Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06388


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Full Text
Anuo XXVII
Quin'a feira 10
de Julliodel85l
N. 153.
DIARIO DE m PEMAMBIJCO.
*?#
Po
Por
Po
Pot
too anaoBir^lo.
PMkHIRTO A01NTtO,
U Tibes (i*.........., ,
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4/.-00
rooo
lft/OOO
Plito intrus ntimiiT.
qWWW .).._. ,< ' ....... VMO
IWIH BO 1HVMIO.
"-i- i....k., Minas 20 de Malo
' "ii ... T7d*dio. R. del.. 20 de Junho.
Iba. l i'c dito. Babia... 2B de dito.
DI IBA
ait*.
UBICMClS.
7 Seg. S. Ptiliinr-ria
8 Tere. S. Procnplo.
9 Qtiart. Cyrllo r. m.
8. Vernica Juliana.
10 Qulnt S. Januarioe
seus cnmnanhetroi.
! 1 ^cxt. Sabino. Tras.
doa oiiot de S. II
12 Sab. S. Joao G.
1.1 Dutii. S. Anaclcto.
Juisodc Orpkaos
2. eS. as 10 hora*.
I. rara do cltit.
3. e (i. ao melo-dll.
fasinda.
3. e6. as lo brn-a.
2- rara do eivef.
4. c sabadoi ao rnclo*d.
Retselo.
Tercas e sbados.
itnatBlsM.
Oescente i 5, as 8horas c 48 minuto da tarde.
''hela a 13, as 4 horas c 54 minutos da inanbaa
Hlngoante 2i, as8 horas e 20 minutos dan.
Nova '28, aos 2l minutos da larde. ,
rnnatan ni no ir
Prlmelra s 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda s2 horas e 3o minutos da manba.
FAB.TIBAI BOt COI1HI IOS.
te :'
G dan na [e Parahlba, i icgundas e scitas-
fclr.s.
Rfo-Crandc-do-Norte, todas as quintas-feira
ao ni no da.
Garanhunse Bonito, a B e23.
lisa-Vista, e Flores, 13 e *.
Victoria, s qulntas-rclrat1. (
Ollndj, todos os das.
NOTICIAS BSTBAMOEinAS.
Portugal. 15 de Junht I \ustria.
Ilespanha II de Junho Sulssa .
4 de Junho
10 de Malo.
Franca ... 7 de Junho Succia.... 28 de Maio.
Blgica... 3 de Junho'lnglalerra 7 de Junho
Italia.. .. I de JiiiiIio K.-1'mdoj. 24dc Maio.
Alemania. 4 de Junho IMexico... 3 de Malo.
Prussia... ; IcJimlin :..:.:........ 13 de Abril.
Dinam>rca 3 de Maio. iGblll.
Russia... lOdeMaio. Buenos-Arres.
Turqua. 4 de Junho,Montevideo 9 de Junho
CAHBI03DE 9 DT JOIHO,
Subrc Londres, a 27 /, a 27 /. d. p. 1/000 t.
P.irls, 340 por Ir. nomlSal
Lisboa, a lOO
BUTAES.'
Ouro.Oncas hespanhola.....2VW0 a 38/300
ilocdas de tifln velhatr IR/000 a 16/200
de 6(400 novas. 111/000 a 16/200
dc4/0C0....... S/000 a 9/100
Prala. l'alacoes brasileiro... 1/920 a I/D20
Pesos columnajlos.. 1/920 a I/U30
Hilos mexicano...... I/7C0 I/7U0
PAUTE OFFICUL.
MINISTERIO DA, FAZENDA.
ni sposirxTa ras leis t ordens a qcf. se
IlliFEIfrai AS INSTlTOO'ES DE 28 DE
- Ai\icof rsor
N. 89.k i BC Srrrutaiio'iiK 1816.
t cuasirm's a>ia Jfc.*Ji 'do \jnito dos
fistos HtsVJ devidai' aW 'aanias que s
robrarim pelas tina e 'aeliffencica da us-
li(a.
Antonio Francisco de Paula e Hollanda Ca-
valcanti d J^blsqueroue, presidente l '
bunal do thesMro publico nacional, responde
ao offlclo u. 58 do Sr. insaeelor da tbesoiirarla
da provincia, As Minas Ceras, de 5dculba ui,
Uuio. une a le.oc sta wve-** nVWt so
conceda ao juls eoruclaes do julio dos teitos da
(aleuda commlssdes das quantias, que se .arre-
cadarem por suas diligencias, alm da que' liles
competir na couformldadc das leis das leiecu-
.iiroes vivas e portanto nao basta que os llo-
vedores scjain requeridos e eaecuudos, para
que o juio adquir dlrelto i commiaso de lu-
do o que elle deverem e bouverctn de pagar,
be indispensarel que a cobran, aoja oblida
pelas vas e diligencias dajusfa, e so dessas
qiiaiuias heque se dere deduzlr commissao,
nunca porm daquelfcs coui que os execuudos
livremenie entrarein para os cofics, acontaou
por saldo de suas dividas. Ue esta a eipressa
disposicao da ltgUlacao antlga, a qne positiva-
mente ac refere a aobredlta lei, que Instaurou o
foro da faiepda, tanto a resneltodas inultas das
excciicoes vlvs, as quaes so poflcui recabirem
casos inulto especlacs, e revestidos de todas as
eircuinstanclas ojue exige a citada legislacao
antlga. Aa comotlssaes e as inultas nao sao
uoncessdes graciosas, sao gratificares pro la-
bore, e ai) sao devidas nos precisos termos da
le, entendida multo restrictamente eru sua le-
tra, leudo ti ellas direiio o juii e officiaea que
esli tai effectivo servico ao lempo da entra-
da das quantias provenientes das execuedes,
nos cofres pblicos, como j por vezes tein re-
sol vido o tribunal do tbesouro. Se pois, pelo
que se conckia, do eludo rnelo, o esecutado
Antonio de randa Maro pagou a sua divida
entrando expontancainenle com o saldo della,
iodcpcodeateuiente'das ras do processo judi-
cial, c das diligencias do julio, e se ao lempo
da entrada niughein servia o lugar de procura-
dor fiscal, segue-sequeno he devida commis-
sao aiguuM) por tal entrada, e que anda que
ella fosse devida, a ninguem caberla a quota
respectiva ao lugar de procurador fiscal.
Tbesouro publico nacional, ein 3 de setem-
brodc |846.Arllom'o francisco ds Paulo c Uol-
landd CamUanti d Afonoasraur.
N. 133.EM 9 DE .NuVEMlUtO DE I84G.
A porcrataas* dot dlnheiroi recolhidoi pelo juisn
doi flilot arrunce au impngadoi ft le eham
ras aeremo ao limpn da mirada stot dinnciri
not eofrit.
Antonio Francisco de Paula e Hollanda Ca-
valcanll de Albuquerque, presdeme do tribu-
nal do Ihesouro publico nacional, respondendo
prlmelra parle do olficio do Sr. Inspector da
thesouraria da provincia da Bahia, de 2'1 de ou-
tubro do anno passado, sob n. 17, a rcspeo do
qual c Hreexpedio, quaoloa srgnniM parte a
ordein de 17 de Janeiro dcste anno, sob n. 10 ;
dcclara-lbe quanto ao dircito que se suppe ter
o respectivo procurador dos feitos as porcen-
tagens das quantias cobradas por intermedio
daquellc juizo, a que Uvera elle dado andamen-
to, e cujas entradas nos colres. pblicos foram
depois reallsadas por seu substituto, por se
acbar o mesino procuradur dus feiloi na as-
sembla geral legislativa ; que sendo a es*
pecle inteiratnenus scinetyisiue da cobran-
za de dinbeiros de ausestet, he-llie applica-
vel a providencia dada a resneito dcstes na
ordem de 5 de novembro de 1844, que cstabe-
leceu-- que a porcentagem deduzida.do pro-
ducto liquido dos bens compele aos emprega
duiqic seacham i-iii actual ejercicio ao lem-
po da entrada do dlnbelro no respectivo co-
free isto em razio da linposslbllldade de fa-
./er-se a reparlicao eotre todos os que promo-
vern as arreaadaces, que quasi seinpre du-
rain por largn'IsBnpo, por ser Impratlcarel re-
partir a pana in proporcao do trabalho de
cada uui, nao aa fasendo assiin completa jus-
tica, e deixando alias assim urna aberta a ques-
tcs que pdein retardar as entradas dos di-
nlieiros, em que neubuin interesse lenham os
que nao ultimaran as execuedes. Uque allega
o dito procurador dos lltos be poueo funda-
do, porque se o seu supplenlc tiraproveito do
iraballiodellc, tambcui elle o tira no trabalho
do snpplente, c assim mi ha razio de quclxa, e
todos serio mais solcitos cin activar as entra-
das, c que nao fiquetn os dinheiros as inaos
dos othcioesdo juizo.
Ihesouropnbllco nacional, em 9 de novem-
bro de 1846Antonio Franciico o" Paula e Hol-
landa (.'uoolcanli di AOnuiurqui.
N. 15.EM 28 DE JAJiElliO DE 1848.
Os tmprigadoi dojuitodqt feilot de urna provincia
ondi 4 tmtia arreceulado ditidoi por prerainrid
do (no de ouiro. Km dirrify n parle da por-
cenlaem.
Manoel Altes Branco, presidente do tribunal
no tbasouro publico nacional, em vista da du-
vlda que se apresentou de deverem ou nao os
empregadof do Julzo dos feitos da provincia ciu
que liversido arrecadada a importancia de di-
vidas, em vlrtude de prccalorlos do julzo de
outra provincia, perceber a porcentagem das
dividas por elles cobradas ; ordena que quando
se desnandarein devedores da fazenda nacional
no julzo dos feitos em urna provincia, c live-
niii as seotencas de ser executadas no julio de
outra provincia, no lodo em parte, se reparta
pelos otnciaes de ambos os juizos as porecnta-
gens correspondentes s soturnas apuradas pela
execufio em ditt'crente juizo do da causa prin-
cipal.
Tbesouro publico nacional, em 28 de Janeiro
de l848.--Afanoef Aires Bronco.
N. 54.EM 28 DE FEVEREIRO DE tS49.
Modo di tajar at commiito'u aoi tmpregadoi do
Hitodoi feiloi.
lodrlgues Torres, presidente
do tribunal do thesonro publico nacional, res-
ponde ao cilicio n. 72 do Sr. inspector da Un-
Miitrarla da provincia de Minas Geraes de 12
ile deiembro ullbaso, que a imencao da ordem
de II de julhode l8tt, edos pareceres donde
ella se extrabio, foi easaliu se enteudeu no mu
nicipto da corte, que ac s^a-assem na commis-
ses ao juizo dos feitos, ao passo que fossem
entrando para os cofres pblicos as quaolias
arrecadadas por conla das execuces, pois que
alguns juUes prelendcrao lira-las antecipada-
mente, da totaltdede da divida ajuizada, logo
que entraisem com a prlmelra parcclla por
i-unta i inaa como o enunciado da citada or-
dem, de c'onformidade com o parecer fiscal,
deu I "Bar a enlender-se que, so depois de to-
talmente embolsada a fasenda nacional de uina
divida, llnha o juizo direito a receber a por-
i'i'tiiagein della, Inlelligencla de que com ra-
zio se quelxa o escrirao dos feitos da dita pro-
vincia ; declara que o cinpregados do juizo
dos feitos, na forma da li, tein dircito a baver
as cnminlssocs estabelecldas, de iiuaesqucr
quantias das dividas hscaes, que por sua dili-
gencia se arrecadarem e entrares nos respec-
tivos cofres, anda truc por ellas se naoetTectuc
o lotelro pagamento c citlncSo das execuedes,
obiervsndo-se a respelto daqucllas quantias
que se arrecadarem de letras provenientes de
concessdes de pagamentos a prasos, depois de
de fritas aspenhorns ou sequeslros, o disposto
na ordem de 9 de dezetubro de 1847, que uiau-
dou deduzlr inetade da porcentagem a favor
do jui/.o,a qnal deveri tarabea* pagar-se quan-
do se cobrarem as lettras.
Tbesouro publico nacional, 28 de feverelro
de 1849.Joaquim tari Rodriguei Torree .
%. 182EM 24 DE OUTUBRO DE l850.
Sobre porcentagem doi empregados doijuiiot
dot fciloe perneer nos que promover exe-
rnfo'es, oh ao* a-,em as entregas dos
producios della.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, presidente
do tribunal do ihesouro publico nacional,
vista das ditas quesldes que se conten; no rn-
elo da thesouraria da provincia de Sergipe de
11) de nutnt.ro do anno passado, sob n. 37, c
nos requerimentos dos einpregados do juizo
dos feitos da fazenda que estavam em eaercicio
ao tciiino em auae a tbr^suurail.i venden' n en-
gu--Pbiiih--q-B tinna sillo adjudicada
2 fazenda uacional em ultimo resultado da ce-
cu y.o) prorauvida no dito juis contra, o pro-
pietario dellc Jos Pinto de Larvalbo, devedor
a mesina fazenda ; Isto he : primelra, se da
Juan ta los l4:000J. porque se etlcciuon aven
a, multo tcinpo depois da execucao ultiinadi
pela adjudicacao, se deve a porcentagem aos
einpregados do juizo ; segunda, se, sendo de-
vida, nj ella tem direito ns acluacs, ou aquellos
einpregados que em cxcrciclo ao lempo da
execucao promnvcraiu o andamento delta ate
o ponto da adjudicacao : declara ao Sr. los
peclor da incsiua thesouraria, de confonnidade
com as ordens de 26 de agosto :de 1844, 3 de
etembro e 9 de novembro de 1846, 13 de ou
tubro e 9 de de/.einbro de 1847, quanlo pri
nelra, que a porcentagem he devida aos em
pregados do juizo dos feitos, por isso que a ad-
judicacao do eugenho, com que a fazenda ce
deu por paga de sua divida, lol resultado das
diligenciase ser vicos dellcs na respectiva exe
cao, que promovern, e fizeram teruiluar pelos
Hielos judiciarlos e legaea ; e a venda depola de
feila, ainda que o fosse administrativamente
nio pode deixar de oonslderar-sc consequen-
cla iinmediats dessas diligencias c servicos ; <
3u.uno a seguuda, que a esla porcentagem tem
ireito os actuaes einpregados, e os que o fo
rein as occasides da etfectiva entrada das
quantias das letras respectivas, visto que a
veuda fui feita a prazos,no podendo os acluacs
einpregados ou os futuros pretender paga
memo algum atilulo de porceniagctn, se nao
na occasiao do venciuiento das lettras do con-
trato, e quando se verificar a ellectira entrada
da Importancia de cada urna dellas ; dercudo
porm esta porcentagem ser reduaida meta-
de uos termos das ditas ordens de 13 de oulu-
bro e 9 de dezciubro de 1847, visto qne o enge
uho nao foi arr.-m nodo pelo juizo dos feitos.
Tbesouro publico nacional, cm 24 de outu-
bro de I850.--.loi Jooouim Hodriguee Torres.
N. 194. EU t DE NOVEMHKU DE I8j0.
Sobre porcentagem dos procuradores fiscaes
pagas a tens substitutos.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, presidente
do triiiuioii do Ihesouro public nacional, de-
clara ao Sr. Inspector de ihcsourdriv da BaJiia.
ein resposla ao seu ofiicio de 8 de oulubro ul-
timo, sob n. ilii, qu' quc-l.iu suscitada pelo
respectivo proenrae fiscal, versando sobre
o dlrelto que preten ter a porcentagem de
quantias cobradas devedores da fazenda
raoianal, que fara. ias ao ,01 substituto
cmquanto estere no desempenho das fuoc
edesde depurado asscmblca gcral, est ter-
minantemente decida pela ordem de 9 de no-
veinqro de 1846, cm caso idntico.
Tbesouro publico nacional, em 6 de no-
vcmbio de l8Jo."/oai|i/ini Jos Itulrigaes Torres
GOVEKNODA PKOVINCIA.
BXPBDIEffTEDODlA 7 DiqJU.HO DF. 1851
OlUco. Ao che fe de policia iiitcriiio, di
tendo que, sendo aUcu(fYcU as coasfdcrafcs
apresentadas pelo delegado do termo de Naza<
relhi relativamente a entrega da cata, que ser
ve de cadeia e quartcl do destacamento da nicS'
na Tilla, perteucente as lhai de Anca Perpe-
tua Dantas Senhonaua, nao convein ijue se cf-
fectue precipitadamente a dita entrega, o que
dever ter lugar^ logo que se descubra uina
outra com su ffi cien tes comiiiodos pata cadeia
e quartel, licando o referido delegado encarre-
gado de promover o seu arrendamento, bem
como de propor a respeitoo que julgar mal*
conveniente.
Dito. Ao mesino, intciando-o de haver
em attencao ao que renrcsenlou o delegado
suppleote do ferino de Giiranhuos, expedido
ordetn ao jni/. de dircito da<|uella comarc.i, pa-
ra que ouvlndo o reipeclivo juiz municipal
uomeie interinamente quein preencha as Tune
cdci de director dos Indos de Agoas Bellas,
cumprlndo que S S. dando de tudo sclencia ao
referido delegado, rccoiuu.ei.dando-l.ie que
nao a Indique ou proponha ao mencionado
juiz de direito o cidndiin que Ihe parecer mais
apto para tao importante tarefa, mas tambein
que represente a presidencia sobre qua^squer
outras medidas que julgue indispennavcis para
promover o bem-cstar e prosperidade dos so-
breditos Indios. Nestc sentido otliciou-ae ao
mencionado julx de de direito.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
para mandar fornecer ao inspector da pagado-
ria militar, afin de aerem enviadas ao com-
mandante do presidio da illia de Fernando, que
as requisita, 10 arrobas da plvora que le acha
a cargo do almojarife daquelle arsenal. -- Sci
enticou-sc a mesma pagadura.
Dito. Ao memio, para que faca destacar
paras irfta de Fernando, um carpinteiro, alim
de trabalhar all na obra que ihe houver de
ser apresentada pelo comiiiandante da referi-
da liba, devendo o dito carpinteiro seguir no
patacho Virnpima, que pira a mencionada
ilba tem de partir no dia 11 docorrentc.Nes-
tc sentido tUcrain-se as convenientes commu-
nicaedes.
Dito. A thesouraria da fazenda provincial,
duendo nao convir na proposta que fez o arre-
matante dos concertos da ponte do Angelo, re-
lativa aos novos reparo* de que ella precisa, e
!iuc no caso de nao querer o dito arrematante
azer a uova obra com a reducco que soflreu
a primen i. propouha a uicsina thesouraria ou-
tro qualquer mel de Iera-I tando scinpre o malor intercise da fazenda
publica.
Ditu. -- A mesma, aecusando recebldo o odi-
co com que remetteu o ponto dos empregados
daquella repartlfao e dos docansulado provin-
cial, e recomuieudando que depois deouvlro
administrador do mesmo consulado, remeta
esta presidencia os documentos, com que
jusltllcara.n os empregados as faltas que de-
r.iui, ou declare os fundamentos que houveram
para se consideraren! justilicadas as ditas
faltas.
Dito. -- A mesma, autorlsindo-a a,mandar
adlanlar, na forma do estylo, os suidos e mais
vanfgensque competen, aosofliclaes cpracas
que se acham cm diversos destacamentos, sen-
do por seis metes ao. das coinmarcas de Flo-
res e Koa-Vista, por qualro meses aos da de
Garanhuns, e por tres aos da pavoaco de A-
breu, tudo a contar do prhnelro do corrente,
e recommendando que Informe se cstao em da
e regularmente tomadas as coutas dos adianta-
mentos at boje feitos.
Dito.--Ao juiz municipal da primelra vara
scieniicaudo-o deque o patacbo Virapamn
tem de seguir para o presidio de Fernando no
da r do coraente, alim de que cstejam prQiu-
ptos a seguir para all ns sentenciados que tem
de cumprir suas sentencas, enviando as res-
pectivas guias para ac providenciar como con-
vler sobre o seu embarque c'sustento a bor-
do. lSo meiuio scaUoo olTiciou-ae ao com
rasado das armas, relativamente as pracas que
tem de seguir no mesmo patacho.
Dito.4 cmara municipal desta cidade.
Respondendo aa omelo dessa cmara com data
de 30 do mez ndo, em que se manifesta o em*
baraco que oflerece o art. 3. do titnlo 4, das
posturas municipaes concesso feita aos for-
necedores de carne verde para o consumo des-
ta cidade pela condicao prlineiro do contrato
com elles eelebrado pelo mcu antecessor,
campre-me dlier, auc na parle final do mesras
art* 3. do titulo i. oas posturas se ve facultada
a alteraco das horas da matanca do gado era
circumstancias anlogas s que determinarirait
a necessidade da mui acertada providencia
adoptada por aquelle contrato, mas rfuando
mesino nao podesse essa despoaico nal ter
applicaco ao caso deque se trata cstava sens-
prc firmada nart. 1. d. lei provincial nume-
ro z78 de 6 de malo dcste anno a alteraco das
horas da matanca autorisada pela condicao
primelra do referido contrato. E dado este
eiclarccimento convein ainJa fazer sentir
essa cmara que deve ella propur quaesquer
outras duvldas que Ihe baja de suscitar a exc-
ceo do contrato sem o recelo, que denuncia,
de poder ser o seu procedlmento attribuldo a
desejo de cstorvar o servico contratado, pois
que comecando japesar de algumas diflicul-
dades, a se conhcccr praticamentc no muni-
cipio a grande vautagein por aquelle modo
garantida ao povo que boje compra por dous
mil e quatrocentos a arroba de carne que an-
tes lite custava 5,220 rs. e as vezes 0,400 rs.
ninguem far a essa cmara a Injuslisa de crer
que ella nao deseja sustentar por sua parte csse
bcnclicio feito a todos os seus munlcipcs.
Portarle mandando dar transporte como
passageiro do goveriro pira a corte no vapor
que se espera do norte a Theodo.ro de Freilas,
que tere balia do servico do eiercito.
Dita Concedcudo, de confonnidade com
proposta do de^embargador chele de policia
iuterino, a despensa, que pedio do cargo de
segundo supplcnte do subedelegad da fre-
guezia dos Afogados Anacleto Antonio' de Mo-
racs, c noineando para os lugares de supplcn-
tes do mesmo subdelegado que se achao va-
gos os cidados seguintcs.
1. Jas Francisco do Reg Harros.
2. Menoel Claudio de 3. Juo Anastacio Camello I'esoa.
4. Francisco Fcrrcira de AlcanUra arroi,
Inteirou-sc ao mesmo desembargados,
Commaiulo das armas.
Quartcl do commanio dan armas na cidade do
Kecift, 30 de maio de 1851.
OliliKM D,l DIA R, 96.
O coronel cduuii iml usti- das armas, tendo
villa as communicaces officiact que Ihe fnram
dirigidas pelo Kxui. Sr. conselhero presidente
desta provincia em data de"8 do corrente, faz
certo agtiarnico para seu conhecimenlo e lins
convenientes, que S M. o Imperador houve
por bem, por decreto do primeiro do corrente,
segundo ful declarado cm aviso da reparlicao
da guerra de 12, passar para o corpo de guar-
nlcao fio de Minas geraes, o icneute-coronel
graduado do nono batallio de mfantaria Jos
Pinto da Silva, e por aviso da mesma reparli-
cao de l3 tambem do corrente, determinar que
siga com toda ;i nrevtdadc para a provincia do
Piauny, alim de ser all convenientemente em-
preado o Sr. teucnte do rclciido balalho no-
no, Jos 11, i [iniii de Harros.
> mesmo coronel comiiiaudantc das armas,
declara que o ir. tenente-coronel Lili/. Jos
Fcrrcira em rasio de se achar na actualidade
apencionado de trabilhos com a desBulucuudo
balalU.io otUVQ de eacadores que commaudava,
foi por u liavcr pedido, em deliberacao do mes-
mo Exm.Sr. conselhero presidente despensa-
do da commissao de examrs dos inferiores r
cadetes, da qual era membro, c nomcado para
o substituto ao Sr. tenente-coronel graduado
Manoel Rotemberg de Almeida, que se dever
apresentar ao Sr. coronel Traja no. Cezar Uur
lainaque, presidenta da referida commissK
Declara addido ao batalhio dcimo de i atan
taria desde o dia 25 do corrente. o Sr. cirurgio
de commissao r. Miguel Joaquin de Castro
Mascarenhas, que por ordem dtfgoverno lin
perlal foi mandado aervir em um dos corpot do
eiercito disientes nesla guarnico c tal era
considerado ao batalhSo dlssolvdo
O Sr. capltodo nono de iufantaria, Jos Mu
niiTavares, passar como o mais antigo alo-
mar o commando das forcas deslc balalho que
se acham uesta capital, as quaes formaro um
contiugeote composlo dasduas companhlas se
tima e uitava novaiiieulc organlsadas, das for-
cas queja existan, nesta capital por diUeren
les motivos ; c das que pertenucram a segn
da companbia o exiiacn balalhiio oltavu de
ca9adores, devendo estas tcarcm anncaas aoi
lava, e aquellas a selima companhia.
KinaluAcntc o commandantc das armas da
publicidade a disposicao do guverno imperiait
eonllda no aviso ciicular, que abaizo val (ruis
cripto, para que seja observada como couvCm,
n AVISO.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios
da guerra, cm 12 de maio de 1851.
lilni. c Kiui. Sr D'ordcm de S. M. o Im-
perador, declaro a V. tac para sua intclligen
cia c goveruo que aos presos sentenciados ou
ciu proeetto. uo se deve periaUUi que ahiam
das prisdes, ou estejam fdra dcliai, salvo o ca-
so de tcrein de comparecer os segundos ua
presenca de scusjulzes, quando assim o exigir
a marcha do processo, e que a pratica cm con-
trario he abusiva e illegal c por isso a uenhu-
raa autoridade he licito segui-la.
Dos guarde a V. Etc. Manuel Felizardo de
S 11 :.i .Helio. Sr. preside nte da provincia de
l'ernambuco.*
Sute Vicente de Amorim llczcrra.
DEM DO DI.V 3i.
Ordem do dia n. 97.
De confonnidade com as ordens do lili. Sr.
coronel commaudanlc das anuas, os corpos
existentes nesta gurnicito'passaro em revista
de mostra nos seus proprios quarteis pela or-
dem abalso designada.
O declino batalliao de iufantaria, s 7 horas
da mnha; a companhia de artfices, s7 1/2:
a lisa de cavajlrna, s 8 ; o quarto balalho de
artllharfa ap, s 8 1(1 ; o contingente do no-
no de infantaria, s 9 e os recrutas ein depo-
sito na fortalcu do Bruna, s 10.
Leopotdino da Silva t Azcvedo
Primeiro lente, ajudante de ordens.
DEM DO DIA 3 DE JUNHO.
Orden do dia n. 98.
0 coronel cvmmandante das armas, deter-
mina que amanha o balalhiio declino de in-
fantaria passe a oceupar o quartel do Hospicio,
continuando nclle ale seguuda ordem o nono
da iiirsiua aiui i, c que o balalhiio quarto de
artflbaria. ap deixando o quartel da Gloria,
v allojar-sc uo das Cineo-Pontas, am de
poder alli iiielhorincntc instruirse nos eicr-
clcios de sua arma.
Jote Vicente de Amorim Bezerrr.
DEM DO DIA 10.
Ordem ao dia n. 99
Tcndo-sc recolhidoaesta capital o Sr.alferes
do balalho nono de Iufantaria Francisco Jos
Damasceno Rotado,que se achava em servico ao
sul da provincia, o coronel commandantc das
armas declara que no da prlinelio do corren-
te este Sr. ollicial prlncipiou a fluir os tres
me/es de licenca que obteve por aviso do mi-
nisterio da guerra de27 de fevereiro ultimo,
para tratar de sua saudc, como se fes publico
em ordein do dia n. 60 de 15 de mareo.
i"s Vicente de Amorim /faena-
DEM DO DIA 11
Ordem do dia n. 100.
0 coronel commandantc das armas tem por
conveniente ao servico, rccoinmcodar aos Srj.
commaadanles de corpns da guarnifiio desta
provincia, a lid observancia da disposicao con -
mis no art. 7(1, til. 3do regulamento de 17 de
fevereiro, de 1832 para os bospitaes regi-
metftaes.
Jpi Vicente di Amorim leierrti.
EXTERIOR
\ BREVE DE S. S. AO CONDE MCLK'
Ao noiso charo filho, o e\M>ic Mole em Paris,
po II PUTA.
Charo lilho, saudc e benco apostlica.
Foi com grande alegra que recebemos a
caria respcltosa c allectuosa que nos diere ves-
tes pelas calendas de fevereiro passado cm
qualidade de presidente da commissao do ensi-
no livre, e quei velo asslgnada por alguns ou>
tros ineinbrns da mesma commissao. Nessa
carta vos nos participa que mudos persoaa-
gens dlstinclQS, ecrleslaslicos c leios, preoe-
cupados dos intcressps da religio catholica e
do bem estar da sociedade humana fundaram
esta commissao alim de poderem, por esfor-
cos nppnrtunos, no meio de um tao grande dl-
"uvio de erros e a trave dos lempos tuo dilli-
cti, trabalhar por combater essas opinies
ms c perversas c por defender c propagar a
verdadeira e san doutrina.
Esta noticia causou-nos uina viva satisfacao,
porque uosso maior desejo he ver por toda a
parte apresentarem-sc homens que animados
do puro espirito da rcllgio catholica e do ver-
dadeiro amor da sabedoria, aiTe(;oados de
corac.To a esta cadeira de Pedro, empreguem
todos os seus cuidados cm assegurar princi-
palmente a urna mocidade Ineiperientc os
saudaveis cnsinos da piedade e da sclencia ver-
dadeira c christa ; homens que se appllquem
a esclarecer com atochada verdade os espiri-
tos da<|uelles que se desvairn), c bem assim
tepellir c destruir tantos erros por toda a par-
te derramados, c pelos quaes com grande dor
nossa, 1.10 atacadas nao smente a sociedade
christa, seno ainda a< sociedade civil.
Foi tambera com viva satisfacao que acha-
mos entre os membros ccclesiasticos dessa
commissao o nosso tilho querido Thomaz Gous-
set, cardeal da santa i^reja roinaua, arcebispo
de Reins, c nossos vencravcls fnnos Francis-
co, arcebispo de Touri, Pedro Luiz, bispo de
Langres, Antonio Fells, bispo de Orleaos, os
quaes nada tein tanto a peito como prestar
religio catholica servicos dignos de sua soli-
ctudc episcopal. Nos felicitamos por tanto com
todo o ardor de nosso coraco primeramen-
te a vos, charo filho, que cxercels as funecues
de presidente desta commissao, e depois a to-
dos aquelles que della fazcm parte; nos vos
damos os louvores que merecis, pois sabe-
mos que nesu grande cinpreza vosso primeiro
cuidado c vosso primeiro pcusaiiicnto foi fa-
vorecer i- propagar cada vea imis em Franca
a educaciio da mocidide, scguudoos saudaveis
principios fia doutrina catholica.
Confinos que coma ajuda de Dos todos
aqupUei que se tem associano a eila commis-
sao, tendo sempre diaute dos olhos o culto de
Dos, a honra de nussa religio eo verdadelro
interesse da sociedade civil, empregaro, ca-
da um debaixo da dlrcCefto Ue seu bispo, toda
a sua influencia, toda a sua dcdlcacao, lodos
os seus esforcos alim de que em todas as par
les da Franca a mocidade possa ser formada
cedo na piedade c em todas as virtudes, rece-
ber a instVuccao a mais pcrfdta, e compene-
irar-sc da mais san doutrina sem a misturadv
ncnlium erro.
Temos tambera a esperance de que todos os
Miembros da comuiiss i, segurado em cada
diocese a conducta de sen pastor, rcuniro
tidos os seus esforcos para animar por toda a
parte, desenvolver mais, e defender contra o
contagio do erro a educaciio christa da po-
vo, que he uina das principacs condices da
tranquillidadc c da prosperidade da sociedade
civil.
Queremos por tanto ardentementc recom-
raeudar como digno de todo o elogio, o pen-
samento desta commissao. Com a ajuda da
graca divina, esperamos de seu zelo fruclos
abundantes e detejados, principalmente para
a lustre e generosa nacn franceza. Temos
tambera a esperauca de que lodos os deis de-
Franca e os pas de familias principalmente,
os quaes devem cora todo o cuidado possivel
educar -icus lilhos na disciplina e do temor do
seuhor.se mostraro fivoraveis aeco desta
commisso e quercro aproveilar-sc de seus
Irabalhos. Desde j rogamos humildemente a
Dos o cleinentiss^iuo despenseiro de lodos os
bens, que por seu divino soccorro c para a
gloria de seu saiito noiuc se digne de fazer
prosperar os siudaveis designios c os aclos
desta commissao. Na esperanca desta celeste
pro ice.; lo c cm pciihor de nossa particular af-
feico, concedemos cora amor a vos charo li-
lho, c a i" los os membros da commissao a
benco apostlica que vos damos do fundo de
nosso coraco, ajuutando-Ihc lodosos desejos
da verdadeira felicidade.
Dado em Roma, cm S. Pedro aos 17 de marco
de inji, ([(uni anno do nosso ponmicado,
Pi IX, papa.
Journal des Debat)
ENCERRAMF.NTO D* SKSSA'O DO PARLA-
MEMO PRUSSIANf.
Berlim, 9 -Je maio de 1851.
Ilujc os membros das duas cmaras reuui-
rara-se no salo branco docastcllo para ou-
vircra pronunciar o cncerramento da scsso
OSr.de Mantenllel. encarregado pelo rei de
pronunciar o discurso respectivo, cxpriinio-se
da manen, scguintc :
Senhore*, as cmaras prussianas sao chega-
las ao termo de sua seguuda sesso ordinaria',
a qual por mais de qualro metes tem exigido
esforcos sustentados dos representantes do
piiz. Suas deliberaces comecaraui era um
lempo agitado c critico, Km presenca de pe-
rigos auieacadores, fdra chamada s armas in-
da a forca militar do paiz ein urna proporcao
que nunca se tinha visto e com um successo
qne deu ao povo prussiano a consciencla de
sua lorca e impoi respeito ao estrangeiro ; en-
tretanto circumstancias se deraui, em vista
das quaes o governo de S. M. creu dever cm
sua apreelaco leal e conscienclosa, evitar a lu-
la com racas allemes de irinos.
Nesta disposicao dos espirito!, era natural
que outras opinies sobre o estado das cousas
oessa poca nao licassem sem expresso em
vossas delfbcracoes todavia o patriotismo das
duas cmaras evitou condictos que nao teriam
do proprios seno para por a posico da Prus-
sia em pertgo no exterior c empecer seu dee-
cnvolvlmento no interior; por conseguidle a-
nente os adversarios da Prussia teriam podido
contcmpla-los cora prazer.
Senliorcs, vos tendes desenvolvido o maior
zelo em vossos trabalho*, e os.resullados de
vossa activldade deram-vos novos dircltos ao
reconhecimenlo do paiz.
i Trinii c qualro projectosde lei adoptados
pelas duas cmaras receberam em parle a
sauocao real c foram promulgados. Vos con-
cluistcs um novo cdigo penal e adoptando a
lei sobre o imposto da renda por etasses, c bem
assim a classincacao, provales s maiores ne-
cesidades da adinioislracao scal e concedes-
tes uina diminuicn parcial de imposto s cas-
sos.pouco favorecidas da fortuna. O orcamento
do anno de 18i est fizado. O governo tomar
era considerado os projectos de.lci discuiidos,
mas nao anda volados. Elle tem a convieco
de croe est perfeitamentede accordo com as
corporacoes legislativas do paiz avista das re-
solucocs que tomastes sobre os projectos de
lei que foram submcttldos a vossa considera-
cao, e se esforcar por inantcr este accordo.
Urna vista de olhos retrospectiva sobre a pre-
sente sess.no confirmara a conviccao de que o
amigo espirito prussiano pode, ainda mesmo
as formas da constituico nova, desenvolver-
se cora forca, e que por consegulnte a condi-
cao principal do dcsenvolvlmcnto da Prussia
nao foi atacada ein suas bases histrica* pelas
pertrbaedesde nossa poca.
Os inimigosdesse desenvolvimento, os ini-
inigos da ordem dina c humana em geral
nao sao cm verdade mais tranquillos dp que
as paixes que os agitam ; mas a revofuco,
debaixo de qualquer forma e em quaesquer lu-
gares que so aprsenle, achara o governo de
i. M. vigilante e (irme, e a Prussia armada.
A atlitudc ameacadora de seus inimigos
impe a todos os governos allcraiies o dever
imperioso, independcnleuicnte de qualquer
outra consideraco, de nao deixar por mais
lempo a Allemanha sem um orgo central gc-
ralmeutc reconliecido no exterior c no inte-
rior. (,>ucr os governos allemds voltciu s for-
mas da antiga constituico federal, qur os
planos nao abandonados de uina transforma-
rn desta constituico sejam mais tarde ostil-
raente realisados, o desenvolvimento iudc-
peudente da Prussia nao soll'rer nada com
isso.
ix A garanta verdadeira e a mais segura de
um futuro feliz c glorioso para nossa patria,
de sua prosperidade poltica c material, de
seo bem estar crescenlo no interior, de sua
torra c de seu poder no exterior, vos a acha-
ris, senbores, no governo de S. M., na corpo-
raco iufaligavel de todos aquelles que, chcios
de Ir V (le cun li ni, 1. Se reliman anda llOJC de-
baiio da devisa de um lempo grande e glorio-
so :--Com Dos, pelo re e pela patria.-
Depois dcste discurso o Sr. de MauteolVel de-
clarou encerrada a sesso das duas cmaras, c
euto ouviram-se gritos de viva o re.
(Monitor pruzjitino.)
AS CONFERENCIAS DO CZAR COM O REI
DA PRU&IA E O IMPEKADOR DA AUS-
TRIA,
Londres, 2de junho de 185l.
A conferencia pessoal que recentcmenle le-
ve lugar em Varsonia entre o re da Prussia
o imperador Nicolao, c bem assim a que esll
para ser soleranlsada cora pompa militar pelo
imperador da Austria em Olraulz, sao indica-
cocs de que o concert e a allianra das cortes
do norte acham-se restaurados, c deque os
principios cominuns da aeco polilica reco-
nhecldos durante urna grande parte do sceulo
presente por aquellas potencias dominara ou-
tra vez em Uerliin, Vienna c S. Pelersburgo.
A poltica que esta trplice liga tem uniforme-
mente seguido be urna politka para a qual o
espirito e os principios dcste paiz nunca jamis
se tem incliuado, com quanto nao tendamos
refusado fazer justica s vantagens que resul-
tara de uina tal unio, e leuhamos seutido os
mates de sua temporaria inlcrrupco-
A boa intelligencia c a aeco harinoniosa da
Uussia, da Austria e da Prussia, sao as mais
poderosas garaaUat* da pax da huropa, c dos
tratados existentes, os quaes csses estados tem
:;. ramenle, posto que nao iuvariavcluieute,
sustentado. Esta he uraaconsidcraen de Ira-
mensa c primaria Importancia^ por isso ijue
envolve toda a poltica exterior do continente
europeo.
Esta unio nao s aparta as probabilldadce
de guerra entre essas tres potencias, cuja forea
inilareprxima vi/.inhanca as tornailain lu
migas fnrraidaveis e destructivos seno tam-
bera aprsenla uina trincheira que uo ser
impunemente assallada por nenhum outro es-
tallo. Ha poucos niezes quando a alllanca foi
> iriu lmenle dissolvida, viraos a Allemanha
herrisada debaionetas hostis, entretanto que
a Russia de um lado e a Franca do outro prc-
paravam-se para tirar prnveito do resultado
da luta ; porm infelizmente esta alllanca que
nasccu das grandes guerras de Napolco c foi
cementada no campo de I.elpsil, tem servido
a causa da paz cusa da causa da liberdade,
earenovaco desta iutiina connexo aug'ira
na* para o prospecto da regencraco poltica
c das instttuicocs populares da Allemanha.
Depois das oceurrencias destes ltimos me-
zr-s, as quaes abalaram lodo o syslema das po-
tencias germnicas, deixando o amperio russo
inclume, a alllanca podia mesmo ser renovada
sobre termos menos raciouaveis, se o impe
rador Nicolao sustentasse suas prelcnccs
parte do leo ; porcSu he bello reconhecer que
at aqui em todas estas transacedes, amodera-
co do gabinete de S. Pelersburgo tem sido
igual sua forca, c que todo o acto do Impera-
dor parece ter sido dilado por urna atlcnco
generosa ao bem de seus alliados, aiuda mais
do que pelos suppostos objectos da amblco
russa porm ncm por isso estes objectos tem
deixado de ser conseguidos, a influencia da
Russia, depois do rotnpiracnio da violencia
popular cm i848, e do apartamento tempora-
rio do nosso governo do poder principal da Al-
leinanba, he sentida ein maior grao do que
danies era uina porco mais cstensa da confe-
derayo germnica.
Por uina dessas altcrnaeoci que sao familia
res ao rei da Prussia c poltica de seu gabi-
nete, he por meio de Uerlim que a influencia
da Russia mais poderosamente se cxcrcc, c he
sobre esta counexo russa que os raliiisfros
prussianos presentemente mais conli 1111. Va-
rias causas tein concorrido para produzr este
rcsuliado--o invern daquelle que tiulia sido
predcto por una elasse de polticos, dos quaes
habitualiucntc dtlcriinos. A Prussia conhecc
a fraqueza c o ridiculo qnecni toda a Allema-
nha se ligou couducta que ullimamenle li-
vera, e cora quanto tenha depois consentido
cm rcassumir o sen posto na dieta de Francfort,
fe-lo, assim o eremos, sem o menor desojo de
promover o bom cxilo desta experiencia. Ella
quer com Varsovia cunlrabalaucar Francfort,
e nao se envergonha de pedir apoio Russia
contra o objecto de seu nao abatido elume.--
O gabiucte de Vienna. Ha quatro annos passa-
dos,saudmos cora alegra a relaiaco daqucl-
les la^os que llnhain convertidoa Prussia cm
um saietlite da Russia, pois as medidas de 187
pareclam accrescentar um outro membro po-
deroso e Ilustrado alllanca dos estados cuus-
tllucionaes. Nao ba necessidade de recorrer
serle continua de erros c faltas pelas quaes a
corte prusslana e o povo prussiano abandona-
rain depois e destronara o brilbaote futuro
que enio pareca aberto diaute dellcs. Sua
connivencia e participado no baixo ataque
feito contra a Dinamarca, seus estravagantea
projectos para absorver o resto da Allemanha,
e sua nao disfarcada hostilidade ao nico po-
der confederado que nao podfam esperar ab-
sorver, efectivamente allienou dcllc a bene-
volencia da Europa c delxou-os acabar no po
a que tinham coraecado as nuvens. O recelo
de commoco interna fes agora que o governo
do re voltasse alllanca russa, c a este sea-
tlmento ajunta-sc a penosa lembranca da' fra-
queza militar do rciuo quando nao lem al-
liados.
Um destes das ful pomposamente inaugu-
rada cm fiei hm a estatua de Frcderico Magno.
Como obra de arte, dlzcm que be digna do
reinado de um soberano de munificencia e
gosto i como acto de polilica porm, admira-
mos a coragem dos principes que liraraiu as-
sim o veo a clUgie de seu grande antepassado
para contemplar os feitos daquelles que o suc-
cederam. He verdade, que elle levou a licenca
poltica de seu icculo, a raplua militar e a lar-
peta diplomtica aos seus ltimos limites, pos-
to que a energa de seu carcter triumphc de
suas partes mais baixas, e elle sobreviva na
historia como o fundador de urna grande po-
teucia europea. He conveniente que sua una
gem de brome adorne as pracas de Beriiiu, e
a occasiao foi celebrada como unta festivida-
dc nacional : porm ella deve ler suggerido
contrastes nao inteiramente saiisfatorios pa-
ra o orgulho do povo ou para a conscicncia
do rei.
Voltando a tpicos de Interesse poltico mais
restricto, dlzem que a influencia da Russia be
principalmente erapregada para acalmar a ir-
rltaco c regular as dilferencas que inecsaan-
teiuenteesto rebentando entre alguns dos es-
tadistas prusslauos c austracos ; e nao ere-
mos qne .as interna.ci do imperador Nicolao
lenham jamis assuraido o carcter activo ou
agressivo que por vezes se Ihe tem impu-
tado.
Sua mxima desde .848 he estar^eparado
para o peor, he ter constantemente no espiri-
to que como o estado da Franca nao est cs-
sencialmentc regulado, o continente nao tem
nenhuma garaulia contra a mudanca que n'a-
quelle paiz posso conduzir urna luta exte-
rior, he finalmente lazer que na Allemanha
os tratados existentes sejam respeitados, c a
orgauisaco federal mclhorada ponan no
interesse do poder n&clonal c da prosperidade
da Allemanha lie dilliculioso suprior que mes-
mo os estadistas russos sejam tao cegos que
sem embargo dos signas dos lempos. Imagi-
nera que um despotismo estupdo ser im-
posto aquelle paiz; elles devem calar certos
de que as iusttuices federaes c Internas da
Allemanha se desuioronaro ao primeiro cho-
que, seno < iii-.li/iT. ni s justas necessidades
do povo. O 'interesse da causa conscavrdora
e da unio desses governos contra os excessos
da rt'viluco requeren, imperativamente que
a dieta se torne um corpo mais ctjicicntc, c
que suas medidas nao sejam corrompidas pe-
la suspeita de iulluencia estrangeira.
l\o est no carcter, ncm na polilica do Im-
perador Nicolao, a julgarinos pelo seu proceder
oestes ires ltimos airaos, adoptar combina-
edes arriscadas uu incertas elle espera os suc-
cessos sera procurar dirigi-Ios. Por esta raso
lo acreditamos os boatos que alrlbucm pro-
jectos rcacionarloc a estas entrevistas de Var-
sovia e Olinutz. A Russia niio quer compri-
mir a Allcmmha, ncm atacar a Franca. 0 lem-
po da cavcllarla errante das potencias despti-
cas est passado, e o mundo nao ver mais
agora um trotado de Pilluitz. Felo contrario
a allitudedosgovcriiosgermaiiicosc da Russia
he estrilamcnlc defensiva; porcra se seu lira
he preservar a si e seus dominios das devasta-
ccs da aii,u iln 1, esperamos que reconheceru
que este resultado nafa puderj nunca ser obli-
dosmente pch represivo, c que requer a rc-
coneiliacio c a unio do governo c do povo,
adaptando-sc a auloriJade de um aos direilos
dos outros.
(Time$.)
m LbMbM
Com miinicado.
Para que o honicm exisla, primeiro que
tudo, he indi-.pi-ns.ivil que teuha de que se
alimentar, c ponto que u homem seja omn-
voro, com ludo sempre he vegetal a base de
sua allmcutacao. So boineui das selvas, c
que domina gran les eile*iwd>| de terreno de-
serto, pode dar-se sustento aljiiudaute, qur
animal, quer vegetal; mas onde o bomciii,
pelo seu numero ou exlguldade de espado,
nao p.de subsistir da pruduccilo espontanea
da naiureza, nccessarlo se torna que elle au-
xilie es-a boa in.ii, ajiidandn-1 a produiir
maior copla de dous para sua subsistencia.
Km rasan do estado da sociedade, e sua civi-
lisaco, toriiiudo-se as necessiiladcs do ho-
rnera numerosas, nao podendo ellas ser satis-
fritas pelos recursos ao alccncc de cada mu
preciso foi que o homem procurasse de outra
sortc salisfazc-las; mas possuindo csse ho-
rnera apenas o que a* ierra produzia, tratou
com a sua diligencia de os augmentar, de o
mclhorar, e dcste excesso, daudo-o cm troca
prnveu suas novas incessldadcs.
Com o augmento do genero humano, c dcs-
envolvlmcnto da civilisaco cresceram as ne-
cessidades, cresccrara as dilliculdades de pro-
ve-las, rol necessarin forcar a naiureza a pro-
duzr ainda mais emclbor: as apuradas ioda-
gacnes e experiencias, as faculdades humanas
todas empregadaa dcscobrlram melos de obrar
com que ohtiverara as raelhoras pictcndid.is.
Estas indaiacrs c expcrleucias fizeram
crear urna sclencia, que dcuoralnaraiu-cAgri-
cullura. .quellcs povos que soubcr.ini apre-
ciar a sclencia c derani-se ao catudo della,
lera d'ahi deduzido proveilos consfdcraveis,
a ponto de tornarera-se respeitaveis, narocs
al cnto poueo notaveis, como sejam, os
Ksiados-t'nidos, o Egrplo c as colranlas curo-
peas nos dous mundos, vicram a ser respeita-
veis, engrandecidas c abastadas.
De lodos os povos da Europa o mais afer-
ado aos vclhos usos sempre foi o povo portu-
gus, donde procede que anda hoje a agri-
cultura n'aqucllc reino se acha as fachas da
Infancia. Este de feito forca era que nos cou-
besse; e d'ahi vera que, entre us na grande
agricultura weeuiobe raro o einprego da char-
ra, c absolutamente desconhecldas todas as
maquinas crapregadas modernamente na Est-
ropa. Alm do mal que sofl'reiuos por falta
de eoiihccimcnlos professionacs, accresce an-
da, que tendo sido o Hrasil colonia portugue-
sa, c no eonvindo inclropolc retirar d'aqui
seno certos e determinados productos, c que
uiais inicies.iv mi ao seu corainercio, inultos
gneros de grande prnveito c de fcil produc-
co cm nosso paiz dtixaraiu de ser cultivados,
ou por expressa prohibido, como aeontceco
cora as especiarias, ou por ncalculada eco-
Domla de nosios pas. Estes dous grandes
males, aiuda hoje subsisten., como nesses
lempos amigos. Nenhuns conhecimentos pro-
fessionaes da sciencia, nciihura estado sobre
a applicaco das maquinas modernas c aina-
nhos gcralmentc usados ein outras trras,
nenhuns cxpciimcato-. sobre tantos ramos de
industria agrcola deque podemos tirar pro-
veito, Celtas hoje, como eramos Celtas ha
um seculo. Admita ver trazer-sc-nos, ainda
agora da Europa, alm da farlnha de trigo,
milho era grao, c redolido a farinha, feljo,
cevada, ccnielo, grao de bicu, ervllha, tic.
feo., genero que ueste pala produzcm o duplo
e o triplo do que produzem na Europa.e que nos
eilavainos no caso de exportar em grande es-
calla. Recebemos do estrangeiro as bebidas
espirituosas que consuininiuios, e sendo pos-
suidores dos raclhores fructos para o fabrico
de vinhos c licores, apenas facemos aeua-ar-
dente dcmclaco: ncm mesmo para o consu-
mo aproveitamos o caj, o auanaz, a man-
gaba, a laranja, o caldo da canda. Rcduzi-
inos as preciosas madelras de nossas matas
virgens a carvo, cmquanto que atsoalharaos
casas, fazemos portas, ate. de taboas de pinho
que nos traz o estrangeiro! Os nossos velbos
1 i/n colhiam, como nos plantamos, jvlam alegres
c felices; para que, pois, adinroeremos cou-
sas novas, se para vvennos como nossos pas
essas novidudes n" sao as respostas comesrahas qualquer fnsl-
1111,1;.io de mclhoraucotos; m.s ceabora a
indolencia de quera assim se exprima; se a
patarra, se os raciocinios nao sao bastantes
para desengaar esses csplrtos recalcitrantes
iiiostrc-sc-llie praticauento o (Vuelo desses
raciocinios; apalpem alies os beneficios do
mclhoramcnto; esubeleca-se urna escola de
agricultura, oode a mocidade, os lilhos dos
MUTILADO
~7


T*

nottoi lavradorcs, vao beber os oonhecitncn-
los precito! pa melliur .creer pratatSao
de seus pais, ahtao, c su eolio. veremos a
agricultura em nosn provliicla gaubar mu
desenvol viniente admira vel. Goatt os * etturradot pouoo te faa, queremos a moclda-
de capai e digo di correr pela estrada du
progresn Industrial do seculo.
E como prcscendlremos por mais lempo de
pretor a necesildado lio uaRkaUe, lio apiul,
quando a soeledade brasileira oulro ueohum
reclino leui par* a aua futura existencia e
prosperidad, ncnhuin oulro maneada! para
accudlr e prover as precitOet do estado P He
lempo de reclamartnos que se nos proporcio-
ne o ensino do nico olhcio que profesamos.
lie lempo de aperfeicoarinoe noasas facilida-
des, faicr raler os dona ooui que a Provi-
dencia nos mlraoteu.
Nossos pal vlvcram em lempos menos dlfi-
ceU porque cntao os bracos que ampregavam
no campo er.o bracos fcilmente adqueildos.
c por menos da quarla parte do prceo actual,
Entao as necessidades que o tralo civil o o lu-
jo tem creado, erio al de nomea dcsconhe-
cidas, e conseguiilcmenlc as despeaaa erao
lio pequeas com o pessoal das ramillas, que
por uial e pouco que so irabalhatte muito
se amontoava. Accresce ainda, que a escra-
vatura val gradual e successlvamcntr a desap-
parecer, e he Indispensavel desde j prevenir
un futuro que ameaca o assucar, principal
ramo da agricultura deata provincia. Nao
podemos escusarnos de crear novos productos,
nao s para a pequea agricultura actual,
como para mullos proprietaiios de engenhos,
que em poueos anuos nao icro lucios de fabrl-
cer assucar. Dous melos se nos oflerecein
para preparar uina til e completa reforma
na nossa agricultura, e conslstem clles na
fundacao de urna escola tbeorica de agricul-
tura, e de urna soeledade de agiicullura que
csutieleca, proteja e dirija a escola pratica
da uirsina (ciencia.
Siippomos que na escola tbeorica dever o
governo crur um curso das segulnles cadei-
ras: de ajjtulciira, de historia natural, de
tccbnologia; de Chiinlca c physica, de geo-
metra appllcada, de mecnica, de medicina
veterinaria, rcduzida esta aos indispensaveis
conliccimenlos do agricultor, e Analmente
urna cadelra de deseoho: mu musco e um
jardim botnico.
A sociedade dever fundar a escola pratica
em terreno o inais prximo possivcl da cida-
de, onde se cullivein todos os productos dos
paizes troplcaes, onde se Iralcm, melboreui
c propaguem as plantas e arvores preciosas
desle continente, c se crlem as rafas mellio-
radas dos animaos de paizes estranhos, e que
nos sejam uleis, ou necessarias; sendo o
administrador dcsta faienda e seu ajudanle
mesura praticos de agricultura, .omprchen-
didaa uesta a horticultura, pomologa c jar-
dioagcui. A sociedade dever rediglr mu pe
Dodlco sobre lodos os melboraineiilos agr-
colas, c coolieclmentos uteis Industria, e
trabalhos e beneficios obtldoa pela escola
Eralica. A sociedade dever mandar vir da
uropa maquinaa e ferrameulas para a lavou-
ra as maia aperfeicoadas, nao s para uso da
escola pratica, como para servir de inodcllos:
sendo tsmbem a seu cargo faser vlr plantas,
semenlcs, animacs estranhos ao pais c oras
ratas dos disientes para aperfelcoamcnlo
destes.
Nao se podendo, pois, negar a juslica e
urgencia da prsenle reclamafo, esperamos
que os nossos deputados asscmbla gcral
apresentem um projeclo para a creaeo da
rscula de agricultura qOe propomos, pois nao
drvero querer que a provincia por mais lem-
po csteja privada de tao valioso bcoelicio,
que smenle da illustracao e patriotismo de
mu representantes,4em elladircito de espa-
rar. Sao esles os votos de
F. Mena C. da F.
*>2<
P ubi carao a pedido.
Illm. Sr. aduiini.itradur da recebedotia dr
midas geracs internas. Jua(|iiim Mara de
r,.irvalho, Ihesoureiro da incsina, querendn
verlicar a exactidao dos itinliefrui eu car-
go, reqticr a V. S. de mandar proceder um
baltncu no cofre respeclivo, ciu prescuca de
V. S., c do seu resultado se Ibc d por certi-
dle do que ansiar : porUunoI1, a V. S.
digne delirir ao supplcanlc na fruia rrque*
ri<1a-= l(. M.Joaqui Alaria de Catrtllw.
Dc-se do que cousiar._Recebcdoria de l'cr-
iiambucu, II de julho de 1s.:./,.;./1.
Km juinprimcto ao dcipacho supra. Cer-
tifico que uo da 8 do trrenle, te procedeu
a balaneo no cofre a cargo do llirsourciru,
Joaqun. Mara de Carvalho, cui presenta do
Sr. administrador, Manuel Carnciro de Soma
1 icerda, ao qual igualmente a: existir quantla 1 -" i f. i8l sendo 3:927,435
pcrlcncentc ao rcudiutento at a judie t:j83,35b' aos depsitos pblicos, c 83,700 aos
depsitos particulares, incluidas as despezis
feias com o ordenado c pnrcentagein dos cin-
jiregados c despeas mludas do dito iuc.
qual quantla era a que verdadeiramcnlc devia
existir, em rlsta do baanco dos respectivos
livros. E para constar onde convenha, passo
presente. Reucbedorla de rendas internas
geraes de Pernambuco, 9 de julho de i8i.=0
cscrivo, Atanott Antonio Simts d> Amarl.
iMiss.vsf. v-ie taraban. mili della.qne assim dojbpllo a pilflo ftgvn acnul) um.i
ll- noU fatal/ louca, clUel, ttls siilgutf.en
za e talento. Ha longo lempo que defin ve
(jliiteatihnand- nm epecureo com immina- o qulai 13o bella Como a (liba, a queaju
Co ral/wlicn. Porem jslo dumanda expli- do est prxima acoullaf ao aiancobo o a%- te potica, li.trultfz ah JienflB vo
Ct\'o o ilosootaitia)"tito, As Mamonas, uredo quo arrontou ao Cora^Bo da sui M- lo, um deaojo ardeutAUe d istrulr;,
assim como oMdB outros escriptoe seos, vem, a# perlurlta cora, o haixa os nlhOKr- ruina omumlo.
di/om niuito. IBajm nSo dizem tale. Mr. filia Bfopra seductora tiesta ag'iac^o, nfo Ao fliesmo lemp
dr Ghlteaubrtana presumeldo baXflf-se ah na aortlimooto qim oSo possi rlclamar para a mo ama, e que
ieutAe Uoslroleil^
que
quer
roprf6nlado lal qual lio :"SenJo sincero si. W3o h6 muito dedicada falUrnof tan- M"lU8f Jajsu,ueoido, ouue auift^iLBto i
e verldlw, di elle, nlo abro ocorIcUo, Ujrfs neU linda maMWT[' vTBstugirT TTlavardado Coluf" ae ma
porque nruhi alma tende conslanlemen- Q"'' pensainento oceupa o a'Diaio do nar- porderdus licareinviuva iquesa poderla, car-
ie i fechar-se; nunca* refiro um co por dor no momento erA que davia entregir-se iar-voscom achama qudeotro em mim|lra-
infirn, e soronto toda a miriha vida nestai lodo casia ilor da saudade.!1 Ainda que un o, at guando ne avio l Intonde el!, salla-
Memorias NSO he assim: Mr. de Cha- penaamento mo Ihe occOrresse nao era. II- tazando ao.seuorgulho, queaemcouaa algu-
leaubriand nSo conta ah toda a sua vi cito cscrove-lo. llvela Uto as tandonciai tnl Hit, Ut malaJo que os que ludo do;e
da. Achamo-la porem com trabalho. libertina que o nobre autor manifestar' qtfetistir'o seu nada para fascinar quilquer
No tocante, por exemplo, aos amores que durante a vida, segundo alllrmao os M de peilu. O que singular he nunca ler n-
inspirou, e aos ardentes caprichos que sen- perloo coqheooram, mas que mu bem oe- contrado durante a vida mulbor que Ibe
lu i' nunca ello sentiu outra cousilhe cullou nos seus prlmeiros escupi*, pa n.lodesio lazlo. Tamanha era a se ducSo I
discreto por bom gosto, nobreza, o convo- penna enviihccnla nSo soubo occulU^'a. j Ao lado dostas palavra* me ibbrevio e en-
niencia semi-mundana, esemi-religiosa ; e Noque dizquanto ttifii de Carlota, revela fraqnerje esta outra conQasSo que depoia
lambem porque escrevendo as suas Memo- n>o gosto, e indica possulr alma mediocre-.ailgfou, repatiodo-a em diversos loas.
ria$ sob a inlluenfli e inspecco do Mad- mente sensivel. 0 flm do episodio"fle"Caf-f < nao roe enfada a vida : a Irisleza tem-
ma Itecamier qne denomina a aua Beatait, lou contm ainda eolras passagens sem }a- me devorado : o que tntrma aos oulroi JU"
e oceupa ahi o logar henroso, entende que bfi e repassadas de fatuidade. PerguntaJMens no me Imireua a miin Se eu fo*-
saella ama, e que soleve antes aP.eic.oss ellea si mesmo o que Ihe teria acontecido se pastor ou rei o que fariado'meu caja-
de ordem muito Inferior e desigual. As- ae houvesse desposado a joveni ingloza, con-do, ou da minha cora? Katigar-me-hia
sim slcrincon e subordinou elleo passado verlendo-se n'um gentleman cacador: Pe- igualmente a gloria o o engenho ; o 1ra-
ao presento. SO deixou ver o altar-mr : derla a patria muito com a minba desappari- balho o o|descraco j a prosperiedadi e o
as capellas particulares liesram occultis. So? A resposta a semelhaute pergunU infortunio. Na Europa, e no America
Qushdo constou que Mr. de Chatean- traria um debate espinheao, em que se su- tem-tne do mesmo modo enfastiado a so-
briand escrevia as memorias, urna mulher tentaiiaopro o o contra; gracejar agrada- andada e a natureza. Sou virtuoso sem.
pratiesdo mundo e que elle outr'ora ama- vclmentea tal respeilo.e se se assumisse ujn prizor; se rosse criminop nSo teria dis-
ra, escrcveu-lho urna carta pedinde
Ihe viosso fallar: assim o fez elle-
mulher, que nSo tinha animo acanhado, quera a provocisso. | O flUe dizia nos pnmeiros lempos repe-
disse Ihe : a Espero que nSo digis urna pa- I Quaodo Mr. do Chateaubriand nos piula a li-lho ha constantemente at o ultimo illa),
iavra sobre-. Chatciubirand a tran- dr que experimento.!-, depoia de baver dea-, Estou aborrecido I Eilon aborrecido N'u-
quilisou com um sorriuo. e respendon qne pegado o coracSo de Carlota, quasi que che-1 m carta escripia de Genebra em Seten-
as suas Memoria nSo Iractaariam de todas 8* a convencer-no. Mostra-nos algumaa bro de 1832 a urna mulher atrisvel e eml-
essasas cosas. ideas alsas o romancista, formando o qua- nente, que (sem sera Senhora Mecamier;
Como todos os que conheoeram Mr. bn dro, eoeacriptor crupregando o estylo :-|soube remoca-jo e distrai-lo; escrevia
Chateaubriand sabem qne eisas comas occu-, Carlota engrasada e lerna, que me segu
param grande parte da sua vida, segne-se os pasaos coin o pensamento, os punlica,
que estas Memorias, em qne elle diz tantas acompanbando-me pela vereda da SfljMf'
verdados a todo4, e a si mesmo, nSo con-, <' e m<"8 ."B sa'?
Moli cala a phrase iliteraria e potica
que pretenda fingir um acento spaixonado .'
A scena passa-se em Londres, aoude vinle o
seto annos depois, ello embaixador, a torna
a ver j viuva do almirante Sulton ; e apic-
sonlando-lhe seus dous lilbos, ainda seria
bolla o encantadora, se alguna tragos monor
tem ainda tn lo, que precisan) um coro-
menlario, oa supplemenlo. Tambem pela
noss.i parte seremos discretos, e s tractv
remos de bem definir, em ponto (8o funda-
mental, e qne diz respeilo alma eao ta-
lento do grande eseriptor.
Neslas partes accessorias, e as paginas
olle:
VARIEDADE.
MEMORIAS Il'ALEM DA CAMPA.P0R
Mr. DE CIIATIIE.VBKIA.ND
Chatheaubriand romantio e amoroso..
Esiou longo de lor dilo o que cumpriria
ilizer dss memorias de Mr. Chatheaubriand.
i) seu triumpho tem cresciilo muito nos l-
timos mezes ou pelo monos a imprcsso
que ella tem causa jo qualquc. que seja he
mut viva. Tocan lo da poltica abrasadora
de 1830, elle, bomem de polmica, abriu al-
i; urnas do nosa chagas de boje : fet-as
sangrar. Cada partido arrancou, asinho, a
pagina que convinha a seus designios ou o-
dios, sem examinar se o reverso dessa pa-
gina dira, ou nilo, intoirsmenle ocontra-
rio, o desmenta o que se lia antes delle.
s republicanos viram ahi propheoia d<
repblica universal sem fszerm cabedal do
dospreso com qno ello fallou da presente e
luura aocidade, e dcstas goracOes~abastadas.
Ol realistas continuaran) a ver pro&essis
no futuro, restos de grandes esperanzas, e
nilo sei que lloros de liz de ou,--, mancha-
das, insultadas, e persegu las, segn lo es-
ta pena vingadoura, por igual numero de
abelha e zangues, espirito de partido
he assim : ve as cousas palo lado que Ihe
convem. Os inimigos do amigo rgimen
descobriram as Memorias, ao lado de tor-
rentes de fel o de clera um arsenal ile
pungentes invectivas. A ponna de Mr. de
Chateaubriand, semelha a c.- nula do Ro-
land que extrahe o relmpago; mas quao-
do tracta dos successos de 1830, lio a espada
de Roland furioso com que fere para a direi-
la eesquerda no delirio da vanlade, o!rai-
voso por nio ter sido ludo no rgimen
bourbonico, e por ver que nDo pOdu oem
deve por sua honra ser cousa alguma no
novo reinado. Desja que o mundo om
que nSo ligura, na la valha depois delle.
Depois de mim venha o delvoio. eis a sua ha-
bitual inspirac^o U-nlimiilaile ou repbli-
ca '. Primeire ministro n'uma ou tribuno
iiictedor neutra, eis o seu programla mal-
logrado' que o he de mullos outros, e
que li n'uma carta confidencial de 29 de
oulubro do 1832.A lucia entre esles
dou* souhos rala-o. consme-o. Esti ra va
singular, orajirriaoris, e miserave!, ora su-
blime quando reproduz traeos de Juvenal,
restitue ao seu engenho de eseriptor toda a
tempera colorido. Traclarei a fundo,
em oecasiSo pagpra do prodgioso carc-
ter desle hornero poltico (se tal nome
pode dar-se-lbo (que se manifesia lal
qual he, e sem mascara alguma*, o com to-
do o seu htifftor caustico o vea exlermi-
n-dora. Por agora quero s fallar de Cha-
teaubriand romancista, romntico, e -
moroso.
He este um lado por onde cumpreobser-
var Chateaubriand, pois uollo se encontr o
profundo ettro que mais se geita a nrturo-
..' lili ua I n. *-*,*r*rir~v 'i|ij| u III1.I UII^MIUJ s I i
dedistraccao que so eoconlraco a todos os' gradaveis a nao afeassom. Lidy Sulldn
respeilos as -/morios de Chateaubriand,!'he diz, segundo ello escreve : nJo vos
ho que dovem procursr-se revolaQOes sinco-! cho mudado, e nem se quer envalhecido ...
ras e vordaders. Na sua viagem Veno-' Ha cerlo que Mr. de Chateaubriand Ihe lize-
zacm 1833, desperiando-se-lho as recor- ra pergunlas pruprias de um pretndeme.
da0cs qne Ihe excitavam o mar que om-' lzei-me, madama, o que vos parece minha
barcaravlnte annos antes como peregrino 'novasituacio? a yu.ndo vos couheci mu-
da Palestina exclamou i i guem prutiunciava o vosso uome, mas ago-
Iiisseeu ludo no Itinerario desta via-! ra, quom o ignora? At nesta scena que
gem, comecado no porto de Desde mona, e. tende a sonsibilisar, penetra I fatuidad*.
d'Otholo? Dirijia-meaosepulchrodeChris- que jamis o largava, proprla do humeui
to disposlo ao arrependlmento T S um' afortunado que quer seiupre ser rapaz, e da
pensamento meoecupava; eu contava com! personagem lilterari, que deseja que a glo-
impacienca os instantes qne passavam,' ria o acompanhe sompre.
A bordo do meu navio fizando o olho! Prononciei o nome de bomem afortunado;
na estrella da noite, pedia-lhe vento para cumpre agora faze-lo conhecer, o desculpa-
navegar mais depressa, e gloria para me fa- lo. Mr. de Chateaubriand era homcm de for-
zar amar. Esperava encontra-la em Es- tuna, potin era-ocomo Luiz 1IV, ou como
part,Uto, Nemphis, e Cartlago, e traze-la Jpiter. Fora curioso seguir enumerar os
a Alfiembras. Como o OorefU mo batia ao pnneipaes nomes de muilieres verdadeira-
cheg-r seoslas da llespanha ? Consorvar- mente distincla que ao mesmo lempo, e
se-lia recordacao de mim, do qne passai successivamonte, o amaram, eque por elle
por tantas provacOes? Quantas desgranas se saenficaram. Ingrato! No episodio de
acampanharam este myslorio? O Sol ainda Carlota, ousou elle dizer, querendo honrar
osalumia. ... Se obtenha a furto um mo- oamorda jovem ingleza. Desde csti ex-
rnenlo do ventura, ho logo amargurado pela ca s tive urna afleicao baslanto elevada, e
lembranca desses dias|de seducsao.de en- que me inspirou igual conlianca. Esla
canto, e do delirio ffeisro nica, do quo faz excepto hea da
N3o precisamos'esclarecer quaesquer es- seniiora Becamior, mulher encantadora, que
curidades da allus3o : basta-nos a conlissao mereca, certo, mullas excepcOas Com
essoncial. Mr. de Cbaleaubroand quo se on- tudosomelhanleassotcao he falsa o ingrata,
camiuhavu ao sepulcriro do Chris'opara ahi Esquece-se ello de tantas molheros lernas e
contemplar o berco da sua fe, beber agoa alleicoadas quo Ihoderam as mais caras e
do Jordao, o mais do quo ludo para trazar innegaveis provas do amor ? Elquoce-se
as cores doquenecossilava o seu poema dos princplmenle da S'iihora do Ueanmuntu.
Uartijres, afllrma agora que ainda outro flm Oh.' vsqueo amastos, e morrestes como
Ihe dirigaos passos. A pessoa quo olloon- nome dello nos labios ; oh .' manes adura-
tnoamava, clvivamonte persegua, um onto dos. I.ueilla cuja razSo so perdeu Ulvez
seductor Ihe dsse : Curai primeiru quo tu- l"o s por olle ; e vos Paulina que uiurres-
do do alcaiicar gloria : fazei a vossa viagom, l" om liorna, sendo 13o depressa substilui-
e depois... depois nos tornaremos a vari da; eoutrasnohres damas quo desojaran,
Efoi para Alhambra quclholixou oponto do sacrlicundo a vida, lornar-lliea delle mais
reuniSo quando voltasso, dando-lho ligein aprasivcl, e menos pesada; vos, senliores do
esperanca de recompensa. Ilirigio-so ella Eervaques, dus jardn de Mciville, edo
aessoponto, e aflirma-se que o nome dos palacio do Usso, ergnei-vos do sepulchro,
dous peregrinos so lia sinda, ba alguus an-,e viado dizer ao ingrato, que nscando o
nos, as inurallias mouriscas om quo tinh3o vosso nome com nma pennada, mente a suas
sido esciiptos.
Abroas Memorias de Cbautoaubriand, no
ponto em que ello volta da Palestina, e em
baldo procuro um circumstancia.ou reve-
proprias recordacOos, e ao seu coiacao.
0 que Mr. do Chateaubriand mais procura-
va no amor, era monos a aiToicSo de urna
ou outra mulbor em particular do que
B i'iu u. 'j \i ii. j iii < i p i '. .. .,|.-.. ,..,!----------------------------------------------------- ----- ,------------------------------------------,------
laclo terna, anda que nSo esteja em harmo- urna occasiao de perturbacao c delirio;
na com o Itinerario, ou um desses Irados.era menos a pessoa que elle desejava do
que dcscrcvcm vcridicameoto as conlradic- que a saudade, o sonbo eterno, o culto da
cues o fragilidades do hornero edo cora^o, 'sua propria mocidade, a adoracilo de queso
as suas oceultas fraqucias.Cuntenta-se viu objecto, e a renovacao verdadira ou
rom dizer :e Atravossei toda a llespanha Ilusoria de urna situac3o aprasivel. 0 quo
aondedezosseis anuos depois o eco me fez'chamamos egosmo de dois, convertia-se
representar um grande papel, contribuindo nelle em egosmo do um. nucir mais
eu para abalar a anarchia.... Bnta depois perturbar e consumir do quo amar. Asse-
um hymno, traclando da guerra de llcspa-' guram-nus que quando cfle queiia igndir,
nha, da qual nSo cessa de gloriarse, que- punha emacc,9o seducos, gracas, imagina-
rendo ao mesmo lempo parecer o ministro |c3o, linguagem, e at um sorriso a quo so
mais liberal entros ministros du restaura- n3o podia resistir. San rusto o acredila-
?flo. Nosta parlo dss Memorias ludo o hn-'mns. Oh i quanto i amavet a ca tade Hen,
mem publico rovelou : as eousas serias oc-exclamava urna dama espirituosa que mui-
cnparam o lugar da loucura mysteriosa. to o conheceu ; a mais qnerida da Ierra.
Jaque queris contir-nos toda a vossa Mr. de Chateaubriand nao ora homem que
vida, peregrino, porque n3o dizeis a moli-fempregasse no amor e na paixSo a smpli-
Podor e amor tudo me he difirante;
tudo me importuna. Tenbo feto o meu
plano do viver em solidSo na Italia, e no
Um de ludo vira a morte. Viv n'um secu-
lo [anda manir ; os anOes (nome que nos
feriente) que palinUSo na literatura e poli-
tica nenhum mal me ftzem. Esqueeer-se-
h3o do mim como eu lambem me esquece-
roi delle.
Note-so que ello fallava em 1832 como
o faria em 1795. Quoreritt ser tudo, som-
pre, o em toda] a parte. O resto nSo be
nada.
Volto i carta singular de Reno, e dos
Nalchez. CbJta tom urna lllha, Reno ral-
lando desta fiUia que tambem sua, aenei
de a ter tilo; encommenda a sua mu que o
u3o faca conhecer aella que ha o seu proprio
sa ngue. Seja Reno um ente descoohecldo,
cujo raro des-tino, quando Ihe fr contado,
ja(apentrtem que Ihe conheca a causa.
Quero.ser par* ella ooue na reclidadesou
um sonho penoso.E daste modo, pre-
versao eslranba ao mais puio enaural aeuti-
meulo Keo para parecer maior antes quer
offendor a imaginacSo do que o coradlo.
Antes pucrfatu uo caso em que se suppOe
pal, ser sonhado por sua filha do que ser
por ella conhecide lamentado, e queri-
do. De tudo faz, at dd seAtmeolo lilial,
assumpto para a apolhese e vaidade.
Estes diversos scntiuientos aue se achain
expressos na carta do Hinu aos natchex, achar-
sr-liao nos,outros escriptus c na vida de Mr.
de Chateaubriand. Cqihu poeta, dando pai-
xau mais pr^nelraduia c sublime expressao,
usa de um uieiu, que coasisle eui cuvulver a
idea da mortc c deslrui^ao, c uina ,cerla raiva
satnica, com o sentimcnlo mais natural, c
coinuiuiqenlc mais doce do praicr. He ues-
te logar que me parece mals proprio definir
tal especie de epicariimo que be o dille, c do
qual fallei.
O seuliincnlc de voluptuosidade c completo
abandono, que cutre os aoligos, como Home-
ro, os palriarchas.aboa Cercs, llooz, o illu.lt e
Juptei' nos bracos de Juno, ha o .imple, u-
cil, cusa tao pouco nalurcsa, prudus flores,
c que desejra ua una propria fclicidadc fecun-
dar toda a trra, retina cum o audar dos lem-
pos, c tuiua-sc mais scusivcl, delicado, c Um-
bem mais sophislico cnlrc os epicuros dos se-
culus mais remotos. Horacio nao tracta o
amor como pastor, como pairiarcba, ucm co-
mo Dos do Olyinpo. Horacio, Pcironio, e o
proprio Saloinao, queja viveu ua poca da de-
cadencia, couipraxcm-sc em envolver a idea
da morte e do nada com a do prazer, afariudo
uina por outra. rarao cantira sua bella, na
hora do feslin, una cancao fuoebaa> que re-
corda a fgida dos anuos, c a, brcvMadc doa
das. Em KeAc ha, porem, mais do que tris
t. iatjjia uina especie de rajra, envolvida na
ida*Ba cicrnidadc, que elle desejra tragar
n'um Insiautc. Velo o cbrislianisiuo.... O
chrisiiaiii>ui'i nial coinprebcndido produz o
epicurisino do. nova... hq d cpicorisuio do
arebanjo. Tu mesmo, incigo I.u.....nm,
nao fo.le disso isento no leu Ajo deeuiie I O
iiu-.iinii succedeu a lian a tala, sn.ribuudos,
quando esla exclama, fallando de Chalas :
hue Ihe apr
calis tas
bllava
1 K
Mljll'
liora at s seis
moa vyiu;
(ealrli. T
m
a-Mi a, sec
que se empregava desde um. ti
da larde. Asaias aassava alte a*>Ma aa* aaasls
dadecllnacio, engaando tanto quanto podia
ai velhice. .,.
As uiorfas. far-nos-iam acreditar que el-
le inudou iuicirainenlc de vida nos seus ulli-
mos vuHf annos, e que s adorou una unlc.
Tudo Jslo he bom para oa iellorea
conheeeram. ou para os que s
.Jena pela frente.. Tenho adianto do
niini cartas em que o coracao aa abria, escrip-
ias por Chateaubriand a bina pessoa dlstloota,
que elle culdou bem de uau uoiiicar naa aua
Memoria ( porque as obras de ailc^areccsA
de unidad j. Ssl vlvti cortar, e ass afleo"
tuosa correspondencia, comenla em Roma na
knuo de i82!i, e por inultas veaes interrumpida
ebega al abril de i8i7, lato be, al bem pr-
ximo s\ sua'morte. Conten algutnas -carias
encantadoras, e as que o nao sao revelain cer-
ta naturalidade, o que lellc nao he vulgar.
Tractava-se de pesloa de espirito elevado, e de
carcter nobre e franco, bella, e aluda Joven,
de que esto nao abusava ; que o olhava pela
la alta capacidade, e afastava toda a Idea de
coinproinisso e enredo. Era com ella jovial,
ainavel, e algumai veses tambem Insulso, rin-
do quasi sempre, e prallcaiido coma o rsrpax
que se subtrae vigilancia do incstre. a llc-
celo, disse elle, que o curto lempo de llberda-
de, de que lio raramente goso na vid. uova-
incnie me luja. Kacrevla Isto cm gosio de
1S32, trajnsilando as estradas reaes de Pars a
Lucerna*, Ucm desejra elk cyae a asna
pessoa a quera se dlrlglayo que a.4tfsmor
UICCEBEDOKIA DE HENllA^gJRAES
Reudimento tTo di 9 V.
CONSULADO PROVI
dem do di 9.
. Movtmento -do porto.
flatiio enfr-deta di 9.
Liverpool m .in di, galers inglaza Mda,
de 345 looeiladaa, oapil3o Daniel Crean,
equipaga 18. cirg fazend fljnajjja-
nero : I Wanejoulle & CmtSftnli.
Clyde pela Parahia -. ptJSXaQU flu-
cAaelV-capilo John Latfailey, narga s-
uc,r- A AtrAi
rabib
oapltao N. OPT-freg), carga assiteaj.
Canil pola I'arahib brigu suoo, felU,
Ggffyraai, carga
EDITAL.
Litas dos'dldadaoa quallllcidos pela junla re-
vlsora. para lerem jurados uesic crreme
anno.'1 *
Manoel Gaelano de Ucdcims, Manad lase
Lapes Braga, Manoel dos Santos Atevedo, Ma-
noel I'erctra Lomos, Manoel Ttfclroa de Fa-
, na, Manoel Perrelra Hamos, Vlnoel Alves
" a Guerra Jnior, ManAel Goncal dos Santos Bar-
"el; rus, Manoal i,4>ascoM Ramos, Dr, Manoel Josc
"l| Perelr' MMM, Mano OoriSrlVe t^frelr.
que lallam eui untos dolos, ao mencionan,. im gilra Manoc, pcrelra Magalhl.s, Manoel
n 11. i....' reunir n ni.'ll.. hiiiiiihiiIii I i.ii ...... .. .- ..
se Ibe viesse reunir naqclle momento. Con-
vidava-a para a viagem da Sulssa, aceas d
Sao Gothardo, neste curto c nico intcrvallo de
liberdade. liisia-lhe :
Se me separaes dos outros hoinrus, pondo-
tne fra da le coininum, annunclal-me a vossa
visita como fada. As tempestades e neves, so-
lldao, o o lucognito dos Ipes dar-ae-ho 4>em
com os vossos niystcrioa c magia. A minha vida
riiio Ae miii do que um acidmtt: eonktco que nSo
deuia Itr nateido. Aeceilai deile acdenle a paixio
o rnin'ifi, c m. ./i- ( ii. Farei mais n'um dio, do
que qualquer outro m loriaos nnui. .
He sempre o Hen dos Natehes que falla, qne
enla novainente sua canllga com melodiosa
voz, e que julga aos sesscnla e quatro annoa
fellppe -da Fonceca Candi, Manoel Hlpsta de
Soasa, Manoel Antonio de Jess Jnior, Ma-
noel Duarte de Faria, M. Ferrelra Antunra Vil-
laca, Manoel Francisco da Silva, Manoel Anto-
nio Vlegas, Manoel Jos d'Almelda Moars,
Marcoltno Jcronymo (lonealves, -Miguel Felt-
Elo da Silva, Miguel Jal d'Almelda Pernam-
uco, MigUM Karneiro da Cunha, Miguel Joa-
quim Paes
Sarment, Miguel Jnaimiu
Souza, Manoel Florencio KTic
nrrelo, Miguel Joauulm Pacs
Rodrigue de
es de Monea, Mar-
colino Jos Alves de Moraes, Manoel Luis de
Mello, Manoel Roiuao ae Carvalho, Manoel
Fellppe do Carino Nunes, Miguel Seraflm de
Castro Nunes, Manoel Ferrelra da Silva, Manoel
Ferrelra da Silva Jnior, Marcelino Antonio
poder fazer mais n'um dia do que outrein em Pcrelra, Manoel da Silva Mendonca, Manoel
toda a vida, A dama invocada nao apparece, I Kernandes da Cruz, Manoel Jos de Santa An-
vo que vos conduzio expressamento a Craua-
Ja Ainda qua perdesseis um pouco como
elimino, como crusado, e como distincla
personagem, ganharieis, poota, como ho-
mom, commov^udo-nos. Bem sei que o
dissestes com outras palavras, encobrindo-o
i-un o lo-nantico e potico uo ultimo dos
Abencerages; porn.ja que vos propozostes a
escrever c/nor/aj,meIhor fora que nos dei-
sasses lr nesso coracSo, so he qne elle foi
alguma vez, verdico e sinceramente arras-
lado.
S as recordarlos ds infancia he que p
autor ousou, ou quiz dizer um pouco mais.
Por muito encantadora, e, a certos respeilos,
bem representada que seja a Lucila as Me-
morias d'AIem dacampa, ,parece-uie que ello
disse ahi menos della oda sua occulla cha-
ga, do que em algumas paginas cm qne nos
pintou a Amelia de llen. Quanto s outras
commoces de seus verdos annos, conten-
tou-se Mr. de Chateaubriand de as confundir
poeticamento n'uma nuvem, o de a aecu-
inutar, tractaodo de urna certa S'jlphidei\w
representa idealmente os pequeos erro da
adolescencia ou juventude, que outros te-
rio, cortamente descripto com prszer, mas
qna Mr. de Chateaubriand, oceulta sobre li-
geiro veo. Nlo o censuramos : 'remos s
esta observe;So.
O episodio de Carlota he o nico em qne o
autor se desenvolve com maitapparencitdo
verdade e ingelez. He urna agradtvel pio-
lura de romance natural e domestico qne so
desprende ni narrac.de do desierro. O in-
fel z proacripto bretSo, pobre echlo de mi-
seria, acha n'uma provincia de Inglaterra ;
Mr. Ivs, illuitre inglcz, e bomem sabio quo
precisa de um secretario e collaborador, Mr.
de Chateaubriand oceupa o cargo de socre-
larie, vive familiarmente com aquello, leo
italiano com i encantadora Mis lves,8,como
Saint-Preus be por ella amado; porem, no
momento em que o obstculos se iam apla
nar, em que jovem se suma abalada, o om
que su mili que i comprehende ovila a de-
claracSo, e propa ao jovem estrangoiro o
ligar.-se aes familia, van um palavra IV
t il romper o encanto sou casado, disse elle,
e parte.
Tudo isto he contado con) poesa, ver Ja Je
e grics enoaotadora, exceptuando dpas ou
tres passagens quo desadornam t3o gracioso
quadro. Como por exemplo, ao lado dt jo-,
cidade o franqueza de urna naturoza robus-
ta c poderosa. Tondia mus para encantar o
fascinar, Uascroveu-se elle com
a nica creatura vvente ; outras vezes scu-
tindo-ine suspensa por uina divindade, nos
uieus horrives transportes desejaria ver annl-
quUlada essa divindade, com tanto que, aper-
lada em seus braeos, cu fosse arrojada de abys-
rao em abysnio com as ruinas de Veos edo man-
do 1. Feriinos a nota distincla c clara que ca-
racterisa Chatheaubriand uo sentimcnlo c ao
brado da paixio. Nem e qner deixou de o
applicar lia narraco mais pura e moderada
que fez de Carlota. No im della delxou-se
atraicoar ; c na odiosa supposico de que con-
seguir reduzil-a, quando a tornaise a ver no
cabo de viole esele annos, bradou : Oh Se
eu tiresse aperlada nos ineus bracos, J espo-
OS seu ** c m*'> '1'"' ""-' '"' destinada para esposa
ma es-
lambein
dirigida a
. junto ao peito no ineio do
alguma mais verdicamente do que ti inaTdeserto .... gulzera apunhalar-vos para in-
carla, especie do testamento do Rene, qual troduzir a 'ventura cm vosso ceio, c par* me
se l no Nalchez. Estacarla no objeclo punir de ves ter causado easa ventura. Para
do quo tractamos, a sua conlissao geral. que he, pola, levar essa raiva perpetua de vai-
llga-se alguma cousa a tal respoilo, unicu .nade at a amor? Parece que na raesma oca-
meio do poder penetrar o coracSo e genio ,iao em que este liou.ein sei moslra amoroso he
do.Mr.de Chateaubriand, o do bom o com- Z^^r^,Ze^^!^0&
nove horas. Enlcvo-mc na inlnha quando a
vejo animar oa lhos, e sou para aeiupre vosso
fiel escravo, sem irabalbar, sem Ir a onde que-
ro, e nlo Indo a parte alguma. Slnlo pasaar
por debaixo de meui ps minha bora derra-
ilclra.
Pondo de lado a rellgiao e a moral, cumpre
Ouc nos curvemos anlc a expressao de tao pro-
Unus vezes quereria euscr coinligo na lertat' *uuda melancola.
O houicn que vemos no flm de seus dias
vossa gloria, abandonando-nre (Isto be, nao \a, Maura, Manoel Joaqulm Qomet. Manoel
eiiufo.) Deviels ajnar-me, ainda qua O mise Auguslo de Figueiredo, Mahoel Antonio Fer-
nor amor do vosso talento, e zelo pela; vossa teira Oomea, Manoel Duarte RodMMe, Ma-
Taina. Kis aqu, pelo menos, o que he er noei Gonealvtl Pereira, Manoel IgsSdod-Ol i -
sincero, bin aeloinbro deioJzjaelle nao est Ira, Manoel Ignacio d-OHvelra Jnior. Manoel
s era Ge.ebra: voltou aos leus uaoa e hab- Luis Concalves, M.noel Lurx Goncalve Jnior,
ios doincstioos. Ah Porque oo vleste a um M.noel Pereira Caldas, Manoel Artero deSou-
mezi Estiva cu hvre. Minha vida he agora za Res, Manoel Joaqulm Ramos e Silva, Ma-
mis do quaunca simples. Sofro cruelmen- noe| Antonio da Silva Santo, Manuel Jos
te, edesejo ebegar breve ao. flm de minha Crrela, Manoel Jos das Neref, Manoel Esta-
cartuira. nlslu da CosW, Manoel Lobo de Miranda Hen-
l.in cada Imba deaU ingenua correaponden- rique, Miguel Antonio daCoila e Silva, Manoel
cia vejo cu o despreio c abor re cnenlo do pre- Francisco Marques, Manoel da Silva Neves, M-
sente, o odio das geiaces vivas *.-.. desies nln- Dod Ignacio d'Otlvela I/)bo, Manoel Eleuterlo
guens de hoj* que trajam como grande ae- do Reg Barros, Manoel de Luna Freir, Ma-
nhores .- ca indiUereoca pelo culto e Idola- noel Antonio d'AIcantara, Mathias MualsTa-
I.Una da.i oven lude que elle J. nao possue.
Estou sempre triste, porque sou velhu...
Conservai-vos movo, que nada hainclbor
O grego elegiaco nao ,disse mais,- por outras
palavras, e coinludo era grego e pagno. Cha-
toaubriand. fallando assim esquace-se deque
val a inissa, e de que j esteve no Calvarlo.
Deseja, como Ifen esa oa Natches, nao ser
conhecido neua comprebendido. Tornis o
meu riso por ategiia nao me conbeceis bem.
Espera! pela minha morte, c pelas nimbas Me-
moria/ para vos Icsenganardes. Dissese-
Hie um da, que algueiu "mli.i fallado nelle
com iulcrcssc c beucvt. cia,
. Nao sei com quem v a dais, dase elle, c
quem ha que falle em u I .
o fao*, no |. oonUoo., "
ningucm conhejo. Uin
de ser concentrado, e de a ningucm me ter ooe", Pauf0"' Quln"teilV,"i'ajo7 Maocl'o' as-
j.unais apresentado, | cimento da Costa Monlelro, Miguel Arauio
(lucris saber a verdade hual a respeilo del- Fernandes Vianna, Manoel Lui da Velna. Ma-
le! Vai dizci-vo-la no seu derradeiro inven- noel Joaqulm Pereira, IManoel CaeMno Soa-
lario, entregando o bataneo de sua alma; | re, Carnelro Monlelro, Manoel Fraociaoo Sche-
(Domingo. 6 de junhtf de iSti.) Acabei ludo, flerl, Dr. Manoel Adriauo da Salva Paes Ma-
e com tudo. Conclu as turabas Jfamoi ias: > Doci j0, d'Ollveira Lima, Manoel Cardozo
ncllas me veris reprodusido quando j nao Aires, Maooel Joaqulm do Reg Albuuucrouc,
ejslir. Nada fafo: ja nao crcio cm gloria nem Manoel de Carvvlb,; Paa d'Andrade, Manoel
era futuro, em poder, nem em liberdade, cm Clemente d'AlmcidaXatanho, MannelCorrcia
res, nem em povos. Habito, durante a inlnha Gome d'Almelda, llanocl Thotnaz de Barros
ausencia um grande qUarto, cheio de aborre- Campillo, Manoel Joaquina Aotunca Correia,
cimento, e ah vagamente espero um nao sel Manoel Jos doa Santos, Manoel Francisco de
que, que deaclo, mas que jamis chegar. Riu Paula Cavalcanle d'Albuquerqu, Manoel Joa-
de mim, bocejando, e delto-me na cama aslqulmdo ParaUo, Monoel cferlno de Caatro
vares, Manoel Eugenio da Silva, Manoel Ca-
mello Pesto, Dr. Manuel Jos Domingues
Codecelra, Manoel Ferucisco Coelho, Maooel
d'Almelda Lima, Manoel Joaqulm Ferrelra
Esteves, Maooel Ferrelra Accloli, Maooel Josc
Teixelra Bastos, Manoel da Fonaeca e Silva,
Manoel AntonioMonteiro d'Andrade, Dr, Mi-
guel Arcanja da Silva Coala, M.rosllno on-
calvea da Silva, Manoel Jos da Silva Grillo,
Maooel dos Santos Nunea d'Olivcira, Manuel
Jos Marlios Ribelro, Maxiiniano Francisco
Duarte, Manoel Coelho Cintra, Manoel Pereira
Teixelra. Manoel Alvea Guerra, Manuel Luiz
\ ir.ies. Manoel Joaqulm de Miranda, Manoel
Antonio Marina Pcrelra, Miguel Allomo Fer-
n f Quera quer que rcira. Manoel Antonio Simara do Amaral, Ml-
*"u*',u" *"*. I;,nl"""1 >"l Armt.*o UkuicIiu d'Andrade, njarcclino
ni om.yeua dclcitoa he Jos Lopes, Mauorll Rodrigue do Paaso. Ma-
philtro emsgia, e com os seus ardores, i quando era ainda vlrgem, fra com un
violencias ilcs.jos e lormentos nos opi.o- P^ S^-LmS &
dos do tala, o veleda ; porm em paite clula?. Tivc-mos junio ao peito no in!
prehondar.
Ro que se v om perigo de morror escre-
ve a Ccluta, sua jozen esposa indiana, U'na
eart na qual Ihe conlia o sogredo de seu
destino, o Ihe diz
repruduzil-o, e perpclual-o. Q
rao inll iniiii ir com o seu spro, para delle fa-
xer um astro do hyineneo, e anniquilal-o era
sua honra n'um Incendio universal.
Que distancia nao vai'desta desesperada sen-
sualidade a Milln, c a suas castas secnas, que
Grande desgraca mo acontecou na mu- l>om"'.,I,r- de. Chateaubriand tambem tra-
cidado quo fez mo tal como me v Jes. ida*:,u- Milln dava-lhe mu ereellentee pu-
Fui amado imuiin mn.lr. ira "*a0, Comparemos o divino quadro de
>AIs.' k" 'ma1-'' Eva aluda innoceales chammaa um pouco in-
CCIula, h existenc tao penosas, quo Jernacs que surscm no falso christianimo de
parecem aecusar a providencia, do modo Rene:
como procede. Desdo que vi a luz do da I Asslin fallou a nossa mal conunuin, disse o
ainda nao cessei de ter posares. Tinha'cantor do paraso i_c com atteneao chelas de
em mim o germem delles, como a arvo- encanto conjugal, norepelhdo, se encosta era
re tem o germen do seu frucio. U.n vena-
no occullo empeconhava todos meus ..ne-
tos. .
. Supponho, Clula, qua o ooracSo de
Rene se abre pira li. Vs ta o mundo ex-
terno tramporte, ao nosso primeiro pal, abra-
Sando-o. Seu seio meio u, e entumecido, co-
ierto com transas de ouro, velo encentar o de
mudo c desengrasado, dizendo- a ludo nao,
preso por todos os uienibros, e enfurecido
como um leo velbo, tem recordaedes lucidas
e encantadoras. Se podesse arrasr-se n'um
di. de sol at ao jardim' das plantas, e estar
ahi ao p da que sabe dislrabi-lo, c leinbrar-
Ihe o passado, elle se animara, renascera, vol-
ando a primavera de seus diaa. Lembrar-se-
hla de Roma, julgando es lar abi como outr'ora.
Vedes ainda este caininho llorido que partedo
Obelisco de SSo Joao deLalrao? E ainda que
se nao pBssa mover sua cadelra, que lodos o
julgucm ausente e esquecido, merece que a
mulher que tambera conbecera c litera per-
doavcl o seu genio potico diga delle :
Chateaubriand vive em ptima laguides.
Quem de novo o tracta fica encantado com as
suas manaras disllnctas, delicadas, aiuavels,
nuil diversas c sobranceiras a quanto va-
mos. No seu desprazer alindiU'crcuca ha grau-
deza, brilhando ah mesmo o engenho. Pro-
duziu em mim o eHelio das aguias que eu via
de manila uo Jardim das Plantas, com os qUios
cfavados no co, c bateado grandes avias, que
a gaiola uao podia couler. Achava depois Cna-
le.iui)i ii.ml sentado cm frente na sua janella,
olhaudo para o sol, sem poder audar, c qqel-
xaudo-se com cusi e braiidaucntc da sua
escravidao...,
Fallei dos erros.c nao quiz esquecer os en-
cantos. Chateaubriand dcvla ser homem bem
poderoso e importante para eiu IS47 ser sen-
tido c desenliado i.iu exactamente como o.fra
cincoenta aonos antes cm Amella, ou era C-
lula. Sanle zVeui'c.
(Coiiililuliuiinr/.)
{Diario do Governo de LisboaJ
---------------1, -i.sm-----------_ ------J
Repartido da Polica.
Pmenlel, Malinas d'Albuquerque Mello, M.
d'Ollveira Cavalcanle d'Albuquerque, Manoel
Claudio de Queira, Manoel tilas da Moura,.
Miguel Auguato d'Ollveira, Manoel Prea F.r-
relra, Mauool alendes CarnairsaiaMo, Manoel
Mendes Rodrigues Campello, KWl de Souza
Leo, Manoel Va de Souza Lalo, Manoel da
Silva Barros, Mauoel Carnciro Rodrigues Cam-
pello, Miguel Meudes da Silva, Mariano de S
e Albuqucrquc. m
( CvnUntstr-ee-hm.)
Declarages.
PARTE DO DIA 9 DE JULHO. "
Foram presos': ordem do subdelegado de
S. frei Pedro Gsncalvcs, Joaqulm 'Venceslao
por desordem; e do subdelegado pa fre-
guetia de S. Jos, o poluguei Lourcnco lli-
beiro da Conha, por estar pronunciado, e
Manoel Jacintbo de Sania Aoua Barro, sem
COMMERCIO.
seu esposo Ado, arrebatado coin lama belda-
de e cncanloa sorrio, coin exaltado amor, como
Jpiter sorrio de Juno quando fecunda as mi-
li ordinario que elle encarra? Sahem des- veas que cspalh.1111 as llores de Malo. Adao
le coracao chamas que preclsam de alimento, aperta cora ura beijo puro oslablsada mal aos. _
que devorriam a creacto, e a ti mesmo, sem homens. O demonio Invejoso desvie a cabe- i declaracio do motivo.
lamis se saoiarem. ... f ;!_,, ,, ,1
Basta Dalliue elle com mestn, essa
chama sem calor, essa irra liacSo sea foco
aue nao so oll'isc o abrasa, cono lamben
devasta e estereli.
Continu elle no mesmo ostylo, confun iin
do lodos os sontimentos, com um magia
cheia deinlen(3o e artificio.Escreve a C-
lula,pira Ihodizarque a n3o ama, nam p-
>raeao das mu- j ^fin ,* ml^nio'pTdcVndrrr;^ I nga sueco Franklim b.eslho.
Hieres, usa desta ineio para lito arromo- 'c,,, a varlnha na u.io, e a llor no boto da *rca americana ~ ary Hilen o reata.
car a derradeira aela, o a indi mais o abal- 'casaca, camlnhava, vagueando mystcrlosamen-1 Palacho dinainarqucz Fortuna dem.
lar o inqueelar. Kepresenia-se ello om te. O seu giro tinha horas e estaucia marca-< CONSULADO GERAL. V ''
pagina tflu viva, que no citaremos, a ora- das, como os signos aonde o sol poma. Da Rondimente do di 1 a 8 8.0M,5iS
Este dominio, este glorioso Lucifer nao ser
o menino que recorendo a todos os matos da
seduccao, coin ar de vago enfado, Inlroduxln-
do-ae sob a arvore de Edn se vtngou, era
mais de um ponto das pertub.doras scen.s de
Chateaubriand ? ALFANUEfcA.
(I que Chateaubriand e era seus escrlptos no 11tendmento do dia 9. .
estado ideal, era tambem, pouco mais ou me- '
nos
: 10:^36,301
eos na soliiSocoai ua) fantasma, qu; Iho umaaias duas horas, das duas ate s ires, (dem do dia 9.
triz a idea da mora associada i do prasor :
. Envolv dos a morte em delicias.' En-
cubramos a abobada do Cao oihindo sobre
nos .' Eis o grito eterno que elle repro-
dozira na bocct de Alali, o Voilada. E
acliaVa-se cm tal sino, e cin casa de tal pessoa; I
das tres at s quatro, j eslava u'ontra parta. ,
Soava, depois a hora de .sua representaci
ollicial fra de casi. Achava-se em lugar co- ''
nhecldo antes de jaular. A noule voliava ca- | DIVERSAS PROVINCIAS.
sa, e era lado de madama de Chateaubriand, UeiiJiiieuto do di 1(8. .
1.081,991
9:749,343
601,430
lista Geral das carias em Mr sh anno de
1850 a 1851 que ve ser consumidas
Francisco Luiz Marque de A., Francisco
I.ato d Costa 11., Francisco de Miacarenhas
C, Francisco Martinho de C, Frinclsco Mr-
tinbo de Aguiar, Francisco Martinho Fcrrci-
r, Francisco alaximiano di Silva, Francisco
Manoel Alvos de A., Francisco Manoel da
lruz Couto, Francisco Manoel M., Francisco
Nicolao de A., Francisco de Olivolr Franco,
Francisco Po Ilarretto, Francisca Peizoto
GnimarSes, Francisco Pedro de Mello, C;
Francisco to Paula Fonsoca, Faaocisco de
Paula Moira Lima, Frincisco de Piola Graca,
Franciaco de Pana Hodrigne, Fraociaoo do
Paul Pereira de A., Fradcisco da Paul Sou-
za Leo, Francisco Pinto da Costa Lima,
Francisco Pereira Campo, Francisco Perei-
ra da Silva Jnior, Francisco Rochad P. Ho-
llaros, Francisco Ricardo Civlcanl A.,
Francisco do Rogo Albuqucrque, Francisco
Rufiuo Vctor Pereira, Francisco Roberto
s. da Silva, Francisco Rodrigue, Franciaco
It. Ramos. Franciaco Rictruo Braao, Fran-
cisco de Salles Cuimares, Francisco da Sil-
va Avelida, Prancisco Solano da Fonsec,
Francisco da Silva Santos, Francisco Tarares
deCtivalho, Francisco'K. Llm,'Francisco
L'rbsno de A. M Francisco Xvier das Cha-
gas, Francisco Xavier Correia dt Cunha,
Francisco Xavier Continty>, Francisco Xavier
Comes M., Francisco Xavier Vogaeira, Fran-
cisco Xavier de Ollveira, Kraocisco Xavier
Generosa Mara da Concostsuifo, Glo Baila,
Georg Deslande, Germano Francisco de Oli-
valra, Goacalavea iJapiSM.^ Vtclra, Geulemeo-
te Romano Honorata JhsjsuiatJi da Jezua, H. Pc-
relra de Mello. Henriqms Eduard R. Oliea,
Henrique Joslno Ferrelra, li. Jos doa Santo,
II. Ribelro doSanios, II. trlana Luiz, Houorio
Alves da Silva, Tlerculano Antonio R. R., Her-
ineuegildo Francisco, ti. Marcoltno de ., B.
de Souza Vielra.
liabel Mara de Jczns, Jeiuina M. da Crata-
Justina M. do Espirito Santo, ItldloB, dos San-
tos, Jcronlma Hara Marqurs M J.'joaquim
Ferrelra de Ollveira,Ignacla Francisca Morelr,
I. Games Porto, I. Therea de ;ousa "C. ran-
eo, Ignacio Hatillo F-aplritO Santo, I. deFreila,
I.Gnnfalues Lratt,!. Games FreVre A., I.C.
dcS yuehoz, I. Joaqnlm de Souza Lelo, I
Jos de Santa Anna, 1. Marlnbo da Silva, I- de
Siqneira alago Silva C.,1. J.da Costa Santos,
Ivo Feaaaavdca Costa.
Julo Jos Perrelra, JuveJIno A. Barro {"..
Justinlano da Silva liotnes, Justino Jos Alves
Jacotioga, J. Jos Fellclo, Jacqyes Mara G.
Vctor, Izldorlo dos Santos, Ismael do S. No-
natos, Jacinto Jos Claudio, J. Paes Piolo da
Silva, J. Silvestre Vicente. Joaquina C. Perpe-
tua t.iiiinarae, J. da Coala Meadoaca, Joa-
quina Uellina de SA Albuqucrque,Tde Azc-
du irmio, J. A. Pcrelra Mala ,
(C0BlMr-IC*l, )
mi mi Ann


1
-
SPP
ft capitao do porto desla provincia,
tendo de ongajar para O cojnpleto das guar-

temi de coge ar para o completo oes guar- v--"j--~-.~ irerVtc|o do eorrnouhV
nicttaaoos nanos de guerra, inlltiduosqoe, ^{Jo'a*. m ^ J. i\. 53. do ... ca
oslejao naete caso, a queirle sssim servir
on ao individuo que quizeraniJgcumbir-
sa desees engajamento, a aproseelUrouj-se
na capitana oom toda a brevidade sendo o
lempo de eugajamento do um a ^f'S00$
coma e eonrenolonar, e aa graupaitiies a
derem-se,na prdem dans ftf-Ni de 20-
30 e 40.0Q0 r. Alem desta 4veHjdec.es, ae
Ibas atkmiit como prtJB'Q ios anaJeen-
gajarao. flireclsmcnte 4,000 ra. sendo es-
trangeirp, e 5,000 senio nacional, perce-
bendo os otlgijadores 4,00d por cada um de
id.de de 18 a 40 annos, aeode. eakfflgoia, e
5,000 sendo nacime*. Capitana do porto
de Pfrnambuoo, 8 de julho de 1N51./reda-
r/o Tk,od*wde FreUatufitiUSa do.a>orto.
Parante o coaseiho da adminislracSo
naval, ten de contrectar-se pgifrremitacJIo
o rorMclroento de ca^fblgrBo da primoira
quBlidade para os navios armados o hospi-
tal de ananuba, durante o trinaestru a lindar
ero 39 de tatesabro do correte; pelo que
sflo ana/rioida os que interossarem em dito
forneclmento a comparecerem aa 40 boras
do di#,lS do correte, munidos de propos-
tas em q'o declaren) o ultimo preee, e quem
o fiador. ,. ,
Caja JeleitaciQ do primetro districto,
desteterino sefaz publico, que torSo aprc-
liendidoa. o ae. aohSo racolhidoa cadeia,
dous relos, ,qiie dizom cbamar-se^.o pri-
meirb JusIdo, escravo do Jorge de tal, eo
segando Noredeio, scravo de Manol da
Roche i aaBesaOas pois que aobre oa mes-
inos live'rem direito, dirija-se a mosina ae-
legacia. que provando posee e dominio,
Ibee aereo entregue. ;."'''" ?'-
Pela seguada SessSo da moza do Con-
solido Provincial ae anuncia que oa 30 das
solis pera o pagamento, a boca do cofre,
da decima doa predio urbanoa daa fregue-
sia desta cidadee Afogados al flnalisilo no
da 1 do jrrente lindo os quaea incorrom
na multa da 3 p. o. oa que deixarem dB p
gar a decima do 2. semestre do HJoO a 15I.
O Illa. '. inapector da tliesourana
da faienda proviaejel manda fazer publico
que do da 14 do correle mez por diento
pagSo-se os ordenados e mais despezas pro-
vi ncjaM_dojjeji_deJujihop^_p1_^____^
Thealro de 8,-Iza bel.
HOJE, 10 DE JULHO DE 1851.
Grande espectculo din>uutIco ,
variado fe canto, a beneflofodo
artista,
Anlonio Maiimiano da Costa.
Depot que a orchcitra Uter executado urna
daa ineltaorca e mala applaudidaa ouverturaa,
subir cana o excellente drama era quatro
acloa, produccJo do Inilgne Antonio Xavier,
denominado. ._ ,
LI9IO PARA MARCOS.'
riatoaMina. ."f*: .
O coronel Belaaont, capoto da-0 benedclado.
Condeca d'Aaperaterra, fllha deA Sra. D. M.
D. AffoneoOSr. Colmbra.. (Leopoldina.
D. Eufemia, mulher de-A Sra. D Carolina da
D. AurelioO Sr. Santa Roa. (Silva.
0 marquei de Rlpa-Verde-0 Sr, Cabral.
D. Placando, cavalhelra servente da condeca
O Sr. Ha rmundo.
Dorlna, criada grave da ditaA Sra. D. Mara
Ealevao) (da Soledade.
Volplnoj criados da condeca-O Srs. Nev e
radano) (Perelra.
Orlando) criados do CoronelN Srs. Marques
( Pigueixedo e fiel.
No lim do primeiro acto a Stk. D. Marida
1 .anda e icu espojo etciuiarao o duelo da
opera
IVASNADIBR.
No fim do drama a mesnia Sra. e ac oonsor-
tc desetupenharo, cada um, urna daa auas
ariaa favorita*. Segulr-ae-ha a inulto applau-
dlda comedia cui um acta intitulada.
O Duello no terceiro andar.
em a qual o Insigne actor, o Sr. Francisco de
Salea Gulmaraea e Cunha, deaempcnliara (aju-
dado pela aua companlila. que gratuitamente
se presta) a parto do velbo Caricato, ean que
he loiiuiavelj Qnalisando o cipcctaeaJe eom
o duelo do itm
Mclrlnbo e a pobre,
pelo beneficiado e a Sra. Carolina da Silva.
He este o divcniuiento que o beneficiado
tem escolbldo, c que ojtercce e dedica ao ge-
neroso publico deata capital, de quem espera
toda a protecao.
Tcndo de dar um publico texeinunho a to-
dos o> artillas e inaia pessoa, qre generosa
c gratuitamente se presido em benelicio meu ;
approvcito esta occasio para Ibea render un
sincero tributo do mala subido" reconheclmen-
to e gratldao; faxendo-o cora especialidade
ao mrito e gaoerosldade da Illm. Sra. D. Mara
leopoldina, que ae presta a lomar parte no
preaentc espeauculo em meu favor; assiin
como ao Sr. Francisco de Salles Gulmaraes c
Cunha, pela saaneira briosa c condescendenle
que para commigo tem Udo.
Os bilbetes acbo-ac desde ja dipoii(ao
do publico na ata do beneliciado, ra Bella
11. 9, e no da do espectculo no refrerido
theatro. Principiar s boras do costume.
N. B. Tendo alcancado o th'eat.o de Santa-
Isabel, delxa de aer em o de SatrFranciteev
como etlava aanunciado.
Theatro d3iApollo.
SABRAO, 12 DE JULHO DE 1851.
Estra do aetor Antonio .loaqiiini
Barroso de .Mello.
A coinpanaia dramtica dirigida pelo actor
Francisco de Salles Gulmares e Cunha, rc-
preaentar o apparotoso drama.do celebre poe-
ta francez Mr. Vctor Hugo
LUCKEC1A BORGIA.
Pntmt%mt actoni.
D. Aflbnso D'Estc.O Sr. Tellcs.
r.cnnaro.O Se Gulmaraes. 5
(tabella.--O Sr. Jorge.
Malho OrsinlO Sr.Coila,
Ceppo Liveretto.OSr. Mello.
D. Apostata Gaiella.O Sr Flgneiredo.
Aacanio Petruccl.O Sr. Naves.
Uoferno Vilellosu.O Sr. Sebasllao.
R ustlghclo.Conrado.
Um portelro. N. N.
1). Lucrecia.A Sra. M. Leopoldina.
A princesa Negaoni.--A Sra. Fellsmina.
Monges, senhores, damas, citados e soldados.
Finaliiar o espectculo com a Jocosa aria
( petit-maitre i polka.
O director proinetie ao rcspellaval publico, o
empregar loda a acvldadepara que os inler-
valtos se lornem o tnats curios posslvel.
platea
Sr. gerente da repblica francesa e em presen-
(i de s*u delegado, per coala lisco da quero
=?3
.a cuajando30pesat de bftos dacorcadnl>
godao, variados d'agoa salgada a bordo do brl-
gu fttnces CSaaV,. entrad* ntete porto em 17
do atea protimo nassado i staUa-feira 11 descr-
reme, U 10 horas da inanhaa, do sCu Hrma-
zent, ua da Cras. I
1. P. Adqur Sr C. fario leilJo, em presen-
ftMt S?. ChanceMer do consulado francei, por
cajeta e risco, de quem pcrlencer, e por nter-
venci do corrector ltveita, de tres caltas de
chpeos para homeui, indos recntenseme do
Havre pelo navio Coat Jlogcr; sexta feira, II
do eorrente, ao melo-dla em ponto, no aeu ar-
inaiem, ra da Cadeia.
Avisos diversos.
= O nono batalbao delnfanlarla lem de far-
dar-te, equem qulier'Vender panno verdee
preto, grvalas, brim de llnboe sapalos, dlrl-
ja-ae a aacrelarla do mesmo batalhio no da II
do correle as 10 horas do da, levando coin-
sigo amostras de todos esses gneros com espe-
clficacao da seus ltimos preeos '. necessllando
tainbern de mandar manufacturar bonels oom
tnuiqeracao que Ibe compele; poder tam-
bera vir essa qra c lugar quem quer que
dlasose quicr encarregar-se.
A mesa regedora da irmandada do glorio
so 8. Uenedlclo,erecta no convente' dos deliglo
10S da Santo Antonio desia cldadc do Reclfe,
avisa nodos os lrraaos da mesmt Irmandade
que eslaudo enfarmoa em perlgo de vida avi-
sein ao procurador respectivo para serem por
seu falleclinenlo conducidos pela irmandade
para o ceiniterlo, assiin corno lodos os irmaos
desta irmandade Hquem na Inlelligencla de
que deverto comparecer para conduxlrera os
seus limaos que fallccereiu, quando forem avi-
sados pata este ara. ,
O abaixo assignado cntrou para a cofre
publico com a quautta da um conlo duxento
e deolto mil tresenlos e ojenla rls, prove-
nientes da primeira preslacao vencida da com-
prada loja franeexa cita na ra Nava dgsla cl-
dadc, fcila a Lulz Jos Poudra, cujo producto
fui no acto da posse embargado a requerimen-
to da III mi. Sra. D, Tbcrexa Goocalves de Je-
sus-Asevedo, c depois penhorada porcxccucao
do Sr. Jos Antonio Baitot, c a requerimenlo
deste mcltida a dita quanlia ito cofre nacional;
o que se fax publico por este Viarit para conhe-
cimento das partes ioteressadas ; julso da pri-
meira vara, cscrivao Haplista.
Antonio Uomii Tillar.
' Um moco braslleiro dcliua familia queja
tem alguma pralica no coininercio deseja em-
pregar-te em una casa exlraugeira ou nacio-
nal no desempenho do'aruiasem ou 4a eo-
bran;a; eraquanto a sua conduela pode a pre-
sentar asmelhores recoramcuda(des; quem de
seu presumo se qulser ullllsar dirija-se em
carta fechada sob letra M. a esta typographia,
Fugio na noite de 8 de julho o preto de
oome Luccas naco Costa levou vestido calca
de tatopa camisa de rlscado chapeo de pallia
de copa aredondada com os signis seguales:
'estatura regular cara fel e Iristouba, com trez
lallios de cada lado, a peasoa que opegar leve
na ra Nova n. 39, que ser betn recompen-
sado.
Roga-te ao Illm. Sr. tbcaourelro da lo-
tera de Nona Sra. do Livramento de nao pa-
gar, algum premio, que sabir no mel bllhe-
le, n. 1635, teno ao balso assignado, pois o
perdeu. Este meio liilhcte, he da terecira quar-
la parte da quinta nona teleria de Nossa ra,
do Livramento, que est annunclada para
correr no da 1*2 de julho, cujo meio hilhete
est assiuado as coilas com os nomes, Jos
Alves da Costa e Silva, e D. Fraftclsca Senho-
rloha. Joit Alvet da Coila c Sil ta.
-a Roga-sc aquein for olt'erecido uiu anel
dcouro com as miciaaa J. J. C L., obra .do
Porto, de apreender, a.lavar na ra da C adela
do Recife n. 38, ou annunciar por esta folba
que ser gratificado.
Offerece-se urna ama branca de muito
boa conducta para todo o servico de urna casa
de um boiiiem soifciro, quein apertender di'
rlja-sc a ra da Safialla Vclha n. 116 ou an
c por esta fvl 1.
Casn tle moda "runcesas, de Diick
sard ->i lliiii'liiiu.
Polo ultimo navio, ebegaram as verda-
deiraa modas do Paris: em chapeos o loca-
dos de ssnhora, mantollotes, cabero de
seda e de linbo, romeiras, canczOea, mangas
debico bordado, avenlaes ricos, cambrala
ile I111I1 1 111 uili) lina e transparente, Icnros
deretroz, chapeos de palha para montara
desenhora, veos para os ditos, fitas, galOes,
transas, bicos, vetados, luvas do pellica, e
de retroz, llores linas e plumas, juntamente
na preparos para casamentos ricos, como
sojflo, cortes de fil de blonde e de bico,
eos, flores, luvas, lencos o muas de seda,
lindos chapeos redondos de abas largas para
meninos. Eflectivtmnte faz-se chpeos,
toncados e vestidos de verdadeira moda, e
-preco commodo.
Aluga-se o tercairo andar da casa do
largo da assemb'.ca n. 8: a fallar com Joa
quim Francisco de Allem no F orto do Mallo
Aluga-se-um escravo, ollioial de pedrai-
so: quem o quizer anuuncie por esto diario,
Quem precisar de um caixeiro para
venda ou ootro qualquer estabelecimento,
o qusl d fiador a sua conducta, dirija-se
s cinco Ponas o. 21.
JoSo Francisco Ferreira da Silva Braga
deixou de ser caiieiro do Sr. Guilhermuda
Silva (taimarnos desde 6 do eorrente, o reti-
rarse para o Rio de Janeiro.
Olorcco-so nma mulher Parda de meia
idade e bons costantes para o servico inter-
no de qualquer casadohomem solteiro, ou
viuvo, alias de pouca familia, con muita
aptid9ono exercicio de ama : no pateo do
Carmo sobrado de um andar n. 8.
Prccisa-se de um foitor para o engenho
Peres, distinto desta praca urna legua
quem para esto emprego ostiver habilitado,
e o quoira excrcer, pode entnder-se com
o tenente-coronel Manoel Joaquim do llego
Albuquerque om sua casa no alogldo.
os bilbetes distribuidos pil* artista
Antonio Maximiano da Costa, para o thea-
tro de S. Francisco, ficam inutilisados, om
consequencia de ter mudado o seu expec-
taculo para o theatro de S. Izabel-
-- Precisa-se de um menino, de 12 a 14
annos, para ctixeiro de venda i a tratar na
Boa Vista, ruada Gloria n. 116.
Um portuguez, que dizia chamar-so An-
tonio, de idade 20 annos, pouco mais ou
menos, falla propria de sua nacSo, e que
tambem dizia que a l anno havia chegado
de sua trra, o que estivera esto tempo, no
Oa bilhetes de camarotes, galera e platea, 1 oogooho de Jos Severino, procurou servico
acbatu-sedesde J venda no cscrlptorio do J nos ACTogados, e se engajpu para isso na ca-
Huflno Joa.Correia de Almeida, em-
barct para o Rio de Janeiro, o tK escravo
creuulo, de uuina Manoxl.
Precisa-se da um pnrtugue.- para fei-
tor de um engenho, uoilio Grande do Nor-
te : trata-sn um Olinda om casa do acad-
mica Andr de Albuquerque MaranliBo.
.0 Sr. Antonio Vicente da Cruz, que
oaorou na ra da Roda : dirija-aa a livraria
n. 688,1 negorio de aeu interesse.
, fiesppareoeu aV> engenho Urua, silo
ao pe de Coiauna, um escravo creuulo, de
mime Luiz, representa 30 annos de idade,
pouca barba, altura e oorpo regular, cor
creta e bem airoso : a pessoa que o pegar
leve-o ao dito engenho, que ter generosa
mente recompensado.
-- Deasppareceu do engenho Urua, ai
p de Golanna, um escravo creoulo, de no
me Izequlel, que repreaenta 35 annos de
idade, cor fula, bem barbado, boa altura,
rosto redondo, corpo, pea e pernas grocas
a pessoa quo o pegar, leve-o ao dito en-
genho que ser genorosamento rocom-
pensado.
O reverendsimo Sr. Francisco Anto-
nio de Oliveira Kozelles, queira mandar, ou
vir a ra doQueimado, loja n. 18, a ne-
gocio.
A pessoa que hnntem 1 7do eorrente)
annunciou precisar do laboas velhas 1 diri-
ja-se a ra de Apollo, armazem n. i, que a-
ni encontrar urna por;!!o, a medida de seus
desejos.
Quem precisar de urna ama, para casa,
do familia, que sabe cozinhar, lavar e em-
gommarobm perfoicjlo : dirija-se a ruada
Cruz n. 60, que achira com quem tratar.
O l)r. Manuel Francisco de Paula Garat-
eante de Albuquerque. 1 etirase para euro
pa, com sua familia, a tratar de sua saudo, e
deixa encarregado do seus negocios a seu
irmao, o l)r. Pedro Francisco de Paula Ga-
valcante de Albuquerquo.
'A pessoa quo por este Diario, annun-
ciou querer comprar urna barcada : dirija-
se a ra da Cadeia do Recife n. 54, quo acha-
ra a sua vontade.
Madama Mara Lan i$. Lucs de V. Vas-
co o sua lilha do menor idade, rotiram-so pa-
ra o Rio de Janeiro.
l'recisi-sc de
Ib cairo.
Principiar s
m
,-ipi;
boras em ponto.
IB
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro sahe.a 19 do cor-
rente, a escuna nicional Hara firmina, s,
recebe eseravos a frete e passageiros : tratar
se com o consignatario Luiz Jos de S
Aojo, norua da Cruz n. 33
Vende-se a barcassa Aurora-FeUi, delo-
te da quarenta caixas, o de boa obnstrugo,
sendo ptima de vella;' para ver no forte
do mallo, e tratar na ra do Rangel n. 56.
Para o Aracatv aabeempreterlvelmcnte
al oftia Ha correle por J ter parte da carga
engajada o blale nacional Aaffiea, quem n'efle
quiser earregar, en ur do pataagtai-dirija-se .1
ra da Cadeia do Raatfa o. di, primeiro e le-
gando andar. -., .
Para o Rio de Janeiro, segu por estes
dias o brigue escuna nacional Omma,* po-
do receber alguma carga miuds, oeoravus o
passageiros : trata-ao com Machada A Pa
nheiro : na ra do Vicario, ou com o capi-
. de Theophilo deSuza Jardim, edel8
dias este o mandn do sitio da fazonda, lu-
gar da Emberibeira, para os Affogados, na
manha dodia 8 do correte, com umea-
vallo castsnho, pequeo, estrella na tesla,
om p e urna mjlo brancos, descarnado, ca-
bellos grossoi/cangalha com capa de cou-
ro, 1 par de eajuaes grandes, carrogados de
cocos com cisca, 3.000 rs. em cubre, 1 foi-
ce nova; em lugar do dito portuguez vir en-
tregar os ditos objeotos no sitio do abaixo
assignado, soube-se quo tomou a diroQao
do recife e dessppareeeu, nSo hBvendo nem
se conhecendo motivos, se nao tencfo pro-
pria de roubar; por isao o abaixo aaaignado
roga 10 poblico, principalmente Wautori-
dadespoliciaes, langarem suas vistas no tal
portuguez, para ver se o abaixo assignado
ao menos pJe adquirir o cavallo, e dar des-
tino de entre nos a semelhante marrado. #
TUophiiu deSouza Jardn.
Antonio Perelra da Silva Marlins, com-
rou ao Sr. Joto Goncalves Villa Verde, a
sua tvern1; sitl na ra de S. Rita n. 5, ton-
um caixeiro,
que tenliu pralica de loja desapa-
tos : na ra Dirtila, loja 11. 65.
~ O Sr. Augusto Carlos de Lomos, tem
urna carta, na prafa da Independencia os.
too.
OITerece-se um ama de leite, eoulra
para aervico de urna casa de pouca familia :
iicm aa pretenden! dirijan)-se ao boceo do
ambi n. 9, na Boa Vista.
D. Meiia Marroquina de Jess Nazare-
no, ror si e como tutora de seus lillios, vili-
va e herdelros do Antonio Francisco do lle-
go Barros, arienda as Ierras do aitio Mar-
caes, aito em trras do engenho Ginipapo,
propriedade da annunciante ; quem a pre-
tender, dirija-se so pateo do Carmo n. 16.
:#.
f Consultorio central liomaco- palhico de Periiniitbiico, *J
#1 Dirigido pilo Dr. S. O. L. Pinho,
J Ruado Trapiche Novon. 15. }
H Todos os dias uteis se darn con- 4
?i sullas o remedios do graca aos po-
t>; bres, dosde pela manha at as duas
fr' horas -'.a tarde. A
>,; As correspondencias e nformaQOes (^
podcro ser dirigidas verbalmente,
aa ou por escriplo, devondo o doente
i! indicar : primeiro, o nomo, a idade, 0
tf oslado, profiss5o e constitui(o; ic-
f> gundo, as molestias, quo tem lido, o
r os remedios tomados ; tirceiro, a po-
t ca do apparecimento da molestia ac- ?
i tual, e descripQo minuciosa dos sig- *
0/j nacs ou symptomas quo sofTro. >
aa Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinito.
Aluga-se osi'.iodo fallecido JoSo Car-
los Pereirn de Burgos no Arraial: quem pre-
tender dirija-so a ra Direita n. 1 .
Novamento se roga a todas as pessoas
em goral que eslSo devendo contas antigs
na vonda da ra da Cadeia do Recife n. 25,
di'l'roiilo do Beco largo que'venham pegar
seus dbitos atom do eorrente mozde
julho, da certoza de que os que nfio lizerem
terode ver seus nomes pnbliados,
proceder nos termos da lei.
- Prcisa-se de urna ama emgommadei-
im para una casado familia que saiba,bem
0 seu oflicio : quem esliver nesta circum
slancia dirija-sa ra do Ilrum sobrado
do quatro andares e no- segundo ae dir
quem precisa. Na mesma casa olTerece-ee
um criado para alguma oasa ou cocheira.
-- Pedro Allain comprou Henriques
li hm a parto que tinha cono socio na co-
cheira de Fura de Portas, e tambem com-
prou a estribara da ra da Senzalla n. 111,
com oscavallos, existentes nella, tudo pago
a vista, ficando'o primeiro do eorrente em
diante nico proprietario dos ditos estabe-
1 ce i nic 11 tos.
OSr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do Rangel, queira mandar pagar a as-
signatura deste Diario, e em quanlo n3o o
fizar ver .0 seu nome publicado em letra
redonda.
Jos Luiz Pereira, perlendendo acabar
ale o fim do eorrente anuo, com a sua loja
de ferragens da rus nova nova n. 16 oflere-
ce a quem qneira comprar, e principia des-
do j a,, vendor qualquor por;So de ferra-
gen ou miudezas pelo que Ihe custrarSo;
aproveita a occasiSo pira rogar seus de-
vedores qneirSo satisfazer seus debilos 00
prazo de 30 dias, para o no conslranger
chamar por folhas publicas a quelles quo so
osquecerem.
DENTISTA.
J. Jane dentista bem coobecido nesla praca,
recentemente chegado da Habla, tem a honra
de participar ao respcllavel publico, que se
acha de novo residindo nesla cldadc ra Nova
n. 19 primeiro andar, aoade sempre se achara
das 9 boraa do dia ale as 4 da tarde.
Roga-se ao Sr. Ur. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascorado, que se acha hoje
advogando em Goianna, que mande pagar a
sua letra que se acha voncida a anno e meio,
o qual nao ignora aonda : em quanto o nao
tizar ha do ser lembrado.
"~ Aluga-se um sobrado de 2 andares as
roas segulntes : ra Direita, ra do Livra-
mento, paleo do mesmo, roa do Queimado,
ra do Crespo: q,uem tivere quizer alugar
dirija-se a ra da Praia n. 55.
Preclsa-sc de urna pessoa que seja peri-
ta em planiacOc de sitio, para o lser em
um no lugar do Remedio : quem esliver cestas
circumstanciai, dirija-se a alfandega desta cl-
dadc a sen portelro.
-- Precisa-sede uro homem para feilorou ,
de aluguel para tratar de om sitio pequeo:,
a follar na ra Larga do Rezario venda 11. 46. .
-- Antunio Canelo do Lima val pira a \
Babia.
Minoel Antonio Norberto, subdllo pbr-
toguez, retirg-ie para Lisboa.
Precisa-se de urna ama de casa, quo
seiba engommar eensiboar, e lenha bous
coslumes : na livraria 11. 6 e H, da praca da
Independencia, que se dir quem precisa.
#
9 Paulo Uflgnolix, deittlata <
frniiccz, oflbrece aeu prest-
9 1110 ao publico para todo* os W
wisterea de ana proflaslO: %
qual
quer hora em ana fam, na *#
W ra largn do Hozarlo, 80, m
* segundo andar. #
>a>s>a>>a>*s>ia*a*4>
" Ui hana Agnello Lima, faz publico que
se acha provida de titulo pira ensiuar pri-
mfiras letras por tanto cunliui a ler|a
sua aula como al aqu, eitabelecida na na
di Madre de Dros n. 34.
DESAPPARfcXEU no dia 6 do eorrente
mez, urna preta creoula, de nome Mar-
ganda, de vinlo e seis annos de idade, pouco
mais ou menos, nertencente aoabens d fal-
lecida Thoreza Malhildes deJezus, e temos
seguintes signses : altura regular, cor pre-
ta, com todos os denles da frente e alvos,
cara redonda, tem urna belide no olho di-
reito, ( ou esquerdo), vestido amarello com
listras, pinito da Costa, lem as nadegassalu-
das para lora, falla lina, muito farsoa e tem
cicatrizes de chicote as costas : quem 'a
pegar dirija-se a ra dis Cruzas 11. 36, pri-
meiro indar, que ser recompensado.
-- Quem perdeu um relogio de caixi de
ouro, com vidro e mostrador de prala, com
urna correntinha que Ihe serve de cadeias :
anuuncie para ser procurado.
Mdame 'llicnrd ra Nova *
n. 32, s>
Avisa as suas freguezias o pessoas do (0)
* bom goslo, que acaba de receber um ?
lido suri 1 ineiiin de fazendas france- )
* zas, sendo um grande sorlimento de ?
* chapos de seda de todas as cores para ?
senhoras, guarnitOes de seda para ?
vestidos, ditos de flores para noivas, ?
Otas de todas as qualidades e de todas ?
* as cores, ditas para enfeitar vestidos, JJ
lucos de seda, dito* de blondos, tran- ?
m ^as o franjas de todas as cores, cortes ?
ja de manlelleles n.uitos ricos e de urna aa
moda inteiramente nov, manlelleles ^
de todas as cores, e timbom muilo a,
modernos, na mesma casa continua- o
se a fazer vestidos de bailes e de 1101- 4
* vas, vestuarios e toucas para bapNaa- a>
" dos, e lodos os enfeitos e adornos do t>
senhora com muita brevidade o por- 4,
feicp. m
-se- a&
ItOWMAN & NC. CALLUM, enganbei;
ros machinistas e fundidores de ferro mu
respetosamente annunciam aos Senhores
proprietaftos de engenhos, fazendeiros, nii-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em eflectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira quafidade para a perfeita confec(3o
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
attenc/io publica para a sseguintes, por
terem dolas gratulo sorlimento jprompta,
as quaes construidas oa sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prec,o como em qua-
lidade da materias primas e mfio d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da meihorconstruc^So.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tu maullos, movidas a vapor por agoa
OU animaos.
Rodas d'agoa, moinhos do ventle serraas
Manejos independentes para cavallos.
' Rodas dentadas.
agu 1!lios, bronzesechumaceiras.
CavilhOos e parafusos de todos os tama-
itos.
'luisas,paros,ei 1 vo-, o linceas de fm nallia.
Moiuhos do mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogSo o Ionios de familia
Canoa de ferro, lorneiras de forro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a 1.1.01, por animaos 011 vento.
Guindastes, guinchos o macacos.
Prensas liylraulicas o do parafuso.
Ferrageus para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades o portOcs.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do m.io o arados de ferros,
ote etc.
Alm da superioridado dss suas obras, j
geralmento rccouliecida, Bowman ot Me.
Callum garantom a mais exacla xoufurmi-
dade com os moldes o dezeohos remeltidos
pelos senlioros quo se dignaren! de fazero
Ihcsencommendas, aproveitandoa occasiSe
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por ellos honrados, e asseguram-lhes
que nao pouparao ;esfor(os e diligencia
para conlinuarem a merecer a sua conli-
10 ca.
Quem precisar de um rapaz brasileiro
deilade de 12 annos para caixeiro de qual-
quor eslibelecimenlo, o qual d fiador a
sua conducta, dirija-se ra Nova n. 50,
monos para caixeiro de venda.
Quem precisar do una mulher, perita
cngoinmaJeira e cozinheira, e quo ha hbil
para lodo o servido de urna casa do homem
solteiro, menos o do fazer is compras ,'d"e
ni 1, iln ija-sc i rtia dojlaogel, n. 19, casa
terrea.
-- Aluga-se um pnmoiro andar, com
bons commodos, piutado elimpo, por ba-
rato aluguel, proprio para algutu agricul-
tor, por ter bom quintal para botar ani-
maos : trala-se na ra Imperial n. 167.
-- Aluga-se um sohradinho de um andar,
por 100,000 rs. annuacs, ua ra Imperial n.
tOO : Ireta-se na mesma ra n. 167,
-- Dani-so 200,000 rs. a premio, com boas
Mementos de homopntlila
Por todo o mez de julho, sahir a luz a ^
1.a parte d'eeta obra composta pelo pro- ?
9t tenor homeopalha Gnssel BlraoBt) di- $
m vidida emires parlas. Ella primeira com- 4
aak prebende, o discurso prcliuiiuar, a in-
^ iroducyo, o csaine do docnte.a cscolha !
S do remedio, o eiupicgo dos remedios, Jg
^ o rgimen c os consclnos clnicos, com ?'
^ a explicacao dos nomes gregos canato- V
mlcoa empregados em auedielna, e a
iudicaciio dos mcdicamcnlos apropria-
() dos para cada caso de eulcrmidadc. Es- ?
m, ta obra he til, tanto para os mdicos a
,b. que se dedicarein a eiperirnenlar a no-
va medicina, como para lodas as pes-
soas de boa vontade. que ac qulierem
convencer por expcrlcucial da verdade
d'ella doutrloa, por ser ella muito clara
c a iniclligencia de todos. <,
fso dia aa do correte, iur-
lirmas, ou ponl.ores : quoa. precisar, 10- L^ um bracc|ete dc ouro |is05
Tendo sido furtados, as ultimas non- j todo de nina lirgnra, com o peso
tes alguns reverberos dos lampiOes da illu- tt nilnva a nsMna a niiem
mioarjlo publica desta cidade, o respectivo ^f 8 9 otlavas a pessoa a quem
arrematante, ofTeroce o duplo, do seo valor, lr ollciecido. queira Icr 0 Londa-
.1 quem os comprar o Iho os for apresentar, Lje j jevar ao Atierro dos A Ib-
declarando a pessoa. quo os Vdndou.
-- Precisa-se alugar um sitio, quo tenha gadoj numero 7, que sera recom-
boa casadovivenda, bstanles fructeiras e pensado,
pasto pira 8 a 10 viccas deleito, ainda que '
soja distante desla prc,a at 2 legoas : na
ra do Ringel u. 56.
O Consultorio de instituto lio- 0
niocopnlliico do llrnsil.
2? GRATUITO PARA OS POBRES.
!? Ra do alerto da Boa-vista n. 47.
8 Fundado pelo cirurgio Jo Vicente
Martina, primeiro secretario perpetuo
Q do instituto homceopathicodo Brasil,
O om 18 de dezembro de 1850, dirigido
E__._ _:__..L<. L'i.n.l.iu. I..... l'.nl,,..
Compras.
-- Compra-so urna rotulha com taboinba,
ou vi.lriiea : nesta typographia.
Compra-so diariamente 50 arrobis de
capim, tanto no invern, como no verio : a
quem Ihe convier, annuncie.
Compram-sc 2 lencos de lavarinto, de j,,-,,,..,
cambran de linlio : na ra do Trapichen.
17, em casa de Jos Teixeira Bastos.
Comnram-se eseravos com otllcios de
Lotera do Bio de Janeiro.
Veis vlnte contoM de res.
Na pregada Independencia, loja de miu-
dezas n. 3, que volta para a ra do Queima-
do e Crespo, venden-sc bllhotcs, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da lotera 9.' a
iodemnisac,3o do tbesouro publico, e na
mema loja mostram-ae as listas das queja
correr m.
Tinta prela, mullo puta 1 garantida.
Frascos de garrafa e meia *80
Garrafas 400
Meias garrafas **
litlllii.es 100
Recebem-se garrafas vasias a 80 rs. ,
quando forem comprar, tambem recebe-se
quando nUu agrade a tinta, dando o importe
que deu : vende-se oa livraria do piteo do
Collegio n. 6, de JoSo da Costa Dourado.
O dcimo volunto do Misterio do Povo,
por E. Sue, veodem-se os 10 tolhelos, por
9,000 rs : na lojk do pateo do Collegio o.
6, de JoSo da Costa Dourado.
Vende-se um piano forte, quealm de
ser muito novo, lio do uso moderno e leo
escolenles vozos : na ra do lioudego nu-
mero 105.
Vende-se urna loja de miudezas, com
poucos fundos, em urna das melbores ras
do bairro de S. Antonio, muito afreguezada,
tanto para o mato, como para a praca, a di-
nheiro, ou a praso, o motivo oa venda se
dir ao comprador : quem a pretender an-
nuncie.
Vende-se 1 negra da Coala, de boa con-
ducta, o que se alianza, por 380,000; tdita
por 350,000 rs., sabe vender oa ra, lava de
sahSo e varrela ; 1 negra boa coziubeira; 2
moleques de lindas figuras; 4 negros deen-
xada, o 1 bonila escrava moca, com habi-
lidades: n fu larga do Itozarjf n. 22, se-
gundo andar.
-- Vende-se boa maoteiga iogleza, 1 480
rs.; macarrSo, al60rs. ; quetjos, a 1,360
rs.; langoicas, a 320 rs.! na ra DireiU nu-
mero 14.
Vendom-se lonas largas a nmUc.So das
da Itussia, amitos fortes, por serom de li-
nho, proprias para encerados e camas do
vento, pelo mdico preso de 23,000 rs., ca-
da 11 ni a pe(a : na ra do Trapiche novo, n.
18, segundo andar.
A l.sl lo r-.
Vende-KC rape' Princesa da fa-
brica de JoSo Paulo Cordeiro, mais fresco
quo ha no mercado, chegado pelo vapor
Haitiana : na ra da Cadeia do Recife, loja
d fazendas do JoSo da Cunha MagalbSes
11. 51.
Na loja de Jos' Joaquim Morei-
ra & Coiupanhiu, na ra Nova
n. 8.
Vendem-se camisinhas de cimbris, com
suas golinbas, ludo muito bom bordado, e
do uiolhor gosto possivel, pelo baratissimo
prefo do 2,000 rs.,smente, cada nma.
Vende-seurna canoa aborta, muito boa:
trati-se na ra Direita n. 56-
Vende-se a casa terrea n. 16, sita na
ra do Amparo em Olinda, com instintos
commodos e chaos proprios : a tratar na la-
deira da Misericordia om Olinda, casa conti-
gua ao sobrado que faz esquina para a ra
do Bom Fim, com a qual so far lodo o ne-
gocio.
Pocisin".
Poesiis do Antonio llerculo 1850
I vof. *,000
2. e 3. cantos do Concalves Dias
2volumes MOO
Dores e Floros do F.melio Zaluar -- I
volume 3,009
Livro dos tiicus amores, por Norberto
o Silva 3,000
Ve a,u- m-se no pateo do Collegio, casa do
livro azul.
Vendem-sc 7 caixOes para deposito do
assucar, muito bem construidos oa cmo-
da seguramente 6,000 arrobas de assucar, O
aluguel do armazom he muito barato, lugar
muito bom, porto do trapicho, e querendo
subloca-so o arrendamento do toda casa, na
ra Trapiche 11. 2: trala-sc com Jos Horei-
ra da Silva, na ra estseita do Rozario n. 31.
Lotera de N. 8. do I.i m menlo.
O caulolista Salusliano de Aquino Ferrei-
ra, fz sciente ao respeilavel publico per-
nambucano, quo as suas mu acreditadas
ca 11 tollas da lotera de N. S. do Livramento,
que corre no dia 12 do julho correte, in-
falltvel, cslam expostas a venda, oa praca
da Independencia n. t, loja de miudezas ;
na ra da Cadeia do Recife n. 46, loja de
miudezas ; no Aterro da Boa Viata, loja do
calcado n. 58, e no dia 13 do correnta mez,
pelas 9 horas da manhSa, at as 6 da tarde,
principia a pagaras cautellas premiadas, na
da Independencia numero 4, loja do
tilo Manoel Marciano Ferreira, na praca do i o do mesmo recebido todas as posses e d-
Cornttwnclo. Iretosa mesma (averna, por papel do tras-
""aftBeaa5HBBBBjjiaBHBa^HHB pass0, com data W doiulho de 1831.
1 -..lff^._ r ;.__:___. It^.i-I*..-U .! \ .i,1,-.i.ln nni_

mu
osas.
-- Domingos Rodrigus'de Andrade, em-
barca para os portos do sul, o seu escravo
Joao Rcller C. faro leilao por ordem do I pardo, de nomo Alexandre.
0o ooocooooooooo
X 1 f 1111 lias Cru7.c.s n. 28. O
X Ctmiltrio homaopalhico do facultan O
S voJ.B. Casanova. t>
S Cratls para os pobres. Q
jj Na ausencia do facultativo J, B. Ca- _
P sanovn, o professor homcoopatha "
Gosset liimont esntinuar com os w
9 trabalhosdo mesmo consultorio, on- "
O de poder sor procurado a qualquer O
O ora. O
OOOOOOOOOOOQOOO O
. Minoel slaia da Silva retira-so para
tora da provincia,.
' -- Aluga-se um terreno no Cuca, sito na
strada Nova ao ir do Recife para o Caxaoga,
o lado esquordo. proprio para pistagem de
gados, e ranchos de matulos, tendo o mesmo
terreno urna cazinha 0 rancho : a tratar na
ra do Vigario n. 7, primeiro andar.
s-* ""' .------, ^ 1: j,: fk i.nmurau-tsu tfscravns cuui oitictos uo
O pelo crurgiSo Francisco JowRodr- O ferreir0i carpinteiroe pedreiro, assim como
0 gues. Este consultorio est abei loto- Q | mo|eco,'M nlolecas da .20',nnos, e mo-
dos os das otis das 9 horas da 01a- .... .
S nbS at ao meio dia, nelle os pobres 512" L ?rme
receberSo consullas o remedios de S *1 ooBOWOJ-S
O EHf -22 mSTJSBl i?o.,p.r.Pdentro
cambas com habilidades : na ra do Colle-
iro andar,
se eseravos de ambos os se
rntdezas de Fortunato Pereira da Fonseca
Bastos.
Quartos
Qu Vitos
Decimos
Vigsimos
Saino luz
2,600
8,100
1,tOO
600
a traduccSo de um dos
mais bellos opsculos do I.amonaos,
o e fra da provincia, tendo.^mSm^~fkrmiim h^
O aers visitados om seus domicilio^^a O, bonitas figuras, jaga-se bem : na ra das vo-inlilulaUo A escravidSo moderna-O
^.VquXor do dT artici- g ^ZZo Si. Se6U "U "l nbrC ,im T'he f",er V6r 'S PT'?'
5 nan.lo nn ronsullorio. ou na casa Ol(luer noraaouia. o nico meio de conquislarem o seu direilo
O araarella fronU da matriz, O ~ Compra-se para urna oncommenda1, M4ll em cua)prir relig|oSamente os seus dc-
ft 3&*tttZEu. I SLrt n" ^m"Lh re6Ul" : M rU> d' vcres- Vende-S0 em S" 'Vnt0,,io no **d0
OO^OQOOOOQOQQOOOOOLTclZ'^^ barc.Ca que estej.
Precisa-se muito encarecidamente fallar nos. preparada, capaz de navegar: quem tiver,
senliores. lannuncie por esta folha.
Antonio Francisco Corroa Lima, Jos Mu j Comprani-se 2 selins de molas, j usa-
Ipreifa do Carmo, marcineiro ; JoSo Fernn-'dos, pureni em bom estado : na ra Nova
des, pedreiro; Jos Elorio de Barros, muzi-; n. 50, ou anuuncie.
co ; Joaquim das Chagas, pintor ; Policarpo j Compra-se urna negrinha, ou molati-
Collegio na loja do livro azul, e na Boa-vista
na botica do Sr. Gamoiro. Preso 320 rs.
Na loja do sobrado amarello, nos *)
Quatro Cantos da ra do Queimado n.
29, vendem-so, um completo sorli-
mento dc manteletes pretos e de co-
res, com enfulles, muito modernos e
da Costa, Francisco Ferreira de Mello, JoSo nha, de idade de 5 ou 6 annos, para Dnncarl de muito gosto e porpreco commodo.
Marlins Saldanho, Luiz Jacintho llabello,;com urna moniiia : na ra do Vigario n. .,taatatiHg||
nanon
Vendas.
Manoel Pereira BrandSo, Manuel Antonio da
AssumpcSo, Francisco das Chagas.pedreiro ; |
Francisco Jos da Silveira, Francisco Perei- !
ra da Luz, Caetano Antonio de Carvallio: ,"^^. 1 111
Couto, ompregado ; Pedro Joaquim de Li-: __ Vende-se um sobrado de um
ma, LmziGoDzaga, Antonio Ignacio de Al- andar, na ra de liortas n. lo'| ,
buquerque, pintor ; Manoel Caroeiro da Cu- _j mama n nrnfessnr Mannel
nha, Tenante Pompou Romano de Carvalho : onae morou o proiessor uanoei
na ra Direita, venda n. 72, a negocio que > Antonio Montciro de Andrade :
diz muito respailo sos senhores scima trata-se com Mignfl Jos de Al-
ConsKiorio liomcopathtco, ra do Collc- I ,. .ft ,
jfon.25. imeida Pernambuco, no sobrado
ODr.LoboMoscoso d consultas gratui-'da ra de S. Thereza.
tas aos pobres todos os dias uteis, desde 9\ .. vende-se Icito ptimamente liquido, a
horas da manhSa, at ao meio da, depois ooor,., a garrafa, estando sempre prompto
desta bon visitara em sua casa os doentes, I as 6 no'r,s8aa BanM, ni ru, 'u0 Bangef 11.
que t.verem precisSo, e em casos oxtraor- ,. ond. wnA, r.filiflnrirrn
din.nos a qualquer hora do di. ou nou.o; I $iSFlSm* chapeca 5,3oo r.
^n.rt^.m ...' f Svffi?*wr^lHS-^?-!R,a S52L?TltirP', som pelo, do elegante forma, oda
nn, '. Sm. ,! ir n' n? P 6t de I ms PeHor qualidado, que lem vindo ao
lt'TLifiSlT t :=' -oreado^ na praca da Independencia ns. 24,
conforme as condiqOes que se estipularen),
o 2,500 rs. para bom'ens livres : as pessoas
que nSo poderem comparecer no consulto-
rio pdem enviar suis informaces por es-
cripta ou vocilmente, declarando o nome,
idade, temperamento, constiluicSo, resi-
dencia, e especificando todos osincommo-
dos quo soffre e as molestias que anterior-
mente tem tido.
= Ignacio Lult de Brllo Taborda, com loja
de faiendas na ra do Crespo a. lO, lembra -
quellea de eus devedores, que tendo obtido
ciera, a deltarain vencer, cato tem ido pa-
gar-lhe, que cumpram o promtuldo no praio
de olio dias a contar da publlcacao do preseu-
te aviso; e o mesmo deverao faier aquellos,
cujos debito se condderam vencidos, c tam-
bem lhc nao teem paco : o annunciante echa-
se^ compiometlido a cumprir deveres a que
nao pode fallar, e precisa rte liquidar las di-
vidas activan para cuja solucau nao etllar
cin continuar a publicar os nomes dos seus de-
vedores. remisioi ate que Ibe pagueiu.
26, 28 e 30.
CltapeOMgde Italia, n 3$ooo rs.
- Vondem-se finos chapeos de Italia, sin-
glos e dobrados, de copa baixa e j promp-
tos, pelo biratissimo prc^o de 3,000 ra. : na
prafa da Independencia ns. 24, 26,28 o 3o.
A 7 $000 rs.
Vendem-se chapeos do ultimo e mais mo-
derno gosto de Pariz, para homens, 1 7,000
rs. : ua praca da Independencia ns. 24, &ti,
28 o 30.
Pec/uncha para o* sapaleiros.
Vendo-se couro do lustro francez,"pelo
barato pre;o de 2,000 rs., a pello: na ra
larga do Itozario n. 26, loja do miudezas do
JoSo Francisco Maia.
-- Vendo-sea armacSo do urna loja dofa-
paleiro, envidrafadi, acabada do uovo na
ra DrejUa n. 56, em razSo do proorielario
querer-so retirar para o malo ; trata-so na
mesma.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 rs.
Na cas feliz.
Dos quatro cantos da ra do Queimado,
loja de fazendas n. 20, vondem-so os muilo
afortunados bilbetes, moios, quartos, oila-
vos, o vigsimos da 11.' lotera do S. Sacra-
mento, cuja lisia chega infalivelmenle no
primeiro vapor que se espora at o dia 13, e
na mesma loja so mostram as listas pas-
sadas.
Novo csgulesdcalg;oda6 a
J,."1110 11 !?'11.
Na ra do Crespo loja da caquina que vira
para a Cadea vendem-sc pes;as de esguics
dc al godao com 12 jardas muito finos a 2,500
ra. e ootraa fazendas por prefo commodo.
A 5,000 rs. o corto
Vende-se ricos corles de caaemlr pela di-
minuto preco de 5.000 r., a elle aatta qtJe k
acaban: na ra do Queimado a. 9.
Vendom-se trancelins, brincos, aneldos,
I slfineite de peito, colar, cordSo, 12 collie-
res de prata para sopa, 12 ditas para cha, I
par de castigaos e 2relogiOS, patente 111-
glezes.de (.uro-, na ra do Roza rio estrada
n. 28, segundo andar.
Lotera do Rio dc 'Janeiro.
108 90:000,000 de as.
Na ra larga do Horario, loja de miude-
zas n. 44, junto a botica, vendem-se os fe-
lizas bilhetes, meios, quarloa, oitavose vi-
gsimos, da decima primeira lotera do Sen-
ilsimo Sacramento, pelos preoos abaixo
mencionados, cuja lista chega ao primeiro
vapor.
Preeos, |ia;ti ou premios, eem
descont.
F.ilhotcs .Ot
Moios 11,OJO
Quartos o."
Uvos MOO
Vigsimos 1,300


Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Hodripucs do
Andride & Coirpiobit, ni ra dos Tinoei-
ros n. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ultimamoote viadas do Aracaly, em
porcSo e a retalho, por menos preco que
em oulra quilquer parte, assim como sola e
couros miados.
Vende-seou irrondi-se, urna casa de
pedra e cal, sita no Monlciro, com terreno
para plantar e com arvorodos de frncto, por
proco commodo : trata-se na ra ds Trin-
rbeirasn 48, primeiro andar.
Vende-se urna osera va do i dado e de
nacSo, boa lividein e cozinhein : na ra
Imperial n 7.
Deposito de cal e potassa.
Noamiaiera da na da Cadeia do Recife n.
12, ba milito superior cal Lisboa em pedra,
aaaim como polassa ebegada ultimaiucnle a
preco umita rasoaveis.
: Algodao para sarcos. 49
Vende-se muilo bom algodSo para 6
saceos de assucar, por preco com mu- >
ft) do : em casa de llicardo Hoy lo, na #
(a) ra da Cadeia n. 37. ?
990999-999 ##:#*
Lotera a benellcio vramento.
Aui 5:000,000 di rt.
Na loja de miudezas da Praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilheles menos, a
10,000 rs.; meios, a 5,000 rs. ; quartoa, a
2,600 rs.; decimos, a 1,100 rs., c vigsimos,
a 600 rs., corre no dia 12deJulho.
(tnellos te prato.
Kresquissimose muito manos queijos do
prato, vendem-se por preco commodo : na
iub da Cadeia do Recite o. 1.
Vende-so a taveroa n. 8, da rila do
Ilangcl, muito afreguezadi para Ierra e pa-
ra o matle muito ventajosa, nlo s pela
elegancia fla armic.'io, como por esta per-
tencer a casa e ser commodo o aluguel: tra-
ta-se no mesmoestabcleciinento.
GBAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano. James Ma-
sn. A sua composicao be feita de proposito
para lustrar com agua e conservar o lustro,
tanto de invern como de vero; a grande
vanlagein que ha nesta graxa he a cooservaco
do calcado, e lustrareui-sc os sapalos ou bo-
nos anda inesoio ntolhados, c una pequea
lata aturar ni.us deque tres boides ecuatar
mi nos do que uin. Vendc-sc em barricas,
u porco de dtuus, no arinazem de Vicente
remira da Costa, na ra da Madrc-dc-Dcos.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra-,
chegada ultimamcnle de Lisboa
Da borca Ligeira.
Deposito da fabrica le Todos os
Sanios na llali a.
Vctido-se, em casa deN. O. Uieber&C. ,
na ra da Cruz n. 1, algodSo transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco com-
modo.
Ganga mesclada a iso'.r-. o
covado.
Pefronle do beccodo Pcixe frito n. 3, vendc-
sc ganga mcsclada de quatro palmos reforja-
dos de largura pelo haratissimo preco de qua-
lorzc vnica o covado, esla hienda he rccoin-
inrndavci nao s para jaquetas c calcas, como
lanibcui para palitos c casacos.
vfAff999fffvyvtvvvfvv
P Arados americanos.
J> -
i*
Vendem-se arados americanos ver-
Ji dadeiros, chegados dos Estados- a
> Unidos na ra do Trapiche n. 8. <'-,
MMAMAA *tfc.MMMMM
Vende-so superior cognac velho, em
I .mi i-, do 12a 21 caadas : na ra da Cruz
11. 55, casa de J. Keller & Compaohia.
-- Vende-se gesso em barricas, viudo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da bairica 20 arrobas pouco inais ou me-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa de J. Kel-
ler cz Companhia.
J'azcndas por 11 ineladc de sen va-
lor, un 1 no lo Crespo 11. O.
Cortes do chita linas, com 12covados, a
1,920 rs-; dilo de cassa chita, a 2,100 c 2,800
rs.; chapeos de maca prelos. a 800 o 1,000
rs.; cortes de brim listrado de linho puro
a 2,000 rs.; alparka de cordSo proprias para
casacas e snbrccasaeas, i800rs., o covado
i' minias oulras fazendas baratas: na loja
cima referida.
CERA EM VELAS.
Vendem-se caixas com cera em
velas da niais superior que lia no
mercado, fabricado em Lisboa e
no llio de Janeiro, sorlimentos ao
goslo do comprador e por preco
mais barato do que em outra qual-
quer parte : trala-se na ra do
Vigario n. 19, segundo andar, com
Alachado & l'inheiro.
Vendem-se as seguintes se-
men tes :
de abot, ditas de ditas nglcias, ditas de r-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
blas de Selubal, ditas de alfacc allamaa,
ditas rcpolhudas, ditas de cvc trinchada, di-
las de senoura amarcllas, dlas de chicoria, di-
ta de coentro de loceira, dilas de salsa, ditas
de lmales grandes, ditas de repolho, ditas de
espinafre, dilas de pipinella, ditas de aipo,
leij.io. carrapalo de ires qualidades, crvilhas
lorias c dlreitas, rabauetes encarnados c bran-
cos: na ra da Cruz n. 46, dcfronlc do Dr.
Cosme. Namcsuia casa vendem-se queijos in-
glezes mullo frescacs.
t iiinlu a- de seda, a 0,000 rs.,
o corle.
Na loja de GoimarSes & llenriques, ra do
Crespo n. 5, que volta para o Collegio, ven-
der-so ricos cortes de cambraiss de seda,
pelo barato preco de 6,000 rs., o corte, esta
fazenda he de gostos inteiramento novos.
Arados de ferro.
Na tundicSo da Aurora, cm S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Mor ma- superiores.
Na tundicSo de C. SUrr & Companhla,
om S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
coastruccSo muito superior
Fazenda mais barata do que cm
oulra parte.
Cobertores de algodao escuro para quem
u ni fro a 720 rs. cada uin, curtes de brim
brinco trancado de ludio puro a 1,800 rs., di-
(05 escuro a I.COOrs. o curie, riscados de li-
nho a 220 c 320 rs. o covado, riscado de algo-
dao trancado mullo cncorpado proprio para
cscravo a 180 c ?00 rs. o covado, picote a 180
rs, o covsdo, uaric asul de 5 palmos de lar-
gura a 140 rs. o covado, dilo de cor a 200 rs. o
covado, riscado trance/, mullo tinosa 240 rs. o
covado, chita par* coberlai de cores fizas a 200
rs. o covado, dilas para vrsildos a 160 e 18O rs.,
cana chita corea das a 440 rs. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 rs. o covado,
pecas de cassa de quadroa para babadoi e cor-
tinados de cama com 8 varas e mela a 7,400
rs., chapeos de musa para escravos a 480 rs.
cada un : na ra do Crespo n. 6.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brutn ns. 6, 8 e 10,
lundii'ao de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americano
com cambSo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
4) Vcmle-se na lia <-.--a ila Ma- t>
J| dre-de-Deos 11. 5, cha pulo 4>
4) de superior pialidado,e taiu- #
4I11 111 (I o a la mailo pona lira 11ra >
4) Esla qualidade de cha est leudo ge- 4)
A ramente preferida ao cha verde, ou pe- a>
I a lo menos laiendo-sc uso delles mistura- ^
dos; c isto ein virlude nao smenle do *
Y seu agradavel aroma e sabor, com por- -
que be hoje Inconleitavelmente reco- 5:
* nbecido, que o cha preto nao ataca o
9 m so-oa nervoso, ao racimo lempo, que
? possuc todas as qualidades benficas do
~ cha verde,
4.
?
la a|640 rs., riscado de linho aiul c de cores,
miudiehos a 320 ra. o covado, grvalas de se-
Um de cores a i,5on rs., lencos finos encarna-
dos, estampados a 400 ra. Cheguem fregucies
que aa pcchincbaa sao boas, a ellas antes que
se acabem.
Vende-se farelo de muito boa qualida-
de, emsaccas de S arrobas, viudo ultima-
mente de Lisboa, na barca Ligiira : na ra
do Trapiche n. 17.
I.ctcria afavor da igreja de 51. S.
do I i\ ra minio.
No alterco da boa-Vista loja de calcado n. 58,
vende-se os muilos afortunados bilheles, inelos
c 111(111 is, da lolciia a favor da igreja de N.
8, do Livramento cujas rodas correm no dia 12
dcjulbodo crreme anuo infalivclnienle ; c
na lucsma caa venderiio-se da lotcria da
Matrli da Boa- Vist a os seguintes premios viges-
muios 11. 448O-5:0(H) rs. bilheles inlcitos n.
3704-2.000* rs. n. 30:12200,000 rs. meios bi-
lheles de 11. 2860-1 000/rs, n. 050200,0i!0 rs.
2828-100,000 rs. e mullos ns, com apremios
de 50,000 rs. 20,000 rs. 10,000 ra.
hilbetea 11,000
Meios 5,500
Quarlos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
\igessimos 600 -
Potassa da Riissia.
Vendc-ao pulassa da Russia, reconlamen-
le chegada, e 00 muito superior qualidade ,
na ra do Trapiche n. 17.
; Vendcm-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez : na ra
da Scnzalla Nova n. 4a-
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Ma ra da Cadeia n. 52,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar o o roupa
escravos.
Taixus para cngciilio.
Na (iiiiilic.'iu de ferro da ra do Brum,
aeaba-se do recebor um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por preco com-
modo, e com |ir carregam-so em carros sem dospozas .0
comprador.
Monillos- de vento
com bombas do repuebo para regar borlas
d baixas de capim : vendern-se na fuodicSo
do i'.iiwnun & Me. Callum, na ra do lirum
ns. 6,8 10.
Vcndem-so amarras do ferro: na ra
da Scnzalla nova n. 42.
AGErNCIA
da fundirn Low-Moor.
llt'.V DA SKNZALLA NOVA N. 42.
Meste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Km casa de .1. Keller & Com-
pauhia, nal ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o excelIcDto e superior 1 ni lio de Un
celia, em barris de 5.*, he muito recom-
mendavcl as casas estrangeiras, como ex-
cellenle vinho para pasto.
No armaiem da ra da Mocda n. 7, con
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, c opreco
en coma.
-- Conlinua-sc a vender agoa "de faicr ao
cabellos e suissas prctas : na ra do Qucimdo.
leja de ferragens n. 31.
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra de Apollo n. (i, armaiem de Me. Cal-
uioiit& Companhla, acha-sc constantemente
bons lorlimeolos de uia de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para ananaes, agoa, ele
ditas para armar cm madeira de todos os ta-
maitos c modellos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
lus, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que 01
de cobre, cscovens para navios, ferro ingles
tanto ni barras como cm arcos folhas, c tudo
por baralo preco.
Veiide-scjum grande sino no lugar do
Manguind, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Cameiros, com grande casa de viven-
da.dejjuatro agoas, grando senzalla, co-
cheira, estribarla, baixa de capim que sus-
tenta 3 a cavallus, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bs-
tanles arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Cura radical.
De orysipela e jheumatismo, com encha-
i;ao, ou sem ella, seja antigo, ou moderno,
preservativo coulra roturas n quebraduras,
o modo de fazer seu uso, cura radical dos
testicolos, sem sofrer operscSo, nem dor
alguma, cura radical doi escrotos, sejam
carnosidades, erysipelas, ou bydroceles (a-
goas), os remedios para todas estas moles-
tias : vende-se smenle no Rio de Janeiro,
na ra do SabSo n.27, e em Pernsmbuco,
na ra do Collegio 11.18, botica de Peixoto
e< Pinto, acompanha os ditos remodius a ma-
neira de fazer seu uso e dietas que devem
ter as pessoas que delles flzerem uso.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tisso Jnior, ni ra do
Amorim n. 35,
Hniii c barato.
Ra do Passeio Publico loja u. 9. de Albino
Jos Lellc, veudem-sc ricos curies de ineia ca*
siuiiia escuras a 1,400 rs., chapeos deso dc[
panninho com barras de ultimo gusto a 2,500 Pecas de itluoilao/.iii lio COII1 in-
ri., ditos de ditos grandes com alguui mofo a. m no loque de avaria a 1200
1,000 rs., chitas linas com toque a idO rs. o co-l
vado, ditas a 120 rs dilas para coberlas a lUO'
^%%^::> s "-? re r01-
rs. a vara, lencos de seda para mao a 1,000 rs.,' l* Par cadeia, vendc-SO percas de algodao-
dilos brancoa de bico a 320 rs., ditos finos a ziuho a 1200, 1600, 1800, cobertores do ta-
480 rs., dilos|de vapora 20t rs.,clialles#e chi-1 pele escuro para escravos 1 720, pecas de
para curar da phlysica em lodos os seus
difTereolcs graos ou motivada por consti-
paroos, tosse, sslhms, plouriz, escarros de
sanguo, ilr de costa* e peilos', palpitacflo
un ciii-acau, coquelucho, broochites dr
de garganta e todas as molestias dos or-
gos pulmonares.
De todas as molestias que por heranca fi-
camaocorpo humano nenhuma ha que
mais deslruitiva lenha sido, ou quo tenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina, do quo aquella
que he geralmenle conhecida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do so-
culo passado, tendo-se offerocido ao publi-
co dilTerentes remodios com attestados das
extraordinarias curas quo elle tom feito ;
porm quasi que em lodos os casos a iluso
tem sido apenas passageira eo doente
torna a recabir em peor eslado do que se
achava autes de applicar o remedio tan re-
commendado oulro tanto nao acontece
com es te extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomeados pelos
Snrs. R. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Sur.
Jos MariaC. Ramos, na ra dos Quarteis,
n. 12, junto ao quartel de polica, onde
sempre acharSo o nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar<
rafis.
--^No deposito de espiritos, na
travessa da Aladre de Ueos n. 5,
acham-se a venda nova porcao de
garrafcs de verdadeira agurden-
te de cana : quem se quizer pro-
ver desta boa pioga, faca-o quan-
to .antes, que a safra se est fin-
dando.
Vende-se cobre metal ama-
relio e pregos para forro de navios; vende-sc
Eor preco commodo, cm caa de A. V da Silva
arroca, ra da Cadeia do Rccifc n. 42.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto paro a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos -" na ra da Cadeiu do
Hecifen. 51, primeiro andar.
Chapeos deso.
Ra do Passeio, n 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimcnlo destes objectos de todas as co-
res c qualidades, lauto de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhura, de bom goslo: estes chapeos
sflo ledos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas frnjasele rotroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
ma coos servidas : todas estas fazcndavne s-
dem-se em porclio e a retalho : tambem se
concerta qualqucr chapeo de sol, tanto de
liasteis de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por peceo com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca manir, de panno o de seda, pro-
prias para fcitores de cngenlio, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Vendc-sc manleign inglesa nova, a 6io
rs., a libra; dila franceza a 5G0 rs., a libra;
cafu em grio, o 1G0 rs., a libra; cha, a 1,920
rs., a libra; dito, a 2,400 rs.fsovada, a 100
rs., a libra; fariuha do Maraiiliio, s 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 0 e 9 cm libra,
aliones.; loucinho, a 240 rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.; bolacliinha ingloza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a (iiO rs., a garrafs ; dito em ca-
adas, a 2,560 rs., o outros mais gneros:
na ra da Praia defronle da ribeia do pei-
xe o.1.
Corle de casimira de cor e prela.
(3" Cortes de casimira prets, muito li-
nos, a 5,000 rs., o corte ; ditos de cores de
muito bom goslo, a 6,400 rs. ; cortes de
cambraias de listras de cores, muilo linas,
madapollto para forro 2,200, e outm mui-
tas fazendas ja muito acreditadas ni aaesma
loja.
lie lio baralo que fnr, admirar :
Na ra dOQueimado loja n. 17 vendem-se
pecii de riscadinho esouro com 38 cotados
com eeqieno toque de molo, muito pro-
lirios para vestidos de osrravas a4,500 ra n
peca, chales de gurgriio 00 cadarco a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de eambraia
de barra a 4,000 rs., cambraias francezaa de
padres mudo delicado* a 640 rs. a Tara, e
outras muitas fazendas por barato preeo.
Do-se as amostras com pntliores.
3 Venda. ri
3 10 Ra do Cre.'p 10.
Anida ha da perhlncha. -
n Chales do seda, de bons pidrdes e h
-- de lina qualidade, 10 preco de 4,500, ca
a 5,000 e 6,000 rs.; lindos cortes de ci- a
2 si mira para calsis 5,500 rs.; chapos J
5 de sol de seda, 1 5,000 rs. 3
Vende-se superior farinha de
mandioca de S. Catharina, em sac-
cas : no armazem de Antonio Au-
ne, no Caes da Alfandega.
-- Vende-se um deposito, com 10 ciixdes
para 6,000 arrobas de assucar, 1 braco de
halanca esuas conchas, uma;oulra decimal
e 12 arrobas em pezos, tudo em bom esta-
do, por s servir em umi safra : ni ra di
Cruz do Recife n. 6, segundo indar.
AAU isttBiasBisLasBftBVttaAi^akUSbi-i^^ wj* j^s* -ja* *^.- *.-.- aj^.**..* **v .-. a-
(antuis Pailhet& Companhia.ft
Conlinui-se vender no deposito *
. geni di ra di Cruz n. 52, o excej- *
>.t l'inti! e bein conceituido rip ireii *
prela di fabrica de anlois l'iilbetcz 9
9 Companhia da Babia, em grandes e J
]' pequelas porgues pelo preco estibe- it
lecido.
wwmmmmwwmwmmwmwmmmi!
Vende-sc farinha de mandi-
oca de superior qualidade, recen-
temente chegada de S. Catharina,
a menor pre?o do que em outra
qualquer parte : trata-se a bordo
dobrigue Novo Lobo, defronte do
caes do llamos, ou com Uliveira
Paiva & Companhia, na ra do
Trapiche n. 5, escriptorio.
A 495oo rs., a peca.
Ni loja n. 5, da osquina que volta par a
ra do Collegio, vcudem-se riscidinhos de
cores lilas, pelo barato preco de 4,500 rs.,
peca, assim como casimiras do algo 13o, 1
1,800 rs., o corlo.
Romances modcrnlsglinos.
z*or Mexanire Dumtu.
As memorias de um Medico 15 to-
mos 1850 20,000
bastardo de Mauloon 4 vols. 1848 10,000
Condo do Monte Christo 10 tomos
1849 1 .000
Cavalheiro di Cisi vermelbi 6 to-
mos 1849 6.000
uas Dianas 9 volumes 16,000
Cabriel Lamber!. 1848 1 volume 2,000
Guerra das mulbercs vols. 1848 10,000
l'..iil'iia 2 volumes
Rainha Margot. 4 volumes
Tres Mosquetciros 4 volumes
Viutc anuos depois 6 volumes
Por Eugenio Sue.
Os Sete l'eccados inocuos
A sobcrb 4 tomos
A impureza--2 n
A ira
A inveja
Malhildes, ou as memorias de urna
jovem 8 volumes 14.000
Salamandra 3 tomos 6,000
A iinli.i azul, ou o Monte do diaho 8,000
Myslerios do-Povo --10 volumes 9,000
MvsleriosdcParis 14,000
O Judeu Errante 14,000
Vendem-se no paleo do Collegio, casa do
l.ivro azul.
4,000
6,000
10,000
12,000
10,000
5,000
5,000
5,000
-- Vende-so farinha de mandi-
oca de superior qualidade, vinda
de S. Cithaiina, pr menos preco
do que em outra qlquer parte :
trata-oc kordo da polaca N. 8. do
Carino, dcfroite do eaes do fia-
mos, on com Manoel Jm t Sou-
xa Carnciro, na ra do Vigario n.
11; ; assim como saccas com farinha
da mesma qualidade de alqueire,
cada s. cea, por preco commodo.
Ao bom e barmto.
!o aterro da Hoi-vista n. 75 tend junto
a loja de cera, vende-se fariatii de iriruli
a 160 rs. 1 libra, dila do rnaraohlo a 80 rs.,
dita de farinha do reino 100 rs., Ujucinho
de Lisboa 1200 rs., dilo de Santos 1 160 rs.,
mauteiga ingleza muito superior a*640, 560,
400 rs., banhl 320, irroz de maranbu a
80, prezuolo 480, choaiifss 400, piios
280, salames 1 400, iletrii 1 240, micir-
no 200, chocolate a 400, qneijos de suoo-
rior qualidade 1 1,360, suban do llio, a 1441,
dito branco a 220. cha brasileo 1,000,
dilo isson de superior quilidide 12,000,dila
preto 12,000, e lambeio tem em etnbrulhos
chinezes a 700 cada nm. azede doce de Lis-
boa 560. dito francez engarrafido a 640,
dilo de coco 1 360, vinho branco 1 320, dilo
moscatel 1 400 dilo porto e feitorii engarn,
fado 1 480, dito de Lisboa em pipa 1 240,'
ditoFiguein 1 200, serveja branca 1 400,
dila prela a 480, genebra do Wanda 1 320-
caf moido a 200, dito em grSo 160, carias
de traques a 200, bolaxinha americana
240, passas a 320, velas, de espremaeote de
do Tem libra 1 680, ditas de carnauba de
6e9em libra a 300, latas de sardinhas a
1,000, azeitonas a 240 1 garrafa, sevadinha
a 200 a libra, caixinhas com 50 charutos su-
ptriores a '1200, feijao molalidho 1 5401
cuis, e das rotuolas e um candieiro de me-
tal de dnas luzes por commodo preco.
~ Vende-se para liquidar, urna porc'10
de forro de pinho por muito biralo preco :
no armazem de itladeiras na ra di Cadeia
de Santo Antonio n. 19.
Vendem-se duas escravas, sendo umi
prela moca,que coze, engomma, lava, cozi-
11I1 a,c faz mais irranjos de casa,o urna parda
tambem moca, cora as mesmas habilidades,
isto para llquidirilo, por isso em conta : na
ra l./-g 1 do Roztrio, loja o. 35.
Um preto crioulo, idade vintee tanto
annos, reforesdo, cum principios de pedrei-
ro, e umi prela cozinheira de idade 50 an-
nos, em conseanencia do dono estar 1 reti-
ra r-se pin fon di provincia : na ra do
Collegio n. 21 segundo indar, on no piteo
do Collegio n. 35.
Chapeos, a ,iS5oo ni.
Vendem-se chapeos de molas, de merino,
pelo mdico preco de 5,500 rs.; dilosdoXi-
li, muito Tinos ; ditos da Italia modernos,
por barato preco : na prafa da Independen,
ca ns. 24, 26, 28 e 30.
nii|iii-inio bons de cabello.
Vendem-se chegados recntenteme de
l'anz, buns de cabello e seda, de diversos c
lindos padrdes : na prac da Independen-
cia ns. 24, 26, 28 e 30.
.Chapeo* de castor branco,
A lo$ooors.
M Vendem-se superiores e modernos
I chpeos de castor brinco, chegi-
^dos recenteraeate de oucommendi,
conforme o* ltimos r)gurinos de Ptrlz: ni
prac di Independencia ns. 24, 26,28 e 30.
Vendcm-se 4 molccolcs, de idade de l a
20 annos, bonitas figura, .sendo alguns do
servico de campo ; I dilo delmeia idade pti-
mo para qualquer litio pnc rcni commodo, 2
linda negrotai crioulas, di Vidadc l annu, 3
escravas mocas de toda oK rvico de casa oa
mallo esperto, bom para aprender olMcio
I meto bom cozioheiro ; 3 ditos de meia
idade ; i linda Bolatinha, mullo ilvlriki e
que coze Muito beta, de 10 annos ; 9 pretas
queengonmiMieeotinham ; adttatitaito
boisquitaadeinieoozinhelris; 9Uide
meia nlade, 1 das quajaa coiinhi mailo bvtm
e vende na ra : na ra di Cideii do Reci-
te a. ti, primeiro indar.
Vende-ae urna preta 0105, recolhida,
bonita Rfara a p'iunte, 1 qail fiz livirin-
to, coze, engomo, oozinhi, e mais arrau-
jos de caa, Isto con toda a perMelo poisi-
vel, cuja conducta a habili ladei aoafisn-
clm : ni ra larga do Rozario, loja da miu-
dizis n 35-,
trrenles de ac parA rcloa^oa a
' 5oo r*-
Be chegado e acQa-se h venda ni non lo-
ji de miudezas di tiboleu em fronte do Ll-
vramente as modernas rerrente de 1(0,1
500 rs slqlMritiuimas, a ellas npiziida,
ntes que se acabem; oa mesma se vende a
acreditidi graxa em latinhis, 1 140 ra.
--Vende-se um escravo do servico do rus.
Dele sem vicios, o motivo da'venda se dir
ao comprador : no Aterro da Doa Vista 11.
45, primeiro andar.
Vende-so na ra Imperial n. 7, am es-
cravo creoulo, de bonita figura o'atOCo, 1
vista do comprador se dir o motivo.
He chegado a ra do Quei-
mado n. 44 ricos cortes de cole-
tes, de linho e seda, pelo hara-
tissimo preco de 1,00o e 800 rs. ;
assim como pecas de riscadinho
muito fino, a 4,5oo rs.
Vende-se um jogo de hincas e urna me-
sa de meia de sili, todis com ps de colu-
na o de Jacaranda,-com algum uso, porcui
pefeitas : na ra de Hurlas n. 1.
Vende-se um forte piano, em meio
uso, com muilo boas vosas, proprio para
qualquer peiso que queira aprender, por
ser muito apreciavei e por preco commodo,
na Boa Vista, roa da Manguelr a. 9.
\>nde-se 11 m par de veneziinas pira 2
portas, em li >m estado, por proco commo-
do : ni rui da Cruz do itecife a. 31, pri-
meiro andar.
lli I iii-ii'.s do nio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Ni loja de miudezas da iraca da indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetea inteirns,
meios. quarlos, oilavoa e vigsimos, da 9.*
lotera" para indenznisscn'o do tbesouro pu-
blico, na mesml loja recebe-se bilheUs pre-
miados em troc dos que lm a vend.
Vendem-se portoes, portas a Meadas
de pedra com soloiras de granito: ni raa da
Cruz, irmazom, primeiro indar, n. 51.
Charutos da Rabil, sorlidos a chega-
dos pelo Balicho frota uj, por preco com-
modo : inAazom, rm dis Cruzes n, SI.
Vende-sc um sobrado do um andar, ni
ra da Cilcadi;asim como iones de imarel-
lo, que levam 10 pipes; 2 alambiques de
Derosne, por precos commodos : tiala-so ni
rui das Lirangeiris n. 18.
Vende-se um terreno, com 85 palmos
de frente, quintil, cacimba de pedra cal,
e excellente agoi pan beber : na rui Ve-
Iha, casa n. 54.
Vende-so um bonito pardo, de elegan-
to ligara, de idade do 2.1 a 25 annos, com-
pleto ollirial de pedreiro, da fazer todi a
qualquer obra, com perfeic3o : ni ra do
slondego n. ft
i.i vi-iis embi'Aiieo.
Vendein-se livros embraneo de excellente
papel, ptima encardenaco; asiiin como abe-
cedarioa mui bein arranjados: na livrarl* ns.
6 e 8 da praca da Independencia.
Vendem-se um terreno com 100 pal-
mos de trente, e 500 de fundo ni passigem
, y. da Magdalena entre as duas punios : %m dito
I riidrm-.-i i'a/.i nila-. baratas,* di-' com 107 palmos de frente, em 20 de fundo
nhoris 2,000
Suspensorios de burrichl 400
Chapeos do palha, para hommens 3,000
Sapa tos de duraque, para mininas 500
Botins do dito para ditas 3,000
Sspatos delll, para senboras 1,600
-- Vendem-se relogios americanos, para
cima de mesa, com corda para 8 das, pelo
diminuto preco de 26,000 rs.,e corda para
21 horas, por 13,000 rs. na ra Hircita
r.. 37.
Vende-se um preto, de naco, com 22
annos de idade, booiti llguri, he bom ci-
noeiro e cozioheiro, o motivo di vend se
, dir so comprad.ir : na ra do Rozario es-
a 3,600 rs.; ditas com salpicos tambem de m 1,500 rs. ; pecas de madapolSo com to- tret travessa do Queimado, loja de nnu-
cores, 3,000 rs.; carapuca de algodSo de
cores, a 240 rs., cada urna e oulras muilas
fazendas de bom goslo, por diminuto pre-
CO : na ra do Crespo n. 6.
I'.iii..... lino de I inl a as i| iiit-
lidadCK.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se panno ttno
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dilo mudo claro, a 4,000 rs. ; dilo cor do
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles de casimi-
ra pela, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,400 rs., o oulrss fazendas o mais
barato possive.
Nova |i chincha.
Corlet ile caua chila, a 2,000 rs.; ditot de chi-
ta inteiroi com 12 covadot, a 1,600, 1,800
2,000 r.
Na loja da esquina da ra do Crespo, que
volta para a Cadeia, vendom-se corles de
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800 e 2,000 rs. ; ditos de eambraia
branca com listras de cOres, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes do colete
de fustSo do ultimo gostu, 11,600 rs., e ou-
tras muitas fazeudas por preco commodo.
Multo barato.
Na ra do Queimado n. 17, loja 10 pe di
botica, vendem-se corles do casimira da co-
res escuras, proprias para a presente esta-
C"o, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs. ; ditos de ca-
simira prcta, a 7,000 rs. e muito fina, a
9,000 rs.; bros transados de linho, de co-
res, a 800 rs., avara, assim como outres
fazendas por diminuto preco
ltOO, I (too, cobertores de tapete
para escravo* a 7 20.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000*,' 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 de rs.
No cambio da Viuva Vioin & Filbos, na
ra da Cadeia do Recife, n.i24, receberam
do Rio de Janeiro, vindo pelo vapor Bahia-
na, e acham-se a venda os muito afortuna-
dos bilheles o csutellas da 9.a loteria do
tbesouro, da qual vem a lisia no vipor
inglez.
Por baratsimo preco.
Nos quatro cantos da ra do Queimado,
loja 11. 20, vendem-se brim pardo escuro
de puro linho, pnr 600 rs., 1 viri ; dito 1-
marello di melhor qualidade possive, a
640 rs., ivara; corles de eambraia tran-
cos, com 6 varis, a 1,000 rs., o corle; len-
cos de cassi brincos, 200 rs. ; cobertores
do pura 13a, a 1,200 rs., sendo em porcia, e
11 he i ra a \ -i na loja n
tras da matriz.
Veos do linho brancos, borda Jas com
llores
Loncos de cassa pintados
Ditos de algodSo pintados
Ditos de dito brancos, para mininos
Ditos de seda do cores, para senboras
Meias de algodSo pela, curtas
Ditas de d 1 lo;ddas, cmpralas
Ricos de linho brancos, a vara 100, 8O06O
Ditos pretos 120
Maulas de Barca preta
Lencos de dita pretos
Ditos pretos do tafota, pan grvala
Lavas para montara
Mcias de algodSo, para mininas
Ditas de dito, para senboras
Bonets, para mininos ,
Chipos de palha, para senboras
Ditos ds pelo, para mininos
Chales de seda, para senboras
Chapeos envernlsados, para rapaziada 2,000
Pescocinhos de fil delioho, para se-
2|, a.
3,000
600
480
210
1,000
80
80
3,000
2,000
1,000
240
210
320
200
4,000
1.000
6,000
em Fon do Porta, ibeiri do mar. P. quem os
pretender diriji-se, quinto 10 I. a Jos An-
tonio de Ol vena na pracinha do Livramen-
to loja de'fazendas n. 57 ; o quinto ao 2.1
Jos, Dernirdo de Souzi junto di igrej de
N. S. do Pillar no mesmo lugar Fra de
Portas.
Su cata di commiuoS de iscrevos da ra
da Crtii do Heeife o. 6 I. andar. Vendem-se
5 escravos, sendo duis pretas crioulas, umi
de 18 annoa com bonita figura sidia pira
todo o servico de casa, oulra de 20 anuos
com ums cril de tres mezes, cuziuhcira, la-
vadeira e bol quitandcira, 3 prelos bonitos
dous de Mossambiquo com 24 e 25 annos,
sadios, bons Irabalhadores do irmazom da
issucir, e um dito de Angola com 40 id nos,
canoeiro etrabilhidor de enxidi.
Pee a de -lilla, a 4$ooo rs.
Ni loja n. 5, que volti para a ra do Col-
legio, vendem-se chitas da cores, pelo ba-
rato preco de 4,000 rs. a peca ; pino lino
preto, a 3,200 rs. o covado; chapeos de sol
desedi, 5,000 is. o oulris muitas fazen-
das de bom goslo e multo baritas.
que de avaria, a 2,000 rs.; pecas de cassa jezas n, A.
de quidros e listras, pelo diminuto preco'
de 1,920 rs., e avara, 240 rs., e oulras mui-
las fazendas, por precos commodos, que s
a vista se pdem admirar.
4) Vendem-se cortes de brim de c- 4JS
. res, a 1,410 rs.; ditos de meii casi- *>,.
0 111 na, padrOes escuros, a 3,000 rs.; na a>
4) rui do Queimtdo, loja do sobradu M
mandla n. 29. ?
A Id ncao.
No bairo do lleclfc ra da Cadeia loja n. 53,
conllnua-se a vender, lano em caixas como
ein libra, ai inelborcs c inais acreditadas vellas
de cera vegetal de carnauba ; nao s pela ca-
cellenle luz qac dellas resulta, como pela apa-
rada perfelco com <|uc sao fcilas, no Aracali,
pelo inclliur fabricante da queda cidade,
Na loja das i portas, eui trente
do I.i llmenlo.
Vendcm-se chapeos para senhoras pacaa-
rem a cavado ; chpeos de pilhinhi linos,
bordidos, 1 4,000 rs, e lisos, 1 1,600 rs.;
chpeos de missa frsncezes, di ultima mo-
lla, 16,000 rs,; ditos de merino, com molas,
5,000 rs.; corles de casimira de cores,
5,000 rs., e um completo sortimento de fa-
zendas, miis barato do que em outri qual-
quer loja.
Na Ioja iIas seis portas, em frente
do 1 v 1 a un-nio.
Contina vender barato, cassis pinta-
das do bonilos 1 adros, a 240 rs., o covado ;
cassa prela, 120 rs., o covido; chitas,
120,140,160,180c 200; ditas para cobert,
1 160, 200 o 240 rs. ; cortes de cbiti pin
vestidos, 1,600 rs., e todas is mais Tazn-
das, por precos muito em couta, a retalho e
em poi ces.
Ilc hualo.
Vendem-se pecas de algodSozinho, com
pequeo toque de avaria, com 20 jardas, pe-
lo diminuto preco, de 1,440 o 1,800 rs.: ni
ra do uueimado n. 21.
Cheguem ao Rnrato.
Na Loja di Rui di Cadeia do Recite nu-
mero 54, vende-se pelo diminuto preco, is
fazendas seguintes : Pao da Costa, mui-
to largo para coborta de escravos, a 400 rs.
o covado ; Brim de Cores, d puro indio,
para calcas, ou palitores. a 280 rs., o cova-
do ; castores de bonitos pidrOcs, para cal-
Cas, a 240 rs. o covado ; ricos corles de co-
lote de fustSo, a 560 rs,; Chales pequeos
azues de chita, proprios para andar em cava,
a 560 ; rs. pao fino azul, a 2,600 rs. o cosa-
do, Crspeos de sol de armacSo de junco, a
1,160 rs, cada um ; Lencos de chita, a 190,
140 rs., cada um ; suspensorios ordiuirios
o par 1 80 rs. mantas para grvala, e que
tambem servem para cohetes, a 320 rs, cada
umi; siiss de cica de cordSozinho pira se-
nhora, a 500 rs, e outras fazendas, que se
tonillo aprecciaveis, nio s pela sua bol
qualidade, como pelo barato prece
@ Chapeos de da de Tudas as
@ cores para senhoras. 4)J)
t Vende-so pin 8 li 10,000 rs.: na 0
rui Nov n. 32, loja do mdame Sh
Theird.
- Vende-se, ou permuti-se por escravos,
ou casa terre nesls cidade, nm sobrado, si-
to marpni do rio Capibiribe, no Moutei
ro, recebe-se tambem letras-cobraveis, que
os devedores sej.lo moradores nesta cidade :
l rali se com o Reg Ringel.
Vende-se umi negra do niCjSo, cozi-
oha o diario de urna casa, lav e vende na
rui: no pateo di ribeiri de i. Antonio,
sobrado n. 19.
Vendem-se saccas com farinaa do man-
dioca, de superior qualidade: ao armazem
de Francisco Das Ferrcira, no caes da Al-
fandega defronte do gumJaste.
Vendem-se 3 bonitos moloques, de 18 s
20annos; I lindo moltlinbo de lOinnos,
Escravos futidos.
No da 5 de jullio', aa 5 horas di tarde
desippireccu umi escrivi de nicSo roblo,
de nomo Joaquina, de idide 25 annos pouco
msis ou menos, Cira lirga, olhos grandes,
niriz chito, boc regular, Taita ate denles na
Trente, muilo alegre quindo ri, faz bar-
roca no rosto, levou veatido de lista azul,
jutga-se ter levado roupi em urna trouxi.
Rogi-se as autoridades e cipitcj de campo,
que 1 poderem pegar, dirigirle I Fon de
Portisn. 145.
- No dia] 8 de abril p. p. dnsippire-
ceu o escravo de nac^n, de nome J0S0, ida-
de que representi ter 30 40 annos cor
bem prela, seccp do corpo, todos os denles
di frente, muito regrisli c cambado dis
liornas ; este escravo foi di Sn. D. Fran-
cisca, moradora no Rio Formlo, patsou
ao Sr. coronel Lemenhs, e depois 10 Sr.
coronel Joiquim Bernardo de Figueiredo, o
ltimamente ao Sr. Jos Alves Cuerri. a
quem o ibiixo assignado o comprou, e bo-
lando-se em casa do correlor de escravos
Figuoiredo, morador na ra das Cruzas n.
22, de l desappareceu, eal o prosete oe-
nhuma noticia tem o abaixo assignado do,
seu escravo ; be por isso, que o abaixo a-,--
sigmdo rog 1 todas as autboridades foli-
ciaes, Unto desta praca como do nvato 1
apprehencSo do dilo esefavo, e ser.icuma
pessoa particular Iho der nolieiajlo dilo
escravo, ser bem reeompensaar./difigin-
do-se a" roa da Guia n. 6 : o ibaixo assig-
nado protesta coutra quem tivor occullo o
seo escravo; assim como todos oa din da
"""0- Joo Antonio.
Dcssppareceu no dia 29 de juiho ulti-
mo umi preta da costa do nome Audi Rita,
be moca, baixi, ,c6r Tula, olhos I flor do
rosto, tem Iguns cilombos polis costis,
levou panno da costa asido eilguma roupa
em um sicco, e um tsboleiro pequeo:
quem 1 conduziri ra da Senzilla-Nova a.
6 sera recompensado.
- Deseppareceti uodia M dejunhop. p.
um moleque de rroana Jos*, nicSo dbiod,
ropresonta lar viole e tintos anuos, com bo-
to de barba, seco do corpo, rosto comorido
e nariz afilado, bem fillinle. mole um idos
joelhospan dontro quindo indi, costuma
a andar jogando pelas priiil e cerloi eon-
0101 de negros, e tem sido visto por varios
ugares do bairro do Recife: quem o pegar
love-o Antonio Manoel liamos ruiiihin
a_rmazeru n. 21 que sen bem recompaoiid
l>lil?l.^klJJB!!l(l.a^.|jgigCT


MUTILADO


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