Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06389


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Full Text
Anno XXV11
Sexta l'cira I I
de Julliodci85l.
N. 154.
DIARIO m 9 PEM1MBIJC0.
Paouseirro Adhktibo.
Por irlroeslre............
por semestre......... i
Por anuo ..............
PtOO DNT0 MtlIUnil,
Poi qoartel ...........
MOTIOIAS DO 1MPMT.IO.
4/000
15/UOO
Para 7 c Juubo
Maranlio 14 de di lo.
Cear.... 17 de dito.
Parahlba. ie ee dito.
Minas... 20 de Malo
S. Paulo. 12 de Junho.
R. de .. 20 de J1111I1.0.
Baha... i de dito.
DIll DA IIMINA.
7 Seg. S. Pulquera.
8 Tere. 81 Procopiu.
9 Qtiart. Cyrlto v. 111.
' 8. Vernica Juliana.
10 Quii S. Janearte c
srui companhriroa.
11 Sext. Sabino. Ira*
AUDIENCIAS.
Jm'iorfr Orphot
2. c.'i. s i0 horas.
I. t-ara do eitel.
3. c6. m llicio-di.i.
Faada.
3. e6. aa lo hora*.
2- rara do et-el.
doa nato* de S. H. i. c sbado ao mclo-d.
12 Sao. S.'JoaoG.. I /l i3 Doni. S. Adelo. {Tarcaa e abados.
imaiaiirr.
Crricrnle a 5, ai >horaa c 48 minuto da larde.
Cbrla a i.'t, ai, 1 horas e 54 minutoi da manhJJa.
alingoante 21, a 8 horas e 20 minutos ilain.
Nava 28, ao 2| minutos da tarde.
fWMlO lUMl
. t I
Primclra a 2 horai e 54, miaulos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 mininos da manhia.
rABTlDA* DOS COBBEIOS,
Coianna 'e Parahiba, ai irgunda e seitas-
felraa.
RIo-Crantle-do-Nortr, loifai ai qulnlas-fcirss
a* roclo da.
Oarenhuns e llonilo, i 8 c 23.
Boa-Vista, e Florea, i I3e28.
Victoria, a qulntas-felras. > 1
Olinda, todoi os diat.
NOTICIAS IITRlHadal'.
Portugal, i.'i de Junhi
liespauha lUdc Junh,
Pranca ... Toe Junbo
Blgica... .'Ideamho
llalla.. .. I de-atoho
Alemania. 4 de Junbo
Prussia... 4 de Juaiho
Dlnam>rca 30 de Malo.
Aunla... lOde Maio.
Turqua. 4 de Junho.
unira., 4 de Junbo
Salata .. 10 de Malo.
Succia.... 28 de Mal.
Inglaterra 7 de Junho
E.-l'ndoi. 24 de Male-
Mxico... 3 de Malo.
California 15 de Abril.
Chill.
tluenos-As/res.
Montevideo 9 He Junho
CAMBIOSDr 19 DE IWN.
Sobre Londres, a 27 '/. a 27 Vi < P- 11"*
a Parli, 340 por Ir. nominal
Lisboa, a 100
META ES.
Oaro.^>Qcas hespanholaa..;.2*fVW*9 W/Sni
otilas dr 11*400 velbas Kifim'* *f00
de 61400 ora. llilHOf) a V^tMI
da4/UC0...... 9/100 a 9/109
l'rala. raiacoea Draallclro... 1#9?9 a I/D20
Peaos columna!ioa.. I/Hti tf.flft
Ditos mexicano..... l/7ff) l#
aa
AVISO.
s aenliorc aaaiguantes que tem a pagar o
presenta quarlcl deite Diario, e que qulserem
fazc-lo pelo "prf de 4/000 ri., devem enriar
cale importe al o da 15 do crreme incluaire,
c desae alia era diaule 10 ae receber a rasso de
4/SiW ti.___________________________.
EXTERIOR
O ESTADODO PIF.MONTE.
Tarta, 1 de .*. uV I Bol.
He oom eitrenao prazer que, rollando a Tu-
rim drpeis ate afc breve excurtao na Suisia,
acto qa Utalas a anilcipacfies relia por Vine,
a fcaneilo do WaMiaaaf tavoravel do eaudo po-
liflaoe liilljV|yn'*ntl" lcm *'''" picuainen-
le rcallsadisT^que boa f do re, a sabedo-
rla do gorertael lealdade do povo ealao pro-
duzlndo o* ojphraa elleilos por sua accao
unida. A acAHWHV alnielligenela do conde
dcCarour tea MMMMMado a torca do gabine-
te i porin raiga*-* diier que o inarquez de
Azeglio anda ocoupa o seu primeiro poato de
presdeme do oonscllio, e esla determinado a
conscrva-lo por amor dobcm publico,nao obs-
tante o acta deiejo de retirar-ie a vida privada.
0 noto do Aieglio he de abaoluta importan-
cia no citado actual doa negocios, por quanto
satisfaz o corpo aristocrtico, do qual he mem-
bro, e lisongea o partido liberal a cujo servico
toda sua vida sean sido dedicada.
Faco mencao deltas clrcumilancias, porque
u'timaaienle tem corrido boaloi deque o mar-
ques tcnclona, reilgnar o aeu lugar, e porque
considero sua preienca uno mullo etsenelaU
inanuleocac- do systcrha aasoeaado como elle
csbUgora permanentemente com o Sr. de Ca-
vnur, a admlnlstrac^o nada dclia que deaejar
c nao (Cabo a menor dunda da que a conduc-
ta dcatei dous homens corresponder cin to-
llosas respcltos expeeaalivadeVmc. A con-
lianca que ambas aa cmara depon ta.111 nelles
be a prora mala forte do scnliiucnto do povo
cm geral, e he um laclo singular que sobre to-
das aa qnesldes iiOUrlaes 01 prolucionisUi c
01 demcratas clao redolidos a pcrfella intig-
niticancla Mestiio no senado as snaloriai mi-
nliterlacs lera eieedido todo o calculo, e o
principio do catmnercia llvre, tal qual fol es-
labelccido nos Areladas ingieres c belgas, fol
iriumphanlemente adoptado. A nica parte
do reino em que reina o descontentaincnlo, he
o pequeo dlslricto de Hice, onde os amigos
previlegios de um porto llvre foram offcndldos
pelo novo syslema porcm mesmo all o des-
contentamenlo fol aplacad*, e pollo que nao
aela fcil aalisfaaer pessoas privadas repenli-
nauentede privilegios eicluilros, parece que
as medidas fortes do governo tem conseguido
eatabeleccr a ordem. Dous dos prlnclpaes mo-
lorcs, ambos residentes em Nica foram priva-
dos dos privilegios de que gosavam como cn-
sules, um da Prusila, o oulro da Succia, c elle
acto de decisao oontribuio paro calmar as pai-
Oes dos mala violentos, lie ccrlo que em Ge-
nova esilte ainda um partido republicano,
porero por agora elle nao ousa levantar a ca-
beca, e menas que um movlmento leoha lu-
gar em P'rta, costsidwo a policio polilica e
social dffl'lcinonic como satlsratoria can lodos
os respellos.
Qi plano? iinanceiros do Sr. de Cavour lcm
sido coroados de bons resultados. O ultimo
dividendo da Austria foi j.i pago, ou est para
o ser Imincdialamente ; e um einprcsliino foi
contrahido na Inglaterra para o 11 m de se
upinplf tarem lodoi os-'camiohos de ferro pro-
jecladoi pelo genrerno. Um (lestesdas o go-
verno enviar a cmara nina communlcacao
ollicial desle empresiimo, o qual segundo as
infarasacMs que lenho, monta a perto de
2,500,00a' libras esterlinas e dever ser esclu-
ivamenle empregado nos caminhos de ferro
sem passar pelo Ihcsouro publico, as obras se-
rio dadas como soguranca ou antes como pro-
prledadc aos subscriptores.
Cielo que o. citado, ncm leus recursos fica-
riio ernpenhados, o-'qe' os capitalista*, tendo
um monopolio de toda- a communicaco do
reino por caminhos de ferro, eslao protnptos
para correro risco. Urna tal soinuia de dinbel-
ro deilribuida peloi pumcroios canses, pelos
quaes as despezas dos caminhos de ferro de-
vem paliar, augmentar grandemente o com-
modo e os recursos do povo, e cm ponto de
laclo o Plemonte ser enriquecido por esta
medida. Anda nao me acho habilitado para
fallar asis circunstanciadamente da naluresa
do contrato, porein esperp que dentro de pou-
cosdiaspoaeroi comiuunicar a Vine, as parti-
cularidades do mesmo.
Desla nauBcira o Sr. de Cavour vence as pri-
niclraa dUBsaaldadea de um ministro da faaen-
da, e sabiamente dlas para o annoieguinlc o
negocio do estaleiro de Genova, por quanlo
laucar nniilo ferro no fogo he tao inconveni-
ente nol circuloi politicoi quanto o he noi do-
msticos.
sobre s asnear do parlamento imperial pela
parochla da Harylebrone ? Ha inultos oslados
na Alleinanha mullo menos ricos e populosos
tfo que eits psrochia, e he contra as divlics
aue o direito de vaas produz, <]ne irabalham
os Alienta, quando ic agltam pela unidade.
Al grandes potenciis, tem ate hojesustentado
o privilegio, em psrte por principio, em par-
te porque os rotos eram geralinerrte flcslveis ;
porin elle era tambem um frelo para lodoi e
como involvla um amigo direito, havia inle-
renc praprlo em mame-lo. Prcsenlemcnle he
necesssrlo dsr so eseculivo central inais poder
de aeco; e os proprfos estados grandes m-
dium propor a subitiluicao da decisao de utna
maioria de votos em ves da unanimidade.
Uii-se que Isso seria a drstruicao da Inde-
pendencia dos estados pequeos ; porm he
iinpossivel preservar esla Independencia per-
felta na prarlca em todo os morlmenttrs ss
sobersnias menores sfo arrssladas passlvas e
neapazes de reilitrncla, logo mui bein podein
che M vi-las tam o ns'ural etTeito de, i
prnporeOo que for crescendo, exigir maioi
flamero de esrrsroi. E queris eternisar
o trauco; sempre augnenlanda-o progres-
slvsmcnte ? NJo t Logo, qnsnlo mais tar-
de, maiorrs complicacOe, aiai.s fortes dilTl-
cuddes, mais daros sacrilicios, e raais in-'
quietos recala] da perigo,; e, por cnn.se-
guinte, a solucSo da quesillo nos esla ba-
teado .1 porta cam ro medo'nha a linrrivel.
K a honra do Brasil, ligada a om tratado
cotn ama potencia anig', que dispOo da in-
nmeros recursos, a aproricflo a accordo
que essa potencia em diversos tratados vai
a Ira ni; indo de nutras naces principaes da
Europa e America para a exlncr,3i> do tran-
co, sua conatanciae aeus sscriDcios como
crnxeiroa n' frica e ainrl ansia, Os aos-'
sos rerdadeiros interesses reclamam impe-
riosamente que n.lo se adi mais a quesillo,
---------1------------------ it. tuoniiivuMJ iiuu sirio c/y nmo maim aa> -1 j ..-i-.-.-j
abandonar umalheor.a de bberdade de acfao tipo rjn mal qne tem o enesn-
c&esE&cssss&fiS & Ws? asarje
loras? No. Ligo, dero estar o governo. mico que delia a ladastrisi entregues aos
proparado para a diplomacia do eanhSo. seuaaarosrlaatawwaaa, eamudo lltrsfa Misi-
E, corto quando soir a hora do ou abra-
car a fstalidado da guerra, on accoitar s
qur Isso seja fcllo por urna asseinblca popu-
lar como a de Francfort, os estados pequeos
sao impotentes contra a decisao cm qualquer
dos cssos ; nao pode baver urna prova mais
forte da indlgnldadc real do veto cmbaraca:
dor. O syslema chegou ao seu termo e esla
juleado ; o procesio de eallnccao continua des-
de a par de Weilphalla ; 01 diados actuaos
podein por slgum lempo mais preserva* sua
existencia como partes de urna grsndc federa-
cao, porin nao como potencias Iguacs aos
inembros maiores della. .
Allega-ae que urna conducta mcdii'podr ser
aol ada entre a perfeila unanimidade de votos
uj dicta e a simples maioria, isto he.qucas Ue-
clsflcs podem ser tomadas por urna maioria
qualiHcada de dous tercoi nu trc quartoa Uo
corpo Inleiro. Pd-ae p6r em questo qual o
melhor modo de lomar os votos; porin nao
ac pode por cm questao que a prslica presen^
te he a peor de todas.
A Uicertea que reina a respeito do estabe-
leciinsnto da Alleinanha ocasin mulla in-
quietado e milita falta de conlianca no futu-
ro ; todas as festside Varsovla e as parada! de
Olmulz, 01 abracan e comprimcntos mutuos
dos soberanos nio iusplram. perfeiu conlian-
ca boatos correm constantemente de un aug-
mento no esercito pruniano, importa poli
que srjam ollicialinciiic contradlloi para que
aeui ell'eltos liqueiu neutraliadoi. Prescote-
mentenao lia nenhuio fundamento real para
tac boatoi ; o nico inovimenlo militar pcij-
dente he o augmento projeclado das guarril-
ca das fortalezas da confcdcracao, Moguncla,
llaslaill c I. inclu.
(Htm.
INTERIOR.
RIO DEJA Mil U.
CAMAMA DOS SESHORES HEPUrAOOS.
Diicuria do Sr. Paula Baptisla, na ski/I 1
da 1 de Junho.
O Sr. Paula B -'isla : No e se lera
i-aliimi'iilo urna ponderac-lo quo rou fazer.
Divirjo em alguna pontos da administraQo;
todava presto ao uiinlsleno toda a minha
atlhcsao, sr.Mirarnr' pouco osclarecida,
mas assi-s siucora o consciciiriosa. Assim,
tendode pronunciir-mc inui precisamente
.-robre varias quoslfles que repulo do grande
inlercsso.duvido poder fize-l) 11J pouco
tempoque resta para compVtir as horas
da sessilo.
OSr. f resiliente: O Sr. dajntado tole
fallar o tempe que quizar, a meza o scom-
paohar.
Sr. Paula Haplii'a : Sr. presidente,
prevenido em moitas ideas pelo brilhinlo
eeloquente discurso do honrado ministro
da ju'tica, e ileaendo a ornara oslar religa-
da, estas circum9tancias por ccrlo aggra-
vam a minha situaclo. Mas por oulro la-
do lenho optoiOes minhis que me collocam
no dcvenJe enuncia-lascoa toda a-fran-
queza.
Sem que o orgulho e a vaidide neste mo
nenio me eoilirigum, vejo, senhores que
do alto do Himno par iran ili-sla vez gran-
des pensamontos que ha milito lempo eu os
parlilho, polo que sinlo duplo prazor ren-
dendo-lhes. boincnaRom, e os ahrafando
com o acord de mioha conscioncia
Chamar o concurso de todos os espirito
para a solucii de questes de qub podo
provir a satisracSo das prlmeiras o innno-
distas necessidadm do lira sil cora preferen
cis s discussOes slislractas de poltica, I
he, senhores, o pensatnonto que, quanto
Em addicao aos tratados de coinmerclo com mim, nos pode abrir as portas para um
a Gfia Brelanba c
clulo um com a Fra
reia, e sou informado que Mr. Blscbolt' rem
de Berna para abrs aegsciacoea sobre o mes-
mo aisunipto.
(Correspondencia do Tiuirs
abclgica, oininlsiro coo-, grande e bello ruturo
? e-_oui? !LS.a!IS ToJavia aailiamos o quo rjuoremos, por
quanto cala poltica he desconhacida pelas
paixdcs rtiins, as quaos nSo queremos ab-
dicar, ella tem sua esphora pratics, lera
suas leis de vida e suas conditdes de prati-
ca a acQo. De minha parlo direi. hoje
mesmo o emoccasiSo oppotuna, alguma
cousa do que pens a tal respoito.
Na escala das questes oceupar-mc-hei
prirnoira mente com a do trauco, na qual
vejo associada a honra e dignidade nacio-
nal a mullos o mui avultados interessos p-
blicos e particulares,
0 trafico do africanos devo acabar, he de
nosso interesse acaba-lu, e felizmente os
fados e as medidas postas pelo governo em
ozecucSo, e o auxilio da opiniSo, revelam
ovi iriilciniMile que elle tem sido reprimido
por til modo que, se anda nao expiron, es-
t a expirar. E si nesta parte ha alguma
cousa que me incommode, he nicamente
a deslealdade com que algumts ndoles
desabridas, egostas e rencorosas, ousam
ainda negar o mrito da sinceiidade do
governo, (Apoiadoi.)
Bu, que sempre segu a opioiSo de extin-
guir-seo trauco, eu, que sempre discorn
na opiniSo contraria o atrazo da verdsdei-
ra civilisacllo e progresso, o um fatal sotn-
no do indilTerenca a respeito do fatuto do
paiz, eu, cm-tima palavra, inimigo ligada 1
do trauco, nilo podando agoia entrar nu
Isrgo desonvolvimento do minha opiniSo.
conlentsr-me-hai com offorecer duss eonsi-
dersr,0es que, em todss aa occastes, o em
lodos os lugares em que desla materia so
tratsva, me serviam de armas con.ra mous
alaorsarios. Nilo ros Iludis, entilo assim
dina cu, ne vos illudas com o progresso
material, nio olhcis uoicamonlo para os
rendimentoi qno dio aa tarifas e paulas
das Ifandoges. a juslica, a moral, a reli-
gito, tambera silo elomontos que perlen -
coma vida da humanidado, qnn tambem
precisflo de amprro, auxilio o progresso na
vida das sociedades. Alem disto, se entcn
deis que com s extineciio do trauco a nos-
aa agricultura sa arruinar, o oa nosso
mercadol liearSo deserto, altondei ao me-
nos que este progrusso material que vos en-
A ENTREVISTA DE VAItSOVIA.
Btrlim, I dijunhodi l85l.
A entrevista de Varsovla continua a dar ma
trria para Infinita capeculaco. Alg-msconsl-
deram-oa como urna mera visita de coinpri-
nicnto c ceremonia, ontros como a occasio
de chegar a um accordo a respeito das medi-
das que dererao ser adoptadas no caso de ter
lugar em Franca no anno proilmo futuro al-
guma convulsao ; porm malta gente, tendo
por iuipossivel que 01 negocioi germnicos
nao livessem sido concideradoi nena occaaiao,
visto qne tocam mui de perlo tanto a Prussia
como a Rsala, aulgna-lhcso principal lugar
as suppostss consulta! reaci. Como barrelra
contra a rerolqjMk diiem que a Rutila deseja
ardentementc vaj^ilabelccldo na alleinanha
uin poder central forte, porin nao quer con-
sentir que o principio da legltimjdade seja
violado pelo ejercicio de qualquer compulsao
para com os estados pequeos.
Tudo Isto he mera eapccutaco, e he lmen-
le repetido na ausencia total de qualquer cou-
sa mais authemica. Nao parece proravel que
a Itoisla consagre to profundo respeito ao
principio de independencia, que cheque a ap-
provar e sustentar um svilema pelo qual um
csudo que no forinaria a decima parte de
urna provincia russa, oem cmpopulsconem
-in eitenfo, pode suspender c parausar a ac-
cao de todo o poder da Allemanh ; se le de-
seja que o poder central tenha Torca, eite di-
reito doi estados pequeos nao pode coeilitlr
com elle ; a tendencia do aconteclmenlos ha
mullos scalos, lcm sidaredazlro numero des-
sis iadapenVncias e mesmo acabar com ellas,
fto imperio gerinanieeellas erain mass de cein,
bol sao apenas ."'.
fie dlflicil de s> nceber-sc que a Rutila, ca-
jo syttema propuo be lio dlrcctamcola oppoi-
to eslslencia de qualquer poder que.nao se-
ja o do governo, que acaba com todas asdis-
tiocedeae toda a independencia dentro de seu
inmenso Imperio, se torne o campean duque
be na Alleiuanha um elemento de confnso.
'or quanto lempo continuaran a eslslir I.ip-
l>i -Uetinold, ou Anhalt, se liaesseni parle do
territorio runo? Por quanto lempo consea-
lerla a Inglaterra que um voto fonc exercido
obrga-lo a coutralas usurarios e de risco,
que comprometi a posico do muilos, qua
sooppu-3 i nuosa clvilisae.fi 1, firtilict mos
htbitos, afugonla a colam-ira", o desmo-
ralisa o paiz.
E prescindimlo de qualquer outro maior
desenvolv monto, o que he certo," o que
mo lisong-iia, o que lenho o prazor de do-
clarar, c puo os Mfofooi do governo nes-
te negocio, sua leal lado, o os bons resul-
ludos que tem coln lo de sua constancia,
t-m por si o irrefrgavel testemuno do paiz.
( Apo'arlot.) Continuo, pois, a superar lili -
culdades com constante llrmoza, continne a
fazer o bem sem olliar as vagas acusicoes,
a aos man -jos polticos dot que querem
empolgar o poder o nadi mais.
le fseto bemdeplorarel, que na aoxiodd-
de de se fazer gurra auto-i lado pira
ter occasiSo do possuila, se tenha valliJo
das coincidencias das melidas do nosso
governo com os abusos de forca do governo
inglez para dizer-se que o ministerio tem
cedido ao empreg, da forca o ao poso
das hostil i. I a les estrangeiras. Se este
disarho'da opposicSo bem podo sar ella
qualilicada da insensata. (Muilos apnoiu.
'i". 1 As paix-tt lem o enorma delTeilo
de concluir antes de raciocinar, Senhores
oolloquemo-nos no miis alto. Nao deslgure-
mos com pinesis desleaos o verdadoro
quadro dos nossos factos polticos e aociaes.
Para quo a mentira com ullrsj-, quinto
a verdade pode ser dita sem desdouro ? l-.x-
pliquemo-nos s^m rebufo.
i:\i-iian duas opinin* no paiz : ums quo
via na extincln do trauco grandes desastres
pura a industria, e outra qun o condena-
va profundamente. Mas, so de um lado os
homens de urna c outra opiniSo achavJo-
so confundidos entre todos os pulido
polticos, tanto que a idea, de ox.tinguir o
tranco nunca fa caraclerislicoo de part lo
algum; ao outro lado o espirito cego d>
partido, nossas tormentas polticas, as pai
xes ene 1 lucidas, preooupados cotn ns
derrotas triumplns eleitoraes, deisavjo
loar as -luestucs sociaos eai misera orplian-
dde. Esta fra in liferenca fortilisiva o
seio do, tralicantos o augmeniava a cim-
pJJoidsde, M i|, dcs.lequ eos abusos da foro
i-slran i- 1.1, I tii !> 1 nossa iiacionsiliJade,
ferir.lo igujlmenle as ausceptibiliJadcs d
honra dos Urasileros, o espirito publico
agitou-s-, e a opiniSo que nao quera o
trafico acordo-i, ergucu-s", lumou altiluJc
ireumsp-ca o procurou di cccSo.
Eoque fez o minlstrnoa^ue hoje dirige
os negocios pblicos ? fjiamo-lo franca-
mente, aproveitou a opporlunidada, a op-'
porlunidade, senhores quo na poltica e
na vida dos povos leu grande signifi-
cacSo.
fe agora pergunto: quando om conjnnc-
111ra tilo tri'tes llrazileiros o indiscretos,
homens que nn ponlero sobre a surte
do Urazil, com declanjagOes vagas, estrata-
gemisaggrescivos, e inlrigis funestas tcn-
tavo drsrairar a coosciciicia publica, e
I.....Ir vi na f zir. o ministerio? Estes mo
us senhoros que 011 lo as mSos ni ecos
ciencia, me respondo. D-nriilo os mi-
nistros desprpzar. urna cpiniao inlelligon-
te do paiz,* que vivos signaos frajogo
dando o
si no parlamento, dereria mol
var repulsas crues, calcar aos ps as re es
convenienciasdo paiz, ostentar com armas
empunhadasa rtolactlo dos sous trtalos,
divorciar-se das sympathhs dss nnOasci-
rilissdas, a precipitar-se con o Brasil em
pezo em urna guerra exlerna ? Oh. se-
nhores I mais moderecto, mais sincenJa-
de, menos furor menas hypocrisa polili-
ca. 0 governo queohrasseo contrario da
que lom obrado o actual gabinete, quo por
fraquesa n;1o arrostasso as dilliculdanes
com constante firmeza, esse governo he
quo devia merecer o odio eterno de todos
os brasileiros Apoiados), merecia quo o
paiz carregasse-o de msldicOes |e esmsgas-
se-1 com dosprozo.
Portanto, apezar de quasquer coincMen-
ciiS, o tacto di i-Minnea do trafico
be nosso ( Apoiados ) os felizes resultados de
que lem sido coroado os esforcos do go-
verno sSo dovidos a sua dedicarlo firme e
resoluta,! coadjueaco que temachado na 0-
piniSodo paiz (Apoiados.), o qusl nSo enlou-
queceu paraauicidar-se.
Dando assim neste negocio ao governo
um tranco e leal apoio, tomo a liberdado do
dizor que comquanto me n3o assustem es-
ses presagios fnuestos ejolliciosos agouros de
quo o trafico nao llcar de todo oxtiucto, a-
choconvenionto que pela imprenss sejSn es-
clarecidos to los os espiritos, que o sol da ra-
zo diasipa om to los os pontos as trvas.
A inprensa, senhores, sj multo a vai Ion-
ge ; e assim como, quandoliceuciosa, gran-
des males produz^do mesmo modo, quanlo
bem dirigida, cor,queco as sociedades de
nmilos Letirlicios.
Paasarei agora a quesISo onlie o nossn
governo e o da Mucnos-Ayres.
S'. Presidente, os escrpulos me fazem
acanhado nesta quest5o. Eu vejo que no-
vos successos v.to apirecen lo em alguma
das repblica* do Sul. Quem po lera pre-
ver, todas as erentualHades ? Que ihflu-
encia terSo os acontec nonio- na sorto dos
Brazileiros estabelecidos no Estado Orien-
tal, eque tantas explicaedos, tantos ultra-
jes e malfoitorias ja hlo soJTrido '
Os recursos dadiplomacia se esgotaram na
paz sen solucJo amigaval das nossas ques-
tes, que continan, sem garantas para
o l'uduro, deixando-nos licar flutuando
no mesmo ^marde Incertezas* E deve nes
te caso, ser o governo imprevi Jente ? lla-
ve ignorando o fulnro, entrogar-se a aren-
deshonra, nao qua SO po lera farmar
x-ircitos e haver-so pretedhos bellicos.
Senhores no governo ha dois extremos
Sie se locilo um do ardimento e pro
pitaban, e nutro he o de adiar eternsmen-
te as questes, Dos nossos negocios no
Su I llevemos ter urna solurJo que nos paci-
Ique. ( .Ipoiados) E a esta poltica de
pro.iarac.lo para a guarra, que bem se pu
da chamar do cautella e previdencia, a es-
la poli tica as nios de um ministro que,
com todo o decoro, energa, o talento,
sonre sustentar em suaa notas direi tos que
o dictador de Buonos-Ayres n9o lem qie-
rido reconhecor, eu presto a minha adho-
sn, dou o mcu voto. ([Apoiados. )
Nao pcnlcnco ao numero daquelles que es-
ligmalisiio o engajaiucnto de estrangeiros,
con I-mu un o rccrutsiiiento, c a final fico
sciu saber como ac deve ter homens para as
rileiras do nosso esercito.
'.in mi 1 11 cngajaiiienlo de estrangeiros nao
coinprehen.lo o elevado patriotismo da uobre
opposicao. Na Europa ha naedes que tem es-
trangeiros engajado) em seu servico. A Fran-
ca, se me nao engao, lem cm servico 2,000
estrangeiros. E se despido de prcvcncocs,
procurarms a raso justificativa desla medida,
0.10 poderemos ach li senao no cordial in-
tercale de poupar a muitos dos patricios nos-
sos os desastres da guerra, e nao diminuir
inultos bracos ao trabalbo c s Industrias. E
oque ba all icno tentiinento patriolico, e
um tributo pago raiao calma c ciclarccida .'
' Apoiados.)
Se estes estrangeiros vietsem ter einprcga-
dos cm alguma guerra fratricida, euapplaudi-
na toda a hesilaco' c da minha parte me
parece que mi daria approvaca 1 a medida,
porque ciulim lambo coraco brazileiro, que
nao pode resistir i certos baques de sensibi-
lidade, mas para marcharen! para as fronlei-
rai do Sul, e conseguir, victoria! para o mcu
paiz contra o ettrangeiro, nao ha, njdeveha-
ver quem, para cite lim, deva possuir-so do
aentiiucDto de hesitacao, c meaos anda de rc-
provacao.
Quanlo ao recrulaincnto, opponho-mc dc-
cidamentc ao modo ponjuc elle se faz entre
mis. c comidero que urna lei de recrutaincn-
10, fundada em basca de juslica e inoralidade,
objecto de que nao faz mencao a falla do lliro-
do, he una medida de grande alcance, e maior
lalvrz do que imagino alguna dos nonos ho-
mens de estado.
Senhores, procurai o cumulo das injuslicas,
que coiu cilc acharis tambem o cumulo das
sublcvacocs do3 enraedes c dos scnllincnlos,
que toril in a alma baixa c incapaz de fazer
i" in. (,'uc de atrocidades se nao coiiiinotlein
nestes recrutamcnlos ? A maldade arranca al-
guns homens do selo de sua fkmilia, deliando
inulhcrcs e lilhos partidos de desesperacao, c
sacrificados miseria, sem que o governo o
safba ; porque o dcsvallmento do pobre he ex-
tremo, de lort que cm vez da seguranca le-
gal das familias pobres, em alguinas parageat
so doinlnao lerror; c assim val livrando a fu-
nesta idea na populacao pobre de que o re
crutainenlo -he vingauca, c nao a necessidade
de ter soldados para por lempo ccrlo servir a
patria!
E no cntanto, padeceudo assim a seguranca
e a morilidadc publica, nao lia respons.-,bili-
dade para os auture de taca violencias.
Alni disto, mais justo, e mullo mais fcil
seria o recrulamenlo, se por ventura, quando
elle fosse preciso, o goveru calculassc o nu-
mero de recrutas que cada urna das provincias
devesse Jar. cquccstivcsse cm proporcao ap-
proximada i sua populacao, de sorlc que pre-
pondcr.iisc a justa idea de que o imposto era
(lor todos igualmente pago.
Eu, que do passado de minha provincia con-
servo a triste Icnibranca, o que vejo? Dcpois
de tantas lagrimas, que a Ierra bebeu, dcpois
de tantos restos de agonas, que liciram em
linas iufclizes para sempre, depoii de tamas
idas perdidat^de tantas adversidades c de ta -
grande monto de paisageus trisliasiinas, lcm
delta sabido lies mil rccrulis, c o rccrutainen-
10 ainds ali contina.
A idea de justica e equidade nao deve as-
sustar, c'riem ha razao para isto. Se os Esta-
llos dcvcineonscrvar-sc unidos, se os pequeos
Estados procuramas fcdcraccs, he porque to-
dos aspirain forca c grandeza. Logo, nc-
nliuina dat partes devem cs-iuivar-se de con-
correr com leu consingentc de torcas.
Desejaudo de coracap que os soldados bra-
zilelcpi em defesa da nosta nacionalidadc e
iiistitrticdcs juradas, em qualquer parle que se
acliein, cooquistein gloriosas victorias c eon-
so|iilem a repinaran de que j goio, nao sen-
-Io do ineii Iglcuio que ein emergencias for-
tes den--se de se continuar cotn o recrula-
menlo, c tendo unicamcnlc em alleiico o es-
lado aciusl de Pernainbuco, cu digo ao gover-
no que por agora, basta, basta.
O Sr. San: 1 Franco: ma Pede id pira ti.
O Sr. Pauta Baptisla :Entrando na adininis-
Iracao da juslica, lisongeio-mc cm dizer que
na meu entender, bons resultados lem trazido
para o paiz as leis propostal o anno passado
pelo Sr. ministro da juslica. E eslive de ver-
gcute de S. Exc. he verdade ; mas foi Uo l-
menle porque na independencia que deve te^
o poder judiciario S. Exc. ftcou aquein, c cu
quia ir iliiii.
J as Interinidades de fui/e vao cessando,
j muilos magistrados probos c intclligcntes
vao lendo permanencia cm aeus lugares, J
muitos se preparam a dciiar a vida osciianlc
da polilica para seren verdadeiros juizes, c
quanto a mim, isto he iiidlspensavel para con-
ter a lininoralidadc, porquanto ainda conservo
as convieces de que nao podem aqucllcs que
devem julgar as lulas se caivolverem aellas.
E porque, senhores, estes factos se vao dan-
do? Posso errar, mas emendo que a forca do
governo nao est nicamente nos mcios de
accao, mas tambem no dominio nos Intcresies
que iinpriincni inovimenlo ao machinlsino.
ludo esl em crcar-se grandes e legtimos In-
teresses que suplanlein 01 pequeos c illcgi-
tinaos. Para bom dcsempenbo de suas atlas
funeces, a nossa magisiratura de primeira
instancia eslava sem garantas i sujeita a acio-
losas reinocdcs. c sem 01 inlcrcsscs a que Uan
direito para o eserelelo de suas fuocedes Ju-
diciarias; pejo quo os interesses c ss garanlias
la ella buscar as lulas'da polilica, que de ne-
cessidade devia (ornar-sc mais tumultuarla e
re.itora, sem que os direllos contra as pre-
potencias dos partidos, e por conseguinte dos
uicimoi juizes, achassein abrigo. Mal que nao
desojarle que esle estado dcsapparecene ?
Quem nao desejar que isto vi deiappaacccn-
do cada vez mal?
Tambem enlendo que se deve crear interci-
ses para o povo, favorecendo-se a Industria.
senhores, j temos ums classe perigpia, que
be a classe ociosa, que t cuida da polilica c
so vive dos scus enredos, c que sao bins sol-
dadoi para cnlbuiiismoi e paixdcs, e para
toda a sortc de drsabrimeotos, cm urna pala-
vra para o sustentculo da polilica iiiciqulnlia
que nos lcm dilacerado sem dar lempo a que
pacificamente se trate das questdcs soclaei, c
como j urna vez sustento neste recinto, ba
grande perigo para a sociedade tcinprc que
as auibicoes concorrem para o mesmo ponto
c te encolarlo no mesmo terreno.
No Urazil, minha opinio be que nao pode
serappllcado rigorosamente o ajlenla exono-
ralmenle por aquellas estradas, para as quaes
ss rantagens e os lucros as convidao ; e mais
me inclino ao sysieuis da iotervenco do go-
verno com as medidas de proteccia. Nesta par.
te ainda tenho a inhabalavel conriccao de na-
clonalisar-se o cominercio.
as como" Entender alguein que quero j
expellir o commercio estrangeiro t Que quero
com formas e dlsposicdes absurdas afugentar
os capltaes, j Ido escalios no nosso paiz ? Nao;
forcoso he comprehender-se ai atplracdes das
paixes generosas.
Os vossos patricios precisam indlspensivel-
mente do. tirocinio para o commercio, que nao
podem ler se nao na vida de Icalielros Mar-
chemos pois neste ponto consumo e devagar. A
lei qua Isemtbn os oaseiros brazileiros do servi-
co dagnarda nacfonal.de outraaprovincial nao
sel diier, mas na minha jtem sonido algum
bom cuello. Seraafiambeui isenios do recrula-
menlo, que dahi resultarlo vivos estmulos
para procura desle genero de vida. Sejao pro-
tegidas as casas Urazllciras, proinova-se o es-
pirito da associaco entre os itratileiros, e
iiuauto ao estrangeiro tuda a seguranca de vi-
da, honra, c propriedade, todas as retardes a-
migaveia, lodosos sagrados deveres de hospi-
lalldade, nao s Ihcs sao devidos, como he de
nosso timbre de honra cumprilos.
Em seui planos de ataque contra as homens
do poder, disse hontciii o honrado deputado
lelo Para (o Sr. Souza Franco Jqaac os estrao-
geiroi tinhain retirado a sua conlianca do go-
verno actual, porque viain a populacao oppri-
1111-11 c esmagada, aqual tiesta situacao de
Infortunio e desespero nutria idea contra o seu
commercio. disse que, se o governo fotse
mais paternal, 01 estrangeiros teriam toda a
conlianca, para que abracassem -t rarileiros,
o commercio progredisse de parte a parle,
Irazcndo-mc o cxtfniplo dos Estados-Unidos,
onde ninguem iuveja a riiiiiesa do estrangei-
ro aeu vlsioho.
Ora bem, eis-abi mais um tciteinunlio de
que as queitdes sociacs os homens nao cs-
tam I-gados por partidos. O honrado deputa-
do, mcinbro preeminente da minora, discre-
pa absolutamente do ineupcmar.
E que bella atmospliera de pbantasraagoria
Prodigaliso-sc doeltos, coojeitao-sc ai pai-
xiies, ca siueeridade pbilanuiropieas, da qual
o povo tem de esperar ludo dos seos rcprcien-
lantcs, afugentain-se. Com palavras bem pi-
cantes se tem dito c al mesmo neste recinto
se diste ) que os saquarcmas eram os protec-
tores do trafico de africanos, que esposavao
esta idea entreunto cu, c mnita, pessoas
e,nina ven desle partido, somos c sempre fo-
mos contrarios ao trafico c entretanto o go-
verno deste partido, com o apoto das caniaraa
c da opinio, lcm reprimido o trafico. {Apoim~
do*:) Agora cu desejo medidas prudente a
favor da iiacionalisaco do commercio, porque
enlendo que a lei da livrc coucurrencia he
sempre prejudicial ao fraeo c abatido ; por-
que emeudo que os nossos bracos devem acbar
sabida, porque, assim como um dos mcios de
enfraqueccr a poltica mesquinba, reactora c
anarchca, para pdennos tralar de cousas
mais serias c proveilosas, he segregar della
0 infinito numero de escribas, meirinbose jui-
zes polticos, que por forca querem viver das
que ellas polticas, comprometiendo micros
uiistercs de um alcance iiiiiuenso.sciii caja sa-
tislco a sociedade se arruina c cainiuha para
a sua degradaco moral, do mesmo modo en-
lendo que oulro meio he diminuir o numero
los dem ni listas pulilicos, dcscnvolvcndo pa-
ra elles os mcios de lioncst-s subsi-tcncia ; c
entretanto o honrado uiembro do partido pa-
triota e libcr.-tr nao esl coiuiga neste pensi-
menio E ainda mais, acha nesla opinio dcs-
conlianca para os i-sir.m o-iros.
Se.nbores, o desenvulviiiiento da activdailc
paciiieac benfica nunca fez mal as socieda-
des. Se desgracadamente alguns odios inter-
nacionaes existem, elles lem sido plantados
pelo partido do Ilustre meiubro. (Apoiados )
Qual he a opinio, por uiellior c mal bem
ajutlada c rellectida que seja, que pona estar
isenla das .exageraedes mentirosas, dos maoa'
impulsos c pessima direceo que as paixdcs
1 ni in Ihc podem dar ?
Em lodo o caso, porm he bem notavcl a il-
luso do nobre meiubro da minora quando
desenlia o governo onpriniindo a populacao, c
dahi resultando rccelbdo estrangeiro.
'.' mi lo e-la iq-pri-M* o .i-i existia, c outros
erain os bomciis que tlnham cm suas moi a
gesteo dos negocios pblicos, entao he que
os odios interuacionaes eram mais vivos, in-
quietos c exigentes, eoto tu- que os temores
do estrangeiro eram mais graves, a paz pub i-
ca mais ameacada, maior o estreincciincntu so-
cial c nunca realisou-se este feitiociro sonho
dos oacionaes enriqueceresn a ponto de nao
se inrejar a riqueza do visaoho estrangeiro.
E sendo Isto assim o que he que cnlo havia ?
Eu vol -o digo. Esla populacao, que boje se
diz que vive opprimida, exista agitada c tur-
bulenta, sempre pobre, sempre Iludida, ser-
iando de insimlenlo .1 .imhi ..-.,, e por con-
seguinte, cada vez mais afanada do besa que
quera, ambiclonava c procurava.
Ah. o meio nico e principal de le atacar o
poder para empolgal-o he esle. asta que se
diga ao poro que elle nao tem ludo Jianto po-
de imaginar c appetcccr porque teas reran-
gos o opprliiieiii, basta o nonn- de liberdade
(j se sabe cm abstracc" a sem condiedea de
rcalidade.i para que se tenham liis e crcnlcs
gue a.11... 1-1 ni aos aancluarios pollUaas, os
quaei cm ncnbum caso devem licar ermos e
dsenos.
Nao ha cm minha opinio enounidade que
deva assustar o estrangeiro ; enormidades hor-
riveii existem no coneitainciito das paixaes
populares c cxallacao frentica do espirito pu-
blico (Apoiado). Que lira ao povo os ha luios
pacifico) do trabalbo, lecha.tem as c ollicims,
coirc enm os capllaes para fora do paiz, estan-
ca as fontes da riqueza, augmenta a escasseis,
ggrava a miseria, e a final engrossa as phalan-
ges para as revoliicdcs que ataco a sociedade
eexpoem-a abordado abysmoi insondavcs.
[Apoiados) E neste horroroso estado, em que lu-
do periga, a razo publica nao ba de cr re-
cursos nao ha de encarar de frente os laulo-
res da publica dcstruico ?
Senhores, cu amo a liberdade e nella vejo
urna existencia conectiva com a ordem (npoia-
dai): 01 brasileiros querem a liberdade (upoi-i-
*>); lemhi riii-se porm aquellos que tanto
11IL1111 cm compressu que o meio mais certo,
lirinc e seguro de defender a ara-ore da liber-
dade, de iatcl-a fructificar c aprofundar auas
ralies, he nao cxpdl-a a ser derrubada pela
teinpcsladc revolucionarias. Se creardes 01
perlgos, nio vos queixeis de que todos os fujam
abuscar o abrigo da paz, c que oulro espiri-
tes mais firmes c resolutos venham comer o
assomo do movlmento popular. A paz, a paz
he que se deve desojar para o povo. ( Apoia-
dos. )
Nos Estados-Unidos, he verdade, nao se inve-
ja a ri,pirra do vlzloho estrangeiro. Mas
milita dlsto OS Kst nas-1 nuln, ,| Praait.
Nos Estados-Unidos ha urna populacao de emi-
grados de diil'crenles nacdei, que para ali con-
corrcrain levando riquezas, c que foram esta-
hi leeeo lo diversos cultos religiosos, e nego-
ciando com scus fundos, natuialisando-se e
seguindo as leis da conctirrenca com forca-
que se cquihbravain. No Hrazll, entretanto,
eslilla um inonopoio J leuhor do commercio
o qual continuou, c nao po Je ser destruido po-
las leis da llvre concurrencia, pois que os li
Ihos do paiz, que nao o tem cxercltado, sao
fracos conipetiilores, qne nem ao menos eitam
iniciado em suss opperacdcs regulares; e asa
lulas o IVaco he vencido. *
Oulraa mullas qucites industrlaes esisteni,
rrnc grande fortuna seria se para ellai conver-
Isiem ai nossas forcaa estragadas na polUica,
nuera ainda fallar de algumaa mas realmen-
te, alm de estar terminada a hora, sinio-me
incommodado ; e assim concluo o meu dis-
curso com a inesms declarafio que a principio
ni, isto he, que dou o meu apoio ao gabinete,'
qne Ihe presto a minha adheso, a qual, sebe
pouco esclarecida, he contudo assai eonsien-
ciosa. .' un htm, su-to hrm. Mfttnt Sft.de-
piiladot romprtmtnlom o orador.y _\
PCRNAMBUGO
CAMAHA MUNICIPAL DO RKCfFB.
; LU, i~ .... IN
sassiO KSTsAOBvivaaii, e 90 na nsito
de 1851.
rrntdeneia do Sr. (ilirtira.
Presentes os Srt. i.Jliamed, Carneiro lon-
teiro, l)r. Moracs e Dr. Souza, faltando cern
causa participada o Sr. Vinna, abrlo-sc a s*s-
o.e rol lida c approvadaa acta da aulccrdcptc,'
Kol lido o srguintc
ESPEDIENTE.
Um o Hielo do Kx ni. Sr. presiden te da pro-
vincia, approvando as arremalacdes do Impos-
to de 500 rs. por cabeca de gado viecum e do
dirimo de capini. c declarando que,, para toda
c qualquer arremalac^o dever a cansara exi-
gir d'oraem liante dona fiadores Idneas, de -
rendo os actuara .n rem nuiles sallsfaze'r eita
exigencia Inteirada.
Onjr.1, d' Rical de 3. Jos, remetiendo o
inappa do gado morto paj/, consumo no ma -
ti looru Uas laoei l'onias,' de f\ a ?} do cor-
ir or ( un mes ,-lntel rada.
Oulro do inclino, caponan aflin de qne a'c-
mara Ibedis-rsi'c o que della' fazer, que a
posturas ein vlgoV no srri. 3, lit. 4, deslgnam as
horas do dfVem qc deve ser feita a matan-,
do gado destinado aa consumo, mas qo* Mta
disposlco fora alterada pelo contracto do for-
necimemo de carne rerde.Que se subinettei-
sc o negocio dccis.io de S. Etc." $r. presi-
dente da provincia, ponderando-si ipe a c-
mara com islo nao quer cstorvar a ciieoatlo'do
contracto, que. pelo contrario deseja manter,
mas sd procura evitar conflictos que ic poasain
dar entre dito fiscal c o do contrato. g|
Outro do administrador interina do eenilte-
rlo. reinattendo a folha dos veoeiinenioi do
respectivos empregajos do mez vencido h*ajc.--
Mandou-se pagar.
Outro do fiscal suppleule, cm excrcicio de S.
Amonio, participando que, lendo exigido de
Jote da Rocha Paranlios os originaes doi ttu-
los com que nstruto a sua p.ticii'iic reemso
enderecadu a presidencia c por esta irausnut
lida a cmara a Informar, elle Ihc declarara
3ue a apresentaria mesmo cmara,'e pollo
ito oiiicio cm diten.vio, nSr. Preaidanle dis-
se, qu ha ve 11 do o referido I-aran los compa-
recido hoje antes de aliena a seano, com os
mencionados lituioa, declara que estar promp-
to a confia-los cmara emqaartto os exaial-
nasse boje mesmo em Meato, ao que deixou a
cainra de annuir, por se niio salisfaier aisim a
ana ilrlibaraco tomada n asesso inuu-li-n-
te sob reqneriinento da commisao nomeaila
para este objecto, deliberando logo a requer-
memo do vercador,Carneiro lalonteiro, que 11
procurador eiiglisc judicialmente taes t-
tulos.
Kol lida c 111 in loii-ac informar fatroravcl-
iiieme presidencia a peucHoque mesma di-
giri oliseai da Varzcr, pe-Iludo aulorlsaa.se o
governo a esle cmara a pagar-lbc o ordenado
de fiscal dos Aflojados, que ali Cjlcrc servindo
iiitirnaincnie.
A reqneriinento do Sr. Carneiro Monleiro
dellberoua cmara que se eitranli.asic ao pr-
teiro Imcrino o i.-r t- laiaSo a ordem que ac
:lu-den para nioconsi-uiir que as parte In-
vdalo a salla das sesaoca, c c queiram lalrn-
mrtter as dlscuitdrs, eslorvando assim a or-
dem dos traMinift.
Manilnu-se rraieiier i conimissao de edifica-
eaoo rcqucrlmeata de Jos Joaquimdc s.llvel
ra, c aplanu fiue o acompanliaii do terreno
cumpreliciidrdo entre a eneruzllhada da Trem-
pe sts pona do Manguind, prdindu que a
cmara a sabmettesse a approvaeo da presl-
daioia, para por ella regularse' a e*licr>i
naque-lies lugares; c .10 conselbo de saluhi 1
dade a pellco de Alauoel Ptixoto da Silra J-
nior i t pcdlndo licrii.-.i para expor a renda
cm sua botica os medic.-niientos constantes da
eonta e impressos qac junlou, aflrn de ipjc o
mesmo conselbo procedesse ao exame do arti-
go lt titulo vi.l.aa posturas.
Drsp 1cb.11 ain-ae as peliedes de llugusln H*r-
tro, Candido de Souza Miranda Coulo, Domin-
gos Penetra Jorge, Jos da lloclla PVranhos,
Juo Hermenegildo Vivirr de .Salles. Jos l.llil
tjuiaco, Joaquim PranCItco de Albuqucrquc
Santiago, Maooel Ksteram do Nascimcnto.
Quinteiro 81 ir nio, c letantou-ie a aesso.
En, Manuel i-i-rrelr 1 Accloll, secretario Inte-
rino a escrevi. Olirsirn, presidente. Piouti-
rmdo.-.Fcrrtira. l)r. Montes.Dr, Somata-
arda./yurros. -
ar.cir, (OBI JOtiio de tail.
Do Liverpool Cronicle de 8 de junho, o qual
temos presente, coma osegtiinte:
A companhia dos paquetes de vapor que na-
vegara entre a Orn llrrtanha c este Impeli,
I o srrvul 1 defaier iillimaincnte algumas al-
teraedea nos-regulanieiitos dos mentios.
Os rapore nao aabirn mais do Rio de Ja-
neiro no da 11 de cada me/., porin no da 1.1,
ecbcgaro a Soaiampton nao a 1-2, como che-
gavam, porm a Hi; demorndose a > si ni no
Uio lete diat em vez de -i.
A parada aa Madura, cm Tenerife e S,n Vi-
cente foi encunada, ao passo que aqui na pro-
vincia e na Habla ella Ini rapacada. Os vapo-
rea demorar-ic-b.io antes portos pelo teos
12 horas de dia claro, salvo ae poderem anco-
rar antes das olio horas ata mantona, porqae
neste caso podero largar na nolte das mermo
dia is.ini se um vapor chegar no nosso panto
pelai 10. 11 ou li hora alo dia, nao podarr Sa-
bir daqul seae pelas tu, ti ou P horas do di*
seguinte I
Comquanto nao baja nrnlium alleraea na
chegada dos vapores ao Rio, todava o vapor
de Hlenos A y res nio ser mais despachado no
dia 10, porm no dia li, elle dovera chegar
"iueiie porto no da .'O. dever dcixa-lo 00 dia
I do me/, legitime, r dever estar de vlu a
Rio no dia 11 do mesmo me/..
Quanlo a noticias polticas, smente da
Despalilla ai crescciilari-inoa alguma cousa ao
que ltimamente hublicamoi.
Na secreta, ia doi negocios estrangeiros *-
quclle reino tere lugar, no dia 11 de mpio,
o acto iiiieinne da troca da racficafde da'
concordata entre o governo hespanbos" e
nuncio daapapa. O priaaeito artigo desu con-
cordata he concebido nos seguales termos :
A relgalo catholica apostlica romana, a
qual, cun exeluso de qualquer oulro credo,
contina a icr a nica rt-ligiao do parra he-
panhol; ser sempre mantlda nos dominios
de tua magestade catholica com lodos os di-
rellos e privilegios que Ihc asiegoram as leis
de Dos e as cstipulscdes dos sagrados ca-
ones.
A nonieaco do marques de Viluma, chele
do partido absolutista e proteccionista, para
ILEGIVEL

. i


presidente dp senado linda contribuid inuilo
para enfraqueoer a conlanaa publica no rab,
nijirio, o ajjMl fea guerreada nao t potet

laMaiann da qu
laMabillte
na* lamben pelo partido do
rllr.-irla d
depoli que ai
divul.i publica
proa; rea ilsi
general Nai
Corra
> acluiMkblHlc^K
mhll'Wlu peJoJir.llurlli, Moa, Alcxanurc
WriSSaww^^hWTl WUJ!,il."
Vairoi dlilurbioi tcm (Ido lugar em Madrid,
tcrnto doaadtlle de ul orle grave, que die-
go* a kavrr .ligue derramado.
Eis-zrqul con s guael que temo presenil,
refere am dc.le. diilurliioa:
lian aenllmenio por eiucmo penoso (al ei-
aHI plrllo publico por un auqae tan-
inlnan fill pela noticia armada eabra os'cs-
ladaaiw da *nive*Jdade. ataque noqualaele
rapase de l8u l9aoao da idade fora.n.rvc-
ramenle frrldos. uiauudo-ie enlre ellc a .
Iba do Sr, Machada., deputado por Cadli mo-
ca le (vaade esperantes e o joven llltoa, lilho
.i)llaW.'aiiilin|| rica. Em canicqacacia de uui
letelo queeSrra a rnalricula a umaao.ama
superior ao anclo, pecuniario, doseiudaoles,
m quaca pela maior parle to maca* de iniil
traces rccurio, grande dovoolentamento se
inanile.tou eolre elle, eapeclalineole enlre a
que perteneca ii eacola laedicaa e vcterlna
rlat. Tcndoum nrofeaaorde phlloaophia acn
acUiado em una falla que fuera ao. irui dla.1-
palos, qae nao eguiwe.u o exeinplo do oula<
'oaaerru, c.linjaale de medicina, logo que
furaui laforiiiadoa doepillielo que lo impol-
ticamente, Ibes lora applicado, reunirau-ae eaa
numero de400ou 600, e dirigindo-ae aula dj
pbiloMpJtia, lalerromperain o reapeotiro pro-
loor com ai.ovla* e grande voaeria. Enlre-
i un i ahila li l Ti lawaia' qnitnifoi
iiilurinad>i eor pcadet a luve.raiade c un um
rorle cor pa a* garata1.w c,vt**,pf ac val lo,
e com mullos ageule pulleiaea, chagou quan-
do j, > fatadanies ac iarm reiirodu.', ntaa co-
mo quize.se preuder alguna dos que uiiis se
liuham distinguido uafla desorden., eos outro
a isso ae opposcssem, mandou carregar com
grande barbuidadc sobre ajnocldade escilada,
it rindo a varios e prcnilejjdo a muitoa. Gi ni
des precauce militare $ram iiumcdi.u iukii
ir lomadas, porquauta a bobresa e a miseria
das ctasiei operarla* descu.ilentainenlo ge-
rat faz o governo olhar pira qualquer >ihi;hi-
in.i de tumulto coin inquietara. L'm graude
corpa dos cfludaOles dirig.a.u-sc aa eacriplo-
rlo rjo Pie/ Public par* pejiirc,W, que aua
causa fMC plci.ea.da acata folna..
de Madrid datad da 2l de
rbiol tluhim Udo lu-
.. r-ddc. Os es tu la o
le descalcara..! o paleo para proverem-se d
projeclli contra'a polica. Um uflicial que fui
i ovudo cota tropa de linlia para rcdi./i-lu
orden, a^afM-ltoquc.qtKtabain
do presa* ao da, aattcedenlc aerfem traudoi
cota lado o rcspeiU) mlllvcl, c sabre asta se-
curauca ellas aquietara.... com, liado espe-
rava-ae que nov, desorden rcbcnunaui oo
rila acguinie, porqu auto grupa de, esludanies
craiu vUtoa rcunindo-sc eiu uui calailo de mu
lo eie'ffaiiii'iilii. uas rii.ii principad.
Kis aqni agora como ulna cario, de Madrid
refere o aulro dtalurbio : f-
Madrid, 23 de malo de 1851.
Vana'fonics parciie de tumulto tcm un-
corrido,pira crear serios reccios de queosdes-
i nuientCJ polticos se aproveitem da arjits,, io
uauculca para darcm um golpe. Dentro de
poucos dias Isairersidade, os laaaalacturei-
roa-TecigaKr e os agaUdciros-tlrcram todos
sua suWcv"cs naa quaei li iuvo uwn serlo
combate, n mulhere do cstabclecisaranlo do
tabaco ainotinaram-sc p >< causa da redueco
fcilaoosseus salarios ellas assaltaraui m m>
peplorcs e destruir! urna grande quantdade
de cigarros c deutaveis. Iloje chanda que a
proincaaas qrre liontein Ihe foram. feitas, n.io
tcmaido cuuipridas, rouiperain da novociii re
bellico. A guarda clflca foi enviada para rc-
duU-las oaadieacia, poicm ellas defeoderain-,
se cun pedras, ao pasa* que scus amantes,
atacando aa guardas pela rctagnardal'erirain a
nmllas. Agora uicsmo.sci que os.pobres de
Siu-Barnaido iii.ii> em revolta declarada. Ui
uguadeiroa austracos eslo bngndo uos cba-
ini/i'5, que nao correin presosisesBente com
tanta abundancia cuino daates.. Todas estas
1 ili-rcnie puiiu, i.i.ucs panceiu tender para
mu roiiipiiiciiiu gcral.
"i '
o podoirV senda priao, e por conseguiaie se liarmonisa com o complelaiacnl a disiincciio que ha entre
artigo 8 2 da coosiituicao.
sjfrlItiiuiW'a |>HHWl,ffai cioamenle, irsaa deutria manelra Incompleta, O que aasln Jescorrem
a dlstineeas ciitaqi as l'unefoes publicas eos ili- trsm-se, ean|prlaaaln
reltps politlcnij aiiim eomp os que se dedu/ein Importante n-gra d
adlatineea rittW as lunccoes publicas eos di- trsrst-sc, ean|prlaatlrn aagar, uqueeidu de nina
Itlcoa, iim eonsp os que se dedinem Importante regra deiiermeneutica Jurdica,
do artiga W J S do regolamento 4 Si de ja- contaf rada ao arlan de marco de 1770, u
2-
nelro do 1842,
lllustre depntai .
aos reos sallo, quetj a pronuaola sujella a ternretaclo ;
' cuja ilHpotlcao no eaiender do qual
larjo, rrfere-sc particularmente ou
.1 prinlimeiaantc cnilna que a eplgrsphe
rubrica das lata condur. mullo para t aqaln.
< ein srguada, desconhecem
Publicaijio pedido.
Kenny,
i mata g<
Hareelom.
ni lima.
Iones
n-l my.
|ulpgcm L cariji fiMidis
Tos ; Mtliut 4HI
Illa- ir. desembargadas* clied de poMela.
DI Ignacio Jos da Sllra, aialnleciila fom lu-
ja de duendas, Juntp ao atoo deJanla Aatonm,
ni que abm de sen dlreito pr*ciiam_aie p|r. oir-
as cial que eslava de astadojM qulRcl *-pollcia enerm f. tanoe
funccOe publica, ou emprrgo da adinlnlitra- no da 3 do garren! maa UM cartlflnna ae o Silva. Traium pa
"o, e sol relio neWleos pre-prlamcnte ditos. I preio IgnacioWr di SIIH'lWlfli^rJr/'if jlr- TTfnle ofTWiis, b
Com cffeJto he despreiar ou perder Intelra- te do mesmo dia c publicado no Diario itl'ir.
bre o liindainentus de outrein, nos ramos ex- ... u.^.v -._,.... ,-------. .......a- ,t uu mcsuiu |>uunvouu m, m,it, ac i-r.
por as rasfteeen qrMtiot baWamoapara adop- mente de vlta a eplgrapbe do cap. 5 docod, do I namiiuco n. 15J da ejuVta-'felra 0 do torrente,
lar a oplniao consagrada oo parecer, e por el- proc. criin. a qual ella aubordinado o art. iCt I se se emende com o snppllcanle. P. ao lllni
l5 se vera o que, nos fliadamenlo dote a no srus.^, o querer tender, a diinoaicia do \
da ara defensor, longe de farorece-la, preju- i do mesmo artigo i pronuncia em lodo o
4|aa-a. crlnie, quando ella,i he relativa ("pronuncia
iHe sem durida partir desasa falsa suppoiicio dos empregados pblicos por crnus derupon-
aoommetter una erro beasaspSaaao plausiref, o rii'.i/ir/.ii/r; de maneir.a ipie neni ,a estes tuesmos
pretender que a pronuncia (qualquer qua ella pode resultar a upeniao dasl'uncce, quando
ja) suspende a eiercloia do* dlreims polticos a pronuncia fvr por criinc particular, como sa-
do cidadao, tomada esta expreaaio em seu ver- biameute fol explicado pelo governo em um
dadelro valor, em aeu sentido legal. O prl- aviso de 30de icienibro;de H'M, exceptuado lo-
meiro argumento, que Irrecusavelmente prava davla o caao ( de imposs^bldade pbvalca l em
causa IOMC piCTlt4UO utiui
* iT'l(4 carm de Madrid
ni no i|i iiut iiovos distiubn
u ir naiiucllt dia na Uuiver
Communicado.
e para reforcarmos a nsssa argumenlae.io, per-
Quando em dias do mes de mire passado se
1 agitou oaasicmbia provincial a qiiesiao da
uspentn do direito publn-os por virtitde da
simple acolcnca de pronuncia, descjaino
eniillir cntau o nirtao jui/.o sibrc ella;' oreceio
pon'-ni, de que n;io fosse elle altribuido por al-
gueu ainfluencias Indlviduaes.que quizeramos
seiupre ver abatidas na dlscusse de interes-
ac publico ou scieniruoo, nofteonteve, faiendo-
no dltxotrir para mala larda a Uafaco d'a-
c|i:lle desejo. A qiiesia{coin (Sania mili si-
do suscitado pela indica.,,o de, um Sr. deputa-
do, em que se pedia fosse adsoiiud a tomar
anelo na assemblca um sVoaaeus inanibrot,
nao obstante a pronuneiai (la que (cachava
elle comprebendido; o lado da iiieie*ic par-
ticular era, poli, bem saliente. '
Maa boje que s cousas tein mudado de ligu
ra, e que o lado exclusivo da questae he o in
Icrcssc da silencia, uos nao tememos, por a-
inor dalla, entrar ua su i discussao
O parecer da coiumissjo de coosiituicao c po-
deres inicrposio sobre a referida tadicaciro es-
i.ilicli ecu, pelaapprovaco da assembla, um
areito que por sua graviJade reclama os exfor-
..os ,da ni ns seria c esclarecida discussao da
parte d'aquellcs.para qurm a bita intelligencia,
haruionia e fiel observancia das leis siio lirme
garantas dos dirciloi do cidadao.
Par maior que sejam ean verdade o-podere
prestigio de uraa auloridade, por mus invete-
rados que sejam o espirito de rouiiua e de obe-
diencia s suas deciioc, ccilo o ti larde barquea-
rais oe seus arcslas, seoounho da verdade se
nao patente nclles com evidencia, se par qu si -
quer raso o icepticisino pude altiugi-las
A discussao havida sobre o parecer a que noa
referimos ti cu ii mullo quein da importaoci
(l.a qucsioo, que elle ia. resolved sein duvida
porque a assembla estar compenetrada da
verdade da sua conclmo. M* basia, isoreai.
que iajamos convencido, he mliler tambem
inulta* veies que conrencainos. *"
O diflerentes artigos di leis, que se referein
a materia, a diversa natureza ileSti, c Anal-
mente ascontraditorlas decisoes do governo
respcilo, ludo concorre para dar a queslao o
tuais subido grao de consideracao c iuteresse,
A pronuncia suspende com elleilo o eserci-
ciu do dircilos polticos do cadado? 1 a
questio, c para mclhor aprcciar-mo-la con-
vm que, de passagem recordemoa a que na
.assembla provincial se disse sobre ella, nm
de que se posia discernir o que ha de verdadei
ro e iippuriiioo entre o fuudauseoloa e rases
de decidir, que seho preeotaaaa#ua dis-
cusaio.
A coromisso de cousliiuicuki e poderes, em
abono da verdade, nada estbcloceu de posi-
tivo em a seu mencionado parecer acercado
verdadeire ponto da queeiao. Acaberteodo-
se con o principia, abas ineantestavel, de que
as questucj conMitueionaei nao podlain ser re*
olvida Varada regras da coosiituicao politl
c, aUa citoa unplesuaeDla os artigo l^i.'e
S da oouUiuicio, ( por, ellea concluio que o
dfpaudo pronunciado poda ser (dimitido a
tomar usento na casa; lazeudo apenas sentir
Irid^asiataiacnle a imporiunidadc da appliea-
Sqac alguas querem faaer dasdlaposleive
cdigo do processo crimlaal a qnesia'o prc-
scate, c cuja autinoinia coui a oonslituicoa
liusstre coaauaiaaao parece adiuittir.
IpH 5r. dqputado querendo ser mala explci-
to na sustentar,jo do parecer, cuja causa espa-
squ, disse que lspuudo termina lilemente a
eo,sllalCiio da imperio no artigo 8 2.'1, que
sopor senlenea conaemoatoria a priado ou de-
gredo se considerar suspenso o exerciciodos
clueUos poltico i e que tendo sido o depuia-
dp de cuja aduusia e tratara, pronunciado
np nigo I do codiaja- criminal, cujas pe-
na,sao, no grao mamiao perda doeiuprego, q
no medio supeno por tres annos, e no iiiuii- d
ino jiur um ; era evsdenta queoiio comminan-J pendentes una daoulra
do a sus pronuncia as panas de pris.io ou de- Mas se a pronuncia nao'suspende o excrcicio
uredo, auto jiodia em rigor reaultar-lba a sus. idos dlreltos polticos, dirio os nossot adversa-
pcncjo das direito polticos. o Sr. deputdo*rios, como pode o cdigo do processo.no art.
cst nosja aMcrcio, nao pude por certo ser ou-
tro, senao o deduxldo do artigo 8 da constiTi-
cio, direito fundamental e regulador da mate-
ria, e que a attribuc essa auspeosia: I.", a
fncapasidade pliyslca au moral; 2.', a tenten-
caconilcmnatorla prisio ou.degredo.
que di
cave!.
o njiigar a prisQ por crime inaftan-
Por ouiro lado he confundir com al funeefles
ou empregoa pblicos os direito poli lieos, que a
censlltuico reconhcee estabeleceQdo ai condl-
ede de leu exercicio, o pretender que aquello
Malpara que (ataargumento em nada pona que incorre na suspensao de taei funccSea lam-
pnrder a su i torca, ha minar que demos as pa- bem tica por ella privado de exercer esiei di-
larras do legislador eonalitulnte a verdadelra relio.
algnificico, que elle em sua aabedoria Ibes al- Qulndo 0 irsialador no cap. 4 do citado co-
tribuio.eque da. meamos se paute com evi- d," do procer,oes,,l,1i0,regr que deviam
de,,,:,.,, he mister que no. nao lembremos de sc*oblcr'd M fr,af5o da culpa no. crl-
chamara pronuncia-urna incapacldade mo- mes commaa, ou iadiviJuaea. c no art. 144
ral-oomr, impedimento resultante de iapo- fl||on e,pt.c,llmeDle da pronUDC, do mo-
lido da le; porque com multo maior ra.ao o ,bive-s de (Mribui-lhe outro effelloi,
er.a a senlenea condeino.torla, e o com MU nio [oH ,Mr pr(,unciado sajelto ,
leiibran..i er'amo degradado o poder cons- Jrl,flo( ,cndot,la lugar Je.empre a livramen-
ituiute,iiulliacndoadispo.laao>.s2docl- e nclII e||e podia ccrlamenie em face do
Udo artigo, que a vista do I aerla complexa- ,rlig0 constitucional comminar-lhe suspeoso
mente decnecessaria.c urna verdadeira .uper- dc _, dilcil0j _,,, scln olcn8a dj^ ,ci
icta.ao legislativa; epor oatro lado he mister f,lndam(.n,ali c incnrflluciunlldadc de ua
que. por senlenea eond.a.nalor.0 a pnido 'M.- dlspositi0. Mas quando no cap. Selle eslabc-
erraV se eoteoiU, como nao he pos.lvel delxar |cceu aVforma de proce.so que se devla guar-
de entender, urna senlenea definitiva que lm.darn0t(.rjmc,de,|lnll,||(dade doJ elnpre.
poui.a ao cidadao aquellas penas, nao bastan- doJ _ut)Mcol eal^a allribU|0 a pronuncia
domcsino a que linpuser quaesquer outrai; fcr|da eln lac, criines. nao so aquelle. dous
.endo para corrooorar eaU mtelllgenc. que,0Mun mM ,ambem o da susPeasio dc todas
vem multo a pello o artigo 5J do cdigo crl- a func oe, pubMcaJ exercidas pelo pronuncia
nilrtal. o qual nada mal te da que declarar d dliposltiio esta, que no noiso enlcndei
a disposicno do ai ligo constitucional, e complc | de'|eTe fc .J0MJKl|dto. Porquanto
ai- com ellaosvstema dc pena idade, cuja In-1 dc ,er jusl0 nei0 c0Tcnlente que o
lelligenea c licl applicacao qitU preparar, de-1 lJo pnullci,j0 por crillie perpe-
rertudo euidadoamentc a nalureta d"Pea*. Irada no eierciclo do aeu emprego, conllnuas-
que decretau, c todo, os ellelto., que della. e seguiam, .' lo meno. de prevaleoer-.e de influencia pro-
Ein verdadeTnao abemos como so podera vcncn,e do mesmo para alcancar a (bsolvljao
chamar a prenuncia cm lingo jurdica enlen- c Impunldade, he urna verdade ncoute.tavel
fj eondsmnaiiru, e accoinmodar assim na p.i- quc a, fur,ctaes ou eropregos publico nao o
lavras daconsuiuicao qulllo que ella teruii- J|re|,8, polticos no sentido restricto e consli-
nantcinenle quit excluir. Par que liaj i con- .(uctonal da palavra, embora em accepeo mus
demnacao, he mister que baja pena, c poder- ia e||e, ,ejam considerados taei pelo pu-
se-ha em rece do artigo J7 do cdigo criminal, blMiMaa i porque e o foscm, nao esurlam em
chamar pena a prisao resultante de urna pro-' tudos osseulldos.e em todas as sua condlcdes
nuncio.' I. demais, se fo.se ucce.sarla aquella .ujeito s alleracdes c mudncas quotldianas
(ccuininodacao imporlun, onde irlrmos bus- operadas pelas |leglllur. ordiniria, pela
car tambem urna pronuncia eonimnaloria ssembla provnoles, e pelo mesmo gover-
degredo, poli que a Uso sereme, obrigados n0. Uireilos poltico, n Igniflcaeao verdade e
pela disjunctiva ou de que se aervio o legl.la- ra c |cga| da palavra, aio os que se reiumeml-
dor, querendo dar a semen., .a condemnatoriaa conten nosdou direito. deroloe deelei-
degredo a mesnia linporUncla que condetn- cao _, ou qae delles se derlrao iminedia-
"'u/maprleao? ,,.,,. .,, lamente; porque lio eitel os nicos, de que
Nao deveinos, portanto, admilllr jamis a dli- ,e oceupa a eonatituicao, garantidos e rc-
unceao entre peanuoca coiuminalivade prl- guiado por ell em leu exercicio, eareipclto
aue pronuncia aomminatlva de perda ou de do quae nada atjde ser alterado seno pelos
sii.pcns.i de empreg, etc., ele. paraattrl- poderes de urna Iceialalura extraordinaria c
buirmes a aquella: o cacito da suspeniao dos constilulnte ( art. 178 da coastltuicio /. Serla
Sr. Dr. deaembargadorobefe de polica se dlg.
ne asiim o mandar.. E II. Mci
fonac Joi i Silva.
Passe. Recife, 10 de julh de. iSii. 7Wf.
Certilco que oSr. Ignacio oi da Silva nio,
heapeaoa que estere presa no dia 3 do cor-
hivWiru -
rente, porr1*VMVitrA De intimme
Quarlel do corpo de polica, 10 de iulho de.
i Sil. Culi fraile atario/Ko, prlmelro eom-
mandaate. ilan >
Htm. SKSTtfBW flMirdlie"iln'rogar' a
V. S. o es.iBeialohaequii) de me dizer ao p
dosla, quautun onferoos dtaoadaa'aia fehro
amrelia, ha V. 8.cundo do me de (eve-
reiro desla anno da 1851, atijinja ; qu(ret3
em trra, o quintos no mar, islo be, inda
qae em ierra heia curado o ltimos, i*que
navio pertenciDo, 11 que nieto por cojo
obiequio V. S. muito mallo me obae- (;il>rltar oscuiu nigleza Honesta, cduitao
X
de 313 toiiejlicj*, oapilS (i, /Ioxm, equi
pagem li, carga farinhi de trigo; N.
0. Bieber&C.
Navioi saliidoi.ni mesmo Ha.
Ilhas Canarias e Madeiras -roVlgue braii-
leiro JMIa k Cantina, cipilSo Minoel
iliis SenlosOriMhu, earga assucir acar.
Passsgolro, Minoel lonoalre de Oliveira.
Araealy -- hjate brasilelro flor de Curuript,
capliao JtlexVridre Jos Aire, ca-ga la-
zendia e mais Beneros. l'j'Mtiuirus, Ma-
nuel Maia d Silva. AntflPlO Euiz Airea
Peq^eho.^.rooTTeiXBiTa PeqTIert'o, Del-
pliino Jos do Anural, Joaguim Joa de
Anujo, Jos Augusto de Anural, Cirios
JjidaSilM, Zenobio Alves Torrea, Se-
cundo Ueierra Chives, Jlo Cyrieco da
Coila, Joo Justino Leile, Frdicisct/
Curris de Alencsr, Pedro do Monto Fur-
tsdo e Jjaquim KoinSo Bsplist
'n'nb, lhev?irrfi mTs
Andrew, carga sssucir
Observabas.
Ssbio honlom em commiss.lo o brigue es- segundo Florencio, eacra
!-
e qaeiro seaim aenr
|ue qulzerem incumbir-
itos, apresa?nlsrem-so
a s brevtdsde ; nado o
|o deom s tres sanes
r, e as griliflcscOes i
. dessea prizos, de so,
|m dU gratilioecOes,
mo premio sos quiso en-
gsjirem directimente 4,000 rs. sendo cs-
irangeiro, e 5,000 senlo nacional, perce-
benilo os eng'sj adores 4,000 por cada uiu de
Idade de 18 a 40 annos, sendo estrangoieo, e
5,000 sendo meional. Capitana do porto
de Pernambueo, 8 de julno de 1851.Intri-
go J heodoro d Freilai,Ttdlto do porto.
Parante o conselbo da adminiatraeHo
naval, lera de eontrclsr-e por arremstatao
o forneclmento de caf en grlo de prioieira
quilidade para os navios armados e hospi-
tal de mantilla, dursnte o trimestre a Andar
em 30 de setembro do corrite; pelo qua
sSo convidados os que iatereassrem en dito
fornecimento s compsrecerem as t-2 horas
do da, 19 do crrante, munidos de propos-
ita em que declarom o nltimo prece, equem
o Dador.
Pela delegado do prlmeiro diatricto,
deste termo se f(z publico, que (orlo aprc-
hendidoa. e su achilo recolhidos cadan,
tious pretoty qne dizt cbacuieatv o pri-
meiro Justino, esorarp dejorge de tal, eo
r* m Uaooel da
dircilos poltico, e ae.iina ,. A pronuncia,
seja qual for o crime easui penalidad,- nunca
commlna penas, mas obriat flmenq: o reo
prisao, quando esta tein lugar, esempre li-
na verdade bello dixer, qne um empregado
qualquer de nomeacao do governo exerce um
direito poltico, e v-lo logo depols perder es-
te direito ao mal leve aceno do poder que o
vramento a prisao pode ter lugar em vi, lude uomeou. Kairctanto serio incvltaveis ses
da proriuiicja, embora nao seja apciiado crl- contra.en.o., lode.as veae que n qucdOcs
dc direito constitucional positivo prelerirmos
me dcprltao; assim, por exemplo.flcar ol, i
gado a ella rreinediaveluiente o pronnncia-
dwtaanigo 107 do cdigo criminal, e em geral
oqae oior nos criines Inatiancaveis, como o
que Ifvercm ala annos de degredo, e mesmo na-
quelle. em que o. reos .e nao podem livrar sol-
tos, ainda que aiiaucavcis sejam, nao sendo
prestada a competente lianca.
I'io pon o (levenias admittir a distinceo en-
tre dircitos polticos adquirido, e por adquirir,
para diiermos que a suspensao dcHes pode ser
operada pela pronuncia, masque ad'aquelles,
como mais importantes, .0 o p Je ler por um
semen.; i defhnitiva. Todoi o dircitos polti-
cos silo adquiridos, porque todos i,o iladoi pe-
la coniOluieao, mediante ccrtai condices de
as deliuiedes dos publicistas s que urna ba
lgica dedus dai disposffOc da le poltica
fundamental combinadas entres!.
He ccitamente m-ii especioso o argumento
que s pode dcjulr do art'. 91 (la Ici de 3 dc
deicmbro de BHl (tantas vciei. csqucclda
a bem do seu regulimcnlo) contra a do,urina
que acabamtfa dc sustentar. A pronuncia.
di/ esse artigo, nao suspende o exercicio dos
direilp polticos, sc'no depols de sustentada
completamente logo, dada a sustentaeao,
dlro os noisos adversarios, be inevltavet a
suspenso desses dircitos e como duvidar-se
do contrario vista dc um artigo dc Ici lo
Id 1 UIIMIU,1. I III ,,, ..... vt. B9 V/ll.ll,,.. UC ,, ,. S TS I
capacid.de. eso se podem chamar lacio que explcito? Por maior. porem, que seja
ella consasra em suas dlsposlcoes (t* apparente dcste argumento, elle nao po
ella consagra em suas dlsposlc
Delxando agora de parte estes incidente., cm dc' I"1""0 ".""' Pvalccer,
que nos oaodevemos demorar por mais lempo, !.*!* nao estabelecendo elle artigo da
considerar-
le! direito novo acerca da materia presente, e
Illl niJi>*'iii n uau Jlt:!.!'"!'^,.'1', l'ii' ai I. ..Ih
guillaremos aos que ainda heaiurcm petante "l'l>o ella: Na-oscrc-direitodevotoopri.neiioen- le'Ue, ao qual apenas addiclonou ama nova
tre os dircitos polticos do cidadao ? K sendo condicao, como bem le evidencia dos termas
Incontestavelqucohc, nao podera o pronun- negativos, cm que se elle acba concebido, he
ciado'votar nal assemblas piima.ias dc paro- coocludente que, por mais ampio que seja o
cha, tendo sido qualilicado votante ames da eu sentido, nao pode este dcixar dc ler re-
hronuncia' I dundo aoi termoi precisos do artigo da Ici
Se responden pela allirmalira, confeisacs anterior, que elle teve por llm lubrogar: c
que a pronuncia nao .uspende o. direito poli- 1ual "a csle ? .No nossa pensar elle
lioos, a vossaresposta lera o cunho do acert (0 P6de ,cr oulro "" }J1 d, digo do
rda verdade; se pela negativa mo.trac. a mal afce.so. que a referida lei de 3 de dexembro
Completa ignorancia da. disposiedes daconstl- ,e P'P01 25 PO'quanto nos jamos-
luico a re.peito. le dc 10 de agosto dc 184B tramos que o cdigo, tratando em todo o cap.
emsuas disposiedes parallelaa; pois he bem da frmacao da culpa nos crlmea indm-
claro que, e.labelecendo a conslltuice no ar- d,,acs' e especialmente no artigo t da pro-
UgeMa regra geral-que podem sereleltorc nunc.ia do mcuao. nao fallou ah em .Vis-
todos os que podem wtr, na assembla paro- Pcnsao dc naturexa alguma: e que so
cbial e exceptuando dedU regra no 3 do no caP; *' "de lrau da forma de processo
memo artigo os crimionaos proiu.nci.dos e,n do$ "im" dc espousabilidade ,b,s Cjnprega-
qucrcllaoudevassa,ningue.u deixar de con- dos pblicos, fol que attnbuio a respectiva
cluir ,-. offensa do boin senso, que estes po- pronuncia, no artigo Ibj, o elleilo da suspen-
den! votar as assembla. parochiacs, e que eso de toda ai fuuccde publlcs. Parccc-
poreonieguinte napbra.e do artigo Di I es- "<>. ,P?ls; eVde"LC *6. fji a esre "llF ''ue
tao no gozo dos seu direito. poli.icos, sein o oda lci dc 3 de deieinbro se referi, filando
que o nao poderiam fa.er a vista deste aflgo. necessaria a .ustentacao da pronuncia, para
Esta doutriaa, que por seu carcter de evlden- que podeue ter lugar tal auspensao, e empre-
cla despensava quakiuer esclarecimento nlla- *. eiprenao=dlreitoi polilico=.cwmo
rior, fo todavia conrmada no aviso de 31 dc equivalente de- functoei publtcas= sendo
deaembro dc 1836 S in fine com referencia ao Por '"" flue,d,"e,no$ que por mal. lata que
artigo 53 da citad lei de 19 de agosto parallelo f0?e Hgdlncacjo das palavraa Ja artiga da
aodacoustiiuicao. na0 Podl ella dei,ar de.cr"^cslni.gida
Seixai lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario Lu-
dgero Pnho. Recife, 13 de malo de 1851.
lllm.Sr Ivn reaposla a arta que V. S. ae
digaou euderecir-me com dala d ronlp.cuuipie-ine dizer-lhe qae desda omez
de fevereiro do torrente anuo al hoje,
tenho sido consultado por 68 doentes ata-
cados de febre amarella, dos quies ape-
nas um era maritimo esublito portuguez ;
este falleceu hoetem vamilaado ssngue do
mistura com a materia que caracterlsa o
vomito preto, consequencia talvez do abuso
que li/. 'ra do trtaro emtico admini9tra*do
sem prudencia por um boticario. Uestes
doentes seis forlo curados de vomito preto,
sendo todos nacionaei, e ha quitro das fo-
ram igualmente salvas urna irmfl e urna
eicrava dolllm Sr. r. Manoel Clementino
Garneiro da Cunta,tiastanlemenle pengoaas
do vomito prelo eaccideoies, que o scom-
panha.
llevo dizcr-llie mais que a fabre amarella
nunca desappareceu inteiramente dest. ca-
pital, e he de notar que os casos sporadicos
antes de Janeiro deateanno se manifestavao
mais frequentementeem alguna eslrangei-
ros recetn chegados, ou em nacionies que
vieran daoutras provinciM ou dos munici-
pios do centro desti.
.Mo concluirei eati reaposla sem dizer a
V. S. que nio s sgora oomo em o anno pas-
sado, lodos os doentes atacados de Tabre
amart'lls o de vomito preto que forlo deade
a invasSo da molestia submellidos a meus
cuidados, alim de seren tracti.Ios homoM-
patilica,nente, nciilium s falleceu udo
acontecendo assim, aos que depois de asgo-
lar os romeJius allopatilicos, vitiham pro-
curar a homOMpathii como tibot da silva-
c3o ; poucos deste escaparam.
Disculpe V. S. tar-lbeeu respond Jo msls
slgami eousa alem do que petiguntou, por-
quanto desejando sempro fator conliecidos
os lienelicios da humoeopalhia, aprovailo
qualquer occasio que se mi oiror.'i; i pira
iiiaiiifesla-los j pois unten lo que.deste mo-
do faco um semen real a liumanidade em
geral, e meus eincuhlos um particular.
Receba V. S. mous protestos de conside-
ra cao o rospeilo; pois sou de V. S muilo
atiento venerador e criadoDr. Sabino Ole-
gario Ludjero l'inho. Sua casa, '21 du ui.io
de lttl.
EDITAjES.
quir.
A proveto esta occasiio pars reiterar a V. I
S. os protealo,s dt oieu respnito e eeoside-
racao, e subarovo-me, ,de V. 8. rmiilo at-s cuna do guerra Ltgalldaie, comman lano o Rocha t as pessoas pola jue aobre o mes
lento vonerador e criado(Vane aria de' capitao tenen'ta Amazona. moa liverem direito, aliHja-se a mcsma do-
' legaca, que provindo a poaaa e dominio,
Ihcs serlo enlrecua.
Pela seguida MaSuo-eJa stiezi do Con -
sulsdo Provincial aa anunrta que os 30 dias
setels para o pagamelito, aboca do cofre,
da djeima dos proaiq*xrA<(p-ld4s trague
sia desla oidade e Aro/zailfa, fi.Ufuiu ou
di 14 do correule ''rTlJ.n MUaJaS incarram
na mull de a. c, n tMiri------da pa-
gar a decima do 1. tataaaaaaqgBda 1850 1851.
lllm. Sr. iimpesJaer da theaouraria
da fazenda proviaclal. manda feer publico
que do dia 14; do correte moz por diento
pago-se os ordenados e mais despejas pro -
vinciaes do mez de junbo p. p.
Keparlic-u da Polica.
Parte do du 10 de juio.
l'oi preso, ordem do subdelegado da fre-
,iic/.i.. dc S. frei Pedro Goucalve do llcclfe,
Joo liaucscu Ferreira, por crime de fuga
de presos.
COMMECIG.
tica
Uoje ao icmo mais querella ou devassa
mas un qucixa, denuncia ou sumiuario ; i
inndanea de aomes ehtrelanto em nada nduio
sobre a uatureza da cousa, como se patale
do 3 de art, 53 da mes,na le,.
O direito poltico pois que segundo aconst-
cao parecaatjicar suspenso pela pronuncia he o
de aer vetado para eleitor epor consequeucia
para deputado geral ; mas se bem relleciirmo,
veremos qae til upensao nao existe porque
se o. direito. polticos sao conferido, pela
i n-iiiuii .in medanle certa, condlcdcs de ca-
pacidad, as quaesvariam segundo o grao de
importancia que o legislador constituale 31-
iribuioa tal ou tal direito politico em particu-
lar, he evidente que o cidadao, que nao rene
as condices requeridas para qualquer del.es,
nao se pode reputar no goso do mesmo, c con-
segululemcnle nao he posslvel dar-sc a sus-
penso de um direito em um ludiuduo, que o
nao tein. Ora he uina das condices exigida
par o ser eleitor o nao estar pronunciado o
individuo pois que o estiver, dexa de reunir as
oulras esta condico, e por conscqucncia d,ciia
dc ter tal direito poltico.
J se v portanto que, non ha contrariedade
entre o-art.'., i no', .1 e o 8. da constituco,
nem aquelle cou.tilue urna cxccpcao ae.le : a
nao querermos adinitlir o ridiculo de que
Ubtas sao as condiedesexigidasparao exercicio
dos diversos direitos poltico, quantai as cau
sas de u.pcnsao dos meamoa para os cidadao,
que as nao reuuirem.
Depois do que haremos dito, fcilmente ae
conbeceri que, nao merece grande auenc.io o
pofalogisino deducido do art. 28 da constitu-
cao para provar a suspenso dos dlreltos po-
lticos pelo facto da pronuncia ; porquanto
al. ni de que este artigo nao falla senao da sus-
peoso das funecoe de deputado ou senador,
que apenas con9lituein um direito poltico, he
bem patente que a me.ma suspenso deste,
looge de ser um resuludo uecessarlo da
pronuncia, he pelo contrario um acontecimen-
to contingente, que o legislador deixou ao ar-
bitrio de cada una das cmaras decidir, se-
gundo a gravidade da. circumstancia, ac ter
ou nlto lugar, c lito ainda quando ac resolva
que conlinue o processo do me.nbro prouncia-
porque sao esta, duas dcllberaccs inde-
l'ca niai oulra disllucco entre direito. politi-
co. (dquliideat a par adquirir, cha.nou em sen
apoio o artigos 63 e 58 do cdigo criminal, e
finalmente pcocurou refutar os argumentos
cm coulrrlo, deduzido. do artigo 105 2 do
cdigo doproceao crimiual; mostrando judi-
165 attribuir-lhe cite rlfeto, dliendo que o
pronunciado ca suspenso do exercicio de to-
da, a. funcedes publicas ? De dual uina, ou a
pronuncia pela constltule.o tambem suspende
tees dircitos, ou o cdigo do processo exorbi-
tou, c he anti-constitucioaal.
ao sentido das palavra do outro : -posttrioree
ItQtt ad priores perlinenl, niil contraria tinl.
l.s'ia rtelllgencia be tamo maii verdadeira e
Inevilavel, quanlo senao deve pronunciarligci-
i .un en le .1 cmitr.nhcc.io entre a lu caconstllui-
i.i'i o que importara o mesmo que aviltar o po-
der legislatlvodo paiz nullicaudo a sua despo-
sicao, que alllssc nao poderla iu9lemar em fat
do artigo constitucional, se por aquelle meio
nao for com elle harmonisado.
Assim descorreado quanto a Ici de 3 de de-
rtmbro de I8il, bem se v que nao lomare-
mos o trabalho de fallar no art. 293 do regu-
la,nenio de 3l (le jaecilo de 1842, cujo. ter-
uios uo pdeui eixar dc ser subordinados
aos da lei no que respeita ao esseocial do di-
reito. Elle nao pude, pcis, constituir urna
objeceo especial c de uatuicza diversa, sen-
do-lhe applicavel com inaiorla dc raso a in-
lerprclaco que demos ao artigo da lei de 3
deoulubio, cuja cxccuco regulou.
Pela mema raso passaremos em ailencio o
celebre aviso de 8 de agoslo de iSi, porque
elle infelliinenlc para decidir a queslao que
nos oceupa, s ilion por cima da coustiluicao
c eiqueceo toda as lela, para estribar-9e ni-
camente no citado regulameulo de 3l dc Ja-
neiro, e por elle resolver que a pronuncia iui-
peni 01 direitoi polilicui do cidudaoi 11
Fazendo-se agora applicaco do exposto
pronuncia dos deputados provtnciae, dire-
mos em conclusa.! que, nao endo estes em-
pregado publico como o. de qua traa o c-
digo do proce.so, e con.tiluindV as suas func-
edes um direito poltico iminedlaumenle de-
rivado do direito de eleico, e que a comii*
luico expresamente recoohace e garante no
artigo 7i, jamis pode resullar-lhcs a suspen-
so das memas pelo .imples facto da pronun-
cia, podeodo so,nenie vlr ella a verilicar-se
mu entio por iinpofslbllidade phi.lca J quan-
do a nieiiria pronuncia os abrigar prisao,
e por esta InevIUvel, segundo a diiuccdes
ALKANI1KCA..
Itendimentododi 10 ', .18:414,891
Dcscar+ifh hoje 11 de julno.
RircaTingleza tnrfo mercaduras.
li.'igue francez Paulina vio'ios.
Brigue sueco Franklim hacalhio.
Barca americana Marij Rilen o resto.
> El Uouraii) -- farinha.
I inpoi'liii o o,
Pataabo americano T. /' l/>pcr, vlndo de
PhilailelQa, consignado a Milheus Austin &
Couiu.itiiii,i, manifostou o seguinte :
1,088' Inrrii'.is farinha de trigo, 4D0 ditas
bolasinha, 59 ciixas tecidos de algodSo, 50
fardos ditos dito, 153 cusas cha ; aos con-
signatarios.
liare, americana EMoraio, vijd doBilti-
more, consignado a Deaou Youle & Coaipa-
nba.
1,098 barricas farinha do trigo, 300 ditas
bolaxitilia, 200 ditas breo; aos consignata-
rios, n*
Drigue inglez Noupareel vinilo do Terra
>ova, consigna lo ajamos Cralitree & Com-
panliia, manifestou o seguinte:
2,278 barricas bacaloao; aos eonsignal-
rios.
CONSULADO GERAL.
Rendimcnto do dia t a 9 9:749,542
Idoui do dia 10.........1.-323,803
11:073,345
O Dr, Jos h>vmua0.o ,d> Costa Menozes
juiz municipal supplo itc da segunda va-
ra a do commercio tiesta oidada do Itecifo
de l'erambtco, ele.
Fa;o saber aos que o presente edital vi-
rom, que nflo se tendo hoje reunido, os ora-
dores dos fallidos Dowsley & Companbia,
para nomearem o depositario que ha de re-
ceber e administrar provisoriamente a casa
fallida, como haviam sido convocados, de
novo en yuro ns i'rc'lori's presentes dos mes-
mos fallidos para que amanhSa compare-
cam em casa de minha residencia, pelas lo
horaf, na ra da Madre de Daos n. 1, pri-
nie,i'ii mili, pira o mesmo lim. Dado e
passod nesta cidada do Recife da Pornam-
buco aoftO de juiho da 1851. Eu Manoel
Joaquim Kiptisla, escrivlo interino o e
erevi.
lote li;n/munil" da Cosa Henetei.
Lilas duacldadaos quallflcados pela junU re-
visor, peraj seren jurados ueste. corrate
anno.
Nlcolu Rodrigues da Cunha, Nleolu Po.
Icntloode Carvalho, Neves de Si e Anbuquer-
qne, Onofre Jos da i.o.ta, Pedro d'Alcanura
Fariat Abren e Lima, Patricio Joa de Souia,
Dr. Pedro AtUyde Lobo Moecozo, Di. Pedro
Drnella Petioa, Dr. Pedro Camella Pesso,
Di. Pedro Ignacio Hapll.U, Dr. Pedro Aatran
da Halla Albnquerque, proliro da Co.ta Mo-
rer Atve, Prxedes d Konseca Coutlnho, P.
Jo.d Carneeiro Monteiro, Pedro Cavalcante
d'Atbuquerque Llns, Dr. Pedro G-audlaoo Re-
t e Silva, Pedro Joaquim Gomes, Pedro Va-
llu, de' Mello, Pedio Cavalcante Wanderley,
Pedro de Carvalho Soare. Braodo, Dr. Pedro
Francisco do Paula Cavaloante d'Albuquerque,
Pedro de Morees Carnelro da Cuaba, Rodolfo
loan n ir ii. il'ilmeiJ.i, loin.iodc Suiza Lis-
boa, Rodrigo Theodoro de Kreita, Ituliuo Joi
Carreta d'Almeida, RomJo Antonio da Silva
Alcntara, Salvador da Hacha Ullrelra, Dr.
Sabino Olegario Ludgaru Ptnao, Salu.tiano
e'Aquino Feneira, Silverio Jaso Neponoceno
Iluto., Dr. .Simplicio Aniniu. Mavigaicr, Sim-
plicio Xaaicr dalFon.cca.Severlaao Pinto, Sim-
plicio Jos de Mello, Dr, Salvador Crrela dc
S llcnevldas, Scbaslio A mo do Reg Bar-
ros", Salvador Uchda Caval* ut, Severino lien-
riquei dc Castro Pimeaiel klmio Crrela C-
-i...ile Macambira, li vipliclo Rodrigues
aiellu, ise 1111 s. i I'...:,, i.. Silva Moiiieirn,
Silvano Tbomaz de Sousa Magalbe, Sebas-
lio Jos de barros Brrelo, Theodoro Macha-
do l'riudade l'erelra da Silva, Theodoro d'Al-
meida i.ost. Tilo Avclino de Barro, Themo-
leo Pinto Leal, l'hjuiax d'Aquino Fouseca
Jnior, Dr, T'liom teraaade. de Catira Ma-
dcira, Tlloinat Perera l'iuto, Thoiua/. da Car-
valho Pas d'Audiade, TorquatoHcoriqueada
Silva' Thomax Antonio alacie! Moalctro, llio-
i.nr. Jos da Tfllva Gusino Junio,, l'liouiax
d'Aquino Carvalho, I boma/. d'Aquiao Fonce-
ca, Thomax de Carvalho Soares brandan, Um-
belino Guedes de Melle, Vloenta Thomax Pi-
res de Kigueircdo Camargo, r, Vicente Pe-
reira da llego, Victoriao Fraacisco dos Santa.,
Virissimo Antonio de Mallos, Dr. Vjcente Fer-
relraGomes, UceteCardozo Ayres, Dr. Vi-
cente Jeronyino Wanderley, Pedro Aatoalo do
Espirito Samo, Victorino Jos de Sonta Tra-
visto, Vicente Ferreire da Paz, Vicente d'A-
ranjo l'inbeire Virginio Rodrigues Campollo
Zeferlno dc Lima Civalcanic.
eclaragoes.

DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeulo do dia 1 a 9 .
dem do dia 10........
719,608
Exportarao do illa 10.
Rio Grande do Sul patacho brasleiro
tilla Geral dat cartas / icr do anno
1850 a 1S51 7 ue l">o ser cousumidas
Jos dc Albuquerque Mello, Jos Andrade Pi-
nentcl, Jos Antonio de Figuelredo, Jos
Anlouo Lima Pinto, Jos Antofflo Pires, J.
B. de Albuquerque, i. sUernardo da Cunha.
J. Csvalcaule Albuquerque Mello, J. de Car-
valho alto, J. da Costa L, J. i.aelino dos
llcis, 1. Da. Aievedn, J. l'ernandes d'Almei-
da, J.Facuade de Catiro, J. Florido Fcrreira
Lima, J. Ferreira Souto, J. francisco de A-
breu, J. F. da l.rui, J. F. de Pulo, J. F. da
Silva, J F.sdaS. 'Vieira, J. F. de Sou/.a Navar-
ro, J. Gonch-e Mil. Joaquina Gusmo Coe-
llio, Joaquim Ignacio de Alinela, Joaquina
Igriacia Mavlgnler F:, Joaquim Jos de Albu-
Jaerque, J. I. d Arevedo, J. J. Bella, 1.1, da
ata Silva, 1.1- C. Lisboa, J, Ja.to Cyrlaco M.
J, Jos de Carvalho SlrqueiraV., J. J. de Frel-
taiSontoi, 1.1. Un iins, J.J. da Heves, J. 1.
Pires, J. J. Pinto, 1. 1. Pi.nenta J. J. Pe reir,
,. J.jtcgadas, J.J. de Santa Aaaaa. .1. 1. dos
Santa. G., J. Lourenco C. Silva, J. Leocadio
Oliveira G., J.Lope da Coda A.,J. Lulz de
Olivelrc J. L. Vlelra, 1. L. Xavier, J. M. da
I Cruz Carvalho. J. aleudes C. Guimare Jnior,
72G.5J3 '! Marque Snligo, i. Manoel dc Castro
al n _ _._ Pereira da Silva, J. Pedro da Cou Lobo, J. P.
Patriota Jnior, J. de Queiroz. Montciro, J.
Raimundo, 1. Rodrigue da Costa, J. R. de oli-
vera, J. Roberto Ferreira. J. llamo dc Olivei-
ra, J. de Souta Slrne, J. da Silva Jnior, 1. S,
Lope, J. S. Nev. Jos JoaquimTeixcira, Joa-
Dout de Agoslo, de 160 onelladas, Conduzo ania Violante Atmeida, Joanna Baptl.laSouxa,
seguinte:-- 10 pipas agoardedlo. 914 bar-!',
ricas com 6,436 arrobas e 1-23 li
sucar, 80 barrilinhos con 640 I....
ce, 136 duzias cocos seceos. l!*..'' -*'- A!?"' h *' c"a-br'-./- *iSJ
RCCBUUORIA DE RENDAS CERAES
igjda pela actor
"es Cunha, re-
Theatro de Apollo.
SABRAIIO, 12 DE JUCHO DE 18*1.
Eoti'a do actor Antonio Jonqnlni
liuri-oso Je Mello.
A companbia dramtica dirig
Francisco de Salte GuinarJc
presentar o apparoloro drjfn do celebre poe-
ta rance Mr. Vlclor Ilugw'
LUGRBGl'tt jBOBGIA.
Piriontfttu^teprtt.
n. Affoneo D'Eai.-^) Sr. TWe.
Gennaro.-O Sr. fiulMties.
Cubctta.0 Sr. Jorge,i.
MallioOrsIni.O Sr.lOaaU.
Ceppo Liveretto.--OSr. Mello.
1). ApoataloGaiellaOSr. Flgaelredo.
A.canio Petruool.O 8r. I*ave.
Oioferno Vilello.u.-0 Sv. Sabisllo.
Rustlgheio.--Coarda. -9^K
Um porteiro. N. N.
D. Lucrecia.AVSra. Leopoldina.
A princesa Negaoni.A Sra. Fellsmlna.
Monees, aenhores, dama, criados c soldados.
Flnailtar o e.pectaculo oom a jocote arla
O polil-mullie polka.
0 director promette ao rcspclUval publico,
empregar toda a acllvldadepara que |os intei-rj
valloi se lornein o mala curtos posslvel.
U bilhete de camarotes, galera e platea,
auham-sc dc.de Ja i venda no cacrlplurio do
Ibeatro.
Principiar i 8 hora em ponto.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro san* a 12 do cor-
rente, a escuna nacional Varia K^i.iina, s
recebe escravos a frete e passageiros : trata-
so com o consgnstario Luiz Jos de Si
Ara ujo, no ra da Cruz D. 33
- Para o A i acal) sahe empretcrivelmcntc
at ofim do correte por ja. ler parte da carga
engajada o hlale nacional Anglica, quein n'ellc
qul.er carregar, ou Ir de paasagein. dirija-se a
ra da Cdela do Recite a. 19, primclro e se-
gundo andar.
Para o Rio de Jsneiro,, segu por osles
dias o briguo esouna nacional Olmda, s po-
do receber algumaearga miuda; escravos o
passagoiros : trita-ae com Machado & fv
nheiro: na ra do Vigario, ou-com o cap
ido Manoel Marciano Frreles, na praa do
Commercio.
Leilo
oes.

Joo Keller tiC. fario lellao por ordem do
Sr. gerente da repblica franceaa e em presen-
il dc seu delegado, por cunta e risco de que,i
pertencer, e poi latervencao do correlorOb-
velr, no armaxem de J. K. n. 53, dc urna cai-
ca con tendo 30 pecas de brlara de corea de al-
godio avarlado. d'.go salgada i har do br,-
Sue france Cttar, entrado nene parto em 17
a me prximo passado; serta -Cetra tt #> cor-
rele, a 10 hora d mahba, ao oti aruia-
/.cin, ra da Cruz.
J. P. Adour Ji C. farSo leMo, enrfrt.eii-
ca do Sr. Cbanccller do conanlado rnee, por
cunta e risco de quem pertencer, e por later-
vencao do corrector Oliveira, de tres cali, dc
chapeos para hornean, vindol rcccnlemenle rio
Havre pelo afio Come Jloger; sexu feira, 11
do correte, ao melo-dla em pomo, no aeu ar-
inaie.n, roa da Cadela.
" I M^aaall.aaaaVlal ll.l.l|
Avisos/ diversos.
te, 914 bar- J- Joaquina Carneiro, J. Mara da Conceieao,' ,ai-nK
bras deas-U- B.ptl.u Uaria F., 1. M do Sacr.mer.io, J. I .
ihra* de, ,ln- U' Thcodora. Joaodo Amor Divino, 1. de Aru- "" ll06a-
loras ue do f A A|MJ> A Caottl Augui,0 ,' pigar a TeU
Aluga-se, ou vende-s! para fra da tr-
ra, no pateo de S. Pedro, casa n. tt) segundo
andar, urna mulata boa costnbeir, een-
gomma aolTrivcl.
Entre as dnas pontes casa terrea cin-
senta, do lado direito portflo de pi, tem
para se alugar urna eserava que cose, en-
gomla e tracti bem urna sala e meninos.
A pessoa que aonuaciou no Diario de
Pernambueo de 9 do correte ter adiado um
relegio, annuocia paia ser procurado, em
sua morada.
Lava-se e engoanma-se eom toda a per-
feiefio toda a quilidade de roupa : na ra
dos martyrios u. 9; na mesma casa ba urna
ama para se slugar para casa de hornero, sot-
se ao Sr. T. C^iavor de manjar
letra do Tl^lfp sacada aos 31
Mello, Joo ,\ i ves iiizcrra, J. a. Honorio, J. A. I de marco de 1818, a pagaveT aos 31 de de-
Navti entrados no da 10. ,
Miquica (Per) 63 diaa, barca americana
Dominga, de JO tonelle las, capillo I*. A.
Itray, equipagemtl, ciarg" salitre, 13a e
palles ; ao oapilfio. Vem refrescar e se-
gu pira Boston,
que cima lizemos, visto como nao paem Biltimoro 42 diis, barca americina El-
ellcs Invocar em cu favor o privilegio, que
aos iris. 27 e 28 concede a coasllluicao polti-
ca aos derfutados geraes e sepadore.
Recoiiliccemos que inultas da nos9a deiaa
de.nandam ...aieces dc.envolvi.ncnlo., aoa
:|uae. dc bom grado no. prc.uriamo. senao re-
cua., cmo. o enfada, que qua.e .empre cau-
sa... os longo, artigo, dc jornae., que por
sua nalureza e acauhado espaco s requeren! Barcal
a concisao. i ullimo porto 42 dias, brigue hespanhol
" 's- llccurso II., de 234 onelladas, capitSo J.
rV.fi luraui,olqu.e:.cb.reiloe..ear,ilV o^^r0U^,.r.,yV"r1!i0rnhM
na a ua publicaco tem .ido demorada pe- 1ma's %*?tai unveira irmaos.
la aluanaa de materia, com qua no. temo Phllidelpbu -- 40 diis. escuna americana
vino ubrecarregados. | /./ l.!>B*r, do 17 tonelladas, CipilSo
por wlanso
nelro da Cunha, J. Carlos Cavalcanie" A., ). do oito das, veril o seu nooie
Carnelro de G., 1. C. dc Horae. J. Crrela de n9sle diarlo.
Mello. J. Celestino de.., J. Crii.tomo alvel-1 Na ra Nova n. 18, soja de M. A. Caj,
ra, 1, CyprUno R., 1. de Carvalho Raposo, 1. ha efectivamente um completo sortaiento
Coutinho, J. f. de Maura, J. F. Tavare,j! col0S8llo ricos corleada collalasdaaem,
Francisco dc Abuquerque Mello, J. F. Bailo. ca,1)nllra, minti bordados, e com anas abo-
1. F. Cateiie, J. F: Regs Coeiho. 1. F. Perel- tuaduras, fusles, panno fino, aaarias.
CORRKio. orphaoa ao inventario do finado Manoel Joa-
Bernirdiuo Antonio Ramos, tcm urna carU qu" Hedro da Costa, o qual morrea em
u0 co.r.rc*-:,. .. W.5pB9SO,*1u')l"Ju|gre,n,"d''ou
-- O oapiiao do porto desta provincia, devedores do cassl, halSo de ae entender
tendo de engatar para o corilbteto das guar- com Lu* Antonio Pereira, na ra do Quei-
nicSe* dos navios de guerra, iniiviJuos que' mido.
II FftIVFI


O aballo asigB*4 enttou para o cofre
publico con a quanlla de um cotilo denlo
edeti>lt%.*>iT tresentoa e oltenta rls, prove-
nientes o* arhoelra prearacio vencida di com-
prad. lelaaVaocexa cita na na Nova detta ci-
dade, felU a tult Joe Poadra, cajo produelo
ful io acto da pone embargado a renuerlmen-
to da lllma. Sra. D. Therea Goncalvei-4 Jt-
aut Assvedo, e depolaptnhorada poreiecucio
do Sr. Joa Antonio Bastos, e a requarrmento
deste melda a dita quanlla no cofre nacional;
o qae se faa publico por ete Diario para confie-
cimento das parles fntereadaa< Jetso da prl-
roelra rara, eacrlvao Baptlata.
Antonio tientes Filiar.
Um moco brasllelro de boa familia queja
lem alguma pralica no coinmercio deseja ein.
pregar-ae era uma'caea extrangelra ou nacio-
nal no deaempeubo do armaiem ou da co-
branca; em inanto a aua conducta pode pre-
sentar asmelhorea recommendacOes; quem de
seu preillmo se qiilaer ilutar dlrlJa-se em
caria fechada sob letra H. a esta typographia.
Bog-oeao lllm. Sr. Ibeaoureiro da lo-
tera de Noaaa Ora. do Llvramentn de nao pa-
gar, algum premio, que aahir no mel bllhe-
te, n. 1536, aeoo ao balso aasignado, poia o
perdeu. Este roclo bilhete, be da tercclra (mar-
ta parte da quinta nona lotera de, Nosafujra,
do Iivramenlo, que est annunclada para
correr no dia i2 de julho, cujo mel bhete
osla assioadona costas com os nomes, Jos
Aires da Costa e aira, e D. Francisca Senho-
ilnha. I"* Al*" da Coila i Silns.
Roga-se a quem for olterecldo um anel
dcouro com as iniciaes i. 1- C. L., obra do
Porto, de aprcender, c levar na ra da Gadeia
do rtecife n. 38, ou annunclar por esta folba
que aera gratificado.
Offerece-ae urna ama branca de rouilo
boa conducta para todo o servico de urna casa
de um homem aalteiro, qoem apertender di-
rija-se a roa da Seiuall Velha n. Uli ou au-
suacie paresia folba.
Cas* de modas francesas, tic Buee-
sard Mllhoeliou.
Pelo ultimo navio, ebeganm as vorda-
deiras moda de Paria: em chapeos e toca-
do* de senhora, mantelleles, cabecOe* de
soda e de hubo, romeiras, canezOes, mangas
debieo bordado, aventaos ricos, cambala
de linho muito lina e transparente, lencos
de retroii chapeos de palha par* montana
de senhor, veo* para o ditos, litas, galOes,
trnas, bico, veludos, luvas do pellica, e
de relroz, Dores fina* e plumas, juntamente
ns preparo para casamentos ricos, como
sejSo, cortes do lit de Monde e de bico,
veos, ores, luras, lencos e meias de sed,
lindos chapeos redondos do abas Jsrgas para
meninos. Effe.ctivtrnnte faz-se cbpos,
toncado* o vestido de" verdadeira moda, e
prego commodo,
~ Alug*-se p te;c#iro ndar di casa do
largo da assembta. m"8 : fallar com Jos.
uuim Knaciaco da Alian ao !' orle do Malto-
JoSo FrancltcCKerreira da Silva Braga
deixou de seroaixelro do Sr. Guilberme da
Silva GuimarSes desdo 6 do correte, o reti
ra-sa par* o Hio de Janeiro.
lTerece-se DO* mulher Parda de tneia
idade e boo* coslume pr o servico inter-
no de qualquer casa de bomem solteiro, ou
viuvo, alias de pouca familia, com muita
aplidono exrrcicio de ama : no piteo do.
Garmo sobrado de um andar n. 3.
Precisa-se de un foitor pin o engenho
Purs, distante dest* praca urna iegua :
quem par esta amprego eetiyer habilitado,
o o queira excrcer, pode enlender-se com
o lonenle-coronol Maooel Jaaquimdo Itego
Albuquerque em su* cas* no tfogtdp.
Precisa-sn de um menino, de 12 a 14
annos, par caixeiro de venda : a tratar na
Boa Vista, ra da Gloria n. US.
Domingos Rodrigues da Andrade, em-
barca para os portos do tul, o seu escravo
pardo, de nomo Alexandre.
Na roa las Agoas Ver Je, n. 14, lava-se,
e engomma-se toda qualidade de roupa, por
prcoo uisis commodo do que em outra
ipialquer parle. '
Quv" precisar de urna ama do lpite,pro-
cure na ra das Trinxeirss, n. 48, primei-
ro andar.
O Sr. Antonio Vicento da Cruz, que
morou na ra da Roda : dir.ja-se a livraria
n. 6 8, a negocio de seu iuteresse.
999999:99 9 -
9 Consultorio central homoco- ,
Spathlcode Pernaiubiiro, a>.
Dirigido pilo Dr. S. O. L. Pinho, +
9 Hua do Trapiche Novo n. IS.
Todo* os das uteis s* darlo con-
t) snltas e remedios do greca ios po- *
tres, desde pela manhSa at as duas *
8 horas da tarde. 9
Asaorrespoadencias e informacoes i$
poderlo ser dirigidas verbalmente,
Seu por escripia, devendo o doente
Indicar : pHmeiro, o nome, a idade,
V estado, proHssIo econstituicSo; i-
9 gando, as molestias, quetemtido, e
9 B remedios tomados; terceir; a po-
9 o do appirecimento da molestia ac-
9 taal, edesoripcSo minuciosa Jos sig-
9 aeou svajptoiaas que soll'ro. Q)
t> -Dr. Sabino Otttario l.udyero Pinho. %
O reverendsimo Sr. Francisco Anto-
nio de 01 iveire Rozelles, queira mandar, ou
vrr a ra do Qaeimado, loja n. 18, a ne-
gocie.
-- A pesson que hnnlcm ( 7 do corrento {
annuncio'u precisar de taboas velhas : diri-
ja-so a ra de Apollo, armazem n. 4, que a
hi encontrar! urna porclo, a medida de seus
desejos. .
Qoem precisar de ama ama, para casa
do familia, que Sabe cozinhar, lavar o em-
Rommaroom per relego : dirija-se a ruada
Cruz n. 60, que achara com quem tratar.
O Dr. Manoel Prancisco de Paula CavaU
cante de Albuquerquo. retlra-se para euro-
pa, com sua familia, a tratar de sua saudo, e
delxa encarregado de seos negocios a seu
o
o
o
o
Preciaa-sedem homenj para foilor ou
do alugtiel para tratar de um sitio poqusno:
a fallar na ra Larga do Rozarlo venda n. 46.
exO Q0QO0Q0Q$9a)Q<2OO
Kun tins erases n. 8H. O
J Coniullurio homaopalkico do facullali O
vo /. 0. f-'ajflaowo. 0
Gratis para os pobres. Q
Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ..
aanova, o professor homooopalha
Gosset Bimont csntiouar com os J{
, trabalhosdo mesmo consullorio, on- V
0 de poder ser procurado a qualquer V
0 bora. O
000000900OO00Q000 O
Aluga-so um escravo, ofllcial de pedrei-
so : quem o quizer anuuncie por etle diario,
xCSAPPAECEU no di* do. correnle
Umoz, uroa-preta creoul, de nome lar-
garida, BlIrM* o seia annos de idade, pouco
mais ou menos, pertencente aoa bens da fal-
lecida Therma Mslhildes de Jezus, e tem os
aeguinlea slgnaes : altura regular, cor pre-
ta, com lodos os denles da frente e alvos,
cara redonda, tem urna belido no ollio di-
reilo, ( ou esquordo), vestido amarello com
iiatras, panno da Costa, lem as nadegassabi-
das para fra, falla fina, muito farsola e tem
cicatrizea de chicote as costas i quem a
pegar dirija-ae ru das Cruzas n. 3, pri-
meiro andar, que sera recompensado.
Quem perdeu um relogio de caixa de
ouro, com vidro e mostrador de praia, com
urna cprrehtinha que Ibe serve do caricias :
annuncie para ser procurado.
Quem precissr de u na mulher, perita
engommadeirae cozinheira, e quo he hbil
para lodoo servicp de unja casa de hornero
solteiro, menos o'de fazer as compras'.de
rue.dirlja-searua do Rangel, n. 19, casa
terrea.
Aluga-se um primeiro andar, com
bons commodps, pintado Olimpo, por ba-
rato aluguol, proprio para algum agricul-
tor, por lor bom quintal para botar ani-
maos : trsla-se na ra Imperial n. 167.
-- Aluga-se um sobradinho de um andar,
por 100,000 rs. ennuaes, ua ra Imperial n.
100 trata-se na mesma ra n. 167,
-- l)am-so 200,000 rs. a premio, com boas
firmas, ou penhores : quem precisar, an-
nuncie.
Tendo sido furtados, as ultimas nou-
tcs alguna reverberos dos lampies da illu-
mioacJo publica dcsta cidade, o rospectivo
arrematante, offerece o duplo, do seu valor,
a quem os comprar e llis os f6r apresentar,
declarando a pessoa. que,os vdndou.
-- Precisa-sj alugar um sitio, que tenha
boa casa de vivenda, bastantes fr'ucteiras e
pasto psro 8 a lOvaccas deleite, ainda que
seja distante desla praca al 2 legoas: na
ra do Rangel n. 56.
Comulloro honeopathico, ra do ColU-
(jio n. 25.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas gratui-
tas aos pobres, todos 03 das uteis, desde 9
horas da mantilla, at ao meio dia, depois
desea hora visitara ein sua casa os doeutes,
3ue Lvoieoj preoislo, e em casos extraor-
inariusa qualquer hora dodia, ou ooute;
recebe doontes para tratar, ou fazer qual-
quer operarjo em urna casa para isso des-
tinada, (Ora da cidade, sendo xs preco de
1,000 a 2,ooo rs. diarios para os escravos,
conforme as condicOes que se eslipularem,
e 2,500 rs. para homens livres: as pessoas
que nSo poderem comp,arecer no consulto-
rio pdem enviar suis informacOes por es-
cripia ou.vocalmenlc, declarando o nome,
idade, temperamento, consliluico, resi-
dencia, e especificando todos os iiicommo-
dosquesorjre e -- molestias que anterior-
mente lem tido.
= Ignacio Luir'de Brilo Taborda, com loja
de fasendas na n do Crespo n. 10, Icnibra -
quelles de seus i edores, que tendo obtldo
espera, a cladrain soncer, c nao tem ido pa-
gar-lhe, que cumpram o prometiido no praio
de uitndl.il a contar da publlcacao do presen-
te aviso; e o mesmo deverao fazer aquelles,
cujos debitoa se consideram vencidos, c lm-
belo Ibe nao teem pago : o annuncianle acba-
sc coinpiomcllido a cumprir deveres a que
nao pdde faltar, e precisa de liquidar auas di-
vidas activas; para.cuja solucao nao enitar
em continuar a publicar os nomea dos seua dc-
vedorea remlssos ate que llic paguein.
Senliores do contrato das enrnes
verdes.
I.ondo no Diario do 7 do vigente, o vosso
aviso, em que promettois ao publico todas
as commodidades, que possam resultar, das
medidas, que a experiencia indicar.apresso-
me a rogar-vos em nomo dos habitantes de
S. Jos do alauguinlio, que Ihe mandis for-
necer carne, para o talbo que l existo; des-
de ja em nomo do povo do Manguind, vos
agradece a medida favoraVel que haveis lo-
mar. O vosso attencioso,
O Vigilante. '
Dccln'""?-
Quando o l)r. Mure so relirou para a eu-
rop muito expressamonld publicou no Jor-
nal do Comnnreio, a respeito do abaixo as-
signado, o aeguiole : -- Elle (JoSo, Vicen-
te Marti ns j Oca nico possuidor de todos os
medicamentos, que ru mesmo preparei es-
crupulosamente com as mullas ni.los, as-
si m como de todas as machinas e mais ins-
trumentos nocessarios a pbarmacia dyna-
mica : elle lica igualmente o nico possui-
dor dos relatnos feitos acerca das experi-
encias puras sobre os medicamentos brasi-
leros, paraos publicar, o'u servir-se delles
como convier melhor a homeopalbia. ( as-
signado Dr. Mure.) Mas cortos especulado
res, j bm conhecidos, inculcaram-ao pos-
suidores desles medicamentos, por scrooi
os mais acreditados e os que melhorcs onei-
tos produzom sempre ; o assim prcteode-
ram engaar o publico, inculclndo-lhe por
mais baratos outros remedios, semsoim-
PergitaiU-se ao thesoureiro da
lotera fio Livramento, qual he o
plano pelo qtial deve correr a mes-
ma lotera, n# la do correnle
mcz. "'"
lim dos apaixonados deste jogo.
A commissflo administntivi da soci-
edtdo llioatr.il '.Nova Alalia convida ao
Sr. socios da mesma, para urna reuniflo
extraordinaria, domingo 13 do correnle, das
3 as 6 boras da Urde, no mesmo Diestro, a-
lim de tratar de dar a sociedad* um espec-
tculo mansal, para cujo lim, pedo a mesma
commissflo a ssistencia dos Srs. ocios I
mesmo aquellos que deixaram de receber
suss parles de bilhetes da recita do dia 6 do
correnle, que tioham prestado a quota, e os
que nao comparecerom, seram concidera-
dos despedidos e sugetoa as penas que pres-
creve o estatuto da mesma sociedade.
00g*000 0O0OC900
O GoiiMilliii'lo de Instituto lio-
i mceopntliieo do itnisil. 0
X GRA'llilTOPARAOS POBRES. m
v i-------- J lt,.n .;.-! ai 17
3
irm.lo, o Dr. Pedro Francisco de Paula Ca-lporlaretn com o gravJ damno quo podeya
vajeante de Albuquerque. resultar aos doontes qu tomassem taes r-
A pessoa que por este Diario, aiinmi-1 medios por issp, o absixo assighado rd-
ciou quorer comprar urna barcaca : dirija-lsolveu nflo deixr sshir da botica'central
so a ra da Gadeii do Recite n. 54, que acha- ra do S. Jos n. 59 ~ Hio do Janeiro e-
ra a sua vontado.
- Madama Mara Lana, i.ucasdeV. Vas-
co e sua lilha de menor idade, retiram-se pa-
ra o Rio de Janeiro.
Novamento se roga a todas as pessoas
nbuma botica, ou carteira de tubos com re-
medios bomeopalhicos, sem que v acom-
panbadi desla declarscSo assignada de sou
proprio punho. JoSo Vicente Harllns.
Assim como a nica casa que vende boti-
em geral que esUo devendo conlas antigs cas e livros, de pnmeira a quarta edicSo da
na venda da ra da Gadeia do Recite n.25,|homeopatbia, da botica central, ra deS.
defronte do Beco Ijirgo que Venham pagar Jos n. 59, do Rio de Janairo e na ra do
seus dbitos ateo lim do corrente mcz do Crespo, lojaamarella n. 4, nesta cidade.
julho, na cenosa detfue os que nfio flzerem *>fN@*<*#)tif 8f f* #K#
tcrodever seus nomos publicados, c i -Nuduine Tiienrd ruu Nuvu proceder nos termos da le. '<) n. ^"J, .,
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da ra do Rangel, queira mandar pagar a as- a, bom goslo,queseaba de recobor um #i
signatura deste Diarto, e em quanto nSo o m lido sortimenlo de fazendas franca- Q
iixar veri o seu ame publicado em letra a) zas, sendo um grande sortimenlo de f,
redonda. i m chapeos de seda de todas as cores para <*>
Roga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de J senbora, guarnieres de aeda para #i
Sigmaringa de Vascursdo, queso ach hoje m vellidos, ditos de.flores para ooifas, f
advogando em Goianna, que mande pagar a m ftas de todas as qualidades e dotadas (*)
sua letra qoe se acba vencida a anno e meio, Z ,s (fifM, ditas para enfeilar restadas, m
o qual n(o ignora aonde : em quanto o nSo Z biqa de sed, ditos da blondo, usan- *|
lizer ka de aer lembrado. a> cas e franjM4a todas a foros, cortas r
y- Aluga-se um sobrado de 2 andares as a ue mantelletes sauitos ricos ed* u*ma d>
ras seguintes : ra Direita, ru do Mm- Z moda inteirameoiaitova, mantelletes ,0
ment, pateo do mesmo, ra do Queimado, m de todas as cores, a tamben muito
ra do crespb : quem tiver e qtrrzer alugar g modernos, na mesma casa oniinua-
dirlja-ae t ra da Praia n. 55. so a fazar vestidos de bailes o de noi- ^
Preclsa-sc de urna petaoa que seja perl- ^ vl8 vestuarios e toncas par* baptisa- ay
ta em plantacdea de aillo, para o laier em g: jos (0jos os enfeilos e adornos de i
uui ao lugar do Remedio : quoui esliver oestas g s(,unora coui muita brevidade iTper- #
r iicunuUnclas, dirija-so a alfandega desla el- !'!"'"
dade a aeu porteiro. W ''vi
Aluga-se um terreno no. J.ucs, silo na ajqpt~
Estrada iSiva ao ir do Racif* par. o G.x.oga, -Twdau-sa no d,a 5 cu"e"^'
do Udoesquerdo, proprio par. p.stagemde Mangu.nlio al o Recife, urnai pulcsiw da
gados, o ranchos de malulos, tendo o mesmo ouro.com podr.s de aga e .. quom i^ ti vort
terreno um* cazinha e rancho ; tratar na .chado levep* rui da Grux n. 9 que seta
- Preeisi-se saber qual a rosidencia do
Sr. Flix da Cunta Navarro l.ins, a negocio
de sen iuteresse,
CsbriefAffonsoRiRUr'ira embarca pira
o Rio do Janeiro o preto Pedro, crioul, es-
cravo do JoSo. Antonio Alves de Brito da-
quella certa* *
-- Desapparcccu na imite do da 5 4o cor-
rete, do lugar Venda Grande,' entre Igaa-
rsss e Cruz Do Rebracas, urna cscrava de
nome Antonia, fula, idade 30 annos, bem
fallante, e*cbm muitas misaras, a qual bobo
agurdenle, e tem sobre o hombro esquerdo
urna grande ferida quem a pegar i la
cpnduzi-la k rus do Crespo n. 4, toja de An-
tonio Francisco Pareir, qne str recom-
pensado.
No dia 24 de junho desapparcccu do sitio
n. 18, na passagem da Magdalena o escravo
Ignacio, crioulo, de Idade 10 annos, canilla-
rlo da porm, lem a mo* foveiras, he II-
Iho do lugar Tahaianns, cosluma dizer que
be ferro, e andar lervirfdo do pedreiro, e
trabalbanilo em sitio : recommenda-se aos.
capitSes decampo, ou qualquer pessoa que
ovirero o aprehendan) e levem fio mesmo
sitio, ou ao lado do Corpo Santo, loja n. 5
que ser recompensado.
-- Na ra do Cbuga, loja n. 11, tleseji-so
fallar aos Srs. abaixo declarados, por nflo
saber se a morada dos meamos JofloBaplis-
t-i Rodrigues da Silva Cabra I, Jos Jacintlio
da Silva,Silvestre Manoel da Silva,Florencio
da Costa Oliveira, JoSo de Nedeirosorgos,
Manoel Cavalcanli de Andrade, Eduardo Fir-
minoda Silva, Francisco Alves I'ereira da
Cunha, M. M. G. O. Duarte.
Ocommandante e olliciaes do hriguo
escuna blinda, ageadorem cordialmenle a
lodos os senhores, que se dignaram assistir
a IncommcndacSo o enternmento do sou
prezado camarada o 2. lenlo da armada
Carlos Antonio de Carvalho, o protestando-
Ules por semelhante motivo eterna grali-
dilo, nSo po lem doixar de o fazer com mui-
ta espocialidade aos Srs. Bernardo Jos da
Cmara e Rufino Jos Correia de Almeids,
que ao finado tizeram as veses do pai, sua-
visaudo-llio os padecimento.
BOWMAN & MC. CALI.UM, engenbci
ros machinistas e fundidores de ferro mu
respeitosamenle annunciam aos Senhores
s os se-. proprietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
:mdian.inej negociantes, fabricantes e ao res-
ilrilir.'lila__.,__'. ,.,.,: ,, ntialw.locimoiilii
rt Ra do aterro da Boa-vista n. 47. -.
% Fundado pelo'cirurgio Wo Vicente g
~ Martina, primeirosecrelario perpetuo g
0 do iostilulo homrxopathico do Brasil, g
em 18 de desambro de 1850, dirigido J
A pelo cirurglo Francisco Jos Rodn- W
a gues. Este oohsultDribesta abertoto- 0
dosodlstiWlsdas9 horas da ma- 0
n nbaalao meio dia, nelle os pobres Q
S recebetlooonsullas e remedios do 0
S sraca os que nao podorem compa- q
5 recer por caula de suas molestias ~
aeraofisila'dosem seus domicilios a
O toda qualquer hora do dia, parlici- ^
6 pando no consultorio, ou na osa w
0 amarella n. 88 defronte da matriz. V
0 lorcoira andar, na mesma. V
000O00OO0000 0O0O
Roga-se ao Sr. que icou en-
carregado pelo Sr. tene.ite Accio-
de pagar o resto dos alugueis da
casa aonde o mesmo morou, de o
mandar fazer, desculpando a ma-
neira do aviso por nao se saber da
sua morada.
.- Francisco Jos Goncajvcs, com rabrica
de chapeos na praca da Ipdcpnflclicla, por
haver outro de igual pomc, se aaslgnar. de
oje ein diante poraFrncien MM bonealve ae
Siqacira
Participa-ae aos devotoa de ambos
xoa que a domingo, 13 do oorrente, em v0w...-----, -----
le ba aeui InterrujcSo mlssa de J"'"8aaa, petavei publico, quo o seu esUbelecimento
no altar do Scnher Bom Jess dos NjJ'saj- J f ^ ,d machina de vapor con-
rf" e^0d'n.nf.rh.re? rtin.em etTectivo ejercicio, e so acha com-
-nCuem prccTs.r de um criado coslnhclro' pletamentd monladocom apparell.osda pri-
oara casa Inglesa, ou de pasto, dlrlja-se a meira qualidade parta perilla confoccSo
ra do sol n. 13, segundo andar, confronte aBS maiores pecas de machinismo.
o porta daa caneas. Habilitados para emprehender quaesquer
--O Srs. Manoel Perca tampello Jacomo, o]ira9 dg m art6( Bowmin & Me. Calium
Augusto J a si a r 1 o d e Fi g u c i re do, Venceslao dpsej m,s p8rticularmento chamar a
Machada^ Pe reir lrer, da ^'i,/',^" ,Uencao publica para a sseguintes, por
rccn.b.r cara 'a^C0. n^'o. nnu'ciem terco? della^ Brande sortimenlo j promnla,
[, suaV morada pa.a -.ere... procurado. as quaes construyas na sua fabrica pdem
Quem quicriarendar ou comprar o en- .competir com as fabricadas em paz es-
aenbo denominado Campo-Grande, lio lugar trangeiro, tanto em preco Como em que-
de Bebiribe, com todas os aeu utensilios, e jijado da materias primas e mSo d'obra,
tambem eom qualro bols, nove bestas coito asabor.
captivos dirija-se ao ln">n- '"'"rS. Machinas de vapor da molhor construcc3o.
o'Tn"moqbroTrop c.o do^to^ engento j Moendas de c.na par. engenhos de to-
tend o HlSo do mesmo, por nome Antonio dos os tamanhos, movidas a vapor por agoi
de Allemo Cisneiro, no dito engenho a quan- ou.nim.es.
ta de dous contos e tantos muris e nada Jlodas d'ago.,'moinbos de vento.o scrr.as.
Manejos indepeodentes pin cavallos.
Rodas dentidas.
AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
C.vilhOcs e parafusos do todos os t.ma-
ulfos. -
Taixas,paros,crvosc boceas do fomalha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animacs, c prensas para a dita.
Chapas do fogao e frnos do farinha.
Canos de ferro, torneiras de forro o de
bi'rin/.ir.
Bombas para cacimba e do repucho, mo-
vidas a mSo, por animacs ou vento.
Guindastes, guinchos e macaco.
Prensas.hydraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros o obras pu-
blicas.
Columnas, verandas, grades e porlos. "
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do m3o e arados de ferros,
livros que custariam rnnlos de rs.. a quom
fosse obrigado a comprar urna bibliolheca
inleir*. Na mosma casa char-se-ham os
estatutos, pelos quaes so dovem regeropro-
prirtario aos .sai gn antes, assim como as
ciniilicOes sob o quaes os livros pdem sa-
bir do gablneto por Um lempo marcado. Ca-
da assignante levara um excmplar dos esta-
tutos par. seu governo. Tambem aohar-
so-ha o cathalogo dos romances com os pro-
cos correspondentes, no qn.l'pbderam es-
colhcr os assijosnles aquelles qne mais !&ss
agradaron!.
No da aa do corrente, ur-
taram um bracelete de ouro liso,
todo de urna lirgnra, com o peso
de 8 a q oilavas : a pessoa a quem
fr olerccido. queira Icr a bonda-
de de o levar ao Atterro dos A lo-
gados numero 7, que ser recom-
pensado.
Flllidtcao il'Aunii'ii.
. C. Starr & Co.mpanbia, rospeitosamente
innundim 10 pblico, que o seu estibele-
cimonto pan manufactura do toda a espe-
cie de michinismo tendo desde o seu prin-
cipio em 1829 ido constantemente augmen-
tando, tem hoje chegado a um estado de
puifeicSo tai, que no hu inferior aos me-
Ihores queexistem em lodoo imperio, Un-
to pelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excelloncia do. malo-
naos e pericia dos seus empregados; o que
os habilita a ofTerecer-se com confianza pa-
ra a ponlual exccucSo do toda a especie de
machinas de vapor, de qualquer tamanho
ou descripcSo que sejam, fixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmanle caldei-
ras para vapor do todas as dimenscs, enge-
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, con todas as varie-
dades de moderna invencSo. Tachas de to-
dos os tamanhos, alambiquos de ferro de
todas as capacidades, instrumentos do agri-
cultura, rodas d'agoa e moinhos de vento
de todas as qualidades. Alvarengas e em-
barcaces de ferro de qualquer porte qu for-
ma que se desejem. Puntes de ferro de to-
dos as dimensdes, gradaras, verandas, por-
tiies columnas, sinos hydraulicos, boiasde
ferro, e n'uma palavra lodas as obras de
ferro o bronze, de quo o paiz possa precisar*
Gneis a energia do governo, existe ja umn
oxcellenle eslradi feiti em linlu roela da
ponle da Boa Vista para o esUbelccimcnto
um Santo Amaro, o que ofterce a maior
cmmodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
niaia; e tambem se vende u sitio junto, com
muilas fiuctas, lem teliia c madeira para una
nu, Jooo di ^llsmdo tiinsiro.
compras.
Paulo Gnignoiix, lenllsla
te frniicez, offerece sen prest-
nio no pnbllco pr <-? os
* lUlltol-es rtc sim proUs-.no: 9
(9 ptlcscr procnrndo n qiml- 9
9 qncr hora ein sua en*n, 9
9 1 un larga lo Rozarlo, n.
9 segiimlo andar.
~ Precisa-se de orna ama de meia idad*
para o servlco do casi do pouc familia I
quem pretender dirija-se ao Horro di Boit
vista o. 23 se dir quem precisa.
O abaixo asslgnad, commandantoque
foi do bsUIhSo oitavo da caadores al o
Compram-se blcos e rendas, estreitos, fei-
tos na trra,' porm at o dia 13 do corrente :
na ra Nova n. 03,
Compram-se os utnncilios nocessarios
para fater velas do carnauba : na ra do A-
ragSo n. 10.
Compra-so diariamente SO arrobas de
cipim, Unto no iuvorno, como no vero I a
quom I lio convier, annuncie.
Compraai-so 2 lencos de lavarinto, de
cambraia do linho : na ru do Trapichen
17, em casa de Jos Teixeira Bastos.
Compram-se escravos com ollicios de
ferreiro, carpinteiroe podreiro, assim como
molecotes o molecas do 14 a 0 auno, e mo-
cimpascom habilidades : na ra do Colle-
gio Ti- 25, primeiro andar
y Comprim-se escravos de ambos os se-
xos, para dentro e fra da provincia, tendo
bonitas figuras, paga-so bem : na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar, i quil-
quer hora do dia.
Compra-se urna negrinlia, ou molali-
iilni, de idade de 5 ou C annos, para brincar
com urna menina : na ra do Vigario n. 25
Vendas.
di. 25 de maiodo correut anno. em que foi "" rs
dissolvido o mesmo tgrt*3V* Alm da superioridade das suas obras, ja
queaspr.cas.queforao do referido ba a- a|menle rpeconhecida> BoWman & Me.
baoequepassaram pan os c^posdei^ g gar.ntem a m.is exacta conformi-
*^T^Aaoliiaa*i,J dade com os moldes e dezenhos remettidos
pass.r.mpara o qtiarto de art liara 11 pe, senhores que so dignarcm de fazero
o fard.mento, quo levanm, inclusivei capo- ,ncomnwnnlf, aproveitando a occasifle
tes, est todo vencido itc odia do dito ,graiJecclem 'aoseus numerososami-
rnno, e por isso com direilo a rardamento P freguezos a preferencia com que teem
noscorposaquopeilencemdodiaaido e- por eeg ,lonrados, e asseguram-lbes
fondo mez de maio em di.n'e, e que ala- V pouparo ea/orcoi e* diligencia
zeoda nacional hca.dever a cada ^ das H conlvinurem a merecer a sua conli-
ditas pracas, o fardamento grande segundo r
as pocas, em que pasearam a perlencer ao
. __i:__.. -..^..h .... nn* l.ram
maacionadooxtincto oitavo, ou. por terem
vindo de outros corpos com passagom, ou
por tercm nelle assentado praga, contar
do primeiro-de julho de 1846 at o da 20 da
malo de 1851 ; porque wtindo em arre- Tlaldacm,rei-part. E..apnmeira com- 9
cadaao os pannos e mais perlences, edi- S prelaende. o disesarao prclUnlnar, a in-2
uheiioem caixa para felio,. e outras dos-
Mita, ludo no valor, pouco mais ou meos
de 15:6908000 rs. foro is fazendas rccolbi-
1:1 oiiu-niii- ilc liomopatlllu. e>
Por todo o mcz de julho, sahir Ini ;i *
I.' parle d'esla obra compoata pelo pro- *
fessorhomeopatba Gosset Bimont; di-
(rortuo ao, o exaiue do docnle.a escolba
do remedio, o erhprego dos remedios, -
o rgimen e os cons'elhos clnicos, com *
das ao arseosl de guerra, e o dinheiroa 9 aeipllcaclo dos nomes regos e anato-
pacadoria mMilar, o que importando a divi- micos empregados ero medicina, e a 9
da no mesmo sentido, ns quanlia do 4:838a Indicavao dos medicamcnlos propiia- T
solviasao; lica anda a favor da bmdini- 9 se dedicamn a espeiimcntar a no- S
CiOBll 10:8511000 rs. alem de. 590/J41 rs. 19 v'^mcdiclna, como para fbdas as pes-
que tambem lurao entregue a dita pagado- W soa, de boa vontade que se quizerem -
na provenieole de sobxas do rancho do dito 9 convencer por experiencias da verdade w
batalhe. Outro sioi qafl o conselho do ad- ^ d'esta doutrina, flor ser ella muito clara 9
minislracilo ajuslou ascoolasdo fardamen- 9 eainlelligcnciadc todos. *,
lo grande as ullimas 54. pracas. 9ue forOo ,.**>>'*,*#***
escusas du servico om 22 de maio ueste an-i GABINETE DE LE1TUKA.
uo, (o que tem feito com outras em identi- | Acaba da chegar a casa do livro azul, pa-
cas circutnslancisj o partencendo a Cada too do Collegio n. 2, um completo sorti-
nmadesias, a quantia de 22,960 rs. forSo ment dos melboros romances, o do auto-
lodas pagas pelos seus respectivos comman-i ros de grande nomeada, como A. Dumas,
dantes.dooompanhia.execplo oilo por so o Sue e outros de n3o renos valia, tradu-
do
ru do TIgirio n. 7, primeiro andir.
recompensado.
acliarem destacadas na ilba de Fernaodo;
cujss qusnlUs furam entregues aos Srs.
commandautea do dcimo, e do contingen-
to do nono de infantaria, o bem assim as
pecas do fardamento a que tiob.lo direilo,
pra lhes entregar : igualmedte recebenm
os.maacionidos Srs.. commindantes o far-
damento de todas as mais pracas, que tam-
bom ae achilo destacadas ua referida illia.
Lui ion Ferreira, tenente-coronel.
Antonio Cancio de Lomos, antes de ir
para Uahia, queira entregar ao Sr. Luiz An-
tonio Barbza do Brito, roupa que levou
para entregar no 4tio de Janeiro ao eapitao
Joaquim Sosres taiarlm, aenlo qoizer ser
chamado a palacio pan este lim.
- Luix Fernandca do Monte, retira-sc para
fra do imperio.
Jos Valenlimda Silva, bom conhecido
por entinar lalim ba mai de 15 auno, lem-
n a quem convier, que elle, auloriaado
pelo presidente da provincia, (o Kxm. Sr.
Souza Hamos; por despacho de 14 de junho,
eootinia ter aborta a eacola degrammali-
ca talina, na ra da Alegra (na Boa-visU)
a. 28, OBde receba alumnos externos, pan-
sionistas, e matos poosionisla, dando a
estes iplimo'rlracUmeuU. Tambem ensi-
oa em boras reservadas aos que nao pode-
rom frequaoUr as boras da aula. Lembra
mais, que ella conserva bom rgimen em
su* aula, o que j foi visto palo inspector
do circulo liueraria. o Sr. Dr. Luurei.ro,
n los nu-lingoapoKugucza, em bellissimas
edicOes para quem gosta de lor e de apre-
ciar a forma e a matoria. E porm como
neni todas a* pessoas oslan habilitadas pa-
ra ter urna bibliotheca romntica, e outras
apenas se contenlam com lr, sem neces-
sidade de empregar um capiUl em livros,
que so servem ptra recreio, assentoa o pro-
prieUrio que seria mais conveniente formar
um gabinete de leitur* de todos estes ro-
mancea, e expo-los assim o servico do pu-
plico, sendo o pre?o da cada assignatura
monsal de 5,000 rs., pagos adiantados. To-
dava, para facilitar a leitorais pessoas de
ambos os sexos, he permiltido levar cada
assigoante para sua casa o romance que
preferir, deixando como garanta o valor da
obra que levar, e devondo-a trazernofim
do mz da assignatura no mesmo estado em
que a levou; e na caso de a nSo trazer, ll-
oara o assiguanle com a obra como com-
prada pelo prc;o do penhor ou garanta,
salvo renovando a assignatura. A assigna-
tura por 3 mezes ser de 12,000 rs. ; por 6
mezes 18,000 rs.; e por um anno 34,000 rs.,
por osla mdica quanlia pode Icr quem qui-
zer lodos os romances publicados at hoje,
senSo tiver outn cousa, que fazer, ou qui-
zer perder o sed lampo innocentemente sem ;
risco do pona ou de dor, por andar mal en- .
caminhado -- nlo ba direrlimeoto mais in- ;
nocente qua a leitura, era mais barato,'
quando su actiam por 24,000 rs., por anno, I
Chapeo de xol.
Vendem-se capeos de sol de panno com as-
teaa de hlela pelo preco de i m rs., ditos de
junco a 1/280. Na mesma casa tem um sorti-
menlo dos mesmos objectos, tanto pira ho-
rnero e senhoras, como para meninos e meni-
nas de escola: na ra do Passeio n. 5.
= Veude-sc urna doutrina das accOea, por
preco commodo: no atierro da Boa-Vista n. 2.
loja de funileiros que fas esquina para a ra
da Aurora.
O reductor c a cantora.
O seductor e a cantora ou o adulterio, come-
dia ero cinco actos por Joaquim Flglio Caodia-
ni acaba de chegar do Rio de Janeiro e se ven -
de a 1/ rs. cada um : no pateo do Collegio, ca-
sa do livro azul.
l'ma vasca boa de leile.
Vende-se urna vacca, muito mansa, com
bezerro, a qual d bstanle leile; trata-se
na ra larga do Itozario n. 48, primeiro
andar.
Vende so 1 molata, com ilgumas ha-
bilidades, e I molatinho do 2 annos, lilho da
mesma molata, aos compradores so dir o
motivo da venda : na ra das Cruzcs n. 14,
casa trros pintada de novo.
Ba do Queimado n. 34, defronte do
becco da Congregarlo, vcnJo-se um muito
lindo e variado sortimenlo do cortes do co-
lotes d virdadeira alparca do linho e seda,
com lindas o variadas cores, pelo diminuto
preco de 1,000 2,000 rs. ; bonitas chitas
escuras, largas, proprias para casa, pelo ba-
ratissimo preco de 240 rs., o covaoq, e ou-
tras muitas fazendas, por procos muito com
modos, na loja de Jos Francisco Ltvra.
Vende-se um escravo peca : no Forte
do Mato, prensa de Jos Cactano do Me-
deiros.
Ver.ue-ss urna moleca de 12 annos, de
linda figura, com algumas labilidades, pro-
pria para se acabar do educar : na ra do
Fogo n. 23, so dir quem vendo.
Vendem-se meias de linho, muito finas
o ps grandes: na ra estreita do Itozario,
P ulano que foi de Francisco Alves da Cu-
nha, e na ra da Cadeii do Recife, loja de
fazendas do Narciso Maris Ciruelo, por pre-
co commodo.
A 4,000 rs.
Vendem-se casemiras de cores, do excel-
lentes gostos, pelo baralissimo proco de
4,000 rs., o corte : uo aterro da Boa Vista,
loja n. 18.
--. Vendem-se esleirs, muito grandes e
dobrad.s,' ebegadas ltimamente do Araca-
ty : ira ru. di Gadeia de S. Antonio n. 25,
segundo andar.
Ni loja da ra Nova n. 23, de Antonio
Gomes Villar, achi-se a disposicSo do mui-
to respeitivel publico, um gnndo e variado
sorlimento de fazendas ngiezas e france-
sas, como sejam casemiras superiores de
todas as qualidades, sedas ditas, pannos fi-
nos oambraiaa diUs dos mais modernos
gostos, nacido*>-a caitas de todas as quali-
ilades, algo Jos c pauos de linho, chapeos,
de palha para seahoras, ditos de seda paral
hornero, luras de sedae uiei* ditas, loques
muito ricos, veos, setio e veludos da pri-
meira qualidade, princezas 'finas, grvalas
de seJ e do ultimo gosto, oorls de veslido
de cimbraia lina e de folhos, o nimias ou-
tras fazendas, proprias para oseriao.
Aos Srs. meilres e ojfieiau de alfaiate.
Vonden-s sargelim da lodas as ora, -
damascado' de duas larguras, peto barato
preco me 300 rs., o covado : na roa do Cres-
po a. 14, loja de JoaVFraacteco Das.
(aera de carnauba.
O mais superior que ba ueste gnero, ven-
de-se em porcao e a retalho : na ra da Gadeia
do Recito, loja n. 50 de Gunba K Amorlrn,
Ven Je-tje um sobrado de um
andar, na ra de Hortas n. lo.< ,
onde morou o profeMor Manoel
Antonio Montcir de Andrade :
trata-siicdm Miguel Ipa" de Al-
meida l'ernamliuco, no obrado
da ra de S. Thereza.
9999V999999999999*
9 O armazeto defronte a* igreja dos 9
9 Martyrios, onde seaonuociou vender (>
tijollos de ladrilbo a 8,600 o canto, 9
telhas a 3,200, reforma o preco dos #
9 mesmos, passindoa vender e*U por 9
* 3,000 rs., e aquellos por 1,500: os #
9 pretenden! podero examtflir a 9
Sqnali lado dostes miteriies ne dilO p
irmazem. 9
999999ft99V99Sftf9J99*$
\a rnn do crespo, laja ina-
k lia u. I.
Vende-so riscado multo fino, da puro li-
nho, com 30 pollegidi de Urgura, 300 rs.
o covado. k
A i*tioov., o, eovto.
Vendem-se cortes de iiU franotxa,. de
lindos o modernos padrdes, a I,non rs.; cha-
les fingiodo seda de quadros, escocesas, de
I4|4, i 1,000 rs. : ni ra do Crespo,, toja a-
marella n. 4. -,',
Lotera do nlo de .lamlr. i
aos 20:000,000 ML.aS. i i'.-1 '.'
Na ra larga i|n Rumio, loja de naiud-
zas n. 41, junio a botica, vondum-se os fo-
lizes bilhetes, meios, quarto, oitavosavi-
gosimoa, da decima prioeira lotera do San
liasimo Sicranicnlo, pelos preco baln
mencionados, cuja lista ebega no primeiro
vappr. ,.,
I'recos, lugos os pi-rniio-, setu
descont.
Bilhetes 22,000
Moios 11,000
Quartos 5.600
Oilavos -i.soo
Vigsimos 1,300
CHAPEOS DF, SOL.
Na ra do Queimado loja n. I chapeos do
sol de pauinlio irinicao do balela 1,500 rs.
Limbcmae vcadem cliitas.trancetas 280 ra. o
covado.
Canhcsptra botas. .
Vcndero-ae becerros brancos e amarellos pa-
ra canhes de botas de fiados, ebegadas lti-
mamente de Franca, por praco snuiio commo-
do: na fabrica descllioa, na ra nova o. 5.
= Vcndc-ae urna negra a qual aabe besa en-
gominar, ccniiob* aollrivel, tem principio dr.
costura e be bonita de Agura: na raa da La-
rangeiras n. 5.
Sao baratissimos.
Vendem-se sapatSes de carneira muito pro-
prfos para o enverno, por nao gujarem as cal-
cas como acontece com os de grax, pelo bara-
to preco de l/iio rs.; na ra da ldela do gc-
clfe n. 9, lola.
h \ il I u- de si carina.
Vcndcm-se estas velha da melhor qualidade
possivel a ib*? rs, eada caixioha de 25 libras,
trata-se com A.C. de Abreu, na ra da Cadcia
doRccifeii.il. '
Novellas recem-cbagadas.
2 Volumen, enciuleniudas a aou
rcis por volnnic.
"Tlnldio amoroso, O dote de Suianinha, vida
de 1,'trli iili'i, arrnturas e astuoia de Lauri-
nbo de Tomines, Cbristina de Stainvllle, Ade-
lina c,Mauricio, a marquesa de Ganges, Mo-
lina Cercan, Mcrllnde ou a duqueta de Ar-
nau, Rarbariskl, Guarni de Alfarach, Huma
Pomplllio na livraria do pateo do Collegio,
n. 8, de Joao da Costa Dourado.
_ Novellas recem-chegadas.
O voluinc encnilr.rnado a Sooreis.
Cyprino, 1 volume; Constancia, I v.; a
cabana da India, 1 v.; o Renegado, 9 vs. : D.
Uaymundo de Agular, I v.; as ventaras de
Hobson, 6 vs.. o Pa-pai, 1 v.; Anabrc Vc-
nuriano, I v. D. Joao da I .ilprrr.i. I. v. ,
Gustavo ou boa peca, 3 v.; Leonel ou o cerco
de Ilusin, 1 vs. : vida de Ifelolse, I v.; via-
gem de Antenor, 4 vs.; Kstcviubo Goncalvr*
i v. : na livraria do paleo do Collegio, n. ,
de Joao da (.nata Dourado.
Lindas caixas de aminioas.
Vandcmrso lindas caixas com aaieodoas,
pastilhas e confeilos, viudas ullimamenlo
de l'ariz : na ra do (jueimado n. 16.
ClntpeoM de ca.-lor- Aiiiazonii- --
|>:t r:i mejitno o nte n i n.
A 5,000 rs., chapeos brancos, pardos, pro-
tos, com ricas guarnices do lita a Irano.i,
ludo de puras sedas : aarui do Crespo, lo-
ja amarella n. 4.
l'or alia iic-ta-. eseovn-s se eatru-
tiim uiuiton pentes.
I .se vas para limpar pentes, a 1*0 rs., ca-
da uina; penas do ac flnissimas, a 640,800,
960,1,120 e 1,280 rs a grosa; franja para
manteletos, preta o larga, a 640rs., a vara ;
dita preta para capotinhos, iWb.':' luvas
pretas de Irocal, a 900 rs., o par; flal*imas
gargantilhas, pretas o linas, moda d Pariz,
a 1,280 rs., cada urna ; agulha 'canlofas, a
rap Paulo Cordero : ni ra larga do Bu-
zar m, loja de miudozas ao p do lampeo
n. 44.
Vendan.
Vende-se vinho Chai la Hozo, Cognac, ont
caixas do umi duzia do garrafas, cobre om
folhas, zinco em ditas, serveja de Bavieria,
ludo barato! no arinizem da C. I. Aslley
Companbia, na ra do Trapiche n. 3.
#99999a*9e>ea>99999
9 Na loja du sobrado amarello, nos ?
t Qualro Cantos da ra do Qaeimado n. ?
29, vendem-se, um completo sort- 9
9 melo do manteletes pretos e da eo- 9
? res, com enfeiles, muito modernos a 9
4 de muito gosto e porpreco commodo. 9
Lotera do ni de Janeiro.
Aos \ i ii le cu ii i o- de ic I-.
Na praca da Independencia, loja de niu-
dozas n. 3, que volti para a ruado Queima-
do e Crespo, vendem-se bilhetes, meio ,
quartos, oitivos e vigosiinos di lotera 9.' a
iodemnisacSo do thesouro publico, 0 na
mema loja mostram-se as listas das quo j
correram.
Sahio luz a traduccio de om dos
mais bellos opsculos de Limenees, quo
bem se pode chamar oVede meca do ro-
vointituladoK escravidlo modernao
nobre lim do autor he fazer ver aos povos, q'
o nico meio de conquisUroni a seu direilo
est em cumprir religiosamente os sana ate-
veres. Vende-se em S. Antonio no paleo do
Collegio ni toja do livro azul, ana Boa-vista
na botica do Sr. Gamoiro. Praco SWra,
Pura acabar, rlinpeon, a 5,5oo rs.
Vendcm-se linissimos chapaos de castor
pretos, sem pelo, de elegante forma, n da
mais superior qualidade, que tea) viudo ao
mercada > n. pesca da Independencia ns. 21,
26, 28 e 30.
Chapeos) de Italia, a Sgoemn.
Vondem-sa Baos chapeos 'de llali, sin-
glos e dobrados, de copa baila e j promp-
tos, pelo baralissimo prego de 3,000 rs. na
praca da Independencia na. 24,26,2a30.
A $ Vendem-se chapeoda ultimo a mais mo-
derno gosto de Pariz, para homens, a 7,aeo
rs. : ni praca da Independencia ns. 9, OS,
28e30. -
Pec/unha pafaeiMepaliirti.
Ven Jo-so cuuro de' lajiru fnacax, polo
barato prego de 2,000 rs., a paila: a* ra
larga do Rozario a. 26, loja u tatadaias do
JoSo Fnuuisoo iaia.
Vendo-se a aroiaeio da orna lo* de ea-
paleiro, envidraosda, acalad* lie novo na
ra liiroila n. 56, em razio do propriatariu
querer-ie retirar ptra o mato ; trata-So na
mesma.
MUTILADO
s-



m
'(ni de carnauba.
No armasen de Domingos Rodrifiues de
Andrado <* Compagina, di rua dosTanoei-
ros n. 5, vende-se superior cera do carnau-
ba, ltimamente indas do Aracaly, coi
poreSo a retalho, por menos prego que
em nutra qualq'ier parte, asiim como sola e
muros miudos.
Vende-se ou arrenda-se, um rasa de
pedra e cal, sita no Monteiro, coni terreno
para plantar e cun arvoredos de fructo, por
preco rommodo : trata-se na ra das Trin-
cheirasn. 48, primoiro andar.
Vende-se um cscrava de idade e de
nacfln, lioa lavaduira e cozinheira : na ra
Imperial n 7.
Deposito de cal e poiassa.
No armazem da rea da Cadeia do Recife n.
12, ha mullo superior cal de Lisboa em pedra,
asiim como votatia chegada ltimamente a
preco multo rasoavcn.
- :*
# AI Rocino pura sueco:*. SJJ>
SJj Vende-se muito bom algodSo para *>
> saceos de assuesr, por preco commo- ?>
ISj do : em easa de ticardo Koylo, na ?
,4 ra da Cadeia n. 37. #
**: Ni:fMB#
Lotera a beneflelo te N. S. do.Ll-
vraineiito.
Aos 5:000,1100 r.rs.
Na loja de miudezas da Praca da Indepen-
dencia n. 4, vondem-se billietes inteiros, a
lO.'ooo rs. ; muios, s 5,000 rs. ; quarlos, a
2,600 rs.; decimos, i 1,100 rs., c vigsimos,
a ROO rs., corre no dia 12deJulho.
-- Vendo-so a raveroa n. 8, da rus do
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum na. (>, s e 10,
luiulicao da ierro.
Arados de ferro.
Vcndem-se arados de diversos
modelos, assim como americano
com cambio de sicupira e bracos
de ferro i na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
*****+*************>(-
S Vende-se na travesea la Ma-t
tlre-ile-DeoM n. 5, cha preto 4
4 lie -lilil ior i|iiiliiliiln.c la ni- 4>
4 !> ni d infamado poli tu Im ;i i i in.fr
m E>ta qualidade de cha est sendo ge- IV
A raliuculc preferida ao cha verde, ou pe- Ai
A le :r.cnas:szcndo-se uto delUa M.iuiti- &
? ... i-.-___-i.....*___=.. ...- ^ W>
dos ; e isto em virtudc nao smente do
~ sen agradavel aroma e sabor, com por-
I que he boje inconteslavrlmentc reco-
>j nhecido, que o cha preto nao ataca o
sistema nervoso, aomesmo tempo, que
19 pussue todas as qualidadcs benficas do
4 cha verde,
vincia como para fra tlclla, para
o que se orterece muitas garantas
a setts donos ; na ra da Cadeia do
Hecifen. 5 I, primeiro andar.
l.cteria afavor da igrej~n.de >. s.
do i,n ramento.
No atierro da Boa-Vista loja de calcado n. 58,
vende-ic os mullos afortunados bilhetes, melos
c cautellas, da lotera a favor da agreja de N.
8. do l.ivramento cujas rodas correm no dia 12
dcjulhodo crreme anno Infalivclmente c
na mesma caa venderfio.se da lotera da
Matriz d Boa-Visl a os seguintcs premios viges*
simos n. 4480-5;000f rs. bilhetes inteitos n.
Ranal, muito afreguezada psra trra o pa- ;,1794~'d;n0O,ru^>",;!?^7'2U'01r^^ BSI2!W'
r. m.in minioTvanlaios. nn s.'i rol Ihetes de n. 2860-1 000/ rs, n. (>50200,01)0 rs.
mZnfUSZjl 22?'-?2j?!! 2828-tOO.OOO rs. e mullos n. com ospremios
elegancia da armaco, como por esls per-
tencer a casa e ser commodo o aluguel: tra-
U-se no enesmoestabelecimento.
de 50,000 rs. 20,000 rs 10,000 rs.
llhetcs 11,000
Netos 5,500
Quarlos 2,000
(Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigessiinos 1)00
GBAXA ECONMICA EM MASSA.
De Insigne fabricante americano, James Ma*
son. A sua composicao he feita de proposito
para lustrar com agua c conservar o lustro,
tanto de invern como de vero; a grande
vaotacein que ha nesta grasa he a couservacao
ilo calcado, c lustrarem-sc os sapatos ou bo-
lina anda inrsmo molhados, c urna pequea
latta aturar mata deque tres boides ecuslar
menos do que um. Vendc-sc em barricas,
nu porcao de duiias, no armazem de Vicente
Vcrrcira da Costa, na ra da Madre-dc-Dcos.
Antigo deposito de ca
vrgem.
Pa ra do Trapiclie, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Deposito da fabrica de Todos os
Santo na ISaliin.
Vcndo-so, em casa de N. O. Biabar C. ,
us ra da Cruz n. 4, algodSo transado ila-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assuesr c roupa de escravos, por pro^o com-
modo.
V?AWf f VVW
Arados americanos.
^ Vendcm-se arados americanos ver- <1
v dadeiros, cliegsdos dos Estados- 43
;> unidos : na rua do Trapiche n. 8. <
I AAAAA<& e'tA'iAA'AMi
Vrnde-se superior rognsc veilio, em
liarris de 12 a 24 esnadas : na rua da Cruz
11. 55, casa de J. Kellcr & Companhia.
Vendc-sc gesso em barricas, vindo rio
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da bairica 5o arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kcl-
ler i Companhia.
I 11 'cihIii- pora inrtuili' do sen va-
lor, na rua lo Crespn.6.
Cortos di1 (lula linas, com 12covados, a
1,920 rs-; dito do cassa chit, a 2,100 c 2,800
rs.; chapeos de maca prelos, a 800 o 1,000
rs.; corles de lirim listrado de linho puro.
a 2,000 rs.; ipar ka ilc nuil jo proprios para
casacas o sohrecasacss, a 800 rs., ocovado
c militas oulras fazendas baratas: na loja
cima referida.
CKA EM VELAS.
Vcndcm-sc caixas com cera cm
velas da mais superior ijue ha no
mercado, fabricado em Lisboa c
no Ido de Janeito, sorlimentos ao
{oslo do comprador c por preco
ni us barato do que em otitra qual-
titifr paite : trata-se na rua do
Vigario n. 19, segundo andar, com
Machado & Finlieiro.
VenJcm-sc as seguintes se-
mentes:
de abos, ditas de ditas ingieras, ditas de r-
banos encarnadas, dflas brancas, ditas de ec-
hlas de Selubal, ditas de alfacc ..:.1111,11,
ditas re pollmdas, ditas de cvc trinchada, di-
tas dr sntioiira amarrllas, ditas de chicoria, di-
tas de coentro de loceira, ditas do salsa, ditas
de tomates grandes, ditas de rcpolho, ditas de
rsplnalrc, ditas de pipinella, ditas de aipo,
leijao, carrapato de tres qualidadcs, crvilhas
tortas c direitas, rabanctes encarnados c bran-
cos: na rua da Cruz n. 10, dclronto do l)r.
Cosme. Piamesma casa vcndcm-sc queijos in-
glezes muito frescact.
< uiiiinoiu- dcscila, 1 0,000 rs.,
o corte.
Na loja do CuimarSes & llcnriques, rua do
Crespo n. 5, que volta psra u Collegio, ven-
deni-sc licus corles de enmbraias de seda,
pelo barato preco de 0,000 rs o coi te, esta
fa2enda he do gustos inteiramentc nuvos.
Arados de ferro.
Na fiindicJo da Aurora, cm S. Amaro,
?endem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
MoeiulaN superiores.
Na fun:cSo de C. Starr 1 Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moundss
de canfla, todas de ferro, do um modelo e
cooslrucco muito superior
lazenda mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodao escuro para quem
tcni Irlo 720 rs. cada um, cortes de brim
branco trancado de llnho pura a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,000 rs. o corte, riscados de li-
nbo a 220 e 320 rs. o covado, rlscado de algo-
do trancado multo encorpado proprio para
escravo a 180 e aOO rs. o covado, picote a 180
rs. o corado, zuarle aiul de 5 palmos de lar-
gara a 140 rs. o covado, dito de cor a 200 rs. o
cavado, viseado fraocez muito linos a 210 rs. o
1 ovado, chita para cobertas de cores fitas a 200
rs. o covado, ditas nars vestidos a 100 c I80rs.,
casia chita cores fisat a 440 rs. a vara, casto-
res prbfrrlo para palitos a 280 rs. o covado,
pecas de Masa de quadros para babados e cor-
iinadosde cama com 8 varas e mcia a 7,400
rs.. chapeas de massa para eicravoi a 48(1 rs.
cada naa : aa rita do Crespo n. 8.
Bombas de ierro.
Potasas la Itussia.
Vendc-se potassa da Russia, recentomon-
to chegsda, ede muito superior qualidade ,
na rua do Trspichc n. 17.
Vendcm-se relogios de ou-
10 i' jirala, patente inglcz : na rua
da Scnzalla Nova n. Ja.
Tecido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. .'>>,
vendem-so por siseado duas qualidadcs
propriss para saceos de sssucar e e roups
cscravos.
Tnixus para engcnlio.
Na fundieflo de ferro da rua do llrom,
acaba-so de recebar um completo sorllmcn-
to de laixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quass aeltam-se a venda por pirro com-
modo, c com promptidSo cnibarcam-se, ou
carregam-se em carros sem dospozas ao
comprador.
Moinltos de vento
eom bombas de repucho para regar hurtas
d bsixss de capim : vendom-sc na fumn;.lu
de Dowman 1 Me. Callum, na rua do Urum
ns. 6, se 10.
Vcndcm-so amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
AGENCIA
da ftindigao Low-Moor.
RUA HA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o ninas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
~ Km casa le .1. Keller Jt C0111-
panliia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o pxcelleolo e superior rhilio (le Uu-
CelUu, em bsrris de 5.', he muito recom-
mendavcl as casas estraogeiras, como cx-
cellcriln vinlio para pasto.
No armazem da rua da Moeda n. 7, con
tinua-sc a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Graudc do sul, c opreco
em conta.
Continua-se a vender agoa defazerao
cabellos e sulssas pretal : na rua do Quciindo."
leja de ferragens n. 31.
Agencia de Edwin 31aw.
Na rua de Apollo n. 0, armazem de Me. Cal-
niiini Companhia, acha-se constantemente
bons sorlimentos de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fuudas, moendas iu-
eiras (odas de ferro para animaes, agoa, ele ,
ditas para armar rm madeira de todos os ta-
maitos c modcllos o mais moderno, machina
horizontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhad
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
unto pin barras como cm arcos folhas, c ludo
por barato preco.
~ Vende-se]m grande sitio no lugar do
.Manguind, que lica defrontc dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grando cacimba, com
bomba c tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fruclo: na rua da Con-
cordia,primeiro sobrado novo do um andar,
tina radical.
De erysipcla e ilieumalismo, com encha-
cao, ou sem ella, seja antigo, ou moderno,
preservativo contra roturas o quebraduras,
e modo de fazer scu uso, cura rsdical dos
tcsticolos, sem sofror operac.3o, nem dor
alguna, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erysipelas, ou bydroccles (a-
goas), os romedios para lodss estas moles-
tias : vende-se somonte no Rio de Janeiro,
na rua do Sabfio 11. 27, e em l'crnambuco,
11a rua do Collegio n. 18, botica do l'eixoto
> I'.ii'.o, scompanha os ditos remedios a ma-
ncira de fazer scu uso e dietas que devem
ter as pessoas que dclles lizerum uso.
Vende-sc
Arroz de casca,
l'arello novo,
Cb preto,
Chumbo de muni^So,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rus do
Amonio n. 35.
-- Vende-se farelo do muito boa qualida-
de, em saccas de 3 arrobas, vlndo ltima-
mente de Lisboa, na bares Lijtira : na rua
do Trapiche n. 17.
~ No deposito de espiritos, na
travessa da Madre de Dos n. 5,
acham-sc a venda nova porcao de
garra5es de verdadeira agurden-
te de cana : quem se quizer pro-
ver desta boa pinga, laca-o quan-
to antes, que a safra se esl lin-
dando.
Vende-se cobre metal ama-
relloe pregos para forro de navios; vende-se
por preco commudo, cm casa de A. V da Silva
barroca, rua da Cadeia do Itrcilc n. 44.
Casa de commisflh) de escraves.
para curar da plilysica em todos os seus
dilTcrentes graos, ou motivada por consti-
pacos, tosse, asthms, pleuriz, escirros de
sangue, drde costas e poitos', palpitacSo
nocoracSo, coquelucho bronchites or
de gargantee todas as molestias dos or-
glos pulmonares.
De todas as molestias que porheran;a fi-
es m ao corpo humano, nenhuma ha que
mais destruitivs tenba sido, ou que tenha
zumbado dos esforr/os dos homons mais
eminentes em medicina, do que aquella
quo he geralmente condecida por moles-
lia no bofe. Km varias pocas do se-
cuto psssado, lendo-sc oITcrccido ao publi-
co difTerentes remedios com atlcslados das
extraordinarias curas quo elle tem fcito ;
po iv in quasi que em todos os casos a iluso
tem sido apenas passageira e o doente
torna a recaiir em peor oslado do que'se
acliava antes do applicar o remedio 18o rc-
commendado oulro tanto n!io aconteco
com es le extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomrados pelos
Snrs. R. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudiram o de-
posito desle xarope para a botica do Snr.
Jos Mara G. Ramos, na rua dos Quarleis,
n. 12, junio ao quartel do polica, onde
sompre achsrDo o nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, e a 3,000 rs. meias gsr
rafas.
^fe Chape'osdesol. ^t
^K Rua do Passeio, o. 5. WK
Nesla fabrica ha-presentemente um re"
sortimenlo destes objectos de todas as c0~
rese qualidades, tanto de seda como de
panninho, por probos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
sjo feitos pela ultima moda ; soda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na' mesma
casa se acha igual sortimenlo de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
maeos servidas : todas estas fazondBvno s-
dem-se em porcJo e a retalho : lambem se
concerta qualquor chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igrejas: ludo por preso com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serum
os mais fortes que se podem fabricar.
Vende-sc manteiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dita franceza a 560 rs., a libra;
cafe cm gro, a 160 rs., a libra; cha, a l;920
rs., a libra ; dito, a 2,100 rs.; sevada, a 100
rs., a libra; farinha do Maranhilo, a 100 rs.
libra; velas de carnauba de 6 e 9 em libra,
a300rs.; toucinho, a 240 rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.; bolachmha ingloza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a 610 rs., a garrsfa ; dito em ca-
adas, a 2,560 rs., o outros mais gneros:
na rua da l'raia defrontc da ribeiado pei-
xo n. 1.
Corle le caHImira le cor e preta.
S3r* Cortes de casimira preta, muito li-
nos, a 5,000 rs., o corle ; ditos decoro* de
muilo bom gosto, a 6,400 rs. ; cortes de
cambraias de listras de cores, muitoTinas,
a 3,600 rs.; ditas com salpicos lambem de
cores, a 3,000 rs. ; carapuca do algodilo de
cores, a 2(0 rs., cada una e oulras muitas
fazendas de bom gosto, por diminuto pre-
co : na rua do Crespo n. 6.
Pannos Unos de todas as pin
lldados.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
voll-i para a Cadeia, vendcm-se panno lino
prclo, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,00O, 4,000 rs., c muito su-
perior, n 5,100 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo mullo claro, a 4,000 rs ; dito cor do
rape, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra pro!a, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; dilos de
Cor, a 6,(00 rs., o outras fazendas o mais
barato possivel.
iVova pi-cliinclia.
Corletde casia chita, a 2,000 rs.; dilu tic chi-
ta i'nleiros com 12 cavados, a 1,600, 1,800 e
2,000 rs.
Na loja da esquina da rua do Ciespo, que
volta para a Cadeia, vendem-se corles do
cassas chila.a 2,000 rs.; dilos do chit*, a
1,600, 1,800 c 2,000 rs. ; ditos do cambraia
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; corles de colote
de fusto do ultimo gosto, a 1,600 rs., e ou-
tras muitas fazendas por preco commodo.
Muilo barato. a
Na rua do Qucimado n. 17, loja ao p da
botica, vendem-se corles do casimira do co-
res escuras, propr ias para a prosento csta-
co, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs. ; ditos de ca-
simira preta, n 7,000 rs. e muito fina, a
9,000 rs.; brins transados de linho, deco-
res, a 800 rs., avara, assim como outras
fazendas por diminuto preco.
Pecas lo ulgodaoy.inlio com po-
liieno loipic le avuria a I "00
1G0O, ttfoo, cobertores de tpete
pura cscravos a 7 20.
Na rua do Crespo loja datjsquina que vol-
ta para a cadeia, vende-so prcas de algodSo-
zinho a 1200,1600, 1800, cobertores do t-
pele escuro para escravos a 720, pecas do
madapolSo para forro a 2,200, o oulras mui-
tas fazendas j muito acreditadas na mesma
loja.
Me tu" barato que faz admirar :
Na rua doQueimado loja n. 17 vendem-se
pefas de riscadinho escuro com 38 covados
com pequeo toque de mofo, muito pro-
prios para veslidns de uscravas a 4,500 rs. a
poca, chales de gurguro on cadarzo a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de cambraia
do barra u 4,000 rs., cambraias francezas do
padres muilo delicados a 640 rs. a vara, e
oulras muitas fazendas por barato preco.
ii.io-su as amostras com pinhores.
Vende-se superior farinha de
mandioca de S. Catharina, em .sue-
no armazem de Antonio An-
a menor pre$o. do qj/e em outra
qualquer parle : trata-se a bordo
do brigue Novo Lobo, defronte do
caea do liamos, ou com Olivcita
I'aiva & Companhia, na rua do
Trapiche n. 5, eseriptorio.
ffVfffffVffffffffff
] Depotito de tecidos da fabri- J
ca de Todos os Santos,
* na Babia.
a> \>nde-*e om casa do Domingos Al- 4
^> ves Matheus, na rua da Cruz do Re- 4
a> cife n. 52, primeiro andar, algodlo *
^ transado daquclla fabrica, muito pro- V
>* prio para saceos e roupa de eacra- ^
;-' vos, assim como lio proprio para re- ^m
| des de pescar e pavio* para veilas, y por preco muito commodo. 4
A 4|f5oo rs., a peca.
Na loja n. 5, da esquina que volta para a
rua do Collegio, vcudem-so riscadinhos de
cores lixas, pelo barato preco de 4,500 rs., a
pees, assim como casimiras do algo :5o, a
1,800 rs., o corle.
liomanees niodernlssimos.
, Por A exandre Oumas.
As memorias de um Medico 15 lo-
mos 1850 20,000
Bastardo de Mauleon 4 vols. 1818 10,000
Conde do Monte Christo 10 lomos
1849 14,000
Cavalheiro da Casa vermelbi 6 to-
mos 1849 6,000
Duas Dianas 9 voluntes 16,000
Gabriel Lambert. 1848 I volume 2,000
Guerra das mulberos vols. 1848 10,000
Paulina 2 rolumes 4,000
Rainha Margot. 4 volumes 6,000
Tres Mosquetearos 4 volumes
Vinlo anuos depois 6 volumes 12,000
Por Eugenio Sut.
Os Seto Peccados morlaes
A soberba 4 tomos 10,000
A impureza--:! 5,000
A ira 5,000
A inVeja -r 5,000
Mlhildes, ou as memorias de tima
jovem 8 volumes H.ooo
Salamandra 3 tomos 6,000
A Barba azul, ou o Monte do diabo 8,000
Mysterios do Povo- 10 volumes 9,000
MysIcrtosdeParis 14,000
OJudeu Errante 14,000
de traques oo, bolaxinba americana a j con 107 salmos de trente, em 20 de fun lo
210, pissasa 320, velas do esprcmacote do ,em Fora de Porta, abeira do mar. E quem os
6 e 7 em libra a 680, ditas de carnauba do I pretender diriji-se, quanto aot. a Jos An-
eo 9 om libra a 300, latas de sardinlias a tonio deOliveira na pracinhado l.ivramen-
2
lio
1,000, azcltonss S 240 s garrsfa, sevadinlia
a 200 a libra, caixinlus com 50 charutos su-
priores a 1200, feijfio mnliiidho a 5(0a
cuia, e duroluolas e um candieiro de me-
tal do dnas luzes por commodo pre^o.
Vende-se para liquidar, ama porflo
do forro de pinho por muito barato prreo :
no armrzem de madeiras na rua da Cadeia
de Santo Antonio n. 19.
Vendem-se duas uscravas, sendo urna
prole muta,que coze, ongomiiia, lava, cozi-
nha.e faz mais irrsnjos de casa,o urna parda
larribem moca, com as mesmas habili ladcs,
isto psra liqiiidacln, por isso asi conta : na
rua l.ir-ga do Rozario, loja n. 35.
-- Um preto crioulo, idade vlnleo tantos
annos, re forca lo, com principios de pedrei-
i'o, euma preta cozinheira de idade 50 an-
nos, om consequenria do dono estar a reli-
rar-se para fra da provincia: na rua do
Collegio n. 21 segundo andar, on no pateo
do Collegio n. 35.
Vendcm-ae 4 molccolcs, de idade de 10 a
20 anuos, bonitas figuras, sendo alguns do
servir de campo; 1 dito de mria idade pti-
mo para qualquer sido por preco commodo, 2
lindas negrotas crioulas, de idade Id annos, 3
escravas mocas de toda o aervico de casa na
rua Dlrelta n. 3. *
Vcii nlielro. a vista na loja n. '. a-
Inis la matriz.
Veos de linho brancos, bordados com
llores 3,000
Lencos do cassa pintados 600
Ditos de algoil.lo pintados 480
Ditos de dilo brancos, para mininos 210
Ditos deseda do cores, para seubors 1,000
Meias do algodSo pratas, curtss 80
Ditas de dilo'ditae, compridas. 80
10,000 Ricos de linho brancos, avara 100, 80 o 60
Dilos prpto 120
Mantas de garca preta 3,000
Lencos de dita prelos 2,000
Ditos prelos do tlete, para grvala 1,000
Luyas para montara 240
Meias de algodSo, para mininas 240
Ditas de dito, para senhoras 320
Rois, para mininos 200
Chapeos de palha, para senhoras 4,000
Dilos de pelo, para mininos 1,000
Chales de seda, para senhoras 6,000
Chapeos envernisados, para rapaziada 2,000
Pescocinhos de lilo do linho, para so-
nhuras
Vendem-so no pateo do Collegio, casa do i Suspensorios de burracha
l.ivro azul.
2,000
400
3,000
500
3,000
1,600
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, MiOOO.OOO, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,00o de rs.
No cambio da Viuva Vioira & Filhos, n_
rua da Cadeia do Recife, o. 24, receberam
do Rio de Janeiro, vindo pelo vapor Baha-
na, eacham-se a venda os muito afortuna-
dos bilhetes e cautellas da 9." lotera do
tbesouro, da qusl vem a lista no vapor
inglez.
Por baratisslnio pre;o.
Nos quatro xanlos da rua do Queimado,
loja n. uo, vendem-so brim pardo eacuro
do puro linho, por 600 rs., a vara ; dilo a-
marello da melhor qualidade possivel, a
640rs., a vara; corles do cambraia bran-
cos, com 6 varas, a 1,000 rs o corto; len-
tos de cassa brancos, a 200 rs. ; cobertores
do pura 13a, a 1,200 rs., sendo em porc3o, e
um 1,500rs. ; pecas de madapoln com to-
que de averia, a 2,000 rs. ; pecas de cassa
do quadios e listras, pelo diminuto preco
de 1,920 rs., e avara, 240 rs., e outras mui-
Chapcosde palha, para homtcens
Sapatos de duraque, para mininas
Rotins do dito para ditas
Stpitos delfia, para senhoras .
-- Vendem-se reldgios americanos, para
cima de mesa, com corda para 8 das, pelo
diminuto preco de 26,000 rs.,e corda para
21 horas, por 13,000 rs.! na rua Direita
n. 37.
Cliegiicni ao Barato.
Na l.nji da Rua da Cadeia do Recife nu-
mero 54, voode-se polo diminuto preco, as
fazendas soguintes : Pao da Costa, mui-
lo largo para cubera de escravos, a 400 rs.
o covado > Brim de Cores, de puro linho,
para caifas, ou pa Mores, a 280 rs., o cova-
do ; castores de bonitos padrOcs, para cal-
Cas, a 210. rs. o covado ; ricos cortes de co-
lote do fustSo, a 560 rs,; Chales pequeos
azues de chita, proprios para andar om cava,
a 560 ; rs. pao lino azul, a 2,600 rs. o cosa-
do, Chapeos de sol de armaclo de junco, a
1,160 rs.cada um ; Loncos de chita, a 1*0,
140 rs., cada um suspensorios ordinarios
o par a 80 rs. manta- lambem servem pa. les, a 320 rs, cada
urna ; saias de caca > 'lozinho para se-
nhora, a 500 rs, e o. fazendas, que se
tornSo apreccisveis, s pola sua boa
qualiale, como polo barato preca-
? Cliapeo* de soila le todas ai *
cores para seiihoras. ?
Vende-so para 8 at 10,000 rs.: na SJ
#} rua Nova n. 32, loja do madama
Theard.
Vende-se, ou peruiula-se por escravos,
_ ou casa Ierres nesla cidade, um sobra lo, si-
las razendas, por piceos commodos, queso to m,r6om do rio Capibiribe, no Montei-
ro, recebe-se lambem letras cobraveis, que
os devedores sojilo moradores nesta cidade :
trata-se com o Rogo Rsngel.
Vendo-se uina negra de nscao, cozi-
nha o diario de urna casa, lava o vende na
rua: no pateo da ribeira do S. Antonio,
sobrado n. 19.
Vendem-so saccas com fsrinha de man-
dioca, de superior qualidado : no armazem
de Francisco Das remira, no caes da Al-
fandega defronto do guindaste.
Vendem-so 3 bonitos moleques, do 18 a
a vista se pdem admirar.
9 VcnJem-se corlis de brimdec- SJ
res, a l,440rs.; ditos de meis casi- ?
4 mira, padrOes escuros, a 3,000 rs.; na *) rua do Queimado, loja do sobradu a- >;.
($ marcllo n. 29. *>
Altencuo,
No bairo do Recife rua da Cadeia loja n. 53,
conlinua-sc a vender, tanto cm calxas como
em libra, aa melhores c mais acreditadas \ ellas
de cera vegelal de carnauba ; nao s pclaei-, 20 annos; 1 lindo molstinho do 10 annos,
ccllentc lur que dcllas rcsulia, como pela apu-' muito esperto, bom para aprender cilicio-
rada perfei;ao com que sao fcilas, no Aracali, I prclo bom cn/inhprn > dilm ,i.....;,!
pelo melhor fabricante da que.la cidade, | i fcffi tU^SSSh M-taS
Na loja las Mis portns, cui trente que cozo muito bem, de 10 annos ; 2 pretas
v a Liviamento. queengommam ecozlnham; 2dla.muito
Yendcm-se chapeos para senhoras picea- boas quitanJeiras e cozinheiras; 2 ditas de
rema cavallo; chapeos de palhinha finos, meia idade, I das quass cozinha muilo bem
bordados, a 4,000 rs, e lisos, a 1,600 rs. ; e vende na rua : na i ua da Cadeia do Reci-
rhapeos de massa francezes, da ultima mo-l fo n. 51, primeiro andar
da, a 6,000 rs.; ditos do merm, com molas, Vende-se urna prct BMOt, recolhida,
a o ooo rs.; cortes de casimira de cores, a bonita figura e pcssanle, a qual faz lavarin-
5,000 rs., e um completo sortimenlo de fa- to, coze.engomma, cozinha, e maisarran-
zendas, mais barato do que em outra qual- Jos de casa, isto com toda a pcrfalcSo possi-
querloia. vel, cuja conducta e habilidades so afian-
Nu li.ju iln- seis portas, cm frente, jam i na rua largado Rozario, loja do miu-
do i 111 unin to. dezas n 35.
Conlini a vender barato, cassis pinta-1 Correntcs le aro liara reoslos a
das do bonitos padrOos, a 210 rs., o covado ; ,-,........
?aT. PI^V*a io ti. f.V,d0; m\*k 0 c*e&* o cha-se A venda na nova lo-
120,140,160,180c 200; ditas para coberta,' ja de miudezas da laboleta em frente do Li-
a 160, 200 e %> rs.; cortes de chita paral vramente as modernas correles de ac, a
vestidos, a 1,600 rs., e todas s mais f.zen-! 500 rs, sSobaralissimas, a ellas rapaziada.
das, por presos muito em conla, a relallio e antes que se acabom; na mesma se vende a
emporcos. ... i sersditada graxa em laliohas, a 140 rs.
Vende SO farinba de mandi- --Vende-soum escravo doservico de rua,
nra i\p snnppinr nnulkIhiIi- vinila 'lf'1 e sem vicioj> o motivo da vonda se dir
oca e superior quaiiaae, vinda I0 comprador: no Aterro da Boa Vista n
de S. Catharina, por menos preco *5, primoiro andar.
to loja ds faaendas a. 57 ; e qoanto so 8. a
Jos Bernardo de Sosza junto da igreja do
N. S. do Pillar ao tnesmo lugar Fra de
Portas.
Na easa dt commtsiaa de escravos da rua
da Cruz do Recife n. 6 I. andar. Vendem-so
5 escravos, sendo duas pretas crioulas, urna
de 18 annos com bonita figura sadia pira
todo o servico ds casa, outra de 20 annos
com urna cria de tres mezes, cuzinhelra, a-
vadeira e boa quitindeira, 3 pretos bonitos
dous de Moisambique com 24 e 25 anno,
sadios, bons trabajadores de armazem d
assucir, e um dilo de Angola com 40 asnos,
canoeiro otrabalhailnr de enxada.
Bilhetes do Rio de Janeiro,
sos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas 4a otaca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes ioteiros,
melos, quarlos, oilavos e vigsimos, da 9.'
loleria para indcmnisaco do thesouro pu-
blico, na mesma loja recehe-se bilhetes pre-
miados em troca dos que tem a venda.
7"inn preta, muito preta garantida.
Frascos de garrafa e mela 48o
Garrafas 400
Meias garrafas 240
Bulhes 100
Re ce bem-se garrafas vasias a 80 rs. ,
'I nan.lo fOrem comprar, lamben recebe-se
quando no agrado a lints, dando o importe
que deu : vende-se na livraria do paleo do
Collegio n. 6, de JoO da Costa Honrado.
O dcimo volme do Misterio do Povo,
por K. Sue, vendem-se os 10 folliotos, por
9,000 rs : na loja do pateo do Collegio n.
6, de J0S0 da Costa Honrado.
Vende-se um piano forte, ose alm de
ser muito novo, he do uso moderno e tem
excellentes vozes : na roa do Mendego nu-
mero 105.'
Vende-so urna loja do miudezas, com
poucos fundos, em urna das melhores mas
dobairro de S. Antonio, muito afreguezada,
tanto para o ma(o, como para a praca, 1 di-
nheiro, ou a praso, o motivo da renda se
dir ao comprador : quem a pn tendern-
nuncio.
Vende-sel negrada Costa, de boa con-
ducta, o que 86 afianja, por380,000; Mita
por 350,000 rs., sabe vender na rua. lava de
sa hilo e varrela ; I negra boa cozinheira ; 2
moleques de I indis liguras; 4 negros deen-
xada, e I bonita escrava moca, com habi-
lidades : na rua larga do Rozario n. 23, so-
gundo andar.
Vendcm-se lonas largas a mitacHo das
da Itussia, muitos fortes, cor serum de li-
nho, proprias para encerados e camas de
vento, pelo mdico puteo de 23,000 rs., ca-
da una peca : ata roa do Trapiche nevo, n.
18, segundo andar.
A 1044o rs.
Vende-sc rape" Prlhcezn da fn-
brica de J0S0 Paulo Cordeiro, o mais fresco
![ue ha no mercado, chegado pelo vapor
tahiaaa : na rua da Cadeia Ao Recife, loja
ds fazendas de Joo da Cunta Magalhfies
n. 51.
Na loja de .lose1 .iwiuim Morel-
ra & Companlila, iir ma Nova
11. H.
Vendem-se camisinhas de cambraia, com
suas golinbas, ludo muito bem bordado, e
do molbor gosto possivel, pelo baratissimo
preco de 2,000 rs., smente, cada urna.
Vende-A Icito ptimamente liquido,o
200 rs., a garrafa, estando sempro prompto
as 6 lloras da mantiSa : na rua do Rango) 11.
21, onde se vende carne de porco.
- Vende-se a casa terrea n. 16, sita na
la do Amparo em iinda, com bastantes
commodos e chaos proprios : tratar na la-
deira ota Misericordia om Diinda, Ata conti-
gua ao sobrado quo faz esquina para a rua
do Bom Fim, com a qual se fara todo o ne-
gocio.
l'oeslas.
Poosias de Antonio llerculo 1850
1 vol.
2.0 e 3 u cantos de Concalves Das
2 volumes ,,
Dores e Flores do emoli Xalutr ~ 1
volme
l.ivro dos mous amores,por Norberto
o Silva
4,000
4,000
3,000
3,000
Vendem-sc escravos e recebem-
Vendem-se bombas de repino, I se de commisso, tanto para a pro-
cas
nes, no Caes da Alfandega.
Vcndo-so um deposito, com 10 cainOes
para 6,000 arrobas do assucar, 1 braco de
li ilain;a o suas concha-, umaoulra decimal
o 12 rrobas cm pezos, ludo cm bom esta-
do, por s servir em urna safra: na ruada
Cruz do Recife n. 6, segundo andar.
Vende-sc farinha de mandi-
oca de superior qualidade, recen-
do que cm outra qualquer parle :
trala-sc a bordo da polaca N. S. do
Carino, dflio.ite do caes do lia-
mos, ou com Manuel Jos de Sou-
za Carneiro, na rua do Vigario n.
9 ; assim como saccas com farinha
da mesma qualidade de Iqueire,
cada s cea, por preco commodo.
Ao bom e barato.
No aterro da Boa-vista 11. 75 venda junto
a loja de cera, vende-se farinha do araruta
a 160 rs. a libra, dila do maranhfio a 80 rs.,
de Lisboa a 200 rs., dito de Sanios a 160 rs.,
manteiga ingleza muilo superior a 640, 560,
400 rs., bsnha a 320, arroz de maranuiua
80, prezuntu a 480, chooiicas a 400, paios
280, salames a 400, alelria a 240, macar-
rao a 200, chocolate a 400, qneijosde supe-
rior qualidade a 1,360, sibo no Itio, a 140,
dito branco a 220. chS brasileiro a 1,000,
dito isson de superior qualidade a 2,090,dilo
preto a 2,000, e lambem lem om ombrulhbs
chlnezes a 700 cada nm. azeilo doce de Lis-
boa a 560. dito francez engarrafado a 640,
dilo de coco a 360, vinho brouco a 320, dilo
moscatel a 400 dito porto e foitoria engsrra,
fado a 480, dito do Lisboa em pipa a 240,
dito Figuoia a 203, sorveja blanca a 400,
dita preta a 480, genebra de Olanda a 320-
-- Ven le-se na rua Imporial n. 7, um es-
cravo crenlo, de bonita figura e moco, a
vista do comprador se dir o motivo.
lie chegado a rua do Quei-
mado n. !\!\, ricos cortes de cole-
tea, de linho e seda, pelo bara-
tissimo preco de l,ooo e 800 rs. ;
assim como pecas de riscadinho
muito fino, a !\,joo rs.
Vende-se um jogo de bancas euma me-
sa de meio de sala, todas com pus do colu-
na c de jacaran la, comalgum uso, porctn
pcil','iias: na rua de Hurtas n. i.
dita de farinha do reino *> 100 rs., toucinho Vende-se um forte piano, em meio
Vondem-se no pateo do Coll|io, casa do
livro azul.
Vendem-so 7 caixAss'pera deposito de
assucar, moito bem construidos ea cmo-
da seguramente S.OOO arrobas de assucar, o
aluguel do armazom he miMo barato, lugar
muito bom, perto do trapiche, e querendo
subloca-so o arrendamonto do toda casa, na
rua Trapiche n. 2: trala-se com Jos Morei-
ra da Silva, na rua estsoila do Rozario a. SI.
Lotera de N. S. do l.iviuinentn
O cautelista Selusliano de Aquino Ferrei-
1 a, faz sciente ao respeitavel publico per-
nambucano, quo as.suas mu acreditadas
cautellas da lotera de N. S. do l.ivramento,
que cono no dia l2dejulho correle, in-
fallivel, eslsm cxposlas a venda, na preca
da Independencia n. 4, loja de miudezas ;
na rua da Cadeia do Recite n. 46, loja do
miudezas; no Aterro da Boa Vista, "loja do
calcado n. 58, e no di 13 rio crrenle mu/,
pelas 9 lloras da mauhla, al as 6 da lame,
principia a pagaras cautellas premiadas, na
praca da Independencia numero 4, loja de
miudezas de Forlunato Peieira da Fonseca
Bastos.
Cuartos .- J 2,600
Quintos 2,ioo
Decimos t.too
Vigsimos 600
Novos esguines de algodao a
2,5ooa |xssu.
Na rua do Crespo loja da esquina que vira
para a Cadea vendcm-se pessas de esguides
de algodSo com 2 jardas muilo linos a 2,500
rs. c oulras faxendas por preco comotoSo.
t ,, ., una pitia o *o, goncui* o '" v-
temcnlc chegada de o. Lalliarina, caf mado a 200, dito em gro ieo, cartas
use, qiialqcrar pessos que queira aprender, per
ser muilo apreciavole por preco commodo:
na Boa Yists, rua da Manguelra n. (.
Vende-se um par de venezianas para 2
portas, om b.im estado, por proco-commo-
do : 111 rua da Cruz do Itccifo n. 31, pri-
moiro andar.
Peca te chita, a 4$ooo rs.
Na loja n. 5, que volt para a rua do Col-
legio, fcndom-so cintas de cores, pelo ba-
rato preco do 4,000 rs. a peca; pao lino
prelo, a 3,200 rs. o covado ; chapeos de sol
de seda, a 5,000 is. o oulras multas fazen-
das de bom gosto e mullo baratas.
--'Vendem-se um terreno com too pal-
mos de frente, e 509 de fundo na passagem
da Magdalena entro as duas pontes: um dito
Escravos fgidos.
Desappireccu do engonho Urua, ao
p de i.oianiiii, um escravo crooolo, de no-
me Izequiel, quo representa 35 annos idade, cor fula, bem barbado, boa altura,
rosto redondo, corpo, pos e pernas grecas :
a pessoa que o pegar, lovo-o ao dito en-
genho que ser ganorosamente recom-
pensado.
Desappareceu do engenho Uruae, silo
ao p de coianna, um escravo creoulo, de
nome l.uiz, representa 30 annos de idade,
pouca baiba, altura e corpo regular, cor
preta e bem airoso : a pessoa que o pegar
leve-o ao dito engenho, que ser generosa-
mente recompensado.
- Fugio na noilc de 8 de julho o prelo de
nome Luccas 11.15.10 Coala levou vealido calce
de ealopa camita de rlscado chapeo de palha
de copa aredondada com os sgnala seguintes:
estatura regular cara fel e trtslouha, com Irez
talhos de cada lado, a pessoa que opegar leve
ns rua Nova n. 39, que sera bem recompen-
sada.
Drsapparcceu no dia 28 de junhop. p.
um molequede nome Jos, nacuu Cabinda,
representa ter vinte e Untos annos, com bu-
co de barba, seco do corpo, rosto comprido
e nariz afilado, bem fallante, mel um 'dos
joelhnspara dentro quando anda, costuma
a andar jugando pelas praias e certos con-
loios de negros, e tem sido valo por varios
lugares do hairro do Recife : quem o pegar
leve-o a Antonio Manocl Itamoa roa da Praia
armazom n. 21 que sera bem recompensado.
rr.i.v. n\Tvp. nr. M.F- on Fai: i \
MUTILADO


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