Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06373


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVII
Sexta-Feira 20
PARTIDAS SOS OOBBEIOS.
Golanna e Parahlba, s secundas e sextas reirs.
Rio-Grande-do-Norte, todas as quintas fciras ao
meio-dla.
Garanbuns e Bonito, a 8 e23.
|. a-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas reirs.
Olinda, todos os dias,
PBIMIBIBU
rNova, a 30, as 6 h. e27 m. da t.
, jCresc. a 6, as 4 h. e 8 m. da t.
Phasi, d LA.{(-hc|il. a l3i aj4 h. c Jim. da t.
Min;:. a 21, as 3 b. c 42 m. da t.
de Junho N. 138
PSIAHAB SE BOJE
I Priineira s 9 horas c 18 minutos damanha-
jSi ; i m1111 s 9 horas i: 42 minutos da tarde.
VBEQO DA SUnSCRIPtJO.
Por tres mczos(adiantados) 4/000
Por seis inivcs .i *000
Por um anno.
das ba SEMANA.
l(i Seg. S. Aurcliaiio. Aud. do J. d'orf. c m. 1. v.
7 Tere. S. ((.niero. Aud. da Chae., do J. da 2
varado c. e dos feitos da fazenda.
18 '.'Min S. Leoncio. Aud. do J. da 2. vara.
18 (.iniit. ,;<>;< Corpo de Dos.
20 Sext. S-.Silverto. Aud. do J. da I. vara do ci-
vel, e dos folios da fazenda.
21 Sao. S. Albano, Aud. da Ch. e do J. da 2. vara
do civel.
15/UUO 22 Uom. S. Paulino.
CAMBIO VI 18 E JOWBO.
Sobre Londres, a 2 1. p. 1/000 rs.
Paris, 340 por fr. nominal.
Lisboa, a 93 namon
Ouro. -rOncas liespanholas..... fifi!
Mcelas de 67400 velhas. ib000
.. de 6*100 novas. Ui#0(Ml
d^?"00....... *%
Prata.Palaccs brasileiro..... '/-""
Pesos columnanoj..... Igw
Ditos mexicanos........ '#'""
a 2H/T.0O
a 1620
a 1M800
a 9/10O
a J/0;V
a 1/94U
a 1/760
iawmxsxu&etmmVn>msaVMLj*jes.
i riT v r"iii..... ir i*~>ilTTiTTlil"ni'iMWMi^ii i>
... .-


FPTT OFFICIU.
MINISTERIO DO IMPERIO.
DECRETO N. 792 DE 3 DE JUNHO DE 1851.
Contara ora uttmWt gerol ordinaria.
Designando expressamente a constituidlo
do imperio, no 1 art. 102, o dia 3 de junho
do anno tercriro de cada legislatura p ira a
niii\iii;ii.iii d,i nova assemblea geral ordina-
ria : bel por bem convocar n mesma assenr-
bla, procedendose para esse fim :is eleicOrs
dos deputados das difl'erenles provincias, na
forma da lci e instrucedes que as rrgulam
O vlsconde de Mont'Alegre, conscllieiro de
estado, presidente do conselho de minislms,
ministro e secrclarlo de estado dos negocios
(I i imperio, assitn o tenha entendido e faca
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 3
de junho de 1851, tiigesimo da independen-
cia e do imperio.Coin a rubrica de S. M -
Imperador. Visconde de Moni'Alegre.
MINISTERIO DA JUSTIGA.
Attendendo ao que me representaran) Luiz
Vicente borges e Joaqulm Gomes da Silva, pc-
dindo ser amnistiados, visto acharem-sc pro-
nunciados pelo ebefe de policia da provincia
da Parahyba, como cabecas da rcbellio, que
teve ltimamente lugar na provincia de Per-
nambuco, e querendo dar urna prova da minha
impatcial clemencia ; hei por bem, nsaudo da
allribiiico que me conferc o artigo i01, para-
graplio 9. da consliluif.no, amnistiar os suppli-
cantes. para que se ponha um perpetuo silen-
cio sobre todusos factos de que possam ser ar-
gidos pelos acconteclmcntos occorridos na so-
urrdita provincia.
Euiebio de Quelroz Coutinho Mattoso ('ama-
ra, do meii conselho, ministro c secretario de
estado dos negocios dajustica, o tenha assim
entendido e faca executar. Palacio do Rio de
Janeiro, em 3 de junho de 1851, tricsimo da
Independencia e do imperio. Cotll a rubrica
de S. ,VL u Imperador.Euteliio de (Jueiroz Cou-
tinho Maltn Cmara.__________
EM 4 DE JUNHO DE l8M.
Declara que os juize iimnicipaes, quando
siibstllueni os juizes do civel, nao devem per-
cebera e ratificarn do exerclcio marcada pelo
decreto d. 087, de 26 de julho de 1850, aos
juizcs. dedireito.
2." Secco.--Illm. e Exm. Sr. -Acensando a
recepcao do oflicio que em 17 de marco ultimo
me dirigi o antecessor de V. Exc. apresen-
tando-nie o rcquerlmento em que o bacliarel
Joo francisco Coelho Bltancourt, juiz muni-
cipal e de orpbos do termo do Liinoeiro, re-
clama o pagainento da grallicaco marcada
aos juizes de direito pelo decreto n. 687 de 20
de julho o anno passado, por ter iuterlna-
nenle servido o lugar de juiz do civel, e as
rasos apretinadas pelo inspector da thesou-
raria para se oppor a esse pagamento ; ciiin-
prc-nic declarar a V. Exc. que muilo bem pro-
ceden o referido inspector, visto que as altri-
bulces civeis sao proprias do juizo municipal
e librenles aoseu oflicio, c por Uso nenhuin
iln i-un icni osupplicanteao percebiin.ialo do
que requer.
Dos guarde a V. Exc.Svielin de Qaeirot
Coutinho Maltoto tomara.--Sr. presidente da
provincia de Pernainbuco.
TRIBUNAL D* KKLACAO'
SESSA DE 7 DE JTOIHO DE iS5i.
Priiidencia do Exm. Sr. conielheiro Atevtdo.
As ni horas da manlia, estando presentes os
senbores desembargadores Villares, llastos,
Leo, Souzi, Rebello, Luna Freir, Pereira
Monteiro c Valle, o Sr. presidente declara a-
berta asesso
JULGAMPSTOS.
liaban corpui.
De Antero Teixeira de Carvalho cJos Fran-
cisco Giquirl, quantn ao prlmeiro foi dene-
gado a un. ni de soltura, e quanlo a Giquiri
3uc fosse novamente apreseutado na esso
e 21 du correntc
Appellaciieicireli.
Appellante, Jos Antonio Pereira da Silva ; ap-
pellado, u juizo. Conlirniarain a sentones.
Appellante, Francisco Geraldo Morena Tempo-
ral, como tutor; appcllado, Joaquim Antouio
daSilveira. Despresaram os embargos.
Appellante, D. Frncisca Thomazia da Concei-
co Cunta; appellados, Joo Kcller Si C.
Reccberaiu-se os embargos e julgaraiu pro-
vados.
Appellante, Jos da Silva Mendoza Vianna ;
appellado Manoel Jos Ferreira Nao toma
rain conhecimento da appellacao na parte re-
lativa ao pedido no libello, e quanto a iccon
vencojulgaram nao provada.
MLIEIVCIAS.
Appellante, Geraldo Amarante dos Santos; ap-
pellad i, Domingos Alfonso Nery Ferreira,
como tutor dofillio do finado liento Jos Al-1
ve Mandaran! coin vista ao curador ge-
ral dos orphos.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Goncalves
dos Pastos. Mandaram c.un vista ao cura-
dor geral de auzeutea, e ao Sr. desembarga-
dur procurador da coia
Appellante, a fazeuda publica ; appellado, Ma-
noel Coelho Moreira ft C. Mandaram coui
vista ao curador geral, e ao Sr. desembarga-
dor procurador da cora.
Appellante, o juizu ; appcllado, Jos Goncal-
vis do Passo. Mandaram com vista au cura-
dor geral de auzentes e ao Sr. desembarga-
dor procurador da enroa.
Appcll.iiitc, os hcrdelros de Adrio Jos do
Santos; appellsda, a fazenda nacional.
Mandaram juntar as procuracOes originacs.
Appellante, Antouio dos Santos de Siqueirn
Cavalcanl; appellado, Eslvo Jos Paes
Jarreto. --Mandaram descer para ler ava-
llada a causa c averbado o imposto da chan-
cellarla.
ni:-p.s Appellante, a juslica ; appellado, Vidal Rodri-
gues Lima.
Appellaule, o juizo ; appellado, Alfredo Lco-
poldiuo de Carvalho.
Appellante, Antonio Serino Pamplona ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, Rachel Caelana Alcxandrina de
Mello ; appellados, Joaquim Pedro do Reg
e sua uiulher.
Appellante, Diogo Jos Pinto Cabral ; appel-
lados, Joaquim Luiz dos Santos of C.
Appellante, M. O. liiebf r ti C. ; appellada, a
adiniuistracao du paliimonio dos orphaos
dcsta cidade.
rivisOes.
Passaram do Sr. desetnbargador Villares ao
Sr. desemburgador Hastos as seguinles appel-
lacoes em que sao :
Appellante, Joaquim Coelho Cintra; appella-
do. Antonio Jos Pimenta da Conceico.
Appellante, Hernardu Ferreira l.oreiro ; appel-
lada, a fazenda provincial.
Passaram do Sr. desembargador Hastos ao
Sr. desembargador Leao as seguinles appella-
jfles em que sao :
Appellante, o procurador fiscal; appellado,
K.ruchctnbi'rg v Denys.
Appellante, Miguel Jos da Silva; appellado,
Jos Gomes Moreira.
Appellante,Matbros de Araujo Caldas Checheo;
appelladas, Helena Dase MariaClaudina.
Appellante, Elias Coelbo Cintra; appellado,
Custodio Collaco Dias.
Appellante, D. Urites Sebasliana de Moraei ;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Appellante, o juio ; appellado, a cmara mu-
nicipal da cidade da Fortalesa.
Passaram do Sr. desembargador Leo ao Sr.
desembargador Souza as seguinles appellaccs
em que sao:
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Ma-
noel do Nasoiiiiriilo e mitro.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno; appel-
lada, Constanlina Jacinlha da Motta.
Un de apparecer em que sao:
Appellante, Eduardo Hocqucl; appellado, Joa-
iiim Jos Rodrigues da Costa,
assaram do Sr. desembargador Sousa ao Sr.
desembargador Rebello as seguinles appella-
9<5e8 em que sao :
Appellante, Jos Brando de Sobral; appella-
do, o julio.
appellante, Ignacio Jos Ramos appellada, a
j ntica.
AppellaoK, Vicente Ferreira da Fonseca J-
nior; appellado, Pedro Soares de Araujo.
Appellante, Jos Joaquim de Novaes ; appella-
dos, a viuva Vieira & Filhos.
Appellante, Joaquim Ferreira ; appellado, Joa-
quim Dias Fernandes,
Appellante, Hairo (j Maccdo ; appellada, Jo-
sefa Mara de Jess t.oulinho.
Appellante, Jos Paes Laudim ; appellado, Joa-
quim Pereira Lima.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguinles
ai pellaces em que sao :
Appellante, Joo Vieira da Cunta ; appellado,
Francisco Jos da Costa.
Appellante, o juizo; appellados, Vicente Fer-
reira da Costa c outros.
Appellante, o juizo ; appellada, a cmara mu-
nicipal da cidade da Fortaleza.
Appellantes, Jorge Kcnworth Si C. appellado,
Jos Das da Silva.
Passaram do Sr. desembargador Luna Frei-
r ao Sr. desembargador Pereira Monleiro as
seguinles appcllacesem que silo:
Appellante, Salusliano Augusto Pimenta de
Souza Peres; appcllado,Manoel Joaquim Ra-
mos c Silva.
Appellante, Joo Leite Pita Orligueira ; appel-
lados, Manoel Pereira Guimaraes eoutro.
Passaram do Sr. desembargador Pereira .Mon-
teiro au Sr. desembargador Valle as seguintes
appellaces em que sao 1
Appellante, o juizo ; appellados, Joo da Costa
c -r 11 rilho.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Fran-
cisco da Cunta.
Appellante; Juaqtiiin Teixeira Peixoto ; appel-
lada, Isabel Francisca de Oliveira.
Appellante, D. Anua Joaquina do Sacramento
Ayres; appellado, Alexandrc Ferreira dos
Santos Caminha.
Appellante, o julio; appellada, acamara mo-l Mrta n syslemn inadequaiio, ese quize-
_ art: i'hii i'riiMii'ii 1.1,'iiiu mu iliiiiui lia O' i- ni 1.!.,
Considerando:
Prlmeiro. Que a actual sitnacao physica em
que se acha o Fxm. Sr, governador e capillo-
general de Buenos-Ayres, brigadeiro D. Joan
Manoel de Rosas, l^e" no permita por mais
lempo continuar frente dos ngrcios piibli-
cos, dirigindo as relacoes exteriores, e os as-
sumplos geraes de paz e guerra da Confedera-
cao Argentina.
Segundo. Que com repetidas ir ttancias
tem elle pedido .i honrada legislatura daquella
provincia ser exonerado dn mando supremo
desta, COmntOBtcaodo as governos confedera-
dos a su^ Invariavel resoluco de levar a cabo
a formal renuncia dos altos poderes delegados
na sua pessoa por todas e cala urna das provin-
cias que compiiem a repblica.
Terceiro.Que reiterar ao general Rosas a
anteriores insinuacor-s. para que pe maoca
no lugar que ocenpa he faltar consideracao
devlda .i sua laude, e cooperar tambem para a
ruina lotal dos inlcrcsses nacionaes, aoiquaei
elle mesinn ennfesta nao poder attender com a
autoridade que elles exigem.
Quaxt Que lie formar urna ideia triste da
illnstrlfla, heroica e celebre Confederacao Ar-
gentina, suppor que he ella incapai, sem oge-
neral Rosas a sua frente, de sustentar seus
principios orgnico, crear e fomentar insti-
tituifdes tutelares, melhnrando sua aeluali-
dade, c aproximando o futuro glorioso reser-
vado em premio s bem acereditadas virtudes
de seus filhos.
A' vista destas e nutras nao menos graves
consideraces, e usando dos poderes ordinarios
ejlrnordinarins com que foi investido pela
honrada sala dos representantes da provincia,
declara solemnemente face da repblica, da
America e do mundo:
i.* Que he a vontade do povo cnlre-rianrt re-
aspumir o exerclcio das facilidades inherentes
sna soberana teiritnrial delegadas na pessoa
do Exm. Sr. governador e capillo-general de
Huenos-AjTei, para cultivar as rclafdei exte-
riores e dreccao dos negocios geraes de paz e
guerra da Confederacao Argentina em virtndc
do tratado quadi Hatero das provincias Inoraos
com a data de 4 de Janeiro de l83l.
2. Que urna vez assim manilesiada a livre
vontade da provincia de Entrc-Rios, fica esta
em aptido de entender-se directamente com
os governos do mundo, at que congregada a
assembla nacional das otitras provincias ir-
iiias seja a repblica definitivamente consti-
tuida.
Commtinique-se a quem competir puklique-
se em todos jornaes da provincia, e insira-se
no registro olTicial.
Julio J. de Urqutza.
Joo /'. Stgui, secretario.
O manifest he daindn da 1. de malo, mas
s no dia l3 he qno fo publicado Ma iiirsiua
data do prlmeiro decreto expodio Urquia o
que abaixo publicamos, abollado c subsiitiiin-
do por oulra a divisa adoptada pelo dictador
em tollas as suas pecas ofliciaes.
Viva a Confedcr:.o:io Argentina .'
Horran rs inimigos da organisaco nacional!
Quartrl~qtner anno 42 da Lilirrdade. 37 da t'edemrio enlre-ria.
nn, 36 da Independencia e 22 da Coitftderaeao
Argentina.
O governador e capilo-general da provincia
de Entra-Ro*.
Considerando :
Prlmeiro. Que a divisa Viva a Confedera-
cao Argentina I Morram os Selvagens Unita-
rios uo prcenche o noble olijeclo que se
deveu ter em vista quando se drteriiiioou fosse
posta na frente dos documentos, senoque pe-
lo contrario ella envolvc a proseripeo tangui-
nicipal da cidade da Fortaleza.
Passou do Sr. desembargador Valle ao Sr.
desembargador Villares a seguiute appellacao
em que sao;
Appellante, Pedro Fernandes da Silva; appel-
lada, Mara de Jess Coutinho Lisboa Jnior.
11 I S TI! I II U I (, Ti 1 -s
Ao Sr. desembargador _Luna Freir a e-
gulnle appellacao em que sao:
Appcllaiue, o juizo ; appellados, Anselmo Lo*
pes e oulro
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro as
seguinles appellaces em que sao :
Appellante, o julio ; appcllado, Francisco Je-
roiiyiiio da Fonseca.
Aggravante, ManorlAlvca de Carvalho,- aggra-
vado, Luiz Antonio Barbosa de Brito.
Ao Sr. desembargador Valle a seguiute ap-
pellacao em que so :
Appellante, o juizo ; appellados, Carvalho S
hala.
Ao Sr. desembargador Villares a seguiute
appellacao em que so:
Appella'ntc, o juito; appellados, lienriquela
dos Prazcres e oulro.
Ao Sr. desembargador Bastos a seguinte ap-
pellacao em que sao:
Appellanles, Auna Francisca da Rocha e o jui-
zo ; appellante, Manoel Ferreira SiuiOe ad-
ministrador da capella de Nossa Senhora de
Quexad.
IT
RIO DE JMSEIRO.
O general governador de Entre-Ros, D. Jus
lo Jos de Urquiza, soltou o giilo da regene-
racao das repblicas do Prala, arvorou o es-
tandarte da revolnco contra a illigal c san-
guinolenta dictadura do governador de Due-
nos-Ayrea. F. esse grito echoou em ambas as
margena do Prata.e es3e estandarte foi saudado
enm o inais enlhusiastico Jubilo pelas pnpula-
ces aviltadas e oppriinidas No Paraguay, em
(,un lentes, e at nos proprios acampamentos
de Oribe, a. causa da liberdade e da organisa-
tao nacional a cuja frente se poz o prestigioso
general de Enirc-Kios excilavaasmis enrgi-
cas emoces, e enconlmva a mais decidida
adhesao.
Este grande acontecimento foi inaugurado
com o seguiute manifest,nolavel pelo alcanee
poltico natural pela moderaco e lino com que
foi cscriplo. nolavel pelo tino e pungente sar-
casmo atirado s faces do dictador de Bueuos-
Ayre :
Viva a confederacao argentina.
Moiram os inimigos da organisaco nacional.
Quartel general em S. Jos 1 de maio de 1851, onno
42 da tibardade 37 do Vtderacao Entre-Hiana.
36" da Independencia i 22 da Confederacao Ar-
gentina.
O governador e capilSo-general da provincia
de Eutre-Uio.
rem, errneo, portu nao digno de ser contado
cutre os crimes de lesa-patria, por isso que a
sua Iheoria he compativel com a honradez,
coin a v 11 indi' e com o patriotismo.
Segundo. Queja be lempo de extinguir o
fogo da disccordia entre os filhos de urna mes-
illa revolueo, herdeirosde uina inesina gloria,
e de estender um denso veo sobre os passados
erros|para uniformar a opinio nacional contra
a verdadeira e nica causa de todas as dosgra-
cas, atrazaincnlo e ruina dos povos confedera-
dos do Rio da Prata.
Tem accordadoc decreta:Art. 1." Fica abo-
lida nesta provincia a divia. Viva a ConOde-
1 11:111 Argentina Morram os Si Ivagens Dnlta-
rios! e em lugar dola devora sor usada a se
giiinte : VIVA A < O.NFKDEll*C'A'O ARGEN-
TINA MORRAM OS INIMIGOS \ ORGA.M-
SACA'Q NACIONAL .
Art. 2 Conimuniquc-sc a quem competir,
publi(|ue-sc em todos os Jornaes da provincia,
e insira-se no regstio olfcial
Juito 7. ite Urquiza.
Jio E, Segu, secretario,
A carta particular que os leilores encontra-
rao na parte Interior damedida da im-
(11 o.-.ni que successos Io extraordinarios cau-
saran!, na provincia do RioGrande do sul, e o
espirito que animava a populacho c o exercito.
Occupar-no-hcmos agora com as uoticias
que ali se receberam de Montevideo. As pri-
meiras alcancam al 20 do mei passado. Exul-
tando de jubiio com a imporlaiile publieacao
dos actos de Urquiza, diz o Commereio del l'luta.
u S diremos agora, possnidos da mais pro-
funda ennviccao. que essas pecas famosas
abrem, juntanicnle com o grande mei da
America, a poca suspirada que assegura aos
<11l.1d.10s argentinos tercm patria, leis e direi-
los, repblica oriental ver-sc livre para
sempre da humilhante doininar.So de um lio-
sas, repblica do Paraguay o pleno gozo de
seus indispulaveis direilos, repblica Argen-
tina organisaco, paz e prosperidade, ao Im-
perio do Brasil s< 0,111,1111,1 o jnslici, ao com
mercio do mundo ampios morcados, civili-
saeo o triumplio, aos tyrannos a escarnienta,
e ao oulor dessa obra grandiosa gralido uni-
versal, honra imperecedoura, gloria 1111111:11 li-
laila.
A mesma folha, reportaudo-se a una carta
de Enlre-Rios coin data de 15, diz :
Os Correntinos eslao mullo enthusiasma-
dos c anciosos por medir suas anuas coin os
sicarios de I). Joo Manuel, Acabamos de
saber que se proniincirain solemnemente.
Cliegraui a Corrienles duas cmbaica-
edes do Paraguay com herva c fumo, ticando
aberlo o trafico coinmercial entre aquellos
dons portos.
0 presideute Lopes enviou ao governador
Urquiza o bastain dn tinado dictador Francia
cun suas iniciaos l.io Ihe explicar ludo: -
O guverno de Montevideo ordenou que se
salvassc coui2l tiros, na linha das fonilica-
9rs,a pulilitai,,11. des documentos que d<..sa-
nios registados, e esperav.i-se que essa salva
fosse acompanhada de demonstrares do inais
Intenso regozijo.
O vapor Imperalriz levou ao Rio Grande, no
dia 29, noticias inais recentes de Montevideo
e de Hucnos-Ayres. As nriineiras alcancam
al 26, e as segundas at 23 do niez findo.
Ksperava-se em Montevideo a cada momen-
to a conlirmaeo da noticia, que ali corria de
plapo, que o general Garzn, frente dos
Orientaos reunidos ein F.ntre-Rio pco gover-
nador Urquiza. paitara o Uruguay e procla-
mara aos seus compatriotas. O I iano do Ein
(irande, di qual exlrahiinos estas noticias, es-
creveu o seguinte!
n Oribe, fizendo armar velhos e mocos, re
concentrava as suas fnreas em S. Jos 1 quo-
rem uns (pie com este innvimcnto prepara-so
Oribe para caliir eini toda a sua gente sobre
Garzn, apenas este passo o Uruguay ; imagi-
nan outros um golpe sobre alguin ponto da
nona frontelra : lambein se deaconna quea-
pe/ar do armi-lioio, ser acoinmetlida a praca
de Montevideo. De todas estas conjecluras,
porni, a priineira parece mais provavel.
Urquia tiuha marchado sobre Santa F,
contra Eehague.
Dizia-se <|ue Oribe ordenara peremptoria-
mente a evacuacao da colonia at hoiilem 29.
n O g.iverno de Montevideo publicou dous
decretos em dala de 24 do correte ; um, con-
siderando como navios de cabotagem nocio-
nal naquellc porto os que Irouxereni bandei-
ra das provincias, 011 estados ribeirlnhos do
Uruguay, Paran e Paraguay ; o oulro, per-
miltlndo a iinportaco, livre de direitns, de to-
dos os productos precedentes dos rios Uru-
guay, Paran e Paraguay.
Na mesina data do scu manifest, deregio o
general Urquia una nota ao governador de
Bnenos-Avres, iiitiinaudo-llie a pnslc'o ein
que se colineara com os povos sob sua autori-
dade. Dessa nota, imp-ressa 110 peridico /.a
Semana, Iranscrove o Hiario o seguiute tpico
como mais iinpoi tante :
Hijo, porm, que apparere V. Fxc. gra-
vemente aneciado ein sna saude, e realmente
decidido a verificar sua renuncia, fundando *e
na absoluta iinpossibilidade pliysica eiu q
se v, de attender aos despachos, o povo entre-
riano e o sen governo convin coin gosto,
prla parle que Ibes toca, em acceder ao que
V. Exc. tao repetida como vehementemente
solicita; e aceitando, como desde j aceitam,
a renuncia formal de V. Exc, quanto dir
Cao das relacoes exteriores e dos negocios de
paz e gtieria da Confederacao Argentina, de-
claran! do modo o mais soiemne=que be da
vontade da provincia de Enlre-Rios reassu-
inir o exeicicio dos altos direilos c prerogati-
vas-drtegadas a V. Exc. como encarregado
dos negocios rstrangeiros da nacao, ficanilo
defacto e dedireito na atlilude de entender-
te directamente coin os demalt governos do
mundo, at que, reunido o eongresso geral
consliluinle das provinciis do Prala, orga-
nlic-t definitivamente a repblica.
Ein Hurnos.Ayres failam-se grandes prepa-
rativos O Oarfo da como certa a defeccao do coro-
nel Lamas, ea refere por estes lermos:
Ultimas noticias offioiaet. Ignacio Oiibe
e o coronel Lamas levantaran! o acampamen-
to que linlio ha touipo em Quarii, Oribe
marchou em direccSo ao rincSo das Calllnliat
(entre Rio-Negro e Uruguay ) Lamas dirigi-
te ao Uruguay, entre 11 Salto e l'nysandu, a
ter una entrevista com Garzn : abracarain-
se, e depois de iinioiu suas forcas, Lamas e
sua genic poz a divisa-URQll/A, LRI, t)U
NORTEde que lia lempo usa a forra cnlre-
riana. >
O vapor de guerra Golfinhn, leudo vollado
de Martiin Garca no dia l, rogressou para
aquclle porto no dia 18, e j se achava em
Montevideo 110 dia 23.
O sexio batalho de cacadores, pertencente
guarnifo da cidade do Rio Grande, tinlia
ordem de seguir para o Rio da Prata. No
dia 23 rmbarcaram para aquello destino 200
prtfis do dilo balalbao coin os seus respec-
tivos ofnelaes, Foram sob o connuando do
major .Manoel Lopes Peeegneiro ; e a lolha a
que nos ionios referido diz : que se mostra-
ram piittuldat do maior enthiisi.ismo, repe-
llado com exprossivas deiiionslnnOes os vivas
que na ocratiSo do embarque dora o briga-
deiro ci niniandante da guarnlco.
Para auxiliar o servido da guainico da ci-
dade, snpprindo o desfalque que SoffrcVa com
apartida d'qiiella forra, eliegarain de Pelotas I
110 dia 28 240 pracas do quinto batalho de
cacadores.
EnlKii lionlcm (9 do correntc) do Rio da
Prala 11 paquete fc'ii. Traz dalas de liienos-
Ayres al 28, e de Montevideo alSl do panado.
Estas adianlaui apenas 5 dias s que tinliainos
por va do RioGrande.
O proiiuneianienlo da general Urquiza, bem
que esperado, causnu em Biienos-Ayros a
maior seusacao. As follias do dictador alcu-
nharam lugo aqu lio general de traidor, louoo,
bebido e ignobil, e o votaiain ao exterminio,
No da 25 de mam, anniversaiio da revolu-
cioda independencia, maudou Rosas arvorat
na praca da Victoria qualro bandeiras coin a
divisa Horra o louco, traidor, selvuqem unitario
Urquia, e noite tabla ra a mashorca com
msicas c fnguites repelinrlo o iiiesmo giiio c
soltando os maiorea insultos conlia o gover-
nador de Entre-Rios.
O Commereio del .'lata, roleiiudo-se a estes
gritos de traidor, louco c selvagem unitari
diz :
Traidor I porque aceitiU a renuncia que
todos os anuos faz o dictador, e porque recu-
sou prestar-te por mais lempo farra ridicu-
la coin que pretende engaar a nacionaes e es-
trangeirus 1
n Louco! porque pioclama a uniao de to-
dos os Argentinos, a paz publica c a paz com
todos os vizinlios.
Selvagem unitario porque pede o cum-
plimento do pacto federal Traidor : porque
prninove a organisaco da repblica .
O dictador preparava-se activamente para
decidir pelas anuas esta quesillo. Euchia o
arsenal de petreclios, falla levas geraes na
campauha de Buenos-Ayres, roslabelecia na
cidade os exerclclos iiiiliiiiros das milicias, ti-
nha mandado para Saula F 700 houions com-
mandados pelo coronel Lagos, e ticavam a sa-
bir para o misino puni os geucraes Pacheco e
Mancilla com a forca qno pudetsem reuuir.
Nomeoii finalmente ao Americano Coe para
mandar asua esquadrilha, que se diz pailiria
brevemente para o Paran.
Segundo noticias Uo Cerillo, Oribe pruutel-
. -1. ., ". ..
tora a Rosas sabir pessoalmentc a campo, e de-
' lir.ira estar decidido a combater a lodo o ris-
co lodos os inimigos. Mandou concentr aren
S. Jos todas as forcas que linha espalhadasj
quem do Rio Negro, e as divises que se acha-
vain alm daquelle rio reuniam-se sobre o U-
rugiiay, abandonando a frontelra do Brasil on-
de licoj lmente corpo de Dionizio Coronel,
situado em Cerro Largo, Havia ao incsmo lem-
po um recrulainento geral em toda campa-
uha < fa/.iam-se preparativos quetnnslravain a
inlonrao decidida ein que eslava Oribe de pr-
se i lesta de un exercito de operaedes.
Confirma-tea noticia de t.-r adherido a pro-
vincia deCorrlCntet ao pronunciamento de En-
tre-Rios Esperavam-so a cada momento em
Montevideo noticias de Entre-Rios posteriores-
BO nioviniento de 13 de maio. II vapor (olfi-
nio, que Bcava a tabirde Montevideo para es-
te porto, trar provavelinente alguns dados
por onde se possa inferir qual a maneira como
o gpnrralUrquiza leneiona icalisar suas vlstaa.
Em l'alernio continuavam os fuzilamcnlos, e
o general Uribc procurava imitar o dictador.
Acabava de mandar degolar o major Tavares,
prisioneiro de guerra desde 1847, e o coronel
Sanano, trnsfuga de Montevideo, a quem li-
nha preso desde l844.
Chegaraiu a Montevideo sete barcos entr-
nanos, e em l-'.nlrc-Rios linha declarado o go-
verno que scriain admittidas todas as ban-
deiras.
O Sr. Moma Magalhes. cnsul geral do Bra-
sil em Buenos .Ayres, pedio o_ seu passaporte
india 17 do passado, mas o nao linha recebido
at ao dia 28. Asua bagagem eslava j a bor-
do da corveta Euterpe.
O Sr D. Antonio Cuyas-y-Sampere foi rece-
bido 110 da 30 do'passado no seu carcter de.
encarregado de negocios do Estado de Enlre-
Rios junto Repblica Oriental do Uru-
uaj.
Recebemos hontem ( 9 do crrente ) folhis
de Valparaizo at 2 di passado. Em 20 de
abril hoiive na capital da republica chilena una
ublevaco militar, que foi sulL.cada depois de
tres horas -le combate as mas de SaiHiago, _e
de milito singue derramado Morrmrain I18
pettoas e flearam.ferldat 80. O presidente da
repblica e a guarda nacional portaram-se
com o maior valor
O Mercurio de Valparaizo de 25 abril refere
0 seguiute:
- O niel de abril foi fecundo em aconleci-
mnnlos tristes Os escndalos da opposica>
chrgaram ao pomo a que os seus chefes que-
rlaill que cliegassem. A capital da repblica
acaba desull'ocar um inolim militar com que o
partido, cent veiet derrotado ein mas teme-
liilaili pola opiniio do paix, prcteudeu assal-
lara soberana da naco.
(i A opposlfo, rom a mxima abominavl de
que o fim tancliflta o$wuio$, lancou mo de to-
dos os recursos aiiti-coiislilucionaes e anli-li-
beraes que podiam attegurar-lhe o iriumplia
de suas aspiracdi s.
Quando lln'ia no ministerio os seus ho-
tnens, princlpiou por esoravisaro suflragio pa-
ra organisar urna maioria parlamentar con
que pudeste dominar o governo da repblica.
Foi o seu primeiro atlenlado contra a sobera-
na do povo e contra a causa daliberdade.
1 unstitiiida em maioria parlamentar, quiz a-
nullar o poder cxeculivo, emanacn do.volo
popular, e tobrep4r-t opinio publica pro-
VOCando o conflicto lo a popularn de Santiago contra a cmara.
Tal foi o segundo atlenlado da npposico.
Vencida a maioria parlamentar pela opi-
nio do paiz apprllou aberlanicnte para o tu-
multo popula Orgaiiisnu clubs, derramou as
theorias sociaes o coinmiinistas entre as pessoa*
mais ignorantes e desvalida, e tramou urna
COntpIracSo que rebentOU em Aconcagua, e
que ali incsino foi sull'ocada por uuf innviineu-
to espontanea da guarda nacional antes que o
governo tivesse lempo de dictar a menor me-
dida. Esto terceiro attentado contra a sobera-
na da naci, a qual so quera Impor um go-
verno contra o sen voto, foi manchado coia
una piinhalada traidora que a mo de um as-
Mtllna desrarregot sobre o ebefe da provincia
de Aconcagua.
<. A attituile do povo fet coinprehendcr enlai
.i npposico que o tiiniulto popular era inipo-
tenle, e por isso reccorren ao inolim militar,
ultima raso dos pailidos poililicos desespe-
radot para impor nacao puna da baioneta
um governo do scu circula do liomens.
A's olioiai da madrugada do domingo 20"
do correntc, o ejnonel Unila frente do ba-
tallando linha Valdivia sabio"do quartel para
a praca maior de.Santiago como ti m de pro-
clamar ao general < ra. A forca do mesino
batalliao iiue eslava de guarda a cadeia abra
a porta aos ciimiiiosos que se reuuiram aos
amotlnadot.
" Tinlia-se feilo acreditar ao coronel Urrio-
la que apenas cliegasse praca, se Ihe reuniri*
tndii o partido da opposi<.o, bem como a 11111I-
tldioexcitada peloa igualitarios comiuunlttu;
mas a mullido que a curiosidade levara
praca, apenas conbeceu (|iie se tr.il.iva de un
mu ti 111 contra o governo, retirou-se apressada
demando os amoiiiiados ein soli.lo e silencio.
O presidente da repblica, que desde oa
piiiuoiros momentos montara a cavallo, e se
enllocara frente do regiment de cavallarix
que Ihe serve de escolta, e das companhias do
bataiho de Chacabuco que se achavam na
capital, ia marchar sobre os amotinados quan-
do 11 Sr. lloren Ihe fez .-ligninas observaces
sobre a conveniencia de evitar a elluso de san-
gue, e de dar lempo aos amotinadas para re-
couheeeieiii sen erro, em presenca da atlitu-
deque aprosenlava o povo O presidente con-
cordou o don ordem terminante cavallaria
para nao dcsenibainliar a espada.
Eslava presente o Sr, Prieto, genro do co-
ronel I rrlola, chele dos sublevados, ealgumas
pessoai Ihepedlram se serviste da sua inllu-
eucia para que as cousas uo fossent adiante.
t) r. Prieto disse que nao julgava ter sobre
seu sogro a necessai ia influencia para desva-
lo do scu proposito ; mas instado de novo ce-
den, e aoompanhado pelos Sis. locorral e
eve dirigio-se para a praca. Antes porin
de ebegar ali disse quelles cavalleiros que a
sua prt-setica su servira para irritar mala sen
sogro; que oque elle 11,10 couseguisse 11111-
giiom conseguira.
Os Srs. Beyes c Tocorral, vendo a persis-
tencia do Sr. Piieto, deixram-o ir su. Os su-
blevadas, longe de accilar'em as disposicet
benvolas iios linmens do govemu, abandou-
1,1111 a praca e encamiiibram-se para o pas-
sciu publico, onde eslava reunido o povo.
"^^^"ff
tm


'<'
wrra
m O povo toruno separar-se dos subleva-
do!. Comprelirndeu cnlao o coronel Urrlola-
i|iir tintia de contar lmente coi os teus re-
cursos, e rompen o fogo sobre o <|tiartel de ar-
tilhnri.. todos r.r. petrechos de guerra do governo.
Knlao o coronel (jarcia, chtfe de linh.V
drsenvolveu enrgicamente o plano que tinha
concebido o general Ziuliies. A companhia de
Chacabuco, que eslava postada em urna coll-
na ao lado do quariel de artilharia, deixou-sc
cabirpara dentro doquartel alim de apoiar o
coronel Malurana, que coin a pequea guar-
nirn do quartel resista ao grossn da Cor;a su 4
Mecada. Un batalhao da guarda nacional
abri camlnho por meio dos amotinados e eu-
trou no quartel debaiio do fogo desesperado
de Valdivia. Em suas inuteis tentativas para
apoderar-se do quartel, cahio ferido mortal-
mente o coronel Urriola exclamando : Knga-
iididii-me!
O segundo ebefe da insurreicao, o coronel
Arteaga, foglo c Ibi procurar um asylo na 1c-
gacodos Estados-Unidos
Vendo os amotinados que nao lhes era
possivel apoderar-se do quartel, laiiraiain-llie
logo por lodosos lados, e os seus vaientes de-
fensores tiverao de combater ao mesmo lem-
po as balas e as chatnmas.
Os ofticiaes sublevados sustentaran! anda
por um momento o ataque contra a guarda na-
cional, que carregou vlgorosemenle sobre el-
les, mas s 10 horas da manbaa debandrao,
e ao meio dia eslava restabelecida a ordem, e
adquirida para sempre a condco de que a
guerra civil uo pude ir avante entre os Dobre
Ribos do Chile.
O ultimo attentado da opposico ctislot
patria um centenar de victimas, entre ellas
joven de grandes esperanzas que se educa-
vo para a carreir das letras e das scieuclai.
' Km consequencia do inotim foro drcla-
' Tados em estado de sitio as provincias de San-
tiago e de Valparaiz.
Tintino sido presas muitas pessoas e o con-
selho de guerra condemnra unirle 27 pra-
cas do batalhao Valdivia. No dia 1 do passa-
do estavo no oratorio para seren passado pe-
las armas uo dia 2. fia larde do lia i o arec-
bispo se apresentra ao presidente da repbli-
ca para pedir-lhe em nome do clero a com-
mutarao da pena. Muitas senhoras respti la-
vis pediro lambem a mesma graca, bem
como o defensor dos reos. A' sabida do cr-
relo eslava reunido o conselho de estado para
deliberar sobre este ponto.
O governo, querendo recompensar digna-
mente os defensores da lei e da auloridade pu-
blica, decretou :
1. Que os fillios dos offciacs c soldados inor-
tos ou mutilados no combate sero educados
custa da nac;o.
2. Que os officiaes e soldados que bateio os
sublevados usaio de una medallia de honra
coiu a divisa: tiefentorct das Uii, -11 de abril de
1851: sendo de ouro a dos ofticiaes e de prata
a dos soldados
3. Que a todas as pracas se dar um mei de
sold, e aoi feridos uiais duas oucas sendo of-
ficial, l 1)2 sendo inferior, e urna onca sendo
soldado. As viuvas e em ana fallo > Blhos
dos offclaes morios em combate perceberd
a mesma gratiticaco.
Confirma-se a noticia que publicamos ha
das de ter havido um lefreViiolo em Valpa-
raso. No da 2 de abril s li horas e 41 mi-
nutos da inanha, iremeu a trra violenta-
mente por espa9o de l5 segundos, prolongan-
do se coin uiais uu menos torca por espaco de
2 minutos, lie o maior dos terremotos dos
mullos que tein havido em Valparaso desde o
de 1822 11 iic arruinou aquella cidade.
O .11 r-1 ii /1.i diz :
(( Os edificios niovio-se como os navios so-
bre um mar picado; a mobilia das casas Ml-
tava, as esianles cahiro, o papel das salas
rasgava-se, despregav:io-se os reboque*, al-
giiiuas paredes abrio-se, outras inclinavao-
se;ealgumas desmoronaran)! trillas voa-
vao, os vidros estalavam, e as familias corriam
espavoi idas pelas mas uo meio de lao grande
conluso.
Os navios senliram o terremoto dstinc-
tainenle uo mar em distancia de 40 lnilUM de
ierra.
Oarera pesado, mas o lliermoinetro nao
mu cava a menor variarlo na temperatura da
atinospbera.
A Ierra conlinuou a tremer por inultos
dias, repetindo-sc com frequeucia os le re-
inlos nos pruneiros, e lornaiido-se gradual-
mente menos liequemes nos ltimos das, at
extinguir-se coiupleamente o estado de os-
cillacao i o. que pareca ter licado a trra.
Km Santiago senlio-se lambem o terremoto.
Os edificios kollrio menos avaiias do que em
Vilpaiaiso. mas morrerao Ires pessoas. Os
prejuizos-erao evaliado em um iiiilho de pe-
sos.
O 8l". conselheiro Ouarle da Ponte Ribeiro,
enviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario do hrazil junto s repblicas do l'a-
ulCOi ebegou a Valparaizo em 27 de abril, e
devia seguir paia Santiago no da 1.* de inaio.
As noticias da Ameiica Central sao de alguin
inleresscs.
VascbDcellos, presidenie de S. Salvador, in-
vadi Guatemala coin a torcas de S. Salvador
e llonduias, e proclamou que o Sr. Challield,
ministro da Inglaterra, era inimigo da Ame-
rica Central. Km consequencia dista precia-
inajao, foi o vapor Inglec Uunjvn a Jotop pa-
l-a ullerecer proteceo e foicas ao goceino de
Gualiinala.
No dia 2 de feveieiro o genal guatemalteco
Carrera oll'creceu balalha a Vasconcellos nos
campos de Arada, e derrotou-o. Usa victo-
ria produzio urna mudanza de governo em S.
." i v .i l(.i, e mostrando-se o novo ministerio la-
voravel aos inleresses brilannicos, levantraui
os iaglezes o bloqueio dos i'ui tos de S. Salva-
dor.
Em Honduras bouve lambem una mudanc-a
iniuislerial em sentido favoravel poltica in-
gleza.
lie Lima ale.un,lio as dalas a 19 de abril. No
dia 2U de marco leve lugar a abertura da ses-
so extraordinario do cougresso com nina meii-
Hagem do presidente que tralava da questo
de nacioualidade do general bchenlque.
O congresso, depois de examinar as acias
eleiloras e de declarar que o general hcheui-
que imlia reuuio um numero de votos mui-
tu superior maioria absoluta exigida pela
c-onslituico, oceupou-se da queslo de nacio-
ualidade, e leudo pruvado o general Kcbeni-
que que era uascido uo territorio peruano de
l'uno foi proclamados presidenie da repblica
e oo dia 20 de abril devia tomar posse do go-
verno.
At-onvencao do Equador, composla de 29
riembros, elegeu por 23 votos para presi-
dente da repblica a 11. blogo Novoa.
Da olivia nada ha de uileresse.
nha, s 10 horas em ponto, niio se recebem
oais cartas com o porte ordinario E se Vm,
loubeiM como est isto por aqui s 10 horas
da manilla Apenas comer a dourar os
tclhados fraca e plida restea do sol, que
mal pode atravessar a espessura da neblina.
Aposto, porm, que o chefe de polica e o
luis municipal nao sentem a esta hora o fri
c estao ambos quemes como pitihues ni fo-
gueira ; nao pense que estes Ilustres magis-
trados foram meller-se em algnma fornalha :
nada disso. ou que com isso se pareca Ibes
aconleceiir A raz.io do calor em que os sup-
ponho abrazados be simplesmcnlc o an
eonlliclo de jurlsdiccao em que eslao d
honlcm empenhados.
Ainda nao achei um fiel chrlslao que me
expozesse minuciosamente o caso ; por isso
vou referi-lo fin rama, rrservando-ine o di-
reito. ou talvcz a obrigacao, de rectificar o
completar a exposieo que
ardido
esde
SAN-PAULO.
San-Paulo, 2 de junho de ii.i.
Em grande obi iga[o Vmc. me licaria se ca
estivesse, c seulisse o fri que faz na hora
m que Ibe escievo ; s assim poderla avallar
o saciificio que be mistcr faier para abaudo-
nar o couforlavel calor de uiua alcdVa berine-
tieaini me le hada, para pregar-se a urna mesa
a escrever, llcamio ah com as pe as entor-
pecidas e enregeladas. Mas como ha de ser ?
Diz um lilao que quem se expc a aiuai,
xpe-se a padecer; e eu emendo que,
coin Igual acert e razo, bem >e poderia di-
zei : Quem se obliga a escrever, obilga-tt
a ludo soltVcr. Ora, sendo cu obrigado,
para satiafazer a sua sede insaciavel de lul-
elas, a < sLievei-lln ]>or toUoa os vapores,
uoiuo iiel de deixar de faue-lo, quaudo ama-
ora lhe faco.
Nao sei por que motivo o juiz municipal
niandou prender porteiro da ca-a da polica
c audiencias: he, porem, cerlo que este
iiiii/rtrfoclaviciilaiio, sendo intimado Uo man-
dado de prlsao por um oilcial de juslica,
sem mostrar a mnima repugnancia propoz-se
a obedecer, c apenas eiigio que o acompa-
nhassem casa do chefe de polica, a quem
quera entregar as chaves scu cargo.
Na.'a pareca mais raioavel, e por isso loi
satisfeito este desejo ; oque, porcm, ninguem
esperava he que o chefe de polica, informa-
do da prisao, tomasse o mandado das maos
do i'IVicial de juslica que o executara, e anda
ni rima nandafse a este para a prisao tlei-
xando em sua casa asytajo o porleuo, que
poz aisim em liberdade.
Saber disto o juiz municipal c accenderem-
e-Ibe os brios foi lima c a mesma cousa.
Requisita loica ao rorpo de munlci| aes, manda
passar nova oidcm de pi isao, e a enliega a outro
ifficial de iuslica que val, com uma escolta,
executa-la. Uiegaui casa do chefe de poli-
ca, e este despede a escolta declarando que
0 pnrlero j.i alli eslava preso sua ordem.
O juiz municipal nao *e conleniou com a
resposla, e demorou a escolta espera da
nova ordem que mandara passar. Kis que
chega o ordenaiifa do chefe de policia, e, de
ordem deste, manda dispersar a escolla, que
em continente rccolhe-se ao quartel.
Iteclaiiia o juiz municipal nova escolla ao
coinmandanle de permanentes, c este respon-
de que nao manda sem ordem do chefe de
polica: voltase para aguarda nacional, of-
ficiando ao chefe de legllo para que lhe man-
de Torca i e consia que esle ordenara, em
um bilhete, ao niajor do segundo batalhao que
prcslassc ; mas que depois arrependeo-se,
e nouic respondeu que nao prestara nrea sem
ordem expressa do presidente.
Vendo-se privado de auxilio para eireeluar
a diligencia, recorre o juiz municipal u prora
de caa ; chama os eserives e meirinhos, for-
ma dclles uma escolla, e manda faier uma
emboscada ao porleiro, na casa da polica;
porm esle l nao appareceo ate esta hora
em que lhe escrevo ( 8 da noiile ).
Faco idia das clicas com que estara esla
(tqtidra de ,,i...... de justift; pois que
pe'ssoa que vio a ordem a'ssevera-me que o
chefe de policia, teniendo que o seu porleiro
cAhisse em alguma cilada do juiz municipal
ordenara ao caicereiro que, caso elle l che-
gasse preso, o sollassc em continente, e re-
colhessc prisao, sua ordem, o conductor
ou conductores! anda mesmo sendo o juiz
niiiiiicipal I Porlanlo, he provavel que esles
intrpido! 6'oncn/er (Icinbre-se do llysope)
j livessem SU3S camas preparadas para pas-
taren! menos mal a nome na cadcia.
Oizein-me que o chefe de polica qucixara-se
ao governo, e que boje o juiz municipal re-
cebeu urna portara para que respondesse
coin urgencia ; mas como esla exigeucia pa-
rece nazer ares de preparativo de uma sus-
penso, contam que o juiz municipal respon-
der que mandarla sua resposla dentro do
prazo legal.
Ficam as cousas neste ponto : a luja esla
travada, c veremos o que resulla. Se eu fos-
se um juiisconsiillo abalisado, procurara ex-
por oque ha de irregular em ludo isto, eos
arligos do cdigo que se lem infringido de
parle a parle; porm como nao sou mais que
um simples narrador, limilo-mc a accrescen-
lar que o chefe de polica declara que ludo
quanlo lem feito he em rriiiioiriu a una or-
dem lllegal, qual he em seu concello a da
prisao do porteiro; c que o juit municipal
por sua parle, replica que se a ordem he ou
nao legal decidii o tribunal ou o juii com-
petente, e que o procednneiilo do chefe de
polica, sim, he tumultuario c Ilegal, por
eslabelccer urna esisteneia da autoidade con-
tra a auloridade.
Ouv dzer que os prlos j esto gemendo,
e que os escribas gastain resnasele papel, _e
potes de tinta, para una Completa exposico
documentada que, de ambos os lados, se pre-
para; e, o que mais seiio ainda, que ambos
os contendores formulam aecusacoes ao mi-
nistra da jn-m,a. uoiii lie que o negocio tome
esta direccSo ; porque euiquantu escreverem
nao correm maor perigo os<|ue andan nisso
envolvidos.
Ksperava-se pelo Sania Cru o Sr. Machado
Nunca, e eslava promplo o piquete de caval-
I ni i que ia rcceb-lo ; consta porm que 10
partir dahi a 8 do correte.
Corre lambem poi c que o novo presidente
traz novo secretario, e que, eni consequencia
ser destituido o actual l)r. Joo Carlos da Sil-
va Telles. Esle emprrgo eil boje don mi-
rado, poique licou tujelto mesina niobili-
dade das presidencias : o que eu porm nao
sei be se com isto se lhe acciesscntou ouilimi-
niiio a Importancia polt, admlliudo-se a
i.,ii.l.ti. i quaudo muda a poltica, parece que
di-se ao secretario uui certa importancia ;
mas, como sempic succede, tendo cada presi-
dente seu secielano, anda permaiieccndo a
mesma poltica, ncliifb-ine a crer que rica es-
le emprrgado equiparado a um simples ollicial
de gabinele, o que por cerlo be menos alguma
cousa do que eram amigamente os secreta-
rios.
I chrgou hontem o coronel Manoel Anto-
nio da Fonteea Cosa, que velo inspecc.ionar o
corpo lixo desta proviucla : foi bospedar-se
no convenio do Orino, e consta que vai logo
comecar a nspccco, CUJu esiillado nao pode
deixar de ser satisfactorio, visto o xelo e Inlel-
ligeucia de que tcm dado provas o Icntiile-co-
rouel Galvo na adniinistraco do mesuiu cor-
po, qualidades eslas que lhe grangearam em
subido grao a conlianca e estima do governo
provincial.
Parte a manhaa para Guarapuava o niajor
Caetauo inanoel de Faria Albuquerque, encar-
regado de dar andamento aos irabslhos da
nova estrada para o Paraguay, e de levantar
aquarlelaiiieulos as margena do Parauau, pa-
ra defesa e prolecfao na estrada. Pode ser
que eu erre multo, uiii parece-me que o in-
leresse dessa estrada be lodo de ciicunslau-
cias ; e, como lenho a inliina convieco de
que nao se lia de realisar o caso para que el-
la he feta, porque as circuuislancias actuaea
liam de muda breveuieiue, ouso vaticinar a
peda daa muitas deze-uas de cuntos de res
que se lem gaslo, e aluda se bam de gastar com
e-atavia de commuiiicaco, e que inulto pouco
vivei quem nao vir, ou nao souber que a vi-
gorosa vegelafp dos uossos bosques clestruio,
em poucos anuos, o traballio dos lioinens.
Se esla estrada ollerecesse coinmuiiicafes
eoniinei i ia. v poderia inanter-se, porque o
transito dos viaudontesa concervarij ; porui
ella corla um deaei lo sertao de mais de cem
legoas ; e, anda vencida a dilliculdade da pas-
sagem do Paiauan, vai dar em ouro desello
alm.e multo ter de camlnhar quem dahl
qulier chegar prlineira povoo^ao do Para-
Ksl demonstrado que na estrada de S. Paulo
ao Cuyab be possivel atalhar mais de 150 le-
goas : o primelro lanco desse atalho, desde a
villa da Gonslllulcao al o Paranan, ja esla
f, lo, e he conservado custa desla provincia :
o que resta a fazer, desde o rio al Cnyaba,
ponen distarla ; e lie inconlestavel que por es-
ta entrada transilariam fcilmente carros ; por
comegulnte Ineliiio-me a crer que multo mais
acertado era gastar bstanle dinhelro nests
linha que linio facilitarla o comr.ierclo com
Mato-Grosso, c- consegnintemenle com o Pa-
raguay, e cuja conservacao seria auxiliada pe-
lo grande transito que terla.
Poderia entrar a este respeito em detalbes
minuciosos que provassem que o mesmo inte-
resse da estrada de Guarapuava se encontrarla
tiesta ; mas esses desenvolvmentos me obri-
gariam lalvez a alguma neoneeniencia que de-
sejo evitar....
(Carla particular,)
(Jornalo_ CommercioJ
ERNAMBUCO
Tribunal do commercio
Em sessao de 2 dome passado, foi admitli-
do a matricula na qualidade de arrendatario e
administrador do trapiche denominado Cu-
nta silo no porlo dcsia cidade o Sr Luiz An-
tonio i arbosa de brlto, cidado brasileiro, do-
miciliatlo esla praca; mandando-sc-li e pas-
sar'alvari de patente por ter asslgnaoo termo
de fiel depositario dos gneros que receber no
mencionado trapiche. j.ij.
Fin sessao de 30 do mesmo niez foi admillido
a matricula na qualidade de arrendatario e ad-
ministrador do trapiche denominado narDo-
sa sito no porlo desla cidade o Sr. Domn-
eos Jos da Costa Guiiiarse, cidadao brasilei-
?o, sb a firma de Machado 8c Guimaraes, do-
miciliado nesla prac, liandando-sc-lhc pas-
sai alvar de patente por ter assignado termo
de Iiel depositarlo dos gneros que receber no
mencionado trapiche.
das thesourarlas geral e provincial, ofhclae
superiores e subalternos de difireme cornos,
e de grande numero deempregados pblicos
c eidadaos de todas as classes e cores polticas,
dirigi se p com os que o acompanhavam
para o caes do Coliegio, onde receben as divi-
das continencias de um balalhao que all se
achava poslado. Em seguida embarcaram SS.
Kxca. na galeota que os esperava, e que acom-
ruanada de inultos botes mandados preparar
pelo Sr. captao do porto, assitn como de
ontros escaleres particulares, todos apinhados
de gente, os conduzio ao som da msica mar
cial dos educandos do arsenal de guerra, para
bordo do vapor /"ararme, ao qual sublram
com S. Exe. todos os que o acompanharam,
e onde S. Exc. se despedlo de lodos, um a
um, correspondendo com lagrimas, que mais
de uma vez lhe correram dos olhos, a tristeza
que se lia em todos os semblantes pela sua
,CDe"nssa parte facemos votos pela prospera
viaeein do Sr. .Souza Ramos, a quem deseja-
mos a ventura de encontrar, onde quer que
se achar, a meima eslima e a mesma gratidao
que votamos Pernambucanos quem lao sa-
biamente derigio por algum tempo os seus
deslinos.
Releva ntennos que depois de ter entrega-
do a adminlstr3co ao seu successor, loi osr.
Souza Ramos, al a hora do embarque, com-
priinentado por grande numero depessuas c
por diversas corporatoes, a ponto de nao ter
mu momento em qu se achasse s, ouvindo
do Sr. coinmandanle das armas, seguido dos
offclaes da guarnlcao, a allocucao que abaixo
tranacrevemos.
lllni Exm. Sr. conselheiro Jos lldeoiiso .le
Souta Ramos. O coronel comndame das ar-
mas, e os offclaes da guarnlcao de l'ernainbu-
cb possuidos do mais vivo senlimento de gra-
lido.e de justa saudade, vem hoje, em despe-
dida tributar V. Exc. a hoinenagein de seos
respellos, e a gradecer a V. Kxc. a honrosa
dillinecao comauesedegnou tratal-os duran-
te o tciupo da admistiajco de V. Exc.
O coronel commandante das armas, e os am-
ciaes da guarnlcao, Exm. Sr., pedem venia a
V. Exc ; para saudar, e admirar em V.
Exc. como presidenie, o administrador es-
cminenteninle poltico :
O ajudante dos conferente. Jos Pedro da
silTa- j)miliidi).
0 amanuense Jo Manuel ^ carvatho.
Para feltores conferentes.
O feitor do consulado Antonio Eulalio Mon-
'C0prlinelro escripturarlo da alfandega Anto-
!,D pHm^o'dltfl'uiTcypriano Pinhelro do
Andrade ,melro, f,Cripturarlo,
O segundo escripturarlo tranclsco da Costi
"regund^^KmppeVieirada Costa.
. Para segundos ditos.
O amanuense Joao Ferreira Leal.
O dito Joao Marques de Castro.
Para amanuenses.
O ajudante dos conferentes Victorino de
Q0ain.P*uen.e pr.tlcante Antonio de Soma
"odo^oiquim Antonio Camlpl.a Jnior
O guarda fiel Gamillo Gaudencio Valde-
"oillto Baluino Muniz Freir.
0 guarda Filippe Paes Sardinha.
Para ajudantes dos conferentes.
Oamanuense praticanle Jos Agostinho Goes
* O1 guVrda" fiel Marianno Jos Machado Ju-
"nos poucos jornae. que da Babia recebemos
nada encontramos, que podesse ser menclo-
nado.
WC.Q,
Em sessao do mesmo dia foi admittMo a ma- c,arecldo enrgico, e
iricula na qualidade de arrendatario e admi-1 cQ|no piilne|ro iagistrado.-o Juli recio, e im-
nislrador do trapiche denominado Lompa-, M comooidado, o Varo dcil, virtuoso,
nina sito no porto desta cidade o Sr. A.lexan- beneficenle
dre Rodrigues dos Anjos, cidadao brasileiro,
sh a firma de Alexandie Rodrigues dos Aojos
A C.i domiciliado nesla praca, mandando-se-
llie passar alvar de patente por ler assignaJo
termo de Iiel depositario dos gneros que rece-
ber no mencionado trapiche.
Em sessao de 5deste mez foi admlttida a ma-
tricula a tirina social ingleza do Sr. Adamson
llQvvier & C d
casa de comniercio de grosso trato
I ni a mesma sessao foi admillida a matricu-
la afuma social franceza de J. B. Lasserre &.
t., domiciliado nesla praca, com sua casa de
comniercio de grosso trato.
Secretaria do tribunal do comniercio deste
provincia, i' de juuhode loo I,
Jor Jeronymo Monlciro,
Secretario.
Diene-se pois V. Exo. acollier benigno, os
ilos da
Cidade
vol da corporaco militar desla provincia,
do recife, 17 de junho de 186!.
Jote Vicente de Atnnrim Ueterra.
E 2 09 aa> .. Bt > -i sj = > m i Mezee. > > -2.S. o2
- ^ 1 ti c 9 / i. i- ti e Diai.
Cadaverei. KS>
Humen. r s m
r> /u/herr.
o Vrvulot. !Ib
Ilomem. n ir. r. > < o y.
1 | V Mulherei. P n id o &3 -
o a - Piirvulot.
Uralii. m 0 G H a SO > Vi
g Je 3/000 r.
3 J ek > o >a> ^i J de SO/ r.
i. -1 ? 5 o - I mpor limeta recadada. ar- > S O S2
Balando da receila e detpesa do estabelecim'tt-
lo no trimttlre decorrido do I. de marco ao
ultimo de inaio p. p.
RKCEITA.
Msico. ImporUnria de 103 sepul-
turas reservailas, a 3,000 rs.
dem de 7 calncumbas 50.000 rs.
Abril. dem de 84 sepulturas re-
aervida a 3,ooo rs.
dem da 7 caiacumbas 8 50,000 rs.
Maio. I em de 116 sepulturas re-
servadas a 3,000 rs.
Ideni ele 8 culacumbS a 50,000 rs.
309,000
350,000
252,000
350,000
348,000
400,000
2:009,000
hRSI'EZA.
Margo. Por diferentes ohjectos
comprados a diversos par n
M-ivieo do e-l lo'li eiiiiunto, e
Tulla dos serventes, documen-
tos n. 1 a 5.
Abril. dem dito dito dito, e a fo-
lln dos empregados relativa ao
Diez de nuil!;!) p. p documeu-
lus n. a 16.
Maio. I lem dito dito dito na fo-
llta relativa ao uiez de.ab il, do-
cumeiilo n. 17 a 2i.
58,640
062,240
537,998
DEM 19. .
O vapor Tay, que bontem en Irou do sul
- trouxe-'no, jornaes do Rio de ne.ro com da-
C domiciliado nesla praca, com sua ia, ale II do crreme e da altia aw "
As noticias do Rio da Prata de mais nteres-
se sao as que transcrevemos em oulro lugar.
Na sessao de 10 do crreme approvou a c-
mara dos depulados em segunda discussao o
proieclo de lei que fixa as forcas de trra para
!> anno financeiro de 1852 a 1853, com um arli-
go aditivo ao oilavo. autorisando o governo a
dar urna indemnlsacao aos individuos que fo-
rcm indevidamente recrutado, para que pos-
sam voiia. as suas casas, sendo regellado outro
que propunha se isenlasse dos castigos corpo-
raes ao voluntarios. _...j
Na mesma sessao foi igualmente approvado
o vol de gracas com urna emenda do Sr. Sil-
velra daMoiaj oceupando se a cmara em
seguida com a terceira discussao d. le de Tor-
as navaes, a qual licou adiada.
senado na sessao de 5 do corrente appro-
vou em segunda discussao, com as emendas ol-
ferecidas pela couimlsso de legislacao, o pro-
ieclo que cria institutos de advogados as ca-
pitaes das provincias em que ha lelacao.
Approvou tainbeniem priineira e segunda o
projecio, que concede a Carlos Augusto Tau-
nay o privilegio para o estabelec.mei.lo das OJ.
leeaiStrsHMUi assim como o adiantamento da
resoluco que aulorisa o goveruo a dar novos
estatutos s escolas de medlciua.
Na sesso de 6 approvou em priineira discus
sao o projeclo que aulorisa a creacao de um
curso de infamara e cavallaria na provincia do
Rio Grande do sul.
|\ o da 6 do corrente, ao sabir da barra do R o
para a hahia. o hiate sanio Karroao foi det.do
e visitado pelo vapor de guerra inglez Locuit, o
qual depois de o regislar f-lo seguir para o
sul, sendo este procedimento attnbuido a de-
nuncia que leve o cruzeiro deque esse navio
deslinavaaoconunercio negreiro.
Pelor acconleceu ao vapor nacional aran, o
qual tendo sahido no dia 10, levaudo a rebo-
iiue a barca porlugueza AlmUanle do Cabo Verde
foi apprisionado lora da barra pelo Cormorn!.
que o fez seguir para o norle coin guarnlcao
ingleza, depois de ler perdido o tubo e um
niastro ; pois que nao leudo obedecido aos t-
os nue deu o Cormorn, c-le atravessou-se-
Ihe na proa e viudo sobre elle o mesmo Sarn
resullou-lhc do abalroamenio aquella perda.
Foram encontrados no vapor appresiouado ob-
jecrosquesedestnavam ao conunercio illicito
da Costa dAfrca, assim como muitos Indivi-
duos que Um escondidos, e que deriam passar
com seus objeclos para o navio dealiuado a um
tal fim.
J se acba deoncrado do cargo de ministro
residente di repblica franceza juuto a corle
do Rio de Janeiro, o Sr. L. de Si. Georges, que
ainda ha pouco entregara as suas credenciaes.
Sr. Dellslede Sirg loi nomeado para o subs-
tituir no carcter de enviado extraordinario e
ministro plenipotenciario.
Foram lambem nomeados para a legar.no
franceza naquella corte mais dous addidos,
que sao os senUores breteuil, e Castillon de SI.
Vctor.
O governo de aples nomeou igualmenle
para encarregado de negocios ua uossa corte
o principe de St. Severiua.
o dia 7 do crreme ebegaram de Hamburgo
mais 10 oiriciaes e H> pracas engajadas para o
sei vic.ii do Imperio. U uniforme desta tropa
de farda azul com gola e canhea cucarnadoa e
barretina de urna furnia particular, e o seu ar-
mamento he esperado em outro navio.
buicidou-se uo dia 10 do crreme, com um
golpe de navalha no pescoco, o argentino Jos
Agoalinho Claslre, morador na ra daCJui-
tanda, e residente no Rio bivia onza aunos.
O seu suicidio era altiibuido a embarazo pe-
cuniarios.
l)o Mercantil de Santos transcrevemos o sc-
guiule :
lufeliimenle continuam ainda alguos ca-
'258 878 s"s de febres, ebegaudo baver uo espi(o que
' decorre de II a 30 do passado 4 mor lea. So-
moa iiiln muidos de que daa pessoas atacadas
que lem recorrido au syslema boinoeopalhico
lem todas sido salvas, a cxcepyo de um cubo,
em que se de rain circuinstancias e syuptumas
bem eiiiam diuai us ua capitulajau da mo-
lestia.
Ilouve no Cubatao urna dcsurdeiu, cin que
foi assassinado com tres facadas, srguudo nos
iiiiui mam, un pardo, cujo nome iguoramos.
o cadver sepultou-se bonlem, i do corrente,
no ca uiitei ni publico, depois de proceder-se
ao respectivo auto de corpo de delicio. O as-
satsiiio se acba felitmeule em poder da jusiiea,
c a auloridade competente vai instaurar o pro-
cesso.s
Por decreto de 4 do corrente furam creados
mais dous lugares de leilures conferentes na
alfaudega da curie, e por decreto de (i liveram
lugar os seguiiites despachos para a mesma al-
ia mi ega.
ifpoirnted'of.
O feitor confereule tiancisco Morcira de
ALKANI-Ki.A.
Rendimanto do dia 18 .... 15:276,010
fttucarregam hoje 20 di junho.
Brftue porluguez -^Vobo Vencedor-Une. o.
Rrigue sueco -- Flix ga.r.fOes e Trelo.
Kscuna ingleza Raehael- serve].
Ilrigue inglez Farye bscalhao.
Brigue Inglez -de-- plvora.
Barca porlugueza Ugetra mercadonas.
Barca porlugueza S. Crus dem.
Brca ingleza Coumoiis-- dem.
Patacho americano Ware urinna, bo-
lachas e breu.
Brigue francez Cesar uma machina.
CONSULADO GEIUL.
Bendimento do dia la 17 13:127,581
dem do da 18......... 510,6
13:638,267
Balando a favor da receila em 31
de u aio p. p.
1:
750,122
2:009,000
Cmara Municipal do Recife, 2 de junho de
1851. Uprocurador,
./oroe Fi'clor lerreira Lopei.
iAHI U!i PEH\AMBLCO.
n.cii'i 19 DI JUNHO BB IStl
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 17 1:203,391
dem do dia 18........ 17,597
1:220,991
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAKS
bKTEIiNAS.
Benilimento do dia 18..... 507,34
CONSULADO PROVINCIAL,
dem do da 17.......1:015,56a
sSaaS*^aaSaS^^Sa.aai^aa.^^^S=SaH9
Vlovimento do porlo.
Navio entrado no dia 17.
Londres- 38 dias, brigue dinsmarquez lia,
ile mtonelladas, capilSo I I. Jorgifnsen,
equipagem9, carga carvSo e mais gne-
ros ; a A. S. Corbet.
Havre--38 .lias, brigue francoz Lezar, d
,5-2 tonelladas, capilao Bernos, equips-
gem 11, carga fazendase mais gneros; i
Avrial Fiere. Passageiros, Leclere Char-
les JoSo Baplista, Madama U-Jeanne Mi-
ne, PJanta Malheeu e Cazar Kruger.
Hamburgo 43 dias, brigue sueco telix, de
175lonellaJas, capiUo M. Lofgren, equi-
pagem 10, carga fazendas e mais gneros;
a C. I. Astley & Companhia.
Navio taido no meim dia.
Camaragibe- liiala brisilmro Capricho* ,
meslr llypolilo Jos da Silva, carga cir-
neebjcalliao. Passageiro, Antonio Leal
de Barros com 1 escravo e 3 ditos a eu-
iregar. ___
JaOlTAtS.
Teve linnii ni lugar, como haviamos anuu-
ciado, o embarque do Exm, Sr. cousellieiro
Jos Ildefonso de Souia Ramos. S Kxc. sabio
do do palacio s tres horas da larde, acoiupa-
nbado pelo Kxiu. presidente Or. Vctor de Uli-
veiia, e oa Srs. cominaiidante das armas, pre-
sidente da ii laca.., ebefe de pol.cia, couiiuau- i-arvalko.
daule supeiiur da guarda nacional, iuspecio- Us amanuenses Luiz Kerrcira de Lemos e
es dosarseuacs de guerra e uiariuba, cheles Amonio da Silva Lopes.
Pela Inspectora da alfandega se_ha dt
arrematar em-hasta publica no dia 20 do cor-
rente, depois de meio dia, porta da niesiiu
reparlican, os seguintes nbjectos, apprebendi-
dos pelo ajudante do guarda-mr Luir Ooino
ferreira, a bordo do brigue ingles Richard,
saber : 90 camisas de nscado de algodao a n.
1.500, total 144.000 r"s.,o0dtasde'madapo w
ordinario a 1^00 rs.. lolal 72,000 rs., U duzi
de grvalas de mursulina de cor e de chita,
3.000 rs., total 38,000 rs., 13 gravatas de seO
de cor a l.oOO rs., total 13,000 rs., I duza de
pares de luvas de algodo curtas para hornera
por 2,00 rs., I dita dito de seda curias para sc-
uhora por 7,000 rs., 9 lencos de seda branca,
a 1.60o rs.,lotal 13,500 r... 8 ditos dita cooi
barras de cor a l,500 rs, lolal 12,000 rs e M
cachimbos de barro branco, a 20 rs., total rs.
5,640, sendo a arremalaco livre dedireitos a
arrematante. ,__fl-,
Alfandega de Pernambuco 18 de junho iSji.
-Oimpector fnter.no. liento Jo. temando
"-. p'la Inspecloria da alfandega, se ha de
arrematar em hasta publica, no dia 20 do cor-
rente, depois do meio-dla, porta da mesma
repanieao, 2 calzas com 2,000 bichas no val
de 00,000 rs. cada caixa, apprebendidas peiu
ajudante do guarda-mr Luiz Gomes ferreira,
a bordo do brigue hespanhol flo ; sendo '
ai a i nial a..io livre de direllos. .
Alfaudega de Pernambuco, 18 de junho uc
lS5l.-Oiuspeclor interino, Jlenlo Joie rriton-
ifr /Tarros.
O Ulm.Sr. inspector da ihesouraria Oaia-
zenda provincial, em cumprimento ua ordeii
do Kxm Sr. presdeme da provincia de/ "
crreme manda fazer publico, que nos das >
2e3de julho prximo fuluro.se ha ";*"*.
matar em bata publica, perante o DUU'
adminislralivo da mesma thesouraria aqu_
mais dr, seis moradas de casas, que eoui)i
rain a fazenda provincial no pagamento do se
lude beranfa no inveiilario de Joaquim i.u
de Mello t.aiioca, e que na conformidade o
lei foram adjuaicados a mesma fazenda p>; -
vincial : sendo qualro na povoafo dos Ai
gados ns. 24,26, 28 e 30, avallados eintffl
1:000,000 e duas ua ra dos Tocos ns. U e >
avallados em 400,000 rs< ...
Us eoncoireuies compare(aui nos das acu
indicados ao mel dia, na sala dai seisoes u
mesmo tribunal. ___u
K para constar se roandou afRiar o presem
e publicar pelo Oiario. .
Secreurla da ibesouraria da faseoa pr
viucial de Pernambuco, 17 de junho de i U secretarlo,
,< motilo ferreira d'Annunciacao.
Declarui/oes
s.
De ordem do 111. Senhor director 'I
da iuiuucco publica, favo saber a 1U


V
'./T
convler, que eil poita ;i concurso a cadcira
de Instruccao elementar do primeiro grao da
villa d'Agua-Prrla, coro o prazo de 60 das,
da data dette. As materias do ensino sao:
li'Uura e escripia ; contar as quatro especies
em niiinero Inteiros; doutrlna chrlstaa; ele-
jni'iitos'da (traniiiialica da lingua nacional, e
coin espe.-ialldade a orthc-grapbia.
Directora geral, 10 de junho de 1851. O
amanuense archivista, Candido Eustaquio Cern
dt Mello.
O solicitador da fazcnda provincial fai
publico, que as pracas annuncladaspor parte
da n'esma Yaienda para 17 do corrente, licam
transferidas para 20 do dito.
Pela administracao do correio desta ci-
dade, gao convidados a compareccrcrii na mes-
ma os Srs. Drs. Nicolao Alfonso de l.arvalho e
Francisco Jos da Rocha, afim de receberem
cartas viudas da llahia,
Deoidem do lllm. Sr. director geral da
instrucco publica faco saber aos Srs. inspec-
tores dos circuios Iliterarios, nao so do muni-
cipio do Recife, como dos de toda a provincia,
que para boa ordem e promptido do expedi-
ente, hajam de remetter para o lyceu toda a
aua correspondencia nfliciil coin esta direc-
tora geral s da cid ole directamente ; os de
flora por mel-i dn correio geral.
Outro sim que todo o negocio oMicial dos se-
nbores profestores quer pblicos, quer parti-
culares com a directora geral sera por inter-
medio dos ditos Srs. inspectores.
Directora geral, 18 de iiinho de 1851.Can-
dido Eustaquio Ceiar de mello, amanuense ar-
chivista.
Thentro de Apollo.
Dominqo, 54/imio de 1851.
O excedente, e multo applaudido drama em
cinco actos
I Finalisar o espectculo comomui jocoso
drama em um acto
O duello no 3." andar.
no qual o Sr. Guimares, far a parte caricala
de Mr. M mili ci.
Principiar s 8 horas.
O bhele* de camarotes e platea vendidos
para o etpetaculo de I! teem entrada nesta
noite. ^______________^^
Theatro de San-Francisco
QUARTA PEIRA, 25 DE JUNHO DR l851.
tirande espectculo vanado de canto e
drsmiltco, em favor da Cantora
/iltgUSta Candiani.
Depnisque a orcheslri dirigida pelo Sr.
Orestes, tiver ejecutado urna escolenle ou-
\i'i tura, *eguir-se-ha a grande aria do ma-
estro Vento
A lenibrancn lo printeiro nmor,
circulada pela Sra. Augusta Candiani.
Seguin lo->o pela companhia tucionaldo
theatro de Santa Izabal, em obsequio a Sra.
Candiani, a comedia em un acto
O MARIDO DA \IWA,
dM. Alexandro Humas.
I'erionagem.
Affonso de Albuquerque, o Sr. Antonio Jos
Duarte Coimbra. *
1). Paulina, a Sra. D. Julia.
Duarte Pinto, o Sr. Antonio Maximiano da
Coste.
1). lroulinda, a Sra. D. Joanna Januaria.
Helena, criada grave, a Sra. I) Antonia Ker-
reira de Santa Hoza.
No 1 i it i da comedia a Si. Candiani exe-
cutar o muito ap, laudido rond final da
opera
1L PIRATA,
do maestro Bellini.
Pela cumpanbia nacional, a muito. gracio-
sa o applaudida comedia
Os maos das almas.
Pcrsonugens.
Marianna, a Sra. I. Hila Tavares.
E ifrazia, a H Joanna Januaria'.
Luiza, a Sra. I). Julia.
Jorge, o Sr. S^nta Koza.
Tiluircio, o Sr. Maxinnano da Cosa.
Snuza, o Sr. Jos Alves.
Felisherlo, o Sr. Coimbra.
ir:, '/i das almas, oSr. Francisco.
l'in cabo du permanentes, o Sr. Juaquim Jo-
s Pereira.
A Sra. (, uiliaiii cantar a pedido de mu
tas pessoas a. uiuio applaudida modinha
Jirasileira
ADORKI UMA ALMA IMPURA.
Em seguida tela rompaiilna dramtica, a
minio jocosa l.-rcn, un lem por Ululo
l-'iiialisiini o pspecibculo coin o muito in-
teresaanle terc to em pnrluguez, eomposi
ello do maestro Cisnmni, ex'culadb pela
Sra. (,;n iiim, e os S s. Maxinnano da Cos-
ta i' S,n|n Un/a,
Augusta Candiani muito confia na gene-
rosidade do brioso pullico desta cidade, do
qual espera toda a indulgencia c proleccSo.
Osbilhetes de camarotes, superior e ge-
ral iiau lem pie'co, e acham-se desde ja a
disposicSo do respcitavel publico,' na ra
da Praia da CaJeia, prmeiio andar por ci-
ma do botequim do Sr. Paiva.
A cantora A. Candiani grata sos immeii-
sos favores que lem rececho dos Srs. artis-
tas d., conii mina dramtica do theatro de
s. l/.il.el, niu i.do drixar dopatentear a o
rospeilavel publico desia cidade, a tuaneira
iili'iii'ius.i porque todos os Srs. artistas a-
cima declarados, se preslaram a coadjuva-
la neste espectculo e de confirmar eos mes
mos Srs su a eterna "ralidflo.______-
Avisos martimos.
Sahe para Lisboa com toda a lo cy idade a
barca portuqueza l.igeira, de que he capitao
Antonio Juaquim Rodrigues, qucui qulzer car-
regar ou Ir de passagem, para o que lem excel-
entes commodos : os prelendcnies dirijam-ae
ao capitn ou aos seus cunigiiairioi Francisco
Scveriuo Itabrllo & Filho.
Para a llahia segu viagem com brevidade
a sumaca Poraguait, recebe carga frele ;
para o ajuste a fallar com Joao Francisco da
Cruz, ma da Crui n 7.
Vende-se_urna lancha nova, que pe-
ga de iima a quaicnia barricas, a a qual
e acha eui pcifeiiisaimo estado, bem co-
mo tres boles novos, ludo por preco cum-
moilii ; na ra do Vigano, n. II, primeiro
andar.
Vende-se a sumaca nacional Carila, bem
construida, forrada de madeira e cobre de
composico, e pregada de cobre anula nao
ha dous anuos, prouipa de ludo pra navegar,
mu bum aparelho &c ; quem preieuder pode
exainiaa-la o Forte do Mattos, fundiada ao
p do trapiche d'allandrga, a tratar coin o
proprieiario, Jos Goucalves Simas, ou com
LuizJos deSAraujo, na rua da Cruz n 33
Para o Rio Grande du Sul seguir muito
breve a sumaca Firmeta, nova e de boa mar-
cha recebe carga a frele e pastageiros i trata-
se cun us consiguataiius na rua da C'adeia do
Itccifearmaseiii n. 12.
= Para o Rio de Janeiro sahe em poucos
dias a bem conhecida escuna Mara Firmina,
forrada e pregada de cobre, capitao Joo Ber-
nardo da Rosa, por ter a inalor parte do aeu
carrrgnmcnto prompto : quem na mesnia an-
da quizer carregar ou ir de passagem, bem
como embarcar escravos, entend se com o
mesino capitao, ou com 0 Consignatario l.ui/.
Jos de S Araujo, rua da Cruz n. 33
Para Lisboa pertende sahlr impreteri-
vcl nicnie no dia 2dejulho o brigue por tu-
co. / Navo Vencedor por ter a maior parte da
carga prompta quem no inesino quiser carre-
gar ou ir de passagem para o que olferece os
nielhores commodos trata-se com os consig-
natarios T. d'Aquino Fonseca fi"io na rua do
Vigario n. 19, primeiro andar ou cun o capi-
tao na pt.it- > do Coinmcrcio.
Leilo.
= O corrector Miguel Carneiro far leilao. no
dia segunda-felra 23 do corrente as 10 hora*
da iinnha no seu armaiem na rua do Trapiche
n. 40, de diversos trastes novos e usados, lou-
9a, vldroi, candieitos, quadros, espingardas,
pistollas, relogios e outros inultos objeclos que
se rao vendidos por qualquer preco que fr of-
ferecldo. _________
Avisos diversos.
AO PUBLICO.
A mesa da irmandade do Senhor Bom Jess
das Chagas agradece a lembranca que teve
ira. devoto de por em lellao offerendas para o
seu producto reverter em beneficio do mesmo
Senhor; porquanto aqu (em Pernambuco; te-
m s o costume de dirigir cartas e commissoes
pelas portas a pedlrcm cunlas para a festa
que se tem de fazer, e nlsso adquire-se dos de-
votos qiiaiitiasuficiente par que possajeste-
jar-se o santo, nico tim para que ellas sao pe-
didas: porlanto fique o publico certo que a ir-
maddade do mesmo Seuloo das Chagas repelle
semelhante Idela do Sr. irmio devota publicada
110 /ini 11.. n. 137 com o titulo Mulla atteiicaoi
FHONTESI'ICIO l() CAIt.MO."
Na madrugada desabbadol do corrente te-
r lugar o levantamento da bandelra de NOSSA
SENIIORA DO CARMO DO FRONTKSPK JO, a
qual ser annunciada com urna girndola de
fugo do ar,e una salva de bombas; em conse-
quencia de que roga-se todos os devotos da
mesma Senhora que comparecam no indicado
dia, e no seguinte para assistireiu os actos que
se tem de celebrar.
Ollerece-so urna mulbor para ama de
casa de homem solteiro, ou de pouca fami-
lia : na rua de Hurlas n. 55.
= Uiu acadmico, pergunla ao devoto do Se-
nhor //oto Jess das Chagas, porque rasiio Ihe
pregouto grande logro; pois tendo-se dirigi-
do a igreja do Paraso, para depois da novena
distrahir-se no largo da mesma, e linear sobre
alguin objecto da promettida arrematarlo, tao
apreciavet e Interassante nos lugares em que
as finalidades assiin pralicam ; ficando na ex-
pectativa at multo larde sein nada ver, e reti-
rando-se com o pesar de nao desfructar oque
sempre desfructa na sua ierra por taes occa-
siucs.
= Quem precisar de urna ama para coiinhar
e fazer o servico de urna casa perfeitamente-:
dirija-ze a rua da Florentina venda da esqui-
na ii. 30, que ge dita quem he.
= O abaixo asaignado declara, que tendo
dado ao Sr. Juvolino de Barros Crrela, algu-
mag recitas de sua botica para seren amiga-
velinente cobrados, succeileu que chamando
aquelle por este jornal alguna dos devedores,
cuja inorada era desconhecida, fosse por equi-
voco na relacao nominal, endividamenle in-
cluido o nouie do Sr. Joao Jos de Aze?eao San-
tos, e como e.i seu pruposilo nao entrasse se-
10"
Turados na (Vente. 11111 en>cimi, e outro "em
balxo, que veziveiinenic se y"; peito tem a
marca + querendo parecer non medalha, e
alem'desta em um dos Indos lem urna marca
mais prela do que a cr do coipo, proveniente
de um caustico; em 11111 dos bracos a marca
A ; e em sima de nina das sbramelhas um
costura deum pequeo taino, que teve;quan-
do anda ginga um pouco com o corpo e da utn
tal geitn que empina nm tanto a barriga para
dame, trocando os joelhos para dentro tem
o vicio de tomar tabaco. F.ste escravo foi de
Antonio .inaqin"! morador em Fora de Portas
com tenda de sapateiro na rua da Cacimba ;
tendo o dito escravo prinoigb do menno of-
ficio. Roga-se, porlanto, al autoridades po-
lielaes o obseguio de quadjnvarem na captura
do referido escravo e qualquer pessoa que o
pegar ser generosameiitareVOinpcnsaJa pelo
aeu trabalho e despetasif podendo entrega-lo
na rua da Cruz do Recife, 11, 03 no 2.11 andar
011 atrs do theatro, armazem.de taboas de pi-
nho; na Parahiba, ao Sr. J"s Ribeirp (111111.1
raes, ou aos Srs. Jos Luiz Pereira Una & C. ;
em Pedras de Fogo. ao Sr. Marianna llamos de
Mcndoiica ; no Urejn de Areia ao Sr. Jos Into-
nio Goncalves Lima; e em Goianna ao Sr. Joo
Francisco Fernandes. O abaixo assignado est
em deligencia do seductor que I lie roubou o
seu escravo e protesta U9ar de todo o rigor das
lei< contra aquella pessoa que o tiver. Reci-
fe, 2n de abril de (841.
. Joaquim Ltpe de Almeida':
No da 20 do corrente perante o Sr. Dr.
juiz do clvel na salla das audiencias se hatn
de arrematar pur ser a ultima prac.a, alguna
movis penhrados a viuva e herdeiros e Joao
Captlsta llerbster, e urna morada de caza ter-
rea sita no atterro da //na-vuta penhora da ao
catal do finado Jos Ramos de Olivejra para
por execuco a Jos Mimle Alves Frreira.
Se a cmara' municipal quer concervar
o armazem, cilio no lugar das Cinco Pontai
ou comino, denominado //ebedor della
tirar algum enteresse, quclra quanto ames
mandar construir um cae, ou pelo menos una
estacada, a fim de evitar que 010.11 nao bule
abaixo dito armazem ; assiin como j a cunte-
ceu com diversas caas do megino lu_.ir por
dcsleixo de seos pruprietario, a continuar se-
oielhanle deslcixo, licar a quelle lugar de In-
do arraiado.
OII'erece-se urna mulher para ama de
lel'e, de m mo luios costumes e ae l.oi con-
duela : na rua de Hurtas n. 64
Precisa-so de un ra az, que tenha co-
nliecimentos de plmrmacia: na rua du Quei-
mado, botica n. 15.
"Aluga-sn um mnlatinho, de idade da
16 ancos, proprui para todo o servico de
Utnn casa : quem o pri tender, dirija-se a
rua Nova 11. 69, que alii achara com quem
tratar
OITeicce-se urna ni ilher para ama de
leile, de bou costumes e boa conduela ; na
rua do llozario da lloa Vista n. \
--Tendo fallecido no Cear, Francisco Ma-
noel da Silva Tavaies, no dia 15 d* abril do
corrente anno, cu abaixo assignado, pro-
curador !> 1 -1111 do nico herdeiro, resi-
dente em I isii.ii, declaro que tod. s as tran-
tacedea com o procurador d ItSsdO) o Sr.
Manoel Caetsno Soares Carneiro Monteiro,
posteriores adata do fallecimento gio nu-
las, e licam por ellas respunsaveis aquclles
que ns tivercm com o dito Carneiro Montci-
10; por quanto cessaram seus f oderes, como
procurador do floado, deade essedia, e no
Ceara, onde se esta prucedendo a invena-
rio, o\i.|o[ii o prinfeiro e seynnd 1 t-sta-
menleiros. Antonio Auguslo da l'onsera,
- (',. Augusto da Graca e Mello, faz saleo-
te ao publico, que deixuu.de ser c.iX"iro d >
rua do Cordonit n. 10, que ghava sob a firma
de Mcndcs 8: Mielejra, ficando o socio Mendcs
responsavel por todo o activo e passivo. Reci-
fe, lude junho de l85l.--.Jo! Meniei da Sil-
va (aimaraes. Francieeo Joi da Silva Ma-
cieira
A pessoa que em junho oujulho do anno
passado annunciou querer fallar ao Sr. Rodri-
go de Freitas Pires Gulmariies : dirija-se a rua
do Crespo n. 10, que achara com quem tratar a
respeito.
Francisco Marques Barros faz ver ao pu-
blico por esta folha que por haver nutra pes-
soa de ual iiome se assignar de boje em di-
ante Francisco Joao Marques Braga.
t= Aluga-se o primeiro audar da casa da rua
da Moeda n. 7: a tratar na mesma.
Deseja-se fallar com o Sr. Joao Augusto
Pessoa: na rua Nova n. 5, luja.
= O Sr. Francisco Antonio da Silva da rua
do Rangel, quelra mandar pagar a aasignatu-
ra deste Diario, e emqnanto nao o fizer vera o
seu noine publicado em lettra redonda.
-- No botequim da rua Nova preciaa'se de
um preto para todo o servico.
Precisa-se de um homem portuguez
tiara feitor de um engenho no sul, distante
desta praca 16 legoas, preerindo-se dos
chegados ltimamente, e agradando-so pa-
ga-se bem ; na rua da* Cadeia do Recife, lo-
ja 11. 50 do Cunha & Amorim.
O abaixo assignado declara aos Srs. de
engonho, com quem tem relaces, que he
falso o annuncio inserido 111 Imprentan.
125, da 16 do corrente, em que diz que o
annuncianle se relira para Portugal, oque
(al annuncio Itie foi botado por algumi al-
ma pequenina e cega de ambicio, que a
cerca relativamente ao rccibimcnlo deas-
sucar, visto que esse miseravel que se cons-
ttlue meu inimigo gratuito, no pode com-
petir com o annuncianle, uas cotilas e von-
das, que presta do asquear que Ibes silo
consignados, declarando ao tal sigsoo, que
seus bous costumes do inifli se nio apod-
ralo, e que nlo estou acostumado como el-
ees!*, a claudicar seus comitentes.
fnnoeJ Alves l'erreira.
Pr.cisa-se singar um sobrado, ou casa
terrea em algumas das principaes ras do
btirro deS. Antonio, que tenha cotumodo
para familia, e que o seu aluguel nfio exce-
la de 200 a 300,000 rs. annuaes : quem ti-
ver, illlllllU'l '.
Precisa-se um homein que saiba ler para
feilor de olaria, na rua da Aurora n. 44.
1.
Inl.l
lot
meihante pfocedimento para como dito Sr. Sr. Joaquim Francisco de Alem, desde o da
" 16 de junlto 11 m dianle.
-- Francisco Jos ConQalves, Com fabrica
do chapeos iwi l'i iica da Imlcjicn leticia, por
haver outro de igual noroe, seassignaiide
boje em vaiite por Francisco Jo.- Coi calves
de si iiici'a.
Aluga-se.uma escrav, que coze. cozi-
Santos, apressa-sa, a resolve-lo de qualquer
juizoilesfavoravel que a respeito se tenha leito
pelo presente anunncio ; e bem assim a de-
clara que o mesmo Sr. Barros deixou de ser o
coin a. 1 o de ditas dividas, devendo seus deve-
dores entender--.sr com o abaixo assignado.
ioteda Crui Santos.
__' fjg rua Direita sobrado de um andar n.
33, junto a botica, se fozem bollos brasileiros' nba e serve bem una casa : na Passagem
ef'rancezes de muito boa massa.eufeiados com entre as du.is pontea, na Venda amarella, se
capellas de allinins, coroas, ramos e floies de 1 (|ir quem aluga.
diversos modelse com umita delicadeza, Dan-1 .. Alugam-se 2 pretos pailcirns, um i!e|-
deljasde bollinhos p.nach coin figuras c "-1 |e.s lambcrn furntia : na rua do llozario lar-
lulus, doces de todas as qualidades, doce* de
nvnn tortas ennadas. nudius, trcuiedeiras. .''',' .
ovos, 10 ...... I _, Precisa-se de nina prela para o servico ex-
do contrario ver seu nome por extenso, pa/a
o que s se espera al o dia Jl do corrente
precisa
AO PUBLICO.
!. i're i-a-se de una pessoa que seja peri-| Tendo uin irnio c devalo do Sr. Jess das
ta ero planlacde de sitio, para o later em Chagas, invocado a concorreucia dos liis de-
uro no lugar do Remedio : quem estiver tiestas yulos, as noites da novena du mesmo SenhorJ
circumstancias, dirija-se a alfaudega desta ci- na igreja do Paraizo, para o lini indicado em
dade a seu porteiro. i seu annuncio no iari'o dequaria-fcira 18 do
__ 1 .i,, i,, tiver para vender ou alugar uin concille; succedeu que alguns irinos eulen-
preto boro cozinlieiro : dirija-*e a rua do Cres : dcssrin que desse meiode adquirir rimlas vi
1
p0 3, I uba una grande iiiiiiioraUdade e dezar a ir
= Precisa-se alugar dous preto* que sejam. mandade; nao atleudcndo com calma a relle-
fieis : na refinacao da rua da Concordia uu- xao para a franca e clara lingoagein que se ha-
lner0' 4. via empregado, oude *c cita o exemplo da ca-
O Sr. F. A. V. O. queira mandar pagar a pital do imperio e de oulras provincias que
assignaiura de mai* de um anno do jornal que certamente uo quererao ver cconsenlir o foco
recebe, alias se publicar o seu nome. da iminoralidade e da relaxacao dos seus tem-
lltii\'I,'-.''\ pos, e onde tambein aautoridadeecclesiastica
Jl/II' JL I I H r policial,repelliriam esse uso se.como tal o jul-
J. Jane dentista bem conhecldo neta praca, gassem. O autlior da lembranca, pols, u.io
rrcenteineiile cliegado da liahia, tem a honra querendo trater a exemplo o que tambein se
de participar ao tespciiavel publico, que le pralica ueita provincia, (lito he, as mesillas ar-
adla de novo resldindo nena cidade rua Nova reinaiace* depois das novenas) como em Santo
n. 10 primeiro andar, aoude sempre se achara, Anlo, Olinda, llebcribe, ect., e despresando
das 0 hutas do dia ate ai 4 da larde. I gobejamenlc a* iiidiscreplas asieices com
Fugio no dia 22 de Janeiro do corrente seus visos de bairiiimo, proferida* respeito,
anno unfa negra de noine Mara Uenedila de poig sabe que parlero da crassa Ignorancia de
uacao Congo de Idade de 50 anuos pouco ma* alguns, e falla de trato e pratlca de usos, e c.oa-
ou menos, istaluia regular desdentada na, turnes de ciitros, lodos seus Irmos, appella
frente rusto coinprido e descarnado, ps e para o publico civilisado paclonai e estrauho,
maus bastante grandes, e tem a perita esquerda ',, n habilita esta capital, e para o lempo por-
oais groca que adireila, na mesma alguiua* que ficacabalmente convencido que a sua lem-
secrtrizes por tanto pcde-ie emearecidamente branca Ir aproveitar a oulroi feteiros, em cu-
as autoridades" policiaca ou capiles de campo j jai cabecas domine mal a cultura dus conhe-
qne no caso de apegar-uic a leve na rtia do cimentos e das cousai. Finda agradecendo a
ueiiiiado n. 1)5 onde lero generosamente re- aquellas pessoas que eitavam despostas a aju-
cuiupensado. I da-lo ua la Itmbranca com ai luai dadivas
Para o que tero casa de coininisio de' promettida* para a incelada arreuiatacau, e
veudei cicravoi e que nf.o pago Imposto ne- dando assiin urna satisfavo a atleucao publica
nbum vercm assim alguna cuino particulares a quem muito respeita.
quecompram e venden) cicravoi e recebem precisa-se de um fomeiro : nj rua do
de commisso de diverso lugarei. decebe- j CotOV .lio, pdalia n. 29.
Illlhctrs do Rio le .Innclro.
Aos 20:000,000 deIs.
N'a lola de miudezai di pr?; da Indepen-
, 4 vende-se bilhete. Inte.ro, meo.,
arto., oitavos e vigsimo, a ?'*''
teria do Smtissimo Sacramento1 de^R.o de Ja
nciro na mei'roa loja recebe,n-.e *f"'V%
da lotera da Matriz da Boa Vista em troca dos
que tero venda.
Ilun rto Crespo 11.10.
Luja de Ignacio Luide Brilo l aborda,
Vendem-se:
Manteletes de nobreza preta *JJH
Cortes de cambra ia seda para vestidos 8,000
Mimos do Co, 0 covado
Cambraia de quadros de cores
Ditos do ditos com loque de molo
lliscadomonstro
Murculina prela para vestidos
Chita escura psra coberta, padroas
modernos
Dita rranoeza dito dito, de dito
Aioalliailo de linho cru
Setlm di c!iina, proprios psra role-
tes, gondulas e palitos
Lencos hrancos e pintados
Ditos de lila e seJa
Ditos de seda de cores
Ditos de dita dita superiores
Ditos de dita branens
Luvasdeseda decores, para homem
Corles de fu si So para colotes
Ditos de dito francei dito
Ditos de casimir* franeeza, para calsas 6,000
Ditos do meis casimira de ISa dito 2,500
slKoiSoziiiiio variado, peca 2,ou0
l)ito dito, dita 'i600
Itiscado azul de quatro palmos do lar-
gura, pioprio para roupa de escra-
vos, o covado '20
Tambnmba anda, um resto dos chales do
seda que se, ven Jcm, psra acabar, sosbara-
lissimos precos de 4,500, 5,000 e 6,000 rs.
800
300
200
180
H01
240
320
1,000
4,000
2(0
1,500
1.600
2,000
2,210
800
800
2,000
Compras.
Cuinpram-se lernos do pezos de 1 arro-
ba a 1 libra, bracos de halanca, par lialco,
ditos grandes pura arrobaclo, 6 pezos dea
arrobas, serrotes e machados de coitar car-
no nos acalugues, ludo islo usado : trata 86
na rua da* Cruzes 11. 30.
Compram-se os nmeros completos do
jornal intitulado O Amigo Jos Horneas, que
fui m|>resso nesta cidade em 1815 e 46 : na
rua do Cmeiuiado, |oja de miudezasjunto a
de cera 11. 33.
Compia-sc um escravo de 10 a 50 ali-
os, que ii;io teja docnte : na rua du Viga-
rio 11. 33.
Compra-s pao de lindo vclbo, pro-
prio para curar leudas : na botica da rua
lo Rangel, que faz esquina para a Ribeira.
Na la do Amonio n. 25, precisa se de
urna ama do leile, que seja nova, prefeie-se
escrava.
OSr. Ventura Joquim da Hoza, cai-
doiiai daarenda interna* geraei da provincia
de Pernambuco auno flnanceiio de iojO a losl
Lacerda n. II. Alt. 7 do respectivo livro de re-
ceita fica cacregado ao theioureiro Joaquim
Mara de Carvalho, a quaima de 40,000 r.., re- ,
ceblda de Francisco Manila* Pereira da CostaUeiro do Sr. Francisco Jos Galvflo, 110 lar-
em lOdcjuuiiu do corrente anno correipon- j Ko da llibeira, baja de ir a rua da Praia n.
dente ao em posto do -' semestre da caa de. 29, pagar a qusntia que nSo ignora.
venda de escravoi relalivoi ao corrente
financelro de l850 a 1851 o theioureiro
Juaquim Maria de Carvalho.
_ De 8 para 9 do crreme inez pelai 8 ho-
ra! da noite, dcsappareceu o escravu de noroe
Paulo, de uacao Beuguella, repreieutaudo ter
de 25 a 30 anuos pouco mala ou menos; un os
seguinles tignae* : catalura regular, cor pre-
la cabello grande, leudo urna falla na cora
da' cabeca que luda corlando ie contiece, a qual
Por conbinaco dos herdeiroa do finado
o lilil. Sr. largtuto-uir Manoel Goncalvea
Rodrigues vo em pt.u a do liim. Sr, juiz de
direito o grande sitio do Arraal terreas pro-
p>iai, fructos c inaii de 600 pe de dendezc-
roi chama se a allen{o do Sr. Gad esla pe-
xincha pude-se delle lazer 8 a 10 cilios mas
pequeos ultima praca he terca-feira.
Pro 1/..1-.S de um preto, paga-se l2,000rs.
por mez, e o lustentu, para o icrvico ordina-
Veodas.
liVr de surtes.
Depois de um atuui lo trabalho de muitos
seculos, e por occasio deescavar-sc aci-
dada de Pompea deacobrio-ia
ALUNA FATAL
DOS
Destino* llHlHltHOS
ou
SOlTES PARA OS UIVERTIMENTOS-
11 s
DSas le S. Antonio, S. Joao v. "&.
Cedro.
Este importante livro subi a luz pela pri-
meira vez no anno lindo, em um vol. de 286
paginas, e com 704 versos, qua abrangetn
os desejos dos viventes, principalmenie das
setilioms que lano ambicionan) saber qusl
sen deslino no anno que lem de vir : o que
elle conten) be de urra verdsde- tul que
quem o consultar devo licar persuadido que
iiifallivi'lmenle Ihe succeder ijuo a sorle
Ihe tiver prognosticauo. Vende-se a 1,000
is na livraria ns.6e 8, da Praga da Inde-
pendencia.
Sortea.
Na livraria da piaQu da Independencia ns
608, vendem-sa follias de papel com sortea
a 80 rs. ciuIb una, e seguinte livro:
Acasos da foiiuiia, ou livrus de surtes di-
vertidos, t te a lu rs.
Vende-se, por prero commodo, os alicer-
ees para una grande casa, j allerrada e re-
partida em i salas, 1 quartos e cozinha fura,
ein uptiiuo lugar, por ser na estrada do Muu-
leiro : tralai na rua das Aguas-Verdes, casa
terrea u. 52.
te$*<>]t:909#*9M9*:4lS I
Jk jiMHUVendc-se iioii propriedade, com
4 liiiiiuilos coniiiiodos, situada na Pas- sjg
tageu) da Magdalena : trala-se na mes-
-# ma Passagem, venda 11. l.'l, ou aununcie
4 para ser prucuradu.
5*;f)tv^#^'flf###*|#@*'?!9
Vende-se um relogio de parede, chamado
reguladur com calza de madeira, e macane
las ama 11 II i -, pi oprio para alguma mairii, ou
repai ii(.'io publica quem o pretander falle na
rua da Cadeia do Kecil'e na casa n. 59 que acha-
ra comquciii ir.iet.ii-.
Vende-se unta negrinha de idade de 12 a
13 almos, propria para mubanda, por ser reco-
llud.i na rua Augusta casa defrontc da de nu-
mero 18.
= Vende-se supeiior inanteiga infilcza a 040
rs. a libra, e a franeeza a 50(1 rs,: ua rua Au-
gusta, venda por baixodo subradu grande que
fui de Jos Maiia.
Veailc-sf limito barnto
um sobrado no largo do Paraizu, de dous anda-
rei, cozinha fora, com nomos coiiiinodus,
quintal, e cacimba Iudepcndcnle -. a pessoa
que pretender fazer negocio, dirija-se ao Ater-
ro da Boa Vista, a tratar com a viuva de Jos
lguacio do Monte. *
- CalcatloiL
Vo Aterro da lloa Yisla tlejronle da boneca.
He cliegado receiileinenle uin novo e com-
pleto suilimenlo de calcados fr ncezes, de
todas asqualidades e para Indos os lama-
nhos, que se vendem mullo baratos, aliin
de apurar dinheiru.
Ao Aterro da Boa Villa defronte da boneca.
He cliegado os bem condecidos sapa loes
de Manes, milito proprios pira a establo
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
1 000,000 e 1:000.000 de rs.
No cambio di Viuva Vieira & Filbos, na
rua da Cadeia dn llecife, n. 2i, chegaram
no vapor in^lez Tay, os mili afortunados bi-
|iiet da 15." lotera do tbuatro de S. Pedro de Al-
cntara, os quaes trocam-se por bilbetes
remia los da lotera da Matriz da Boa Vista.
Vende-se ran de Lisboa em frascos,
chegado na barca Ugiira, os Srs. freguezes
que esto ncosiiimados a lomara boa oila-
lc, nflodeixarao da maular buscar ao lar-
go da Assnmbla n. 4.
Venden-so boas-peneiras de rame,
proprios para refiuaci's e padirias, e bra-
cos le li llanca para balc3o, muito superio-
res, viudos de Lisboa pela Lig'.ira, tillo por
p.pco commodo : na rua Direiti ti. 10.
Vende se um oculo do ver ao longe,
or preco barato : na rua do Crespo, loja
n.2.
-- Na Itoa Vista travessa doMirtins n. 5,
tem excellcnte vinbo secco de caj para se
vender, assim como de ginipapo u manga,
estes dous silo doces.
Vendi-sn urna escrava creoula, com al-
gumas habilidad-*.*, principalmente emeo-
zinliar he perfeita : na rua do Fogo n. 23.
-- Vende-si um aderaco de oiiro, com-
pleto, ou em parles : defroote do Quarlel da
liolicia n. 17.
-- No Caes da Alfandega, armazem de An-
tonio Aunes Jacome Pires, ven le-se izeito
loce fino, em garrafes de tres caadas, ci-
la um, pur preco commodo.
Vendem-se pentes de tartaruga da mo-
da, de transa e lisos, faz-se qualquer obra
leste genero, lano nova, como de concer-
t, o compram-se tailaruga e pentes velbos
sendo lisos : na luja de lartarugueiro do p-
leo do Carino, sobrado da esquina que vol-
ta para a ma das Trincheiras n. 9.
IIICOS UUAHROS.'
Vende-se nina colecto de estampas, meti-
das i ni quadrs ricos, dos amores dj prin-
cipe I) Pedro com I). Ignez de Castro: na
roa dn Crespo n. I.
Vende-je vinho de caj bom a 480 rs. a
garrafa, doce do iiiesino a 340 is. a libra: no
palco do Hospital u. 43, do lado do quartel.
BUhetei do liio de Janeiro.
aos 10:000,000 rs.
Na rua estrella do ito/.ario, liavessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A. de Joa-
qun) Francisco dos Santos Mala, vendm-so
os inulto afortunados bcliietes, meos, quar-
tos, ollavos e vigsimos da II." lotera do
Santissimo Sacramento, recebem-se em pa-
gamento bbetes premiados do outru
quaesquer loteras do imperio, alm dos
muitos premios, que esta cas* lem vendido
que o proprieiario 1 un deiitalo de annun-
Ciar, venden ltimamente das casas da ca-
ridade o meio bilhete n. 4.685 com 1:000/
e dous oitavos de ns. 1,852 com 400# cada
ti m.
Vende-se um cirro de carregar fazen-
da e aasucar, quasi novo e muito forte, por
preC" coiiiinodo : na rua da Cruz do llecife
n. i7, armazem.
Compram-se e veivletn-se
est-iavos, e recebt*m-se de com-
misso, tonto para dentro como
para fra desta provincia, e tam-
bem se adianta dinheiro sobre os
ie commissoes, tendo bonitas li-
o,iiras, si-iii se levar jur.s : na rua
segundo
4
he'proveniente de carregar peso, rosto rio de padana, e outro que|enienda do lervifo
um lauto largo, sein barba, nariz chalo, boc-jdc inasseira, e um lon.eiru que saiba bem
ca mande ebeico mossus, falla um tanto ti- fazer tua obrigacau. ua praca da Sama Ciuz,
ua e deaciucada, conservando um puuco os na padarladebai.o do sobrado n. 100.
beicus abertus e os deules lechudos, e emcer-| = Os abaixo aulgnauoi tazeiu iciente
casmreuuusuia da.espost.. senhor sim, ou reipeltavel publico, que au.igaveln.e.ilc disioirs; Jilos do Aracaly, a 2,500 rs., ludo a
Leuhor uau tem ludo o* deules, sendo douilveram a suciedadc quetiuhi.ro ua laverua d truco de sedulas. I LVeCile O.
das Larangeiras n.
andar.
Gasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para, lora della, para
prseme; ditos mein, como psra mininos,' a 800 rs.; ditos I o que se oltcrece muilas garantas
le couro do lustro, leiios na Babia, a 3,0001 seuj donos a ,.., da (ja(Jea Q
51, primeiro andar.

)V "
ILEGIVEL


L-Ji.U-J
Copa de carnauba.
O 'mais superior que lia ncste genero, ven-
de-te em porrn a rctalho : na ra da Cadeia
do Reclfe, loja 11. 50 de Cunha St Amorim.
Vende-sc resina do angiro a rclalhoe
por atacado, a .120 r.., libra : na ra da
Cadeia do Recifr, loja de Jo3o Jos do Car-
valho Moran.
A 2,ooors. n peeInlin.
Na loja da ra do Queimado n. 3, defron-
te do becro do Peixo Frito, vendem-se pc-
cinlias de cassa chita de muito lindos pa-
droes, pelo baralissimo prego de 2,000 rs. a
pecinlia,d8r-fc-h3o nmostras coni o com-
petente penhor.
Novas cniubrnlns para vestidos.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
vira para a Cadeia, venJem-se corles de
cambraias, cotn listras decores, 3,fi00rs.,
e o covado, a 320 rs. ; dita de slticos do
cor a 3,000 rs., e o covado, a 300 rs. ; pegas
d cassas abortas para mosqueteiros.a 3,000
rs.; chitas do cores fixas e bonitos padriies,
a 5,000 e 5,500 rs., a pega ; ditas de mada-
polilo largos para forro, a 2,400 rs. e outrfs
fazendas, por presos enmmodos.
Deposito ila fahrira do Todos o
Santos na Rahia.
Vende-so, em casa do N. O. Itieber&C. ,
na roa da Cruz n. algodiio transailo da-
quella fabrica, muito proprio para saceos do
assucar e roupa de escravos, por prego com-
inoio.
REDES DE MARCA.
.....
4
Para apartar, sarja lirspanlioln, do oh w misterios do limoeiro por I. C. dr
limpa, bc"\ a I.!)20rs.
Vendo-se sarja limpa espnnbola, muito
larga, boa fr.zend, a t,920 rs : na ni lar-
ga do Uo7arin D. *8, primeiro andar.
Charutos.
Vendem-se os verdadeiros- charutos da
Carvalho 4 v.. a drsinoralltaf o e o aeculo po
Srdaatiao JosRIbeiro de S l v.,a mioha vida
c dos meua 'amigo* on oa ulliinoa qutenla
annoa I v., o Hercules I'rclo, romance de Au-
guato Aragao 1 v Captiveiro da trombeta Ei-
eoffter por Ernesto Albuquerque 2 v., os Pa-
.iis do Dlabo em Lisboa i v., o Proscripto ro-
llavana, do superior qualidade : na ra da manee de J. M. da Silva Vieira i v., Maria ou
as llnlandezas por 1. M. Pratt. 2v., Physlolo-
gi do hoinem cazado por Paulo de Kock l v,.
as MatamorphozesdaMulher ou a Conquista
de urna Agua Forlada por Saintinc 1 v Lei-
turas Populare* poi Alvaro I. Azevedo I v., a
Roda da FortWM Por Augusto Arnam 1 v.,
o Jardineiro ou novo modo (Je Cultivar os Jar-
dina 1 v o Coxtoheiro Completo ou Nova Ar-
te de Coniinheiro c Copeiro.
__ Vende-se nove sacadas de pedra do Rio
Formozo na la de 6. Francisco casa a pa-
lacada um lanbique melao por preco coinino-
do na mesma tainbem ae precisa de quem
saibe tirar formigas dentro de caa e tarobem
em um sitio.
Vende-ae una padaria com todos os seui
Cruz n. A.
HOI.ODE SAN JOAO.
Ricas formas para bolos, na luja de ferragem
n. 56 A. da ra da Cadeia do Rccifc de Antonio
Joaqulm Vidal.
COZINHA.
Completo sortimcnlo de petas de ferro forra-
das de porcellana c estando e oulras umitas
pefai de novo gosto propriaa para servlfo de
cozinfaa, assim como umitas oulras ferragens
pira servido de casa c campo; na loja de fer-
ragens n. 5G A. da rua da Cadeia doRecifedc
Autonio Joaquini Vidal.
Ganga mezclada a 28o rs. o
covado.
mendavel nao so para jaquetas e caifas, como
tambem para palitos e casacos.
VInbo do Porto.
Vende-se vinho do Porto, de superior
qualidade, engarrafado eem barriz: lia rua
da Cruz n. 4.
~ Vende-se urna escrava de bonita figu-
ra, ensiRne rngommadeira e costureira ,
borda e faz de ees detedas ssquslldades e
Vende-sc lindas redes demarca, por coninio- bolinho, s se vende para fra da provin-
depreco, na rua da Cadeia do llecife n. 23.
A 2s.".ixi rs. o par.
Sapates de couro de lustra a 2,500 rs. o par,
obra ba : no Atierro d.i lloa-Vista, loja de
calcado n. 58, junio ao seleiro.
WAvmwv WWW f f 1
'* Arados americanos. *
^. Vendem-se arados americanos ver- ^
i> dadeirns, ebegados dos Estados- 4*
?> unidos : na rua do Trapiche n. 8. <,
,\A *, A A A A A \ A. A A A, A A A A A A.
Vendem-se saceos novos de estopa ,
com duas varas, a 320 rs. : na rua larga do
Itozario n. 48, primeiro andar.
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues di
Andrade& Companhia, na rua dos Tanoei-; eos, viudos da Babia : na Praga
rosn. 5,vende-S'i superior cera de carnau- mercio n. 2, primeiro andar.
ha, ltimamente viudas do Aracaly, em -- Vende-se um sobrado de 2 andares e
poreflo e retalho, por menos prego que sotiio, na rua da Cuia n, 36, com armazem
em outrs qualquer parte, assim como sola e no fundo, e com a frente para a rua do A
couros miudos. I pollo n. 7 : trala-se na rua do Queimido,
Corte de casimira de cor e preta. ojm. 17.
^* CorteS de casimira preta, o.uilo ti- Vende-se urrncaixinha nova de lillio-
nos. a5000rs., o corte; ditos de cores de grapbo, ou abridor, que conten compassns
muilo bom gosln, a 6,400 rs. ; cortes du co" pelos, raspador, tira lindas, 6 buriz,
ca, ou para o mato : ra rua da Cadeia do
Reclfe n. 51, primeiroandir.
Deposito de salitre.
Vende-se salitre retinado em grandes e
poquenss porgos, por mais barato prego
do que em outra qualquer parle: na loj
de ferragens de"Francisco Custodio de Sam
paio, na rua da Cadeia do llecife n. 50.
Vendem-se chapeos Sinos de pello,
francezes, a 5 e 6,000 rs. : na rua Nova, lo-
ja n. 23, de An'onio Comes Villar.
Vende-se um Ctbriolet descoberto
muito elegante e de ptima conslrucgAo,
com cvalo, ou sem elle : na rua da Cidei
do Recite n. 1.
Vrndem-s> muros garroteados bran-
do Coro-
camhraias de listras de core*, muito finas,
a 3,600 rs.; ditas com salpicos tambem de
cores, a 3,000 rs. ; carapuga do algodiio de
core, a 240 rs., cada una e oulras muitas
fazendas de bom gosto, por diminuto pre-
go : na rua do Crespo 11. c.
Vende-se a trica parle da
f.zenda d nominada Maria de Mi 1-
lo, situada na Ribera do Hio du
l'arahiba, distan e de Ft-dras de
Fogo 7 legoas, cuja lazenda km 2
leguas de compri'do e nuda de lar-
go, com Ierras de rdanlacao deal-
godao e CliacSo de gado, lioa casa
de vivenda com oflicina de fazei
azei e, machina de descarocar til
godo e prensa de enfardar, po-
denco o comprador eacolber a par
te que mais llie convier : Irata-si
eni l'edras de Fogo com o Sr. An-
tonio Danlas Correia Jnior, e no
Uecie, com Luiz Antonio l'erei-
ra na rua do Queimaio loja
n. 10.
Vendem-se coi tes (le vestido decln-3>
1

m
i
ta, de padrO s muito bonitos e cores
lixas, a 1,600 rs cada corte ; ditos
de cassa de cores tambem fixas, a
1,760 rs. ; al (tea de tlgOdOo mescla-
da, propiia para casacas c palitos, a
.j 280 rs., o covado ; cortes de calsadc
'. meia casimira, radiOes talequal de
4 casimira, a 3,000 rs., o corte, e oulras >
4 n uitas fazendas baratas: na luja do y
'<% sohrailo amarello, nos qpalro ceios Ir
4 da rua do Queimado 11. 29. 4
NOVO livro de sorles.
O orculo, on o lirroilos tic.si i-
nos, o qual fui proprledade exclusiva du
Imperador Napulen<>, tiaduzido do Caste-
llano da 24* edlcSo inglezas, leudo sido
antes do ai'cmKo de um inligo manuscrlplo
egypcio, encoi,Irado mi uuno de 1801, por
SI. Somnini, em urna das reaei tumbas do
nitoEgypcio. Esta obra de rica invenciiu
pranos, foi propriedade exclusiva de Na-
puleo, onde elle consultou todus os passoa
de sua vida, como se vera de toas curtas es-
cripias cm S. Helena, e transcripta no prin-
cipio da mesma obra, acuba de chegar do
Rio, onde pela primeira vez foi vertida em
porluguez : vende-se por 3,000 rs., no Pa-
teo do Collegio, casa do livro azul.
Vende-so um deposito, com lOcaixes
para 6,000 arrobas e assucar, um drago do
lialanga e suas conchas, urna oulra deci-
mal e 19 arrobas em pezos, tudu em bom
estado, por s servir ern urna safra : na rua
ta Cruz c!o Huelle 11. 6, primeiro andar.
Vendem-se 3 BSCravos, si ndo urna pre-
ta creoula de 18 anuos, bomla e sadia ; 2
pn los de 24 0 25 anuos, saiiios, fortes e bous
trahljiadurcs em armazem de assucar: na
n.a da Cruz do Itecife 11. 6, | l'in.ciro andar.
Capaelios proprloa para sala.
Vdidem-se suienoie.s capachos, piulados
c braiicos, e de varios lamanhos, ^or prego
mmi" commodu : na rua 00 Quuimado, lo-,
ja de uuudezis 11. 16, junto a loja de cera
n. 33.
Vendem-se livros cm liranco
de diversos tnmanlios
t S0111.S e una folhi deseo para preparar
peonas lilhngraphicas: no Aterro da lloa
Vista n. 1, loja.
Attencfio.
Na rua do Cabug, lo|s do Diiudesss 'o
Iriiarte, vendem-se sortes, para odia doMi-
lagroso S. JoliO, pelo diminuto prego ile 40
rs., <1 =1 urna.
Ven lo-se fumo em fulh a rctaldo, de
primeira e segunda qualidade : na All'amlc-
a, armazem pequeo de Das Fcrrei/a.
-- Vende-se um sobrado de um andar ,
na rua de Hurlas n. 104 : trati-se no sobra-
do da rua de S Thcre/a.
Vende-se um preto ciconlo, bom para
servigo decampo, de idade 35 anuos, por
preciado n s cinco Ponas D. 71.
Vendem-se urna carrog o um boi, poi
preciado: < ni S. Amaro, ns rua do bom (ios
to, na primeira ven la.
-- Vende-se um sobrado de 3
anda es, muito bem consttuido,
na rua da Cruz do Recite, e que
d de renda annual 1:200,000 r.s.:
Irta~se na rua do Collegio n. i5.
primeiro nndar.
Vende-se um piano, de muilo boas vo-
zes, ror prego commodo : iib rua da Cadeia
de S. Antonio, no segundo *n lar do sobra-
do da esquina doOuvidor n. 14.
~ Vendem-se 2 escravi-s, urna preta mo-
ga e bonita, que cozinda, leva de sabSo c
varrela, e faz os mais i n>njos de casa, urna
mjala moga, q'io coze, cozinha, engomma
e faz o mais servio i de casa, com perfeicfio :
na rua Larga do lio/ario, lija n. 35.
-- Vende-se urna cas-a terrea, na rua da
clona n. 24 : tiata-se na mesma roa n. 60.
-- Vcnde-se urna prea de nagBo, boa co-
zinheira, ensoboadeira e quilamleira, por
prego commodo : no Aterro da lloa Vista n.
20, segundo andar. '
Vende-se um bom rscravo, proprio
para* o seivigo de casa, por ser muilo in-
t''lligcnle e iiil : na rua da Metiiz da lloa
Vista n. 2i;.
i'egasde chita com petpieno toipie
ile ararla a t,5oo rs., ditas de al-
sjrodftozlnlio a i ..". e a 1,(>oo rs.
\a rua do Cicspo, luja da e.-quma que
volll j.ara a Cadeia vi n letn-se pegas de clii-
las cor de ganga, de superior qualidade
com um pequeno loque c'e avaria a4.50O
rs., e amia continua a | eibineha du algo-
dfiozinho, com tui|ue de avaria a 1,280 e
1,5C0 rs. a pega.
Novas cortes de rliita a 1,7Go, 2 e.
2,*2oo rs. c inadapolao liiupo a
2.2oo rs. a pega.
.Na rus do Cjcspo, loja da esquina que
voita para a Cadeia, vende-sc cortes de chi-
ta com 12covados menos a 1.760, 2e 2.200
rs., lindos COI tes de casimira de boa quali-
dade a 6,100 is., e os muito acreditado-, co-
bertores de tpele a 720 rs. e oulras mui-
tas lazemas por prego como o lo
Venc-se sal du Ass bordo da escu-
na nacional Murta f/r/Hinn.funde a na voi-
ta do t'oit'i do Mallo, trata-se com o capi-
tfio a burdo ou com o consignatario da mes-
ma Luis Jos de Sa Araujo, rua da Ciuz
n. 33.
\ ciiilfin-k | egas de chita, conten- ^
do 4, 5 e apedaces de dillerentes pa- 1
d oes a 100 rs. o covado; dilasdu e
superior qlidade egoslo a 120 rs., |>
he esta a I,.ven.la mais barata que S
lem apparcrido : na loja do sobrado ^
aman lio da rua do ueimado u. 29 ^
fc#S#C 1B8*^4i>
pe.as de
ac, cabos de manillia e de linlio,
sacos rom farelo, ludo por com-L^. v
modo preco : na rua do Trapiche dar, as obras seguimes: Historia denapoieao
' por Nomos 4 v., bisloria da revolur.o fran-
H. II CCM por Thiersi) v., pensair.onlos e uiaaiiuas
AOS SENHORF.S OURIVES. I pelo contclbeiro BiltOlS v Oinonge de Cistei
Ferrainciita completa para ivi(o de ourivea por A. Ih-iculanu 2 v,, o antleiislo por Julic
entre ella prfa de inivo gosio : na loja de fer- de lourneforl 2 v, obras d'Alonida Uarre
rageus n. 6 A da na da Cadeia du HcLle de > 7 v Ji'iooyiiio l'aturot em procura de una
Aulouio Joiquiui Vidal.
i|ucm tractar
Vende-se o engenho Prejuhi, na fre-
guezia de guarass, moente n correle,
com safra criada, tcm boas madairas o por-
to de embarque : quem o pretender enten-
di-se com Francisco Civalcanli Jaime Gal-
vito, proprieti_rio o morador no mesmo.
-- Venilem-se 12 escravos, sendo unii
preta mega insjene engommadeira, costu-
reira, borda, e faz doce de todas as quali-
dides e bolinhos, s se vende para o matto
on fra da provincia; cinco pretas comalgu-
mas habilidades e quitandeiras, um mulati-
nho do 11; a unos bom para pagem e co,ieiro.
Ires pretos bons para lodo o servigo, urna
bonita parelha de pretos perfeilos carrega-
dores de cadeirinha, muito bons remadores
o de muito boa conducta, o que se afianca:
na rua da Cadeia do llecife n. 51, prior.eiro
andar.
Vende-se urna linda correnle
de ouro do nelhor gosto poasivel,
por preco commodo : na rui No-
va, loja de Jos Joaquim iiloreira
& ('.
-- Vendem-se 10 escravos, sendo mole-
cotes, de idade de 16 a 2) annos, um delles
he olicial depedreiro; 1 dito de meia ida-
de ; 2 negrinhas de 16 a 18 annos, creoulas;
4ditas boas quitandeiras; 1 escrava de ida-
de de 16 annos; coze, engo-nma e cozinha,
de bonita figura : na rua Direita n. 3.
-- Vendem se bragos de balar ga proprios
para b^lcao do autor Romlo peneiras
grandes de rame e perfuma lores de lalio:
na loja de ferragens n 56 A, de Antonio Joa-
quim Vidal, na rua da Cadeia do llecife.
--No armazem de materiaos, defronto dos
Martyrios, vendem-se lijlos deladrilho, a
2,600 rs. o cento. etelhas a 3,200 rs. o cen-
lo, botados na obra. ,
-- Vendem-se bons e cirnudos quaitos,
por commodo prego, o alugam-se outros
oara passeios e viagens : na cavalarice Jun-
to ao Ik t I commercio.
Coentro da trra.
\ n.i -ir coentro da Ierra muito novo a 32
rs. a garrafa, juntamente diversas qualidadea
de seinentes de hortalices vinda do Porto, por
prcvo muito commodo : na rua Direita venda
i. "0, esquina do Hccco dos Peccados Mor-
taes.
Attcngao !
Na rua da Cadeia do Itecife, loja de Cu-
nta Amorim n. 50, vemlem-se cortes de
casemiras escuras, pelo barato preco de
1,000 rs. o corle, panno mescladn para pa-
litos a 2,00o rs o covado, msdapoIBo muito
solTrivel a 2,500 rs. a pega e Icio a 3,100 e
i.ooo rs rlscadinhos muito linos e largos,
fazeoda que nOo deslila a 200 rs. o covado,
Jilos de cassa a 160 rs. o covado, chapeos
deso de seda a 5,000 rs. e oulras multas
fazendas por pregos biralissimos como dia-
les de 13a esouros a 1,600 rs., panno lino
asul a 3,500 rs., e'verde a 4,600 rs. o co-
vado
i.tivns de pellica a I.Goo vs. o par.
Na rua do Queimado, defronle do becco
do Peixe Frito, vende-so kvas de pellica
ponto inglez para homem muilo finas, pelo
liaralissiuio prego de cinco palacas o par.
Vciulc-sc
manteiga ingUza a 560, 640 e720 rs. a libia,
dita frauceza 500 e 560 rs., vmho verde
superior a 200 rs. a garrafa, cal primeira
sorte a 160 rs. a libra e em porcio mais em
cunta ervilhas a 160 rs linguigas do Rio a
Hlllrs., m|;is da trra 320 is. a libra, pa-
pe! i/ ni prolina a 2,800 rs. a resma e todoa
os mais gneros a proporgo: as ruadas
CruseS primeira venda pintada de azul,
-- Vndele una linda escrava de 20 an-
r os di; idade, que sabe bem engomniar, co-
liohar, c tem defeitos: na rua de Sania Hi-
ta u 14.
Vende-se um lindo molecote de 20 an-
nos de idade, e o motivo da venda de por
o Sr. >c i finar para fra do imperio: tu
rua Augusta Cuudiani vende os seus dous
escravos Pedro e Izidro, sendo ambos de
muito bonita figura, perfeilos carregadores
de cadeirinha^ remadores e habis no servi-
go interno de urna casa ; para ve-Ios e tra-
tar, na rua da Praia da Cadeia casa por ci-
ma do botequim do Sr.Paiva, primeiro
andar.
VcnJem-se as seguinles se-
mentes:
de aboi, ditas de ditas ingleas, ditas de ra-
baos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
blas de Setubal, dilas de alfaee allama,
dilas rei'olhudas, ditas de cve ti Indiada, di-
tas tas de coentro de loceira, ditaa de salsa, ditas
de tomates grandes, ditai de repolho, ditas de
espinafre, ditas de pipinella, dilas de aipo,
frijo, carrapato de Ires qualidades, ervildas
tollas e direitas, rabauetcs encamados e bran-
cos : na rua da Cruz n. 4G, delroute do Ur.
Cosme. I^a inesina casa veiidem-sc queijosin-
glezes muito frescaes.
Para quem piizei* gaiiliar dl-
n helio.
Vende-se um rosmorama composto de
muitas vistas, das mais bellas e importantes
parles do mondo, e todos os seus pertences,
como vidros e candieiros, etc. ; qualquer
pessoa que queira fazer fortuna, j viajan-
do pelas capitaes das provincias, como pe-
las cidades e villas do interior, nilo deixa-
r du colhermuilos lucros,allendendo prin-
cipalmente, que nos lugares do iuterior,
pouco ou nada he condecido es-e passa-
iempo e genero de recreio com o qunl
muito aproverlarSo os liahilantes do cen-
naes, o que poder produzir grande con-
currencia de admiradores, o dest'arte em
poucos mezes, ter-se-ha feito boa fortuna :
irnta-se na rua do Sol n. 15.
Deposito de cal e pjtassa.
No armazem da rua da Cadeia do Peclfe n.
12, da multo superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potatsa chegada ltimamente a
preco muito rasoaveia. \
I 'a/r mas por a nictade de sen va-
lor, na na do Crespn.6.
Cortes de chita fina?, com 12covados, a
1,920 rs : dito de cassa chita, a 2,400 e 2,800
rs.; chapeos de maga pretos. a 800 e 1,000
rs.; corles de brim iistrado delinbo puro
a 2,000 rs.; slparka de cordSo proprias para
casacas e sobrecasacas, a 800 rs., o covado
e muitisoutras fazendas baratas: na loja
Cima referida.
~ Vende-se um grande sitio no lugar do
Manguinho, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros.com grande casa de viven-
da, de quatro agois, grande son/alia, co-
cheira, estribaria. baixa de capim que sus-
tenta 3 i cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na rua da Con-
cordia.primeiro sobrado novo de um andar.
AGLNCIA
da fund.cS Low-Moor.
RUA DA SEZAI.LA NOVA .N. 42.
Neste eslabeleeimento conli-
ufa a lia ver um completo orti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de lodos os lamanhos, pa-
ra dito.
Copos para vinho c para agoa
de qualidade multo superior : vendem-se em
casa de Kalkniann Irinaos, rua da Crui n. 10,
aonde tambem ha grande sorlimento de appa-
relhos de vidro fino para sobremesa, para agoa,
para ponche, cestos e vaso para llores c para
frutas.
Vinhos finos
de hordeaux, vinhodc Heres, vinho do Rdci-
no, vindo de Bordeaux branco de idade de 100
annos : vendem-se cm casa de Kalkmann Ir-
maos, rua da Crui n. 10.
Charutos de llavana
de superiores qualidades : vendem-se em ca-
sa de Kalkmann Irinos, rua da Cruz n. 10.
nstrumentos de msica
edegou novamente um completo sorlimento
de Instrumentos para msica militar, recom-
incnda-se principalmente os piates, pralos
verdadeiros daTurquia, tlaulins, llantas, bai-
os, corneta de chave, clarius liso e de cha-
vea, violdea riquissimos de Jacaranda, clari-
netas, trombones, trompas, caixas de guerra,
/abombas e arcos de campainhas : vendem-se
cm cnsa de Kalkmann Iriniios, rua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vendem-se cm casa de Ka k-
uiann Irinos, rua da Cruz n. 10.
I.ivios em hranco
grande sorlimento proprio para escriptorio e
qualquer oulro eslabeleeimento : vendem-se
em easa de Kalkinaun li oaos, rua da Cruz
n. 10.
Cadeiras e sof.ies
para menioos : vendem-se eir. c'asa de Kalk-
mann Irinos, rua da Cruz n. 10.
Vinho de Champagne
de superiores qualidades : vende-sc mi casa
de Kalkinanu Irinos, rua da Cruz n. 10.
Obras de ouro
edegou um novo c completo sorlimento de to-
das as qualidades, corno sejain, correnles pa-
ra relogios, aunis, pulceiras, alunles, ade-
refos, brincos, vollas, etc. : vendem-se em
casa de Kalkiiianii limaos, rua da Cruz nu-
mero 10.
Vendem-se na travessa da Madre
Dos n. 5.
Erva inalif.
Fumo em lolln. ',
F&rinha d mandioca.
Gigos de garrafas prelas e
brancas.
Hullias para ditas.
Ancoras de peroha.
ejiusitu de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha. Vende-se em casa de Domingos Al- *:
ves Matbeus, na rua da Cruz do Re- r'[
cife n. 52, primeiro andar, algndo
PiMiHBBMBaasaBB9P*ffftHl^k\.-:77^^ > ^
quo existe. Os frsscos-dtnlss de Bristol
leom mais de quntro tamanhos dos de sal-
sa de Sands entretanto que os de Uristol
se vendem por 5,000 rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa do Vilal l.apupo, e em Pernambuco
na botica de Jos Maria Gongalvcs Ramos,
na ruadosQuarlcis pegado ao quartel do
polica.
Vendeni-se colleecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a pnle do Hecife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de 01inda,a ponte do Ca-
chang, Poco-da-1'anella, e a rua
da Cruz com o arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas^ de
Pernambuco: na rua da Cruz, n.
10. casn 1 -. hilkmaims lrniuo.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6", 8 e io,
lundioao de ferro.' .
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cnmbfio de sicupira c bracos
de ferro : na fundic3o da rua do
Brum ns. 6, 8 e io.
Tnlxns para eiigenlio.
Na funiligo de ferro da rua do Drum,
acaba-se de receher um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, ai
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promplido embarcim-se, ou
em carros sem
10
carregam-so
comprador.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se ludo por pregos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim n. 35.
Algodiio pnra suecos. f,
Vende-se muito bom algodiio pafa #|
saceos de assucar, por prego commo- fyi
do : em casa de Ricardo Royle, ni $|
rua da Cadeia n. 37. @
Fazenda mais barnta do que em
outra pirte.
.Cobertores de algodo escuro para quem
lem fri a 720 rs. cada um, crlerde brim
branco trancado de liuho puro a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,600 rs. o corte, riscados de II-
nho a 220 e 320 rs. o covado, riscado de algo-
do luiii.iilii muito encorpado proprio para
cscravo a 180 c aOO rs. o covado, picote a 180
rs o covado, zuarte aiul de 5 palmos de lar-
gura a ?40 rs. o covado, dito de cor 200 ra. p
covado, riscado francez multo fios a 240 ra. o
covado, chita para coberlas decoies fixas a200
rs. o covado, dilas para vestidos a 160 e l80 rs.,
casta dula cores fixaa a 440 rs. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 rs. o covado,
pe9aa de cassa de quadros para babadot e cor-
tinados de cama com 8 varas e meia a J.4U0
ra.. chapeos de massa para escravos a 480 rs.
cada um : na rua do Crespo n. 6.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurori, em S. Amaro,
vendem-se. arados de ferro de diversos mo-
delos.
locndna superiores.
Na fundigo de C. Starr & Compendia,
nm s.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, do um modelo e
construcgSo muilo superior
Potussu (la Riissin.
Vende-se pottssa di Russia, recentamen-
te chegada, e de muito superior qualidade ,
na ruado Trapiche n. 17.
Tecido de algodiio trancado na fa-
brica de Todos os-Santos.
Ma rua da Cadeia n. -r>,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
cravos.
[f transado daquella fabrica, muito pro-
i posivu social, por Hiplito Kulle 1 v CJuar- i tro, ven lo bellas e curiosas vistas orii-
sS
prio para saceos e roupa de escra- ^
^ vus, assim como lio proprio para re- ^j
1+ des de pescar e pavios para veilas, <-
jr por prego muito commo lo. <
AAAAAAAA/9i!lAiA.AAA.!ft**
Coiillnua-se a vender agoa de fazer ao
cabellos e suissas pretas : ni rua do Queimdo.
leja de ferragens n. 31.
Vendem-se amarras do ferro : na rua
di Senzalla nova n. ('2.
Moinhos de vento
eom bombas do repucho para rogar l.ortis
d baixas de, capim : vendem-se na fundigo
de Rowman 6l Me. Callum, na rua do I'.miiii
ns. 6,8a 10.
HltESTOI. SALS.M'AllRILIIA AMKRICANA
Milkor e M(tl$ extraordinaria do mundo.
Preservaliva infallivel contra as fulircs.
A salsa parrilba original egenuia de Bres-
tol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm de um es-
lado de impureza desangue das seerecgOe-
morvidas do figado e, eslomago, e em tos
dosos'casos que neressitam remedios para
purilicar o robustecer o sistema. Km to-
dos os casos de escrophulas, erisipelas, li-
nda enligos cutneas, manchas, bilis, eno
flamagSoo debilidade. nqsolhos, InrhacSi
das glainlolas, dores lombares, aiTerges
rheumtices, dores nos ossos e as juntas
hydorpesia, despepsia, asldmo, dearrhee
desenteria, tosse resfriados, eiiflammagilo
do pulmdes phlhisica quaolo provm da
obslrugau dos bronchios em pessoes escru-
pulosas, i'iillurn/.a, Indigest.lo, icteiicia
debilidade gcral do syslema nervoso, febres
agudas, calores, rnfermidades das molhe-
res enfermidades biliosas, e em todas as
afcegoes provenientes de uso moderado do
mercurio. Rsta salsa parrilha se emprega
com eflicacia em lodos os sobredilos casos,
a he reconhecids como a niclhor medicina
Escravos futidos.
Uesappareceu de bordo do patacho V-i
Iheroy o escravo Martinho, raboclo, eom o
signnes seguinles : baixo c grosso do corpo,
denles abertos na frente, suissas debaixo do
queixo, levando vestido caiga de zuarte azul,
camisa, de riscado azul e branco, jaqueta de
panno, chapeo de palha coberto de brim olia-
(lo : quem o pegar, leve-o a bordo do dito pa-
tacho, ou ao escriptorio de viuva Gaudino t
Fildo, rua da Cruz n. 60, que o recompensar
generosamenle
No dia l6do corrente desapareceo da casa
do Sr. Jos Carneiro, eom venda na> Sinco-
l'imias, nm preto de nonie J.ui. crilo, Idade
de 3,'i a 4o annos, fulo, alto, grosso, barregu-
do, cara larga, c tesla. cautuda, narit chato, e
grande, pea grandes, carnudos, levou vestido,
carniza de algodao de listra, t croula de Al-
godozinho, e chapeo de palha, este he da
Villa de ( aruar, e velo a esta praga em com-
pandia de seu sendor Jos Poneiano Vale i
quem o peger leve a mesma venda de Jos
Carnelvooque sei gratificado.
AiiM'iiiou-sr sem motivo no dia sena fel-
ra l3 do correnle do 3 andar da casa n. 25 da
rua do Collegio um escravo de na;o Congo
por nome Paulo, 30 anuos de idade, estatua
ordinaria, cor bem preta, pouca barba, e com
uiii3 cicatriz na parte inferior da tace direita :
l'.i'i oini ii.i.i..- r e pede-sc a sua captura a po-
lica, e capiuies de campo, c se gratificara,
e pagar-.c-h qualquer depesa que com elle
se lizcr. *
: Desapareceu no dia 3 do crranle mez,
um moleque crioulo por nome Gabriel, i .ole
18 annos, foi escravo do Sr. Joao Xavier Car-
neiro da (..linda, lem ns seguintes siguaes cor
fulla, pazes bastante largas, signaes da bexi-
gas no rosto bastante saldadas, pe um tanto
largos, carniza de algodoiinho branco auja,
cal^a de algodao azul, cbelo corlado rente,
vriii Un' crescendo sollo, cabeca redonda, ti-
le moleque supde-se que fose para o sul por
la ter irinos ; roga-se as autoridades policia-
es, e capites de campos, hajam de o appre-
cuder e Irvar a seu sendor em Ulinda nolll-
gar do vaiailouio venda n. 10 de Jos Karboia
de Seo/.i, que gratificar generosamente
P:nrv. rVrVTv'.wi'-'M.T.ni Taki a-
ii cciwri


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EA6UH4C21_EQK1Q9 INGEST_TIME 2013-04-13T00:55:19Z PACKAGE AA00011611_06373
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES