Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06391


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Full Text
.
Anno XXMl
Segunda 'eira 14
de JuU.odel85l
N. 156.
DIARIO DE PERMMBICO
rBBC> A IDBCBlVlO.
PtalHMTO Adumtibo.
Par trlmeiir............
por lemectr.............
Por anau '
. puo Humo Hniiimi.
Pari 7de JunholMInai... SO de
Maranbo 14 de dito.
( et.... 17 de dito.
Parahlba. ie de dito.
S.Paulo, lde
R. deJ.. 20 de
Baha... % de
8/noo
15/000
4/500
Halo
Junlio.
Juuho.
dito.
DAS DA IIM1N1
H Seg. Boavetura b
15 Tere. 8. Gamillo.
iti Quart. Priumpbo di
Santa Cruz, lo
17 Quii S. Alelxo.
18 Seat S Marluba v.,3
ni.; S. Rufilo b.
19 Sab, S. Joao G. 4
20 Don. O Anjo Cui-
AOBICHOIAf,
Jm'znnV Orphloa
e5. s i0 horas.
I. i"radocitel.
e0. ao ineio-dla.
l'mrnia.
e 6. a I" horas.
2' rara do citel.
e sahadoa ao mclo*d.
RtlacSo.
todlo do Imperio. Terca e sbados.
imaniin,
Creicente i 5, ,n S horaa e 48 minuto da larde,
Chela a i.'t, al 4 horas e 54 minuto* da inanhaa.
Mingoantc a 2i, ai 8 horaa e 20 minuto dam.
Nova 28, aos 2l minutos di larde.
rnimia d* mojs
ji
Primelra is 5 horaa e 18 minutos da manha,
Segunda s5 boraa e 42 minutos da tarde.
1-Ab.tida SOI coatmxioi.
Golanna e Parahiba, a segundas e icxtai-
fclras.
Rio-Grande-do-Norle, todas |as quinlas-fciras
ao meio da.
Garanlium e Bonito, i 8 c 23.
Iloa-Ylsla, e riores, i 13 e
Victoria, s qulnus-felras.
Olinda, lodos os das.
BC0TICI4 HTB1KOUSU.
Portugal,
llespanha
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Alemania
Prussia...
DI na m* rea
Russla..
Turqua
5 deJunhi
II de Junbo
7 de Junbo
3 deJunbo
1 deJunbo
4 deJunho
4 de Jiioh"
30 de Malo.
10 de Maio.
4 de Juuho,
xuslria.. 4de iunho
Suissa .. 10 de Malo.
Succia.... 28 de Maio.
Inglaterra 7 de Junho
r-'-l nidos. 24de Malo.
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chlll.
Buenos-Ayres.
Montevideo 9 He Junho
CAMSIOSDK 1* D JULBO.
Sobre Londres, a 27 V, a 27 '/, d. p. lfOOO is.
Pars, 340 por fr. nominal
Lisboa, a lOO
MITACa.
Ouro.-()ncashesnanholas....2H lloedas de 6/400 ralbas, 16/000 a 16/200
de 61400 oras. 16/000 a 16/100
a de4/000...... 9/000 a 11/100
PraU.raUcdes brasllairo... 1/920 a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... I/7C0 a 1/760
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
KXPEOIENTEDO DA 10 DE JULHO DF. 1851.
OIBclo. Ao commando das armas, Intet-
rando-o de o nao harcr approvado a compra
das cento e tres grosas de baldes de massa com
o n. 8, que sendo encommendadas pelo len-
te coronel I.ui/. Jos Ferrelra es>cinmandante
lio eslincto ollaro batalhode catadores para o
referido batalho, cbegarain quando o uiesmo
ji se achara dissolrldo, e que por conseguidle
nao pode a sua Iraporlauda |ser deduuda dos
(liuheiros que tem o mencionado ex-coiuman-
dante de recolher a pagadoria militar. Sclen-
tilicou-se a pagador.
Dito. Ao mesuro, remcltendo o requeri-
menlo em que Jos Narciso da Silra, Hlho, pe-
de ser alistado no ejercita como voluntarlo,
aliin de que mande S iuspecciona-lo, e jul-
5ando-o capas proponha o premio que se Ibe
eve dar.
Dito. A Ihesouraria da faienda, para que
ouvindi o Inspector Interino da alfandega, In-
forme senao ieri posslvel, em lugar do Indivi-
duo propoato para administrador da capolazia,
noiuear provisoriamente um dos euiprcgadoi
daquella reparlkio menos subearregado de
trabalho, e que tenba a precisa aptldao pa-a
tal aervice, ate que o gorerno imperta resolv
definitivamente sobre as propostas rindas da
inesina Ihesouraria e da alfandega.
Dito. A pagadoria militar, disendo que pa-
ra poder resolver o que for de juslica sobre a
ajuda de cuato que pede o alferes ajumle do
corpo liso do Plauhv Martinbo Jos da Silva,
he preciso que declare ae ba necessldade de
faierem-se taes pagamentos nesla provincia,
quando podem ser requeridos na do MaranhSo
onde lite o corpo a que pnente o dito al-
lrec.
Dito.--A mesraa, para que proponha a i ornal
que devein vencer os dous meslres cas-pina e
pedreiro que vio em oMinlisao a femando
de Noronha, e bem assrn a quantla que ae lhe
pode adiantar. -**
Dito. Aitiesoursrlsda faienda provincial,
ditendo quMisto nao poder conllnnar a ser 11-
luiuinada aXdade de Olinda por nao eatar es-
la deipeza torliada por lei oomo consta de
luainfor' ,mande lomar conta dos 70 lam-
pedes e tencilios, verificando o scu esta-
do c re -blllsaudo o respectivo arrematan-
te, felas hite em que por ventura lenha In-
cntVldo, depon lo que far recolher ludo ao ar-
senal de guerra, dando conta a presidencia do
resultado. Neite sentido ornelou-se ao arse-
u.il de guerrae a cmara daquella cldade.
Lno. Ao director das obras publicas, pa-
ra que remeta urna copia do orame nto e plan-
ta do caea do Apollo, para licar na secretaria
da presidencia, visto ter de ser transmitida ao
Eu. Sr. ministro da faienda a que S. me. en-
vin con cilicio de 10 de junho ultimo.
Dito. Ao jult municipal da primelra vara,
para mandar aprnmplar, afim de seguirem pa-
ra o presidio da liba de Fernando cm o da 12
do crreme no patacho Virapama os sentencia-
dos ridos do Cear, para terem semelhaute
destino. Antonio Hartlns destarro, Jos dos
Santos da Silva, Jos Gomes das Almas, Jos de
Suua Meoeses e Manoel Perelra do Naicimen-
lo, cujas guias remelle, e bem asaimo senten-
ciado Francisco Perelra da Silva, seodo-lhe a
gula deste enviada pelo dseinbargador chefe
de polica Interino. este sentido olHciou-se
estro chefe de polica,
filo. Ao delegado do Rio Formlo, para
que, informe sobre o destino que deu aos dous
Afrifcanoi bufaes, que sendo apprchcndidos pe
luXtitt cosninandaote do dcitacamenlu da
'llioLyla cldade Manoel Joaqulm Bello, forana en-
necies a S. me., declarando quaes as diligen-
>iBie tenba lito n* -"i'fl.dc descobrlr os
crin"A^ejjjf **r. 1.----... escravisado. -- Uffl-
ciou-He ao commando das armas para eligir do
referlBo otncial loforuiacdcs a respelto..
II
nYerior.
folba otiicial ; por esse mrfo manifestara o
administrador da provincia aua reprovaco aos
actos violentos e contrarios a le, e tirando a
Torca moral s autoridades que os livessem pra-
tlcado, admoeataria aquellas que pudessein prc-
tender seguir a mesma llnha de conducta.
Eu esperava, senbores, quando ourla a de-
claraco do nobre deputado, a noticia de se
acharen destituidas e responsabfllsadas as au-
toridades, que, mesmo na opiolao do honrado
membro, praiicaram actos contrarios s leis, |e
como assim nao aconleceu e o presidente de
Minas coiiteniou-sc em casliga-laa cm segre-
docom a pena de severa reprehenso, eucon-
co ii un "o a appellar para Deex, para a razao pu-
blica esclarecida, e cada ves mals convencido
da rasao e da juslica com que em oulrs oe.cn-
sio quallnquel aqu ao presidente de mlnha
provincia. (jpt)iadoidaoppo$ifto. )
Citel com praier este faci para mostrar que
nao sao Infundadas as censuras que teios feilo
nesta casa ; c dlrel, Sr. presdeme, que a ra-
ijo porque diferentes administradores de pro-
vincias, nouvelincnte o que preside a de Minas,
nao tem cumprldo os seus deveres, nao be lem
duvida porqU3 teuham Intercssc alguiu parti-
cular cm pralicar ou delsar ueje praliquein
actos contrarios s lelo. O nobre deputado cba-
mou minba altenco sobre esta clrcuniitancia ;
e por isso lhe dlrel que quando os presidentes
deiprovlnciaa, reconhecendo o arbitrarlo com-
portamento de leus subordinados, deixem to-
dava de lliei Impor a responsabilldade conve-
niente, be porque, senhores, isto nao he igno-
rado de nlnguetn, esses presidentes nao lem
em mira seno eleces : querem ter esses em-
pregados sempre nromptos e asados para com-
mcitercn violencias na proporcao da necessl-
dade do triumpho ou impnslcau a que se tem
reduzldo a soberana do povo; be porque es
sea presidentes ou cominissirios do poder exe
culivo vm-ie destituidos da neessaria Sorc
moral para punir e mandar castigar ainda incl-
ino um coinportameiuodesses que o nobre de-
putado reconbece contrario le.
Sr. presidente, o faci que acabo de referir
incidentemente, parece-me que sera sullicien-
te para que eu oblenha a permissSo de um hon-
rado membro que hontein pareceu querer ar-
rorar-se em arbitro competente, nao su para
aquilatar o inereclinento dos direutcs depu-
rados que tomain parle nos debates da caa,
como lainbem para Ihca impor urna liuna de
conducta que esse nobre deputado julga-sc
com direilo de Ibes tracar. Direi aluda, Sr. pre-
aidente, em relaco a miin, que quando oceu-
po a atteucio da cmara c chamo a do gorer-
no ou do pal para os factos que se praticam
cm dulcientes localidades de mlnha provincia,
julgo que esse lempo nao he o que mais in-
tilmente se gasta nesla casa, porque multas
vetea tenho declarado que nao neo opposi9.io
smenle pelo desejo de a lser. (Apoiodos do
minora.) Senhores, quando chamo a atlcncao
do governo sobre o couiportamento das dine-
renles autoridades, parecc-me que desempe-
nbo melhor os ineus devores do que se por vent
tura me encarregaisc de demonstrar com tes-
temunhasqiie noilbo ou que j sabia latlin
eom lOannos de Idade. (Apotadoida oppoiicio.
Sr. presidente, dcil como sou, slnto e lastimo
quando incorro cm censuras mu. or vent
fcilmente se cstabelcccu esse brou urna convenci pankular om um doi
*sovernadores das provincias do Prala, que tem
-Teroentrado mais de 20nontrahido empenbos com esae governador
por qne too
banco,
O Sr. Cerr/uSfrn
mil ceios.
O Sr. Mr//o Franco. --Eisa abundancia de
metaes que nota o nobre deputado Dio he dc-
rlda ao gorerno, he devida ao ealor e huini-
dade.....
O ir. Paula Fonieea: O calor e a humldade
favorece em a regelacao, mas.....favorecein a
par, a cmiii nt i publica e o progesso material
do pas, ineu amigo.
Sr. Millo Franco: ....e Irer. a extraordi-
naria extraccoo do ouro. iJreio porquantoquea
nossa exporlacao, qne foi neste anuo de maior
valor que a iinporlacao, e que a difierenca
catre a exporf(o, lem sido compensadas por
moda mctallica.
( Crusem-sr varioi aparlss.)
O Sr. Fruidta: Pe?o aos nobres depu-
lados que nao Inlerroinpau o orador; he
urna infracco constante do regiment.
O Sr. 7/lo Franco Me assim, Sr. presiden-
te, que nos vemos que a renda do imperio em
1848 a 1849 importou cm 26,156;.'iS0/; que em
1849 a 1850 Importou em cerca de 28,000:000?;
Sue em I8S0 a iS.'n vai-se verificando ser de
1,119:000/; como calculou o Sr. ministro;
total, 85,275:350/. Ajunte-se-lhe recursos ex-
traordinarios, venda de apolices, cinlssao de
bilhetea, 7,431:2691, e veremos que prcfai a
quanlia de 92,709:619/, Desla quanlla sabe-se
que se gastou no anno financeiro de 1848 a
1849 25,880:7391, devendo porlanio ler ftcado
dlspnsi(io do ministerio para os dous annos
fiuancelros de 184o a 1850, c 1851, a somina
de 66,828:880/1 e portanto esta enorme quan-
lia o Sr ministro da fazenda teve sua dis-
posicao para gastar neses dous annos finan-
cetros, ,i parece que a lem gasto toda.
OSr. Penna:= Peco a palavra,
OJr. Mello Franco: = Nem por isso S. Ex
pode nos dar seguranca de que urna tao
extraordinaria receita posia chegar para os
exercicios a que ella he destinada. Eu sinto
Sr. presidente, que o nobre ministro se en-
ganasse declarando-nos que os ministerios
precendenlcs deixaram do anno financeiro de
1847 a 1848 para o seguintc exercicio o onus
de 8,684:4:13/, e o engao de S. Ex. esleve em
nao se leuibrar dos saldos que encontrou nos
cofrc pblicos, isto be, de 2,799 302/, que di-
iiiinii, stin duvida o encargo que S. Ex. deve
ler cngjsulrado. Fica pois demonstrado que o
encargo de que nos fallou o Sr. ministro da
fazenda nao tic tao grande como S, Ex. pare-
ceu acreditar: tainbein o nobre minislro derla
ter em considerarlo que quando esses minis-
terios tomaro coota do poder divida que en-
to exista em bilhetes do Ibesouro era extra-
ordinaria. Entendi que devia lser esta ob-
servacao, para que as palavras de S. Ex. mi
passein inconlcsladas, e algucm conclua dol-
as que ns antecessores de S. hx- nada cabe,
nenhuma parle livcrtii nesse tal e qual estado
de prosperidade em que nos adiamos; S. Ex.
tem inulto meiechnento, uiuila habilidade,
nao preci-ia daquillo que pcrlcnce aos outros.
O Sr finni \mO Sr. ministro da fazenda do
negou de maneira alguma osscrvlcos de seus
antecessores.
O Sr. Helio Franco ;-= Sr. presidente, farei
agora alguuias obserra(dcs relativamente
Eu alo-
ro dos
RIO D JANEIRO.
CMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
SESSAO EM 7 DE JU.MIl) de 1851.
Preiidtncia do Sr. Gabrlil Hendei o% Santos
(Concluiao. J
TRRCtlRA PARTE DA OIIDEU DO DA.
O Sr. Prtiidenit : Teas a palavra para res-
pondero Sr. Mello Franco.
Oo'r. Helio Franco : Tenho necessldade, Sr,
presidente, de faier acnsivel que, dlicullndo-
sc a le de forcaade trra em urna das sessdei
precedentes, e manifeitando-se a cmara de-
rejoa de votar, en e ineus nobres collegas da
apposlfao cedemos da palavra ; entretanto que
os nobres deputados ineus adversarios, nao con.
cordando coiuoosco, fallaram, e no dia seguin-
tc, em que Ibe deverlainoi responder, encer-
raran) a dlscuss'o, isto be, aquello mesmo que
nos vio ceder da palavra para te votar, usou
della, e conclu;, por asiltn dlier, requerendo
o encerramento, o qual foi appftvado natural-
mente porque a cmara nao attendcu para a
circumsianciaqueme retn.
Trago isto. Sr, preiidente, nao para preva-
ireer-me de direilo em que eslou,leudo a pala
raparadiscullr como honrado deputado todas
as pro'posicocaquc elle avancou; principalmcn-
'i'uasido V.Ex.rloqueumnobre deputado nao
rjie desconhecer a jusilla e a razio com que
ofAildnamoi apresentado alguna factos prati-
' -^ em minha provincia contrarios a le;
ineuilono apenas a conlissio imporlauissiiiia
fclta pelo nobre deputado para mostrar i cma-
ra que nao he fundado em razao que quasi sem-
prc ae nos aecusa de exageracao. He o nobre
deputado chefe de polica de Mioas que, aem
duvida possuido de louvaveleiplrlto de juslica,
procurando atteouar a importancia de alguoi
factoi presentados por mim e pelo mcu nobre
amigo, nao pide delsar de recouheccr que no
municipio do Bom Ffm o comportamentn da
polica tinhi ado vilenlo e contrario lei ; o
nobre deputado cm seguida teve a boodade
de nos declarar que, em vista desse comporta-
memo violento e contrario lei, o governo nao
se conservou liidlllcrrnte c reprehendira leve-J,
ramente a cuas autoridades que no exercicio
de suas funejoes nem rcspeltavam i lei, nem
se conduiiain com aquella inoderaco que de-
ve' earacterisar a lodo o empregado publico.
Chamo a altenco da caa, Sr. presidente, pa-
ra a declaracio do nobre deputado, porque a
julgo de mullo alcance, eaulRclente para de-
monstrar a maneira porque saoadmlnlstradas as
provincias. Urna autorldade que pratlca actos
coutrarioilei.iito be,que etnprega a violencia
para perseguir a adversarios,merece em Minas
urna serera reprehenso, como nos disie aqu
o nobre deputado que be ali chele de poll-
O Sr. Bartola : A reprehenso he urna
pena.
O Sr. Millo Franco: Pddc-ie mal exacta-
mente definir a aituacao em que nos adiamos,
a causa dogeral descobrlmento, senao tambem
oe todas as desgracas, que resullam da falla
de confianca.
Ora, note a casa que essa reprehenso seve-
ra, de que aos da noticia o nobre deputado,
o fclta tito cm icgredo pelo presidente que
luiguein teria della noticia a nao ser a declara-
coo do honrado membro: acredito, porin,
que ella existi porque o diz o nobre deputado,
mas Dolare! que urna reprehenso, para ler o
alcance de urna pena, devera ter publicada na
que por
lioinens slsudos me possaui faxer cora juslif a
mal quando aquellei que nao reputo se acba-.rcp.iuicaodoi negocios eslrangeiros. ,t
rem nestas circumstancias, se arvoram em di- ,to, Sr. presidente, qu o nobre nilnisl
rectores incompetcules do mcu coinportaincn-1 negocios estrangciros.tiao rersado coirro he
to, pouco me importa ique o approvem ou re-i oestes negocios, qulresse honlem aecusar
provern. ministerio seu aolccessor por urna phraseque
Fcilas estas considcracOcs, Sr. presidente, S. Ex. dcscobrioem um olTiciu. He obvio que
entro no objecto da dlscussao, pcdludo per. o ministro que mamla rcdiglr um oIRcio ou
inissao cmara para rectificar alguns fado, umacircular pa^rj^ sc^slli igj c fazeralguiuas observaedes s respeitode varias
proposicOcsque me pareccram nao de ver dei-
xar pastar sem resposta.
He sein duvida, Sr. presidente, a priineira
vez que observo lauto desejo em um ministro
da corda dejliscutir os ]scus actos ; paVecc-me
mesmo extraordinario que sein uenhuina pro-
voca9o o nobre ministro da fazenda, <|ue alias
inc parece scinpreguiadopelo desejo de querer
acertar, c dominado pelo mais escrupuloso
senuiiicnio de uioderacao, julgassc todava que
devera atirar a luva opposlcao que de nc-
"huiiia maneira tinba ofl'endido o melindre de
S, Exc. Nao sou compleme para disentir os
negocios que correm por conia do ministerio
da fasenda : mas como V.,tit. sabe que neste
debate o mcu nobre amigo o Sr. Souza Fran-
coj nao pude tomar parle porque tem eago-
tado as vetes que o regiment lite permitle tal-
lar, nao tenho remedio senao dlscr alguinas
palavrai cm rciposta ao que S. Exc. disse.
Disse o nobre ministro, Sr. presidente, que
os excmplos apresen lados pelo ineu nobre amigo
para demonstrar que o nosso estado actual nao
presideutes de provincia, nao lem necessldade
algiiuii de a couimunicar a seus collcgas;
nem razoaveluienle se peide fazer a estes res-
ponsaveis por um acto daquelle; nem inesuio
Sr. presdeme, se pode fazer respoosavel ao
uobre general o Sr. Joao Paulo dos|Sanlos Br-
relo por cssa phrase is.lada que se cucontra
ncsic oIRclo, porquaulo sabe-sc que um mi-
nistro que lem tantos negocios a scu cargo,
d suai ordens muitas vezes a um ciuprcgado
que nao tem a neceisaria Icaldadc, c que para
o coinprometter aerve-ae de urna ou outra pa
lavra meaos conveniente, e que o ministro ni
melhor boa tecm negocio de pequea impor
lanci, assigna o ollicio ou circular, conlcn-
iindo-.ic em verificar a direceo della. Mas
Sr. presidente, o que lie mais uotavcl he que
quando o nobre uiiiiisiro aecusava seus ante-
cessores por abandonaren! o Rio Grande do
Sul; ao mesmo lempo elle moslrava por esse
documento que nlles procuravam mauter all
um excrcito, como rcclauavam nossas neces-
sldsdes. Esses ministros, Sr. presidente,que-
ii.un entaoa paz, icm assim como adesejobo
he prospero, como suppde S. Exc, que nao' Je; masqueriaiira paz esses comprometiimen-
. a> ; ii. i no ) i'nmi: oti>> limiliiin vinin; i >. r i 11 i i r, >
pode prorar senao contra elle, desconbecen-
do lalvez nao s que nosso augmento de rendas
tem sido gradual, como tambem que essea mi-
nisterios que estlvcram frente dos negocios
pblicos de 1844 a i848 concorrerain e multo
para este tal ou qual estado de prosperidade
que actualmente obserramos. He sabido que a
certol regulainentos e urna fiscalisacao mais
bem combinada a reipcilo da alfandega do
Rio de Janeiro.....
O Sr. Vertir da Siloa : Em todas ellas :
Babia, Pernaiubuco, etc. ,
O Sr. Mello franco: ..... para o que mul-
to Coucorreu a noiuea(o que unidos ministe-
rios anteriores aS. Exc. fez do digno emprega-
do que ora all est.....
O Sr. Sai/lio Lobato Jnior : Nosso correli-
gionario,
OSr. Millo Franco : Nao sel se he correli-
gionario dos nobres deputados....
O Sr. CarvalhoMoreira : Onot.i" parte.
O Sr. Jtfsdo Franco: E se he Correligiona-
rio do nobre deputado, o que prora isso he que
esses implacaoeii inimigoi dacoucilaco,lquaiido
tralaram de precuciicr os lugares pblicos,
o ni ejjiu guiados pelo nepotismo nem pela
aliThadageni e mesquinhas conveniencias de
parcialidades; procuravam os individuos que
|hes parecala mals asados, leiri se imporiarcn
multo com suas opinldes polticas.
Mas, Sr. prealdeme, he sabido que este aug-
mento da renda gradual de que o nobre mi-
nistro se vanglorla, o meu nobre amigo nio
desconheceu que S. Exc. tlvcsse alguma parte
nelle ; assim como tsinbeui parece devido a al-
gumas violencias c vexames que se praticam
na alfandega em conseqneucla do regulamen-
to em vigor ; por exemplo, quando apparece
uina porcio qualqner de um mediolsneato ca-
ro, como o acetato de morpliina ou sulfato de
quinina, he o Importador obrigado a pagar o
imposto em rclacao do peso da objecto e mals
do tMlo que o conlui; Istft rae parece Injus-
to, e sein duvida b devldo ao regulamento.
Nao censuro de maneira alguma ao empregado
que dirige aquella reparllco, de quem alias
formo a mais vantajosa idea.
Tambem disae o honrado ministro que a ia-
corporacao de um banco c abundancia dos ca-
pltacs que se notara actualmente na praca pro-
vavam o citado de coofiaoca de que o mea
nobre amigo pareceu duvldar. Eu emendo que
o governo lem tldo lama parte neitc pbeno-
meno como cu, lito he, que nao tem tldo Unta
parte alguma nelle. V. Exc. labe queavultados
capilaes, eran) destinados ao trafico { npoiadoiji
que esses capitaes. nao eucoulrando colloca-
gorerno! que cuidara cm alguma cousa mal
3o que doslnleresses de um partido, Isto he,
que esses capitaes, nao podendo encontrar em
fuego as empresas qne deveilam ler por lint
acllitar nossas eommunlcacdes, procurara e
eotrrgau-se ao prlinelro meio que Ihes pro-
porciona alguiu lucro, e que esta be a racao
los e riscos que honlem vimos aprescnlar-se a
quicomo immineutes c possiveis, be verdade
que por hypoihese. S. Ev., no correr do seu
discurso, declarou que senta que a opposlcao
nao tivesse entrado ucsta dlscussao com aqucl-
le desenvotvimeuui que S. Ei. esperava; niv,
Sr. presidente, quando algum de nos faz al-
guia obserracao a respeilo dos negocios do
Rio da Prata, os honrados meiubros da maioria
arerbao-uos de suspeitos, julgao perlgosas cs-
sai observacoes, de maneira que o deputado da
opposiconotsabe como se ba de barer; se elle
lie reservado, se apenas enuncia alguns factos
para fundemeutar o scu juizo, o Sr. minislro
o censura, lastima que nos nao tenhamos en-
trado na materia prosudamente Sr, presi-
dente, o nobre ministro dos negocios estran-
eiroi eilabeleceu honlem aqu dlU'erenles
ypolhcses,; disse elle: u Queris a paz dei-
xando que o Paraguay se Incorpore Confe-
derafo Argentina? Quereia a paz deixando a
Independencia de Montevideo eutregue aos de-
sejos de conquista do goveruador de Buenos*
Ayses? Queris a paz deixando que um Es-
ulo poderoso se organlie, e depois nos venha
exigir o comprlmcolo de um tratado rolo que
nos levara grande parte da provincia do Rio
Grande do Mu e Mallo Crosso? > Ora, eu ca-
lendo que as bypotheses|scmclhanle.se poderla
responder por esta forma: Queris a paz
com a Inglaterra quando nossos portos sao
por ella policiados, nossas fortalezas bombar-
deadas, noisa independencia e soberana me-
nospretadas ? Eu nio sei, Sr. presidente,
como em caso semelhaute se poderla argu-
mentar por bypotbeses; nos a este respeito
manifestamos os nossos desejos em favor da
paa, mas declarando sempre que em circums-
tanciaa exlraordiuarios O nosso vol nao era
duvidoso. V, Ex. sabe que a opposlcao nao
dlspOe doa recursos que tem o ministerio para
avadar a slluaoio: V. Ex. labe que mullas ve-
tes ai luformacoes que chego ao nosso co-
nbcclmeoto podem ser exagoradas; que evi-
tando uma'diicussio profunda a respeito dos
negocios do Hio do Prata, a opposlcao nao faz
mais do que guardar uina reserva que me pa-
reca louvavcl.
En-retando o nobre mlnislroperguntou; O
que nclendeispor intervencio? Quaes os factos
que tendes para dlier que o gorerno quer In-
terrir nos negocios do trata? Sr. presidente he
laiubcni extraordinaria urna proposlcio desta
ordem: parece-me que o naneo que temos
dito a este respelto era suflicleme para ma-
nlfeatar nossos recelos, e ao mesmo lempo fa-
zer coinprebender ao palz a Interrencio e a
extencao dos sacrificios que j temos lito, c
qne por ventura ic tem de exigir alada minio
brevemente. Quererla o nobre minislro que
alcm dos factos que a imprensa bem informa-
da lem apresentado, eu vtesse aqu discutir
para que os negocios do Rio da Prala truhn
o desenlace que val apparecendo ? Quer o no-
bre ministro que a oppoilcao vanba aqu re-
ferir tudo quanto tem ebegado ao scu conbe-
clmenlo ? = Eu enteudi, Sr, presidente, qne
era necessario alguma couza dlier a este res-
peito, milito principalmente quando o nobre
ministro da juslica nos provocou aqoi em uiui
occaslao para esla dlscussao, entend lainbein
que era do nosso dever observar o comporla-
inenio do ministerio e ver at onde ebegavo
suas declrateles para que putlessemoi com
toda a fr,inquea entrar cm una discus>ao que
eu julgo iinportanlissima. Sr. prctideale, o
nrgoclo do llio da Prala fas tendo o andamen-
to que deieja o governo...
Eu souas priineiro a reconhecer 01 talcntoi
e o mrito do nobre ministro dos negocios es-
IraDgeirosf aorados), porque nao posso deixar
de reconbecer o mrito onde quer que elle
exisla.
OSr.Ptriiru da Siltjj : V assim, que vai
bem.
O Sr. ,V.!o Franco: Todava permita o no-
bre ministro que cu ainda nao ibe d os em-
boras ....
Sr. I'ereira da Silva : Agora nao vai bem
OSr. Millo A'raneo:.... pelos acontecimen
conhecidos e ha muito lempo previstos pelo
publico, e esperados por aquelles que eslo
Inciados no complexo de medidas que cons-
lltuem a Intervcncao do governo nos negocios
do Rio da Prata; permita o nobre ministro
que o nao felicite pela, que vai apparecendo
na Confedcracio argentina, e que pelo con
trariei, em vista desses lacios, cu nao lenha
seno motivos para cadajvcz mais recciar pelo
futuro Jo mcu paiz : parece-me, Sr, presiden
te, que uina federaeo poderosa, milito mais
imprtame do que csse pequeo! Estados do
sul, se vei organisar no Rio da Prata, c se por
ventura o Brasil nao tem de concorrer seno
para a lncorpora(5o de um estado forie e pu-
derozo, que nao pode delsar de ser seu adver-
sario, cu nan sei. Sr. presidente, o que pode-
rcuios lucrar em termos concorrido para isto
Ainda boje vejo no Jornal rio t'ominercio_ que
o presidente do Paraguay manilou o baslo do
dictador Francia ao general Urquita ; e uao
indicar esle facto que una liga se vai formar,
que oulros Estados se uniro a ella, c que
quendo o dictador de llucnos-Ayres venha a
iilni, como cu desejo, outro mus forte e po-
deroso o tenha de substituir ?
O Sr. afacirl Honteir: Mais podeaoso do
que elle ?
O Sr. Mello Franco: Sin), mais poderoso;
quoudo o Paraguay c o Es tado oriental se li-
garem por meio de una federaeo conjnncia-
mente cora as outras provincias da Repblica
Argentina, aqual neste caso se lornaria o ar-
bitrio esclusivo na America Meridional, c o
inimigo nalural do/sHracil, como sao todas as
republicas^dos Estados uioiiardilcos, dadas as
circumstancias, .
" Sr. 1'irrn i d i Silva:A historia ah est
para negar esta proposico ; lea a historia he
quanto bana.
O Sr. Cerqaeira: Euto hoje niuguein se
pode alliarcoin a Franca.
O Sr. Mrllo Franco: -- Eii n.io enlro nesta
quesillo que rae levarla muito louge. A esle
respeito smente direi duas palavras mais, c
vem a ser que Oleo votos para que o nobre
ministro deieiupenhc com honra para si, c
paro o paiz tudo quanto a sltua(3o exige do
scu patriotismo, porque a respousabilldade
Ine pesa sobre S Ex be linmensa, c nao pic
ser contestado que quando um Esta lo se ar-
ruina cm consequencia de una euiprcsa, a
prrda de qucui a condus he certa.
Agora, Sr, presideetc, direi algumas pala-
vras para responder a alguns dos nobres de-
putados que consldcraro os negocios internos
c que se dignaro refular alguma das propo-
sifus iII,- eu einitte na casa, l'arccc-mc sc-
nriores, que nao foi coulestada a proposico
que cu avacci aqu, c licou provada a iuter-
venco nao sudo miiiislcrio, como de seus de-
legados as cleices. A respeito do ministe-
rio V. Ex. vic que o nobre ministro da juslica
aucicndo del'i-ii ler-si- aqu, fex-noi a leilura
e cartas, que ao mesmo lempo que lhe ser-
viam praa o fin a que se propuuha S. Ex.,
inoslravain a maneira pela qual o minislro
Intcrvclo as clcices do Rio (irande do Nor-
te. Eu disse tanibeiii que eslava provadi a
iotervencao dos delegados do poder cxecullvo
c citel por exemplo o presidente da provincia
do Espijito Santo referindo cnlo o conlcJu
de uina cana era que esse delegado do poder
executivo promettia una coiiimeuda eui noinc
do Sr. Jobim a troco de votos O nobre mi
nislro da fa/.enda, raostraudo duvidas a res-
peito da existencia dcasa caria, pedio-m que
apresculasse. Sr. presidente, eu linio que
um facto destes chegasse ao ponto de obligar-
me, pira mostrar a verdade da minba pro-
posico, a ler na casa esta carta. Antes,_ po-
rem, de o faser, direi que esta caria nao he
como muitai outras que sao subtrahidas re-
parllco do crrelo, boa f dos amigos, ou
finalmente, inventadas para ccrlos tos.
O Sr. Cart-aflio Moreira : Como chegou ella
i moi de V. Ex :'
O Sr. Afilio Franco: Esta carta foi directa-
mente rcineltida opposico com a deca
ra,.ni de que ella lizesse o uso que Ibe pare
cesse conveniente.
O Sr. Carvalho Moreira : Peco a palavra.
O Sr. Mello franco : Parecc-mc que quan-
do existe uin*r*-*utorisaco como esta, tenho
tosi o direilo de referir casa o cooleudo
desla carta ; eis a caria (le) : lllin. Sr Te-
nho de referir notnes. (CnuVse Varioj apar
tu. ) Como os nobres deputidoi inoslr>se sa-
lisfeito e pcdein-me que nao lia aparta cu
nao lenho neubum cinpenbo Disto ; nao quera
seno defcnder-nic.
U Sr. Diputado : Ninguem lem ruedo d
que a lea.
O Sr. Mrllo Frameo ( com orea ) : Ninguem
lem uaedo aqu, Sr. depuiado : eu julgo lodos
por mira ; eu nao tenho medo algum
O Sr. Pernea d* Silva:--Al tem coragem
de mais
O Sr. Millo Franco: Vollando portanto ao
ponto principal do aisumpto que me oceupa-
va, direi que miuhas censuras nao se liniuao
ao presidente que assim abusou da sua autorl-
dade .,.
OSr Carvalho Monira : Nao abmou tal
O Sr. Afilio Franco: .... ellas vao direc-
tamente ao ministerio, que silera dos avisos, a
que lem redutldo toda a nosas legislarn, ser
ve -se alada do auxilio de cartas particulares
para recomincndar Indo aquillo que teme qne
o pode coinprometter sendo consiguado em
ollicio. He ysiciiia amigo, senhores ; euj
vi urna carta de um ministro, que foi publi-
cada pela Imprem, dirigida a um preiidente
de provincia, declarando-lhe que tiuli.i apre-
sentado a sua carta a S. M, o Imperador, que
a llnha conservado por tre dial, e que con-
llnunse a lhe screver naquelle sentido, mas
que lhe dissesse em lepando o verdadclro ci-
tado da provincia....
Urna toa : Quem foi!
O Sr. Millo Franco :------ he sistema amigo,
contra o qual nao polio deisar de clamar. Ej
que trato da provincia do Espirito Santo, que
icm duvida nio eiti nal mesinas circunstan-
cias de quasi todas as outras, perinitllr-uie-ha
a casa que eu perguute ao governo se por ven-
tura sabe os molivoi porque o ex-presldeme
as raides porque saicha preso o general Rl-I da quella provincia adlou a asiernbla. Com
vera? Querer S. que eu discuta ou Iberia que elle a adiara porque, desejou uina felici
prrgiinic;.-.Sr exacto que o gorerno cele-J tayao ou um voto de graca, nio lei e pan
mostrar que a sua admlnistraco lora esclare-
cida, juila e tolerante, a issembla provinci-
al deu demontrafOes de nao querer satisiaxer
a estes desejos.
OSr. J.A de runda : Nao sao exactas ca-
tas informacoes.
O Sr. Millo Franco : Eu convidarla o no-
bre presidente daquella provincia para que lo-
marse a palavra c nos referisac tudo quanto
lem havido de violencias na capilania do Es-
pirito Santo.
O Sr. Carralao iforsira : ~ Acense o nobre
deputido, porque aqu eslou eu para defender
o presidenle.
O Sr. Mello Franco:-- Aliu desla aecusacao
que acabo de fazer.....
OSr. Carvalho Monira: Isto nao he aecu-
sae:i" ; isto nio vale nada. Consta ao nobre
deputado que o ex-presldenle do Espirito San-
to adlou a assembla provincial por este mo-
tivo ?
OSr. Mtllo Franco:-- Accusu-o or haver
adido a assembla provincial sein motivo.
OSr. Crt>a!r.o iforrira : Faja accuiaces
em furnia, que lhe responder!; assim he acil
aecusar a todo o mundu.
O Sr. Millo Franco : Quando em urna pro-
vincia como aquella, onde nio existem parti-
dos, se coininctleiii violencias como, por exem-
plo. recrutar-se a quem esl iseuto desse onus,
c que em vista das leis. um cidado
sequer para que juslica lhe fosse fella,
demonstrando a arbilraricdadc com que
se deslinava ao recrulamcnto um cida-
do exceptuado por iei ; quando por con-
ta de um requerinicnto o preiidente man-
dou orgauisar um processo contra aquclle que
leve o arrojo de supplicar juslica,_e he ceno
que o procurador ollicioio desde cnlo est emi-
grado nesta corte, o que nao teria cuitado a
elcico do Sr. Jobim se a capitana do Espirito
Santo eslivesse dividida em proscriptos c pro-
criptnrc ? "
O Sr. J. A. de Miranda : Peco a palavra.
OSr. Carealko Moreira : Vcnbo provas
disso.
O Sr. Millo Franco : O cldadao a que me
rellro chamase Candido Rodrignc Soulo ;
dou esla informaco ao nobre deputado para
que possa defender aquclle ex-prcsidente.
O Sr. Soulo : Nao be meu prente ; oem
ful eu que dei essas nforinaccs ao nobre de-
putado.
O Sr. Carvalho Moreira : E o bei de defen-
der, porque isto llio pode ser exato.
OSr. Millo Franco : He seu amigo, e tanto
basta para que eu o desrje ver justificado.
O Sr. Caivallw Moreira : E tenho mulla
honra em sl-o. ( Apoiado).
( Ha varios aparttt)
OSr. Mello Franco : Eu posso asseverar ao
nohre deputado que live eilai inforinacocs do
referido Sr. Soulo, que desde enlio acha-sc na
corle, c que esle cidado que se diz victima de
mu processo inlquo cui consequencia, como
j diisc, de requercr o cuinpriinento da lei em
favor de um cidado, nao me parecen capaz de
ciupregar nenhuma expressao ollenciva da
dignldade do presidente, nem lio pouco con-
traria^ sua autoridade, porque nao he veros-
mil que no Espirito Santoalgueiu se annimasse
a empregar termos menos respeitusostm um
rcquerimenlo.
( Un o m apnrlr.)
O nobre deputado diz que conhece esse pre-
sidente. Senhores, sem examinar os fados
nao so deve cmiltir propositos tao absolutas.
O Sr. Carvalho Moreira : Mas pode-sc ae-
cusar iiiii apresentar factos.
O Sr. Mello 'ranrn : Eslou oprcsenlando
factos ; abi val oulro para salisiater ao nobre
ilepiitado. Um prenle desse presidente es-
pancou publicamente um individuo de iiomc
Valdetaio, c o resultado foi que, em vez do cs-
paucador, o espancado esl subuictlcodo um
processo.
O S'. Carvalho Moreira d um aparte que nao
o u vimos,
OSr. Mello Franco: Fui obrigado a entrar
nestas concideraedes porque llnha de aprescu-
taracarta a que me havia referido cm nina
das sessOcs anteriores ; cu julguci que era op-
porluno fazer estas censuras, para que esses
individuos que tem sido victimas dessa perse-
guirio que acabo de referir liqucni saliendo
que ao menos uina voz se levantava no parla-
mento para esligmalisar o proccdimenlo das
autoridades que lo mal cumprcn com o seu
dever.
O Sr Oirvalh o Moreira : Assim he que vos
julgaes.
OSr. Mello Franco: Antes de terminar o
ineu discurso julgu-mc obrigado a chamara
alten,.11 do nobre ministro da juslico sobre as
obscrvaciics que vou ler a honra de ollcrccer
considerarlo de S. Ex. O Sr. ministro, res-
pondeudo ao primeiro discurso que_ profer
nesta discusso, disse que a suaopinio a res-
peilo da lei de 4 de lelcmbro do auno passado
era reprimir o trafico para o fulupo, c dar ain
ulstia ampia ao passado. Ora Sr. presidente,
eu vejo que o nobre ministro foi quem soliei-
lou aqueila Icl do parlamento ; iei que ella, em
ves de revogar a de 7 de novembro de 1831,
nao fez mus do que referir-se a ella como que
querendo arrancal-a do desuso em que se
achava ; no cnlretanto, como se pode expli-
car o comportaniento do nobre minislro da
juslica, conformando-sc eom o parecer docon-
selho de Estado, que eu j tive occasiao de
mencionar aqui, e ao inesuio lempo declaran-
do cmara que conceda plena aiuuislia pa-
ra o passado? Eu vou ler o periodo do pare-
cer do couselho de Estado, para que V. Ex. co-
nheca a contradicfo em que cahio o Sr. ini-
nlstro. .
OSr. Eunbio( ministro da jusliru ): O (que
ic resolve sao as conclusdes c nao as razes.
O Se Mello Franc i: 0 periodo he este (Ir) :
Nao parece estar as inesmis circumstan-
cias a parte do Julgaineuto em que declara l-
vres qualro Afrlcanoi apprehcndidos na garo-
pera Santo Anlonio, as agoas de Cabo-Frio ;
porquanlo, do came as lis. 36 resulta que os
4 Africanos de n. 118 a l2l, que sao os apprc-
hcodldos na garopeira, respondern! cm lin-
gu.i portugueza a algumas pergunlas que Ibei
forain feilai ; e comquanto nao rcipondeisem
a outras, apenas dah e da combinacao de suas
idades com a que diiem ler quando vrerain
importados resufta a suspeita de seren im-
portados dcpols da lei de 7 de novembro de
1831; e lendo aislm. e uao appareceudo inora
de que o diloi Afrcanoi fossem arrprchendi-
dos emallo mar, em acto de desembarque, on
da existencia de circumstancias que lisessem
o respectivo processo da competencia do au-
ditor, nio deveri este magistrado declarar II-
i res os ditos Africanos, mal sim l'axcl-oi re-
metter ao jult municipal da CabQ-Frlo para
proceder contra aquTlfci que o delem em es-
crarldo, contra o disposlo na citada lei. Nos
documentos apresentados seccao por Fran-
cisco Jos Barbla e Timotheo de Oliveira
Maia, que reclamara a propriedade doa ditoi
Africano!, o primeiro dos tres, a que di os ne-
mes de Joao, Joi e Guilherme, e o segundo
a de uin.a que do noinc de Joi pcqueuo,
enconiram-se tituloi de compra datados de iS43,
e matriculas dol etilos Afrtcinos a bordo de
embarcaces de cabolagera noi annoi de 1847
e 1848; c coinquauto eitei ineimos documen-
tos, combinados com a data or pagamento da
isa, renham cm apoio da suspeita de sercm
os referidos Africanos Importados depois da
prohibieio da le de 7 de norembro de ISJi,
coinludo proram que os Africanos aprueben
didui nao po'deui ser julgadul pelo auditor, e
tores, pretendidos propietarios, compradores
e rcudedorei. Tal he o parecer da seccao. V.
M. I. resolver o que for mais justo. Rio, em 3
de ferereiro de 185)1. = Uonoria Hmulo Car-
miro Lcn". Antonio Pauttno Limpo de kbrtu.
Callana Mafia I pes Gama.
a ffOino parece. Paco, I de marco de 1851.
i om a rubrica de S. M, o Imperador. i'u-
6io de QuairoaKoulinho Mattoio Cantara.Cuin-
pra-ie e publique-se. Rio, I de marco de
1851. Qaeiroi.
Noto uina flagrante contradice.") ueste pro-
cedlmento do nobre ministro da juslica ; julgo
mesmo que elle nio deria apresentar-se no
parlamento declarando que concedia urna
amnista, porque nao roe parece que o poder
executiro tenha semclbante attrbuico. S.
Exc. explicar lalvez, mostrar o erro, o cn-
ano em que laboro,quando me parece que a
aculdadc de amuistiar nao pertence ao po-
der executivo : desejo que S. Etc. nos mostr
as rasocs que tere para concordar com o pa-
recer do couselho de estado, e as que lera ago-
ra para dizer que nio circular a lei qne elle
proprio exigi do poder legislativo. Vejoaln-
da uina grave contradiccao era o nobre minis-
tro quando, em um caso elle se digna conce-
der auinlsiia, e a respeito de Pernambuco dis-
se-nos: Este uegocio compele a um poder
ni ii alto; o ministerio nao he obrigado a re-
ferir aquillo que se passa nos consclhoi da
cora, nem to pouco dizer i cmara quaes lio
suas intcucdei a respeito. O nobre minislro
assim se pronunciara enlio com multa clarexa
sobre a amnislia ; para Pernambuco. porui,
na uiesioa occasio julgou-ae coro dircitodc
amnistiar, lodependentcmente do poder maia
alio,..Senhores. temos incorrido as censurai
dealguua dos honrados ineuibros, porque, fal-
lando a respelto de conclla^o, lemoi mau-
l'eslado o desejo de que urna amnista fosse ci-
catrizar as feridas que ainda golejaiu em Per-
nambuco ; esses nobres dcputadoi nao enxer-
gara em nosso coinportamcnto senao aspira-
rocs mesquiuhas Priineiramente dlrel ao*
honrados membros que nio teuham sustos,
que nao sao as posices maleriaes aquellas que
ambicionamos, quaudo manifestamos o dese-
jo sincero de conciliaco ; eu reconbeco que
na Hctualidadc nao conrnha, nem mesmo me
parece que algucm do ineu lado qusesic lo-
mar o peso da adininistracao do estado ; quan-
do fallamos cm conciliaco, nio nos referimos,
cu o declaro muito sinceramente, aoa gosos
ineiquinhos das posifes olliciaes ; a coucilia-
cao que cu emendo, senhor presidenle, poi-
ilrel nao pude rcsuliar nem do desejo, nem da
dislribuifo das poaiedes: para mim a conci-
li.ii,.m nao pude rir senao da escrupulosa ob-
servanciadas leis, da adop^io daquellaa indis-
pensareis regularidade da adwlnislraco c
harmonia dos poderes do estado ; ludo o mais
he corrupeo c miseria ; lero falseanicnlo do
systema que nos arilta e nos opprlme. e que
nos apreseuta un futuro carregado de deigra-
(a, e um presente inglorio, caraclerisado pela
mais completa desconliaufa, e nada mus.
Repilo portanto que, se alguns nobres de-
putados entcndcni que dizeui a verdade quan-
do asseveram que a nossa conciliaco eifra-sc
nicamente nu deseja de galgar ai posices ol-
liciaes, eu Ihes declaro que se fganlo) com-
pletamente. Eu sei bem, Sr, presidente, que
empregos existem que pdein ser cxercldos
por adversarios, que existem lioinens de urna
probidade irrecusavel, que desde que aceitara
qualquer emprego o descmpciiham cora toda
a Icaldade ; mas sel tambera que ewpregos
existem que nio podem ser confiados eno a
amigos e atliados do ministerio, porque esta
he a condieco do sy.slema reprcseuiativo. Por-
tauto, quaudo o nobre depuiado pela Baha
leu honlem aqu um discurso do mcu nobre
amigo o Sr* conego Marinho, pretendendo, co-
mo elle provra, nos-a contradiccao, enga-
nou-sc : o que o Sr. conego Marinho disse uo
he seno urna verdade ; elle nao approraraes-
te -i -ti i" i de exclusivismo que esl hoje adop-
tado, se nio completamente na edrte, ao me-
nos cm todas as provincias do imperio, porque
he neccsiario que cu faca icnlir que nio ic
deve comparar o eitado de seguranca, c de to-
lerancia iiicsiuo que aluda se observa na corte,
com o lainentavel estado em que se achara as
dillerenles provincias do Imperio. Sr. presi-
dente, pode-sc com toda a verdade aieeglirar
quenas provincias ainda os mais insignifican-
tes cuipregos tecm sido retirados daqucllcs que
se suppdein adversarios da administracao ; os
individuos que uo comiuungaiu com as ideias
ddiiiioautes sao perseguidos por todas as roa-
neiras ; nao quero dizer com Isto que todos
clles srjain perseguidos ao mesmo lempo, por-
I'ii- sei 11 impoisircl perseguir ao partido li-
beral lodo inteiro da minba prorincia, por
exemplo ; porque nao exislirlam cadeias suill -
cientos para conter um partido lo numeroso;
iniii o despotismo se cxpc a tanto ; purque
elle sabe a que consequencia se arriscarla, ic
por ventura se alrcvcssc a tanto, e abandonas-
sc essas palavras desmentidas pelos faclos--
justica, tolerancia c conciliaeo, que icoac-
rcceni uuicamente a quem lera a clocllid.ide de
sacrificar seus principios.
O Sr. Macitl Monleim :0 Sr padre Marinho
defini bem a conciliaco.
O Sr. Mtllo Franco :--Eu crcio que V. Exc,
est engaado ; elle fes distlnccao cnlie o
dillerenles empregos ; excepluou alguns que
nao sao de coufianca, que podcriam ser exei-
cidos sem contrariar de maiicra alguma as
villas do ministerio c o serrico publico por
adversarios moderados, que nao fllala.
lies i i-ine dltcr duas palavras a respeito da
amnista para Pernambuco. Eu disse na sessao
passada que desejava uina asunistia para lo-
dos ; para aquelles que se rebellaraui com as
nuil-, e para o que violarain escandalosa-
mente a constiluco ; boje aluda peuso da
inesma furnia ; porque dctyo que nos caque-
caraos de nossos erros passadoa, e noi reuna-
mos com verdadclro desejo de tratar do bem
geral. Dlrel mais que nio tendo approvado a
revolufao de Peruambuco, como he publico,
porquanlj V. Exc. sabe que, dlspoudo cu na-
quelle lempo de urna imprema na capital da
provincia de Minas, nenhuma palavra de ap-
provacio .apparreca as folbas que eu tao se
publicaran!. Eslava alcm dlsso obrigado a pro-
ceder assim, porque quando nos retiramos
daqul, depois da seno de 1848, una reuuio
e liuha (ello, onde cada uin de ns se cow-
prnmeiteii a ir fazer opposlcao* pelos roclos l-
gaos, c smenu: pclol meioi legacs. Depois
3ue revolia foi suflbeada, entendi que poda
Iscutl-la ; enlio, era vez de censurar aos
campromctlldoi nella, V. Exc rio qual foi o
meu coinporlaracoto no anno passado ; nao
occullei nimbas lympathiai peloi couiproinel-
lldoi; nem porque ellei se acharara colloca-
dos fura da le, poda eu em lal conjunclura
abandonar os opprimldos, e cntoar hyionoi de
louvor para applaudlr o coraportatnento da-
quellei que inicreveram em luai baudeiras
o nico crlinc be nao rencer :nio ; em lai-
cato eu julgo lo nobre a policio de quera ele-
va tuai vozei para luaviiar o padeciuientoi
de quem esli em poslco de nio poder dar cou-
sa ulguma, que ineu coiuporlamento nio po-
da ser duvidoso; nio recuel poli tole eooli-
deracca egostica!, e declarel qne esicl Bra-
slleiros disllnctos por Untos ttulos nao ficavaui
inhabilitados de prestar anda mullo relevan-
tes ser vicos ao pait, porque se linliam desvia-
do uina vez da senda legal: pronunclandu-lne
por cita forma, nao fajo mal do que lalisfaier
os deveres 4*. .imir.anr, c pugnar pela uulao
da grande familia braiilcira. E com cRcilo.
nio sena Iinprudeule que quando oulroiacon-
de.ein ser reiiictlidoi ao jult couipeteoie pa- nao seria iinpiuucuic que quauuo outroiacon-
ndaesdir ^respeito delle como for de lu.il- leclraentoi. de multo malor Importancia e gra-
;^proce.i.ndoPouVn.nleraent.eu tfelen vld.de, tecm terminado por uieio de un, c-
_ADO



qucciincnto,
a Loado ?
"ilUICK
le Pcrnambucn [sur c
por ventare digao de ro-
ldado tal nao i MdcISC
como aino ac hidi-ni.
ridoa, c que entreunto
ueo irilia entender que
cele gr se por Vent
,0r. Crrfwirt i-0 sobre ministro dajuilica
O Sr. Jfail* franco:-- O patrie do nobre de-
puudu fas-me recordar de uma propotico do
nobre minialro da juilica, que nao fol ciada.
S. Ec. qulz Inalnuar qae signan dille da trl-
bnna que era humiibaeao Implorar do ebefe
do estado unta amnietia. Se o nobre ministro
da jusrtca alludlo u imlirldoo que etl fallan-
do, eu dlrel que V. Bic. ae enganou, porquan-
lo, quando a constliulcao deu attribuico de
amnista ao poder moderador, facullou ao
rnetnio lempo aoa cldadoi o direim de pell-
ejo. O que eu date TAI que nao ae devla et-
perar que iDdividuoa que lem aabido anHV^r, -
oaurer mallo, te huiiiilbatscni a uui ministro
que he o chefe fnexoravel de um partido ; nao
Ha portaofo a alluaffo que pareceu insuiuar o
nobre minian o, neni emenda que, para ae dl-
era verdade com dlgnidadc c sem servilismo
aoa poiov ae do calado seja conveniente rnini-
ciar propoalcftei contrarias aoa dogmas coni-
litucloDaei.
Tenuo-uie pronunciado pela amnista pnn-
ctpahnente, porque ealou coorencido de que
foram Indevldamente julgados os compro
ntottldoi de Pcrnambuco eu j diaae cin ou-
Ira occasao, e repito agora, que o tribunal
que Intervelo netae julgamento era Incompc-
tenle ; V. Exc. ( dirigindv-si ao Sr preiidtntt),
que he jurisconsulto, sabe inulto melhor do
que ea que, tendo-se presentado a revolla
muito mal ameacadora na cldade do rtecife
do que em outro lugar, tendo all aido dado o
principal ataque, era seiu duvida aqucllc o lu-
gar exceptuado pnr nossas Icls, c nao derla
tea o escolhido para o julgamcnto. Fol por
Islo, aeguindo os impulsos de ineu coraco, e
alleiidendn conveniencia do eaquecimento
do paasado, qae roanifestei desejos de que a
amnista fosse dada, liuiltci-me a isto porque
as mlnbas rotes nao podem ter outra impor-
tancia ; ea exprim o ineu pensameato c o que
ntendo conveniente ao patz ; o governo pro-
ceder como a seus intercales parecer conve-
niente.
OSr. Modrigues Tomi mnimo da [minia):
Sr, presidente, pedi a palavra hontcm quan-
do orara um dos illustres depulados pela
provincia do Para, porque entend nao dever
dentar paasar desapercebidas algumaa' proposi-
tes por elle enunciadas, as quaes, aceitas
como Tactos averiguados, poderlao de alguina
son concorrer para dlscredllo d adminis-
trar rio de que tenlin a honra de farer parle.
Sinte, Sr. presidente, e simo muito que o
honrado membro a que me reliro nao qui-
zetie entrar no exaue dos negocios da rapar-
lleta da fazenda, e que apenas na segunda
vez que Nllou cnuunciasse essas proposlcoes
a qu,i alindo; e slnto porque obrgou-me
atsliu a tomar a palavra quando o honrado
membro nSo tinha mals o direlto de replicar-
me. Easa replica podeiia dar lugar e empe-
nhar-nos etn um debate sobre o estado lio m-
celrb do Brasil. Nao se entenda que fallando
ea asslm mostr o pueril desejo de apresen-
tar-me nesta tribuna; rcconhcco a miuha
insuficiencia para fazer aqui o papel de ora-
dor, essa insuficiencia me acanita inultas
vezes, quando sou forrado a entrar nos debs
le parlamentares, alas, dase, c repito, que
desejara que o honrado membro (ivette en-
celado um debate a respeito dos negocios .11
ailmlnhtraco da faseuda, porque nic parece
que da discussao poderia [resultar a mauifes-
taeao do quanto he prospero o nosso estado
iinaiiceiro, e a prova de que temos progre-
dido, e ineamo dado p'assos ^igantesens no ca-
iiiinlio da prosperidade nacional; e cssa ina-
nifeiuco concorria para augmentar, ou dar-
nos mals crdito, mais Importancia entre as
iiscdct civilisadas. Vejo-me, porm, Sr. pre-
sidente, obrlgado a limitar-mc c a fater mui
breves observacoes a respeito das proposicoe-
enunciadas pelo honrado membro a que js
alludl. Kssas proposicOcs sao as seguintes
a renda publica lem ein verdade augmentad :
ilguma cousa, esse augmento he devido ao
alor ebumtdade, mas cm conpensacao disto
tein a despeza publica crescido a tal ponto
pie J :i 1,1111(1,11(1'i.i,mu de reccita n;lo sao sulio
cenles para ella, e he foreoso ainda recorrer
a emprestimos avullados, e augmentar a cutis-
ao de bilhetcs do thesouro. cnhorct, he
una verdade que a renda publica lem feliz-
mente augmentado, nao algtiiu lauto, mas
augmentado coosidcravelincnle. Km 1847 a
IH18 essa renda elevou-sc a 24,700 e lanos
conloa ; no anno que ha de lindar a 30 do
mea cor rente espero que a renda suba a mals
e 31,000,000/000.
No anno de 1847 a 1819 as alfandegas ren-
derain 14,200:000/000, no anno crreme deve
essa renda ser superior a 20,000:0000000, islo
he, leremos neste ramo da renda publica um
iiipiiiento de tnaia de 40 por ceoto, lie um
faci que tein admirado a Europa o crcscimeii-
lo da.s rendas de importarlo na Inglaterra:
tem-ac considerado esse augmento como o mals
seguro indicio de prosperidade nacional. As
rendas de importacao da Inglaterra, que pro-
du/lram em tSI.'i ouze mllhoei de libras, ele-
varam-ie em 1848 a 21,000:000, Assim que
no espaco de 33 annos houve um augmento
de 91 por cento. Mas esse .un.......... cm com
paracas do que nos lemos tido, lia tres annos.
a esta parte, parece que j nao pude ser boje
o objecto de aJiiiirae.ii. Em tres aunos temos
tido acreiclmo de 40 por cento, quando
Inglaterra fol preciso o ctpvco de irlnta e tres
para obter um augmento de 91 por cento.
Mas be esse acresciino da renda de Importacao
que denota o acrescimo da prosperidade na-
cional tmente ruello do calor e da huinida-
de.' Prouvera a Dos, Sr. presdeme, que
cssa propotico do honrado membro fosse
vrrdadelra cu desrjava que elle fallasse pela
boca da um anjo miando cnunciou estas pa-
larras, porque assim estaramos seguros de
que, sendo a causa permanente e constante,
a renda nacional cresceria constante e perma-
nentemente por tal modo que dentro de pou-
cat dcicnas de anuos seriamos o povo mals
ico e poderoso do universo (Atojados) Bcra
longe estou cu de descouhecer o papel impor-
tante que os dous agentes naluraes a que se
referi o honrado membro excrcem nos phe-
nouienos da produceao ; mas se ponderartnos
que acrao do calor e humldade nao deixam
nanea de existir (apoiadoi), he foreoso reco-
nhecer que alguns cmbaracoi houve para que
csses agentes naluraes nao produziticiu nt
aqu toda aua benfica influencia I apoiadoi).
t aquelles que concorreram para remover
estes embaraeos c difflculdades algum serrico
prestaram ao pais. ( Atojados. )
Nio he possirel digo, explicar lmente por
estas cansas naluraes o crescitnento rpido
que lem tido a renda das nossas alfandegas.
I; como explicar por esse modo o augmento
da renda da alfandrga do Rio de Janflro, que
no paco de Ires annos tubio 4l a 43 por
rento; como a de Pernainbuco que teve um
creacimento de 78 por cento no mesmo espaco
de lempo ; como a doMaraoho que augmen-
lou 61 por cento : e assim a respeito de ou-
irs t Como explicar esses fados smente peii
indicela da calor e humldade ? Nio, se'
nhores, nSo be exacta a proposicab do honra'
do membro. Nao neg a Influencia desses
dona agentes naluraes na produeco da rfquc
a! mas he preciso icconhecer que a pai, a
trannutlldade manlldapeto bom senso do poro
braiilelro, a calma que temos tido durante
rase eajraco de lempo concorreu poderosamen-
te para lio utlifaetorlo resultado E ncni
devo delxar tambem derevlndicar o quinbu
qae perteace aos einpregados que tein diri-
gido estas reparllccJes, (Apoiaioi) Sensores,
iiara* que escurecemos etses servleos Nao
serta eaae o mel de acabar um poderoso esti-
mlo, qae pode animar aquelles que tem em-
prendo tea zelo, tua intelligencia, tua dedi-
ca (So Do tervico do Bratll T Qual he o pre-
mio mal honroso que Ihet podemos dar seno
o rcconheclinento dos tervicos que ellei lem
prestado'? ( kpoladoi.
Dlssc-ie que a renda publica lem crescido.
ms qae a detpcsa lean augmentado em una
progressSo mullo mals rpida ; porque alin
le desprnder-sc a renda de 31,000:000/000.
tem-sc vendido apoliees cm poredes avultadas,
c augmentado a emiiso de bilhelet do llie-
souro. A renda publica, como j diste, foi
no anno de i847 a 1848 de 24,000 e Untos
cintos, c este anno deve orear por 31.000:000/;
mas nno te legue d'aqui que de 1847 a 1848
at boje icnhamos (ido a rcuda annual de
31X00:000/000. A de 1848 a I84S fol
Jr anna anjjoredi'nie, mas na
fl.lOd e Unios contos Do anno JK1849
ISS0 fui de 28,000:000/O0, indo anim aug
nienimo progreisivamaBM, he I^Bde, majJJ
'leuando senJb ho anafnnaneeinj
corrrma a 3t,0llii:il kanrado membro uotutainlnou o documeal R
los que tiro a hoora de aprrscnlar ao corpo
legislativo no principio delta leititn, porque
le ot examlnasse deridamente nao asseverara
que at despejas felfas pela adralnistrafio
actual exigiram a venda de apolices e o aug-
mento da emisiao de bllhetea do thesouro.
O honrado membro sabe que as adtnluis
trceles anteriore i actual dclxaram-noi o le-
gado de uma dlvlda.de 8,000 e tantos contos
K aqui pc(0 cmara que acredite que, ira
A;

ribiJJJJJa dar-no^^als garant y Exc.iiue,.emprrgandorJldos os
ais eqfca energa,'
i[ne as
a iiii-
oMgadaiafaasjajItttni'intcr a honra, dlfia hija rroifmtmenle rof#ianf. ?i.e,,a
dade c ot dirCfls do pal;. Nao; nao taima pWo hvlo d provtneia da HwWMnde do
icr csUt despezas que nos han de axer tul, e ciiando-se onosso aercilo eiiroanaineii
Obre, nem lian de retardn ns progres- le redusldn pelas cscusal, deterpirte morle
temointlio; pelo coalrarto, essai d<>. jue lem occorrido. manda S. II, o Imiwiador
etasservirao para dar-nos ma
alsfro, maisseranca. psra faz .
*l*,*,s da tuefhar vontada aeaprcssi
uifcslar-se, a apparecer, aliin de seren deuda- Exc, coinprehendcr bem urgencia,
merTIe emjiregados na Industria c protnoverem mesia dos rterutas que se ibrennhl apn
a fellcldadc do pas (Apoinlos rrpslidoi.)- porque d,IU ruull* a eonssreaclo da nlordad.
Algumai conildcra(flei deverla eu lazer, Sr. do imperio i da honra nacional: e para te obler
presidente, a respeito do discurso do honrado u| resuludo fica V, Exc. autorisado para faicr
membro, pelo que lie relativo aoi negocios es- ,, despeza extraordinaria que for lndispensavel,
trangeirot, mai. estando presente o ineu digno Dos guarde a V, Exc. Palacio do Rio de Ja-
A
melos legars c a mal etpcat energa, rafa ai t
var o rccrutatiiiilo uOSSa provincia, le. V
da re-
rlndo
v;1o ter bls, om trradi subltiUltOS, f.-.direi falta da congBm, mas a falta dB ,(
so augmeOlniroofose mullo avullldo oiB lihersrjao pira cOCUr ts diflculdadaa
1618. Njo he pqitintb.d<> ailuflra Udilii^tl narar aa niiplfi.uo i..i._______*_>*-
queo nuinoro do4,691'jfrac,ss evislanlos em
I17, legoridoO^napjia a que se refera o-
nnlir.i deputdo'elo Parj, eilivasta retluil-
do qmndo elle'dciiouo inibillerlo a 4 ou
sendo la comideracio ene tacto, ato he
mcu peniamento, etton bem longe de querer
de qualquer manelra fascr a menor censura
a tueus illustjados e dignos antecessores ; nao,
at elrcumiUncia do paiz n.io ihci foram lo
lvoraveis como a nos ; mas nein por iaao he
menot exacto o ficto que allego ; Saber que
recebemos o legado de 8,000:000/000 de divi-
da, ou de dficit de calxa. Ora, o recursos
extraordinarios que creamos, para fazer face
nao so a esse dficit, mu ainda t despesas
propriai deitca exerciciol ltimos, e a des-
peas extraardinariai voladas em lela espe-
cia, duraute esses tre annoa e antciiormen-
te, t.io ot segui mes :Producto da venda de
aptfllccs feita no anno de 1849, 3,430:b0iO00;
segundo producto de 1,900:000/000 de apolcra,
j leeebidoi por eontu de 4,000;000f000 ven-
dido!. I.lkM'OOO/OO : lommam, portanto, os
recursos extraordinarios 5.084:000/000, que,
abatidot doi 8,648:000/000, reitam anda
3,583:000/000, que repreientam despezas fci-
i is pin i mi i dos eiercicios de 1847 a 1848, e
anlerioret. ra, como no fin do mes prxi-
mo passado exlsliam em clrculafao 4,771:0005
em bilheles do thesouro, tegue-se que'por
dot tres cierclcloi de 1848 a 1849, de 1849 a
1850, de 1850 a 1851, t temos emittido
l,187:00i>/vo0 em bilheles do thesouro. Edo
te anda a cmara que deviam existir nos co-
fres das dill'ercutes thriouratlas do imperio,
no lini do mez prximo passado, mals de
3,000:000/000 de saldo real. V-ac, pols, que
esses 1,187:000/000 emitlidos por coma dos
tres ltimos exercicios nao represenum seno
uma mera autecipa(o de renda, c que temos
um saldo real e etTectivo.....
O Sr. Soma Franco:E cu tenlio etn uiinli.i
mo um documento para contrariar ludo islo
O Sr. ilinilro da Faunia:B eu aisevero
que nao pode contrariar cites dados; ettou
prouipio a fornecer-lhe quantot documcntoi
quiter; dou-lhe a minha palavra que nao he
precao recoirer cmara para pedi-loi: que
com qualquer bilhete sen, com qualquer re-
cado, determioarei que nao s ac Ihei forne-
fao todos o ciclarecimentot, todos os dados
que quixer (muito bem ), mas at que se Ihe
permita ir ao thesouro folhear todos os leus
livros. I Kpoittia : muifu bem )
O Sr. SaM Franco:Aceito, aceito.
O Sr. Paula tonecca :Nao precita, porque
o nobre depuiado he mcnibro da commisso
de exatne do thesouro
O Sr. Ministro da Yaienda ;--Nao me leni-
brava uVssa circumstoncia; mas indepndete
disto, eslou prompto a dar-the todas as in-
fonnacoes, todos os esclarcciuicnlos de que
precisar.
Vc-se, pois, que, apezar da despera extraor-
,- .i oiig. i, a, ni,,, OI.IUUU ii eaeiiir o inru oigno Ueos guarde a V EXC 1.1
-loollega quedrlgeesta raparllfo, a cmara me nciro, em 29 de ju'lho de 18
'levara a mal qne eu Irataise dessa materia. j 0re, o digno e honrado
rl Tenho dado as explicares que me parece- ;... j. mi.
general que ser-
via entilo o cargo de ministro da guerra u.'n
loria escripto cerUmente estas circulares ae
(rain convenientes vista das propotlcei que
foram enuiici.idaftpelo honrado membro, Em
ouira occailao. quando elle te dignar de occu- eucollcga o ministro dos negocios ea-
par-sc com o negocios que dlxem respeito traogeiros. o uobre deputado pojo l'ai,
admlnlstracao da lanuda, procurarel dar ou- no livesse concordado um qae eslava i ni-
iras explicafOt, discutir uutros fados, que u- OBatite utna,guurr ; u Uria cacriptu
lelo icjam bem condecidos de todos os llras- essts circulares se o nobre deptitnio pelo
,\ir(P^'^',: r*iitob"> Pr,eaUo minialro dos negocios eslran-
,Stt ^XWnt. 0e'undev.,0|.n,'be, ^'^""^V. V "^ V*
pela minha parte, uma breve retposla ao noT co a|8u.,n inWgridad* do impertoje a
bre deputado pelo Para, Sr. presMenie, cu las- oonra nacioml. (puados.) E comtudo, lio
limo que o nobre depmadotrqur se dizera uojeaecusado o.govorno porque tem recru-
opposlcionistas, icnham enllocado a questo lado para tefarcar o exordio, porque lem
em um terreno tao estrello, para nao dlzer Uo feito armamonlos, e cora muito mais razio I dade eu n8o espenva ouvir uma'aeusacto
0: "e}^"c !a'lb'?'d'.p?ti'?'.eP do que safara em 1e*8. Note-a cmara semelhanlo.'que se deslroe por si mesma I
$,000 leudo a maior parle completado o seu
tom,o.
Mata dase o uobre deputado que em Ja-
neiro do corrente anno, no lempo da admi-
nistracSo aclutl, exista na provincia do
llio Grando do Sul ponco mais de 3,000 pra-
cas de iinha. E porque ? Ignora por ven-
tura o nohre depuiado que o govorno ae vio
obrigido a retirar tropas dali pora acudir i
provincia de Pernambuco, que chegou a ter
para cima de 4,000 homens de l.nha ? Igno-
ra que,,logo que fui nsciflcida a provincia
de Pernambuco fez vollar para o nio-Grao-
Je do Sul as forjas que dilti iinha lirado e
aiigmontadts, como me diz o mou honrado
collega que esta a uieu lado?
Iiisn 0 Uobre deputado pelo Psra que to-
das as tendencias do gorerno so paa a
guerra, que he ossa a tendencia dos gover-
nos absolutos; promovem a guerra para com-
primir e poder suslentar-se. Qra, em rer.
lugar de se occtipareui de factos isolados e de
partea desueldas de discursos que aqu se tem
(J govcrnb quera guerra para comprimir as
provincias ? Para as comprimir a&o noces-
quanto as actuaes circumsttncias silo mais
partes destacadas de discursos que aqu se lem lillifnia n mllnilrn. I \.*n. /.*. "
proferido, deveriam mes considerar em gran- '"f'',B "^'m^"^ P0C '"-
de a marcha da ad,ulnlstrato, o seu svslema, f*," ^S'V'ft orcldjs sobre os brast-
leu lime anuas tendencias; crelo que ao mes- 8I[S ealabelecidos no estado oriental n3o
ma lempo era do leu dever rigoroso, quando '01 relio esplosaoe produzido as cotn-
julgassem, como julgam, que a marcha do go- pHcafOes qne boje existem. Ainda nSo ti-
verno guir-te. (Aaotadat.) Como repreicniamei da Inglaterra se retirou da inlervencflo. Ogo-
uafo nao somos smente aqui mandados para vernidor de Uueoos-Ayres nSo eslavti anda
ditero que he limo, he tainbcm paaja apontar desmbaracado da intervencaoinglez.nem
o que he bom. Os nobres deputadoi coudem- Iinha esnnranraa d ile4mnrsr-ar-fi la da
nam ot armameutoi que ttm feito o goveruo, a V esrranSas ue uesemparavar-se dada
a.litude etn que te. p sio a provincia do lio Frwci, porque o proieclo da convencao Lo
Grande do sul; o que querem, pois ? Nao que- Predunr nSo fra anda accordado. A lga-
mo armamentos; entendem, portanto, os no- cao argentina no se Iinha ainda retirado, e
bres deputados que nao s se deva reforfar a- pula lia ver espera neis de Se resolveren] as
(piel11 provincia, como talvez que te devia des- nossas queslOoi pacificamente,
armar o exercito. Heconhecein comtudo, e Julgava-se porera a guerra inminente,
nao podem deixar de reconhecer as gravea comdromettida a inlegridadedo imperio ea
complicares que exts etn pur aquellc lado do honra nacional; julgava-se nacessrio fa-
ttnperto : qual he, pois, a manelra porque ti- ______., ii> o .ia.oao.ii/
le entendem que 5cve.ii ser resolvlda. e.sas "f armamentos. Iloje nao esta I(guerra im-
queilei! lie Uto o que lhes cumpria Indicar, niinente, "So esta compromettlda a Intogrt-
0 que fariain ? Uepois dos repetidos e coosun- nade du imperio c a honra nacional .' Osar-
les esforfos que tein feito o Brasil para resol- mmenlos s podem servir para cumprimir
ver aquellas questes, sendo seinpre repellido, 0 paiz e para i:\ltatirir o thesouro '
irlam novainente apresam ir-se ao goveruador Ooobre deputado pelo Para insisti ainda
de Buenoi-Ayre, e dizer-lhc!- Uelxai-voi na idea deinterveucSo. N0O possocrorque
dtsso.acomodai-vos.. Ser asmente com pala- 0 nohre deputado ignore a forca e signilica-
vras, mu tomar urna policio respcliavel, setn ., ,. ..,.. __________ -TK s
se prepararen par qualquer eventu.lidade, SiKflIf! 1U8emPre8a 1u0 c,"8
que resolver Um as dillicuidadcs cm que nos fntsnde por lOtervenco ignoro eu coaiple-
lemns visto c nos vcmoi ? tamenle, nem he possivel descobri-lo. O
Perguntou-mc o nobre deputado pelo Para: que si he que a inlervenfo d-se no sen-
Quereii a paz od aguerra? Diste: o minlsiro tido ordinario, esegunloo direilo das gen-
dos negocios estrangeiroa guarduuiileucio io- tea, quando uma nacSo, descontente do.
bre este punto principal, e acrescentuu: Seo procodimeolo interior de um governo, ro- oostumado a nao ver executir. Abrafinio
*; de reprimir o trafico, e-
pensavel uma le que Ibe
" T. "" "'* 1ue assignaltsse a
Ihcu nella, insista, tu Olrel ao boBra deputa- overno, ou a sua adnjinistracao, ou para "jova poca, que prehenchesseas lacunas
do que nao me foram aqu fciua essas pergun- regular sous nogocio interiores Tal foi, "a legislacSo oxistetito, e queo Osease entrar
dltiaria" que temos "sido obrgados a fazer, nao I tas queris a paz ou aguerra ; e que se el- por cxemplo, essa Celebro intervcnflfc pola as vidas da repressSo com o auxilio e as-
spelo que loca ao augmento das for(as de I las me tivessem sido feilas.cu nao me acolhcrla quala Franca em 18-23 invalio a despatilla! sentemento declarado do corpo legislativo-
- para doalruir a constiluicJo das cortes e!* legislsco quo at entilo ex.stia ere im-
...,.~Vw. r-.. cun, o uiiu-uiaajas a
parar as quejloelquo ob.tav.m pp,"ot'?"
cao do projpto-- e ello livesse sido ,i'
provaajo em f4, como foi em 1850 0 s"
no de 1849 teni ido aproveitado otra
represaao, e oa Cotociuienlos que i *
ram lugar om 850 usa oossu a^1:
porlos nao lenam apparecido. No podP,
portanto esees factos ser lineados em cul
pa admioiatraefie actual, e muito menni"
pelo nobre deputado pelo Para.
A hora est dada, e por isso limitar-hci
tlgumis breve observa^Oes sobre don.
pontos em que aqui setocou.
' O nobre deputado pelo Par arguiu o mru
honrado collega o Sr. ministro da juslici
da htver descoberto a coroa quando falin,,
de amnista. Cra, o Sr. ministro da iusiie.
disse o segumte (<): Sr. presidente, di-
zendo estas palavras, ealou longe ale mam.
restar a opiniSo de que a amnista nao dev
ser concedida ; islo pertence un poder
mais alio, e ale mesmo os consellto qUo
enlendermos quo devemos dar I este res-
peito, trahinamosonosso deversasoasos
Irouxessemss a cmara, nem be ella que
nos devemos dirigir aobre taes objectos ,
Confesso que no veio aqui nada que n:i0
aeja muito couslilucional. e muito orthodo-
10. ( Apoiad/u.) Descobi iramos a coros so
vissemos aqui dizero ministerio era deopi
sarias forcas.e recursos. Mais com a guer- niflo que foss concedida a amnista, p.
ra tem cssas frjas e recursos de coeen-
trarem-so om um s ponto do imperio. Se
o governo quizesse comprimir, convir-lhe-
hia mais evitar, fosse como fosse, a guerra,
empregsr e oonservar nss provincias aa for-
cs que co-ncenlra no sul em um s ponto
do imperio. Convida entjp mais dividir
essas foress e recursos por Jo o imperio.
Como cumprimir as provincaa pola forca re-
tando a forca dallas ?
O nobre deputado pela Provincia do Par
arguiu-nos de no ter tomado a tempo pro-
videncias para srepressSo do trafico, alim
de evitar os attentados commetidos pelos
cruzeiros britsnicos as nossascoalas. Ou-
tro uobre deputado por S, Paulo tambem
fez a mesma arguicao, e missilo foi coheren-
te com o que assim di.sse em outra occasao.
Itespeito por sso as suaa convieces. Mas
o nobre deputado pelo Par Por certo que
nao era elle proprio para isso, e quenT nos
devia laucar a primeira pedra.
Senhores, para que o gorerno encetasse
serta e vigorosamente a tarefa de reprimir e
evtinguir o trafico, era indiapensavel qno se
achasse armado de muita forca. Essa forca
nao Iba podio dar as lea existentes, por-
que nSo Unha sido executadaa, e porque e-
r3o i mporleitas e ineficazes. He muito dif-
cil fazor reviver leis qua o publico,est
mar e ierra, mas anda com os servlfos decre-
lodos pelo corpo legislativo, para que nao
foram conodidos fundos especiacs, c mont.un
a cinco mil c untos contos durante os tres
exercicios, cm lugar de termos augmedtado
a divida, temos pelo contrario diminuido.
Hir-se-lia que seno fizcsscuios certas des-
pezas extraordinarias com a renda dos tres
exercicios ltimos, ter-sc-hia amortisadu par-
le do dficit dos exercicios anlariores : ne ver-
dade ; mas nem por isso deixa de ser laiubem
verdade que o renda dos Ires exercicios foi
suficiente c mais que suficiente para os ser-
vfos pertenccnlet a esses exercicios. Ao hon-
rado membro compete provar que fizemos des-
pezas que nao sao justificadas. Ncssc exianc
nao entrou o honrado membro ; Uesse came
us o acompanharemos de boa voulade quan-
do elle quizer institui-lo.
O honrado membro a qne me rcf.ro, procu-
rando responder a algumas observacocs do
ineu Ilustre collega, o Sr. ministro daju-tica,
asseverou que a facllidadc que ha hoje cm
reunir capitaes para a forma(o de bancos
he devlda ao sollrimenlo da industria, e por-
que os parlicuhres nao tem a scguran(a nc-
ccssarla para podercm cmpregai' por si mes-
inOS SCU! cap! es.
Creio que qualquer dos niembros da cmara
se admirar comuigo dessa linguage.n do hon-
rado membro (apoiadoi), ao cunsiderarc.n
qual foi a posi(o que o anno passado tomou
nesta casa, quando se desculo a respeito de
est.ili, le...... otos de crdito ; era enlao elle o
defensor estrenuo dos bancos: entenda que
a crca;,m dclles era a vara de condo com
que haviamos dc'fazer pullular a riqueza de
lodos os povos do Itrasl hoje emende que a
Iaeilidade da orgaulsa(o dos bancos nao sig-
nifica teno o soli'rimento da Industria c a de-
cadencia da riqueza nacional, porque nao con-
cebo que a industria sotl'ra n'um paiz sc.n que
a riquezo se retia desse sollrimenlo. A or-
ganisa(o, pois, desses estabclecimentns, se-
gundo a opinio do nobre deputado, be o sig-
na! do soll'riincnlo da industria; he porque
o paiz sollre, porque a industria vai deliuhan
do, porque os capitaes fogeui asssustados s
esconder-se no fundo dos cofres dos bancos
( llilaridade) Se asii.n he, nenbu.n paiz do
mundo ha em que a industria deva def.nhar
mais, em que os capitaes andem mais espa-
voridos do que a Inglaterra c os Estados-Uni-
dos.....
O S'r. IKiinderlsy: Eu creio que elle nao
disie isso.
O Sr. Apr.'o.'o : Disse.
O Sr. Soma Franco i Qucr argumentar
commigo?
Cm Sr. Diputado; Nao, que o Sr. nesta ma-
ter he forle.
O Sr. Uinietro da Pattnia: --Diste o nobre
depuiado que os particulares levam ao banco
seut capitaes, porque a industria sollre e deli-
nhc ; para que leva.n ellesesses capitaes aos
bancos? Depara os aferrolhar, he paraos es-
conder? Nao; he para tirar dclles um inters
se, uma vantage.n? E como tirarao esse Inte-
resse, essa vantagem, seno forc.n empresta-
dos a quem osempregucm na industria, c os
turne productivos? Os copitalisUl esto assus-
tados, nao podem por si incsmos tornar pro-
ductivos seus capitaes, mas aquelles que os
Inio de tomar cmpreiudosno ae assustam? A
industria nasmos dclles nao defiejia, nao sof-
fre? Me tuna contradiecoque eu nao esperava
ouvir de um deputado to instruido, lo versa-
do nestas materias.
OSr. Aprigio: Apoiado; receba Sr. Souza
Franco. -
O Sr. Minitra da Fat'enla: Dille anda o
honrado membro que se em una ou outra pro-
vincia do imperio, a riqueza, a prosperidade
tem augmentad... na maior parte aellas nao ac-
comeceo mesmo; que, pelo entrarlo, ba es-
morecluiento, dimiuui(o de riqueza e soll'ri-
uento da industria, Creio que a elle reiprito
o honrada, membro lamban nao tem raso
nao aprcseniuu factos para provarem esta s-
tcrcSo. Senhores, a rlqueu, a Industria he,
por asslm dlzer, solidarla em todas as provin
cas do imperio. Quando a riqueza e a indus-
tria augmentar em uma, contemos que te es-
tendera, mais ella menoi dia, s oulras provin-
cias. (Apoiadoi.) Os capitaes que ae accomu-
larein em urna neceistriatnenle bao de rever-
ter, bao de procurar as outrai'emprego maa
productivo. Nao recelemos, portento, nao nos
alijamos porque cerus provincial crescem
mais rpidamente do que outras; esse progrei-
tohadeeileuder-te s que Ihe sao vizinbas.
Tenhamos paciencia; esperemos; coullnue o
povo a mostrar o bom senso de resistir s per-
lurbacoct intestinas; continu a reipcitar *
proprledade, continu a inanter asegurauca
iudlvidual, e a riqueza pparecer em todoi ot
pootot dcite abeocoado solo. Se os Brasileiroa
continuaran a mostrar o mesmo boto lento, o
luesino amor i ini!itu(oei; te cominuarmoi
a contervar a paz e a tranquillidadc de que
precisam os capitaes, porque a industria c os
capitaes sio seinpre mullo assusiadcoi, conti-
nuar tambem cssa marcha progressva eirt
que lemos Ido, e que o nobre deputado attr-
bue nicamente ao calor e a humidade. E ten-
do assim, Sr. presidente, tamban nao me as-
sustam alguinai detpezas extraordinarias que
reserva dos negocios diplomticos, dira (fue
daXd.lncerd^^^
i vil. lu foi mesmo a intorvcncao ingleza O '' om lie. u;
responder a urna perguma assim furmada. Ex- i
pllcar-me-hei melhor traduziudo casas percut-, e lrnceza no Ido da Prata. Por ess luter-
vi'ii,;,io foi exigido, como se v das basos
lood e de out as negecaces. quo o gover-
no de Montevideo desarmasse as legi0-'S oa-
trangeiras, que fossem relira Jas as tropas
argentinas do estado oriental, o quo fusco
tas.
Queris a paz, isto he, queris a paz ainda
niesinoque esses esbulhos c violencias commet-
lidas no estado Oriental contra subditos* pro-
piedades brasileiras nao .teqliaiu termo c re-
medio ; aluda mesmo qoe a tua continuacao
lenlia de produzir ou uma guara civil eutna
revoluco na piovinca do Itio Grande do tul,
ou noval reunies c itivases feitas por parti-
culares, que arrastem o governo a uma guerra
estrangeira, teno preterir a guerra civil ?
Queris a paz, ainda mesmo que o goveruador
de itiieiiu--\\res absnrva a independencia da
rrpublica Oriental Queris a pai, ainda mes-
mo que elle incorpore a republica do Paraguay
na Confcdcrafo argentina? Queris a paz.
ainda mesmo que, absurvidas asslm cssas na-
cionalidades, dcscobertas assim Importantes
provincias do imperio, cujas fromclras co-
bran, reunida assim lima sommaenorme de
fur(a c poder, lendo adquirido proporces gi-
gantescas^ urna im., i moral iuuneusa, ao pas
so'que a nossa se anniquilaria, o goveruador
de lluenos-Ayres se habiliusscpara nos incotn-
modar muito seriamente para o futuro ? Que-
ris a paz, anda que por ella epelo que acabo
de expor, etsc governador se habilite para exi-
gir depois, com vanlagcm, aexecuco do cadu-
co tratado de 1777, arrancando-nos por elle a
parlea mais importante da provincia do Rio
Grande dosul. c restabelecendo um di re i to pu-
blico que daria republica de llolivia motivo
pin reclamar uma parte imporlanliisima da
provincia de Mallo Grosso, comprehendida a
sua capital? Queris a paz ainda assim?
Queris a guerra, isto he, queris aguerra,
ainda mesmo que a marcha dos negocios no
Rio da Prata, c a sua so!u(o que parece ap
pr
pamento, islo he, uSo doclarava uaos erfio
os signaos, provas e nJicios mediante euia
existeucia uma ambareado devii ser consi-
derada como destinada ou eraprciad no
trafico.
Existit na cmara dos deputados, vindo
do senado, um projecto que prcheuchia ,es-
coucedida umi amnistia. EstabelcC'a-ae ,.sas 'cunas, mas cujo systema importava
algumas condices segundo as quaossoriam a revogacao da lei de 7 de uovembro. 0
feitas aseleices de presideute do estado, miuisterio, do qual fszia parte o nobre de-
orientsl. 50o estas exigencias qne formao putado em la ts protnoveu a sua discussao
o caraoter da intervencao. Que intimicOes, nesta cmara na sessJo desse anno- Vejamos
que exigencias tem feito o Itrasil quo pos- maneira pola qual o ministro britnico
sao constituir uma intervengJo ? Aponte o nesta corte dav conla a lord Palmerstondes-
nobro deputado algnns factos. He o que de- te negocio em data do 13 daoutubro do mes-
via fazor, e ho justamente o que n3o fez. mo anno de 1848.
Gontudo, senhores, se o governo do lira- Nolaret piimeiramonte quo estes docu-
sil zossoalgumasreclmnases ooxigencia, montos quo vou lorestao empressos dobai-
rclativamentoa negociosduostado oriental, io do titulo dea Corresdondencia com os
nao poderiao teT o carcter de intervencaos ministros e agentes britnicos em paizes es-
umavezqueseconviessem no circulo ira- trangeiros, e cora os ministros dos negocios
?ado pola convencao de 27 de 'agosto de estrangeiros na iglalorra, sobre o trafico
1828. O nobre deputado pelo Par* deve co- de escravos desde o I. de abril de 1848 al
nhecer perfeilamento es disposicjs dossa Jc narco de 1819, apresentada a ambas
convencao. O seu artigo stimo determirla ,s casas do parlamento por ordem deS. M.
quo, depois de furmada a constituido do om 184'J. S3o Portanto documentos publi-
estado oriental pelos seus representantes, cos hoje.. ( Le) :
seria examinada por commissarios brasilei- O Sr. Iludson ao visconde Palmerston,
ros o argentinos para verificarem se nella Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1818
havia algum artigo ouartigos quo se oppo- Tive a honra de informar a V. Ex. em
zessetn seguranca do Brasil ou da confede- mcu ollicio de 12 de setembro prximo pas-
i",u argeultna. Assim, essa convencao sado que a cmara dos deputados discuta
que croou a repblica oriental rocnnheceu um ptojecto de lei ten lo por objecto revo-
o dimito que tem o Brasil do oppr-se gar a lei brasileira contra o trafico de Afrl-
qutllo que possa prejudicar a sua seguran- canos de 7 de noaembro de 1831.
ca, e uma ingerencia que livesse por fim o 1 Osdoze prlmeiros artigos daquelle pro
roiimar-se, ainda mesmo que os acconiec-1 cumprlmento da mesma convencao e a sus- jecto passran na cmara dos deputados com
k^TZJ*^"*.^'???".?.* 'I1laa d.B '.nJopondencia dessi republica algumns emendas, do que tenho a honra de
obstculos que se lem opposto i pai, encam- n3o se poderia ch.mar intervencao no sen
nheni para una solU(ao nachcaas qucslocs1 tido ri-orin dessa nalavr.
que somos Inlcrcssados? Queris a guerra I m, r'.oroso uessa P"'V*
remetter a copia inclusa- Quando porm
leve de discutir-se o art. 13 resolvou a ca-
aldTineVmo'qVie'sei'i"cira"'rossctpossivc8|Ucornt I Eu dissc 1"e' lo81"10 administracSo ca- mar qua a discussao delle fosse em sesslo
'secreta.
Assim proseguio a discussao ; mas pro-
e que a maior parte delles Pondo no dia 26 do mez prximo passado o
i guerra
seguir urna paz permanente, e te"gurancas,pa-' 'ua' ''nha entrado para o poder, tinha en-
ra o futuro? Queris a guerra, aluda assim? |Con'radona provincias do Rio-Grande 4 a
Tal he a manelra pela qual eu Iraduziria ,000 homens, e que a maior parle delles -
aquellas pergunus. fc dira cutio: Negocios tinham os eu lempo acabado ; qued ando-se-'Sr- Carvalbo Moreira. deputado or Sorei-
toSe.IOH.oriCpoCX b.ixas a que linhao P^, o adiamento da discussao do projeclo
VriZpW'&^&tltffi^Z^*,** o^^rcto desapareceri. completa- pira a HHtOdo anno futuro, passoJ o mes-
importante,lSiSlff*, n?b? dcP"Mo P"' provincia
..indo de to variadas ^
uncas. i do 'arn contestou-me, o contestou-mo re-
Senhorcs, tralando-sc dcsles assnmpios no oorrendo a docuaiontos olliciaes. Eu recor-
tcnado, eu tive a honra de expor ahi qual. rcroi aos mesmos documeillos. Recorreo
era o peusatuenio e a posifio at aqui tomada o nobre deputado pela provincia do Para
pelo governo. Permltu-se-tnc repetir o que o mappa gcral domonstrativo dtsforcas ex-
emaodissc. Dala eu ; i Tcm-se lastimado o istenlos as proviuciss do imperio, iunto au
dinheiro gasto cm armamentos, leni-sc ceusu- ro|atorin l 1*17 n ,li4o 2ElZ1Zt.---"
rado o governo por preparar-se, reforcando o "/ ,,"! fitS Q "S nap.
excrciio na provincia de Rio Grandedoiuke a P""vSo orno existentes em 1817 no
nossa esquadrano Rio da Prata. Senhores, no o-Grande do Sul 7:128 pratjas de primeira
estado em que esto os nossos negocios alli, l">na' Mais o nobre deputado no adverlio
tem urna 1010(10 por ora conheciJa, pede a Quo esto mappj ho recapitulado em 15
prudencia que. quando se approxlma o descu,- de abril de 1847 dos mappas parciaes ulli-'cao ctnlra o trafico celebrada entre a OrJU
lace das qucitOes do Rio da Prata, nos ponha- mmente recebidos. Itretanha o o Brasil, etn 1826, he perpetua
mar em soluedes que de tao perto nos imeres-1 .._. JJ J.7 uuorfcani -. F ""
san a parte que nos compete. O estado da pro- i" u" mPP ora urna data elle n3o indica O ministro dos negocios estrangeiros,
vlncla do Rio Grande do sul tem grande nllu- ?,[". f",V-_.ii > ie numero das for- O'nardo do Sonsa Franco, respondendo
mo por 32 volos contra 29
NSo posso congratulara V. Ex. esta de-
terminac3o da cmara dos deputados bra-
sileira. "
Q gabinete brasileiro que acaba do sor
demittido fez todos os osforcos para que o
projeclo ptsssse na cmara : encontrou
porem uma decidida opposicao de paite de
alguns deputados, quo, mais ciosos da hon-
da do seu paiz o dos comprorcissos deslo
para com a Cra Bretanha, sustentaram vi-
gorosamente o principio de que a conven-
ido se ella nflo apparecessea coroa Ocaria
descoberta, Descobririamo* a corot a vis-
semos aqui dizer que eramos de opiuio aun
a amnista nao fosse concedida. Seappare'
cesso, a coroa ficaria tambem descoberta .
superada dos ministros que cobrein com a
sua responsabilidaue. He iaao o que ha
dcscobr.r a coroa. J!.s o meu honrado
collega proeedeu d modo in4eiramB,Uo
contrario. ( Apoiadoi. )
E podo alguem nagar que a ooneessao de
ammaiia pertence a um poder mais alto do
que simples e nicamente o ministerio'
l he poss.vel aepar.l-o da coroa, e a coro
delle oessaiqueatOesi-sao decididis pe
coroa, oimdos os seus minittrov OqUe ,
passa, o que ae pode passar nosVonselhdi
da coroa, nao poJe ser 'traildo 'aqui, n3o
pode ser aqui preveoido por. declanco><
intempestivas do ministros. Sorsenta 6.
le apparecer depois de formulado em um
decreto.
Senhores, a coroa eutre nos nSo tem na-
csssidade de ser excitada para exeroer ac-
tos da clemencia. ( Apoiadoi.) Crelo aua
a cmara e o paiz. esta o bem convencidos
do que logo que a liumanidade o o bem do
Estado o aconselhem, ella ae prevalecer de
uma das mais bellas atlribuicoes que lh
oonfere a ooostituicSo do estado (A
pifiados.)
Tambem fui aqui noUda^coai censura
uma ojiniflo que eaiitti no sdnado.de que'
nos governos semelhantes ao|psso,con,pn'
tiiao govorno dirigir a polit'^do pai? ,,.
pin.ao que, dias autos, f ~ t,mbjm
moncionadi por um Ilustrado > dornalt
Baha Ha essa nina crenca naruM. ^
e oSoheopiniSonova no pajT Heootan'
plniao que a oposicq de lu e 1837Vei-
entou nesta cmara, be uma das oooolV
as que ella fez para o verno repreafnli-
llvo entre nos. Oa nobres -aeputadeVnue
nessaa epochas tivaram aqui asssoto blode
recordar-u de quo foi essa orna questao
muito debatida.
O nobra deputado pelo Para quer nos fa-
zer retrogralar para os annos de 1833,1831
e 1836. sao retrogrademos, seohores,
manlonhamos os grandes e sflos principios
que aquella oposicSo plantn, e qae a ad-
tuinistrcao de 19 de setembro, nascida
dessa opposicSo brilhante. veio tornar pri-
licos e reaes no paiz.
Mas segue-se por ventura dahi que as ai-
maras legislativas Oquem privadas daquell i
parte do justa intluenoia a que Bo cl
das a exercer na direccSo dos negock
bllcos N3o, senhoro'. Constitulndo l.
de o eonselbo nacional, ellas teem o di?
de examinar eflsealfsar a dirgecao
governo di poltica. Podem repu-
se assim convein, votar contra o ministe-
rio, negar-lhe o seu apoio, eentlo
ven a coroa ; nm> > conslituit;So
dos meios ecos... ,,-.-? roalati,
ordem e armona no corpo poltico.
niaras s;lo um registro da direeSo pl
dada pelo ministerio aos egocios,
nam, approvam, desapprovam, rejeiL..
exeroem aasim a maior influencia, obre v
quella direcgSo, que nSo pude Seguir sem
ellas. E como poderiam duas cmaras, ou
urna s,um corpo collectivo, dirigir bem ? a
direcflo dada neto governo apparece forta-
lecida pelo assentimento do grande conselho
da mf8o. S8o estes os grandes principios
sobre que descansa o systema representati-
vo no paiz. Sustentemo-los, embora nos
queiram f ma entre nos, o que nao be possivel. ('mui-
to bem, muito bem.)
I1IARI E PEBNAIBCO.
mciri, 13 ai jolho na nai.
e nein o farao. Perguniain: Quereii a pai,' u eT J" or**' ""lentes em 1816, Re- I No hesito em acreditar que o minialro
guerra? Condeinnam os armamentos, dacm "FE ,inDein n?ure deputado ao relato- dos negocios estrangeiros fizesse esta de-
que taofeltos para comprimir as provincial, e! rl. "* ,8*s a vista delle pareceu cantar clarac8o, porque o mesmo diss-me em uma
para exhaurlr o theiouro. Victoria. O mappa diz o segumte, da como conferencia quo tive com S. El., em a uuel
Scnhoret, citando ai oplnidei do nobre de- ltente na provincia do Kio Grande do Ihe fiz ver que n3o convinha quecontiuuas-
^pe-^..emT05l,mpo,' f't S"l Jo Primeira Ituli. 6.092 prac.s. Mis o e a disciusao do projeclo nTcamara, ean-
nlao dos homens consistentes tem muita forca. ", *C*' h l df" P" .o",-8' e ?UB '' d 8leml,ro-
O nobre deputado em 39 de julho de i84s (com- giz-mappas de novembro de 187. Isto Portento, quando o nobro depuUdo dei-
parareinosjlepoli as pocas) falla parle do ral- ne, conciu-se dahl, quando multo, que era xou a admnstrac3o, a lei que devia armar
vlncla dos desordelros', proceder-sc ao rec/uta' "3Se Prov,r 1U0 "'"diviJuo exista noje lor.no peior oslado, porque esae governo,
ment, nao obtunte ot motivos ponderados no S ''""j68 "T0 ? nuin ,nn0- nobre avistado taes inloniiacos, havia de estar
omelo reservado deis* presidencia datado de <,aPu',do so poderia provar a sua assercSo convenc lo do que o goveno do Brasil n3o
dejunho prximo panado, prloclpaluientc Pelos nuppia que acompanhassem o relato- tinha intonso feita o Qrme de arrollaras
nesta occasao cm qne ha a maior urgencia de rio de 1819 ; mas no anno do 1819 nflo houvo diliculdala para dar loteiro e protnolo
r?5Iuu.Ifa.r.a *_crJm prerTdor1ri!cPv'aEr'U--d"" -~*-' "-'" rel".tor.'0, Portanto," o docu- cumprimento convenQ3o de 1826. Tendo
O vapor Praomucaiia entrado boje dot por-
toi do norte trouxe-nos gazetat do Para com
datas at 28 do panado, do Maranblo at o 1."
do crreme, o Cear at O c da Parahiba
at?.
C Para goza de locego, e a lalabridadc
publica nio lem ahi sotlVidd" mais alteraca'o
alguma depoli da febre amarella c dat sus
consequenclai. \
Falleceu no da 3 de junho paeHdo illa
de Kraganca o juiz de direlto da cfeaV ""
mesmo nome Ucnrique Flix de Dacia li-
ma, tegundo te mppunha, de uma fel u-
liosa. f
Por occasao do festejo de S. Joao houveram
algumaa desgracas A lameptar na cldade de
llelem, tendo entre oulrat niorle de urna ca-
fuzinha de 12annos, quem um buscapc ferio
com una violencia, que Ihe varou ai paredes
do ventre, eofleodeu de tal sorte ot lnieithioi
re poucas horas durou a pobretinba, depois
fatal acoiitccimenio.
O Trexe de llafo noticia da manelra seguinle
o naufragio da barca inglesa Prineui Victoria
Acaba de chegai- a noticia de ter naufra-
gado no dia 22 do corrente na Babia Krtrp,
cnlre ponU di A talaia e as Salinas falsas, a
barca logleza I'iiiimii Victoria pertencenle a
catado Si. Millcr negociante deala praca. Com-
a, que o comtnaudanlc morrera cm vlagem I
eo piloto, que pela primeira vez abordara al
nossas pralat, descuidaodo-se na manobras
prximo coiu, Uve por falta de conhecimen-
los prallcoa da localidade de ver a sua embar-
cacao vararooanal, e ir ci.cilhar sobre una
das inulas coroat d'axeia daqucllas pangeos-
A Iripulacao salvou-se menos o piloto, que
nao qulz abandonar o navio, e parece, que fol
victima de ma temeridade. O carrcgametilo
era importante ; alui de outraa mercadorlai
consUva de selscentot volumei de fajeadas de
diversas qualidadet, a maior parle dos quaes
foram desembarcados no lugar do naufragio
pelo juiz de paz dat Salinas, que fez guardar o
navio por um pequeo destacamento de poli-
ciaei daquelle lugar, e que por eiu forma
obstou pllbagem, que em taei occasides cos-
luma acontecer. Tem-te tomado providencias
para ae arrecadar ot salvados..
O mesmo jornal lamenta a inorte do joven
paraense Jos Candido Ardassr, que i cuita do
theiouro publico provincial l'azia o leu corlo
de engenheria civil na escola central de Uru-
termioi S. M. o imperauor que v.cxc. sslm
fi&T&Mro^
1848. uc maia uim;uem ignora que as forcis de Iinha 18t9, nSo era possivel ao ministerio actual
O Sr. Virreira de .guiar:- Excellenlc e nao exJ'ontosem 1817 o 1848 no Mo tirando Sul ontrarem uma represiSosrii e efilcaz' por,
diilanada, erllo restos do exercito que a administra- filia de urna le que Iba dessa a forca india-) """ "de te distingui por grandes pro
O Sr. Hinilrodoi negocios alrangciron Esta S'1" de 25 de marco ahi dallara. Da 1843 a ponsavel para lo .difcil tarefa. Todo o 8rc,so5- infeliz estudante eslava no seu pe
poucodtij aqui temos outra. (L< J: 18*8 nSo foi o exorcito ilf,irv,d > com no- auno de 1819 foi perdido portaiito pira al nu"i,no anuo, quaudo falleceu de urna phijjl-
Circular o presidenta das proenciae. menos a *0i conlgentes o com novoi rdCrulas, o por repressflo, e porquoi1 Porque o nobre de-l?" Pu,,l,onar,_ originada, tegundo dii o con-
' Hoya: e Mallo tirona, fsso nflo he de admirar que o numoio de pra- putado pelo Para, como ministro dos neho-
llavcudo probabitidadc cas.que scabavflosju lempo, o (ululo ou de- cios estrangeiros em lyl, n3o tov-, n3o
do Kio fjraudV do sul,
llin, e F.xtn. Sr,
I temporneo, da la mulla "tppllcacao, I de
deigostos profundos. A galera tranceza Mus-
I trie fula portadora dcita infausta noticia para
II
O I \ /
I
I
ka\ iTii Ann


nsraen.es raapte do morlto UtUrnlo.
No Maraobao parecen, todos satlsfeltos
,nm o prloclpio 4 duilnlstracio do Em.
^.Qftpi1UeUo, queja lera dado prora.
I, bina deifjol, que o animan, de faier jui-
k se. dl.lloccSo de parclalldadea. Kra .o-
h ludo louvado o aclo da 8. Bao. pelo qual
fi reintegrado o Sr. Joaqulm Joi de Moray.
nica no ligar de chefe da prlinelra aeccio do
haaMro pro.lnci.l, do qual foro demitlldo,
Cuando oontava 27 annoa de servlco.
racaDiial Ja declinara mullo a epidemia da
f,hre amarella achando-a ah limitada a gen-
c do mar, a quera auca con furor : oulro tin-
to norn. nao aconleceno Interior da provin-
cia que continua a aer deaolad. O aarampo
r abulia parece que ae preparara para con-
cluir all a obra encelada elevadalao arante
la ebre como auccedeu no Par, c mcamo
''a di.' 20 do panado labio da S. Luli con.
de.llno a Caxlaa o vapor Catines, levando a
"cu bordo o chele de polica Interino,, o coin-
uandanle nolneado para a guarnlcao daquella
cid.de, uro capillo, dous alfire. c desase. pro-
ras. Esta medida tomada pelo Exm. Sr. Olvra-
po Machado, llnha por fio. melbor.r o de-
plorare! e.Udo de Caala, quanto .eguranca
P o7.Mfe.rfar IfafHu* di o tenate mulla-
do da apur.co dos votos de b. luli, Alcanta-
ra. lupueur, Mlrlm, Culmaraes C.ix.aa e
Brrjo, na Slelo de un. .-ador, fallando ape-
"alrecollegioi con. 110 voto, c comando o,
tomado lito preso no Foroiiga, do poder da
pequea sirolta, que o conduzi. para Pat-
ios, por doua homene no dia 23 de malo p.
p. e no oulro dia fo encontrado morto na
fazeuda Crui, estrada de l'ianc.
a Na noile do dia 15 do correte pelas oi-
tohoras, eacapou de ser victima de um ti-
ro de bicimirle o ofilcicialde Jusln; JoSo
Jos de banl'Anna. Kst preso Paulino de
tal, que luppoe-ie porque alera, de sus
qessima conducta, na noite antecedente Ibe
tomara aquella ollicial do juslica urna facca,
coro que eslava armado.
> No dia 10 do crrente foram assassina-
dos no logar Pu Ferrado do termo do
Pon bal, Januano Pires de Souza, un so-
hrinhodo mesmo nomo.o Manuel Cabral por
trio os reos de policia, que tem proleccBo ;
e se deiiei o Sr. Torres ir cadeia, so quiz
com islo d.r-lho una, Helo. Batou persua-
dido que ella ser-lhe-h. proveitosa ; ecomo
ndo tenbo que exercor viuganca, publico
oslas linhss, que Iba servirlo de perdi.
Iteoife, 12 de julbo de 1851.Dr. J. de
dquino Fonseea.
Correspondencia.
Srs. Redactores. l.endo a Imprenta n.
III de 8 do correnle deparei com urna cor-
respondencia assignidi por Antonio Pedro
Guerra, cuja assere.lo sendo toda calumnio-
sa, meapressoem dismentir solemnemente
. a iocrepaclo maligna que ousou (azor para
Francisco CavlcanULacerda, Manoel Ga-| desl'ano disfarc.r o motivo de sua prislo,
.ros
37:i
348
47
28
4
4
2
1
1
mencionado) com 402 .
DezembargadorMarlan voto.
Depulado Joaqun. Mariano
Commendador Angelo Munii
Major Honorato
ConselheiroVlelra
Dr. Mala
Coronel Fatcio
t'ioronrl Canciro
Coronel Vlveiro.
Deze.nbargador Coullnho
Losa no Obimador de 29 do panado o se-
guate :
Vm grande altentaio,
No da 25 do correnle, fot o Sr. Cario. Pavion-
vicc-aonaul da repblica francea ne.laprovini
ca, in.ultar a aggredir o Sr. Serra Lima cm
cua proprla caa, dando como pretexto o prc-
aenaer este Sr. castigar [o que be falso) uin
protegido do mesinos Sr. Pa4ion, o famoso pre-
llnho Jos, que deu origen, a celebre que.tao
Getra Povlon.
Por este alternado fot preao em llagranlc o
Sr. l'aviun, por uin cabo do corpo de polica, a
ordera do Sr, chela de polica; ma. S. 8. deso-
bedeceu formalmente a ordem de priaao, alle-
gando, que um vice-consul eralnviolavele sa-
grado em sua pessoa : O cabo que Julgava
commetter ura crlme prendendo ura vlce-coo-
aul eatraageiro, delsoa o Sa, Parln Ir en. pas,
dando porem parte dp oooorrldo ao cominan-
dante do seu corpo I O corto he que esse Sr.
anda por abi em plena llberdade com raauifes-
la vlulacao das lela do pala !
A parte offendlda quenou se a S. Esc,
que cou multo Indignado com o procedimen-
to do Sr, Parln, e ao delegado de polica, que
pastou a proceder Judicialmente contra elle.
fororotot aseateinoe.
llevemos ao digno delegado de polica dcsta
capital o conhcclmenlo doa seguimos horroro-
sos assasslaatos occonidos na villa da Chapa
da ou suas iminediacoes.
Do ornlo do delegado de polica da villa da
Chapada, de II de setembro do anuo passado,
reerbido en. II de dezeuibro, consta, que Mar-
colincrrtenrlqnesdeCcrquelra assassinon pu-,
cucamente o prclo forro Raymundo de Farlast
po se ter opposto a que o assasslno Ihe rap-
lase avivaforcauua silba, O crlme foi coui-
mcUtidlda raanelra seguate i O .ts.sslno deo
ua mu, victima urna forte pancada cora urna
nio1 de pilo,.c dcpols o Coieo a lacadas e o
esquartejou com unta ...achadlnba. Ao. gri-
tos da uiulher do inorto acudi ura seu vlsl.
uho de nome Manoel Rayutuiido, que seria
aisasilnado Igualmente senio dsse nd anas-
miado um Uro de que Bcou mal ferldo, e urna
punhalada que o privou da existencia.
DoolUciudo delegado de polica do Ria-
cbao de 5 de malo do correle anao consta, qnc
Manoel Martina de Ceguelra, e Manoel Ray-
mundo de Cerqueira, acoinpanbado.de 5 in-
dividuo, prenderlo na fazenda denominada
--Curraos-incia legoa Uttante da villa
iu~ cima se trata,
vacanli do Sousa Neto, Jos Xavier Caval-pori.uelenuo e"u siu0 om aug inspectores
canti, Jpaquim Cavalcanti Lacerda e um ue eiularam a lmpeocSo do theatro em a
crioullo de nome Antonio. Estas tuortos nuitede 3do correnle, mioi tem toda a
naiceramde entrigas entre as duas tmi- referencia a urdidura felta naquelln corres-
lias Pires e Cavalcaulis.do lugar Boquei-! pondencia. Tendo-se alterado a ordem pu-
rgo, tormo de Pianco ; tendo procedido Blicja no espectculo que teve lugar em 3 do
no dia 6, murros, e bofjtes entre os assas-ourr,,,^ n0 theatro dt Santa Izabol cm"
sinos e snas victimas. I gritos, assovios, e pancadaria, o lllm. Sr.
Os assassins fugiram para o Pihnac, e Dr. delegado, que entao se schava presente,
Jaln para o Cear, ordenou i iniin e ao meu companlieiro, o
O delegado de Pombal tem empregado 8r. Jlo da Costa Dourado que fossemoi
todis as dligencias para captura dosassas- para a platea conhecerquaesos quepeitur-
sinof, e prendeu para a'veriguacoes como bavam a ordera publica, e a estes admoes-
suspoitos d ouiuplicidade, a yntonio da t.ssomos para que olo coutinuassem, liel-
Silva Cavalcanii, pae dos asssssinos, na menle cumprimos, e como quer que no
ounhada, um iruilo, e utu escraao, sproveitassem as nossas repetidas admoes-
Foi dis.olvido um quilombo de negros tJCo0s, por istb quo as vozenas de alguns
fugidoe as maltas do Espirito Santo, espectadores coutinuavam com excesso, de-
Quando atarea ce reo u dito quilombo es- nios ordem de prislo a estes que surdos aos
tara a mor parte dos negroa-em outro para nossos pedidos a'ssim procediSo : m.sosig-
onde se estavam mudando pelo que foi u- netario da referida correspondencia uela
nicameote eacontrado um pardo, que des- diz que nos o prenJemos para averiguarles
focbando hu clavinote no inspector que policiaes, quando o lizemos pela razio que
'elisrnente oscapou por falbar logo a arma, Hca ezprendida, e como consta di parle que
repebeu um tiro, do qual tai victima. jei no corpo de policia por isso que fui om
Os domis negroa evadlram-so,e foram ausencia do mesmo lllm. Sr. Dr. delegado,
encontrado* .signaos da furtos do gados, e o fundamento calumnioso de quo lancou
mais objectos roubados. mo o corresponlente, be seo) duvida de
Do Pairo II transcrevemos oquoseguo; um homem, qne nlo temendo ser desmen-
Forlo presos no termo de Sobral para tido, e nem.podendo defender-se, tem cous-
partes da Lapa, o do Taipu por diligencias ciencia da correccSo de que carecia. Quan-
do delegado do.nplicia 'ir, Antonio Domin- to a offensiva ao lllm. Sr. Dr. Maciel u3o me
gues da Silva do connium accordo com o uceuparei, porque cousa alguma que diz o
promotor publico Domingos Jos Pinto lira- correspondente se cumpadece com a booes-
ga Jnior, t criminosos de morle, sendo tidade, O'sisudeza que o caracleriso, pois
Jim pronunciado em villa Vicosa pelos bor- que esposando a prudoucia, com ella icui
rorosos crimes commettidos em Taperacima administrado a polica,
lob a direcelo do farjanhado Joaquim Igna- Nlo he porlanlo o echo de um miseravel
ci Pesso, e os buiros tros pronunciados na mentiroso, capaz de convencer o coulrariu
Farello Ideo, de 2 a 2,000 ra. por aaccl.
Foi. de Fland. dem a 20,500 r>. por calza.
Garrafas pi ela.-Iden. de 11,000 rs. por groza.
Lauca--------- dem |d 240 a 350 por cento
de premio aobre a faotura.
teodcliuu.- dem de 1,700 a 1,800 rs. por
jalao em vazllha de madelra.
Pastas dem de 4,500 a 4,800 ra. por
calza.
I'iin. da ludia. dem a 22n rs por libra.
Pisa de Suecia-Iden. a 10,000 rs. por barril.
Vinbos O carregamento da Pnuu'aa.cbe-
gado de Marselha, diz-.e tara
vtndldo a 92,000 rs. por pipa.
O branco de Lisboa obteve 130/
rs. e o Unto de i20/a 147/rs.
pof pipa, e o de Cetle linio de
08/ a n 3/ rs. por dita.
Vidroa. Venderam-se de 7,200 a 7,500 rs.
por calaa,-
Ficaram ao porlo 46 embarcaedes, sendo 6
amerlcaoas, 1 austraca. 1 Delga, 20 brasil, i-
ras, 2 diuaiuarquesas, 3 francezas, I bespa-
nbola, 7 ioglesas, 4 portuguesas, 1 sarda e I
airee,
-O Corrector Miguel Carneiro, far lei- perior queijo prato a 610, latas com libras
lio no dia terca feira 15 do correnle as 10 de bolaxinha deararuta falta no Rio e vin-
horas da manhl no seu armasen! na ra do da pelo ultimo vapor, 2,400, farinha'de tri-
Trapiche n 40 de diversos Ira ates n otos e go superior para plo-de-l, 100, gomma da
uzadoalouca. vidros, candieiros, linternas, araruta, 160, tapioca, \M, sevadinua, lo
podras marmrea para mezas, ricos quadros Bllhetes do t,o de Janeiro
lelins, relogios, pislolss, espingardas ingle- "> .
zas, e outros muilos objectos : que se entre- *os a.OQoooo ae rs.
gara por todo o prer;o: asshn como ao meto Na loja de miudezas da prtca da Indepen-
dia em ponto iri a leillo huma porclo de dencia n. 4, vendem-se billietes inteiros,
charutos ebegados ltimamente do Babia meios, quirtos, oitavos e vigsimos, da >.*
huma oorclo de massa para adir navalbas lotera para indemnisaclo do thesoropu-
e hura cavslo ib1 sella.
- '1- ______ .. '-" Al -UJ.J
Avisos diversos.
Alovui.ieiilo do porto.
do que levo dito.
So Alhanosio Boltiho.
COMMERCIO.
Manoel Raymundo de qd
dando por motivo da priaao o ter elle assas*
smado um irinao mentecapto 4'elles que
uiMou o prelo forro Uayrnuado de Paria.;
e dkpolsde terem partido d'Wi ej no dis-
inti da villa da Cbapada, para cuja cadeia
allrluffajn conduzir o preso, castrarlo o in-
11"I, arrancarJo-lbe os olhos, e aliual o assas-
Irlo com um tiro c facadas!! I
brhciou-ae ao delegado de polla da Chapada
psrmprooeder ao respetivo subtmario, e cap-
latasBoausaatinoa, visto aeren, domiciliario.
d'spncfcai^dlJau.4a*araa> pxrpreudo o delic-
io cu. Jnm dlstrlclo d'aila. ala. o que Tarn a.
Jiuiifcades policiaes nao londo i sua disposi-
ioarsiienor auxilio de loica publica! Cha-
madnos a alinelo de S. Ex. para, essa locali-
dade, que nao be mal. feliz do que Casias.
No Cear tlnba chegado no da 4 do cor-
rele o Exm. Sr. Dr. Marco, de Almeida, pre-
sidente nomeado para a mesma provincia, de*
vendo tomar posee no dia na casa da. sesides
da assembla provincial.
Acaba da manifesiar-se na cldade da Forta-
leza nina febre epidmica, o sau caraole por
ora anda he" benigno, porm multo recela-
mos seguudo o. dados lornecldos pela expe-
riencia, qne ella dlgenere na febre amarella,
qm icm accoinmeilldoiua.i Codo o litoral do
Imperio, estendo-ae mesmo a mnitos lugares
do interior. i
A presidencia da provlocla tloba sido lofdr-
uada de que aehava-se preso na cldade de
(amas Antoalo Abrahlo, indiciado como um
dos assasslno* do Infeliz major facundo, por
cujo motivo Tora requintado pela mesma pre-
sidencia a roa prlsu.
KmCanlndfolassaJtada pela mela noite a
cadeia por urna escolta de 10 i 12 facinorosos
hein. armados, os qnaes intimidan^) osguardaa
i mu ameafas, conseguirn, arrombar os por-
tas da mesma machado, e conduzlr Inclu-
mes um preso de Juslica.
Em sobral teve lugar a segulntc desgraca
suiuinamenle deplorare!, eque um correspon-
dente do Ceursru narra deste modo
No nif pa.sado.necedeu um caso lanicn-
lavel na casa do finado Joo Irinco Rodrigues i
nina sua tilba moca enforcou-sc. Dorma com
\Un" eumquarto de ooite levou urna ca-
"eir, ntU dls.e seriara resar, epela ina-
h" Wnou-se pendurada de urna corda n'uin
eaibro da casa, a cadelra ao p pela qual pe-
de passar a corda no caibro. Ignora-ae o mo-
t vo que levou esta infeliz i este desespero.
guanta deagiaca na casa desta familia de ceno
tempo para c 1 a
l.iii Ouricury houvc uin horroroso assassl-
Gnnja.
-- Foi mais preso por diligencias do dele-
gado do Sobral Dr. Domingues no districto
da barra do Hscaco um criminoso'de morte
do mesmo tormo de Sobral.
Appareceram as praias do Pecam al-
guna reslos de uro navio naufragado, que ALFANOEGA.
forlo aprehendidos e postos em deposito Rendimento do dia 12.....23:098,758
pelo subdelegado de Siupe Joaquim Itodri- Descarregam hoje 14 dtjulho.
gues deOliveira. Barca franceza Josiphina vmbo e azeite.
Foi preso em Piracuruca, ua provin- Barca americana John l-'arnum merca-
cia do Piauhv um tal Francisco Domingues dorias.
criminoso de morto em Sobral, ou villa Vi- PaUcJio amoricano Loper farinlu e bo-
cosa por diligencia do digno juiz municipal lacbinhas.
respectivo Dr. Antonio "de Sousa Mondes Brigue iaglez -- Nonpahel bacilbio.
recommeodaclo dottxm. Sr. Dr. Silveira da Brigue sueco Franktim dem.
Mulla,"! cuja energa e desejo de perseguir Briguo austraco -- Persaano farinha de
o crimehe dovida mais esta prislo do um trg0
criminoso, mesmo tara da provincii, Barca ingleza -'- Linda mercaduras.
ro iiontem enconlrgilo casualmonte Barca ingleza /06er l'annic ferro o o
por detraz do camiturio dsta cidado um resto,
cadver j desfeito, pendente do urna corda laipoVtaC4tO
amarrada a un csjueiro, dando todos os m- i,,rCa americana John Far'num, vinda de
dicios do ser o resultado do um suicidio. O piuiadelphia, consignada a M.tbeus Austin
Sr. chele de polica interino avsalo dessa & Companhia, msnrfeslou o seguinle :--83
occurrenCis, tai immediatamonto a aquello caixas o 17 fardos tecidos do algodlo, 300
lugar com o medico o Sr. Dr. Carrcira o barricas bolachinha, 750 ditas farinha do tri-
com o esctivlo, e depois de proceder ao ne- g0 507 |(arriz brou aus con3gnalarios.
cessano exame, e de < reconhecer, tanto B,rca francela j0,ephina, vinda do Havre,
pelos rostas da roupa, quo torio oncentra- consgnaaa a Shan iluq.& Tobler, maniles-
dos, como pelo organismo do cadver, quo lou gegUiao ao c,jXas yinbo ; ao ca-
er, elle de mulher, manJou lavrar do ludo pii0 90 barricas Tarinha, 210 pipas, 33
uto o competente auto. meias dUa3 0 35 barrjz VI1UU 50 ujlos azci.
A gumas pessoas qneassutirami esta t0, lo ditos o!o de linhica, 50 caixas sa-
nvestigaclo suppOe ter reconhecido na- blo e 20 Tardos alfazoma a.Mc. Calmontci
quelle cadver urna escrava do* Sr. OJonco Companhii
Segismundo que desjpparecen I das. COiNSULADO CERAL.
NaParahyba tomoa posse ds administra- rtendimento du dia la 11 .11:482,216
cao da provincia o Exm. Sr. Dr. S eAIbu- |deB do dia 12......... 987,8'iii
querque no dia 3 do crrenla, tendochega-__________
do no antecedente. I I2;470 112
blico, na mesma loja recebe-se bilhetes pre-
miados em troca doa que tem a venda.
Noto -ortim<-ufo tic fn/rn .,,..' lojacln na rio Crespn. 6.
O 'Iplnno dos Anjos Tencua, embarca Corte? rl? cassa chita fraceza, de efires fi-
pira o Rio de Janeiro a sua escrava criouli XBs, por 2,000,2,400 e 2,800 rs. ; ditos de
do nomeMicliaella. cambraias deselpicos, a .1,600 rs. ; cortes
Luiz Feruandes do Moote, rera-sc para de chita de bom gosto, s 1,920 rs., com 12
ra do Imperio. ... .. covados; eassas de quadros para babados,
-Roga-se eucarecidamenf) ao mou dig- com 8 i,a, a 2,400 rs., a peca ; alparka d
no Emprex.no do Theatro de Apollo que cord3o muil0 0na a m r c*ytdo n
emproveito seu o do publico, Ihaja de des- rauiUs outras fazomlai por barato preco.
tribuir a parle de Antonio Conti no drama _.
D. Mara de Alemcastro, ao snr. Mallo, recen- Alnrt ninN peclilncha.
temcnlo chegado a esta Cidade, aflm de ovl- Corte de casimira preta, fina, por 5,000
tar os aplausos de infinlirii, como aconte- ; li'os de coros, il,M0ri, ; brimbran-
ecu na noite de 12 do correte, com a can- co, trincado delinho, 11,800 rs., o corte do
tada e decantada Polcha lll!7. calca; dito escuro, a 1,600n.; ditodelis-
Pede-se as lllm Sr. Emprezario do trai, a 2,000 rs. ns rut do Crespn. 6.
. _-.t- .,. ,____& I,'.. ,.| II (l :, IVlllfnilll
fiavioi entrados no dia 13.
Par 13 dias e 8 horas, da Parahiba 14 ho-
ras, vapor brasileiro Pernamoueana, com-
mandante Otten. Passageiros Luiz de
Fraooa da Costa Spinola, Raymundo An-,
tunes deOliveira, Raymundo de Macedo .
Pimental, Jlo Antonio de Hollando, Jos The?.ro. *f Apol o, que i parta de Antonio aiiilnj f< ntnia.
Alves Fern.ndes, Jlo Antonio da Cosa cnl^do,>'" """ Alemcastro, no Vende-se fyinha fon .ni em barr.cas .
Fernando, Joaquim Ferreira Soares.Fran- sfja dostnbu.da, como por ah dizcrn, ao muito nova ed^e superior qualdade^a tra-
cisco Correia da Silva, Luiz de Franca c,n,or d? I'olcha, mas sim ao Sr Moli, ou tar com Manool da Silva Santos, noarma-
Pinto do Carvalho, Augusto Muuiz da Cos-,Anloni Max"uiano da t03111. zemdoAnnes, no caes da Alfaudoga.
la, Jos de Azevedu e Silva, Bento Jos Um F.peetador. i Vende-se urna casa terrea com quintal
da Costa, Antonio Alexandrino Lima, I -l'ede-soao Sr. Cuimarlos Emprozaro o cacimba : na ra da Guia n. 23; a tratsr
Francisco Fernandas Lima, Ricardo Ru- o Theatro de Apollo, que do mai oir algu- na ra da Aurora o. 32.
gers.o aiudauta do guarda mor da al- ""dea parto do Antonio Canli, ao dezen- Vende-se um lindo civallo cinzento,
fandega, 2 guardas, 1 pratico e 4 mari- toado Cantador da polcha, e aborrocido do com as melhores marchas : pira yer na es-
nheiros, 2 cadetes, 1 ex-soldido oles- iM de l'orrar". em ao Sr. Mello, ou ao tribana de Antonio Sawer, na ruadiCnia.
crivo i entregar: para os pollos do sul, Sr.Costa, por si-rcm muilo mais agradaveis, --Vendem-sequeijos londrinos, prezunto
Dr. Ignacio Francisco Silveira da Mota do 1ue borrador Fr. gil. ing ez, toucinhc.dito. Islas com bolacbnhas
Dr. Antonio Flix de AvollosCos de Bri- "um 1U> "<"> P"-* Theatro. mglezas; ditas de soda om caixas bucetas
-- Roga-se a lllm. Senliora 1). Mara Leo- com ameixas francezas, conservas inglezas,
.1.1 .1 l>.. ,U ;_n..:. .... <_ <-<.-_____*__ t itlaksl IVunrminc (Inuur.liiliiuioriilltsu lal m_
Cooomunicado.
DIVERSAS PROVINCIAS.
RenJimento do dia la 11 ...
719,608
31,342
Tendo sido successivamente injuriado o dem do dia 12.
calumniado em o Recreativa, peridico que
desde Ojprimeiro al o ultirac numero nlo 783,950
deixou-deferir-me atrozmeale, jolguei que
llova chamar responsabilidsde um dos Exportnco.
seus artigbs, aflm de que certas possoas, p,0 de Janeiro, escuna brasiloira liara
quepareciio goslar muito desso perioJico, Firmina, conduz o seguinte:^- 37 caixas,
nlo interpretassom mal meu silencio. Tan- 18. barricas e 400 saceos assucar, 7 bocetas
la audicil moslnvlo os escriptores desso o 200 barriz doce, 2,540 meios de vaquetas,
peridico, quo suppuz, que o cinismo lhes 25saccas algodlo, 1 caixlo U3espatndo-
desse coragem bastante para que o autor res, 1 caxa 1 pedra do llltrar agoa, 12 bar-
do artigo denunciado so apresentasse deseo- riz com 450 caadas de espirito de agoar-
berto; mas nlo: o autor desse artigo nlo denle de 36 graos, 4) ditos com 240 libras de
ilescancriii scnlo depois que com promessas, I doce de calda.
quenflocumpno, comprometteu um pobre! Lisboa, barca portuguoza Ligetra, de 361
homem, que nlo descobrio as palavras do i [2 tonclladas, conduz o soguinto : -- 2,265
emlssirio a lingoagem da!perfida; e mesmo saceos, 7 barricas o 13 caixas com 13,719 ar-
assim, recelando quo o juiz nlo aceitasse robase 7 libras de assucar, 46 barricas ta-
a responsabilidad i desso hornea), por tar
elle declarado o engaoo em quo cahira, om-
a cntreKar.----------------------------------------
Can.araBiTip 21 horas hiato hs-allatm O nu grande Admirador. --\ende-se urna vacca panda de poueo,
mSVm do 33 tanoiada mesteMa!' PcJe-so ao Sr. Cuimaril, Emprezario ,l' '"toira eacosMmada a o pisto, e ove-
noel Fernandos de Son a equipagom 8* *0 Tnt. do Apollo, naja do d'.r a Jarlo de Ihas Paridas de pouco: na Solcd.de sitio do
carga madeira, assucar e esleirs Antouio C.mt aoSr. Cosa, por ost.r muito >r. llercul.no.
Nautat lahtdoi m me Rio Grande d Su -"surnTca ras uiira Hr- a Sc"Qora ** Leopoldina. Por M. Bru, com 60 e tantas cartw, vida de
mSmmSSnmuSaS^aai *** do Sr. Gmmara. >us <:hristo, vi 1. de S. Vicenta e virios
u SV^tlul VtmlZtm- -'eJe-soioSr.Empre.zariodoThoolrodo compendios par. as aulas, por menos do
W^BSM^SJSk1 pollo, que de a parlo do Anlonio C.nt| ao I utr. qualquer parte : na ru. do
Rio de Janeiro brigue hespanhol Recuno Sr Me"0' u a0 Sr- Cost9' |UeSp0 n" }',, Min ,nr,,.rfn,
// canillo I B (ale caria narln da ana llum que vai sempre ao Apollo. franjas pata cortinados.
truxe B- c- l8nd0 nesle -*** n- 151, um! Vendem-so franjas para cortinados, de mu
Porto barca oorlueueza S Cru- canino """"ci, em que um annimo o convida a ll",Jos pad'Oos, por menos preco do qua em
uLool^^o'^J^ll P..r o.qno.lhoUa. Sat,sfcr no priOCi- J"' WJlparta : na ru. do Qu.im.-
care mais gneros. Passageiros, Antonio P' "J"ro do correnle snno, roga io, luJa do miudezas n. 16.
Joiquim I'erroira de Souza, Antonio Fran- 'utr d0 mesmo annuncio, queira nlo so, Hiuduai baratas.
cisco de Azevedo Campos. declarar par esta mesmo isrio o seu nome Caixinhas do aguabas francezas, a 240 rs.;
Lisboa barca porlugueza igeira, capillo ln'olro- como lamboinde assign.roannun- carleirinlias com ditas, i 300 rs. lindascai-
Antonio Joaquim Rodrigues, cargaassu- c.io, e multa espocialmonta do declarar a o- xiitaas com grampas, a 240 rs.; carspucas
caro algodlo. Passageiros, Manoel Fran- '.eein ,e, : ?allsr8llM estas condi- de seda preta, para homem, a 480 rs.; dilss
cisco de Paula Cavalcanloe Albuquerque. Cos, o indicado pehs letras iniciaes B. 1.1para meninos, a 400 rs.; tacas de lia, p.ra
com sua familia, Anlonio da Silva Ramos, ,'tr,lsra "ndiatamcnta d" mandarsatis- senhoras, a 1,000 rs.; luvas dntrocal, pira
Dr. Ignacio do Harros Barrlo, I). Antonia r,,er, nnunciante.
Maria daTnndade Vieira e Jlo Bernardo ~ Roga-se encareciJamenta a Mima Ca-
da Hoza. ', wtra niunicipal dcsto municipio do Recite,
Rio de Janeiro '-escuna brasiloira aria Firmina, espillo Jezuino Jjs de Souza, P0SS1VC| tambrarem-sc do mandoidemolir
carga assucar. Conduz 4 oscravos a en- uro telheiro quo existo na praca docapim,
tregar, : por muitos motivos, tanto pelo atarmosea-
ObservacOes | mont, cono mesmo para tirar dali um coi-
O patacho americano'Justina, capillo B. ito de oscravos que exista da e noite.
W. Bosovck. seguio boje (13) para a Baha, I agradecido.
com a mesma carga quo t-ouxe.
Fundeou no lameirlo bojo (13) a barca a-
mericana Ucrmand para acab.r do carro-
gir, conformo a ordem do govorno.
No dia 12, nlo cnlrou e uem sabio em-
barcarlo.
EDITAL.
penhan-se com amigos meus psra quo eu
dosistisse do processo, submettendo-se o
circulo, donde parlilo os insultaseis mais
vergophosas condicAes.
Vendo a declaradlo espontanea do Sr. Jos
dos Sanios Torres, publicada no Diario de
Ptrnambuco, suppuz que elle se livrari. do
compromettimento a que irrcfleclivamenlo
se expuzera,' por quanto me pareca que a
responsabiiidade, por elle assigesda, nlo
devia ser idmittiJa em juizo, visto que, an-
tes de ser exhibida pela Sra. viuva Rorai,
oSr. Torres havii dito pela imprensa que
essa responsabiiidade deile tari subrepti-
ciamente obtida ; mas o Sr. juiz'municipal
supplenteda primeira vara nlo quiz estar
pelas razos allegadas pelo advogado doSr.
Torres, e admittindo essa responsabiiidade,
;^p,7ptrdrrperanrcTd,a0da,o*So^ rddetdo0.Ur.0|on0lgr0,!nnm5hd ^' f
r. chamado Antonio m^nem in^^^01pU0c.-ta,-m8nl "
Todos sabem que o Sr. Torres nlo he o
autor do artigo denunciado, e que nenhum
interesse tlnha do olTeoder-me. Em minh.s
mos para o authognpbo da reaponsabili-
dado, dado por um desses miseraveis 10 Sr.
Torres san servir-lho de borro : esse au-
thograpbo he escripto pelo proprio punho
do autor do artigo denunciado, cuja letra
be eonhecida. Confosso que o artgo^al qusl
foi publicado, nlo ha desse ente abjecto,
que o rabiscra, por ser incapaz deescrevar
dual linliis que, sem correcclo, posslo ser
lidal; masbasti-mo sua intenclo, pira que
o considere como seo responsavel, sem
qne por isso dimir*' para mim o coq-
eeilo quedelle sempre liz. Conllevo bom
esse calumniador, e lodos aquellos que nes-
se peridico, a troco de entradas gratuitas
no theatro de Santa Izabel, e at por di-
nhoiro, tanto me maltratarim por suppor-se
3uo eu era quem palenleava as infrac^Oes
o contracto celebrado pela empieza da-
quelle ibeatro; e coiiheco-os, porque ellos
slo lio cobardes, que nos momentos de
aparto se denunciavlo
\. Nunca tive a intenclo de retar em prislo
esse pobre homem, que so delxou illulir,
como elle mesmo diz em seu communicado,
publicado do Diario de l'ernambuco do boje :
se prosegu n. denuncia, so foi para tornsr
bem patete o procedimenlo daquelles que
me insultaram, contando com a impunida-
de, que em nossa ierra quisi sempre encon-
de Castro, cojas circunstancias prometi u
torswt, de 1 do correnle, publicar em outro
numero,
O racimo jornal, de 20 do passado, publica
a scguinies noticias:
MAP.ANGUAPE.=Bscreve-nos d'lli:
" Acha de acontecer aqu uin assasslnato
Um T! de ,0, Juuario, por um mo-
1,.,'"'i o que prova o pouco temor que
liVh. m'netter crimei. Jos Jamarlo
una mandado o lilho procurar Irabalhadores
dr ,V,lpinb" "oz, e loado eite Ido casa
d vi-? "?' P,r* "' "a, chegou o fllho
randa ? '"""'l de JanuaFlo) e Ira-
facad. i8.." ,MeJ '1"la correodo urna
a ralo f!nS "<"" <> P^e aparar con.
oUSm' logo emnte ferldo com
dcaul?rT. *reor repeli. Nao fodendo
caa ...'-.' "cUn>a correa em procura de
de nerto ? qUe ,eu dversario o segua
Ocr?i,,*?,DMd' deum ,nelno
colza o Si ,de 1ue 'l'ou erl-lo na
facad'as ,2.e J*.nuarlo espirou logo das
GRA!,lAOU,r? ferldo do Uro....!
um velho sejaVpn.V,i'T!n',,oi <>u Proproorla1 fo1 coinroellldo cm sua
ijun. .|^a'.,T^''V^naf"<;Dd,' P"*'-
'aeada. do, .[ e c,u<:lmeote acansinado i
'he eiiava 6... ?ueldo um vltinho que
"* Pl 10 t ,,Deu?? tio- U'"a "t
pioca, 18 taboas de costado, 307 saccas com
1,628arrobas e 2 libras do algodlo e2cai-
xotes doce.
Porto, barca portugueza S. Cruz, de 300
tonelladas, conduz o seguinte: -- 22 caixas,
1,381 barricas, 025 saceos e 5 caixas 15,093
arrobis e 9 libras de assucar, 150 quinlaes c
170 paos latajuba, 4 paos angico, 1 sacco, 2
barricas e 1 lata farinha de mandioca, 2 cai-
xas esp.n.dores, 371 couros seceos, 1 sacco
tapioca, 6,500 ponas do boi, 20 arrobas de
ossos, 2 caixotes doce, 1 caixa orlos, 2 bar-
ricas metal velho.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 12......463,127
CONSULADO PROVINCIAL.
Idom do da 12...... 2:261,252
PRACA DO RECIFE, 12 DE JULIIO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista stmanat.
Cambios- Os saques da semana regularan.
de27l|2e27 ij4d.por l|ri.
AlgodSo- Vicrain ao mercado ualcaucnte
281 saccas, que foram vendidas.
5,00 rs. pac. arroba do de pri-
meira soru, e a 4,000 ra. o de
segunda.
Assucar As entrada, foram limitadas,po-
rm as vendas foram avalladas,
ou consequeael. do deposito,
br.aco, ouANuriedo e ens.c-
cado vendeu-se de 1,750 a 2,400
ra. por arroba, o o ssuucavado .
, 1,430 rs, por arrobo.
Couros-------Venderam-se a 110 rs. por libra
dos seceos salgado..
B.clho O mercado ioi supprldo coin
dous carregan.entos, sendo ura
de Noroega, que se vendeu acer-
ca de 5,00o rs, por quintal, o ou-
tro de San Joao.que obteve 7,000
rs. Vendcu-se retalbo de 7/ a
8,000 rs. por quiutal, e doran,
em ser 5,500, quintaxf-
Canella Vendeu-se a 700 rs. por libra.
Carne-sccca- dem de 2* a 2,400 rs. por arro-
ba. O deposito monta a 45,000
arrobas.
Carv. dcpc'd.- dem a 5,500 n. por tonelada.
l'i. de trigo- Tiveuos esia semana nore c.r-
regamentos, dos quaesdous se-
guirn, para o sul, c sele eolra-
rain p.ra o mercado o andan,
por 7,000 barricas. Ilincarrcga-
mento de Trlestre obteve 18,000
rs. por barde*: rcialhou-sc de
II 19,000 rs. conforme qu.li-
dadt; licaudo tm ser cerca de
9,500 barricas.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, ein cumprlinento da reso-
lucao do tribunal administrativo do primelro
do correnle, manda fazer publico, que .10 dia
17 do incsmo val Dovamcnlc a praca para ser
arrematado perantc o mis.....tribunal aquem
mais der seis moradas de casas, que couberau.
a fazenda provincial cm pagamento do sello
da heranca no inventario de Joaqun. Luiz de
Mello Carioca, e que na conformidade da Icl
foram adjudicadas mesma fazenda publica,
sendo quatro na povoacao dos A focados nme-
ros 24, 2ti, 28 e30, avalladas cm l:000,i>00 rs., e
duas na ra dos Pocos ns. 15 e 17, avalladas
cm l"ii,0iin rs.
Os concurrentes comparceam no dia cima
Indicado ao mcio-dla qa sala do-mencionado
tribunal.
E para constar se mandou aluzar o presente
c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fa'cnda provin-
cial de Pcrna.nbuco, li de julhode 18SI.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaro.
Declara edes.
O vapor Pernambucana recebe
smalas para os portos do sul
hojo as 4 horas da tardo : as
correspondencias serlo rece-
bidasat 1 hora, e dotfois dessa pagarloo
porta duplo at a entrega das mesmas, nlo
sondo rolacionodas.
-- Cartas seguras vindas no vapor Per-
nambucana, cbcgadohujo 13 do corrente mez
para os Srs : 1). Auna Porfecia do Sacramen-
to, Francisco Jlo de Barros, Luiz Jo3 Pe-
reiraSimOes.
19
Avisos maritimos.
-- Pira o Aracaly saheei.iprelcrivelincnlc
a.t uliiii do correnle por J ter parte da carga
engajada o hiale nacional Anglica, quem n'clle
quiser carregar, ou ir de passagem dirija-sc a
ra da Cadeia do Ilecifc n. 40, primeiro c se-
gundo andar.
Pan o Rio de Janeiro, sogue por estes
dias o brigue escuna nacional Olinda, s po-
de receber alguma carga miada,atoraros e
passageiros : trata-so com Machado & Pi-
nheiro : na ra do Vigario, ou com o capi-
llo Manoel Marciano Ferreira, na praca do
Commercio.
PARA A PARAHIBA sahe cm poucos
dias,' o veleiro Hiate Espadarle : quem nolle
quser carregar, ou ir do passigem, dirja-
se a ra da C.sdeii do Recita o. 23. a tratar
com Antonio da Costa Ferreira Estrela, ou
com o Diestro,Victorino Jos Pereira, no Tra-
piclie do Algodlo.
Leiloes.
.1_______________
Ocorector Oliveira far leillo, por or-
dem de llenry HnII, capillo da escuna in-
gleza-Rivil-por conta e risco de quem per-
tencer, e ein presenta do 8r. vice-consul
de S. M. ti., dos mnstros, maslaroios, vorgas,
panno, moetoens, cordoalba, e todos os
mais perlences s.vados da dita escuna, in-
clusive qnalquer porclo que do casco d.
mesm. poss. salvar-sena prala'do bru
contigua a esta cidade; onde foi ltima-
mente naufragad!, na sua recenta viagem
p.ocedente d. Ilha de Ascenslo : terca-fei-
ra, 15 do correnle, as 10 horas da manhl,
no trapiche do angelo ondeos pretendenles
podem ludo examinar com anticipadlo.
llenry Gibsonf.rt leillo, porintervonclo
do corrector Oliveir.r de grande variedade
de facendis inglezas as mais propri.s do
mercado : sogunda-foiro, 14 do corrente,
s 10 horas da manhl em ponto, no seu
anualom : ra dacadoia.
-- Desappareceu hontem o oscravo criou-
lo do nome Lucas, de idado do 25 anuos, ro-
tarfado c muito barbado, as pernas um tan-
to tortas embaixo : quem o aprobender le-
ve-o a ra do Collegio, segundo andar n.
31, ondeser recompensado de seu trabalho.
-- A possoa que comprou na casa do livro
azul o ilion) bilhotc da buena de N. S. do
Livramento n. 191, lirmado as costas pelo
Sr. Silva, 1 ic 1 o obsequio de o levar na mes-
mu casa, pois que tai vendido por engao.
Offerecc-se urna ama branca de muilo
boa cou.lucta para todo o sorvico do urna
casa do homem solteiro : quem a pretender
dirija-so a ra da Seoztlla velha 11.116, ou
annuucio ror esta talba.
Precisa-so de um menino do 12 a 14
anuos para caixeiro : no aterro da Boa-vis-
ta loja de cora n. 73.
Peraule o lllm. Sr. Dr. Juiz do direto
da primeiru vara do civel, vai a praca no
dia 15 do corrento, as benfeitorias que exis-
te em um terreno, no lugar do Barro Bai-
xo, quo lio um caixlo do pedra o cal, avah-
ado por 200,000 rs., por execuclo da irman-
dade do N, S. do l.ivramonto, contra a Viuva
e herdeiros de Filippe Anselmo de Farias,
escriro Baptisti.
--IGNACIO DE BARROS BAI1RET0 JNIOR.
retira-se para europa, e n,1o podendo des-
pedir-so pcssoalmonlo de cada um de seus
amigos, pela presteza de sna viagem, fal-o
por recio deste, olTereccndo-Ihes ali o seu
diminuto presumo.
-- A peisoa que no dia 8 do corronlo, an-
nunciou precisar do tabois vellias dirja-
se a ra Nova o. 9, quo achara uns caixOcs
grandes, por prec.o commodo.
Precisa-sede urna mulher para ama de
urna casa de homem aplleiro : em casa do
Russel Mollors & Compauhia, na ra do
Trapiche.
- Precisa-se de urna ama furra, para o
semen do urna casa de familia : na ra Di-
reita n. 63.
'--^Precisa-se de 175,000 rs. apremio,!
d-s firma de garante quem quizer dar,
ai,nuncio.
Roga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmarlng. de Vascur.dr), que sa acha hnje
advogando em Goianni, que mande pagar
sua letra que se acha vencida a anno e meio,
o qnjl nlo ignora aonde : em quinto o nlo
lizer ha de ser lembrado.
Alugi-se um sobrado de 2 indares as
ruassegaintes : ra Direta, ra do Livra-
mento, piteo do mesmo, rui do Queimido,
ra do Crespo : quem tiver e quizer alagar
dirija-se a ra da l'raia n. 55.
Lavi-so e engomma-se com toda a por-
taiclo toda a qualidade de roup. : n. ra
dos martyrios n. 9 ; na meima casa ha urna
ama para se alugar para casa de homem sol-
teiro. .
Comprafi
Compram-ac blcos e rendas, estreitos, fel-
lo. n. trra, porm al o di. i3 do correle:
na ru. Nov. n. 03.
Comprajii-se os utoncilios necessanos
pan faier velas de caruiba : na ra do A
raglo a. 10.
Compram-so 2 lencos de lavarkito, de
cambra de linbo : na ra do Trapiche 0.
IV-, om casa de Jos Teixeira Bastos.
Compram-se 40 a 50 pos de coqueros,
para mudar: no becco Largo, ven la de Ber-
nardino Rodrigues Craqozo Costa, na es-
quina que vulla para a ruada Seozalli Ve-
nia, ou tonucie.
compra-so um pequeo ilio, com ca-
sa de Uipi em Bibiribe, Vanea, ou noar-
rebaldes de Olinda : na Boa Vista ra dos
Pires, casa n. 42.
Compra-so urna oscravl de 18 1 2510-
nos, de boniti figura e possinlc, sem delei-
tas : in rui do Araglo n. 10. ^^^^^^
T"
Vendas.
senhoras, a 1,400 rs. ; ditas, a 1,000 e80i)
rs,; para meninas, a 240rs.; lindas caixas
de vidro, a 1,000 rs,; maracas com tres to-
ques, a 210 rs., e outras mais miudesas no-
vas e por menos proco do que em outra
qualquer parte : na ra do Queimado- ri. 16.
:~.o:::,;.....mhm mmmitmmmmm
,~i l'aia iiiius-ns. jfc,
ii Chapeos enveris utas p.r. p.gens, fe
. do tarma mu loma, e do superior qua- .tj
S lidado : veudem-so no puteo da ma- a%
ta triz, loja de sirgueiro n. 2. a}>
Vtnile-se farinha de niaiiili-
oca, de superior qualidade, recen-
icincnie cliegada de Santa Catha-
rina, a menor preco do que cm
outra qualquer parte : tratt--.se a
bordo do brigue -- Novo Lobo
defronte do caes do Ramos, ou
com Oliveira l'aiva na ra do Trapiche escriptoriu
n. 5.
Vcndem-se esleirs muito boas, nlo s
pola boa qualidade, por serem dobradas,
como polo seu tamanho, ptimas para su
Icr em urna sala : na ra do Livramento, lo-
ja n. 11.
Vendo-so um terreno no lugar doCi-
quia, denominado Cassote, e timbem tro-
ca-so o mosmo terreno por casa, ou escri-
vos : trata-so na ra da Florentina n. 3.
Vondc-so urna porclo de taboas de lou-
ro ealguus pranxes de amarello: na ra
da Florentim n. 3.
-- Vendem-se 2 lindas molatinhas, sendo
1 do 18 anuos, quo coze muilo bom e en-
gomma, est grvida de 4 mezes ; I dita da
111..111101 muito alvinha o qua coze muito
bem; 3arelas quo cngominam e cozlnham;
2Jditas irois quilandeiras; 2 ditas de meia
ida !; 2 ditos de meia Jada, bons ganhado-
res ; I dito de elegante figura, boai para
cadeirinha obotn gauliador; I dito de30
anuos, que so vende muilo em conta por tar
defeilo : na ra da Cadeia do Recite O. 51,
primeiro andar.
rara pitillo*, a 1,000 rs.
Na taja da ra do Queimado n. 17, ven-
dem-so casemiras de cores mescladas, pro-
prias para palitos e sobrecasacos, pelodi-
minuto proco do 1,000 rs cada covado, o
alpacas mescladas, a 800 rs., o covado.
Na ra das Cruzas n. 2_, segundo an-
dar, vende-se una lu la escrava parda, quo
engomma liso, cose chlo e lava de sabio, e
I dila cabrinha do linda figura, que ongom-
ba bem, cose chlo, cozinha, Uva o faz ron-
da; 1 pardo do boa figura, muito liel, pro-
prio pura todo servido ; 1 bom escravo ca-
noeiro, proprio para todo servigo, tem boa
conducta o he muito pocante.
Vendem-se 200 formas de 6, 8, 9 e 94
em livra, para fazer velas de carnauba : na
ra da Cruz do Recife, venda n. 32.
CDDE DE PARS.
Km lo Collegio 11. 4.
Novo sortimento do chapeos de sol, para
homem e senliora, a sabor : -chspeos de
sol de teda, armadlo de b.Uia, de 4,500rs.
para cima; ditos ditos para senhora, d-1,010
rs. pin cima ; ditoi de panno lino, de ir-
miJo de baleia o de ferro, de 1,800 a 3,900
n. ; ditos ditoa de armico de junco, do
1,200 1,800 rs., tojos limpos : grande lOt-
timenlo de sedis e pannos, em pecas para
cobrr os mesmos, balei.s p.ra vestidos e
espartlhos doaenboraj. Conoerlam-se to-
das rs qualidades de chapeos do sol, tudo
com poi i'oiclo o por monos piogo do que om
outra qualquer parte.
Ven lo so a bem acreditada taverna no
Forte do Mallo, ra do Cordonix n. 7, bem
afreguezada, lantopsra o malo, como para
a Ierra, o motivo porque se vende-he por
Na rui da Aurora n. 31 vondom-so su-lseu dono retirar-separa tratar do sua sau Jo.


*-
mmm
km*
Deposito de cal e potassa.
No ariiiaem da rua a Cadeia do hecire a.
12, ha mullo superior cal de Lisboa cm pedra,
assim como pouuaa chegada ltimamente a
preco muito rascareis.
Algodal para nacco*.
9 Vende-se millo bom algodSo pira 9
*> saceos de assucsr, por preco cotnmo- l
* do : em casa de Ricardo Royle, na 9
9 ra da Ctdeia n. 37. 2
** 2
Vendo-se a Uveroa o. 8, da (ua do
Hangel, mijito nfreguezada para Ierra e pa-
ra o mato, o muito ventajosa, uSu s pela
elegancia da armac.ao, como por esta per-
teucer a casa o ser commodo o Bluguel: Ira-
ta-se no mesmo cslabolecimento.
GH AXA ECONMICA H MASSA.
Do Insigne fabricante americano. James Ma-
sn. A sua compoaico be feita de proposito
liara lustrar cora agua e conservar o lustro,
tanto de invern como de veri; a grande
vaolagcm que ha nesta grata he a cooaervaco
do calcado, e luslrarein-se os sapaloa ou bo-
tins anda inclino uiolhados, e urna pequea
lalta aturar uiais de que tres boldes e cusiar
menos do que um. Vendc-se eiu barricas,
ou porcab de dusias, no armazem de Vicente
Verreira da Cosa, na ra da Madre-de-Deos.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra to Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
checada ultimamcntc de Lisboa
na Larca Ligeira.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na liahia.
Vonde-se, em casa deN. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodao transado da-
luella fabrica, muito propno para saceos de
assuear e roupa de escravos, por preco com-
modo.
f Af f fff f ffjfffff?
Arados americanos.
j^ Vendcm-se arados americanos ver- ^
;;> dsdeiros, chegados dos Estados- <
^ Unidos : na rus do Trapiche u. 8. <;
A>A*Mft*A h&mm
Vende-se superior coguac velho, em
barris de 13a 34 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, leudo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa de J. Kel-
ler ti Companhia.
Cera de carnauba.
No srroazom de Domingos liodriguos de
Andrada rosn. 5, vende-se **ZSgM cera de earuau-
ba, uitimamenle vindas do Aracaty, em
purcito e a retalho, por menos preco que
em outra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Veode-so ou srrenda-se, urna casa de
pedra e cal, sita no Montuiro, com terreno
para plantar e com arvoredos de frncto, por
preco commodo : trats-se na ra dasTrin-
rheiras n. 48, primeiro andar.
Vende-so urna escrava do idade c do
iia<,no, boa lava Jeirs e cozinheira : na ra
Imperial n 7.
CERA EM VELAS.
Vendem-se caixas com cera cm
velas da mais superior que lia no
mercado, lubricado em Lisboa c
no lio de Janeiio, sorlimentos ao
go'slo do comprador e por preco
1)418 barato do que em outra qual-
quer paite : trata-se na ra do
Vigario n. i Machado & l'inheiro.
Vcniciu-se as seguintes se-
mentes:
de anos, dlasde ditas inglesas, ditas de r-
banos encamadas, ditas brancas, ditas de ce-
bolas de Selubal, ditas de alfacc allainaa,
ditas re|iolhudas, ditas de cve trinchada, di-
tas de senoura amarellas, di las de chicoria, di-
las de cornil c> de loceira, ditas de salsa, dilas
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
cspfnafre, ditas de piplnella, ditas de aipo,
leij.io, carrapato de tres finalidades, crvtlhas
tortas e direitas, rabanctes rucaruados c bran-
,cos: na ra da i.iu/li. 46, dclioo-e do llr.
Cosme, Na incsma casa vendem-sc JJaVijns in
glezes muito frescaes.
Camlmiins de seda, a fi,ooo rs,,
o corle.
Na loja do CuimarSes & llcnriques, ra do
Crespo n. 5, que Tolla para o Collcgio, ven-
dem-sc ricos cortes do cambiaias de seda,
pelo barato preco de 6,000 rs o corte, esta
fazenda he de gostos inteiramente novos.
Arados de ferro.
Na Cundic&o da Aurora, em S. Amaro,
vendem-sc arados de ferro de diversos mo-
delos. .
.M< ir i lila- superiores.
Na undio.io de C. Starr 6: Companhia,
em s.-Amaro, acham-sc venda moendas
de caima, todas de Trro, de um modelo e
coostruccSo muito superior
lioinbas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para* cacimba :
na ra do Jirum ns. C, 8 e io,
lundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vcndem-se arados de' diversos
modelos, assim corno americanos
com cambao de sicupira e bracos
de ferro : na fundicao da ra do
tirum ns. 6, 8 e io.
9 Vendc-s un traversa da Mu- j
4t dre-dc-Oeos n. 5, clid preto +
ilr superior <|uullilndo,e tam- fr
beui do fnniado ponta lira uta.
Eala qualidade de cha est sendo fe-
ralmente preferida ao cha verde, ou pe-
lo tenos taiendo-ae uso dellea mistura-
ales ; e Isto em virtude nao lmente do V
eu agradavcl aroma e sabor, com por- ?'
que be boje inconteatavrlinente reco- 9
nbecido, que o cha prcto nao ataca o J
sjsteiua nervoso, ao mesmo lempo, que ?-
1 possuc todas as qualidades benelicas do ?:
* cha verde,
Vendcm-se relogios de ou-
ro c piala, patente ingiez : na ra
da Sciualla Nova n. 4a*
Veodem-ne amarras de ierro : na rus
da Senzalla nova n. 43.
Moinlios de vento
eom bombas de re pucho para regar liortas
d bailas de capftu : vendem-se na fundieflo
de'Bowman rate. Callum, na ra do lliuui
ns. 6,8 e 10.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
N ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias par* uceo* de assuear e, e roupa
escravos.
TaUxas para engenho.
Na fundieflo de ferro da ra do ilrum,
acaba-se de receber um completo sortl men-
t de laixaa de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promplidfio embarcam-se, ou
carregam-ae em carros sem despezas ao
comprador.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
IIUA DA SENZALLA NOVA .Y 42.
Reste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa
ra dito.
-- Ent casa de J. Kcllcr Sl Coiu<
paiilua, na ruada Cruz n. 55, acba-se a ven-
da o excelleoto e suparior vinho tte Bu-
celia, em barris de 5.*, he muito recom-
mendavel as casas eslraogeiras, como ex-
cellente vinho para pasto.
No ariuaiem da ra da Moeda n. 7, con
tinua-se a vender sarcas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e opreco
em conla.
Couliuua-ae a vender agoa de fazer ao
cabellos e aulssas prctas : na ra do Qucimdo.
leja de ferragena n. 31.
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
umet.". Companhia, acba-ae conitantemenlc
bons sortimentoa de taia de ferro coado e
balido, lauto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para aniuiaes, agoa, etc ,
ditas para armar cm madeira de lodos os l-
mannos e modcllos o mais moderno, machina
lioiisoiii.il para vapor, com forca de 4 caval-
loa, coucoa, paaaadeiraa de ferro eatanhado
para casa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, cscoveus para navios, ferro ingles
Unto em Larras como era arcos folbas, e ludo
por barato preco.
ViMidc-seJuiii grande sitio no lugar do
Manguinho, que lica defronle dos sillos dos
Srs. i.aineiro.s, com grande casa de viven-
da, de qualro aguas, grande scnzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque cobcrlo para banho bas-
tantes arvoredos de frncto: na ra da Con-
cordia.primeiro sobrado novo de um andar.
t tira radical.
' Deerysipela e iheumatismo, com encha-
eSo, ou sem ella, seja autigo, ou moderno,
preservativoVonlra roturas e quebiaduias,
sempre acharflo o uuico, e verdadeiro,
5,500 rs. a garrafa, e a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Chapeos de sol.
Itua do l'asseio, n 5.
Media fabrica ha presentemente
4.
rico
moscatel a M)0 dilo porto e feiloria engarra,
do a 480, dito de Lisboa em pipa 340,
diloFigueia a 200, serveja branca a 40o,
la prela a 480. genebra de Olanda a 330-
fe oioido a 200, dito aw orlo 160, carias
le. traques a 200, bolaxinba americana a
e modo de fazer eu uso, cura radj^j jjj> |,,ja.
testicolos, sem sofrer operacao/f nem a0|
aiguu.a, cura radical dos cs/\rotOSi sejam
carnosidades, erysipelas\- uu bydi oceles; a-
goas), os remedir^ pra t0d,s estas moles-
lias : "'Juoe-sc .-dente, no Rio de Janeiro,
na ra do SabSo n. 37, e em l'emambuco,
na ma do Collegio u. 18, botica de Peixoto
; Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer seu uso e dietas quo devem
ler as pessoas que dclles ilzcrcm uso.
Ventlc-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cb preto,
Chumbo de munico,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, ua ra do
Amorim n. 35.
Vende-se fardo de muito boa qualida-
de, emsaccas de 3 arrobas, vindo ltima-
mente de Lisboa, na bate Liytira : na ra
do Trapiche n. 17.
JNo deposito de espiritos, na
travessa da Madre de Dos n. 5,
acham-se a venda nova porrao de
garrames de verdadeira agurden-
te de cana : quem se quier pro-
ver desta boa pinga, faca-o quan-
to antes, que a safra se est lin-
dando.
Vendc-se cobre, e metal ama-
relio c pregos para forro de navios; por preco
commodo, cm casa de A. V da Silva Barroca
ra da Cadeia do Rccifc n. 42.
Casa de commiss3o de cscravus.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garanlias
a seus donos : na ra da Cadeia do
Llecifen. 51, primeiro andar.
-o***o^
sao feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sorlimenlo de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macOes servidas : todas estas azendavne a-
dem-se em por(8o e a reUlho : tambeni se
concarta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de soda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
oa mais fortes que se podem fabricar.
Vende-se maoteiga ingleza aova, a 610
rs., a libra; dila francvza a &60 rs., a libra;
cafo em grSo, a 160 rs., a libra; cha, a 1,930
rs., a libra ; dilo, a 3,400 rs.; sevada, a 100
rs., a libra; farinha do Maranhao, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 e 9 em libra,
a 3001s.; loucioho, a 340rs., a libra; quei-
jos uovos, a 1,500 rs.; bolachinha ingleza
nova, a 300 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a 640 is., a garrafa ; dito em ca-
adas, a 3,560 rs., e nutres mais gneros:
na ra da l'raia dofronte da riboita do pei-
xe n.1.
Pannos finos de todas as qua-
lidades.
Na ra do Crespo, toja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-so pajino Uno
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dilo azul, a 3,000,4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 3,800 rs.;
dito muito claro, a 4,000 rs. ; dito ci'ir de
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra |n eja, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,400 rs., e oulrss fazendas o mais
barato possivel.
Nova prilii ni'lia.
Cortet de caita chila, a 3,000 rs.; diloi de chi-
ta inlciros com 13 covadoi, a 1,600, 1,800 e
2,000 r.
Na loja da esquina da ra do Ciespo, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de
cassss chita, a 3,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800 e 3,000 rs.; ditos de cambraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes de colcte
de fustSo do ultimo gosto, a 1,600 rs e nu-
tras muitas fazeudas por preco commodo.
Per;as de ulgodaoziulio com pe-
quena toque de a v a ria a 1 200
i Ijiiii. 1800, cobertores de tapete
para escravos a 720.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vendc-se peas de algod3o-
zinho a 1200, 1600, 1800, cobertores de ta-
pete escuro r^-, ^iirvi> a 730. pecS dft
madapolfl'-j pira rorro 3,200, e otras mui-
tas fa^dii jas j muito acreditadas na mesma
lie tiio barato que faz admirar!
.\a ra doQueimado loja n. 17 vendem-se
pecas de riscadinho escuro com 38 covados
com pequeo toque de mofo, muito pro-
prios para vestidos de escravas a 4,500 rs. a
pees, chales de gurgurSo on cadarco a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de cambraia
de barra u 4,000 rs., catnbraias franeczas de
padres muito delicados a 640 rs. a vara, e
nutras muitas fazendas por barato prego.
D3o-se as amostras com pinhoros.
Vende-se um deposito, com 10 caixOes
para 6,00o* arrobas de assuear, 1 braco de
11 il.nica e suas conchas, uma;outra decimal
e 13 arrobas em pezos, tudo em bom esta-
do, por s servir em urna safra : na ruada
Cruz do Hecire n. 6, segundo andar.
IWallif9WyWiW=tWlW*aWaii
t.ailloi.N l'.lillllM l\ (J0ll)|)llllllil.:l
g Conlinua-so a vender no deposito
3* geral da ra da Cruz n. 53, o excel- |>
ijf I-inlee bem conceituado rap areia
preta da fabrica de Ganlois Pailhct& i."
. t Companhia da liahia, em grandes e ;),'
9 pcquelas porcOos pelo preco eslabe- $
tj lecido. U
^rc^mm". wumwmwmmm
A 495oo r-.. .1 pecu.
\i loja n. 5, da esquina quo volta para a
ra do Collegio, veudem-se riscadinlios de
cures lisas, pelo barato preco de 4,500 rs., a
peca, assim como casimiras do algoJSo, a
1,800 rs., o corte
300a libra, eaixinhaa com 50 charutos su-
periores a 1300, fcijao nulatidho a 540a
cuia, e das rutuulaa e um candleiro de me-
tal de doss luzes por commodo preco.
-- Vende-se para liquidar, urna porc,So
de forro de pinho por muito barato preco :
no armazem de madeiras na ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 19.
-- Vondem-se duas escravas, sendo urna
preta moca,que eoze, engomma, lava, cozi-
nba.e faz mais arraujos de casa.c urna parda
faaabeta asoca, com as mesmas habilidades,
isto para HquidacSo, por isso em conla 1 na
ra Lar-ga do Rozario, loja o. 35.
Vcndem-se fazendas baratas, di-
niii'.ii'o a vista, na loja n. a-
tras da matriz. .
Veos de linbo brancos, bordados com
flores
Lencos de cassa pintados
Ditos de algodao pintados
Ditos de dito brancos, para mininos
Uitoa do seda de corea, para senboras
Meias do algodao pretas, curtas
Ditas de dito;ditas, eompridee
lucos de linho brancos, vara 100, 80 e 60
Ditos pretos 120
Maulas de (jarea prela
Lencos de dita pretos
Ditos pretos de lafel, para grvala
Luvas para montara
Meias de algodao, para mininas
Dilas de dilo, para senboras
Hoi.ols, para mininos
Chapeos de palha, para senhoras
Ditos de pelo, para mininos
Chales de seda, para senhoras
Chapeos enverntsados, para rapaziadi
Pescociohos de fil de linbo, para se-
preco de 1,000 a 2,000 rs.; bonitas cliit
escurar, largaa, proprias para easa, pelo ba-
ratsimo preco de 340 rs., o corado, e o-
tras muitas fazendas, por procos mallo com-
modos, na loja de Jase Francisco Livra. parado de am modo muito simples, eseco
3,000
600
480
310
1,000
80
80
3,000
3,000
1,000
340
310
320
200
4,000
1,000
6,000
12,000
Vendem-se cufies de brimdec-
9 reS 1,410 rs ; 'ditos do meia casi- 9
a mira, padres oscuros, a 3,000 rs.; na fr
9 ra do Queimado, loja do sobrado a- 9
9 marello n. 29. >
para curar da phtysica em lodos os seus
difforentes graos ou motivada por consti-
pacOes, tosse, asthm, pleuriz, escarros de
sangue, dOrde costas e peilos', palpilacSo
no corajSo, coqueluche bronchites dOr
de garganta e todas as molestias dos or-
g5os pulmonares.
De todas as molestias que por heranca fi-
camaocorpo humano, nenhuma ha que
mais destruitiva tenha sido, ou que lenha
zombado dos esforcos dos homons mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
tia no boe. Em varias pocas do se-
cuto pissado, tendo-sc offerecido ao publi-
co difTerentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle tom feflo ;
porm quasi que em lodos os casos a ilusao
lem sido apenas passageira e o doente
tornas recahir em peor-estado do que se
achava antes de applicar o remedio lito re-
commeudado oulro lano nSo aconteco
com este extraordinario
Xarope de bo-que.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomcados pelos
Snrs. II. C. Vales & Companhia, agentes Idito isson de superior qualidade a 3,000,ditn
gerae* no Rio-de-Janciro mudaram o de- preto a 3,000, e tamben tem em embrulhos
psito deste xarope para a botica do Snr. chlnezes a 700 cada nm. azeite doco de Lia-
Jos MariaC. fiamos, na ra dos Quarlois,) boa a 560. dito francez engarrafado a 640,
n. 13, junto ao quarlel do polica, onde1 ditodo coco a 360rvinho br>rico a 320, dilo
Attenco.
No balro do I\ecife ra da Cadeia loja n. 53,
conliiiua-sc a vender, tanto cm caixas como
cm llura, aa melhores e mais acreditadas vellaa
de cera vegetal de carnauba ; nao s pela es-
cellenlc lux que dellaa resulta, como pela apu-
rada pcifcicao com que sao fellas, no Aracati,
pelo melbor fabricante da quella cidade
Na loja la- seis portas, cm frente
do l.ii 1 nuil nio.
Vendem-se chapeos para senhoras pacea-
remacavallo; chapeos de palhinlia finos,
bordados, a 4,000 rs e lisos, a 1,600 rs. ;
chapeos de massa franrezes, da ultima mo-
da, a 6,000 rs.; ditos de merino, com molas,
a 5,000 rs.; corles de casimira decores, a
5.000 rs., e um completo sortimento de fa-
zendas, mais barato do que em outra qual-
quer loja.
\a loja ila seis portas, cnt frente
do I i\ ra turulo.
Contina a vender barato, cassas pinta-
das ile bonitos padrOes, a 310 rs., o covado ;
cassa prela, a 120 rs o covado; chitas, a
120, 140, 160, 180 e 200 ; ditas para coberta,
a 160, 200 e 240 rs.; cortes de cbila para
vestidos, a 1,600 rs., e todas asmis fazen-
das, por precos muito em conla, a rciallio e
em ^ore/es.
Vende se farinlia de mandi-
oca, de superior qualidade, viuda
de S. Catharina, por menos preco
do que em outra qualquer parte :
trala-se a bordo da polaca N. S. do
Carino, de'roate do caes do lia-
rnos, ou com Manoel Jos de So ti-
za Carneiro, na ra do Vigario n.
9 ; assim como aaccas com farinha
da mesma qualidade de Iqueire,
cada s cea, por preco commodo.
Ao bom e barato.
No aterro da Boa-vista n. 75 venda junto
a loja de cera, vende-se farinha de araruta
a 160 rs. a libra, dita do maranhao a 80 rs.,
dila de farinha do reino a 100 rs., toucinho
de Lisboa a 200 rs., dilo do Santos a 160 rs.,
manteiga ingleza muito superior a 640, 560,
400 rs., banba a 320, arroz de maranhfioa
80, prezunlo a 480, chouricas a 400, paios
280, salames a 400, alelria a 240, macar-
rao a 200, chocolate a 400, qneijoade supe-
rior qualidade a 1,360, sshilo do Itio, a 140,
dilo branco a 320. cha brasileiro a 1,000,
nboras 2,000
Suspensorios de burraclia 400
Chapeos de palha, para hommona 3,000
Sapalus de duraque, para mininas 500
Botins de dilo para ditas 3,000
Sapatos de Ua, para senboras 1,600
Vende-se urna preta moc, recolbida,
bonita figura e pe asante, a qual faz lavarin-
to, coze, engomma, cozinha, e mais arrau-
jos de casa, isto com toda a perfeiclto possi-
vel, cuja conducta e habilidades sealiaii-
Ciii 1 na ra larga do Itozario, loja da miu-
dezas n 35.
( oriciiics de ac para relogios a
500 1*6'
He chegado e acha-se venda na nova to-
ja de miudezas da laboleta etn frente do Li-
vrameute as modernas crranles de ac, a
'" u rs. *la baratissimas, a ellas rapaziada,
antes uno i." acabem; na mesma se vende a
acreditada graxa em TlWlfHk, ""tHHt.
--Vende-se um escravo do servico doVul.,
fiel e sem vicios, o motivo da venda se dir
10 comprador: no Aterro da Boa Vista n.
45, primeiro andar.
Ven le-se na ra imperial n. 7, um es-
cravo creoulo, de bouita figura e moco, a
vista do comprador se dir o motivo.
Peca de chita, a 4$ooo rs.
Na loja n. 5, que volta para a ra do Col-
legio, vendem-so chitas do cores, pelo ba-
rato preco de 4,000 rs. a pega ; pao lino
preto, a 3,200 rs. o covado; chapeos de sol
de seda, a 5,000 is. eoulras multas fazen-
das de bom gosto e mullo baratas
-- Vendem-se um terreno com 100 pal-
mos do frente, e 500 de fundo na passagem
da Magdalena entre as duas pontea um dito ,
com 107 palmos de frente, em 20 de fundo
em Fora do Porta, abrir do mar. E quem os
pretender dirija-se, quanto ao I. a Jos An-
tonio de Oliveira na pracinha do Livramen-
to loja de fazendas n. 57 ; c quanto ao 2. a
Jos Bernardo de Souza junto da igreja de
N. S. do Pillar no mesmo lugar Fra de
Portas.
Ka caa de eommluad de escravos da ra
da Cruz do Recife n. 6 I. andar. Vendem-sc
5 escravos, sendo duas pretas crioulas, urna
de 18 annos com bonita figura sadia para
tudo o sei vico de casa, outra de 20 annos
com urna cria de lies mezes, cuzinheira, la-
vadeirs e boa quitandeira, 3 pretos bonitos
-- Vende-se urna aaoleea da l'iaanos, de
linda figura, com alguoiaa habilidades, pro-
pria para se acabar de educar : na ra do
Fogo n. 93, se dlri quem vende.
Vendem-se meias de linbo, mullo finas
e ps grandes: na ra estrella do flotarlo,
padana que foi de Francisco Alvis da Cu-
nta, e na ra da Cadeia do Hecifp, loja de
fazendas de Narciso Maria Carnei'o, por pre-
go commodo.
A 4,000 ra.
Vendem-se casemiras de cores, de excel-
entes goslos, pelo baratissimo preco de
4,000 rs., o corte : 00 aterro da Bos Vista,
loja n. 18.
Vendem-se esleirs, muito grandes e
dobradas, chegadas ltimamente do Araea-
tv : aa ra da Cadoia de S. Antonio n. 15,
segundo andar.
Na loja di ra Nova n. 23, de Antonio
Comes Villar, acha-se a disposicSo do mul-
to respeitavol publico, um grande e variado
sortimento de fazendas inglezas e france-
zaa, como sejam easemiras superiores de
todas as qualidades, sedas ditas, pannos fi
uoa, cambraias dilas dos mais modernos
gostos, riscados a chitas de todas as quali
dadea, algoiloes e panos de lioho, chapeos
de palba para senhoras, ditos de seda para
hornern, luvas de seda e mias dilas, leques
muito ricos, veos, aelios eveludos da pri-
moira qualidade, princezas linas, grvalas
de seJa e do ultimo gosto, cort s da vestido
de cambraia lina e de fulhos, multas ou-
tras fazendas, proprias para oeevtlo.
des Sri. mulrt e offldati di atfaiate.
veoden-e sargelim ue todas cores, a-
damascado de duas larguras, pelo barato
preco de 300 rs., o coudo : oa ra do Cres-
po u. 14, loja de Jos Francisco oias.
(jera de carnauba.
O mais auperlor que ha neate genero, ven-
de-ae cm porcaio e a retalho : na ra da Cadeia
do Recife, loja n. 50 de Cunha K Amorim
e seco denlro de vasilhas de cobre, e por
consequencia impregnado de mataras ve-
nenosas, que aITictam a saude, nao prefe-
rir de certo o cas brasileiro, que be pre-
# O artnazoui defronte aa igreja dos
9 Martyrios, onde seannunciou vender
95 tijollos de ladrllhoa 2,600 ocento. e
9 telhasa 3,300, reforma o prego dos
9 mesmos, paseando a vender oslas por 9
9 3,000 rs., e aquellos por 2,500: os
9 preteudentes poderlo examinar a
9 qualidade destes msteriaea ne dito
9 armazem.
Canhespara bota-.
Vcndem-se bezerros brancoa e amarellos pa-
ra canhdes de botas de criadoa, chegados ulti-
mamente de Franca, por preco multo commo-
do: na fabrica deaellina, naruaNovao. 5.
=3 Veode-ae urna negra a qual sabe bem en-
gommar, e coxlnha sollrlvcl, lem principio de
coatura e he bonita de figura : na roa das La-
rangeiras n. 5.
Sao baratsimos.
"y .tjli*J]).-Vl TiUjajJftee de carnelra multo pro-
prloa para o enverno
sobre laminas da (erro, tornando-se por is-
so mesmo muito seudavel ? Vende-se no
pateo do Collegio, esaa do livro aiul.
mmmmmmmmmm mmmmmmmmm
m Na loja de 1. L. B. Taboras, ruado*
Crespn. 10, vendem-so pecas de ma- m
9 dapolo, a 3,240 rs., da marca bor- B
9 boleta. S
JftA^IJr^kAAMJUrfJMKjJh nfc^lWaaaalsafclaaai
rn artEirj!",,
Na roa do Cabugi 11. 12, loja de Francisco
Antonio SimOes, vjndom-se cartas france-
zas, finas, proprits para voltarele ; a ellas
antes que se acabem, pola j roaiam poneos
baralhos.
Veude-se urna armaclo e mais perten-
ces da taverna do beco do Monlelro n. 6, faz-
se todo o negocio : a tratar na rus do Viga-
rio n. 14.
- Vende-se om jarro o bacia de prala. pa-
ra barba, e antiga : no aterro da Boa Vista
o.7t.
ISovellas recem-chegadas.
O val 11 me enendornado a 800 res.
Cj-pstB, 1 voluiue; Coualancia, 1 v.; a
cabana da India, 1 v.; o Renegado, 3 va.; D.
Rajmundo de Agular. I v. aa venturas de
Hobaon, 6 va.; o Pa-pal, 1 v, ; Anbre Ve- '
nurlano 1 v. ; I). Joao da Falpera 1. v. ;
Guatavo ou boa peca, 3 v i Leonel oa o cerco
de Bosiou, 4 va.; vida de Hclolac, I v. ; vla-
geia de Antenor 4 va.: Estevlnbo Gaacalvea
2 v. i na li-.rarla da paleo do Collegio, a. ti,
da Joao da Costa Dourado.
da Cadeia do Re-
por
cas como acontece com os 1
to preco de i#z8o ra.; na ra
cife n. 9, loja.
Vellas de stearina.
Vendcm-ae estas vellaa da melbor qualidade
possivel a l6f ra. cada cariinha de 25 libras,
trala-se com A.C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Rccifc u. -Ii.
Novellas recem-chegadas.
2 Voliiutcs, cncndcritados a 800
res |tor volante.
Roldan amoroso, O dote de Sutauinba, vida
de Pedrilho, aventuras e astucias de I.a/.ari-
nho de Tormes, Cbrislina de Stainvllle, Ade-
lina e Mauricio, a marquesa de Gangea, Me-
lin.i Cercan, Merllnde ou a duqucia de Ar-
nau, Barbariskl, Gusmao de Alfafacb, Nuina
l'ouipilho; na linaria do pateo do Collegio,
n. 6, de Joao da Coala Dourado.
Lindas caixai de amendoas.
Vendem-se lindas caixas com amendoas,
pastlhas e confeitos, vindas ltimamente
de Pariz : na ra do Queimado n. 16.
l'iir Taita tiestas escovas se estra-
gara limito- pentes.
F.scovas para limpar pentes, a 160 rs., ca-
da nma; penas de ac finissimas, a 640,800,
960,1,120 e 1,280 rs a grosa ; franja para
manteletes, prela e larga, a 640 rs., a vara ;
dita prela para capotiobos, a 340 rs.; luvas
Tinta preta, muito preta e garantida.
Frascos de garrafa e meia 480
Carrafas 400
Meias garrafas 240
BuIhOos 100
ltecebem-se garrafas vasias a 80 rs. ,
zario, loja de miudezas ao p do lampeilo
n.44.
Venda*.
Vende-se vinbo Chat la Boze, Cognac, em
caixas do urna duzia de garrafas, cobre em
folbas, zinco em dilas, serveja de Bavieria,
ludo barato! no armazem de ('. I. Astley &
quandofrem comprar, tambera recebe-se. compauhia,'na rus do Trapichen. 3.
iiuamiii uno agrado a tinta, dando o imporlej ^aagk :} Na loja do sobrado amarrllo, nos
queden : vende-se na livraria do paleo do
Collegio 11. 6, de J0S0 da Costa Honrado.
-- O dcimo volume do Misterio do Povo,
por I-;. Sue, vendem-se os 10 folhetos, por
'.1,01.11 rs : na loja. do pateo do Collegio n.
6, deJoSo da Costa Dourado.
- Vende-se um piano forte, quealm de
ser muito novo, he do uso moderno e lem
excellentes vozos : na ra do Hcndego nu-
mero 105.
_uja pentanilMicana da 4
rna do Crespo 11. 1 1. 4
Vende-se merino preto para palitos, tj
t>!> calcas, jaqueles, saias, limOea e ou- ?
tros misleres, em perfeito estado, pe- 9
lo baratissimo preco, de 400 e 500 rs. 9
o covado. 9
No armazem de Couveia & Das, defron-
le das escadinbaa, vendem-se isccas eom
millio.
Veqdem-se tornos 8e barro, par es-
maltar obraa de ouro : na ra do Cotovello
n. 1S5.
- Vendem-se 2 terrenos mui prximos a
Soledade, com lodaaas proporeOes para si-
tios, 0 ja tem muitos.arvoredos de fructo-,
a palmos ou da maneira que os comprado-
res quiserom : no aterro da Boa Vista, ven-
da n. 78, se dir quem faz negocio.
Vende-se um violto de primeira sorte,
por preco coatmodo : em casa do mestro de
muzica, Patricio Jos de Souza ns roa do
Cbuga.
Vende-se urna poredo de capim, que
pode ler 300 a 400 arrobas, c un selim in-
giez usado : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 54.
Ma roa da Cadeia do Recife n. 34, veu-
de-se por diminuto precoosaguinle : --1
. lancha, 1 bote em bom estaddTlVWTWite
ha lu'jaHin aa B4P Wfir-t0-P?r Dtn0> marra groa de
de graxa, peto bara- bo do linho7 1 pbTtao it%r%rib fl cavill
que foi de navio, urna porfi da tabea
araarello, proprias para marcioeiro, pa
lerem bastantes secas, 2 pa reinas de<
nos de cedro, para barcafa e ama por
caixas de folhas de flandrea vaaias.
-- Vende-so urna cadeira da Babia, e uma
secretaria com gavetas, em muito bofB fs-
lado : a tratar no sitio do Arac com fia-
rme! Luizdt Veiga, ou na ra ds Cui'.J"
Becife, armazumn. 7. t
Vendem-se um piano novo cm rnvjilo
bcaa vozes, uma cama de Jacaranda, um sur-
tidor de bordar, e um vestilo de sebora
andar a cava lio com jaqu de velludo, ludo .
isso com muito pouco uso, e por preco mui-
to commodo : na rus larga do Itozario. 11. -**
armazem de louca, se.dirt quem veudV
aliiHo liaralo.
Na ra do Qoeimado n. 17, loja ao fi' "'
botica, vendem-se corles de casimir r* fo-
ros escoras, proprias para a pueifilkf'"-
cSo, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs. } dilOiPc-
simira preta. a 7,000 rs., e mnitoUrv *
9,ooo rs.-; brins transadas linho, i "'
res, 80 rs., avara,, Msim como $
fazendas por diminuto prifo ^f ci
Veude-se em S. Amaro ao ,!>
C, varios torrnos promptos paSasWijBili-
car, assim-como um viveiro de peixe,\oin
porta tl'agua de cantarla : quem pretaVoe.
pode dirlgir-se na easa do mesmo si^o que
achara com quem tratar.
Mala Hamos c, ra Niva 11. (.
Vendem-se ricos capotiobos de setrj) ini-
cio bem guarnecidos de tranca franja, di-
tos de chamalotede listras, dllp de tafcl
e da,fil preto, o preco fax coirl *o com-
prador,
Potassa da Knsst
Vende-se potassa da Russia,
te chegada, e de muito superior!
na ra do Trapiche n. 17.
Qualro Cantos da ra do Qjeimado n.
29, vcndem-se, um completo sorti-
mento de manteletes pretos e de co-
res, com enfeites, muito modernos e
do muito goslo e por preco commodo.
1 oiiiiii do Ri de'Janeiro.
Ao- vlnte eontos de ris.
Na prae* da Independencia, loja de miu-
- Vendem-se lonas largas a im.tacSo das doza/D.v3 que ,0|,, plra rua 0 Qaeimi.
daRussia, mu.los fortes, por serom de I.- do r yendem-se b.lhetes, meios ,
nho, proprias para encerados e camas de, t oitavos e vigsimos da lotera 9.' a
venio, pelo mdico preco de 23,000 rs., ci- m,a -
da uma peca : na rua do Trapiche novo, 11.
18, segundo andar.
,. ..'. .TT,?.!1?". .i rara aenbar, chancos, a 5,5oo rs
ycnde.se rape I'Incc/.a la fa- Vendem-so finissimos chapeos -'
bnca do J'iiio Paulo Cordeiro, unmslicsco
que ha no mercado, chegado pelo
Hnhnna : na rua
da fazenJas de JoSo da Cunha Mag
11. 51.
do thesouro publico, e na
mema loja moslram-ae as listas das que j
correrm
penlomon-
Uaiidade,
Escravos fugi
Vendem-sc liuissimos chapeos de castor
. pretos, sem pelo, de elegsnte forma, n da
da Cadelf lo .QaV till m,is suPerior '"'"dade/que tem viudo .0
26, 28 e 30.
Na loja de Jos' Joutpiim Alorcl-
i-it .v Companhia, na rua Nova
11. 8.
Vendem-se camisinhss de cambraia, com
suas golinbss, tudo muito bem bordado, e
do molhor gosto possivel, pelo baratissimo
preco do 2,000 rs., smente, cala uma.
('lameos de sol.
Vendem-se capeos de sol de panno com as-
teas de baleia pelo preco de >|9i0 rs., ditos de
junco a ifilSO. Na incsiua casa tem um sorti-
mento dos raesmos objeclos, tanto para ho-
rneen c aenhoras, como para meninos e meni-
nas de eaeola: aa ua do Paaaeio n. 5.
= Vende-ac urna doutrina das acedes, por
preco commodo: no atierro da Boa-Vala n 2.
loja de fuollciroa que fat esquina para a rua
da Aurora.
O seductor e a cantora.
O seductor c a cantora ou o adulterio, come-
dia em cinco actos por Joaqulm Klglio Caudia-
ni acaba de chegar do Rio de Janeiro e ae ven -
de a 1/ ra. cada um : no pateo do Collegio, ca-
a do livro azul.
lima vacea boa d leite.
Vende-se uma vscca, muito mansa, com
bezerro, a qual d bstanla leite: tratase
na rua larga do Itoztrlo n. 48, primeiro
andar.
Vendo so I molis, com algumas ha-
bilidades, e 1 molalinho de 9 annos, hlfio da
mesma moleta, aos compradores se dir o
motivo da venda 1 na rua daaCruzes n. 14,
casa terrea pintada de novo.
Rua do (Jueimado n. 34, defronte do
becco da Congregacao, vende-se um muito
lindo e variado sortimento de cortes de co-
letea da verdadeira alpurca de linho e seJs,
com lindas e variadas cry, pelo diminuto
Chapeos de Itnlla, a :f s'000 rs.
Vendem-se finos chapeos de Italia, sin-
glos e dobrados, de copa baixa e j promp-
tos, pelo baratissimo preco de 3,000 rs. : na
prac da Independencia ns. 24,26,28 e 30.
A 7 80001-8.
Vendem-se chapeos do ultimo o mais mo-
derno goslo de Pariz, para bomcna,a 7,000
rs.: na praca da Independencia ns. 24, 26
28 o 30.
_ Na loja de 1.1,. ,B. Taborda, roa do
9 Crespo n. 10 vendem-so riscados azuis 1
9 de qualro palmos de largura a 120
9 rs. o covado, e sarjflo, fazenda no-
va para prelos a 230 rs. o covado, e 1
9 mais largo de 4 e meio palmos a
9 320 ris, assim como pal ilota de
brioi a 5,010, pecas dealgodSo avarla
do a 1600 e 2,000, tambein ainda res- <
tSo alguus chales de seda de 4,500, 1
fj> 5,000, e 6.000 rs.; fazenda boi assim 1
sj) como oulras mullas fazendas baratas
e proprias para a presente eslacao.
->
MUTILADO L
Ven le-se por 350,000 rs., uma escrava
creoula, quecoztihao diario de uma casa,
lava de sabiio, engomma, be boa quitandei-
ra e faz renda na rua bireita n. 102.
Vende-se um adoreco de ouro deloi,
de bom gosto, sendo brincos, adereco, alli-
neile e pulceira, por 70,000 rs. : na rua dos
yuarleis,,defronte do quarlel de polica.
CHA BHA*ILK!KO.
Cha brasileiro, em latas do uma libra, a
2,000 rs., cada uma. Quem, considerando
que o cb da India bo preparado com o ail, I
-- Dessppareceu do engenho llna, ao
p deGolanna, um escravo creoo^' de no-
mo Izequiel, que representa SSSJMoa do
idade, cor fula, bem barbado, n* llura,
rosto redondo, corpo, ps e pornatgrocas:
a pessoa que o pegar, leve-o aodito en-
genho que ser generosamene recom-
pensado.
Dessppareceu do engenho l'r)a,
ao p de Coianos, nm escravo 1
nome I.uiz, representa 30 auna
pouca barba, altura e corpo
preta e bem airoso : a pessoa
leve-o ao dito engenho, que sera
mele recompensado.
Dessppareceu na noite do da I
rente, do lugar Venda Grande, entre'lgua-
rasi e Cruz do Iteboucas, uma escrava de
nome Antonia, fula, idade 30 annos, bem
fallante, e com muitas misuras, a qual bebe
agurdenle, e tea sobre o hombro esquerdo
urna grande ferida : quam a pagar pele
conduzi-la rua do Crespo n. 4, loja de An-
tonio Francisco Pereira, qne ser recom-
pensado.
Ne di 94 de jnnho desapparecou do sitio
o. 18, na passagem da Magdalena o escravo
Ignacio, crioulo, de idade SO annos, camba-
do das pernea, lem as ruaos foveiras, he li-
Iho do lugar Tabaianna, cosluma dizer que
he ferro, e andar serviudo de pedreiro, e
trabalhando em sitio recommanda-se ao
capites de campo, ou qualquer pessoa que
o virem o aprehendan) e levem no mesme
sitio, ou ao lado do Corpo Sanio, toja n. 23
que ser recompensado.
No da II do crrente desapparecou ato
pateo de S. Pedro, casa n. 10, segundo an-
dar, urna mulata de nome Luiza, Idade25
annos, baixa, denles da riele do lado su-
perior quebrados, levando sai e manto pre-
to, e levou um Hlho de idade 2 annos, bem
alvo, odos gata Jos, tendo feridas e sar-
nas na caliec,, algumas pelo corpo/ quem
a pegar leve a dita casa que ser bem re-
compensado, r
Recommenda-sea polica e os pi-
lilos de campo, uma escrava da cosa de no-
mo Luiza, com os sigoaea seguintes 1 bem
pela, denles bem alvos, olhos; pequeos
fundos, pedos pequeos, pooco tajhada,
e os talhos pouco salientes, traja vestid de
algodSoznho azul, e panno da coat; anea
a pegar dirija-se a rua Bella n. 1.
rfi'nw. NA.TVP >K H V.nr. \\\:\\-


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