Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06390


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AnnoXXVII
Sabbado 12
yi
DIARIO
de Jullio de 1851.
N. 155.
PEMAMBUCa
pugo AmomiV*0.
PemwtoADUiTiroo.
Por Ithtietlre............
Por MMiln............
4/ooo
UMO
15#W0
Paco debiho dotmbestse.
Minas .. SO de Malo
S. Punto. VI de Junho
iVaJ.. iOoe Juaho
'4/500
7 de Junho
14 de dito.
.>ar..'..7dedllo.
Pirahibi. ie de dito.
SH=-Sa-=S5!
.)*... de dllo.
DIAIBA MAMA.
iniwin,
7 Seg. 9. Pulquera. I Jaiio de OrpMos
8 Tere. S. Procopio. H, 9. as lO horai.
0 Quart. Cyrvlo v, tn. II taraste efe/.
8. Vernica Juliana. 3. e ti. u meio-dl*. '
10 Qnlnt S. Jassjrlpef fauaia.
seus cnvapeTihelro. 8. a*>. as 10 hora.
11 Sext Sabino. Tin,, 2- rara do citel.
doa otaos de S. n. -i. e abados ao'welo-d.
12 Sab. S.JoaoG. Jelafo,
ij Doni. S. Anacretn. Tere. e'sbados.
iIBXI.
AVISO.
Os senhores ssrgnantcs que lem W
prsenla quarlel deste Diario, e que (|Ulserem
fize-lo pelo prejo de 4/000 rs., devem envlsr
este imparte ate o dia 15 do correntc inclusirc,
e df ate dja eai diaate l se receber a raiao de
4/S00 r*.___________________==^
PAUT OFFICIAL.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPCWElTE DO (HA 8 DB JIILHO DF. 1851.
Osacto. Ao manando das armas, dlzendo
em rtaosla ao aeu officio de 26de Junho ulti-
mo, que com o procedlmento havidu por parte
da patrafha que prenden fiim tenente do de-
clino batalhao de Infamarla ein rasao de s
achate dito lenle soltando foguetes, flea da-
da uta* ampia satisfago ao referido official,
que lora para desejar nao tlvesse com uina In-
Iracco de postura munlclpacs dado causa a
pena que viera a soflrer o mesino sargento.
Dito. --A pagadorla militar, recommendan-
do qne eom brevidade proceda ao ajuste de
cantas da nono batalhao de infamarla, que no
da do coSrenie- reeolbeu-e esta capital,
vasto aaslm o requisltar o coronel commandau-
te das armas, ...
Dita. A* desembargador chele de polica
luleriae, uaasiuiiindo Din requerlmento de
Joaquim Ferreira, par que cm vista do que
elle allega, recommende ao delegado do terina
do Cabo toda a coadjuvaco ao Hel e prompto
cuoipriaieotodaprecatorla que remelle, effec-
luaada-ae aaallg lucia nos tennos legacs.
Dita.--Ao eapfiao do porto.Accusando a rc-
cepeo doata aflicta de boje, ein que me com-
niunlca o naufragio da escuna Inglesa Batel,
na occasio em que demandara a barra deste
porto aquatro horas da inanba, e as provi-
dencias, que a respelto hara dado Vmc.; ten-
nha a responder-lhe qtie.conllnuandoa empre-
ar lados as esCorc.os pana soocorrer a cnibar-
cjcaoaaufrigada, rc'quisite qoaesquer medi-
das c providencias, que nao dependendo do
arsenal aeu cargo possain ser de proveilo pa-
ra evitar asmas consequenciaa d'aquelle sinis-
tro, poli que promptamente mandar este go-
verno prestar quaesquer outros autillos de que
precisar Vmc de modo que se consiga dar um
cfficiz soccorro referida embircico.
Dito. Ao inspector da thesourarla dafa-
seada proTincial, para mandar adiantar aos
ofliciaes c pracas do corpo de polica, que se
achara destacadas as comarcas do Hrejo c Ca-
ruar, tres meies de aeu sold a contar do pri-
ineiro do crreme al o ultimo de setembro
prximo viodouro. Sclenticou-se ao com-
mandante do referido corpo.
Dito. -- A mesma, para que estando legal a
conta que remelle, mande pagar ao com-
mandante do carpo de polica a quanlia de
14/400 la., em que importara as rices abona-
das em a aac de junho ultimo aos tres senten-
ciados de que traa a referida coala Intelli
genclois-se ao mencibaado commandantc.
Dito. Ao director das obras publicas, para
que cntCDdendo-sc com o director interino da
instruccia publica aobre a forma dosibaaxos
que elle requisita para as escolas de primeiras
leltras, mande fazerum com loda a brevidade,
e ajuste depats eom quem por menos fizer o
que forera necessarios para completar o nu-
mero que designar o roesmo director, deven-
do submetter ludo approvaco da presiden-
cia. Ueste sentido offlciou-sc ao referido di-
rector.
Dito. Ao commandantc superior da guar-
da nacional deste municipio, dizendo que para
poder dar cumprimento ao disposto no aviso
circular da repartida* da justica de 18 de ju-
nho ultimo, faz-se necessario que informe com
brevidade o estado em que se acha a guarda
nacional sbseu commaado supperior, depois
da promulgacao da le n. 602 de 19 de setem-
bro do auno prximo passado, e quando nu
cstejam concluidos neslc municipio os traba-
Ibos dos cooaelhos de qualllicaco e de revistt
para organisaeo da mesma guarda nacional,
S. S., de conformidade com a referida le e ins-
IruccodeSl de outubro do inesmoanno, da-
r as providencias que estlverem a seu alcan-
ce, alim de seren ultimados quanlo antes taes
trabalnos. Officlou-se neste sentido a todo
os commandanles superiores da provincia.
Dito. A cmara municipal de Olioda, re-
metiendo cpia do oATclo cm que o director
das obras publicas parlecipa ter apparecido
corlada a estrada daquella cidade pouco adian-
to da povoao de Santo Amaro, no lugar em
que por veses se tem repetido o mesmo facto,
alian de que exija do fiscal respectivo circuns-
tanciadas informacoes sobre o procedlmento
que elle te ve quaudo sedevulgou scmelhaute
.tentado do proprietario, quem geralracnte
se altrlbuc o corte da dita estrada pira esgolo
das agoas do seu terreno lateral; e traga ao
conhrcimentoda presidencia ludo quanlo a tal
respelto lhe constar. Officlou-se neste senti-
do ao mencionado director.
Portarla. Mandando dar passagem para a
corte no vapor que se espera do norte como
passageiro do governo, no caso de nao nave-
mu lugares vagos para passageiros de estado,
ao tenenle-coroncl cnminandanle do sexto ba-
talhao de fuzilelros LulzJosFerrelra, ao capi-
tn Castro Delgado, e aos segundos cirurgies do
corpodesaude Prxedes Gomes deSouza Pitan*
a e Zeferlno Justino da Silva llcirelles; fazen
-o traosportar tambem na mesma occasio as
prscas de pret que o coronel cammandante das
armas lhe mandar apresentar com destino pa-
ra algumas das provincias do sul. Coinmu-
nlcou-sc ao commaudo das armas.
Dita. Mandando por em liberdade o recru-
ta Jos do Espirito Santo, que pela inspeccao
de saude foi julgado incapaz do scivico.
lina. Mandando dar passagem para a cor-
te, como passageiro do governo, no vapor que
se espera do norte a Daniel Gomes da .Silva
que leve baila do scrvlco do exercilo.
Dita. Mandando dar transporte para o Ma
ranbao, no prlmeiro vapor que se espera do
sul, o alferes ajudante do corpo fixo do Pau-
liy, Martinho Jos da Silva, preferindo lugar
de passageiro de estado se houver vago.
DEM DO DA 9.
Officio, Ao coiiimando das armas, inteiran-
do-o de haver em vtsta da representacao do
cororjcllnapectordapagadoria militar, despen-
sado da cominlssao cm que se achara n'aquel-
1.1 reparllcao, o segundo cadete Amonio alaria
de Souza Lobo, e recommendaodo que mande
apresentar ao mesmo Inspector para fcarcm
addido dita pagadorla, alim de coadjuvarem
o respectivo expediente, o prlmeiro cadete do
nono batalbo de infaiilarla Rufino Vollaire
Carapeba e o segundo cadete aggregado o d-
cimo da mesma annafoo Mara Xsvier de tiri-
to. Neste sentido ofnciou-se a pagadoria mi-
litar.
Oilo. Ao mesmo, para que informe sobre o
que representa o inspector da pagadoria mili-
tar no ofticlo que remelle por copia aceica dos
recibos que derolve da despea felta com o car-
reta do extinto sitavo batalho de catadores do
quarlel da Gloria para aquella pagadoria.
Dita. A pagadoria militar, remetiendo a
conta em duplcala do qoe se despondou ooin
a mudanca da bagagem do quarto balalhaode
ar nlhvrla a p do quarlel da Gloria para o das
Cinco Ponas, alim dequeastando legal, man-
de indeinnlsar cala do mesmo batalbao da
pilpM V mi,
quanUa de 35/ r*.>aat-*)an importa -a reforMa
sita. lnwlllganciosi-e ao coimnaodo das
TDito". A mestn,autorlsando-a em vista de
su InformacSo a mandar pagar a qumia de
106/560 RS Importancia das diarlas lornecldas
desde oanubro do aono prximo pauado iMt
lim de sssarto ultimo aos recrutas do termo da
G ruarrt. ,' ,
Dito. Ao promotor publico lotes* deste
termo, par* que loforsac com urgencia sobre o
estado em que se acba o processo fcltacerca
do patacho Hirmlna, que em principio do
corrente anao fol apprehendldo c*ui Africano
na provincia da Parahvba | dependo S roe. ac-
tivas o inais possivtff o andamento do mesmo
prooesso, vlsio que o referida patacho est a fa-
zcr despezas e a armraar-ee neste porto.
u-attas-ta. Coneadendo, da caoiormiaadc
com alnfbrinaco do director, gcral da inslruc-
co pyblto., sv-e-ma T* >** 1g"no
Antonio Hyglno de llollanda Cavalcantl Cha-
cn Ho cargo de inspector da circulo Iliterario
n. 32, c uomcajide para o substituir ao padre
Eloy daCunhaSouto Malor. Nesio sentido B-
zesain-se as convenientes communicacOcs
Cresccnte i 5, as 8 horas e 48 niato da larda.
Chela a 13, as 4 horas e 54 aaiaatat da marmita.
Mingoanle 21, as 8 horas e T0 minutos das.'
Nava i 28, aos 2l minutos da larde. .
ranas* di hoji
Primelra s 3 horas e 42 minutos da larde.
Segunda s 4 boras e 8 minutos da manliaa.
PARTID** DO* COrtHEIOJ.
Gnianna e Parablb*. s segundas c aextas-
felras.
fl\o-Crande-da-Kortc, todas 'as qninUs-feir*s
*o meio di*.
Garaobuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Fiares, i 13 eS8.
Victoria, .s qulntas-felras.
Ollnda, lodos os das.
NOTICIAS IITBASTGBIBA*.
Portugal.
Hespanha
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Alenianl>a.
Prussia...
Dfuarntrca
rtussla...
Turqua.
i ."i de Junho
II de Junho
7 de Junho
3 deJunho
1 deJunho
4 deJunho
4 de Junho
30 de Malo.
10de Maio.
4 de Junho,
latirla.- 4de Junho
Sultsa .. 10 de Malo.
Succla.... 28 de Halo.
Inglaterra 7 de Junbo
E.-Unidos. 24 de Maio.
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chlll.
Rucnos-Ayres.
Montevideo 9 de Junho
CAMBiosor. 11 bx jr/taao.
Sobre landres, a 27 '/, a 27 '/> <". p. 1100o '
Paris, 340 por Ir. nominal
Lisboa, a 100
Ouro.-Oncas hespanhola.....28/000 a
Hoedas de>3/40o velhas. 16/000 a 16
de 6/400 novas. 16/W i 10
d*4/0C0....... 9/rjpO a 9/100
Frata.Patatoea Drasileiro... 1/910 a fi
Pesos columnarlos... 1/920 a I/OTO
Ditos mexicanos..... 1/700 a 1/7*0
1
EXTERIOR
ANDA A ENTREVISTA DE VARSOVIA.
Depois da entrevista do imperador da Russia
com o re da Prussia em Varsovla, a polilica
conjectural se pozem campo c lem pretendido
fliar i priori o prgramma da mesma ; ella diz
que a alllanea mals estrella entre a Prussia c a
Russia deve ter por fim primelronue ludo res-
taurarem a confederarn germnica no senti-
do da Santa-Allianca e su linear o desenvolvl-
mento constitucional dos estados particulares
pelo poder das baiouetas reunidas. Continua
a Imprcnsa liberal a intimidar os esplritos
fracoscomo nome terrlvel de Santa-Allianca,
aue os homens sensatos farao sempre a devl-
a dlsllnccio entre o sentido da Santa-Alllan-
c.i e as medidas que a necessidade do momen-
to lhe impoz e que a experiencia dos ltimos
nnos tem justificado at certo ponto.
A confederaeo germnica conserva sua for-
ma antlga ; nada be mudado em sua consti-
tuicao ; ella receber dos acontecimentos do
lempo, c nao das resoluces de Varsovla, e
das armas russas, a sua misso. Se ella tomar
sobre si a tarefa de applicar sua sollcltudc so-
bre ordem e seguran;* do todo de seus
mrinbros, mullos estados particulares nao po-
derao delxar de agradccer-lhe urna proteccao
de que parecem ter tanta necessidade.
Ningiiem poder provar que o congresso de
Varsovia ameaca o dcsenvolvlmento consti-
tucional da Prussia ; o throno deste palz nao
tem necessidade de batnelas russas, no mel
dos movimenlos revolucionarlos elle se man-
iere inali.il ivi-l pela fidelidade de um exercilo
valentc c pela dedicacao dos cidadoa bem in-
tencionados Porque rasao pois procurar o
apoio de eslrangeiros, hojeque o movlmento
revolucionario est acalmado ? Ser porque
occulla um odio Irrcconciliavel e conspiracoea
destructivas? Mas a conslltulcao prussiana,
gracas energa do, governo c ao patriotismo
das cmaras, se ten { desenvolvido c se desen-
volver, segundo ar exigencias das circums-
tanclas c as necess.Iades do paiz. Esta he a
prova do sua possir-aCadc c garntl de sua
duraco ; a influencia estrangelra ficara apar-
tada dclla tanto quanto o tcni sido at ao pre-
sente. u
Assevcram alguns que no congresso de var-
sovla se tratara de formar una liga das tres
potencias do norte contra a Franca para o flin
de destruir pela Coreadas armas a constitu-
cao republicana e rcslabelcccr a realeza legi-
tima. A fbula nao he nova ; nos a teuins vl>-
to reproduzlr-sc peridicamente na gasela na-
cional e em outras folhas democrticas. Bc-
novam-na chelos de coofianea porque ella
acha sempre um publico crdulo j esquecldo
de que prodceles scmclhantes oennum re-
sultado lem lido ; entretanto basta examinar
o estado das cousas para reconhecer-se a in-
veroslmelhanca de um tal plano ; porquanto
he sabido que urna empresa armada contra a
Franca nao ter o assentlinento daquelles que
delta devem tirar proveilo, pois o conde de
Chambord e o ramo mais moco dos Boruocs
sempre se tem pronunciado formalmente con-
tra urna lolcrvencao violcnla.no desenvolvl-
mento poltico de sua patria.
O conde de Chambord espera chelo de con-
flancaque as sympathias dedadas pela realeza
na parte cavalleirosa do poro francs e as ex-
periencias pelas quaes esse paiz infeliz tem
passado, trarao a victoria definitiva e duradou-
ra das ideias monarchics. Elle sabe que a In-
tervenco das armas cstrangeiras retardara
esta victoria, ou pelo menos nao Ibe darla nc-
nhuma duracao. ..... a
Eis-aqui a opiniao do chefe legitimo da dy-
nastia franceza, tal qual elle a tem manifesta-
do de urna manelra nao equivoca pela con-
ducta que atao presente tem tldo. Esta be
tambem a opiniao de todos os estadistas sen-
satos desse lado do Rheno. Assim arranca
n .10 lem que temer um ataque de scus viziobos
do Este, em quanto nao se tornar perigosa pa-
ra elle e nao os forcar a defenderem-se ; mas
he esta urna eventualidade que chamaaattcn-
cao do governo de urna maneir* mu urgente,
visto que a coustiluicao francesa ..xa o anao
de 1862 como a poca de urna crise violenta,
da qual ella sahir, bem como o poder legisla-
tivo e o executlvo, com urna nova forma de-
pendente de mil eventualidades incalcu-
Far-sc-ha esta transformacao debido de urna
cipluso violenta, no nielo das paisdes arden-
tes dos soldados? Que esplritos sahlram do
sult'ragin universal? He o que nio podemos
saber ; mas he do dever dos governos vizinhos
prepararem-se para todas as eventualidades c
aniquilarem por aedidas commus os planos
dos anarchislas que recebem da coiiihissho
central democrtica de Londres a inslruciio
de urna revoluco nova, europea e geral. Es-
tamos convencidos que os governos coinpri-
rao ele derer com energa e successo, no inte-
reste dos poros. .
((iase/i daPrtiiim.)
"" INTERIOR,
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENIIORES DEPUTADOS.
sessaO em 7 de iusho o* 1851.
Presidencia do Sr. Gabriel Mendei iot Sanios.
SuMuaio.-'-Eipedlente.-Projecio revocando o
nririleelodo ccmlterlo de S. Francrsco da
Paula-Fixacao das forcas de Ierra. Discurso
dos Srs. Cruz Machado, Dias deCasrvalho,
Rezcnde, Almelda Albuquerquec Maciel lon-
teiro.Voto de gracas. Discursos dos Srs,
Mello Franco, Carneiro de Campos e Joaquim
Villela.
A's 11 horas menos dei minutos bre-tc a
sesso. L-seeapprova-se a acta da antece-
denlC' EXPEDIENTE.
Officio do Sr. ministro da guerra, remetiendo
um requerlmento cm que os guardas da escola
militar pe.lcm augmenta de rcnclineotos.-A
commlssu de persoes a ordenados.
onicln do Sr. ministrado Imperio, coinmu-
nicondo icr espedido aviso ao ministerio dafa-
tnda da nomeaclo de Jos Dluiz Pereir. Mon-
eiro par olHclal da secretarla da c.m.r. do.
deputados.-Fica a camr* Iniclrad*.
He lido, jnlgado bjeclode delibevfloc'iVval
a imprimir par* entrar na ordem dos traua-
Ihos, o sejruinte projeclo
As cbvMrlvssdes reunidas de saude publica
c de justlea civil, s quaes foram prsenles as
representarles dos habitantes das ras de Ca-
tbmby e adjacentes, e das ordens terceiras de
S. Francisco da Penitencia e da Senhora do
Monte do Carmo dcsta capital, as qnacs re-
querem a esta augusta cmara revogaco da
art. 5, 1, d* lei de5de selembro dpannn pas-
sado, depois de examinaren attaMmente e
rtonderarem todas as raides produzldais nessas
representsfoes, e em vista de outros documen-
to que provam a necessidade da revogaco pe
dlda, sao de parecer que se adopte a resoltsco
setrutrlte :
A asteinMa geral legislativa resolrc :
* Hfliro nico. Fica revogado o art. 5. I,
dSfi.AM*> jd.aetentb de lShti, eavto-
iWHb RotHrW *'*' rfm terceii i de 8.
Frsncisco de Paula as mdemnisaedea que jul-
gar justas.
Paco da cmara dos dcpulados, 7 de junho
de l85i.~AnlonloGabrlcl de Paula Fonseca.
Jos Agostinho Viclra de Mailos.~Josde"Gcs
Siquelra B. A. N. de Aiamhuja.F. de Assis
Pereira Rocha, com rcstrlc(o >
PRIME1RA PARTE DA OIIDEM DO DIA.
* Jprestnlaco de rrquerimcnlos.
Contina a discusso do requerimento aprc-
sentado pelo Sr. Firmino cm urna das sessoes
passadas, a respelto de aagocios de Minss Ge-
raes.
O Sr. Firmino pede par retirar o seu reque-
rlmento.
Coosullada a casa decide pela aUlrinativa,
.\.o ha mais requerlincmos.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
l'ixaco das forcas de Ierra.
Continua a discusso do art. 3 com a emenda
do Sr, Das de Carvslho aproen tada na sesso
antecedente.
O Sr. Crux Hachado : Bem longo eslava eu
de tomar parte na presente discusso ; mas
vendo que ella er* desviada do seu verdadeiro
terreno pelos nobres deputados de Pernambu-
co c Minas Geraes, que hontem fallaran con-
tra o artigo de que se trata, resolrl tomar a
palavra c emittlr a minha opiniao. Nao pie-
teodo tomar lempo casa, c por isso serei
breve.
Os nobres deputados, segundo pude depre-
tiender de suas palavras, combatiam o art. 3
do projeclo que se achaem discusso por in-
til, em vista da disposico permanente do art.
87 da leda guarda nacional: e o tcor de seus
argumentos se reduz seguintc coosideraco :
O governo, independente de autorisaeo do
corpo legislativo, quando houvcr falla de tro-
pa de linda ou polica para a remessa de pre-
sos, de dinbelros, ou para manter a ordem pu-
blica, quando se dem perturbarles, nao preci-
sa de autorisaeo especial para ordenar que a
guarda nacional faca oservico de destacamen-
to. Sr. presidente, me parece que esta ob-
jeceo dos no&rcs deputados se funda em um
evidente engao. Rcconheco como os nobres
deputados que o governo'pdde exigir da guar-
da nacional oseivico de dcslacamente inde-
pendente de aulorisaco do corpo legisltaivo:
mas, lancando os olbos pela raesmalei. vejo que
o sei vico de corpos destacados nao pode jamis
ser prestarlo setn uiua auloilsaflo rapcctal do
corpo legislativo ; c assim, nao podeudo con-
siderar a autorisaeo que se pede no artigo em
discusso como a reprodueco de uina diposi-
ce permanente, devo considera-la com o lim
de habilitar o governo a organisar corpos des-
tacados daguarda nacional.
Pela lei da mesilla guarda nacional se reco-
nheceque ha muit ditterenf* entre um c ou-
tro servico. O servico de destacamento he pres-
tado pela guarda nacional com sua organisaeo
ordinaria, marchan os corpos ou coinpanhias
ne* quaes esto alistados, marchan debsixo
do commaudo de seus chefes, de seus officiaes
entretanto o servico de corpos destacadas he
prestado debaixo de urna organisaeo que o go-
verno julg* conveniente so tim para que cha-
mou a guarda nacional a prestar esse servico;
o coinmando pode ser confiado a olticiaes da
nomeaeo do governo ; a disciplina he regida
por um regulamenlo diverso, e nao pelo regu-
lamenlo cirico-mllitar, conforme he no serri-
co de destacamento ; mesmo os individuos que
tem decompor esses corpos destacados nao sao
escolhidos nicamente'pelo allslainento, pela
diviso ordinaria das companhias e dos corpos,
mas sim pelas clrcumslancias qnc acompa-
nliam as suas pessoas, de modo tal que nao fa-
cam excesslva falla *igricultura, induslriae
principalmente s suas familias; a lei lem mar-
cado diversas classes, segundo as quaes tcm-se
de tirar as pracas que ho de compr os corpos
destacados, c colioca na prlmeira classe aquel-
les que, nao tem de fazer tanta falta como os
da segunda, e assim at a ultima. Portanto,
Sr. presidente, entendo que nao he inulil o
art. 3 do prejeclo, que he em conformidade da
lei daguarda nacional que o governo, para 1er
corpos destacados, vein pedir ao corpo legisla-
tivo una autorisaeo especial.
Senhores, julgo que o servico de corpos des*
tacedos he menos pesado populaco do que
o de destacamentos, porquanto no serv90 de
destacamentos o governo teria de fazer mar-
char os corpos laes quaes estao alistados, ou
deliberar que foasein liradoa de ccrlos corpos,
de oertos commandos superiores, de determi-
nadas comarcas uina ou mais coinpanhias taes
quaes esli alistados, e assim de cnvolta com
cidados que podiam faser parte de corpos des-
tacados, Iro cidados que bao de fazer muita
falta a agricultura, a Industria es sua fami-
lias ; entretanto o servico de corpos destacados
be fcito debaixo de um allstamenlo que mais
atiende a cssas circumstancias. Portanto, em
vista da organisaeo legal de uin servifo e de
outro, devo concluir que o servico de corpos
destacados be menos desvanlajoso ao paiz e
menos vexatorlo aos cidados.
Sr. preside ite, eslabelccida asiim a ques-
lo no ponto della, segundo o meu entender,
passo a considerar sobre a conveniencia da
autorisaeo que se pede. He preciso que fuja-
mosdo syslcina de continuadas desconfiancas,
que nao pensemos que o governo lem em vis-
la algum lim olensivo s Instituyes liberaes
que possulmos, que nao allribuamosa esta au-
torisaeo o fim da coinpresso he toda fants-
tica e nao existente o governo nao pretende
espaldar a forca publica pelas diversaa provin-
cias, nao lem em vlsl impor temor popul*-
to, ao contrario tem dado sobejas proras de
que confia muito no bom senso do pais deve-
nios attender as difflculdades com que lua-
nos, as emergencias que se pddem dar, e as-
sim, longcde censurarmos o pedido do gover-
no, he de juilica que louvemos a sua previden-
cia. Portanto, entendo que deremos habilitar o
governo com os meios que elle julg* precisos
para cumprir a misso que lem a seu cargo,
misso toda honrosa c benfica ao palz. Duas
principalmente sao as necessldades da poca:
termos um bom exercilo, uina box marlnha, e
cuidarmos dos melhoramenlos materias do
paiz, porque su assim progredlr a noss pros-
peridade Interna, e taremos valer nossos di-
rriins e dignadadc no etucrior.
Como nao tire em rittafaier um discurso, c
ncm touici aponlamentos para Isso, c sim cha-
mar a queslo ao seu verdadeiro ponto, aqui
paro, e paco desculpa cmara por ter oceu-
pado a su* attenco.
O Sr. Dio de Carvallo: Peco a patarra
para urna expllcaco.
O S'r. lV.inirlK. : Tem a palavra.
O Sr. Diai de Ctrvilhv; Apresenlando e-
rieis.
< Art. 8. O posto de marcchal do exercilo
sd ser preenchldo quando o governo julgar
conveniente.
Entra ein discusso, depois de apoiado, o se-
guale
Additivo.0 governo ficaaulorisado para
conceder aos individuos indevidamente recru-
jidos um* indemnlsaco pecuniaria que seja
lumeiente para as despezas de viagem para
cus domicilios. Paco da cmara dos deputa-
dos. 7 de junho de I85l.-i4hn Dr. llaplUla.
O Sr. Crut Machado pede aos nobrss depu-
fienda que se acha sobre a mesa, eu nao tlve
m vsla afasjar-me do disposto na le; eu disse
simplesmeute que cm clrcumslancias ordins-
ria* nn achava conveniente a auiorisacao pa-
ra o governo conservar destacados 4,000 guar-
das naclonaes, mas que em clrcumslancias ex-
traordinarias eu nao linha a menor duvidacm
dar-lhc a neccssarla autorisaeo. Parece-mc
3ue desta maneir* de cxprlmir-me nao se pode
eprchender que cu quera negar ao governo
a Corta precisa, quando as circumstanclas do
palz o exiglrem.
O Sr. Cras Hachado : Nao n tas r me i Uso.
O Sr. Diiit dt Carmino : Eu tambem nao
disseque o governo quera mais cssaCorea pa-
ra esmagar o paiz ;tralei slmplesmenle da in-
conveniencia de, em clrcuiiistanctas odirnarias
ujeiiar-se a guarda nacional a servico, liccn-
clando-se 5,000 pracas de Iropa de linha.
: DSr. Chis MmM>:-Mo me dirigi V. Eic.
WSo'havenrlo mal quem peca a patarra,, jul-
ga-se a materia discutida c approva-se o ar-
tigo.
O trguinte art. 4 he approvado sem debate :
Art. 4 O governo poder abonar As pra-
cas dos corpos do exercilo, que podendo obter
bada por terem completado o lempo de servi-
co, qiiizcrem continuar a servir, uina gratifica-
fo Igual ao sold de primeira praca emquanlo
lo i ein pracas de prel.
Entra ta discusso o seguintc :
rt. 5. Nao havendo numero sufficientc de
cirurgitles militares, poder o governo ajustar
por contracto os que forem necessarios por
lempo limitado, e sem prcter9o dos cirur-
gldes cffectivos do exercilo.
O Sr. Itrzemtr:Nao comprchendo o pensa-
mento do Sr. ministro na redaeco do artigo
qoe se discute (lendo)! Nao havendo nume-
ro sufficientc de clrurgldes militares, poder
o governo ajustar por contrato os que forem
necessarios por lempo limitado, mas sem pre-
terleao dos cirurglOcs elt'eclivos do exercilo.-
Combinando esta ultima phrasc com a pri-
melra, a lei fica iulntclllgivel. at a palavra li-
mitado, creio que est completo o artigo, mas
nao sci a que'Vem as palavra* tempreterlelo
dos cirurgldes cflectlvos do excrcito.Se o ca-
so de engajainenpi he havendo faltas de ci-
rurgiOes no exercilo, como he que os engaja-
dos com lempo limitado podein causar prcle-
riv'iri ? Portanto voto pela primeira parte do
artigo, mas nao pela segunda, que acho uina
redundancia ou exprime um pcnsainenlo que
est occullo mesmo ao Sr. ministro, c requei-
ro ao Sr. presidente que quando puxcr o artigo
volaco seja por partes.
O Sr. Manos! Felaardo ( ministro da guerra :
E/pllco ao nobre deputado a hypothese cm
qne se pode dar a prcterlco de que falla o ar-
tigo. Supponha que ha uina vaga de cirur-
giao-mor de brigada, c que ha primeiros ci-
rurgics com as habilitacdes para prcenche-
rem essa .vaga : o governo se fosse coutratar
um cirurglio paisano para servir o lugar de
cirurgio-mr de brigada, preterirla, posto
que temporariamente, os cirurgies militares.
O que se pretende, pois, he que o governo
prcencha a vaga de cirurgio-uii de bi igada
com um prlmeiro cirurgio, os lugares desses
com segundos cirurgies militares, e va con-
tratar alguns cirurgies paisanos para servi-
rcm de segundos cirurgies ; be para occorrer
a esta ultima hypothese que vcio cssa ultima
parte do artigo em dlscussio.
>ao bavcitdo mals quem peca a palavra jal-
ga^sc a materia discutida, c approva-se o ar-
tigo-
(sao approvados sem debates os seguidles ar-
ligos :
n Art. 6. O governo fica autorisadoa igua-
laros veucimentos dos officiact das compa-
nliias de pedestres aos dos olliciaes das coinpa-
nhias dos corpos do exercilo.
Arl. 7. He permanente a disposico do ar-
tigo antecedente, bem como a do nono do de-
creto n. 512 de 21 de maio de 1850, que elevou
os sidos dos sargcntos-rjudanics, quinis* mas, cx-ininistro dos negocios do imperio
mestres, prlmeiro c eegundo sargentos e fur- ollereceria a sua consideraco muitos lacios
que o recntlamento entre nos se fai por urna
maneira lutadamente inconveniente...
OSr. Paula Uapliit : = Diga logo sem re*
gr*.
OSr. Almelda AuVioimtiju : O recrutimen-
to enlrc nos he intelramente desigual e injus-
to. Infellsmente, senhores, o poder legisla-
tivo al o presente linda nao pode confeccio-
nar tima le a respelto, lei que reputo de pri-
meira necessidade.' Temos, he verdade, um
projecto na casa ; mas duvido, Sr. presidente,
que esse projeclo seja adoptado na presente
sesso, nao so por falla de lempo, como tm-
belo pela grande diffieuldade que reeonher,o
encontrar elle. Sou daquelles, Sr. presiden-
te, que ntendcinquc, segundo ascircumstan-
cas do nosso paiz, mui di lile i I mente se poder
fazer ulna lei do recrutamenlo jusla e conve-
niente como se deve desejar. Nestas clrcums-
lancias, Sr. presidenta, enteeMo que qualquer
medida tendente atmlnurs atgsuasda* incaa*
venientes da lei do recrutamenlo ha urna me-
dida digna de ser adoptada pela casa.
Todos nos reconhcccmos que em militas
occasles se rccrulo individuos que lein isen-
ccs Ipgaes cm seu favor, que nao esto no
caso de ser chamados para o exercilo ou ar-
mada; entretanto esses Individuos que soffrem
assim urna injusiiea, quando o governo trata
de reparar essa injusiiea reconhecendo s iscn-
ccs que elles lem ein sen favor, e lem de re-
tirar-sc para scus domicilios, faliain-lhcs
os meioi necessarios para isso. Na casa ens-
tein muitos nobres deputados que tem exer-
cido o cargo de prcsidenle de provincia eche-
fe de polica, c todos sabem que muitos indi-
viduos sendo julgados isentos do recrutamen-
lo, e lendo de voltar para o seu domicilio, nao
o podem fazer. Esses individuos ou devem rc-
eorrer i caridade publica, ou se vero col-
locados na dura necessidade de linear uno do
albeio para subslslirem. He pois para obviar
esses inconvenientes que entendo necessario
que se Adopte este artigo, cuja utilldade he de
primeira intuico.
O Sr. Macis! Honliim: Entendo que a ma-
teria do artigo he verdaderamente mals ad-
ministrativa do que legiilajiva. Nao comprc-
hendo como lendo-se conslrangldo um indi-
viduo a dedar scus l.Vrcs c a vir capital do
imperio ou de urna provincia como um recra-
lado, urna vez que se reconbeca que elle lem
em seu favor a isenfes legaes, se abandone
esse Individuo ao seu mo destino, f Apataaos.)
OSr. Pan Harrao:Isto tem acoutcido.
U Sr. Maciel Monlei'ro: Entendo pois qu-
o governo, iniependenlc dequalqucr dispos'."
cao legislativa, deve cncarregar-se do cuidado
e das despezas necessarias para restituir taes
individuos aos seus domicilios ..
OSr. Ministro da Guerra; He o que se tem
Cello.
OSr. Hariel Monleiro Eso uina rasao ha-
veria para o nao ler felto, c vera ser o nao
ter elle uina consiguaco volada para laes des-
petas.
Eu, senhores, nao pertenco ao numero da-
quelles que se cxlasio ante o triste cspetaculo
do recrutamenlo em nosso paiz, como Prud-
lion se cxlasiava vislc de la bclte harrear de la
canonnaitc, Parecc-ine que o rccrutaincoto pode
Ser mais vantajoso ao servico publico c mesmo
mais conforme com o respelto devido aos
dircitos do cidado, urna ves qucjse cogite nos
ineioa proprio de dcscobrlr o principio car-
deal-sobre que deve assemar a le.
A lei do recrutamenlo, segundo n opiniao
de muitos nobres deputados, ten sido mal
execulada: isto he una verdade incouteslavcl,
bem que o nao seja na extenso c escala ein
que prctendein os nobres deputados, isto lie
urna verdade inconlcstavcl, c he verdade de
todas as pocas, de todos os goveruos, de to-
das as occasies. (Apoiaitos.)
O Sr. Paula llaptisla: aa Nao ha duvida.
OSr. Uaciel Alonltiro:E se en quizesse
responder ao discurso do nobre deputado por
relativos ao recrutimento, pralicados entre
esses desordeiros de que fallava o nobre ex-
minlstro dos negocios eslrangeiros em 1848...
o Sr .Sim; i Franca : De que cu lallava ?...
O Sr. Uaciel Monleiro : Mu, o nobre depu-
tado he a quena me retiro.
Se eu quizesse mauiestar a casa o modo
porque alguns administradores de Pernambu-
co em paisadas pocas, cm)conformldadc das
i'ecommcndsfes leilas pelo nobre ex-inintstro
dos negocios eslrangeiros cm 1848 ; se eu qui-
zesse manifestar os lacios alrdzes commeilidos
cnto na provincia de Pcrnambuco para se
satisfazer as vistas do nobre ex-ininistro dos
negocios eslrangeiros, c dos seus amigos, o que
lados assignados no artigo additivo que dm Caria eu?.. Occuparia a attenco da casa como
algumas explicares. i se lhe quisesse ler una voluumsa encyclope-
O Sr. Paula Baplisla: Senhores, desejo que
appareca urna lei de recrutamenlo. S. Ex. o
Sr. minislro j nos prometteu tratar de um
projecto que existe na casa, o qual J tenho
da. Meninos de II anuos foram arrastrados
do Interiora capital da provincia, c ahi foram
dclido,bi foram recrutados ; cidados que
tinbo em seu prol todas as cenceso legacsfo-
eni meu poder, c ncllc achci disposices que] rain violentamente laucados as masmorras c
no meu entender sao justas c derem ser acei- i depois enviados para a oapital do imperio co-
ta. Nao me parece conveniente estarmos ago-nio recrutas; cmlim, posso aliancar a cmara
ra apresenlando emendas que tornan a medi-|quc nao houve atrocidade que nao se coiiimet-
da incompleta. Portanto, se bem qu eslejaas- icsse em satisfaco aos desejosdo nobre depu-
signado ncsti emenda, eu da minha parte a re- tado ex-miaistro dos negocios eslrangeiros pa-
tiro, guardando a occasio competente para a ra castigar o* deordero* de Pcrnambuco.
presentar algumas ideas que me parecem con-j a. execuco portanto, Sr. presidente, lem si-
venientes. | do em toda a pirte c em todo o lempo deCei-
OSr. DiatdeCaroalho: Sr presidente, es- I tilosa, tadez mesmo vealnria ; mas nao sou
tou disposto a dar o meu voto emenda oflc- <" opiniao do nobre deputado por Minas
reclda pelo nobre depulado pela provincia, da quando quiz cnicrgar neste objecto soinenle
Parahiba, porque me parece que ella conten! vieios d- execuco : a lei lem vicios orga-
um principio de jusllca, ou pelo menos de e- "ta? qi" precisao ser corrlgidos ; a lei preci-
qnidade. Desde que se reconhecc que o ci- sa de ser revista.
dado nao be obrlgado aprestar um servico! Beferindo-mc a emenda do nobre de pulado
dcqucalcl o dispensa, c nio obstante esta i meu amigo, meu digno amigo, pela Parahyba
circumstaucia elle he lirado'do seu domicilio, I do norte, dlrei que oao tenho dunda nem re-
nada julgo mais justo, maitrazoivel do que, pugnancia em votar por ella se elle quiicr
a disposico do artigo do nobre deputado. fascr-lhe um additamenlo. A le que se discu-
hu pronunciir-me-bii de preferencia pelal10 nao pode ter execuco seno de 1852 a 1833;
disposico que obrigasse o governo a restituir
ao seu domicilio o cidado que fosse dessa ma-
neira ritirado delle; o governo tem meios de
transpones sua disposico, e por consegua-
te nada mais fcil do que a isso obrigi-lo. En-
tretanto a idea que me parece adoptavel neste
caso est contida na emenda, porque ella diz
que aquelle individuo que fr reerulado in-
justamente, receba uina indemnlsaco para a
sua rolla. Estou persuadido de pue o gover-
no, quando tlver de executar esta disposico,
ha de calcular liem as circunstancias do in-
dividuo reerulado, a distancia do lugar para
onda elle dere voltar, c que por conseguinle
nao haver necessidade dessi medida que eu
lembririi de preferencia.
Quando ouri ler a emenda nao comprehendi
liain i sua doulrina ; depois que a li foi que
vi que nm deria fallir a respelto deila, Es-
tima, senhores, que da inaioria se lerantcm
vo7.es generosas para apolarem a esses cida-
dos que sao injustamente offendidos era seus
direltos dxndo-sc-lhe ao menos a reparaco
que he possivel dar cm taes clrcumslancias;
mo que o artigo nn estrja protegido pelas
duas assignaturas que i honrarlo quando foi
mandado mesa, e seja' smenle apoiaJo pe-
lo nobre deputado pela Parabiba ; todava uno
o meu roto ao desse (Ilustre deputado.
OSr. Alnuida Albuquerqae:Sr. prcsidenle
tendo entrado cm discusso o ortigo iddilivo
ni' ti ve honn de olterecer cisa, eu espera-
va que elle fosse combatido pan poder su sien
la-lo ; mas como at o presente nenhum Sr,
deputado se dignou combale-lo, tendo apenas
n meu nobre collega de Pernambuco, que se
dignou ssigna-lo, retirado a sua assignatura,
julgo do meu derer dar as razes pelas quaes
apresentel esse artigo additivo.
Sr. presidente, V. Ex, e lodos reconhecem
e por conseguinle a disposico que o nobre de
pillado que se consigne so cnlo ter ciccu-
co ; eu quizera portanto que o nobre depula-
do accressentasse no seu artiga as palavras
desde j,porque espero que antes do an-
uo financeiro de 1852 a i853, o nobre ministro
da guerra, que tintos serrinos tem feito ao
paiz na adminislraco a seu cargo {apoiado),
aprsente um projeclo que regule mellior
modo de se cncher as iilciras do nosso exerci-
lo ; e cnlo nao haver necessidade da dlsposi-
co de que setrata ; porqc confio no zelo do
nobre mloistro e no sentimento que tenho rls-
lo manifestar-se na malorii da cmara
para se reformar os vicios da nossa legislaco
sobre esle ponto importante.
OSr. Dios de Carvalho:-- Quando tiz algumas
olnervaccs a respelto dos factos que tiveram
lugar no intervallo da sesso, epor occasio do
recrutamenlo na provincia de Minas Gerars e
na de S. Paulo, procurei chamar a attenco do
governo sobre esses factos, para que, se elles
tossem verdadeiros, 9. Ex. tratasse de faier
punir aquelles que* os tinham commeltido ;e
se nao fossem verdadeiros, cu disse que esli-
mava milito que o governo se defendesse das
accusaees que Ibes ro fcltas. As pessoas
que prcstsro itteueo aos discursos dos no-
bres deputados que me respondern! haviain
de observar que, se em una ou outra circuns-
tancias os factos foram negados, todava na
essenecncia elles foram confessados. Um uo-
bre deputado, habitante da cidade Diamantina,
disse-nos que cmtverdadc a pessoa de que cu
tintilla feito ineuco lora recrutada, mas que
iinmyialamente que se reconhceeu que esse
eidadio nao eslava uas circuiiiUneas da lei.
foi restituido liberdade ; outro nobre depu-
tado, que be chefe de palela na minha provin-
cia, deelarou que os Cactos do tloinlini liaban
lido lugar, e que o governo tanto ai julgou
dignos de censura, que estranbou as autorida-
des que as pratlcaro; e eu, em um aparte,
disse que estimava muito que o governo assim
tivetse procedido : quanto ao outro fsclo que
eu havia trazido casa, e que me pareqeu de
una gravidade extraordinaria, nao foi elle com-
pletamente negado, pois que o mesmo tllUtre
deputado apenas disse que o lndivldio de quem
eu havia Callado nao era um recruta, mas sim
um soldado do corpo de polica, que, tendo
desertado com os soldados que lerav* par* um
destacamento, havii sido preso ; e tendo sido
recolhldo ao quarlel di capital da provincia,
ahi Cora punido na conformidade do regula-
menlo ; c acontecendo que esse individuo pa-
decesse cnCcrmidade Interna, mas niocoohe-
clda, poneos dias depois do castigo que se lhe
applicou suecumbio. Eu nao sou medico pa-
ra avallar se um individuo que lem urna en-
farraridade interna a tal ponto aajgravada que o
menor castigo podo prodnzlr i ka* triarte, alo
aprsenla alguns indicios pelos spsaesse reeo-
nhC9a que esse individuo est avitaL estado
que nao pode soll'rcr um Corte castigo. Mas o
que quero Cazer sentir nicamente, senhores,
lie que os Celos que eu troiixc ao_conheci-
mcnlo da casa se deram, embora nao Cossem
com as .....,m is circunstancias que eu refer.
O .Sr fru Machada : Este ultimo nao per-
tcnc'- ao ministerio da s;uerra.
O Sr. Dia de CarMfao: Que importa que
o facto nao pertenen ao ministerio da guerra ?
Mudou de circunstancias, mas nem por isso
deixou de existir, nem por Isso estamos Inhi-
bidos de fazer censuras quando se pralica um
fado de semelhantc natureza. Entretanto nao
procurei estigmatizar, nem a conducta do no-
bre ministro, ncm a conducta do presidente de
Minas ; referi-me s autoridades que pratlca-
ro esses factos ; e desde que o gorerno outn-
prisse a sua obrigacao, estrinhando, reprehen-
dendo, ou fazendo processar c castigar essas
autoridades, cu nao indi seno de louvar o
governo ; mas nem porque louvirii o governo,
3unido issim procedes.!-, eslava inhibido de
izer que lies fictos se pralica rao. Eu nao du-
ndo acreditar que em todos os lempos se tc-
iiri iii pralicado injustifas e violencias por oc-
casio do recrutamenlo ; mas assim como1,
quando cu eslava em matarla nest casa, ou,
tro se cncarregavam de fazer miraces desses
factos, hoje que estou em minora, e os nobres
deputados nao se levantan para accusal-os-
neriiiill ini-me que CU Use de mu dire tu que
J>m aquelles que ao anolo o governo, o de
''"'r censuras, c to moderadas como as que
tenho feito,
OSr Miieiel Monleiro : Eu so Uve cm vista,
pravar que *d a execuco di le be que he m*.
O Sr. iHai de Caroalho : Estimo, Sr. presi-
dente, que o nobre deputapo me dsse occa-
sio de fallar n'uma questo que eu quiser
sem duvida que losse mais bem elucidada ties-
ta casa Hontem, quando ouvi do meu lugar
o nobre deputado pela Uahla dscr que o Sr
general Joo Paulo dos Santos Brrelo, sendo
ministro da guerra, expedir um ofiieto man-
dando recrutar e desordeiros, eu disse do
meu banco : > Duvido que essa ordem fosse
expedida. E razo tinha eu, Sr. presidente,
para duvidar I Como V. Exc, como toda o ca-
sa ouvo, o officio era reservado, o nobre mi-
nistro dos negocios estrangeijos iendo-o
comecou por dizrr que era rcscmdo ; c se o
nidrio era reservado, se nao era obiecto de
tanta importancia que devesse ter sido tratado
em consclho de mioistro bem podiaeu ignorar
que nm officio com tal con leudo se tresse ex-
pedido.
Mas vamos examinar em priinelro togor se
un ofijeio expedido por qualquer repartico
sob o titulo de reservado pode ser communi-
cado a qualquer pessoa. au sei porque ca-
nal o nobre deputado pela provincia da Baha
obteve este offiicio ; uo sci quem lhe trau.,-
mitlio a sua copia, nao sei se o nobre diputado
soubc delle pela secretaria, da guerra, nao sei
se soubc por qualquer das secretarias de pro-
vincia, pois ha diversos meios de se saber des-
sas cousas; o que digo be que nao me parece
muilo regular o facto de se apresentarem na
ti i liiin i cilicios que foram expedidos com a
nota de reservados.
Deixando porm de parte esta queslo, eu
digo que o officio nao linha necessidade algu-
ni.1 de ser expedido como reservado. Nos por
ventura j vientos na tribuna aecusar o gover-
uo porque elle lenha reerulado alguos indivi-
duos que estejain as circuinstancas de ser
reerulado so porque esses individuos fossem
vadios ou disordeiros ? NSo, senhores, nao
confundaes os fados ; as acettsaces que te-
mo fcito eoiitno recrutamenlo sao por tet
elle recahido ein individuos manifcsiamente
dispensados pela lei, sao por ter elle recahido
em homens casados, cm homens que tem
inaior idade do que a exigida pela lei ; poique
nao tendes o dircilo de recrutar esses indivi-
duoss por que dizeis que sao vadios, que sao
turbulentos : se sao vadios c turbulentos, se
perturban! o socego publico, prjeessai-os,
fazel com que se Ibes imponliam as penas que o
cdigo lem marcado, mas nao os recrutes de-
baixo desses pretextos.
Ora, pcrgunlo ru, o nobre deputado pode
mostrar que cu trouxesse discusso um s
factodc recrutamenlo que recahisse sobre|indi-
viduo nao exceptuado, c nicamente por ser
elle vadio ou de.ordeiro ? Nao, senhores...
O Sr. Cruz Machado : Applique-se isllo
i Pcrnambuco.
OSr. Dial de Carvalho. .... TlUtlCS pro-
ceili desss maneira. So os factos que refl-
rio o noliro dsputido por Peroarobuco fo-
ram nr.-uieailns, o que ni nao recuso acre-
ditar, en uno as minlias vozes'as suas. Se
liouvo rresidenlo quo conseutiu que se li-
zesse o roctulamonlo nos termos em que o
nobre deputado fallou, um tluvid nen-
liuiin Hierec' cciisur* mais cu quizera
que o nobre deputado nos dissesse quem
Coi o presidenta que fez o recrutimeolo
dessa maneira ? O nobre deputado disso
quo essas violencias foram pralicidas om
Pornambuco em consequencia das rocom-
meiidar/ies do meu nobre collega o Sr.
Souz* Franco.
O .Sr. Maciel Monleiro : |i antes.
O Sr. Das de Carvallto : Pordoe-me : O
nobre deputtdo disse que essas violencias
tlnhSe sido praticidis om coosequeocia d*
rccommendacu do enlSo ministro dos ne-
gocios estaungeiros.
O Sr. Maciel Monleiro : Oque eu quera
dizer era quo nos cinco anuos se pralictram
violencias. Talvez eu Cosse Incompleto, be
oque seseguo dad i.
O Sr. flinl le Carvalho : Perdoi-me O
nobre doputido: se Csllisse somente em
relafSo aos cinco annos, eu nSo respvu-
derii.
O Sr. Crus Machado : O ministerio do
1848 be solidsrio com os que llie precede-
rn) nos cinco annos.
O Sr. Dias de Carvahlo : G nobre debu-
tado diz quu so relerio aos cinco annos :
mas ouvi o nobre deputado dizer que essis
violencias (orani commettidis em conse-
quencia da recommendicjlo do meu nobre
colleg* o Sr. Souza Franco. Nesss lempo
quem presidia a provincia da Pernambuco
era o Sr. Antonio da Costa Pinto, de quena
eu Cago um conceito muito elevado par* a-
creditar qne elle fosse capaz de consentir
ILEGIVEL


na. violencias de que filloa o honrado de-
putado por Pernambuco...-
U Sr. D. Jos : Apoiidiuimo. O Sr.
Ceata Plato be incapaz disso.
OSr. Wnotai Monltiro : Facn-lhc jnstiga
piona: o nobre depulado, que entlo era
ministro, ulo podia saber tiestas colisas.
O Sr. Dio* da Carvalho : Has o nobre
depulado disse que essis violenciai se prt-
ticaram cm consequonda.da requisito do
inou nobro collega o Sr. Souta Franco.
OSr. Maciel MouMro:Ea diss quo
seria talvez cm consequeocla disso. Como
ouvi ler hontom um ollicio...
O Sr. Dias de Carvalho : Quando o meu
nobre amigo occapava a pasta dos nego-
cios estrangeiros, presidia a provincia de
Pernambuco o Sr. Antonio da Costa Pinto;
e en tic digo eu que nlo duvido qne agontes
subalternos couiuielisssem algumas violen-
cias; mas lenhojeUima convieelo de que
se osses Tactos ebegassem ao cenliecimnn-
to do Sr. Antonio da Costa Pinto, evidente-
mente provados, de caito elle u3o con-
sentira que individuos asism injustamente
recrutados fossem sujeilos ao servico mi-
litar.
O Sr. D Jo><: : Apoiado. O Sr. Coata
Pinto he homem multo de bem, muito hon-
rado.
O Sr. Dias de Carvalho : Elle o faria
restituir a seus lares ; e mesmo se enlen-
desso qne as autoridades subalternas lia -
viam abusado, as mandarla processar. Gis
" a juetica que faco, e creio que toda a cma-
ra (ara ab Sr. Antonio da Costa Pinto, por
que sem duvida he um dos caracteres em
que se acba a imparcialldade elevada ao
ultimo ponto, f Apoiadoi. I
Examinemos, senboros, se por ventura
quando o nobre ministro da guorra. do mi-
nisterio deque lia parle, sem quo fossa pre-
ciso onvir o eonselho de ministros, i*ni n-
den que davia activar o recrutsuiento, e
para isio expediu o aviso que se deu ua ca-
sa, teve em vista lazeralguma perseguirlo.
O Sr. geueral Jlo Paulo dos Santos Bar-
rcto em nma ordem resorvadt, em urna
rommunicaclo quasi familiar, exprimiu-se
dcsta maneira ao presidente de Pernambu-
co : Kecrutai os individuos que estive-
rcm as circunstancies de ser recrutados,
e que .uciii disso vos governo provincial,
ontcndertles que slo de algums sorte Inten-
sos tranquldade publica. nenbuma mi-
li intelligencia razoavcl se pode dar is
suas prlavras. Bu nao contesto, antes re-
conheco que o recrulamanto tem servido e
pode servir de um meio policial, sendo em-
pregado com o discernimenlo a a pruden-
cia necessaria...
OSr. loraei Sarniento : Apoiado.
OSr. Oas de Carvalho: Nunca levantei,
ni'in levanto minlias vozes para aecusar a
ni ahuma autoridade policial, quando recru-
lar um individuo que estiver sujeilo a pa-
gar esse tributo de sangue, c alm desta
circunstancia fr demais a mais umvado,
p'lo-sc ter disposicoes para desordeiro,
sem lodavia estar as circunstancias de ser
suieito a um processo criminal; por tanto
ni'stas circunstancias nlo sorei eu aqudlc
que venha acusar as autoridades que proce-
rem do seroelhante maneira. Estou persua-
dido de que foi com esta intenso, e do que
he nicamente neste sentido quo so devo en-
tender o aviso do Sr. Jlo Paulo dos San-
tos Brrelo.
Tcnho pois, Sr. presidente, provado que
asaccusacOes do nobro depulado nem
podilo ter por base as requisicOes do meu
Ilustro collega o Sr. Souza Franco, nem
tivcrlo tambem a sua origem na portara
do Sr. Jlo Paulo dos Santos liarreto.
E me admira muilo, Sr. presidente, do que
do lado da maioria se tonha trazido dis-
cusslo o nobre general o Sr. Joiio Paulo dos
Santos liarreto, de una maneira que mo
pareco que nrloin por lim se uao fazor urna
pravo censura a esse Ilustro general. So
be para nos acusaren) a us de contradito-
nos, porque lomos levanladoaqui as mu-
sas vozes contra o rccrulamenlo, declaro
quo nlo vejo nenhuma contradicrjo; o se ba
simplcsmoulo para fazer censuras ao Sr.
Santos liarreto, admiro-Ole, .enhorca, de que
aquelles mesmosquo tem enclndo ilo lou-
ros, que tem dello rocebido favores, vnho
aqui corrsura-lo.
O Sr. Slariel Motilara : Peco a pslavra
para responder.
O Sr. Presidente : A dscusslo (ica adia-
da pela llura.
Cuniriii(ir-e-//a.
2
Sr. Dr. Joaquina tVAqulno Fonseca, busco as Sua miseria era tal que tlnbao coloreado a prala conten una qanntldade da ouro que
paginas do aeu obnccltuado jornal para pu- vender os materlaea do templo pkra compra- exced.t tudoquanto se pode crer. Kata arca
ticamente pedir peidlo ao Illm.Sr. Dr. Aqui- rem um pouco de alimento, depois de irrrin de da especies, pretae parda. Separa-ee iciu
no do crlme que commeul, originado pala boa j vendido aos bonios rJeum pagode liudhis- graailedlfnciildad.che ca* oprlmelro traba-
Iho.
Ka aria preta he qne se ella p ouro
dita ; una libra deila a
'valor que varia dcdeirmli a dexpesos, .
cra arca*Inaudita ; una libra deata arapro-
Juinu valor que varia de deictrili a dea pesos.
i OSr. Collins, secretarlo do companhia de
iii^qcraefloymedlouma carnada de ara aurfe-
ra, e caicoloa quedarla a Cuta um dos socios
da companhia a loslgnificante sumina de qua-
renta i tres milluki; e este oreamento bascado
, na um resudado que nao seniio a declina
Cadcia 12 de juiiio de l85l.
Jos dos Santos Torra.

e c estado da eacriplura. I o piOsllcou uma team lista dos prlncl-
Talvcs alguen.i perguutc como beque ealran-T^ft^,,^,,,^, d(. iui,1r.,accre,cen-
jelros podem boje penetrar uvremenie no f,odo a cad, nomc a dMa uc cadl um dc|.
VARIEDADE.
OS JUDEOS NA CHINA.
A cxiitcncla de urna colonia Israelita no in-
terior do imperio chine?, foi provada, ha mals
de duicnloi annos, peloi jesultait; pofn eile
facto muito importante no duplo ponto de
vista da historia dos poros e da exegese b-
blica, tornara a cahlr desde cntao no mais
profundo csqueciinento.
O famoso padre Rice! foi o prlineiro que,
durante sua residencia em >ankiin, uo come-
co do sceulo l7, chamou a ltenlo dos Eu-
ropeos sobre a cominunidade judaica que
acabava de dcscohrir fortifltamente eniK^i-
Fuug-r'u, amiga capital 4a provincia do Ilo-
Nan,
Sobre estaa InJica^Oes, o padre Aleui teve
a curiosidade de ir, em 118, visitar esta por-
co, por assim dier, perdida, da grande fa-
milia de Israel. Ccm anno depois delle,
isto he, entre 01 annos de i7o4 e l'"'2', os
padres Gosani, omenge e Gaubil fzcram nos
proprios lugares uma dcscripcao minuciosa
da synagoga, das ceremonias legaes, dos li-
vros sagrados, eui urna palavra, de tudo o
que podia interessar religio ou scicncia
histrica mas obscrvaraiu que poneos Indi-
viduos eram enlo capazes de decifrar algu-
iii 1 cousa nos livros da lei, escriptos ein he-
braico, c que o templo ia cahindo rpida-
mente cm decadencia, bem como os costumes
israelitas
A partir dessa poca, os Judeos da China
PERNAMBUCO

5
o -a
"2 2.
I 9
HS.
Dial.
Cadavtrtt.
Homcnt.
MHlht't-.
Prvuhl.
Uomtni.
Mulhcrts.
Prvulos.
Oraiii.
di 3/DOO rs.
di 50/ r.
/mporfdnrta or-
rrcadada.
>
--2
?::
- Z.L
O BiS
0A&
o
tn
S"
ES
P-
f com que pretutl minha aaslgnatura res- ia contiguo uma parte do terreno* comido no
ponaabilidade do paaqulm feereativo: lio recinto sagradoj.Jodavia anda reata uma
declarcl publicamente e consta dos au\os que porcao sumolcnte para faier eomprehender o
eu sendo convidado cm I de marco do corren- que foi esta eynag%ga ein seus bellos das,
te anno para Dguiar como reaponaavel d'esse v<-s anda abl um grande nuiuaio de iu<-
pasquini asslgnel a responsabllldade na per- cripeflea em llngua hebraica : o lugar santo
suasao que nada ae dira de Innultuoso a nln- ainda caste e be ornado interiormente de
guein c menos ao Illm. Sr, Dr. Aqulno, pinturas e douraduraa de um trabalho no-
OSr. Monoel Modrlgucs do Passojfoi quem lavel.
abusando de inlnha boa f armou-mc esse la- Os viajantes entraram' no tanctuario que pefte di rendrnenlo provavel
co, para em resultado cu ser apartado de mi- hoje todo o profano, toco o pagao inesmo po-'. Na opiolao ata general Wilson, mllbarca de
nha faiulli, c soil'rer pena que devia recahir depollulr; e ah virara cilindros que contl-' nijmeos cjue Uaplhaisein all milhares de en-
sobre os niiscravels que nao duvldam inju- nham os rolos do velho testamento, oa quaes ros nlo consegulrlam extinguir o ouro desta
riar a pessoaa honestas e que covardei fogein poderam desenrolar e examinar com vagar.! prala. Pede aquelles que duvldarem da aual
quando se Ibes pede provas de suas accerefies. Ksses rolos, em numero de dor, tem cada palavra que vao ver com seus proprios olhos
Declaro que nfio recebl quantla alguina pa- um perto de trinta pes de comprlmento e tres I esta maravilba do mundo,
ra figurar de rcsponsavcl d'esse pesqulm: os de largura, c sao formados de pelles brancas A companhia de mlnera(io do Pacifico j
traidores que me dlsmlnlSo. { de carnelro escripias em caracteres hebraicos, 'em all 80 irabaJhadores, e val mandar liume-
Cublcando viver cm paz no seio de mlnha mu pequeos; mas o saneluarlo era tao som- dlatarnente mals crin
familia,e conhecendo a docilida.de de carac- brioque foi Impesslvel distinguir perfellamen-1 1DADK nJ6 ESTADISTAS lKil.K7rS.
lerdo lllm. Sr. Dr. Aquino, eu espero perdao te o estado da escrlplura.
do crlme que commetti. _
gei..
santo dos santos, quando os inisslonarlns je- )cs nceu. Deata curiosa relacae MfahiDOS
aullas, sem embargo da Innucncia de que Bcgulntcs aponUmentos -
gosayam nai eoTM Imperial, nao poderam ob- De ma, d, 8 n0). 0 mals v.lho dos sU-
ter isso. nao ha mals que um seculo! A ditaJ da Gr!a-Bretanha he o veterano de Wa-
resposta he tao fcil, quanlo pcremptorla ; tc,loo duquc de Wellington, que nasceu oo
he porque os Judeos de Kai-Fung-Pu catan.,,. de l79 c tcm con,cquenCia 81
privados de rabblnos, ha clncoenta anuos, e annos
naohainalsnlnguem cm sua pequea colonia u, n ^ ,n)M,._Lord Lindhurst, lord
qucsalba ler uma pala.ra do hebraico! tiles Donferllne. He. J. ilume, lord Uronghain. lord
ate ja eessaram completamente de pratlcar|||,jiesburv. lord Uenman, lord Campbell lord
a circuinclsao, c he de toda a evidencia que c (,_
sc I00,',*"3,? v'er "'" raDul.no dedrafcousa Drfjo'a 70 ounoi.-Lord Cottcnhain, conde
mui difficll oni presenta das lels chinelas), nip0I1> lord Addington, o marquez de Lans-
dentro de des. ou dote annos nao restar mais dowe, que nasceu cra 2 de julho de 1780 o con. I
nesse lugar o menor vestiglo da rellgiao ju- de Minto, que nasoeuem 16 de noveinbro de-
dales.
Os viajantes destrlbuiram algum. dinhclro
ao nilseraVeis habitantes da' tynagoga, e ob-
tiveram delics a permlssao de copiar as ins-
cripcaes monnmenlaes qne o tempo tinha .
poupado : as do Interior do saneluarlo loram c dc Suthcrland; e slr J. Cterk.
adiados perfcitainenle conformes ao texto lie- De jOatOonnor-Oduqne deRichmond ; Mr.
breo referido pelos Jesutas. Depois de terem \. p,uihCrford ; slr J. Graham; lord Jobn Itus-
reilo cssas coplas e tomado nota das inscrip- e^ ue nascu ,., 19 de agosto de 1701; o
cci apagadas, cujo numero he asss consi- ,,iuito honrado C.S. Lcfevre, presidente da ca-
deravcl, elles mcdiram com cuidado todas as mara dos comnuns; o multo honrado R.L Shlel;
partes do edificio c bem assim do recinto ,r ft Thalger ; Mr. D. M. Neill ; sir F. Baiioc;
sagrado, c levantaran! la mesmo urna planta sir p. Kellv ; o marque de Nrmanby ; o inulto
a mais exacta possivcl para pessoas que nao honrado Laboucherre lord Stauley, que nas-
tem conhecliiiento de arcbctelur, ecua 29 de marco de 1799 sir J. Grey que nas-
J Porm o mais Importante resultado da etpc-1 ccua 11 de malo do mesmo anno; sir T. B.
dlcao, o que podera mais interessar historia Maculiy o conde de Clarcndon, que nasceu em
dos Judeos depois da dispcrsSo, ea critica dos 20 de Janeiro de 1800 : e sir Charles Wood.
livros santos, he a acqulslcao feltapelos dous | i)e Oa 50 nnno._Slr Fox Maule; lord Ash-
erploradores chincics de oito manuscrlptos em |cy Roebuck; o conde de Cdlsec,' comarques
hebraico, seis dos quaes contm partes do an- dc C'lanricardc; o conde Grey; sir John Jcrvls;
iiim esquecidos at o anno de 181.'), no qual' ligo testamento c os oulros dous a liturgia usa- j ,\, Cobden, que naiceu eui 1803; Mr. Bcnja-
alcitns iclosos Ihca dirigiram de Londres urna | da pelos Judeos nos oflicios hebdomadarios c | nin d racli, que nasceu cm 1805; o duqne de
caria ein hebraico, prometiendo grande re- : as grandes festas; c de varios fragmentos da (taccicuch ; o sr. Gladslone; o Sr. Herbcit.
compensa a quem trouxesse do interior da! rscriptura, a saber: os captulos 1, 2, 3, 4.5, 6,
China 111111 rrsposta escripia na racima Ungua. 38, 33 c 40 do xodo os captulos 19 c 20 do
Um livreiro chines da provincia de IIon-Nan I.evllico, os captulos 13, H e l5dos Nmeros,
secncarregou da carta, mas a resposta desc-i os captulos 11, 12, 13, i-l, 15, 16 c32 do Dcute-
jada nunca appareceo. jronomio; finalmente alguins paales do Penta-
11 nal nclito cm o anno passado a socledade j teuco, dos Psalmos c dos Profetas que ainda
judaica de Londres, estimulada pela gene- nao poderam ser determinadas com certeza,
rosidade de uma israelita ardente, iniss Cooks, O carcter no qual. esto escrlptoi estes II-
a qual poz sua disposico soinmas conside- vros, os quaes nao se deveiu confundir com os
raveis, decidio-sc a faxcr iiovas indagaedes,
e solicitou para este fim o concurso do bispo
angllcano de Hong-Kong. As visitas pastoraes! de a estabelcccr que a colonia de Kai-Fung-Fu para assistir ao lugobre espectculo,
imc este prelado fez recntenteme nos portos i nao deve remontar aos seculos vltinhos da dis- Tendo subido o cadal'also, o paciente deimai-
Jo norte proporcionaratn-lhe a occaslo de [ persao do povo Judco. As folhas esto ein ou e calilo a fio comprldo sobre a plata frma.
sal-fazer os desejos da sociedade judaica; urna especie de cartao, no qual as lettras be-, Dous ajudantes do allozo levantaram, puze-
cilc conferenciou a este respeito com o dou- braicas deverain ser, por assim dlzcr, gravadas rain-o de joelhos, atram-lhe os olhos, e depois
tor Medhurs durante a sua residencia ein |cnmum instrumento pontagudo; acapabe del o suspenderam pelos cabellos, de modo que a
Chaug-llai, e concordou com o reverendo ii~ seda, c tem signaes evidentes de origem s- [ degollacao, que devia ser felta espada, se pu-
noojuc (individuo que sabe o idioma chim ) trangeira. Dous negociantes Israelitas,. aos'desse operar promptamentc.
que fario partir para Ke:-Fung-Fu, em pro- quaes esses livros foram mostrados em Chang- peso do corpo do paciente, que tinha per-
cura da colonia israelita, dous chlnezcs chris- Ha, asseveram ter visto livros seinelhantcs em dldo toda a senslbllidadc, fez que os bracos dos
tos, dignos de toda a conlianca, um dos quaes Aden; e a presenca de palavra) persas cm va- ajudantes vergassein pouco a pouco; assim
tinha o grau de bacharel e o oulro, educado ros lugares das margens, misturadas com as; aconteceu que o prlineiro golpe dcu no osso
collegio das missdes cm llatavia, sabia annota;r>es cm hebraico, parece indicar que occipital; o seguodo nao fez mais que uma
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia I a 10 .
RE( EBBDORIA Dt RENDAS GEUAES
INTERNAS,
inte do dra 11. ..... 570,514
Oftl)I.ADO PROVINCIAL.
lCkl,-..... 7l0,53t>
I da em posto iri a laiino huma poreflo de
749,iiON I charutos legados ltimamente do Babi
orrjf o de
lien limen
Q
dem do
T3
ovimento do porto.
Navios entradoe no dia i I.
Camaragilie 'i ilias, hiate brasileiro, Novo
Deslino, Je 21 tonelladas, meitre, Este-
vo Ribeiro. equipagem 3, oarga assu-
car. Pasaagefros, Joiio Francisco Marques,
Florencio Jos de (HiVe'rrn, Joaquim Ro-
drigues de Jezus, Marcifllino Jote de Mel-
lo e 8 esernvos a entregar,
Philadelkbla -- Al das, ,barca americana,
,Mift'"vni'"atiBm\'*'f piuowjj-
Teby equlpigemll, carga farinha e
uts gneros; Mstbeus Ausn C.
Cette das, barcfriincea, JotepMna.t
184 tonejladas, capitSo, Journeau. cqol-
pagem 12, carga, vinlio e piis gneros ;
a Sclial'lipitinn & Toblr.
Liverpool 39das, brigue ingloz Richard.
'de 396 tonelladas, capitBo Whiln, equipa-
geni 16, em lastro ; ajames Crabtreoi G
huma o
11 u i ri
masa para aliar navalhas
Avisos diversos.
HPSSJSJ*
.. nsMUiiiSB.ru^.lsssTVfis,l,mmu
Acaba de ebegar casa do livro azul, pa-
teo do Collegio n, 2, un completo forti-
menlo dos melhores romancea, edo auto-
res de grando Horneada, como A. Dunas,
e Sue e outros de nlo menos valia, tradu-
zco* na lingoa-portugueza, em betnflmas
eilicOss para quem gosla de ler e de apre-
ciar a furnia e a materia. E porim eooio
nem todaa as pessoaa esto habilitadas pe-
ra ter uma biblisHbeoa romantioa, %t"*iff
apenaa ae contrastan com ler, tem otoea-
sidade d* omproarar um capital em livros,
--'---------- n mil
-nirin, iiifllotii
prieta rio que seria mais conveniente formar
um gabioelo de leitura do todoa asaos ro-
mancea, e expo-los assim ao eervico do pu-
plico, .sondo o prego de" cada attigoalurt
mental de5,000 rs., pagos adiantados. To-
dava, para facilitar a leitura as pessoas de
ambos os sexos, he permiltido levar cada
assignanlo para sua cata o romance qun
Jusim, CSJIHno R. W. n,,evick, equipa-j^^'^1.^^
gen17, carga, Jartnha e mais genero. ; a ,,,. a |eT(n,. -eno c0 je^^fc tE*. li!
cari o assignante com a obr como com-
prad pelo prego do poohor olrgaf.nlia,
lcane Vnullo&C.'
[ 1782 ; o conde de Aberdeen, que nasceu esa 28
1 de Janeiro da 11.81 i q viseanUc Palaiarstou, que
[ nasceu ein 20 de vambraale Miti ttiajlaa
honrado 11. Goulburn;* vlscondc Hardinge ;
lir Roberto Juglis ; alr J. C. Hobhouse ; o du-
1 vou:
Genova 51 diaa, polaca aida Vcmcnzo, de
156 tooelladaa, capillo P. Lamero, equi
pagem 10, carga, feriaba e mais generoa;
a Le Bretn Sciiramma .. v. ;JJ,cjarut;des.
Dr 30 o 40 anno. O conde de Lincoln, Mr
Hrlght; o marques de Dalhouaic; o vlscondc
Melgund ; o marqnez de Granby; Mr. G. A,
Smith, c lord Jobn Manners.
/'i' 27 nnnoi. O duque de Argylc.
Os jornaes curopeus dio noticia de uma no-
lavel execucao, felta em Bayreuth ( Baviera),
no da 25 de feverelro ultimo Pedro Braun era
o nomc do condemnado morte por assasslno
rolos da lei, he a antiga forma hebraica cornos je Incendiarlo. Como de costume e em todaa
pontos dos Massorelas.circqmstancias que ten- parte se v, uma numerosa mullidlo concorreu
muilo bem ler |e eacrever o inglez. Este tilti* estes livros provem originalmente de um pai
mo, .mu ij 11 iiitii mais moco_ do que o oulro, occidental da Asia, da Persia, talves, ou de al-
foi poslo frente da expedicao, primeiramen- gma das altas provincias Ha India, onde o per-
te porque cm mullas viageus feilss preceden- sa he, de lempo inmemorial, a llu^oadas pca-
temente para espalhar relljious tracls, ti- soas instruidas.
uha dado prora de lana intclllgencia, quaolo Gomquanto as annotacocs do que fallamos,
zelo, e depois porque cosluimndo cscrever o sejam numerosas, c parceam remontar a dpo-
scu diario cm inglez, o relatarlo de sua via- ca ditl'crcntes, nao se observa ncllasncnhum
gem poderla ser transiniltido liberal miss vestigio de caracteres clilnezes, nem nenhuma
tooks, sem ser desfigurado pela traduc(ao. deseas particularidades de formas que reve- ,
Os dous chincies partiram de Chang-llal a lam inmediatamente tudo o que he de origem '. labiusse abrame se lechavam alternativamente
Id de uovcuibro do anno passado, cm 11111 chineza, INcnbuuia data existe para determinar eos bracos c as peritas faziaiu grandes mov*
Inclsao no pescoco; e nao foi senlo da terceira
vez que a cabeca separou-sc do tronco.
A este atroz espectculo que durou mais de
dez minutos, succedeu iminedialaiiieulc outro,
horrendo uo mais alta grao. Dous professores
da faculdadc de incdlciua da univcrcldade
d'Kclaugcn subiran cima do cadafalco c Azc-
ram experiencias galvauicas sobre os restos
mutilados do esjaipllclado. Estas experiencias
corrcspon'dcram pcrfcilaincnte espectativa; os
barco, o qual devia trusporla-los directamen-1 sua anliguidadc, be provavel que naosejaiu
le a Tsiug-K.ian-1'u, cidade situada sobre o importav0es recentes, he eerto, porcm, que
pomo de junecao ,do grande canal c do rio nao sao coplas fcitas no paiz de um sceulo para
Amarcllo. I'ara Ir a cs.'e lugar, segue-sc o r.i ; pois que o ultimo rabbino morreu, ha mais
grande canal que passa pelas cidades de Su- "
Tchou, Tcliang-Tcliu e fclien-lviang-l-'ou, .1-
travessa o grande rio Azul c diri#c-se au nor-
te por Vang-Tchu-Fu, Kao-Ycu c Pao-Iog,
at que chega ao rio Amarcllo.
Aqui nossos viajantes tiveram que continuar
sua viagein por Ierra; elles allugarain para
este fim um carro puchado por duaa muas,
c seguiram o curso do rio Amarcllo ale o lu-
gar do seu destino.
.Sesta cstarao do anuo, as aguas do terrivel
rio cstiio de tal sorle bailas que cm cerlos
pontos pode-se atravessa-lo a rau cm um
carro. A ribanceira he por toda a parle uiui
alta ; todava numerosas anfractuosidades 1 u-
dicaui frcqucnles transbordainentos na ultima
esla(o ebuvosa, e veem-se na proximidade
das duas margetis mil lagos c lagoas, no meio
nicnios, como cm urna pessoa vivaf
REALCOMPANAIA DOS PAQUETES 1NGLE-
ZES A VAPOR. .
O Vapor Serern, commandan-
1,1 Vicent deve aqui estar na
manli do dia 22, e seguir na
tarde do mesmo dia para os
portos da Europa j anunciados : as pessoas
3ue pretender.m passagem para qualquer
os portos, em que o inosin tenha de to-
car ilevcrao traclar antecipadamonte em ca-
71 da respectiva agencia ra do Trapiche n.
42 ; ailvoriu-si; que para mtior commodida-
de dos passageiros a companhia tem ai rau -
jado que estes vapores demorem-se neste
porto dose horas de dia claro, tanto em sua
viagem para o Sul como para o norte.
e3tejlo nestes casos, o quoirlo assim servir
on aos individuos quo quizerem ucumbir-
se desse. engajamenlos, a apresenlsrem-se
na capitana com toda a brevidade ; sendo o
tempo de engajamento de um a tres annos
coma se convencionar, e a. gr.tilicacOesa
darem-se na ordem desses prazos, de 20,
30 e 40,000 rs. Alera destas gratillcaY0es, se
Ibes dar mis como premio aos qua se eu-
gajarem directamente 4,000 rt. tendo et-
trangeiro, e 5,000 sendo otcional, perce-
lionilo ot engajadoret 4,000 por cada um de
idade de 18 a 40 annos, sendo eatrangeieo, e
5,000 sendo nacional. Capitana do porto
de Pernambuco, 8 do julho de XSii.Rodri-
go Theodorode Freilas, caditlo do porto.
- Pela delegado do primeiro districto,
desto terxno se Taz publico, que forfio apre-
hendido!, e se achflo recolhidot ctdeia,
dous pretos, qne dizem chamar-se. o pri-
meiro Justino, escravo da Jorge de tal, eo
sognndo Florencio, escravo de Manoel da
Rocha : as pessoas pois que .obre os mes-
mo. livcrem direito, dirlja-se a mesma de-
legada, que provando a posse e dominio,
Ihes soi ,io entregue.
Pela seguada Ses.o da meza do Con-
sulado Provincial so anuncia que os 30 das
uteis para o pagamento* a boca do cofre,
da decima dos predios unanos das fregu-
sia desta cidad e Afogalos si flnsliso no
dia 14 do corrento irnu os quaes incorreni
na multa de 3 p. c. os que deixarem de pa-
gar a decima do 2. semestre de 1850 1851.
-- O lllm. Sr. inspoctor da thesourarja
?, .V^VTJi^'V1" '""'"' ",!"""- .da fazenda proviacial. manda fazer publico
>" que do di. 14 do correte mez por diento
pag3o-se os ordenados e mais despezas pro -
vinciaes do mez de junho p. p.
lou profuudo dcsgoslo por cssas opcracOcs
que com clleito caberiao uiclhor ein uin ain-
pbitheatro anatmico.
O MAIOR NAVIO MF.RCA.NTE DO MUNDO.
Segundo o Journalof Commcrce de Now-Yoik,
os Sis. .V L. eG. Griswold contractaram com
dc50 annos, c as notas das margens sao muito
mais recentes do que o texto ; ninguem por-
tantopdc faser a este respeito scmTo conjectu-
ras mais ou menos plausivcis.
Se, segundo os escriptos dos nrmeiros mi-
sionarios jesuites, nao se pdc por cm duvida |o constructor naval Win, II. Webb a construc-
a existencia de Judeos da (Moa no comeco do co de um immcn o navio tle duzentos e trinta
seculo XVII, nada deceno se pode estabele-! ps de quilbo, com quarcnla e dous pea de
cer quanlo o poca cm que este ramo desgar- bocea c vintc c cinco c mein drponi.il. Ter
rado da grande familia de Abrahao foi Implan- mais vlnlc c cinco ps de quiln do que qual- 1
lar-seno imperio do Meio. Se houverinos de quer oulro navio de velado porto de New-1 presentara o apparotoso drama do celebre poe-
Theatro de Apollo.
Ilini;, 12 DE JULHO DE 1851.
l-tic;i lo actor Antonio Jou llairu-ii tle Mello.
A companhia dramtica dirigida pelo actor
Francisco de Salles Guimaraes c Cunba, re-
dar credicto aos Judeus que pcrmancccm cm York ( o IFainiaglon, que o malor, tem
Kai-Fung-Fu, aeu templo rol construido no an- j duientus e cinco ps de quilha c excessiva-
no de 1190 do nasciinento de Christo ; masa mente inaior do que todos os outros vasos da
vinda de sua tribu China data da dynaslia mesmo claase construidos at agora. Muito
dos Ilans, que rctnarain, como he sabido no 'jpoucos dos maiores navios paquetes america-
cAmcco da era christa. Esta ultima aascrcli s medem mais de cenia e ectenta ps. Ser
he destituida de proras, c faz Icmbrar o part- construido no melhor csljlo da arle e com a
das quaes observam-sc jardins destruidos e, do lomada entre os Chins de fazer remontar malor solidez. Todas as pecas prlncipaes de-
rumas de habiacea presentemente aolilarias. aas lempos gloriosos dos Ilans todaa ar institu- vem ser de roble, c, o que iulciramcnlc novo
Resulta diaso que na viainban;a do rio, a efies, todos os faclos, os costumes, as crencas, c
populacao he au smente mui rara, semio
ainda mui dcigracada. Taes localidades que
a
-= ^
5 s ~
si G
?1 r
>
sis
y
*
3 o
Communicado.
TlllATKO D'APOLLO.
Temos visto nesta gazeta o annuncio para
a representado do dramaLucrecia Borgia,
por Vctor Hougo, c com ancicdade havemos
esperado o dia designado. Desrjainos que
elle ac verifique boje, alim de applaudirmos
mals esta vez o magnifico talento da Sra. Ma-
ra Leopoldina no sublime e trgico papel de
Lucrecia.
Este drama he urna das creacoea que (or-
naos mala esplendidos os aunaos da liitcra-
tura, c uma das glorias mmorredouras do
cplco cantor do ultima Navarln ; ha sido
representado e applaudido em todas as ierras
onde as artes sao tldas cm apreco. Altivez,
orgulho, lula das mais vehementes paiscs. -,
ludo isto ser fcilmente traduiido pela Sra, ''acll|aae, lachado; masque inudanca, que
Mara Leopoldina. decadencia, depois da poca em que osJesui-
Alm do reconhecldo talento do Sr. Gui- '", l,,l vl*"d?! A parede exterior do
maraes, teremos de apreciar um arliaia quej n,. Vnna c,ah,!d' um monlo de cnlullio
faz hoje a aua estrea neala cidade: o Sr. de. cP'nb.0' e de lno obstru a pona priucl-
Mcllo, a reapcllo do qual temos as melhores f" Pllarc* d, edificio, os niarmores das
informaccJes, e smenlc sentimos que Ihe 'n'cripcOes, a balaustrada de pedra diantc do
roubesae um papel que nos nao pcrmiliir P""""0 d0 lclnploi as eseulpturas de ornato,
figiiram as carias geographicas do hnpcriu
como cabecas de dcstrictos ou cidades de sc-
guuda ordem, nao apresentam mais que mon-
tuca de ruinas, cercados de muros arruinados
aqui e alli smeute urna porta solitaria,
cuja ioscripto meio apagada indica aluda o
que esta cidade fra outr'ora
A estrada seguida pelos viajantes cliinezcs
era das peores, c fazia o carro dar saltos iosu-
portaveis. limas vezes andavam sobre o alio
das ribaneciras atravez de rochas c de fossos,
onde as quedas eram continuas ; outras vezes
seguiam a niargem do rio que o reluxo dei-
xava seccas, c ah as rodas enterradas na arcia
ate o cubo, obrlgaram os viajantes a descc-
rcm para ajudar sua triste cquipagem.
O conductor, a cujas vontades cra preciso
que riles se acoinmodasscm para nao com-
promcucrcm a expedicao, insistia cm que se
pozessem ein marcha logo pelas trea horas da
manliaa, o que nos dias soinbrioa c fros do
invern cra mui penoso, e nao era gcralmcn-
te senao ao meio dia que conseguiam arran-
jar comida, fogo e repouso.
Finalmente depois de tur feito assim peno
le duzentas legoas, os exploradores chinezes
chegaram cidade de Kal-Fung-Fu, situada
aos 34. 55' de laltiludc norte c 1. 50' de Iju-
giiudc ao oeste de Pekn.
Vesla cidade acharam elles bom numero de
mahometanos, que mui longc de occultareiu
sua religlao, a declararam publicaoientc ein
urna tabolea posta cima da sua porta estes
mahometanos siio pela malor parle, eslalaja-
deros. c foi em casa de um d'entrc eilcs
que os viajantes se loram alojar. O objecto
das prlmciras invcstigacOcs foi saber se exista
ainda no paiz sectarios da religio doscorta-
ncrvos_denoinina^o extravagante que os Ju-
deos tomaran! na China, ou que ae Ibes dcu,
purquanlo, segundo as preacripcoes da lei
mosaica, os Judeos cortam o ervo principar
ou teudo daa pernas dos auimaes, com que
se alimeotam.
O eatalajadelro musulmano dlssc aos dous
chrlslos que exista ainda gente desta scita
e offereceo-se para condnai-los mmcdiata'
mente sua synagoga : mas como a noute
ia aui.iiii.nla, deixou-se a visita para o dia
segulnte. A' bora marcada, partiram todos
para o pagode doscorla-ntrvos, que com
na coiisiruccau de vasos mercantes atncrlca-
ab; os romances, aos quaes querem dar relevo. nos empregar-se-ha uin systcma de grada-
se em lugar dos livros litrgicos que nunca ment de ferro, ou de brcolas diagonaes des-
se copiam com muito cuidado, porque sao su- te metal, como lim de dar-lhe o inaior grao
jeitos a variar segundo o lempo eas localida- de forca possivcl. O modelo que examinamos
des, os exploradores llvcssein oblldo os rolos d' o citado peridico, est calculado para
que conten a le, icm duvida se acharan nelles combinar o cxcellenle andar com a grande ca-
indicaces preciosas sobre o lempo c o lugar pacidade para frete. 11. vera catar concluido
de sua viuda. dentro de seis mezes, e a sua primclra viagem
Com um pouco de pcrscvcranca c novas sa- ser de New-York a Canlo pela California, e
orificios esta acqulslcao poder ser feita ; en- d'ali aos Estados-Unidbs, completando assim
iretanto nao se pddenegar todo o inicressc que urna volta inteira ao globo. Hade ser da lo-
nicrecein os manuscriplos em quesio, c se loco de Ulnas duas mil e stii ctnlai toneladas
elle-
como se assrgura, elles vao ser exposlos aos
olhos do publico 110 museo brilannico, nao ha
duvida que os sabios acharo nelles materias
para indagaces niio esperadas.
O f/orth-Cliinallerald do qual extraamos a
maior parte desle relalorio, ere1 saberqueas
a*
Hepartigo da Polica.
PARTE DO DIA II DE JULHO.
Foram hontem presos; a ordem du subdclc-
pcasoas que dirigiram esta empresa tcncionam gado da freguezla de S. Jos o pardo Andr,
publicar prximamente um /ac-iimile dos na- eacravo de Virginio Horacio de Freilas, os r-
nuscriplos hebreos, do plano da synagoga, as- los Sepio e Jos, cscravos de D. Catbarina
alea como o diario cscrlpto pelos dous viajan- llrando, por crime de roubo, e Rufino lain-
tcs cm rhinez e Inglez. Teremos o cuidado de bem escravo por correceo; e a do subdelega-
Informar os Icilores desta publicaco, se ella do da freguezla da Varaea, Joanna llaptisla pa-
livcr lugar, c seguiremos alternamente a im- raavcriguacOes pollclacs.
pulsao que a aociedade judaica de Londres nao
deixar dedar a colonia isolada de seus corre-
ligionarios na China.
Os dous viajantca christns gaataram dous
mezes para ir c vir, e nao ae demoraran! seno
cinco dias cm Kii-Fung-Fu, lempo curio cm
COMMERCIO.
ALFANIIEGA.
apparencia, porcm man qiie Vulcicntc para "endimnnto do dia 11.....11:568,956
Descarregam hoje 12 ele julho.
Briguo ingloz Nonpariel bacalho.
la francez Mr. Viclor Hugo
LUCRECIA RORG1A.
J'crsonaaenf e actores.
D. Affanso D'EstcO Sr. Telles.
Gennaro.O Sr. Guimaraes.
Gubetta.--0 Sr. J.rge.
Mallio Orsini.o Sr. Costa.
Ceppo Lircrelto. OSr. Mello.
I). Apostlo Gasella.OSr Figncircdo.
Ascanio Peirucci.O Sr. Mevca.
aoferno Vilelloso.O Sr. Scbaslio.
luslighclo.Conrado.
Uin porteiro.N. N.
D. Lucrecia.A Sra. M. Leopoldina.
A princeza Negaonl.A Sra. Fclisinina.
Mongcs, senb u-es, damas, criadosc soldados.
FinaUsar o espectculo com a jocosa aria
O |>i lil-iitailrr polkll.
0 director promette ao reipcilaval publico, o
empregar toda a aclivldadepara que ios inter-
vallos se torncm o mals curtos posalvel.
Os lo Hieles de camarotes, galera c platea,
achau-se desde J venda 110 cscrlptorio do
iiu'.iii .1. a
Principiar s 8 horas em pomo.
salvo renovando a asaignalura. A aaaigna-
lura por 3 mete, aera de 19,000 rs.; ato- 6
meze. 18,000 ra.; e por um anno 24,000 ra.,
por esta mdica qaantie pudo lerquen qui-
zer todo, os romances publicados at hoje,
senlo tiver oulra coum, que fazer, ou qui-
zer perder oteu tempo innocentemente tem
risco de pena ou do dor, por andar mal en-
raminhado -- nlo ha divorlimento maia in-
nocente que 1 leitura, nem mal. barato,
quando se actiam por 24,000 n. por anno,'
livro. que cuttariam cont, den., a quem
fosse obrigado a comprar uma bibliolliecs
inteira. Na mesma casa achar-sa-ham os
estatuios, pelos quaet te dovem ragero pro-
prietario e oa esaignantos, assira como a.
condicOes sol as quaes os livro. pdela sa-
hir do gabinete por um lempo marcado.'Ca-
da assignante levar um exempitr do* esta-
tutos para seu governo. Tamben aebar-
se-ba o cathalogo dos romances com 01 pro-
cos correspondentes, no qual poderam et-
colher o. assignante. aquelles que mal. ibea
agradaren]. ,-,
Fundic&o .r v.ui-uraw
C. Starr & Companhia, rospeltosamente
annunciam ao publico, que o seu eslabele-
clmentoptra manufactura de toda aetpa-
cie de machinismo tendo desde o mu prin-
cipio em 1839 ido comtintemenU augmen-
tando, tem beje chegado a una atado do
perfoiclo tal, que nSo he inferior aos me-
lhoret que exlslem em todo o Imperio, tan-
to pelo que dix retpeito a ciptcidide do
eJilicio, como pela excellencla dot male-
riaes e pericia dot seus empregidos; o que
os habilita a offerocor-se com confianr;a pa-
ra a puntual execuflo de toda a especie do
machinas de vapor, de qualquer tamaito
ou descriprjlo que sejam, lisas, para na-
vios, oa locomotivas. Igualmente ctldei-
ras para vapor do todas as dlmonsOes, engo-
nhos para canoas movidos por vapor, por
agoa, ou por auimaes, con todas as varie-
dades de moderna invenflo. Tachas de to-
dos os lmannos, alambique, de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e monillos da vento
de todas as qualidadea. Alvarengas e oni-
barcectJcs do ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desejem. Ponte., de ferro de to-
dos as dimensfles, gradaras, verandas, por-
tees, columnas, sinos hydrauiicos^ boias.de
Ierro, o n'umo palavra todas as obras dn
forro e bronze, do que o paiz pn.11 prensar
Grtcssa energia do governo, existe ja uma
excollento estrada feita em linha recta da
ponte da Boa Viata para o eatabelecimento
cm Santo Amaro, oque ofTerece a maior
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
wm
esludar c descrever minueiosamante o ponto
mui circumtcripto de suas iovcsligacOet.
l.altery.
( P res se. )
HP"""sBMJi
ap
MISCELLANEA.
Barca americana /.'.' Dourado farioba
bolachinha e breu.
Brigue francez Paulina o rosto.
Barca ingleza Linda mercadorias,
llriguo sueco -- I-'ranklim bacalho.
Avisos martimos.
Para o Aracaly sane emprclcrlvelincntc
at o fim do correle por j ler parte da carga
engajada o hiatc nacional Anglica, quem n*elle
quiser carregar, ou ir de passagem dirija-se a
rna da Cdeia do llecife n. 49, primeiro e se-
gundo andar.
Para o Rio de Janeiro, scouc por estes
dias o brigue escuna nacional Olinda, a po-
de recober alguma carga miuda, oscravos o
passagoiros ; trata-se com Machado 01 Pi-
nheiro : na ra do Vigario, ou com o capi-
llo Manoel Marciano Ferreira, na prafa do
Commercio.
Leiles,
UMA PRAlADEOUaO.
.(.I/1.1 California ie l de Janeiro p. p, refere
o seguinte:
Semprc estivemos na perauasao de que re
ceberiamos noticias de maravilhosaadeacobcr- Barca americana ~ Man Hilen o resto,
tas de minas de ouro; semprc acreditamos quo Briguo .QStritco -- Perraejno feriaba de
este melal poderla apresemar-se em uo grau- i-:-~
de abundancia como o chumbo, < semprecon-
Ocorector Oliveira far leillo, por or-
dem de Heury iiull, capillo da escuna in-
gleza-ltival-por conta e risco do quem por-
Patacho americano Loucr farinha o bo- tencer, e eui presenca do Sr. vice-consul
laohinh... de S. M. B., dos mastros m.sUroios, vergas, TTSE mffESS?SSSm&
panno, moetoens, cordoalha, e todos os1'-"----------
mais pertences salvados d
PREST0L SALSAPARIULHA AMERICANA
Melhor t mais extraordinaria ti* inundo.
Preservativa infallivel contra a. febres.
A salsa parrilha original egenui. de Bres-
tol possue toda. a. virtudes para corar to-
das as enfermidades que provem de uin es-
tado de impureza de sangue da. .ecrecfOe-
morvidas do ligado e estomago, e em los
dos o< caso, que necessitam remedio, para
purifoar o robustecer o sistema. Em to-
dos os casos de escropbulas, erisipelas, ti-
nha crupces cutneas, mancha., bilis, eno
flamacloe debiliJade nos olhos, inchacls
das filndolas, dores lombares, afTectOes
rlieumticas, dures nos ossos ena. juntaa
hydorpesia, despepsia, aslhmo, dearrhe o
desenleria, tosse resfriados, eoliammaco
do pulmoe. phtbisica quando provem da
obstruflodos bronchios em pessoas escro-
pulosas, enuenza, IndigestSo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das molbc-
resenfermidades lidiosas, e em todaa as
afectos provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha ae emprega
com eflicacia em-lodos o. sobreditos casos,
e he reconhecida como a melhor medicina
que existe. Os frasco, de salsa de Bristol
teom mais de qualro tamanbos dos de sal-
sa de Sands entretanio que o. de Bristol
se vendem por 5,000 rs. e os de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vital Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Mara Goncalves Ramos,
na ruados Quartcis pegado ao quartel do
policia.
Quem precisar de um caixeiro para
venda ou outro qualquer estabelecimento,
o qual d fiador a sua conducta, dirija-so
s cinco Pontas n. 21.
Um porluguez, que dizia cfcramar-se An-
tonio, de idade 20 anno., pouco mal. ou
menos, falla propria de sua naci, e quo
tambem dizia que a t anuo havia chegado
de sua trra, e quo estivera este tempo, no
engonho do Jos Severino, procurou servico
nos AfTogados, e se cogajou para isso na ca-
sa de Theophilo do Souza Jarditn, edeIS
diaseste o mandou do sitio da fazenda, lu-
gar da Emboribeira, para osAITogados, na
manilla do dia 8 do correte, com umea-
vallo casttnho, pequeo, estrella na teata,
Briguo bespanhol --Recurso vinlios, leos,
ptssas o alpistas
trigo.
anda julgar cabalmento do seu mrito.
Correspondencia.
Sr. retadora. Condenado e so'rcndn a
pena por crime de injuria a pessoj do illm, ueui se qner un trapo para se cobrircui.
tudo esuva quebrado ou destruido ; as pro-
| prias paredes do templo linhaui sollrido dc-
gradaces malares. As alas lalcracs da syna-
goga, designadas como capelias ein honra dos
patrlarchas, ollcrcclam apenas um abrigo a
alguos mlseraveis lilhos de Israel, que unidos
uns aos oulros para se aquecerein mutuamen-
te, dormiaiu sobre pedras nuas, nao tendo
tmoa que mais dia menos da ae dara um car-
ro de ouro por uma barrica de farinha. Moje
lrll|Mii fatuo.
ditt escuna, in-
clusive qnaiquer porclo quedo casco da
mesma possa salvar-se na praia do brum
contigua a esta cidade; onde foi ltima-
mente naufragada, na sua recente viagem
Barca austraca 'crsagno, viuda de Fiu- paocodente da liba da Asconsle : terca-foi-
bellos grossos, cangaiba com capa de cou-
ro, 1 par de cacuaes grandes, carregados de
cocos com casca, 3,000 rs. em cobre, 1 foi-
ce nova; em lugar do dito portuguez vir en-
tregar os ditos objectos no sitio do abaixo
assignado, soube-se que tomn a diroclo
do recife e desappareceu, nlo bavendo nem
compaiiliia de "" 8>".""--immmi, moia .w i .mi.-inm, n uu uurreuir, uno de entre nos a somelhante malvado
mineraca do Pacfico. Este vapor acaba de ditas e 290 liarnz vinhO'; 100 barnz azoite, as 10 horas da inanhl em ponto, no seu I Thtovhilo deSou-a Jardim
rrgrcasarcom cinco ou ecis das pessoas que 20 ditos olea do liuhasa, 30 barricas alpiste, armalom : ruadacadoia. i Antonio Peroira da Silva Marlins com
conduzio, entre as quaea se achao o general 30 atecas especiaras, 612 Caixas, 78 in'oias O Corrector Miguel Carneiro, far lei- prou ao Sr. Jlo Goncalves Villa vida n
Joao wuaon c o br. Joao a. coi Ins. Convo- ditas, 42 quartos passas, c i ciixas bixas ; lio no dia terca feira 15 do correte as lo wa Uvern. sita na ruado S li \ i i.'n
^^}e~^- os consignalarios horas da mana no t.u arm.scm na ru. do do do mes^V^e'idotod.s .'s'po^ei'e d"-'
cOpSULADO GERAL. Trapiche 11 40 de diversos trastes novos o roitosa mesma laverua. DOr nanel de tras-
Ronilimonto do da 1 a 10 .11:073,315 uzados loua, vJros, candieiros, laulernas, passo, com data do 8 do julho de 1851
luotn do da 11........,. 408,871 podras marmores para mezas, ricos quadros; Prccisa-se de um portuguez p.'r fei-
ir.^r^ 80'""* re,lo6,os' P"!"^ espingardas ingle- tor de um engenho, uo Rio Grande do Nor-
11:428,2IG zas, e outros minios objectos : que se entre- lo : trala-se em Olinda em casa do acade-
---------------gara por todo o preco; assim como ao mco mico Andr do Albuquerquo Mtranhlo.
uistas, c se pudermos couservar sangue fro
depois de ouvirinos as maravilliosas iuforma-
cdCB que cases senhores dcraiu asscmblca,
procuraremos referi-las aos nossos leitorcs.
Vale c setc uiilhaa atenido rio Triuiy ha
urna praiade luuilaa uiilhas de extenso, bor-
dada por grandes monlanhai; a arca deata
II FGIVEL
-------H /


Aluga-se, ou vende-se pira fon d* Ier-
ra no piteo de S. redro, ca* n. 10 segundo
andar, urna mulata boa coainbeira, een-
comma aolTrivel.
Lav.-se o eneorama-se com toda a per-
foicoTodi quatydaije do roupa : na ra
dos marlyrios n. 9 ; na mesina casa ha urna
orna para ae alugar para casa de homem sol-
l8-r- Roga-se 10 Sr. T. G. o favor de mindar
pagll a letra de 7l2iai2 ra., sacada aos 31
io margo de 1818, fltgevel aos 31 de de-
zeoibro do liilu mino, no engenho J.aganga-
iio;euia letra o acompanhada de urna
carta que dizia, lo ou nSo pagar no dito
lampo nSo tinha niais contemplago, ncm
no prazo nem noajuroa; e io por por fatali-
zado do nlo cumprira sua promeaai dentro
da oilo das, ver* o seu nome por extenso
neale diarlo. ,
-- Na ra No*a n. 18, toja de M. A. Caj,
ha offecllvamente um completo sortimento
do obras foitas de alfaiate de todas as quali-
dadas; assim como fazendo do bom gosto
para te (azor qualquerobra com promlido,
como sejo ricos cortea de colletes de selim,
caseniira, mirin bordadoa, e com anas abo-
tuaduras, fustOes, panno fino, merinos,
brins, caaemiraa protaa e de coros, valencias
de 13 e seda para palitot, chapos francezes,
dilos de maca, ditos de sol, bonet para
montarla de senbora, camisaa finas brancas
e da,cores, ludo por prego commodo haven-
dodnheiro.
Aclia-se procedendo pelo cartorio dos
orphos ao inventario do finado Manoel Joa-
qun) Pedro da Costa, o qual morreu em
1815, as pessoas que se jubjarom credores ou
devedore do caaal, haiSo de ae entender
com Luiz Antonio Petara, na ra do Quei-
mado. .
O abati asignado enlrou para o cofre
publico com a quantla de um cont duzentos
e dezolto mil treaenloa e oltenta rcli, prove-
nientes da prlmelra prestacao vencida da com-
pra da loja franceza cita na ra Nova desta cl-
dade, felta a Luiz Jos Pondr, cujo producto
fol nocto da posse embargado a requerlmen-
to da Illraa. Sra. D, Therea Goncalvci de Je-
aus Aaevedo,-e depols penhorada por eiccucao
do Sr. ot Antonio Bastos, c a requcrlmcnto
deale uietUda a dita quantla no cofre nacional;
o que ae faz publico por cale Diario para conhe-
cimento das partea imcrcssadas: julio da prl-
melra vara, eacrlvao Dapllsla.
nlonfo liorna Villar.
TJm moco braallelro de boa familia queja
lera alguma pralica no oinmerclo deseja cin-
prrgar-ae em urna casa extrangeira ou nacio-
nal no desampenho do armaicn ou da co-
branca; em nuanlo a sua conduela pode apre-
acntar aa memores recoininendacOes; quem de
aeu preallmo ae qulaer utilisar dirija-ae em
caria fechada aob letra M. a esta typographla.
Aluga-se o terceiro andar da casa do
largo da aasembla o. 8: a fallar com Joa.
quisa Francisco de Allem n Forte do Matto-
e JoBo Franciaco Ferreira da Silva Braga
delxou de ter caixeiro do Sr. Guilherme da
Silva GuimarSes deede 6 do corrente, e reli-
ra-se para o Rio de Janeiro.
**
t) Conaultorio central hoinoco- *,
paiiiico de Pernaiubiico,
Dirigido pelo Dr. S. O. L. Pinko, *
Ra do Trapicho Novo n. 15. .
S Todos osdiss uteis sedarSn con- -4)
sullas o remedios de graga aos po- .4
# bres, desde pela manbfia al as duas -*
%t horas da tarde. *)
K As correspondencias e informacOes '4
t) podcrSo se dirigidas verbalmenle, )
# ou por escriplo, devendo o doente -a>
# indicar primeiro, o nome, a idade, >4
(ti estado, profissflo e constiluigo ; te- J
?1 /nudo, as molestias, quo tem lido, e 9
?,. os remedios tomados ; Itrceira, a po- 4
V ca do apparecimentuda molestia ac- #
#5 lual, edescripgSo minuciosa dossig- 4
SJ naes ou symptomss quo soffre. 4
0 Dr. Sabino Olegario Minero Pinho. (
#: :##
Roga-se a quem for oficrecido um ancl
dcouro com as Iniciaea i. i. C. L., obra do
Porto, de apreender, c levar na ra da Cadeia
do Rccife n. 38, ou annunclar por esta folba
que aera gratificado.

BOWMAN & MC. CALLTJM, engenbei-
ros machinistas e fundidores de ferro mu
respeitossmonte annunciam aos Senhores
proprietirios do engenhos, fazondeiro:., mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, que o seu estabelecimento
do ferro movido por machina de vapor con-
tina em efTectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfelta confccgo
das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquor
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam- mtis particularmente' chamar a
attengflo publica para a sseguinles, por
terem deltas grande sorlimento jprompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade da materias primas e mo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrcgSo.
Moendas de canna para engenhos.de lu-
cios os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agna,monillos de ventor serraas.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhocs, bronzes e chumaceiras.
CavilbOes e parafusos de todos os tama-
nhos.
Taixas,paros,crivos eboceas do fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogSo e ionios de familia.
Canos de'ferro, torneiras de ferro e de
bronzo.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrsgeos para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, virandas, grades o porles.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mflo e arados de ferros,
*da supurioridade das su.s obras j '*&$ ~ &J* *"
cera mente reconhecida, Bowman & Mc.i __**___ _'l.tl__^_ ___
Callum garantem a mais exacta conformi- .OO^OOOOOOOGOOOO
dado com os moldes e dezenhos romeltidos O Consultorio de Instituto lio-
pelos senhoros qoe se dignarem de fazero O ^tiitA nV0 o aslV
Ihosencommendas, aproveijandoa occasiSe, CRAIUITO PAHA os POBRES. q
para agradecerem aos seus numerosos ami- 0 "<" "ierro da Boa-vista n. 47. S
gos e freguezes a preferencia com que teem S Fundado pelo cirurgiSo JSo Vicente J
sido por lies honrados, e asseguram-lbes' JZ Martina, primeiro secretario perpetuo v
que no'pouparao esforgos e diligencia g do instituto homceopathico do Brasil,
1 coatinuarom a merecer a sua conli- O em 18 de dezembro de 1850, dirigido O
O pelo cirurgiSo Francisco Jos Rodn- v
0 gurs. Este consultorio esta abeito to- O
q dos os diss uteis das 9 horas da ma- Q
q nh.1 al ao meio da, nelle os pobres Q
Roga-se ao Sr. Iir. Honorio Fiel de
Sigmaringade Vascurado, que se acha boje
advogando em Coianna, que.mande pagar a
sua letra que se acha vencida 1 anno e meio,
o qual nSo ignora aonde: em quanto o nSo
fizerba de ser lembrado.
. Aluga-se um sobrado de 3 andares as
ras seguintes : ra Direita, ra do Livra-
mento, pateo do mesmn, ra do Queimado,
ruado Crespo': quem tiverequizer alugar
dirija-sea rui da Praia n. 55.
Preclsa-se de urna pcaaoa que aeja peri-
ta rm planlaeflcs de aillo, para o laicr em
um no lugar do Remedio : quem eatlver oeilaa
clrcuinatanclaa, dlrija-ae a alfandrga dcala cl-
dade a aeu porleiro.
-- Precisa-se de um homem para tenor ou
de aluguel para tratar de um sitio pequeo:
a fallar na ra Larga do Rozario venda n. 6-
J Itun ilas rru/.cs n. 28. 9
S Coniullurio hontaopathico do facullatl O
voJ. B. Caianova. Q
Gratis para os pobres. 5
Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ^.
sanova, o professor hommopalha SJ
w Gosset Bimont esntinuar* com os J*
O ti aliaIhes do mesmo consultorio, ou- V
O de poder ser procurado a qualquer v
hora. O
Aluga-se um eseravo, o lucia 1 do pedrei-
su : quem o quizer anuuncie por este diarie.
DESAPPARECEU no dia 6 do corrente
moz, urna preta ereoula, de nome Mar-
garida, de vinte e seis annos de'idade, pouco
mais ou menos, pertencente aos bens da fal-
lecida 'fiereza Malhildes deJezus, e temos
seguintes signaes : altura regular, cor pre-
ta, com lodos os denles da frente e alvos,
cara redonda, tem urna blido no olho di-
reilo, ( ou esquordo), vestido amarello com
listras, panno da Costa, tem as nadegassahi-
das'psra fura, falla lina, muilo farsola e tem
cicatrizes de chicote as costas : quem a
pegar dirija-se a ra das Cruzes n. 36, pri-
meiro andar, que ser! recompensado.
-- Precisa-se alugar um silio, que tenb
boa casa de vivenda, bstanles fructeiras e
paslo para 8 a iOvaccas deleite, anda que
seja distante desla prega at '2 leguas: na
ra do Rangel 11. 56.
Consultorio homeopalhiio, rita do Colle-
gio n. 25.
0 Dr. I.obo Moscoso d consultes gratui-
tas aos pobres, todos os dias uteis, desde 9
horas da nianhSa, at ao meio dia, depois
desea hora visitar em sua casa os doenlcs,
que tiverem preciso, e em casos cxjraor-
dinarius a qualquer hora do dia, ou noule;
recebe doenles para tratar, ou fazer qual-
quer operagSo em urna casa para isso des-
tinada, fra da cidade, sendo o prego de
1,000 a a.ooo rs. diarios para os escravos,
conforme as condigoesque se estipularem,
e 2,500 rs. para bomens livres : as pessoas
que nSo poderem comparecer no consulto-
rio pdem enviar suas informagOes por es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome
idade, temperamento, consliluigSo, resi-
dencia, e especificando todos os incommo-
dos que solTre e as moleslias que anterior-
mente tem tiilo.
Dcclaraga
Quando o Dr. Mure se relirou para a eu-
ropa muito expressamento publicou no Jor-
nal do Commtrcio, a respailo do abaixo as-
signado, o seguinte : Ello( JoSo Vicen-
te Marlins ) fica nico possuidor de todos os
medicamentos, que eu mesmo preparei es-
crupulosamente com as minhas mSos, as-
sim como de todas as machinas e mais ins-
trumentos necessarios pharmacia dyna-
mica : elle fica igualmente o nico possui-
dor dos relatorios feitos accica das experi-
encias puras sohrei os medicamentos brasi-
leiros, paraos publicar, ou servr-se delles
como convier melbor a humeopalhia. ( as-
signado I ir. tlurj1 s cerlos especulado
res, j fien, conhecidos, inculcaram-so pos-
suideres desles medicamentos, por serein
os mais acreditados o os quo melhorcs o lci-
tos produzem sempro ; e assim pretende-
rn! engaar o publico, inculcando-lhe por
mais baratos utios remedios, sem se im-
portaron com o grave damno quo poderia
resultar aos doentes quo tomsssem taes re-
medios ; por isso, o abaixu assiguado re-
solved nlo doixsr sabir da botica central
ra de S. Jos n. 59 -- Rio de Janoiro ne-
nhuma botica, ou carteira de tubos com re-
medios bomeopathicos, sem que v acom-
panhada desla declaragSo assignada do sou
proprio punho. Joto Vicente Marlins.
Assim como a nica casa que vende boti-
cas e livros, do primeira a quarta edigSo da
homeopatas, da botica central, ra do S.
Jos n. 59, do Rio do Jauairo e na ra do
Crespo, loja amarella 11. 4, nesta cidade.
Perdeu-se no dia 5 do corrento, do
Manguinho at o Recife, urna pulceira de
ouro, com podras de agalcs : quom a tivor
adiado leve na ra da Cruz n. 5 que ser
recompensado.
Pergunta-se ao thesoureiro da
loleria do Livramento, qual he o
plano pelo qual deve correr a mes
ma lotera, no dia 11 do corrente
mez. Um dos apaixonados deste
jog.
A commissSo administrativa da soci-
edado Iheatral 'Nova Alalia convida ao
Srs. socios da mesma, para urna reuniSo
extraordinaria, domingo 13 do corrente, das
3 as 6 horas da larde, no mesmo Iheatro, a-
lim de tratar de dar a sociedade um espec-
tculo mensal,'para cujo fim, pede a mesma
commissSo a assistencia dos Srs. socios :
mesmo aquellos quo deixaram de receber
suas partes de bilhetes da recita do dia 6 do
corrente, que tinham prestado a quota, eos
que nSo comparecern), seram concidera-
dos despedidos o sugeitos as penas que pres-
creve o estatuto da mesma sociedade.
Roga-se ao Sr. que ficou en-
carregado pelo Sr. tenente Accio-
li de pagar o reato dos alugueis da
casa aonde o mesmo morou, de o
mandar fazer, desculpando a ma-
neira do aviso por nao se saber da
sua morada.
Participa-se aos devotos de ambos os se-
xos que de domiogo, 13 do corrente, em dian-
tc ba aera loterrupcfio missa de madrugada
no aliar do Scnbor Uora Jess doa 'Navegan-
- da
3
Oa Sra. Manoel Perea Campillo Jacomo,
Augusto Janiuflo de Flguelrcdo, VenceaUo
Machado Pcrelra Freir da Silva, Franclico
Klmlro de Aasia Carvalho, quclram mandar
receber carlea, na ra Nova n. 3, ou annuciem
aa auaa moradas pea acrein procurado.
<
Paulo GalRnoux, dentista
- fraiioi /,. olTei-eee sen prcsll-
mo ao iinlillco para todos os V
mfsteres de sua proflssao : V
podo qner hora em sua casa, na
V ra larga lo Rozarlo, n. 30,
9 segundo andar.
#*#?
Quem quizer arrendar ou comprar o eo-
enhn denominado Campo-Grande, no lugar
e Bebiribc.com todoa os aeus ulensllloa, e
tambero eom qualro bols, nove bealaa e olto
captivos, dirija-ae ao annuuciante, abaizo as-
algnado que com elle farao o aeu ajuale, poi
o meaino he o proprleurlo do dito engenho
(rodn o ilio do meaino, por nomo Antonio
de Allrnoio Clsneiro, no dito engenho a quan-
tla de doue conloa e Untos mil rla e nada-
mala c tainbem ae vende u aillo junto, coto
mullas fructas, lein telha e madeira para urna
casa. oio it Alt/mdo Citneiro.
Luiz Fernandea do Monte, rcilra-ac para
fra do imperio. .
Jos Valentimda Silva, bem conhecido
por ensinar lalim ha mais do 15 annos, lem-
bra a quem convier, que elle, autorisado
pelo presidente da provincia, (o Exm. Sr.
Souza Ramos) por despacho de 14 do junbo,
contina a ter aberla a escola de grammall-
ca latina, na ra da Alegra ,11a Boa-vista)
n. 28, onde recebe alumnos externos, pen-
sionistas, o melos pensionistas, dando a
estes iptimo Iradamente. Tambera ensi-
na em horas reservadas aos quo nSo pode-
rem frequentar as horas da aula. Lombra
mais, que elle conserva bom rgimen em
sua aula, o que ja foi visto pelo inspector
do circulo litterario, o Sr. Dr. Loureiro.
Na ra do Cabuga, loja n. II, deseja-so
fallar aos Srs. abaixo declarados, por nSo
saber se a morada dos mesmos J0S0 llaptis-
ta Rodrigues da Silva Cabral, Jos Jacintho
ila Silva, Silvestre Manoel da Silva, JoSo de
Medeiros Borges, Manoel Cavalcanti de An-
drade, Francisco Alves Pereira da Cunta ,
M. M. C. O.Duarte.
Loleria de N.S. do Livramento.
As cautelas vendidas no aterro
da Boa -Vista, loja de calcado n.
58, do cautelista Saluslianodc A
O Sr. que annunciou querer comprar
utencilios para faxer velas de carnauba,
querendo comprar 500 formas puuco mais
bu menos para 6 e 9 em libra, dirija-so ao
beco Largo, padaria n. loo.
Aluga-se, por prego commodo, oar-
mazem do sobrado da ra do Apollo B. 9: a
tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na ra do Uueimado, loja nume-
ro n. 37 A.
No da II do crrante desappareceu do
pateo de S. Pedro, casa n. 10, segundo an-
dar, uuia mulata de nome Luiza, idade 25
annos, baisa, denles da Trono do lado su-
perior quebrados, levaudo saia e manto pro-
to, e levou um Albo de idade 2 annos, bom
alvo, ollios agataJos, tendo fendss de sar-
nas na cabega, algumas polo corno : quem
a pegar leve a dita casa que sera bem re-
compensado.
-- Muito encarecidamente se roga ao Sr.
fiscal supplenle de S. Antonio, quo desen-
vo!ven lo a grandeactividado que ba osten-
tado desde que exorco o lugar que ora oc-
cupa, queira laucar suas vistas para o pessi-
mo estado das calcadas, de quasi lo las as
roas desta frcguoza, o, cumpnndo as pos-
turas em vigor, obrigar aos propietarios
dos predios a concerla-las de modo a gozar
os viandantes do transito fcil, e livre de
topadas, e quedas a que continuamente dSo
lugar os muitos buracos e quebras no ladri-
Ibo: isto muito principalmente na actual
oslarlo invornosa.
Carlos Claudio Treme, ra las
I Ion- II. 11).
Avisa ao rcspeitavel publico quo concerta
org3os,realejos,p0o marchas modernas des-
te paiz, couceita pianos, saraphinas, caixa
oe musir, acordSons, e qualquer instru-
mento quo apparega, tambero (az obras no-
vas, clem para vender realejos e um orgSo
de boas vozes e bom tamanho, em conta,
recebo em troco instrumentos usados na
mesma casa afina-se pianos cm casas par-
ticulares.
Itecommenda-se a polica e aos capi-
tSes de campo, urna escrava da costa do no-
me Luiza, com os signaes seguintes : bem
preta, denles bem alvos, olhos pequeos e
fundos, peitos pequeos, pouco lalhada,
e os tallios pouco salientes, traja vestido de
algodloziuho azul, e paunu ds costa : qnem
apegar dirija-sea iua bella n. 16.
Jos Luiz Pereira, pretendendo acabar
at o lian do corrento auno, com a sua loja
de forragom da ra Nova n. 16, olTercco a
qnem a quoira comprar, e principia desde
Ha para se elugarem 3 escravas para o
sorvlco de casa : quem preteodor alguma
dirija-se a ra do Collegio n, 16 terceiro
andar.
Quem precisar de um homem casado
para feitor de um silio do quo tem muita
pratica, dirija-so a ra do Livramento, toja
n.4.
. Offercce-se um caixeiro para qualquer
arrumagSo : quem prolender dirlja-se na
ra direita n. 139.
Precisa-se do um homem casado para
botar sentido em um sitio distante dosla
praga nm quarlo do logoa : na ra das Ci ti-
zos ti. 28 terceiro andar.
-- No dia 15 do corrento so ba de arrema-
ar os escravos o mais objectos penhorados
por exccugSo do Jos Juaquiui Tavares pelo
juizodocivol da primeira vara, escrivo
Cunha.
O Sr. que annunciou para vender urna
loja de miudezas no bairro de S. Antelo,
dirija-so a loja de ferragom n. 49, na ra
do Queimado, quelite dir quem pretende
comprar.
11 Ipliioo dos Anjos Teixeira, embarca
para o Rio de Janeiro a sua escrava crioula
do nomeMichaella.
O contracto do fornecimento das car-
nes verdes precisa comprar estacas e varas
do madeira propria para curral de gados :
quem tiver dirija-se balanga geral das
Cinco Ponas : a tratar Com o administrador.
-- O contrario de carnes verdes, precisa
do ajustar o canelo em carogas, das carnes
para os agougues do Manguinho, Apipucos,
o inris lugares nos arrebaldes da cidade;
dirijn-se na rita dus Cruzes 11. 30.
O contracto do fornecimento das car-
nes verdes precisa de lugares prnprioa para
solta de gados, perto da cidade, e que te-
tilla bons pastos o agoas ; convidSo-se os
donos do sitios, e terrenos proprios : para
so contrariar na ra das Cruzes n. 30.
Faz-so caixas de guardar joias por di-
minuto prego : na ra das Florean. 19.
-- Roga-se encarecidamente aos sonhores
que tem inslrumoittos de concert em casa
do annuuciante. de os vtr buscar quauto an-
tes : ra das Flores 11. 19.
Compras.
quino Berreira, sao pacas na mes- ja a vender qualquer porg3o do lerragensou '
" ,. 8 mtudozas, pelo que Ibe custaram; aprovoi-
mti loja do ota i3 do corrente mez,
em diante.
Hoje corre a lotera a favor
da igreja de N. S. do Livramento,
e quem quizer habilitar-se, com
cautelas e bilhetes, v ao aterro da
Boa Vista, loja de calc.--.ilo 11. 58,,
que tem um restinlio.
A elementos do. uomopathlju
Por lodo o MI de julho, sahlr a luz a
9 I." parle d'esla obra composta pelo pro- W
9 feasor homeopalba Gosset Bimont; di- *
<> vldlda coi tres partes. F.sla primeira com- 4
m, prebendo, o discurao preliminar, a in- a.
troduccao. o exame do docnlc,a cscolba
5 do remedio, o emprego dos remedios, 5!
o rgimen c os conaelhos clnicos, com ^
9) a oplicac.lu dos nomes grego c analo- P
# micos emprrgados cm medicina, cai|
iudicacao dos mcdlcamcnlos aproprla- m
m dos para cada caso de cnfcrmldade. Es- >
t> la obra he til, lanto para os mdicos *.
*
para
anga.
DENTISTA.
J. Jane dentista bem conhecido nesta praca.
q rcceberSo consultas e remedios de q
recentemenle chrgado da Habla, tem a honra JJ graga 0s que nSo poderem compa- r\
de participar, ao respcllavel publico, queje V re(.er cauM de 8a>s njojestjas JT
achadentw reaidindo neaia cidade ra nova <> TJS,a(lo, orn Mus domicilios a "
u'a.,9bo^a.^.vrd.rdr'c,c,,"a g ^Y^z^0^, Py^
b A.W. Canco de Lima vai para a | ?^^^Z'ZI 8
- Manoel Antonio Norberto, wbdlto por- & l"TAVi^V^Sen>nn
tuguez, ratira-sc para Lisboa, QqQGQQQQOQQQQOQOQ
que ae dedicarem a eipcrlmenlar a no-
W va medicina, como para todas as pea-
9 aoas de boa vontade que se quizercm m
# convencer por experienciaa da verdade
d'esla doulrina, por ser ella mullu clara
ca intclligcncia de todos. *
So dia aa do corrente, lur-
taram um bracelete de ouro liso,
todo de urna largura, com o peso
de 8 a 9 oitavas : a pessoa a quem
fr olTerccido. queira ter a bonda-
de de o levar ao Atterro dos Afo
gados numero 7, que ser recom-
pensado.
AO PUBLICO.
O cautelista Salustiano de A qui-
no Ferreira faz scicntc ao respci-
toyel publico pernambucano, que
a lotera do Livramento nao pode
correr hdjc, 12 do corrente mez,
em razao do llicsoureiro da di:a
lotera lhe liaver communicdo que
o plano da mesma ainda n5o esla-
va approvado.
Joo Narciso da Fonceca possuidor de
letras vencidas e a vencer, com hypothcca
legal nos foros do sitio Arac3, seguudo a es-
criptura publicada neste diaria 11.149 do
8 de Julho do 1847, e registrada a f. 05 do
livro 1. do rcgislro geral das hyoethecas an-
teriores ; roga aos Seuhores de annos de
foros vencidos, e aos mais em geral quan-
do se vencerem, se sirviro mandar-lbp pa-
gar no armazem de assucar da casa n. ID,
no largo do Corpo santo; apresentando-
Ihe o ultimo recibo que pg : para o anno-
lar : revoga o aiiiiuucio que fez no diatiu
cima citado, e declara quo da data de hojo
cunlianle, em quanto existir a referida hy-
potbeca, s5o nullos os recibos que mo
estivercm assiguados pelo annunctanto.
Como tenba sido chamado por esto
Jornal o Sr. Eduardo Firmino da Silva por
n3o saberse amerada do mesmo, pello prc-
zenle declara-sc que foi para obter do mes-
mo sr. urna informag.1o sobre re lo negocio
que dis respeilo a outro c do que estava
o mesmo Sr. abililado a enfermar.
Jila o Baptista de Medeiros, com pTenga
de algodSo no forte do mallos, faz seleute
aos senhores negociantes Brazileiros] o os-
trangeiros, que o Sr. Francisco Ignacio
Alves do Carvalho, deixou de ser seu cai-
xeiro desde27 de junho passatio, oque de
hojo em diento nSo so responsabiliza por
qualquer divida quo o mesmo possa con-
tralor em seu nomo, assim como tambem
qualquer conta quo o mesmo receba em seu
nome.
JoSo Baratista deJModciros, com prenga
de algodo 110 forte do Mallos, faz sciento
aos seiiorcs negociantes Brazileiros e es-
trangeiros que o seu caixeiro o sr. Jofio
Francisco dos Santos estl authorisado pa-
ra receber toda o qualquer conta em seu
nome, tendente ao seu estabelecimento.
No dia 10 corrente mez de Julho, furlrSo
do 1. andar da sobrado da ra do Rangel
n. 10 um rologio com corrente de ouro, sen-
do o relogio antigo patente inglez do dnas
caixas lizas pezando 14 oilavas de ouro um
tanto vermelho, sendo o n. 6 mil o tan-
tos, quem dallo dar noticia pode dirigir-se
ra da Praia n. 29 que ser bem recom-
pensado pelo abaixo assignado.
Jos' Cipriano le Morues Lima.
O abaixo assignado comproa a venda
sita na ra do AragSo n. 14, pertencente ao
Sr. Manoel Rodrigues Mondes : quem se jul-
gar credor comparega no prazo de qualro
diss contados da data deste.
Jos Manotl tic Xraujo.
ta ao occasio para rogar a seus devedores,
queirSosalisfazcr seus dbitos no prazo do
30 dias, para nlio constranger a chamar por
folbas publicas aquellos que se esquecerem.
Agencia.
Na ra do Alecrim n. C existe urna possoa
com hahilitagOos, para se empregar em
qualquer commissSo; bem como tirar pas-
saportes para dentro, e fra do imperio ;
ttulos de residencia de quaiquer natureza,
folbas corridas, despachar escravos, tirar
cerlides pelas repartigOes competentes, o
finalmente encarregar-so de agenciar e dar
bom andamento a qualquer negocio licito
denlro desla praga : em ludo isto so pro-
meti a maior brevidade possivcl, por ter
esta pessoa pleno conhccimcnlo de quasi
lodas ss pessoas do fra. Trala-se na casa
cima das 6 as 9 e meia bous da manhS, e
das '2 as (ida lardo.
1 :ahiee V Companhia, Malhues Aus-
lin & Companhia, e mais credores de Do-
mingos Jos da Costa Lage& Compaa, JoKo
F.vangolista da Costa e Silva, declarSo que 0-
btivcrSo sentonga polo juiso da primoira va-
ra do Civel Escnviio Cunha, em que o roo Jo-
So Evangelista da Cosa o Silvaho considera-
dolsolidario, e como lar responsavol pele tota-
'.idade do debito da fallida Urina do Uorniti-
gos Jos da Cunha Lago e. Companhia polo
que cstSo lodos os seus bens sujeilos ao pa-
gamento do referido debito para que ue-
-.iiiin pois so chaitio a ignorancia fuz-so a
presente declaragu.
-- reverendissimo Sr. Francisco Anto-
nio de Olivcira Itozellos, queira mandar, ou
vir a ra do Queimado, loja n. 18, a uo-
gocio.
O Dr. Manoel Francisco do Paula Caval-
canlo deAlbuquerquc. retlra-sc para euro-
pa, com sua familia, a tratar de sua saudc, e
deixa encarregado de sous negocios a seu
1 mulo, o Dr. Pedro Franciscp de Paula Cu-
valcante de Albuquerquo.
Novamentc se roga a todas as pessoas
em geral que eslao devendo cotilas autigas
na venda da ra da Cadoia do Recife n. 25,
defronte do Beco Largo quo venham pagar
seus dbitos alen ion do corrente mez de
julho, na certeza de que os quo no lizerem
terSodever ses nomes publicados, o se
proceder nos termos da le.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do Rangel, qreira mandar pagar a as-
signatura dcsle Diario, e cm quauto nSo o
fizer ver o seu nomo publicadu em letra
roJonda.
Precisa-se do urna ama de meia idade
para o servigo de casa de pouca familia
quem protonder dirija-se ao alerrn da Boa-
vista n. 23 se dir quem precisa.
Precisa-se do utn oilor para o engenho
Pores, distanlo desta praga urna iogua :
quem para esto omprego esliver habilitado,
o queira excrcer, podo 'cntonder-se com
_ tenenlc-coronel Manoel Joaquim do Rogo
Albuquerquo cm sua casa noafogado.
-- Precisa-so do um menino, do 12 a 14
annos, para caixeiro do venda a tratar na
Coa Vista, ruada Cloria n. UG.
Na ra das Agoas Verde, n. 14, lava-se,
o engomma-so toda qualidade de roupa, por
prego mais commodo o quo cm outra
qualquer parte.
--Quem precisar de urna ama do leite,pro-
curo ns ru? das Trnxoirjs, n. 48, primei-
ro andar.
-- O Sr. Antonio Viconto da Cruz, que
morou na ra da Roda : dirija-so a linaria
u. 6 o 8, a negocio da seu inleresse.
Casa de modas francctas.de Bucs-
sard Alillioclion.
Pelo ultimo navio, ebegaram as vorda-
deiras modas de Pars: em chapeos e toca-
dos de senhora, raanlelleles, cabeges d
seda e de linho, romeiras, canezOes, mangas
di bico bordado, aventaes ricos, camhrala
tle linho muito lina e transparent, lengos
doretroz, chapeos do palha para montara
do senhora, \ ros para os dilos, filas, gales,
transas, bicos, veludos, leas do pellica, e
de retroz, flores linas e plumas, juntamente
os preparas para casamentos ricos, como
sejfio, cortes de fil de blonde e de bico,
veos, flores, luvas, lengos e meias do seda,
lindos chapeos redondos de abas largas para
meninos. EfTectivamnto faz-se cbapos,
toncados e vestidos de vetdadeira moda, e
prego commodo.
Roga-ie ao I lira. Sr. thcaourelro da lo-
leria de NossaSra. do Livramento de nao pa-
gar, algum premio, que aabir no meio bilbe-
te, o. 1535, aenao ao baixo assignado, pois o
perdeu. Este meio bilhetc, he da taroelra quar-
ta parte da quinta nona loleria de Noaaa Sra,
do Livramento, que eal annunclada para
correr no dia 12 de julho, cujo meio bilbele
est aaainado naa coatas com os nomes, Jos
Alves da Costa e Silva, e D. Francisca Senbo-
rinha. Joi Alvu da Coila t Silva.
Offerece-se nma mulher Parda de meia
idade e bons coslumes para o servigo inter-
no de qualquer casa do homem soltoiro, ou
viuvo, alies'de pouca familia, com muita
aptido no exercicio do ama .- no pateo do
carino sobrado do um andar n. 3.
Compram-sc bicos c rendas, estreilos, fei-
tos 11a ierra, pore'm al o dia le! do corrente:
na rifS ovl n. (3.
~ Compram-su os utencilios necessarios
para faier velas de carnauba : na ra do A-
rago n. 10.
Contpram-so2 lengos do lavarinlo, do
cambrata de linlio : .na ra do Trapiche 11.
17, em casa do Jos Teixeira Bastos.
-- Compra-se urna negrinha, ou molali-
nb 1, de iJade de 5 ou 6 annos, para brincar
com urna menina : na ra do Vigario n. 25.
Vendas.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de r.
Na loja de miudezas da praga da Indepen-
dencia n. 4, vendem-so billtcles inteiros,
mcios, quartos, oitavos o vigsimos, da 9."
lotera para indemnisago to thesouro pu-
blico, na mesma loja recebe-se bilhetes pre-
misdos em troca dos quo tem a venda.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de as.
Na ra larga 1I0 Rosario, loja de miudo-
zas n. 44, junto a botica, vendotn-se os fe-
lizes billieles, meos, quartos, oitavos o vi-
gsimos, da dcima primeira lotera do San-
tissimo Sscramento, pelos pregos abaixo
mencionados, cuja lista ebega no primeiro
vapor.
Pregos, pagos os premios, sem
descont.
Buhles 22,000
Mcios 11,000
Quartos 5.600
Oitavos 2,0O
Vigosimos 1|300
Vendas.
Vende-so vinho Chat la Rozc, Cognac, em
caixas do urna duzia do garrafas, cobro om
folbas, zinco om dilas, sorveja de Bavicria,
ludo barato no armazcni de ('. I. Astlcy t
Companhia, na ra do Trapicho o. 3.
() Na loja do sobrado amarello, nos +
# Qualro Cautos da ra do Qieituado n. t}
-) 29, vendem-se, um completo sorli- (g
(4 ment de manteletes pretos e de c- '
? res, com enfeites, muito modernos o (p
'1 do muito gosto e por prego commodo.
Loleria do Rio de Janeiro.
Aos vlnte contos de rls.
Na praga da Independencia, loja do miu-
dezas n. 3, quo volta para a ra do Queima-
do o Crespo, vendom-sc bilhetes, mcios,
quartos, oitavos o vigsimos da loleria .' a
indemnisagSo do tbesouro publico, e aa
mema loja moslram-sc as listas das quo ja
correram.
~ Sahio luz a traducgiio de um dos
mais bellos opsculos do Lamenacs, que
bem se pode chamar o-Vade mccvm dol'o-
vointitulado A escravidSo moderna O
noble lm do autor ho fazer ver aos povos, q'
o nico meio de conquistaran o seu dircito
est em curnprir religiosamente os seus de-
vores. Vende-se em S. Antonio no paleo do
Collegio na loja do livro azul, o na Boa-vista
na botica do Sr. Gamciro. Prego 320 rs.
Para acallar, chapeos, a 5,5oo rs.
Vendem-so finissimos chapeos de castor
pretos, sem polo, do cleganto forma, e da
mais superior 'oi.-tlnl.ole. quo, lem vindo ao
mercado 1 na praga da Independencia ns. 21,
26, 28 o 30.
Chapeos de Italia, a :i$ooo rs.
Vondetn-se finos chapeos de Italia, sin-
glos o dobrados, de copa baixa e j promp-
tos, pelo baratissimo prego de 3,000 rs. : na
praga da Independencia ns. 24, 26,28 e 30.
A. 7 8000 rs.
Vendem-se chapeos do ultime e mais mo-
derno gosto do Pariz, para homens, a 7,000
rs. : na praga da ludependencia ns. 24, 26,
28 o 30.
Pechincha para 0$ sapaltiros.
Vende-se couro do lustro francez, pelo
barato prego de 2,000 rs., a pello: na ra
larga do Rozario n. 26, loja do miudezas de
JoSo Francisco Maia.
Vendo-sea armagSo de urna loja doga-
paleiro, envidragada, acabada de novo ns
ra Direita 11. 56, em razSo dopronrielaro
querer-so retirar para o mato : trata-se na
mesma.
tj| Ha loja do I. L. |B. Taborda, ra do #$
? Crespo n.lOvendcm-seriscadosazuis $
? de quatro palmos do largura a 120 A
( rs. o covado, e sarjio, fazenda no- #
va para pretos a 220 rs. o covado, eg
mais largo do 4 e meio palmos a
O 320 res, assim como palitots de ?
? brim a 5,OoO, pegas dealgodSo a varia Q,
9 do a 1 tioii e 2,000, tambem ainda res- A
? ISo alguus Chalos do seda de 4,500, #
P 5,000, e 6,000 rs.; fazenda boa assim *
? e proprias para a presento eslagSo. )
Vende-se por 350,000 rs., urna escrava
ereoula, que cozinha o diario de urna casa,
lava dosabSo, engomma, he boaquitandei-
ra o faz renda : na ra Direita n. 102.
Vende-se um aderego do ouro delci,
de bom gosto, sondo brincos, aderego, alQ-
neilo e pulceira, por 70,000 rs. : na ra dos
Quarteis, defronte do quarlel de polica.
CHA BRASILEIRO.
Cha brasiloro, em litis de urna libra, a
9,C00 rs., cada urna. Quom, considerando
qne o cha da ludia be preparado com o ail,
e seco denlro de vasilhas de cobre, por
eonsequencia impregnado de materias ve-
nenosas, quo affectam a saude, nSo prefe-
rir de certo o cbi brasileiro, que be pre-
parado de um modo multo simples, e aeeo
sobre laminas demarro, tornando-se por is-
so mesmo muite saudavel ? Vende-se no
paleo do Collegio, casa do livro azul. ^^
flW^MAwiefH1 ".'t.1;1.Rm '"wi aesetc**1^tw^w^*.-j ^.
m Na loja de I. L. B. Taborda, ra do sfc
M Crespo n. 10, vendem-se pegas de ma-
M dapolSo, a 2,240 rs., da marca bor-rw
t% boleta. M
Cartas de Josar.
Na ra do Cabuga n. 12, loja de Francisco
Antonio Simes, vendem-se carias france-
za s, linas, proprias para voltarete; aellas
antes que se acabem, pois j restam poucos
baralhos.
-- Vende-se urna pipa arqueada de fer-
ro, cheia leazeitodo carrapalo, bom, por
ser a ultima, a 1,480 rs., a caada, dando-so
grates a pipa ao comprador : na praga da
Boa Vista n. 12.
~ Vende-so urna armagSo e mais perten-
cos da taveroa do beco do Montelro n. 6, faz-
so toda o uegocio : a tratar na ra do Viga-
rio n. 14.
Vende-se om jarro o baca do prata, pa-
ra barba, e antiga : no aterro da Boa Vista
n.71.
Vende-se um negro crooulo, de idade
do 25 annos, muilo robusto, canoeiro e en-
tende de carpna o pedreiro : na ra do Col-
legio 11. 21, segundo andar, ou pateo do Col-
legio n. 35.
Vendom-so fornos de barro, para es-
maltar obras de ouro : na ra do Cotuvollo
n. 135.
Vendom-so 2 terrenos mu prximos a
Soledad?, com todas as proporgees para si-
tios, oj tom muitos aivoredos de fructos,
a palmos ou da maneira quo os comprado-
res quiserem : noaterroda Boa Vista, ven-
da 11. 78, se dita quem faz negocio.
Vondc-se um violan do primeira sorte,
por prego commodo : e 111 rasa do mostr do
muzica, Patricio Jos do Souza na ra do
Cbug.
Vende-se urna porgSo do capim, quo
pode ter 300 a 400 arrobas, e um selim in-
glez usado : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 54.
Na ra da Cadeia do Recife n. 54, ven-
de-se por diminuto prego o seguinte : 1
laucha, 1 bolo em bom estado, 1 corrente
de ferro pira navio, 1 amarra groca de ca-
bo do linho, 1 porgSo de ferro e cavilhas,
que foi de navio, urna porgSo de taboss do
amarello, proprias para marcineiro, por ca-
taren bstanles secas, 2parelbas deombo-
nos de cedro, para barcaga e urna porgSo do
caixas de folbas de (landres vasias.
4. Na loja pcriianiliiicaiin da 4
t rua do Crespo 11. 11. *
*f) Vendo-se morin proto para palitos, 4
?' caigas, jaquetas, saias, limos e ou- <4)
a> tros misleres, em perfeito estado, pe-
t lo barsli.-simo prego, do 400e500rs.
+ o covado. W
***?*****++*********
nTlno.
No armazem de Couveia Dias, defron-
to das escadmbas, vendem-se saccas com
milito.
Novellas recem-chegadas.
0 voliinie encitile.riiado a Sooreis.
Cyprinn, 1 voluiue ; Constancia, I v. I a
cabaua da India, I v.; o Renegado, 3 va. ; .
Rayinundo de Aguiar, I v.; as venturas de
Itun-...... vs.; o l'a-pai, 1 v. ; Anbrc Vc-
......nm 1 v. ; I>. Joao da l'alpcra t. v. ;
uslovn ou boa peca, 3 v.; Leonel ou o ccrcu
de bostn, 4 vs.; vida de lleloise, i v. ; via-
gcii de Autcnor A vs.; Ksteviuho Goncalves
i v. ; na livraria do palco du Collegl, o. ,
da Joao da Costa Dourado.
S a na \iitu n. <>, loja de Maia
liamos a. O, aiiiao de chegar
de Lisboa na barca lig-eira as
seguintes obras, |iie s vende-
riio a dlnhciro visla, por me-
nos do que cm outra uualuucr
parle.
Os milc um pliantasmas por A. Dumas 4
volumes, Jorge ou o capilo dos piratas 8
voluntes, Rcvolug0o franceza por Lamarlinu
do anuo do 1848 4 volumes, Arco de S. An-
ua por Almeida t.arret 2 voluntes, a impu-
roza, a sobarba, a inveja, a ira, por E. Suo,
Dos o t|uor pelo visconde de Alencourt 1
volume, fbulas do La Fontaine 1' volunte,
manual da saude do 1850 por Raspaile 1 vo-
lume, cnsaios do critica 1 volume, o sptico
1 volunte, o menino perdido 1 volume, a
roda da ortuua 1 volume, a('horismos,i o
peitsamcnlos motaos, religiosos polticos
e phtlosophicos, portugual pttoresco com
estampas pelo Fernando lliniz 4 volumos,
historias das inquisigOes 2 volumes, a vir-
gem da polonia polo conselheiro Bastos 1
volante, meditagoes ou discursos religiosos
pelo conselheiro Bastos 1 volume, Raphael
pagem da juventude 2 volumes, salamandra
3 volumes, o>cavalleiro da casa vermellta
por A. Dumas 6 volumes, cavalleii'o dellar-
mcitlal por A. Dumas 4 volumes, secrotario
porluguez 1 volume, beatriz ou oavenluroi-
ro 2 volumes, o bom menino por Cosar Can-
tur 1 volume, os mystorios da polica o das
prisoes 2 volumes, poesas de Alexandro
neroniano 1 volumo, os tres mosquiteiros
4 volumcs,vinteannosdepois6vls., isanboo,
drama po A. ufe, o imitiCtSM zz- ^=-
dres 1 volume, cartas de olinda a Alzira 1
volme, obras pootiess de D. Loonor de Al-
meida Portugual Lourena Elencaslro mar-
queza da l.orna, condega de Assomar, e
D'oevnltausen, olavrador perfeito, ou novo
tratado do lavoura 1 volume ; o oulras mul-
tas obras que serSo patelos na occasiRo da
compra, das quo lic5o cima mencionadas,
c quo mo iesgostarSo pelos seus autores.
Maia Ramos & C, rua Nova n. 6.
Vendem-se ricos capotinhos do selim ma-
co bem guarnecidos de Iranga e franja, di-
tos de chamelote de listras, dilos de tafol
e do lit prelo, o progo faz conta ao com-
prador.
Milito bsalo.
Na rua do Queimado n. 17, loja ao p da
botica, vendem-se cortes de casimira de co-
res escuras, proprias para a presento esta-
gSo, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs. ; dilos de ca-
simira preta, a 7,000 rs., e muito fina, a
9,000 rs.; brins transados de linho, de co-
res, a 800 rs., a vara, assim como oulras
fazendas por diminuto prego.
Vendo-se em S. Amaro no sitio do Ara-
g, virios terrenos promplos para se edifi-
car, assim como um viveiro de pelxe, com
porta d'agua de cantara : quem pretender
pode dirigir-se na casa do mesmo silio quo
achara com quem tratar.
Vende-se urna eaJotra da Babia, a umt
secretaria com gavetas, em muilo bom es-
tado : a tratar no sitio do Araga com Ma-
noel Luiz da Veiga, ou ni rua da Cuia do
Becifo, armazem n. 7
Vendom-se um piano novo com muilo
beas vozes, urna cama de Jacaranda, um bas-
tidor de bordar, e um vesttJo de senhora
andar o cavallo com jaqu de velludo, ludo
isso com muito pouco uso, o por preco mui-
lo commodo : na rua larga do Roxarlo n. 88
.rmtt'em tle louga, se dir quem vende.
Vendo-se urna negra moga, sem vicio,
nom achaquos, sabecozinhar eengommar;
no pateo do Tergo, casa n. 33.
MUTILADO


Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
amito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Ifnliia.
Vcnde-se, em casa de N. 0. Bieber & C.,
na ra da Cruz n. 4, algudSo transado da-
11 uclla lirio, mullo propno para saceos de
assuear a roupa de escravos, por prejo com-
modo.
Vf AAffffff f f W* t ff fff1
Arados amencanrs. <;
Vendem-so arados americanos vor- <^
^ dadeirn*. chegado* dos EsUdos- s'
:> Unidos : na ra do Trapiche n. 8. -m
AAAAtMAAA AAAAAAAAAAA*
Vendc-se superior cognac voltio, em
harria de 13 a 21 caadas na ra da Cruz
n. 55, cata de J. Kellor & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindp no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou mo-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa do J. Kol-
Jer & Companhia.
Tazendas por a inetnde de sen va-
lor, na ra do Crespo n. 6.
Cortes de chita Das, com 12covados, a
1,920 rs-; dito de cassa chita, a 2,100 o 2,800
rs.; chapeos de maca pretos. a 800 e 1,000
rs.; cortes de brim listrado de linho puro,
a 2,000 rs. alparka do cordilo proprias para
casacas o sobrecasacas, a 800 rs., ocovado
o militasoulras fazendas baratas: na ioja
cima referida.
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e io,
i'undiro de ierro.
Arados de ferro.
Yendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e brocos
de ferro : na fundicSo da ra do
Brum ns. 6, 8 e io.
$#?
, Vende-se na travensa da Ma- r
drc-ile-Deo8 n. 5, cha preto j?
de superior bcuidonfninadopoiitn branca.
Ella qualidade de cha eit teudo ge- fe
ramenle preferida ao chi verde, ou pe- a>
4 lo menos faiendo-ie uso del les mistura-
dos ; e isto em vlriudc nao smenle do ^.
seu agradavcl aroma e sabor, com por- -,
que lie boje incoolcslaveluienlc reco-
nbccldo, que o cha prrto nao ataca o
vincia como para lora della, para
o que se olerece militas garantas
a scus donos : na ra da Cadeia do
Uecifen. 51,-primeiro andar.
X
sjjleina nervoso, ao mcimo lempo, que
fe
CPAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano, Jamei Ma-
sn. A sua composico be fcila de proposito
para lustrar com agua e conservar o lustro,
lano de invern como de verao; a grande
vaotagein que ha nesla grasa he a conservaco
do calcado, c lustrarem-se os sapatos ou bo*
tins anda tnrsmn molhados, c urna pequea
talla aturar mais deque Ires boiSes ccuslar
menos do que um- Vcnde-se em barricas,
>ii porcao de duiias, no armazem de Vicente
r'crrcira da Cosa, na ra da Madre-de-Dcos.
Deposito de cal e polassa.
No armazem da ra da Cadcla do Itecife n.
12, ha inulto superior cal de Lisboa em pedra,
assim como polassa chegada ltimamente a
preco inuilo rasoaveis.
>:? &.?****.*
fe .ikiidiin para sarros.
fe Vende-se uiuito bum algodflo para fe
fe saceos de assuear, por prejocommo- fe
;4 do : cm casa de Iticardo lloyle, na fe
* rus da Cadeia n. 37. fe
* *#:!# ## :?*
Lotera a beneficio de N. h. do.Li-
vramento.
Aos 5:000,000 de rs.
Na Ioja de miudezasda Praja da Indepen-
dencia n. 4, vondem-se bilheles inteiros, a
10,000 rs.; moios, a 5,000 rs. quartos, a
2,600 rs.; decimos, a 1,100 rs., c vigsimos,
l 600 rs., corre no dia 12 do Jullio.
Vende-se a laverna n. 8, da ra do
Itangel, muito afreguezada para Ierra e pa-
ra o mato, omuito vantajosa, nSo s pela
elegancia da armijo, como por esta por-
lencer a casa c ser commodo o aluguel: tra-
la-se no mesmo estabclecimento.
Cera de enrnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Andrado & Companhia, na ra dos Tanoci-
rosn. 5, vende-sc superior cera de carnau-
ba, ltimamente viudas do Aracaly, em
- porjSo o a retalho, por menos prejo que
em outra qualqucr parte, sssim cooio sola o
couros miu dos.
Vcndc-sc ou arronila-se, urna casa de
pedra c cal, sita no Monlciro, com terreno
para plantar e com arvorcJos Je frncto, por
preco commodo : liata-so na ra dasTrin-
rheiras n 48, primeiro andar.
Vende-so urna cscrava de idade c du
najo, boa lavalcira ecozinhuira : na ra
Imperial n 7.
CEHA EM VELAS.
Vendcm-se caixas com cera cm
velas da mais superior tiuc lia no
mercado, fabricado em Lisboa e
no Kio de Janei o, sorlimentos ao
goslo do comprador c por preco
iimis barato do que em outra qual-
qucr paite : trala-se na ra do
Vigario n. 19, segundo andar, com
Machado & Finheiro.
Ven.'em-se
mentes:
de adoa, ditas de ditas ingle/as, ditas de r-
banos encamadas, ditas brancas, ditaa de ec-
hlas de Sclubal, ditas de alfacc allam.1,1,
ditas repolhudas, ditas de cvc trinchada, di-
tas de senoura amarcllas. dlt.is de chicoiia, di-
tas de rornlro de Inreira. dila* dt> sal*!, ditan
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
espinafre, ditas dr pipinclla, ditas de aipo,
liijio. carrapalo de (res qualldades, crvllhas
tortas c dirritas, rabanetcs encarnados e bran-
cos: na ra da Cruz n. 4U, dcfronlc do Dr.
Cosuic. na mesilla cosa vcndein-sc queijos in-
glezcs multo frescaes.
Cambala- le seda, a (i,000 rs.,
o corte.
Na Ioja 1I0 Guimarcs & llcnriques, ra do
Crespo n. 5, que volta para o Collegio, ven-
dem-sc ricos corles de cambraiss de seda,
pelo barato preco de 6,000 rs o corle, esta
iazenda he de goslos inleiramente uovos.
. Arados de ferro.
Na fundijSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-so arados de ferro do diversos mo-
delos.
Mocudas superiores.
Na funilii,-lo do C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canua, todas de ferro, de um modelo e
construcefio muito superior
'azcnda mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodo escuro para quera
ir ni fri a 720 rs. cada um, cortes de brim
brinco trancado de linho puro a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,600 rs. o corte, riscados de li-
nho a 220 e 320 rs. o covado, rlscado de algo-
possuc todas as qualldades benelicas do fe
cha verde, fe
l,ctciia~afavr da Igreja de N. S.
do Livramcnto.
No atterro da Boa-Vista toja de calcado n. 58,
vende-sc os mullos afortunados bilhetca, indos
c cautcllas, da loteiia a. favor da igreja de N.
S. do Llvraiuenlo cujas rodas correin no dia 12
dtjulbodo crreme anuo infallvclmente e
na uiesma cata vendero-se da lotera da
Matriz d oa-VIst a os seguinles premios viges-
simos n. 4480-5:0001 rs. bilhetes inlcitos n.
3794 2:0000 rs. 11. 3032200,000 rs. mcios bi-
lheles den. 28U01 000/ rs, n. 650200,000 rs.
2828100,000 rs. c mullos ns. com ospremios
de 50,000 rs. 20,000 rs. 10,000 ra.
imbeles M.000
Mcios 0,500
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigcsiimos 600
Potassa ila Rnssla.
Vendc-se potassa da Itussia, recentomen-
te chegada, o de muito superior qualidade ,
na ra do Trapiche n. 17.
Vendcm-se relogios de 011-
ro e prala, patente inglcz : na ra
da Senzalla Nova n. 43.
Tecido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
,Na ra da Cadeia n. 5a,
vendom-se por atacado duas qualidadea
proprias para saceos de assuear e e roupa
escravos.
Taixas para ciigcnjio.
Na fundijiio de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sorllmen-
t de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidSo enibarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas so
comprador
Moinbos de vento
eom bombas do repudio para regar hurtas
d baixas decapim : vendem-sena fundido
de Bowman & Me. Callum, na ra do Itium
ns. 6,8 e 10.
Vendcm-so amarras do ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
AGENCIA
da fundico Low-Aloor.
RA DA SK.ZAI.LA NOVA N. 42.
Ncstc estabeleeimenlo conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngcnbo, macbinas de
Ioja n. 20, vendem-se brim pardo escuro
de puro linho, por coo rs., 1 vari; dito a-
marello da mclhor qualidade possivel, a
640 rs\, avara; corles de cambraia bran-
coa, com 6 varas, a 1,000 rs o corle; len-
cos de cassa brancos, a 24W rs.; cobertores
do pura 13a, a 1,200 rs., sendo em porfo, e
um 1,500 rg.; petas de sntdapolSo com to-
3ue de avaria, 2,000 rs. ; pajas de cassa
e taladros e listras, pelo diminuto preco
de i ,'Jo rs., e a vara, 240 ra., e oulras umi-
tas fazendas, por piejos commodos, que s
a vista se pdem admirar.
as seguinles sc-
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de munic3o,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amori;n n. 35.
-- Vende-se fardo de muilo boa qualida-
de, em saccas de 3 arrobas, vindo ultimar
monto do Lisboa, na barca Ltyeira : na ru
do Trapiche n. 17.
INo deposito de espirites, na
travessa da Madre de lieos n. 5,
acham-se a venda nova porcao de
garrafOes de verdadeira agoarden-
do trancado muito cncorpado proprio para ran riiiriu sp nuizpr nro
cscr.vo a 180 c uOO rs. o covado, picle a 180,te ae cana 1t,n 5e qu,ler \'rl)~
rs. o covado, zuartc aiul de 5palmos de lar- ver rjesta boa pinga, laca-O quan-
rura a ?40 rs. o covado, dilo de cor a 200 rs. o 1 e C
covado, rucado francez muilo finos a 240 ra.n lO antes, que a aira Se CSla lin-
covado, chita para collonas decores liaas a2110 1 j-n i_
rs. ocovado, ditas para vestidos a 160 el801 s "**"""
cassa i-bita cores lisas a 440 rs. avara, casto-1 Vendc-.ic COlilC, e metal ama-
res proprio para palitos a 280 _rs._ o_ covado, f rc||0 e prCg0> para forro de navios ; por preco
vapor, c taixas de ferro batido e
coados, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
I:ni casa de .J. Kcller & Com-
panhia, na] ruada Cruz n. 55, acha-so a veg-
da o excelleolo e superior ri 11/10 ilc fn-1
cellax, em barris de 5.", he muilo recom-
mendavcl as casas estrangeiras, como ex-
cellento vinho para paslo.
No armazn da ruadaMoedan. 7, con
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, c npreco
cm coma.
Contimia-sc a vender agoa defazerao
cabellos e suissas pretas *. na ra do Quciiudu.
leja de ferragens n. 31.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
tnont&i Companhia, acha-sc constantemente
bons sorlimentos de taina de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
ciraa todas de ferro para animaes, agoa, ele ,
ditas para armar em madclra de lodos os ta-
maitos c nudellos o mais moderno, machina
horizontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, cscovens para navios, ferro ingles
tanto cm barras como cm arcos folhas, c ludo
por baralo preco.
~ Vende-se'um grande sitio no lugar do
Manguind, que lica defronte dossiliosdos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de copim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para bando bas-
tantes arvoredos do Inicio: na ra da Con-
cordia,priraeiro sobrado novo de um andar,
t 111 a radical.
De cr; si pela e iheumalismo, com encha-
rolo, ou sem ella, se|a antigo, ou moderno,
preservativo contra roturas e quebraduras,
e modo do fazer seu uso, cura radical dos
testculos, sem sofrer operaco, nem dor
algucaa, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erysipelas, ou bydroccles ( a-
goas), os remedios para todas estas moles-
tias : veDde-se smenle no Rio de Janeiro,
na ra do Sabo n. 27, e em l'crnambuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de l'eixolo
& Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer seu uso e dietas quo devem
ter as pessoasquedcilcsfzerem uso.
Vendc-se
para curar da phlysica em todos os scus
difTerentos graos, ou motivada por consli-
pajOos, losse, asthms, pleuriz, escirros de
sangue, drde cosas e peitos', palpilacSo
nocorncSo, coquelucho, bronchites dr
de garganta e todas as molestias dos or-
gfios pulmonares.
Do todas as molestias que por heranca fi-
cam ao corpo humano nenhuma ha quo
mais dostruitiva tenha sido, ou quo tenha
/cimbado dos esforcos dos homens mais
eminontes em medicina do que aquella
quo he geralrncnte conhecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do so-
culo pa.ssado, tendo-sc offerecido ao publi-
co diiTerenlcs rentodios com altcslados das
extraordinarias curas quo ello tom fcito ;
pin cm quasi que em lodos os casos a ilusSo
tem sido apenas passageira o o doenlo
torna a recaiiir cm peor estado do que se
achava antes do applicar o remedio l commendado oulro tanto nSo acontece
com os to extraordinario
Xaropc de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesla cidade provincia, e nomeados pelos
Snrs. R. C. Yates & Companhia, agentes
geracs no Itio-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xaropc para a botica do Snr.
Jos alaria G. Ramos, na ra dos Quartois,
n. 12, junto ao quartel de polica, onde
sempre achsrSo o nico, c verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Chapeos de sol.
Ra do Passeo, o 5.
Nesla fabrica ha presentemente um re
sortmenlo destes objectos de todas as co-
res c qualidades, tanto de seda como da
panninho, por precos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
s3o feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortmenlo de sedas e
panninho mlando sedas, para cobrir ar-
macOes servidas : todas estas fazendavne s-
dem-se cm poreflo e a relalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto do
hasteas de ferro como tic baleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por prego com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
pros para fetores de engenho, por serem
os mais fortes que so podem fabricar.
Vende-sc manteiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dila Tranceza a 560 rs., a libra;
cafe em gr5o, a 160 rs., a libra; cha, a 1,920
rs., a libra'; dito, a 2,100 rs.; sevada, a 100
rs,, a libro; familia doMaranhilo, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 o 9 em libra,
a30rs,; loucnlio, a 240 rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.; bolaehinlia ingleza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do l'orlo en-
garrafado, a 610 rs., a garrafa ; dito cm ca-
adas, a 2,560 rs., e outros mais gneros:
na ra da l'iaia defrontc da ribera do pci-
xe n.1.
Corte le casimira de cor c prcta.
{3^ Corles de casimira prcta, omito li-
nos, a 5,000 rs., o corte ; ditos do cores de
muito bom gosto, a 6,400 rs. ; cortes do
carajrai,is do listras do euros, muito linas,
a 3,600 rs.; ditas com salpicos tambem do
cores, a 3,000 rs.; carapuc;a do algudito do
cores, a 240 rs., cada una o oulras militas
fazendas do bom goslo, por diminuto pro-
jo : na ra do Crespo 11. 6.
Pannos linos de ludas as (iua-
1 iludes.
Ka ra do Crespo, Ioja da esquina, que
volla para a Cadeia, vetiJcm-sc panno Mito
prclo. a 3,000, 3,500, 4,000, 4,5'JO e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., o muilo su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo muilo claro, a 4,000 rs. ; dilo edr de
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra prela, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
Cor, a 6,400 rs., o outrss fazendas o mais
baralo possivel.
Nova pcclilnelm.
Cortts ds casia chita, a 2,000 rs.; iiloi de chi-
ta inlciros com 12 covados, a 1,600, 1,800 e
2,000 rs.
Na Ioja da esquina da ra do Crespo, que
volla para a Cadeia, vendem-se cortes de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chila, a
1,600, 1,800 c 2,000 rs. ; ditos de cambrnia
branca com listras do cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes de colcte
de fusto do ultimo gosto, a 1,600 rs., e ou
tras mulls fszeudas por prejo commodo.
Pecas de algodiiozinMo com pe-
queo toque de avaria a 1200
1000, leoo, cobertores de tapete
para escravos a 7 20.
Na ra do Crespo Ioja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vendc-se p.jas de algodSo-
zinho a 1200,1600, 1800, cobertores de ta-
pete escuro para escravos a 720, pejas de
madapolilo para forro a 2,200, e oulras mul-
tas fazendas ja muito acreditadas na mesma
luja.
He tao barato que faz admirar!
Na ra do Qucmado Ioja n. 17 vondem-se
rejas de riscadinho escuro com 38 covados
com pequeo toque de mofo, muito pro-
prios para vestidos de eseravas a 1,500 rs. a
paja, chales de gurgurSo on cadarjo a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de esmbraia
de barra a 4 000 rs., cambraias francezas de
padrees muito delicados a 640 rs. a vara, e
outrss muitas fazendas por barato preco.
lifm-.se as amostras com pinhores.
Vende-se um deposilo, com 10 caixes
para 6,000 arrobas de assuear, 1 brajo de
balanja esuas conchas, una,nutra decimal
e 12 arrobas em pezos, ludo em bom esta-
do, por s servir em urna safra : na ruada
Cruz do Recite n. 6, segundo andar.
mmimmmmmm.^-.mmmmmiimm
i.antois l'ailhet tu Companhia.jg
Continua-se a vender no deposito |
8 geral da ra da Cruz n. 52, o excel- *
af Tinte e bem conceituado rap arela 1
i! prcta da fabrica de Gantois Pailhct & m
II Companhia da Baha, em grandes e S
3 poquclas porjOos pelo prejo estabe- J
tt lecido. )
a 19500 n.,a peca,
Na Ioja n. 5, da esquina que volta para a
9 Ven lem-se cortes de brim d
0 res,' 1,410 rs.; ditos de meii Asi-
% mira, padrees escuros, a 3,000 rs.; na
ra do Quoimado, Ioja do sobrado a-
% marello n. 29. ?
##
Altenc; ;io.
No balro do llcclfe ra da Cadeia Ioja u. 53,
continua-se a vender, tanto em caltas como
mu libra, as lucidores e mais acreditadas relias
de cera vegetal de carnauba ; nao s pela el-
ocuente luz que deltas resulta, como pela apu-
rada pcrfeico com que sio feitas, no Aracali
pelo mclhor fabricante da quella cidade,
N'a Ioja das els portas, em frente
do l.ii ruiiK ni".
Vendem-se chapeos para senboras pace-
rem a cava I lo; chapeos de palhinha linos,
bordados, a 4,000 rs e lisos, a 1,600 rs.;
chapeos de massa francezes, da ultima mo-
da, 16,000 rs., dilos de merino, com molas,
a 5,000 rs.; cortes de casimira de cOres,
5,000 rs., e om completo sortmenlo de fa-
zendas, mais barsto do que em outra qual-
quer Ioja.
a Ioja das seis portas, cm frente
do Livrainento.
Contina a vender baralo, cassis pinta-
das do bonitos psdrOes, a 240 rs., o covado ;
cassa prcta, a 120 rs., o covado; chitas, a
120,140,160,180o 200; ditas paracoberta,
a 160, 200 o 240 rs.; cortes de cbita para
vestidos, 1,600 rs., e todas as mais fazen-
das, por p rejos muito em conts, retalho e
em porjOos.
Vende se farinha de mandi-
oca de superior qualidade, vinda
de S. Gatharina, por menos preco
do que em outra qualquer parle :
trata-se a bordo da polaca N. S. do
Garmo, defronte do caes do Ra-
mos, ou com Manoel Jos de Sou-
za Garneiro, na ra do Vigario n.
assim como saccas com farinha
da mesma qualidade de alqueire,
cada s cea, por preco commodo.
i4o bom e barato.
No atorro da Boa-vista n. 75 venJa junto1 nuncio.
Vende-se om escravo do servico de ros,
fiel e sem vicios, o motivo da venda so dir
10 comprador: no Aterro da Boa Vista n.
45, primeiro andar.
Vende-se na ra Imperial n. 7, om es-
cravo creriulo, de bonita figura e mojo,
vista do comprador te dir o motivo.
Vende-se um forte piano, em meio
uso, com muilo boas vosas, proprio para
qualquer pessoa qne quelra prender, por
ser muito aprecitval e por prejo commodo;
na Boa Vista, rus da Mangueira n. 9.
Peca tle chita, a 4$ooo rs.
Na Ioja n. 3, que volla para a rus do Col-
legio, vendem-se chitas de cores, pelo ha-
rato prejo de 4,000 rs. a peca; pao lino
preto, a 3,200 rs. o covado; chapeos de sol
de seda, 5,000 rs. e oulras muitas fazen-
das de bom goslo e multo baratas
Vendem-se um terreno com 100 pal-
mos de fente, e 500 de fundo na passagem
da Magdalena entro ss duas pontea um dito ,
com 107 palmos de frente, em 20 de fundo
em Fora de Porta, abeira do mar. E quem os
pretender dirija-se, qusnto so I. a Jos An-
tonio deOliveira na pracioha do l.ivramcn-
to Ioja de fazendas o. 57; e quanto ao 2. s
Jos Bernardo de Souza junto da igreja de
N. S. do Pillar no mesmo lugar I ora de
Portas.
Na casa di commisiaO de escravos da ra
da Cru* do Kecife n. 6 I. aviar. Vendem-se
5 escravos, sendo duas pretas crioulas, urna
de 18 annos com bonita .flgurs sadis para
todo o servico de casi, outra de 20 annos
com ama cria de tres mezes, cuzinbeirs, la-
vadeira e boa quitandeira, 3. pretos bonitos
dous de Mossambique com 24 e 25 annos,
sadios, bcaoslrahalhadores de armazem de
assucir, e um dito de Angola com Wsnnos,
canoeiro e trabalhador de enxada.
7in Frascos de grrula e meii abo
Garrafas 401
Meias garrafas 240
Bullidos 100
Recebem-se garrafas vasias a 80 rs. ,
quando fremcomprar, tambem reeebe-.se
quando nSo agrade a tinta, dando o importe
que deu : vende-se na livraria do paleo do
Collegio n. 6, de J0S0 da Costa Dourado.
O dcimo volume do Misterio do l'ovo,
por k. Sue, vendem-se os 10 folhetos, por
9,000 rs : ns lojt do pateo do Collegio n.
6, de Joiici da Costa Dourado.
-- Vende-se um piano forte, que alm de
ser muito novo, he do uso moderno e tem
escolenles vozes : na ra do Urndego nu-
mero 105.
Vende-se ums Ioja de miudezas, com
poucos fundos, em urna das melhores ras
do bairro de S. Antonio, muito afreguezada,
tanto psra o mato, como para s praja, a di-
nheiro, ou a praso, o motivo da venda se
dir so comprador : quem pn tender an-
a Ioja de cera, vende-se farinha de araruta
a 160 rs. a libra, dita do maranhiio a 80 rs.,
dita de farinha do reino a 100 rs., toucinho
de Lisboa a 200 rs., dilo de Santos a 160 rs.,
manteiga ingleza muito superior a 640, 560,
400 rs., banha a 320, arroz de maranlifnu
80, prezunto a 480, chourijas a 400, paios
280, salames a 400, alelria a 240, macar-
rao a 200, chocolate a 400, qneijosde supe-
rior qualidade a 1,360, sabito do Rio, a 140,
dilo branco a 220. cha brasileiro a 1,000,
dito isson de superior qurlidade a 2,000,dito
preto a 2,030, e tambem tem em embrulhos
chinezes a 700 cada tim. azeite doce de Lis-
boa a 560. dito francez engarrafado a 610,
dito de coco a 360, vinho branco a 320, dito
moscatel a 400 dilo porto e foitoria engarra,
fado s 480, dito ti* Lisboa em pipa a 240,
dito Figueia a 203, serveja branca a 400,
dita preta a 480, genebra de landa a 320-
caf moido a 200, dito em grao 160, cartas
de traques a 200, bolaxinha americana a
210, passasa 320, velas de esprernacote de
6 e 7 em libra a 680, ditas de carnauba du
6 e 9 cm libra a 300, Islas do sardinhas a
1,000, azeitonas a 240 a garrafa, sevadinha
a 200 a libra, caixinhas com 50 charutos su-
periores a 1200, fi'ijfiu mnlatidho 510a!
cuja, e das roluolas e um candeiro de me-
tal de dnas luzes por commodo prejo.
-- Vende-so para liquidar, urna porjiio
de forro do pind por muilo barato prejo :
no armazem de madeiras na ra da Cadeia
de Sanio Antonio n. 19.
Vcndem-sc duas eseravas, sendo urna
Vende-se I negra da Costa, de boa con-
ducta, o que se alian ja, por 380,000; I dita
por 350,000 rs., ssbo vender na ra, Uva de
sdio e varrela ; I negra boa cjzinhoira ; 2
mciluqucs de lindas ligurss; 4 negros de en-
xada, e 1 bonita escrava moca, com habi-
lidades : na ra larga do Rozarlo n. 22, se
gundo andar.
Vendem-se lonas largas 1 ImiUjSo das
da Russia, muilos fortes, por serem de li-
nho, proprias para encorados e camas de
vento, pelo mdico prejo de 23,000 rs., ca-
da urna peja : na ra do Trapiche novo, n.
18, segundo andar.
A iS'Mor-s.
Vende-sc rape' Princezn da fa-
brica de Juno Paulo Cordeiro, o mais fresco
que ha no mercado, chegado pelo vapor
Uahiana : na ra da Cadeia do Kecife, Ioja
ds fazendas de J080 da Cunda Muga Hules
11. 51.
Na Ioja de Jos' Joaquim Morel-
ra & Campanilla, na ra Nova
11. H.
Vendem-se esmisinhas de.cambraia, com
suas golinbas, ludo muito bem bordado, e
do molhor gosto possivel, pelo baralissimo
prejo de 2,000 rs., smenle, cada urna.
Vndese a casa terrea n. 16, sita na
rus do Amparo em Oiinda, com bastantes
commodos e chilos proprios : s tratar na la-
dei ra da Misericordia nm Olinds, casa conti-
gua ao sobrado que faz esquina para a rus
do Bom Fim, com a qual se fari todo o ne-
gocio.
Poesas.
Poesas de Antonio llerculano 1850
1 vol.
prcta moja,que coze, engomma, lava, cozi-
nha.c faz mal arranjos de casa,c urna parda
tambem moja, com as mestnas habilidades, 1 vol. 4,000
isto para liquidaj3o, por isso em conta : na 2. c39 cantos de Gonjalves Diss
ra l.-ir-n-i do Rozario, Ioja n. 35. 2 volumes 4,000
-- Um preto crioulo, idade vinteoanlos1 Drese Flores do Emclio Zuluar 1
annos, reforjado, com principios de pedrei-1 volume 3,000
ro, c tuna preta cozinheira do idade 50 mi- Livrodos meus smores, por Norberto
nos, cm consequencia do dono estar a ret- e Silva 3,000
rar-su para fra da provincia : na ra do Vendem-se no pateo do Collegio, casa do
Collegio n. 21 segundo andar, on uo patoo livroazul.
do Collogion. 35. Vcndem-sc 7 csixoes para deposito do
Vcndcm-se fazendas baratas, di- ssucar, muito bem construidos oacomo-
ulieiro avista, na Ioja 11
Irs da matriz.
Veos de linho brancos, bordados com
flores
Lonjos de cassa pintados -
Ditos de algodo pintados
Dilos de dito brancos, para mininos
Ditos deseda de cores, psra senboras
Meias de algodo pretas, curts
Ditas de dito;ditas, cmpralas
Z a- da seguramente 6,000 arrobas de assuear, o
aluguel do armazem he muito barato, lugar
muito bom, perto do trapiche, e querendo
3,000 subloca-se oarrondamento de lo Ja casi, na
600 ra Trapiche n. 2: trata-se com Jos Morei-
480 ra da Silva, na ra estseita do Rozario n. 31,
210 Lotera de \. s. do Llvrainento
1,000 O cautolista Salusliano de Aquino Ferrei-
80 c ra, fz scioule ao respeitsvel publico per-
80' nambucano, que as suas mu acreditadas
Bicos de linho brancos, a vara 100, 80c 60 cautellas da lotera de N. S. do Livramento,
120
3,000
2,000
1,000
240
6,000
peca de cassade quadros para babadoi c cor-'olnmod|) cm Qast c A. V da Silva barroca rul do Collegio, veujem-se riscadinhos de
tinados de cama com 8 varas e incia a J,40O,rua da Cadeia do Rccifc n. 42.
: cores lizas, pelo barato prejo de 4,500 rs., a
Ditos pretos
Mantas de garja prela
Lcnjos de dita pretos
Ditos pretos do tafet, para grvala
Luvas para montara
Meias deaigodo, para mininas
Ditas do dito, para senhorss
Bonets, para mininos
Chapeos de palha, para senboras
Ditos di pelo, para mininos
Chales de seda, para senhoras
Chapeos cnvernlsados, para rapaziada 2,000
Pescocinhos do fil de lindo, para se-
nhoras 2,000
Suspensorios de burracha 400
Chapeo! do pslha, para hommens 3,000
Sapatos de duraque, psra mininas 500
Botins do dito para ditas 3.0001
Sapatos dchla, para senhoras
-- Vendem-se relogios americanos, para
cima de mesa, com corda para 8 das, pelo
diminuto prejo de 26,003 rs., e corda para
24 horas, por 13,000 rs.'. na ra Di re la
n. 37.
Vendem-so 3 bonitos moloques, de 18 a
20 annos; 1 lindo moliltnbo de 10 annos,
muito esperto, bom para aprender cilicio;
1 preto bom cozinheira ; 2 ditos do mcio
idade ; 1 linda molatinha, muilo alvinha e
que coze muito bsm, de 10 annos ; 2 pretas
quo engoiiima 111 c cozinbam ; 2 ditas muilo
boas quilandeiras e cozinheirss ; 2 ditas de
meia idade, 1 das quaes cozinha muito bem
e vende na ra : na ra da Cadoia do Reci-
re n. 51, primeiro andar.
Vende-se urna prcta moj, recolhida,
bonita figura e p'asante, a qual faz lavarin-
to, coze, engomma, cozinha, emaisarran-
Jos de casa, islo com toda a perfeijlo possi-
vel, cuja conducta e habilidades soafin-
jam : na ra larga do Rozario, Ioja de miu-
dezas n 35.
(iniTiiie- de ajo para relogios a
500 !*
He chegado e achi-se venda na nova Io-
ja de miudezas da taboleta em fronte do Li-
-k- M---------------------- 'si \ .. .......... ... LUTCa liaBS, IICIU Uliaw l'i ','' "W *|.v 'O., .1 UC UIIUUGABO lanuiv.- ..... ., w..vW .. ^ ...
cada um "n'a ruVS r^?iCfiC,'*V01 Gasa de commissio de escravos. peja, assim como cosimiras de algojao, a vramnto as modernas crranles do ajo, s
' KnXui.l Vpnrlpm p Pirravns p rpcehem-' '.80 "-J corle- J 50u ,fl0 baratissimas, a ellas rapaziada,
Bombas de ierro. Vcnem-se escravos e receiiem- |or bnl.at|SS|mo preco. antes que se acabem; na mesma se vende a
Vendcm-se bombos de repuxo,isc de commissao, tanto para-a pro- nos quatro cantos da ra dotjuomad* .acreditada graxaem latmhas, a 140 rs.
que corre no dia l2dojulho correlo, in-
fallivol, estam expostas a venda, na praja
da Independencia n. 4, Ioja de miudezas ;
na ra da Cadeia do Recite n. 46, Ioja de
miudezas ; no Aterro da Boa Vista, lojl de
210. caljado n. 58, e no dia 13do correte mez,
320' pelas 9 horas da manh3a, al as 6 da tarde,
200' principia a pagar as cautellas premiadas, ns
4,0001 praja di Independencia numero 4, Ioja de
1,000 miudezas de Fortunato Pcicira da Fonseca
Bastos. .
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Novo* esgnloesdcnigoilao a
a,500 a pessa.
Na ra do Crespo Ioja da esquina que vira
1600 'Para a Cadca vendcm-se pessat de esguldct
de algodo com 12 jarda muito linos a 2,500
rs. e oulras fazcnda por preco commodo.
Chapeos de sol.
Vcndcm-se capeos de sol de panno com as-
teas de baleia pelo preco de l|90 rs., ditos de
junco a 1/280. Na mesma cata lera um sorii-
menlo dos mesmos objectos, tanto para ho-
rnera e senhoras, como para meninos e meni-
nas de escola: na ra do Palelo n. 5.
asa Vende-se urna doulrlna das accles, por
preco commodo: no atierro da Boa-Vlata n. 2.
Ioja de funllelroi que fat quina para a ra
da Aurora.
O seductor e a cantora.
O seductor e a cantora ou o adulterio, come-
dia em cloc actos por Joaquim Flglio Candia-
nl acaba de chegar do Rio de Janeiro e le ven -
de a 1/ rs. cada um : no pateo do Collegio, ca-
sa do livro azul.
Una vacca boa de leite.
Vende-so urna vacca, muito mansa, com
brrzorro, a qual d bastante leite : trata-so
na ra larga do Rozario n. 48, primeiro
andar.
Vende so t molata, com algumas ha-
bilidades, o 1 molatinbo de 2 annos, hlho da
mesma molata, aos compradores so dir o
motivo da venda : na ra das Cruzcs n. 14,
casa lerrc pintada de novo.
Ra do Queimado n. 34, defrontc do
becco da Congregajao, vende-se um muito
lindo e variado sortmenlo do cortes de co-
letos da verdadeira alparcade linho e seda,
om "ndis evsrldss cores, pelo diminuto
prejo de 4,000 a 2,000 rs.; bonitas chitas
escura", largas, proprias para casa, pelo h.
ralissimo prejo de 240 rs., o covado, e ou-
lras muitas razeodas, por prejos muito com-
modos, na Ioja de Jos Francisco l.ivra.
Vende-so nm rscravo poja : no Forte
do Mato, prensa de Jos Caototio do Ma-
deiras.
Vende-se umi moleea de 12 annos de
linda figura, com algumas habilidades pro-
prii para se acabar de educar: na ra do
Fogo n. 23, se dir quem vende.
Vendem-se metas de linho, muito fins
e ps grandes: na ra estreita do Rosario
padaria que foi de Francisco Alv.'s ds Cu-
nta, e na ra ds Cadeia do Itecife, Ioja de
fazendas de Narciso Miria Carnero, por pre-
jo commodo.
A 4,000 rs.
Vendem-se casemiras de coros, de excel-
entes gostos, pelo baralissimo preco do
4,000 rs., o corte: no aterro da Boa Vista,
Ioja n. IB.
-- Vendem-se esleirs, multo grandes e
dobradas, ebegadas ltimamente do Arac<-
ty : na ra da Cadaia de S. Antonio n. 23,
segundo andar.
Na Ioja di ra Nova n. 23, de Antonio
Gomes Villar, acha-se a disposijilo do mui-
lo respeitivol publico, um grande e variado
sortimento de*fazeudss inglezas e franco-
zas, como sejam casemiras superiores de
todas as qualldades, sedas ditas, pannos fi-
nos cambraias ditas dos mais modernos
gostos, riscidos e chitas de todas ss quall-
dades, algoJoes e panos de linho, chipos
de palha para senhoras, ditos de seda psra
hornera, luvas do seda o meias ditas, Icques
muito ricos, veos, selins evoludos da pn-*
meira qualidade, prfncozas finas, grvalas
de soda e do ultimo goslo, cortes de vestido
de cambraia fina e de folhos, e muitas ou-
trss fazendas, proprias para osando.
.401 5r. mestres e oficiis de alfaiate.
Venden-aesargelim de todas as coros, a-
damascido de duas larguras, pelo barato
prejo de 200 rs., o covado : na ra do Cres-
po 11. 14, Ioja de Jos Francisco Das.
Cera de carnauba.
O mal superior que ha oeste genaVo, ven-
de-ie em porcao e a retalho : na ra da Cadeia
do Rccifc, toja n. 30 de Cunba U Ainorim.
? O srmazouj defronte aa igreja dos m
~ Martyrios, onde se annunciou vender <)
tijollos de lodrilhoa 2,600 o canto, e t>
ledas a 3,20b, reforma o prejo dos
mesmos, passsndo a vender estas por ?
3,000 rs., e aquelles por 2,500: os <>
# pretendeotes poderUo examinar a
qualidade destes msteriaes ne dilo *
armazem.
tJanhiJespara botas.
Vendem-se bezerros brincos e ainarcltm pa-
ra candes de botis de criados, chcgadoi uln
mmente de Franca, por preco oiilto commo-
do: na rabrica descllioi, naraaBpvan 5
= Vende-se lima negra a qual l|b, beln n_
gommar, ecoiloha loilrlvel, le principio de
costura c he bonita de fiojam; iMdku das I.a-
rangeiras u. &. ga uJV
Sio baratMsitno's.
Vendem-se sapaldes de earnelra multo pro-
prios para o enverno, por nao tujarem as cal-
cas como acontece com os de grasa, pelo bara-
lo preco de 1/280 rs.; na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 0, lojl.
Villas <],. sica ri na.
Vendem-se esta i vcllas da lucidor qualidade
possivel a ilit rs. cada calilnha de 25 libras,
trala-ie com A.C. de Abren, na ra da Cadcii
do Rccifc u. 41.
Novellas recem-chegadaa.
2 Vol mnes, cncailcrnados a 800
res por volume.
Iloldo amoroso, O dote de Suianlnba, vida
de Pcdrllho, aventuras e astucias de Lazarl-
nho de Tormea, Chrislinx de Stainvllle, Ade-
lina c Mauricio, a marqueta de Ganges, Mc-
llna Cerean, Merllnde ou a duqueza de Ar-
nau, Barbarlikl, Guarni de Alfaracb, Ruma
l'oinpilho; na livraria do pateo do Collegio,
n. 6, de Joao da Costa Dourado.
Vende-se um sobrado de um
andar, na ra de Ho/tas n. I
onde morn o prol/ssor Ma
Antonio Monlciro yjo-Andr
trata-se com Miguel Jos d
meida Pernambuco, no so
da ra de S. Thereza.
Lindas caixas di amendoas,
Vendem-se lindas caixas corfi> mondo-,
pastilhas e confeitos, viudas ltimamente
de Cariz : na rus do Queimado n. 16.
Por falta destas eseovas se estra-
gara inultos peutes.
Eseovas psra limpsr penles, a 160 rs., ca-
da orna; penis de ajo linissimas, a 640, 800,
960, 1,120 e 1,280-rs a gross ; franja para
manteletes, preta e larga, a640rs., avara;
dita prela para capotinhos, a 940 rs. ; lavas
prelas de trojel, a 900 rs., o par; linissimas
gargantillas, pretas e finas, moda de Pariz,
a 1,280 rs., cada urna ; agultias cantofas, e
rap Paulo Cordeiro : na ra larga do Ro-
zario, Ioja de mi udozas ao p do lampeo
n.44.
Escravos fgidos.
Desappsreceu nodis 38 dejunhop. p.*
um molequede nome Jos, najSo Csbinda.
representa ter virria e tantos annos, com bu-
jo de barba, seco do corpo, rosto comprido
e nariz afilado, bem fallante, mete um 'dos
joelhos para dentro quando anda, costuma
a andar jogando pelas praias certos coii-
loios de negros, e tem sido visto por varios
lugares do hairro do Recife : quem 1 pegar
leve-o a Antonio Manoel Ramos rus dwpraia
armazem n. 21 que ser bem recompensado.
Desappareceu do engenho Uruac, 10
p de i.oianna, um escravo creoulo, de no-
me Izequiel, que representa 35 annos ds
idade, cOr fula, baca barbado, boa altara,
rosto redondo, corpo, ps e pomas grojas:
a pessoa que o pegar, leve-o ao dito en-
genho qne ser generosamente recom-
pensado-
Desspparrceu do engenho Urua, sito
ao p de Coianna, um escravo creoulo, de
nome Luis, representa 30 annos deidado,
pouca barba, altura o corpo regular, cor
preta e bom airoso : a pessoa que o pegar
leve-o ao dito engenho, quo ser generosa-
mente recotr. pensado.
Dassppareceu na noite do dia 5 do cor-
rente, do lugar Venda Crande, entre tgu'
rass e Cruz do Rebouja*, urna escrava de
nome Antonia, fula, idade. 30 annos, be'.o
fallante, e com muitas misuras, a quul'jcl'
agurdente, e lem sobre o'hombro es-querdo
urna grande ferida : quem a tejar [ole
conduzi-la ra do Crespo n. 4, ioja de An-
tonio Francisco Poreira, que sari recom-
pensado.
No dia 24 de jirnho desappareceu do srf
n. 18, na passagem da Magdalena o escravo
Ignacio, crioulo, do idade 30 annos, camba-
do das pernss, tem as mBos foveirss, he 11-
Iho do lugar Tabaianna, costuma dizer que
ho ferro, e andar servindo-de pedreiro, o
trahalhando em sitio : recommenda-se ao
capitles de campo, ou qualquer pessoa q,uo"
o virem o aprehendam e levem no mesm"'
siliu, ou ao lado do Corpo Sanio, Ioja na 23
que ser recompensado.
rr.fti. nKTvp. ro: M.F.nr Par v
MUTIL/


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4JAVFR46_CUJ3R0 INGEST_TIME 2013-04-12T23:13:28Z PACKAGE AA00011611_06390
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES