita no Rio, e vin-
da pelo ultimo vapor, 3,400, farinha de trie
go superior para pSo-de-l, 100, gomma d-
ararula, 160, tapioca, 120, sovadinlia, 160.
Novo sortimento de fazendas, na
loja da na do Crespo n. G.
Cortes de cassa chita fraceza, de cores fi-
las, por 3,000,-8,400 e 3,800 rs. ; ditos de
cambraias desalpicos, a 3,600 rs.; cortes
de chita de bom gosto, a 1,920 ra., com 13
covados ; cassas de quadros para babados,
com 8 1|2, a 2,400 rs., a pepa ; alparka de
cordo muito fina, a 800 rs., o covado, e
muilas outras fazendas por barato preco.
Aindamis pechlncha.
Cortes da casimira preta, fina, por 5,000
para 6,000 arrobas de assucsr, 1 braco deja urna; penis de seo finlssimas, a 640, 81)0, rs. ; dilos de cores, a 6,400 rs. ; onm oraQ-
vado, d*o-se as amostras com penbor : na ra
do Qucimado n. 8 loja defronte da botica.
Vende-se um molecole, de Angola idade
25 anuos bem ladino, cozinha bem, e bom
para qualquer aervlco, ra Direita n. 69-
Venden! um bonito pardo de elegante
figura prltlmo offlcial de pedreiro, e ptima
Eara uin pagem e de boa condncia na sua da
adela do Recife n. 51 primeiro andar.
f:\c.eiieiiies cortes
de gambrides para calcal a 1,200 rs. no Ps-
telo Publico luja o. ISA.
= Vende-se farinha de boa qualidade por
ptcfu multo commodo em lora de Porlaa o.
lol cu casa de Jos Joanulm Alves da Silva e
na ra do Amorim n. 3S.
Vendem-se mu boi manco e ulna carroca
por preco commodo: na ra" do Pires no si
lio da Manoel Joaquim Carnelro Mal.
Na rna Nova n. G, loja de .Mala
liamos S O. acaban le cliegnr
de Lisboa na barca ligeira as
segnlntcs obras, que s vende:
ra i a ilinlieiro vista, por me-
nos do que cm outra qualquvr
parte.
Os mile um phanlssmas por A. Humas 4
volumes, Jorge ou o capitSo dos piratas 2
volumes, ItevolucSo franceza por Lamarlioo
do auno de 1848 4 volumes, Arco de S. An-
ua por Almeida Carrol 2 volumes, a Impu-
reza, a soberba, a invcja, a ira, por E. Sje,
Deosoquer pelo visconde de Alencourt 1
volume, fbulas de La tontaina t volume,
Escravos futidos.
Desippareceu do engenho Urua, ao
p deGolaona, um escravoereoqlo, de no-
mo Izequiel, que representa 35 annos de
idade, cor fula, bem barbado,'boa altara,
rosto redondo, corpa, ps e pernss grocas :
a pessoa que o pegar, love o ao dito en-
genho que ser generosamente recom-
pensado.
Iiesappareceu do engenho llruac, sito
aop de Goianna, um escravo crsfoulo, do
nome Luiz, representa 30 annos le idade,
pouca barba, altura e corpo regular, cor
preta e bem airoso: a pessoa qua o pegar
leve-o ao dito engenho, que ser joncrosa-
mente recompensado.
No da II do crrante desappaVaccu do
pateo de S. Pedro, casa n. 10, seglndo an-
dar, uina mulata de nome l.uizi, idade 25
annos, baixa, denles da fioale do Ido su-
perior quebrados, levando saia e manto pre-
to, e Jevou um filho de idade 2 annoY, beii
ilvo, olhos agatados, tendo fendas i ssr-
nas na cbeca, algumas pelo corpo : tiuem
a pegar leve a dita casa que sera bmfi re-
compensado.
Desappsreceo hontem oaicravo
lo de nomo Lucas, de idade de 25 annc]
forcado e mullo barbado, aspernasi
lo tortas embaixo: quem o aprohen_
ve-o a ra do Collegio, segundo ari
21, onde ser recompensado de seu Ir
Oesapporeceu no di 12 desle
julh 07 palmos de Irsncelim em ni a
com alguus fios quebrados, col
moeda de onro de 20 patacas, com
rolisaa ; um aunel com urna oitava i
ro de lei cora espelho em cima e lav
aborta. Roga-se a pe asoa que col
sendo queira restituir, dirija-sa 1 rus de
Agois-Verdes ao sobrado Immediatofa ven-
da do Sr. Feliciano o qual pagar o imper-
te quo dou a dita pessoa e Ihe ficar obri-
gado.
II FftIVFL


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