Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06385


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Full Text
CmioXX.Vll
Segunda leira 7
de Julho de 1851.
N. 150.
DIARIO DE W PERMMBICO.
,^ss=BigsBiaa^^ |l' issssssssssss^ssm
.* I ...
oo a idmunIo, < HAsaa natiwA. aosimgms. nanmiHi, i-amiba* m ooamiioai noticias htbhcuiu, oamsiosbes sbjvbbo.
llMlll MjUMWi '" "' \ Sobrt l.ondrci. a2?V,a27'/jd. P. 1|
00

MtBOO atJCaUI*AO.
- PiMMn nHtfMRi." "~5"'
Par trimeilre ........ V0
por muestre. ......_. ._._. ,/$"
Por nao..............'V
PiGO BE.1THO BOTIUUT>f.
Vm OMlftl A........ Voo
WOTICIAI DO 1MPEIUO. .
PM'.f.T 7 de Junho
Marabao 14 de dito.
Cears... 1? de dito.
Parahtba. 6 de dtto.
Minas... 20 de Maio
S.Paulo. 12 d Junho.
a. de 1.. 80 de Junho.
Baliia... 26 de dito.
iniwciis,
*> 9eg. STPulqocrla. 1 Jo eV OrfhXoi
8 Ter;. S. Procopto. B. S. s 10 horas.
0 (luart. Cyrllo v, ntj Ljuro do etwl.
S. Vernica Juliana. 3. c (i. ao ineio-dla.
JO Quim. S. Juuarloc Paitada.
' ieui companhelros. 3. c G. s lo hora*.
11 Sext. Sabino. Tras. 3' ara do eieel.
dos onos d*S. 11.4. c sbados ao mclo-d.
12 Sab. S. Jo;io.G. Helada.
13 Doni. 6. Anaejeio. Tercas e abados.
inininun.
CrcircMe a 5, as 8 horas c 48 minuto da Urde.
Chela a 13,as 4 horas e 54 minutos da mauhaa.
Mingoante 21, as 8 horas c 20 minutos da ni.
Nova 28, aos 2l minutos da Urde. .
* jrBtUSAB DI BOJE
Primetra i i hora c 18 minutos da tarde.'
Segunda 1 hora e 41 minutos da manhaa.
FiBTIDia SOI COBBII
Goianna e Parahiba, s segundas e lextai-
feiras.
IUo-Crande-do-Norle, todas as quimas-fciras
ao meio da.
Garanhunse Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, i:i c 28.
Victoria, s qulntat-fclras.
Ollnda, lodos os das.
NOTICIAS RBAITOUBAf.
Portugal. iS de Junho
Hcspanba II de Junho
Franca ... 7 de Junho
Blgica... .'I de Junlici
......i.. .. IdeJunbo
Alemania. 4 deJunho.
Prussia... 4 de Junho
Dinamarca 30 de Malo.
Russla... 10de Malo.
Turqua. 4 de Junbo,
1 n-.it i.i.. 4 de Junho
[Suisia .. 10 de Main.
Suecia.... 28de Malo.
Inglaterra 7 de Junho
K.-IJmdoj. 24de Malo.
Mxico... 3 de Malo.
California 1') de Abril.
Chlli.
Ruenos-Ayres.
Montevideo 9 do Junho
CAMBIOSDE 5 DE JTJ1HO.
Sobre Londres, a 27'/, a 27 Va d. p. 1/009 II.
Paria, 340 por ir. nominal
Lisboa, a iuii
Ouro.Oucas liespanholas.... 28/000 a !
Mocilas de 6/100 velhas. 16D00 a 16
de 6|400 novas. 16|D0O a 1(1
de 4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacdea brasilelro... 1/920 a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a 1/920
Ditos meilcanos..... 1/700* 1/760
PARTE QFFICIAL.
atlHISTB10 DU IMPEIUO.
Segunda sessSo.Rio de Janeiro, ere 17 rM
junbp de 851.
Illm. e Eim.Sr.S. M. o Imperadora hou-
vc pan- bem, em vlrtude do desposto ao art.
1 do cap. 14 do decreto de 7 de novembro de
1831, nomear, por decreto de II do crrente,
0 substituto desse curso jurdico, Dr. Nuoo
Avqs)c d'AIrclloj Aunes de Brillo Inglez, para
b lugar de lente da primetra cadelra do ter-
cciro auno do incsino curso jurdico, raga
pela juillafio do Dr. Pedro Francisco de Pau-
la Cavalcanti de Albuqucrquc, com o renes-
nento ennuil que si acha. ealabelecldo, de
1 :200/ de ordenado e 800# da gralilicacio. O
que conununico o V. Exc para seu coobeci-
mento. i ,,
(aWe a V. Eae.^rfcoussfc-sTaljroisl'Ate.
jre.Sr. director do curso jurdico da cidade
de Ollnda.
da
MINISTERIO DA FAZENDA.
DISPOSICO'ES DAS LEIS E ORDNS A QUE SE
Iltr'ERKM AS IflSTRUCCOES DE 28 DE
A lili. DE 1891.
ILVVIi' BF 10 BE OUTBBO BE 1754.
Ouvidorct das] comarcas,
De cada restorla da cldade, ou Tilla, dols
mil rfualrocentos res; c sendo no termo, ou
comarca, levaro o caminbo a seis legoas por
dia, quatro mil e oltocentos rls, a o mcsino
vencerlo por dia as diligencias indo lora "
trra a cequerimenlo da parte.
JniXM di fura e arfiol.
De cada vlstorla na cldade, ou villa, dous
mil rls e sendo fura do termo, levar* por
dia, a razao de seis legoas, (tea mil e icnccn-
tos rt'is. n
ter Mu i (abetuna djaiicial.
De camlnho, as inquirieses e mais di-
ligencias, a que forera a requerimento da
parte, ieraro por dia dous mil e quatrocen-
tos, contando a seis legoas por dia, e por Ic-
goa a quatroceajjoarisi c senda-menos a dis-
tancia, se Ibes contar par legoa.
aVrlrfnhos t alcaidn.
a De cada prlto levaran sefsecntos jis,
co mesrno de cada penhora, embargo, ou se-
cuestro ; da cada citacSb, que por estilo fa-
sem, teiio o iiicsoao, qde os escrivesV tabel-
liea do judicial, paaaando ccrlldfio com fe
d'ella: de caminbo, assiin no juiso da ouvi-
dcirla, como ordinario, leyaraopor dia mil c
tluzentos rls: e indo frainais diligencias do
que una, ratearaopor toilaa a( importancia do
que vcnccrcm de camlnho.
Parlidorrr otos orfa'ot.
Os avaliadorcs dos cus as cidades, ou
villas, sarao os meamos partidores juramen-
tos, haveudo-os, e levarao de avalifr 03 betis,
que se inventarfarem,ada um scisccntsV-is;
se porciu se gastar um dia intclro uo inven-
tarlo, levar cada um mil e duzentos rcis. e
assim os mais dias, que gastarem a esse res-
pcilo : porin sendo o inventario distante da
cidade, o villa, sero os avaliadorcs visinhos
do lugar, aonde estiverera os bens por terem
mais rasan de saber o valor d'ellea. Nao ha-
vrndo vlslnhanca peno, se contar a cada um
a mil e duzenlos res por dia. desde -que san-
rem de ana casa at se rccolhcrcm, contados
os dias i seis legoas cada uiu.
Le.IN.SI4 DE 28 BE OUTUHRO DE 1848.
*.rt. 50. as demandas, em que de cabir
a fazenda publica, Acara esta sujeita ao paga-
mento das cusas devidas parte vencedera
excepto as que conipetircrn aos ofliciaes do
juiso, que em tal caso nada perccbciao.
Fico supprimldas as porecntageus chama-.
das do execuedes vivas.
N.76.-EU 14 DE OUTUHRo DE 1843.
A [axenda publica noto he obrigada a pagar cipe-
cii algnma di cuita aoi ofician do juito dot fei-
.tot t\ai porcentageni 16 devem itr cobrada! dai
uiinii'ii arsesajisulss atas exicuco'ei.
oaqulm. Francisco Vlanna, presidente do
tribunal do Ihesouro publico nacional, em
conformidad^ de deliberaco tomada em ses-
sio do inesmo tribunal, em vista do olOcio do
Sr. Inspector da thesouraria da proviucia das
Alagoas, de 32 de abril d'este anno, sob n. 23.
c do parecer do respectivo procurador seal,
junto por copla, a respeito do pagamento que
pediram os ofliciaes do juiso dos feltos das
cuites da execucao de um deyedor, |cuJos bens
se acbao esgotados, declara o mesmo Sr. ins-
pector que na forma da lcgisla(o antiga e
moderna sufficlentemeate explicada na cir-
cular de 21 de dezembro do anno passado, a
faienda publica nao he obrigada al pagar es-
pecie.alguina de cusas aos ofliciaes do juiso,
os quaea auaes d'ella recebem ordenados e
p:raufca(des; em que taes cuitas s devein
ser cobradas das partes, que com ella litigam
c reputo-se (perdidas, quando as mesinas
parles se canslfluem cm estado de iusolubili-
ilade: qiiantu a porecntagem de que trata
dito procurador fiscal, taaabem he mnito cla-
ra, e expressa a leglslacao que a estabeleceu
e a manda deduzir das quanlias liquidas pro-
venientes das ce cuees; e por tanto s de-
pois de arrematado, como manda a le, o pre-
dio adjudicado na execucao, de que trata o
mismo Sr. Inspector no dito uflicio, be que
ter logar a deduccao ta porcentagem da
1 uanHa liquida, que ella produzlr, e que elTec-
livanieute entrar nos cofres pblicos.
Thesouro publico nacional, ein 14 de oitu-
bro de 1843,Juagis! Prancitco Pianna.
jN. 86EM 3l DE OUTUBIIO DE 1843.
iilabilcccndo a porcnlafim di 6 por eenlopara
vi rmiirrya'oi do juio privativo doi fcitoi da
(alenda.
Joaqulm Francisco Vlanna, presidente do
tribunal do thesouro publico nacional, declara
ao Sr. iospeclur da tbesoUraria da provincia
de.....que a porcentagem do que trata o art.
16, % 3, da Ici de 29 de novembro de 184l, para
s ciupregados do juio privativo dos feltos da
lazcoda, deve ser de 6 por cento.
Thesouro publico nacional, cin-'il de outu-
bro de 1843.--Joagai Pranciico Rama.
N. 71,-EM 26 DE AGOSTO DE 1841.
t thetourmias pdem receber doi devcdore
que se acham executados as quanlias a fin
elido abrigadas, etc.
Illm. e Eim.Sr.Emmposta ao ofllcio de
V. Lie. de 3 de julho, sob n. 20, com as coplas
dos rnelos do juii dos feltos da fazenda. em
3uc pede providencias contra a pratica adopta-
a pela thesouraria da provincia, de receber
dos devedores, que se acham executados, as
quantias a que esto obrigadvs, pratica abusiva
e contraria ao direito dos empregados do juizo
de perceberein a commlsso u> le de 29 de
novembro de 1841, cumpre-me dlxer: que,
mianio a primetra queslao, bem respondeu V.
tic. fundando-se principalmente as dispo-
al5es do llt, 8,'S 10, dt Ici de 22 de dezembro
de I76i, que est em vigor, em vlrtude da de
1 dcoutubro de 1831, art 88, e que he termi-
nante para o caso, declarando nao ser abusiva
lal pratica, e bem pelo contrario apoiada em
raocs valiosas : c a respeito da segunda, de-
vcui-sc considerar arrecadadas por diligencias
dos empregados do juizo dos feltos todas a-
I ni lias quantias que os devedores da faienda
pagarem directamente ao thesouro ou tbesou-
rarias, depois de terem sido requeridos c pc-
nborados, ou sequestrados, cm execucao de
mandados do sobredito juizo, expedidos em
conscqucncia das coutas enviadas elle das re-
particoea Ascaes para o Um de se repularcm
os racimos empregados coin direito porceo-
tagein que cstlycr citabelecida na confonnlda-
dcdalel de30de novembro de l84l art. 7 e
16 S 3, por coala da fazenda nacional; fleando
au^elioi s disposlcde da leglslacao existente,
que s Ibes concedem a porcentage ha vida
dos executados nos casos de ciecufao viva.
Ocos guarde a V. Eic. Palacio ds Riode Ja-
neiro, cm 26 de agosto de 1844.Afanos! Afrai
tranco.Sr. presidente da provincia do Ma-
ranhao.
N. 144.EM 29 DE DEZEMBRO DE 1845.
Declarando como se deve proceder a respeita
da cemmissio rtcebitla -pelos empregaiat do
juito das feitos, quando as parles se/am ven-
cedoras, e tenha de se restituir a quanlia
entrada pata o cofre ; e sobre o pagamento
da dilima da chancellara.
Manocl Alve Branco, prciideolc do tribunal
do thesouro publico nacional, em vista dos
juesitos propostos pela thesouraria da provin-
cia da afeuua em Afliclo de 30 de seicmbro des.
te anno, sobn. 13l : primeiro, se as partes de-
vem satiisfazer como cusas a mcsina impor-
tancia da commlsso que j tinham recebido
da thesouraria os empregados do juizo dos fei-
tos, quando afnalas mesmas parlesaejiin ven-
cedoras, e se Ibes baja de restituir a quantia
entrada para os cofres da fazcuda por via de
execucao do julio ; segundo, se a dizima, que
segundo o uso do foro contencioso, he incluida
na soiiima de custas, tendo ella sido averbada
por conta da fazcuda, ou paga pelas partes an-
tes dasentenca linal, deve ser satisfeila por
quem fox conderanado as custas, quando nao
seja a fazenda vencedora: responde ao Sr. ins-
pector da mesma thesouraria : primeiro, que
quando acntela por causa de reforma ou re-
vugacao de sentenca, que a thesouraria tenha
de restituirs partes oque del las se tinha liavi-
do por ciecucoei, dererio restituir taiiiliam os
empregados do juizo o que tiverem recebido
de porcentagem das quantias. que entradas no
cofre em viJtudc dcprocedlmento judicial, tem
de ser restituidas pela sobredita razo j porque'
neste caso ncm a fazenda nacional deve ter o
prejuizo de pagar commisso do que elleciiv.v
anentc nao recebe, nem se deve laucar a cargo
das partes vencedoras o que ellas a nenhum
titulo tem obrlga;o de pagar, e mullo menos
em beneficio de vencimentos lndevidoi de
empregados: c be de mais de necessiddc es-
ta restitulcaofaita'pelos empregados, para as
advertir da circumspeccao c Imparcialldadc
com que Ibes cumpre proceder as cxccu(oes
movidas por parte da fazenda nacional se-
gundo, que no caso de ser vencida a fazenda,
as causas em que seja autora ou re, a dizima
de cboncetlaria se nao deve pagar se tiver si-
do averbada. e se bade tesistilu'r aparte ven-
cedora, se J a tlver ll'ectlvamentc satis-
feito. *
Thesouro publico nacional, em 29 de dezem-
bro de 1845.Jfanoef Alvci trineo.
GOVEKNODA PROVINCIA.
EXPF.DIENTE DO DA 26 DE JUNHO DF. 185.
OMicio.--Ao commmando das armas, para
mandar postar cm frente da Igreja du Paraso
amanhaa as dci horas do dia tuna guarda de
honra aliin de assistir a festa do Scnbor Bom
Jess das Chagas.
Dito.A pagadoria militar, remetiendo no-
varaente os papell da divida de 95ijf420 rs. de
que pede pagamento o ii o>r.> mi ''" corpa de
polica Dr. Josc Xoaquihi desouza para que,
depois de rubricados por elle todos os docu-
mentos, em que se acham assignaluras uaorc-
eonheciilas, Ihc mande pagar nos termos de
sua nforinafao a quantia de ; ifi:M rs. perten-
cente ao cxcrcicio correntc, fazeudo processar
na forma da ordem 11. do triUunal do thesou-
ro publico de 6 de agosto de 1857, o documen-
to ila divida de 24/relativa ao excrcicio de 1849
a 1850, alimdeser paga quando bouver quota
para cssa deipcza.
Dito.A mema, inlcirando-ade haver falle-
cido no hospital rcgimeotal, onde se achava cm
tratamento, segundo communica o coinman-
dantc das armas o alfcres de iofantaria da ter-
ceira elsse do exercito Camillo Fcrrcira Ma-
delia. Respondeu .se ao commando das
armas.-
Dito.A thesouraria da fazenda provincial
remetiendo competentemente reformada, ;
conta da despena fclta em o mez de dezembro
do anno prximo passado com os presos pobres
da cadeia do termo de Olinda, para que, es-
tando conforme mande pagar a sua importan-
cia nos termos do oflicio da presidencia de 19
de malo ultimo.
Dito.Aq commandantc do corpo de policia,
para mandar postar em frente da igreja de S.-
Pedro, no dia 29 do crreme s 10 horas da
manila 1, urna guarda de honra do corno sob
seu commando, atim de atsistir a festa do mes-
mo santo, devendo a referida guarda perma-
necer all at que se linde o Te-Dium i noite.
Dito.Ao direator das obras publicas, trahs-
mittindo copia do oflicio em que a cmara mu-
nicipal da cldade de Ollnda pede faculdadc pa-
ra vender os materiaes da casa denominada da
plvora pertencentc ao patrimonio da mes na
cmara, afitn de que, procedendo a um escru-
puloso cxainesobre a uecessidade ou convenien-
cia daa I o: na cao da casa,aliento o alegado motivo
da abertura da estrada, iuforme circumstanca-
damente como resultado de suas investigacoes
declarando qual o estado da casa, seu valor e
quaesqueroutras circunstancias iiue,habllilem
a presidencia a tomara deliberaco mais con-
sentanca com os lotcrcsscsdo semen publico.
Dito.A cmara municipal dcsla cidade, ap-
provandoas duas arrcuiatacdes de que trata o
seu oflicio de 17 do crreme, una do imposto
de 500 rs. porcabeca de gado que for mono
neste municipio para o consumo publico, e ou-
tra do dizimo do capim de planta, e declarando
que para toda e qualqucr arrenialaco se eil-
1 na d'ora em diantc dous fiadores idneos, e
que os larremalanlcs acluaes devem portanto
salisfazer esta exigeocia.
DEM DO DA 28.
Oflicio. Ao commando das armas, inteirau-
do haver designado o dia 2 de julho prximo
futuro, para a icunijo da junta de jusilla, a-
tini de que mande avisar a dous ofliciaes supe-
riores para com o canitao de mar c guerra Ro-
drigo Thcodoro de Freius servirem de vogacs
na dita junta. Neste sentido ficram-sc as
convenientes communicafdcs.
Dito. A thesouraria da fazenda, para que
em vista de sua informacao, mande supprir
pagadoria militar sob a responsabilldade da
presidencia nos termos do decreto de 7 de malo
de 1842. com a quantia de 3:611,889 rs., que o
respectivo Inspector requlsltou para occorrer
no presente esercicio as despezas da rubrica
gratificares e forragens, cuja quota se acbacs-
gotada. Iolelligenciou-sc ao mesmo ins-
pector.
Dito. A mesma, scienllficando-a de ter
concedido ao juiz de direito da comarca de Na-
zareth, bacbarel Joaqulm Manoel Vlcira de
Mello, cinco dias de Jlcenca com ordenado pa-
ra vlr a esta capital tratar de sua saudcNes-
te sentido expedirau-ae as convenientes coin-
inuniracCii's.
Dito. A mesma autorisamlo-a cm vista de
sua informacao, a mandar supprir a pagadoria
militar sb a responsabilldade da presidencia
nos termos do decreto de 7 de maiode 1842,
coma quanlia de 22:380| rs., que requesita o
respectivo Inspector ; sendo 19:000/ rs. para a
rubrica recrulamento e engajanicnlo -, e
12:389a rs. par* a de despezas cventiiacs, vis-
to estarem esgotadas todas as soniraas fixadas
ate o presente pelo ministerio da guerra para
as despezas de taes rubricas em o exerciclo
correntc. Sclentifisou-se ao referido Ins-
pector.
Dito. .A thesouaaria da fazenda provincial,
Iranainittlndo os requcrlincntos das pessoas
indicadas na rclacao que reincltc, para que en-
va ndn-os ao administrador do consulado pro-
vincial, exija dclle informaran refletlda c bem
fundada sobre os candidatos que com melhor
direito se apresentam aos lugares de guarda do
mesmo consulado, tendo em vista o disposto no
artigo 33 da Ici provincial n. 282 de 8 de malo
ultimo.
ilacao' a qui n refere o ogicio cima.
Gustavo Augusto de Figiiclrcdo.
Jos Antonio de Souza Magalhaes.
Antonio Ludgro da Silva Costa.
Francisco Firmino Cavalcantc de Albuqucrquc.
Francisco Jos Galvo.
Simplicio I.uidc Souza Fontes.
Amaro Jos Ferreira.
Manoel da Silva Mcodonca.
Maximiano Narerao Silverra sta Molla.
Francisca Josc A Ivs da Albuqucrquc.
Francisco Borgcs Leal.
Manocl Beicrra de Heoezes.
Soaquim de Jesuj Piulo.
Joaquiui Jos dos Santos Graia.
Manocl Ferreira Chaves Jnior.
Joao Bezerra de Mello.
Vicente Ferreira da Silva Braga.
Manocl Saturnino da Cimba.
Angelo Sabino Odclou Rodrigues Selle.
Joo Atanazlo Das..
Joao Lui da Silva.
Francisco Jorge de Souza,
Manoel BraiOdonco Pestaa.
Manoel Joaquim' de Figuciredo Seabra.
Jos Candido de Souza Castro.
Joo Augusto de Lcinos Duarte.
Miguel liibciro Pavo. ,
Miguel Jos da Silva.
Vicente llerculano de Lcmos Duarte.
Eneas Targloo Accloli.
Manocl Jos deVAsevcdo Amorim Jnior.
Manocl Gregorio Barroso de Mello.
Candido Clcmcntino Percira de Garvalho.
Antonio Rofino de Andrade Lana.
Jos Firmino dcOlivcire Rcgo.
Francisco de Paula Ferreira d'Annunciacao.
VicenteUiubelino Cavalcanti de Albuqucrquc.
Jos Francisco de Mcneics Amorim.
Luis Bezerra Moutcivo Padilba.
Jos Mara de Amorim.
/ebedeo Carlos Cezar.
Antonio Eleoterio da Silva Braga.
Angelo Jos Thcmolco.
Manoel Flix Alves da Crui,
Jacinto Jol de Veras.
Vicente Ferreira de Farras. .,
Domingos Soriano Cordciro Simocs.
Pedro Baptlsta de Santa Rosa.
Manoel Antonio de Albuqucrquc.
Jos Antonio Cezar de Lima.
Jos Cordeiro de Souza.
Antonio Mathcus Cardciro I.e.in.
Francisco Firmino Cavalcanti de Albuqucrqne.
Dito.~~Ao commandantc do briguc-escuna
Legalidad!, autoiisando, em vista de sua in-
formacao, a passar guia .de desembarque ao
marinheiro do navio sob o seu commando,
Antonio Jesuino Marques, visto ter lindo o
lempo do seu engajamento.
Dito.Ao director das obras publicas, re-
metiendo copia do oflicio do inspector da
tbcsoiiraria da fazenda provincial, afim de
que di nina minuciosa informacao das estra-
da*. '" que se i>'U wbH Uedc i o p-
dagio deque traa o mesmo oflicio, declaran-
do os inconvenientes que possam d'ahi resul-
tar, c expondo tudo que Ibc occorrer a seme-
Ihantc respeito.
Portara.Nomcanilo, de conformidalc com
o desposto no art. u da Ici provincial 11. 286
de 17 de maio dcslc anno, a Jol Marcelino
Alves da Fonccca, que dever 'prestar fiatica
idnea, para o lugar de Ihesourciro pagador
da rcpailico das ubras publicas.Expcdiraiu-
se neste sentido as ncccssarlas cominunicaccs.
Dita.Nomcando, em virlude da informa,
rao do iopector da thesouraria da fazenda pro*
viudal, a Francisso Jos d'OIlvcira, que de-
ver prcstai llanca Idnea, para o lugar vagu
de Ihesourciro do consulado provincial.Scico
tificou-se ao mesmo inspector.
Dita, Nomcando, de conformidade com o
desposto no I art. 11 do regulamenlo de 30
de maio de <836, a Joaquim vital do Aniaral,
para o lugar vago de continuo da mesa do
sonsulado desta provincia, Inielligenclou-se
ao fuspector ds thesouraria, da fazenda.
discordias que, ha trlota anaos, agltao c ar-
ruinam Portugal. Eatas discordias permanentes
que remonum. a 18211 tem tirado todo o prci-
tigio peisoa real, e todo o crdito propria
realeza.. ...........
Foi com effelto cm 1820 que o partido libe-
ral.esscfilhoumpoucorachiticodcnossapbilo- Austria, pela presenca de um exercito fran-
opbia e de nossa revoluf ao,aublcvou-se ao mes
mo triiipi) contra seu rci, que resida no Brasil
e contra a Inglaterra, cujb protectorado pro-
curou sacudir. Elle proclamou a constituicao
de Cadi, ocraciou o poder real, c para asse-
gurar os din-nos ds povo, dco-lhc o suffra-
gio universal. Este movimentn mal auxiliado
pelas corles, mal comprehendido ou mal ac-
colindo por populacdes, cuja miseria c igno-
rancia, a aristocracia e o clero exploravam,
encalhon no flm de tres anuos contra os cs-
forcos dos absolutistas. Foi nesse momento
que coinecnu cssa degrada^ao do poder real
chegada hoje a seu ultimo limite. Joilo VI,
vencido pelas Intrigas da rainba Carila, e
sentindo-se nlmiaincctc fraco contra os ini-
guclistas, pox-sc sua frente, supprimio a
constiluico que bavia jurado, c de sua plena
autoridade realabeleceu a antiga ordem de
cousas.
Pela morle deste rci fraco c Incapaz, osabso-
lulistas crcram-sc senhores da situaco; e
quando D. Pedro, recusando dcixar o Brasil
tico sua lilla a regencia, e Portugal urna
carta conilitucional, cllcs tentaran! urna re-
bclliao que ful vigorosamente rcprcmlda pelo
general Saldanha. Desde esse momento a
carta de D. Pedro lornou-sc o santo e a ban-
deira do partido liberal, principalmente quan-
do 1). Miguel, nomcado regente, por sua vez
a calcou aos ps, depois de ter jurado man-
te-la, e reslabelcoeo o absolutismo o mais
odioso a o mais despresivel.
Fernando VH morreu quando D. Miguel c
D. Pedro ainda luctavain dcbaixo dos muros
de Lisboa; os absolutistas dos dous paizes
dctaui se enlo as unios; mas* do mesmo gol-
Ee D. Miguel e D. Carlos foram pulsos de
ortugal. Elles representavao dignamente,
urna por sua feroz- brulalidadc, o outro por
sua craisa carolice, Portugal e a Hespanha
antigos. A rcvolu(ao, cspcllindo a ambos,
ficou senhora do terreno i mas a monarchia
cega c Ingrata que ella bavia fundado procu-
ren conflsca-la. Depois da cxpiilsao de D.
Miguel, cm 1842, D. Maria achou-se enllocada
entre dous adversarios terriveij, os demcra-
tas c os absolutistas. Scus cortezaos persua-
diram-na que tinha forca bastante para af-
I rom 11 a torrente que amcacava' carrcga-la
dos dous lados.
A illusao duror at 1837. Ncssa poca, o
dtscontentamento c a miseria do povo tinhiio
Chegado ao seu auge : aos demcratas suble-
varam-sc de novo cm o nomc da constituicao
de )820. Entre os mais cialtados observava-
scenlao Costa Cabral, que por scus excessos
e seu prcjuio tem sido duas vezes em quatro
annos, pulso de Portugal. A revoluto
trluinphautccm 1888 foi anda desnaturada pelo
partido que se dizia moderado. Entrctauto
a conalituico fabricada c proclamada no mea
desetembro, menos radical do que a de 1820,
porm mais liberal do que a carta, tornou-se
a baudeira do partido democrtico, desde en-
(.iu denominado setembrista. Esta conslilui-
{3o cousagrava o sull'ragio directo, o direito
Je aasocia;o e a principio democrtico de urna
s cmara. Nada
rito da carta, a
dules de ilguma importancia elameDto9 nu-
merosos o podorosns de orilem e conserva-
do. Seo partido da revolueflo he servido
0 a 111 nudo por agenlos activos o audariosos,
he contidu pelo poder politico e militar d
cez em Roma, o pela firmeza do roi de ap-
les. De mfistis massas sSo quasi iudiil'i-
reotes: ellas mostr3o-ss pouco dispostas
asodoixirem seiluzir 011 arraslar por dis-
cursos s por folhotos; ellas creom pouco,
ou antes u3o crcem nada as promessas que
Ihes sofeitas ; ellas prefirem a calma e a
seguranza quo trazem a mult i In de estran-
geiros e de visitantes, cuja presenta heum
dos elementos da prosperidad do paiz.
Todava, ho fcil do reconhecor-sa que
urna inquietarlo geral prcoecupa os ospiri-
tos. Temem-so novos triumphos do espiri-
to revolucionario em Fratu; 1 ; teme-se que
o govcrnodaqucllo paiz torne para as mos
daquelles que o possuiratn ji ofn 1818, ou
para as do outros ainda mais vio'cntos,mais
ineapazes o mais imprudentes, o que sua
olcvac,U> soja o signal de oulras cataslro-
plics as quaus a Italia lerja certamonto urna
boa parte. Se a 1 ranea passar fulizmonto o
quo resta do anno de 1851 o a primeira me-
lado do anno de 1852, o partido revolucio-
nario da Italia se conservar tranquillo. Elle
continuar seu traballio occnlto do propa-
ganda, mas evitar coro cuidado tola a rna-
nifestacSo publica, a qual seria soguida do
urna promnta compressao, nSo sendo sus-
tentada polo partido revolucionario francez.
Os cheles revolucionarios da Italia n3o ig-
unr.'ni isso ; lie da Franca quo deve partir o
movimento, se quizerem que esse movimon-
to tenha verdadeiratnoato um carador serio.
Este movimento, elles o esperilo, poder-se-
hia dizer mesmo qua contfio com elle ; por
isso ontretrn em toda pennsula a agita;ao
de quo ter;o necessidado liara o auxiliar
Esses agentes revolucionarios n.i > s3o
sempre concordes sobre o lim e sobro os
meios; elles pertoncem a escolas mu di-
versas e algumas vezes a faccOes mu anima-
das urnas contra as outrss. Elles mullipli-
co-so ao iofinito; rocrutSo, orginis3o,
cstabetecom rolapOjs o communicafjs on-
tro as commissOes c as sociedades secretas ;
s3o infatigavois, discrotos o mu bam auxi-
liados; porai som ombargo do tola sua
destreza e do zolo do sous adeptos, n3o con-
seguem subtrahir-so vigilancia da policia
austraca, a qual ha oxactamentc informada
de todos os sous movimentos e D80 os por-
de nunca do vista. F.sti polica nao tom
mudado; somente pule sor talvoz melhor
armada do que outr'ora o mais prompta para
mostrar-so publicamonto inOexiVel.
Entro esses agentes, morocom particular
dsliucno as do Sr. fezzini, os quacs s3o
considnridos como mais intclligentes e me-
lhor disciplinados. Isso dopondo som du-
vida do papel importante quo usao Sr. repro-
sentou nos ltimos acontecimontos da pe-
> era mais opposlo ao espi- ,ii,lul,ia ,.:. ,, l,
qual cstabc.cri., urna cai.a- *2ffSLL".'"! 3t2?'**!Z*t
EXTERIOR
O ESTADO DE PORTUGAL.
J'ari, 25 de maio de de 1851.
Quandooduque d'Alba conquistou Portugal,
Philippe II achou-se senhor de uin dos mais
bellos e melhor situados reinos da Europa, e
aluda hoje, que sao passados tres seculos,
todo o mundo admira que essa conquista, a
qual asseguravaa nacilonaidade c o poder dos
povos ibricos, nao tenha sido consolidada,
lie principalmente quando se lauca urna vista
d'olbos sobre a carta que se sent difculdadc
cm cumpieloiidcr a falta dos successores de
Pbilippc II. De um lado os Pyrlncos prole-
gem a pennsula contra a Franca; ao norte
e ao oeste o ocano oflerecc-llic todos os re-
cursos c todas as vanlagens iinaginaveis para
a inarinha militar e mercante; a leste e ao
mel dia o Mediterrneo pOe-na em commu-
nieacao com a frica e com o Levante; Ceuta
c Gibrallar davo-lhc cnto as chaves do
Ailantico e do Mediterrneo.
Nao se acha, portanto, nenhuma raso que
explique o por que Portugal e Hespanha cons-
lltuem duas nacoes dlflerentcs, Nada as se
para, tudo as rene. Ellaa tem as mesmas
montanbas e os mesmos rios. Coinprc-
hender-sc-hla cm rigor que as provincias
bascas, a Navarra, o Alto-Aragao eaCatalu-
nha separados pelo Ebro, fossem destacadas
da Hespanha; nao se coinprcficndc que Por-
tugal seja outra cousa que urna provincia.
Foi preciso a iinprevidcncia c a franqueza dos
reinados de Philippe III e de Philippe IV para
perder o fructo da conquista de 158i e privar
assim a pennsula de um futuro que poda
ser mais glorioso que oda Inglaterra.
i:.l 1 repara;.lo Contra a nallire/l tem sido
para os dotu paites urna causa de decadencia.
Ludibrio da diplomacia c da guerra civil,
lies tem, por assim diaer, rollado as costas
i Europa e clvillsacSo. A revolucio de 89
abalou-os um pouco, he verdade, em seu le-
targo ; mas para desperla-loa bam, foi pre-
ciso que Junot entrasse em Lisboa, c Mural
cm Madrid. Deste momento por diantc, nao
obstante os governos detestaveis que tem tl-
do, a Hespanha, principalmente, depois da
morle de Fernando Vil, tem constantemente
trabalbado por entrar c maulcr-sc no movi-
mento que arruta o reato da Europa. Poitu-
5al, pelo contrario, passando Incessamemele
a anaichia ao despotismo, tendo perdido ao
mesmo tempo a lembranca de sua grandeza
c o sentimemo c?c sua.ajaclonalidade, lem pa-
recido resigoar-sc a ao ser mala do qac urna
colonia iogleza. O partido liberal tem pro-
curado, lie verdade, por mais de urna vei
sabir dessa situacao desastrosa; mas scus ca-
lreos, e suas mais nobrea asplracdea nao
tem lulo ainda outro resultado que o cabos
espantoso, em o qual vemo-lo boje debatcn-
do-s: em Lisboa e no Porto.
Este estado de desorganlsacao c de miseria
tem causas mais serias do que a rivalidade
dos dous ambiciosos que desnulam entre si o
poder. A guerra encarnicada e escandalosa
que fazem um ao outro o conde de Thomar
c o duque de Saldanha, be o resultado du
ra de pares, o sull'ragio cm dous graos,
confseava o direito de associacao, c cm gcral
toda as franquezas conslitucionacs cm pro-
veito da omnipotencia real.
A uta achou-se poii enipcnbada entre os
prtiiarios dcstas duas conslituicdcs. Una
leuta.iva fcita cm 1849 pelos carlistas cusan-
guentou as ras de Lisboa. Foi cnto que o Sr.
Costa Cabral, o exilado de D. Miguel, o tribuno
de SS, o revolucionario que cm 1837, suble-
vara es clubs c arrastrara a cmara, na qual rc-
presectava os Acores, trabio com um cynismo
felizmente mu raros o partido aoqual por sua
exaliacuo tinha fcilo comiucltcr mais de urna
falta. Nomcado priniciraincnlc governador de
Lisboa, c depois miuistro, elle coilocou-sc por
assim dizer a frente de urna insurreicao contra
scuproprio governo, c fez proclamar cssa car-
ta contra a qual tinba tanto declamado, contra
a qaal tinha amotinado o paiz todo inleiro na
poca cm que o duque de Saldanbasc tinba
posk) cm insurreicao para defcn-de-la.
Nto temos que recordar aqu ludo o que se
temidilo c escupi sobre os inysterios dessa in-
Irigt dirigida por Costa Cabral; pelo re Fcr-
nanlo c pelo seu professor Dlctz, essa trplice
personilicaco da caria que desde JS> (cm
ciiniialucnenle triuiiiphado de lodas as tenta-
tiva! feilas para a destruir. A partir dessa po-
ca, I conde de Thomar, tornado senhor abso-
luto do poder, tem fcilo pezar sobre Portugal a
administraco a mais insolente, a mais lyrau-
uici c a mais desordenada. NSo se pude citar
una s garanta que livesse respeitado, um s
dirdto que nao tivesse ultrajado, um excesso
diaatc do qdal tlvessc recuado. Para sustentar
esse regimem de opprcsso, elle absorveu toda
a renda do estado, nypothccou todos os scus
recursos, e deixa agora seu paiz cm una crise
queopde, ao menos dcbaixo do ponto de vis-
ta fiscal, ao nivel do Mxico, lsto he a dous de-
dos da banca-rota.
r.ipulso do poder c do reino uoraez de maio
de IS46, o conde de Tliomir tornou a cutrar
nellc cm l84u,clogo pela traicao e incapacid-
deda inarcchal tialdanha, foi de novo chama-
do, como presidente do conscllio, para a frente
do governo. Como achasse scus adversarios
man irritados c a opiniao publica sublevada
ni iu eucrgicamentc do que cm 1816, elle
a Ilion lo us) alema tic une 11 le 1 un mais insolen-
cia ainda do que d'antcs. Conflscou as prcro-
gativas constitucionaes que ainda rcsiavam,
dispoz escandalosamente de todos os emprc-
gos, e o paiz posto que exasperado, coutinha
ainda todava a cxplosaodesua colera, quando
de relente por urna iniscravel questo ptssoal,
0 duque de Saldanha sahio de Lisboa, c diri-
giudo-sc para Cintra, deu all a 8 de abril o pri-
meiro grito de insurreicao.
Ainda ninguem esqueceu a mancira pela
qual o recolheu o partido democrtico, o justo
abandono cm que o dcixou a principio, c como
a noUcia da sublevaco inesperada da guarni-
coda Porto deteve o vclbo marechal no mo-
mento em IaparaVIgoque afun deembarcar-sc
para a Inglaterra. Por esta conducta to sabia
quanlo honrosa, o partido democrtico provou
que a experiencia o tem Instruido, c que o que
elle qur esta vez, he oulra cousa que a queda
de una ministro impopular em proveito de um
euriesao vaidoso, descontente c incapaz.
Nao hepossivel saber-se justamente qual se-
ra o desenlace immediato da nova revoliicao,
1 Hiahjiicr que elle leja, ainda mcimo na hypo-
thesc a mais favoravel rainba D. Maria, he
sempre para ella um symptoma terrivel que
duas vezes em menos de cinco annos, tenha
occorrido aos cheles mais influentes de todos
os partidos a Idea de pedir a sua queda. Ha
musas oas quacs o povo pensa diflicilracnte
mas urna ves que Icnham sido por elle conce-
bidas c rcconhecida possiveis c justas, sua
ciccucao depende smeme do lempo c das
circuios tancias.
( Preii.)
A SIil.Ai.iA DA ITALIA.
aples, 16 de maio de 1831.
A siluacc3o da Italia nao he nem muilo
tranquilisadora, nem tambom est muito
cotnpromettida. Apir dos fermentos de per-
turbic,ao encontr3o-so quasi em to Jas as ci-
icvuluelo italiana L^nha reunido em torno
de s os conspiradores que so fizcrain notar
pola grandeza desMa, cooperacilo revolucio-
naria. Domis o Sr. Uaitul, se nfloMpotl-
pa, tambom n3o os enjaece. Eli.; ootralai
com sous agentes froqucnies communici-
C.0S ; roinotto-lhcs instrucjiijs longas e
ctrcumslanciadas para excitar seu zjIo, para
dirigi-los, para setenta-Ios no cimprinicu-
to do sua minio, Eme instruccOos sito
transmiltidas com proca'.^'i's mystoriosas
a* nKo em inflo em noma do Sf. Meuinij
mas isso nflo impede que srj.lo muitas ve-
zes levadas ao conhacimeito dos governos.
A influencia de HiZZlni lio sem nenhuma
duvda a inlluoncia revolucionaria a mais
considurnvel de toda a Ib lia ; mas heprin-
'cipalmonto no reino de SarJenh quo ella
he preponderante O '": ule lio provi-
velmonto do todos os estados italianos
aqelle em quo o espirito revolucionario
tem feito mus progresar-;. Militas s3o as
causas disso ; antes da revolucSo francoza
do mez de fevoroiro o Piemonte a cliava-so
comprimJo debaiso da dominacSo das
ideias iinti liiierac-, por isso a reac^Ho, fui
muilo mais forte qtianto chegou a hora da
emancipa{3o. Orel (,'srlos Arbertoora'pes-
soalmente dominado por essas ideias; elle
as lu ha adoptado sem rcstriC(3o, som me-
dida, ecotn um ardor civalhsrosco, porm
ceg. Em 18(8 ello creo quo nada de mo-
hur puJena fazer do que pur-se a frento do
movroonto revolucionario de seo paiz, mas
todos sabem como foram recompensados
seus genorosos esforcos.
O novo rei Vctor Manoel, cujas nobres
o rectas intonc.0cs ninguem podo por em
duvida, herdot do seu pai urna posicHo fal-
sa sobre um declive mau.
O governo actual do Picmonto he prote-
gido o defendido pelos amigos do Sr. Maz-
zioi mais do que elle o ere., muilo mais do
quequizera. O Sr. d'Azeglio he um espi-
rito muita csclirecido, o n3o polo deixar
do tontar sublrahir-sc a esse jugo que o op-
prioio consoguil-o-lia '! Sori' por ventura
destinado 1 perecer sulTocado polos abramos
do seus alliados, ou a ceder o lugar a um
govorno rogular^uo conheca molhor as
con libos quo s polom tornar duradoura
a allianea da ordem o da libordado ? Os
piizes Tisiohos tefm necessidado do adiar
no governo da Sardoolia garantas de sabe-
doria o de moderarlo quo tomcm n.loichar
hojo no gabinete do re Vctor Manoel.
liorna est, tanto quanlo o Piemonte,
agitada polos agentos da rovoluoSo ; a pro-
paganda nSo he all menos activa, e talvez
mesmo quo as massas Iho sejam la mais ac-
eessiveis. Sente-so quo esta populacSo fer-
menta o so inquieta, lia l dmenlos sem-
pre promptos para um assalto, para um as-
sassinato ou pira urna seducSo ; porm
nada lio possivel em presenca do exercito
fnncez : o Sr. Mazzini n.lo ignora tal, por-
isso osperi, e faz esperar; somente lem
cuidido do fazer entreler as piixdes arden-
tes da mullidlo, aliindo aprov6itar a 1.a
hon o pira nio aer sorprehendido por urna
boa occisiJo que sui vigilancia n3o tenha
provisto. So o oxercilo nncez ibindo-
uasse Huma, seria immediitamcnto subs-
tituido por um exercito austraco; lio esse
um ponto, ba muilo lempo resolvido, o es-
ta rcsolucSo he imbalivel. Import quo
que a Franca o seiba, pira poder bom re-
gular sua cunducta.
A Austria, Sra. da Lombirdia, governa o
Mtliuez conlendo-o. Ella precisa empro-
gar all urna vigilancia activa e urna auto-
ndide vigorosi. O velbo marechal Kade-
tzky desempenha sua missSo com urna
energa notavel. As populijCes nSo ettim
ainda resignadas com sua encorporieSo no
imperio ntisinaeo.: a cidade de Millo prin-
cipilmonte repugna esta dnminacao. To-
das as formas de protesto sSo acceitas com
ardor por soos habitantes. Todos os meios
sSo bons, desde que Ibes ser vem para teite-
mtinharseu espirito do opposicao. Suian-
Lipattiia he profunda ; ollas resistiram so
o podossam fizer. Ogenonl austriace ho
muitas vezes obligarlo a adoptar contri os
Millanozes medidas severas do proeaocSo e
defens diante das quies n.lo recua estas
medidas tem sido at hojo um pleno suc-
cesso ; todavii, ludo bem paosf do, o poder
di Austrii est forte ment, eetabelecido
nesta por(3o de seus, estados.
Aprovincii eaeziina eete maii reeigna-
di ella gozi de urna calma qae nada per-
turba, e que protege igualmente Veneza e
a Ierra firmo.
A Toscana est quasi intoinmonle res-
ubelecJa do suas experiencias : o espirito
revolucionario nunca brotou ahi profundas
1.11/0-, elle nSo tem crdito entre aspopu-
lares ; tolavia tem-so observado nestes
ltimos lempos as lindes do cortos professo-
res que contribuiam para derramar no pu-
blico idees do radicalismo conrundidis no
sontimento da unidade nacional. O go-
verno do gram duquo nSo so inquieta por
isso. Estas licos n3o se dirigem sen3o
s classes esclarecidas, o estas classes lem
lirado om venturas recentes urna expe-
riencia, cujas mximas nflo serSo por mui-
to tempo esquecidis.
0 exercito austraco est estibelecido
oas fronteins ; ao mesmo tempo que elle
as contom, exerco grando influencia so-
broas provincias limtrofes do reino de a-
ples; o essa inOnenca prevenirla, se hou-
vosse neccjisidide, toda a explosSo rerolu-
cionara ; mas isso mesmo uo ho preciso,
nSo por que esto reino escape iccSo in-
cessante dos igcntes que agtao a Italia
om todos os Isentidos, mis porque esta ac-
e.u nao tem nelle nnnhiim sueeesso. Ella
neo pendra as nossas, o as classes atis
esclarecidas sabem bom que nada de bom
lem quo espenr do triutnrho do sr, Mazzi-
ne: da mais ha em aples um governo
bem dirigido que sabe prevenir is crises,
c quo s iberia del'en ler-se em CISO de no-
cessidade. 111 um rei jovon ainda, rosolu-
to, caridoso-equo tom sabido minter-se
popular som fezer OOneenon. Do rei Fer-
nando lepen 1,1 pola maior parto a paz inte
rior du quo gosa eslo bello paiz.
A Sicilia cs' miis imea;idi. La o espi-
rito revolucionario tom feito progressos;
ello tem sido auxiliado pela rivalidade aa-
tural dos dous paizos o pelo sonlimonto
invencivol do um olio hereditario que em
lodos os lempos, tem impollido os dous
pvos um contra o oulrc. A Sicilia nao es-
ta como o reino do iples debaixo da
80 do roi. Illa escapa por asaim dizer I
sua vigilancia, o mesmo a aec.Vi do sua
auctomlade. Apesar du ludo isso inda ha
que temer na Sicilia, se como se diz em (Va-
pules, o eslan..viru 11,1 u intorvier, islo he-
se lord I'almerslot se diguar do nSoigili,
umi vez anda esso pai/., so sedignarde
poupar-lho os favores do sua proleccSo;
mas a esto respjilo o govrcno nipolitano
nilo deixa do leralguma iiiquietac3o : elle
loui recebido ja avisos quo Ule recomen-
Jam urna grando circuaispecgSo e um
agtneulu de vigilancia.
(Carta particular,)
_ ( Journui dei Deban)
PERNAMBUCO
TIIESODRAHIA DA FAZENDA PfiOVINCIAL.
Demonstrando do saldo existente na caixa di*
excrcicio' de 1850 1851 em 30 de iunlio de
1851.
Saldo cm II1 de inai?
P.p. 105:489|921
liccciu 110 correntc 111. HkMftSi
--------------li6-lMt*Vi:<
Oespc/a 110 correntc mez
Saldo cm Ictlras cm 30
de maio p. p.
Ilcccila no crrente 111.
Saldo
34:97i,f3l7
81:lG3/z^S
! 1. p<. 1 uu crrenle ni.
MtMMM
/ '.
.'ii:lili u:ii
I
------------51:416/031
Ris
lu cobre.......
Notas .......
I.cltras vencidas. .
1.curas a vencer cm julho
135:579/322
138J/288
, 8l:0SfUO0
. 53:084/0.14
, 3l:332j000
135:579/322
O ihesourciro, -
Thomar Jos da Silva t'ustnao Jnior.
O escrivo da reeeita,
Antonio Cardoso di Queiroi Ponstca.
Demonstradlo do saldo existente na caixa de
depsitos em 30 de unho de 1851.
Saldo cm 3l de maio
P- p. 21:698,000
Rcceila no crreme m. 299:247/000
--------------320(943^)00
Deipcza no correntc m. |
Saldo 320i943/VO0
Km lettras a vencer no
exerciclo de 1851 a 52 120:424/000
Em lettras a vencer cm
1852 a 1853 I00:770f000
Em lettras a vencer em
1853 a 1854 09;7,i9/0OO
320:943,000
O Ihesoureiro,
Thoma* Josc da Silva Gusmao Jnior.
O eaejHvSo di raceila,
Antonio Carduzo aUQueiros Fonseca.
r ^ 1 *=JktsnWsamnWkanWSMkW,mmmumw
. Correspondencias.
Sri. rcdartnrri.Tendo no Diarjo o. 134, de
ildejuhho, apresentadi) em termos legaes,
a susientacao do mcu direito, entend que nao
me serla mais necessario, Jucummodar ao pu-
blico, com urna queslao, era que nenhum iu-
teresse, elle tira ; porque achaudo-mc i i
annos exercendo a nbarinacla nesta cidade,
nunca alguein |sollrco, o menor detrimento,
provenirme do exerciclo da inioba arte; mal
aparecendo no Diario n. 143, urna outra cor-
respondencia, assiguada por um intitulado
Pbannaceutico, toda impregnada de sopni"-
raas, e falsidades, formando seu author argu-
mentos inconeludentes, e apenas lirmadoa em
urh estril jogo de palavras, forzoso me be
ainda responder, e at trinscrever expresarles
das leu que sustentan! a justlca da miaba cau-
sa ; e por ellas se poder.i couhcccr a lujuslica,
com que o tal autor, que talves tarnbcm o
seja do parecer da commisso da cmara mu-


/ -
Dlcipal, deitja sufocar o "meu direlto, para f.i-
/.er Iriunifar a la capritosa opiniao.
Oalvar de 2i de janrlro da 1810 nos ta\
C 90, tratando do inelo de habilitar, ao do bo-
ticarios, para cicrcafcm a arta xr am que
smkirem pprmnios putera o escrivao a campitrnlt
cerlido. I-avrado o icrmo no llvro da cma-
ra, rrl ccrlUSo do rxame, feilo era 31 de
mar^a de 183i, a requer ao governo de S,
IL, U^A confirmafSo desse titulo; porque a
camari asi(m o julgou conveniente; mas por
despacho de 20 de agosto de 1831, foi declara-
do, pele Lxmc. Sr. ministro, que nao precitava
de conHrmacCo.
Isto deve |coDitar do archivo da secretarla
d'estado dos negocios do Imperio; sendo qne
essa declararlo do governo, prova que o cia-
raefelto na forma da le, he un titulo, que
habilita o approvado, iercer as func^es.
para que, por esse exame, se mostrou apto(
alias serla admiuir, que a le exiga um acto,
que nao tlnha signlHcacSo, o que he absurdo;
e per lsso o governo cntendeo. que nao era
preciso conrmacdo; c declarnit-n lm, por
nao kaver esto le, que Uzease esse acto, de-
pender d'approvaco posterior, visto que a
obrlga^o de faicr alguina cousa, nasce da
lci.e sudella.
Se ocame, era aprovauca, para se reco-
nheccr a capacidade de excrcer a arle, seria
inconsequente,,sem disposlcao de le, inuti-
lizar a approvacao plena a que a legislacao,
rutan em vlpor, dava forca e conslderavacoiuo
UHia habilitaran.
At aqu pola, he mals que claro, que pelo
alVM, e le de 30 de agosto de 1828, o exame,
e approvacao plena constftaem titulo, e ha-
billtaces legal; porque nada tnais as lela exi-
lian., e o governo asiim o declarou.
Velo depois a le de 3 de nutubro de l832, a
no art. 13 dice. So ta'o comprehendidos nesta
ilupntifjo ni medica, rirurgio'ei, boticarios, au-
thordot em vtrtudede te anterior ; logo esta
lei, respcitou omeu direlto noque pelas dis-
pealces anteriores en tinfia titulo, ccrlido
de aatnt, c eslava habilitado, para excrcer a
inhiba arte, independente de conlinnacao, ou
de qualqucr outro acto, como declarou o go-
vrruii, no despacho de 29 de agosto de 183i,
publicado no Diario de Pernambuco, n. 40* de :! I
de fcverelro do correntc anno.
!>' npu II i dtsposico da le se ve a fa Ici da de
do argumento, do uicii novo anlogonJsta, pois
lica ividente que nesta materia, assiin cuno
as outras, a le nao tem ciTeito rctroallvo,
doutrloa esta, que sobre sabe a respeito de
te i* muolcpaes, cujas Infracces, quando exis
tem, prescrevem por um anno, segundo o art
ni do cod. do processo. c 281 do regulamento
dc3i de Janeiro de 1842; c.d'aqui se segu,
que as cmaras, nao podem revolver os actos
aolcriores, revogar, c nullificar as delibcra-
\es das cmaras transatas, e ncm rctroagir ;
para Inquietar a quem est cstabelecido, com
titulo legal, a i annos, rcconhecldo pelamcs-
ma cmara, que leiu-mc declarado, nos jor-
nacs, como um dos Pharmaccuticos desta ci-
dade.
He fcil comprehenier, que o incu antogo-
nitta, argumenta, substiluindo as palavras,
arta, por titulo ; mas essa mizeria, so prova
falta de rasao; porque as cartas expedidas,
depois da creaco das academias, sao ttulos,
que apenas exprcsso uina forma, cuja substan-
cia he o exame sua base.
O que importara urna caria sem exame ?
Havendo porcn um exame, e nao existlndo
lei, que obrigava tirar carta, he claro, qbc
subsista a habilitaco, para o exercicio da ar-
te, ou faculdadc; c que portanlo claudica o
incu antogOuista no scu raciocinio ; porque o
rxame sem carta (quando a le nao exige esta)
he sempre cmcaz, por ser a substancia da ha-
bilitaco, aqual oo pode perder a sua natu-
reza, pela falla de una eitcroridade, nao re-
putada cssencial; quanlo mais que, nem a ici
dc3deoutubro falla em carta; mas siin cm
Ululo; e titulo, he a ctUM hbil, pela qual
>>e posaue, ou tcui alguma cousa e na hipo-
ihese de que se trata, he o exame, feito na for-
ma de lea anteriores,
Kssc uuscravel manejo do meu adversario,
he aluda empregau na suustituico das pa-
lavras, allcsiado, por ccrlido i quaudu nao
tenho altcsladus, mas ccrltdao, em que falla
a lei.
Wcm foi mais feliz, o meu antagonista, cilan-
do as posturas de 1819, por que estas tralo dos
que tem de abrir botica, e cu ja a tinha a ber-
ta a 14 aunos; c as anteriores donde se cine a
ditterenca cutre as que lem de se estabelecer
de novo, e os que es la o eslabelecidos; c por
tamo tendo cu titulo legal registrado, ami-
tos anuos, na conformidades das posturas au-
teriores, tenho por conseguinte a competente
habilitaco, huma vez que as posturas nao tem
ciTeito relruativo.
li falso haver cu pedido coolirmacao, de pe*
is da lei de 3 de ouiubru de 1832 ; pois que j
nioslrct, que cm 1831, toi a dcclaraeao do go-
verno, c urna ves que, se acha o registro de
incu titulo na cmara municipal, e apr-
senlo a liecnca, concedida por ella, as-
siguada por todos os vareadores, a qual foi
por miru apprezentada, cm plena cmara, no
da 30 de juuuo ultimo, em nada prejudlca o
meu direilo, e alegalidade do meu titulo, nao
se fazer me n cao disto ua acta respectiva, c nem
distose pode tirar argumentos, porgue ao
acto de terceiro, pelos quaes nao respondo, e o
livro deregstro, tem fe, c a lloenoa aprsenla-
da, disarpa toda aduvida por que ella supc
aprcscniaco, e registro to Ululo.
He por Unto falsso, o argumeuto de querer
cu pruvar esse acto.someote com icstemunhas;
por que lobera provo, com documento* au-
tnticos c arrefragaveis.
li Igualmente lalso, que a le de 3 de oulu-
brode 1832, exija,cartas, quando ella expres-
samente recouhece como vigorosos os luulus
de que falli as leis anteriores.
Foi infeliz o meu (antagonista, no exemplo
que citou, do Sr. ,/os Mana (ionsalves Hamos,
por que este Sr. fez cxametcui I8'J3, e conse-
guintcmentc multo depon da lei de 3 de ou-
tuuro dei832, e por isso possb d /.ti, servindo-
mc da bella exprcsso do meu antegonista,
que licou barrado.
Igual infclicidade, se nota na cita cao fio ave*
zo de 9 de dezembro de 1844; por que este hJ
contra produecnte, e cin nada favorece a in-
tencao do incu autagonisia.
Parece mals eabvel a denominadlo de a-
prcndls, a quem sustenta que as leis muni-
cipaes, devem ter etieito retroativo, contra o
artigo i703 da consliluico, sem fazer des-
tnelo do pretrito ao prezente. dn iip aquellc
que teve approvacao plena, em um" exame le-
gal, c tem nu exercicio da sua arte, merecido
o abono de disntos mdicos, c do governo,
como se pode ver, no diario n, 46 de :. de fc-
verelro do crreme anno, onde publiqei defe-
rentes documentos.
A lei civcl b urna restrico e por sso niu-
guem h obrigado afazer, ou delxar de fazer
alguma couza, se nao em virtudc delta : ora
nenhuma Ici iinha|pi clixado prazo,para depois
to exame tirar caria, nem exegido esta : lo-
go a exegencia do meu antagonista, nao tem
lu/.c, em que se apoie, e por sso o governo
declarou, que nao prcclsava de courmaco;
iras o mea antagonista, cnsistio nisso i logo pa-
rece cablvcl dizer-lhe, que h appreutiz lgica e hermenutica, e que com seu argu-
mento licou barrado.
Nao fatigare! mais ao publico, pois que nos
diarios de l'crnambuco n. 44 de 'i de feverei-
ro, bo de 24 de marco, 94 de 25 de abril, e 134
de )4 de juoho, todos do correntc anno, aos
quaes ase remeti, ja elucidei succlcntcmcnte
a questo. I
oueirao ftrs. Hrda< tores dar publicedade ai
estas linbasdo seu assPgaantr.
Jos Stnhorei redactara; Jendo eo prometlldo
ao publico, que o instruira do* inanejojicnc-
bavm einpregados pelo Sr. Nanoel da Silva
hantos para obler de 8ulerp Flix de Sama Ro-
ta, de seu irmo Joao Miguel Ferreira e de ou
tros quejando* deelaraces contrarias as que
perante o Sr. desembargador ebefe de polica
i'Xpontauea e lrremente i/.era o dito Solero
relativamente ao convite, que segundo dase
rile, (he lora feito pelo mesmo Sr. Santos, para
ussassiftar-iii<-, venho buje cumprir a miulia
praaacssa; mas antes de o fazer darel urna
idcia dos motivos, que entre mim c o Sr. San-
tos Mieram nascer essa inimisade, que da parte
do Btteamo Sr. se tem tornado lao rancorosa.
Intcrcsado corno pai no estabelecimento 4c
ineu rilho Antonio de Paula Fernandcs Eiras, e
vcudo que elle tinha 'vocacao para a vida coin-
nercial, tratci de ajuda-lo com o meu crdito,
c outro ineios, de que poda dispor mas des-
gracadameute algtlns trapicheros, e entre el-
le* o Sr, Santos, enlenderam que o dito meu ti-
lho nao devla entrar com elles em concurren-
cia, e desde logo principiaran! fazcr-lhe uina
guerra declarada: dirigidme algunadclles,
e consegu brandar a taaha que %c dtsenvul-
via, porrm nunca pude obter isto do Sr. San-
toa, e de oulrot, que a ellas se acbavam, e se
aohiam ligados: deu-se netle lempo umaoc-
carrencia a reapelto da oampra deaim carre-
amentod3bacalno,c convencl-rae entaoque o
r. Santos e algunt das scus compaojeiros sa
haviam tornado Inlmlgos irreconslllavels de
meu lilho pelo desalroso e indignoprocedl-
inento que tlveram em casa dos negociantes Ja*
mes C rablrec & C., quando se tratava daquel-
la compra; mas nao pensel que as cousas che-
gaascm ao pooto de exaltaco e aolmosldade, a
quechegaram.
No da 11 de novembro do anno prximo paa
sado Indo eu pacificamente para a alfandega ful
aggredido pelo Sr. Santos, e nao tlve outro
remedio, senao usar da defesa natural que me
compela, para repelllra aggresso Km verda-
dcesiranhela raanclra desabrida eaggressora
com que se portara o Sr. Santos meu respclto;
porcm anda tire a slmplicidade de persuadir-
me que o negocio caria naquelle p, e que a
minha vida nao correra perlgo ; mas euganel-
nie, porque no dia 4 de feverclro perto do mel
da sahtndo do armaiein do Sr. Olas Ferreira,
e vendo o Sr. Santos junto porta do mesmo ar-
mazetn, ein necasio que e desembarcava urna
porco de barricas de farinha de trigo, viudas
de Maranhao consgnacaodos senhores Aino-
riin fi Irinos e N. O. Uiebcr & U, observeL que
o Sr. Santos conversava em ar de misterio, e
como que em segredo com Sutero Flix de San-
la llosa, que segundo a physionomla, nao dei-
xoude iiispirat-me deseonti m^a ; toinci senti-
do n'aquillo, e depois sahindo o dito Sutero o
acompauhei de longe,ipara|ver quedireceo to-
mara; porcm tendo-o perdido de vista, depois
porlufonnacceso;uepude obter.soubequc elle
morava no Catuc, e enlao participando meu
filho a suspelta, que tinha, elle diriglo-sc ao
referido Sutero, c por boas mauciras obteve do
mesmo aconlssao do convite qucnaquelle dia
4 de fcverelro Ihc havia feito o Sr. Santos, para
assassiuar-mc, conforme consta da dcclaraeao
pelo dito Sutero fcita pcraulc o Sr. desembar-
gador chefe de polica.
Nestas crcumsiaucias (iz o que qualqucr
pessoa tarla procurando obler a mencionada
declararao cm prcsciica da competeute aulori-
dade, e Icmitei-iiie disto, e lomar as caulcl-
las necesSaras para segureuca de minha pes-
soa, visto como j no da 7 de fevereiro havia
acontecido emminha casa nal'assagein da Ma-
dalena o que coasla de um aununcio, que lis
publicar. Koircianto, o Sr. Santos nao se con-
servava inerte ; pois que d'ahl ha poucos dias
couslou-iuc por uina carta do propro Sutero,
documento n. 1, que elle por intermedio de
um seu geme empregava todos os meios de
olfercciiucntos.para conseguir uina rctrataco
da parle do mesmo Sutero ; e cun ellelto as-
sim acconteceu.
Agora que o publico j se acha Instruido dos
motivos da inimisade que me vota o Sr. Santos,
cumpre-me dizer, que nao s o juramento
prestado por Sutero em contraposico ao que
declarara perante o Sr. desembargador chefe
d p iii.-ia. como os demas depoimentos de
Joao Miguel Ferreira, irraio do mermo, c de ou-
tros da mesma temiera, sao falsos, calumnio-
sos, c obtidos por meios Indignos i porquanto,
alm de ter Sutero confessado na citada carta,
documento n. I, que abafxo vai transcripto,
que o Sr. Santos tratava de o alliciar, para que
elle se rctraiassc, accresce que Joao Miguel de-
clara no seu juramento, que meu filho o pro-
curara na cadeii, para que elle, sendo chamado
juizo nao dicesse o que sabia, quando das de-
elaraces juradas, que formam o documento
n. 2, as quaes merecem todo crdito por serem
dados pelos einpregados da mesma cadeia,
consta que o dito meu filho alli nao I.ira, nem
de dia, nem de nolte, desde fevereiro do cor-
rete anno at o prestnle, oque plenamente
mostra o perjurio de Joao Miguel proferido no
inieresse do Sr. Santos.
Aqu cabe fazer a seguintc rcflexao, para que
o publico de tudo fique iuteirado; que Joao
Miguel he o propro, que loi condeinnado a
ou 7 annos de pi isiio, e que leudo cumprido a
pena na ilha de Femando se acliava, ha alguns
incics na cadeia desta cidade, sem poder obter
a soltura, porque nao tinha dlnhciro para pa-
gar a multa, ao passo que no propriodia, em
que perjurou a favor do Sr. Sanios obteve a
quana precisa para pagar a referida multa, c
foi immediaiaincntc solio, (documento n. 3.)
Tajiibcm convem declarar, que.esse Joao Mi-
guel hcouicsmissiino que um mci pouco mais
ou menos depois da soltura assassinou atroz c
brbaramente de parceria cdiii outros, un mu-
do no lugar do Remedio, segundo he publico,
acbando-se por este inolivo recolhido de novo
a cadeia, c meitido cm processo perante o sub-
delegado dos Alogados. yUc bella gente he es-
sa, que o Sr. aauos chamou em seu favor \ I
que ptimas leslcmunhas Tenho, senhores
redactores, dito quanto b iaA, tenho provado
com documcnlos irrefragavcli, que o Sr. Santos
prevaleccu-se de meios ignobeis para por cm
dunda a veraeldade do que at o presente tem
sido publicado: resta que o publico o conheca
dora cm dianlc como um calumniador, que
nao trepida diantc de manejo algum, para en-
capar a sanha que vota ao scu pacifico adver-
sario, c com isto hei satisfeito a pronessa que
Os, pedindoa Vmcs. que dempublicdadc es
tas linhas do sed coustante leilor Jos Fernandcs
Eiras.
DOCUMENTOS.
n W. I. lllm.Sr. Jote Fernanda Litat. -l'ar-
licipo a V. S. que honlcm lendo hido ao Passa-
rinho, cnconirci com o tenente Joaquim, c as-
sim que foi me avisiaudp chamou-me de par-
ir, e peitou-mc com 400,000 rs., para cu ir a
casa do sub-delegado com elle para desdizer o
Suc j linba dito a favor de V. S., eu para me
esviar dcllc disscquc ia, porm nao cumpri,
ncincuinpro tal prumcssa.e no entretanto reii-
rci-me, e aqu me acho no lugar do Barro, es-
perando que V. S. me dcspac'ie com os efleitos
de minha venda. Mandc-inc dicer o dia que
heide mandar oscavallos para a conducca dos
gneros. Espero Igualmente que me mande
pelo portador a quantia de 30,0"(i rs., que pre-
ciso, pois cstou com a minfia familia, junto
commigo para subirmos para cima. V. S. asse-
vera Kspero que nao baja falta do dinhero.
INo mais sou com estiun, de V. S. criado
amante e obrigado, Siiffro Fclix de Sania Hoza.
Kstava reconhecida.
N. 2. Tciuambucu annodc l85l.Juizo mu-
nicipal da primelra vara da cidade do Ilecife
de Fcrnaiiibucoescu termo.
Authoamcnto de uina pelic^o de Antonio de
Paula Kcrnan.les tiras para o fim que na nn-s-
ma se conten em 14 de junho de I8ii:0 es-
crfvao, Jo&o Sarava dr Araujo alvdo.
Diz Antoulo de Paula Feruaodes Eiras, com-
mcrciante desta cidade, que tendo lido no
Oinro uina corresponden-
cia contra seu pai Jos Fernandcs Eiras, assig-
nada por Manoel da Silva Santos, e acompa-
nhada de alguns dcpoiinentos, entre os quaes
se acha o de Joao Miguel Ferreira, que, perju-
rando da maneira mais escandalosa, declara
ter o supplicante hido cadeia entender-se
com elle sobre revelaedes, que Ihc fizera scu
innao Sulero Fclix de Santa Roa, pedindu-
Ihe, que, no caio de ser chamado a juizo, nada
declara-se, c proinelteudo-lhe, que nenhuin
cncommodo leria, se oceultasse o que se havia
pastado, quer o supplicante mostrar a falsida-
de de semelhantc dcpoliuenlu e provar, que
tudo quanto disse aquelle Joao Miguel Ferreira
relativamente a ter hido o supplicante a ca-
deia entender-se com elle he um perjurio c
calumnia atroz, e por isso requer a V. s se
digne mandar vira sua respeiiavel presenca o
carcereiro da cadeia e seu ajudante, betn co-
mo os chavelroi da mesma, alim de que decla-
rem debalxo de juramento, se viram o mesmo
supnHcante appareeer alli ( na cadeia), quer
de Jla, quer de nolte, desde o da 1. de feve-
reiro do correntc anno at o presente, c toma-
das aquellas declaracdes, entregar ao suppli-
cante, independentede traslado, para usar de
seu dlreito, intimada estaaoDr. promotor pu-
blico, seudoos sobrdaos carcereiro, ajudante
c chaveiros mandados vir na occasio, para
evitar se qualqucr consdescendencia, ou cs-
Sulvanca, que por ventura queiram ter em
eclarar a verdade e nestes termos prde ao
Illiu. Sr. Dr. delegado e julz municipal dapri-
ineir vara Ihe delira.E H. M.--4n(onio Pau-
ta Fe mande i Eiras.
Designo o dia ib* do crreme as 11 horas da
manha, c no mais como requer.
Reclfe 14 de Junho de ibjl. Olivtira Biaciel.
Certifico que inliinel o despacho suppra ao
Dr. promotor publico interino, Manoel de Sou-
aa Garca que ficou entendido,
Reclfe 14de junho de iRM.- Km f de Tif-
dade.Joo Soraiea de Araujo Qatvflo,
Termo de declarac&ei feltas pelos abalxo as-
signados, a rcquerlmeuto de Antonio de Paula
Fernandcs Eiras,
Aos 17 dias 4o mez de junho de i8M, nesta
cidade do Rocife de Pernainlmco, em casada
resldeucia do Dr. julz municipal supplente
da primelra vara, Francisco de Assls Olivelra
Uaclel, onde eu escrlvSo de seu cargo me cha-
va, abi presente o peticionarlo, e*os Indicados
pelo moamo, o carcereiro Jos Vida! Nuoes,
aquem o dito julz delirio o juramento dos
Sanios Kvangrlhos, encarregando que debalxo
do racimo declaraste o que soubesse relativa-
mente a. petlcao cfo supplicante que Ibc foi II
da, e recebldo por cite dito Juramento asslm o
prometeu de cumprir. Declarou.que, nunca
conheceu o supplicante, senao nesta occasio
em que faz senelhante c tao simples declara-
cao, e mais nao disse, e Udo asslgnaram com
jniz. Eu, Joao Saraiva de Araujo Oalvio, es-
crlvo o escrevI.Otxra Maciet.Jos fidal
Nune*.Antonio Pauta Fernandcs Eiras,
E logo na mesma occasiio e lugar pelo Dr.
juiz municipal foi deferido o juramento dos
Santos Evaugelhos a Francisco Nunes Vlanua,
aquem encarregou que debalxo da mesmo de-
clarasse o que soubesse a respailo da petlcao
do supplicante que Ihe foi llda, e recebido por
elle o juramento asslm o prometteu de cura-
jt ir. E declarou que nunca vio na cadeia o
supplicante, e que pela primelra vez o conhe-
ceu neste juizo, na occasio em que asslm
declara, e mais nao disse, e lido asslgnaram
com o juiz. Eu, Joao Saraiva de Araujo Hil-
vn, escrivao o eserevi.Olivcira M*eiel.--Fi cisco Nuncs Yinnn. Antomiu Paula Fernanda
Eiras.
E logo na mesma occasio c lugar pelo dito
juiz foi deferido o juramento dos ^aii;oi Evan-
gelios Antoulo Francisco Macota, engarre-
gando-lhc que debaixo do mesmo declarassc
o que soubesse, c ihe fosse perguotado, o que
soubesse relativamente a pelicao do suppii-
caute, que Ihe foi lida, e recebido por elle o
juramento assim o prometteu de cumprir
Declarando q'ic uunca vio o sup[dicantc na
cadeia, c nem nunca o conbcceu senao agora,
que presente se acliava. e inals nao disse, c
lido asslgnaram com o juix. Eu.'^oao Saraiva
de Araujo Galvo, escrivao o cscrcvi.--Ohir Maciet. Antonio Francisco Macota, Antonio
l'aula Fernandcs Eiras,
E logo na mesma occasio e lugar pelo dito
juiz foi deferido o juramento dos Santos Evan-
gelhos Antonio do (armo do Patrocinio, en-
ea rregnto-Ihe que debalxo do mesmo decla-
rassc ludo que soubesse relativamente a peli-
cao do supplicante que Ihe foi lida, e recebido
por elle o juramento assim o prometeu de
cumprir.
Declarou que nunca vio o supplicante ir a
cadeia, c que mesmo o nao condece, e be a
primeira vez que o vi- por. o ter encontrado
nesie juizo, e ihe dizerem ser elle o peticio-
naria, c mals nao disse, e lido asslgnaram com
o juiz. Eu, Joao Saraiva de Araujo Galvo, es-
crivao o cscrevi/ livsira iaciel.*-Antonio di
Carmo do Patrocinio.Antonio Paula Fernandco
Certifico sercm os declarantes ici* oi men-
cionados na petico do supplicante, Quc ei-
tanlo presente declarou nao ter mal* peo
apresentar na presente dcclaraeao.
I Reclfe, 17 de junho de 1851.Km f de ver-
dade.--JoaVSaraiva ae Araujo Gaha'o.
N. 3. Diz Jos Fernandcs Eiras, que a bera do
scu direlto Ihe bonecessarlo.que o escrivao Aprl*
gio em face dos autos de llquldacao de mult*
e execucio criminal de Joao Miguel Ferreira
Ihe certifiqu o segulnte : primeiro a quantos
annos de prisa o foi condemnado o dito Joao
Miguel, c porque crime ; segundo em quanto
importou a multa, e commutaco da pena;
terceiro que quantia rccolheu elle ao cofre da
municipalidade para obter a soltura, e ben
assim as datas do pagamento da multa c do al-
vai de soltura passada a favor dcllc ; pelo que
Ipcdc ao illiu. Sr. Dr juiz municipal di pri-
meira vara assim Ihe delira.E R. M.
1 Como requer. Reclfe i." de malo de 1851.
Oioeira Maciet.
Aprigio Jos da Silva, escrivao interino do
jury c cxccucdescrlmlnaes, neaia cidade do
Reclfe, c no termo por S. M. I. e G-, que Dos
Guarde etc.
Certifico que vista dos autos de execucao
de que faz mencao a petlcao retro, delles cons-
tar que o suppUcado Joo Miguel Ferrpra.
fora condemnado a pena de seis annos de prl-
siio simples, e multa correspondente a meiadc
do teiiipn, grao mximo do artigo 179 do cdi-
go penal, combinado com o artigo 34 do mes-
mo cdigo, que a multa foi liquidada na im-
portancia de 239,200 rs., c nSo tendo o sup-
plicado meios de a pagar foi comraulada em
dous annos de prifao simples ; que o suppU-
cado rccolheu ao cofre da municipalidade a
3o de abril do correntc anno, a quantia de rs.
102,000, visto ter-se abatido o lempo que dc-
correu da prlso, depois da commutacab da
mulla, c foi sollo nesse mesmo dia 30 de abril.
O referido he verdade, e aos ditos auloi me
repporto.
Recite 2 de maio de i851.Escrevi c sai-
nei. Em f de verdade. Aprigio Jos da
Silva.
2
Publicarlo a pedido.
Illm. Sr. Dr. Goiict Uimout.Tiveram taita
lu, i aqucllai palavras conioladuras de ruc
V. S. SMCrrio para dlier-mc que. seria Mvo
da molestia deque eslava aneciado; e tal foi
a certc/.a que un- dco, que o iucu rcstbc<
lecitneoto foi eomplelo: posso boje, uftuo,
diier que me acbo cm estado de retomar ueu
traballin ; to perfeitnmentc me record Jos
longos dias do ineu sofrimeoto ; mis eintiin
o liomein bcinfaiejo, que forca de cstulos
c cuidados, prevenido sempre a combiter
victoriosamente os males que tanto perteguein
a pobre bumanidade, salvou-me I. ..
Meu reconhecimento para com V. 8. io
tem limites !... Visto ineu estado actual,
aquelle cm que me acbava, ha um juez, loco
que fui abandonado pela amiga medicino,.
Quando pens mesmo, que de oito cantaradas
uiarilimos como eu, sacrificados allopaihia
sendo cu o nico que uve a felicidade ile
escapar ao Dagcllo da febre amarclla!.., O
nico tambem tratado pela homteopaltia,
creio formar urna Iooga despertaco, qu? j
mais poder-sc-ha cscurecer.
Muii.ii petsoas que me baviao visto na
maior forca de minba molestia, nao pd?ui,
sem grande admiracao d'cilcs reconhecer a
alta frovidencia que dotou a V. S. de urna
sabedoria tal, para dclla usar, acompanhida
da muila caridade de que usa para com a
iiumanldadc que tem a dita de recorrer i
una medicina que V. S,, com tanto desrelo
e cuidado, applica as criticas clrcuinslancias
do enfermo se ver nao s iiiarthyrisado, cono
abandonado pelos professores da allopatUa.
Creia, Senhor, que mcus agradecimectos
sao os mais sinceros, c nascidos do fuido
do coracao de quem jamis esquecer procu-
rar mamentoi de poder mostrar a gralilao
para com aquelle a quem deve a vida.
Acceite os sinceros rcspeltos de estinn e
alia consideracao de quera heDe V. S., hu-
milde servo e criado
Recite, 9J3 de junho de iS.'il.
Com Pueh.
N. B. Um dos que falla parte dalripoU;ao
da barca franceta, Comte Itoger do Havre.
Repartigo da Polica.
PAUTE DO DIA 2 DE JULIIO.
ForSA honlom presos : o proto escravo,
Jos, por estar ebrio : ordem do subde-
legado da lregaer.it de S. Jusc, os carae-
ceiros, Agostinho Jos do ascimeato,
e Domingos Antonio dos Siutus, por in-
fraccSo de postura municipal, Antonio los
Gomes porcrimede ferimento, e o escra-
vo iisnedicto por suspsito de crime do tur-
to ; a ordem do subdelegado da freguoza da
lloa-vista, os cjrneceiros, Antonio Flix, Jo-
s do Carvalho, e Luiz, escravu de Ignacio
Adriano Mouteiro por infraccjio do pustura
municipal ; a ordem do subdelegado di fre-
guezia dos Afogados, o proto Florencio,
COMMERCIO.
Al.FAUUEGA.
llendlBento do dfa .
lame.
biscarregam_hoj, 1 (/Mo.
"" Ttnnr n
073
Bsrc inglcia Kobcrf Tenn;
dorias.
Barca americana Mary F.llen farinha o
taboado.
Patacbo dinamtrquez Fortuna ferro.
Mista bruileiro Dwiioto gento do
paiz.
Brlgoe nacional Oltnda barricas vislis.
I niporlai;iio.
Hiato nariona1! Duvitloto viudo do Aracaly
com escala pelo Ass, consignado a Jos Ha-
noel Martina ; manifeslou o seguate :
50 ciixis Telas do carnauba, mmollios
do eouros miudos, 5 cooros salgados, 8 bir-
riz vasios, C garrafes ditos, til alquoires
de sal, 300 moThos de palha do carnauba.
Patacho brasileiro /'oi di Harto, lndo
do Rio Grande do Sul, consignado a Bailar
iOliveira, ro.- nilostou o seguinte :
6,200 arrobas de carne. 70 ditas de sebo
em rama, 170 ditas de dito em pues.
Brigue francez Paulitu, y indo de Mirseil-
leeCetle, manifeslou oaeguinle:
40 barril de azeite, 300 pipas vinho, 3 cai-
ras tecijos de algodo, 7 ditas ditos de se-
da ; a [,. Bruguicre.
Barca brasileira ProvUencia, vin la do Rio
de Janeiro, manifeslou o seguinte :
20 saccas caf, 100 ditas farinha de man-
d ion i ; a Novaos & Gorapanhia.
Barca ingleza llobcrl l'iamici de Liverpool,
consignada a J. Grabreth & C, manifeslou o
seguinlo :
19 ('indiadas, 11 qantaes*,1 arrob>,6 libras
de ferro; a C. J. R. Souza e A. V. S. Barroca.
39 Pe;is cabos, 50 barriz e 1 caixa ob-
Jectos para pintura, pixe e alcatrSo; a E.
II. Wyatt.
I Gigo louca ; ao capilo.
51 ditos c 1 caixa Inora, 2 caixas lonros
de seda e linho ; a Fox Urothrs *
123 tonolladas carvio de pedra, 3 fardos
fazondas, 101 gigos e 1 harnea, louca, 3 Bal-
\is meiasde algodilo, 1 dita com ditas de
seda e 2 fardos cobertores ; a J. Grabretree
& C.
II barriz ferragens ; a Brnder a Brandis, 2
caixas fazendas e 2 ditas miudezas; H.
Cybsom.
30 barricas enxadas; a A. V. da Silva Bar-
roca.
7 fardos fazendas; a Me. Galmont & C.
20 barricas alvaiade a J. Pato & G.
12 volumes drogas e 25 cnxis agurden-
te ; a G. J. Asilo y.
212 barrica* aerveja ; Adamson llowie
& C.
60 gigos, e 1 caixa louca ; aA. F. Silva
Carrirjo.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia 1 a 4 3:830,825
dem do dia 5......... 73,079
4:503,904
' 1,1 III
deuem Csstte, lat. 18. 2';, e loog Bercial attabelecida na esquina da ra do
31. 47'. Colleglo. e breve sahira a luz i literal tra-
Nmtei saMioi no mesmtlU*. duccSo de Horacio em verso portuguez por
Havre polffMrahlbi -brlguo f|tneaCe-rir, Elpino l)urlepe. A impressfio ntida, o
capillo Bornos, carca assuoir. e Bgodflo. typo Irpdo e novo, o papel ptimo.
Passageira, Paulina F. C. Peopont; Os stnltores, ququizerem subscrever pa-
Rio Grande do Sul palo Rto de Janeiro ra llio cediente obra o podero fazer na
h.ig... *jj-t-j-'~ "af'n, MriiftMnfA t aalaailt -do- Ittraaan a. pata m-mmrUn
quim Dias dos Prazerea, carga assucar. de 5/000, e depois de exposta i venda ser o
PasstioUM t Adolfo Gabajrat, oan-aiai preco elevado. ________' _______
senho'a e 6 escravos a entregar.________|a
im
TAES.
Avisos martimos.
Para aa libas de S. Miguel e Tercei-
Lista dos oldadloa quallfloadoi pela Junta re. ra barca nocional Providencia capiap
visura, para serem jurados nene correte, )o9o Lopes da Coala : quem h Oieama qui-
annn.
zer earregar ou hir de pisjagem.dve tratar
nacional Trm^rmoi : qaem nel-
izer earregar, podem entender-se
querque, Jos Gucdes Salguelro, Jlo Han- >-'uui uraostes Jos Dotrte de Souza em casa
lista Vraeoio, Joao Francisco Tclielra, Joao) do Vr y Joaquim lluarto da Azevedo
Carvalho, Jos Candido de Barroa, Jbacrnlm' {**"**,
i 'ardo/o Airea, Joaquim Jos Alvo d'AIbu- le 1u
querque, .Jos Guedes balguelro, Joao Han- com o
o ou no
DIVERSAS PROTINCIAS.
Rendimento do dia f 14. 312,264
I \liiirl.u :ii> lo da 5.
Havre brigue francez Cesar, com escala
pela Parahiba do Norte, de 231 tonelladas,
conduz o aeguinte : -- 510 saceos com 2,550
arrobas de assucar, 114 saccas com 662 ar-
robas e 5 libras ue algodSO, I caixa com
143 libras de cobre velho.
KEGEBEORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 5.....910,990
CONSULADO PROVINCIAL,
dem do dia 5.......4:012,988
PRAGA DO RECIPE, 5 DE JULIIO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Hcvitta MW.1
Cambios- Os saques da semana variaran
entre 28, 2i 3;4 c 27 1|2 d. por
1,000 rs., c hoje licou a 27 1)4 d.
Algodo- Entraran) .Wi saccas, queforam
vendidas a 4,950 rs. por arroba
do de primeira sorte, e a 4,550
rj. o de segunda.
Assucar- As entradas continuaram a di-
minuir ; pequeas vendas e os
prscos orcaram de 800 a 850 rs.
ior arroba do encaUado sobre o
erro ; c I ,B50 a 2,200 rs. por ar-
roba do branco ensaccado e era-
barricado, e de 1,350 a 1,400 rs.
o mascavado dito.
Ago'ardcnte Vendeu-ie de 38 a 40,000 rs. por
pipa.
Bacalho Kctalhou-se de G a 8,00o rs. por
barrica, e licaram por vender
2,2u0 barricas.
Carne-sccca- Eaistcno mercado 54.000 arro-
bas, inclusive um carregamento
entrado esta semana. Os precoa
reguiaram de 2 a 2,400 ra, por
arroba.
Cerveja-------Veudeu-ie a 4,000 rs. a duiia de
arrafas.
ei-se urna renda de GuO barri-
cas acerca de 15,000 rs. e reta-
lhou-se de 11 a' 17,000 rs por
barrica ; a existente boje orea
u por 2,1)00 barricas.
Dita de inand.-Cbcgaram nesta semana dous
carregaincntos, que se esto re-
talhando de 3,400 a 3,800 rs. o
alqueire.
Polassa nacin.Vendc-se de lUOa 180 rs. por li-
bra.
Sal-------------dem a 440 rs. o alqueire legal.
Tiiucinbo dem de (i a (,400 is. por arro-
ba do de Lisboa.
ViJnhos Os de Lisboa tinto obtiveram de
115 a 147,000 rs. por pipa, e o
branco de 155 a 158,000 rs.
Ficaram no porto 44 cmbarcaccs, sendo 1
americana, 1 .belga, 21 brasileas, 2 dinatuar- .
Iucias,3francezas, i hespanhota, 7 inglesas,
portuguetas, c i sueca. I
Muviuiunto do porto.
Navio, entiados no dia 5.
Ass ; 16 dias, hiate brasiloiro Daviino.i
43 112 tonolladas, mestro Jo3o lleorique
de Almeida, equipagem 6, cargi sal e pa-
lha ; a Jos Manoel Martina. Traz os pas-
sageiros da barca americana 1F. //. D. C.
Wrght,cu'i* barcadesarrorou dos maslros
na lat.7.* 39 o long.32", acha-se funde-1
ada no lugar denominado Pitcmb, esta
barca saino de llalli moro para o Rio do Ja-
neiro, com farinha de Irgo.
Hamburgo58das, patacho dioamarquez
Cornac, de 195 tonelladss, capUSo P. A.
Petersen, eqalpagom 21, carga carvo: ao
capilflo. ., .
Rio de Janeiro 9 dias, barca brasileira
Providencia, de 37 tonelladas, capito
JoSo Lopes da Costa, quipagean 21, car-
ga madeira e mais genero* ; a Oliveira &
lrmaos. Traz 15 pasaageiros para oa Ato-
res, para onde he o seu destino.
Cbristiansundie 52'dlas, brigue sueco
rankltm, do 222 toO/Uladas, capitSo C. N.
Norbonm, equipagem 11, carga bicalbao;
a N. O- Bieberot Uompanhia.
Baltimore 50 dias, barca americana Orio-
U, de 233 tonelladaa, eapitSo R. Slump,
equipsgeui II, oarg* tafinha de trigo, ta-
baco e lona ; a II. Forster & Gompanhia.
Parahiba -- 3 dias, hiato brasileiro Afora j
Cruz, de 28 tonelladas, mestre llonrque ;
do Souza Mafra\, equipagem 4, carga lo-
ros de mangue ; Joaquim Jos de Olivei-
ra. Passageiro, Jos Francisco Madeira.
Navio entrado no dia 6.
do mallo, e tratar na ra do Rangcl a, 56.
Para 6 Rio de Janeiro sogue com bre-
vida'de o brigue escuna Olinda, para carga
escravos ou pasaageiros trala-se com Ha-
chado & pinbeiro na roa do Vigario H". 19,
segundo andar, u com o capiao Manoel
Marciano Ferreira, na praca do commercio.
Para o Araoati sabe no da 10 de julho
a soinaca Carlota da qual he mestre e pratico
Antonio Jos Vianna por teramalor parte da
carga prompta.; para o resto da carga e passa-
geiros trata-se com o mestre da mesma no Tra-
piae do alcndao, c com o consignatario da
mesra T.ufi irise de Si AraUjo na ra da Cru
do Recife n. 33.
A barca portuguesa Santa Crut, sabe pa-
ra o Parto ate 10 de julho prximo, por ter
prompta grande parte* de seu carregamento,
anda recebe alguma carga a frete e passagel-
ros, para o que tem assiados e grandes oom-
modos : a tratar com Francisco Alves da Cu-
nha at Companhia, na ruado Vigario n. 11
primeiro andar, ou com o capitao da mesma
barca Manoel Francisco Nogueira.
Para Lisboa a sabir com' brevidado o
brigue portuguez Triumphante, capito An-
tonio Domingos de Carvalho: quem no
mesmo qu'izer earregar, ou ir de passagem,
a tratar ou com o capitjSo, ou com os con-
signatarios Oluiira irmios t C. : na ra
da Cruz n. 9.
t-- Vende-se un*> lancha ttova; qne pe-
gal de trinta a qaarenla barricas, a aqual
se acha em oerfeilissimp estado, bem co-
mo tres nons trovos, ludo por preoo eom-
modo : na rus do Vigario, n. II, 1.andar.
aLeilo
oes.
Joa Joaquim d'Ollvelra, Joaquim Ignacio de
Carvalho Mendonca, Joaquim Hodriques d'Al-
melda, Jos Faustino Porto, Dr, Joo Pedro
Mmltiro daFonseca, Jos Jcronymo Monteiro.
Jos Ignacio Pereira Dutra, Jos Francisco dos
Anjos Miranda, Joaquim Jos de Souaa Ser-
rano, Jos Claudlno Lelle, Joaquim Clemente
dos Santos, Joo Rodrigues da silva, Jos VI-
rissiino dos Anjos, Joaquim Jos Bapllsta, Joa-
Iunn Jos Vianna, Joaquim Jos dos Santos,
ani llinis e Silva, Jlo Francisco Begis dos
Santos, Joao Xavier da Silva, Joo'de Prito
Crrela, Joaquim Lucio Moatteiro da (ranea,
Josi Lucio Monteiro da Franca, Jeronymo Jos
'lavares, Jos Domingues Codeceira, Joaquim
Mcudes da Cunha Ascvcdo, Jos Francisco dos
Santos, Jos Lopes llosa, Jos Fernandcs da
Cru; Joao Rodrigues de Miranda, Joaquim
Tcixeira Peixolo, Joaquim Pereira Bastos, Joao
Manoel Ribeiro de Couto, Joaquim Francisco
de Mello Santos, Joaquim Antonio de Castro
Nunes, Jos Lourenco Bastos, Joo alorelra de
Mendonca, Jos Goncalves da Silva Bastos, co-
ronel Jos Hernando Salguelro, Joao Oaptlsta
de S, Joscilygino de Souia Peiie, Jos An-
tonio de Miranda, Joio'Paulo Maciel Monteiro,
Jos dos Santos Lagcs, Jos Andr d'Olivcira,
luto Joaquim derigueredo, Joao Lips Ca-
valcanlc d Albuquerquc, Jos Caetaoo de Me -
deiros, Joao de i'iobo Horges, Dr. Joo Jos
lunoccncio Pogge, Jos Luir. Iiinoucncio Pog-
ge, Joo Antonio da Silva Grillo, Jos Joaquim
Antones, Jos Loureoco da Silva Juoio/, Jos
Fejlppe Nery da Silva, Jos Ueraado Ventura,
Joo Xavier Carneiro da Gunha, Jos Alfonso
Ferreira, Jos dos Santos Nones d'Oliveira,
Jos Marra Freir Gamelro, Jos da Cruz San-
tos, Jos Victorino de Lentos, Jos Marqus
da Costa Soares, Joo Pinto de Lentos, Joo
Pinto de Lentos Jnior, Jos Joaquim Botelho,
Jos Joaquim Bizerra Cavalcante, Jurencio
Augusto de Attaydc, Jos Candido de Carvalho
Medeiros, Jorge Victor Ferreira Lopes, Joto
Jos Lopes, Jos Pacheco de Quelrogo, Jos
de Barros CrrelaSettc, Joo Pacheco de Quel-
roga Jos Caetano VieTra da Silva, Joo Gre-
gorio dos Santos, Joaquim Jos (erreira da
Penha, Joo rcenlo Barbota, Joaquim Kliaj
de Moura, Jos Francisco Lavra, Joo Fran-
cisco Regs Colho, Jos Carnelro da Cunha,
Jos Antonio Vicira de Souza, Januarlo Ale-
landiioo Rabello Cancha, Jos Alves Gueria
Joo Goncalves da Silva, Jos Baptista Ribeiro
de Farias, Jos Xavier Faustino Ramos, Jos
Joaquim Xavier Sobrcira, Joo do Reg arros
Falca'o, Jos Francisco Pires, Jos Pollcarpo
dos Sanios Campos, Joao de S Leito, coro-
nel Joo Francisco de Chaby, Jos Goncalves
da Silva, Jos M mulio Pereira dos Santos,
Joaquim d'Oliveira e Souta, Jos Mariano
d'Albuquerque, Joaquim Rodriques Pinbeiro
Joo Vicente da Silva Custa, Joao Facundo da
Sllua Guimaraes, Jos Joaquim da Silva Gui-
mares, Joao Luiz Victor Liuthier, Dr. Jos
Mamede Alves Ferreira, Dr. Joo Domingues
da Silva, Jos AnTunso dosSadtos Bastos, Joo
Canelo Gomes da Silva, Joo Antonio de Veiga,
Jo,,' Th.i Am u,mipv. Omiuiui Jo. M*r-
ques da Konscca Borgcs, Jos Francisco Pires,
Joaquim Jos de Auiorim, Joj Pereira da
Silva.
(Conliiiuar-se-da.)
O Dr. Jos Ray mundo da Costa Menores juiz
municipal supplente da 1.a varae do com-
mercio nesta ci lado do Recife de Pernam-
buco por S. M. I. e C. &.
Fago saber aos que o presente edilal vi-
rem que a requerimento de Manoel Marques
Fernandos, se acha por este juizo aberta a
sua falencia pela senlenca do ibeor seguin-
te : A'vista da declarafilo a folhasduas, em
que Manoel Marques Fornandes expOo as
causas da cessscSo de seus pagamentos, dos
balancos de folhas qualro a folhas oito em
que mostra o seu activo e passivo, julgo fa-
lido o referido Fornandes e declaro aberta
a sua falencia desde o dia em que datou os
balancos, ,13 de maio psssatlo; por isso
mando que S9 ponho sellos em todos os
seus bens, livros e papis, sendo curador lis-
cal, o ero Jor Luiz Jos da Costa Amorim, a
quem para isso nomo, devendo prestar Ju-
ramento aflm d.e que exerca as fuaCcOos in-
herentes ao dito cargo. Pague as cusas
Recife, 3 de junho da 1851Jos Raymundo
da Costa Menezes. Em cumprimento do que
todos os credores presentes do referido fa li-
do compareci em casa de miotia residen-
cia na ra da Madro de Dos do bairrodo
Recife n, 1 primeiro andar no dia 7 do cor-
rento pelas 12 horas da manlifi alim de pro-
ce dorom a nomeasSo de depositario ou de- seaviaa ao povo desta capital, que os con-
positarios que lulo de receber e administrar Iniciadores darSo todas as providencias pos-
provisoriamente a casi falida. E para que siveis de acoordo com o Exm. governo
chogue a nolicia de todos man lei passar o' para que no soprimeufo deste genero se lo-
presenle que ser publicado pela imprensa mem as medidas precisas, nao s para ser
e alixado nos lugares designados no art. I abundantemente supprido, como dar-Ilion
129 do regulamento n. 738 de 25 de novem- (maior commodidade e presteza, providen-
lii-o de 1850. Dado e passado ncsla cidade cas, que s a experiencia poderia indicar
do Recife e provincia de Pernambuco aos 3 e quu vo ser dadas com a maior boa f
dejulho do 1851. Declaro que o Curador [ vontade da parle dos conlractadores.
fiiscal he Joaquim Luiz Ferreira visto que o O fiscal do bsijro do Recife faz publico
Horneado pela sontenca supra nao acoitou. que tendo aprebendido varios porcos se-
Viaeratuliupra. Eu Manoel Jos da Molla 'n cslos arrematados liojo pelas 3 horas "da
cscrivilo escrovi.Jos1 tai/mundo da Costa tarde na praca do commercio.
O corrolor Miguel Carnelro, tara lei,
13 o no dia 9 do corrento ao meio em poni,,
no seu armazem na ra do Trapiche n. 40
da barcassa Diligencia que serve para cro-
nar navios, com todos o seos prtenles :
e nulamente urna pernio de vergas paos
que ludo ser entregue por qualquer pro-
co : os pretendentea dirijam-se ao mesmo
armazem qne ao mostrara o inventario da
mencionada tiarcissa, e o lugar onde cala
ancorada.
LEILAU
De bitatas para liquidar i bo armazom de
Antonio Annes no Caee d'Alfandega.
-JaiiU"i UyUef & Coiiipitnliln,
como nao liualiuissc i seu Icilo de 4 do cor-
rele conlinuo o mesmo no dia 7 do cor-
rente por intervenco do corrector Miguel
Garneiro, de diversas lascadas j couhecidas
deste mercado, as lo horas da manha no se i
armaaem na ra da Oadela n. 48para titaalis.tr.
.iciiiitoii l'aterdt Coiupanliin.
faram Icilao por Intervenclo do corretur Mi -
.ici 'rirnelro. dia do oorranls a* 11) ho-
ras da manboa no seu armazem na ra do Vi-
gario n. 3, de um completo sorliiaento de Ca-
lendas inglezas as mais proprlas deste mer-
cado, e multo cnconta.
Avisos diversos.
Contracto das carnes verdes.
Tondo sido o consummo da carne nestes
primeirosdiasdo fornecimento ao publico
pelo contracto selebrsdo com o governo,
muito alm daquaniidade designada, e que
havia sido calculada como consummo coral
das 6 freguezias desta eidade, suocedeu po-
rm que nao s o povo dola se tem querido
supprir, como tambem o de fri, Paulista,
Varzea, Olinda^ s. Lourenco, JaboaUo e ou-
tros lugares, de forma que se tem reconbe-
cldo ser preciso maior numero de matanca
que de 80 rezes nos dias carnaes, e melado
nos de preceilo, designado no oontraelo, o
que lem sido religiosamente cumprido pe-
los conlractadoros, matando-so diaria melo
ufioso aquelle numero como ainda maior,
como succodeu nosabbado que se mataram
91 boispara,domlngo(hontem)o aaaim mes'
mo a carne so Qndou muito cedo ; e como
apezar de que osacougues foram logo sup-
pridos de mais carne, o poro se acha quei-
xoso lalvez incitado por quem qoer qne soja
que desgostado de o ver supprido com car-
ne barata, o desta forma sessado o monopo-
lio com que se locupleUvam : oovamonto
Dcclaracocs.
-- Os Srs. que fallram para esta ty porra-
pina admittir aprandizes de compositor, po-
dem appareeer, que ha lugar vago.
Fiindico i" Viiioni.
De ordem do lllm. Sr. director gcral da C. Starr ft Companhia, rospeitosamento
instrueco publica, faco saber aquem convier, annunclam ao publico, oue o seu estabelo-
que pertencendo segundo o novo regulamen- cimento para manufactura de toda a ospe-
to de 12 de malo do corrate auno a instrueco : j _-Kin.___.._ \ I "
elementar do segundo grao, cadelra ha multo *g***". Wnf 1desdB, Mu Pr,n-
vaga de lora de Portas, est esta posta nova- C,P10 9m l8a?id constantemente angmen-
mentca concurso com o ptazo de 00 dias da laido, lem hoje drogado a um estado de
data deste: advertindo, que as materias do perieico tnl, qne nSo lie inferior aos mu-
concuno, c do ensino sao, alm das do pri- Uniros quo existem em todo 0 imperio, tau-
nieiro grao, a grammatica da lingoa nacional, to pelo que diz respeilo a capacidade do
arltheinetlca com as operacOes cm nmeros edificio, comtLpela excelloncia do male-
inteiros, quebrados e decunaes, eaplicacao do raes e Dericil d
era vii de Manoel da Rocha, por andar fgi- j Calbao de Lima- 07 dias, barca ingleza Cor-
do ; e a do subdelegado da freguoza do Ja- nel Bal, de 437 touelladas, capito l'etro
boataoJoaquim Jos Alves sem declarado'! Dereward, equipagem 17, carga guano;
do motivo. ao eapitSo. Veio refreicar e segu para
Cork. Conduz o capito e toda a tripo-
laQUo do briguo inglez Kell'j, que so per-
svsfma acional de peaos e medida. hocOe. ^Z&gffSXSSl en,pr08dos | <]""
3a geograpltia e historia principalmente na- ? ?S!.! offerecer-se com confianCa pa-
cioal elementos de geometra retilinea. i r* P.0I""J execuejo de toda a espewe de
Directora gcral, i de julho de isi.--Cnu- machinas de vapor, de qualqner lamanno
uto Eustaquio Ottar di Meti, amanuense ar- ou descripcSo que sejam, fizas, para na-
cbivisu. i vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
Pela seguada Sesso da meza do Con- ras para vapor de todas as dimeosOes, enge-
aulado Provincial se anuncia que os 30 dias nlios para canoas movidos por vapor, por
seteis para o pagamento, a boca do cofre, agoa, ou por animaos, con todas aa varie-
da d jr.ima dos predios urbanos das fregu- dades de moderna invenco. Tachas de to-
sa desta cidade o Afogados si finaliso no dos os taannos, alambiques de ferro de
dia 14 do correle lindo os quaes incorrem todas as capacidades, instrumentos de agri-
na mulla de 3 p. c. osquedeixarem de pa- cultura, rodas d'agoa e moinhos de vento
gar a decima do 2. semestre de 1850 a 1851. de todas aa qualidades. Alrarengas o oni-
' barcaoOcs de ferro de qualquor porte ou for-
Tlipal'O ile. San-Franrison m quo se desejom. Pontea de ferro deto-
l llbdiro UL K9MO I. rdllU&CO. d03 aJ dimensOes, gradaras, varandaa, por-
O espectculo annunelado para boje 7, lOes, columnas, sinos hydraulicos, bolas do
nSo pode ter lugar porsubsistiremamia os ferro, e n'uma palavra todas as obras de
meamos mptivos, que occasinaram a trans- ferro o bronze, de quo o paiz possa precisar'
ferencia, o subir* a sceua inallivelmente, Gracas a energa do governo, existe j urna
quinUJeira, 10 do correle.____________ excedente estrada fcita em linha recta da
Pubiicac/io Iliteraria.
JEstlnos prclos da lypogrspbia com-. visitar.
ponte da Boa Vista para o estabelecimento
em Santo Amaro, o que offerece a maior
commodidade s possoas que o quizercm
t\Kl- '*



o prior do convento do Cirmo do lU-
eife vendo, que alguna foreiros do mesmo
contento te eicusSo a pagar ao religioso
nomeado, para eate flra, e outros que se nlo
sabe de sna residencia, atruendo isiio a
cobrance de ditos froi, o o religioso per-
dendo olas Inlelroa, que defe emprear no
servico do claustro; tem nomeado para di-
tos foros ao Sr. Antonio los da Silva Fiu-
za por procurag.lo bastante, com poderes
para chamar a juizo ososBOMMoe.
Aluga-te um terreno do Luce, sito na
F.strada NoVa ao ir do Recie para o Caxaog,
do lado esquerdo, prprlo para pastagemde
gados, e ranchos de matulos, tendo o tueitoo
terreno urna cacimba e rancho : a tratar na
ra do Vigario n. 7 1. andar.
Aluga-se o sitio do fallecido Joflo Car-
los Pereira de Burgos noArraial: quem pre-
tender dirija-so a ra Direlta n. 14.
-- ProciM-sede um menino forro, ou cap-
tivo, para o servido extorno de urna casa de
pouca familia pagando-se mensalmenle con-
forme oljusle : a Iratar das 9 horas a 1 da
tarde, na ra Nova sobrado de um andar
n. 48. '
Novamente se roga a todas as pessoas
em geral que estSo devendo conlas antigs
na venda da ra da Cadela do Reciten. 23
defronte do Beco Largo que venbSo pagar
seus dbitos at o flm do corrente mez de
jullio, na certeza de que os que nSo flzerem
teraodever seus nomos publicados, e se
proceder nos termos da lei.
.- Pede-se encarecidamente aoSr. J. F. U.
I!, morador no remedio que venha ou man-
de pagar urna ordem sua da quantia de
40 ooo vencida em 15'dedczembro p. p., e o
Sr." G. L. O. a qaantla de 10,000, pois o lem-
po'be bastante, e se asaim nao Ozerem torito
de ver aoa nomes por *xteneo nesta
folba. t
Una pessoa chegada ba pouco tempo
do Ulo de Janeiro dirija-se fallar ao 8c An-
tonio Vieira de Ares; q' dizom assistir na
villa do Cabo no ongenho do Sr. Carneiro ;
sobre negocios que diz respeito ao diio Sr.
Ares, na ra do Mozario e6treita vendan.
4V sel'ho dir quem lie.
Seofferece urna pessoa para escriptu-
rar por partida dobrada ou siogellt, os li-
vros e igualmente a correspondencia, de
qualquer casa de commercio, ou loja de fa-
zeudas, etc., que nSo tendo su luciente escri-
pia* para oceupar um guarda livros efecli-
vamente, s precisem occupi-lo por algumas
boraa diarias, ou em dias determinados
quem precisar dirija-se ra dv Cruz Q, 40
i. andar.
NWO OLLEGIO POtVTUGUEZ
E BRASILEIRO.
Do Nossa Seohora da Solidado para meni-
nas, estabelecido no palacio na ra deS.
Miguel, n. 4. Boa Morto freguo'zia de S. I-
zabel em Lisboa sendo directora I). Rosa
Mara d'AssumpgBp, mestra que foi do He-
rol himento dovario. A laboriosa e aburada
pratica que tom tido de dirigir o ensino da
mocidadepo muito an'ligo e acreditado re-
colhimen-to do Senhor Jess do Calvario, e
em outris casas nSo menos dignas e ac-
reditadas, abona a directora pelo religioso
cuidado e methodo fcil que emprega na e-
ducaelo da mondado .
Propondre abrir nesto bairro o novo col-
logio portuguez o bruileiro, sob a divina
proteccao de nossa senbora da Solidada,
estabeleoldp em casa espseosa e com re-
creio' be com o intuito de prestar este
servico re clamado pelea familias,que silo
extremosas em proporcionarem as suas
Cubas, amala commoda e perfelta educaco
em armoaia coma crescente civIlisagSo pa-
ra obter-se este importante resultado; nSo
se pouprai dsspezas nem trabalho, diligen-
ciando-ee a possivel facilidade das meninas
enriquecerem e Ilustraren! o seu espirito
por adoquado.i miou do lbos. a.trabir o
gosto aos sstudos.
A directora, tem a lisonjeira esperance de
merecer dos respeitaveis e oxlremosos pais
de familia, tutorea e bemfeilores, a benvo-
la proteccSo o a devida conllanga, certa,
de que exercera este honroso e precioso
cargo, com dignidade, acert e muito a-
prazimento das pessoas inlercssadas.
O ensino comprehe'de-se : a doutrina ca-
tholica apostlica romana : 1er, escrever e
contar : preceita de moral e civilidade :
grammatica portugMza : historia portu-
gueza e universal: aa liouas espanhols,
italiana, allerofi, inglesa e franceza : no-
bordar de kranco, de matiz de escomilha de
ouro de prata de petit poinl: fazer flores
reodas, e outros ornatos delicados : dese-
chos liniar deflgura payssgem, e pinturr]
msica canta, e danca.
Das refeioOes. Os alimentos serSo dis-
buidos Ss horas proprias, abundantes e da
melhor qualidade, guardando-so a conve-
niente abstinencia cm os dias que a Igrcja
ordena. Ha um facultativo para inspeccio-
nar as meninas. Objectos que devem tra-
zar as pensionistas. Cama completa, o
preciso para tocador, roupa para cama-e
para veatir-se: sera tudo entregue por
urna relacSo. = Tabella das mesadas que
serSo adiantadas. Pensionistas, '9/600,
fortes, ditas principiantes 7/200 ditos, ex-
ternas 2/400 ditos, ditas principiantes 480
a 18200 ditos.
Vil. As ligos de desenlio, pinturs, m-
sica e canto, sao em separado. Tanto os
surdos e modos, cerno ss cegos de ambos
os sexos receberao* igual ensino. Nesta ci-
dade, na ra do Trapiche n. 6 se minlstra-
rlo as inforgoes precisas a respeito desle
collegio.
Precisa-sede tima ama emgommadei-
ra para ama casa de familia que saiba bom
o seo oflicio : quem esliver nesta circum
Mancia dirija-se ra do Brum sobrado
do quatro andares e no segundo se dir
quem precisa. Na niosma casa offereee-ee
um criado para alguma casa ou cocheira
A' bordo do brigue nacional Adelia
te. Carotina, que segu para a llhadaMa-
deira, precisa-so de um cosinheiro ; quem
se adiar nestas circumstancias, dirija-se
ao aimaaem de massamesde Braga c.C.
ra do Vigario n. 1, para tratar.
_* Quem.annunciou querer comprar um
gamSo usa Jo, procure na esquina da ra da
lapa3. andar.
JoSo dos .Santos Cocino subdito portu-
guez retira-se para Egropa.
-- Oferece-se urna mulhor para ama de
casa no beco do Fcrreiro n. 6.
Itoga-se ao Sr. Pampeo ItomSo de Car-
valho que haja "de vir satisfazer a quaofia
que nSo ignora na roa da Praia n. 32, na
falta ser chamado a juizo competentemen-
te para o dito pagamento.
Roga-se ao Sr. Silvano Mhomaz de
Sooza Maia que haja de apparecer na ruada
Praia n. 32, a negooio que nSo ignora.
Luiz Marqnes da Silva Mello, como pro-
curador de seo irmSo Joaquim Marques da
Silva Mello, e por carta especial que do
mesmo recebeu com dala de 28 de fevereiro
tem dissolvido amigavelmente a sociedade
que o mesmo seu mano tinba com o 8r. An-
tonio Ignacio de Medeiros no armazem de
carne secca da travessa do Arsenal de Cuerra
ii. S, tirando o mesmo Sr. Medeiros com o
armazem e seus pertences e dividas por cujo
motivo fica encarregado da liquidaran da
exlineta lima que gira va sob Joaquim Mar
3ues da Silva Mello & C., e o dito sen mano
esonerado de toda e qualquer responsabili-
dade, e para couhecimento das pessoaa a
quem poca interessar, faz o presente antiuti-
cio.
Antonio da Silva CusmSo, embarca para
b Rio de Janeiro, a escrava, parda, de nome
Marcollna, comprada ao Sr. Luiz de Carva-
Iho Paes de Andrade, para o Sr. Francisco
Jos, Fllbos.morador no Rio de Janeiro.
Jote Monoel Martina val a Portugal, a
tratar ale seus negocios.
Luiz da Costa Leite, faz publico aos
Srs. colectores de impostos, e a todos os
mais, que desde 12 de junbo p. p. o annun-
clante mudou-se da ra Nova loja n. 58,
para a ra do Sol, loja n. 23. *
Jos remandes Fradique portuguez)
por haver outro de igual nome muda o seo
para Jos Antonio Fernandas Fradique.
Lmi, pessoa habilitada,comalguns pre-
paratorios, tendo feitoexamena academia,
propOe-se a licionar primeiras letras em al-
gum engenbo parto da prega : quem preci-
sar dirija-se a roa Nova n. 60.
ODoutor Benit, por mMivos urgentes
que reclamam sna oresonga em Franca, de-
clara que j se retira dentro de poucos
dias, e pede sos seus devedores que hajam
de realizar seus pagamentos quauto snlos,
e se bem que se julgue usda dever, contudo
se houver alguem que se considere seu a-
credor, comparece no praso de tres diss pa-
ra sor embolsado, ra do Queimado, n. i6.
Em um engenho apenas duas loguas _
distante desta cidade precisa-se de uma pes-,# eainiclligcncia de todoa.
3
No da aa do corrente, for-
taram um bracelete de ouro liso,
todo de urna largnra, com o peso
de 8 a 9 oitavas : a pessoa a quem
fr offerecido. queira ler a bonda-
de de o levar ao Atierro dos A to-
gado. numero 7, que ser recom-
pensado.
9 Elementos de homopathla. 0
9 Por todo o mei de julho, subir a lux a 9
9 I." parle d'eaia obra composta pelo pro- as)
fessor hoineopalha Gotset Uiniont; di- a%
vidlda em tretpartes. Esta prlmelracoui-
preuende, o discurso preliinin.ir, a in-
2 trodueco, o exam do doente.a escolha
Ej do remedio, o emprego dos remedioa,
o rgimen e os consclhos clnicos, com
Ov a pilcarlo dos nomes gragoa e anaio-
9 micos rmpregadoa era medicina, e a
iudicacao dos medlcameotoa apropria-
m dos para cada caso de enfermldade. Ks-
m ta obra he til, tanto para oa mdicos
S. que se dedlcarem a eiperfmentar a no*
^ va medicina, como para todas as pea-
W soaa de boa vontade que se quizerein
convencer por experiencias da verdade
d'csta doutrina, por ser ella muito clara
a, no
ia de
soa que estoja habilitada para ensinar gram
niatica portuguoza, latina, ou franceza, mu-
sica vocal, e pianno: far-se-lhe-ha um
! partido muito ventajoso, ese for algum ec-
clesiaslico, a quem so dar preferencia, le-
:T)--a**-fc-ar-s-ay-a,*-a.-a'-fc^-a--s--a,-fc-aff'
ConwUorio homeopathteo, ra do Colle-
gio n. 25.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratui-
tas aos pobres, todos os dias utois, desde 9
r alm disto urna capellana de alguma im-( horas da manliSa, at ao mel dia, depois
! portancia : a pessoa que pretender, ou an-,desta hora visitar em sua casa os doentes,
nuncio por esta folh, ou dirija-se ao es- que liverem precisSo, o em casos extraor-
icriploriodo Dr. Morars Silva, 1. andar do-danos a qualquer hora dodia, ou noute;
fronte da igreja do Hozarlo no bairro de S., recebo doentos para tratar, ou fawor qttal-
Antonio. quer opora(So em urna casa para isso des-
-- 0 abaixo assignado adverle ao Sr lien- tinada, fra da cidade, sendo o prego de
rique Kehm. que uiio nodo retirar-se desta 1,000 a 2,000 rs. diarios para os cscravos,
' cidado, segundo consta, som que v pagar' conforme as condicOcsquo seestipularem,
I ao abaixo assignado, na ra do trapiche u.'e 2,500 rs. para homens livres as pessoas
;2, a quantia de rs. 75,920, que lhe esta que nSo poderem comparecer no consulto-
' dever, sob pona de lhe ser embargada a via- rio pdem enviar suas informacOes por cs-
gem pela polica.-1. Wiershaim. (cripta ou vocalmente, declarando o nome,
Precisa-se de urna lavadeira, quo to- idade, temperamento, constituisBo, resi-
me conta da roupa do urna casa do familia : dencia, e especificando todos os incomroo-
no largo do Livrsmento n. 10. i dos quo solire o as molestias que antenor-
Manool Francisco Marlins & IrmSo, de monte tem tido.
novo avisam aos devedores de JoSo Martins' Pede-se ao Sr. B. J. C. quo por sua
Cmigalves, queliajam de vir realisar suas honra e dignidade pague a pessoa queS. S.
contas 110 praso de 8 diss, do cbntrario, te- nSo ignora, o qne est devejido-lhe. e de-
r.lo de ver seus nomes por extenso neste via satisfazer no principio de Janeiro do
jornal. corrente auno, o allioiirma-se quo se o nSp
Quem annuncion a compra de urna pa- lizer promptamente, passir pelo desprazor
daria', dirija-se a ra do Cotuvello n. 29. de ver seu nomo inteiro neste jornal. Pre-
Precisa-se de urna pessoa para tomar vine-se o publico de que a desapparlco
conta de urna venda por balanco dando fia- deste annuncio no provar o pagamento da
dor a sua conducta : quem pretender diri- divida, sent sendo elle substituido por
a-seao pateo do Carmon. II outro que o declare. ,
Perdeuse no largo da AKandega, no Pede-se ao Sr. Jos Carlos do Moudonsa
dia 3 do corrento um cachorrinho muito morador no sul desta provincia que pague
novo, e pequeo : e amarello mescladode sem demora a herdcjra de D. Mariana Ito-
preto.com as orellias corladas, formando driguos de Jezus, a quantia do 670,000 rs.,
pona, como os de ratos : roga-se a quem o priucipal e juros de sua letra passada a dita
lem pegado o favor de manda-lo levar ra sua fallecida m8i em to de julho de 1833 ; e
da Cadeia do Recife n 41 que nao ba duvida "evo estar certo Je que emquanto nao pa-
de se qualiticar o trabalho. garsolTrer o disgosto do ver o seu noUqo
- O abaixo ^*^^?^g^&k^^
que pessoa alguma faca negocio| -o abaixo assignado faz publico que
cmseu'ftlho Francisco Augusto desdeo dia 15 dojunho p.p.deixou todae
, r, n .qualquer gerencia quo tinha na casa com-
da Costa buimaraes Jnior, em mercial do Sr. Fmicisco Alves da Gunba
duas partes de casas, sitas em S.'nesta Pr,C a qual tem entregado por ba-
lando e ordem do mesmo Sr. em carta de 3
Amaro, c na ra do Brum, sem
que v entender-se no trapiche
novo. Francisco augusto da
Costa Guimares.
Aluga-se ume.canoa para aterro: para
ver em S. Amare] -passando a lundicao c
tratar no Trapicho Novo,
Perdeu-serioUia I. do corrente mez
desdo a iua lafga do Hozarlo ato a praemna
da Independencia, um chales de larlatana
Cor de chumbo, embrulhado em um len(o
de seda : quem achou querendo substituir
ditija-se ra Nova loja n. 8 que se lhe da-
rio todos os signaes e so recompensar ge-
nerosamente.
No engenho Mato Crosso do Cabo pre-
cisa-se-de um portuguez para fcitorde cam-
po, que tenba conhecimento do trabalho, o
boa conducta.
- Precisa-se de 1:000,000 rs. a premio por
dous annos, pagando-se os juros animal,
para isso garanle-se com 4 escravos, ou com
urna propriedadode trras llvree desemba-
razada 8 legoas distante desta praca : a
quem convicreste negocio annuncie, que se
dir quem pretende, ou falle na ra das
Cruzes o. 40.
Join Cals Aio subdito Francs retira-
se para a Europa, timando so Sr. Julio
Colombiez procurador bastante e mais po-
deres para gerenciar sua casa commrciil
sob a firma de Cals Irmlos.
fS999999-99 m-9^9M999.%
0 Consultorio ccntrnl liomueo- 9
8piiiiih'o Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, ,
0 Una do Trapiche Novo n. 15. 4
Todos os dias uteis sedarlo con- 4
sullas o remedios de grata aos po- 0
0 bres, desde pela manh3a at as duas 4
horas da tarde. 0
As correspondencias e informaQOes 4
_ poderao ser"dirigidas verbalmente, 0
0 ou por escriptS, devendo o doente 0
indicar : primeiro, o nome, a idade, 9
estado, prossao econsliluicao; e- 0
gando, as molestias, que tem tido, e 0
os remedios tomados ; tereeirt, a po- ?
ca do apparecimento da molestia ac- 0
luai, e descripvao minuciosa um sig- 0
Snaes ou symptomas que solire. 4
Dr. Sabino Olegario I.udgero Pinho.
col I c y i dn ni do Moiidcgo
O abaixo assignado annuncla ao rcspeitavcl
pu"'co, que o seu collegio na ra do Mondc-
go n. 44, ae acha auiorlsado, de acenrdo com
o rcgulamento provincial de i2 de malo do cr-
reme, por proviso de 51 de junbo prximo
passado. Aa disciplinas que em dito collegio
se enilnam actualmente sao : grammatica la-
tina, grammalica da lingoa franceza, primei-
ras Ultras, msica vocal instrumental; sendo
professores pessoaa rcconbecidamentc habili-
tadas ; aiaim como se cnsinar qualquer ou-
tra disciplina ou laculdade que pelos pais dos
alumnos fr exigida, para as quaea o mesmo
abaixo assignado tem escolbido professores
igualmente idneos. O annuncianle julga e-
cusado repetir o que Ja lem declarado em ou-
tros annuncios acerca das accomiuodacca da
casa.aaudavel fituacao, regularidadc do ensi-
no e condifea de moralidade, visto como lo-
daiealasqualidadea ae acbam garantidas pe-
la licenfa oblida, e pela iotpecfo do lllm.
Sr. director geral. Etnlim continua aadinitir
alumnos peoilonlsUa, melos pensionistas c ex-
ternos, respeito de cujo cnsiuo e mais con-
dicocs verbalmente tratar.
Francisco de Salla de Albuquerque.
= Ignacio Lulx de Brilo Taborda, com loja
de faiendas na ra do Crespo n. 10, Icnibra a-
quelles de sea devedorea, que tendo obtido
espera, a deixaram vencer, e nao tem ido pa-
gar-lbe, que cumpram o prometdo no praxo
de olio dial a contar da publicacao do presen-
te aviso e o mesmo deverao fazer aquelles,
cujos dbitos ae consideran! vencidos, e lam-
ben Ibc nao leem pago 1 o aonuncianle ada-
le comptomettldo a cumprir deveres a que
nao pode fallar, c precisa de liquidar suas di-
vidas activas; para cuja solucao nao callara
em continuara publicar os nomes dos seas de-
vedores remlssos al que lhe paguem. -,
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
ra do Itangel, queira mandar pagar a as-
signatura deste Diario, e em quanto n8o o
lizer ver o seu nome publicado em letra
rodonda. .
do msio do corrente anno ao Sr. Narciso
Jos de Carvalho. mesmo abaixo assig-
nado sinceramente agradece ao Sr. Fran-
cisco Alves da Cunta o bem com quesempre
se dignou trata -lo durante o tempo que foi
seu caixelro, o gerente da sua mesma casa ;
e lhe reitera protestos ds estima c gratid3o,
pelos seus valiosos olTerecimontos, e bons
desejos em benellclo do abaixo assignado,
urrercuciitiu-!!iu iguuiuiuiiiu aeu nuoiado
presumo nesta provincia.
Mantel 7-ui- Vieira.
Sr-Manoel Luiz Vieira. Porto, 3 demaio
de 1851 Amigo o Sr.Como Vine, nos ti-
vesse dito mais do urna vez, quo lhe nSo
convinba do forma alguma continuar na ge-
rencia dos negocios de minha rasa, tinha-
mos tomado urna resoluto a respeito,
quando recebemos a sua de 16 de marco
p. p., pelo queja nfio foi possivel annuir a
sua proposls, o que muito senti : vai" por-
tanto o Sr. Narciso Jos do Carvalho, a quem
Vine, far entrega de todos os baveres dessa
casa por meio de um balanco, de lodos os
papois, e documentos, e bem assim dos mo-
vis e msis*objecios que me pertencem, ro-
gando a Vmc. o favor de dar-lhe os esclaro-
cimenlos de que elle precisar, sobre qual-
quorassumpto tondenle minha referida
casa.
Por esta occasiBo lenho asigniCcar-lheos
mous agradecimentos, pelo bem com que
sempre me servio, e o sentimento que me
licadoque Vmc. nao continu na gerencia
dos meus negocios nossa ; desejando que o
futuro lhe proporcione occasioes de muitas
felicidades. Se para alguma cousa me jul-
gar til pode dispr do meu limitado pres-
umo, quo sempre me adiar prompto ser-
vi-lo, e rogando- lhe de recommendar-me
sua scuhorac menina, e mais familia. Suu
com amizade de Vmc. amigo afTectuoso o
obrigado, francisco Alves da Cunha.
(Eslava leconhecida.)
Jo3o Bernardo da Hoza subdito 1ra-
sileiro relira-se para fra do imperio.
Antonio da Silva Ramos relira-sc para
fora do Imperio.
-- Jos Luiz Pereira, pertendendo acabar
al o flm do corrente annf, coma sua loja
do forragens da ra nova nova n. 16 okTere-
ceaquem qncira comprar, e principia des-
de j a vender qualquer porrjao do forra-
gen ou miudezas pelo que lhe custrar3o;
aproveita a occastao para rogar saus de-
vedores qnciro satisfazer seus dbitos no
prazode 30 dias, para o n3o constranger
chamar por folhaa publicas a quelles quo se
esqueccrem.
.DENTISTA.
J. Jane dentista bem conbecido nesta praca,
rcccntementc chrgado da Hahia, lejn a honra
de participar ao respcltavel publico, que se
acha de novo residindo nesta cidade ra Nova
n. 19 primeiro andar, aonde sempre se achara
das 9 boraa do dia ate as 4 da tarde.
Roga-se ao Sr. Ur. Honorio Fiel de
Sigmaringa de.Vascurado, que se acha bojo
Antonio Joaquimi Fereira de Sooza,
retira-se para fura do Imperio, a tratar do
suu saude, e deixa por seus bastantes procu-
radores os Srs. Jos Joaquim Ferreira de
Souza, licrnardino Francisco de Atevedo
Campos, Joaquim Manoel Ferreira de Souza.
Aluga-se o primeiro andar, da casa da
ra da Mi.oda n. 7 : trata-se na meama
Roga-se ao Sr. T. C. o favor de man-
dar pagar a letra de 712,212 rs., saccada aos
31 de marco de 1848, e pagavel aos 31 de
dezembro do dito auno, no engenho Ma-
cangans, cuja letra veio aconpanbada de
urna carta quo dizia so ou n3o pagar no di-
to tempo nflo tenha mais contomplac3o,
nem no praso, nem nos juros, ese por fata-
Iidade n.lu cumprir a sua promessa dentro
de 8 dias, ver o seu nome por extenso oes-
te Diario.
Jni Lula Martios Pereira, vai a Portu-
gal, deixando encarregado de srus negocios
ao Srs. Luiz Marques da Silva Mello, c Joao
bapllsta dos Santos Lobo.
- Preclsa-ac alugar urna prela captiva para
o aervico interno de urna casa : afallar ao por-
teiro daalfandega, na mesma reparlifo,
00000000000900000000
0 Paulo Gntgnoux, dentlHtn 0
i frnnccz,osTereee seu pn-ii- 0
0 dio ao publico para todos os 0
* inMei-es do -na proflsso : 0
0 podo ser procurado a |ual- *
0 quer hora cm sua cusa, 11a 0
0 rila Inrgado Hozarlo, 11. 36, O
(* legando andar. 0
0009000000000000000
advogado Gervazio Gou-
alves da Silva, mutlou o seu es-
criptorio para o primeiro andar do
sobrado n. 1, da ra do Collegio.
O grindo hospital decaridade, precisa
do enfermeiros.
Precisa-se do urna mulhor idosa, de
boa conducta e desempedida, para ama de
casa do pouca familia : na ra da Cadeia tld
Recife n. 56.
Na ra do Rozario larga n. 26, precisa-
se de urna ama, quo tenba bom leite, de
boa conduela o que seja parida de pouco
tempo.
-- Precisa-se de urna criada livre, para
todo servlc'i de urna casa .do pequea fami-
lia, dando fiador a sua conducta trata-se
na loja do Sr.Cuilberme da SiWa Cuimar3cs,
na ra do Crespo.
Precisa-so do um caixeiro, para urna
venda : na ra Larga do Rozario n, 32.
Iloje 7, na porta do Sr. Dr. juiz dos or-
ph3os, se ha de arrematar a renda annual,
das 4 casas da ra do Alccrim ns. 2,12,14 o
16, pelas 4 horas da lardo, a requerimento
do tutor dos menores, li 1 tos de Jos Mara
de Jess Muniz,
O bacbarel Angelo llcnfiques da Silva,
mudou o seu escriptorio do advogacia, para
a ra de Hortas n,22, onde pode ser pro-
curado.
Pedro Allain comproa A Henrlques
Rehm a paite que tinha como socio na co-
cheira de Fra de Portas, o tambem com-
pren a estribara da ra da Senzalla n. 114,
com os cavallos, existentes-nella, tudo pa-
go a vista, licando do primeiro do corrente
em dianto nico propnetario dos ditos esta-
bolecmentos.
Luza alaria do Sacramento tendo jus-
ta causa para obstar algum casamento que
por ventura queira conlrahir Belarmino
Alves do Carvalho, dirigi a sua supplica ao
Exm. blspo diocesano, e obteve ero sua pe-
lt3o o despacho abaixo transcripto, e por
isso faz publico, e roga a todos os reveren-
dos parochos so dignem em cumprimento"
1I0 mesmo respeitavel despacho, nao rece-
bar em casamento o dito belarmino Alves
de Carvalho com outra pessoa em quanto
pender este impedimento. Despacho
OJreverondo, ou reverendos parochos s po-
Uem is-lsui ., uialnuiuulo ueme cuilira-
beute realisando-se com a supplicante e nao
com outra : Palacio da Solidado 4 do Ju-
lho do 1851. H- de Pernambuco.
No dia 8 do corrento d'pois da au-
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos fetos se
bao do arrematar por. exeeuc.'io da fa-
zenda provincial os seguintes objectos: urna
csss terrean. 30 oa rua.da Alegra do baino
da Boa-vista avahada de rondas annual
em 72,000 por execucSo que-movo a mes-
ma fazenda contra Romao Francisco Xa-
vier, urna dita % 53 na ra dos Cuarara-
pes avahada de venda cm 800,000 por exe-
cucBo que move a mesma fazenda coulra
Jo3o Atbanazio Dias, urna dita n. 8 na ra
de S. Miguel do bairro do Arrogado avahada
de renda annual em 36,000 por execugao
3uo move a mesma fazenda contra oa her-
eiros de Antonio Xavier da Siva, urna dita
n. 10 na mesma ra cima e no mesmo bair-
ro avallada de renda annual om 36,000 por
execufSo que movo a mesma fazenda con-
tra os mesmos cima, urna dita n. 10 na tra-
vessa da ra Helia, avahada de renda annuBl
em 96,000 por execu^ao que move a mesma
azenda contra Joanna .Mana de Rozario,
uma dita de sobrado do dous andares n. 71
na ra do Padre Floriano avahada de renda
annual em 150,000 por execucSo que movo
a mesma fazenda contra Carlota Joaquina
Mans lavare^, uma dita de sobrado de um
andar n. 28 na pa de Portas avahada do
renda annual em 150,000 por execuco quo
nove a mesuia fazenda contra Jos Rodri-
gues dos Passos, uma dita, dito de dito 11.
5 na ra do Cordonis do bairro do Recife
avallada de venda cm 700,000 por execdcSo
quo move a mesma fazenda contra a viuva
deFilippc Panden.1 do Azevodo, um sitio
denominado Giqui na freguezia da Varzea
com casa de vvenda e arvoredos do fructos
Compra-se ama grammatica de fran-
cez para portuguez, de Sevne : na ra do
Crespo, loja n. 2.
Compram-so9 lencos de lavarinto, de
cambraia de linho : na ra do Trapichen.
17, em casa de JosTeixeira Bastos.
Compram-se escravos com ofllcios de
ferreiro, carpirtteiro e pedrelro, assim como
molecotes e molers de 14 a 20 annos, e rao-
cambas com habilidades : na ra do Colle-
gio n.|25, primeiro andar.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, para dentro e fra da provincia, tendo
bonitas (lguras, psga-se bem : na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar, a qual-
quer hora dodia.
Compra-se um jogo de gamao j usado
com os srus perlences, quem qulier vender
annnncic por esla folha.
. Compra-so um pequeo sitio em Rihi-
ribe, cuta casa de laipa, de 300,000 a 400,uuu
rs. : na Boa Vista, ra do Pires n. 42.
1 ompra-sp, para uma encommenda ,
um oratorio oe tamanho regular : na ra da
Cadeia, loja n. 53.
Compram-se 4 a Staboas, e ate 30 ou 40
duzias, uo se olha qualidado, serve de
qualquer madeira ogrossura, e mesmo em
estado de ruina, oque se quer he pro(ocom-
modo, por ser para uma cerca I quem livor,
annuncio.
Vendas.
Vende-se farinha em saccas, sendo de
alquelre e de ,'', medida do Ararat y, po
preco muilo commodo, na ra do Pilar n
102 em casa de Jos Joaqnim Alves da Silva;
e na ra do Amorin, n. 36.
Vendem-se um terreno con 100 pal-
mos de frente, e 500 de fundo na passagem
da Magdalena entre as duas pontos : um dito
com 107 palmos do freoto, em 20 de fundo
em Fora do Porta, nb ira do mar. E quem os
pretender dirija-so, quanto ao 1. a Jos An-
tonio doOliveira na pracinha do Livramon-
to loja de fazendas n. 57; e quanto ao 2. a
Jos Uernardo de Souza junto da igreja de
N, S. do Pillar no mesmo lugar Fra de
Portas.
Loleria do Rio de Janeiro.
Aos Tinte eOlltOS de ni-.
Na pra(a da Independencia loja do min-
dezas n. 3 que volta para a ra do Queima-
do e Crespo, vende-se bilhetes mcios quar-
tos, oilavos, vigsimos, da letona nona a
beneficio do thesouro publico, o na mesma
loja se amosli.ni as (islas das quo j cor-
rerSo.
Vende-se tinta em garrafas do superior
qualidade : na ra larga do Rozario n. 26
leja de miudezas de JoSo Francisco "Maia.
Horacios latinos traduzidos por Llpino
Duriense no pateo do Collegio, casa do li-
vro azul.
Pechincha para 01 sapateiroe
Vende-se couro de lustro franco/, pelo
barato preco de 2,000 rs., a pello : na ra
I.srga do Rozario n. 26, loja de miudezas de
JoSo Francisco Maia.
Leite barato.
A mcia pataca, a garrafa de leite puro, to-
das as manhSes, ao p do Diestro de S. Fran-
cisco, junto do hotel commercio, e em Olio-
da na venda defronte da bica dcS. Pedro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na ra Nova n. 6, loja de Maia
Ramos & Companhia, existem al-
gttns meios, qnartos c vigsimos
da lotera do Santissimo Sacra-
mento do Ro de Janeiro, a lista
deve cliegar a i5 do corrente ,
tambem se recebem em troca bi-
lhetes premiados de qualquer lo-
tera un Imperio,
Intereun aos srs. ifc cng:eiiiio.
Vendc-so um alambique .novo para dis-
lilacilo continua, segundo o systcma de De-
rosne, cujo apparellio lano serve para fa-
zer agoardente como espirito at 40 graos
o quo muilo convem aos distiladores e Srs.
de engenhos, porque polem variar a disli-
lacio destes productos conforme convier,
Vista desous JMCQOJ 110 mercado.
Ust apparenro do dlstilaflo lio o mais
perfoito que se conhece ale hoje, pois olTerc-
ce grandes vantagons sobre.os outros syste-
mas de lambiques, porquanto n3o precisa
d'unia gota d'agoa para distillar agoar-
dente, porquo condensa os vapores e res-
fria-os por meio da mesma garapa que tem
de distillar, e por csnseguinle gasta menos
rnmbusl ivel, por isso quo os garapas quan-
do chcg3o as caldeiras ja se ach3o cm osla-
do de ebulic3o : o seu processo de distila-
c.To lie rpido, o o ,1 pro ve llmenlo do liquido
submetlid ella be o mais completo quo
so pode desejar, e os seus productos sHo do
superior qualidade, pois no apresentam o
chelro e sabor desagradavel (em fyreuma-
lico) que he 13o commum em no.--j.- agur-
denles.
A tratar na travessa da Madre de Dcos n.
5, adverlo-so que nao se duvida fazer ne-
gocio a i'i a/o, mi a troco de agoardente ou
espirito, com a competente seguranza.
Vendc-sc uma casa torrea, na ra da
Mangueira, na Roa Vista 11. 30 ; uma nogra
cozinheirs, e a obra do Pernambuco: na ra
Diroita n. 14.
Ao caa de commisia de escravos da ra
da Crus do Recije ti. 6 1. aidar. Vcndem-so
5 escravos, sendo duas prctascrioulas, urna
de 18 annos com bonita lisura sadia para
todo o servico de casa, outra de 2u annos
avajiid" de ^en7a"m4o,o7olr"exoc7S'3 coro uma cria do tres mezes, cuziiihcira la-
que move a mesma fazenda cotra Jos Du-l>deira o boa quitandeira, 3 prctos bon.tos
HeItangel, um dito de ierras proprias pol* de Mo.-sambiquo com 24 o 2^ annos,
lugar doS. Amaro com bastantes arvores dios, bons trabalhadores do armazem do
de diferentes fructos, cacimba, viveros do assucsr, e um dito do Angola cora 40 anuos,
pcixe, casa de vivenda terrea de pedra e cal, canoe.ro e trabalhador do nada.
coiinha fra, e un tclhciro quo serwdees-' Vende-se. urna casa om lindanala-
tribaria avallada por venda cm 5 Ooo 0U0 dotra da misericordia com duas sala* e cinco
por execucSo que move a mesma fazenda Huertos coznha fora terraco na fren e o
contra Ehas Coelho Cintra. I lrz- b?tm ** A tr,lar na sua ua truz
OQ OOO^OOOOOOOOOOO iJ^ 1 "a. L.ucuf.
q Kua das Cruzes n. 28.
n Consultorio homaopalhico do facultali Q
O
O cautolista tialustiano do Aquino Ferrei-
, ra, fz scicn^o ao respeitavel publico per-
"" nambucano, quo as suas mui acroditadas
advogando em Goianna, que mande pagar a j q sanova, t
sua letra quo se acha voncida a anno o meio, q GOSMt o
o qual nao ignora aondo : em quanto o nao g '
lizer ba de ser iembrado.
Aluga-se um.sobrado de 2 andares as
ras seguintes : ra Diroita, ra do l.ivra-
monto, paleo do mesmo, roa do Queimado,
ra do Crespo : quem tiver e quizer alugar
dirija-se a ra da Prata n. 55.
o profossor homceopalha X que corre no dia 12 do julho corrento, in-
fallivel,estam exposlas a venda, na praca
da Independencia n. 4, loja de miudezas ;
vol.lt. Casanova.
Gratis para os pobres. \ nambucano, quo as suas miu acroditadas
Na ausencia do facultativo J. B. Ca- S ^a *i tcl I as da 1 o t er ia J o_N. S. _d o Lj v r a m e uto,
issor homioopalha T
iinont esntinuar com os j|
, trabalbos do mesmo cousultorio, on- 5
O de poder ser procurado a qualquer O na ra da Cadeia do Recife n. 46, loja de
q j,ora O miudezas; no Atorro da Boa Vista, loja de
QQQQQQQQQ09QQQ9OQ O '"do n. 58, e no dia 13 do corrente mez,
-Joao Pedro da Rocha Mreira fa. sciente Pe."">.9 bor8S ua n"n',a,;11a'c 6md Urde
ao respeitavel publico que terca feira.Sdo principia a pagaras cautellas premiadas, na
correte leva a praca uma escrava penhora- PW 'ndTD^",c' --.CfricioriaMOXAVisRenr. em medicina da.o padre Jos Xavier .leudes Corujao, iu de F-orlun.to Pereira da Fonseca
mudou sua residencia paja a ra do Crespo ^i|^,d?^AJ^?^.P^** oarl0s
Quintos
casa d. 8 segundo andar, e abi pode ser
procurado para o desempenbo de sua pro-
iissSo
"Precisa-se de um moco portuguez para
caixeiro de venda que tenha prtica, pagan-
do-se bom ordenada, de 18 a 20 annos : na
ra da Cadeia n 62 no Recite.
Precisa-sede urna pessoa que seja peri-
ta cm plaotacdes de sillo, para o lser em
um 110 lugar do Remedio : quem esliver neslas
circainslancias, dirija-ae a alfandega desla ci-
dade a seu porteiro.
Precisa-se de aprendizes decharuteiro
na roa Imperial n. 11.
Ha para alugar 4 escravos proprios
para servico de casa na ra to Viga-
rio n. 7,
das audioocias publicas perante o juizo da
l.'vara do civel.
Compras.
2,600
2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Sabio a luz a traduccSo de om dos
mais bellos opsculos do Lamenaes, que
Compra-se uma escrava que n3o tenba bem so pode chamar oVade mecum do Pi-
tidos b nem a achaques, tendo as habilida- tointitulado A escravidfio moderna O
des de ser perfeila emgomadeira, custurei- nobre lim do autor he fazer ver aos povos, q'
ra ecozinheiro, no Recife ra da sanzala uo- o uuico meio de conquistaron! o seu direito
Nova n. 7 dir quem compra. est em cumprir religiosamente os seus do-
Compra-se um selim usado : na ra veres. Vende-so em S. Antonio no paleo do
larga do Itozario n. 26 loja de miudezas. Collogio na loja do livro azul, e na lloa-visla
Compra-se uma prota, do idade do 40 na botica do Sr. Gamoiro. Preco 320 rs.
annos, pouco mais, ou menos, que seja ro- Vonde-se um molcquo pees, de 20 an-
busla, a que oozinbe bem o diario de uma nos, sem dafeito e muito babel; na ra do
casa : na rus da Praia, armazem n. 34. 3. Hita, sobrado a. 14,
Vende-se carnanba, muito
superior, por preco commodo, tan-
to em porcao, como a retalho : na
ra da Praia n. 3a.
endcin-se cortes de brlmdec- m
res, a 1,440 rs.; ditos de meia casi- #
mira, padrdes oscuros, a 3,000 rs.; oa #
rna do Queimado, loja do sobrado a-
0 marello n. 29.
WSWfjWWSjsjSjfjSjvSfJWP
Na loja .das seis portas, eua frente
do i.ivramento.
Vendem-se chapeos para senboras paeea-
rejn a cava lio; chapeos de palbinha Bnos,
bordados, a 4,000 rs,, o Usos, a 1,600 rs.;
chapeos de massa francezes, da ultima mo-
da, a 6,000 rs.; ditos de merino, com molas,
a 5,000 rs.; cortes do casimira de corea, a
5,000 rs., e um completo sortimento do fa-
zendas, mais barato do que em outra qual-
quer loja.
a loja das sel* portas, em frente
do l.lvrn ment.
Contina a vender barato, cassas piola-
das de bonitos padrOes, a 240 rs., o covado ;
cassa prela, a 120 rs., o covado ; chitas, a
120, 140,160, 180e 200 ; ditas-para coborU,
a 160, 200 e 240 rs.; cortes de cbita para
vestidos, a 1,600 rs., e lodas as mais fazen-
das, por precos muilo em conla, a relalho o
em porgues.
Ilc barato.
Vondem-se pegas do algodSozioho, com
iequeno loque de avaria, com 20 ardas, pe-
0 diminuto preco, de 1,440 e 1,800 rs.: na
ra do Queimado n. 21.
Vendc-so um nogro creoulo, proprio
para armazem de assucar, ou padaria: no
na ra do Livramento n. 38.
Itap Paulo Cordelro,stipcrlor.
Viajado do liio do Janeiro, ao Para: na
ra da Cruz do Recito, venda n. 57.
Vende-se a taverna da ra do Pilar n.
81, com poucos fundos trata-se na mesma.
Paramentos para altar.
Vendom-se, o seguinte : ~ 1 missal em
perfoito estado e a competente oslante ; 1
calis, patena o colher de cobro, bem dou-
rado, ohra do primor; 1 alva com folbo ; 1
dita com ronda e bico; 1 loalha grande e ou-
tra menor, com bico, para altar ; 1 corpo-
ral ; 2 sauguinhos, com lavarinto ubico;
2 corporacse4 sanguinhos smente com bi-
co ; 2 amiclos com bico ; 4 loalhinhaspara
lavaros dodos; 1 ciugulc ; 2 palas sondo!
de cambraia de linho bordada, pegas estas
cima mencionadas, todas de bretanha lina
de linho ; 6 palmas e 6 rozas, para banqas-
ts, obra mu delicada ; 1 pedra d'Ara e ga-
lhelas de zinco : na ra Formosa, primeira
casa, que faz oilSo para a da UniSo.
Vende-se farinha de mandi-
oca de superior qualidade, viuda
de S. Catharina, por menos preco
do que em otttra qualquer parte :
trata-sc a bordo da polaca N. S. do
Carmo, defroote do caes do Ra-
mos, ou com Manoel Josc de Sou-
za Carneiro, na ra do Vigario n.
9 ; assim como saccas com farinha
da mesma qualidade de alqueire,
cada sacca, por preco commodo,
Vend-so uma escrava, boa engomma-
deira, co/iuha e cose, sadia o boa figura:
na ra do Rozario larga n. 26.
Vende-so uma burra para carga, muito
mansa, gorda e baratsima : ua coxeira da
ra da Florentina.
Vende-so nina casa terrea, na ra de S.
1 .oneHh. : trata-so na ra da Gloria n. 18.
Vende-se 1 escravo, muito bom serra-
do, 1 r.-iui 1 ile'.'J annos, ptima engom-
la,le ra, cozocbSo, faz doce, lava de vane
la e sabio; 2 banquinhus de Jacaranda, I di-
ta do meio do sala, 4 mangas devidro, 1 par
de brincos, 1 allioeitee 1 corrale, tudo om
bom uso : ua ra do l.ivramenton. 4.
Attenco.
Na ra do Rozario eslreita n. 43, confei-
toria, vendem-se os objectos seguintes:
2 mesas grandes do pinho, 2 encerados em
bom estado, 2 pares do lanternas, do bom
gosto, 1 par do arcndollas, 2 bandojas, al-
guma louca, para uso do casa, 1 cama do
vento, 1 1 a lidien n, por prego commodo.
1 in -111111 ao barato.
Na loja da ra da Cadeia do Recifo n. 54,
vendem-se as seguintes fazendas, por pre-
go mais em conla, do quo om outra qual-
quor parto, chitas de escolenlos pannos e
padrVs, a 5,200, 5,400, 5,800, 6,400, 7,000
e 8,000, a poga; algodno mesclado, para rou-
pa"de cscravos, a 180 rs., o covado; picoto
do 4 palmos de largura, proprio para saias
e camisas de escravas, a 170 rs., o covado ;
|iaun 1 nhos lavrados do cores, de 38 o 40co-
vados, a pega, por 4,000 rs. ; suspensorios
do burracha, o par, a 200 rs.; chales de 13a
c seda, proprio para as senboras ahdarem
por casa, a 3,200 o 3,400 rs., cada uma; ri-
cos manteletes o capotinhos dos mclhores
que lem apparecido neslo mercado de
12,000 a 2U,000 rs., cada un ; madapoln
lino de 4 palmos do largura, a 3,500, 3,800 o
4,000 a pega; assim como outras muitas fa-
zendas, que so 1 n nuil apreciaveis, nao s
polos seus diminuios pregos, como do suas
boas qualidadcs.
Vende-se, a i$>92ors.
A arroba de bolacha, muilo propria para
escravos o rancho de navios, por ser muito
torrada : em Fra d Portss, ra dos Cua-
rarapes D, 4.
Vendom-se trancelins, brincos, anclles,
1 allineitu de peito, colar, cordSo, 12colhe-
res de praia para sopa, 12 ditas para cha, t
par do castigaos o2relogios, palentea in-
glozes, do ouro : na ra do Rozario eslreita
n. 28, segundo andar.
<4M,4,4Hto44,9<4' (,) Na soja do sobrado amarello, nos O
Quatro Cantos da ruado Queimado n. a>
29, vendem-se, um completo sorti- >,
4 monto de manteletes pretos e de co- *;
4 res, com enfeitcs, muito modernos e tfi
4 do muito gosto o por prego commodo. (t
*8#*#ft ##C0Q99
Vendem-se 2 cascos de sehns inglezes,
com pouco uso : na ra Nova n. 19.
Pega de ehltu, a 4$ooo ra.
Na loja n. 5, que volta para a ra do Col-
legio, vendem-se chitas de cores, pelo ba-
rato prego de 4,000 rs. a poga; pao lino
preto, a 3,200 rs. o covado; chapeos de sol
de seda, a 5,000 rs. e outras muitas fazen-
das de bom gosto e multo baratas.
Vendem-se 4 lindos moloques de 8 a 18.
annos, sendo um ptimo sapaleiro, como
pretos de 20 a 30 annos, um cozmheiro, ou-
tro oleiro um aapateiro ; 2 pardos de 94 a
30 annos, sendo um aapateiro a que tam-
bem trabalha decarpina; 3 pardas de 16 a
24 annos, com habilidades, sendo orna pro-
pria para ama de casa; 6 pretas algumas
com habilidades, e oulros para todo o ser-
vi go : na ra do Collegio n. 3.
Vcnde-se um selim e mais arreios, pa-
ra um cavallo, por commodo prego : na ra
do Rozario larga, venda n. 46.
Vonde-se uma parto de uma casa da
sobrado, om uma das melhores rusa do bair-
ro de S. Antonio: trata-se com o oorretor
geral Miguel Carneiro.
Vendem-se superiores e verdadeiros
'charutos da llavana, por prego commodo:
no armazem do corretor Miguel Carneiro,
i na ra do Trapiche u. 40.
.


/ **"^^^^^B^^^^^B
A 2,ooo rs. apcclnhn
Ni loja da na do Queimado n. 3, dotan-
te do becco do Peixe Frito, vendem-sc pe-
cmlias de cassa chita de muito lindos pa-
drOes, pelo barallMimo preso de 2,000 rs. a
pecinha, dr-te-Mo amostraa com o com-
{atente penbor.
?i psito A fabrica lo Todos os
Sanio na Baliin.
Vendo-so, om casa de ti. O. ltiebor & C.,
na ra da Cruz n. 4, algodfio transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preso com-
modo.
.'ji n sn mcsclnda a 28o'rs. o
covado.
Defront ,i heeeodo Peinefrllo n. 3, vend-
se inga meiclada de qualro palmos retacea-
dos de largura pelo barallislino preco de qua-
torze -intci o covado, esta fazenda he recom-
jnendavel nao s para jaquetas e alcas, como
tanibcm para palitos e cisacos.
Cera de carnauba.
O mais superior que iia neste genero, ven-
de-se cm porcao c a rclalbo : na ra da Cadeia
do Recite, loja n. 50 de Cunha fe Ainorim.
Vf AAffVfVffVfVVfVf
i> Arados americanes. 4
Vendem-se arados americano ver- 43
> dadeiros, chegados dos Estados- <\
;> Unido i na ra do Trapiche n. 8. <\
(kt MAAAAf&AM
Cera (!< carnauba.
No armazem de Domingos Itodrigues de
Andrado & Companhia, na ra dos Tanoei-
rosn. 5, vende-so superior cera do carnau-
ba, ultmamcnto vindas do Aracaty, em
porcao e a retalho, por menos preco que
om outra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Vende-se ou arrenda-sc, urna casa de
podra e cal, sila no Monteiro, com terreno
para plantar o com arvoredos de frncto, por
proco commodo : trala-se na ra dasTriu-
ebeiras n 48, primeiro andar.
Vendcm-se kIDI inglozes elsticos,
ditos com borranhas, chegados agora : cm
casa doCco.-henworthy & Companhi, na
ra da Cruz n. 2.
Vende-so urna escrava de idade c de
nacJo, boa lavadeira o C02inheira : na ra
Imperial n 7.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadcia do Pccic n.
12, ha inulto superior cal de Lisboa cm pedra,
assim como potassa chryada ltimamente a
preco limito rasoaveis
t< Al soda) para saceos.
O Vende-se muito bom algodfio para fr
4$ saceos de assucar, por precii comino- )>
A do : em casa de Ricardo Royle, na *
*| rus da Cadcia n. 37. *
WflMWP*J:## #ft:^## )"}#.
Lotera a beneficio dc N. h. do.Li-
vrnincnlo.
Aos 5:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da I'raca da Indepen-
dencia n. 4, \cndem-se bilhetrs inteiros,
10,000 rs. ; mcios, a 5,000 rs. ; quarlos, a
2,600 rs.; decimos, a 1,100 rs., c vigsimos,
a 600 rs., corre no dia 12doJullio.
!ut)U0- rresquissimos o muito macios queijos de
prato, vendem-so por preco commodo : na
i ua da Cadeia do Recife n. 1.
Vende-so a lavorna n. 8, da na do
Itangcl, muilo afreguezada .para trra o pa-
ra o mato, c muito ventajosa, nHo s pela
elegancia da armscSo, como i o esta per
lencer a casa c ser commodo o alugucl: tra-
ta-so no mesmo estaliclecimcnto.
CERA EM VELAS.
Vcndcm-se caixas com cera em
velas da mais superior trae lia no
mercado, fabricado em Lisboa e
no R0 de Janeiro, sortimentos ao
gosto do comprador c por preco
iiHis barato do que em outra cjual-
quer paite : Irata-se na ra do
Vigario n. ig, segundo andar, com
Macbado ck l'inheiro.
Allcncao.
Vendcn-sc pessas de chilas superiores que
n.io desbolam, a .OvO rs., 0,500 rs. c 7,000 rs.
em covados, a 100, 180, e 200 rs. i chita larga
franecta muito lina, a '280 rs. o covado ; pes-
sas de inadapulao lino, a 3,500, 3,800, 4,000,
4.500 rs.; c muilo lino, a 5,000 rs. ; pecas de
de cassa para babados de IU jardas, a 2,400 rs.;
cortes de cambraia do ultimogosto, de salpico,
a 5,500 c [0,01)0.; bretanba de linbo a 500 e
00rs.,a vara; superior cortes de casimira
preta selim, pelo dciniuuto preco, de 9,500 rs,!
ditas decores, muito linas, a li.OOO, e (i,5oO rs ;
cortes de gaabreons, faicnda de milita dura,
prlo diminuto preco, de i.lilH) e 2,000 rs., cida
corle dccalsa ; riscado de linho muito fino, a
320, e 300 rs, o covadn franklim prcto pelo
deseracado prejo de 4"0 rs., o covado ; meri-
no prcto, a 2,000, 3,500, c 4,000 rs. | c outras
umitas hiendas por prero baralisrimo, c para
crdito: na loja da estrella na ra do Queimado
n. 7, couifronte ao beco do pciso frite.
vendem-se arados de forro de diversos mo-
delos.
Moniuas superiores.
Na fundirlo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se vondr moundas
de canna, lodas de ferro, de um modelo
coostrucc'o muilo superior
razriidas por a melude de scu va-
lor, na rna do Crespo n. 6.
Cortes de chita Anas, com 12 covados,
1,920 rs-; dito de cassa chita, a 2,400 e 2,800
rs.; chapeos de mace pretos. 800 e 1,000
rs.; corles de brim listrido de linbo puro,
a 2,000 rs.; alparka de cordfio proprias pin
casacas e snbrecasacas, a 800 rs., o covado
e muitasoutra fazendas baratas: na loja
cima referida.
-- Vende-se superior cognac velho, em
liarns de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa del. Keller & Companbia.
Vende-se gesso em barricas, viudo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da bairea 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, cfea de J. Kel-
ler & Companhia.
Bombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do JJnim ns. 6, 8 e 10,
) ii ti ti nao de ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundicSo da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
******4a*a****i
4 Vcndc-sc na travessa da Ma-
4 drcde-lcos n. 5, cha pelo t>
4 de superior <|iialldado,taiii- s>
4 beni do afamado pona branca.fe
4 Ksla qualidade de cha esl sendo ge- t>
t ramenle preferida ao cha verde, ou pe- ^
lo menos fuendo-se uso dclles mistura- *
dos ; e islo cm virlude nao sOiucntc do M
.... -......-I a i.ltnr rM,i nnr. W
J mu agradavcl aroma c sabor, com por- X
f que be boje incontcslavelincnlc reco- J
^ nbecido, que o cha preto nao ataca o 9
^ sysleiua nervoso, ao mesmo lempo, que ?
19 possue todas as qualidadcs benficas do ?
4 cha verde.
CPAXA Et:O^OMICA EM MANSA.
Po insigne fabricante americano, James Ma-
sn. A sua oolnposJvao be feila de proposito
para lustrar com agua c conserrar o lustro,
lano de invern como de verlo; a grande
vantagcn que ha nesta graxa be a eouservaciio
do calcado, e lustrarrm-sc os sapalos ou bo-
tn* ainda mesmo molhados, e urna prqueua
lata aturar mais de que tres boidt'S e cuslar
menos do que um. Vcndc-sc eua barricas,
mi porcao de duiias, no armaiem de Vicente
Vcrrcira da Costa, na ra da Madrc-dc-Dcos.
Anligo deposito de cal
virgem.
INu ra do Trapiche, n. 1;. lia
muito superior cal nova cm pedia,
ebegada ullimamcnlc de Lisboa
na barca Ligeira.
Vendcm-se as seguinles se-
men tes:
de abos, ditas de dilas inglesas, ditas de r-
banos encamadas, ditas brancas, dilas de ce-
bolas de Selubal, dilas de all'acc allainaa,
ditas repolhudas, ditas de core trinchada, di-
las He senoura amarellas, ditas de chicoria, di- cabellos e sulssas preas : na ra do Quelmilo,
tas de contro de toceira, ditas de salsa, ditas | leja de ferragens n. 31.
Vende-se o melhor caf moido e sim-
ples : na padaria por baiso do sobrado n.
106, na I'raca da Santa Cruz.
Vende-se farinha de S. Calharlna mui-
to superior, por preQO commodo : abordo
da polaca N. S. do ('.armo, fndiada defron-
te do Caes do Collegio, ou a tratar com
r'rancisco-Alves da Cunha e Manuel los de
Souza Carneiro.
Patencia mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodao escuro para quem
ti'iu fri a 720 rs. cada um,. cortes de brim
branuo nao;ado de iulic puro a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,000 rs. o corle, riscados de II-
nba220 c 320 rs. o covado, riscado de algo-
dao trancado muilo. encorpado proprio para
cscravo a 18U c at'O rs. o covado, picote a 180
rs. o covado, rilarte aiul de 5 palmos de lar-
gura a 540 rs. o covado, dito de cor a 200 rs. o
covado, riscado frauecz muito linos a 240 rs. o
covado, chita para cbcrlas decores lixas a200
rs. o covado, ditas paia vesildosa 160 c >S0rs.,
cassa chita cores fixas a 440 rs. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 rs. o covado,
lecas de cassa de quadrospara babados c cor-
tinados de cama com 8 varas c lucia a ?,400
rs., chapeos de massa para cscravos a 480 rs.
cada um : na ra do Crespo n. .
Lrteria afavor dalgrejadc N. S-
do Livrauciilo.
No atierro da Boa-Vista loja de calcado n. 58,
vcude-sc os tnuilos afortunados bilhcics, ineios
c camellas, da lolcria a favor da igreja de N.
N. do Livramcnlo cujas rodas correin no dia 12
.ojuihuJv. ......i. .-- ir.i.o
na mesma casa venderao-sc da lotera da
Malrii d tloa-Visla os seguinles premios viges-
simos n. 1 .-m"-ii......v rs. bilhcics inteilos n.
37942.0000 is. n. 3032200,000 is. mcios bi-
Ihclea de n. 28601 000/ rs, n. 650200,000 rs.
2828100.000 rs. c muitos ns. com osprcmtos
de 50,000 rs. 20,000 rs. 10,000 rs.
bilhcics 11,000 -
Mcios 5,500
yuartoa 2,600
gimos 2,100
Decimos* 1,100
\igcssimos 600
Potassa lia Klissia.
Vcndc-sc potssa da Itussia, recentomen-
to chegada, e do muito superior qualidado,
na ra do Trapiche n. 17.
Vcndcm-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglcz : na ra
da Scnzolla Nova n. l\i.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n, 52,
vcndcm-se por atacado duas gualidades
proprias para saceos de assucar e e roupa
cscravos.
Tai\a para cngcnlio.
Na fundicHo do Ierro da ra do Drum,
acaha-sc do rocebor um completo sortimen-
to do luis.-!- do 3 a S palmos do hocca, as
quaos acham-se a venda por preto com-
modo, c com promplidSo enibarcam-se, ou
carregam-so em carros sem despezas eo
comprador.
Moinbos de vento
com bombas do repucho para regar borlas
A baixas do capim : vendem-sc na fundido
de Bowman o. Me. Callum, na ra do lirum
ns. 6,8 o 10.
Vcndcm-se amarras do ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
AGELNCIA
da fundicao Low-Moor.
ROA |ia SENZALLA NOVA .\. 42.
Ncstc eslaliclecimcnlo conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moendus o meias moen-
tlaspora cngcnbo*, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os lamanhos, pa-
ra dito.
Km casa de .1. Keller & Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o exccllcnto o superior tiuho de Bu-
celias, em barris de 5.*, lio muito recom-
mendavel as casas estraogeiras, como ex-
cellento vinho para pasto.
Po armazem da ra daMoeda n. 7, con
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Ilio Grande do tul, c oprejo
em conta.
Conlinua-sc a vender agoa defazerao
de-se no armazem de Silva Barroca, ra do
Brum n. 26.
f Vende-se|um grande sitio no lagar do
Manguinho, que tica defronte do sillos dos
Srs. Carneiro, com grande casa de \iven-
da, de qualro egoas, grande senzalla. eo-
cboira, estribarla, baila de capim que sus-
tenta 8 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba o tanque coborto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia, pri inci'ro sobrado novo de um andar.
mira radical.
no erisipela o rheumatismo, com encha-
rco, ou sem ella, seja anligo, ou moderno,
preservativo contra rotaras n quebraduras,
e modo de fazer iou uso, cara radical dos
teslicolos, sem sofrer operaco, nem dor
alguma, cura radical dos escrotos, sejam
carnosidades, erysipelas, ou bydroeele (a-
goas), os remedios pira todas esta moles-
tia : vende-se smente no Rio delaneiro,
na ra do Sabfio n.27, e em Pernambuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de Peixoto
Pinto, acompanha os ditos remedios a ma-
neira de fazer sou uso e dieta que devem
ler as pessoas que dclles flzerem uso.
Vende-se farelo de muito boa qualida-
de, em saccas de 3 arrobas, viodo ultima-
mente de Lisboa, na baica Ligeira : na ra
do Trapiche n. 17.
para curar da phtysica em todos os scus
diucrentcs graos, ou motivada por consti-
pacOos, tosse, asthma, pleuriz, cscarros de
sangue, dr de costas e peitos", palpitando
nocora?3o, coquelucho, bronenites dr
de garganta c lodas as molestias dos or-
gSos pulmonares.
Do todas as molestias que por heranfa d-
camaocorpo humano, nenhuma lia que
mais destruitiva tenha sido, ou que tenha
zombado dos esnrcos dos bomens mais
eminentes em medicina do que aquella
quo he gcralmento conhecida por moles-
tia no bofe. Km varias pocas do se-
cuto passado, tendo-sc olTerccido'ao publi-
co difJerentes remedios com atlestados das
extraordinarias curas quo elle tem feito j
porm quasiqueem lodos os casos a ilusDo
lem sido apena passageira e o doenlc
torna a recaliir em peor estado do quo.se
achava antes de applicar o remedio ISo re-
commendado outro tanto nSo acontece
com es to extraordinario
Xaropc de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, o nomeados pelos
Snrs. P>. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Itio-de-lanciro mudaram o de-
posito desto xarope pura a botica do Snr.
los Mara G. llamos, na ra dos una r I os,
n. 12, junto ao quarlcl do polica, onde
sempro aeharflo o nico, o verdadoiro, a
5,500 rs. agarrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Vende-se
Arroz de casca,
Earello novo,
Clia r>rote,7
Chumbo de muuicao,
Cimento,
vende-se ludo por presos commodos : no
armazem del. 1. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Rom c barato.
Ba do Passcio Publico loja n. 9. de Albino
Jos Leilc, vendeui-sc ricos corles de incia ca-
simira escuras a 1,400 rs chapeos deso de
panninho com barras de ulliino gosto a 2,500
rs., ditos de ditos grandes com algum mofo a
1,000 rs., chitas finas com toque a 160 rs. o co-
vado, ditas a 120 rs dilas para cbcrlas a IGO
rs., riscados franeczes a?00 rs., dilos inonstros
a 200 rs cambraias da India bordadas a 400
rs. a vara, Icnyos de seda para niao a 1,000 rs.,
ditos brancos de bico a 320 rs., ditos finos a
480 rs., dilos de vapor a 200 rs., challes de chi-
ta a 640 rs., riscado de linho aiul c de cores,
miudinhos a 32o rs. o covado, grvalas de se-
lim de cores a i,5ok rs., lencos finos encarna-
dos, estampados a 400 rs. Cbcguem freguezes
que as pechinchas sao boas, a ellas antes que
se acabem.
Potassa nacional-
Vcnde-se no armazem do pjas Ferreira,
no Caes da Alfandega, a mais superior po-
tassa que tem viodo a esto morcado, fabri-
cada no llio de laneiro, .e por menos preco
do que cm outra qualquer parle.
~ No deposito de espiritos, na
travessa da Madre de lieos n, 5,
acbam-sc a venda nova porcao de
garrafocs de verdadeira agoarden-
tc de cana : quem se quizer pro-
ver desta boa pinga, faca-o quan-
lo antes, que a safra se est fin-
dando.
Vende-se cobre metal ama-
relio e pregos para forro de navios: vende-se
por preco coinmodo, em casa de A. V da Silva
barroca, ra da Cadcia do IlcL*ifc u. 42.
JSillictes do lijo de Janeiro.
AOS 20:000,000 DE ns.
Na loja de miudezas da praja da Indepen-
da u,.4 vende-se bilbeles inteiros, mcioi
hiiarlrfToilavos c vigsimos a beneficio da 11.1
lolcria do Santissimo Sacramento do Rio dcJa*
neiio que hade ser eitrahida a 23 do corrcuir:
ua mesma loja rcccbem-sc bilhcics premiados
da loteriada Matriz da Boa Vista cm troca dus
que u ni venda.
Billietes do Rio de Janeiro.
de hollanda om frasquoiras; excellenlo vi-
nho moscatel do Setubal ; vinho superlor-
zissimo Madeira ; dito dito Porto, feitoria ;
dito Cherry; queijos de prato, e ludo quan-
to ha de bom cm genero : na ra da Ca-
deia do Recifo n. 23.
1 Ssarasr^tMattA^ssMs^ l ^
floja" do- sobrado aniarello, nos
Quatro Cantos, da roa do Queimado
n. 2, contiqua-se a vender corles de
vestido de cliila e de cassa de core
lixas e lindo padroee, a 1,600 rs., ca-
da corte,4endo um grande cortinien-
_ to para escolher
*##*???# _
^ Chapoades,ol. ^
^* Ra do Paaaeio, n I. 3lv
Nesta fabrica ba presentemente um rico
sortimento destes objeotoa de toda a co-
ros e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por precos commodos ; ditos pa-
ra sonliora, de bom gosto: estes chapeos
sSo feiios peia uitima moda ; seda adamas-
cada com ricas franja de rotroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda e
panninho imitando sedas, para eobrir ar-
ma ces servidas : lodas estas fazendavne s
dem-se em porcSo e a retalho : tambem se
concerta qnalquer cbapo de sol, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igreja: ludo por prego com-
modo. Na mesma cata ha chapeos de sol,
do marca maior, de panno e do seda, pro-
prios para feilore de engenbo, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Vende-so manteiga ingle/s nova, a 610
rs., a libra; dita franceza a 560 rs., a libra;
caf em gr.le, a 160 rs., a libra; cha, a 1,920
rs.. a libra ; dito, a 2,400 rs.; sovada, a 100
rs a libra; farioha do MaranhSo, a 100 rs.
a libra; velas de carnauba de o n o em libra,
a300rs.; loucinho, a 240 rs., a libra; quei-
jos novo, a 1,500 rs.; bolschinlia ingloza
nova, a 200 rs., a libra ; vinho do Porto en-
garrafado, a 640 rs., a garrafa ; dito om ca-
adas, a 2,560 rs o outro mais gneros:
na ra da Praia delimite da ribeira do pei-
X0 II. i
Corte de casimira de cor e preta.
(3^ Corles do casimira preta, muito li-
nos, a 5,000 rs., o corto; ditos do cores de
muito bom gosto, a 6,400 rs. ; corbrs do
cambraias de listras de cores, muito Pinas,
a 3,600 rs.; ditas com salpicos tambem de
cores, a 3,000 r.; carapuca de algodfio de
coros, a 240 re., cada una e outras muitas
fazendas de bom gosto, por diminuto pre-
co : na ra do Crespo n. 6.
icador dos ncconlog
PARA
VIO L O,
>cin auxilio de mestre, e seiu co-
ulif finif nio da niiizica.
Sabio a luz' esta ioteressante obra, pti-
mamente gravada nesta cidade pelo reve-
rendo padre Francisco loSo de Azevedo.
Os apaixonados do exfolenle instrumento
o violfio toen) nosle melhodo regras
para a harmona, e pOdem com muit l'aci-
lldade aprender a aeompinhar em todos os
tons, sem quo seja necessario ter conheci-
menlo algum da mesma, comtudo os que
tiverem conhocimentos msicos,, mas nSo
inteiro conhecimento do lodo o brarjo do
violfio, muito hfio de aproveitar com este
methodo, porque lhes abre vasto campo para
os scus exercicios, apresentando-lhes mui
visivelmenle como se pode saccar un ac-
cordo por differentos modos em todo o bra-
co do violfio. E qual o methodo quo te-
nha ale hoja apresentado ao alcance da vis-
ta, na pequea distancia do 2 a 3 pollega-
das, um objeclo escolha do supremo juiz
da muzicao ouvido?Parece-nos no ter
apparecido, ao menos que nos conste.
Unan to aos conbecimentos da muzica, tam-
bem por este methodo se rodem adnnirir.
mas para isso c preciso o auxilio de mestre:
sem esto o que se pode nicamente adqui-
rir o conhccimeiito pralico dos lous, que
para o ouvido quanto basta.
Roga-se aos Srs.) assignaulcs quoiram ir
pcssoalmcnto recober seus cxemplares, pols
assim convom para lhes ser tirada qualquor
duvida ou embarazo' quo eocontrem ao
que o autor se promptiflea o obriga com
prazer, por desejar fazer conhecidas c tor-
nar papavois as vantageus do seu Irabalho,
o que sera a sua maior gloria: a qualquor
horado diaocncontrarfio em sua casa na
rus do Livramento n. 27, onde vende a obra
a 4,000'rs. aos nSo sssignantes.

Vendem-se sapalos de couro do lustro
para homem, com forma iuglez, sola fran-
ceza, superior fazeoda, por serem de mul-
ta duraefio : na ra Nova, loja n. 2.
Um 1 lia feo por 6,000 rs.
Vendem-sc chapos de merino preto, com
mola, por 6,000 rs.: na ra Nova,- loja n. 2.
atrazda matriz.
iioin de cabelo superior.
branca com listras de cores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; corle do colele
de fustSo do ultimo gosto, a 1,000 rs., e ou-
tras muitas fazeuda por proc/> commodo.
Vende-se atroz do theatro,
armazem de taboaa de pinho, oleo
de linbaca em bolijaa cimento
em barricas, meias e as tinas.
Multo barato.
Na ra do Queimado n. 17, loja ao p da
botica, veudem-so corles do casimira de co-
res escuras, proprias para a presente ests-
c9o, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs. ; ditos de ca-
simira preta, a 7,000 rs. e muito Una, a
9,000 rsj bros transados de linho, de co-
res, a 800 rs.. avara, assim como outras
fazendas por diminuto proco.
Pecas de algodaozinio com pe
queno toque de avarla a 1200
1600, 1800, cobertores de tapete
para eacravo a 7 20.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vendc-e pecas de algodflo-
zinho a 1200,1600,1800, cobertores de ta-
pete escuro para escravos a 720, pco,as de
madapolfio para forro a 2,2,00, e outras mal-
tas fazendas ja muito acreditadas na mesma
loja.
He to barato que faz admirar:
Na ra do Queimado loja n. 17 vendem-se
peca de riscadinho escuro com 38 covado
com pequeo loque de mofo, muito pro-
prio para vestidos de eseravrs a 4,500 r. a
peca, chales de gurgurfio on esdarco a 1,000
rs. cada um, cortes de vestido de cambraia
de barra a 4,CI)0 rs., cambraias franceza de
padres muito delicados a 640 rs. a vara, e
outra muitas fazendas por barato preco.
DSo-se as amostra com pinhores.
Vende-se camisas homecopatbicas de
folancla muito lina propria para estaclo do
invern privativo de coostipacOes, ra nova
loja n. 2. *
Aos amntenlo boine barato,
Voude-se na ra da Aurora n. 31 latas
com superior bolaxinbasdeararuta feila 00
Rio de Janeiro 2,400, cmlivra640, manlega
ingleza 800, 640, 500, ervllhaa 120, paios
280, lingoica 400, macarrfio talharim 160,
letria 240, vellas de espermacete 680, toici-
nbo de Lisboa 200. dito do llio de laneiro
140, vinho engarrafado porto 500, vellas do
Arecaty 300, qaeijos superiores 1,600, dito
francez muito frescal 640, dito londrino
480, graxa 160. em latas do autor las Masn
140, sabfio branco 220, aniarello 140, sera-
dinha 160, sevada 160, bolaxas americanas
redondas ou quadradas marca graude 200,
dita de marca pequea 200, banlia de porco
320, farinha de aramia 160, gomrna para
engomoiar 160, farinha de trigo para pBo-
de-l too, dita do Marsnham 120, passas
novas 280, azelonas novas 240, pralos.de
beira azul 1,080, ligellas 1,080,800, arros
80 rs. a libra, cha superior 1,8001600, quar-
tinhas de superior barro, e faltas pelo pri-
meiro artista desto genero 240, traques 240,
e lodos os mais gneros de venda por proco
commodo, na mesma casa se compra cobre
velho em obras imitis.
Lolcria do Rio de Janeiro.
*ns 20:000,000 de as.
Na ra do Rozario larga, Joja do miude-
zas n. 44, junto a botica, vendom-se os fo-
lizts bilheles, meios, quarlos, oilavos e vi-
gsimos, da dcima primeira lotoria do San-
lissimo Sacramento, pelos precos abaixo
mencionados cuja lista ebega no primeiro
vapor.
Precos, pairos os premios, sem
descont.
Bilhctes 22,000
Meios 11,000
Quarlos 5.600
OiUvos Xl 2,800
Vigsimos 1,300
3 Vendas. 5
a innn rfort--.rto.
Ainda ha da pochincba.
.', Chales do seda, do bous padrdos o t-.
S. de fina qualidado, ao proco de 4,500, e
o 5,000 e 6,000 rs.,- lindos corles de ca- -
.0 simira pararalsas a 5,500 rs.; chapeos 3
^ do sol do seda, a 5,000 rs. J
Vende-sc superior farinha de
mandioca de S. Catharina, ero sac-
cas : no armazem de Antonio Au-
nes, no Caes da Alfandega.
Vende-se um deposito, com 10 caixdes
para 6,000 arrobas de assucar, 1 braca de
balanza e suas conchas, urna outra decimal
e 12 arrobas em pezos, ludo em bom* esta-
do, por s servir em urna safra : na ruada
Cruz do Recife n. 6, segundo andar.
cozioha, boa quilandeira, e propria para o
todo o servico do campo : na ra da Con-
ceirfio da Boa Vista n. 58.
Vende-sc farinha de mandi-
oca de superior qualidade, recen-
teniente ebegada de S. Catharina,
a menor preco do que em outra
3ualquer parte : Irala-se a bordo
obrigue Novo Lobo, defronte do
caes do Ramos, ou com Olireira
Paiva & Companhia, na ra do
Trapiche n. 5, eseriptorio.
Vende-se urna casa poiuena, com bom
quintal e bulante terreno : na ra Real do
Manguinho n. 35.
Vende-se um excedente forte piano
d* Jacaranda, de excollentes vozes : na ra
da Cadeia do Recife a. 5*.
-- Vende-se um bonito moleeo, quo re-
presenta ter 18a20annos, a que se polo
chamar um perito cozinbeiro, sondo para
bordo de algum navio ser mais em conta,
porque o moleque assim o pede, para an-
dar embarcado e sabe fallar Inglez, o o sou
senhof deteja fazer-lh a vontade : na ra
da Larangeiras n. 14, segundo andar.
Charutos da Baha.
Na ra dn S. Thereza, venda n, 1, ven-
dem-se charutos em caixas do 100 a 500, na
mesma ba 20,000 charutos turados.
Vende-se um jogo de pedras de mar-
lini para gamfio,como competente taboleiro,
ludo novo : n* ra do Apollo, armazem
n. 2 II.
Hoinanccs modernlsslmos.
l'or Alejandre Oumai.
As momoriatyM um Medico ^ 15 to-
mos 1850 20,000
Bastardo de Mauleon 4 vols. 1848 10,000
Condo do Monte Chriato 10 tomo
1849. 14,000
Cavalheiro da Caa, vermelha 6 to-
mos 1849 6,000
Duas lininas 9 volamos 16,000
Cabiicl Lambert. 1818 1 volume 2,000
Cuerra das mulheios vols. 1848 10,000
Paulina 2 totumes
llaiuha Margot. 4 voluntes
Tres Mosqueleiros 4 volantes
Vinlo anuos depoi 6 volumes
Por Eugenio Sue.
0 Sete Peccados mortaes
A soberba 4 tomos
A impureza2
A ira
A inveja
Maullidos, ou as memorias de una
jovem 8 volume 14.000
Salamandra 3 tomos 6,000
A Barba azul, ou o Monte do diabo 8,000
Mysterios do l'ovo 10 volme
Mystonos de Pars
OJudeu Errante
Vendem-se no paleo do Collegio, casa do
Livro azul.
ti
4,000
6,000
10,000
12,000
10,000
5,000
5,000
5,000
9,000
14,000
14,000
Vendem-se bons de cabello, para bo^lV transado daquella fabrica, muito pro- 51
Depsito de teciuos da lubri-
ca de Todos os Sontos,
na labia.
Vende-se em casa de Domingos Al
? ves Matheus, na ra da Cruz do Re- <
*^ cife n. 52, primeiro andar, algodfio 4|
mem, superior fazenda : na ra Nova, lo-
ja n. 2.
- Atraz da matriz da roa Nova, loja n.2,
vendem-se fundas do camursst para o lado
direito e esquerdo, para dous lados em urna
S peca, com arniacHo do non.
Vendem-sc, a dinheiro a vista, na ra
Nova, loja n.2, sapalos de duraque doco-! ^"miu^BunJe^^tlmM'itl-
res, para mininas esenhoras, a 500 rs. lica pretas, cor do cana, e brancas, tanto
01'r\ para homem como para senhoras, ditas de
~ Vende-se unbonito pagem do 16 an-| troca| pretas a 480 rs. o par, e 640 com dedo,
is, muito lindo, e 4 cscravos hons traba-' ulas ae flo da Escocia muito finas e de cor
.....-------...,----------.......,.,.,>,. ,.,- _
g" pno para saceos e roupa de escra- S
S vps, assim como lio proprio para re- a
'y des de pescar e pavios para vellas, ^
p> por prego muito commodo. .45
o*.** *).*4i lA *
-- No nova loja de mluduoi em frente do
Uvramenlo. Acha-se um completo sor ti mon-
de lmales grandes, ditas de rcpolho, ditas de
,-sj.i na ir, dilas de pipinella, ditas de aipo,
fcfjo, carrapalo de tres qualidadcs, crvilhas
tortas c din it.is, rabanctes encarnados c bran-
cos : na ra da Cruz n. 40, defrontc do Dr.
Cosme. Na mesma casa vcndcm-se queijos in -
glezes inulto frescacs.
Cambraias de t-eda, a G.ooo rs.,
o corte.
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra de Apollo n. 6, armazem de He. Cal-
inontSt Companhia, acha-sc constantemente
bons sorlimenlos de laixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para aniuiaes, agoa, etc ,
ditas para armar cin madeira de todos os la-
manhos c inodellos o uiais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
aos 30:000,000 rs.
Na ra estreila do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A. de loa-
quim Francisco dos Santos Maia, vendem-sc
os muito afortunados bclhotcs, mcios, qoir-
tos, oilavos e vigsimos da II." lotera do
Santissimo Sacramento, recebem-se em pa-
gamento bilhctes premiados de outras
quaesquor loteras do imperio, alcm dos
muitos premios,qne esta casa tem vendido
que o proprietario tem deixado de annun-
ciar, venden ltimamente das casas da ci-
ridade o meio bilheten. 4,685 com 1:000/
e dous oitavos de ns. 1,852 com 4001 cada t.
Casa de commissSo de escravos.
Vcndem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos 1 na ra da Cadcia do
Ibadores deenxada, 1 negro bom cozinhei-
ro, e um molatinbo do 12 annos, muito pro-
prio para aprender qualquor oflicio, 2 ne-
gras com habilidades: na ra do Rozario
larga n. 22, segundo andar.
Brozeguins homeopathicos.
a 600 rs ditas brancas incorpadas proprias
para ravalleiro a 480 rs., bico de seda e de
linho preto c branco de todas as larguras,
meias azues a 160 o par, primas para violSo
a Kio rs., charuteiras muito lindas a 400 rs.
cada urna, correntes para rologio muito II -
Vcndem-so brozeguins inglczes de casi- has a 500 rs. cada urna, rap princoza do
mira do cores, gaspiados de couro do In.-- llio a 600 rs. a libra, e outras muitas fazen-
tro, com sola batida, prova. d'agoa, pruprios das que se achilo patentes aos fieguezes e
Reciten. 51, primeiro andar.
Na loja do Cuimaracs&llcnriques, ruado- passad.ira.de ferro eslanhado
Crespo n. 5, queVilta para o Collegio, ven-1 'a*r'a ca dc !, por menos preco ,,..e 01
dem-se ricos corles do cambraias de seda, dc C0UrC| cscovens para navios, ferro ingles I Vende-sc a precos commodos.
pelo barato precode 6,000 rs., o corte, esta unto cm barras como cin arcos folbas, e ludo j Cera de carnauba do Aracaty, velas do
fazenda be de gostos inteiramente novos. 1 por barato preeo. dita dito; couro do cabra, boa qualidadee
Arados de ferro. Cal virgem em pedra. [grandes; penas deema; espanadoros; re-
Nafundi3o da Aurora, em S. Amaro,! Cocaada de Lisboa pela barca Marjorfsfa, ven desde marca, superior qualidade ; genebra
para a eslacfto do invern, a dinheiro a vis-
la : na ra Nova, loja n. 2, atraz da matriz.
Vondem-sc lencos de cambraja dc li-
nho, muito linos, com bico em volta i na
ra Nova, |oja n. 2.
Vendcm-se enxadas calsadas com ni;o,
panellas, chaleiras, fregideiras, cassarolas
forradas de porcelana, almofarizcs'do fer-
ro, bules ocafeteiras do metal, machinas
para caf, facas com cabos de marllm o lam-
nem de ooo, muito linas, e colhcrvs dc me-
tal do principe: na ra Nova, loja de ferra-
gens n. 16, do Jos Luiz Peroira.
Vendo-so a arma o fio de urna taverna,
com todos os seus pertences, no becco do
Monteiro n. 6 : Irata-se na mesma, ou na
ra do Vigario n. 14.
Pannos flnos dc todas asuna-
lldades.
Na ra do Cresnp, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendcm-se panno Uno
preto, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,000
rs.; dito azul, a 3,000, 4,000 rs., e muit su-
perior, a 5,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.;
dito muito claro, a 4,000 ra. ; dito cor de
rap, a 3,000 e 3,500 rs.; cortos do casimi-
ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
cor, a 6,400 rs., o outras fazendas o mais
barato possivel.
Nova |lf eh iliell.
Corles de casia chila, a 2,000 rs.; ditos de chi-
ta inteiros com 12 covados, a 1,600, 1,800 e
2,000 rs.
Na loja da esquina da ra do Crespo, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes dc
cassa* chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800 o 2,000 rs.; ditos de cambraia
por menos do quo ero outra qualquer parte.
Vcndc-sc cscravos baratos mocos e
dc bolillas I1-. 111 -a-. 1 11.10 -o occnl-
1 ao os de fe 1 o.- sabciulo-sc dclles.
Negros mocos que servem para qualquer
sorvico posado : um dito padeiro, um boni-
to molato e quo ontendo do boliar, negras
11100 s com habilidados, e sem ollas; negro-
tas e negrinhas o algn pretos de meia ida-
de que se vendem baralissimo : na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar.
aos 2o:ooo$ooo ders.
Afile- (|lie -un punen- e pee 111 lados
Na ra Nova 11. 6 de Alala Hornos
S C. existe um pequeo resto de
mcios bilbeles da lotera do S. Sacramen-
to do Rio de Janeiro, assim como so avisa
aos amantes deste jogo que chegaram no-
vos bilbeles da lotera do tbealro do S.
Francisco, enjas listas deveram cliegar em
17 do corrente.
-- Vende-so farioha de mandioca muito li-
na, em saccas de Jjom tamanbo, ebegada
ultmamcnto do Rio de laneiro: na bem co-
nhecida venda n. 16, quo fol do Nicolao Ro-
drigues da Cunha, sita no patio do Hospi-
tal, ou na ra de S. Francisco, o na ra do
Rozario larga, venda n. 39, sendo o preco
menos que em outra qualquer parle.
A 1 *."00 rs., a peca.
Na loja n. 6, da esquina quo volta para a
ra do Collegio, vcudem-se riscadinhos de
cores lixas, pelo barato preco de 4,500 rs., a
pe{, assim como casimiras do algoJSo, a
1,800rs., corte.
Vende-se, por precisSo, urna escrava,
creoula, de idade de 20 annos, entendo de
l.oicria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 do rs.
No cambio da Viuva Vieira & l'ilhos, na
ra da Cadeia do Recife. n. -'l, receberam
do Rin do .11 im'n>, rindo pelo vapor llahia-
na, oacbam-so a venda os muito afortuna-
dos bilbeles e camellas da 9." lotera do
tbesouro, da qual vem a lista no vapor
inglez.
PIANOS.
Chcgaram.cm casa de Kal-Kmann Srera
dous ptimo pianos de Jacaranda do mais
moderno gosto o de exccllente vozes;
quem o pretender dirija-se a ra da Cruz
n. 10.
Por haraii.-sinio preco.
Nos quatro canto da ra do Queimado,
loja n. 20, vendem-se brim pardo escuro
de puro linho, por 600 rs., a vara ; dito a-
marello da melhor qualidade possivel, a
640 rs., a vara ; cortes de cambraia bran-
cos, com 6 varas, a 1,000 rs., o corte; leu-
S01 de cassa brancos, a 200 rs. ; cobertores
o pura 13a, a 1,200 rs., sendo em porcao, e
um 1.500 rs. ; pegas de madapolfio com to-
que de avaha, a 8,000 rs.; petas de cassa
do quadros e listras, pelo dimiouto preco
de 1,920 rs., e a vara, 24Q re., e outras mul-
tas fazendas, por precos commodos, que s
a vista se pdem admirar.
- Vende-se um terreno com 154 palmos
de fundo o 96 de frente, o qual deita para o
largo destinado para a nova praca na ra do
Brum, voltarna travesado Vieira,assim
como tres caxdes do casa, no fundodo men-
cionado terreno, com frente para a mesma
travessa. Trata-so esta venda na ra da
Cadeia do Recife loja n- 7, onde o preten-
demos, depois de haverem examinado, po-
derfio dirig r-ae.
Vende-se feijSo molatinbo muito novo,
proprio para gemente, em saccas : no ar-
mazem defront da escadinba, no Caes da
Alfandega.
Attenco.
No bairo do Recife ra da Cadeia loja n. 53,
conlinua-sc a vender, tanto cm caitas como
cm libra, as mclhorcs e mais acreditadas vellas
dc cera vegetal de carnauba 1 nao s pela es-
clfente luz que della* resulta, como pela apu-
rada perfelco com que sao feilas, na Aracali,
pelo melhor fabricante da quella cidade.
Escravos fgidos.
Oesappareceu no dia 2de jullio o mo-
leque re naci angola de nome Gil, que re-
prsenla n idade de 24 annos, altura regu-
lar, sem barba, e bem preto, falla muito
bem quo parece crioulo, e muito prozista,
o tem no cangote 3 talinhos, levou vestido
camisa do madapolfio e calca de brim bran-
co j suja, chapeo de palba pintado de pre-
to, e costuma trazer a calca amarrada na
cintura com um lenco : quem o pegar leve-o
na ra da Cadeia do Recifo n. 511. andar ou
na.rua da Madre de Dos armazem do Sr.
Jos Antonio Alvos de Miranda C.uedes que
se recompensar.
Dcsapparoceu no dia 29 de iunbo ulti-
mo urna preta da costa de nome Auna Rita,
lie moca, baixa, cor fula, olbos i flor do
rosto, tem algn calombos pelaa costas,
levou panno da coala usado e alguma roupa
em um sicco, e um taboleiro pequeo:
quem a conduzira ra da Senzalla-Nova u.
6 sera recompensado.
Desappareceu no da* 28 dojunhop. .
ummolequo do nomo lose, nacfio Cabind*
represonta ter vute o Untos anuos, com bu-
co de barba, seco do corpo, rosto comprido
e nariz adiado, bem fallante, moto um dos
joclnospara donlro quando anda, costuma
aandarjogando pelas praias o cortos con-
oos de negro, o tom sido visto por varios
ugares do hairro do Recife : quem o pesar
leve-o a Antonio Minool Ramos ru da Praia
armazem n. 21 que ser bem recompensado.


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