Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06368


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Full Text
Anno XXVII
Quinta-t-eira 12
rATxTIDAS DOS CORHEIOV
Golanna e Paraliiba, as segundas c sextas fclras.
Ro-Grande-do-Norte, todas as quimas fciras ao
rneio-dia.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Roa-Vistee Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas fe i ras. .m
Olinda, todos os diat.
- .-a. r 'uv-.VTr -..r^Mrr ;-orj
pntMrniDis
rNova, a 30, as 0 h. e27 m. da t.
P.usts mirJ ctfc- a 6. as 4 h. e 8 m. da t.
ranas di Lca./<;he|a a |3 aj4 h- n na t.
' .Mu-. a 21, as 3 h. c 42 m. da t.
FBEAM1BDE HOJE
Primeira s 2 hnras e 54 minutos da tarde.
Segunda s 3 horas 8 18 minutos da manhaa.
de Junhode85t.
."; aer;o da subschipijo.
Por tres metes fadiantados) 4/000
Por seis mezes SJOOO
Por um anno. 15/uuo
SIAS da semana.
9 Seg. Primeira oitava do Espirito Santo.
10 Tere. 5. dta.S. Primo. Aud. da Chano., do
1. da^ vara do c. e dos feitos da f.icndj.
11 Quart S. Bcrnalit1. Aud. do i. da 2. vara.
12 Ou'nt. S. Onofre. Aud. orf. c do I. m. da
primeira vara.
13 Sext. S.Antonio.
14 Sab. S. D.gna. Aud. da Ch. e do S. da 2. vara
do civel.
15 Dom. daSS Trindade.
PfA?3BUWLVJ'--*r:.*>M*ajD'!M.
f. 153
^*
CAMBIO c >I DE JDWHO.
Sobre Londres, a 26'/, e 27 d. p. 1/000 rs.
Pars, 340 pdr Ir. nominal.
Ou'ro.-Oncas ifesanhola...... WM0 g00
Moeda de 6/400 velhas. 8/900 a 16.200
. de 6/400 novas lb/000 lojjw
. de 4,000....... 0/000 a gTCO
Prata.-Patacoes brasileiros.-.. J/M0 a 1/9.*
Peso, columoarios..... ffi J*
Ditos mexicanos........ 1/ V70"
-t talHrkwnBarTxa
ixraasjitjit.iMi!irjy,-:j'..
W .*> ** 'W>*!W23
Bfj MW
PARTE OFFICUL.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ES-
TRANGEIROS.
Proieelo de Iralndo propotlo pela leguco dos F.s-
tat/os-Undoi da Ameriea.
A legaco dos Estados-Unidos'da America ao
governo imperial.
Legaco dos Eslados-Unidos HUi de Janeiro,'
i 3 de agotlo de 1849.
O abaixo assignado, enviado extraordinario
e ministro plenipotenciario dos Estados-Uni-
dos da America, em conforniMadc do que se
convelo na conferencia que teve a honra de
ter no da 3 do correnlc com S. Exc. o Sr. vis-
conde de Olinda, ministro e secretario de es-
tado dos negocios estrangeiros, aprsenla ago-
ra considerarn de S. Exc. e dogoverno Im-
perial o Incluso projecto de um tratado entre
os Estados-Unidos c o imperio do Hrasil.
Exaniioando-se este projeelo, ver-se-ha que
o abaixo assignado toinou por modelo o trata-
do de 1828 ntreos dous paizes, faiendo ni-
camente aquellas alterarnos que jolgou neces-
tarias, mas que noalteram as relaedes com-
merciaes ora existentes.
O unciefleito, pois.queproduziraadopco
do tratado ne posto, ser tornir permanentes,
pelo lempo que se convcnclonar, as bases so-
bre que assenlam presentemente as relaedes
commercias entre os dous pases.
O aballo assignado acredita ser este objecto
de grande interesse para ambos os governos.
Para se einprcliender com successo o commer-
clo entre os Estados-Unidos e o ttrasil. lie ne-
cessario dlspor de um grande capital, e para
proseguir nelle com vanlagem para os cidados
e subditos (tus dous paizes, devem ser peque-
nos os lucros ; este lim smente se poder
conseguir por mel de urna concurrencia a-
lular. E liada tender tanto a induzir os capi-
talistas a empregar-se neste commercio, e a
faterapparecer aquella concurrencia, do que
enllocaras relaedescommerciaes sobre bases
permanentes, por meio de um tratado de com-
mercio. O secrelario>desla legar, que acaba
de voltar dos Estados-Unidos, como S. Exc.
aabe, assegurou ao abaixo assignado que os
negociantes americanos que commerciam com
o brasil do grande imporlancia a um tratado
de commercio. Files cstao satisfeitos com os
rrgulameiitos geraes ora em vigor, .e inuilo se
rrgosljam de saber que existir amisade e boa
intclligencia entre os dous governos c povos,
desojando potniardcntcmentc que se tornem
permanentes r.sias boas relaedes.
S. Exc. ver que as esllpulaces conlidas no
projecto incluso d-sea mals ampia reclproci-
dade. O governo dos Eslados-Unidos nada pe-
de que nao deseje conceder.
Urna consideraco addicional para aadopeo
do tratado proposto enconlra-se no facto de
que resolvera elle para sempre as quesldes
<|ue provieram no de 1828. ,s Exc. sabe que
opinies dulcientes sobre pontos de grande
imporlancia appareceraui entre os restados-?
Unidos e O Brasil relativamente intclligen-
cia que se devia-dar ao arl. 33 do tratado da-
quclleanno. Nao he desarrazoado o reccio de
que poisam estas questes para o futuro alte-
raras relaedes entre os dous governos. Para
prevenir un aeonteeimentn que tanto cria pa-
ra deplorar, mullo couveria que o objeclo da
controversia fosse de una vez para sempre de-
cidido, emqiianlo os sentimentns mal benig-
nos felizmente caraclerisain suas relaedes.
O abaixo assignado nao coma licar anda por
mullo lempo junto ao governo de S. M. ; po-
rm, posto tenha sido curta a sua residencia
nesta corte, sempre se interessar vivamente
pela paz e prosperidade do imperio do Hrasil.
Concordando com o governo e povo doscu'pau
na opinio de que traria incalculavcis benefi-
cios para os Estados-Unido*e o Brasil um tra-
tado que regulasse as relaedes commerciaes
enlre as duas grandes naces americanas, e rei-
terase o protesto feito mutuamente, e ao mu ., K.8e.,^e.,;[?,!!? _P5---0_r-"".e5ia.r!a '"-'J
Tod da resolucao tomada
perador,
Julga o Sr. Tod conveniente que por meio
de um tratado se declassajj; M
1. Que nenhum fivosilsjr concedido a '"-
can alguma em materias de commercio e nave-
gaco que se nao torne (inmediatamente ex-
tensivo outra parle coutractante.
2. Que n commercio e navegar.. dos dous
paizes seja posto no p da mals perfeita recl-
procldade e igualdad.- de tratamentn, exce-
ptuado nicamente o commercio de cabota-
gem, que deve liear reservado aos seus respec-
tivos subditos c cidados:.
3. Que essa igualdade seja observada tanto
arespeltodos dircitos de navegaco como de
alfandega, tanto no commercio de tmportaco
como de exportarlo, quer seja directo ou indi-
recto.
4. Que, em vlrtude do mesmo principio, ba-
ja toda a liherdade para os subditos c cida-
dos dos dous paizes de dirigir seus proprlos
negocios, em lodosos portos e lugares sujeitos
jurlsdlcco de qualquer dellei, como os pro-
prlos naeionaes.
5. Que nao liquem snjellos a nenhum em-
bargo, e nao srjam deudos sobre qualquer
prelexto, navios e mercadorlas dos subditos e
cidados dos dous paizes.
6. Que se fdrem ohrigados a buscar refugio
ou asylo em um dos dous paizes, sejo rrcebi-
dos com humanidade e com lodo o favor c pro-
teccan.
7. Que se estipule sobre a prolecfao s pes-
soas e propriedades dos subditos e eidad.'ios
dos dous paizes llnelo do servi?o militar, e
de qualquer contribuico ordinaria que nao
fr geral e eitabelecida por lei, e sobre as re-
aras que devem ser observadas as visitas e
busca domiciliarias, e no exame de livros e
papis commerciaes.
8. Sobre o modo is se fazer a restiluico
dos navios, mercadorias e efl'eltos porleucrnlcs
ubditos ou cidados de cada um dos dous
paues, tomados por piratas e que se acharem
dentro dos limites da juris-ieco do nutro.
9. Sobre o inode de se proceder a respeito
de navios e objeetos naulragadus.
10. Sobre a liberdade oulorgada aos subdi-
tos e cidados dos dous paizes de dspdr de
seus bens dentro da jurisdicao -do oulro, e de
herdar conforme as respectivas leis.
11. Sobre os direilos, prerogalivas e inmu-
nidades dos agentes consulares nos lugares
em que forem admillidos, e aulorisaco para
arrecadarein. administraren! e liquidarem as
hrrancas de seus concidados que frein ja
cenes.
12. Sobre os favores, inmunidades e Isen-
fses dos agentes diplomticos
i3, Sobre as regras que devem ser observa-
das por cada um dos dous pnizes no estado de
guerra cnlre elles, ou com urna lerceira po-
tencia,
Taes sao os pontos que o Sr. Tod desoja ver
regulados em geral por um tratado.
Pelo que respeila am que coniprehendem
principios geraes do dreito das gentes, o abai-
xo assignado observar que, achando-sc regu-
lada! as relaedes internacin es do imperio, se
gundo o rigorosos p.incipios desse dircito que
geralmente se observam entre as naedes cultas,
seria por em duvid a sua anplicaco queren-
do dar-sc-lhe por meio de tratados urna forca
que j ti in.
O Sr. Tod, durante a sua residencia neste
pali, deve ter conhecido quanto he solicito o
governo imperial em fazer participantes todos
os estrangeiros que chegam ao Ihasll, ou holl
rcsidein.de lodos os favoresje prolccco de que
gozam os proprios naeionaes as suas pessnas
e propriedades; e nenhum dos artigbs do tra-
tado proposto vem eslabelecer doutrina sobre
a qual nolenham j providenciado convenien-
temente a cpnstiluicodo EsUdo, as leis org-
nicas e regulamculos que a explicain e desen
volvem.
tem de taes formalidade as visitas domicilia-
rlas, como o Sr. Tod poder ver no artigo 211
e seguimos do cdigo penal, l89_e seguimos do
cdigo do processo, artigo 4.", 10 da lei de 3
de dr/.embro de 1841, e sao a este respeito to
escrupulosas, que ninguem dir que ellas au-
torlsem a menor violencia, e nem reclamaedes
sobre semelhante assumpto tem subido ao co-
nhecimento do governo imperial .la parlo de
agentes das naedes que nao tni rom o Brasil
tralaos. Se o tratado livesse por ilmoblor
paraos cidados dos EstaMos-l'nl.los garnmias
mainrosdoque aquellas .jue tem os cidados
brasileirns, nao poderiam ser admlttldo. Se
tem por lim obier as mesinai, nao he isso ne-
cessario, porque goiam dolas.
BtvtaaasBssVBiB>sB*m<>i
Letras existentes em 31 de marco
tram em outroa tratados celebrados pelo P.ra-
sil, nos quaes as partes contratantes contra-
hizo tambem, e igualmente por um modo
solemne, todas aquellas obrigaedes de estro
que vem de ordinario em semelhanles con-
venidos diversamente enunciadas nas dos Esta-
dos Unidos, segundo a formula usual de seus
tratados.
Mas que sondo essa opiniao do governo im-
perial, nao duvidava elle, por exemplo, ad-
milllr que as doutrlnas dos orts. 11 o 12 fos-
aem tambem ennslderadas perpetuas, pols im-
porta.) garanlias que se devem mutuamente
proslar as nardos por dircito natural, o dever
de humanidade, garantas de que go/o todos
os estrangeiros, qualquer que soja o paz a
Quanto ultima, a resnlu{o impoiia'. de 2*i jque perteneo, e de que gozaran independen-1 de hospital seus jomaos
de setembro de 1845 consumi os agentes con-|trnicnt> daunellas estipula^des, os cidados inP7.
sulares franreies em policio excepcional, pa-[dos Estados-Unidos,
ra podeiera arrecadare administrar as suecos- i Que a sesjicentes de seus concidados; mas o go-[no imperio por venda, doaco, testamento, ou
verno imperial tem entre mos um regulamen- por outra qualquer forma, herdar os ditos
to que brevemente ser publicado, pelo qual bens pessoaos, quer por testamento, quer
ser concedida a mais ampia ingerencia possi-lobs-inlesta'lo. tomar possr dollcs por si ou por
vcl nas successdes de seus naeionaes aos agen-'outrem em seu lugar, e dispr dos mesn'ios
por sua vnnlade, pagando smeiite os direilos
2!945,459
18:164,711
Dapti.i.
Pago aos empreados dos estabele-
clmenlosdecaridade seus ordena-
dos do primeiro de outubro de
is.'i" a marco ultimo
A Lourenco Jusliniano da Rocha
Ferreira por2C.'i bilal 132,000
Abaliinento de ft por cento 6,625
,lo regente da casa dos esposlos, des-
pea de marro
Aos enformeirose solventes .logran-
do dito
les consulares daquellas naedes que, como a
Fraiifa, admitlirem reciproci.lade.. E nesse
regulamenlo nao smenle sero regulados os
pontos relativos s succrssdes eslrangeiras,
nas ainda declarados os dirritos, prerogalivas
e inmunidades que o Brasil reconhece, a.lmil-
lida a reciprocidade, nos cnsules c vice-con-
sules estrangeiros, seguirlo os principios mais
saos, mais largse maisgeralmente admillidos
do dreilo das gentes.
O abaixo assignado osla persuadido de que
esse regulamenlo preeuclier os lins que tere
em vista n artigo 32 do tratado de i2 .le dezem-
bro de 1828, pelo qual se tinha estipulado a
formaeo de urna convenci consular que .fe-
clarasso especialmente os poderes e inmuni-
dades dos cnsules das parles respectivas.
O outro assumpto distinclo do precedente, e
de que irata a nota do Sr Tod, he o qu se re-
fera s relaedes commerciaes entre os dous
paizes. O systcma que cm semelhante malc-
ra segu o Brasil, acha-sc consignado no reia-
lorio que o abaixo assignado apresentou i as-
senilea geral legislativa na primeira sesso da
oitava legislatura. O abaixo assignado chama
sobre elle a allcncao do Sr. Tod.
Segundo este syslema, os navios dos Eslados-
Unidos nos porlos do Brasil sao tratados, tanto
pelo quepertcnce aos impustos sobre a nave-
g.n, .i.i, como aos direilos da alfandega, como os
naeionaes. Nenhuina naci he por tanto mais
favorecida do que os Estados Unidos.
O goveruo imperial nao est resolrido a
abandonar esse syslema emquanto o julgar,
como julga, conveniente aos interesses do
Brasil.
- Km v ir tu.le delle o commercio enavegaro
dos dous paizes esto no p da mais perfeita
reciprocidade c igualdade de Ira lamento. Islo
a que sao abrigados os habitantes do paiz.
Que pelo niesuio motivo coiicede-lhes toda
a prolcccio cm suas pessoas e propriedades,
de qualquer ciaste que sejo, e faculla-sc-lhes
todos os meos e recursos de dircito em sua
drfesa poli maneira porque podem lera isso
iln riin os naeionaes segundo as I. is do impe-
rio.
A disctalo desta queslo que licou esco-
tada e encerrada nesla corte por notas .leste
ministerio de 21 o .'II de agosto o pela da lega-
co dos Estados-Unidos de 20 daquellc mu.
todas do anno de 1846
Segundo o Sr. To.l, as quesldes provenientes
da diversa intclligencia do nrt. 33 do tratado
de 18.'8 licariam decididas emquanto duras-
se o tratado proposto, o qual nos seus difieren-
le artigo* procura esilarec-los c regula-los
pela maneira mais va na josa aos interesses do
commercio e dos cidados dos l-'.sta.los-Uni-
dos ; porcm quanto queatao principal, re-'X Luz Antonio de Squeira por fa-
A admlnislraco do patrimonio do*
orphns, importancia do foro de 12
annos da osa n. 62 da ra dos Pes-
cadores
A 94 amas que comparecern! ao pa-
gamento de marco ultimo
A Manoel Antonio de Jess, impor-
lancia do p.io e bolacha que forne-
ceu aos estabelecimonlos de cari-
dade nos ine/.es de Janeiro a mar-
co ultimo 789,414
\bale de 5 por cento 39,470
Ao regente do grande hospital, des-
poza de marco
Aos enfeimeiros e servente do mes-
mo hospital seus jomaos vencidos
em abril
Aos ditos do hospital dos Lazaros,
dem de Janeiro a marco
Ao regente da casa dos exposlos des-
pc7 do abrjl
Ka dito do grande hospital idein
Ao dito do hospital dos Lasaros ideal
de marco
A i, i .'lim. Ferreira da Silva por doi-
lar 48 vidros. nos caxilios do gran-
de hospital
2:681,415
125,875
-310.740
34,000
1-1,688
l:582,7ti9
lativa inlelligeucia do $ 1. do art. 33, he ma-
nifest que permanecera no tlatoquo.
Nao havendo os negociadores imrnduzido
no arl. I. daquellc tratado as expressdes de
que a paz o amizade seriam perpetuas, como
se i. ni f.-to em outros que coiilm as mesmis
ou semelliaiiles palavras, liveio de as con-
signar no ait. 33 ao lixar a duraco do mesmo
tratado.
lissas expressdes nada mais imporlo do que
o reconheclmenlo daquelles diversos direilos
geraes, que em paizes civilisa.los nunca dei-
xo de sf-r utisc vados e respoitados. anda
mrsino .[liando nao ha tr.Ua.U-. O governo
iu.p.-i i .i osla convencido de que nenhum mi-
tro sentido podem ter cssas palavras, e nao
cr que o dos Eslados-Unidos querer renovar
zondas para os cslabelecimenlos
de cardade
A Antonio Luiz dos Santos, impor-
lancia de 10 duiias de camisas de
riscado
A Francisco los dos Prazeres Cam-
boilll pelo dolo de sua mullier
A Tertuliano Jos de Barros dem
A Flix das Mrcela Mana, dem
A Olegario l.uiz dos Sanios
\ diversos por despezas feitas rom a
obra do hospital Pedro II, como
consta do livro respectivo
se v da proclamadlo que o presidente dos'ul"a discusso que parece haver terminado
Estados-Unidos publicou cm 24'de novemliio
de 18-17, ili'.l.ii ui'l'i e ordenando que todas
as leis talando dircitos differenciars de lone-
lagem e imposto dentro dos Eslados-Unidos,
licavain e coulinuario suspensas e sem vigor
relativamente aos navios do Brasil, e aos pro-
ductos, manufacturas e mercadorias impor-
tadas pelos un -mu- nos Eslado--Unid >, qur
em procedencia do Brasil, qur de outro qual-
quer paiz estrangeiro, e que a dita suspenso
teria efleito desde o dia cima mencionado, e
com as Ultimas ex-plicacdcs da ola deste mi-
nisterio de Mi de agosto de 1846, arpial nao loi
impugnada pelo governo dos Kslados-Unidos,
cuj > legaco nao turnou a invocar as dispo-
sices do tratado que sequiz considerar per-
petuas por OCCasid do fallecimeiito de ci-
d idos uorle-americasos no Brazil, oda suh-
sequeule arreca.l.ivio de scu* li.-n. pelas au-
toridades do paiz.
Em concluso tem o abaixo assignado de
declararan Sr. Tod que o governo imperial
continuara cmquaiito por parle dogoverno noeiieontra motivos sullicienies para, ailop-
do, de que paz e ainisade existe, e continuar
para sempre a existir entre ellas, o abai-
xo asignado, de lempos em lempos dirl-
gio-se sobreest assumpto ao governo impe-
rial, e agora manifesla a rsperanca de que S.
Exc. .muir em que he chegada a poca de
obrar, e de que se Ihe proporcione a grande
sati-l.iro de levar a cll'eilo por parte dos Esta-
dos-Unidos um objerto to importante e de-
sojado.
O abaiio assignado aproveita-sc da opportu-
liidade para renovar a S. Exc. a seguranca de
sua alia eslima e consideraco,
A Exc. o Sr. Visconde de Olinda, etc., etc,
Daniel Tai.
Kola do governo imperial lrg.ic.io dos Esta-
dos-Unidos da America.
A. 3/lio de Joneir. Uiniterio dos Hrjocio
eilrangeirot, em 22 de abril de 1851.
O abaixo assignado, do conselho de S. .M. o
Imperador, ministro e secretarlo de estado dos
negocios estrangeiros tem a honra d aecusar
recebida a nota que dirigi a seu antecessor
cm I3de agosio d.- iS-'.i .i Sr. David Tod, en-
viado extraordinario e ministro plenipotencia-
rio dos Eslados-Unidos da America, e o projec-
to que acompanhou para a celebraco -Je um
tratado entre o imperio do Brasil e os niesmos
Estados.
F.xpde o Sr. Tod que este projecto se aclia
formulado em couformidade das estipulacdes
do ti alado de 12 de dezembro de l8'28, debaixu
do principio da mais perfeita reciprocidade,
enmend smenle algumas modificaedes que
nao alteraoi as relaedes commerciaes que ora
existom eslabelecldas pelas leis do imperio.
Julga o Sr. Tod conveniente entrar nessa
Hegnciaco nicamente para tornar permanen-
tes, por um tratado, pelo lempo que nelle se
.onvein mii.ir, as bases sobre que assenlam
presentemente aquellas mesmas relafdes, com
as quaes altas esto satisfeitos os cidados dos
l'.-i.i.t.is-l unios inlerestados no commercio
com este paiz.
Una nutra consideraco addicional faz o
Sr. Tod para recoinmendar a adopeo do tra-
tado proposto, e vem a ser, que por elle se re-
solvein as quesldes que podem provir da di-
versa inlelligeucia que ao art. 33 do tratado de
1828 tem dado os dous governos.
Este negocio, como se participou ao Sr. Tod
por nota desta secretaria de estado de 12 de
setembro do referido anno, fol reinetlido res-
pectiva secen do conselho de estado, que S. M.
o Imperador julgou conveniente ouvir.
Habilitado boje o abaixo assignadocom o pa-
recer da ecco, e bem ponderadas pelo gover-
no Imperial as razes de conveniencia da cele-
brado de um tratado com os Eslados-Unidos
da America, passa a dar conhecimeulo ao Sr.
alguma providencia ou desenvolvimento, o go-
verno imperial pelo seu proprio inlcresse, c
pelos principios largos e liberaes da sua polti-
ca, nunca se recusar a adoptar as medidas
convenientes.
ISem os Estados-Unidos, nem o Sr. Tod, se
queliatn da falta de favores e proteceo, posto
lenham cessado a* estipulacdes do tratado de
1828.
Se as leis fundamentaos e regulamentares do
imperio siio. alm de permanentes, garantido-
ras dos direitos, pessoas e propriedades do es-
trangeiro, e Ihesso applicadas ; se as dispos-
(dos sao mais desenvolvidas e completas do que
as bases geraes con leudas no tratado oliereci-
do, nao v o abaixo assignado necessidade de
consignar essas bases geraes cm um tratado
temporario e transitorio.
Nem supponha o Sr. Tod que os Francezes
sao mais favorecido* pelo* artigoa perpetuos do
tratado que com a Franca relebrou o Imperio
do que quaesquer outros estrangeiros. As prin-
cipaes disposicdes desses artlgos, que podem
ser consideradas como coocessdes especiaesso
as que se referem: I.*, isenco para os sub-
ditos e cidados dos dous paizes de qualquer
contribuico que nao seja estabelecida por lei
geral; 2., a liberdade de cadaum dirigir seus
negocios por si ou por seus agentes e cauri ros,
como mol luir enledder, sem ser obrigado a em-
pregar correctores; 3.*, a certas formalidades
nas visitas domiciliarias ; e por ultimo, ap-
plicacopor mutuo accordo do priucipio de re-
ciprocidade estabelecido paia certos casos.
Urna dessas applicacdes foi assentada pela re-
solucao imperial de 25 de setembro de 1845,
que considerou os agentes consulares dos dous
paizes competentes para a arrecadaco das lie-
raneas jacentes de seus respectivos concida-
dos fallecidos com testamento ou sem elle.
Quanto primeira concosso, o Sr. Tod sabe
|in- .iljuin.i- assctnblai provioeiaes se julga-
ram autorizadas a luipr certos imposto* sobre
as casas de commercio eslraugeiras, quando
nao tivessein tratados que se Ibes oppuzessem;
mas que, sendo competentemente esclarecidas
essas assemblas. desistirn! de taes imposi-
ces, que contraran! a poltica geral do impe-
rio de tratar no p da mais perfeita igualdade
a lodos os eslraugeiros sem distineco.
Quanbi segunda concosso, nao ha lei algu-
ma que obriguc os commercianles e nao com-
nercianles a chamar correctores para o mane-
jo de seus uegoclos, e antes o cdigo coiumer-
eial do imperio, promulgado uo auno passado,
inulto positivamente determina uo artigo 45
pie ser-lhes-ha permittido tratar iiiimediaiiieu-
le p ir si, ou. agentes e caixeiros as suas oe-
gociaedes e as de seus commitlentes.
Quanto lerceira, a* leis brasileitas reves-
do Brasil continua--. a reciproca isenco dos
navios dos Estados-Unidos, c dos productos,
manufacturas e mercadorias importadas uo
brasil pelos inesmos.
Harinonisando-se assim as Irgistacdos dos
dous paizes em relaco aos imposios sobre a
navegeco, c aos direitos de alfandega, nao
leudo os seus respectivos subditos e cidados
>le pagar nos portos do outro mais do que os
naeionaes, nao estando o governo imperial
resolvido a alterar o syslema seguido, lorno
se desuccessarias quaesquer estipulacdes sobre
este assumpto.
O abaixo assignado accrescenlar que o Ira-
lado de 12 de dezembro de 1828 expirou ha
ni ni tm annos, o, nao obstante, o commercio
entre o Brasil e os Estados-Unidos tem ido
sempre em progressivo desenvolvimento e
prosperidade, mediante apoltica liberal se-
guida pelos seus respectivos governos.
Estas relaedes subiro de importancia com
o augmento da popnlaco do imperio, a sua teslos de sua perfeita eslitna
produeco e consumo que todos os das cres-1 *lJeravio
lando o projecto proposto, fa/.e. urna excep-
(o poltica que tem seguido, pi iiicipalnien-
te leudo-so, como se tem, recusido a eut
cm idnticas negociaede* com millos Estados.
Aprecia no mais alio grao as boas relaedes
que tem manlido com os Estados-Unidos,
que ospera manler sempre, e est couvencido
de que o commercio e cidados dos ditos Es-
tados nao miII i .i ,iu o mal* levemente pela fal-
l do tratado proposto. 1-1 se ciicuiiistancias
supervenientes e os interesses do Brasil exigi-
i'-iii urna iiiu,i.nii,.i na marcha seguida e
odopcu de eslipula;des mais positivas e ne-
cessarias, o governo imperial nao hesilat em
dirgii-se mai poderosa naeo americana,
da qual tem recebi.lo nao equivocas provasd
c.iusMcracriii e syilinathia. c com a qual lem
cultiva.lo relacoes couimerciaes de subida
Imporlancia paia ambos os paizes.
O abaixo assignado prcvalece-se desta oc-
caso para renovar ao Sr. David Tod os pro-
distincla con
Por urna lena, que loi entregue a
Joo Pinto de Lomos ai I ilho por
ter sido paga no dia de seu venci-
im-iilo 1:000,000
dem a L. A. de S. em tro-
ca de fazenda 1:000,000
749,944
583,170
34,000
139,500
353.340
554,220
' 476,560
17,280
I
1:155,120
140,(100
200,000
200,000
200,000
2011,000
3:232,160
12:987,812
Lettras existentes
Por saldo em caixa
2:000,000
954.945
2:221,955
)8:l64,7ll
cen.
Urna consideraco aprsenla o Sr. Tod para
a adopeo do tratado, e consiste em que por
elle se resolverio quesldes que pdem pro-
vir da diversa inlelligcncia que ao l do art.
33 do tratado de i828 tem dado os dous go-
vernos
O abaixo assignado nao pode dcixar de refe-
r.-so sobre este tpico da ola do Sr. Tod
correspondencia havida este respeito com
a legaco dos Estados-Unidos no anno de
1846"
Den lugar a esta correspondencia o preten-
dido ilirriiu que presuman! ler os cnsules
dos Eslados-Unidos de arreeadar e adminis-
trar, pelo art. II do tratado celebrado com
o Brasil, as herancas dos seus concidados
que fallecen! no imperio, pretendido dreito,
diz o aballo assignado, por nao conler aquel-
le artigo seno una dlsposico cm opposico
ao direito de albinagio, que nunca foi conhe-
cido no impon.>.
Entendeu a legaco dos Eslados-Unidos que
havendo cessado lodas aquellas estipularnos
que ero relativas ao coinmerciu e navegaco,
licaram em vigor, e obrigavam perpetuamen-
te ambas as partes, as que se referlo paz
e amisade, segundo o disposto no I do art.
33 d'aquelle tratado.
O governo imperial leve de contestar essa
pretenco com as seguimos considerardes :
Que se bem no 1 d'aquelle artigo se con-
siderassein perinancutes e perpetuas todas as
partes do referido tratado relativas paz e
amisade, era evidente que una tal eslipula-
co devia ser entendida seguudo o tem sido
iguaes clausulas nos tratados entre os Estados-
Unidos e varias oulras potencias ( por exem-
plo, a do art 34 do celebrado com Venezuela
ni 1836) como termos genricos e indicalivos
de que entre as duas naedes se observaran
lodos aquellos principios universaes e regras
goi lmenlo estabelecidas como protectoras dos
direilos iudlvi.luaes e internacionaes que ten-
dem a firmar a paz c amisade entre os povos.
Que esta interprelaro era a nica genuina
e equivalente s expressdes idnticas paz
constante e amisade perpetuaque se encon-
Pauliuv Jal Soartide Soma.
.-'
AKI.(III PltMiBLXO.
SS.BCIFE, | | M JUNHO DE I8S1.
c
Por caria vlnda do Rio Grande do sul, cons-
ta que o general Urquita. governador de En-
Ire-Ilins, se rebelara contra rtb"as, em conse-
queucia de ter este afuzilado um seu amigo.
Publicayo a pedido.
P.AI.Vr\C0 PA RRCEITA K lESI'lZA DOS
F.srA'ltULKCIMK.vroSDK C\HII)A"i:. VE-
RIFICADO NOSMEZISDEABlilL E MAIO
DE 1851.
feetila.
Por sallo cm 3l do passado 6;247,367
llecebido de Julio Pinl-i de.Leinos Al
Fil'.o, imporlancia de una ledra
aceila por Pedro Francisco de Al-
buquerque 1:000,000
Da iln -un .un da fazenda provincial
por cunta das quolas voladas na lei
do orratnoiUo vigente, vencidas
em ni ii v" e abril 3:833,332
Do regente da casa dos espnstos im-
portancia de 72 alqueires de fari-
nha mofada que exista na mesma
casa, eque foi vendida a Jos Fer-
reira Dominguos 122,400
De Luiz Antonio de Siqucira, em fa-
zendas, importancia de urna letra
aceila por Pedro Francisco de Al-
buquerque 1:000,000
Do es-procurador Roflno Jos Cr-
rela de Almeida por contado ren-
dimenio dos predios 256.667
Do actual procurador Joo Francisco
Teixeira idcni
Obtmtftii,
Alm da despe/a constante desta couta, lea-
se despendido por adiaiil.iinenlo aos diversos
rogemos o com a obra do hospital Pedro II a
quantia de 2:507,280 rs pelo que em ve de
exisiir o saldb represen! ido na mesma cunta
he o respectivo ihesoureiio credor da quanlu
de 285,325 rs.
Ailiiiiin-tr ir-i gor.il dos eslabelecinientos dj
caiidade, 3 de juuho de I85l.
t) escrvo,
' Anluniu Jo> Gomes do Correio.
O ihosoureiio,
Jos l'tres Ferreira.
>la|)i;i ilo moviiiirnlo dos cslabe-
It cimento* de cnrldade,
tos mese, de abril e mino
ele 1851.
Gratule lii-yiiai.
DOENTES.
Existiatn
Eiitraram
Sal i rain.
Mor re rain |
Exitem. .
Curados......
.Mi-llini iul-is. .
8o curados.. .
Nas 2* li. d'enlrada
Dcpois dessa poca
js
U
26
8
1
0
1^
3fl
Hospital dos lazaros.
50
60
36
1
2
o
2|
i
DOENTES. s o r, V es O
Existium........... Entruram........... i Catados...... Snliiiaui' Melliorudos .... Existen)............ 21 1 0 0 0 i M 14 0 0 0 0 1 13 38 1 0 0 0 8 37
Cis.i dos exposlos.
Sexos.
EXPOSTOS. c B "3 'SI o i 2 o t-
Existiam............ Entraram........... Saliirarn .-........... ).\as24 h. d'enlrada Mu, un. ., IDcpois uestaepoca Ejcistem....... . 125 11 1 0 7 128 151 5 0 0 5 15' 276 16 1 0 19 27
Admlnislraco geral dos eslabelecimentos de
2:750,0001 caiidade, 2 de'junho de 1851.
--------I O escrvo,
15:209,7661 Antonio JorsJtVom do ^rrrio.
i


5
* i
Correspondencias.
Sr. Redactorts. I.endo a VniSo. n. 351, de
6 do correle deparei com uin agradecimcnlo
do Sr. Francisco de Barro llego ex-subdclega-
tln da fregueiia de Una, dirigido ao Exin. Sr.
presidente conselheiro Jo Ildefonso de Souta
Ramos, pela demissao, que Ihc dera do cargo
de subdelegado da (lila fregucza, visto que na
administra?o do sc antecessor niio a pode ob-
ter. O conheclmento que tenlio da maneira ,
porque teve lugar cssa demissao, e a lealdade
que dero ao l-.xin. Sr. Souza Ramos, como
aeu secretario, me impoemo dever de declarar
ao Sr. Barros Reg, que sem rasio agradece a
S. F.xc. a sua demissao, visto que sendo ella so-
licitada como necessaria pelo chefe de po-
lica o Sr. desembargador Flgucira de Mel-
lo requisicao do delegado do Rio Formlo,
como provam os rnelos abaixo, ao dito ebefe
de polica e ao referido delegado deve S. S. di-
rigir os s'iis agradecimentos e nao S Exc.
Rogo-lhes Srs. redactores o favor da publi-
carn deslas linbas, com o que obrgaro
O seu constante leitor,
A n ionio Franciico Ptrelra de CarvMo.
Rtcifc, 10 de junbode 185!.
Copia. N. 24S -lllm. e Exm. Sr.-Ten-
do-me o delegado do termo do Rio Formoso
em officio de 27 de feverciro ultimo, feito sen-
tir a neceisidade da demliso do ai lual subde-
legado da ficguczia de Una, Francisco de Bar-
ros Reg, pelos motivos expendidos em o mes-
Mia cilicio, ehavendo-me aprcsenla'o paia o
substituir o cidadao Francisco da lloclla Bar-
ros Wanderlf >. jnlguei do incu dever levar ao
conheeiinrnlo de V. ElC. o indicado olhcio por
copia Incluso, afim de que V. Exc. o lome na
ronsideracau que lhe merecer.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria de polica
de Pernanibuco, -1 de abril de l85l.lllm. e
F.xni. Sr. conselheiro Jos Ildefonso de Souza
liamos, presidente da provincia. O chefe de
polica Jertnimo Marliniano Uguttra de Mello.
Conforme. O official maior, Joatuim PlTU
Machado Porletta. '
. Lopia.llIin.Sr.Tendo a de Janeiro of-
iiciado V. S. remetiendo a proposta da pes-
aoas. que julgo inais habilitadas para oceupa-
rem os lugares de supplenles dos subdelegados
deste termo, manifest! a conveniencia de ser
demitido o subdelegado de Una Francisco de
Rarro Reg, por que alm de ser vclho, eta
continuadamente doentc. Agora de novo ins-
to pela demissao deste subdelegado pelo inoli-
to, que pasto a eipor.
He publico que os grandes desambarques de
africano, que setein elccluado as cosa de
Pernambuco c Alagoas, sao protegidos pelo Dr.
Jacinllio de Mendonca, delegado do ternn de
Porto Calvo ; esse emprendo que assim Icio
abusado do lugar que lbe fol conliado, be ca-
sado com urna lilha do actual subdelegado de
Una; as lelacct de parentesco, que exislem
entre ambos, a proteccao que este subdelega-
do em outro lempo manifesiou a tal contraban-
do, segundo sou informado, faiciu com que
nao se possa ter nelle loda aconlianca, que as
acluaes circumstancias exigein, visto que he
mister, que todas as autoridade deste termo
estejim de accordo para evitar que se ell'eclue
alguna desembarque de africanos, o que de cer-
to acontecer, se alguina o proteger, ou se mos-
trar indiflerente Alm desta fundada descon-
li ma, que existe contra o mencionado subde-
legado, lem elle contra si o pouco interesse,
que tnoslra no cuiiiprimrulo de suas ubriga-
$es, porquanlo raras sao as que satisfaz. Pelo
que he de esperar que V. S. tomando em con-
siderarn o quo acabo de expor, proponha ao
Em. presidente da provincia a demissao do di-
to subdelgadu. Dada esta demissao lera de
ser nmneada oulia priaoa, e approveilo a ucca-
aiopara propor o major Francisco da Kocba
Barros Wandcrlry, cidado que mui relevan-
tes sei vicos tem picstado.de recunbecida pro-
ln dide, intrlligcntr, e que tem a precisa pru-
dencia para bem deseiupcnhar esse lugar, V.
S. pnrem, far tal icspcilo o que mellior eu-
tendtr.
Dos guarde a V. S. Rio Formoso, 27 de feve-
reiro de l85l. lllm. Sr. desembaigador Je-
rouimo M-ii liuiano Figucira de Mi lio, chefe de
polica desla provincia. Francisco Rodrigues
>fe ,juii municipal e delegado du Rio Formo-
so em exercicio de juiz de direito. Conforme.
ilntonio Jos di Freitat primeiro amanuense.
Conforme. O ofiicial maior, Juaouim l'irts
Hachado Portellf
chaca, 600 birricas e 150 barrlquinhas com
5,955 arrobas e 18 libra >le assucar.
RGCEBEDORIA DB RENDA8 fiEKAES ,
INTERNAS.
Runilimentn dodia II..... 492,368
CONSULADO PROVINCIAL,
lem do da II. 853.257
Movimenlo do porto.
Keparlic da Polica.
PARTE DO DIA 1 DE JUToT"
Forain presos, ordem do chefe de polica,
o escravo Juliao, por ter sido encontrado com
ii.i; canivdc de mola; ordem do subdelega-
d i da frrguezia de Santo Autonio o portugus
Domingos Jos Machado, por insultar, a urna
familia com paiavraa obcenas; Adriana Mara
da < onceico, por briga, eo portuguez Tho-
inaz Joaijuin de Castro, por criine de fer-
lueuto; a ordem do subdelegado Ja fregue-
za de San Jos, Ircnio da Annunciaco, sem
declaracao do motivo, o prelo Gmicatlo Gomes
de Abreu, por insultos, e Jernimo, escravo
de Malinas Carlos de Araujo, requisicao
de sen senhor; ordem do subdelegado da
Boa-Vista, Antonio Heinardino, Antonio Flix
e Jos de Carvalho, por ebrios ; e do sub-
delegado da fregurzia dos A logados, os criou-
lo Gregorio Francisco Pereira, Marcelino dos
Santos de Oliveira liorliureuia e Joao Miguel
Feneir.i, por Mime de morie.
DEM DO DIA 3.
Foram presos ordem do chefe de policia,
O preto Simio, escravo de Jos Malhia da Cos
ta, por leutaliva de niorle na pessoa de seu
senhor; 4 ordem d subdelegado da freguc-
xia de San frei Pedro Goncalvet doRecife, Joa-
quini escravo da viuva de Antonio de tal Barros,
por crime de furto, c o moleque l.uiz, sem
declaraco do motivo.
COMMERCiO,
Al.rANDKOA.
Itendimerito to dia 11.....20:370,685
I lesear regam hoje 12 de junho.
litigue portuguez A'oro Vencedor mei-
cadorias.
Origue diiiamarquez Htnriell i>lem.
Ilurca ioglexa Creamore liacalho.
COiNSLLAIlO CEU AL.
Rcndimento do dia I a 10 6:247,642
dem do da 11.........1:223,706
7:471,348
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a 10 .
iJcm do dia II........
912,243
15,817
928,060
Despachos mnritimot do dia 10.
Renos Aytes pelo Rio de Janeiro, hiate
americano Uraco, de 102 tonelladas, conduz
o seguinte : 2o duzias de vacouras, 194
caitas com queijos, 32,000 charutos, 300
barricas cum 2,384 airobas e 13libraa.de
assucar,
dem do dia II.
Pollo Aleg C, brigue brasileiro Arijo, de
187 loiiellu.i..., cundir/, o seguinte : 20 ar-
robas de estopa de liubo, 40 j.as com ca-
Navio$ sahirfos no dia 11.
Rio de Janeiro pelo9 portas inlormoiios
vapor brasileiro S. Sebmiido, commiintlan-
leol." tonente Antonio Xavier doNoro-
nhi TorrczSo. Dos psssugoiros que levava
anles de arribar, desembarcaram, o Dr.
Salvador Correia de Sj Benevides e sua ra-
' milia, Dr. Antonio C. Rapozo e sua fa-
milia, Jos de Almoida C.abral e a canto-
ra Canditni.
Buenos Ayros relo Rio de Janpiro hiato
americano Draco, capit3o Anthany Tha-
cher, carga assucar.
EDITAL.
q Sr detembargador chefe de polica interino
aprovincia para conhecimento dos Rtcres-
', id-K.e para que este possam reclamar o seu
direito, manda publicar o offlcio que se e-
cue.e bein assim as pessoas a que elle se rcerc
f||m; Sr. Transmuto a V. S. os memoriacs
juntas das deelaraedes fcitas pelos pelos Liu-
renco. Caetano c Maria Rita, actualmente re-
COlbldol a cadeia desla cldade, aflu de que V.
S procedendo as necesarias indaiac(5es me
communique tudo quanto poder saber acerca
dos dito prelo. "
IVns guarde a V. S. Secretaria da polica de
Mactld, 27 de malo de l85l. lllm. Sr. chefe
de polica da provincia de Pernambuco Her-
eulano Antonio Pereira da Cunha, chefe de policia
nterino. Memori'aei a ijue se refere o o/Jicio supura.
Memorial do que deelarou o prelo Lourenco,
Caelano, recolhidos a cadeia desla cidade. Per-
guntado omolivo porque fol preso, respondeu,
que durante a vida de seus senhores o major
Manoel de Mello, e uasenhora D Lourenca,
fifia em companhia delle, casado com a ne-
gra Mara Rila, da qual teve 18 lilhos, e que
em atlenciioas muitas cria que elle interroga-
do lnlia dad, prometiera seu dito senhor de
o deixar forro quando morresse, igualmente
-ni senlinra, eque verificando-se a morte des-
la, lora entregue a caria delle interrogado a
umeaixeiro do engenho, de nome Joao Itlari-
nheiro, e que sendo procurada do poder deste
a dita carta de.liberdade, por Manoel C'ardoso,
disse em resposta que nao sabia della; e ven-
do elle interrogado que ficando forro sua carta
nao apparecia, relir6u-se daquclle lugar;
pergiintado se couhecia seus seuhores mocos,
responden que llin, e que chamavam-sc mu
Scnlioriinho, ou Jacinbo e outra D. Francisca,
e nada mais disse.
Si ,i cu i i de polica de Macei, 21 de malo
de |85I. llerculano Antonio Pereira da Cunha,
chefe de policia interino.
Memorial do quedeclaroua prela Maria Rita
actualmente recollilda a cadeia desta cldade.
Diz chainar-se Maria Rita, nacao -'ougo, c que
he casada com o prelo i-'actano, naciio Rebollo,
o qual na occasio em que fra ella presa, po-
de elle evadi -se eque ignora o seu destino;
que foram escravo do major Mello e sua mu-
llicr D. l.oureri{a, lilha de Trime Calado, que
seus senhores sao morios, e que en) raso dos
muitosfilho9 queden, declararan) elle deixa-
la forra c a seu marido tamben), porm que
cus herdeiros nao Ihes quizerain dar a caita
de liberdade, peio que sabiram da i I lia do fa-
bo, onde inoravaui, para o Rio Formoso, e def-
le lugar para a parles do engenho Maranhan,
onde residirn) por.esiaco de cinco annos,
e que dalli sahiram, ha quatro metes, para o
lugar Prala, districlo da cidade das Alagoas
aonde fra ella presa.
Disse mais que seus senhores deixaram tres
flhos, dos quaes dous morreram anida em
lempo della all estar, c o tereciro depois de
sua ausencia, segundo lhe constou ; assim co-
mo que seus ditos senhores poiiuiram os en-
geni,os Muia 6'abra e lom Jardim, os quaes
depois de sua morte foram arrematados ionio
os demas escravos, por Manoel Cardoso,
Secretaria de policia de Macei, 21 de maio
de 1851. llerculano Antonio Pereira da Cunha,
chefe de policia iuterioo.
Secretaria da policia de Pcruambuco, 4 de
junlio de l85l.
Antouio tose de Freitai,
Primeiro amanuense.
GEMMA DE VERG1
do maestro donlzctti, pela beneficiada.
Segulr-se-ha o primeiro nc.io.dn multo ap-
plaudido drama
Lulz le Camocs.
Sruunila part.
Grande scena e aria de Atlila, do maestro
Verdi, pelo Sr. Vasco.
Segundo acto do drama.
Grande duelo da
Collumeih. .
Do maestro Fioravanti, pela beneficiada c Sr.
Vasco.
Tcrreira parte.
Tereciro aclo do drama.
A mui dilncil cavatina da opera
SONMBULA
do maestro Relllni, pela beneficiada.
Quarta parte.
(inario acto do drama.
C. i andes e difficeis varlacOe do maestro Schl-
ra pela bcReficiada.
Quinta parlt.
Su i rilo aclo do drama
e este o espctaculo que a beneficiada tema
hoora de oflerecer ao Ilustrado publico Per-
nambucano, de quem espera indulgencia e
protec^iio.
Os bilhetes kcbam-ae venda na residencia
da beneficiada Holel-Francisco, e ro dia dees,
petaculn ro theatro.
Cadciras 2,000 rs, geraes 1,000 rs., gallera
1,000 r.
Principiar as 8 horas em ponto.
Avisos martimos.
Deelaraedes.
(OliltllO.
Expedie-xte da ailminislracio geral para a a-
gencia de Olinda.
(Jm oflicio do secretario interino da provin-
cia, ao Dr. Antonia llerculano de Souza
Ranleira.
Manoel Thomaz ileOlveira, 1 jornal.
- Junho, II de 1851.
O xdminislrailor. Gome do Correto.
De ordem do lllm. Senhor director geral
da inslruccao publica, faco saber a quem
convier, que esl posta i concurso a cadeira
de 11, ~ ii ni \ .iii elementar do primeiro grao da
villa d'Agua-l'reta, com o prazo de 10 dias,
da data deste. A materias do cnsino sao:
leitura e escripia; contar as qualro especies
em nmeros inleiros ; doutrina christaa ; ele-
mentos da grammalica da lingua nacional, e
com especialidade a orthograpbia.
Directora geral, 10 de juubo de 1851.O
amanuense archivista, Candida Eustaquio Cetai
de Mello,
rr Pela segunda seccao da mesa do consula'
do provincial se annuucia, que do dia primei-
ro de junho do corrente anuo, se principias
contar o 3o dia para o pgame uto a bocea do
cofre da decima dos predios urbanos dos bair-
ros desla cidade e povoaco dos Afogados, e
que todos os proprielarios que drixarcm de pa-
gar no indicado praso incorrero na mulla de
Ires por cenlo, esero de prompto execulados.
HKAL COMPANHIA DOS PAQUETES
1NGLEZF.S A VAPOR.
O vapor Tau deve aqu chegar,
dos poitos do tul, de volta para
os da Kiiropa, no dia 17 do cor-
rente, e no mesilla dia prose-
dcsliuo: os Senhores que pie.
URdcreu) passagem para qualqucr dos portos,
em que o mesmo lenha de locar, devero
tratar anlecipadamenle em casa da respectiva
agencia, ra do Trapiche n. 42,
Companliiu le Ucberibe.
ii caixa da compaoiiia, continua a pagar
o 6, dividendo todos os dias, das 9 horas em
diante, seguindo-se a forma j estabelecida.
gira o seu
Theatro ele Apollo.
Em cousequencia da repentina molestia de
uin actor, nao pude ter lugar o espelaculo an-
nuuclado para boje 12 do corrente.
SAIIMADO, 14 DE JUNHO DE 1851.
Rccilu extraordinaria ni benefl-
ciudUCUIIIl-il, Mu irla I nula.
Espelaculo variado de canto e dramtico, ditidido
em parle:
Primtira parte.
Depol da orchesira haver deiempenhado
una brilhaute symphonia, aorir-se-ha a cena
com a brilbantc aria da
Para a Hahii segu vlagnn com hrevidade
a sumaca yumouasii, recebe carga 4 frete ;
para o ajuste a fallar com Joao Francisco da
Cruz, ra da Crui n 7. .-.,,.
-- Vcnde-se a sumaca nacional cariota, Deiu
construida, forrada de madeira e cobre de
coinposicao, c pregada de cobre ainda nao
ha dous annos, proinpa de tildo para navegar,
uin bom aparelbo ic ; quem pretender pode
examina-la no Forte do Mallos, fundiada ao
p do trapiche d'alfandega, a tratar com o
proprietario, Jos Goncalves Simas, ou com
uizJoj deSa Araujo, na ra da Cruz n. 33.
Ven-le-se urna lancha nova, que pe-
ga de Irinta a quarenta barricas, a a qual
se acha em perfeitissimo estado, bem co-
mo tres boles novos, ludo por proco com-
moilo : na ra do Vigario, n. II, primeiro
andar.
PAR A ADAIIIA.
Segu em poucus dias o patacho nacio-
nal Confisca, que pode anda receber alguuia
carga e para isso trata-secom os consignatarios
Novaes & C. na ra do Trapiche n. 34.
S-gue para o Aracaty o patacho Sania
Cruz, com brevi lado : para carga e passa-
geiros trala-seao lado do Corpo Sanio, loja
d-i ma-isames n 25. ______^____
Leiloes.
Frrderlck llobilliard, tendo de largar sua
casa de campo, em consequ.encia de sua fa-
milia se retirar para Inglaterra, far leilao,
poriutervencao do corretor Oliveira, de toda
a niobilia da dita casa, consstifldo eincadei-
aas usuaes e de balanco de varias qualidades,
mesas de salla de visitas e d'outras, ditas de
janlar, e para jogo, aparador, guarda vesti-
dos, commodas, Icilos de madeira e de ferro,
un opllmo piano, jogo de bagalella, relogio
de salla, collieres, gaifos e oulras obras de
prala, um fogao moderno, lnglez, de subido
valor, loucas c crlstae, e alm de muilos
ontros objeclos mudos, um carro de quatro
rodas para don cavallos com os arreios com-
petentes, um dito tamben) de quatro rodas
ltimamente preparado pelo manufacturero
Miguel, podendo-se considerar como rovo,
um carrinho de dtias roda para um cavado,
e um cavalln para o mesmo ou sella &c.:
sexi i-leira, 13 do corrente, s tO horas da
manha, na referida casa e tillo, no logar da
Cruz de Alma, da parte direita, quasi cor-
froRte da de J. J. Tasso Jnior.
__I.ni/. Bruguiere, far leilao, por inter-
.jDCO do corretor Oliveira, de militas fa/.eli-
llas, propria deste mercado, consislindo em
panno finos, casimitas pretas e de cores,
briiia de algodao, merinos, lencos de seda
par, nnio, sarjas e selins de diversas quali-
dades, relroz, lustrn) de seda e de algodao,
chapeos de sol de panninho, botoes d'agalho.
luvas de seda de lodas as qualidades, e mu-
tas outra faiendas, sendo todas para fechar
contas : quinta-feira, 12 do corrente, s 10
horas da manh, no seu armazn, ra da
Cruz.
- Jos Jeronymo Monteiro fara leilao ( em
lugar do transferido por causa da eliuva }, por
iuiervencao dj correlor Oliveira, de avullada
pircan de l'.izendas inglezas, todas de lei, e as
mais proprlas do mercado : segunda-feira 16
do corrente, s 10 hoiasda manha, no seuar-
iii.i/ein, ra da Cruz.
Avisos diversos.
= F, H. Lullkens, na occasio da sua partida
precipitada para a Europa, nao pode despedir-
se pcssoalmeflte dos seus amigos e conhecldo,
eo 11/ ]n i-iiin por esta folha. recommendaR-
dn-se a sua icmbr ui;a e desejando-lhes saude
e prosperidade.
-1 le..11.parecen mi da III do corrente, urna
preta de nome Anna, creoula, baixa, chela db
corpo e bastante fulla, foi comprada ha tres
mezes, viuda de Maiuaoguape: levou vestido
de chita azul com llenes amarellas e panno da
Costa tamben) azul, nido j velho: quem a pe-
gar leve-a a ra do hospicio n. 34 que ser gra-
tificado.
-- Precisa-se de nina preta para o trrico es.
trrno de urna casademuilo punca familia eque
seja inulto fiel : quem tiver para alugar dirija-
te a ra dos Quartei n. 24, que se dir quem
precita.
Dcsaparcceu no dia 6 do corrente met
alarde, una prela dejiome lio fin a de Raco
Conga, bem moca secca do corpo e espadada,
pescosso grotso, altura regular e bem prela,
pt cumplidos, eos denles do lado supperior
podres, com algumas' marcas no pescosso e
costa, levando vestido de cbilla cor de ganga
com palma ensarnadas e verdes, e panno da
Costa azul ebranco : quem apegar leve-a a ra
do Queimado u. 38, que sera recompensado
segundo seu trabalho.
Joo da Coala Palma, declara que Vicen-
cia Ferreira Caldoso, c teut filhot, ncm met-
mo -ilgu-na outra peasoa, podein fazer nego-
cio qualquer, que seja cbre a casa terrea na
ra do Padre Floriano n. 56 ; porque j o an-
uncianle leve sentenca que obriga a dita
Vlcencia Ferreira Cardoso a inventariar, e par-
tilliar a dila casa, e os seus reudimenlos de
milito anuos, e ctl tratando da tuaexecuao.
Roga-se a quem for ofl'erecida urna por-
co de roupa engoinmada com a marca I. V.
l. haja de apiehender, pms foi levada de una
canoa que a coiidudadot Api pin-os : a entre-
gar na pracinlia do Corpo Santo n. 00.
Os Srs. abaixo declarados venham ou
nandeiii pagar o que devem na ra do Ara-
gao n 25, bacharel Lourenco M. Dias, Antonio
de Lima Gome dos Sanios, Manoel Eslevet de
Abreu, I'i.-imiiiimo da Silva Aiaia, Jote Joaquiu
da Cotta Cuimares, Joo Jos de Azevedo San-
tos, D. I l..i ii,,l.i Maria de Jira, Manuel Joa-
quiui do Rom-Fim, Manoel Ferreira Chaves c
Francisco Autonio Duaite.
Desappareceu no domingo 8 do corrente,
um negro de naco Mocambique ofiicial de pe-
Jrclro, por nome Jo, quealguns o apellidan)
por Jos Cangullo e Jos moleque, o qual fol
escravo muilos anuos do Sr. Manoel Jo-qulm
Pereira. genro doSr. Beln) do Forte do alto,
tendo falta de dentes nfrente na parte su-
perior, secco do corpo, 'estatura regular, olhos
vivos, muilo ladino e tallador, bem conhecldo
por todos os mettret e ofiiclae de pedreiro
delta cidade, levou chapeo de pello preto, ja-
queta de panno e calja branca. Recoinmen-
da-te e pede-se a todas as autoridades policiaes
c capltaes de campo, tanto desta como as
mais provincias vlzinhas, de o capturar e levar
loa ruada Aurora caa n. 24, ou a ra do
Queimado n. l4, que ser bem recompensado.
Avia-e ao Sr. Jos Januario Soares-Fer-
reira para ir oi mandar buscar urna caria que
lem vioda de Lisboa, no escrlptorio de Viuva
Gaudino & Filhosfrua daCrui n. 66.
Precita-se alugar um molecote de boa
conduela, para servlco de ma casa ingleza,
prefere-se cozinhelro : quem o tiver, dirja-se
a ra da Cruz n. 46.
-O Dr. Prxedes Gomes de Soma Pitanga
faz aciente ao publico, que mudou sua resi-
dencia para a ra do Alterro da Boa-Vista cata
n. 3 primeiro andar, onde d consultas gratis
aos pobres, e pode ser procurado a qualquer
hora para o exereiclo de sua profisso media.
O escrivo da irmandade do Divino FspU
rilo Santo, em virlude de resoluco da respec-
tiva mesa, convida a lodosos irmos para com-
parecerem no lugar do cotlume no dia 13 do
corrente pelas 4 horat da manha, afim de
,-u niiip-iiiliareni em procissao a veneravel lina-
gem do gloriozo padre Santo Antonio.
Oflerece-se um rapaz casado com pouca
familia para administrador de engenho, pois
tem muita pratica por j estar em um engenho
mais de 10 annos, lanificio te veudem vellas de
carnauba superiores por preco de 8,320 rs. :
quem tiver preclsao deslat propottat, dirja-
se aa Cinco-Pontas, defronle da forca n. lo4,
padaria.
Por equivoco de nome te chainou o Sr.
Manoel de arvalbo Frucluozo, ou lunado,
quando de va ter o de outro com quem bouve
troca.
S. Antonio.
Nestc dia das i hora da larde em dianle, lla-
vera sorvele de ananaz: no Pasteio Publico ar-
mazem n. 19-
No dia 2 do corrente deviam correr as ro-
da da lotera a favor das obras da matriz da
Roa-Vista, deixaram porm de correr por an-
da restarem mal de doie contos de ri, nao
obstante fazer o digno Incansavel ihesourciro,
oSr. Salustiano de Aquino tcrreira, o grande
sacrificio de ficar por sua conla com quatro
coritos derls de bilhetes, conforme deelarou
peranle o jui e mais povo que se achava pr-
senle, sacrificio que devia auimar aos amado-
res deste jogo lao licito, mormente sendo o
sen producto appllcado a um fim lao justo, co-
mo a reedificaco de um templo, cuja obra se
v parausada a tanto annos, e por certo llcara
no estado, em que se acha, a nao haver este
soecorro. _^_
Admira que conumlndo-eominai tao con-
tideraveit em baile, theatro c outro diver-
tlmentos verdaderamente mundano, se es-
nuivem o fiel de concorrer para una obra
de primeira neceisidade em um paz catholi-
co que se diz religiozo por cxcellencia. Ela
nnis designado o dia de boje para o andamen-
to das rodas ; o tuesoureiro nao se tem pou-
nado a sacrificios pira extrahir o restante dos
bilhete, he precito pois que aquelles que tem
verdadeiros senllmentot de religao, o aju-
lein comprando algn bllhetet, nao tanto pe-
. srdido interesse do premio, que Ibes possa
aber em sorie, como pela piedade do fado,
afim de nao ficar novainenle transferida para
outro dia,o que de corto he um descrdito pa-
ra as loterias.
Nao ignoramos que a grande porcao de bi-
lhetes das loterias do Rio de Janeiro, que aqu
se vrndcm inuito concorre para o alrazo das
nossas, e verRonhosanicnte revela a falta de
patriotismo da nossa parle, que cstimanioj
mais o que he de fora, do que o que he nosso.
Desculpc o rcspeilavel publico estas humil-
de reflexes fllliat do zelo religiozo de
Um chriildo vtlho.
GABINETE DE LEITUA.
Acaba de chegar a casa do livro azul, pa-
teo do Collegio n. 2, um completo sorti-
mento dos melhoros romanejs, o do auto-
res de grande nomeada, como A. Huma-,
E Sue e outros de nao menos valia, tradu-
zidbs na lingoa portugueza, em bellissimas
Udicoes para quem gosla de ler o de apre-
ciar a forma o a materia. E porm como
nem todas as pessoas estilo habilitadas pa-
ra ter urna bibliolheca romntica, e oulras
apenas se contentam com ler,- em neces-
sidade de emprpgsr.um capital em livros,
que so servem para recreio, assonlou o pro-
prietario que seria mais conveniente formar
um gabinete di) leitura de todos esses ro-
mances, e eipo-los assim ao sorvico do pu-
plico, sendo o proco de cada assignalura
mensal de 5,000 rs., pagos adianlados. To-
dava, para facilitar a leitura s pessoas de
ambos os sexos, he permitlido levar cada
assigoanle para sua casa o romance.que
preferir, dcixando como garanta o valor da
obra que levar, o devendo-a traernolim
do mez da assignatura no mesmo estado em
que a levou ; e no caso de a uo trazer, Pi-
car o assignanle com a -obra como com-
prada pelo preco do penhor ou garanta,
salvo renovando a assignalura. A assigna-
lura por 3 mezes ser det2.C00rs ; por 6
mezes 18,000 rs.; o por um anno 24,000 rs.,
por esta mdica quantia pdu ler quem qui-
zer todos os romances publicados al hoje,
senfio tiver outra cousa, que fazer, ou qui-
zer perderoseu lempo innocentemente sem
risco de pena ou de dor, por andar mal en-
caminhado nfio ha divertimento maia in-
nocente que a leitura, nem mais barato,
quando se acham |or 24,000 rs., por anno,
livros que custariam contos de rs., a quem
fosseobrigndo a comprar urna bibliolheca
inlcira. Na mesma casa achar-se-ham os
estatutos, pelos quaes se devem regoro pro-
priitario e os assignautes, assim como as
condices sob as quaes os livros pdem sa-
bir do gabinete por um lempo mateado. Ca-
da assignanle levara um exemplar dos est-
lulos para seu governo. Tambcm actiar-
se-ha o calhalogo dos romances com os pro-
cos correspondentes, no qual poderam es-
colher os absignantes aquelles que mais Ibes
agradaren).
Ignacio l.uiz de Brillo Taborda, con-
vida os senhores, cujos noinrs em segui-
da vSo mencionados, a virem pagaa-lhaem
a sua loja na ra do Crespo n. 10, o que
licarain dever s extinctas firmas dos Ti-
nados senhores Antonio da Cunha Guima-
i'.ies o Jos Joaquim de Freitas Goima-
riles, e a viuva de Freitas GuimarSes, de
pois Anua Maria dos Passos Guimares ,
Autonio Leandro da Silva Manoel Jos
da Silva Leile Jufio l.uiz Peni, Fran-
cisco do Alhuquerquo Miranlio Vicen-
te Ignacio Rranco Mauncia Feliciana dos
Prazeres, das Gutcuranas ; Antonio Janu-
ario Paes Brrelo, do Cabo ; Mailtulio da
Silva Costa, do Limoeiro; Jos Gardozo Ca-
valcanlo, do Caruar ; Manoel da Costa Rra-
ga, dolnhaman; Jos de Beoeviles FalcJo,
do Tara em Garanhuns; Patricio losTavarcs
le Vasconcellos, do Rom Jardim, comarca
do Limoeiro, e Manool Gomes dos Santos,
-dr Lagoa Nova : o annunciante declara quo
iie fazendp monsUo sam oxcopijSo ulguma
dos notnfifdaquelles senhores, cujos dobi-
tos forem anllgos o nSo vicrom imodiata-
menlo pagar-lhe.
-Oestabclcclmento de bancos, bem dirigidos,
tein-se geralmente considerado de vantagem
summa; pois que, tomando activa e produc-
tiva una grande parte de capitae desempre-
gado e inactivos, augmenta a industria, ofic-
rece deilnvolvimenlo ao trabalho e facilita o
movimenlo do commerclo e operaefles de cam-
bio. Tao profundamente, tem sido reconhe-
cida, a necessidade de organisacao de bancos
no lirasil, que inultas provincias uS lem podi-
do estabelectr. ,
No Rio de Janeiro fundou-se ltimamente
o bauco do Brasil, para deposito c descont,
devendo aer o seu capital de dez mil contos
de ri, divldidorera vnte mil accdei de qui-
nhenloi mil ris cada uina, com duracao de
vlnte annos, contados da approvacao dos es-
tatutos pelo governo e pelo seu plano e direc-
cao uflerece toda a garanta e ulilidade que
se deve esperar de lao grandioo eitabelec-
melo. O conaelho de direccao do dito banco
tendo em vista estender a influencia e benefi-
cios a esta provincia, reaolveo substar all,
em aceitar mal assignaturas, com a intencao
de aqui haver quem queira subscrever at
mil acede; e desla maneira haverem mais
interessado, e este poderem auxiliar para o
bem commum e geral.
Em conformldade do que, e da dellberacao
do conselho de direccao do dito banco, toma-
da obre idelas apresentadas por doua nego-
ciantes do scio da mesma direccao, o presi-
dente, o Sr. barao de Ipanema, e o secretario
Sr. Ireneo Evangelista de Souza, fizeram a
subida honra deaulorisar oa abaixo asstgnadus
para annunclarem a venda nesta provincia das
dita mil accoe, para o que inarcam o praso
de quinze dia, que a primeira vista parecen-
do pequeo eremos aer maia que aulRciente,
quando nao ser oeceario entrar desde logo
com o capital que se aubterever; esim em
preslacdes como ordenan oa ealatutos, que
serio apretentado, e foram publicados no
Jornal do Commercio, n. 98, de 9 de abril de
1851 Tal rctolucSo lem em vlttat interetsar
os habitante dcta provincia, e proteger tan-
to quanto for possivel seu commercio eprot-
perdade, mrinenle devendo acredilar-se,
bue ha na praca dn Rio de Janeiro multas
pessoas que nao poderam ohler assignaturas
para accionistas, e por consegulnte fcilmen-
te alli serao vendidas as que aqui o nao fo-
rem. ,
As vantagens da inslilulcao, a circumstan-
cia de os directores do banco do Brasil, fun-
dado no'Rio de Janeiro, movidos pelo bem
publico, uiottrarem o aprejo e interesse que
tornan) pela protperidade da provincia de
Pernambuco tao, alm de outra rae, mais
que sufficicntc para cogliar-se que o habi-
tantes della moslrarao quanto desejam o incre-
mento do commercio e industria e a prospe-
ridade publica. Toda as pessoa nacionaes
ou estrangeiras, que pretenderen! ser acclo-
listas, e (iiieiram aqui ubscrever, sao roga-
da a dirigr-se ao escriploilo do aballo
aasignado, na ra da Cadeia do Reclfe, n.
39, todo o dias uleis. Recite, JO de maio
de 1851. Amoriai & Irmaos.
INSTRUCCA'O PRIMARIA.
O abaixo assignado, tendo reeebldo do res-
peltavel publico benvolo acolhimento, vilo
! como j inultos paes de familia lhe ten co-
' liado seus lilhos, convencidos da inaucir
Iconscienclota por que o annunciante lem dc-
'sempenhado as obrigaces a que se compro,
' metiera na direccao de sua aula particular
' na ra do Mondego n. 44, rende por este meia
' um publico agradecimenlo aquelles qucuelle
lem depositado sua coufiaiia em assmnpio
tao delicado como seja a primeira eduracao de
' seus lilhos O annunciante julga dever aiuda
solicitar a conanca das pessoa moradoras
fra da praca, para quem foi especialmente
creado o seu eslabeleclmento. E em verda-
de, he geralmente reconheoido, que mui tus
paes moradores fra da praca deixam de dar a
educacSo precisa a seus lilhos, ou o fazemeom
grandes sacrificios e difneuldades, em raso
de faltaren! aulas ou collegio, onde pos-
tam cplloca-los, por tal modo dirigidos que
descanscm inteiramenle, nao t retpeito do
iratamento e ditvellos, como retpeito do de-
teiivolvlmcnto Intelectual e moral; era por-
lilil, de palpitante necetsidade a creacao.de
um eatabelecimenlo que reuniste lodat aquel-
las coodiede e fol com essas vistas que o an-
nunciaute eatabeleceu a tua escola no lugar
indicado.- Os pensionistas, que lhe forem con-
fiado, acharo estabelecimenlo do annun-
ciante todos os elementos necessarlns ao
bom desenvolvlinento phisico, lntelectuil
e moral, llafiuacn sadia, com as acom-
modacea neceasarias, e todos os cuidado
que um pal pode dispensar seus filhot.
Mi sli es cscolbidos de grammalica latina, fran-
ecza, msica vocal e instrumental ; se encar-
regarao de aperfeleoar a inlelligencia do
alumnos, emquanio o annunciante dcrigir
especialmente a prlmelraa lettra, nao pou-
pando esforcoa para adianlar oa feus disc-
pulos einfim a moral e a religiao serao cul-
tivadas, como convm i quem obre tudo quer
formar bont cidadoa. A nica recomenda-
cao plauaivel este respeito um exame ocu-
lar, e para este fim o annunciante convida i
todot os paes de familia que d'antemao quize-
rein ccrlificar-se da rcalisaco das proinessM
do annunciante, para que se dlrijam aauaaula
e ahi examinein por ai mcsiiios a ordem e re-
gularidade dos trabalhos, e at inai condicoet
que ficain enumeradas.
O annunciante espera continuar a merecer
favor e confianca do publico. '
Francisco d Sales fAlbuquerque.
Chapeos de sol.
Ra doPasseio, o 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objeclos de todas as co-
res o qualidades, lano de seda como aa
panninho, por procos commodos ; ditos pa-
ra senhura, de boro gosto: estes chapeos
s3o feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rctroz. Na mesma
casa se acha igual sorliment de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macOes servidas : todas eslas fazendavne
deui-se em porcSo e a reta I lio : lamben)
concerta qualquer chapeo de sol, tanto da
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos do soi,
de marca maior, de panno e de seda, Pr*
prios para feitores de engenho, por ".rea
os mais fortes quo se podern fabricar.
Casa de commisslo de escravos.
hecebem-se escravos para se-
rem venditios tanto para lora ,
com para dentro da provincia ,
com prestesa e seguran?* aos mes-
mo*: na ra da Cruz do l\f&w
n. 6.


"
*

Eu abaixo assignado declaro, que tendo
recibido do senhor icnente Andr Accioll Pl-
nheiro.ex-agcntc do exlincto oitaro batalho
de cacadores, un vale da quantia de novecen-
tos e oitenla c tantos mil ris, pelo resgaste
dos seus vales, at o dia 15 de malo do corren-
te anuo, de gneros que forneclpara o rancho
do dito batalho no dito mes, este eu o perd,
com turto ful pago pelo dito senhor dessa quan-
tia, inc'uindo 0111 11111 recibo geral de inainr
quantia asslgnado por miin, proveniente de
generes comprados no referido inez, c por Is-
so pago e satlsfeito, fleanrto de nenhuin rfteito
o dito vale se por ventura houver de apparecer.
Joaquim Finio Meirtlles.
Deseja-sc saber de Jos Crrela de Aievc-
do Guimaraes, natural da freguezla de Santa
Mara de Verinolm em Portugal, que fnl calxel-
ro de urna venda as Cinco Pontas no anno rte
l83l, onde quer que esteja, queira annunclar
sua morada para ser procurado ou apparecre
na travesa do arsenal de guerra, armazemn. 1.
= O abaixo as signado faz cenle aorespel-
tavel publico que niguem negocel ou efectu
qualquer* negocio com D. Thereza Mara do
Ksplrito Santo Vluva do falecido Domingos Ro-
cha morador na povoacSo do Abreu com
urna letra da quantia de 500,000 rs. firmada
por Francisco Jos Tavares ilcl.ua senhor do
engenhn Buenos Ayros por estar legalmente
pinhorada a dita quantia c o dito senbor Ura
%signou o deposito.
Anlom'o Frnnrieo Martina ile Sliranda.
Precisa-so do um feilor para oservicn
do eampo, no engenho S. Paulo, freguezi
dos Abogados : quem esliver nestas cir-
cum.'tancias, dirija-se no mesmo engenho.
- 0 Sr. JoSo Joaquim Itshello, queira por
favor annunciar a sua morada, ou iratraz
do theatro n. ifi e 18,
Koga-se aos Srs. fiscacs, para que lat
com suas vistas sobro os que anilam ven-
dendo pelas mas lquidos e seceos, com
niodilas falsilicadas, pois que, muitos ao
depois de ferireip m. indam rebaixar as
mesmss, assim pede. O Hreiudicado.
Aluga-se um grande sitio eom boa ca-
sa de vivenda, bastantes arvoredos e baixa
psra capim, na estrada dos Afilelos, defron-
le da Igrej ; um sobradinho na Ponte d'U-
chos, a margem dorio Capibaribe: a tra-
tar na ra da Aurora n. '20
O abaixo assignado com venda na
Praca da Boa Vista, roga encarecido mente
aos seos credorrs, que Ihe apresenlem suas
cnnlas crrenles, no craso de 8 das, para
gerem conferidas. Recite, 10 de junho de
1851- Jos Joaquim Pereira.
Precis>-so de um feilor para tomar
conta de um sitio, no lugar do Itemedio,
que saiba trabalhar decollada, plantar ar
\oredos de espinhos, flores, verduras, en
seriar e foliar frmicas (quando as houver)
prel'crecc portuguez li 1 lio das libas : quem
esliver notas circunstancias, dando fiadoi
a sua conducta, entenda-se com a porleiro
da alfan lega desta rilado.
f ? *? 1 *?
* linilo Glgnoax, ilentistn *
* frnncez oflcvccc sen prest- ~
? ino no iullco lnra todos os <
(0 ni i-i i r<- de sua proflsso : *
quer hora eui sua casa, na -
j na lira do lio/, rio. n. 36, *,
es> segundo andar.
*#***###*? r-*(?#** __Prrcisa-se de una ama para casa de
familia : na ra do Hospicio n. 13.
-- Aluga-se urna casa lenca com soliio,
sja Itia Imperial n. 171, com coinmoclos para
grande familia, um grande quintal com una
Doa planta de capim: para traiar no pateo do
Carino n. I?, e para ver a chave est na casa
paredee meio.
Ilogn-se ro Sr. I)r. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascursdo, que se ach ho-
jo advogando etr Goiannt, que mande pa-
gar a sua letlra que se cha vencida a an-
uo e meio, o qual nao ignora aonde :
em qutnto o nflo lizer ha de ser lembrado.
Na ra das Cruzea n, 40, ha bichas
amburguezas des ultimas que vieram ao
mercado, para se lugar e vender-se, tanlo
por junto, como a rtlalho.
-- l)-se dinheiro a premio em peque-
as porches, com penhures deouro : na ra
do Cabug n. 3.
Precisa-so de urna pessoa, para macei-
ra, que estoja habilitado no fabrico de pilo,
lolach e bolachinha : trata-se com Jon-
quim Francisco de Alem, no Forte do Malo
n.2.
Prrcisa-se de 800/000 a juros.; e para
garanta d-se mui boa Urina: quem os liver
aii.uuucle por esle jornal.
Desappareccu domingo 8 do corren te, o
prcto Jos, de tdade de S a ''0 anuos, de nac.io
Angola, o qual rom os signaes seguintes: baixo,
grosso, cara redonda, e tem um dos buicns
nais curto que o outro ; levou camisa de i se-
do encarnado e calcas brancas de briin, e he
conhecido ua ra por Jos Pedro : quem o ap-
Tuehendcr leve-o a ra Augusta n. 3, que se-
r generosamente recompensado.
mamm&m& mu mmmtmm^m
Na ra do AragSu, n. 12, segundo andar,
se desoja siberso he vivo, ondo mora um
rapazinho de nomo Uamiilo, filho de Ange-
la de tal, e nelo do velho Antonio Lopes
Mangaba, da cidade do Natal, o qual rapa-
zinho anda ha pOucos anuos aprenda o of-
ficodemarcineito, em urna offlcina desta
Precuja-so de urna ama do leiio : no
Aterro da Boa Vista, no segundo andar, em
casa de Gregorio Anlunes deOliveira.
O Sr. Manuel de Almeida Lima, dii ja-
se a ra Nova, no segundo anlar da casa n.
52, para negocio que Ihe diz respeilo, virio
que no se Ihe tem achado em sua casa, as
vezos que se Ihe tem procralo.
Quem quizer consultar o fado diverti"-
do-se com graca e aceio, as bellas nuiles
de Santo Antonio, San JoSo e San Pedro ;
nao o podtr fa?er sem ir as casas aiinun-
ciadas, onde encontrarao s mais modernas
e engracadas quadr*s intituladas Sorte
de Venus custando apenas 0 r. cala
urna ; na ra da Cunceiclo na Ba Vista n.
20, o no Passcio Publico n. 13
FIIONTISPICIO 0 CAIUI0.
Osencarrcgados este auno de festejara
Senhora do Carmo do Frontispicio fazcm
publico tolos os devotos da mesma Senho-
ra, que por justos motivos no pode ter lu-
gar a feslividade no dia 10 do crrente (co-
mo ja ro annunciada)oque ser* improteri-
velmente no dia 22 do corrente, sendo
ban leira na madruga la do da 21, em con
aequencia de nSo haver novena Esperan)
tambem que os devotos da mesma Senhora
continuem a ccadjuva-los com suasesmo-
las, as unes pod.rao entregar aos senhores
procuradores Manuel Jos de Oliveira, Mel-
quades Francisco da Costa, francisco de
Salles de Andrade Luna e Manuel Francisco
de Sales, queso aohatn antorisados para es-
se liin.
Lotera da matriz da Boa Vista,
Hoje, vespera do glorioso S. An-
tonio, andam impieterivelmenteas
rodas desta lotera, no consistorio
da mesma matriz, seja qual for o
numero de lilbetes que existir, e
o restante dos mesmos acham-se a
venda nos lugares j annunci do?
a' as 11 horas da manhSa : a el-
les antes que se acabem.
0 tbesoureiro,
Salusttano de '/Iquino Ferreira.
Precisa-sede um jardineiro, que sai-
ha trabalhar em arvores defructos: na ra
ida Cruz n. 46.
A pessoa que aehou um livro da visita
do Rantissimo Sacramento, que se perdeu
da igreja da Pcnha ale a ra do Padre Flo-
risno, o poder entregar na tresma igreja a
qualquer pessoa.
Precisa-se alugar urna prcla para todo
o servico de urna casa de pouca familia : na
ra da Cadeia do Reeife n. 36, loja.
Faz-so legr.cio com utna loj earmn-
qo, em boa Inraldade : quem pretender
negocia-la, dirija-se a ra do Crespo, loja
n. 3, ao p do arco.
Tcnho de responder a porgunta, que
appareceu no Diario de hontem, respeilo- as
letras iniciaos de A. B, da Silva Cavalcante,
nfiose'eotendo com o Sr, coronel Agostinho
Bi/erra da Silva Cavalcaale, mais sim com
o Pr. Andr Bolelho da Silva Cavalcante.
Ignacio Luiz de /'rifo Tabardo.
Precisa-se <'e urna ama de casa, qun
aiba cozer eengommar : na ra da Cadeia
do Reeife, sobrado n. 14.
No da 8 do corrente mandando-se una
escrava levar io convento do Carino varios pa-
ramentos de inlssa, la incluso um paliteiro de
prala com o feillo de um indio, lendo o p
qoadrado, e o indio com una bola em una
mao e na outra urna penna; quem delle soubcr
ou tiver noticia, ou aqdcn for offerecido para
comprar,queira oapprchender elevar no pateo
do l armo casa do Sr. Flix Francisco de Souza
Magalhes, que ser gratificado-
- Hoje corre a lotera da ma-
triz da Uoa- Vista mpreterivelinn-
te,' quem se quizer muir de bi-
llietes e cautelas v ao Atierro da
Boa Vista, loja de Coleado n. 58,
que tem um restinho.
Catado modal franctiai, Butnard Hilloehou, ra
do Afierro da Boa-Vista n. 1.
Receben pelo ultimo navio de Franca, cha-
peos de palha de moda nova para montarla de
senhora, chapeos de seda, e loucado, leante-
llietese capoiinhos ; cabecOesdc bico ; rnmel-
ros, pescocnhos e camisas de fil c de cam-
bala bordadas ; litase bicos de todas as lar-
guras ; franjado e franjas ; bicos de blonde ;
sedas furtacores para manteletes ; grvalas de
veludo 'com fivelas para senhoraa ; capellas
de I.u.inj. 11 ; nielas rieaeda branca lisa e bor-
dadas ; veos de blonde para noivas ; luvas
compiidas para as ditas ; mantas de bico pres-
to para cabeca ; larlatanas brancas c de cores ;
camliraia fina; lencinhos de seda ; flores fi-
nas de todas as qiialidades ; filos de lii.lio e de
leda branco e preto, e mais enfeitcs para se-
nhora. Faz-ae sempre COin veidadeiro goslo
trances, chapeos, toncados, vestidos e lodos os
de tqalhcte das senlicras.
-- Urna iiiulhcr capa* em ludo por ludo, se
oRerece para ama de urna casa de pouca fami-
lia, ou de boineui siflteiro : cosinha perfeita-
uienle c engouima sullrivel : quem precisar di-
rija-se a ra de Santo Amaro na loja do so-
brado n. i 1.
Joan Jos Innocenclo Poggi, Dr. em medi-
cina, mudou sua residencia da casa n. 3, do Al-
trro da lloa-ViaU para o primeiro andar do
obrado n. 9 do mesino Altcrro.
U Sr. ifliguel Accioli >Van-
dt'ilpy, queira ir ou mandar al-
guem por si, entender-se a nego-
cio de seu inte.esse : no pateo do
Carino n. \6

ROWMAN & MC. CLLUM, engenhei-
ros nachinistas e fundidores de ferro mu-
respeilosamente annunciam aos Senhoros
proprielanos tlcengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negocianles, fabricantes e ao res-
peitavcl publico, que o seu eslabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em efTcctiv exercicio, e se acha com-
plelamonto montado com apparelhos da pri-
meira quaiidade para a perfeita conrecs3o
das maiores pecas do machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. .Callum
desejam mais particularmente chamar a
attencSo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimentojprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
Irangeiro, tanto em precio como em qui-
lidade da materias primas e m3o d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucQo.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos ostamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento o serraas.
Manejos indepondentes para cavados.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzesechumaceiras.
Cavilhoes e parafusos de todos os tama-
olios.
Taixas.pares.crivose boceaste fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animoes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e frnos de farinha.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a uiau, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
. Prensas hydrauhcas e de parafuso.
Ferrageos para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese portes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do inflo e arados de ferros,
ote etc.
Alin da superioridade das suas obras, j
oralmente recoiihecida, Bowman & Me.
Callum garanten) a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenuos remellidos
pelos senhores que se dignaren) de fazoro
Ihes encommendns, iptoveilamloo occasiSe
paro agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e fregezes a prof- rr-ncia com que teom
sido por elles honrados, o as: [.'iiram-lhes
que nlo potiparSo esforz-; diligencia
para continuarern a merecer nsuaconli-
anea,
O Ra das Cruzes n.2S.
Q Comullorio homaopathico do faculta- Q
,\ tivo J. B. Caianova. ,-.
J. Gratis para os pobres. -
A Na ausencia do faculiativoj. B. Ca- S
Jr sanova, o professor homecopalha
^ Gossct lmont continuar com os Jjj
5 trabalhos do mesmo consultorio,on- /
O de poder ser procurado a qualquer O
<3 hor*. &
Em respnsla ao annuncin inserido neste
Diario n. 130 de sabbado passado, o abaixo as-
signado responde, que nao tem cumprimento
algiim a dar na casa n. 11 da ra da MaDguei-
ra, se he pela nterrupcao que houvc as suas
liffiesdc piano por causa da chuva em conti-
nuaco, nao he motivo para lancar nio de um
meio tito pouco usado r ingrato para com o
seu mestre que mora na Passagem da Magda-
lena, tanlo mais, que as suas lices de plano,
sao contadas por bilheles, pelo que nao Ihe
resulta prejuuo nenhum.
Jostph Facliintlli.
SANTO-ANTN 10.
Aos festeiros aviza-se, que ua ra Nova n.
63, existe esta imagein, as quaes lltT mais rl*
co possivi l, como bem douradas e em fu-
mo, assim como outras muitas proprias para
quadros.
-- O Sr. majoi Jos Carlos Telxeira, lenha a
bondade de mandar ao Atierro da Uoa Vista
sobrad n. 10.
Na ra do Amorim n. 30, precisa-se de
urna ama de leltc.
PublicacSo a pedido.
O abaixo assignado em salisfacao aos annun-
closque tem feito publicar neste jornal rela-
tivo aos embargos que havia opposto senten-
a que julgou as parlilhrs que urtimamente
ez-se dos bens deixado pel finado Mannel
Ferreira Dinii, declara sem elfeito aquelles
iiinuii'-ios, pols quo tem nesla data disislido
ditos embargos, sendo que por sso desemba-
rcadas se acham dias partilhas, visto que _s
o aniiunciante era quem llics falla opposco.
Reeife, 26 de maio de 1851.
Honorato Joiiph U'OHveira Figueiredo.
Preciza-s de um preto, paga-se li.oOOrs.
por ihcz, c o sustento, para o servico ordina-
rio de padaria j e outro que |e n ie n I a do serVI(o
de ni ism na. e um forneiro i|ue saiba bem
fazer sua obrigacao. na praja da Santa Ciuz,
na padaria debaixo do sobrado n. 106.
Ameza regedora da irmnndade do SS.
Sarramenlo de S. Frei Pedro Ooncalves avisa
a todos os irina-.s da mesma, a comparecereni
no consistorio da mesma Matriz no dia i5 do
crreme as fl horas da inanhSa a fin de seprn-
ceder a eleieo da nova meia.
Oreresse um rapaz porluguez para caxei-
io de venda, para tomar conta por balance,
ou sem elle, ou oulro qualquer estabeteciiueli-
to para o que tem bastante pratica, quem de
seu presfimo se quizer utilizar, de rija-sc a
praclnha n. 10, das 10 horas as 2 da tarde.
fe Consultorio cinlral inuuo-o- .
*. putliii'o de l'eriiitaibneo, $.j
fe Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, fe l'.ua do Trapiche Novo n 15.
V Todos osdiS uteis sedaifln con-
fe sullas c lemedios do (iraca aos po-
fe bres, desde pela manlia at as duas
fe horas da tarde.
As correst ondencias e informacOes
podor&O ser dirigidas verhalmciite, i\
i^ ou por eicripto, devondo o doento ft
fe indicar : primeiro, o nome, idado, <;)
^ estado, prolissflo e conslilui^ilo ; te- <:}
fe gundn, ssmoleslias, quelemlido, o 4
os remedios tomados ; Urceiro, n po- .}
fe ca do apparecimenluda molestia ac- (4
fe lual, o descripcSo minuciosa drssig- 9
y naesou symplomas quo soffre. ^
fe Dr. Salmo Olegario I.udgero Pinho. j<
Sr$. redaetorei.Teaio eu lido no lnirio de
hontem urna correspondencia assignada pelo
Sr. Manoel da Silva Santos, em que o mesmo
senhor fundando-se em alguns depoimentos
que oblcve por meos, que minio breve che-
-ii un ao conhecimento do publico, alcuuha-
mc de calumniador por ter eu mandado pu-
blicar nina declarafSo, que peranle o Illm.
Sr. desembargador chefe de polica fuera So-
tero Flix de Santa Rosa, roga ao mesmo pu-
blico e parllcularmenle as pessoas que uno
condecen) ao Sr. Santos, que suspendan! o
seus juizos, pois que prometi apreseniar com
toda brevidade piova convincente dos molos
indignos c criminosos porque foram oblidos
aquelles depolmentos falsos, os quaes so po-
de) ter Importancia na imaginacao escaldada
do Sr. Santos, e dos seus mentores.
Sou Srs. redactores, sen assignante
loii Fernanda Egras.
i mu i (fui d' Aurora.
C. Slarr & Compendia, rcspeitosamente
annunciam ao publico, que o seu estahele-
cimentopara manufactura do toda a espe-
cie de machinismo tendo desde o seu prin-
cipio em 1829 ido constantemente augmen-
tando, tem hoje chegado a um estado de
perfeiQo tal, que nSo he inferior aos me-
Ihores que existen) em todo o imperio, tan"
tpelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excellcncia dos mate-
riaes o pericia dos seus ompregados; o que
os habilita a offerecer-sn com confianza pa-
ra a pontual execueflo do toda a especie de
machinas de vapor, do qualquer tamanho
ou deven; rao que sejam, fixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
ras para vapor do todas as dimensoes, enge-
nhos para caimas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, co.n todas as varie-
dades de moderna.inveni;ao. Tachas de to-
dos os tamangos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'ag'ia o moinhos de vento
de todas as qualidades. Alvarongas e em-
barcares de ferro de qualquer prlo ou for-
ma que se desejem. Puntes de ferro dn to-
dos as dimensoes, gradaras, varandas, por-
tes, columnas, sinos hydraulicos, hoias de
ferro, o n'umu palavra todas as obras de
ferro ebronze, de que o paiz possa precisar*
Gra'cai'a energa do governo, existo ja urna
excellente estrada feila em linha recta da
ponte da Boa Vista para o eslabelecimento
em Sanio Amaro, o que ofTerece a maior
commodidade s pessoas que o quizerem
visilar.
Novidnde.
Vicnle Jos de Hrito, nico agente em
Peruambuco de A. B. Y. D. Sands, chimico
Americano, faz publico que tem chegado a
11 'u.-it,i una grande porcao de frascos de
salsa parrilha de Sands, que san verdadera-
mente falsificados e preparados no Rio de la-
neiio; pelo que se dcveni acautelar os con-
sumidores de lao precioso talisinau de cahir
ueste engao, teniendo ai funestas cousequen-
irat -se
Vende-se a terceira parte da
fozendad nominada Mara de Mel-
lo, situada na Ribeira do Rio da
Parabiba, distan e de Pedras de
Foeo 7 legoas, cuja lazenda tem a
legoas de comprido e meia de lar-
, com Ierras de plantaco deal-
godao e criac5o de gado, l>oa casa
de vivenda cem officina de fazer
a7eite, machina de i' <*
odao e prensa de '
tiendo o comprador i
te que mais Ihe convier
et Pedras de Fogo com o Sr. Au-
lonio Dantas (]orrtia Jnior, c no
Reeife, rom Luiz Antonio Perei-
ra na ra do Queitnado, loja
II 10.
Novo-Iivro rte. sorfes.
O orculo, ou o litro tos desti-
nos, o qual foi proprie.lade exclusiva do
Imperador N'poleo, traduzido do Caste-
llano da 22 ediefio in^lezas, tondo sido
anles do iHomBo do um antigo manuscripto
egypcio, encontrado no anuo do 1801, por
H. Somnini, em urna das !..- lamban do
altoEgypoio. Esta obra de rica inveneflo
pranos, fui prnprieda le exclusiva doNa-
poleBo, onde elle consulton lodos os nassos
de sua vida, COTOO se vera de suas cartas es-
cripias cm S. Helena, e transcripta no pio-
la mesma obr>, acaba de chegar do
vez foi virtid em
. portuguez : venle-so po
travpssa- % too do Collegio, esa do livre
ilasformandoquadros.camisadema- i Ven I-se urna rica montana, s-ii lo ja-
das que sempre costumam trazer os medica-
mentos falsificados e elaborados pela mao d a-
quelies que antepoem seus interesses aos mo-
lo i da diimanid.de. Portanto, para que O
publico se possa livror desta fraude, e distin-
ga a verdadeira salsa parrilha de Sands da
falsificada e recentemente. nqui chegada, o
aununciante faz ver quo verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ra da Con-
ceico do Reeife n. 61 e aiem do reccilua,
rio que aeompanha a cada frasco, ter em bai-
xo da primeira pagina seu nome impresso,
se achara sua firma em manuscripto sobre o
invollorio iiuprcsso do mesmo frasco.
AVISO AO PU0L1CO.
Na botica da ra do Collegio, de Pcixolo a
Pinto, he onde se venden) lao somonte as
verdadeiras e bem conceituadas pululas para
bobas, cravos seceos c dores, por mais anti-
gs que sejam, cujos bons efleltos confessam
todos que tem feito uso dellas; compnsicaq.
do fharmaceulico Sebastiao Jos de Oliveira
Mando, e por elle ainda rubricadas; c para
conhecimento do mesmo publico, principal-
mente de alguinas pessoas que nao eslejam
ao alcance n conhecimento .das verdadeiras ;
se faz publicar por mais alguinas-vezes para
nSo serem llludidos por outros avisos, c que
de seu uso nao tiverem efieito algutn.
O No dia 8 para 9 di) passado s 8 f horas da tioite, desappareccu o pelo Q
:, Paulo, de nacSo Benguela, do 30 an-
f nos pouco mais ou menos, estatura
., regular, rosto um tanto larg, beicos
X erossos, bocea grande, nariz edito,
% cabellos grandes, com talla na co-
9 rrta da cabeca provonienlo de car,;-
O gsrpso, falla um tanto fina 0 des- (9
O caneada, o em certas p-Tgunlas usa ''
Pt dn resposta senhor sim, ou senhor S
0 nilo, no andar ginga um tanto com Q
X as pernas trocando-as para umeou- QlCipiO da mesm
% tro lado, bebe garapa e ago'ardente ; fj Itio, onde | ola prioeira
ti levou calca do casimira azul ferrete > \ portuguez : vende-so por 3,000 rs., nuPa-
? com listiasao co.npii lo o al
hvro azul
O
J dapoMoe cdaiode pello preto no- Jg
O vo. Ksle escravo foi de Antonio Joa- ^
O quim, morador em l'ra de Portas, e
0 com tenda desapateiro na ruada Ca- (:>
f ciffiba, tendo o escravo principios ?5
\ do mesmo ollicio : roga-se a quem o O
7 legar de olevar a seu senhor, abaixo q
v assignado, q'io pagar todas asiles- f
V? pczasgenerosamenle,na ruada Cruz X
"* do Reeife n 63, on airas do theatro jjj
O" velho, srmazem que se vendo laboas *
O depinlii), noq.ial serviqo sempre es- 8
5J lava o mismo escravo OCOUpado. O
(J Joaqnim l.opei de Almeith. $\
(S>0O>O = Sr. Francisco Antonio da Silva da ra
I
"5
t
qiieehonet de velu lo pret, selim inglez,
ludo sc;n USOSlgom: na ra do Cabug, lo-
ja de miudezas de Francisco Joaquim Huir-
te, se dir quem vende.
Vende-se um cavalln de c ibriolot, mui-
lo novo c com ptimas quali ladel : na ru;i
da Cadeia n. 1, se dir.
Vendein-se 3 esclavos, sendo urna pro-
la creoula do 18 f.nuos, bonita o sadia ; 2
pr tos de 2* e 25 anuos, salios, fortes o bous
trabnlha lores em armazcm desssuear na
ii.a da Cruz do lleeife n. 6, primeiro andar.
Vende-se um deposito, com loojxas.
para 6,000 arrobas de assucar, um lirarj > do
baiajie e suas conchas, urna nutra deci-
. n 11 o ISam bis em pezos, tu lu em bom
do Rangel, queira mandar pagar a as igualo- o tido, or s servir em urna safra : na ra
ra (leste Uimio, e einqnanlo nao o lizer ver o J., (;ru/. ,o UecifO II. 6, prilll'-lro andar.
seu nome publicado tm letlra redonda. __Vende-se una casa terrea do taipa, na
--_*.luga-se o primeiro andar d< sobrado j r(|) Ja ,.s!. i--,,, t ., b ni construid): Irati-
se oom viuva do Kuzcbio, na mesma casa.
Vendo-se a bem acreditada tavernp,
lita na ra da Calsada n. 2. com poucos fon-
dos, Ion commo los para pequea familia,
a dinheiro ou a praso : trata-so na travessa
da M de de D^'os, armazcm n, 13, das 9 ho-
ras as 2 da tarde.
Vende-se a armarjTo de amarello, on-
vidracal>,e quem aomprar soalugaa lo-
o Corpo'Santo, loja do funilolron. 9.5 j em que est colocada, narua Nova n.
um n-logio doiiies.1 dosa-[58, d-se em conta a quem li/or negocio
ne.-t s 15 das.
Cnnaeltoa ;voivlos para Rala.
V ndem-se sutorio es capachos, piulados
o blancos, e de varios lauwili >s, por prego
muiti com 'rindo : na rna do Qici-nadu, lo-
ja do miudezas u. 16, junto a loja do cera
n. 13 da ra do Vigario : na ra do Amorim
n. 15. _________ _____________
**-agppBp_,"-B-~
Compras.
1 oinprain-se dnas pedras de filtrar agoa :
na ra do Amorim n. 15.
Compra-se o dicionario da Fbula em
hnin uso, e troca-se urna intagem de s. Jos
do iini palmo, pouco mais ou menos: na
pra.a i
Coinpra-se
menanos, qm t'nha curdi para H das, ou
troca-sopor um de algib'im de riq oiqo,
bom regulador, oqu I lamn ni venJe-se :
quem quizar, aiii'uncjp.
Comprs-se' um uc.|o do alcance, gran-
de ou pequeo : quem tiNfc annuncie.
Con-pra-se nm escravo de40 a 50 an- ; h. 33
nos, quo nSo teja d lente : na ra do Viga-
rio n. 33.
Comprs-se pao de Indo velho, pro-
p'rio para corar feridss : na botica di ra
do llingnl, que f iz squim para a lleira.
Cuite le ca.si.mlrn rleer c treta.
en<
las.
LLVKU DJSSUUIr-S.
Depois de um aturado Irabalho de muitos
seculos, o por ucrasio de escava r-sc aci-
dada de rom; ca deseobriu-Sf)
A UUSA FATAL
DOS
Ifis/inos humanos
ou
S3RTES PARA OS DIVEaTIMENTOS-.
I) s
Din* tic. S. Antonio, S. Joan c S.
redro.
Este impoilano livro sabio a luz pela pri-
meira vez no auno lindo, em un) vid. de 286
paginas, e com 704 versos, que atiranten!
os desejos dos vvenles, principalmente das |
Vende-se, por prerjo co-nmodo, urna
boa casa terrea, com muitos commo lo--, no
flmiarua de S.Rita, ou principio dados
Pescadores : na ru Direita B. 32, segando
andar. -,
-- Ven'lem-selivros em branco
de diversos lamanlios pe.iaa *l
ac, cahos de man I lia e de I nlio,
s. ecos com rarelo, tmlo por com-
modo pre?o : na ra do Trapiche
n. 11.
.Lotera aos 20:000,000 de as.
Na Praca da Independencia, loja n, 3, que
volltpara a ra doQueimado o CrOSPO, v;u-
dem-se hilhetes, meios, quartos, oita\os a
vigsimos, da de*eima quinta do theatro de
S. Pedro de Alcntara.
Lotera do IHo de Janeiro.
AOS 20:000,0110 DR RS,
Na loja de iniudeias'la Praca da Indepen-
i delicia D, 4, venilcinsc bilheles inteiros, meios,
, iiuartos, oilavos e vigsimos da dcciina-quint
seuhoras que lano ambieionain saber qual. |uUria a beneficio do theatro de s. Pedio do
BOU d 'SI ino 1,0 (.lino quo lem de vir : o que I alcntara.
Lotera da matriz da Uoa Vista.
Aos 10:000,000 de rs.
Bilheles inteiros da nterin da matriz da
l)OB Vala, a qual curre impreterivelmente,
no da 12 do e.orreiUo ino/, a 12,000 rs, : no
Aterro da Itoa Vista, loja ilo miudezas n.
48 ; silo poucos
l.otti la do l.io de Janriro.
Aos 20:000,009 e 10:000,000 de rts.
Na loj i de calsado da Praga ila Indepen-
dencia ('Marn da Cadeia do Reciten. 46,
loja do miud'Zis acha n so ii venda os
meio bilheles, quartos, oilavos o vigsi-
mos, das loteras, decima lereeira da Cari-
lado e dcima quinta do theatro do S. Pe-
dro deAlcantaia, que tem devir as lisias
pelos vapores, da carreira e inglez.
Vagos sem descont.
Meios 11,000
Quartos 5,500
OitaviS 2,800
Vigsimos ',300
Compram-se e vcmlem-se
esclavo, e recebem-se de cotn-
missao, tdiilo para dentro como
para lora desda provincij, e tam-
bem se adiaiita diubeiro sobre os
de commissoes, tendo bonitas li-
suras, sefn se levar jur s : na ra
das Lardiigeiras u. t.'i segundo
andar.
Casa de commissao de escravns.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tinto para a pro-
vino t como para lora delU, para
o que se ol'erece muitas garantas
a seus dono : na rui da (jadea du
il.iecieii. &1, primeiro andar.
eil'i coi.teni he de una v rdade tal que
quem o C'iisultar di ve (car persuadido que
infallivelmente Ihe succed rao ijuu a sorte
Ihe liver trugnoslicado. Vende-so a 1,000
rs., na livraria ns- 6 e 8, da Praga da lude-
pendencia.
Surtes.
Na livraria da prsca da Independencia ns.
6 e 8, vendem-so tullas de papel com sorles
a80rs. cada urna, o o seguinte livro:
Acasos da fortuna, ou livros de sortes di-
vertidos,! te a 640 rs.
A tfS5oo ri, o par.
Sapatoes de couro de lustra a 2,500 rs. o par,
obra boa : no Atierro da Koa-Vitta, loja de
calr el i n. 58, junto ao selriro.
f)X_s' Corles di casimira prela, muiti fi-
nos, a 5,000 rs., o corle; ditos decoros de
minio bom goslo, a 4,400 rs. ; corles d
cambraias do lislras do coros, muilo linas,
a 3,600 rs.; ditas com-salpicos tambem do
cores, a 3,000 rs.; carapuca do algudilo de
coros a 240 rs., cada urna o oulras muitas
fazendas de bom goslo, por diminuto pre-
go ; na ra do Crespo n. 6.
-- Vende-se o eurcnii > Agoa Fria, na fre-
guezia de Ipojuca, dislauto II legoas desta
cid :e, o una legua do embarque com as
obras segiiiules : .-casa de viven a, gramle
cap lia com imagens, um grande armszem,
casa de f.innha e do purgar, com unamos,
encaixamento, estufa, casa de relame, com
assenlo o tanque, casa de engenho psra
moer co.d agoa ou animaes, a qual conten
11,1 cicla de ferro, casa de caldeiras com lu-
das as suas lasas, etc., estribarla, souzalla
de lijlo com 20 casas, urna grande casa do
volulo, quo seivia do deslilUcSo, ou qual-
quer oulro mistar, Adverte-se quoopro-
pritaiio do engenho, que faz venda para re-
inir suas dividas, vendo lambe.n a safra no
campo, e eulrega iimiiediaUmenle o enge-
nho, logo quo for concluido esto negocio,
seja qual for o mez em'que ellq so loaliso
trta-se nesla cidado com llernardo Josda
Cmara, ua 1'rac.a da Uoa Vista.
II FniVFI


a
Deposito da fabrica de Toos os
Santo* na Italiia.
Vcnde-se, em casa deN. 0. Bieber&C. ,
na rua da Cruz n. 4, algodo transado <'a-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa do escravos, por prego com-
mojo.
A mellior pcclihiclin.
Vendotn-se chales de seda de lindos e mo-
dernos gestos, a 'prego de 4,500 at 6,000
rs. : na rua do Crespo, loja n. 10.
~>
Arados americanos.
Vendem-se arados americanos ver- ,?
tdadeiros, chegados dos Estados- 2
Unidos : na rua do Trapiche n. 8. -f,
Vendem-se saceos novos (de estopa ,
com duas varas, a 320 rs. : na rua larga do
RouriOa. 48, primeiro andar.
Quem deIxnrti de comprar.
Cortes de chita do melhor gosto a 1,920
e 2,240 rs.
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de chegar um
completo sortimento de cortes de chita,
com 12covados, a 1,920 rs., e Inteiros, a
a 2,240 rs.; pegas de madapolo lino com
pequeo toque de avaria, a 3,000 rs.; ditas
de algod.lozinho, a 1,600, 1,800 c 2,000;
chales de 13a e seda, a 4.000 rs., e cortes de
casimiras do ultimo gosio, a 6,400 ri, e ou-
traa n.ini s fazenrlas ile hom gosto.
Cci'a de carnauba.
No armazem de Domingos Rodrigues de
Andrade& Coirpanhia, na rua dosTanoci-
ros n. 5, vende-se superior cera de carnau-
ba, ltimamente vindas do Aracaly, em
porgilo e a retalho, por menos prego quo
em outra qualquer parle, assim como sola e
couros miudos.
Oh que pichincha para a presen-
te estaefio.
Vendem-se gasimiretas de encllenles co-
res proprias para palitos e pelo prego
baratsimo de 500 rs., o covado : no Ator-
ro da Itoa Vista, loja n. 18.
Corram de presen pecliiiicha.
De 4,500 e 5,000 rs. o corle.
Na rua do Queimadn, loja n. 17, ao pe da
bnlic, vendem-se corles de casimiras do
cores escuras, muito cncorpadas, proprias
para a prrsente estaeSo. a 4,500 e 5,000 rs. ,
e muito finas, a 5,500 e 6,000 rs. ; pao lino
preto eazul, de cores Osas, a 3,500 e 4,000
rs., o covado; cobertores de lila mui'o en-
corpados, a 1,600 rs. ditos muito grandes,
do Porto, a 3,000 rs. cada um, e outrasfa-
zendas, por prego mais barato do que em
outra qualquer parte.
("era de carnauba.
O mais superior que lia neste genero, ven-
de-se em porcao e a relalhn : na rua da Cadeia
do Recite, loja n. 50 de Cunha Bt Amorim.
I n-t i lime ntov de ni mica .
Fabrica de Variz.
Na rua Nova n. 9, vendem-se clarins, cor-
netas, pistos, trompas, Irompes, pralcs dj
Consiantinopla.i bos, clarint tas, requintas
e tmlas as qualidades de violes, rabeccas,
flautas e tlauins.
Vndese resina de angico a retalhoe
por atacado, a 320 rs., a libra : na rua da
Cadeia do Recife, leja deJoo Jos de Car-
vallo Moraes.
AO HOM F. BARATO.
lo preco proprio para casamento, balizado, etc,
(nina negra de24 annos sem vicios nem acha-
guespoi-200,000 (por necessldade :) na un Di-
reila n. 892.* andar, e no Manguinho taberna
do Sr. Cordeiro mel da l.'sortc a 40 em gar-
rafa, c 280 em caad.: aemente de coentro
nova a 200rs.; no mesmo lugar faz-se todo o
negocio com una leltra do Sr. Antonio Fcrrcl-
ra de Mello senhor de engenho.
Vende-sc cevadinha emgarrafes a 3,200
arroba na rua da Cruz Armazem n. 148,
-- Vendem-se um lindo molatinho de 14
annos, bom copeiro e monta bem acaval-
lo, ptimo para pagem, dous pretos bons
para todo o servigo, duas pretas boas qui-
landciras : na rua da Cadeia doRecife, n.
51, primeiro arldar.
No deposito de espiritas, na
travessa da Horda n, 5, adia-
se i, venda, nova porcao de garra-
fes de verdaieira agoardente de
eana : quem se qnizer prover des-
ta boa pinga, faca-o quanto antes
que a safra se est findando.
Sempre lia minios bons es-
crnvoS para se venderem, muito
mais barato do que em outra qual-
quer parte, como sejam :
Negros mogos, um dito bom cozinheiro,
moleques, molequinhos negras mocas,
mnlecas e negrinhns, e outros escravos : na
rua das l.srangeiras n. 14, segundo andar
Vendem-se saceos grandes o pequeos
com farelo, por muito commojo prego : na
rua do Trapiche n. II.
Novas eniiibrnlns para vestidos.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
vira para a Cadeia, vendem-sc corle) de
cambraias, com listras de cores, a 3,600 rs.,
e o covado, a'320 rs. ; ditas desalpicos de
cor a 3,000 rs., e o covado, a 300 rs. ; pegas
decassas abertas' para mosqueteiros.a 3,000
rs.; chitas de cores lixas e bonitos padrees,
a 5,000 e 5,500 rs., a pega ; ditas do mada-
poln largos para forro, a 2,400 rs. ooutrss
fzendas, por pregos commodos.
Vende-se um muito bonitomoloque,
creouln, de 9 annos, de urna pessoa que se
relira : na im larga do Itozario n. 35, loja.
Vende-se um muito lindo mulcque de
20 annos, proprio para qualquer servigo,
hffo sendo para o campo ; dir-se-la o moti-
vo na rua de S. Rila n. 1i.
-- Vende-so una escrav.i, sem defeitos,
deiJadc 26 annos, por precisflo : na rua de
8. Rila n. II.
4 l'aia nolvaso bailes sobornos. "
* Regios e sublimes vestidos do mais
4 importante c delicado hlon I de rama-
~ ge, as-im como de eatraordinarioe
41
*
superior setim de peso, lodos tiran- 4?
eos e ricamente bordados, com linis- f
Rua do Passeio-Publico, loja n. 9, de Albino
Jos I.cite, vcnde-se corles de ineia casimira
escuras, prlo diminuto preco de 1,400 reis,
chape1* de sol, asteas de balea com barras
a 2,5(0 ; a ellos anles que se acabem. (.hilas
sem di ii iin alguiii a 1-20 rs. o covado, dits
roas linas c fitas a 200 rs., coberlorea inuilo
rinenrpados, prop ios para escravos, aOirs.,
cambraias, da India, bordadas, proprias para
cortinados, a 4l'-0 rs. a vara, chales de chita
a 10 rs., lencos ile seda, podaos de muilo
gosto, a I,i On rs., ditos de cainbraia com bico
a 320 c a 480 rs., brins de linho aiul e de
cores a 320 rs. o covado, lencos de cambraia,
denominados vapor, a '200 rs. e outrai limitas
i ." nds que dciiain-ie de enmielar para niu
oceupar lempo.
~ Vende-sc urna prela com habilidades e
boa conduca, o <|ue ludo se alianca i na rua
larga do Horario, n. .'!/>,
-- \ '-ni. ni se romentfl de coentro, mui-
to nova, a 200 rs., agarrafa, afiancia-se a
qialidade: no Allerro da lloa Vista n. H.
No Atierco da Uon-Vlstn, riefron-
te da Domen.
lio chegado os bem contiecidos s*pat>s
de Nantes, muito piopiios para a estacBo
presente ; ditos do Aracaly, tanta para ho-
mem, como para mininos, aSOOis.; ditos
decnurode lustro, (ellos mi Baha, a 3.0C0
rs. ; ditos do Ame. ty, a-^,500 rs.; ludo a
truco de dinheiro.
No Atierro da lloa-Vista, defron-
te da lio nica
He chegado rcssentemenle um novo e
completo sortimento dccalsados francezes,
de todas as (nulidades, que se vendem mili-
to baratos, aun de se apurar dinheiro.
l'cgns ilc ali: ii lla a IS, 1280, 144o II.
Ka rua do Crespo loja da esquina que
volia para a Cadeia vende-se pecas de algu-
do-zinho com a varia a 1,000 1,280 l,44o rs.
e ainda continua w vender-se os muilos a-
credilados coberlorea de tpele a 720, e cu-
nas fazendas por preco commodo.
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife.
luja de Joiio Jos de Carvalho Moraes, penas
de agn superiores c um par de oculos de ou-
ro, feitus em Lisboa, de muito bom gosto.
Vendem-se 2 moleques, de 16|a 18 an-
nos, creoulos, muito boas figuras, Iti. pa-
ra todo servigo, tanto da prega, como de
campo; um preto de 30annos, bom para
todo o servigo; urna caba de 30 annos, en-
gnmnia, |*z renda, coze c cozinha : na rua
d'i Collegio n. 21, primeiro ;.mlur.
= Vendein-se rrlogio* de ouro sabonete, pa-
tente ingle*: em casa de Geo Kenworth 6 <
rua da Crui|n.2.
I'ara ic acabar.
Vrnlrm-se cera de carnauba, primeira
soite, a 5,500 rs.; sapatos braLCOS para mi-
ninos, a 500 rs.; \ cunas de ema, couros de
cabra chapeos de palha, ludo superior,
pelopiego bode graga : na rua da Cadeia
do Reciten 49, primeiro andar.
A 2,000 rs. a peeliilia.
Na loja da rua do Queiu>ado n. 3, defron-
te do becco do l'eiie Frito, vendem-se pr-
cinhas de cassa chita de muito lindos pa-
droes, pelo baratissimo prego de 2,000 rs. a
pecinha, dar-.'o ho amostras com o com-
pelen te penhor.
t.iande pcchlnclin.
Riscados azues de quatro palmos de lar-
gura, proprios para vertidos de escravos, a
160 rs., o covado : na rua do Crespo n. 10,
] i de I. I. de lt Taborda.
Vende-se irm uso um rico vestido de se
da iavrada, e mais perteucei por inuilo bara ,
simoretroz 'alvor brilhante : ven- a>
^ dem-sena loja pernambucana do An- >
*$ tonio Luil dos Santos, na rua do >
^ Crespo n. II. C
Ven iem-C 12 escravos, sendo 2 mo-
leeotes de 16 a 20 annos, um delles ollicial
de pedreiro ; um dito do meia idade ; 2 ne
grinhai de idade de 16 a 18 annos, creou-
las ; 4 ditas boas quitandeiras ; urna linda
mnlala de idade 22 annos*;' engoT.ma bem,
cozinha o; tunamente (Hie ptima para mu
ramlia, por ser Jdolhldl : na rua llirei-
la n. 3. ^r
Ven'c-s^um negro robusto, bom ca-
noeiro, de idade 22 annos, e compra-se ou
Iroea-se por este, una negra que seja lio?
parn o servigo Interno de una casa : na rua
da Aurora n. 48.
Vendf-se a taverna da esquina da tra-
vessa do Dique n. 21, com os fundos a ton-
tada do comprador, a qual offerece urna
craiule Vnlagem, por ser a armagilo da
mesnia perteiicenle o i!ono da casa eoa-
luguel 10,000 rs. : trata-sena mesma.
- Vende se una larr.nsa negra, muito boa
qiiilamleira, cozinha o diarlo de urna cas
e lava, prnpiia para todo o servigo, por ser
muito humilde e nilo ter vicios alguns : na
rua do Tamlia da Roa Vista, casa n. 7.
Vendem-se sofas de jacarai.d
consullos, cadeiraa, bancas de
meio de sala, oblas de muito hom
gosto e bem l'eitas, camas de ama-
rillo, ditas de angicn, solas de di-
to, dito de oleo, cudiins de dito, banca* de
meio de sala de dito, ditas de angico, ditas
amarello, consollos de angico com espedios
grandes e outras muitas obras, ludo por
pregos muito commodos : na rua da Gam-
boa do Carmo n. 8.
Vendem-se 4 moleques de 18a20an-
00, sendo um ptimo sapateiro; um dito
dcSannos; 6 pretos de 25 a 30 annos, sen-
do um ptimo oleiro ; 2 pardos de 25 a 30
anuos, sendo um sapalciro e que tambero
i mli.. I u decarpiua; 2 pardas de 15a 20 an-
nos, com habilidades, sendo urna propria
para ama de casa; 3 pretas com peifeitas
habilidades, de cozer, marcar, bordar o fa-
zer lavarinlo o todo o mais servigo de casa,
e mais 3 com algumas habilidades e pro-
prias para todo o servigo : na rua do Colle-
gio n 3.
4 Vend^m-se cuites uo vestido dechi- (
4 la, de padrA s muilo bonitos e cores %
* ixfs, a 1,600 rs cada corle ; ditos
4 de cassa de cores tambem lisas, a
# 1,760 rs ; alpaca de algudfio mescla-
4 da, propiia para casacas c palitos, a
f 280 rs., o cuvado ; cortes de calsade
t meia casimira, padioes tale qual de
% casimira, a 3,000 rs., o corte, e oulras
l n uiles fayenJas baratas: na loja do
S sobrado amarello, nos quatro cuntos
@) da rua do yueunado n.29.
Vendem-se vidros para vidragas : em
casa de Sctafheitlin & Tobler, na rua da
Cruz n. 38.
~ Vendem-se um relogio de mesa, mui-
to botuto; lies mangas de vidro e um par
de jarros para flores, de muito bom goslo e
em corita : na rua de Hurlas n. 110, achara
com quem tratar das 8 horas as 4 da larde.
-- Conlinua-se a vender velas de cera
carnauba, confeccionadas e bem alvas, de 6,
9e lOcm libra, proprias paia luminagSo de
lampiOfS, vindaj da provincia do Cear, pe-
lo prego de 300 rs. a libra, em caixasde 1
arrol.a c do menos na loja de fazendas n.
46, da rua do (Jueimado.
-- Vende-se urna molata, com habilidades
esem vicios : na rua da Gonceigo da Roa
Vista n 54.
Vende-se uianteiga ingleza muilo supe-
iora400 e a 480, WiO e a CIO rs.; vlnho do
Porto, engarrafado, a 400 rs a garrafa ; massas
de (odas as qualldadcs a 240 rs; farlnha de
araruta a 140 ra.; dita de Maranhao a 100 ri.
cli Yion a 2,240 a libra ; vellaa de spermacc-
(e a 720 a libra; arroz pilado a 60 e a 80 rs. a
libra: azelte doce a 500 ca610 rs. agarrafa;
loucinho de Santos a lM e 200 rs. a libra :
no pateo do Hospital n. 30.
PAIIA ACAltAR-SE
Vende-sc, na rua do Llrramento loja n. 11,
sapatot de duraqM'preto, para aenhora, obra
muito boa, pelo baratissimo preco de 900 rs.
o par, e de marroquim, ptimos para casa,
a 400 r.'
REDES DE MARCA.
Vcndc-c lindas redes de marca, por commo-
do preco, na rua da Cadeia do Recife n. 23.
Na Trempe, /asa n. 70, se vende um
bom ollicial de alfaiate, de nome Salomao;
nao tem vicios, o que se alianca ; dinbeiro
vista, ou com respiro, conforme ic conven-
ciodar.
ATTENCAO.
M hom t barato.
Quom quizar poupar, venha ver e com-
prar, pois o ganho de quem vende fica as
mflos dos compradores e sempre ficam lo-
grados o mal servidos seus amos eseusse-
nhores, no Aterro da Roa Vista n. 54, venda
ao p da loja do Sr Estima, e na rua Nova
n. 71, venda da esquina ao pe da pcnle, ven-
dem-se oseguinte: mantc-iga ingleza da
melhor, a 560, 480 e 210 rs. ; dita franceza,
a 480 rs ; banh. a 320 rs.; cha do molhor,
a2,0C0rs. ; dito, a 1,600 rs.; esuermacele
de6e7en libra, a 640 rs. ; chocolate de
Lisboa, a 360 rs. ; farinha do maranhilo, a
80 rs. ; dita do araruta a 160 rs. ; bolachi-
nhidila, a 240 rs.,e a lata inteira, a 1,110
rs. ; dita ingleza, a 210 rs. ; caslanhas pe-
ladas de Portugal, a 80 rs ; caf em gr3o, a
160 rs ; loucinho de Lisboa, a 200 rs.; dito
de Santos, a 120 rs ; velas de carnaubi de
6, 9, 20 e 40 em libra, a 320 rs.; levada em
grito, a 100 rs.; arroz do maranhao, a 60
rs.; aletria a 240 rs.; talhsrim e macarrao,
a!60rs.; vinho da Figueira, a 200 rs., a
garrafa ; azeite doce, a 560 rs.; azeilonas,
a200r*.; milho, a 160 rs., a cuii ; arroz
pilado, a 320 rs. ; dito de casca, a 129 rs. ;
reijlo molatinho, a400rs. ; milho alpista,
assiirs ; painso, a 480 rs ; serveja prela e
branca, garrafas o meias ditas, charutos de
varias qualidades, viuho engarrafa lo mili-
to superio-; quoijns, a 1,500 rs., e outros
mais gneros inuito biratinhos, pois de lu-
do se dar amostras eatiunga-se quo os fre-
guezes serJ bem servidos, tanto em-pre-
gos, como eoi qualidades.
Maia Hamos Sl C.. na rua N'ova
n. O, acabado receber, viudos de
Lisboa no ultimo navio, os sc-
^ ni ni'- retratos os quacs vende-
r multo em eonta:
Duque de Uraganga, D. Mui-i II rainha
de l'in luga!, el-iol D Fernanda II, conde de
Thomar, general duque de Saldanha, gene-
ral Guedes, coronel Galamba, D. Cezar dj
Vasconcellos, FalcSo, general Povoas, Jos
II. Costa Gabral, conde das Antas, duque da
Terceira, duquo de Clmela, barfio daRi-
heira de Sabroza, visconde de Si da lian let-
ra, Alrreida Garret, Rodrigo da Fonser:a M.i-
galntes, Eduardo i. Solter, Silvestre Dinhei-
ro Ferreira, e outros muitos personageus
de llespanha, assim como collecgoes dos
reis de Portugal, e algumas vislas nos arre
baldes da invicta cidadn do Porto, collec-
gOes dos successos de D. I^nez de Castro, e
linalmente ricas estampas de Sanios, con-
tendo a collecgSo dos apostlos.
Ven.!em-se as seguintes se-
inentes:
de al.ns, duas de dilas ingleas, ditas de r-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
bolas de Selubal, (lilas de alface allainaa,
dilas repolhudas, ditas de rve trinchada, di-
tas ile senoura ainarellas, dilas de chicoria, di-
las de coentro de loceira, ditaa de salsa, ditas
de tomates grandes, dras de rcpolho, ditas de
espinafre, ditas de pipinella, ditas de aipo,
feijao, rarrapato de tres qualidades, ervilhas
lorias c direias, rahanetes encarnados e ln.ni-
eos: na rua da Lruz n. 4C, defrnnle do Dr.
Coime. Ka mesilla casa vendem-se queijos in-
glezes inulto frescacs.
Para quem quizer ganlinr di-
nheiro.
Vende-se um rosmorama composto de
muitas vistas, das mais bollase importantes
parles do mundo, e lodos os seus pertences,
como vidros e candieiros, etc. ; qualquer
essoa quequeira fa?er fortuna, j viajan-
do pelas capitaes das provincias, como pe-
las cidades e villas do interior, nilo deixa-
rdecolhermuitos lucros,attendendo prin-
cipalmente, que nos lugares do interior,
poucu ou nada he conhecido esse passa-
lempo e genero de recreio com o qual
muito aproveitarSo os habitantes do cen-
tro, vendo bellas e curiosas vistas origi-
naes, o que poder produzir grande con-
currencia de admiradores, e desl'arte em
poucos mezes, ter-se-ha feito boa fortuna :
trata-se na rua do Sol n 15.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia do Recife n.
12, ha muito auperior cal de Lisboa em pedra,
assim como polassa chegada ltimamente a
preco muilo rasoaveis.
Fazendas por a inetade de sen va-
lor, na rua do Crespo n. G.
Cortes de chita finas, com 12rovados, a
1,920 rs ; dito de cassa chita, a 2,400 e 2,800
rs.; chapeos da maga pretos. a 800 e 1,000
rs.; cortes de britn lislrado de linho puro
a 2,000 rs.; alparka de cordAo proprias para
casacas o sobrecasacas, a 800 rs., o covado
e nimias oiitiiis fazendas baratas: na loja
cima referida. -
Potassa da Rtissia.
Vende-se potassa da llussia, reccOtomen-
te chegda, e de muito superior qualidade ,
na rua do Trapiche n. 17.
liombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do lrum ns. (i, 8 ero,
lundicao de Ierro.
Ai .dios de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
lo ii canibo de si cu pira e brocos
de ferro : na fundico da rua do
Bnim ns. (i, 8 e io. .
Mocadas superiores.
Na fundigOo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
-- Vende-suum grande sitio no lugar do
Mangainho, que fica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa do viven-
la, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
lonta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos do fructo: na rua da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Arados de ferro.
Na fundigSo Ha Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
*Vv'v'Hv,v'*v,vVv V9fV%
J Deposito de lecidos da fabri- J
% ca de Todos os Santos,
1 na Babia.
a> Vende-se em casa de Domingos Al- ^
ves Matheus, na rua da Cruz do Re-
cife n. 52, primeiro andar, algodSo J
transado daquella fabrica, muito pro- ^
prio para saceos e roupa de escra- ^
vos, assim como fio proprio para re- ^g
des de pescar e pavios para vellos, ^
r por prego muito commodo. ^g
URESTOL SALSA PARRILIIA AMERICANA
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
Prcservativa infallivcl contra as febres.
A salsa parrilha original egenuia do Bres-
tol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm de um es-
tado de impureza desangue das secreegoe-
morvidasdo figado e estomago, e em tos
dos os casos que necessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Km to-
dos os casos de escrophulas, erisipelas, ti-
ntia erupgOes cutneas, manchas, bilis, cno
flamagSoo debilidade nosolhos, inchagfls
das glandolas, dores lombares, affeegoes
rheumticas, dores nos ossos e as juntaa
nydorpesia, despepsia, aslhmo, dearrhee
desenteria, losse resfriados, enflammagSo
do pulmos phthisica quaado provm da
obstrugodos bronchics em pessoas escru-
pulosas, enfluenza, indigeslo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das molhe-
resenfermidades bcliosas, e em todas as
afeegoes provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se em prega
com efllcacia em todos os sobreditos rasos,
e he reconhecida como a melhor medicina
que existe. Os frascos de salsa de Rrislol
leem ruis de quatro lmannos dos do sal-
sa de Samls entretanto que os de Rrislol
se venden por 5,000 rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vital Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Alaria Congalves Hamos,
na ruadosQuarteis pegado ao quartel de
polica.
Vendcm-se co!!eec5es com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Hecie com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de 01inda,n ponte do Ca-
chang, I'oco-da-l'anella, e a rua
da Cruz com o arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na rua da Cruz, n.
:o- cas l'. Kalkmanns Irmao.
iatacaaaanaraBaaaaB*BBii i a n n tes.,. t,B
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cb preto,
Cbumbo de uuinicao,
Cimento,
vende-so tudo por pregos Commodos : no
armazem do J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim n. 35.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 43.
Weste estabeleeimento contf-
ia a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior ca nova em pedra,
chegado ltimamente de Lisboa
na 11 .i Lieeintt
41 Algodaopara saceos. *>-
Vende-se muito bom algodSo para
fs saceos de assucar, por prego comino- t
do : em casa de Ricardo Royle, na f|
rua da Cadeia n. 37. i
i\loinbos de vento
eom bombas de repuebo para regar borlas
d baixas do capim : vendem-se na fuodigSo
de Dowman & Me. Callum, na rua do Rrura
ns. 6, 8 e 10.
CBAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano. James Ma-
sn. A sua conipoaicao be feita de propoiito
para lustrar coin agua e conservar o lustro,
lanto de invern como de vern; a grande
vantagem que ha nesta graxa he a conservado
do calcado, e lustrarem-.ae os sapatos ou bu-
lis ainda mesino molhados, e una pequea
lata aturar inait deque tres boles e custar
menos do que um. Vende-se em barricas,
011 porcao de duiias, no armazem de Vicenle
Ferreira da Costa, na rtia da Madre-de-l)eos,
Conlinua-se a vender agoa de fazer ao
cabellos e sulisas pretas : na rua do Queimrlo,
leja de ferragens n. 31.
Escravos futidos.
lara curar da phlyspja em todos os seus
diflerentos graos, ou motivada por consti-
pages, losse, asinina, pleuriz, escarros de
sangue, drde costas e peitos', palpilagflo
nocorogSo, coqueluche, bronchitcs dr
de garganta e todas as molestias dos 01 -
gSns pulmonares.
De todas as molestias que por heranga (i-
camaocorpo humano nenliurna ha que
mais destruitiva tenha sido, ou quo tenha
zombado dos esforgos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
cuto passado, tendo-se offerecido ao publi-
co dilTerentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porm quasi que em todos os casos a ilusSo
tem 'sido apenas passageira e o doente
torna a recalar em peor estado do que.'se
acliava anlesde applicaro remedio tSore-
commendado oulro tanto nSo acontece
com es te extraordinario
Xarope de bosque.
Novaes & Compaas, os nicos agentes
nesta cidade provincia, e nomcados pelos
Snrs. R. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
posito desto xarope para a botica do Snr.
Jos Mara C. Ramos, na rua dos Quarteis,
11. 12, junto ao quartel de polica, onde
sempre achaiSo o nico e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, e a 3,000 rs. meias gar-
laras.
Vendem-se na travessa da IVLdre
Dos n. 5.
Erva malte.
Fumo em lolha.
Ferinha de mandioca.
Gigot) de garrafas pretas e
brancas.
I'nlha.s para ditas.
Ancoras de peroba.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. :")>.,
vendem-so por atacado duas qualidades,
proprias pata saceos de assucare roupa de
escravos.
Dcsappareceo na noute do 1.* do cor-
rentc, de bordo do patacho llov Temerario,
um preto marinheiro, de nome Antonio,
creoulo, idade 30 annos, poueo mais ou me-
nos, estatura baixa, reforgado, labios mu-
grossosecom pouca barba, cor retinta, le-
vou vestido calsa c camisa de brim rlscadoa
bonct, o qu'l foi escravo do Sr. Delfino Coni
clves Peroira Lima : roga-se a captura do
mesmo e lcva-lo rua da Cadeia n. 39, es-
criptorio de Amorim Irmlos, que ser ge-
nerosamente recompensado.
Mo dia 14 do rorrele desapparecco ao
nbaixo asnignado, do seu sillo em Agoa-Fria
de Sanio Amaro, um prelo de nome Joao,
que o apelidavain o pareciroa por Joo 1110-
teque ou pequeo, representa 18 a 20 annos
sem ponta de barba, liaixo. secco do corpo,
mas liiin proporcionado, olhos pequeos, he
bstanle ladino, fallas muilo maviosas: roga-
se por muilo obsequio a todas s autorida-
des policlaes ecapilaide campo, de o apre-
hendereiu e entrrga-lo no Recife, rua do Tra-
piche n. I?, ou na rua da Crux n. 8, ter-
ceiro andar, 011 no inesmo sitio que, alm
das deapeiM, se gratificar generosamente.
Jos htanritco Hibtiro de Soma.
= Desapparecen no dia 1 de junho corren-
le de bordo do brigue flor do Sul o prelo ma-
rinheiro de nome Caetauo, nacao Angola, ida-
Je 24 annos pouco mais ou menos, estatura
I. ii>.i, corpo regular, levou vestido carniza e
<-.il- .1 de agodn azul: roga se a eaplura do
inesmo, e leva-lo a bordo do dito brigue, ou a
rua da cadeia n. 39 escriplorio de Amorim Ir-
naos quesera generosamente recompensado-
-- Desappareceu no dia 7 do crreme, pelas
8 horas daaolte, a preta Joanna, crionla. de
idade 25 annos pouco mais ou menos; foi vista
no paleo do Carmo pouco tempo depois da fu-
ga, e dirlgio-se pela rua da Concordia : levou
um ropo de riscado escuro e uina trouia de
roupa, he muito fallante, e quando falla est
sempre rindo-se ; falla-lhe todos os denles da
frente da parte auperior ; he multo conhe-
cida nesta praca, penenceu ao Sr. Guilhcr-
me da Silva Gultnares, na rua do Crespo,
depois ao coronel Antonio Mara de Souza, e
ltimamente ao Sr. Jos Gomes Ferreira de
Souza. Pede-ae as autoridades policiaca e ca-
pitaes de campo inulta vigilancia sobre a dila
preta, por ser mullo ladina, e roga-se a pessoa
que a pegar de leva-la na rua Nova n. 17, loja
Ch. llnbrrt que ser generosamente recom-
pensada.
Desappareceu no dia 3 do correte
mez, o escravo Jo5o, do nagSo Benguell,
que representa ter a idade de 50 anuos, cor
preta, com cabellos brancos na cabrea e
barba, tem falta de alguns denles na bocea,
rosto comprido, altura um pouco mais que
regular, secco do corpo, lem icatrizei de
xicoto as costas e nadegas, com as pernas
um pouco arqueadas, tendo os dedos do p
direilo virados pura dentro, levou vestido
camisa de riscado azul escuro, com camisa
de ln'cia enarnada por sima e calsa do al-
godSo : quem oaprohender o poder levar
a rua do Collegio 11. 4, primeiro andar, que
ser recompensado.
Deappareceo, na nonte do da 3l do pas-
tado, do engeuho Santo Amli, pa freguezia
de Una, o preto crloulo Joo Mariano, ulicial
de sapaleiro, comprado a Jos da Fonceca e
Silva, i 19 de feverelro deite anno, com os
signaos apguinles : belide no olho esquerdo,
di/, elle que proveniente d'um couce de ca-
vado, e pelo que tem urna siratriz na exiie-
midade superior do nariz, do ineanio lado
esquerdo ao p do ouvido para traz da orelha
lem oulra cicatriz ionga e bem saliente, cara
larga e bexigosa, fornido do corpo, de altura
regular, e ter 30 annos, pouco mais ou me-
nos, levou do mesmo engenho um quarlo
em que foi montado, castanho andrino, boni-
ta figura, grande, carnudo, castrado, p di-
reiiu calcado, com y marca -P- na p eiquer-
da: roga-se s autoridades policiaes e capi-
taes de campo a aprehensao, e l< vando-os ao
supra dito engeuho ou no Atlerru da llua-Viiia
n. 3ti, que serao generosamente recompensa-
do. Esteeaciavo foi vislo passar no engenho
S. Paulo, em Serinhaem, no dia immediaio.
onde he conhecido de inultos, por Joo Piloto
Pnnrv: h\Typ.w M.F.rm Tari a.
11 f;i


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