Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06387


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Full Text
AnnoWJ)
)uarla-leira 9
de Julho de 185.1.
N. 152.
DIARIO DE W PEMilBUCQ.

MLkfO a scBuaipfto.
PmmUITO JUuhtjdo.
Por tttwrtre .
Por i
Por
.....' v.
Pioo oanrao aw>Tianvrai.
Foi il1 .....
^ jHiiomaoiar^io.
Par .i...' ?**' JatefllliMH... 20 de
MirmMo lv de dito. S.Paulo. 12 de
(eir.... 17deellto.
l'arahlba, ie debito.
R. de/.. 20de
Uihi... 28de
4/.>oo
8/000
IDifOOO
"4/500
Halo
-Jonho.
Junho.
tilo.
oiuoa miM,
7 Seg. S. Pulquera.
8 Tere. 8. Procoplo.
9 Qoart. Cyrllo v, ro
8. Vernica Juliana.
10 Quint S. Januario e
eus eompanbciroi.
11 Scxt. Sabino. Tris.
doi osaos de S. t.
12 Sab. S. Jo.io fi.
13 Doiu. 8. Adelo.
AUajWMClAa.
Mo de Orphioi
t.ti.ii roboras.
I. cara do eitil.
3. e 6. ao inelo-dla.
Waienda.
3. t0.it 10 hora*.
2* *""" do rsel
,4. c labadoi ao melo-d.
Rtltiflo.
|Terea e sbado*.
Cresccnte i .'>, 8 horai e 48 minuto da larde
Cbeia a l.'l, ai 4 hora e M minutos da inarih.ia
ttlqjoanie i Si, as 8 horas e 20 minutos da m
Nova ?8, aoi Si minutos da larde.
raiMiaPiio
Prlanclra i 1 hora e 18 minutos da (arde.
Secunda i hora e42 minutos da matrka.
........
MBT1DI OI COBBIIO. .
Golanaa e l'arahlba, as icgundas e sestas,
feiraa.
Hlo-Craude-do-rlorte, todas u qulotaiclras
a# naci dia.
Gambiui e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, t3 e 8.
Motor, s quinlai-fciras.
Ollssda, lodosoa dial.
woticias rsTitNOimar.
Pfcrlueal. 15 deJuohol lustria. lele Junho
Hesp.n'ilia II de Junho Sulna .. 10 de Main.
Franca ... 7 de Junho Suecla.... 28 de Maio.
Blgica... 3 de Junho Inglaterra 7 de Junho
Italia.. .. I de Junbo E.-Unidos. Wdc Malo.
Mr ni.. nli i. 4 de Junho Mjico... 3 de Maio.
Prussia... 4 de JunboiCailfornla 15 da Abril.
Djqamnrca 30 de Maio.,Cliii.
lluasia... indc Maio. Vturnos-Ayrci.
Turqua. 4 de Juuho,'Montevideo 9 de Junbo
CAMBIOSDE g DI IDllO.
Sobre Londres. ?; /, a 27 '/, d. p. IfOOO ra.
a Paria, 340 por Ir. nominal
- Lisboa, a lOO
MITAEB.
Ouro.-Om as hesp.nimias.... ista-Win a 28/900
Murcias de (i/40 velhas. 16/000 a 16/100
. de 6*400 novaa. 16/000 a 16/200
a de 4/OTIl...... 9/000 a 0/100
Prata.ratavSc8braiilelro... 1/320 a 1/020
Peaoa columnarios... 1/020 a 1/9*0
Ditos meiicanoi..... I/7C0 a 1/760

fWTE OFFICUL.
GOVEbNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA DE JULIIO DF. 1851.
Oficio. Ao commando das armas, para
(lueuuvlndo o ente comoe! LuliJosFer-
reira, informe por quem fot aalorlsada a en-
, ciinmenda fclta para o Rio de Janeiro constan-
te do o4Klo*iue devolve do mesmo lente co-
ronel, fie era necesiarlo para fardamento do
corana a asrrcio de botocs cncomiaVeoaada.
INlo. A pagadorla militar, resueliendo o
reciba en duplcala da deipeta felta coini o car-
reto df arofcive do estimo otavo batalhao de
nadadores do quarlel do hoaplcio paraaquella
pagadorla, aila de que estando conforme man.
lieojdemnls.r a oaUa da declino batalhao de
infamarla, conforme requisita omojfl com-
nandane das armas, daquantladed^OOO rs.,
importancia do mencionado recibo. Scienti-
licou-se ao inesino commandaote dai armas.
Dito. Ao juli reUtor da junta de jiistica,
remetiendo para ler relatado em
n.esma juoUo proceaio verbal feil ? "'dd>0
dnejllncto oitavo batalhao de rajadores Ma-
thiai do Eipirlto Santo. _Commurrlcou-se ao
commando das armas. _____
Dito. Ao director do- trienal de guerra, di-
sendo que villa do que epo. em seu. olhcio.
pode remelter ao commandonie da rortalea do
Cabcdello, na provincia da Parahyba, chave
que se acha prompta com deilloo aquella tor-
taleza, devendo acompanh.-la a coma de sua
imporlancia, cuja cobranca Acara a cargo do
ucsino aracnal. Neale lenltdo olflcloo-ie ao
bata, preiidente da referida provincia.
DEM do DIA 5.
Ortelo. Ao commando das armas, trans-
niitlindo copla do aviso circular da repartido
da guerra de 10 de junho ultimo, acompanba-
da Se um eicmplar do decreto n. 782 de 10 de
abril deate anuo approvando o plano da nova
(irganlsacao e numeraceo dos corpoi do exer-
cito em clrcumilanciai ordinarias.
Dito. A Ihesouraria de fazenda. aulonsan-
do-a em vista do balanco e pedido que devolve,
da pagadorla mlliur, a mandar abonar aquel-
la reparllcao a quantia de 28)483/331 rs. de
3ue Irau o referido prfldo,.para pagamento
as dcspeai militares do mex correle.
Dito. A inesma, accuiahdo a recepcao do
nonio dos empregados da recebedoria de ren-
das internas geraes pertencenle ao mei de ju-
nho ultimo, e recominendando que chame a
atlenco do reapectivo adrainitrador para o
modo porque os reapectlvoi empregados justl-
licam tantas faltas..
Dito. A pagadorla militar, inteirando-a de
haver mandado abrir assenlamenlo de praca
aos palanos Henedito Marinho Falco c Manoel
Aprigio da Albuquerque. que nos termos do
decreto e regulamento de i8de novembro de
1848 e do avilo de 30 de oulubro do anuo pr-
jimo panado, le oflereceram para lervir no
cierclto mediante as gratlficacSe de200/rs
3ue Ibei scro pagas pela forma j eslabeleci-
a.--Hesle sentido offlclou-se ao commando
das armas.
Dito. A thesouraria de fasenda, provin-
cial, dliendo que dcpols que forein prestadas
as novaa Jaforroai/Jea que exigi, skerca_ dos.
lampeeafqaeacrvirain para a illumlnacao da
cidade de Olinda, Ucllberar a respello da pri-
incira paite do seu o|Pcio de 2 do crreme, c
quanto a segunda que nao pode ter lugar a en-
trega do lampeao modello que requisita o arre-
mtame da illuminacao publica, visto dever
elle continuar a licar depositado o'aquella Ihe-
souraria para a todo lempo servir, pela compa-
laco, para se resolver qualquei duvida que
pona suscitar-se a respeilo doi outros.
Dito.A inesma. Dcvolvcndo a Vine, o in-
cluso requerimenlo de Joo Fredcrico de A-
breu Reg, em que pede o pagamento das dcs-
pcias fallas com o fornecimemo de vveres aos
presos pobres da cadeia desla cidade no mes de
abril lindo, lenbo a dixer-lbe em rciposla ao
eu ofticio de 2 do correte, que nao estando
ainda completamente desvanecidas ai duvida
que approvacao dai contal apreientou o se-
gundo eicripturaro Melle Reg em mas lnfor-
maedef de 16 a 21 de maio, porissoque nao
vlcratn convenientemente instruidos os diver-
sos inovraacntoa e alteracei que le attribucui
ao destino dos presos, deve Vine, mandar pa-
gar desde jao suppllcanle sdujjenle o fornrei-
ini'iito relativo aoi presos sobre que nio tiver
harido duvida aiguma, mandando proceder a
una reforma das conlas, excluindo-se deltas,
para carem dependentes de nova liquidaco,
as quantiaa que pelas estadas inforinacoes bou-
verem sido impugnadas.
E pois que aemelbanle servico demanda
mala regularldade em sua flscalisa(o, propo-
nlia Vine, um empregido hbil de sua reparll-
cao. que por eile governo pona icr Horneado
para lazer parle de una coiiuiiino a quem le
imlia de confiar ene trabalbo lobra certai ba-
ses qu le bajam de estabelecer.
Dito. Aojulx municipal da priureira vara,
para mandar urna rclacao de todoa oa presos
que eslo cumpiindo sentenca coin declaraco
positiva da prlso ein que cada um se acba ac-
tualmente e desde quando.
Portarla. Exonerando de conformidade
coma proposta do desembargador chefede po-
lica nueimu, o bacliarel Jos Lourenco Meira
Vasconoelljs, do cargo de primelro supplchte
do subdelegado da fregu/.ia de San Pedro M.ir-
ijr de Olinda, vino ler morador na dS Se.
bcienllficou-scao mesmo chefe de polica.'
i
IV. Ein a rnesma icnao fol admlltido a ma-
iricsjia o Sr. M.inoel Jos Anlunes, cldadao
brvlleiro, domiciliado na cidade de Belin. ca-
pital do Grao Para, com sua casa ile comraer-
clo de grosso trato. -,,,.,
V. Em a inesma sessao fol admitlido a ma-
tricula o Sr. Jos Ravraundo de Carvalho, ci-
dado brasilelro, domiciliado na cidade do Ara-
caly, provincia do Cear, com sua casa de com-
incrcio de grosso trato.
VI. Em sessao de 7 deste mei, foi admitlido a
matricula na rfoalldade de arrendatario e ad-
ministrador do trapiche do llamos, sito no por-
to delta cidade, o Sr. Praxedei da Silva Gu-
alo, oidado brasllelro, domiciliado ncala pra-
ca, mandando-e-lhe paliar alvar de patente
por ter assignado termo de llel depositario dos
gneros que- reoeber no mencionado trapiche.
Secretarla do tribunal do commercio desta
provincia de Pernambuco, 8delulho de 1801.
Joss Jnranymo tfonteiro, .
Secrelario.________
11WDE PERNAiByeoT
No dia 2 do crreme, anniveriario da inilal-
Iscia da caa dos expostos, leve lugar a festivi-
dade que nella se costuma faier em tal da,
sendo desta vet asslgnaladi pelo comorclo de
dual lilhai do cstabeleclmenlo. A' tarde acba-
va-ic postada em frente do edificio urna guar-
da de honra com banda de msica militar, sen-
do tatnbcmquasi lodos, quefaxiamparle dcila,
lillios da dita casa, numeroso fol o concurso
do povo, que apeiar do mo lempo alllulo at
a nolte para visitar o estabeleclmenlo e pre-
senciar a maneira por que desempenbava a so-
eledade os deveras que a naturea impuxera
aos proprios pas, e que estes Untas vexes pos-
trgalo com a mala fra ndillreuca e aboiui-
navel crueldade, entregando os seres innocen-
tes a quem derain a existencia a todas as vicli-
sltudei e accidentes da carldade publica. O
Exm. Sr. prealdente da provincia tatnbem all
apparecu com aua familia, e por cata occaslao
pralicou a Eitna. Sra. D. Mara Rosa Telxclra
de Olireira, mulher de S. Exc. un aclo carldo-
ao. ofierlandn a quanlla de 200f rs. para ser
deatrtbutda pelos innocentes expostos.
Oala que ai peisoas abasladas desta capital
acolbendo em scus coracOes a mais sublime
virtude da moral locial e chrlstaa, secundas-
icm com os scus donativos os generosos'esfor-
cos que a actual administracao dos cslabelecl-
mentos de caridade tein empregado no desem-
penho de las Tuneen, lao imporlanles quin-
to deliceia pela falla de ineloi, lem mais oulra
recompema que nao seja a satisl'acao de bem
icrvir lociedade, e a merecida estima com
que llie retribue os seus membros rcconic-
eidos.
.BOIFB, 8 JM JDI-HO BI llal.
Iluje pelas tres iioria da tnanhaa quli enva-
dir a barra do muso porto c sem pralico a es-
cuna inglcaa 'n'i, de que he capitn II. Hall,
procedente da costa d'Africa, c balcndo na pe-
dra denominada Tartaruga abri agoa c
cncalbnu na praia da forlalca do llrum.
as
Exprimir,Oh tu sabes coin ternura
D'alma os alltctns di vi naes, cuidoso,
Qu' a aenlir nos coage a forinusura!.....
E's genlo-Galo>ariei,loarna honrosos
H3o de senapre tcoer-te coin f pura
Egregios coraces, pellos brilos.
Ao insignt artilla dramtico o lllm. Sr. Fran-
etico de Satlti Guirnalda Cunhn.
SONETO.
Embora torpe inveja ouiada inlcntc
Roubar-tea gloria d'illuitrado artista,
Dos grandeso ten uomcir na lista
Clugir a c'rom que t'aguarda Ingemc. -
Teu genio, Guimares, heroicamente
Do zoilo i raivA lo fatal resista
Teu genio, queda fama alca a conquista i
Teu genio qne oiabcrapplau.de c scolc.
Da verdade nalvra-a voi se exprime :
Teu mcrilo, na secna lens piovado,
Um povo nobre coin lajaivor te anime.
D"um vale Inda nascenlc escutao brado :
Tu s honra da secna, actor sublime :
Ttni nai mioi tu porrir, leu Mas, fia fndo.
A. A. M. J.
A lima. Sra. D. Hara Leopoldina, por oe-
caiio rfi rtpreientar o paptl de Isabel' no
VarnaOs Dous Renegados.
SONETO.
Salve I O' genio da scena tranicendentc,
Talento lem igual, raro e fecundo '
No palco tu me das prazer jucundo,
Arrcbatis-iue o ser divinamente.
Outra, aitn, como tu que dignamente
A virtude noa pinte, o vicio iminundo,
Jmala houve, nein ha em todo o inundo ;
Genio, genio da secna transcendente!....
Tu j* lens o teu nome auri-gravado,
Da memoria no templo ; embora insano
O xollo contra U le arroge irado.
E p'ra gloria do povo Americano
lloje avulta o teu nome idolatrado
Pelo povo gentil Pmnahbuono.
I. romeen di Mtdtiroi.
Gasa dos expostos.
EXPOSTOS.
Kxistiam
Entrara ni
Sillue i:n .
I as M li. d'entraila
IDcnois d'esla poca
Exi-lcm.
Sexos.
128
3
0
0
2
129
151
4
0
0
9
153
279
7
0
0
4
28?
A'lminiUrarRo geral dos eslabclccimcntos de
caiidada,? de julhode lS.'il.
U cscrivao,
^nlonio Joti Gomes do Carrejo.
' V A1UEIJ DKS.
se~-p-=a3S
Publicago a pedido.
Couimuiiicadij.
Goiamos na noitc de 2 do correle, do prazer
de, pela terecira vez, aisistir representaco
dos oui He>iegadoi,que subi secna no Ihea-
tro de S.-lzabel, em bcnecio do Bartono Lu-
cas de Vasco.
He neise drama onde o eximio artilla o Sr.
Guimarei inostra todo o leu genio dramtico,
pois que suin verdadeiro genio, um bouiem
predei'.inado para a arte dramtica, lao Uilli-
cil de coinprehender, e ainda] inail diftieil de
circular, pode apresen lar os diversos sent-
inenins, .ss encontradas paixtfei, que com tan-
ta veracidade c. expreno nos pa/enteou o Sr.
Guimaraca tanto nos aeui ademanes^ vos, como
jogo de physionomia. Pode ufanar-ae ease to
perito arlula de que ninguein jamis lbe po-
der roubara gloria que com tao subido mri-
to elle alcanca no deseinpcnho da diflicillima
parte de Samuel; c sobre tudo no terceiro qua-
dro quando o vimos no centro dos carccreS da
inquisico msseerado o rosto, desfeito e aba-
tido.
lleahi, siin, ahique se pcide conhecer de lo-
do o talento artstico do Sr. Guimares ; dan-
to o mostrado publico delta cidade caa o leu
pensar com o nosso, que nao poucos applauos
e (Milis Ule or.llll Cllllel Cl.lllws.
O Sr. Guimares recebeu da mo do nosso
joven e esperanzoso poeta Manoel Fonseca de
Mcdelros una rica coroa de louro verdadeiro
premiosdevidoao verdadeiro mciilo. Mul-
los aonclos foram dedicados ao Sr. Guimares
ncisa noite, e o Sr. Medciros recitou um c
para que mclhoriuenlco publicos pona apre-
ciar aballo o Iranicremoi.
A Sra. D. Maria Leopoldina nena noilc bri-
Ihou, e bastantes coras de llores c applausos
ellaconquistou.
. 'Commando das armas.
iluartel do commando das armas na cidade do
i ,a Hecift, 29 de maio de 1851.
r OabEH DO DIA n. 95.
Hivtndoporbeiu S. M. o Imperador, por
efleito de ma imperial clemencia perdoar por
decreto de 30 de abril ultimo, a djvenas pracas
de pret do segundo e terceiro balalhoes de ar-
tlharia a p, entre ellas os soldados Jos Fran-
cisco da Silva e Jos da Silva Cardoio daquelle,
c o soldado Antonio Gomes deste, que se acuain
nrsta provincia ein tratamento no hospital re-
lmenla!, segundo declarou o Exm. marechal
decampo cominandante das armas da corte,
em offlelo de 17 do correntc, com referencia ao
aviso do ministerio da guerra de 5 do mesmo
nex ; o coronel commandanle das armas dando
cumprimento ao diado decreto, manda que
as pracas mencionadas arjaiB postas em liber-
/dade.
________Joii Tiente di imtrim Beurra.
PERNAMBUCO
Tribunal do commercio.
I. Em sessao de 30 do niez prximo panado
fol admitlido matricula o Sr. Jos Morcira Lo-
pes, cldadao portugus, domiciliado nesta pra-
va, com sua casa de commercio de fazendaa
neceas.
II. Em sessao de 53 do nicimo inri, loi ad-
sninido matricula na qualidade de arrendata-
rio e administrador do trapiche Novo, sito no
porto desta cidade, o Sr,Francisco Jos da Coi-
la Guimaref, cidado brasllelro, domiciliado
nesta praca, mandando-ae-lbe passar alvar de
patente por ter assignado termo de lid depo-
sitarlo dos' gneros que receber no menciona-
do trapiche.
III. Em sessao de 3deste mes, foi admiltido
a matricula o Sr. Manoel Jos Perelra Pacheco,
cidado braaaleiro, domiciliado na cidade do
Aracaiy, provincia do Cear, com su* casa de
commercio de groiso nulo.
Ao lllm. Sr. Francisco de Salles Gm'maries e
Cmiha, por occasiio de ve-lo repreienlar o
papel di Samuel no dramt Dous RtMMADM,
SONETO.
Hasgou-sca nuvem, l surgi bein claro
Nos cos d'liuda um astro luminoso,
Nume da secna, grande, magcitoso,
Eximio Guimares, vate preclaro.
Surgi I em Pernambuco ameno c charo
A' scena volve a luz; quadro mimoso :
m genio sem igual, vano pomplo,
Reluz em Guimares, talento raro.
No templo da memoria, eis o leu nome.
Que ein douradoa padrdea brilbaiilc avulta.
< Que o tempo estragador Jamis consom.
Ergue a fronte loberba, e o tempo insulta i
Pois teu genio iminoftal. o icurenotaM .
Olinda j proclama.....Olinda exulu !...
Ao nimio artista dramtico o lllm. Sr. Fratt-
ciieo de Salles GuimarSii e Cuuha, o/ferece
o leu admirador H. II. D.
SONETO. *
JirriK ein leu fatora nalarnn
Vena que ei toitis mjam com feresa.
Das plagas do Janeiro, transportado
Tocaste ai plagadesla heroica gente, (*)
Aqu no paleo, Guimares ingente,
Qu'cs di'uo artista j noi icos provado.
Quando a scena tu giras transportado
Com garbo tanto que clectriaa a mente,
O povo que le v lal goito sent .
Que bravos, bravos mil da-te atroubado.
BALAitCO DA RECEITA E DESPEZA DOS
ESTAUKLECIMKNTOS DE CARIDAHE, VE-
RIFICADO NO ME/. DE JUNHO DE 1851.
Heceita.
Por saldo em 81 do mato, a saber:
' -. -Kui mrela 4'2-21/tnf.
km letras 'J54/W5
^ .-------------- 3:l76#9n0
Itcccbido do procurador da adminis-
tracao por conta do rcndimenlo
dos predios 000/000
4:O70f900
Despez.
Pago a Bernardo de Olivcira pelo do-
te de sua mulher
Ao regente da casa dos expostos pe-
las despezas de maio
Ao dito do grande hospital, dem
Aos enfenuelros c serventes do mes-
mo hospital, seus joruacs vencidos
em dito mei
Ao procurador da administracao, im-
portancia das despezas feilas com
o reparo dos predios do patrimo-
nio
A Joo Pereira da Silreira, por um
alinofariz de bromo c ma lesoura
grande
A Luiz Joic da Silva Guiuiarei, im-
portancia doi reparos Jeitos no
grande hospital
Com a obra do hospital Pedro II, co-
mo coma do llvio respectivo
200/000
4'22.ri60
517/930
Saldo era caira, a saber:
Em mua
Ein letras
39(860
238|070
57/J60
43J960
669/190
2; 194/930
927/025
904/J45 1:881/970
4:076/900
OftirMf.
Aleni da despesa constante deste balanco,
lem-sr despendido por adiaiitameutos aos di-
versos regentes e com a obra do hospital Pe-
dro II, aquanlia de4:487/026 rs., pelo que em
ves de existir o saldo representado no mesmo
balanco, be o respectivo tbesoureiro credor da
quanlla de 3:560/001
Administracao geral dos eslabcleciiiicnlos de
caridade, 7 de julbo de :85i.
Ocicrivao,
aTnioiiio Jos Gomti do Correio
O Ihcioureiro,
Jos Pires Ferreira.
M:ipiia elomoviincHto iIok estabe-
Iccimcntos de: caridade,
ii :i mes ele /iiiiIi" de 185 1.
Grande hospital
ti
en 01
a
DOENTES. V
o 3 H
z
Exisliam...........
Entraran)...........
Curados......
Mclliorailos. .
N0o curados.. .
M_____.,{ as 2* h. d'entrada
Morrei-ami u,,,,^..dessa poca
Exiatem...... ... .
86 14 40
17 IS 29
9 0 9
s 0 5
4 1 5
0 0 0
7 9 1
1K 18 34
Hospital dos lazaros.
TjOENTES.
Existiam........
Entraran)........
Curados.
Mclliorados .
Nflo curados.
Morr/ram........
Existen).........
IIISTOI11A 1)0 MAGNETISMO ANIMAL.
O magnotisuto, qne lom despertado em
varias epochas a atluncSo publica, oulra a-
gora novamonte emlica, excitando ainda
mais sympathias.Asllsociodadus scienli-
licas mostrando-so menos nvessas aoss.-u*
prodigios, sujeitam-nos analyse, ao ps-
so que os escriplpres, aprovoilainlo a poru-
laridade do seu nome. os propagan) sol> a
forma da novilade. O" nosso socolo, sal*
oentemento observador, e dado a descobri-
mentos, studa com ardor os mysterios da
natureza, eossens progressos nesta scien-
ciateem-no convencido de que nada ple
accullar-se s suas invesligacOes. O mag-
netismo j nSo he guerreado por incrdulos
systhematicos, porem esta ainda cercado de
tamanha escuridade, e he explorado, como
n'outros tempos, com tanta audacia polo
sharlatanismo, que releva dar-lhe ampia
xplicacOo, por haver idos exacta co seu
Csder. He tnister pOr de sobre aviso o pit-
uco quanto aos erros do magnetismo, para
lile dar margen) a que reflicla cerca das
uas verdades.
Precisaremos, acaso' lombrar quo a pa-
lavra magnetismo he derivada do grego iw-
gnes( imn ); que signilici attrac;3o syoi
pathica entre dotn cprpos ; que o magne-
tismo exercilado sobre corpos brutos se
chama mineral ou terrestre o quu por ana-
logia se qualiiica de maijnetiivto anliiial a
aceito sympathica do liomcm para o bo-
mem, o a do animal para o animal ? A
phincira cousa que so deve reconhcccr he
que a existencia do magnetismo he innega-
vcl, o qur Im conhecida desde a mais remo-
ta antiguidade. O imao linha gran lo voga
na medicina dos magos, caldeos, o ugyp-
cios. Os gregos o os romanos usaram dolle
com grande vantagom oo varias enfermi-
dades: Na idado media, o uns seculos que
se llie siguiram, Avicena, Huberto Fludd,
Amoldo do villeiieuvo, Alberto o grande,
Cardano, rtracol dn numero de mdicos o pbilosoplios, a-
pontaramo lana como exccllenle remedio
para toda a cisla do molcslias nervosis.
Todava, esle malhojo do curaa corrou a
lorie do oulros mu tos : dec ihi i com a me-
dicina empyrica, (cando por largo lempo
sumido no es ,ii inmuto.
Pelo meado do seculo XVIII o physico
Klarich, medico tle-rei de Inglaterra, tor-
nou a por cm voga o methodo magootco;
pelas nnmarosas enras que alroiava ler
feito com o imn; e urna multido de sa-
bios de todos os pairos, /.winger, Kgesner,
llolmano, Claubrecbt.lleichel, Wbor, Slro-
nier, Sigaud Lafont, Paulian, du Arquior,
etc., deram-se experiencias para provar
a verdade dos factos allegados pelo medico
Klarich. 0 padre Lenoble, construin em
Franca imans arliliciaos, entrando em mo-
da o methodo magneticolpara enfermidades
nervosas. Em 1774 continuou o strono-
riiii llell os iraballiosdo padre Lenoble, a-
(icrl'oici'i iu o modo da applicaco dos imans
es diveras partes do cerpo, logrando com
tal soccorro fazar curas prodigiosas, que
uveram grande echo na Allemanha.
Esta digressSo acarea do imn, posto que
ii.lo far;a ao nosso proposito, julgaiio-la,
todava, uecossaria para indicar o ponto
donda parle Mesmor para estabelecer a dou-
Irina do magnetismo animit..
Antonio Uesmer esludava medicina em
Vieona, distioguindo-se por ideas singula-
res. Em 1768, pa obter o grao de dou-
tor, del'eiideu peranle a faculdade diquella
cidade urna these intitulada i da influencia
los ailros no corpo humano Os asiros,
dizia elle na sua dissortacSo, pela fon; i
que produzco) i r.-jcSo mutua, exerci-
tam nos entes vivfs tima influencia que he
propriamente a rJoililicacllo da attraccSo
gjral. Ojera-. de um fluido .'ubf.il que oncho o universo e
ponetra todos s corpos. .
No simo de 1776 uvimlo Mesmer fallar
dos maravilhosos olfeitos quu o astronono-
mo 11(11 dizia obter por meio dos seus i-
m ii ^ ""jr|m elle froquentes conforen-
ciaBJ c at'rliiiiuo-llie a altencilo uSo s a
nOvidVV1^ cfno singularidado da forca
iiiKni'li''!/;"fTrMKi.liii-si> de que osta lore.i
era o Huido universal de que fallara oa sua
Ihcse inaugural- Kstabelecendo-so a esse
lempo urna enfermarla particular, olle se
uflereceu para ahi eurar gratuilamente pur
meio du magnetismo, a todos os enfermos
que se llie apresenlasaetu ; e para esle iim,
mandn fazer grande qualidade de lamina*
magnetisadas de varias formas e tamaitos
para ageitar as dive'ss partes do corpo.
NSo se conlentou Mesmer, imitando e pro-
fossor Hall, com o operar n'uma s ctdsde;
quiz que todo o imperio senssa o* alle-
gados beneficios do seu metbodo de curar
Para esse fim maudou para toda a parte os
seus apparolhos magnticos, enchendo ao
mesmo tempo os peridico alternaos e es-
tringeiros de dascripcOes de suai curas
milagrosas. AccTedilO-o 1ue lguo
enfermos restltuiu a saude, por que mullos
sabios daquellaepocha confessaram tfru-
do curados polo syslema mesmoriano.
Potcm Antonio Mesmes, mais cobicoso de
dinheiro qne de reputaco de sabio nao quu
limiUr-so ao magnetismo mineral. Neces-
siUva recorrer ao maravilboso para tocar
nas imaginacos. Pondo ont3o do ladoi
lliooria do professor Hell, qua nao ontcndia
haver cura possivol sem appllcacao do
:t
(} O Pernambucanoi.
.man, proclamou a existencia de um mag-
nelisiiiu animal essencialmente dislinclo do
magnotismo terreslre. Esle inagaelismo,
lizia elle, propriedado do homem, que
nao carece do imn para se curar; e oi mu-
lou su ooy doulrin om viole o seto pro-
positos, em forma de apliorismos, que re-
sumimos do seguinte modo : *
O corpo humano sent os ulToilos do lliii-
do geral que Jhe alTocta minoiatainetile
os ervos, infiltrando-se-lhe na ttaketancia.
e dando propriedades anlogas do imn.
Esta propriedade, chamada magnetismo ani-
mal podo communicar-se aos corpos anima-
dos e inanimados de porto, ou em grande
.listancia. Pode tmlimi promovor inmedia-
tas coiiviili;o's, crises saudaveis, e curar
doencas que lodos julgam iocuraveis etc.
As academias de Vtcnua e llcrlin.aa quaes
Mesmer manJnu frascos magnelisados e pro-
grammas, mofaram delle, Irantan lo-o de
vfsionario o chirlatSo Mesmer nlTendido
no orgujho e tas esporancas redargoiu com
injurias, IcvanlandO-so unu pblcmic, em
virtude da qual o auctor do magnetismo
animal so vio obrigado a deixar Vienna, son-
do, oulros o aecusavam do seductor de t,ma
lovon de 17 annos, que conservava em casa,
sob o pretexto do querer restituir-lhe a vis-
ta por molo do magnetismo.
3o podando Mesmer conservar-se por
mais temqo na Allemanha veio a paris, que
julgou ser bom thcatro para o oxercicio da
sua industria, como amigo quo soinpro fu
de lo la a casta de novidade. As academias
de scicncias e medicina o repelliram, mais
o publico acolheu com enthusiasmo a sin-
guliri lado da sua doutrina ; e as suas m-
ximas de inspirado Iho grangoaram o box
animo do povo ociosos frivolo.
.Albergou-seMesmor n'uma das moldures
hospedaras da prarja Vendme, aondo esta-
beleceu casa bem mobtlada, e mesi simpre
franca.
O medico magnetisador propunha-so a
curar todas as enfermidades e principalmen-
te ss das mirlliores Vaporosas. Profera
trctir de molestias graves, invetera Jas, "o
rebeldes aos methodos dos mais habis
membros da donta faculdade, e tu lo isto
sem exigir recompensa aiguma. Aprasen-
tava elle, na praca vendme, mtgnificadis,
quadros ricos, doliciosa msica, e para os
iniciados magnificas ceas. Concurran)
casa do Mesmer enfermos e sSos, com urna
pulida agradavel. As mais elevadas per-
sonagons, e as seulioras da arslocracia de
primeira ordem nflo desdenhavam frepuen-
la-la- Al se dissaque a rainha all fra
disfarcada.
Eis o que se passava na quellas formosas
salas, e de que modo operava o magneti-
sador.
No meio do quarto em que se faziam as
experiencias havia urna poquona tina, de
quatro ou cinco pus de dimetro, com agoa
oa altura de algumas pollegada.", limagoDi
de ferro, vidro moide, e garrafas cheias de
agoa postas em or lem cabalstica. De urna
lampa adaptada a esta lina sahiam por diflo-
rontes buracos varinhas de ferro dobradas
na parle exterior. Os enfermos e curiosos
quoselam inagnolisar scnliviio-se ao redor
da tina, agarrava cada um driles n ni i das
lilas varinhas, applicando-a a pacte doeu-
le. A primeira fileira de pessoas spguia-se
logo oulra ; u um terceiro circulo di inlivi-
duos formundo cadeia enlac/ivum as mSoa,
metenJo aqueestav adireita scuo dedo
pollogar e o inlox da que lite lier/.i us-
quorda, e assim por dianto. Ao mesmo
tenpo tocavam-seas pissoas pelos joolhos
e p>, e.se cingia o corpo dos enfermos com
urna larga corda que ia prenJcr a tampa da
tina.
Ao pisso quo as pessoas se ageitavam
para formaron! a cadeia, dolcitava-llies os
ouvi los um concert do cravo, harpas, c
vozes, de vez em quando interrumpido pa-
ra donar ouvir os ses da harmnica, ins-
trumento novo que|Mesmer tociva com per-
feicSo. O sonido da harmnica, produzia
vivo efTeito nos norvos das mililitros delica-
das, eqnando Mesmer ontendia que se acha-
vam suflicienlemente commovidas por Uo
agradavel harmona, apparecia de sbito,
acompaohado de varios iniciados, armados
de varinhas do ferro para a.ugmenlar a ener-
ga do (luido magnetice, que sahiu da tina,
e castigaros criticse incrdulos. O mag-
netisador esens adeptos descreviam com as
suas varinhas circnlos mistejosos ao rodor
dos enfermos, pondo-lhes logo as m.los na
rabee;*, hombros, e peilo. Apalpavam com
mais particular da regi5o epigstrica e
abdominal, que sondo residen) os plexos
ervos os mais extonsos, e cuja sympatua
he geral. Assim eosinava o mestre aos disc-
pulos que apreciavam as curas migneticas.
Para proceder oom melhododavaa cada par-
to do corpo um nome particular. A go~
leira dorsal chamava a grSo corronle; a
goteira peiloral a pequea corronte ; aos
hypocondrios o polo negro, ao poito o po-
lo branco ; e muilas damas que eslrugirsni
os ares com os seus gritos, se qualquer
infio indiscreta se atravesso a pousar cm
seus hombros, acliavam muilo natural que
as locassem no polo branco. liiDuoncia
dos nomos !
As pessoas quo se sujeilavam a Uo sin-
gular Iradamenlo, sem lorum i ti podar
curativo do doulor Mesmer, mo exporimon-
tavatn mclliora aiguma, como era muilo
de sunpr. I'orcm asquo delaJss do forto
imaginatjilo esporavam sor immedialamen-
te curadas, linham abrimentos de bocea,
paudiculaces, losse violenta, poquona ir-
iil.g.'io mas geral, e nao usual cilor.
Outrasagilavam tremuras parciaes ou ge-
raes, e convulces que pouco a pouco ac-
commetiam todas as mulheres da mesma
cadeia, a ponto de parecerem coatagiosas.
Entre as convulcionarias algumas havia
qne soltavam agudos gritos, quo se estor-
ciam, e se suffocavam, chorando, e dando
ao mesmo lempo doscommunaes risadas.
Quando este deaarraojo ;nervoso chegava
ao ultimo paroxismo, e so transformava
em dilirio, realisava-se euiao a criso de-
sejada.
Mesmer mandava logo conduzir os mag-
nolisados a um quarto, cujo acolchoado pa-
vimento eslava, alm disso, coborto de um
ligeiro tapeto, subiodo as preciuces a pon-
to de se forrarcm as paredes e tabiques com
urna grossa colcha de algodSo, de maneira
que os enfermos podiSo brincar e mover-se
de qualquer modo, e at deixarem-se cahir
de cabrea para baixo, sej) correrem o me-
nor perigo.
NSo ventiSo Recusar-nos de extgerados na
exposicSo destes symplomas nevorsos. Para
provarmos a sua autbenticidado, bastara
cilarmos urna passagom da Informacio dos
commissarios da academia das scienciai, es-
cripta pelocelebro Baily ; inloiaiaciio iu-
teirameote hostil ao Huido magntico :
a Nada ha mus pasmoso, dizia Riilly do
que o espectculo que estas convulses offo-
recem. Quem o nSo presencidu nilo pode
delle formar idea ; e quem o obaerva lira
maravillado do profundo repouso de parto
destes enfermos, e da agitaclo de oulros,
4os variados accidentes que se rnpelom, a
dassympalhias que se criara. Vem-e en-
fermos correr uns para os outros, sorrirem-
se, fallarem.com airelo, eadocarem mutua-
mente o ssu estado magntico. Obedecem
cegamente ao magnetisador, e aihda qua
jazam em profundo somno, basta para oa
accordar, a voz, um volver de olhos, ou
qualquer signal daquelle. Tem-se lainuem
observado quo um arruido inopinado Ihes
causa eslremocimonlos ; n que a mudenca
do tom e de compasso no canto ou na oiusi-
ca, mil io visivelmente nesles enfermos.
Qualquer movimento, mais vivo Ihes aug-
menta a agilaco, e renovando-lhos as vezes
as convulses. a
Mesmer sstabelecou quarlos particulares,
cada um dellos com orna tina, para as pos-
- i is. quo desejassom torconvulsss sos, ou.
om sociedade de amigos. Alugiva-os como
qtiarlos do hospidaria, ou camarotes de
thnatro. Cala lina custava pelo ni nos dez
luizesdiarios, eassim mnsmo era necessa-
iio al.:^i-la com das de anlecipacfto pala
gran lo anuencia quo a ollas havia. A pesso
que alugava nm quarto particular dizia a
seus amigos tenho urna lina, e cont com-
vosco para esta noite. A dilculdado de i
obter, augoientava o valor dos saraos mos-
merianos. He por isso quo a hospedarla da
praca Vendme osta va sempro cheia frequen-
tando-a as possoas mais dislioctas. Uns iio
all para distrahir-so, como o poderifio fazer
no theatro ; oulros i9o procurar commoces
fortes, eos enfermos pediSo alivio as suas
doencas. O templo de Epidauro nunca fra
to frequentado como a hospelaria de Mes-
mer ; e, cousa para notar, todos sahiam con-
tentes e dispostos l voltarem. Entre os
adeptos quo Mesmer intruio na sua arte,
contavam-se bomens celebres, a distincto*
nobres. O magnetisador souboaltrahir Dos-
Ion, decano di faculdade de medicina de
Pars, quo se tornou sou verdadeiro apost-
lo. Deslon, que laminm era medico do coa-
de de Arlla, alcancou grande clientel|a a
seu mostr. Teve entilo Mesmor a treslouca-
da idea de dirigir urna memoria academia
das sciencias, como que pira pedir-lhaquo
se declarasse tcslcmuiiha do seus prodigios,
prepondu tambem faculdade do medicina
o fazer experiencias comparativas enlro en-
fermos tractados pelos molhoJos ordinario
e magntico.
A km Iriu:a o Irru.lado resp.in loram cu n
desdonhosa negativo. Pouco lempo dopois
conseguio elle que o rocommendassem ,rat-
nbii, e quo lbe dessem exaininaduros ; mas
este favor redundou em sua desvanlagem,
porque nao loudo querido sujeilar-so s ex-
periencias qtio dril exigia a corporacao sci
-raliti.-1, soubo-se esla recusaban, qua muilo
llie rebaixou o cre.liio.
Mesincr, enoja.lo com a ac lemia a facul-
dada, omeacou com o saliir da Franca pro-
posito de qno n desviaran) a.s supplicasdo
grandes personagons. O ministro Drolenil
llie oflornceu, em nomo da ranina, a pensilo
de 30,000 francos, o o cord.lo da nrdem do
S. Miguel se ello su propozosso a ensinar o
sen nielliolo a ulguos mdicos Humeados
polo governo ; porm Mesmer lemendo quu
Iho armassem algnm lago, recusou tito bri-
ihatites uile i s, e sob o protexlo do incom-
modo do saude, saliiodePaais para as agua-,
do Spa.
Na ausencia do mostr o sou discpulo
Deslon abri um estabeloeiment nmrnoti-
co, muito parecido com o da pra^a Ven lo-
me. Chegando porm isto noticia Je Mus-
mer, vollou ello apressidameiitjiv Pars,
receiou do quo o discpulo o avtotajassena
industria. Abriram enlSo alguns zelosos
urna subscripcilo do com aeces cada urna,
das quaes custava cem luizos, o dava jus ao
possuidor a ser iniciado na doulrinl mes-
nirriaii.i. Foi laminilla a procura destas ac-
cije ojuo so lizoram mais cii\coonta para sa-
tisraz'er as incommcudasque de toda a parle
acudiSo. Os 300,003 francos que produz-
ro estas aeros, foram imtnedialamcnte en-
tregues a Mesmer, tomando os acdouistas a
denominaclo de sociodadeda harmona.
Mesmer, sustenlado polo crdito dos dis-
cpulos, principiou as luassosses magno;
licas, cnvertondo-se-lhe de novo a hospe-
dara em ponto do reunan da aristocracia.
Finalmente, noanno de 17SV, a Tama dw
extraordinorias curas fetas pelo magnetis-
mo animal, rosolreuo governo a tractar des-
leassumpto, encarregan lo as corporacas
scicntilicas do esta lodo cstudar aquolle sys-
lema. (informando acerca delle.a acade-
mia das soicncias incumbi deste trabalho
i.avoisicr, Francklio, Bailly, Majau Salliti,
"l.croy, do llory, e Darcot. A faculdade de
nie I ir i ii i nomoou para o mesmo fim a Dos-
perriros, Cuillotin, Caillc, Mauduit, Andry.
e Antonio de Jussieu, Mesmor, por odio aos
acadmicos, recnsou-so a operar na presen-
ta dos commissarios, que passaram ao esta-
belccimento deDelsoo, primeiro discpulo
do Mesmer, to bom magnetisador como o
seu mcslre. Os conmissarios foram teste-
mu nhas das convulses e erizos, quo houve
ao redor da lina ,- porm manifestando de-
sejos doserem tambom magnetisadoa, no
liveram bom xito as experiencias fr.it.is
para aemelhante fim. Bally dictou oiu.lo
em nome dos commissarios urna informa-
i;"iu, da qual j transcrevemos urna passa-
gem, cm que procurou demonstrar, que o
pretendido (luido, por cujo meio Mesmer o
seus discpulos operavDo, uo passava de
urna exaltacSo do syslema nervoso devida
influencia da imaginadlo.
Todava, Aotooro Jussieu, um dol membros
da coinuiisso, nao podendo negar oa factos
que prcaencera, recusou aulgnar a Infonua-
fSa os seus collegas, dictando urna informa-
to aua, iiividindo em quatro elasses os elid-
ios que tlnba observado:
1. O factos garacs, cuja phisiolegla poda
indicar a casualldadc ;
2. Os factos negativos ou conliarioi dou-
trina do magnetismo
3. O' factos directamente provindoa da Ima-
glnacjj!
.4. Os fados quctciidcm afaier rer n'um
agente magntico.
Antonio .Iusmcii foi indoiido ,4* acreditar,
ena virWde de muilai espciicnclu, qe se des-
prru.li i realmente do corpo humano urna e-
manaao capat de operar 'oas peisoas delica-
da! e multo nervosas, e qne esla eiuanacao
podia comparar-se ao fluido magntico. laes
foram os motivos que o delerm/anatam a no
.ADO


c-Ms.
lasslgnar a informacan de* mu col legas, c a. mental de deiiar de responder no meio da po
i.tr aeparada proflsio de f. I coavrnaelo.
O eicrlpto de Juaalcu, nimio que favoravcll Estas eaperlenclas nao sallsUcram acora-
irj mesinerfstno, n runle anemia r o mal quefnifssSo. Mr. Berna teve utna derrota, queat<
Ihc Hiera a lutorinacau dai corporales cien- \ tatbuio ao concuo de clrcumstanciai oppos-
tilicas, e com aaprcialidade uiu folhcto apre-ltas a iiillueticia magntica.
srm.ido ao ministro, c intitulado-- /n/ormur.io Dcpols detta aeuiio propoz o doutor Burilio
mal vestido, com n chapeo vclho,
2-
ede lan.
^S
neritaiobn o meimeriimo-, no qual se deca-[para por termo a rodas ai incerteaas sobre o
r* que o magnetismo era oppoato ana bons magajetlimo, o premio de tres mil
coslumes. as Infonnacriei contra o magne-
tismo produiiram Tira agitaco entre os dis-
cpulos de Mesmcr, que tinham eonsldcravcl-
mente augmentado, seguindo-aadahi polmi-
ca imii violenta entre os fnlinfgos c os defen-
sores do magnetismo. Pretcndiam estes que .
na comniissarios oliravam de tn fe, e alrcuier;
proteatou solemnemente contra todas as ex-
periencias feltas em casa de Dcslon, declaran-
do que sendo s elle o possuldor do segredo,
ninguem poda seguir exactamente o scu mc-
thndo.
A despf Ja opinlo J anAtletuia < facul-
Uancos i
l "fin,
. dr ouro, de farro, de sed ate da todas
mais se pareca com un bebedor de cerveja de al forcas, a de todas as grabas do universo '
botequUn do que coi, un obefe de nma so- Nao esqueeemos este cortejo til, aajiiin'y.
ciedade elegante, que coalf a entre os squs an- "
tepasaados Lula Jtl V, Volialre, e o mateehal
de llichi'lieu: graca, o espirito eaiasgci-
tade I'
Ali! tlnhanios), nao lia multa teinpo, um rf i
?uc represenlaya anda estas grandes cousai
ranelas ; elle nascera'solirc as llzci, cresce
ra as tormentas, 0 asua velhlce conserva1
nbula que lene i-m o auxilio do.
fizene o que se cliim-i trampotico dot midos..
Apenas houve conhecimento dcste premio, o duplo vestiglo da realeza e da des&rsca El-
'e das condifdes requeridas para o alcancar, (le andava na cidade capital, cercado igua1-
' aprcscntarain-sc logo os seguidle:, concurren-'ihcnte de odios e de despeltoa, de blasfemias c
\ tes:Primeiro, Mr. Bicrmcn, medico da cor-'de colera, c sorriu Igualmente no perigo^e no
: te ; segundo, Mr. Ilublicr, medico do hospital triumpho / Nos dias da ultima expoiicao que
de Provine ; leroeiro, o doutor llergcron ; illustrou este reinado fclii, c que aera musir
1 quarto, Mr'. IVfcardo, magnelisador em Bot- entre todos, em 1844, ainda me lembra, vimos
1 dos ; quinto, Mr. Despinc,. medico Inspector o noiso re penetrar no recinto dessa palacio
[das aguas de Alx, na Sabola ; aexto, o doutor. dos Campos Klyscoi ; elle era ao mesmo lein-
Pigcsire, cuja somnamlsala cnchia de aduil- po re e juis; elle coraprehendla todas as cou
'tafia a cidade de Monipriiicr, sendo alm las, fallara a cada um a ua llngoagetri ; elle
dade cohllnuavam a ter voga as tinas, ate1 que I dlsao multo recommendada em documento) conhecia mu tas prosperidades, e inuitoasof-
uni incidente aa velo desacreditar. A mulher passados pdr Mr. I.ordal, decano da facutdada frimentos. Cauainhava a patio lento, Man o
de um membro da academia, tratada por Mes- de Montpcllicr. primeiro cldadao deste povo, que abrigava de
iqei, falleceu; e a marquesa de Kleury, a qucui [ De todo* estes concorrenlcs, nenhum, na baixodasua sombra sagrada, e cada um pro
o magnetismo.pcrlcndlacurar de urna deb- opiniao da academia, satisfes s provas exl- cura va com pledoso respeito, colher a^iucuor
lldade de vlsui ficou completamente cega 'gldas, e poriaso a nlnguein foi adjudicado o palavra deste bomem excellente, qucsetlnha
Neste moto lempo publicou-sc um tolliclo | premio de- Ur, Burdin. inoitrado ao nivel dai fortunas as mals dlver
intitulado Dot abuioi a que o mrfmrriimo (ra
dado logar ~; e poucos dias depon deata pu-
blicaco apreseatou-se na casa de Deilon o in-
tendente general de polica, lazendc-lbc al-
gnmai perguntas embaracoaaa sobre o ipag-
uetlsmo as ras rclacci com o amor. Final-
mente, C> Colono rom pe de barro coinpletou o
descrdito do mesmeristno. Mostrava-se nes-
ta obra toda a vaidade da doutrlna de Mes
iner, fasendo-se mu claro paralello entre as
convulses da tina, e as que houvera sobre o
sepulcro do dicono de Pars, que tinham sido
obra da imaginacao c comedia.
lotes esenptos nao anniquilUram o mag
nctlsmo, porcia, alterar un lhe a theoria c
piocesio. Os partidario* do magnetismo en
tenderam que era Intil o apparato da tina, e
que te poda operar com mal simpllcidadc.
Orfginou-sc d'aqui*'uiu scisma; uus admi-
tiam, como Antonio Jussicu, um fluido ani-
mal emanado docorpo humano; e outros nao
vi un, cm gcral, dos eileilo* magnticos se-
n.10 os phenomcoos producidos pela cxciiafo
cerebral,
Kmpanou-sc eulao o astro de Mesmcr, eos
debis resplandores que ainda despedia, hiam
sm breve ctcurccer-se. A moda das tidas pas-
sou como passam todas as outras e o in ven-
tor do inegnclisoioanimal dcixou a Franca pa-
ra .1I11 mais nao vollar.
llin dos discipuloi de Mesmcr, raarquez de
Pujscgur, observara mullan vezes que dos
inagociisadoi lias linas eram muitos accom-
ni. nulo, de loinr.ambolisino ; c occorrendo-
llii'a idea de facer perguntas a um destes ob-
teve dcHe rciposla. Depois deuma cric de
experiencias uo lcou duvlda alguma a Mr.
de Puysegur, sobre us inlcrvallos lucidos de
alguns suuiuambulos: c desde enlao iiiudou
o magnetismo complelaiiieutc de face, e se
ubstituiu a tina mesmeriana pelos, gestos,
irirdes etc. para promover o somnambulismo.
0 marque/, de Puysegur apaiionou-sc pelo
magnetismo ; a mi. fortuna c siluacaodavam-
Ihcs indos para dedicar-sc a experiencia que
ilem ind.iv 1 urna arle que eslava ulnda no bei -
(o. Naossonambolisava homens, mulhercs,
c meninos com o poder do acu olbar, c de seus
dedos, como lambem inagnclisava objectos
inanimados, como a um lmciro gigante, sob
njos unios iam bailar os aldces. Us escrip-
1... do majquet asscguravaiu que todas as pes-
soas, que leiam.ccular debauo daqueila mo-
re. ,dorm.un, e icipomliam s perguntas
que se Ibes faiiam'
A nova do descobrlmeiilo do Sf, Busancy
correu asinha pela Europa formando-sc cm toda
a parte sociedades magnticas, especialmen-
te na Alleinanha, aonde se coutatraiam dentro
< 111 pouco lempo mais de 3U. Os prop ios
"tlu 1 u-., para enlretcrem os ocios de vida mi-
litar magiiciisavam os soldados, por fjiua tal
que ebegaram a haver regiment 'siniclro:
luagnelisados. ^s dillcrcnlcs sociedades sc-
creies dos .Viedfntoijuilcu, oiK-a/iliilas, grea-
irakuti, marllnisln ele. I iui.u.iui 111,10 do mi
guclnmo para acrcdilarciu os seus milagres
c desde enlao aincieou o magnelismo invadir
o mundo.
Na Allcmanba, e, particularmente, na Prus
sia achou o magnclismn eminentes prosely-
tos! e alguns sabios, comoSprongcll, Klugge
ircvuauus, Wieohol, c, llull'cljnd, procura-
rain rcgularlqe os esludos. El-rci de. Pmilll
Irabrlbou lambem inulto para tirar o'magne-
lismo das mabs do eharlalanisuio que se ha-
via della empossado, publicando nina ordem
real em que probibia o excreieo do magnelis
1110 a qual<|ucr pessoa eslranha ,1 scicneia. F.11
virtudc della obriu-se em llerlin urna clinic
magnelica, com cem camas para os enfermo
que ic quizessem sujeitar a esle metbudo de
mirar e exctNiar os alumnos, nos difireme
cxerciciosvicsta arte
Em Franca os grandes cuidados da rcvoluciio
rdo imperio no pcrinltliram a pessoa alguma
o oceupar-sc muilo do magnelismo animal. O
Desde iMt at nosioi dlai tcm-ic publica
do um serh numero de folhetos lobre o mag*
neiiimo, c apresentado grande copia de mag
netisadores. A' vista destes escrlptos, e dos
lai. Taei cram as luai horas de apparato e de
mageilade : sao eitai as pompas que elle ama
va, sem eslrondo, acompanhado smente de
alguns ubios, e de alguns induslrloioi levan
phcnomcuos extraordinarios que diariamente do a raioba pelo brafo i era fcil de reconli
oll'eiccem 01 souioambuloi, reconbeceram ccr-ie o re de um grande povo, um re digno
alfun, os professores da faculdade de Parii
que o magnetismo conten inuitoi phenome-
nos geraes da aleada da phlsiologla; c que
elle debaixo desle aspecto, he do dominio
da sciencia c merece ser eiludado.
Mullos mdicos tranceln tein querido ap-
plicar omagnctisiuo ao curativo de certas en-
fcriuidadcs ; infelizmente, porcm, o numero
das nossas lembrancis, e que noilerlasalv
do, ha milito tcinpo, se tiveiiemoi querido ser
salvos.
lio je tambem asslslimoi vcrdadcirainentc
lis pompas e ao apparato da aoliga inagcstaJ.
real! Hoje, e ncslc momento, temos com,,
prehendldo, nos homens desie seoulo rabeld,
que eolhemos as discordias e as tempestado^
scepllcoa que 110
dos mdicos "que se servem do magnelismo scmeada por nnsios pas
' da multo pequeo -
estranhas a arl de
cm rclaciio ao das pessoa
curai que fazcm deile objeelo deeipceulaco
Os escndalos- dos charlatacs nao destroem
a existencia do magnetismo. Condemnazlo
muitas vezes, ainda que nao sem appcllo;
admiilidn c proclamainado em diversas pocas,
mas nunca com sulliclcnte dcmonslra(ao,
ei-lo ahi que vive entre neis ha mal de seis-
ceios annos__Vcrdade he que lem por ve-
zes afrouxado o zlo e interesse que elle deve
vaino nossas caberas deshonradas do jugo
de ferro diante da ncccssidadc. Contempla-
dos, e de mu nerto, esta cousa aem nomc
entre ni: um liirono esla grandeza esque-
cida: a magostado! esta fon a omnipotente:
o espeito! Vimos desde a inanhaa correr de
todas as parles o povo desta iminciisa cidade
ao ponto de rruniao que Ihc fra lixado por
sua rainba, c com urna lolicitude unnime,
cspcra-la em sua passagem, uuicamente para
ler o prazer e a felicidade de aprescotir-lhc
inspirar, porcm dentro cm pouco lempo log
o aniiu mi viva provas de curiosidade. Esta as suas homepagens c os seus rcspeilos
looga existencia jj para admirar cm lempos He un povo cstranho, o povo Inglcz elle
em que as cousas vlvein t3o pouco, nao he he scinprc calmo, elle apressurou-ie, mas
o producto de um crio grosselro,Ccitamcnte apressura-se cm crrtps limites; he paciente
assomar o ilia cm que a iciencia adopte intei
Jmenle o magnetismo, depois de o ter pu-
rificado de un uno, crio, ainda o cscurccem.
A. Ditas/.
[Diario do Governo de Lisboa.)
CAUTAS IIF. UR. JUMO JANIN AO IIF.DVC-
TOII 1)0 JQHR1AL DES DEIIATS SO
BRg A KXPOSICA U1MVEUSAL. .
( Segunda caria. J
Lo mire 1 de mai'o ij ilua hora* da tarde
Hoje nao se trata de cscrcvcr bem, e tornear
cuno em scu cutriiisiasmo ; sabe que cuda
um deve passar, e passar por sua vez! Como
nao quer ser governado, elle governa-ic a si
mesmo, c se alguem desobedece oidem
indicada, todos se mostrao empenhados em
ajudar a polica! A hora incsma he respel-
tada; nao se dis aqui, onic horas por ineio
dia, c -111 por onic horas mesmo. E a rainha
c o acu povo, tcm igualmente esta poltica de
xaclidao. As onze horas, portanto, S. M. se
poz a caminbo. 0 conejo, parlindo do pala-
cio ileilluckingham, subi o Comlitution-IIill,
e atravessou o arco de triumpho carregado
um letrado, um mandarlm eom 1 pennde pa
vaa, un gao seuhor da pollca.ada s
elle caminli.iva com palio grave m meia ilesti
reiao rnpeitavel,.* o que me*jH o adinirj-
v, era achar-se ncl|al
Nao eiqueeamoi limbcm (cu vi a scena ) o
l?iis*r*Wder iafis*al* IrlumphatM' do
coinmercio llvrc, |aprcienlado, hoje mesmo,
pelo marquez itmigleiey a>9.Ex. o duque de
Wellioglon! Era a prlmclra vez que eitci
doui homeni ie eneontravam, este que ae ba-
ilico pela kloria de Inglaterra, aquelle pela sua
fortuna 1 Encontr solemne, que nao podia cir
perar um mal vaato, mais, digno, ncni insrl.r
ilieatrn que o palacio de viilrn
\ maior ordem presidio a esta feta, que ae
nao pode comparar a ncnhiima outra, e por
iiilnli.a parte, em tima .mi., ord
nada tlnha lonhado de Igual, depoii dene dia
de gloria, e de dor, em que o rei Lulz Pbilip-
pe-1 abri flor da iua nacao eite palacio de
Vcrialbei, que acabava de lalvar, e de com-
prar a cuito de urna parte da sua fortuna! En-
tre nos traclara-se de laudar ai glorias rea-
suscitadas de lempo passado ; aqni iraia-se de
saudar ai forcas do lempo presente e as ea-
pcranca do fnturo Franca ora suiBclrnte
por il t para ncher elle palacio de Verialhei,
e seus saines deoaro e de vldro, para eneber
o palacio de Hyde -*Park a Europa mesmo nao
foi sulnclentc, foi preciso convocar todas ai
geracei que existem presentemente debaixo
do co, Tal be portanto a nossa paixao pela
mal patria, c tilo grande i nossa ambicio pela
sua gloria, e por seus trabilhos, qua 'nos peza
e vea saber que a Franca nao he a nica de
baixo destas abobadas atrevidas, e alguma
cousa murmura, e ae agita em nona alma
que nos dis que ludo o que ic tem feitoao re.
dor della, ella smente bastarla para o fazer
Aceito tima vez este momento de tristeza ego-
sta, tornamos a achar a Franca com alegra
c reconheccmo-la com orgulho pelos seus es-
forcoi, pela aua Intelligcncia, pela luacora-
gem, por cise modo real de preferir a gloria
ao dinbelro, c a honra ao sitccesio. Siin! e
eja dito isto para nossa gloria, este encontr
industrial com a Inglaterra, aceilo por nos
ncslas pocas laincniaveis, na hora cm que
ncuhun francs pode contar com o dia ae-
gulnte nos I n:i grande fcaimra. lucceda o que
succcdcr. Neste combate dos rinli mil, tl-
nbamos contra nos o|lugar, o tempoja posisao,
a ncccssldade. O inglez combata nos seus
lares, com todas as suas forcas, com o genio
particular de su 1 nacao debaixo dai vistas dos
seus compatriotas, em pleno|dia, cm pleno ere
perfellamentc bem sem oapolo equivoco
lanas bellaa artes que uio eslo, aqail no seu
Jugar. De que seaawjn, com cfftlto, eitai Ve-
nus meio Dual, e Mal nynphas mal vestida!
no recinto mesmo em que as fabricas de I.yao
enviam us seus mal lindos estofo!, e que Mie-
do nos pudem fuer estes Centauros, e estas coi-
meras neitcs becoi para onde Pars, Versalhei,
c Santo Eitevao enviam suas armas iem
IgneW? 3WaVtraa-at> tq'ul de *monitrsfi
a licite desle ou a Baeehante daquelle, o Lonco
o JaoieU, oa> Taertumo da qtieTU oiMro; tra-
ta-sc de expor s vistas do fabricante, e do
operaaio as obratapelas quaea rlcran de to
longe, a Han de que pelo eitudo, e pela com-
der oa nobrea, e rudei caminhoi que pira ah
conduzeiu. alai, dizein-nosi o ornanient
eiigia isjo e ar prcclzo ueccsiariamentc com
jtie enclier os lugares vaaioi .... Lugares va-
stos, qundo se trata do jiilzo fnal da Indui-
trla c Ua mor dos abalbadore ebaiao do
ol, e as enlranbas da trra : Lunares vaaioe,
quando, nao ha inulto tempo, era o grande
ciildado.de todoi 01 mcstre saber aonde o,de-
vlam collocar .' Lugares vazios.... lerfa li-
so urna trine conlissno da Impotencia do gene-
ro humano! Seria em lim um bello empre-
So para.a arte, para os artistas lerioi lervirem
e ornamento, e de brinco obra do artilla !
Ide poli assentar, eitonteadoi, a Venus de Mi-
to lobre urna blgoroa, jnngi o Apollo de Helve-
der aum fardo de mercaderas : faxei poli um
estandarte de esquife do Jpiter de Phidiai!
He urna mistura m ene marniore polido
e este marmorc bruto, estes troucos, e eitai
eitatuai: he predio delxar ai obras do artis-
ta! i musas que ai rcclanianrf Oh he unta
bella Idela eom effeito I, collocar um leltode
acaj no muse 11 doi an lieos, ou um chale de Ca-
chemira no grande lalao do J>urre! He pre-
dio dar a cada obla neite mundo, o icu ecu,
o leu aiylo, o sen tal! He predio que cu ter-
mine, entretanto parece-me que tinha ainda
multas cousas que contar.
Julio anin.
________________(Joam l des Debuts )
RepartiQo da Polica.
PARTE: DO DIA 3 DE JUDIO.
Foram presos: a ordem do subdelegado do
primeiro diittlcto dcste termo, Augusto Jos de
Oliveira, Paulino de Souza Ayres, Ignacio Jos
da Silva, Antonio Pedro c Joa'o Marques Fer-
nandes, por estarem Perturbando a ordem no
thcatro publico dena cldide ; aordemdoiub-
delegado da freguezia de San Fre Pedro Gon
calves do Aecife
de gua peticHo por oicripto, que consideran
io-ie alias ni dum nocesiidade de cessa-
|sm sem pagamaotoa o por iuo, estando
iiisontao ocio Jobo Dowsley, vinha o su-
cia Tliomiz Dowlcy fazer esta declarira-
ciiu em cumprimetm do art. 863 do cod :
lo comm : ; o alleBntlo as causas do sen
falimiento, e o estao da sua casa, reque-
rifim-me'cm eonchnSVrpM atlmndu sin
peticlo com os documentos que juntavam
fosse sem dciorra derftjada? a tbcrturs*ila
sua fillencia, estando prompty i asistir
peraoalmente 1 todos os aclos q dlif enra
snbsequente ; o que aendo por ntim dcfi
rido, e subins os autos minha conclusu
proferi a ssntenca do theor *Hraj|ljT A
vista da deolaraco i I. a. em llwsley expOo o estado lo aalenoUrim'
da que be socio, e gira sob 1 firtaa Dowsley
&C', ju|go falllldo, e decir o ab'crta a sui
falleaela desde o da em gaos apresentou,
36 de junho passadtj, pelo"TfOe mando qun
so ponham sellos em todos, os ben|,Jivros'
o papejs da sooiodid/, dovendo- stNr i|.<
curador liscal o negociante Aslly.'a quom
para isto nomoio, e prestar juna solo o
cusas. Recios 4 da julhode 185lT Jos
Roymundo da Cosa Miuezes.
Em ctimpjimeotodo que convoco i toMo,
os credores presentes dos meamos fallidos
Dow|y ra C. para qua comptrocam 0% ca-
sa de minha residencia na ra da Madre do
Dos do halrro do Rucife n. I primeiro an-
dar no dia 10 do cojronte inez aa to hars
da manh, tlim dase procedeja nomaafRo
de depositario que ba da recebor a adminis-
tre.! provisoriamente a casa falld. E para
que chagua a noticia de' tolos mindoi
passar editaes que sarjo pnb|icados pela
imprans, o afllxados na casa das audien-
cias; prar.a do comniorcio, o BStabeleci-
mu iio dos fallidos. Dado e pairado tiesta
cidade do raoife de Pornambuco aos :> de
julho de 1851. Eu Uanoel Jra.,uim llab-
tisla, escrivlo interino o escrevi. Jos-:
Ra/mundo da Coila Meneas
-----g-^!-------
,1
_, o prelo Cosme, escravo, por
audar fgido; a ordem do subdelegado da fre-
dilo, sombra aagiisl do lirono, cercado de|Buc*fa de Santo Amonio, Lino Joaqulmdos
respcilosumanlines, ao abrigo de urna aucto Santos, porcmbriaguc; a ordem do subdcle^
ridade regular, ede duas legislaturas rivacs :sdo da freguciia de San Jos, o carniceiro Pe
aoje nao se trata ue cscrcvcr bem, e tornear ----*"-- --^ --"-"-.,,,...,
comgrici Piodo inslruclivo, tr.ta-se de c0' a estatua r7r. do duque de Wellingto
escreverc descreyera pessa, c eis-nos tam- e ebegou hnalmentc por W***H&*
'a porta do norte do palacio de tfidro. Elle
compunha-se de nove carruagens, escolta-
inagncljUjiruqnc cntaosc quera era a libcrda
de c a gjoffa csuo tempo da rctaura(;o he
que icvfjerain activamente os cstudos mesme-
ranos. FuMicaram-sc desde fSi muitos es
criptos sobre o magnetismo puseguriano, c es
pecialmtBteos de HiV. Dclcusc, Virey, de ^Ic
uin, (.uvllhers, etc.Mr. Dclcusc, professor do
musco de historia natural discpulo e amigo de
Mr. Jussicu, fe/, nos seguintes termos, a sua
rrofissode fe i
Crea n'uma cmaaacao de mim meiino,
Tisto que os seus cMViloi se produscm sen que
cu lo.jur o objecto que inagneliso, c porque 9
nada, .nada produr.. Ignoro a naturea iJcjU
cmaoacao, c nao aci a que distancia possa cha
otcnder.se ; porcm, sei que he lanrada e diri-
gida por 111111I11 vontade, porque quaudo cu
cesso oc querer, cesso de obrar. -
(llanto ao mais j o celebre L\ Place tinha
IUq na sua theoria do calculo c das probabili-
dades o seguintc:
Us jihcnomcnos singulares que resurtan, da
citreinada sensibildade dos ervos cm alguns
individuo-, deram origem a diversas opinics
sobre a existencia dtum novo agente que de-
nominaram mn>neiltmu >wim >'. llcdecrcr que
a acciodcstas causas leja muito dbil, c'possa
ser l'acilinentc perturbada por crande numero
decircuinstancias accidentaos, rortanto, por
n.10 se ler ella inanifcstadQ cm muitos cas js,
nao deve conclulr-sc qnc nunca ciistio. Esta-
mos Uo longc de conlicccr todos os agcnics da
nalureza, c os seus diversos modos de acciio,
que seria nimio pouco philosopliico negar a
existencia dos phenomenos, s porque so inex-
pln avcis no estado actual dos nossos conheci-
nicnlos. a
Km 1825 propoi oDr. Fuissac academia de
medicina urna sesso magnelica, afmi de que
esta corporaco observasse bs grandes plicno-
incnoi que deviam nella verificar-se No cabo
tic grandes debates accltou a academia a pro-
pona, c nomeou cin 1826 urna enmmissao com-
posta de Mr. Ilusson, Itard, Bnurdolsdc la'Mot-
le, ucnaul de Mussy, Mare, Tillaye, Fonquicr,
Doublc e Mageodie.
Estes individuos comecaram desde logo os
seus cstudos, que proceguiram al iS.'il, poca
cm que Mr. Ilusson foi encarregado *dc resu-
mir n'uin rclatorio os trabalhos da commissao
a favor do magnctiisimo. Citaremos os ullimos
paragiaphos do.dito rclatorio :
(Considerando como agente dos phcnomc-
uos phfsoIogicos, 011 como meio therapeutico,
dever o magnelismo oceupar o devido lugar
no quadro dos conheciinenlos mdicos, e por
conseguale s aos facultativos pertcncia fazer,
ou vigiar o uso delle, como se pratlca nos pai-
fc do nujic. A commlssao nao pode vcrllicaj,
por falla dcoccaslo, outras faeuldades que os
magncilsadores dislainenconlrar-sc nos sduH-
nambulos ; portim colbeuc commuaicoii ral-
los muilo importantes, opinando que a acade-
mia devia-promover as investigaces sobre o
magnetismo animal, coma uin ramo mu cu-
rioso de psycologia e historia natural.
Wcsse mesmo anuo sabio a lux o llvro do
Dr.BcrtrauU, intitulado- Do magn mal sm fmnfii, obra escripia com consckncla,
i multo noUvel, que fcx bastante impreisVi 00
publico.
Em 1837 Bomeou a academia nova commis-
mo, prescdlde pelo l)r. tierna, para observar
mua somodinbuia. Obrigra-sc este medico a
t.iicr, na presenca da coinmissao, as seguintes
^iperitadas tic : inseitslbilidade completa de
pessa
bem, nos cscrlptorcs preguicosos, escriptores
de luso entrados, e levados forzosamente nes-
ta carreira de vapor, c de carv.io, e condnzi-
dos ao reboque de todas estas cousas que pas-
sam como o ralo. De balde pedera alg-:em
graca, c misericordia, pelo menos concedei-
1111- um instante para por em ordem estas vi-
sos, para explicar a mim mesmo estes phan-
tasmas, um minuto, um s miuuto de retlc-
xao. Vaos esforros .' van supplica nem um
instante, aem um miuuto; tu ests preso a
estas rodas que gtrs.Hi ; gira pois tambem, sc-
nao, a roda esmagando-te, te quebrar c pro-
seguir no scu comecado caminbo.
11c cousa estranba, esta ncccssidadc de an-
dar to depressa em um lugar tao vasto c lo
calmo na superficie A velocidadc he urna
f molestia desta cidade de Londres, ella se apo-
I dera do pensador, 'do artista, das nalurexas as
I mais oppostHS. Ande denYessa I c est dito lu-
do. Cainiubo, e se por desgraca quiter tornar
alra est perdido / Escripia urna linha.....
tente rcle-la, ella foge indignada de urna prc-
caucao intil! Sola urna palavra, procure le-
tira-la, j ella est looge. Apenas o da ama-
n-hece a noite dcllc se apodera, e o leva cor-
rendo ; a uoile tambem por sua vez he logo
carrrgada ; nao ha crepsculo nao ha aurora,
mo ha intcrvallo ; nao ha meio. i\em descan-
co c nem demora, e quem quizesse abando-
narle fantasa neste lugar de ruido, de tu-
multo c de fumaca, leria o ar de um louco
fgido da faia de Tityio, dos almos de Cha-
ro 11 tu 11.
Hcm dissr rifa Vine, que a noite est sup-
prmida : llontcm mcia-noite, por f\em-
plo, quem estvesse passeando pelas lininc-
diaros do palacio de vidro, teria visto entro-
du/.irem-sc ncllc pelas portas entre abcrlas
homens, machinas, homens esbaforidos, ma-,
chinas iguaes a algum levialhan estafado c que
choga correndo. 1. o homcm, e sua obra, cla-
ridadc (fe um facho, procuravsin, c achavam o
seu lugar, designado de antemio sobre-esta
barraca hospitalcira. Ouvia-sc da parle exte-
rior o ruido dos marlcllos ; este ultimo mo-
mento daacvidadc europea, nesta noite, nes-
se silencio, e nessa cerraco tinha Iguina
cousa do igual a esses contosdo palacio da fa-
da, que acorda sobresaltada depois de uin som-
node cem anuos, lie incrivelo que se fez nes-
ta mesma noite no palaolo de vdro, as obras
de ouro, dc'prala e de ferro que estas abobo-
das receberam nfio se podem enumerar ; no
he preciso accresccntar que todas eslas expo-
sices airazadas, vinham do lado da Franca!
lie urna de suas pretcnces dar ordeus ao lem-
po, senhor dos res, c dos Deozcs--rcn/to lem-
po dx ella a cada hora, que passa. O lempo
hega, e a sorprehende.....no momento, mes-
mo cm que ella ia acabar sua obra prima.
Tartaruga com azas, garras, e vista de aguia :
(I eco eslava entretanto carregado de nu-
vens a chuva caba por intervallos regulares ;
todos os signos do zodiaco aununcivam para
hoje borrasca c tempestade, c cu expremia
mcus reccios pelo dia seguintc..,.* Ucscnga-
ne-sc disse-mc um inglcz, a nossa rainha he
fells, ella tcm o sol atado ao seu carro hoje
l.ove, amanlua far bum da. Ella tem o pri-
vilegio do imperador augusto, e o mes de inaio
nao a trahir : Elle dlzia isto com a seguranca
de um homem que est certo do que diz, e nao
lhe vinha a idcia de que o sol poderla fallar
o momento cm que S. AI. delle precisasse pa-
ra si, c para os seus hospedes. Estes nglczes
respeitam-so, c adoram-se de joelhos ua pes-
soa da sua rainha '. Elles a contemplan! com o
mesmo interesse com que contemplaran! o
seu proprio retrato desenhado por um grande
artista, c encaxilhado cm um quadro de ouro
carregado dos brascs de armas de suas casas.
Tallar, ou pensar mal da rainha Ihcs parecera
o cumulo dacstravagancia, c clles se compa-
raran! ao um homcm livre, que d bofetadas
ua propria cara I Admiramo-nos boje
nove
das de* um destacamento de life-yuardt
em grande uniforme ; a carruagein da
rainha vinha por ultimo (he fcil de reco-
nheccr os criados da rainha pelas gorras
de voludo prelo que trazen), esle carro era
ora puxado por dous cavallcs isabels, os quacs
fzcro parte do famoso tiro que servio na
coroavao do ultimo rcl. Em frente da rainha
estavao os seus filhos, o principe de Galles c
a joven princesa sua irinaa mals vclha, orna-
da de urna cora de rosas brancas; esquer-
da de S. Al. eslava assentado o principe Alber-
to. Vivas e mais vivas resoarsm de todas as
parles, acompanhados pela voz do canho
c por urna immensidade de trumbetas enfei-
tadas com suas bandeiriuhas hefaldicas; dlr-
sc-bla, ao ver c ouvlr estes concerlos gucr-
reiros que era a entrada solemne deseesami-
gos soberanos Inglcxes em um drama de SUaks-
pcarc Asslm entrou a rainha, traiendo com
sigo o-icu mex de maio e o seu sol ; os dous
ffOttatftifc( os dous basles dourados), levado:
por dous senhores da corte, marchito dlaate
da rainha, quasi como entre nos caminhava
dantc do rei u director do thcatro com suas
duas tochas na mo. ^upponho que estes
dous goldcnitiks ( he o nomc do cargo) deve-
riao ter achado um pouco longo este passcio
para IrU, c que nunca lUcram um gyro sr-
mrlhantc cm toda a sua vida! A rainht
saudando cnlo dircita c esquerda muitos
personagens de sua iatimidade c da sua corle
subi a esse loberbo ihrouo, o qual he por
si mesmo urna das maravlhas da industria !
:\cste lugar coboito tic um docel, collocou-sc
a rainha, c no mesmo instante ao re" do thro-
00 se collocaram os gentttmen-at-'trms, quero
dizer a guarda de honra cvica, que nao pres-
ta servlcos senao nos dias de ceremonias, c
no interior do palacio.
Estes genilemcnat-iirms llnhiio dcxado as suas
allabardas aparte. islingua-sc tambem no
conejo, com as suas allabardas, esta guarda
de btrf'caten {comedores de bifes), vestidos
moda dos soldados de Ilcnriquc VIH, com
collar ao peicoco, incias vennclhas, sapalos
com rosetas tricolores, c a gorra chcia de
fitas. Lamentava-se a ausencia de todos os
altos dlgnitarlos da cidade de Londres, e todo
o luxo antigo da corte dos tidVrmer! A
rainha ficou cm'p no meio desic cortejo de
homens c mulhcies, o ornamento da sua cor-
te. Principiou a canlar-sc o hymno nacional,
c cnlo centenares de votes, dirigidas por sir
urna.(11 outra em espirito nacional, e vontade
liberal. O inglez tlnha por si o passado, o
presente, o futuro: marchava sobre um -ter-
reno solido obediencia a lels lealmentc redi-
gldas e sinceramente aceitas aproveitava-sc
de todas as couzas, mesma da agitaco, do tu-
multo, das desordens, e das revolu^des dos
povos vlsinhos.
A Franca pelo contrario, chegou a esta are-
na com as nicas forcas di momento qne pas-
la, da hora a penas decorrlda! Ella dava a
esta gloria da iuvencao, e das artes uteia o ul-
timo minuto desta existencia facticia, que lhe
fez a ultima revolucao ella, trabalbava ag
1 Ha, inquieta no mel de presseotnentos si
nistros : cada golpe de $eo martello bata mi
vacuo, e ella a si mesmo perguntava : Quem
se aproveitar dos raeus trabalhos de hoje ?
Quem ser o berdeiro destas \-411s tentativas,
que mos recolhero as coi fas do esto de
iSji ? Oultimo dado do seu genio, e da sua
fortuna, a Franca lancou-o com m.io ausada,
c generosa, e, succeda o que succcdcr, qual-
quer que seja o iuizo, que ella mesmo fizer so-
bre os resultados desta empreza, contando
ainda os combatcntcs que nao se apresenta-
rcm nos das da luta, ella poder fazer a si
mesmo justlca de nao ler recuado no destila-
deiro cm que devia combater, abandonada s
suas proprlas forcas, invocando cm vao seus
deoses em seu socorro.
Oque he certo, oque lie vcrdade, o rue
ninguem pode por cm duvida, he qua este cs-
priinciro dia do mez de maio ser contado
entre os grandes das da Inglaterra! l-'.iia
mostruu-ae moa pobvih olhoa.c os olhos da Eu-
ropa cm toda a sua magestade, em loda asua
gloria I Ella tornou-sg acslc momento o hos-
pcdc.co guarda da industria franccia.clla deu-
Ihe lugar no scu solo, e hoje o nosso triumpho
mesmo teria o cunlio da benevolencia da In-
glaterra l A cresccnlc Vmc. o ruido, o movi-
inenlo, a agitaco, a admrarlto de toda a En-
dro Marques de Athaydc, por infraeco de pos
tura municipal ; c a do subdelegado da fre-
guesa da Boa-Vista, o prrdo Lo u re neo, escravo
de Manoel Francisco Aires de Maraes, a requl-
si-cao de seu seuhor.
'Um do dia 4.
Foram presos : a ordem do delegado do nri-
uwiro districto deste ormo as crioulas, Fcs-
mini Francisca c Mara da Gloria para averi-
Suacdcs pollclacs, pardo Autonio c o prelo
ligue),* escravo, de Damaxlo da Assumpco
Pires par andarem fgidos ; a ordem do sub-
delegado da fregueiia de S. Fre Pedro 4ion-
ealves do llecife, Jos Mara.Tavares, sem de-
clararao do motivo ; a ordem do subdelegado
da fregucila de S. Jos, o carniceiro Emldio
Jos de Mello, e Joo escravo de Jos Rodri-
gues da Silva por inuaeco de postura muni-
cipal i c a do subdelegado da freguezia da boa
Vista o preto Domingos, escravo de Januario
Alexandrlno da Silva, a requisicao de seu
scnbor.(
dem do dia 5.
Foram presos : a ordem do ebefe de poli-
ca, Joaquim Jos de Santa Anua para averi-
guarles policiacs ; a ordem do delegado do
frineiro districto o crioulo Manoel Antonio
Into, por crlmc de furto, o preto Justino cs-
cravo de Jorge de tal, por andar fgido e a
do subdelegado da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalvos os marujos, belgas Frcderico Rosem
menor, llcnrique Luiz l\obertron, c o portu-
guez Jos Alaria, a requisito do respectivo
cnsul,
Foram presos i ordem do delegado do pri-
meiro districto dcste termo, Jos Antonio do
IN'ascimcnto, sem declaraco do motivo;
ordem do subdelegado da Ireguczia de S. fre
Pedro Goncalvcs do Recife, o prelo Manoel
escravo de Rufino Jos Correa de Almcida,
desposico de seu senhor ordem do sub
delegado da freguezia de Santo Antouio, Ma
><(-I;mu;oes.
ropa aecustumada a admirar a Franca, c suas noel do Wasciiucnto, por crime de furto
obras, a procurar-nos priiueirameule, para escravo Elias, por andar fra de horas, c o
depois seguir osen caminho, cm I8l a Europa preto Flix, por andar fgido ; c a do mbde-
principiara pela Inglaterra, c vira a nos mais legado da freguezia da Boa-Visia, o portugus
tarde; Londres primeramente; Pars de Antonio Francisco dos Santos, para averigua-
pos ; o palacio de vidro hoje, o palacio de ver
salhes amanha ; deixc passar .... n rainha,
c depois leve as armas repblica francea !
Scntem-sc estas iristcsas, mas nao se cxpllco !
>'ingucm caminlia sobre terrenos abrasados,
c a custo se Ihcs poem o p.
*s......tncedo ptr ignes.
Suppositos cimtri doloso I
Esta grande aventura he neste momento o
assumpto invcstigavel da conversacode todo o
inundo civllisado I A*-cldadc Intcira aconta
a quem quer ouvil-a, os embaixadorcs fallam
dellas aos seus soberanos ; os pacs aos (ilhos,
os quacs o tornaro a contar aos seus! Nao
ha mu s cavallo, um vapor, e urna onda do
ocano, que nao se ponha a caminho para
annunciar a grande noticia; A exposic&oest
aturta Ja se publlco historia delta c fazen-se
imagens a pintura tambem della se apodera,
tcoho vista um diorama representando a
, 1 J vasau i* i-.ii mu n.iiii.i n lUji'iilillUKl .1
orge Imn, mesirc de msica da corle, pa,9agciii. ca procissao da rainha Scnoissa-o
entoaram o God save thc Qucen. Niogueiit
poderla diier o effeito produtido por esse
in uni cantado por todas as voirs c capcllas
de Londres, S. Paulo, Wlndsor, Weslininsler
confundidas coiu os cantores da academia real
de msica, da sociedade de liannonia sagrada,
aos quacs se havi.o reunido um grande nu-
mero de artistas francccs c italianos, convi-
dados para esla fesla.
Findo o hymno u arccblspo de Canluaria,
revestido de sobrcpcllz, leu urna supplica, e
acabada esta, o famoso/Ai'eluia de II .1, l.l
edes policiaes.
dem do dia 8,
r'orain prcioi: ordem do subdelegado da
fregucila de S. fiel Pedro Goncalvcs do Itacifc,
o manijo inglc Aadreyu, ti requesico do
respectivo cnsul, e mais qualro ditos, cujos
iomcs c motivo da priso nao foram declara-
dos; c do subdeledadado da freguezia da
Boa-Vista, Manoel Andrc, por crime de feri-
meato.
M
estes os verdadeiros combales, e os verdadei
ros campos de balalha se pois 03 olhos da es.
pecic humana|sc abrem principalmente a es
tas tilica, a estes rumores, a estas grandeai
da materia obedicnte0 do ferro domado, do
cipaco superado, do tempo vencido, he cer
lamente uina grande pena, c uma grande dor
que a Franca nao tenha dado o signal, e que
se nao lenha viuo o seu pavilhao sobre as pri-
unirs linhas desta batalha ardente, c pacili
ca A Fradca nao esta acostumada a recebe r
o impulio das empresas lllustrc, por ilu cll-a
... .. ,...,, cata, u 'ni,. 1 ,1, cuta
rctui.ibu debaixo deiia/ab.'adas. O basti 'ji: "adTniradi~ Destermometo", como o propri
de mestie eslava em. po."' de um anligo De0s. que depois de ler creado o homcm i sua
msico ennoblecido, sir lleK .Diihcp, O si- lllaKCiii, aperccbcu-sc de que a ideia, c o
Icncio mais prolundo, c a QVacao amis pensamento nao citavam ncllc 10 !
simpathica c rculavain com itu"*lreinccimcn- Na mcsma ordem cm que cnlrou esla mu
lo nessa niullidaovinda xlc Mas os pontos tidio e||a 5C rclirou! Nunca se teria di
ilo inundo habitado.
j (il
mul-
dlto
i tres horas antes que trinta mil almas vidas
ALKANUEGA.
ontlimento do dia 8......14:995,350
Descarrcgam hoje 9 di julho.
Barea americana Idarij Bllen o resto.
Uriguo francez --. Paulina vinho a azoite.
Patacho dintimsrquez -- Fortuna gonebra
o cimonto.
Patachodinamarquez --Comette-- carvlo.
Bnguo sueco Franklim bscalho-
COMSULADO GEHAI..
Itondimento do dia 1 a 7 5:815,078
dem do dia 8.........3 819,470
8:661,548
DIVF.IISAS PROVINCIAS.
Rendimciito do dia 1 a 7 .
dem do dia 8........
402,556
198,874
601,430
.... { 111 ii'n.i.i .
\inc. lea nasgaielas Inglcias os discursos dc tud0 ver, c deludo ouvlr, eslavam enecr-
cairesposias que lorain pronunciabas une radn ncslc ricinlo. Os arredores dcste parque
do throno, cercado de tantas ""{{aos c \Je encantader. cstavain cobcrlos de bellas car-
laaiM hoimnagcos; a minha lareft he coa- rUagcns, chcias de mulheres ornadas como
ur-llic o que vi c o que ouvi., VI, dualntc um bai|c> eslc9 bc|,os c,rainho5 crSa pcr-
este grande espectculo, uin puv? 'crio c al- corrij03 por urna iiiccnssaulc inullidao de
Kiito. il.io houve um su grito, que nao fjsse mancebos a cavallo ; nesta verdura, debaixo
do agrado do seu cspirao, nem um gesto que destas velhas arvores toda esla multidao felit,
nao parlissc do coracao N6i oulros Fratl- agUardava a volta de sua rainha c lhe agrade-
. ceies, inararilhados de um cipectaculo de cia sat, solicitudes pelo trabalho humano I
destes sentinicnlos de um verdadeiro povo, que estamos privados, ha* tanlo tempo, mal pOUCo a pouco o palacio de vidro se foi esva-
ni outros france/.cs, que temos pollo cm podamos comer a nossa admiracao, c olha- 5iando, c mo se ouvia mais, ncslc vasto cipa-
yaiuos mis para os ouiro cun uin espanto, (0 ,eaSo u rumor dos expositores que piinham
indliircl. ao abrigo da pocira esla parle brillianlc da
Quando a rainha dosccu do throno, di vivas Jua fortuna a exposirao esl proclamada,
tornaram a principiar mais estrepitosos, c a abcrta, mal 11.10 cita ainda completa Mullas
lamba c o scu cortejo fizeram um tjio p,lo C18a, eslao por cncher. muitas paredes cstao
.alacio de v.dro, que os conlcmplava com dC9das. Tal nacao que pedia um lugar I--------
todas as suas grandezas I ', a0 uc cra OCCUpado pela Fraucajic for- L L
Algnns nomes illusircs dcste cortejo, reco- ca(|a Csic momento a cobrir la nudlzcrm Pnrahiba
Ihi na passagem
impressionaram
susto a todas as realezas do-mundo, cque nao
separavamos amigamente estas duas forcas:
Dos e o rei, vientos admira-los como alguma
cousa enorme He porque esta fesla de boje
perderla mullo de sua solemuidadc c grande-
za, seno folie presidida pela rainha ; he por-
que ninguem confiara neste plido sol, senao
livesse a conscicncia de que o sol obedece a
rainha, he finalmente porque icnao encontra-
rla uma voz bailante forte que dlccue aoi po-
ros do universo : l'ouoi a fut eitd aberla se
nao houveisc a vos da rainha para dise-lo aos
mundos, aos mares, s estrellas! Ksla he a
t/erdade. Os demcratas odclam-me,bem o lei
F \]>orlar;io (lo lia T.
Ilaltimore, brigue ingloz Fanj, do 261 lo-
colladas, conduz o seguinle: -- 230 tonella-
dns de guano.
Iiiiiii do (lia S.
Clydo com escala pola Paralaba, patacho
inglez Rachael, de 265 lonelladas, conduz o
seguinte: -- 700saccs com 3,500 arrobas de
assucar.
HICCEIIF.DOUIA DE RF..NDAS GERAES
INTERNAS.
Itondimento do dia 8.....581,620
CONSUUADO PROVINCIAL.
Uom do da 8.......9936.797
Vlovimcnto dopo
cada nc
e cll-aqul 01 que mais me a|gUns producios cttrangclros, pedidos na
... ,, cao visinha llavera inuito que comparar, no
ti duque de Wellioglon ( S. Exc. cnlrava lio- O,,ado ,.ue 8C va faer de todoi estes productos
je meiino coiu passo ligeiro, ear risonlio, nos i0 dlvcrso, hayer muiloi plagalos que ai-
icui oltcnta etrez annos : nasceu 110 primeiro ,|.oalar. muitas ouiadlai qne comer, e mais
r de uiaio de 1769. anno em qae nasceu o im- de urna fraqueza que combater.
porque a proclamo ; mas ba alguoiaa vezes na Pfdor napolcao; dava o braco ao marquet rj,na nursi.io importa propor, c cu a pro-
vida de um grande poyo certos lignacs da paz, Anglesey, que perdeu a perna dircita era nonho trmulo imperta uber-sc o toarre
ou da guerra queujo podem ser dadonenao ,a,orlo10: Carllile, e Lord John Uus- norme ter por multo tempo os icos curio-
dai altura!, e lera precito esperar muito tem-, ,el1 veslidos inagnihcamente. warchavao jun- s0,, 0s seus lliongeiroi, se a mun.Lio, c por
po entre nos, antei que cenemos de lamentar tos: o joveni *rlbur Alfredo Pagel, o bello eIla palavra : mu/iiAIo I releva entender povoi
em nonas solemnidades a falla de um poder dansarlno do caitello d'Eu, dominaya tod) o |nte|ros. aflluir como era outr'ora a ma in-
sobcrano, que marche luz do da, cercado cortejo. Iiisiinguia-ae lambem a princeza Ma- teneo, eo sil goito, a elle jubilo da Indui-
dos noiioi respeilos evidentes, e de nonas la de Cambridge, uma'nrincea da Prussia, c tria, aeste earua 'inaninc limpalhiai. Leinbro-mc de ler as- a uama mor do paco aduqueza de Sulherland. povo> qUC senao canta senao de sceulo cm
slslido, dcpols de 1818, Inauguracao de um A rainha veslidade cor de roa, com a cabe5a culo. Aqucil.io temiualmportanciaTire.se
caminho de Ierro importante. A rcuniao cra ornada de umdiadcma de diamantes, dava o coni elTcIto, a esta obra de todos, para todos, c
numerosa e cicolhida, o tempo loberbo, ca braco ao principe Alberto. pgT |odos> 0 eoncur,0 universal de todas ai
obra mu bella ; ella nos levara a uma das Neste momento as msicas, as trombetas, naedes, que nao se ter mail cra yez de um
margcni de ocano mas ah nao sei que In- c orgaoi'todas estas vozei lizeram ouvir um faci, c de uma gloria, seno um objecto de
dlsposicio, eque desconcenoie fcncntirto- inmenso clamor, enquanto que a fon te de corlosidadc aisas frivolo / Tem-sc visto mes-
do o dia, nao i uui membro, provocada pelo magnetismo ; da I melro combo!, senao ainda entre as populacoei do leu icio o tbesouro de suas agoas por muilo yeem, um cxereclt de estatuas de brome; *c
re.tiiuicfio voluntaria da icnsibilidade a cnelalrahida a eita feta...Faltara a ella um chefe tempo comprimidas, fe todas ai partci deile marmorc, e gesso, chamadas cm auxilio de
bro ; da obediencia ordem mental de | visivel que fosse o ornamento dcste dia. F.ra- vallo monumento podia-se seguir a procis- tantas olllcinai, que fasUo honra de seren su-
Navio entrado no dia 8.,
8 dias, hiatobrasilairo Espadar-
te, do27 l|2 innollnas, mestre Victorino
Jos Porcira, equipagem 5, carga loros de
- mangue ; a Antonio da Costa Ferreira Es-
trella. Passagoiros, Jos Tavares Ferreira,
Manoel Kigueiredo de Lopes.
Navios sahidos no mesmo dia.
Bahia patacho braailniro Confinnea, m'-
tro Joaquim de Almeiila Sanios, carga a
zaito e mais genoros.
Baltimore -- brigue inglcz, Fairy, capillo i
"*Shelford, carga guano.________________
EDITAL.
b l)r. Jos l'.iy tnimln da Costa saaneves
juiz |miinipal suppleiled "aegunda vara
o do comm trcio nasla cidade do Bccifo
doPorambtco por S. M I.0C.0 S I). Po-
dro II. qne lios guarde etc.
Faco saber aos que o prasente edital vi-
rem, quo taolo-me llavfsley & C- com ar-
ms/.om da moldados na ra do Trapichan
perder o movimento ;c da obediencia ordem | inos cunltuzidos por -um demcrata deile lem- sao real alravcz dcsi obras primas, ufe liroiil' fluientes a li msinos, c que teriam passado, 44, do bairro do Recife enviado a dizer em
0 capitSo do porto desta provincia'
tendo de ongajar para o completo dai guar.
n ea... dos navios de guerra, inJIvidoosquo
eslojSo nestes casos, e queirSo assiin sorvir
on aos individuos que quizerem incumbir-
so dosses engajamentoa, a apresentarem-so
na capitana com toda a brevidade ; son4on
tempo do engajamento de uma. tres annos
comise convencionar, as gratilicacfles n
darem-ae na ordem desses prazos, de 20,
30 a 40,000 rs. Alem destas gratiUcacOcs, so
llies iloramiis como premio aos qua so 011-
gajarem diractatnanta 4,000 rs. sendo es-
trangeiro, e 5,000 sen lo nacional, perce-
bendo o"s engajadores 4,000 por cada um do
idade de 18 a 40 annos, sendo estrangoioo, e
5,000 sendo nacional*. Capitana do porto
de Pornambuco, 8 da julho da 1851.Rodri-
go Thtodorode I'reilas, caditSo do porto.
I'eranti o conseibo da administracSo
naval, tem de contractir-so por arrematadlo
o fornecimento da caf em grS de primeira
qualidadepara os navios armados e hospi-
tal de manaba, durante o trimestre a andar
em 30 de setembro do crrante; pelo que
silo convidados os quo interessarem em dito
fornecimento a comparecerem as 12 horas
do dia, 12 do crranle, munidos de propos-
tis em que declarem o ultimo prece, e quem
o fiador.
Pela delegacio do primeiro districto,
desto termo se Taz publico, que fbro apre-
hendidos, o se sendo recolbidos i cadeia,
dous pretos, qne dizom cbamar-se. o pri-
meiro Justino, escravo de Jorge de tal, eo
segnndo Florencio, escravo de Manoel da
Rocha : as pessoss pois que sobre os mes-
moa tiyerem direito, dirija-sea mcsma de-
legada, que provando a posse o Oomiitio,
llti". serSo entregue.
lista Geral das carta em ser. do anno de
1850 a 1S5I i/ue i"'o ser consumidas
Hollina Hara doRozario, Dccleslano Ani-
da C. Demetrio Jacome d'.4)ogo Apolonio
de Castro B. Uionizio Ferreira puntes, l)io-
nizio Jos de Oliveira, Hollina Augusta ('
A. Del lino Cavaron to de A. IluarteS. Brol-
les, Duarte Borges da Silva Duarte Jos de
Mirtinho, Domingos Antonio, Domingos
Antonio Domingos Acy B. Domingos da
Castro Maia, Domingos [Ferreira Novaos,
Domingo Francisco Azevedo, Domingos
Antonio Rala), Domingos Francisco Souza
L. Domingos Comes d'Aguiar, Domingos
Jos Marques, Domingos Jos da Silva C. J-
nior Domingos de Lima Voiga, Domingos
Moreira da Silva Domingos dis Naves Toi-
xeirs B. Domingos Octaviano Coelho, Do-
mingos Pereira Castro A. Domingas Ro-
drigues de Aladrado, Domingos Rodrigues
da Costi, DominOas -do ^S. Domingos Su-
riano fj. F. Domingos da Silva Campos,
Emelia itufica da Costa, Eulalia Fran-
cisca Ferreira, Euprazia Mirla do Concei-
caiio. Ernesto Aires Pontes, EstevSo Caval-
cante Albuquerque, Evaristo Jos Montei-
ro Eduardo Goncalves V.
Fortunata Rosa Venmcis, Florinds An-
tonio do E. S. Felicidade Perpetua do V.
C. Florinda Moria daj>as Silvo, Francisca
Barbosa d'Oliveira. Francisca Bosipenda F.
Francisca, das Chagas Ferreira D. Francis-
ca das Cbagas Lisboa, Francisco das Cha-
gas Portella, Francisco de Caldas Souza,
Francisca Romn dos Santos, Francisca Ri-
ta de I'voa, Farcisca Benocia da Silva, Fe-
lipe Carneiro d'Olinda C. Francisca Mari
de Oliveira, Francisca Neri dos Santos,
Fejisberto da Costa Cosrela. Fermino llor-
culano M. Firmino Anura. Franciiino Do-
mingos de M. Fernandos Curado C' Fer-
nandas antonio Rozrio, Fernando Vieira
e Souza, Faustino Xavier do Moraos, Fa-
bricio.Comes Pedroso, FlorencioG. deOli-
liveira, Florencio 'Aciz da Silva Borges,
Fernando Antonio deCouveia Federic Au-
gusto dosS. B Folliciano Ignacio Maia, r'e-
lisardo Jos Gracia, Felis Manoel de Jess
Poli LoureiiQo do Siquoirai Gurlua o Corrcia
dejMcnozes, Firmino Antonio Lisboa, Per-
nando Alves d'Oliveira P. Fracisco Alves
da Silva, Francisco d'Assis e Oliveira,
Francisco da Assump(So Tores, Francisco
de Albuquerque e Mello, Francisco Antnues
Mantillo, Francisco Antonio, Fancisco Anto-
nio de Assis, Francisco Antonio Borges Cas-
tro, Francisco Antonio Lulz, Francisco Anto-
nio PaixSo, Francisco Antonio Pereira da
Silva, Francisco Antonio Rodrigues, Fran-
cisco Antonio do Rozario, Francisco Anto-
nio de Souza Aze Jo, Francisco Antonio Si-
mas, francisco pa Barras Silva, Francisco da
Coiiiia GalvSo, Francisco Sypriano de F.,
Francisco da Costa Confia, Francisco Coelho
da Costa, Francisco Delflno da Silva, Frau-
eisco DomingUes da Silva A., Francisco Fer-
nandos Antuues, Francisco Ferreira Correa,
Francisco Goncalvcs de Moraes, Francisco
Gomes be Santa Rosa, Francisco Gnilhermo
Ferreira P., Francisco llygino J. V. M.,
Francisco Ignacio do Oliveira, Francisco
Jlo de Azevedo. Francisco Jos Angosto
Ferreira. Francisco Jos Aires de Canalho,
Francisco Jos de Araujo Vianoa A., Francis-
co Jos Alves Cuinaarlles, Francisco Jos de
Barros, Francisco Jos Correa. Francisco
Jos Domaceoo II., Francisco Jos Tolenlinn,
Francisco Jos" Ferreira Veiga, Francisco
Jos Comes, Francisco Jos Martina da C.
Francisco Jos Martina Pamplona, Crancisco
Jos Pinto, Francisco Jos da Paz, Francisco
Jos llodrignes, Francisco Jos da Silva,
Francisco de Lemos Dnarte, Francisco Lou-
renco de Lima, Francisco Lu/, de Alnteida.
(ConO'riMrir-ieM. )

MUTIL


'" fel signada SessSo da meza do Con
sulado Pr-oviaclal se anuncia que os 30 dia
solis pira o pagamento, ( boca do cofre,
da 'derima dos predios urbanos das fregue-
sia destacidsde Afogados si unaliso no
da l'docrranle (Indo os quaea incorrem
na mulla de 3 p. c. os que deixarem de pa-
gar a dcima do 2. semestre de 1850 a 1851.
O Arsenal Je Guerra tem de comprar
para o Hospital Regimenttl tres Estojos cooi
instrumentos cirgrgicos, sendo un para
amputado, oulro porttil para pequeas
operarte* e oulro para cvolugflo dos denles ;
queor\)s meamos tiver e quizer se propor
a tender comprela no da 9 do crreme
uiz trazendo- sua proposta.
Thsatro de S-Izabe!.
QUlcfTA FERAj 10 DE JLHODE1851.
Cirdnde -espectculo dramtico
variado do canto, n bencdclo do
artista,
Antonio Maiimiano da Costa.
Drpoia que a orcheilra tiver ezecutado ulna
das melhorea e mal applaudida ouverluras,
subir i Kna o eicellenle drama era quatro
actos, prouccao do insigne Antonio Xavier,
denominado. *
LI9U PARA HABIDOS.
naaontoaxa. *CTt?*; .
O coronel liclmont, cpoo daO bcneflclado.
Condeea d'Asperaterra, lilha de-A Sra. D. M.
D. AffonioO Sr. Coimbra. (Leopoldina.
D. Eufemia, mulher deA Sra. D Carolina da
D. Aurelio-0 Sr. Santa Roa. a. (Silv.
O marque* de Hipa-VerdeO l>r, Cabra!.
D. Placenelo, caralbelro srvenle da condeea
O Sr. Raymundo. ., .
Dorina. criada grave da dil-A Sra. D. Mara
Eitevao) (d olcdadc-
Volplno;- crladol da condeca-Os Sr. Nev, e
Cra3.no) (Pereira.
Orlando) criado de coronelNi Srs. Marques
{ Figuelredo e Fiel.
No liin do primeiro acto a Sra. D. Marieta
Lauda e leu esposo ciciutarao o duelo da
opera
IMASNADlER.
No fin do drama a uicima Sra. c leuconiori
te deiempeoharo, cada um, una das iui
arlai favorlUj. Segulr-ie-ba a multo applau-
dlda comedia cm um acto intitulada
O Duello no terceiro andar.
cm a qual o Iniigne actor, o Sr. Francisco de
Salc Guhnaraei c Cunha, descinpenbara (aju-
dado pela la companhia, que gratuitamente
ac presta) *a parte do veltao Caricato, em que
h Inlmltavel; linalliando o cipcctaculo rom
o duelo do
Metrlnho c a pobre,
pelo beneficiado e a Sra. Carolina da Silva.
He este o dlvertimentu que o beneficiado
tem cicolhido, e que oerece c dedica ao ge-
nerlo publico delta capital, de quem eipera
toda Jt protecO. ,
Tendo de dar um publico tcstemunbo a'to-
dos oa artistas e mal peisoas, qr* generosa
e gratuitamente se presido em beneficio meu ;
approreito esta occaalo partlnes render um
alneero tributo do mala subido reconheclmen-
to e gralldao; fazendo-o com especialidade
ao mrito e generosldade da Illm. Sra, D. Mara
Leopoldina, que ae preita a lmar parte no
presente espectculo em meu favor;' assiin
como ao Sr. Francisco de Salles Gulmaraei e
Cunha, pelar raanelra brioia e condeicendente
que para commigo tem tldo. .
Ot bilhetes achao-se deade ja dlspoilcao
do publico na cata do beneficiado, ra bella
n. 9, c no tila do espectculo no refrendo
tbeatro. Principiar a horas do costume.
R. II. Tendo alcaacadu o tbeatro de Santa-
Isabel, delia de ser em o de San-Frauclico,
como eslava annunclado.
Theatro de Apollo.
SABBADO, 13 DE JULHO DE 1851.
Estra do actor Antonio Jonqiiiiu
Barroso de Mello.
A companhia dramtica dirigida pelo actor
Francisco de Salles Guimares c Cunba, rc-
prrscr.'ara o apparotoso drama.docclebre poe-
ta francez Mr. Vctor Ilugo
LUCRECIA BOBGIA.
Perionagtns e actons.
D. Alfonso D'EitcO Sr. Tcllci.
Gennaro.O Sr. umaraes.
Gubettt.O Sr. Jorge.
KlaffioOrsini.O Sr.jCoita.
Ceppo Llverelto. O Sr. Mello.
I). Apostlo Gaiella.O Sr Figncircdo.
* Ascanlo Petruccl.O Sr. Ncvcs.
(inferno Vilelloso.OSr. Scbaillo.
Rustigbelo.Conrado.
Uin porteiro. N. N_
11. Lucrecla.ASra. M. Leopoldina.
A princeza Negaoni.A Sra. FcUsniina.
Mongos, scnbores, damas, ciiadose soldados.
Finalisar o espectculo com a jocosa arla
O petit-mattre ii polka.
0 director promette ao rcspeltaval publico, o
empregar toda a actividade para que [os inter-
valos se tornem o inais curtos possirel.
Os bilhetes de camarotes, galera e platea,
acham-se desde J venda no cicriptorio do
tlieatro. ,
J^rloclnjar s 8 hora, em ponto.
Avisos martimos.
Precisi-sc de um caixeiro,
que tenlia pralica de Ioja de sapa-
tos : na ra l)ir -- OSr. Augusto Garlos de Ionios, tem
urna carta, na praga da Independencia os
6 c 8.
Ollorcco-so urna ama de leito, e nutra
para servico do urna casa de pouca familia :
quem as pretender, dirijim-se ao boceo do
Tanibi n. 9, na Boa Vista.
D. Maiia Marroquina de Jess Nazare-
no, por si e como tulora do scus lillios, viu-
va e herdelros de Antonio Francisco do lle-
go Barros, arieoda as torras do silio Mar-
caes, sito em trras do engenho Ginipapo,
propriedade da annunciante : quem a pre-
tender, dirija-se ao paleo do carmo n. 16.
Pela polica, acba-se reco-
lliido a cadeia da cidade de ((lin-
da, um preto creoulo, deidade de
4o annos, para inais, o qual diz
chamar-se Joaquim ser escravo
de Joaquim de Uliveira, lavrador
no engenho Palmeira, em S. An-
tfio, e andar fgido, ha um mez,
pouco inais ou menos ; est sendo
curado de 6 lacadas, que deu em si
proprio no acto de ser pre/o.
Pede-se encarecidamente ao Sr. J. F. R.
11., morador no Remedio,que venha ou man-
de pagar una ordem sua da quantia de
40,000 rs vencida em 15 de dezembro p. p.,
e o Sr. G. L. 0. a quantia de 10,000 rs., pois
o lempo he bastante, e se assini nSo lizorem
lerSo de ver seas nemes por extengo nesta
folh.
Roga-se a pessoa'a quem forem oifero-
cidos dous volumes : e primeiro tomo de
Adaro Srnilb (economa politice) e o torcei-
ro das Ordenarles do Reino, que os apprc-
henda.e annuncie que ror recompensado.
Precita-ic muito encarecidamente [altar aos
tenhort.
AnIonio Francisco Corroa Lima, Jos Mo-
roir do Carmo, marcineiro ; J0S0 Fernan-
dos, pedreiro; Jos Elorio de Barros, muzi-
co ; Joaquim das Chagas, pintor ; Policarpo
da Costa, Francisco Ferreira de Mello, Joilo
Martins Saldanho, Luiz Jacinfho Itabcllo,
Manool Pereira BrandSo, Manuel Antonio da
AssompcSo, Francisco das Ctiagas.pcdreiro ;
Francisco Jos da Silveirs, Francisco Perei-
ra da Luz, Gaetano Antonio de Gsrvalho
Gouto, ompregado i Pedro Joaquim de Li-
ma,. Luiz.Gonzaga, Antonio Ignacio de Al-
buqurquo, pintor ; Manoel Carnciro da Cu-
nha, Tenente Pompeu Romano de Carvalho
na ra Direila, venda n.' 72, a-negocio que
diz muito respeito sossenliores cima.
3
Pedro Allaln comprou i Henriques
Rehm a parlo que tlnha como socio na co-
cbflra de Fra de Portis, e tambera com-
prou a estribara da rus da Senzalla n. 1U,
com os cavalles, exilenlos nella, ludo pago
a vista, fleando do primeiro do correte em
diante nico proprietsrio dos ditos eslabe-i Quem aoniinciou querer comprar urna
O advogndo Cervazio Gon-
calvcs da Silva, mudou o sen es-
criptorio para o primeiro.andar do
sobrado n. 1, da ra do Collegio.
lecimrntos.
A' bordo do briguc nacional Adelia
cVc. Carolina, que segu para a liba da Ma-
deira, precisa-se de um cosinheiro ; quem
se achsr nestas circumslancias, dirija-se
ao ai masera de musimos de Braga c. C.
ra do Vigirion. 1, para tratar.
*
m
i
-- Para o Rio de Janeiro saho a 12 do cor-
rente, escuna naciooal Mana Hnmua, s
recebe eseravos a frete e psssageiros : traa-
se com o consignatario Luiz Jos de Si
Araujo, 00 ra da Cruz n. 33
Para ss ilhas de S. Miguel o Tereei-
r a barca nocional Providencia capitfio
Joto Lopes da Costa : quem na mesma qui-
zer carregar ou hir de pissagem.deve tratar
com ooapitam ou com seos consignatarios
Olivoira Irmaos e C rus da Cruz n. 8
Vende-se a barcassa Aurora-Feliz, delo-
te de quirenta caixas, e de boa conslrucSo,
aendo optiraa de volla; para ver no forte
do tnatto, e tratar na ra do Rangel n. 56.
Para o Aracati sane no dia 10 de Julho
a soinaca Car/oifl da qual be meslrc e pratico
Antonio Jos Vianna por ter amaior parte da
carga pronipta; para o resto'da carga c passa-
pelros trata-se com o mestre da mesma no Tra-
pize do algodao, e com o consignatario da
misma Luiz Jos de S Araujo na ra da Cruz
do llocife n. 33.
Leilo.
Consultorio central lioniceo- o
putliico de Pernaiubiico, ;
Dirigido pilo Dr. S. O. L Pinho, *
Ra do Trapiche Novo n. 15.
Todos osdias uteis sedarSn con- m
sullas e remedios de grata aos p- j
bres, desde pela taanhSa al as duas 4
hora. -a tarde. %
As correspondencias o nformac6>s 4
*? podcr.10 ser dirigidas verbalmente, 4
tH ou por scriplo, devondo o docnte <4
0 indicar ; primeiro, o nome, a Idade, ;*
M estado, prolissilo c constituidlo ; te- ;f
0 gando, as molestias, quo tem tido, o (
9 os remedios lomados ; lerceir; a po- 4
9 ca do apparecimonloda molestia ac- )
9 tual, e descripcSo minuciosa dos sig- 4
0 naes ou symptomas que soll'ro. ^
Dr. Satino Olegario l.udgero Pin/10, p
Alii(!-< osiiio do fallecido JoHo Car-
los Pereira do Bdrgos noArraial: quom pre-
tender dirija-so a ra Direila n. 14.
-- Precisa-sede um menino forro, ou cap-
tivo, para o servico externo de urna cusa do
pouca familia pagando-se-lliemcnsalmente
conforme o ajuste: a Ira tardos 9 horas I da
tarde, na ra .Nova, sobrado de um andar
n. 48.
-- Novamcnlo se ropa a todas as pessoas
em gcral que cslflo devendo contas amigas
na venda da ra da Cadeia do Recife 11.25,
defronlc do Bcco Largo quo venham pagar
seus dbitos atcofim do corrento mczdc
julho, na corteza de quo os que nilo lizerom
lerode ver seus nomrs pnblicados, e se
proceder nos tormos da le.
Urna, pessoa ebegada ha pouco lempo
do Rio do Janeiro deseja-se fallar ao Sr. An-
lohio Vieira de Areas; quo dizcm assistir na
villa do Cabo no engenho do Sr. Carn'eiro ;
sobre negocios que diz respeito ao dito Sr.
Areias : na ra do Rozario estreita, venda n.
47 selhe dir quem he.
-- Se oflereco urna pessoa para escriptu-
rar por partida dobrada ou singells, os li-
ma e igualmente a correspondencia, de
qualquer casa de commercio, ou Ioja de fa-
zeudas, etc., que nilo tendo sulTicioute escri-
pia para oceupar um guarda livros cITecli-
vamnte, s precisan occupa-lo poralgumas
horas diarias, ou em dias determinados :
quem precisar dirija-so ra da Cruz n. 10,
1. andar.
'Precisa-sede urna ama emgotnmadei-
ra para urna casa do familia quo saiba liem
o seu oflicio : quem eslver nesta circum
stancia dirija-se ra do Brum sobrado
do quatro andares o no segundo se dir
quem precisa. Na mesma casa offereca-ee
um criado para alguma casa ou cocheira
-- Jo."10 dos .Sanios Goelbo subdito porlu-
9 I lmenlo- de I101111 opilila. *
9 Por todo o mez de julho, sahlrn n luz a W
9 I.* parte d'esla obra'coinposta pelo pro-
9 fessor hoineopalha Gosset llimun; d-
9 vldldaem tris partes. Esta prlmclra com-
A prebende, o discurso preliminar, a la*
A (rodijccso, o ezaine do docnte.a escolha
do remedio, o emprego dos remedios,
_ o rgimen e os conselnoa clnicos, com
9 a explicacSo dos nbmes gregos e anato- 9
9 micos empregados em medicina, e a 9
9 iudicacao dos medicamentos apropria- 9
9 dos para cada caso de cnfermldadc. Es- 9
m ta obra he til, lano para 01 mdicos 9
tm, que le dedjearem a eiperiinentar a no- m,
va medicina, como para todas ai pe- ?
_ soai de boa vontade que le quizerem
g convencer por expcrlenciai da verdade 9
9 d'esta doutrina, por ler ella multo clara 9
9 ca.inielligencia de lodos. ^
99999999999999999999
Col I i'i; lo da rila do Mondcgo.
O abaixo assignado aonuncia ao reipcitavel
publico, que o seu collegio na ra do Mondc-
go n. 44, se acha autorlsado, de accordo com
o regulamento provincial de 12 de malo do cr-
reme, por provisto de 21dejunho prximo
passado. As disciplinas que em diso collegio
ac enslnam actualmente sao : graininatica la-
tina, grammatica da lingoa franceza, priinei-
ras lellras, msica vocal instrumental! sendo
professores pessoas rcconbecidamentc habili-
tadas ; assim como se rusinar qualquer ou-
tra disciplina ou faculdadc que pelos paiS dos
alumnos for exigida, para as quaes o mcsino
abalxo assignado tem escolhido professores
igualmente idneos. O annunciante julga es-
cusado repetir o que j tem declarado em ou-
tros annunelos Acerca das accommodacocs da
casa, saudavcl tituacao, regularidadc do ensi-
llo e condices de inoralidade, visto como to-
das esta qualidades se acbain garantidas pe-
la liccnca obtida, c pela inspeccao do Illm.
Sr. director geral. Eintiin continua admiitit
alumnos pensionistas, molos pensionistas c ex-
ternos, respeito de cujo cnsino c mais con-
dices verbalmente tratar.
Frnncitco de Saltes deAlbuqucrquc.
Ignacio Lula de Brito Tabarda, com Ioja
de fazcudas na ra doCrespo n. 10, lembraa-
quelles de seus devedores, que tendo obtido
espera, a dclxaraiii vencer, e nao tem ido pa-
gar-lhe, que cumprain o promctlido no prazo
de oito dias a contar da publicacao do presen-
te aviso; c o mesmo devero fazer aqucllcs,
cujos dbitos se conslderSm vencidos, c tam-
bciu llic nao leein pago 1 o annunciante acha-
sc compioinetlido a cumprir devere a que
nao pode fallar, e precisa re liquidar suas di-
vidas activas \ para cuja solucao nao exitar
cm continuar a publicar os nomes dos seui dc-
vedorc reminoi ate que lbe paguem.
Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do Rangel, queira mandar pagar a as-
signalura desle Diario, e cm quaulo nSo o
fizer ver o* seu nome publicado em letra
redonda.
-- Pede-so ao Sr. B. J. C. que por sua
honra edignidade paguo a pessoa quoS. S.
nflo ignora, o qne est devendo-lhc. e de-
via satisfazer no principio do Janeiro do
corrento anno o adimirma-se quo se o nilo
lizer proraptarnentc, passir pelo desprazer
do ver seu nome inleiro nesto jornal. Pre-
vine-sc o publico de quo a dosappari;3o
desle annuncio nilo provar o pagamento da
divida, senSo sendo elle substituido por
oulro quo o declare.
Pede-se ao Sr. Jos Carlos de Mcudon^e
morador no sul desla
sem demora
porco de madeira ordinaria procure na ra
da Praia armizem n. 55 qns achara cora
qnem con Irada r.
F>ccisa-sedo um homrm para feitor ou
dealugtiel para tratar de um sitio pequeo:
a fallar na ra l.srga do llozario venda n. 40.
Antonio Cancio de Mmn vai para a
Bahl
Manoel Antonio NorberlO, subdito por-
tuguez, retira-!c para Lisboa.
-- Procisa-se de urna ama de casa; quo
saiba engommar o ensaboar, e teuha bons
eostumes : na livraria n. 6 e 8, dapracada
Independencia, que se dir quem precisa.
Alugi-se um terreno no Luca, sito na
Estrada Nova ao ir do Recife para o Caxang,
do lado esquerdo, proprio para pnstagemjdo
gados, e ranchos de malutos, tendo o mesmo
terreno una cazinha e rancho : a tratar na
ra do Vigarlo n. 7. primeiro andar.
-- Antonio BrandSo da Rocha, comprou o
ii'in em seu poder o meio bilhete da 9.a jo-
tena do 1 hi'smiro jiulilico do Rio de Janeiro
n. 1216, pertencenlo ao Sr. Francisco Joa-
quim Telles, .de Macelo.
-- Liliana Agnello Lima, faz publico que
se acha provida de titulo para ensinar pri-
meiras letras ; por tanto contina a ter|a
sua aula como al aqui, estabelecida na ra
da aladre de Dos n. 34. -"
9 999999999**9 99 99*9999
J Paulo Guisnoiix, dentista
9 1 viiior/.. offerecc sen prcsli- C
9 mono publico para todos os 9
9 niislcics de sua proflssfio : 9!
* pode ser procurado a qual- 9
'- Compra-se, para urna encommenda ,
um oratorio de tamanho regular : na ra da
Cadeia, Ioja n. 53.
Compratn-se 4 a 5 taboas, e at 30 ou 40
duzias, nflo se olha qualldado, servo de
qualquer madeira o grossura, e mosmo em
estado de ruina, oquesequer heprecocom-
modo, por ser para urna cerca : quem liver,
nnuncie.
Compra-so urna barcada que esteja
preparada, capaz de navegar : quem tiver,
annuncie por esta folha.
Compran.-se 2 solios de molas, j usa-
dos, porm em bom estado : na rua Nova
n. .'.n, mi annuncie.

Vencas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos visite contos tl*. ris.
Napractda Independencia, Ioja da miu-
dezas n. 3, que v 'lia para a rua do Qucima-
do e Crespo, vendem-se bilhetes, meios,
qmirtos, oitavos e vigsimos da loleria 9.'
iodomnisaeflo do thesouro publico, e na
moma Ioja mostram-se as listas das queja
correr m.
-- Vendem-se um terreno com 100 pal-
mos de frente, e 500 de fundo na passagem
da Magdalena entro as duas pontea : um dito
com 107 palmos de frento, om 20 do fundo
3,000
600
480
210
1,000
80
80
Jos Bernardo do Souza junto da igrrja do
N. S. do Pillar no mesmo lugar 1 ora de
Portis.
Intcressa aos Srs. de cnircnlio.
Vendo-so um alimbiquo novo para dis-
Itilacflo continua, segundo o avalenta de Da-
M rosne, cujo apparelho lanto serve para fa-
liier liora cm sua caso, na 9 zeragoardenlecomu espirito at lograos,
w na largado Rozarlo, n. 36, 91 0 que muiloconvem aos distilsdores o Srs.
* segundo andar. #99"'ff#9(^9999999999i# laqflo desles productos conforme convier,
DESAPPARBCEU no dia 6 do correte Vista de seus precos no mercado,
mez, urna pnta crooula, denomeMar-j Este apparelho de dislilacflo lio o mais
Vcndrm-se fazendos baratas," II-
iiiiiiiii a vi"ta 1 na Ioja 11. V|, a-
tras da matriz.
Veos de liaba brancos, bordados com
Dores
Longos do cassa pintados
Hilos de algodao pintados
Ditos de dito brancos, para minjnos
Ditos deseda de corea, para sonhoras
Meias do tigodo pretas, curtas
Ditas de dito|ditas, cumplidas
Bicos de linho brancos, 1 vara 100; 80 e 60
lulos pretos 120
Mantas de garca preta 3,000
Lencos de dita pretos 2,000
Ditos pretos de fela, para grvala 1,000
Luvaa ri .i inuiilaria -,u
Meias de algodao, para mininas 210
Ditas de dito, para senhoras 320
lioeets, para mininos 200
Chapeos de palba, para senhoras 4,000
Ditos de pelo, para mininas i.Ooo
Chales de seda, para senhoras 6,00o
Chapeos envcrnlsados, para rapaziada 2,000
Pescocinhos do fil deliobo, para so-
nhoras 2,000
Suspensorios de burracha 400
Chapeos do palba, para hommens 3,000
Sapatos de duraqua, pira mininas 500
Botins do dito para ditas 3,000
Sapilos delfla, para senboras 1,<00
Vendem-se relogios americanos, para
emFora do Portad abeira do rnr." E quem os!cima do mPsa, com corda para 8 dias, pelo
pretendor dinji-se, quanto ao 1. a Jos An-i diminuto preco de 26,000 rs.,e corda para
tonindoOliveira na pracinha do l.ivramon-j-'V hora, por 13,000 rs.! na rua Direila
lo Ioja de fazendas n. 57 ; e quanto ao 2. aja- 37.
-- Vende-se um preto, do nac.io, com 22
annos de idade, bonita figura, he bom ca-
noeiro o cozinheiro, o motivo da venda so
dir ao comprador : na rua do Rozario es-
trella travessa do (Jucimado, Ioja do miu-
clezas n. 2 A.
Clicgiicmao Barato.
Na Loja da Rua da Cadeia.do Recife nu-
mero 54, vende-sc pelo diminuto prego, as
fazendas scguinlcs : Pao da Cosa, mu
lo largo para cuboila do eseravos, a 400 rs.
o covado ; llriui do Cores, de puro linho,
para caigas, ou palitorcs. a 280 rs., o cova-
garida, do vinteoseis annos de idade, pouco 'perfcilo que se conliece alhoje, pois olVrc- do ; castores de bonitos padrOcs, para cal-
mis ou menos, pertenecnte aos bens da fal- ce grandes vanagens sobro osoutros sysle-
lecida 1 hereza Malhildcs do Jczus, e lem oslmas de lambiques, porqu8nto nio precisa
seguinlcs signses : altura regular, cor prc-|d'uma gota d'agoa para distillar aguar-
la, com todos os denles da frenlo e alvos, | dente, porque "condensa os vapores o res-
cara redonda, tem urna belido no olho di- 4 fra-os por meio Ja mesma garepa quo tem
reilo,(ou esquerdo), vestido amarcllo com de distillar, c por csnscguiilo gasta menos) 1.1G0 rs.cada um ; Uncos do cinta, a 120,
listras, panno da Costa,tem as nadegassahi- corabustivel, por isso quo as garapas quan-MO rs., cala um ; suspensorios ordinarios
das para fra, falla fina, muito farsola e tem do clicgo as caldciras j se acliflo emesia- o par a SO rs. mantas rara grvala, o que
gas, a 210 rs. o covado ; ricos cortes do co-
lote de fustao, a 500 rs, : Chales pequeos
azues de dula, proprios para andar om cava,
a jilo ; rs. panu lino azul, a 2,000 rs. o cosa-
do, Chapeos de sol do armag.lo do junco, a
cicatrizes de chicote as costas: quem a do de ebuligo : o seu processode distila-
pegar dirija-se a rua das Cruzes n. 36, pri- gfloherapido, eoaprovcitamciilo do liquido
meiro andar, que ser recompensado. 'submettido ella be o rais complietoquo
(Jiiein perdeu' um relogio do caisa do so pode desojar, e os seus productos sflo do
taibom scrvcni para collctes, a 320 rs, cada
una ; ssias de raga da cordSozinho para su-
nhora, a 500 rs, e oulras fazondas, quu so
tonillo ,:;:; i- :".'.'::, nilo s pela sua boa
ouro, com vidro o mostradur de. prala, com superior qualidade, pois nio apresentam o quajMaMt^^om^^eJo^hsrato ^P^pa
urna correntinha quo Iho serve de cadoias : cheiro o sabor dosagradavel (em fyreuma- "
annuncie para ser procurado, I tico) que lio tflo commum em nossas agoar-
**9J-ry--'rTV *?*?* denles.
9 .Ndame Tbciird rua Nova 91 A tratar na travessa da Madre de Dos n.
9 n. 32 9 5, idverte-se que nSo se duvida fazer ne-
9 Avisa as suas froguezias o pessoas de 9 gocioa prazo, ou a troco de agoardente ou
9 bom goslo, que aoaba de receber um 9 espirito, com a competente seguranga.
9 lindo sorlimento de fazendas franca- 91 Na casa de commistaS de eseravos da rua
9 zas, sendo um grande sorlimento de 9 ,la Cnu do Recife n. 6 I. aidar. Vendcm-sc
9 chapeos de seda de todas as cores para 9 5 eseravos, sendo duas pretas crioulas, urna
9 senhoras, guarnigflos do seda para 9.de 18 annos com bonita figura sadia para
9 vestidos, ditos de flores para noivas, 9 todo servigo do casa, outra do 20 annos
9 fitas de todas as qualidades e do todas 9!com urna cria do tres mezes, cuzinheira, la-
9 as cores, dilas para enfeitar vestidos, 9(vadeira o boaquitandoira, 3 pretos bonitos
9 bicos de seda, dilos de blondos, tran- 9 dous do Mossimbiquo com 24 e 15 annos,
9 gas o franjas do todass cores, cortes 9
9 de mantelletes muitos ricos e do tima 9
9 moda intciramenle nova, mantelloles 9
9 de lodas as cores, c tambero muito 9
ic modernos, na mesma casa continua- 9
* .u a fazur vestidos de bailes o do noi- 9
0) vas, vestuarios c toncas para baptisa- 9
? dos, o todos os enfeitos o adornos do 9
sonhoracotamuita brevidade
si'.nliora coiu nunla lirevidaae o per-
sts^k ti*' f *H i 1
desla provincia quo puRue I .'
herdeira de I). Mariana lio- 99*,'**^*9*9 9999
drigues do Jczus, a quantia de 070,000 rs.,
priucipal c juros de sua letra passada a dita
sua fallecida mfli em iodo julho do 1N33 ; e
devo estar certo Je qne emquanto nflo pa-
gar sofl'rer o disgoslo do ver o seu nome
as columnas deslo jornal, j qno otilros
meios tem sido insullicicntes.
Jote Luiz Pereira, perlendendo acabar
al o liin do concillo anuo, com asila loja
do ferragens da rua nova nova n. l6offere-
ce a quem quena comprar, e principia des-
do j a vender qualquer corgflo do ferra-
gon 011 miudezas pelo quo llie custrarflo;
aproveila a occasiflu pira rogar a saus de-
vedores qneirflo satisfazer scus debites 110
prazo do 30 dias, para o nflo cunslraugcr *|
chamar por fullias publicas a qoclles qno so
esquecerem.
DENTISTA.
J. Jane dentista bem conbecido nesta pra 1,
reccnlemcntc chocado da Hahia, tem a honra
n. 10 primeiro andar, aonde sempre se achara
das 9 horas do dia ate as I da tarde.
Os Srs. quo fallram para esta lypogra-
pliia admilliraprendizes do compositor, po-
dem opparecer, quo ha lugar vago.
Quom precisar de um rapaz brasileiro
de i lade do 12 annos para caixeiro do tiual-
quof estabelecimento, o qual il fiador a
sua conduela, dirija-so 11 rua Nova n. 30,
menos para caixeiro de venda.
(Jutim precisar de una mulher, perita
engommailcira o cozinhoira, o quo he hbil
para todo o servico de urna casa de homeni
solteiro, menos o de fazer as com ras de
rua,dinja-sc rua do P.aogel, n. 19, casa
terrea.
sadios, bons trabalhadorcs de armazem do
a-sur 1 r, e um dito de Angola com 40 anuos,
canociro e trabalhador do cnxada.
;', COnsnltortO de institulo lio-
S inconatbleo do lirasil.
- CRA1UITO PARA OS POBRES.
tua do aterro da Boa-vista n. 47.
w Tundado pelo cirurgiflo Jilo Vicente
O Maitins, primeiro sccr. tario perpotuo
O do insliluto liomccopatbico do Brasil,
Q pelo cirurgiflo Francisco Jos Rodri- O
Q gues. Este consultorio est aborto lo- 0
hga-se'ao Sr. I ir. Honorio Fiel deja dos osdias uteis das 9 horas da ma- <1
iigmaringade Vascurado, que so acha boje / nbfl al ao meio dia, uello os pobres n
- receberflo consultas o romodios do m
O correlor Miguel Carneiro, far lei,
lio no dia 9 do corrento ao meio em ponto,
no seu armazem na rua do Trapiche n. 40
da barcassa Diligencia que servo para cre-
nar navios, com todos os seos pertenges :
c juntamente urna porgSo do vergas e paos
que ludo ser entregue por qualquer pro-
go : os pretendentes dirijam-se ao mesmo
armazem que se mostrar o inventario d
mencionada barcassa, e o lugar ondoest
ancorada.___________
Avisos ditfersos.
guez rcljra-se para Europa..
~ Offrece-se urna mulher para ama do
casa no beco do Ferreiro n. 6.
Roga-se ao Sr. Pompeo Romflo de Car-
valho que haja de vir satisfazer a quantia
que n9o Ignora na rua da Praia n. 32, na
falta sor chamado a juizo competentemen-
te para o dito pagamento.
Roga-ss ao Sr. Silvano Mhomaz de
Souza Maia que luja de apparecer na rua da
Praia 1. 32, a ncgooio quo nflo ignora.
So dia aa do corrente, lur-
taram um bracelete de ouro liso,
todo de urna krgn'ra, com o peso
de 8 a 9 oilavas : a pessoa a quem
fr oirerccido. queira 1er a bonda-
de de o levar ao Atierro dos A To-
gados numero 7, que sera recom-
pensado.
Consultorio homcopat/iico, rua do Colle-
gio n. 25.
0 Dr. Lobo Hoscoso di consullas gratui-
aenborea do contrato das carnets tas aos pobres, todos os dias uteis, desdo 9
verdes. I horas da manhSa, al aomoio dia, depois
Lendo no Diario de 7 do vigente, o vosso des. a hora visitar em sua casa os doenles,
aviao, em que promeUeis ao publico lodas 'que liverem precisflo, e em casos extraor-
as enmmodidades, que possam resultar, das dlnarios a qualquer hora do dia, ou noute;
"ie.uiuui,quea|expcrienc indicar,iprsio-'recebo doenles para tratar, ou fazer qual-
rne a rogar-vos em nomo dos habitantes de'quer Operagflo em urna casa para isso es-
Aplpuco, que Ibes mandis fornecer carno, tinada, fra da cidade, sendo o preco de
para o taino que lexisle, pois eili com- 1,000 a 2,000 rs. diarios para os eseravos,
Prehendido as G fregueziasde quo fallaos : conforme as condigoes quo se estipularen),
nflo he a maledicencia quem me guia es- o 2,500 rs. pare homens livres : as pessoas
crever estas linhas, porra o desejo, de que que nflo poderem comparecer no consulto-
nao continen) a soffier aquellos habitan- rio poden enviar suis informagOes por es-
tes, dos quaea tereis agraldSo em pagado cripta ou vocalmente, declarando o nome,
que vos pede. Umgut lipasseia. idade, tomperemonlo, conslituigflo, resi-
A pessoa quo por este Diario, aonuo-'deneia, e especificando lodos osincommo-
cou querer comprar urna barcaga : dirija- dosquosolTre e as molestias que antenor-
je a rua da Cadeia do Recite o. 54, que acha- menle tem tido.
ra a sua vontade. I Na rua do Rozario larga n. 88, precisa-
Madama Alaria Lanis, LucasdeV. Vas- se de urna ama, que tcnba bom lcilc, de
o o sua lilha de menor Idade, retirara sepa- boa conducta eque seja parida de pouco
f o Rio de Janeiro, tompo.
advogando em Goianns, quo mande pagar a
sua le 1.1 quo so acha vencida a anuo e meiu,
o qual nflo ignora aonde : em quanto o nflo
fizer ha do ser lenjbrado.
Aluga-se um sobrado do 2 andares as
ras seguintes : rua Direila, rua do I.ivra-
mento, paleo do mesmo, rua do Queimado,
ruado Crespo: quem liver o quizer alugar
dirija-so a ru da l'raia n. 55.
Precisa-sc de urna pessoa que soja peri-
ta cm plantaccs de sitio, para o lser em
um no lugar do Remedio : quem esliver aellas
ciicumstanclas, dlrija-sc a alfandrga desla ci-
dade a seu porleiro.
Piecisa-se de aprendizes decbaruteiro
na rua Imperial n. II.
-- Roga-se ao Sr. T. G. o favor de man-
dar pagar a letra do 712,212 rs., saccada aus
31 do margo do 1818, e pagavel aos 31 de
dozemhro do dito anno, no engenho Ma-
gangana, cuja letra veio acorrpanhada de
uina caria quo dizia se eu nflo pagar no di-
lo lempo nflo tenha mais coniemplagflo,
nem no prsso, ncm nos juros, o so por fala-
lidadc nflo cumprir a sua prqmessa dontro
do 8 dias, ver o seu nomo por oxlensu nes-
to DiariOf
00 OQQQOOGQQQQOQQOQ
n lilil ta- Crii/.c- 11. "JS. I
n Consultorio homaopathico do facutlali
% vo J. /'. Cuanuuu.
O
9
2 Gratis para os pobres. n
2* Na ausencia do facultativo ], B. Ga- ^
9 sanova, o professor homccopitha v
V Gosset Rimont cintinuari com os
O trabadlos do mesmo cousultorio, on- O
do poder ser procurado a qualquor
hora. 0
G00
Precisa-se de urna criada livre, para
todo scrvlgp.de urna casa de pequeua fami-
lia, dindo fiador a sua conducta : trala-se
na loja do Sr.Guilhcrme da Silva Guimarflcs,
najua do Crespo.
Precisa-se do urna rspllier idosa, de
boa conduela e desempedida, para ama de
casa de pouca familia : na rua da Cadeia do
Recife n. 56.
O grande hospital de caridade, precisa
do eufermelros.
Precisa-so do um caixeiro, para urna
venda : na roa Larga do Rozario n. 32.
O bacharcl Angelo Henriques da Silva,
mudou o seu escriplorio de advogacla, para
a rua de Hurtas n. 22, onde pode ser pro-
curado.
Minoel Maia da Silva retira-se pira
fra da provincia.
romodios
graga ; os que nflo poderem compa- 5
'.'', rtcer por causa do suas molestias j.
Jjj serflo visitados om seus domicilios a ~
9 toda e qualquer hora do dia, parlici- jj*
<& pando uo consultorio, ou na casa O
0 amarella n. 88 defronle da matriz v
C tereeira andar, na mesma.
Q9QQ90QQ999Q QVQQ
-- Aluga-se um primeiro andar, com
bons rommodos, pintado Olimpo, por ba-
rato aluguol, proprio para algutu agricul-
tor, por lor bom quintal para botar ani-
maos : trata-so na rua Imporial n. 167.
-- Aluga-se um sobradinlio de um andar,
por 100,000 rs. aiiniiao.--, na rua Imperial n.
100 : trata-se na mesma rua n. 167,
Dam-fc '200,000 rs. a premio, com boas
firmas, ou ponhores quem precisar, an-
nuncio.
Tendo sido fuitados, as ullimas 11011-
les alguns reverberos dos lampies da illa-
minagAo publica desla cidade, o rcspeclivo
arrematante, offerece o duplo, do seu valor,
a quem os comprar o llie os fr apresentar,
declarando a pessoa. que os venriou.
Precisa-se alugar um sitio, que tenha
boa casa de vivenda, bstanles fructeira& e
pasto pira 8 a lOvaccas deleite, anda que
seja distante desla praga at 2 ieauos : na
rua do Ringol 11. 56.
Compras.
Loleria de Ji. S. do Llvraiuciilo
O cautelista Salusliano de Aquino Ferrei-
ra, faz scicnto ao rospeitavel publico per-
nambucano, quo as suas mu acreditadas
clutellas da loleria de N. S. do Livramento,
que corre no dia 12 de julho correnlc, ln-
fallivel, cstam expostas a venda, na praga
da Independencia n. 4, loja do miudozas
na rua da Cadeia do Recife 11. 46, loja de
miudezas.; no Aterro da Boa Vista, loja de
calgado 11. 58, e no dia 13 do crranle nc/,
pelas 9 lloras da manhfla, al as 6 da tarde,
principia a pagar as caulellas premiadas, na
plaga da Independencia numero 4, loja do
miudezas de Fortunato Pereira da Fonseca
Bastos.
Cuartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
-- Sabio luz a IraduccffO do um dos
mais bellos opsculos de l.imenaes, que
bem so podo chamar o Vade mecum do Pa-
vointitulado A escravidflo moderna o
nobre lim do anlor he fazer ver aos poros, q
0 nico meio de conquistaron! o seu direito
est em cumprir religiosamente os scus de-
vores. Vende-se em S. Antonio no palco ,1o
Collegio na loja do livrn azul, e na Boa-vista
na botica do Sr. Gamciro. Prego 320 rs.
Vendom-so Irancolins, brincos, anolOes,
1 slfineita de peito, colar, cordflo, 12 colhe-
res de prata para sopa, 12 ditas para cha, 1
par do castigacs o 2relogios, patentes in-
glozes, de curo: na rua do Rozario estreita
11. 28, segundo andar.
Pega de chita, a -l$ooo rs.
Na loja n. 5, quo volla para a rua do Col-
legio, vendem-se chitas do cores, polo ba-
rato prego do 4,000 rs. a pega ; pao fino
preto, a 3,200 rs. o covado; chapeos de sol
do seda, a 5,000 is. o oulras multas fazen-
das do bom goslo o multu baratas.
O Na loja du sobrado amarillo, nos 9
9 Quatro Cantos da rua do Queimado n. f
9 30, vendem-so, um completo sorti- a>
4 monto de manteletes pretos e de c- fr
? res, com enfeites, muito modernos o 9
? do muito goslo o por prego commodo. te
999*fSr9**99**9$99999
Lotera do Rio de Janeiro.
!e?9w99**999$9 **>?*
* Chapeo"! de soda de lodas as v
? cores para senhoras. 9
Vendo-so para 8 al 10,000 rs.; na m
rua Nova n. 32, loja de madame 9
Thcard. 9
????*??^*^^S99999999
Vende-se, ou permuta-se por eseravos,
ou casa.terrea nesta cidade, um sobrado, si-
to a margen) do rio Capibaribe, no Montei -
ro, recebe-sc tambem letras cobraveis, que
os devedores sejflo moradores nesta cidade :
trata se com o Reg Rangel.
Vende-se uina negra do n.-eflo, coz-
nha o diario do urna casa, lava o vende na
rua 1 no pateo da ribeira do S. Antonio,
sobrado n. 19.
Vendem-so saccas com farinha de man-
dioca, de superior qualidade : no armazem
do Francisco Itias Ferreira, no caes da Al-
fandega defronto do guindaste.
Vendem-sc 3 bonitos moloques, de 18 a
20 nnnos; 1 lindo molalinho de 10 annos,
muito esperto, bom para aprender ollicio;
I nrcto bom cozinheiro ; 2 ditos do maia
i'inl 1 ; I linda molatinha, muito alvinha o
que cozc milito bem, de 10 annos ; 2 pretas
quo engommam c cozinham ; 2 ditas muito
boas quilandeiras e cozinheiras ; 2 ditas de
nvia idad, 1 dis (uaes eozinha muito bcut
o vende na rua : na rua da Cadeia do Reci-
fe n. 51, primeiro andar.
Vende-so urna preta mog<, rccollda,
bonita figura c pessante, a qual faz lavarin-
lo, cozo, engomma, eozinha, omaisarran-
jos de casa, isto com toda a perfelgflo posst-
v:l, cuja conducta o habilidades sealiiu-
gam : na rua larga do Rozario, loja da miu-
dezas 11. 35.
- Compra-so urna roiulha com laboinba,
ou vidraga : nesta lypographia.
_ Compra-so diariamente 50 arrobas de
capim, lanto no invern, como no verSo : a
quem llie convier, annuncie.
Compra-se urna cscrava que nSo lenba
vicios e nem a achaques, tendo as habilida-
des de sor porfaita emgomadeira, ctisturci-
ra e cozinheiro, no Recife rua da sansala uo-
Nova n.7 dir quem compra.
Compratr-o2lengoadeUvarinto, de
cambraii de linho : na rua do Trapichen.
17, em casi de Jos Teixeira Bastos.
Compram-se eseravos com cilicios de
ferreiro, carpinteiro e pedreiro, assim como
molecotes o molecas do 14 a 20 annos, e mo-
cambas com habilidades : na rua do Colle-
gio n. S5, primeiro andar.
Compram-se eseravos do ambos os se-
xos, pira dentro efra da provincia, londo
bonitas figuras, paga-so bem : na rua das
l.arangeiras n. 14, segundo andar, a qual-
quer hora do dia.
aos 20:000,000 rs.
Na rasa feliz
Dos quatro cantos da rua do Quoimado,
leja de fazendas 11. 20, vendem-so os muito
afortunados bilhetes, meios, quartos, oila-
vos, e vigsimos da 11.* loleria do S. Sacras
ment, cuja lista chega infalivelmenlc no
primeiro vapor que so espera ale o dia 13, o
na mesma loja se mostram as listas pas-
Mdaa.
JMovo esgrtiicsdcnlsrndao a
2,5oo n pessn.
Na rua do Crespo loja da esquina que vira
para a C'adea vendem-sc 'pessas de esguides
de algodao com 12 jardas muito linos a 2,500
rs. c outias fazendas por preco commodo.
A 5,ooo ra. o corle
Vendc-sc ricos corles de cascuiira pelo di-
minuto proco de 5,00 rs., a ellos antes que se
acabem: na rua do Queimado n. 9.
CIIAPKOS DE SOL.
Na rua do Queimado loja n. 19 chapeos de
sol de paninho armacao de balla 1,500 rs.
tambem se vendem chllas.frauccias 280 ri. o
covado.
Loleria do Rio de (Janeiro.
jtos 20:000,000 di rs.
Ni rua larga do Rozario, loja de miudo-
zas n. 44, junio a botica, vendem-se os fe-
Corrcntes de aro para relogios a
5oo ra-
lle rhegado c acha-se a venda na nova lu-
ja de miudezas da tablela em frenlo do l.i-
vramente as modernas con entes de ago, a
300 rs sflo baralissunas, a ellas rapa/1,1 1..,
antes que se acabem; na mesma se vendo a
acredilada graxa em latinhas, a 140 rs.
--Vende-so um escravo do servico de rua,
fiel e sem vicios, o motivo da venda sodint
ao comprador : no Aterro da Boa Vista 11.
45, primeiro andar.
Vende-se na rua Imporial n. 7, um es-
clavo creoulo, de bonita figura o mogo, a
vista do comprador se dir o motivo.
Vende-se urna negra moga, sem viciu o
nem achaques, sabocozinliar o engommar :
no palco do Tergo, casa n. 33.
He chegado a rua do Quei-
mado n. 44> r'cos cortes de cole-
tea, de linho e seda, pelo bara-
tissimo nrcro Ae. l,oon e 00 rs. ;
assiin como peras de riscadinho
muito linn, a 4>5oo rs.
Vende-se um jogo de bancas o urna me-
sa do meio do sala, todas eom pos de culo-
na o de Jacaranda, com algum uso, pon 111
pcifeilas : na rua de dorias n. 1.
-- Vende-se um forle piano, em moio
uso, com minio boas voies, proprio para
qualquer pessoa quo quoira aprender, por
ser muito apreciivel e por prego commodo;
na Roa Vista, rua da Mangueira n. 9-
Vende-se um par do venezianas para 2
portas, om l>om estado, por progo commo-
do : na rua da Cruz do Recife n. 31, pri-
meiro andar.
Itlihetcs do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praga da lodepen-
deoeia 4, vendem-se bilhetes ttWTW.
meios, quarios, oitavos e vigsimos, da 9.'
loloria para fndemnisacflo do Ihesouro pu-
blico, oa mesma loja recebu-se bilhetes pre-
miados em troca dos quo tem a venda.
Vendem-se portos, portas e sacadas
do podra com soleiras de granito: na rna da
Cruz, armazom, primeiro andar, n. 51.
---Charutos da Babia, sortidos e chega-
dos pelo patacho IVova Lu, por prego com-
modo : armazem, rna das Cruzes n, 51.
Vende-sc um sobrado do um andar, 11a
rua da Calgada;assim como Iones de amarel-
lo, que levam 10 pipas ; 2 alambiques de
Derosne, por pregos commodos : trala-se na
rua das Larangeiras n. 18.
Vende-se um terreno, com 85 palmos
?."""',' veuuon. 0Sle- de fronte, quintal, cacimba do podra o cal,
lizes bilhetes, meios, quartos, oitavosevi- -r-tinr, .,'.. i,i1B/. .1,, vu-
gesimos, da dcima primeira loleria do San- n,! C,L, 54g P
\^!SL!\V\^^JSJ^J& '. Vende!., um bonito pardo, de e.eg.u-
mencionados. cuja lisia ehog. no primeiro te ng^deTd.de"de 2 a 25"VnnosV?om-
plato lloiai de pedreiro, de fazer toda e
qualquer obra, com perfeigflo : na rua do
Mondego n. 99.
Livros embranco.
Vendem-ie livros embranco de eiceilcnlc
panel, ptima encardenacao; assiin como abe-
. cedsrios inui bem arranjados: na livraria na,
. e 8 da praca da Independencia,
Pregos, pag'O" os pieinio-, sem
descont.
Rilhetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
22,000
11,000
5.600
2,800
1,300
LADO
V .-n-1""


-- Vende-se superior cognac velbo, em
birria de 12 24 nadas : na ru* da Cruz
n. 55, casa de J. Keller f* Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio cbegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco oais ou me-
nos : na ra Ja Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
i'u/tma- por a rociarte de scu va-
lor, na rna do Crespo n. 6.
Cortas da chita finas, com 12covados, a
1,920 rs-; dito de cassa chita, a 2,400 e 2,800
rs.; chapeos de maca pretos. a 800 e 1,000
rs.; corles de brlm lislrado delinbopuro.
a 2,000 rs.; alparki de cordo proprias para
casacas o snh recasa ras, a 800 rs., ocovado
e militasouiras fazendas baratas: na loja
cima referida.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Balita.
Vende-se, em casa de N. O. Bicber & C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
aasucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
(.iima mesclada a 28o i -. o
eovado.
Dcfronte do beccodo I'eiie frito D. 3, vende-
te canea mciclada de qualro palmos reforja-
dos de largura pelo baraflitimo preco de qua-
lorie vinlc o eovado, esta fazenda be recoin-
mrndavel nao s para jaquelaa c calcas, como
lamben) para palitos e casacos.
Cen de carnauba.
O mala superior que lia neste genero, ven-
de-se em porcao e a rctalho : na ra da Cadeia
lo riccife, lola n. 50 de Cunha &t Amonio.
K9AfVf*<*f>tff*f?
Arados americanos. J
S Vendem-se arados americanos ver- ^
>. dadeiros, chegados dos Estados- <
> Unidos na ra do Trapiche n. 8. <(
MMAM^ A A.* .-^.ft* ft L A A A A
Cera de carnauba.
Noarmazem de tiomiugos Rodrigues de
Audradeci Companhia, na ra dosTanoci-
roan. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente viudas do Aracaly, em
pona e a retalho, por menos prego que
em outra qualquer parte, assim como sola c
cnurosmiudos.
__Vende-so ou arrenda-sr, lima casa de
pedra e cal, sita no Montciro, com terreno
para plantar o com arvoredos de frncto, por
pnco rommodo : liata-so naruu dasTrin-
i liriras.u 48, primeiro andar.
Vende-se urna escrava de idade e de
nagSo, boa lavadeira e cozinheira : na ra
Imperial n 7.
Deposito de cal e polassa.
No arina/.ciii da ra da Cadeia do Kecife n.
12, ha muito superior tal de Lisboa em pedra,
assim como potasaa chegada ltimamente a
preco muito rasoaveis.
: :
t AlgodSo para saceos. <
aV Vende-se muito bom algodflo para <)
t> saceos de assucar, por prego commo-
(A do : em casa do Iticardo lloyle, na *
* cua da Cadeia n. 37. ?
&<*0G9&-9t&9> ##:##?
Lotera a beneficio de X. !s. do.Li-
vramento.
Aos 5:000,000 de rs.
Na loja do miudezas da Praga da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilheles inteiros, a
10,000 rs.; mcios, a 5,000 rs. ; quarlos, a
u',600 rs.; decimos, a 1,100 rs., e vigsimos,
a uoors., corre no dia 12eJulho.
luci.jo- d prato.
iTcsquissimos e muito macios queijos de
prato, vendem-se por prego commodo : na
la da Cadeia do Hecifo n. 1.
Vendo-sc a taverna n. 8, da ra do
liangcl, muito afreguezada para Ierra e pa-
ra o mato, o muito vantajosa, n0o s pela
clegaucia da armsgiio, (orno por esta per-
tencer a casa e ser commodo o aluguel: tra-
ta-so no mesmo cstaliclecimento.
CERA M VLLAS.
Vendcm-se caixas com cera em
velas da mais superior que ha no
mercado, fabricado em Lisboa c
no Rio de Janeiio, sorlimcnlos ao
goslo do comprador e por preco
hus barato do que em outra qual-
quer parte : trata-se na ra do
Vicario n. irj, segundo andar, com
Machado & l'inheiro.
tos escuro a 1,600 rs. o corte, rlscadoi de li- (vado, ditas a 120 rs ditas para cobertas a i60
nho a 220 c 320 ra. o eovado, riscado de algo- rs., riscados francezes a 200 rs., ditos monslroa
a 200 asa cambraias da India bordadas a 400
rs. a vara,leudos de seda para mao a 1,000 rs.,
ditos brancos 4c bico a 320 rs., ditos faos a
dao trancado inulto cncorpado proprlo par
cacravo a 180 c aOO rs. o eovado, picle a 180
i ra. o eovado, zuarte atul de 5 palmos de lu -
' gura a ?40 rs. o eovado, dito de cor a 200 rs. o
eovado, riscado firancez multo linos a 240 ra. o
eovado, chita para cobertas decores fixas a200
! ra. o eovado, ditas para vestidos a 160 e )80ra.,
, cassa cbila corea fixas a 440 rs. a vara, casto-
> res proprlo para palitos a 280 ra. o eovado,
' pecas de cassa de cilindros para jabados e cor-
\ tinados de cama cotu 8 varas < un ;.. a 7,400
i ra., chapeos de masa para escravos a 480 rs.
. cada un : na ra do Crespo n. 6.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
i mu i<;io de ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
de ferro ; na urulirau da ra do
Brum ns. C, 8 e 10.
CPAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano, James Ma-
sn. A sua composicao he feita de proposito
para lustrar com agua e conservar o lustro,
lauto de invern como de verao; a grande
vanlagein que ha nesta graxa he a couservacau
lins ainda mrsuio niolhados, e una pequea
lata aturar mais deque tres boides c cuslar
menos do que um. Yendc-sc em barricas,
*ju porcY' de dualaj, no armau > de Vicente
Verreira da Costa, na na da Madrc-dc-Ucos.
ntigo deposito de cal
viigem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Vendem-se as seguintes sc-
mentes:
de alios, ditas de ditas inglezas, ditas de r-
banos encamadas, dita; brancas, ditas de ce-
blas de Sctubal, ditas de alface allnala,
ditas rcpolhudas, ditas de cvc trinchada, di-
tas de senoura amarellas, ditas de ciiicoria, di-
tas de coentro de loceira, ditas de salsa, ditas
de tomates grandes, dius de repolbo, ditas de
eapfnafrc, ditas de pipinella, ditas de aipo,
fcjae, Garrapato de qualidades,'rviib
tortas c dircitas, rabaoetcs encarnados c bran-
cos: na ra da Cruz n. 46, drfrontc do Dr.
Cosme. Naincsma casa vendem-se queijos lo-
glezes muito frescacs.
Cainbraias de seda, a ti,ooo rs.,
o corte.
Na loja do CuimarSes & llenriques, ra do
Crespo o. 5, que volta para o Collegio, ven-
dem-se ricos cortes de cambraias de seda,
polo barato preco de 6,000 rs o corte, esta
fazenda he de gostos inteiramente novos.
Arados de ferro.
Na fuodicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Hoeiidas superiores.
Na fundigJo"de C. Starr Companhia,
em s.-Amaro, acham-sca vonda moendas
do raima, todas de ferro, de um modelo e
constriirgSg muito superior
l'azcnda mai.s barata do que cm
outra parte.
Cobertores de algod.io escuro para quem j
tem fro a720 rs. cada um, cortes de briinf
branco trancado de liulio puro a 1,800 rs., di-
Ventlc-se na tratveaaa da Ha-A
| ilrr-tle-Di'os n. 5, cha preto fr
de superior qiinli(lado,e tam- (
9 lii ni ilo (ainado innila brilllca-4
^ Esta qualidade de cha est sendo ge-
4 ramenle preferida ao cha verde, ou pe- a
4 lo menos fazendo-se uso dclles mistura- gg
5 dos ; c islo em virlude nao smente do q
2 seu agradavcl aroma c sabor, com por- 2
5 que he boje iiicontcitavelincnle reco- g
^* nbecido, que o cha preto nao ataca o ^
^ systeina nervoso, ao mesmo lempo, que II
V possue todas as qualidades benficas do
cha verde,
l.eteria afavor da iiircjadc N. S-
No atierro da lioa-Visla loja de calcado n. 58,
vende-se os miiilos afortunados bilheles, lucios
c camellas, da lolciia a favor da igreja de K.
H, do Livramento cujas rodas correm no dia ii
de jullio do correte auno infalivclmentc ; c
na mesma casa vcndcrfio-sc da lotera da
Matri/. d.i /loa-Visi a os seguintes premios viges-
almos ii. 4480-5:000; ra. bilheles inlcitos n.
3704-2:0001 rs. n. 3032200,000 rs. mcios bi-
lheles de ii. 2860-1 000/ ra, o. (5O-2OO,Ou0 rs.
2828100,000 rs. c mullos ns. com ospremios
de 50,000 rs. 20,000 rs. 10,000 rs.
hilbctes 11,800
Mcios 5,500
Quarlos 2,600
gimos 2,100
Decimos 1.100
Vigessiinos 600
Potassa la tiissln.
Vende-se polsssa da Itussis, recentemen-
te chegada, a de muito superior qualidade ,
na ra do Trapicho n. 17.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Scnzalla Nova n". ]>.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e e roupa'
escravos.
Taixa* liara msenlio.
Iva fumn,-.".o de ferro da ra do Hrum,
acaha-se do reccher um completo sortimen-
to do taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaas acham-so a venda por preco com-
modo, e com promplid3o cnibarcam-se, ou
carregam-so em carros sem despezas so
comprador.
Moinbos de vento
rom bombas de repucho para regar hurtas
d baixas decapim : vendom-sena fundico
de [owman <\ Me. Callum, na ra do llrum
ns. 6,8 e 10.
Vendrm-sc amarras de ferro: na ra
da Scnzalla nova n. 42.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
Itl'A DA SICNZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e tnixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Kiu casa de J. Keller & Coin-
panhia, na| ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o excelleoto e superior riiilio tte Bn-
cellan, em barris de 5.", he muito recom-
mendavel as cesas eslrangeiras, como ex-
cellente vinho para pasto.
No armazein da ra daMocda n. 7, con
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e opreco
em conta.
-- Continua-sc a vender agoa de fazer ao
cabellos e suissas prclas : na ra do Queimdo,
leja de ferragens n. 31.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazein de Me. Cal-
moni & Companhia, acha-sc consiantemenlc
bons sorlimentos de taixa de ferro coado c
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
oras todas de ferro para animaes, agoa, ele ,
ditas para armar cm madeira de lodos os ta-
inanhus e nudellos o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
lamo em barras como cm arcos follias, c ludo
pur barato preco.
Vrndc-.se'ii m grande sino no lugar do
Manguind, quo liea defronto dos sitios dos
Srs. Carncirus, com glande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande scnzalla, co-
cheira, estribarla, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallns, grande cacimba, com
homlia e tanque coberto para Jianbo bs-
tanles arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado oovo de um andar.
Cura radical.
Doerysipcla c iheumatismo, com encha-
rco, ou sem ella, seja antigo, ou moderno,
preservativo contra roturas < quebiaduras,
e modo de fazer scu uso, cura radical dos
testicolos, sem sofrer operado, nem dor
algorra, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erisipelas, ou bydroccles (a-
goas), os remedios para todas estas moles-
lias : veude-se soroente no Rio de Janeiro,
na ra do Sab3o n.27, e em Pernambuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de Peixoto
& Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer seu uso e dietas que devem
ter as pessoas que dclles fuerero uso.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vendo-se ludo por procos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Anin n n. 35.
tome barato.
Ra do !'.:.-i:. Publico loja n. 9, de Albiuo
Josc Lcitc, veodem-sc ricos curtes de incia ca-
simira escuras a 1,400 rs., chapeos de sol "de
480 rs., ditos do-vapor a 3ot rs., challes de chi-
ta a 640 rs., riscado de linho azul c de cores,
mludiahos a 320 ra. o eovado, grvalas de se-
ilin de corea a i,fui rs., lencos finos encarna-
dos, eslampados a 400 rs. Chrgiiein freguezea
que ai pichinchas sao boas, a (Has antes que
se acabem..
-- Vejida-sB farelo de muito boa qualIJa-
tle, emsiccas de 3 arrobas, vindo ltima-
mente do Lisboa, na barca Lijtira : na ru*
do Trapiche n. 17.
pVSDOSo^
para curar da phlysica em todos os seus
diiTcrenlcs graos ou motivada por consti-
parles, tosse, asthma, plouriz, escarros de
sangue, dftrde costas e pcitos', palpitar;5o
nocorar;So, coquelucho, bronchilcs dr
do garganta e todas as molestias dos or-
gilos pulmonares.
De todas os molestias que por beranca fi-
cam ao corpo humano nenliuina ha que
mais dcslruitiva Icnha sido, ou que tculia
zombado dos esforcos dos hoincns mais
emineutes em medicina do que'aqticlla
quo he gcralmciitc conhecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do se-
culo passado, tendo-sc offerecido ao publi-
co dilTcrenlos remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porm quasi queom todos os casos a ilusilo
tem sido apenas passageira e o doenlc
tornas recaliir em peor estado do que se
acbava antes de applicar o remedio 13o rc-
commendado oulro tanto nSo acontece
com es te extraordinario
Xarope de bosque.
N'ovaes & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomcados pelos
Snrs. R. C. Vetes & Companhia agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Snr.
Jos Mara G. llamos, na ra dos Quarteis,
n. 12, junto ao quartel do polica, onde
sempre acharSo o nico, e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, e a 3,000 rs. meias gar
rafas.
Potassa nacional.
Vendo-so no armazem do Das Ferreira,
no Caes da Ml'andega, a mais superiotr po-
tassa que tem vindo a esto mercado/fabri-
cada no Rio de Janeiro, e por menos preco
do que em outra qualquer parte.
No deposito de espiritos, na
travessa da Madre de Dos n. 5,
acham-se a venda nova porcao de
garrafoes de verdadeira agurden-
te de cana : quem se quizer pro-
ver desta boa pinga, faca-o quan-
to antes, que a safra se est fin-
dando.
Vende-se cobre metal ama-
relio e pregos para forro de navios; vende-sc
por preco commodo, em casa de A. V da Silva
llarroca, ra da.Cadeia do Rccifc n. 42.
Casa de commissao de escravos.
Vcndem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto pata a pro-
vinca como tara fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos ; na ra da Cadeia do
Hecif'en. 51, primeiro andar.
iMj A i M A A ^ A j a.' M Mi M l M Mi iM j
4) Na loja do sobrado amarello, nos %
4 Quatro Cantos, da ra do Qucimado t
n. 29, conlinua-so a vender cortes de 4>
? vestido de chita e de cassa do cores f
? fixas e lindos padrOes, a 1,600 rs., ca- (>
? da corle, teodo um grande sortimen- 0
? to para cscolhor
3&
Chapeos de sol.
Ra do Passcio, n 5.
Nesta fabrica ha prcsenteii|cnte um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res c qualidades, tanto do soda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
s3o fritos pela ultima moda ; seda adamas-
cada coui ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se arha igual sortimento do sodas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
marles servidas : todas estas fazcndavne s-
dem-sc em poreno e a rctalho : lambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto do
hasteas de ferro como do baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de so!,
de marca niaior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por seren
os mais fortes que se podem fabricar.
Vendc-sc manteiga ingleza nova, a 610
rs., a libra; dita franceza a 560 rs., a lihra;
cafe cm grio, a 160 rs., a libra; cha, a mm
rs., a libra ; dito, a 2,100 rs.; ;cvada, a 100
rs., a libra; farinha do.Maranhau, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de 6 c 9 om libra,
a300rs.; toucinho, a 210rs., a libra; quei-
jos novos, a 1,500 rs.;holachinha ingleza
nova, a 200 rs., a libra; vinho do Poito en-
garrafado, a BMrs., a garrafa ; dito em ca-
adas, a 2,560 rs., e outros mais gneros:
na ra da l'raia defronto da ribeira do pei-
xe n. 1.
Cuite de casimira de cAr e preta.
ttS" Corles de casimira preta, muRo li-
nos, a 5,000 rs., o corte ; ditos de cores de
muito bom gosto, a 6,400 rs. ; cortes da
cambraias de listras de cores, muito linas,
a 3,60o rs.; ditas com salpicos tambemde
cores,.a 3,000 rs.; carapuca de algodSo de
cores, a 240 rs., cada urna e outras muitas
fazendas de bom goslo, por diminuto pre-
to : na ra do Crespo n. 6.
Hauuos flnos|dc todas as q ua-
lidadcs.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadea, vendem-se panno Uno
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000,4,000 rs., e muito su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito muito claro, a 4,000 rs. ; dito cor de
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; cortos de casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,400 rs., o outras fazendas o mais
barato possivel.
Nova pcclilnclia.
Cortes de cassa chita, a 2,000 rs.; ditos de chi-
ta inteiros com 12 covados, a 1,600, 1,800e
2,000 rs.
Na loja da esquina da ra do Crespo, que
i volta para a Cadeia, vcndem-se cortes de
panninho com barras de uUrnTeosira'^MOl c"" fhlla, a 2,000 rs.; ditos de Chita, a
rs., ditos de dltoagrande com algiiin mofo a 1,600, l,800e 2,000 rs. ; ditos de cambrata
1,000 rs., chitas filas com toque a i60 rs. o co-1 branca com listras de cOres, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; cortes do "colitn
de fusliin do ultimo gosto, a 1,600 ra., ou-
tras muitas fazcudas por preco commodo.
Indicador dos ari-ordos
PARA
VIO L JO,
sem auxilio de mestre, e sem eo-
nliccimciito da inuzlca.
Sabio t luz esta interessante obra, pti-
mamente gravada nesta cidade pelo reve-
rendo padre Francisco JoSo de Azevedo.
Os apaixooados do encllente instrumento
o violSo len neste methodo regras
para a baTmonia, e podem com muita faci-
Irdadeaprender a acompanhar om lodosos
luna, sem que saja necesaario ter conheci-
mento algum da mesma, comtudo os que
tiverem couhecimentos msicos, mas nfio
inteiro conhecimento do todo o braco do
violSo, multo bao de aproveitar com este
methodo, porque Ibes abre vasto campo para
os seus exercicios, apreseotando-lbes mui
visivelmente como se pode saccar um ac-
cordo por dirferentos modos em todo o bra-
50 do violSo. E qnal i'- o methodo que te-
lilla at boje apresenUdo ao alcance da vis-
la, na pequea distancia de 3 a 3 pollega-
das, um objecto escolha do supremo juiz
da muzicao ouvido?Parece-nos no ter
apparecido, ao menos que nos consta,
Quanto aos conhecimentos da muzica, tam-
hem por este methodo se podem adquirir,
mas para isso precito o auxilio de mestre:
semesteoque se pn le nicamente adqui-
rir c o conheclmeuto pralico dos tons, que
para o ouvido quanto basta.
Roga-so aos Srs.| assignantes queiraro ir
pessoalmente receber seus exemplares, pols
assim convem para Ibes ser tirada qualquor
duvida ou embaraco quo encontrara ao
que o autor se promptiilca e obriga com
prazer, por desojar fazer conhecidas e tor-
nar palpayeis as vantageus do seu trabalho,
o que ser a sua maior gloria : a qualquer
hora do dia o encontrarlo em sua casa na
ra do Livramento n. 27, onde vende a obra
a 4,000 rs. aos nlo assignantes.
chamar um perito cozinhoiro, sendo para Ido brincos, 1 allineilee i corronle, ludo em
bordo de algum navio sera mais em copla, bom uso : pi ra do Livramenlu n. 4.
porque o molaque assim o peda, para an-
dar embarcada e sabe fallar inglez, a o seu
senhor dsela^Tazer-lhe a vontada : na ra
dasLarangeiras n. 14, segundo andar.
Romanees niodernlsalniog.
Por Alexaniire Dumas.
Aamemorias de um Medico 15 to-
mos 1850 20,000
Paslardo de Manlnon 4 vnls. 1818 10.000
Conde do Monte Quisto 10 lomos
1849 1 ,<">(>
Cavalheiro da Casa vermelha 6 to-
mos 1849 6,000
Dnas Dianas 9 volumcs 16,000
Cabiicl Lambn. 1848 1 volunte 2,000
Cucrra das mulhcrcs vojs. S48 10,000
Paulina 9 folumos 4,000
Rainha Margot. 4 volumes 8,000
Tres Mosqueteiros 4 volumes 10,000
Vinleannos depois 6.volumes 12,000
for Eugenio tiue.
Os Sete Peceados mortaes
A soberba 4 lomos 10,000
A impureza S 5,000
A ira 5,000
A nveja 5,000
Mnihildcs, ou as memorias de urna
jovom 8 volumos 14.000
Salamandra 3 tomos 6,000
A Mailin azul, ou o Monte do diabo 8,000
Mysterios do Povo 10 volumes 9,000
Mysterios de Paria 14,000
O Judeu Errante 14,000
Vendem-se no pateo do Colbgio, casa do
Livro azul.
Muito llalli lo.
Na ra do Queimado n. 17, loja ao p da
botica, vendem-se cortes de casimira do co-
res escuras, proprias para a prosente esta-
c3o, a4,000, 4,500 e5,000 rs, ; ditos de ca-
simira preta, a 7,000 rs., e muito Tina, a
9,000 rs.; hrins transados de linho, de co-
res, a 800 rs., a vara, assim como outras
fazendas por diminuto precio.
Pecas de. alg:odaozinlio com pe-
queo toque de avaria a 12G0
1000, 1 Soo, i'ohr i-i o ns le tapete,
para escravos a 7 20.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se pecas de algodlo-
zinho a 1200,1600, 1800, cobertores de ta-
I.otcria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000.000,
2.000,000 e 1 OOofooo de rs.
No cambio da Viuva Vioira & Filbos, na
ra da Cadeia do Recife, n. 21, receberam
do Rio de Janeiro, vindo pelo vapor Uahia-
na, e acham-so a venda os muito afortuna-
dos bilheles e cautellas da 9.a lotera do
thesouro, da qual vem a lisia no vapor
inglez.
Por baratlsslmo preco.
Nos quatro cantos da ra do Queimado,
loja d. 20,' vendem-se brim pardo escuro
de puro linho, por 600 rs., a.vara ; dito a-
marello da mellior qualidade possivel, a
pote escuro para escravos a 720, pecas del (40 rs., a vara; cortes de cambraia brn-
niadapnlo para forro a 2,200, e outras mui-
tas fazendas ja muito acreditadas na mesma
loja.
He Ci barato que faz admirar !
Na ra do Queimado loja n. 17 vendem-se
pecas de riscadinhoescuro com 38 covados
com pequeo loque de mofo, muito pro-
prios para vestidos de osrravas a 4,500 rs a
pata, chales de gurgurfio on cadareo a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de cambraia
do barra a 4,000 rs,, cambraias franeczas de
padroes muito delicados a 640 rs. a vara, c
outras muitas fazendas por barato prego.
i'.io-so as amostras com pinhores.
S Vendas.
a 10 Ra do Crespo 10.
Ainda ha da pechincha. -g
o Chales do seda, de bons padrOes e (
"2. de lina qualidado, ao prec,o de 4,500, si
a 5,000 e 0,000 rs.,- (indoa coitos do ca- ^
. sitnira para clsas a 5,500 rs.; chapeos j
3 do sol do-seda, a 5,000 rs. a
Vende-se superior farinba de
mandioca de S. Catbarina, em sac-
cas : noarmazem de Antonio A ja-
nes, no Caesda Alfandega.
Vende-se um deposito, com 10 caixOes
para 6,000 arrobas do assucar, 1 braco de
balanza esuas conchas, uma;outra decimal
e 12 arrobas em pezes, tudo em bom esta-j
do, por s servir em urna safra : na ruada!
Cruz do Itecife n. 6, segundo andar.
eos, com 6 varas, a 1,000 rs o corte; len
(os de cassa brancos, a 200 rs. ; cobertores
do pura 13a, a 1,200 rs., sendo em porcao, e
um 1,500 rs. ; pegas de madapoln com to-
que de avaria, a 2,000 rs.; pecas de cassa
du quadros e listras, pelo diminuto prego
de 1,920 rs., e a vara, 240 rs., e outras mui-
tas fazendas, por progos commodos, qua s
a vUta sn pdem admirar.
Vende-se carnauba, muito
superior, por preco commodo, tan-
to em porcao, como a rctalho : na
ra da Fraia n. 3a.
**<**. *..,a>.*0i<.*"a. .**+--
jjf Vendem-se cortes e brimdec- 0
9 res, a 1,410 rs.; .lito-; de meia casi- #Vi
mira, uadioes escuro a 3,000 rs.; na *.
4 rus do Queimado, lojuliVaobrado a- >
4 mar.lio ti S9. +
Attvngao.
No bairo do Kecife ra da Cadeia loja n. 53,
continua-sc a vender, tanto em caixas como
em libra, as melhorcs c mais acreditadas vcllas
de cera vegetal de carnauba ; riao s pela ex-
cellcnte luz que deltas resulta, como pela apu-
rada pcrfei(ao com que sao feilas, uo Aracati,
pelo melhor fabricante da quella cidade.
Na loja das seis portas, em frente
(lo 1.i vi menlo.
Venlcm-se chapeos para senhoras pacea-
. rom a cavallo; chapeos de ualhinlia Tinos:
?SyVVVV ^S
!>
*
Deposito de leciclos da fabri- 11! chapeos de massa francezes, da ultima mo-
ra do Tndna n ftantAa 3 *! 6'000 "'dilos de 'nerin, com molas,
ca ue iodos OS aautOS, m\ a 5)0oors.; cortes de casimira decores, a
na Babia. ^ 5,000 rs., e um completo sortimento de fa-
Vende'se cm casa do Domingos Al- -1' zendas, mais barato do quo em outra qual-
8- ves Malheus, na ra da Cruz do Re- m\ a-uer,lo. .
> cien. 52, primeiro andar, algodSo J alojadas seis portas, em frente
'> transado daquella fabrica, muito pro- J: I
* prio para saceos e roupa de escra- <
Cuntiii.-r a vender barato, cassas pinla-
i vestidos, a 1,600 rs., a todas as mais fazen-
Vende-sc tarn ha de mandi-; das, por pregos muito em conta, a retalho c
oca de superior qualidade, recen- em Prves- .
*, ,*. 0 rt*.i He barato,
temente chegada de >. Latharin.a,< Vcndcm-so pegas do algodSozinho, com
4 menor preco do que em outra, PeiJu_en_0 l,Quedeavari_a.com20 jardas, pa>
qualquer parte
do brizne Novo Lobo, defronte dj Vendo-so um negro creoulo, proprio
caes do Ramos, ou com Olivcira
l'aiva & Companhia, na ra do!
Trapiche n. 5, escriplorio.
Aos 2o:oooSooo de rs.
A cllesqiic silo poueos c premiados
Na 1 un Nova 11. Cde Maia Kmos'
& C. existo 11 ui pequeo resto de
Attenciio.
Na ra doltonfio estrella 11. 43, corifoi-
loria, vendem-M os objectos seguintes :-
8 mesas gran lea do pinito, 3 encerados em
bom estado, 2 pares de lanlernas, de bcun
gosto, i par de arendellas, 2bandejas, al-
guna louga, para uso de casa, 1 cama do
vento, 1 candieiro, por prego commodo.
Chearuem ao barata:
Na loja da ra da Cadeia do Recife n. 54,
vendem-se as seguintes fazendas, por pre-
go mais em conta, do que em nutra.qual-
quor oarte, chitas de escolenles pannos e
padrOes, a 5,200, 5,100, 5,800, ,400, 7,000
e 8,000, a peca; algodfio roesclado, para rou-
na .1 efCrSVO!1 ISO r n i'ow,ln nirnln
de 4 palmos de largura, proprio para saiaa
e camisas deescravaa, a 170rs., o (ovado ;
panmiihos lavrados de cores, de 38 e 40 co-
vados, a peca-, por 4,000 rs.; suspensorios
de hurracha, o par, a 200 rs.; chalo* de 19a
e seda, proprio para aa senboras andarem
por casa, a 3,200 e 3,400 rs., cada urna; ri-
cos manteletes e capolinhos dos mclliores
que tam apparecido nesto mercado, de
12,000 a 20,000 rs., cada um ; madapolao
lino de 4 palmos de largura, a 3,500, 3,800 o
4,000 a pega; assim como outraa multas fa-
zendas, quo se tornam apreciaveia, nSo s
Eelos seus diminutos pregos, como de auas
oa qualidades.
Ao bom e barato.
No aterrada Boa-vista n. 75 venda junto
a loja deeera, vende-se farinha de araruta
a 160 rs. a libra, dita do maranhflo a 80 rs.,
dita de farinba do reino a 100 rs., toucinho
de Lisboa a 200 rs., dito de Santos a 160 rs.,
manteiga ingleza muito superior a 640, 560,
400 rs., Maulla a 320, arroz de maranbSoa
80, prezunto a 480, chourigas a' 4oo, palos
280, salames a 400, alelria a 240, macar-
an 1 -JOt, chocolate ,1 too, queijos de supe-
rior qualidade a 1,360, sabBo do Rio, a 140,
dito branco a 220. chS brasileiro a 1,000,
dilo isson de superior qualidade a 2,000,1)1 lo
preto a 2,000, e tamben tem em embrulhos
chinezes a 700 cada nm. azeito doce de Lis-
boa a 560. dito frsncez engarrafado a 640,
dito do coco a 360, vinho branco a 320, dito
moscatel a 400 dilo porto e feiloria engarra,
fado a 480, dilo de Lisboa em pipa a 240,
diloFigueia a 20D, serveja branca a 400,
dita preta a 480, genebra de Olanda a 32o-
caf moidoaOO, dito em gro 160, cartas
de traques a 200, bolaxinha americana a
240, passas a 320, velas de espremacote de
6 e 7 em libra a 680, ditas de carnauba' de
6 e 9 em libra a 300, latas de sardiubas a
1,000, azeilonas a 240 a garrafa, sevadinha
a 200 a libra, caixinhas com 50charutos su-
periores a 1200, feijo mnlalidho a 540a
cuia, e dasroluolas e um candieiro de ma-
la! de dnas luzes por commodo preco.
Vende-se para liquidar, urna porg.lo
de forro de pind por muito barato prego :
no armazem.de madeiraa na ruar da Cadeia
da Sanio Antonio n. 19.
-- Vendem-se duas escravas, sendo urna
preta moca,que coze, engomma, lava, eozi-
nha.e faz mais arranjos de oasa,o urna parda
lambem moga, com asmesmas habilidades,
islo para llquidagflo, por isso em conta : oa
ra Lar-ga do Rozario, loja n. 35.
-- Um preto crioulo, idade vinle e tantos
annos, reforgado, com principios de pedrei-
ro, n tima preta cozinheira* de idade 50 an-
nos, cm conseqoencia do dono estar a reti-
rar-su para fura da provincia: na ra do
Collegio n. 21 segundo andar, on no pateo
do Collegio n. 35.
Chapeos, a 5$5oo rs.
Vcndem-se chapeos de molas, fle meriu,
pelo mdico prego de 5,500 rs.; ditos do Xi-
li, muito Tinos ; ditos da Italia modernos,
por barato prego : na praga da Independen-
cia na. 94, 26, 28 e 30.
n i ii irnos iiiinc- de cabello.
Vendem-se, chegados recntenteme d.e
Pariz, bons de cabello eseda, de diverso.', e
lindos padres : na praga da Independen-
cia ns. 24, 26, 28 e 30.
Chapeos de castor.braneo,
A 1o$ooo rs.
M Vcndem-se superiores e modernos
I chapeos de castor branco, chega-
^^dos recentemenle de oocommendl,
conforme os ltimos ligurinos de Pariz: na
praga da Independencia ns. 24, 26,28 a 30. '
Vendem-se 4 molecotes, de idade de 16
20 annos, bonitas figuras, sendo alguna do
ser vico de campo ; 1 dilo de roela idade pti-
mo para qualquer sillo por preco commodo, 2
lindas negrotas crloulas, de idade 16 annos, 3
escravas mocas de toda o servico de casa na
ra Direita n. 3.
Vendem-se 2 cascos deselins inglezes*
com pouco uso i na ra Nova n. 19.
Escravos fgidos.
trat inrrlo lodlmi"u'0.PreO, de 1,440 e 1,800rs. :
ao\ ra do Queimado n. 21.
Vende-so um negrt
para armazem de ass*ucar, ou padaria : no
na ra do Livramento n. 38.
Veilde-se a lavcrna da ra do Pilar n.
84, com poueos fundos : Irata-se na mesma:
Paramentos para altar.
Vnndom -se, o srguinte : l missal em
perfeito estado e a competente estante ; 1
calix, patena c colhor dn cobre, liem dou-
melos bilheles da lotera do S. Sacramcn-' "dm0''u^rae,proT0r; tlv* C0IU rluo '
to do llio de Janeiro, assim como se avisa d'toi ronda e bico; 1 toalha grande cuu-
aoa amantes desle jgo quo chegaran.no- J m'"01ro ^""fS!.! Tp0-
vos bilheles da lotera do Ihaatro de S. J""X'.0!',,^?Li8.?'1"". Cl",;
Francisco, enjas listas deveram chegar cm 2nc?r,p0"?i.'f ""BS",I,S.M,^""'.^V"1 i-
17 do eorreRt. "n,lctos com DIC 4 loallunliaa para
A -lijs.ioo rs., a pega.
Na loja n. 5, da esquina que volla para a
ra do Collegio, vcudem-se riscadinhos de
cores fixas, pelo barate prego de 4,500 is., a
pega, assim como casimiras de algo iSo, a
1,800 rs., o corlo.
Na nova loja de m/udezas em frente do
Livramento. Acha-se um completo sortimen-
to de miudezss linas, como seja luvas de pe-
lica pretas, cor de cana, e brancas, tanto
para hometn como para senhoras, ditas de
trogal pretas a 480 rs. o par, e 640 com dedo,
ditas de lio da Escocia muito linas e de cor
a 600 rs dilas brancas incorpadas proprias
para cavalleiros a 480 rs., bico de seda e de
linho preto e branco de todas as larguras,
meias azucs a 160 o par, primas para violSo
a 100 rs., charuteiras muito lindas a 400 rs.
cada urna, crranles para rologio muito li-
nas .vio rs. cada urna, rape prnceza do
Rio a 600 rs a libra, e outras muilas fazen-
das que se achilo patentes aos fieguozes e
por menos do quo em outra qualquer parla.
Vende-se escravos baratos mogos c
dcbonltas figuras, e naose occul-
Ii o os defeitos sabendo-se dellcs.
Negros mogos que serven) para qualquer
setvico pesado : um dito padeiro, um boni-
to molato e quo ontende do boliar, negras
mogss com habilidades, e sem ellas; negro-
tas e negrinhas e algn* pretos de meia ida-
de que e venden) haratissimo : na ra das
Larangeirasn. 14 sedo andar.
Vende-se um bouito molocilo, quo re-
presenta ter 18 a 20 annos, a quo so pode
lavar os dedos ; 1 ciugulc ; 2 palas sendo 1
de cambraia de linho bordada, pegas estas
anima mencionadas, todas do bretanha fiua
de linho ; 6 palmas o 6 rozas, para banque-
ta, obra mui delicada ; 1 pedra d'Ara o ga-
Ihelas de zinco : na ra Kormosa, primeira
casa, quo faz oilo para a da Unio.
Vende-se farinha de mandi-
oca de superior qualidade, vinda
de S. Calharina, por menos preco
do que em outra qualquer parte :
trata-se a bordo da polaca N. S. do
Carmo, defronte do caes do Ba-
aos, ou com Manuel Jos de Sou-
za Carneiro, na ra do Vigano n.
9 ; assim como saccas com farinha
da mesma qualidade de slqueire,
cada seca, por prero commodo.
-- Vende-se urna escrava', boa engomma-
deira, cqJiiIii e rose, sadia e boa gura :
ni la do Rozario larga n. 26.
-- VcnJe-seuma burra para carga, muito
mansa, gorda e baralissima : na coxeira da
ra da Florentina.
-- Vende-se urna casa terrea, na ra de S.
Conralo : trala-se na ra da doria n. 18.
Vende-se 1 escravo, muito bom serra-
dor; 1 escrava do22 annos, ptima engom-
maduira, coze chSo, faz doce, Uva de varre-
la e sabio; 2 banqum'ias de Jacaranda, I di-
ta de meio de sala, 4 mangas de vidro, 1 par
No dia de julho, as 5 horas da tarde,
desappareccu urna escrava de nngSo rebolo,
de nome Joaquina, de idade 25 anuos pouco
mais ou menos, cara larga, olhos grandes
nariz chato, boca regular, falta de denles na
frente, muito alegre quaodo ri, faz bar-
roca no rosto, levou vestido de lista azul,
julga-se ter levado roupa em urna trouxa.
Ko{a-se as autoridades e capitSes do cimpn
que a poderem pegar, dirigir-aa i rra de
Portas n. 145.
No dia 8 de abril p. p. dflf appare-
ceu o escravo de nago, de nome Julio, ida-
do que representa ler 30 a 40 ar.nos cor
liem preta, secco do corpo, todo, oa denles
da frente, muito regriaU e cambado da
peroas ; esto escravo rol da Sra. D. Fran-
cisca, moradora no Rio Forinoso, passou
ao Sr. coronel Lemenba, e depois ao Sr.
coronel Joaquim Bernardo de Figueiredo, e
ltimamente ao. Sr. Jos Alves Cuerra, a
quem o abaixo assignado o comprou, e bo-
tando-sc em casa do corretor de escravo
Figueiredo, morador na ra das Cruzes n.
22, de l desappareccu, e al o presente ue -
nhuma noticia tem o abaixo assignado do
seu escravo ; he por isso, que o abaixo as-
signado roga a to#das as authoridades poli-
ciaes, tanto desta praga como do malo a
apprehengSo do dito escravo, c sealguou
pessoa particular Ihe der noticia do dito
escravo, ser bem recompensado, dirigin-
do-se ra da Guia n. 6 : o abaixo assig-
nado protesta contra quem tiver occullo o
seurscravo; assim como todos os das de
SCrT'-,- JoSo Antonio.
No da 20 de junho desappareceu a ne-
Sra Rosa, rebola, bem parecida, baixa,oheia
o corpo, tem um zobumb na testa, um
taino no paito eaauerdo, idade 20 annos,
vendeo peixe, e consta qne anda por Fra
de Portas : quem a pegar leve-a no pateo do
Carmo venda nova, n. 2, que se gratificar.
Desappareceu no dia 29 da junho ulti-
mo urna prelada costa de nome Anna Rita,
he moga, baixa, cor lula, olhoa i flor do
rosto, tem alguns calombos pelas costas,
levou panno da costa usado e alguna roupa
em um sacco, A um taboleiro pequeo:
quem a conduzira ra da Senzalla-Nova o.
6 sera recompensado.
<.-- Desappareceu no dia 48 dejunbop p
um moleque de nome Jos, nagSo Cabinda
representa ter viole e tantos anuos, com bu-
go de barba, seco do corpo, rosto comprido
e nariz afilado, bem fallante, mete um Idos
joclhos para dentro quando anda, costuma
aandarjogando polas praias a certos con-
uios do negros, elom sido visto por varios
ligares do hairro do Recife: quem o paitar
leve-o a Antonio Manoel Ramos ra da Praia
'na'm "' "' m"0 5er> *""" recoplPe"''o.
\sfi^!tiiWWAAM\W
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