Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06369


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Full Text
Anno
XXVII
Sabbaclo.4
PARTIDAS 90S COBBEIOS.
Goianna c Parahiba, > segundas e sextas feiras.
llio-Grandc-do-Nortc,. todas as quintas feiras ao
meio-dia.
Garanbuos e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista c Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os da.
Phasks da lea.
raZMEHIDEl
fNova, a 30, as 0 h. c27 m. da t.
Cresc. a 0, as 4h. e 8 m. da t.
Chela, a i3, as 4 h. e 4 m. da t.
Ming. a 21, as 3 h. c 42 m. da t.
de Jurihodet851.
N. 134
PIA8 S SEWAKA.
PBEAMAa DE HOJE
| J heijo da BvmcmrqXo.
Por tres niezesfadlntados)
Por seis inezes
Por uin anno. Vj/UW
o Seg. >jfif< Primciraoitava do Espirito Santo.
10 Tere, iff 2. dla.S. Primo. Aud. dr Chae., do
J. da 2 varado c. e dos faltos da faz.cnda.
11 Quart. S. Bernab. Aud. do J. da 2. vara.
12 Qulnt. S. Onofre. Aud. orf. e do J. m. da
piinieira vara.
13 Sen. >> ; S. \nloiuo,
14 Sab. S. D.gna. Aud. da Cli. c do J. da 2. vara
do civel.
15 Doiii. daSS. Trlndadc.
Priineira s 4 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda s 4 horas c 54 minutos da ininhaa.
CAMBIO DE l-A JHO.
.Sobre landres, a2'/, e 27 d. p. 1/000 rs
Pars, 340 por tr. nominal.
u Lisboa, a 1)5
Ouro. Oncas hespanholas....
Moedas de 6/100 vclhas
> de 6/100 novas
i de 4*000......
l'rata.Patacdcs brasileiros...
Pesos columuarios....
Ditos mexicanos.......
2S/000 a
16/000 a
16/000 a
O/uOO a
1/940 a
l/o:tO a
1/700 l
28/5011
161900
16J20O
9/11)
1/151
l/)40
1/76H
mm^'''*'*''^'-'1''?^'^^^^^',^^^^^^-'^'^-
^-J^^!.^ASiM<^^J^:^vrv^^>*^^i3a^aff^^r^^wwa;^aR1
PARTE OFICBAL.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, presidente
do tribunal do thesouro nacional, reconhecen-
dp pela experiencia e continuadas represenla-
edrs dos juizese procuradores dojuizo dos fei-
tos da fazenda, a urgente necessidade -de pro-
videncias que removain os cuibaracos, que
principal, e rnaii elfectlvanienle obstam a
piGinpta t>rar,yauud* los lucios juolclarlos, a que se reccorre quando
todos os outros se tcem tornado improflcuos ;
e inteirado de que seonalogram as mais das ve-
tes os bons resultados das medidas tomadas,
por falla dosupprimento de quanlias adianla-
las para a promoco das diligencias nocessa-
rias, que nao he possivcl eflectuar sem despe-
7.a : ordena que, einquanto por acto legislativo
le nao decretaren! mais ampias providencias,
se observe o srguinte:
Art. I. Os jiii/.rs, oscrlves, procuradores c
ofliciaes de justica do juito dos feitos da fazen-
da, que vencem ordenados, nao recebero sa-
lai ios, assignaturas e bracagens dos actos c di-
ligencias, que fizrem nos processos promovi-
dos meramente cx-oflicio, por interesse da fa-
zenda nacional, como sao os de inventario, de-
marcarlo e descripcao de terrenos e predios
xiacionaes, e da suaincorporaban, e quaesquer
outros de exames, villoras, sem opposico ou
conlestaco de partes.
Quando porm esses actos e diligencias fo-
j-em fcitas fura da residencia dojuizo, se Ihes
abonar urna diaria para caminho, c estada por
inctade da eslabelrcida no regiment de 10 de
outubro de 1754; regulando-se as dos procu-
radores pelas quen'esse regiment se estabe-
lecero para os juizes de fra c orphaos.
Art. 2. Nos processos contenciosos de qual-
quer natureza, os ditos juizes, rscrives, pro-
curadores e oluciars de justica nao recebero
os salarios, assignaluras e bracagens, que Ihes
Idii ni devidas dos actos c diligencias que re-
quercrem, e prouiovcrcm os procuradores do
Juizo dos Jeitos, ou outros agentes da fazenda
ii.icuin.il ; mas nos mesmos processos Ibes se-
rao averbados para afinal Ih'os pagarem as par-
tes vencidas; nada havendo da fazenda naci
nal, se lor ella que decahir. (L. de 28 de outu-
bro de 1848, artigo 50.)
. Art. 3. Se os actos e diligencias tiverem de
ser fellas fra da residencia do juizo, percebe-
rao a diaria para caminho e estada na forma do
regiment de 10 de oulubro de >754.
Art. 4. Os juizes, escrivies e ofliciaes de fus-
tifa, que nao vencem ordenados, sero pagos
pela fazenda nacional, dos salarios, assignalu-
ras e bracagens, que lhei forein devidas na for-
ma do regiment, a medida que, requeridos
por parte da fazenda nacional, praticarein os
aclos e diligencias de seus oflicios, tamo nos
processos ex-oflicios, c nio nos contenciosos de
qualquer natureza.
Art. 5. Quando para tars actos e diligencias
tiverem de sabir para fra da residencia dojui-
zo, prrccbero adiada na forma do anign 3
INcuhum destes juizes, escrivaes e olliciaes
de justica tero direllu porceuiagcm.
Art 6 Km cada um dos municipios, em que
nao estiver o juio dos feitos, o respectivo juiz
municipal designar um escrivo edoutofli-
ciaes de justica para servirein cm todas as cau-
sas e diligencias da faienda nacional, que no
mismo municipio se trataren! em cumprimen-
li de precalorios, c que sero promovidas pe-
los colletores das rendas geraes segundo as ins-
trueces que Ihes dercni os procuradores do
juizo dos feitos.
Art. 7. A rcspelto dos salarios, assignaturas
e bracagens dos juizes municipaes, escrivaes e
olliciaes de justica, no caso do artigo aulece-
denle, diarias de caminho, e estada, se obser-
var o determinado nos artigos 3 c 5.
Art, 8. Serao fetas pela fazendswiacional as
despeasnecessarias para extraco aas semen-
cas e precalorios a seu favor, e o transito da
chancellara, para seren levados a deposito os
beus peuhorados, ou removidos de um para
oulro ; lo ni como as das avaliaces, de praca
e outrasdiligeiicias jtidiciacs.
Ar. 9. Para se fcaerein regularmente estas
despesa, o thesouro e as thesoiiraiias entrega-
rlo no principio de cada mez una quaulia ra-
soavel aos procuradores do juno dosfeilos, os
quaesdeveio primcirainenle apresentar acon-
ta do i r < i indo c despendido no inez anteceden-
te: e.quando nao lenha sido sulllciente a quau-
tia dada, se poder augineutar requlsicoiui
tifleada dos dilos procuradores. As diarlas, po
rm serao pagas directamente pelo thesouro e
thesourarias vista das c.ontas f, i tas e laucadas
nos respectivos processos c constantes de cer-
tidiics como visto dos juizes.
Art. 10. Ai despezas mencionadas, que se fi-
zerem nos municipios lia da residenciado
julzo. sero pagas pelos collectorcs das rendas
geraes d'esscs municipios a vista de ordem do
thesouro ou thesourarias que se regularao pe-
lo que tic a determinado.
Arl. II. Em lodosos municipios havcraoscis
homens boas e pe itos, designados anuualincu-
te pelos juizes dos feitos e municipaes, a pro-
pona dos ptocuradores dojuizo dos feitos, ou
dos collectorcs, para delles se escollierem op
1 o: amanenle os que devam avahar os bcus
peuhorados, venceudo os salarios c diarias,
conforme o alv-r de 10 de.outubro de 17j1.
Art. 12. As porcentagens para os empreu-
dos do julio coutluuar a ser rizados em b
por ccnto, na conformidade da oidem circular
de 31 de oulubro de 1843 ; e leram dtreilo a
pcrccpco d'ellas em lodos os casos, em que o
pagamento das dividas, cuja cubranca Ihes
for cncarregada, se eilcetuar tin resultado de
suas diligencias.
Art. 13. Entcnder-se-ha que o pagamento
se ellecluou por diligencia dos empregados,
todas as ve/es que se livcr dado cometo ao pro-
cesso execulivopela passagem do mandado, e
ein virtude d'esie se liver ellcctivaniente cita-
do o devedor e intimado para pagar.
Arl. 14. No lliesouro e thesourarias, uo
principio de cada mez, se far a coula das por-
centagens, que loiein devidas ao empregados,
dos juiso dos feitos, das quanlias que tiverem
entrado no cofre no mez antecedente em vir-
tude de su i, deligencias, lormaiido-se a lolba
para seren pagas.
Arl. 15. Quando os colieclores entraren! com
as quanlias, que tiverem arrecadado em virtu-
de dos precalorios do juizo dos feitos, e dili-
gencias por clles promovidas, se Ihes levara
em coma oque tiverem despendido a vista da
cunta feila uos proetsso, ou por ccrttdao e
das quitacucj.
Art- 16. Alt'ui do couteudo nos arligos an-
tecedentes, Scao em vigor, para serem obser-
vadas, as disposiedes das seguntcs ordens do
thesouro publico nacional:
N. 75 de l4 de outubro de 1843.
N. 87 de3l de outubro de 1848.
N 81 de 26 de a gosto de 1844, excepciio da
ultima parte ras pal.ivr.it fleando sujei-
tos. etc.
y. 144 de 20 de dezembro de 1845.
N. 80 de 3 de setembro de 1846.
N. I33dc9 de noveinliro de 1846.
N. lej de 28 de Janeiro de 1848.
M de 28 de tevereiro de i4;l, excepto o fi-
nal as palavras observando-se a respei-
to. etc.
N. 182 de 24 de oulubro de (850, excepcao
das ultimas palavras devendo poreui, at o
din.
N. 194 de 6 de novembro do 1950.
Art. 17. Fico revogadas todas as demais
ordens em contrario.
Rio de Janeiro, 28de abril de iS.V. ],.,-
quim Jnti Hodt iguei Torren
EXTERKm.
SOCECO E CONFlA^CA,
Tal deve sera senda da Franca Inteira, do
povo e da industria, do trabalho e da proprie-
dade.
Da s:tuar.;in creada em 10 de abril, eque al-
guns jornaes aponlam como amcacadora, nein
Rao de sahir revoluedes, nem golpes de estado,
nein prnrogacan de poderes, nem reviso da
constiluicao. Quanto a iuis, o novo gabinete
nao he Inais do que o herdeiro legitimo de seus
predecessores ; lem o seu motivo de existencia
na lgica dos factos. He a concequencia ne-
cessaria de urna poltica com a qual nao quiz
romper o presidente : he a ultima expresso
dessa poltica ; c julgamos que bem longe de
acarrelar crises, confirmar, dissipando peri-^
gosas illusoes, a tranquildadedo-pai eopor-
vir da repblica .'
A rcaccao do Elyseu dsse com efl'eitoa sua
p.ilavra extrema. Est em armas em toda a li-
nha ; mellen n seu ultimo hnmem poltico, o
seu ultimo soldado: Mr. Lon Faucher adia-
se frente da administraciio Mr. Baragtiar-
d'Killiers eommanda o esercitn de Parii. A si-
luacao aeha-se aclarada ; o esforc.o he supre-
mo ;ser estril.
He o pllanlasma das ameapas contlouu, daa
solu. eS inaudilas que a final toma corpo .
mas um vulto de phantasma, que nem he pre-
ciso que a Franca assopre para o faier desappa-
recer. Desfar-se-ha pela aecao dissolvente dos-
acres vapores que o cumpoem, e o horizonte
fuar desempoeirado.
O povo permanecer nos seus arraiaes ; os
partidos lomian liicos da assembla se posta-
rifo de senlinella. Toda esta grande parada
desfilar perame a consliluco, para balsar
impotencia e ao esquecimeuto. Toda a forca
do presidente da repblica estribava-se pela
elei{o de 10 de dezembro no sutt'ragin univer-
sal a lei de 31 de malo deslncou de salto o
centro da gravidade ; a queda torna-se inevila-
velem 1852 Tal he a regra Implacavel do equi-
librio, tanto em poltica, como em silica nin
gurm pode reagir contra ella.
Dentro de um anuo, nao tirar a M. Louis
Napolen l'onaparte no meio dos fragmentos
da sua popularidade, mais do que o pezar de
ter correspondido mal confianca de una
grande naco ; de ter as maos as chaves do
futuro, de estar collocado no liminar de ditas
rivlisardes, senhor de dar um immenso im-
pulso revolucaodc que era filho, ao progres-
so que o elegra, c seut coinprehender o seu
quinho na historia, seta ter a coragem de ca-
inlnbar pela estrada que se Ihe patcnteava,
para subir gloria e deixar noa animes do mun-
do um nome ainda maior do que esse, cujo
prestigio elle escureceu.
Carregar tristemente coro o lulo da autori-
dade sobre o inundo; cerrar o periodo dos
nesquinhos monarchas; sero Itomulo Au-
gustu lo da realera constitucional; quando po-
da ser o prinielro dos reformadores, mais ex-
celso na velha Europa do que Washington na
joven America, com todas as riquezas de urna
civilisacao llorecenle, com ludo o que Ihedel-
lara em heranca um passade de quatone se-
cutas. Fechou-se no recinto da sua csterilida-
de, e o novo lahincte nao lera torcas de o fa-
zer sahir dalli. Imptenle na presenya do di-
reilo, recuar forcosanienle perante o empre-
go da forca. lie urna can.i pintada da cor do
ferro.
K comtudo nada o contraria. A assembla ?
F.ssa esl adiada sem deixar sequer urna com-
misso permanente.Mr. Changarnier ? Este
nem j eommanda o exercito de Parla.Os par-
tidos realistas que conspiravam, segundo se
dilia, sombra da sua fonnidavel espads? _0
gladio esl partido e os trocos andam as maos
do puder.Por otttra parle os legiilmistases-
lo mullo a/.afumados em fabricar litas vtr-
di-ehambord matisadas de lizes brancas, que
tratidas galbardamente pelas galantes castel-
laas nao deixaro de cnlhusiasmar os vassa-
los. (He faci, e se for preciso cilar-se-ha o
fabricante ) O povo ? Est desarmado c dcixa
correr as cousas descansado na placidez de seu
direlto.A opiniao publica ? Mr. Len Fau-
cher allirma ser ella o mais firme apoio do no-
vo gabinete.
Enlao, nao parece fcil abrir a marcha tri-
umphal do Elyse para as Tulherlas, mandan-
do formar em alas os regitnenlos mais afeicoa-
dos ? tina o farSo : porque esl.io certos deque
a carrocado iriumpho esbarraiia ao primeiro
pi.sso.i- se rccolhcrian, como os antigos ro-
manos, amedrantados de sinistros presagios.
Com elt'cilo, em 2o de dezembro de 1848,
Mi.....i-, seis milhes de votos acclamavam o
nome de Jispoleo, que ( digam o que quize-
rein J nao recordava a ordem eslabelecida,
maso imperio triumphante e depois proscrip-
to c insultado pelas hordes estrangeiras, quein
eiao ministrado interior? Mr. Len Faucher,
o que o he agora. Ento, a onda da opiniao
publica vos levava, de um modo incontcsia-
vel, com magestosa soberana ; cntao nada ou-
sastes e eris fortes, eris a nova Franca, re-
presentareis a um tempo a gloria e a liberdade.
_lloje nada farels ; porque sois fracos ; por-
que renegastes de vossa origem ; porque nao
representaes o futuro, mas u passado ; porque
liguraes o arbitrario, isto be o despotismo sem
audacia, sem franqueza, sem grandiosidad^.
Nada porlanlo podem ; nada teularao fra de
pat lamento.
y assembla o poder temante si urna maio-
ria dividida, c una miiiuiia compacta, apoiada
na coustiluico, decidida a nao consentir que
.vLaJiii, iinn -
se toque nesta senao por meio do suflragio
universal ; 220 votos que volain como um s
homem contra a revisao. Para a obter seria
pois necessario, como para o golpe de eslado,
empregar a violencia.
Onde se achara batalhfles de granadriros que
forc o recinto da assembla uaoinn.il ?
Onde se achara o general que \cnha Intimar
representacao nacional que ellaarabou o sen
mandato?
Onde se adrar o homem que ousar dar a
seus soldadas a ordem de espauear. no meio da
iMvau irunida, os rrpi.-seniauirs da naco,
fortes com o direito violado?
E desta vez nao seria, como nodia 18 t/rumai-
re, um general victorioso jogandose em pro-
veito seu as vasas da sua ambicio, envidando a
sua cabera: mas sim delegados secundarios,
homens que lem de accordar entre si o arris-
car ludo, ben, familia, eonsider.icao, honra e
a villa, para assegurar alguns (lias de poder a
11 ni amo, com a gratido do qual nn podem
contar eertamenle. Nao se lembrario do ex-
emplo de Sicvcs?
Ser tudo isto ohimericu ? Nao ser o lgu-
bre pezadello de um terror infantil ?
Nao foram Junle I.efevre os que se apre-
sen! iram ao consellio dos quinlientos t foi Ito-
napartc, c elle julgou, ao entrar, perdido o
jogo.
No foram I.udloiv e Harrisson que vieram
fechar as portas do Loiig-I'arliaiiicnt ; foi o
proprio Croinwcll.
t'romwell e onaparte ti.ili.illiav.ini para >i;
arriscavam a sua prnpria fortuna. Ambos
cingiam a espada victoriosa que linha salvado
a revolucan no seu paii. Ambos avancaiam
para o futuro, c nao relrocediam para o pas-
sado.
Demais dsso, foi o proprio-Mr. l.eon Fau-
cher quein nos disse na sua sup|dica n assem-
bla em II de alu 11 ulliino : Os 18 de bul-
maire nao sao j do nosso lempo. E o que
he a revisao anticonstitucional da consiitui-
cao ? l ni 18 bruuiairc.
N.io ha a laques possvei*, porlanlo nao ha
revoluedes a uinrr. Osovcrno nao jogar*a
uni, iiiio lem probabilidades de g.iuhar. O
povo lamben) alio jugar, poique nada quer
perder, e o lempo j >ga por elle.
A Franca, a assembla, o presdeme, escor-
regar .intranquilamente pe-, declive al maio
de iS.'i', sem clsese sem abalns, talvez sem
sntsnrro. Que iiiipnrtaiu ;os murmurios das
faeces ao socego c a cunliaufa do pas !
( Pruit)
( Ifaroufio de Setembro.
assassacasrMsssiBBDasBasaiaswiaiiwiii! nic u>.

nossa provincia gosir de semelhantes vanta-
gens, por va de um banco no Rio de Janeiro ?
''remos que nao ; porque em razao da lon-
giuide nao he possiv. I suppor, que opapel de
cominercio desta praca posaa ier aceito no
banco do Rio de Janeiro; c ainda quando o
banco Ilri/i', ao tomar maior extenco,
vesse a dar dinheiro sol liypothera, o empre-
sario de industria, e o Sr. de engenhn d'aqui
se nao pnderiain utilizar desse recurso, que
tan somente prestarla sorvicos aos industries
c fasendeiros da corte. Agora pelo que toca
: IHICUUI'IIUS u.l tull-, \.;-ii.i |>r.lu -1 i i i .-.jj...... h,v><*----- -----
aos capitales! -de nernambuco, tambem nilojram a presentado! ao go'
Iccni elles vantagem alguma ein lomar accfleifhidoi de archivos puhl
do banco Bra/.il ; pois nao he postlvel vistos eexaminados por
que ellas deem lucero igual ao premio do di-
nheiro em nossa Ierra.
Assim, venios, que o favor que nos l'.isem o
Srs. directores do banco, he meramente illu-
zoro ; e de mais diremos, que nos ser mu
prejudicial, e que se os Srs. Amorim e Irmos
cousrguissem vender as mil aeces, nos
caiizariaui ne cessarianicnte grande, dan-
no ; porque u nosso meio circulante deiniuul-
ii-i em consequeucia dos qtiinlientos contos
invi utos para o Rio de Janeiro, o premio do
dinheiro entre nos havia de subir, c mais di-
licil seria para o futuro a fundacao de um ban-
co se mellianle em Pernanibuco.
O banco r.isil smenlc proporciona van-
tagen ao negociante llumineuse, o qual com
fac I i da de de.-contara as suas le tiras; e como la
o meio circuanle ha de augmentar o premio
do dinheiro aliaivar necessariamenle. Pelo
que, para o Rio de Janeiro, o banco pode .ser
de glande mlidade, mas para o negocenlo di
l'eriiaiiiliuco ofl'erecera com pouca dillerenca
as mesmas v-iniagens, que aciii.iiiucnte, poi
va ilns vapores da Enrona, ollerrccm os hin-
cos de Franca e de Londres. K sem que pre-
tendamos i Henil- i adssenhores delpaneina e
Irioco, acciesce que estes bancos, em virtude
do crcdiio secular de que BoalU sao incontcs-
tavelmcnte prefirves.
Porlanlo, se aqu liearem as mil accoes, o
numerarlo no i'.io de Janeiro tcr. mais qui-
nhentos contos, c a praca de Pcrnambuoo sef-
frer evidememenle um desfalque de Igual
qiianlia; o juro dn dinheiro l abaixar, ao
passo que ha de augmentar aqu; eossrnho-
res Amorim 8 irmos, em vei de fazer iitnbem
a esta praca, oggravar-lbe-hSo ainda mais as
agonas da miseria em que se estoicc.
&.' vista, poft, das considcracei expendidas,
o que compre, he queso leiinam os negocian-
tes e a ag cultores de Pernamhuco, efunJcm
um banco l'einambue.ino. Acabe o governo
pela sua parte com a lei do juro Convencional,
esse cancroqoe ri e as entranhas da nossa so-
cjedade, e veremos baixtr o premio do dlnlici-
ro, nppaircrr os captaes, c o agricultor eman-
cipar-se dn jugo dos usurarios,
Hecife, 12 de jtinho de Ig5l.
L'm l'ertiiimbucano.
Coa liiiiicafo.
O drama histricol.viz tic Camo'cs lem
hoje de subir scena uo i lo .un, de Apollo em
beneficio da cantora, n Sra. tartrlta Landa.
Os'rntrealos lem le ser preenchidos com
varias pecas de msica das operes italianas I ...
Gemina de Veigi Anilla t olumella e s"- /iftotorM.-Prevakeendo-se de intrigas
Sommambula, rxecutadas pela beneficiada., e tenebrosos, e aproveitindo-Te Ulver, da boa
pelo Sr. Vasco. I "' Nada diremos em rclaco ao drama, por que' de algnns, o Sr. Manoel Elias de Moma, pode
hcasiaz conliecido do publico, e lano mais! conseguir d.i cmara innnicip.il desla cidade,
ca reputacodo Sr. tina deliberado contra miiii. a respe!la d
ip.inin ao inriei imento
t '.ii i un raes. e da Sra. Maria Leopoldina, san gas
raines safiielentrs a sua boa eiecuco- Da
nesina sorte, nao pielendeinos aveniurar a
nenor ideia, e opiniao quanto s msicas que
vo ser cantadas, pois que Ins;.un os nomes
dos ciis autores para demonstrar por demais
o que ellas sao, e o que valem.
O noto ti ni porm he nicamente chamar a
altencao do generoso publico pernambucano
para se dgnar prnie^er esla insigne artista na
noite do seu beneficio.
A Sra. Landa he na realidad,- tuna das prin-
cipaes cantoras : discipula do conservatorio de
pars e enmpanheira das Malihran e Grisi,
sempre foi ouvida com especial aerado c ap-
plaudda pela peifeirn de execucao nos thca-
Iros, onde inlerpretou o pensamenio dos Maes-
tros, e tiailiizu por sua voz sonora e vibrante
as sublimes e variadas couccpces dos Meyeber
e Verdi.
Aportada esta cidade, c em sua eslra no
lio .uro de Santa Isabel excitou a allenco dos
diletantes, e dos verdadeiros .ipreciailores de
seus conheciiiientos nesla arle divina, que tan
perfeilamente ella comprehende e execula. Aos
que a onnhecem, e a ouviram e a lodos quanto mado.
queslo agitada, sobre a Irgilimid.ide e lialii-
litaeao com que lenho exeicido nesta mesma
ridade a arte de pharmacia
alinha botica que roma mais de 14 annos
de existencia, foi em conclusaii mandada fe-
char, c o que mais he. fui en'ui-ullailo no
parecer que una commisso. nomead.i pela
mesma caniaia, il'cnlre os seus mriibrc3,
den s-dii e I I objecln ; pon;m como cima de
tudo isto est a lei e a consciencia que lenho
de ni i mi e do meu lireilo, nem por issi, deseo
do posto em que me coloquei ; porque a opi-
niao publica he severa cm Inzer juslica a
quein a lem.
Nao he preciso discutir nesta, corresponden-
cia a Iniquidade e Injuttlca d'aquelle parecer,
porque no requeriinento, cujo llicor val abai-
xo transcripto, tudo se aclia atlas desenvolvi-
do ; mas como a iiiinlia honra nao contente
que immudera dlante de algumas eiicinus-
tancias graves que acompailhao esse laclo, e
das expressdes iusultuosas rpie me baraliou
a referida commis-ao, emendo que al^utna cau-
sa (levo dizer ao publico.
Ineetad a lula entre mim e Moma fui Inti-
prlo fiscal de Sanio Antonio, par
esejam"con'hecr o mrito"r o laicnt'aVri L'lUES'irf ".' '!"5""T"'.1 /'.'l*'.." '* ""'"!"'"
Landa ousamos fazer um appello para que con-
curran! nesla noite do seu beneficio. Iriliulan-
do-llie as hoinenagens de um sincero opreco,
e i-i tu iii i, de louros quein com lano direito
os merece.
Correspon ciencias.
Senhorc redaclorei. Lemos no seu Diario
n. 124 um communicado assignado pelos Srs.
Amorim c Irmos, no qual nos oflerecem elles
mil aeces do banco de deposito c disconlos,
iiUiiii un i ol I ululado no Ro de Janeiro, sob a
de noininaco de Banco Brasil. Em
qualidade de Pernambucano, a gradecemos
eordtalmcnte ao consclho de direccao do dicto
banco, e aos Srs. Amorim e Irmos os senli-
iiieotos pbilantropicos, que os induziram a
querer estcnJer a esta provincia a influencia e
beneficios de banco llrazil porm ufe-
lismente, por inais que leudamos investigado,
nao vemos ueste banco vaiilagem, nem bene-
ficio algiim para a nossa provincia.
Em geral somostambeiu partidarios do sys
tema de bancos ; e a ulilidade que elles prrs-
tam ao desinvolviuieulo da riquesa de qual-
quer paiz, cm quanto a prudencia Ihes dirige-
as operaces, he de tal evidencia, que nos n.io
daremos ao traballio de desinvolvc-la. las,
se em turno de um banco, que destribue com
liberalidade a arma das conquistas industries,
o crdito, deslnvolve-se grande acinidade e
producn de riquesa, he negavel, que essa ac-
cno benfica se eslende soiuenlc s localidades
vi/ ni has aquella, em que o banco se aclia es-
tabeiecido e como a provincia de Periiain-
Inico esl a iresenlas leguas do banco lira-
zll nao podemos atinar com as vantagens,
que esse uov ->rgo de credielo possa propor-
cionar aos pernambucanos ; a menos que,
pelos seus estatutos, o banco__Brazil baja
de eslabelecer um banco filial em Pernambu-
co, o que nao deparamos uo communicado dos
Sis. Amorim e rmeos,
Com efleito, qual he o lim principal do ban-
co llrazil? descontar. Icttraa de cambio.
E que vantagens proporciona elle ? Aug-
mento do meio circulante, e por consequeucia
baixa no premio do dinheiro. Mas podet. a
xniTsxptamnmattmmtxr
que presuma haver em pessoa que exercem
funeces publicas, seuielhante excesso.
Eu que, ha mais de i4 annos, resido nesta
cidade com domicilio certo, com estabcleci-
mento e propried.ide, c que niantenho rela-
ces com pessoas respeitaveis, no cxcrcieo
dos diieilos chis e polticos, qualificado de
desconbecldo? He muito m vontade, e arelo
que .illrontar directamente a verdade. e ex-
primir una paixao desmedida c exceder os
limites do dever.
Mytteria tenebroso em documento* que fu-
governo imperial, extra*
lieos, c que ja foram
diversas cmaras, in-
Cluslve a desta mesma cidade, quando fune-
cion.ir.iin nutras vereadores que inamlaraiii
registar o meu titulo c me concederain licen-
ca na forma da I i .'
O tribunal da opiniao publica, perante a
rpial apvescntei os ineiis doctimentos, e a dis-
dussio do meu direito, nos Uiirioi de PenMm-
fciieo ns. 08, 04, iOO ; c ante o qual lainbem
aprsenlo a netlcfio abalxo transcripta, julgne
e qualfflque i'ss!* parecer aprescntailo pela
cmara niuuicip.il. Sim, a este'.ribunal invo-
co e s autoiidades Imparciaes? porque i
Moura e s suas tramas soberanamente des-
prezo ; pois os lacios que houver praiieado
serao do publico conliecidos, e por elles, elle;
julgado,
Accusando esse proccdimcnlo da cmara
que attiibuia con'elho de adrogado, infor-
mou-nie o proprio fiscal, que me IntlmoU a
ordem para entregar os documentos qu aquello |iirrcer nao linha sido acoselbado
pelo advogado da cmara, tanto que este para
prevenir disffOftol, e te nao cnlender i|iic:
concorrra com (eb conselho paia pe^as lo .
iojuridioas, chegdra a pedir sin deinlsso*
Dado lato que me declarou o fiscal, augmen-
lei o conceito que ouvia formar do Sr. Dr.
I'aiva, pois que sso provava a l'.ivor de suas
luzes e probldade, e inste caso nao preciso de
maior prava para mosliai quo injusto ti
este parecer.
Se o perecer nao fo| do advogado da cmara,
co.....cicio e declarou o fiscal, cntao he certa
mente produeco ir.ilgum oulio que clandes-
tinamente o recligio, as vistas e inlercssc
ilo Sr. Moura ou de algum individuo que,
aorando legislacao, o organisou pcrfaneln-
riimrnlr, sem salier o i|iie as lius, sobre seme-
llianle assuuipto, tein determinado; e quer
u'aquella, qur neita hypolhese, elle nao po-
de merecer a approvacao da opiniao publica,
c muito menos da aulnridade superior. Do
que acabo (le dizer se v que avicloria que o
Sr. Moma ostenta nao pude tcrduracSo, e que
bem pela contrario, o meu direlto iriumpna-
r a despeilo do acodamento com que a Ini-
quidade o n-iii procurado esmagar, r que r 3
quinto o Sr. Moura nao mostrar que o meu
exercicto de pharinaccullco nao he legal,
visti das lei, nao podci.i ileiiir de ser tldo
como......
CALUMNIADOR.
Qurlriin, Srs. lidiadores, dar publicidade
a estas linlias do sen assignania
hl dn lloclla "manhoi.
Illiu. e F.xm, Sr.Jos da Rocha Parahos,
vcn na conlonnidade do arl. 7^ ila lei de 1."
de oniiilno de iSiS, reccorrer V, Etc. peda-
lo provimentn contra a iojusla deeiso da ca-
ara municipal, do Recite profeiida a favor
de Manoel Elias de Moura contra o supplicanle
sem embargo das disposicoe das leis.couio se
v'do Mario junto Teudo o supplic.iuie fciio
cxiuie, perante a cunara municipal na provin-
cia da Hahfa, em 21 di-marco de i83l. na con-
formidade i'a lei de 30 de aosto de 1828, que
llie conferio as allribiiicoos, consignadas no
20 do airar de 22 de Janeiro de tSltlcesercidu
a pharmacia naquclla provincia, c na das Ala-
goas, veio para Pernambuco, apresentou seu
Ululo legal, lez-lo regislai na cmara munici-
pal, em 26 ile Janeiro de l8.'17, dociiiiicuto n, I,
obleve liceo ca paia abrir botica, documento'
2, entrn a exercer a arte de pharmacia, uog
teiinns do til. 2. I. daa posturas de id de te-
vereiro de 18X1, que emo regiao. Nunca no>
exerelein de sua arle, se aprctentOU laclo al-
gum, pelo qual se moslrasae falla na proinp-
lilicaco dereuicdiot da. botica dosupplicaiue
nem cousa alguma da qual tesultasse u nienoc
prrjilizo ao publico, antes como |iariii.iceuti-
co, lem sido sempre coiisidciado, e reconheci
do, pelo governo, no eierclcio legal de sua ar-
le. A cmara municipal poreui, agora asseu-
toii decidir, que o supplioante precisava de
caria de coiilirniaco, passada pelas escolas de
medicina, ou por oulra auloiidudc ; mas estan-
do expiessineiiic declarado na segunda parte
do artigo i' da lei de 3 de outubro de 1832,
que esla tlel, nao coinprehemlia os botica-
ios, legaluiente auloiisados, em virtude da
lei -interior, he evidentsimo, que a deciso
da cunara, lie iujusla, porque o su|>plicante
esl c.-mpeienteiiieule iialrilitado, por exame,
felto perante a cmara municipal, cm virtude
ila lei anterior, de 30 de agosto de 1828, ii>
do alear de 22 de Janeiro de 1S1O ; c porque,
neiihnma le, lem efleito retroactivo, como ha
CiprcfSO no art. 170 3, da coustiluico ila
imperio. Nem a cmara tein aulnridade para
revogar os aclos c deciies legaes das cmaras
transactas, ja prest-ripios, e i ecoiilii-i idos por
una sussessu de factos, pralicados no dccurso
de i .linios, pois ella nao linha juiisdicao, e
lliperioridade, sobre as cmaras transadas.
Na niesuia lei fundamental, urt. i70Ji, esl
delerminado, (pie uenhuui cidadao, pode i c
obiigado, seno aquillo que est delerminado
por lei, e neiihuiiia lei exigigindo que as pes-
soas approvadas peanle as cmara, deuiau-
dem carta de coiilirmaco, nao pudia a cmara
lomar esse fundamento para decidir, que lera
courirui.ico, nao valia o exame, lamo mais
que o supplicautc pedindo ao governo, essa
cunlirmacao, dociiineuto u. 3. tul pelo mesmo
com raso, declarado, que ,o supplicanle nao
precisava dclla, ccrtauente porque ucubunia
lei ha que exija ; c o exame nos termos do t2u
do alvardc22de Janeiro de 1810, lei de 30de
agosto de 1828. lie de per si, habilitacao legal ;
e a disposico da lei cnlerior, foi respeuada
v i -1 essain nte no final do arl. 13 da le de ou-
lubro de 1832.
M iianlha que a cmara municipal, dcixasse
a gravidade, que exige o seu poslo para acoj-
inar de desoonhecidu ao supplicautc-, c de te-
nebroso, e misterioso o seu Ululo, quando es-
te be extrahido do arebido de una cmara do
imperio, foi registrado na cidade de macelo,
documento n. l,c nesta cidade ante una cma-
ra n tnsacta, composla de cidadaos lao bene-
mritos, como o coronel Joaquim Bernarda de
l'igueiredo, coronel Meuezea, curonel Jos de
vam a ter botica nbci la ; di.-sc-llie que estan-
do o mi ii exame regislado na cmara nao me
considei.iv.i ohrlgado e salisl'a/e-lo; mas logo
depois que elle sabio dirigi-me cmara e
fallei para o presidente della, o Sr. Francisco
Antonio de Oliveia, dizendo que all eslavaiu
os ineill documenlos; e o Sr. Ulivrira respon-
deo-me com toda a urbanidad.', que na se-
guintc sesso os aprcsenlasse, por nao estar
entio o numero legal de vereadores ; e com-
parecendo eu na segunda sesso, deleriniuou
o mesmo Sr. Oliveira que cnlregasse os docn
memos para sciem entregues a quein os ha-
via exigirlo, e quandu ia nssim proceder o
Si*. C'arneiro Monteiro declarou que a cmara
os nao poda mais neceilar porque j linha
dclibeado o que devia fazer, e poslo que nes-
ta mesma occasiao nolasse que o Sr. Barros
quera que fosaeni recebidos os documentes'
tratando-me com civildade e polider, preva-
lecen a opiniao do Sr. Carnriro Monteiro, que
lo enipenhailo se moslroii.na regeieAo dos
dociimenius, que me foi fcil couliecer a m
vonlade e indisposicao <|ue o aiiiiu.iva, e des-
de esse momento principiei a nutrir apre-
heos,,es sobie a son que me eslava reser-
vada.
SI i nhas previsAe* se rc.ilis.irain. e com quan-
to nao possa queixar me do -r. Francisco \n-
tonio de Oliveira, n.io s porque me iralou
com civilidade, propria de la.....m educados,
como porque uo presidio a sesso em que
foi approvado opaiecer, e nem mesmo do >r.
Burros, cmbnra v uiiiguane; pois me tralou
com civilidade, assim como dos que pioceileram
de ton f, com tudo mo posso dt-ikar de com-
bater o parecer, nem de queixar-me do Sr.
Carneiro Monteiro, a quein parece caber toda
a gloria, ja como meinbro da coinmsssu que
aiiici-ip.ii, nin-uie repellio o meus documentos
e j por me haver tratado com asperesa c re-
pulsa, com que nao devem ser as paites tra-
tadas. Nao se contcntou o parecer de expe-
/inliar meu direito e atiender os tramas que
o Sr. Moma contra mnn urdi; mas a com-
misso arrnjou-se qualilicar-me c\e deicanhe-
i rhi e de apelillar os meus ttulos, passados
por reparlices publicas do Imperio, de invol-
tocmuiii mysterio tenebroso! Nunca pude
suppor nem lo pouco espetar da educacao llrio "aleo"de ~Ucerda7~L>r~.~ Eiaa "Jil
l\/FI


^
Bi
t
I
i
cintra eo proprielario Pcs$oa, alicatando o re-
<->iXirr imcn[o. o prestante cidadao, Joaquim
Alaria de (.'arvsllio, c o Dr. Jcsuino.
O fado de rio adiar a cmara rcgistada a l-
crnca, concedida ao lupplicante nao pode pre-
jmiM ni por que este a aprsenla, o documen-
n. 2 ; e porque essa falla, ic nota a respcilo de
outros bollcarios, e medicoi,docunienlo n. 4.
NSo ser Emi. Sr. manifcsta irjustica deci-
dir a cmara que osuppllcanlc nao tem Ululo
legal vista do que tica exposto quando o so-
cio de Manuel Elias de Moura, o nao tem, c ella
o conserva como amis alguns, documento n,
5? liento l.uiz de Carvalho, oblcve carta pela
cmara rm marco de 1833, inulto depoll da lei
de 3 de oulubro de 1832, mas a cmara o legi-
tima, e dcclara-ie contra o supplicante, que
fez came em iS3l multo antes da le de 3 de
outubro de iS,'l>, Este paralello basta ; alias o
supplicante detceria individuar muitos ou-
tros. V. Exc. sabe que as municipalidades fo-
rain instituidas para o bem publico; mas nao,
para favorecer .i uns com prejui/os de outros,
nem para nos seus pareceres e actos pblicos,
deiccrein a tratar mal as partes, c acoiina-las
deepithetos injuriosos, quando o supplicante
he bem conhecido, residente nesta cidade Ira
mais de 14 annos, com domccilio c prnprle-
dade,
O supplicante confii que V. Esc. pnssuido
do desejo de administrar iinparclalmentc iiisti-
va, proveja o recurso reformaudo na forma da
lei aquella deciso da cmara. Pede a V. Bao.
deferirnento. E II. Me oiiila Rocha Para-
ithoi. (a)
gorio creoulo, escravo de Manoel Fran-
clsco Ribeiro, llerculano, escravo do An-
tonio da Silva CuimarSes.
!)(.'(; la rucos.
anuaKaiansa
RCJO.
ALPANDEGA.
Rendjmento do da 12.....15:561,880
Descarregam hoje 14 de junho.
Ilriguu portuguez Novo Vencedor mer-
eadorlit.
Escuna uigleza Honesta mercaduras.
CONSULADO GERAL.
llendimento dodialall ... 7:471,318
Ideindodia 12.........3:113,550
10:584,898
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a II .
Ideui do da 12........
928,060
",911
1:006,001
Despacho* maritimot do din 12.
Rio Grande do Su I, brigue brasileo Mar-
1 '"al, conduz o scguinle : 878 barricas
276 birriquinlias com 7,929 arrobas el3 li-
bras de assurar.
dem, brigue brasileiro F.sperancm, con-
duz oseguinte: 1,360 alq'teires de sal,
medida geral, 564 barrica o 137 barriqui-
nhas com 4,944 arrobas e 16 libras de as-
sucar.
KECEUEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 12..... 250,40
CONSULADO PROVINCIAL,
dem do da II.......2:039,100
De ordem do Illm. Senhor director geral
da instruccao publica, faco saber a quein
eonvler, que est posta concurso a cadeira
le inslrincn elementar do priineiro grao da
villa d'Agua-Prcla, com o pra/.o de (50 dias,
ila data deste. As materias do ensino sir i
li mu e escripia; contar as quatro especies
era nmeros inteiros; doulrina christaa; ele-
mentos da gramrnallca da lingua nacional, e
com cspc-ialldadc a orllrographia.
Directora geral, 10 de junho de 1851.O
amanuense archivista, Candido Eustaquio Cesai
di Mello.
*r? Pela segunda secciio da mesa do consola'
do provincial se annuncla, que do da priinei-
ro de junho do crtente anno, se principia a
contar os 3o dias para o pagamento a bocea do
cofre da decima dos predios urbanos dos Inir-
ros dcsla cidade c pnvoacao dos Afogados, e
que todos os propriclarlos que deixarem de pa-
gar no indicado praso incorrerad na mulla de
tres por cento, e sern de prornpto executados.
REAL COMPANHTA DOS PAQUETES
INGLEZES A VAPOR.
O vapor Tay deve aqu cliegar,
dos iniiiii- do sul, de rolla para
os da Europa, no dia 17 do cor-
rente, e no mesmo dia prosse-
euir o sen destino: os Senhores que pre
tendere, passagem para qualquer dos pnrtos,
enr que o mesmo tenba de tocar, devero
tratar anlecipadamentc em casa da respectiva
xgencia, ra do Trapiche n. 42.
COK ItICIO.
Expediente da administrando ijeral para a ur-
gencia de Olinda.
12 DK JUNIlO de 1851.
Um ollicio do director geral da instruccSo
primaria, ao inspector do 11.9 circulo Ili-
terario.
Um dito do delegado do 1. dislricto, ao juiz
municipal.
Joaquim de Paula Pessoa de Lacerdi, 14
carta.
13 UE JUSll).
Umofflcio doebele interino de polica, ao
delcgpdo.
Jo3o Rodrigues Alves deM*ndonc, 1 carta.
Jos Quinlinn de Castro l.eSo, 1 jornal.
Manoel Thnmaz de Oliveira, 1 jornal.
O administrador. Gomes do Correto.
=; A cmara municipal nrrenda o armazem,
sito rro lugar do (Jorluine da freguezia de San-
Jos, que outr'ora fui bebedoujo d'> gado, o
qual se aoha actualmente fechado com um no-
vo e ptimo porto demadeira: quein o pre-
tender compareca na casa das sesses da mes-
nra nos dias 16, 17 e l8do correulc.
Movtmenlo do porto.
Aut'i'o entiado no dia 12.
Bal ti more 16 dias, barca americana Rtbe-
ckah, de 280 t melladas, capitn J II. Ster-
ling, equipagem II, carga farinha de tri-
go; a lieane Yulle o: Companhia Seguio
para o Rio de Janeiro, com a mesma car-
ga que Irouxe.
Navios entrados ni dia 13.
Parahiba --8 dias, liisle brasileiro Parahi-
aaiio, de 87 tunelladas capito Nicolao
Francisco da Costa, cquipagein 4, carga
loros do mangue ; lo capitSo. Passigei-
ros, Joaqui'n Marques de S. Anna e Jos
Antonio da Silva, Brasileos.
dem 11 dias, liiate brasil'iro N.S. das
Aeres,, de 20 lonelladas, capiUo Joio
Francisco Martins, rquipagem4, carga
toros de mangue ; a Justino da Silva
Borgrs.
Liverpool 40 dias. Irrigue inglez Flint, de
306 lonelladas, Capillo Jobo Wright, c-
quipagem 14, em lastrla James Crablree
6 Companhia.
Terra Nova 45 dias, brigue inglez Fainy,
de 194 ton.Hadas capitao Jiseph Sliel-
fer, equirngem 13, carga bscalho; a Me.
C 1 i lint & Companhia.
Marseilles 64 dias, barca sarda Alfonso 1,
de 197 lonelladas, capito M. Carovich,
equipagem 13, carga varios gneros; a
Oiiveira Irmaos.
Babia 5 dias, patacho brasileiro Nova Luz,
de 130 toneladas, capullo F. Paula
Fonseca, equipagem 13, carga varios g-
neros; Manoel Ignacio de Oiiveira. Pas-
sageiro, Ignaeio Jos de Souza.
Pliiladclpliia 45 dias, patacho americano
Wem, de 192 toneladas, CipitSo \V. Jol-
g, equjpagem 8, carga farinha, bola-
cha, carne de vacca, de porco o mais g-
neros; II.Foster& C.
Porto 37 dias, barca portugueza Sania
Cruz, de 227 toneladas, capitSo Manoe)
FranciscoNogueira, equipagem 34, carga
vinbo, lerrsgense mais gneros; a Fran-
cisco Alves da Cunha. I'assageiros, padr
Joaquim Ferreira dos Santos, 0, Mara da
Concei^So, Manot'l Jote de Souza Carnei-
ro, Joo Augusto de Moura, JOscMorera
Pinto Barboza, Antonio Comes da Oiivei-
ra, Caspar Joaquim dos Santos e Castro,
J<>-"'" Manoel da Veiga e Seisas, Hita de
Cassia, Jos Joaquim Lopes de Almei la,
Margarida Candida ila Cunda, Manoel An-
tonio de Moura Jnior, Mai oe| Jos Lo-
pes, Alvaro Jo Estoves, Manuel do Sou-
zs ni mu, Antonio Das Cuirntraes Gran-
oisco Jote Carneiro, Jos Ileilo Pereira,
Joaquim Jos Krtnc'scu CuimarSis, Maxi-
n.iiin.i Mariins Santiago; Antonio Feruan-
des Duarte, Joaquim Ferreira, Jos Anto-
nio Ferreira, SebasliSo Antonio Feman-
des, Manoel Jos dos Rei, Amonio Pinlo
Osuno, Jos dos Sanios, Jo> Rarboza de
Mello, Francisco daMeMo Rraga, Anloniu
de Souza, Francisco da Maia, Manoel Pe-
reira, Jos Maris, Jos Ferreira Alves, Joa-
quim Jo(ge Piloto, Antonio Raiboza, D.
Francisca Fernandes de Moura uvaes
com 4 filhos menores, Anloniu Jos Mo-
reirs, Jofio Alves, Jos Antonio, Jos An-
tonio Feneira, Miguel Jos Joaquim.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio de Jaiic.no --Patacho brasileiro Curioso,
capitSo Jos da Cunha, carga varios g-
neros. Pasaageiro, Antonio Creoulo, es-
cravo de Ju3o Aulonio Villa Secca, Cre-
Theitro de Apollo.
IIOIK, 14 DE JtlNHO DE 1851.
Recita extraordinaria em lx iirli-
elo d cantora, Marieta Lauda.
Espelaculo variado de canto e dramtico, dividido
em > parles:
Primeira parte.
Depols da orchestra haver desempenhado
mu brilhante symphonia, abrif-se-ha a acea
com a brilhante aria da
GEM.UA DE VERGI
do maestro donitclti, pela beneliciada.
Seguir-je-ha o priineiro acto do muito ap-
plaudido drama
l.:i7. de ( ainoi --
Sgunrfo parte.
Grande scena e aria de Atiila, do maestro
Verdl, pelo Sr. Vasco.
Seguirdo acto do drama.
Grande duelo da
Collumellii.
Do maestro Fioravanli, pela beneficiada c Sr.
Vasco.
Tcretira parte.
Terceiro acto do drama.
A mili diflicil cavatina da opera
SONMBULA.
do maestro Rellini, pela beneliciada.
(Juarta parte.
Qtiarlo aclo do drama.
i rumies e difficcis variacoes do maestro Schi-
ra pela bcncflViada.
Quinta parte.
Quinto acto do drama
Madaincselle Alie Moreau, em obsequio
beneficiada dancar
UM PASSO.
He cite o espelaculo pie a beneficiada lema
honra de oll'erecer ao Ilustrado publico l'er-
nainliucaiio, de quein espera indulgencia e
proteccao.
(i. bilhrtes aclram-se venda na residencia
da beneficiada lintel-Francisco, e no dia de es.
prtaculo no llieatro.
Cdciras 2,000 is,, geraes 1,000 rs., gallera
1,000 rs.
Principiar s 8 horas em ponto.
sura^
cebe alguna eacravos de passagem: dlrija-ac
ao seu consignatario Ucnrlque Jorge ou a bor-
do ao capltao Manoel Jos de Sena Martlns.
II!I,., nuil H^IIMIIIFHIjmB
Leiloes.
- Jos Jeronymo Montciro far leilao ( em
lugar do transferido por causa da chuva ). por
interveneo du corretor Oiiveira, de avultada
porfiio de fazendas inglezas, todas de lei, e as
ni.ii> prnprlas do mercado : segunda-feira 10
do corrente, s 10 horas da manha, no eeu ar-
inazcm, ra da Cruz.
= O corrector Miguel Carneiro ar leilao no
dia terca-feira 17 do correte as 10 horas da
manhaa no mu arrnaiem na ra do Trapiche n.
in, de diversos trastes novos e usados, lotiza,
vidros, candieiros, qiiadros, espingardas, pisto-
las, relogios e outros inultos objectos que se-
rn vendidos por todo o precn : assiin como ao
mclo-dia'em ponto ir a leilao urna porcao de
caitas com vlnho bordeaux.
C. 1. Aitley & (.". farao leilao por interven-
cao do corrector Miguel Carpeiro de um com-
pleto sortiinento de fazendas, quarta-felra 18
do corrente ai 10 horas da manhaa no seu ar
inaiern na ra do Trapiche n. 3.
"-----------------------------~- ; -----------~
Avisos diversos.
Os aliaiw assigrrados scientifream ao pu-
blico, que delxarn de responder a correspon-
dencia, que o Sr. Polvcarpo Jos Layne fez pu-
blicar a respeito da pretendida falsifrcaco de
IUS firma, posta por endosso em urna letra da
quanlia de rs. 318,000 aaccada pelos abaixo as-
signados, e aceita pelo Sr. Jos Antonio Alves
de Brito ; porque j< depois de prompta a res-
poata, e posta no prrlo, instancias do mesmo
Sr. I. i % in- a fwcram retirar, c por una compo-
sicSo, delle receberam a importancia da men-
cionada letra c seus juros e mais despezas, que
se liierain para actona-la, e tudo soba condi-
fo de di-si .ni mus, e pr-se perpetuo silencio
na accao, que pelo juizo da segunda vara do ci-
vel haviam proposto. Marcha S /huirle,
= Aluga-se um sitio no Poco da Paoella, na
margeui do rio, lein cinuiodos para graode
familia, quintal murado e plantado de llores,
i le., cacimba com multo boa agoa de beber e'
tanque, estribarla para quatro cavallos. e tem
porto que deila para o largo da igrega; a tra-
tar na ra do brumeasa grande do Cunha, se-
gundo andar.
No illa 0 do corrente dcsappareccu um pre<
to com ns signaca seguintes
annos altura regular, cor ,,.., ,ui "gmi. publico agradecimcntoaquelles.
cabellos brancos, cara redonda, mu, pouca ou ; P, J C0Ilfian9a' em a sumpt0
nenhum. b.rba, ollios corados, e em um urna lao"dellla como seja a prilI5era educaca-o'de
pequea belrde dente, de cima com faltas, per-; f 0 anunctanU juIga dever anda
as tortas para den,o eiinis mall-qOe outrs I %j% a confianca da, ,,eSsoas moradoras
e fina, ps apalhetados bastante, e um dedo f rfa |em' fu e8p(.cia|llicnte
.i Sl2 i .. ?an,,0t!iK CMel' e ; oado o seu eslabelecimento. en. verda-
cahe para .l.aule. por ler un, joelho groaso, d allnente reconhecido, que muitos
cha,a-se /..cana,, he murtoconhecido por ler ', |nofcradorlJ, fra da praca dl.ixa'ln de dar a
officio de caiador: roga-se a qualquer pe.soa cd ao pKcifa seslilhos. ou o fazemeom
assignante para sua cass o romsnee que
preferir, doixando como garanta o valor da
obra que levar, e devendo-a trazernolim
do mezda assignatura no mesmo oslado em
quaalevou; e no caso de anSotrt-zer, i-
earri o assignante com a obra como com-
prada pelo preco do penhor ou garanta,
salvo renovando a sssignntiirn. A assigna-
tura-por 3 mezes ser de 12.0.0 rs. ; por 6
iiiezes 18,000 rs.; e por um anno 24,000 rs.,
por esta mdica quanlia podo ler quero qui-
'er todos os romances publicados at boje,
sendo tiver oulra cousa, que fazer, ou qui-
zar perder oseu lempo innocentemente sem
risco de pena ou de dor, por andar mal en-
caminhado n.1o ha divertimento mais in-
nocente que a leitura, nem mais barato,
quando se acham por 24,000 rs., porsnno,
livrosquecustariam conlos-'de rs., nquem
fosseohrigado a comprar urna bibliotheca
inleira. Na me?ma casa achar-se-ham os
estatutos, pelos quaes so dovem reger o pro-
priitsrio o os assignantes, assim como ss
condifOcs sob ns quaes os livros pdem ss-
hir do gabineto por um lempo marcado. Ca-
da assiijnantc levar um exnmplar dos esta-
tutos para seu governo. Tambero achar-
se-ba o cathalogo dos romances com os pre-
sos correspondentes, no qual poderam es-
colheros assignantes aquelles que mais liles
agradarem.
/V> lina das Crn/.rs n. 28. (J>
(\ Consultorio homiiopathieo do faculta- Q
tivo J. D. Caianova. n
Gratis para os pobres. q
Na ausencia do facultativo J. B. C.a- j!
- sanovs, o professor bomccopsths **
O Gosset Bimont continuar com os 9
O trabalhos do mesmo consultorio, on- w
O de poder ser procurado a qualquer &
& tlOT!. O
OOOGOOf3kOtf>Ott>OO^O>
INSTRUCCVO PRIMARIA.
O abaixo assignado, tendo recebido do res-
peltavel publico benvolo acolbimento, vilo
como j muitos paes de familia I In- tem co-
linlii seus filhos, convencidos da maneir
conscienciosa por que o anounciante tem de-
sempenhado as obrigaces que se compro,
i
9
"^^IpIow "eteM' M'"* rie '"aula particular
es idade de 40 a j0 na rua (|o Molldego n. 44, rcnde por cte lnelo
r luna, com alguns |ml pub|ic0 agradeci,ncnto aquelles quenelle
do povo, cap.les de campo que o vir o pren- j^ESfr~riamfc em risTo"
de lionas n. 108,que je fa|Urem aulas ou colleglos. onde pos-
Tiieatro le San-Francisco
O espectculo annuncindo para odiis,
ficou transferido para quarta-feira, 18 do
corrente.
O beneficiado querendo satisfazer aos dese-
jos de uruilas pessoas, que ae dignan, bonra-lo
na noite de'seu beneficio, pedio a senbora Au-
gusta t.'andiani o obsequiu de coadjuva-lo nes-
sa noite ; ao que a mesma senbora de muito
bou, grado se prestou, eneculando n'um dos
intervallos a grande aria da opera:
NARUCO ON 'SOR
do maestro Verdi; e a muito applaudida mo-
dinba brasileira:
ADORKI UMA ALMA IMPURA.
O beneficiado aproveita esta occasiao para
significar a senbora Candiani o leu eterno re-
conhecimento, por utna to decidida demons-
tracao de sua inmensa bondade.
ilain e conduzam-no a rua
"" RMVmm.F DO^SPIRim SANTn I ""> o"-l. Por tal modo dirigido, que
RMAIfDADL DO ESPIRITO SANTO. | dt.scanacm inteiramente, nao s respeito do
O thcsou,-ciro avisa a todas as pessoas que se: lra,ailiellto e disvellos, como respeito do de-
Julgarem credoras da mesma, hajam de apre- senvo|vlmcnlo intelectual e moral; era por-
sentarem suas contas al o dra 18 do corrente Un,0 de palpitante uccessldade a creacao de
par*, seren pagos, ,sto sem falta, pols no da ', cstabelecimento que reunisse todas aqucl-
0 tem elle de as apreseular a mesa : na praca ,a, CODdsocs e f com essas vistas que o an-
i? ?Pf"', 2fif 5 !?-. nuncianle eatabeleceu a aua eacola no lugar
O VtoewOQOB <9>990wQ099 I indicado. Os peiisionisUa, que Ihe forem con-
''^ No dia 8 para 9 do iii-.--.-i I< as 8 :_) fiado, acharao cstabelecimento do annun-
i i.iiiir todos os elementos neceisarios ao
limii dcscnvolvimenlo phisico, intelectual
.e moral, llabitaco sadia, com as acorn-
modaces necessarias, e todos_ os cuidados
que un, pai pode dispensar seus filhos.
Mcstres cscolbidos de grammatica latina, frau-
ceza, msica vocal e instrumental se encar-
0 horas da noile, desappareceu o pelo j
:;. i1.iiiln, de ii '(fio Rengela, de 30an- <
: nos pouco mais ou menos,' estalura *
\ regular, rosto, um tanto largo, heicos b
r grossos, hoces grande, nariz chato, 5:
' cabellos grandes, com fulla n co-
5 n'ia da ciib.-ga provenienle do carro-
'-& garprso, falla um tanto lina e des- O
6 caneada, e em certas peguntas usa S?
!> da resposta senhor sim, ou senhor &
5 n5o, no andar ginga um lanto com (J
J as pertias trocando-as paraumeou- ^
j tro lado, bebe garapa e ago'ardtnte ; 0
;< levou cal^a de casimira azul-ferrete ;v
t ...... i.. i.... .... ..,,..., i......,....... *J
com lislrasao romp ido o alravessa- rt
das foriusndo quadros, camisa de ma-
dapoi3u e chaceo de pello preto no- "
vo. F.sle escravo foi do Antonio Jos-
quim, morador em Frs de Portas, e O
com imilla de sapateiro na ruada Ca- Q
Ihes encommendas, aproveitandoa occasiae
para agradecerom aos seus numerosos ami-
gos o freguezos a preferencia com que tcetn
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nSo pouparSo esfor^os e diligencia
para continuaren! a merecer a sua conli-
noa.
Avisase dodoianna ao ex-surgento do
polica, Joaquim Machado do Alhuquerqng
Lina, que ha pouco chegou de Fernando,
por motivo .do assassino do creoolo Manoel
Martins, e que depois disto s se tem oceu-
psdo em furtar cavallos pelas comarcas de
Gofanna o Nazarct, que cuide quanto antes
em entcegar os tres animaes quo furtou em
Coiana da rua da Praia, ao amsnhecer do
dia terca-feira 8 de abril p. p., e nesse mes-
mo dia foi nresounto de Canavieirs por Jo-
s Lopes Dias, j con Inzuido ti animaes,
ntreos quaes iam ostras do annunciante,
que sSo muito conhecidos, uro cavado cas-
tsnho escuro, grande, capado, coro urna
muda por fazer, estrella na testa, pese mTo
brancas, mostrsndo o ferro A. b. bem ou--
baixo da perna ; um podro ruzilhode cas-
tanho sem muds com cinco signses conten-
do o incoberto, sondo o ferro m p de ga|-
linba com tres dedos pars baixo e um C.
para rima : urna poldra caslanha meia car-
cunda, com um pequeo aignal branco jun-
to ao redemuinho da testa, com a primeira
muda, pernas e canallas Unas, cascos de
quenga, com tres ferros, sendo dous iguaes
imitando dous II juntos. O ox-sargento
sendo preso na comarca de Nazareth foi en-
tregue ao inspector de Terra Dura, o qual
Ihe deu escpula entregando-lhe os animaos
e d'ahi indo por Canavieirs,furtou urna egoa
parida de quatro dias, doixando a cria, e
desceu por Po-d'Alho, esteveem Campia
Grande de Camaragibe, desesneando mais
um que dizia ser lio, de boa idade, e o par-
do acabocolado de cor embajada e com um
braco cortado, d'onde entrn para Apipucos
e na sPxU-feira immediata do dia 8 de abril
p. p. foram vistos as (lineo-Puntas ven-
ilendn ossnnimses, 6 nSo vndenlo os do
annunciante mandou-os para Apipucos, de-
clsrando que urna Sra. D. Maris os recebes-
se. Ainds ha pessoas em sgimentodos
annimaes, sabo-se o lugar, e qiiem os tem.
como tambem o escravo do annunciante do
nome Lourenco, de 44 annos de idade, com
urna cicatriz noqueixo direito e ps g.-os-
sos, furtado em 24 de fevereiro p. p., que
esl seguro por urna autoridade para sabor
quero foi que o furtou, do queja fui o an-
nunciante avisado de Pao- ;'A.lho Portanto
resta o ex-sargento mandar entregar os tres
annimaes na prarja da Roa-Visla n. 6, ao
psdre Manoel Pedro da Silva Brand3o,59,00)
rs. de despezss com os espias e portadores,
e 1,000 rs. por dia desde o dia 8 de abril al
odia da entrega, pelo que se irotesta ; e
depois n3o se queixe o ex-sargenlo por
serem muitos os furtos de csvallos quet^m
feito. e se cohiba de invocar nomes de pro-
piietariosrcspeitsveis quando se vem lan-
ces perlsdos.apresenlando cartas de Cama-
ragibe, Mocot, Dous Irn os, llrum, Poeta,
Cordeiro c nutras vezos dizem que be com-
piador de cavallaria por oidem da polica,
mostrando guas,. passspoites, quando as
pessoas que declsrsm ao ex-sargento n3o o
quererem por nscrvo de ultima ordem.
I iiikIi ;,o C. Slarr & Companbia, rcspettosamenle
regariro de aperfeicoar a intelligeiicia dos annunciam ao publico, que o seu eslabele-
alumnos, cmquanlo o annunciante derigir cimento para manufactura de toda a espe-
especialinentc as primeras lettras, nao pou- cie de n,,.|,nSn,o lendo desde o seu prin-
> cimba, tendo o escravo priucipos Q
{J do mesmo odicio : roga-se a quem o rf>
;:y pegar de elevar a seu senhor, abaixo
q assignado, quo pagar todas as des- 5
..;. pezas generosamente, na rua da Cruz 2
X do llecife n. 63, on atrs do tbestro ^
Ji velho, armazem que se vende laboas O
* de pinbo, DO qual servico sempre es- O
& lava o mesmo escravo
&
(a) Todos os documentos j fvram publica-
dos nesie jornal.
Avisos maritimos.
Paro a llahia segu vingem com brevidade
a sumaca r*iiriiHiiiii.s.i, recebe carga frete ;
para o ajuste a fallar com Joo Francisco da
Cruz, ma da (.rus n. 7.
-- Verrde-se a sumaca nacional Carlota, bem
construida, forrada de madeira e cobre de
composico, e pregada de cobre ainda nao
ha dous annos, prompa de tudo para navegar,
um in.in aparelbo &c ; quem pretender pode
examina-la no Forte do Mallos, funijiada ao
p do trapiche d'alandega, a tratar cun o
proprielario, Jos Guufalves Simas, ou oom
Lola Jos de S Araujo.'na rua da Cruz n. 33.
--- Vcnde-se urna lancha nova, que pe-
ga de li inla a qunenla harneas, a a qual
e acha em perfeitissimo eslado, bem co-
mo Ires botes novos, tudo por preco com-
modo : na rua do Vigario, n. ti, pritueiro
andar.
PAR A ARAIIIA.
Segu em poucus dias o patacho nacio-
nal Li/ii/ni"! i, que pode ainda reerber alguma
carga e nara isso t, ata-se com os consignatarios
Novacs o C. na rua do Trapicheo. 34.
Sgue para o Aracaly o patacho Santa
Cruz, com brevidade : para carga e paasa-
geiros trata-seao lado du Corpo Santo, toja
de massames n. 25.
m Para o Rio de Janeiro segu at i.'i do cor-
rente o bem conbecido patacho Nereida, a ie-
oceupado. 0
Joaquim Lopes de Almeid. 4$
= Precisa-se de una ama para casa de pouca
amilia, paga se bem : na rua do Aiccrim n. 6.
Ero aditamento ao annuncio de I. Luiz
de Brito 1 aborda a espejto dos seus deve-
dores, mais os seguintes nomes:-A.B. da Sil-
va Cavalcanti, Joao Anacletp dos Santos,
Rento Boiges Leal, Anastacio Jos Pinto de
Souza, Jos Vence.-lo Affbnso Rigueirs,
Tbere.a dos Prazeres, Filippa Romanados
Prazeres, Ignacio Joaquim Ferreira, Manoel
Joaquim Paes Brrelo, Jos Maria Ceraldes,
Joaquim Manoel da Castro, Antonio Jos
Mariins, Anastacio Jos de Azevedo, Joa-
quim Rodrigues dos Santos.Manoel Joaquim
ino, Antonio Ignacio de Oiiveira, Francisco
doM. lUlin Accioli Wanderley, Manoel Ro-
drigues Campello, Leopoldo de C. II. Gu-
reme, Jos Pereira Arantes, Fr. I.ourenco da
Conce$3o,Franci>co Antonio Pereira dosS.
Manoel Patricio do Sacramento, Eustaquio
Jos Nunes Muniz, Antonio Cordeiro e Eze-
quiel Ferreira Radu-im. O annunciante
proseguir na publicacfio dos nomes dos
mais dos seus devodores que nao vieren)
immeJiataiuenle pagar-lbe, e para rom t-
quelles, cujas eircnnistancias nao Ibes per-
mitan) pagar-lne j, declara queao menos
se Ihe apresentem, para ajuste de contas,
e assignaQ.lo do prazo em que devem solver
esles seus anliguissimos dbitos.
GABINETR DE LEITURA.
Acaba de chegar a casa do hvro azul, pa-
leo do Collegio n. 2, um completo sorti-
mento dos melhores romances, e de auto-
res de grande nomeada, como A. lumia-,
E Sue e O'Jtros de nSo menos valia, tradu-
cidos na lingoa portugueza. em hrliissirnas
edicoes para quem gosia de ler e de apre-
ciar a forma e a matoria. E porm como
nem todas as pessoas eslflo habilitadas pa-
ra ler urna bibliolheca romntica, eoutras
apenas se contenlam com lr, sem neces-
sidade de empregar um capital em livros,
que so servem para recreio, assentou o pro-
pietario que seria mais conveniente formar
um gabinete de leilura de lodos esses ro-
mances, e expo-los assim ao servico do pu-
plico, sendo o pre^o de cada assignatura
mensal de 5,000 rs., pagos adiantados. To-
dava, para facilitar a leitura as pessoas de
ambos os sexos, he pormitdo levar cada
gularidade dos trabalhos, e aa mais condifes
que ficain enumeradas.
O annunciante espera continuar merecer o
favor e confianca do public.
francisco de Sales d'Albuquerque.

BOWMAN eje MC. CALI.M, engenhei
ros machinistas e fundidores de ferro mu-
respetosamente annunciam aos Senhores
proprietartos do engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu eslabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em eiTeeii vo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confecco
das ni a i ores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
alinelo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimentoj prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
IrangeirA, tanto ero preco como em qua-
lidade da materias primas e mflo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccao.
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os i:, manhns, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serraas.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilbAes, bronzes e chumaceiras.
CavilhAes e parafusos de todos os tama-
ndoa. >
Taixas.psres.crivos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneirss de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba ederepuebo, mo-
vidas a tno, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas bydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades eportoes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do mSo e arados de ferros,
ele etc.
Alm ds superioridade das suas obras, j
geralmenle reconhecids, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remettidos
pelos senhores que se dignarem de fazero
machinas de vapor, de qualquer tamaito
mi deseripcfio que sejam, (xas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
ras para vapor do todas as dimensAes, enge-
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, con todas as varie-
dades de moderna invenclo. Tachas de to-
dos os tamanhos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'ag'ja e mu nbus de vento
de todas as qualidad.es. Alvareogas e em-
barcarles de ferro de qualquer porte ou for-
ros que se desejero. Puntes de ferro doto-
dos as dimensAes, gradaras, varandas, por-
tors, columnas, sinos hydraulicos, boiasdo
ferro, e n'uma palavra todas as obras de
ferro e bronze, de que o paiz possa precisar*
Gracasa energa do governo, existe ja una
excellente estrada feita em linha recia da
ponte da Boa Vista para o eslabelecimento
em Santo Amsro, oque offerece a msior
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
^> C ha pos de sol.
3N Rua do Passeio, n 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimenlo destes objectos de todss as co-
rse qualidades, lanto de seda como da
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senbora, de bom gosto: estes chapeos
sflo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com rjcas franjas de retroz. Na mesma
cas? se acha >gual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para-cobrir ar-
maefles servidas : todas estas fazendavne s-
dem-se em porcHo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basleas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prec,o com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca msior, de panno e de seda, pro-
prios para feilores de engenbo, por serem
os mais fortes que se podem fabricar.
Novidade.
Vicente Jos de brito, nico agente em
Pcrnambuco de A. R. Y. D. Sands, chimico
Americano, faz publico que tem chegado a
esta prac.a urna grande porfo de frascos de
salsa parrilha de Sands, que s5o verdadera-
mente falsificados e preparados no Rio de Ja-
neiro ; pelo que se devem acautelar os con-
sumidores de to precioso talismn de cahir
nesle engao, teniendo as funestas consequen-
cias que sempre costumain trazer os medica-
mentos falsificados e elaborados pela nio d'a-
quelles que anlepoem seus interesses aos nia-
les da humanldade. Portanto, para que o
publico se possa livrar dcsta fraude, e distin-
ga a verdadeira salsa parrilha de Sands da
falsificada e recenlemeute aqui chegada, o
annunciante faz ver que a verdadeira se vende
nicamente etn aua botica, na rua da Cou-
cclco do llccife n. Cl e alen, do reccitua-
rio que acompanha a cada frasco, ler em bai-
xo da primeira pagina seu nome impresso,
se achara sua tirina em manuscripto sobre o
involtorio iinprcssu do mesmo frasco.
cao plausivel esle respeito um exaine ocu-j'hores que existem em todo o imperio, tsnj
lar, e para este fimo annunciante convida e to pelo que diz respeito a c.ipacidade do
todos os paes de familia que_d'anlemo quize-i edificio, como pela excelencia dos insie-
ren ccrlilicar-se da rcalisacao das promessas riaes e pericia dos seus empregados ; oque
do annunciante, para que se dirijam a sua aula [os |,auj|it a offerecer-se com confianca pa-
e abi examinen, por si inesmos a ordem e re- I ra ponlui, execuc3o (le ,,,, especie de


*
ttt>.
i_i Precisa-se de una preta para o ervico ex.
(rio de uiii.-i casade milito pouca familia eque
seja muito fiel : quetn tivpr para alugar dirja-
se a na dos Quarteis n. 24, que se dir quem
precisa.
= Precisa-se de urna ama deleite: Da ra
Augusta n. 34.
mmmm&m* mexn mm.mmv
Nn na (In A., gflo, n. 12, segundo andar,
se descj atbsrso tiovivo, onde mora um
rapazinho de nome DamiSe, (llho de Ange-
la de tal, e neto do vellio Antonio l.op-'s
Mangaba, da cidaiie do Natal, oqual rapa-
zinho ainda lia poucos annos aprenda o of-
ficio de marcineiro, em urna ofTlcina desta
cidade.
Roga-sa a quem for otlerecida urna por-
cao de roupa engommada com a marca I. V.
C. baja de aprehender, pois fol levada de urna
canoa que a conduiiados Apipucos*: a entre-
gar na praclnl.a do Corpo Santo n. 66.
Os Sra. abaixo declarados venham ou
mandem pagar o que devein na ra do Ara-
gao n. 25, bacharel LourencoM. Das, Antonio
de Lima Gomes dos Santos, llanoel Esleveade
Abren, Itoj inundo da Silva Maia, Jos Joaquim.
da Cpsta Cuimariies, Joao Jos1 de Azevedo San-
tos, D. Florinda Mara de Jiras, Manoel Joa-
quim do lloin Fin, Manoel FerrciraChaves c
Francisco Antonio Doartc.
O Dr. Prxedes Gomes de Souia Pitanga
faz seicnte ao publico, que mudou sua resi-
dencia para a ra do Atierro da lloa-VIsla caa
n. 3 primeiro andar, onde u consultas gratis
aos pobres, e pode ser procurado a qualquer
hora para o exerclcio de sua profissn media.
Ofierece-se um rapaz casado coin pouca
familia para administrador de engenho, pois
tein multa pratica por j estar ein um engcnlio
ii.ii* de l annos, tambein se vendem velias de
carnauba superiores por prc9o de 8,320 rs. :
quem tlver preciso drstas proposlas, dirja-
se as Cinco-Pontas, defronle da forca n. 154,
padaria.
Por equivoco de nome se chamou o Sr.
Manoel de (.-irv.illio Fructuozo, ou Furtado,
quaudo devla ser o de outro coniqucn houvc
troca.
-- O sbaixo assignado com venda na
Praga da Hoa Vista, roga encarecidamente
sos seos cri'don s, que Ihe apresenlem suis
cnnlas correntes, no praso de 8 dias, para
seren conferidas. Recife, 10 de junho de
1851. Jos Joaquim Pifeira.
Precsa-se de um feilor para tomar
conta de um sitio, no logar do Remedio,
que saiba trabalhar decusada, plantar ar-
voredos do espinhos, flores, verduras, en
xertar e foliar formiges ( quando as liouver)
preferecc pottuguez lilho daslllias: quem
cstiver neslas cucumsttncias, dando (ador
a sua conducta, entenda-se coin a porteiro
da alfan.lega desta cidade.
|itnnm>iyititii
9 Paulo Gaignoux, dentista #
fl'ancez offerece sen prest- 9
mo ao publico para tollosos <*?
inisteres de sua proflssuo: *
*'* iKiili'M'i' procuratlo a qual- 9
9 iicr hora ein sua ea-a, na
m rtia largado Rozarlo, n. 8G,
9 segundo andar. .
9999m I'rerisa-se de urna ama para casa de
familia : na ra do Hospicio n. 13.
Itoga-le ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascurado, que so acha bo-
je advogsndo err Goianna, qoe mande pa-
gar a sua lettra que se acha venc la a an-
uo e meio, o qual nSo ignora acude :
em qusnto o nfio fizer ha re ser lembrtdo.
Na ra das Cruzes n. 40, ha hiedas
amburg'utzss das ultimas que vieram 8o
mercado, para se alugar e vender-se, tanto
por junto, como a rtlalho.
Precisa-so de orna ama de leile : no
Aterro da Boa Vista, no segundo andar, cni
casa de Gregorio Antunes de Oliveira.
O Sr. Manoel de Almeida Lima, dirja-
se o ra Nova, no segundo andar da casa n.
52, para negocio que lhe diz respeito, vi:tn
que nao se lhe tem adiado em sua casa, as
\<'/i-s qui' se lhe ii'in procuiaio.
Quem quizer consultar o fado divertn-
do-se com graga e sccio, tas bellas nuiles
de Santo Antonio, San Jo5o e San Pedro;
nilo o poder fa/er sem ir as casas annun-
ciadas, onde enconlrarSo as tnais modernas
e engranadas quadrts intituladas Sorte
de Venus costando apenas 40 r*. cada
urna ; na ra Ua CunceigSo na Uoa Vista n.
20, e no Passeio Publico n. 13
FIU1NTI8PICIO DO CARIO.
Os encarregados este auno de festejara
Senhora do armo do Frontispicio fazem
publico todos os devotos da mesma Senho-
ra, que por'juslos motivos nilo pode ler lu-
gar a feslividade no da 10 do crnenle (ro-
mo j foi anuuuciad) o que sera impreteri-
velmente no da 22 do correte, sendo a
bandeira na madiuga 'a do dil 21, em con-
sequtncia de nao liaver novrna. Esperam
tambem que os devotos da mesma Senhora
coiiliiiiieui a cnadjuva-los com suas esmo-
las, as quaes rodrrJo entregar sosscntiorrs
procuradores Manoel Jo.se de Oliveira., Wel-
quiades francisco da Gusta, Francisco de
Salles de A mira de Luna e Manoel Francisco
de Sales, que so acliatn ai.lorisadts para es-
sulim.
Prenisa->e de om jr.lineiro, qoesai-
ba[trhalhar em arvores de (rucios : na ra
da Cruz n. 46.
-- Precisa-se alugar urna preta rara todo
o bervigo de una casa de pouca familia : na
ra da Gudeia do Itecife u. 36, toja.
Faz-se i.t gocio com urna luja eatma-
gSo, emboa localidade: quepi pretender
negocia-la, drija-se a i ua do Crespo, toja
n. 3, ao p do arco.
-- No da 8 do correnle mandando-sc urna
cscrava levar so convento do Carino varios pa-
ramentos de missa, ia incluso un paliteiro de
prata com o (cilio de um indio, tendo o p
quadrado, e o Indio com uoia bola em urna
man e na outra urna penna; quem delle souber
ou tiver noticia, ou a quem lorotl'crecido para
comprar,queira oapprehender c levar no pateo
do l armo casa do Sr. Flix Francisco de Souza
Magalliaes, que ser gratilicado-
Casa de modal franct:ai, tuiuard iHUochou, ra
do Atierro da tioa-Viila n. I.
Recebeu pelo ultimo navio de Frauja, cha-
peos de paiha d moda nova para montarla de
senhora, chapeos de seda e toucado, uiante-
lbelesc capolinhos ; cabecOes de bico ; romei-
ros, pescocinhos e camisas de fil e de cam-
braia bordadas ; lilas e bicos de todas as lar-
guras ; tranjado e franjas ; bicos de blonde ;
sedas furtacores para manteletes*; grvalas de
veludo coin fivelas para seuhoras ; capellas
de laranjelras; nielas de seda branca lisa e bor-
dadas ; veos- de blonde para noivas ; luvas
comprldas para as ditas ; mantas de bico pe-
lo para cabeca ; tai I.nanas brancas e de cores ;
cainbraia finas ; leucinbos de seda ; llores l-
uas de todas as qualidades ; tilos de linbo e de
seda branco e preto, unais enfeiles para se-
nhora. Faz-se tcuipre com verdadeiro gosto
francei, chapeos, toucados, vestidos e todos os
de toalhete das seuhoras.
Joao da Costa Palma, declara que Vicen-
cia Ferreira Cardoso, e seus fillios, nein mes-
mo alguina outra pessoa, podem fazer nego-
cio qualquer, que seja sobre a casa terrea na
ra do Padre Floriano n, 5 ; porque j o an-
niinciante leve sentcnca que obrlga a dita
Vicencla Ferreira Cardoso a inventariar, e par-
lilliar a dita casa, e os seus rendimentos de
nimios .linios, ecsl tratando da suaexecuao.
-- Ulna miilber capaz em ludo por ludo, se
offerece para ama de nina casa* de pouca fami-
lia, ou de lii.mrin soltriro : coiinha pcrlcila-
nenie e engomma sullrivcl : quem precisartll-
rija-sc a ra de Santo Amaro na loja do so-
brado n. i-i.
JoaoJose1 Innocencio Poggi, Dr. em medi-
cina, mudou sua residencia da casa n. 3, do At-
ierro da Uoa-Vista para o primeiro andar do
sobrado n. i) do inesino Atierro.
(1 Sr. iligiiel Accioli Wan-
derley, queira r ou mandar al-
guem por si, entender-se a nego-
cio de reu inte.esse : no pateo do
Carino n. \6
-.i
i

###fMt#:#Jr#tM'99###0Afl
fr Consultorio eentrnl liomoeo *
'.. pathico de rcrnniubuco, t.
Dirigido pelo Dr. S. O. L. Pinho,
Itua do Trapiche Novo n. 15.
Todos os das uteis se daro con- <
sullas "e remedios do graga aos po- tires, desde pela maiih3a al as duas .;
lioras da tarde. #
Ascorrespondeneia's e informagOes s(j
let podero ser dirigidas verbalmente, 4
k ou por escripia, devendo o doente <>
indicar : primeiro, o nome, a idade, ?j
Ib estado, protlss^o e constiloigflo ; e- -+
C: gundo, as molestias, qoe tem tido, e >;*
os remedios tomados ; terceiro, a po- f)
t- ca do apparecimentoda molestia ac- -t
4$ tual, e descripgSo minuciosa dos sig- *
>. naes ou symptomas que soiTre. d;
fe Dr. Sabino Olegario Aligero Pinho. (">
?&*f999-*-'KP*>> #>
O Sr. in.-ijoi Jos Carlos Teixeira, lenlia a
boudade de mandar ao Atierro da Hoa Vista
sobrad n. 10.
Na ra do Amoriiu n, 36, preclsa-se de
urna ama de leile.
Inlil icacao a edido.
O abaixo assignado em sa tisfacao aos annun-
ciosque tem feito pulilicar neste jornal rela-
tivo aos embargos que liavia opposto senten-
ca que julgou aa partilhrs que ullimamenle
lez-se dos bens deixado pelo finado Manoel
Ferreira Diuii, declara sem ell'eito aquelles
annuncios, pois que tem nesla data disistido
ditos embargos, sendo que por isso desemba-
razadas se ai li.un dias parnllias, vislo 1 [ 111- s
o .111011 mi 1111 era quem II,rs .i/ia opposico.
Recife, .'li de maio de 1851.
Ilvnorato Joiph d'Oliveira Figueiredo.
Preciza-s de um prclo, paga-se 12,000 rs.
por meZi c o sustento, para o servico ordina-
rio de pallara ; c oulro que (emenda do servico
de inasseira, e mu forneiro ijue saiba bem
fazer sua obrigaca, na praca da Santa Cruz,
na padaria debaixo do sobrado n. 10.
Ameza regedora da innandade do SS.
Sacramento de S. Fre Pedro Goucalves avisa
a todos os irmiias da mesma, a comparecerem
no consisturio da mesma Matriz no dia 15 do
corrente as II horas da mauha alini de sepro-
ceder a eleicao da nova mesa.
Oferesse um rapaz portuguez para caxei-
ro de venda, para tomar conta por bataneo,
ou sem elle, ou oulro qualquer estabelecitnen-
toparao que tem bastante pratica, quem de
sea presumo se quizer utilizar, de rija-se a
11.11 mi .1 n. 10, das 10 horas as 2 da tarde.
$r$. rednclcreii.Tendo eu l3o 110 Oinrio de
lioiid ni uina correspondencia assignada pelo
Sr. Manuel da Silva Santos, em que o uiesnio
M-nl.iir l'undaiido-se rm alguns depoimenlos
que obleve por uieios, que muito breve clie-
^.11 un ao conheciuiento do publico, alcunha-
me de calumniador por ter eu mandado pu-
blicar tuna dcclar.ico, que pera meo lllni.
fr. desembargador chefe de policia fuera So-
tero Flix de Santa Rosa, roga ao mesmo pu-
blico e particularmente as pessoas que nao
' onln 1 1 ni ao Sr. Santos, que suspendam o
seus juizos, pnis que prometi apresentar com
toda brevidade prova conviucenlc dos meios
indignos e criminosos porque foram oblidos
aquelles depolmentos falsos, os quaes s p-
ili-ni ter importancia na imaginacao escaldada
do Sr. Santos, e dos seus mentores.
Sou Srs. redactores, scu assignanle
oi Fernandei Eyrai.
= O Sr. Francisco Antonio da Silva da ra
do Rangel, queira mandar pagar a assignatu-
ra deste iario, cemqoanto nao o fizer ver o
seu nome publicado un lettra redonda.
-- O abaixo assignado vendeo a sua ta-
varna, sita na ra das Cruzes n. 28. Recife,
12 do junho de 1851. Jos Francisco Idarinho.
-~ No da 2 do corrente, desappareceu
una ii uia creoula de nome Filiciana ,
com vinte e c no anuos ti idade, pouco
tmnisou menos, levou vestido de chita ro-
a c pao da 1 osla, cara redonda e lisa,
porm Miian-lliola, por ter frialdade, den-
les aberlos na frenlo : quem a pegar leve-a
a ra do Cabuga a Francisco Itodrigurs da
Crur, que ser recompensa Jo.
--Desappareceu da carleira doesciiplo-
rio do correlor Miguel Csrneiro, urna ca tet-
ra de algibeira, com fexo ne mola, cor ro-
ta, e dourada, conten lo 19,000 rs. 0111 sedu-
las, um papel de apontao.entos, alguns bi-
Ihcies de visita e urna Ctiavitilia : queiii a
quizer estiluir, ou der noticia, sei bem
recompensado 110 dito escriptorio.
Ilesappaieceu no dia 23 do p. p., do
engenho l'indoliioha, um escn,va creoolo,
de nomo Joaqoioi, oqual ful cumprado a,i
Sr. Torqualo Hennques da Silva, morador
nesla prsga, o escravo lie alio, seco, cor fu-
la, tem parte da barba branca, lepresent
ter 45 annos, tem a mulher nos Afogados a
qual he forra, e j foi visto nesta praca :
quem o pegar, levo.-o a ra do Livramento,
loja de fazeudas n. 16, que sera recom-
pensado.
Desappareceu em o mez de feveVeiro
p. p um escravo de nome Jos, de nagSn, o
qual representa ter de 30 a 40 annos, com
ossignaes seguintes : tem urna belideem
um dosolhos, seco do corpo, altura regular
o pouca li iba, levou camisa e seroula de
algodo da (erra, peuco desembaracado na
falla, o qual foi comprado ao Sr. Thomaz
Antonio Maciel alonleiro : pede-se as aolo-
ndados policiaes ecapitaes decampo, on-
de quer que elle seja encontrado, que o
prendam, e que por esta mesma tulla o an-
nuuciem para ser procorado, ou o levem a
seu sei.lior JoSo Francisco do liego Maya,
na povoagSo de Apipucos, queseram gee-
rosamente recompensados.
A pessoa que annunciou por este Dia-
rio, precisar de 800,000 rs., com boas fir-
mas 1 uirija-se a roa do Rangel n. 36.
Precisa-se de orna ama que leulia bom
e bastante leile, que sj 1, pelo menos, de 4
a 5 ii.e/us, prefei ece-su sendo do malo, pa-
ga-se a contento : na ra do Collegio 11. 9,
primeiro andar.
T- rr -rwmmmmmmm

Cnra radico!
Deerysipela e ihculrialiaa *, c. >m encha-
gBo, ou sem ella, se| 1 ifilipo, on moderno,
preservativo contra mitras o (uebraduras,
e modo do fazer leu uso, Cii'a radical dos
teslicolos, sem sofrer ojjeragao, nem dor
alguna, cura radical, dos escrotos, sejam
carnos'dadfs, orysipelas, ou hydroceles ( a-
goas), es remedios para todas estas moles-
lias : vende-se smente no Rio de Janeiro,
na ra do Sablo n. 27, e em Pein imbuco,
na ra do Collegio n. 18, botica de Peixoto
& Pinto, acompanha os dilos remedios a ma-
neara de fazer seu uso e dietas quo devem
ter as pessoas quedollcsfizerem uso.
Precisa-se de um hqmem parB feitor de
om sitio, que seja casado : trata-se na tra-
ressa do Veras na Roa Vista, sobrado n. 15.
Aluga-se urna canoa nova, de carga de
milheiro de lijlo de alvenaria grossa: quem
della precisar, dirija-se a ra da Concordia,
ultimo sobrado, a Manoel Firmino Ferreira.
Os Srs. que foram chamados para sa-
tisfarem seus dbitos, na ra duAragfio n.
25, pelo Diario ie Pemambuco n. 133, nSo
devem ah dirigir-se, mas lim na ra do
AragSo n. 7.
Qualqoer Sr. encarregado de policia,
ou capitSo de campo poderafl aprehender
o escravo Francisco, nagiio Mogambiqtie,
que anda fgido, com os signacs seguintes \
imivii e reforgado, barlia feilu, calsas de al-
godflo da tena, cotnprids, c camisa do mes-
mo bom mangas curias, ceg de um olho :
iragam em casa do scu senhor, na ra da
Cruz do Itecife n. 12, que gralllicar.
Os arremstantes do imposto de 2,500
rs.. por cabega de gado, que fnr consumido
no municipio do Recife, prelendem vender
as freguezias de Munl era, JaboatSo, Var-
zi'a e S. I.ourrngo, juntos ou separadamen-
te : os pi t li n cutos, compaiegam al o dia
20 do corrente, na ra das Cruzes n. 30, mu-
nidos das habiiilagoes do coslume.
_ Coiitullorio homeopalhico, ra io Colle-
gio n. 25.
O Rr. Lobo Moscoo da consultas gratui-
tas aos pobres, todos os das uteis, desde 9
horas da nianhSa, at ao meio dia, d^pois
desra hora visitar em sua casa os dof nles.
que tiveiem precisSo, e em casos extraor-
dinarios a qualquer hora do dia, ou nimio;
recebe (ioentes para tratar, ou fazer qual-
quer o| iMaraii em urna casa para isso des-
tinada, fra da cidade, sendo o prego de
1,900 a a,000 rs. diarios para os cscravos,
conforme as condigoesque se estipularem,
e 2,500 rs. para homens' livres : as pessoas
que nilo poderrm comparecer no consulto-
rio pdem enviar suas inforoiagocs por es-
cripta ou vocalmente, declarando o nome,
id8de, temperamento, constituidlo, resi-
dencia, e especificando todos osiucomnio-
dosqnesoffre e as molestias que anterior-
mente tem tido.
- USr. que oTerecen, no dia
ia do correnle, por una negrinlin
e um molcquinlio 700,000 1 *., p
de ir passar o papel : na ra das
l.aiangt ir s n. i.'j, segundoandar
- Qualquer pessoa que se quizer contra-
tar, para -encarregar-se de urna liorta : po-
de dirigir-se n ultima casa da nn do Hos-
picio, que rehar com quem ajustar.
O abaixo assignado, faz ver a qiem
convier, quo a prela hlbel, n3o lio mais sua
escrava. Manoel Ferreira da Silva Hamos
Quem tiver pata alugar um preto, ou
preta, escravus, para o servico interno e ex-
ierno, de urna cesa de familia : queira en-
lender-se com o caixeiro da venda da ra
das Cruzes n. 28.
Precisa-se de una ama de leile, forra
ou escrava, que tome conta de una ctianga
para criar : na ra INova n. 16.
Precisa-se de um minino dn 12 a 14 an-
uos, nacional ou estrangeiro, que tenlia al-
goma pratica de venda, e que d fiador a
soa conducta : na ra Larga do llozario
n. 32.
fmetes do more Janeiro. ^TZZr^^^
A os 20 :oo3,coo de rs. d-se a trabalhar, sendo perlo di. pracj, e
w 1 1 a i compra-so cobre velho em o DI as moleis.
Na reja de miuaezas da Fraca vende-sc urna escrava de bonita figu-
(a Indeprndcncia n. 4, vendem- ra, ensigno rngomma.leira e co!re"
i-it -75- .,-.. I'orda c faz doces de toda* as qualidades e
se bilhctes inleiros, meios, quar- L^ho, soso vende para fra da provin-
los, oitavos c i psimos da dcima' cia, ou para o mato : na ra da Cadea do
i.{ Recife n. 51 v primeiro andar.
quinta lotera, a beneficio do llic-i- [ "^J^jL'^m 'iic'nte avalo do ael
(ro de S. Pedro de Alcntara, na com todos os andares e est muito gordo,
Compras.
~ Compra-se una veneziana: na ra Lar-
ga do Rozsri') n. 26, luja do iniudezas.
Compra-se o dinonario da Fabola em
bom uso, e troca-se urna imagem de S. Jos
de um palmo, pouco mais ou menos: na
pr iiga do Corpo Santo, loja de funileiio n. 2.
Compra-se utn relogio de mesa dos a-
mericanos, que tetilla corda para 8 dias, ou
troca-se por um de algilieira de re|CliQ.1o,
bom regulador, o qual tambem \en quem qui;er, annuucie.
Compra-se um oculo de alcaneo, gran-
de ou pequeuo : quem tiver, annuncie.
t'onipra-s um ecrivo oe40 a 50 an-
nos, que nao seja duente : na ruado Viga-
rio n. 33.
Compra-se pao ilelinlio velho, pro-
piin para curar feridas : na botica da ra
do llai'gt-l, que faz eaqnina para a Hiheira,
Corte <1- fiisiinirt de cor e preta.
mesma loja recebe-se billictes pre-
miados da lotera da matriz da Boa
Vista, cm troca dos que tem a
venda.
Para eeabar. aar/a hcspnniioin,
limp, boa, a l,l>20rs.
Vende-se sarja limpa espanhola, muito
larga, boa fazenda, a 1,920 rs : na ra lar-
ga do Rozarin n. 48, primeiro andar.
Charutos.
Vendem-se os verdadeiros charutos da
llavana, de superior qualidade : na ra da
Cruz. n. 4. .
U0LO DE SAN JOAO.
Ricas formas para bolos, na toja de ferragem
n. 56 A. da ra da L'adeia do Recife de Antonio
Joaquim Vidal.
CQZIRHA.
Completo sortimento de pecas de ferro forra-
das de porcr llana e estanto c ontras umitas
pegas de novo gosto proprias para servico de
cozinha, nssbti como muilas nnlrn ferrai;en<
para servico de casa c campo ; na loja de fer-
ragens n. ;i(i A. da ra da Cadcia do Itecife de
Aulunio Joaquim Vidal.
<.iin;a tnesclada a 28o r*. o
covndo*
Defronle do beccodo Pcixe frito n. 3, vende-
c ganga mcsclada de quauo palmos reforja-
dos de largura pelo baratsimo prego de qua-
loize vnica o eovado, esta l'azenda lie recem-
mrndavel niio s para jaquelas e caigas, como
lamn ni para palito* e casacos.
= Vende-sc una porgaodc pallias de coquei-
ro: quem qui'er pode dirigir-se a ra do Quel-
inado, loa u. 38.
=Vendi-je urna taberna multo bem afrrgue-
/ ida. com os fundos a vontade du comprador :
na ra .le lionas n. 52.
Lotera do flo de. Janeiro.
aos 20:000,000 de as.
Na Praca da Independencia, loja n. 3, que
vnlla para a ra do Queimado e Ciespo, v^ti-
dem-se bilheles, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, da dcima quinta dolheatiode
S. Pedro de Alcntara.
V'inlto do Porto.
Vende-se vinho do Porto, de superior
qualidade, engarrafadoe em hiuiiz: na ra
da Cruz n 4.
aii nmantca lo liom e imrat
Vendem-sc na uta da Aurora n. 32, lataaj
com supe ior bolachinha de artruta fabri-
cada no Uto do Janeiro, a 9,840 ra. e a libra
640 rs., boUcha americana Itna.rrjirc gran
de e pequen?, a 200 rs. ; manloiga ingleza
superinr, a 800, TOO e 500 rs.; dila franceza,
a "idii rs. ; ba.iilia de porro muito alv i a
320 rs.; toucinlioalo Lisboa, a 200 rs. ; dito
do Santos, a 140 rs. ; lingoigas novas de
Lisboa, a 400 r.s. ; paios, a 280 s. ; familia
de tiigo SSS, a 100 rs. ; dila de ar.ruta, a
1G0 rs.; gomma para etigomimr muito di-
va, a li.n rs,; rariulia di' lapioca, a 120 rs. ;
lOvadioha, albOis; levada, a160rs.; ale-
Iria, telharim e macarrSo, a 210 rs ; sahn
raneo, a -no rs,, amarello, a 140 rs. e preto
a'140 rs.; crarha cm bollo, a ICO rs. ; dita
em lulas do autor americano los Masn, a
140 rs.; garrafas do serveja branca o pri t'i,
a 500 rs. ; nieias ditas, a 280 rs. ; viohodo
Porto engarrafado, a 50') rs.; dito niuseatc'
fiontignan, a 480 rs.; azeile francez, a 560
rs.; vfnho de Lisbjs, a28i)rs.; Figueira, a
210 rs.; licor lino, a 480 rs. ; azeile portu-
guez, a 640 rs.; vinagre puro de l'UH, a 160
rs ; triques, a 240 ts ; iSHtr.ar da relio i-
gflo franceza da ra Ja Concordia, a ISO e
100 ra; Copos pura luz, a 160is ; cafe, a 160
rs ; aioido puro, a 240 rs.; queijos novos,
al,6)0 e 1,140 rs.; papel branco, aiOrs.;
ervilhas, a 100 rs.; velas do espormacete li-
no, a 680 rs. ; ditas de carnauba a 300 rs ;
psssas novas, a 240 rs ; prntos da be ira azul,
a 1,080 rs.; tigelas, a 1,080 rs. e tigelinlias,
a 800 rs. ; orillos tira neos, a 360 rs. ; bacas
ditos, a 360'rs., sondo pintados, a 560 rs.;
bules, manteigueiras e assucareiros, ludo
por prego commodo; arroz do maranhSo, a
lOOrs.; genebra hollandeza em frascos, a
500 rs ti em botijas, a 300 rs. ; chicolate, a
100 ra.; chhysson, a 1,800 rs.; dito brasi-
Iciro, r 1,700 ts. : na mesma casa si anCOD-
.ez a pouco a ultima muda e he talves um
dos melhores quo lia nesta praga : a ver na
cocheira do Pedro Allain na ra da Sen-
zala.
Vende-se um piano honsontal de pa-
tente, com muito boas vozes, por prego
commodo : na ra do Collegio n. 9, pri-
meiro andar.
-- Vende-so um moleque de 11 a 12 an-
nos de dad--, por prego commodo : na ra
Direita n. 25, primeiro anlar. .
-- Vende-se a casa terrea n. 140, na^ ra
das Cinco Pona : trnta-se na roa do Cres-
po n. 17.
Vende-se urna loja de miudezas, mui-
to afrcgtiezada, tanto para a praga, como
para ti mato, a dinheiro, ou a praso, dando
(,'aranlo as letras o comprador, o motivo
porque se vendo se dir: quem quizer, an-
nuncio.
Aos 30:000,000 rs.
LOtorln do Rio de Janeiro.
N.i ra do yueimado n- 18, aendein-sa
bilheles, meios, quartos, oitavos evigeai-
mos, da 13." lotera das casas da Cari iade,
cuja lista ciega iufalivelawnte pelo primei-
ro vapor. Tambem ae troeam pelos premia-
dos da matriz da Uoa Vista.
Lotera do ttlo de Janeiro.
Aos 20:0l),-),000, 10.000,000, 4:000,001),
2 000,000 n 1 ;ooo,0i de rs.
Na cambio da Viuta Vielra & Filhos, na
ra daCadeia do Itecife, n. 2t, acham-se
a venda os muitos afuitunados bilheles,
meios o cautellas da 15." lole ia a beneficio
lo theatro de S. Pedro, dos quaes vem a
lista no vapor inglez, e trocam-se por tiilhe-
les remiados da lotera da Matriz da Uoa
Vista, a ellos antes que se acabem.
Lotera do Rio de Janeiro,
AOS 20:000,000 oe rs,
A' caa feliz.
Nos quatro cantos da ra do Queimado,
loja d>: fazendas n 20, vei dem-soos moito
afortunados bilheles, meios, quartos, oita-
vos o vigsimos da deoima quinta lotera do
theatro de S. Pedro de Alcntara, cuja lista
ebega ate o dia 16, na niesina loja trocam-
se polos billieles premiados da lotera du
lioa Vislo.
Lotera do Rio de .Innelro.
Abs 20.000,000 e 10:000,000 ie ris.
Na loja de calsado da Praga da Indepen-
dencia c na ra da Cadeia do Recife n. 46,
loja do miudezas achain-se a venda os
meios bilheles. quartos, oitavos o vigsi-
mos, das loteras, decima lerceira da Cari-
dado e dcima quinta do Iheatro de S. Pe-
dro de Alcntara, que tm do vir as lisias
pelos vapores, da carroira e inglez.
Pagos cm descont.
Meios 11,000
Quattos 5,500
OilavuS 2,800
Vigsimos 1,300
-- Conipraiii-se e vcnlem-se
cscravos, e recebem-se de com-
tnisso, tinto para dentro como
para fra tienta provincia, e tam-
ii-in .se -Ii.i'iin dinheiro sobre os
Je commissSes, ten lo bonitas fi-
guras, sem se levar jur^s : na ra
das Larangeiras n. 14 segundo
andar.
Casa de commisso de escravtis.
Vendein-se e.cravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
i que se olTerece militas garantias
a seus (oiios i na ru 1 da (Jadeia do
Ivecifen. 51, primeiro andar.
Vende-se urna casa tenca de taip'a, na
ra da Casa Fort-', bem construida : ttata-
roni a viuva doKu/.elun, na mesma casa.
Vendas.
LIVIl DE SOHTES.
Ilepois de um tota lo Iraballio de muito-
seculos, e por occa-.io derteavar-so a ci-
dade do Pompea desi obrio-sn
ALUNA FATAL
DOS
Destinos humanos
OU
SORTES PARA OS 0IVERT1MENTOS-5
I, s
Dia- de S. Antonio, s. Joo e S.
Pedro.
Este importante livro sahio a luz pela pri-
me-ira vez no anno lindo, em um vol. de 28G
paginas, e com 704 versos, que abrangem
os di'.M jos dos vvenles, principalmente das
seuhoras que tanto ambicionan! saber qual
seu destino no atino que tem do vir : o que
elle contem he de urna verdade tal que
quem o consultar deve ficar persuadido quo
infalliyelmenle lhe succeder o que a sorte
lhe tiver prognosticado. Vende-se a 1,000
ts., na hvraria ns.6 o 8, da Praga da Inde-
pendencia.
Sorlc-, .
Na Hvraria da praga da Independencia ns.
6 e 8, vendem-se folhas de papel com sortes
a 80 rs. cada urna, e o seguinte livro:
Acasos da forluna, ou livros de sortes di-
vertidos, etc a 640 rs.
AOS SENHORES OUR1VES.
Ferramenta completa para servi(o de ourtves
entre ellas peca de uovo gosto : na loja de fer-
rageos n. 50 A da tua da Cadeia do Recife de
Antouio Joaquim Vidal.
E MAIS OFFIC1NAS
NA
lina Imperial 11. 1 18 c 12o, e deposito na rnnftVova n. 3:i.
Rcsreitosamente avisam ao publico, e particularmente os Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., q 10 esto estabelecimenio se acha completamente montado, comaspro-
porgiics n cessi risa, piirs desetnpenhar qualquer machina, ou obra donsernente ao mes-
mo. O mesirios rhamam a allengflo rara as S' guintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica rnmpelem com as fabricadas na Europa, na qualidade e m3o de obra, e por me-
nos nrego, a saber :
MAt HIAS continuas de destilar, pelo mrthodo do autor.francez crosne, ai me-
ntores macliinns, que para este lim at boje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensOes.
TODOS OS CORRES hecessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para rofinagSo.
TAIXA DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picle, de repucho, de roda o di) pndulas.
ESGRIVAMNHAS de latSo dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanisadas.
SUNOS de todos os lmannos.
OS APRECIA VEIS-fogOes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito de mlo.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
GRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALEIRAS dito.
ILEGIVFL


41
v ,,, .--..
nwRipobL>a
Deposito da fabrica le Todos os
Santos na Baha.
Vendo-se, om casa de N. 0. Hieber & C.,
na ra da Cruz n. algodio transado da-
quolla fabrica, omito proprio para saceos de
assncar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Arados americanos.
n.
4
^ Vendcm-se arados americanos ver- ^
.-.> dadeiros, chegados dos Estados- ^
3. Unidos : na ra do Trapiche n. 8. ?
AAAA'AAofe AduftAAsSiAMA
-- Vendem-se saceos novos |de estopa ,
un duas varas, a 320 rs. : nn ra larga do
Rozarion. 48, primeiro andar.
(incm deixar de eomprar.
Cortes de chita do melhor gosto a 1,920
e 2,240 rs.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de chegar um
completo sortimenlo de cortes de chita,
com 12 royados a 1,920 rs., e inteiros, a
a 9,240 rs.; pegas de madapol.To fino com
pequeo toque do averia, a 3,000 rs.; ditas
de algodSozinho, a 1,600, 1,800 e2,000;
diales de lila e seda, a 4,000 rs., e cortos do
casimiras do ultimo gosto, a 6,400 rs. e ou-
tras mullas fazendas de bom gosto.
Cera de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues da
Andrade& Companhia, na ra dosTanoci-
ros n. 5, vemle-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente viudas Jo Aracaiy, em
porc.lo o a retalho, por menos prego que
em outra qualquer parte, assim como sola e
couros miudos.
Corram de presen t pecliincba.
De 4,500 e 5,000 rs. o corte.
Na ra do Queimado, loja n. 17, ao p da
botica, vendem-se cortes de casimiras de
cores escuras, muito cncorpadas, proprias
para a presente estacSo, a 4,500 e 5,000 rs. ,
e muito finas, a 5,500 e-6,000 rs. ; pao lino
preto eazul, de cores (xas, a 3,500 e 4,000
rs., o covado ; cobertores de lila muito en-
corpados, a 1,600 rs. ditos muito grandes,
do l'orto, a 3,000 rs. cada um, c outras fa-
zendaa, por prego mais barato do que em
outra qualquer parte.
Cera de carnauba.
O mais superior que lia neste genero, ven-
de-te em porcao e a retalho : na rua da (.'adeia
do Recite, loja n. 50 de Cunha S Amorim.
Instrumentos de msica.
Fabrica de Parta.
( Na rua Nova n. 9, vendem-soclarins, cor-
netas, pistos, trompas, trompos, pratl de
Constanlinopla, c bocs, clariuetas, requintas
e tolas as qualidades de violOes, rabercas,
flautas e flautins.
Vndese resina de angico a relalhoe
por atacado, a 320 rs., a libra : na rua da
Cadeia do Recite, loja de JoSo Jos deCar-
valho Moraes.
AO BOM E BARATO.
Ba do Passcio-Publico, loja n. 9, de Albino
Jos Leite, vende-se corles de meia casimira
escuras, pelo diminuto prejo de 1,400 reis,
chapeos de sol, asteas de balea com barras
a 2,5(10 a ellos anlcs que se acabem. (.'hitas
sem deleito algum a O rs. o covado, ditas
roxas tinas e fias 200 rs., cobertores muilo
emeorpados, proprios para escravo", a040 rs.,
cambraias, da India, bordadas, proprias para
cortinados, a 400 rs. a vara, chales de chita
a (510 rs., lencos de seda, padriies de mullo
gosto, a 1,(00 rs., ditos de cambraia com bico
a 320 c a 480 rs., brins de linho azul e de
cores a 320 rs. o covado, lencos de cambraia,
denominados vapor, a 00 rs. e Otilias muitas
lazendas que dciJtai-se de annuciar pata na
oceupar lempo.
Vende-se urna preta com habilidades e
boa conduela, o que ludo se alianca : na rua
larga do otario, n. 25,
Yendem so sementes de coentro, mili-
to nova, a 200 rs., agarrafa, afiancia-se a
qualidade: no Atierro da lloa Vista n. ti.
\o.Atterioda Boa-Vista, lcfroii-
1c da bonecn.
He chegado os bem cmilieciilos spa(0es
de NaDtes, muito proprios para a cstagflu
piesente ; dios lo Aracaiy, tanto para hu-
men), como para mininos, a800is.; ditos
de couro da lustro, feitos na Rabia, a 3,000
rs.; ditos do Aracaiy, a 2,500 rs.; ludo a
Iroco de dinbeiro.
O Atierro dn lloa-Vista, defron-
te dn honeca.
He chegado ressentemento um novo e
compiti sorlimento decalsados l'rancezes,
de todas as qualidades, que Be vendom mili-
to baratos, lim de so apurar ilinheiro.
I'ecas de nlffirind-ziiiliocoui ava-
llo a 18, 1280, 144o 1-8.
Na rua do Crespo loja da esquina que
volia para a Cadeia veude-s pecas de algu-
do-zinho com a varia a 1,000 1,280 l ,44o rs.
e ainda continua vender-se os miiilos a-
crrdiados cobertores de tapete a 720, c ou-
tras fazendas por preco commodo.
Vendem-se na na da Cadeia do Recite
loja de JoSo Jos de Carvalho Moraos, penas
de en superiores e um par de oculos de ou-
ro, feitos em Lisboa, de n uilo bom gosto.
-- V( ndem-se 2 molequm, de 16Ja 18 an-
nos, creoulos, muito boas figuras, bons |,a-
ra todo servigo, lauto da prega, como de
campo; um preto de 30 ai nos, bou para
todo o servigo; urna cabra de 30 anix s, en-
goaima, faz renda, coze c COtioba : na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar.
=c Vendem-se relogios de oiiro sabonete, pa-
tente ingle?: em casa de Geo Kcnworth c D
rua da Crux|n.2.
Vara te acabar.
Vendem-se cera de carnauba, primeira
sorle, a 5,500 rs.; sapatos brai.cos para mi-
ninos, a 500 rs.; irruas de ema, rouros de
cabra e chapeos de palha, ludo superior,
pelo prego be de graga : na rua da Cadeia
do Reciten 49, primeiro anlur.
.\ 2,ooors. apeclnha.
Na loja da rua do Queimado n. 3, defron-
te do becro do Peixe Frito, vendem-se pe-
cinlias de cassa chita de ir.uito lindos pa-
drOes, pelo baratissimo prego de 2,000 rs. a
pecinha, dar-sc-hSo an ostras com o com-
petente penbor.
.'runde pecliinclia.
Riscidos azues de qualro palmos de lar-
gura, proprios pira vestidos de escravos, a
160 rs., o covado : na la do Crespo n. 10,
loja de 1. l. de R. Tahorda.
Vende-se cevadinha em garrafes a 3,200
arrba na rua da Cruz Armazem n. i48,
No deposito de espiritas, na
travessa da Aloda n. 5, adia-
se i* venda, nova porcao c'e garra-
ibes de verdadeira agoai dente de
eaoa : quem se (iiiizer prove- des-
ta Loa pinga, faca-o qiunto antes
que a sala se est Hadando.
Sempre lia muitos bons es-
cravos para se venderem, muito
mais barato do que em oulra qual-
quer parte, como sejam :
Negros mogos, om dito bom cozinheiro,
rrioleques, moleqninhos negras mogas,
molecas e nrgrinhns, e nnros escravos : na
rua das Lsrangeiras n. 14, segundo andar.
Vendem-se saceos grandes e pequeos
com faralo, por muito commodo prego : na
rua do Trapiche n. 11.
Novas cambraias para vestidos.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
vira para a Cadeia, vendem-so corles de
cambraias, com listras de cores, a 3,600 rs.,
e o covado, a 320 rs. ; ditas desalpicos de
cor a 3,000 rs.f e o covado, a 300 rs.; pegas
de cassas abenas para mosqueteiros.a 3,000
rs.; chitas de cores flxas e bonitos padrOes,
a 5,000 e 5,500 rs., a pega ; ditas de diada-
pol3o largos para forro, a 2,400 rs. o outras
fazendas, por pregos commodos.
Vende-se um muito bonitomoleque,
creoulo, de 9annos, do urna pessoa que se
retira : na rua larga do Rozario n. 35, loja.
l'ara noivas c bailes soberbos. O
4 Regise sublimes vestidos do mais av
3 imporlanteedelicadoblondderama- #>;
* ge, as-im como de extraordinario e #
si superior selim de peso, todos bran- $.
r* eos e ricamente bordados, com fins- S
^ simorctroz d'alvor brilbante : ven-
3i) dem-se na loja pernambucana do An- p
A Ionio Loiz dos Santos, na rua do
.) Crespo n. 11.
Venlein-se 1-2 escravos, sendo 2 uri-
iecotes do 16 a 20 anuos, um delles ofilcial
de pedreiro ; um dito de meia idade ; 2 no-
grinhas de idade de 16 a 18 annos, creou-
las ; 4 ditas boas quitandeiras ; urna linda
molata de idade 22 annos, engoi'.ma bem,
cozinha optimamenle e lie ptima para mu-
camlia, por ser reolhida : na rua Direi-
la n. 3.
Vendem-se sofs de Jacaranda ,
consollos cadeiras bancas de
ineio de sala, obras de muito bom
gosto e bem l'eitas, camas do ama-
relio, ditas de angico, sofs de di-
to, dito de oleo, cadeiras de dito, banca; de
meio de sala de dito, ditas de angico, (litis
amarello, cnnsollrs de angico com espelbns
grandes 0 oulras muitas obras, ludo pon
pregos muilo commodos : na rua da Cam-
boa doCarmo n. 8.
Vendem-se 4 moleques do 18 a 20 an-
nos, sendo um ptimo sapaleiro; um dito
de 8 annos; 6 pretos de 25 a 30 annos, sen-
do um ptimo oleiro ; 2 pardos de 25 a 30
annos, sendo um sapaleiro e que tambera
Irabalha decarpina; 2 pardas de 15 a 20 an-
uos, com habilidades, sendu urna propria
para ama de casa ; 3 prctas com perfeilas
habilidades, de cozer, marcar, bordar o fa-
zer lavarinlo e lodo o mais servigo de casa,
e mais 3 com algumas habilidades e pro-
prias para lodo o servigo : na rua do Colle-
gio n 3.
Vendem-se cortes do vestido decbi- |>
Q la, de pndrrt s muito bonitos e cores %>
* lixts, a 1,600 rs cada corte ; ditos fe
4 de r iss.i de cores lambem filas, a %
i 1,760 rs. ; alpaca de algodiio msela- 9
$ da, propria para casaca o palitos, a
4) '80rs., o covaiio ; corles de calsade fe
-t meia casimira, uadiOes talequal de fe
) casimira, a 3,000 rs., o corle, e outras %
) D (lilas fazendas baiatas: na loja do
4 sobra lo amarello, nos quatro Chillos %.
4) da i na dn I n.eniiaili) n.29. f
Vendem-se vidros para vidragas : eni
casa de Sctaflieiilin & Tobler, ni la da
Cruz n. 38.
VenJcm-se um relogio de mesa, mui-
to bonito; tres mangas de vidro e um par
de jarros par flores, do muito bom gosto r
em conta : na rua de Hurtas n. 110, adiar
com quem tratar das 8 horas as 4 da tarde.
Conlinua-so a v.'iider velas de cera
cirnatiba, confeccionadas e bem alvas, de 6,
9 e 10 em libra, proprias para lurainago de
lau. h'i. -., vindaa da provincia do Cear?, pe-
lo prego de 300 rs. a libra, em caixas de 1
anula e do menos : nu loja de fazendasn.
46, da rua do Queimado.
Vende-se urna molata, com habilidadrs
e sem vicios: na rua da Conceig'o da Roa
Vista n 54.
Vende-se manleiga inglez.i muilo supe-
lior a 400 e a 480, 500 e a 040 rs.; vinbo do
lorio, engarrafado, a 400 rs a garrafa; massas
de (oilas as qualidades a 2411 rs; faiioha de
aramia a l40 rs.; dila de Maranhan aldOrs.
cha Yson a 2,24u a libra ; vellas de sprnnace-
le a 720 a libra; arroz pilado a 00 e a 8u rs. a
libra; azrite doce a 5011 ea40 r. agarrafa;
(oucinlio de Sanios a llio e 200 rs. a libra:
no pateo do Hospital n. 30.
PARA ACAHAR-R
Vende-sc, na rua do I.ivramcnto loja n, II,
sapalos de duraque preto, para senhora, obra
muito boa, pelo baratissimo preco de 00 rs.
o par, e de marroquim, ptimos para casa,
a 400 n.
REDES DE MARCA.
Vende-se lindas redes de marca, por commo-
do preco, na rua da Cadeia do Recife n. 23.
' Na Trempe, casa n. 70, se vende um
bom olticial de alfaiate, de nnme Salnmo;
nao tem vicios, o que se afianca ; dinbeiro
vista, ou com respiro, conforme se cunven-
ciodar.
ATTENCAO.
Jo bom e barato.
Quem quizer poupar, venial ver e com-
prar, pois o ganho de quem vende fies nes
miJos dos compradores e sempre ficam lo-
grados e mal seividosseus amos escusse-
nhores, no Aterro da Roa Vista n. 54, venda
ao p da loja do Sr Estia.a, e na tuh Nova
n. 71, venda da e.-quina ao p da ponte, ven-
dem-se oseiiuinte: nianttiga ingleza da
mi Itior, a 560, 480 e 210 rs. ; dita francez-i,
a 480 rs ; banln, a 30 rs. ; cha do molhor,
a2,0C0rs. ; dito, a 1,600rs.; espermacele
de 6e7em libra, a 640 rs. ; chocolale de
Lisboa, a 3fiOrs. ; familia do maranho, a
80 rs. ; dita de araruta a 160 rs. ; bolacni-
nlia dita, a 240 rs., e a lata inteira, a 1,440
rs. ; ditB ingleza, a 240 rs. ; castlidas pe-
ladas de Portugal, a 80 rs ; caf em gr:1o, a
160 rs ; loucinho de Lisboa, a 200 rs.; dito
Je Sanios, a 120 rs ; velas de carnauba de
6, 9, 20 e 40 em libra, a 320 rs.; sevada em
gr3o, a 100 rs. ; arroz do niaranhOo, a 60
rs.; aletria a 240 rs.; talhanoi e macarrSo,
160 rs.; vinbo da Ftgtteirs, a 200 rs., a
garrafa ; azeit) irocc, a 560 rs. ; azeitonas,
a200n. ; millio, a 160 rs., a cuia ; arre/
pila lo, a 320 ts. ; diti de casca, a 120 rs. ;
l'eijo iiiuUliuho, a400rs. inilho aloisia,
a880rs painso, a480rs. ; servis preta e
branca, garrafas meiasditas; charutos di
varias qualidades, vinho engarrafado mul-
to superior; queijos. a 1,500 rs., e outro'
mais gneros muito baratinhos, pois de lu-
do se dar amostras e afianga-se quo os re-
guezesserSo bom Frvidos, tanto em pre-
cos, como em qualidades.
31 nia liamos & C., na rua Nova
n. G, acaba de receben vindos de
Lisboa no ultimo navio, os sc-
-uiutes retratos os quaes vende-
r inulto em conta:
Duque de Braganga, D. Mana II rainha
de Portugal, el-rci D Fernando II, conde de
Thomar, general duque do Saldanha, gene-
ral Guedes, coronel Galamba, D. Cezar d
Vasconcellos, Falco, general Povoas, Jos
R. Costa Cabral, conde das Antas, duque da
Terceira, doqoo de Plmela, barSo daRi-
beira de Sabroza, viscondo de S da Bamlei-
, r, Alrr.eida Carrol, Rodrigo da Fonseoa Ma-
galhSes, Eduardo i. Soltar, Silvestre Pinbei-
! ro Ferreira, e outros muilos personagens
de llespanha, assim como collecgoes dos
reis dn Portugal, e algumas vistas dos arre-
baldes da invicta cidade do Porto, collec-
' giles dos successos de D. Ignez de Castro, e
I finalmente ricas estampas de Santos, con-
tendo a collecco dos apostlos.
A.2500 rs. o par.
SapatSea de couro de lustra a 2,500 rs. o par,
obra boa : no Aderro da Roa-Vista, loj de
calcado n. 58, junto ao eleiro.
25= dirimid.!casimira preta. muito fi-
nos, a 5,000 rs., o corte ; ditos de cores de
muito bom gosto, a 6,400 rs. ; cortes de
cambraias de listras do core*, muilo linas,
a 3,600 rs.; ditas com salpicos tambemde
cores, a 3.000 rs.; carapuga de algodto de
core, a 240 rs., cada una e outras muitas
fazendas de bom goslo, por diminuto pre-
go : na rua do Crespo n. 6.
Vende-seo engenho AgoaFria, na fre-
guezia delpojuca, distante II legoas dcsta
cidade, e urna legoa do embarque com II
obras seguidles : --casa de vivenda, grande
capella com imagens, um grande armazem,
casa de familia e de purgar, com andames,
encaixamento, estufa, casa de relame, com
assanto e tanque, casa de engenho para
moer com agoa ou animaes, a qual conten
moenda de ferro, casa de caldeiras com to-
das as snas laxas, etc., estribara, senzalla
o tijolo com 20 casas, urna grande casa de
volulo, que servia de deslillago, ou qual-
quer oulro misler. Adverle-se que o pro-
palarlo do engenho, que faz venda para re-
inir suas dividas, vende tamben a safra no
campo, e enlrega immediatamente o enge-
nho, logo que for concluido este negocio,
seja qual for o mez em que elle se roilise :
tr.ila-se nesta cidade com bernardo Josda
Cmara, na Praga da Boa Vista.
Vende-se ajterct parte da
fazenda d nominada Maria de Mel-
lo, situada na Ribeira do Bio da
Parahiba, distante de Ft-dras de
FogO 7 legoas, cuja iazenda tem a
legoas de comprido e meia d: lar-
go, com trras de plantacao de al-
godao e ciiacSo de gado, boa casa
de vivenda com ollicina de fazer
azeite, machina de descarocar al
godao e prensa de enfardar, po-
dendo o comprador escolber a par
te que mais Ibc convier : trata-se
em Pedias de Fogo com o Sr. An-
tonio Dantas Concia Jnior, e no
recic, com Luiz Antonio l'erei-
ra na rua do Queimado, loja
n io.
Novo livro de sortes.
O orculo, ou o livro don tlcuti-
nos, o qual foi propriedade exclusiva do
Imperador NapolcBo, traduzido do Caste-
lliano da 22' edicflo inglezas, tendo sido
anles do allomSo de um antigo manusenpto
egypcio, encontrado no atino de 1801, por
M. Somnini, em urna das reaes tumbas do
aitoKgypcio. Esta obra de rica invengSo
pranos, foi proprieiade exclusiva deNa-
poleo, onde elle consultou lodos os passos
de >iia vida, como se vera de suas cartas es-
cripias cm s. Helena, e transcripta no prin-
cipio da mesma obrr, acaba de chegar do
Rio, onde i ola prioieira vez foi vertida em
portuguei! vende-se por 3,000 rs., no Pa-
teo do Collegio, casa do livro azul.
Vende-se una rica montara, sendo ja-
que e bouet de veludo preto, selim inglez,
ludo sem uso algum: na rua Jo Cabug, lo-
ja de miudezas de Francisco Joaquun Ruar-
te, se dir quem vende,
Venie-se um cavallo de cabriole!, mui-
to novo e com ptimas qualidades : na rua
da Cadeia n. 1, sedn.
Vendem-se 3 escravos, sendo urna pre-
ta creoula de 18 anuos, bonita esadia;2
pretos de 24 e 25 anuos, sadios, fortes e bons
Irabalhadores em armazem deassucar : na
rua da Cruz do Recife n. 6, primeiro andar.
-- Vende-se um deposito, cop lOcaixes
para 6,000 arrobas i.eassucar, um luagu do
bulauga e suas conchas, urna outra deci-
mal e 12arribas em pezos, ludo em bom
r-t .dn, por sservir em urna sala : na rua
da Cruz do Recife n. 6, primeiro andar.
Vende-se a bem acreditada laverm,
sila na rua da Calsada n.'_. com poucos fun-
dos, lom commodos para pequea familia,
a dinbeiro ou a praso : trata-se na travessa
da Madre de lieos, armazem n, 13, das 9 ho-
ras as 2 a larde.
Vende-se a armagSo de amarello, en-
vidragada, e quem a comprar so aluga a lu-
ja em-que o-ia colocada, na rua Nova n.
58, i.ii-mi em conta a quem li/er negocio
lio l- S 15 illa-.
Capachos proprios para sala.
Vendem-se supeiiores capachos, piulados
e brancas, e de varios tamaitos, por prego
muilo lom mi lo ; na rua do Queimado, lu-
ja de miudezas u. 16, junto a luja de cera
ii. 33.
Vendem-se livros em branco
de diversos lomanbos pe.ias de
oro, cabos de manilba e de linbo,
soceos com huelo, ludo por com-
modo preco : na rua do Trapiche
n. 11.
Agencia de Edvvin Maw.
Na rua de Apollo n. aruiazem de Me. Cal-
iiioni.v Companbia, acba-ae cuiitlanlcuieulc
bon. aortlmtnto. de talxa de ferro OOtdoe
batido (anto raaa como tundas, moendas in-
teiras todade ferro para animaes, agoa, etc.,
ditas nara armar em madelra de todos osi l-
mannos e inodellos o mais moderno, machina
horisoutal para vapor, com forja de 4 caval-
los. coucos, passadelras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, eicovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos Iblnas, e ludo
por barato prejo.
fazenda mais barata do que em
outra parte.
Coberlorc de algodo escuro para quem
(em fro a 720 rs. cada um, cortc.de bnm
branco trancado de linho puro a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,600 rs. o corte, rlscadoi de li-
nho a 220 e 320 rs. o covado, rlscado de algo-
do trancado muito cncorpado proprio para
escravo a 180 e aOO r. o covado, pico(e a 180
rs. o covado, zuar(e aiul de 5 palmos de lar-
gura a ?40 rs. o covado, dito de cor a 200 rs. o
covado, viseado francez muito tinosa 240 rs. o
covado, chita para coberlas decore, bxaia 200
ra. o covado, ditas para vestido a leu e ibo rs.,
casia chita core fixa a 440 r. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 r. o covado,
pecas de cassa de quadro para babado e cor.
tinadoi de cama com 8 varas e meia '.<
n. chapeos de inassa para escravo. a 480 rs.
cada un : na rua do Crespo n. 6.
Talxas para engenlio.
Ni fundigo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por prego com-
modo, e com prorrrptidSo embarcam-se, ou
carregam-s em carros sem despezas ao
comprador.
^Gantois Tailbelck Companhia.
fl Continui-se a vender no deposito |
S geral da rua da Cruz n. 52, o excel-
tic lintee bem conceituado rap areia *
-$ preta da fabrica de Ganlois l'ailhet & I
;| Companhia da Babia, em grandes e g
I pcquelas porgoes pelo prego cstabe- g
2l4TI.il. &
Vendem-se queijoi londrinos, presuntos,
caixinlias de cdelile porgadvo, conservas di
lodas as qualidades, cemente ou passaa inlu-
da. para podins, carne salgada para uso de fa-
milias em barril de 50 libras e miudos da mes-
ma forma preparados, ludo ltimamente che-
gado : na rua da Cruz, armazem n. 9. de Da-
vi8tC,
Vende-se superior cognac velno, em
barris de 12 a 24 caadas: na ru da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia
Vende-sc gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado deFrang, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
Vende-se cobre metal ama-
relio e prego para forro de navio : por preco
commodo, em casa de A. V. da Silva barroca ,
rua da Cadeia do Recife n. 42.
Km casa de J. Keller & Com-
pauli ia, na rua da Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o excell*oloe superior vinho fie Itu-
eelItW, embirrie de 6.*, be muito recom-
mendavel as casas eslrangeiros, corr.o ex-
cellenle vinho para pasto.
Vendcm-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova n. 4^-
Copos para vinbo e para agoa
de qualidade muilo superior vendem-sc em
casa de Kalkinaiin Irinus, rua da Cruz n. 10,
aonde tambera ha grande sorliinenlo de appa-
relhos de vidro fino para sobremesa, para agoa,
para ponche, cestos e vaso para llores e para
frutas.
Vinbos finos
de liordeaux, vinhodc Ilercs, vinho do Roci-
no, vinbo de Bordeaux branco de idade de loo
annos : vendein-e cm casa de Ralkmann Ir-
10.io-, rua da Crui n. 10.
Charutos de Ilavana
de superiore qualidades : vendeui-seem ca-
a de Kalkmann Irinos, rua da Cruz n. 10.
Instrumentos de msica
chegou novan.rule um completo sorliinrnlo
de iiimi moniios para msica militar, recom-
menda-se principalmente os pisle. pralos
verdadeiros da Turquia, Ramios, (lautas, bul-
tos, cornetas de chave, clarn lisos e de cha-
ve, viole riquilnios 4 Jacaranda, clari-
uetas, trombones, trompas, caixa de guerra,
zabumbas e arco de campainha : vendcm-se
cm cafa de Kalkmann limaos, rua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verte i vendem-e em casa de Iva U-
mann Irinos, rua da Cruz n. 10.
Livros em branco
grande lortiinento proprio para escriptorio e
qualquer oulro eitabclecinicnlo : vcndein-e
em casa de Kalkmann Irinos, rua da Cruz
n. 10.
Cadeiras e sofaes
para meninos: vendem-se cm csa de Kalk-
mann Irinos, rua da Crui n. 10.
Vinho de Champagne
de superiore qualidade : vende-se em casa
de Kaikmann Irinos, rua da Cruz n. 10.
Obras de ouro
chegou um novo e completo sor(imcn(o de to-
das as finalidades, como sejam, correntes pa-
ra relogios, anneis, pulceras, alfineles, ade-
rreos, brinco, vollaa, etc. : vendem-ie em
caa de Kalkuiann Irinos, rua da Cruz nu-
mero 10.
Calvirgemem pedra.
Chegada Je Lisboa pela barca Margarfde, ven-
de-e no armazem de Silva Barroca, rua do
I ii ii ni n. 2(i.
Acnbiio de cliegar para a loja de
Jos .ion na N'ovu n. H.
Os ii,ais lindos manteletes e capntinho!
preto e de finta-cores que cen exageraco
tem vindo, sobresahindo ao mesuio o ipo a
variedade no gaslos porque sao quasl todos
de diferentes inoilcllos, aciessentando-se mais
queemquanto do preco nada Orar a dezei-
jar ao comprador.
--No arinaiein da rua da Moeda n. 7, con-
tinua-ae a vender nocas com superior colla
das fabrica do Rio Grande do sul, e opre(o
em conta,
Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 43.
GBAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano, James Ma-
sn. A sua composicao be feita de proposito
para lustrar com agua e conservar o lustro,
tanto de invern como de veraoj a grande
vaotagem que ha nesta graxa he a cousrrvaco
do calcado, e lustrarem-sc o sapalo ou bo-
tina ainda mesmo molinillos, e una pequea
latta aturar mais de que tre boides e custar
menos do que um Vende-se em barricas, |
ou porcao de duiias, no armazem de Vicente
lo n n i da Costa, na rua da Madre-de-Deos.
Con(iuua-se a veuder agoa de fazer ao
cabellos e suissas prctas : na rua do Quciiml, .
leja de ferragens n. 31.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de munico,
Cimento,
vende-se ludo por pregos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim n-35.
Algodao para saceos.
D Vende-se muito bom algodiio para $
>; aaccos de assucar, por prego comino- *
fi do : em casa de Ricardo Royle, na i
'4J rua da Cadeia n. 37. }.;
Moinhos de vento
eotn bombas de repuebo para regar nulas
d baixas de capim : vendem-se na fondigiio
de Bowman & 51c. Callum, na rua do Brum
ns. 6,8e10.
AGENCIA
da fundigao Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito auperior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do firum ns. 0, 8 e 10,
fundiSo de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicumra e bracos
de ferro i na lundic3o da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucire roupa do
escravos.
Escravos fgidos.
-
No da 14 do correne desapparecco ao
abaixo assignadn, do seu sido em Agoa-Prla
de Santo Amaro, um preto de nome Joo,
que oopelidavam 09 parceiro por Joao mo-
leque 011 pequeo, reprsenla 18 a 20 annos
srin pona de I. ul. 1, baixo, secco do corpo,
mas bem proporcionado, olhos pequeos, he
bastante ladino, fallas muito inavlosai: roga-
se pnr muilo obsequio a todas as autorida-
des policiaes ecapitiiesde campo, de o apre-
hndetelo e entrega-lo no Recife, rua do Tra-
piche n. I?, ou na rua da Cru n. 8, (rr-
ceiro andar, 011 no inesmo si(io que, aleffl
das deipcras, e gratificar generosamente.
Jos Francisco llibtiro il$ Soma.
Desappareeeu no da 3 do conenle
mez, o escravo Jofio. do tiaglto Bcnguella,
que reprsenla ter a idade de 50 annos, cor
preta, com cabellos brancos na cabega e
barba, tem falla da alguna denles na bocea,
rosto comprido, altura ua pouco mais que
regular, secco do corpo, tem sicatrize da
xicoto as costas e nadegas, com as perna
um pouco arqueadas, tendu os dedos do pe
direilo virados para dentro, levou vestido
camisa do riscado azul escuro, com camisa
de baeta encarnada por sima e calsa deal-
godSo : quem o aprehender o peder levar
a rua do Collegio n. 4, primeiro andar, que
seri recompensado.
Deapparcceo, na nonte do da 3l do pas-
ado, do engenho Santo Andr, na freguezia
de Una, o preto crioulo Joao Mariano, oflicial
de sapaleiro, comprado a Jos da Fonceca e
Sl|va, 19 de feverelro detc aono, com o
lignaes eguiute : belide no olho etquerdo,
diz elle que proveniente d'um couce de ea-
vallo, e pelo que tem luna icatrlz na extre-
midade superior do nariz, do luesmn lado
cquerdo ao p do ouvido para traz da orelba
tem oulra cicatriz longa e bem aliente, cara
larga e bexigosa, fornido do coipo, de altura
regular, e lera 30 annos, pouco mal ou me-
nos, levou do mesmo engenho um quarlo
em que fot monlado, caKanbo andrino, boni-
ta figura, grande, carnudo, castrado, p di-
relio calcado, com marca -P- napa esquer-
da: roga-se s autoridades policiaea e cap
tae de campo a aprchensao, e levando-o ao
supra dito engenho ou no Alterru da Hoa-Vis(a
n. 3fj, que scro generosamente recompensa-
do. Ese eiciavo foi visto passar no engenho
S. Paulo, en Serinhaem, no dia lmrnedialo.
onde heconhecido de muitos, por Joao Piloto
Desapareceu no dia 6 do correte mes
at.mlr, unta preta de nome Bolina de nacao
Conga, bem moca secca do corpo e eapadada,
pescosso grosso, altura regular e bem pre(a,
ps comprido. ros dente do lado lupperior
podres, com algutiia marcas no pescosso e
costas, levando vestido de chilla cor de ganga
com palmas enarnadas e verde, e panno da
Coila azul ebranco : quem apegar leve-a a rua
do Queimado 11. 38, que ser recompensado
segundo seu (rabalho.
Uesappareceu no domingo 8 do corrente,
uin negro de nacao Mocanibique oflicial de pe-
.limo, por noinr Jos, quealguns o apellidan!
por Jos Cangullo e Jos moleque, o qual foi
escravo utuitos annos do Sr, Manoel Joaquim
Pereira, genro do Sr. Belent do Forte do v alio,
leudo falta de denles na frente na parte u-
perior, tecco do corpo, 'ettatura regular, oltiot
vivos, muito ladino e failador, bem conhecido
por todo of medre e officiae de pedreiro
deita cidade, levou chapeo de pello preto, ja-
queta de panno e calca branca. Recoininen-
da-se epedc-iea todas as autoridades policial.
e capital s de campo, tanto deata como na
mal provincia vizinha, de o capturar e lva-
lo a rua da Aurora caa 11. 24, 011 a rua '
Queimado n. l4, que er bem recompensado-
Pr.RNf. rV/vTvi'.DR M-F-nn F*ai:ia
MELHOR EXEMPL


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