Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06364


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Full Text
Anno XXVII
Sexta*fera 6
faktidas > conncios,
rjoianna e Parahlba, s segundas e tcztai felras.
pj0-Grande-do-Norte, toda as quintas felras ao
iiirio-dia.
flaranbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quintas felras.
Olinda, todos os da*.
nniaiDU
/Nova, a 30, as 6 b. e27 m. d* t.
d...... .-. Creso, a as 4 h. e 8 m. la t.
Pmtit Di lo*. 7Cheia a |3 nae 24 m da ,
\Miug. a 21, as 3 h. e 42 in. da t.
PBIAMAB DE HOJE
Primeira as 10 horas e (i minutos da manhaa.
Segunda s 10 horas j 30 minutos da tarde.
2. s.-JJVM'
de Junhodel851.
n. no
PBEQO DA SUBBORIPpO.
Por tres mezes(adiantados) 4/000
Por seis mezes 8#IX)0
Por un anno. 15/iiih)
DI Al DA SEMANA.
2 Seg. S. Krasmo. Aud. do J. d'orf. e m. 1. v.
3 Tere. S. Ovidio. Aud. da Chae., do J. da 2
vara do c. e dos feitos da fazenda.
4 Quart S. Querlno. Aud. do J. da 2. vara.
5 Qulnt. S. Mariano. Aud. orf. e do J. m. da
primelra vara.
6 Sext. S. Norberto. Aud.4o J. da 1. vara do
elvcl, e dos feitos da fa enda.
7 Hab. S. Roberto. Aud. da Ch, e do J. da 2. y.
do civel.
8 Uom. Poschoa do Espirito Santo.
CAMBIO I 5 DE JDIWIIO.
Sobre Londre., a 28 d. p. /""O r.
Paris, 340 por fr. nominal,
Lisboa, a 95 aovn
Ouro.-Oncashespanholas..... #"""
Moedas de G/400 velhas. m/mo
de 6/400 novas 16/000
. de4?000....... 9^m
Prata.Patacdes brasileiros.... J/940
Pesos columnarios..... jBfiS,
Ditos mexicanos........ 1/700
a28/500
a 16J20O
a 161200
a 9/I0O
a UNO
a 1/940
a 1/760
PARTE OFFICUL.
COVERNODA PROVINCIA.
LE N.28C.
Jos Idrlfonsn de Sousa Ramos, presidente
da provincia de Pemambiico. Faco saber a lo-
dos os seus habitantes que a asscuibla legis-
lativa provincial drerctou, e eu sanecionei a
resolmio seguate:
KBGIILAMRNTO.
( Coneluso.)
CAPITULO II.
Das iliirmultlii'rc
Arl. 21. As arrematares (las obras publicas
continuar. a ser fritas perante a thesouraria
da faienda provincial, rementtendo o presiden-
te da provincia ao inspector, logo que tenha
resolvldo que qualquer obra se faca por arre-
matado, os planos, orcamentos e clausulas, e
condlcSes para que se haja de effectuar ein
lesso publica, na forma praticada.
A.rl. 22. Tinte das, pelo menos, antes de
qualquer arrematado de obra avallada ein
inais de 2:000,000 rs. ou oito das quando seja
de menos valor, serio os competentes editaes
publicados pelos jornaes mais lldos; e affixados
na porta da casa da thesouraria, c lugares mais
ostensivos das cidades, villas, ou povoaedes, a
que a obra seja mals pertencente.
Os editaes deverao declarar o valor oreado
da obra, e suas principaes condiedes e lugar ,
dia e hora em que se ter de effectuar a arrema-
ta cao.
E, quando houverem de ser publicados nos
lugares do interior, se ter em attencono li-
jar da poca para a abertura da arrematadlo,
o lempo addiclonal preciso para as viagens, na
raiio das distancias.
Art- 23. No eipaco que decorrer da publica-
cao dos editaes ao dia marcado para proceder-
se a arrematacao, os orcamentos, planos e con-
dicoes anteriormente approvidos, serao paten-
tes a todos que os quizerem examinar na the-
souraria.
Art. 24. As pessoas que pretenderem, arre-
matar qualquer obra publica deverao, com
precedencia da hora e do dia da arrematacao
sendo posslvel, habilitar-se perante o inspec-
tor apresentando seus fiadores e os meios de
execucio que tem para poderem satisfaier as
condicoes da arrematacao, e bem assim a pro-
posta em carta (Vichada, que ser laucada no
correio com o subscripto seguinte. Proposta
de arrematacao da obra tal Ao Sr- inspector
da thesouraria da fazenda provincial na
qual ser proposto o abatlinento do valor or-
eado ein (YacctVs centesimaes, isto he, uin dous
ou mais por cento.
Art. 25. Ouvido o procurador fiscal, o ins-
pector considerar habilitados aquelles pre-
len 1.utes que forrui capases, c api csciilarclii
fiadores idneos.
Art. 26 Afiatica idnea dever ser pelo me-
nos igual ao valor total da obra e mais inetade;
e, na falta de fiadores, os preteudentes pode-
ro constituir a Sanca em bens de rail, cm
fundos pblicos, ou em deposito de moeda.
Ar;. 27. No dia e hora precedentemente mar-
cados para arrematacao, sero abenas as pro-
postas das pessoas competentemente habilita-
das, e sob aquella que roaior abate offerecer
serao recebidos laucos palo porteiro na forma
predita.
Art. t8. Nenliuma pesaoa ser definitiva-
mente considerada habilitada aem haver pre-
sentado sua carta deproposla.
Art. 29. Quando uao appareca arrematante
idneo, ou o abate ollerecido nao pareca suffi-
ciente, a arrematacao poder ser adiada para
outra sestao, pubiicaiido-re o adiamento pelos
jornaes.
Art. 30. Sendo aceito algum lauco, e a arre-
matacao definitivamente approvada pelo presi-
dente da provincia, o inspector fariavraro
termo do contracto na furnia usada, inserindo-
se todas as condiedes eslipnladas eapprovndas
com deciarar.il> espressa de se haver entregue
ao arrematante copia autbenlica do plano, e
o '(amento da obra, e a do termo da arrema-
tacao. cujo original str rubricado pelo presi-
dente da provincia, e assignaJo pelo inspector,
procurador fiscal, arrematantes, fiadores e
duas tesfemunhas.
Oesse termo se extrahlro mais duas copia,
urna para ser remedida ao presidente da pro-
vincia, e outra ao director das ubi-aa, publicas.
CAPITULO I1I-.
Das obrigaco'es do arrematante.
Art. 31. O arrematante ser obrigadoa prin
clplar os trabalhos no praso determinado as
condi(des do contrato a contar do dia ein que
lhe for entregue o termo respectivo sob pena
de nuil Jado, e resciso delle, ede uina multa
igual a vigsima parte do seu valor, ein favor
da consiguaco das obras publicas.
Art. 32. A concluso da obra dever tam
bem verificar-sc na poca determinada no con-
trato, sob pena de uina multa igual a dcima
parte do valor da arrematacao, com a mesma
applicaco,
Nesle caso a obra ser concluida ou por ad-
minislraco custa do arrematante, levando-te
ein conta o que a fazenda provincial lhe leria
aindade pagar, ou por nova arrematado, sen-
do retpontavel o arrematante primitivo por lo-
do o exesso que bouver no preco deste segun-
do contrato.
Art. 33. As inultas de que tratam os artigos
antecedentes, serio cobradas exiicutivameme,
sendo por ellas respoosaveis os arremataules e
fiadores solidariamente
Art. 34, 0 arrematante so poder obter pro-
roga(iu de praso para comeen ou cuuclu.au
da obra, provando a superviuiencia de cir-
cumstaucias extraordinaiias, e Imprevistas, e
nunca mais que inetade dos lempos primitiva-
mente estabelecidos nu contracto. As proro-
gacies he applicavel ludo quanto dispe os
artigos precedentes.
Ait. 35 Concluida a obra o arrematante de-
ver logo jiarlictpa-lo ao eugenheiro director,
para o recebluieuto provisorio ; e ouvido oen-
genbeiro euca regado da nspecfo desta, se
lavrar termos, se esse recebimento se verifi-
car, caso em que esse. arremante ficar du-
rante o praso de um anno da dala dese termo,
responsavel pela conservaciu e perfeilo estado
da obra, sob pena de se lbe applicar a dispo-
Ico do art 32.
feudo este tempo de responsabilidade, e
recuniit-cido o bom estado da obra, o enge-
nlieiro cima dito mandar lavrar termo defi-
nitivo de recebimento, precedendo a approva-
(i> do presidente da provincia, obtida por in-
termedio do director.
Art. 36. O arremalante be obrigado a seguir
exactamente na execucao da obra o plano e
condl(cs approvadas, edeve tambem observar
as insiruecrs do engenhelro incumbido da
inspeccao da obra ; fu-ando sujeito a demollr e
corregir o que for reconhecido defeituoso pe-
los ditos empregados, que deverao dar para
isso ordem por escrlpto, sob a responsabilida-
de declararla na mesma ordem.
O arrematante dar aos ditos empregados
todas as infonnaedes e esclareciinentos que
exigejem.
Art. 87. O arrematante dever avisar ao en-
genhelro puando tlver promptos os materiaes
destinados obra arrematada, para que sejam
at o uilavo dia depois do aviso couvenieute-
mente exainfnados, approvados ou condemna-
dos ; e neste ultimo caso, serao eiles transpor-
tados para lugar distante da obra.
Art. 38 Serao feitas por conta do arrema-
tante as despezas com o servico e objectos ne-
cessarios para o tracamento e medi(ao das
obras, como cordas, bandeirolas, estacas, etc.
e com a verificado de qualquer de suas par-
tes por ordem da presidencia e do enge-
nhairo.
Quando, pofm, a verificado de algum de
feito presumido importe em demolifao, e se
reconheca nao existencia no defeito, ser o ar-
remtante indemnlsado do excesso do trabalho,
srgnndo o preco do orcJmrntn.
Art, 39. Em geral os pagamentos dos precos
da arrematado, salvo a csllpula(i) ein con-
trario, serio feitss em qualro presla(es regu-
lares : a primelra dos tres decimos do valor to-
tal, quando estivrr concluido o terco da obra :
i segunda, igual primeira, estando acabados
dous tere.os : a terceira, tambem igual, depois
de lavrado o termo de recbimenlo provi-
sorio : a quarta finalmente, de um dcimo, de-
pois do recebimento definitivo.
Art. 40. Os arrematantes nao poderao, sob
pretexto de qualquer erro, ou augmento de
preco as materiaes, exigir madifica(3o al-
guma no preco das obras ; podando porm ser
attendivel a sua reclama(o, quando fundada
em erro de medico.
CAPITULO IV.
Emprea.
Art. 4l. As bases ou condlcSes de qualquer
empresa sobre execu(3o, repara(3o, ou con-
servacao e inlretlnimentode obrapublicaserao
formuladas pelo director, discutidas e appro-
vadas em conselho, e subjellas a confirmado
do presidente da provincia, que far as altera-
res e correces que julgar convenientes.
Art. 42. Confirmadas pela presidencia estas
condiedes se proceder ao lavramento do termo
de contracto, e extravio das copias compelen
tes, na forma do art. 30.
Art. 43, Os emprrteiros de obras serao sub-
jeitos a prestar fian(a idnea, e a todas as nbri-
gacAea dn arrematante declaradas no capitulo
anlecedeute.
CAPITULO V.
Adminlra^ao.
Arl. 44. A execucio das obras por admins-
tracao, ser desempenhada na confnrinidade
dos planos e orinientos pelos eugenheiros, ou
ajudantes, ou administradores sob a inspeccao
e instruccoes dos engenheiros segundo o dis-
posto no cap. 4, da tit. I.
Art. 45. As pequeas obras, ou reparos, po-
derao ser executadas sem dependencia de or-
camento, por autorisa(io do presidente da
provincia, urna vez que o seu valor presumivel
nao exceda de 400# e por determinado do di-
rector ao engenheiro a quem incumbir a obra,
sendo o valor presumido al 100/. Nesle caso,
o engenheiro far inmediata particpx(ao ao
presidente da provincia, para approvacao da
delibereco e despeza.
TITULO III.
Cotuirvacao '$ intrttinimento dai obras concluidas.
CAPITULO I.
Art. 46. Os trabalhos de conservado, quer
temporarios eventuaes, como pequeos reparos
de edificios e liinpezas de rios, quer perma-
nentes como das estradas e canaes, serao in-
cumbidos ao engenheiro designado pela di-
rector, segundo as conveniencias do servico.
nestes porm, sero coadjuvados pelos conser.
vadoret.
Art. 47. As estradas em que o presidente da
provincia decidir que se l'.i, am trabalhos de
execu(o permanente, sero devididas em dis-
Irictos mais nu menos extenfos, cada um en-
carrrgado a um guarda de conserva(io, que
vigiar e trabalhar na sua boa conserva^o.
IIiuu crto numero dotes districtus forma-
r uina esquadra, cuja vigilancia especial ser
confiada a um conservador, que vigiar sobre
o trabalho-e conducta dos conservadores desau
esquadra.
Art. 48. Para ser nomeado guarda de con-
servado, he necessario : primeiro, ser livre;
segundo, ler mais de 18 annos e menos de 50 ;
lerceiro, nao padecer enfermidades que un-
pecaiii um trabalho diario e asslduo ; quarto.
ler j trabalbado na execu(o de estradas, ou
ser pratico em trabalhos desta natureza
quinto, ter bons costumes e ser bem morige-
rado. Sero preferidos os concurrentes que,
reunindo as qualidas cima, souberem ler e
escrever.
Para conservadores sero escolhldos com
preferencia os guardas de conservaco, que
saliendo ler e escrever, forem mals iotelli-
gentes, zclozos e exactos no cumprimento de
seus deveres.
Arl, 49. Os conservadores e guardas de con-
servado sero nomeados e demitlidos na for-
ma do art. 3 desta le.
Art. 50. Os guardas de conservado residl-
ro nos seus districtos, ouem lugar prximo, e
sarao encarrgados cada um na exten(o delle,
demanter a estrada constantemente no estado
normal e de restabelece-la nesle estado quan-
do alguma ruina softra, fazendo que ella se
conserve sempre secca, limpa, ignal e firme,
para o que deverao observar os preceilos que
para regular o seu trabalho, segundo a materia
da estrada,qualidadee numeroilaspontesepon-
lilhoes, arcos eoulras obras m lia existentes, e
oecessidades do servifo Ihes forem prescrip-
tos pelo engenheiro respectivo, o qual dever
tubmelter approva(3o da directora todas as
regras que houver de prescrever.
Art. 01. Os conservadores deverao :
Priiueiro, acompanhar oengenLero quando
liver de examinar o servi(0 das estradas na
extenso de sua esquadra'; segundo, vigiar a
observancia que os guardas de conservare
da sua esquadra dio as ordens que recebein
do engenheiro, para oque sero scieiilificados
dcslas ordens ; lerceiro, correr cada da a ex-
teasao da sua esqusdra em horas differentes
para veiificareiu aassiduidade dos guardas de
conservado, te cumpriui exactamente os teut
deveres, e se o trabalho he feito com a regula-
ridade que convm, emendando e asendo
emendaros defeitus qne encontraren!; quarto,
dar conta ao engenheiro do trarnlho executa-
do em sua estrada, e do bom ou mo compor-
tamento dos guardas que lhe sin subordina-
dos ; quinto, as occasi6es em que sobrevier
em algum dos distrietos da.sua esquadra, I-
gum estrago extraordinario, chinarem os guar-
das de conservado de todos os districtos que
lhe sao subordinados para acudirem com mais
promptidao ao accidente, dando parte inune-
dlalamente ao engenheiro par* que este provi-
dencie a retpelto,
Art. 52. Cada guarda >le conservarlo ter
urna bandeirola, frito de um pao de 9 palmos
de comprido, dividido em palmos, armado de
Ierro na ponta, e em cima urna placa de folha
de ferro, tendo escrinto dos dous lados o nu-
mero do dislrictn. Esta bandeiila dever se
fincada ne estrada, amenos de 5) lu. i, do
ponto onde trabalhar o guardi de conser-
vafo,
Arl. 53. Os guardas de conservado perma-
neceram as estradas todos os das uleis e
santos despensados, desde o nascer do sol at
sepdr, sem exceptuar as horas destinadas pelo
respectivo engenheiro para comer, As clin vas
e intemperes atmosphericas nao os esentara
desta obrigafao, antes seram mais assiduos
e pontuaes nessas pochas. Ser-lhes-h to-
daviapermetlido armarem especies de guari-
tas, ou pequeas barracas sobre o lado da es-
trada, nos lugares que pelos F.ngenheiros fo-
rem indicados, de modo que nao embaracem
o tranzito, nem offrndao as propriedadespar-
ticulars, para se abrigarein dos grandes agua
ceiros de invern, e lomarein suas refrieres.
Art. 54. Aini da bandeirola em que falla
o arl. 52 desta ley, a cada quarda de conser-
vaco se fornecer, a cusa do governo s fer-
ramentas, c utencis seguintes:Um canii-
nho,uina p de ferro, uina p de madeira,
urna enxada, um raspador de friro, um dito
de madeira, um ralo de ferro, um broque de
ferro, uina massa dedito, um cordel de 10 bri-
(as enm suas competentes estacas. Os con-
servadores receberio urna regot de cinco pal-
mos dividida. Essas ferrameatas e utensis
deverao ser conservadas em bom estado, e
substituidos por outros novos a cusa dos
guardas de conservadlo, e dos concerradores,
?uando nao posso mais servir. No caso de
li.-irein o guardas de conservadlo, e os con-
servadores as suas obriga(des, o engenheiro
ou seus agentes tomaram as providencias con
venientes para seren fritos os concertos ou
substilui(des necessarias, e o rcimbolso des-
sas despezas far-se-lio por descontos inen-
saes, que nao poderao exceder a sexta parte-
do vencimento.
Art. 55. Os conservadores e guardas de con-
servado terrr o veiiciineniu, ou ordenado
que for marcado pelo presidente da Provin-
cia, ouvida a directora.
Art. 56. Todo o guarda de conservaco que
nao se achar no seu posto na estrada, poder
ser punido com a rctcn(io de trezdias de ven-
chucutos, a primeira vez, de seis dias a segun-
da, e com a demisso a terceira.
Os que apezar de nio tercn estado ausentes
nao tiverem bastantes trabalhos no mez, ou
nao tiverem prestido bstanle cuidado ao seu
servico. sero demeltidos ou punidos r.....
mu reten(io determinada pelo engenheiro
da estrada.
TITULO IV.
Despeza cnnlabelidade.
CAPITULO I.
Considetacao dos fundos.
Art 57. Os fundos votados prlaasjcmbla
legislativa provincial para as obras publicas
quando nao forem distribuidos por ella, se-lo-
ho pelo presidente da provincia, pelas diffe-
rentes obras e trabalhos pblicos, conforme as
precisdes do servi(0, precedendo nforma(io
da directora, que a apresentar ate o dia iS
de malo de cada anno.
Art. 58. A distribuidlo frita pelo presidente
da provincia ser cominunicada a thesouraria
da fazenda provincial, e directora no prin-
cipio do mez de junho, para seren rcmeltidas
aos diversos engenheiros, e ao thesoureiru pa-
gador de que trata o artigo 0, copias da par-
te que tocar aos scrvi(os de que se acharem
encarregados.
Art. 59. A despeza, que se houver de fazer
com cada obra, nao poder exceder respec-
tiva consignadlo annual, sena o por autorisa-
(o especial do presidente da provincia, sob
proposta ou inforina(o justificada da direc-
tora.
CAPITULO II.
Do thcsuureiru pagador e canias.
Art. 60. Para regularidade, contabiliiladc c
lise i lisacao da despeza das obras publicas, lla-
vera mu thesoureiro pagador, nomeado pelo
presidente da provincia, com o ordenado an-
nual de 1-200,000 rs. o qual ter para
coadjuva-lo tantos agentes pagadores, quan-
tos reclamare! a* oecessidades do servl(o.
Estes agentes, que tero o vencimento men-
sal de 60,000 rs., sero nomeados pelo presi-
If ente da provincia, sob proposta do thesou-
reiro pagador, a quera prestaro lime i, c
despedidos sempre que poderem ser dispen-
sados.
Art. 6l. Ao thesoureiro pagador, que deve-
r prestar thesouraria da fatenda provincial
a lianc i que for arbitrada pelo tribunal admN
oistralivo, incumbe :
' S Receber da thesouraria da fazenda pro-
vincial, por mel de pedidos, os fundos que
forem designados pelo presidente da provincia
para despeza provavel que houver de fazer-se
durante o mez com as obras administradas,
devendo apresentar as suas contas nos prazos,
e srguindo as regras estabelecidas uot 3."
5.", e art. 69.
z. Faier directamente na capital, e por
uni dos agentes pagadoies fora della, lodos os
pagamentos da despeza com obras, e trabalhos
pblicos da provincia, quer seja aos fornece-
dores dos objectos e materiaes, quer aos tra-
bajadores e operarios, em vista dos docu-
mentos. 0
3. Dar comas directamente a thesouraria
da faienda provincial lodos os mezes, dos di-
nheiros despendidos, e lomar dos agentes pa-
gadores antes de fazer-lnes entrega de novas
quantias.
4. Fazer pagamento todas as semanas das
ferias das obras da capital, notando e levan-
do ao conhecimento do engenheiro dlieclor,
todas as lallas e irregularidades que encon-
trar ua folha dos irabalhadores, ou documen-
tos dos fornecedores, nao drvendo em tal caso
satisfaier os pagamento* sem que sejam suas
duvidas resolvidas por aquelle, de cuja decl-
sao poder recorrer ao presidente da provin-
cia, quando esta lhe parecer injusta.
5. Prestar thesouraria da fazenda provin-
cial no fin de cada semestre, contas especifica-
das de todas as despezas, com declarado de
sua forma e natureza.
6. Ter a seu cargo I escripturi(io do llvro
da receita c despeza, que ser numerado pela
thesouraria.
Art. 61. Aos agentes pagadores incumbe:
1. Receber do thesoureiro pagador, as
quantias necessarias para as despezas prova-
veis em cada semana, e fa/.er os pagamentos
re ferias nos das e lugares por aquelles desig-
nados.
2. Ter a sen cargo um llvro ein que far
ola do dinlieiro que reeeber, e despender
3. Cnadjuvar o thesoureiro pagador na es
criptura(.lo e exame de contas que cstiverem
a cargo d'elle.
4. Levar ao conhecimento do thesoureiro
pagador qualquer rregularidade ou falta que
encontrar na folha das ferias, ou documentos
dos fornecedores ; nao devendo em tal caso
satisfazeraos pagamentos sem que por ordem
expressa daquelleseja determinado.
CAPITULO III.
Diipoiipo'e geraes.
Art. 63. Todos os engenheiros, administra-
dores, inspectores e encarregados de obras,
sao restrictamente obrigados a apromptar e ex-
pedir ao thesoureiro pagador ou a seus agentes
todas as contas, que deverao conter :
1 As ferias dos opeiarios c recibos dos
fornecedores, com a rubrica do engeuheiro ou
administrador respectivo, sendo aquellas as-
siguadas por todos os tralialhadores, e pelo
mestre ou feltor, por parte dos que nao soube-
rem escrever :
2. A folha dos guardas c conservadores, e
os documentos mencionados no anteceden-
te quando algum concert se tenha frito.
Art. 61. lina nota semanaria dos trabalhos
feitos por arrematadlo n0 periodo que as
contas se referirem, em ordem a reconhecer-
se nao so o andamento regular da obra, como
se acha no caso de dar-sc dinheiro ao arrema-
tante ou empreileiro em pagamenin de alga
mas das pieslafes; ser remellida a direc-
tora pelos engenheiros, administradores e ins-
pectores.
Art. 65, 's contas annuaes comprehende-
rfio o resumo de toda a despeza frita no auno
com as obras administradas, ou conservadas.
Estas contas conterao tambem a relafo de
todos os certificados dados desde o principio
do anni lnanceiro at o fim, para as obras
que as mesinas comas pertencereui.
Art. 0'i. O director formar as contas das
despezas com o pessoal, expediente c serv(0
interno da repartidlo, e ellas serao tatisfellas
pelo thesoureiro pagador. O mesmo director
a vista das notas que ter tomado de todas as
contas que llie forem apresentadas para con-
ferir, organisar tambem nio s a que tiver
dajicompanliar o seu relatorio Inmensa! ao'
presidente da provincia, como a recapitula-
cao e snmmaria no do anno a qual dever de-
monstrar :
l. O b limen de cada obra, comparando a
despeza cll'ectiva com o valor m. ni >
^ 2 I ni resumo geral da receita c despeza
com todo o sei-vico das obras publicas duran-
te o mesmo anno.
Art 67. O Ihcsoureiro pagador dever mi-
nistrar ao director todos os esclareciinentos
que lhe forem de myster, para a satisfazlo do
disposto no artigo antecedente.
Art I Os litiilos de pagamentos que tive-
rem de ser apresentados a thesouraria deve-
rao ser acoinpanhados de um certificado de
alionar 1.1 apresrntado pelo director.
Art. 69. documentos justificativos de des-
peza sao:
I. Folha de ordenados e vencimentos cotn
a designa(io da lei ou ordem que os auto-
risou, e com a rubrica do engenheiro admi-
nistrador
2 As ferias dos operarios assignadas por
elles, ou pelos mestres ou feilores, e os recibos
dos fornecedores rubricados tanto aquellas, co-
mo estes pelo engenheiro uu administrador
encarregado da obra.
3. Os termos de arrrmtaciics, e os con-
tractos de obras e fnrneciiurntos.
Art. "0. O certificado do director ser ne-
cessario para pagamento na thesouraria da fa-
zenda provincial das presla(cs vencidas pe-
los ai i ematante> ou eiiipreiteiros de qualquer
obra, declarando se elles bem tem cutiiprhlo
as condic(cs do contrato. O certificado dos
engenheiros e administradores, ser necessa-
rio para as contas que os agentes pagadores
tiverem deapresentar ao thesoureiro pagador,
afim de que estas sejam processadas e julgadas
correles.
Art. 7l. O thesoureiro pagador, por si, ou
por meiode seus agentes, visitar sempre que
he for possivel em dias e horas indetermina-
das, as obras administra las, para o (ni de ve-
rificar o numero de Irabalhadores e operarios
vi-la do ponto.
Art. 72. Os engenheiros ou administradores
serao creditados, sem dependencia de ttulos
por despezas iniudas e eventuaes at tO.OnO rs.
em cada conta mental.
Ait. 73. lie i cxtiiicta a rrparti(io das obras
publicas organisada pelo regulamento de 26 de
setembrn de 1846.
Ait. 74. Todos os empregados da dita re-
prtalo, a excep(io dos engenheiros e em-
pregados de > sei i j 1111 lean, ora existentes, e
do porteiro e continuo licam dispensados do
servi(o.
Art. 75. Os ditos empregados de cscriptura-
(5o licam addidos thesouraria da fazanda
provincial, e continiiaio a vencer seus orde-
nados, sendo empregados na coadjuva(Ao dos
Irabalbos acrescidos a dita reparli(io ; deven-
do o inspector, pastados tres mezes, informar
sohre a idoneidadee presumo para serem con-
servados os que forem habis e Idneos e des-
pedidos os que o nao forem.
Art. 76. Todos os livros, papis e contas se-
ro entregues pela administrado da reparti-
do das obras publicas ao inspector da thesou-
raria da lazeuda provincial, fazendo rela(o e
inventario de quanto houver entregue.
Art. 77. Os mappas, or(ameutos, planos e
Instrumentos, utensis, movis e o material
existente nos armazens sero eutregucs ao di-
rector das obras publicas, com o inventario
respectivo, e terao o destino que deverem ter
conforme at disposices da presente lei.
Art. 78. Quaesquer duvidas que sejam sus-
citadas na execucao da presente lei, sero re-
solvidas pelo presidente da provincia.
Art. 79. Ficam revogadas as disposl(5et em
contrario.
Mando portanto todas as autoridades a
quem o conhecimento e execU(o do referido
regulamento pertencer, que o cumprain e fa-
cain cumprir tao intcirainenle como nelle te
conten. O secretario interino da provincia a
faca imprimir, publicar e correr, Cidade do
Recife de Pernmbuco, aos i7 dias do mez de
malo de I85l, trigsimo da independencia e do
imperio.
L.S.
Juie Iddfonio de Sousa Ramos.
Carla de lei fula qual V. Kxc. manda exteutar a
r'ioluco da tssrmlila legislativa provincial, que
fin-cionou. regulando as obras e trabalhos a cargo
ila directora das obras publicas da provincia.
Para V. F.xc. ver.
Sellada e publicada nesta secretaria da pro-
vincia de IVru iiuluieo, aos 17 de niain de |35!.
Antonio Franchco l'ereira de Carvalhn.
Manuel Jos Uartins Ribetro, a fes.
Registada as folhaa... do livro segundo de lei*
provinciaet. Secretaria do governo de Pernam-
buco, 19 de malo de 1851
Joo Polycarpo dut Santos Campos.
TRIBUNAL D\ RELACAO'
SESSA DE 3i DE MAIODE85I.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro Aievedo.
As 10 horas da manhaa, estando presentes os
senbores dcseinbargadores Villares, Bastos,
Souzi, Rebello, Luna Freir, Perelra Montei-
roe Valleo, faltando com causn o Sr. desembar-
gador Leao, o Sr. presdeme declara abena
ttelo,
luXOiHBOTOS.
Recurso crime.
Recorrnte, o juizo ; recorrida, Joaquina Ma-
ra da Coneeleao. Confirmaran) o despa-
cho deque se recorreu.
Appcllacao crime.
Appellantc, o juizo; appellado. Antonio Ma-
noel do Nascmento.- Mandaran) a novo
jury.
Agqravo.
Aggravantc, Policarpo Jos de Albuquerque;
aggravado, o julio de orphos desta cidade.
iierain provmeiito ao aggravo.
Appellaciits civets.
Appellante, Francisco Accioli Goveia I.ins; ap-
pellado. Joaquim Jos de Souza. Oespre-
sarain os embargos.
Appellante, Antonio Fabiao deMendon(ae sua
inulbei appellados, Estevao Jos Paes
llaneto c sua mulher. Foram recebidos og
embargos.
nlLlOENCUS.
Appellante, a fazemla publica ; appellado,Ma-
noel Jos Pereira de Araujo. Maudaram
com vista ao Sr. desembargador procurador
da cora.
Appellante, a fazenda publica; appellado, Joa-
qulin deOliveira Maia Juuior. M in I iran
com vista ao curador geral, e ao Sr. desem-
bargador procurador da cora.
Appellaule, a fazenda publica ; appellados, Jo-
s Pinto de Novaes Si C. dem.
Appellante, o juizo; appellado, Alexandre l)u-
ro Lopes Vianna. -- dem.
Appellante, a fazenda publica ; appellado, Ja-
s Goucalves do Passn. Maudaram coin,
vista ao curador de ausentes e ao sr. desem-
bargador procurador da cora.
Appellantes, Uiogo Cokschot & C. appellada,
ii. Cicilia Catharlna do Monte Sinay. Man-
daran! averbar a dizima
Appellantes, Eugenio Jos de Santa Rita e ou-
tros ; appellado, Antonio Ferreira do Valle e
outros. Maudaram juramentar o advogado.
DMIOkutfOU.
Appellante, Joaquim Patricio Cavalcantl; ap-
pellado, Manoel Francisco da Cruz.
Appellante, Themoteo Ferreira Lima ; appella.
do, o juizo de capellas.
Appellante, o juizo ; appellado, Andr Ferrei-
ra Lima.
bivisOes.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador llastos as seguintes appel-
la(es em que sao ;
Appellante,Malheos de Araujo Caldas Checheo:
appelladas, Helena Oiase Mara Claudias.
Appellaule, I), tirites Sebastiana de Moraes ;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Appellante, F-ancisco Jos de Albuquerque
Pinto ; appellado, Lulz de Albuquerque llar-
ros.
Appllantc, a administrado do patrimonio dos
orphos desia cidade; appellados, Filippe
Mena Calad da Fonseca c outros
Passaram do Sr. desembargador -miza ao Sr.
desembargador Rebello as seguiules appella-
(oes em que sao :
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Joaquim
de Sant'AniM.
Appellante, Joo Viera da Cunha ; appellado,
Francisco Jos da Costa.
Appellantes, Jorge fenworth & C. appellado,
Jos Das da Silva.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
a.pella(es em que sao :
Appellante, llernardino LuizFerreira; appella-
do, Paulino Manoel TbomCaboato.
Appellante, a administras.!} do patrimonio dos
orphos (Iesta cidade; appellados, Nicolao O.
Biebcr& C.
Appellante, Salustlano Augusto Pimenta de
Souza Peres; appellado,Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva.
Passaram do Sr. desembargador Luna Frei-
r ao Sr. desembargador Pereira Montero as
seguintes appellafdesein que sao:
Appellante, o juizo ; appellado, Alfredo Leo-
poldino de Carvalbo.
Apnellame. o juizo ; appellada, Joaquim Fran-
cisco da Cunha.
Appciiaue, .1 o npiim Lopes da Silva, appella-
do, Luiz Custodio Pereira.
Appellautr, I). Anua Joaquina do Sacramento
ni/res; appellado, Alexandre Ferreira dos
Saulos Caminba.
Appellante; Joaquim Teixeira Peixolo ; appel-
lada, Isabel Francisca de liveira.
Passaram dor. desembargador l'ereira Moa-
teiro ao Sr. desembargador Valle as seguintes
appella(es em que sa i
Appellante, o juizo; appellado, Joo Vieirade
Mndli.
Appellante, Pedro Fernandes da Silva; appel-
lada, Mariade JessCoulinho Lisboa.
Passou do mes.no Sr. oSr. desembargador
Villares a siguite appella(o cm que sao :
Appellante, Francisca Tbomazia da Conceica
Cuuha; appellados, Joo KellerStC,
LAR ENCONTRADO


'-
I1ISTHIBU1C Ao Sr. desembargado!- Luna Freir a ae-
5u I nte appellacao em que sao:
gravante, Franelico Jacintho de Atbayde ;
aggravado, Domingos Antonio Gomei (iui-
rnarae.
Levantou-ie a sessao a urna horas da tarde.
PERNA^BUCO
Publicac-o a pedido.
igaM
msm
THESOURARIA DA FAZENDA PROVINCIAL.
Demonstrando do saldo existente na caixa di'
exercicio de 1850 a 1851 em 31 de mato de
1851.
Saldo sin 30 de abril
P-p. 144:803f6l8
Receita no corrente in. 33:786#80
--------------178:590/298
Despcza no corren te mez 73: i 0/377
Saldo 10M8AMSI
Saldo em lettras em 30
de abril p. p. 54:416/034
Receita no corrente m. /
Drspeza no correte m.
54:416/034
/
------------54:416/034
Ria 159:905/955
t- ni cobre........
- Mota*........
Lettras vencidas.....
_ Lettras a vencer em junbo .
euijulbo
142/921
.105:347/000
. 18:370/000
. 4:714/034
. 3! .-332*000
.1' memoria re minha mi.
Saudade pe%nal gem e avaha
Theiouro di que he cofre a epultura,
(BOCAGE.)
159:905/955
O thesoureiro,
TAomas Joii da Silva Omnelo Jnior.
O escrlvio da receita,
Antonio Cardlo di Queiros Fornica.
Dsmonslraco do saldo exilenle na caixa de
depsitos em 31 de-tnaio de 1851.
Saldo em 30 de abril
p.p.
Receita no corrente m.
Deipeza no corrente m.
2i:696,000
/
------------- 2i:696/000
Saldo 21:696,000
F.m lettras a vencer no
eierciciodel85l a 1852 20:675,000
Km lettras a vencer em
1852 a 1853 1:021,000
------------2l.:696,000
O lliesoureiro,
Thomas Jos da Silva usmao Jnior.
O escrivfio da receita,
Antonio Cerdoso deQueiroz Fonseca.
BALANCODA receita e despezv da C-
MARA MUNICIPAL DO IIKCIFE NO MEZ
DE MAIO PRXIMO PASSAD.
Receita.
Saldo do mez de abril n.p. 544.P89
Imposto de mscales, os. 82 a 87, 12,000
Dito de cordeaedes e cencas, ns. 109
a 126 63,380
Foros, n. 4 3,000
Mullas da freguezia do Recite, ns.
56aU3 116,000
Dita dita de Sanio Antonio, ns. 62 a
66 33,000
Dila de San Jos, ns 10 a 83 138,000
Dita da Boa Vala, ns. 80 a 95 140,000
JJia do Poco, n. 6 4,000
Dita pela jury, n. 5 41.280
Casinha da boledade, n. I 50,000
Tacba dos acougues da Boa Vista,
n. 1. 24,400
500 is. por cabeca de gado, ns. 78
a 96 1:159,775
200 rs. por dito suioo, n. 18 26,800
100 rs. dito ovelbuiu, n. 12 7,500
4,000 rs. por fogo de artificio, ns, 15
a 21 28,000
Extiaordlnaria, n. 4 i2,80

2:404,824
Deipeza.
Aluguel do paco da cmara, n. 3 250,000
F-xpcdicute, n. 7 36,260
Folha domes de abril, n.9 i.l.'lliCu
Custas criininaes, n. 30 58.912
Luies para a cadeia, n i2 5,800
Linipeza de ras, ns. 55 a 78 285.520
Evenluaes, o. 48 a 55 81.220
Obra do acueducto das agoas, os.
H2 ai 35 459,670
2:307,452
Ealanco a favor da receita 97,372
2:404,824
CEMITERIO PUBLICO.
Receita.
Saldo do mez de abril p. p. l :003,664
Duptia.
Despea frita no mez de malo, as. 126 a 139 724,008
Ualanco a favor da receita 279.656
i:f 03,664
No Impedimento do contador,
Joaauim Tatam Uodovalho.
O procurador.
Jorja Vctor Femia Lopis.
la--~ su vpvpvii -IV HUlUJiOltui/
ta f. 1
C m < m o
os < - o.
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l a P S* m

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i a- 9 0
c 1 < c 1
a - 1
Ah I vertamos olhos meus lagrimas tristes
lia niais acerba ddr viva saudade
Do intimo do pelto evaporadas I
Ah! vibre a minha lyra em sons carpidos
Ternissitnas eudeias!
Nao anhelo cantar de amor a chamma
Queaos mortaes enfeitica, abrasa, escalda;
Nao quero debuchar primores gracas
De anglica saudade 1
S busco sobre as cordas dissonantes
Da suspirosa lyra,
Chorar doce lembranca rru'inda impressa
No fundo de minh'alma existe sempre
Gom letras indeleveis!
Jtfinkamni.' minas mi! oh! quantJ he doce
Quanto he grato este norue sobre os labios
Do filho que a possue; e quo saudoso
P'ra o triste que a perdeu!...
E's t parca inhumana, monstro impo,
Que rom o gumeteu sanguisedento
Arrancas d'entre os bra;os innocentes
l )n lho, a mai querida !
A' dor es insensivel, surda aos brados
Do meigo coracSo, que anceia, estala
Na pelto do infeliz, que solucando
A sos por ella cbaina !
Mas ah nao mais que os chos repercuten!
Das voses no espaco!
I. o candido hlbinho que agonfa
Km pranto debulhado,
Embalde com assentos de ternura,
Com fervorosas queixas mu i sentidas
Te pede, te supplica o bem mais caro,
A terna, a doce mi que ureos a'agos,
Tao meiga lhe fazia e que roubaste!
Tal golpe esp'rimentei na flor dos annos,
Quando elles inda apenas despontavain
Itisonhos c serenos oohorisonle
Da gentil, vicejante primavera !
Oh! dia mais cruel, Infausto dia! (*)
De memoria p'ra mlm acerba e dura,
Em que ininb'alma toda repassada
De angustias, pereca
Fui pelago d'espinbos!
Fu vi dos olhos seus e meus enlevos
Brandamenleeztinguir-se o vital lacho ;
Enregelar-se o sangue, os Miembros lodos
E sobre as faces bellas
A negra carcomida mao da morte
Derramar-lhe o palor!
Ab nao sei como alli junto a sen lado
Da vida nao sofl'ri o extreme golpe !
Eque no mesmo fretro envolvido
Com ella a campa fosse !
Perda! apenas s me resta a luisa
Com mcu pranto aquecer, banhar as cinzas
Do Anjo que dcscan(a em frreo somno
No i id da sepultura1
Subiste alma gentil Eternidade,
E ante o throno excelsa allipolente
Do Dcos que rege os orbes, l desfrutas
A beinaventuranca
No gremio dos Archanjos!
L da etheria manso de inmensas dilas
De encantos e venturas,
Sobre o Albo que geme e que suspira
Desprende oh! miiiquerida
Vistas chelas smeme de candura !
Esobre a fria lapide queencerra
Teus restos veneraveis
P'ra sempre adormecidos,
Permitte que a saudade a mais pungente,
Ligada co'a dulcissima ternura,
Lamentem sem cessar com pranto inflado,
Com lagrimas sem conta, em aisdesfeitas,
A eterna ausencia tua!
Fmitritco de Salle Guimaraei i Cunha.
\ AiiiAtKOE.
Abril 29. Man caer. as monarchias re
presentativas o chefe do estado he inrespon-
avel. Quando o andamento dos negocios en-
conlra embaracos, a mudanca de ministerio,
e em rigor a dissolucao da cmara, rrstiluein
todas as cousas no estado normal. 0o(>ra-
nn, ncm tnrimo Irmda dar-u ao Irabalho de com
binar ai influencim diurnas, qni devero entrar
romo etementni necettarioi na formaedo do novo
gabinete. Encarrega, para esse flu, uina per-
sonagem poltica de chamar a si o homeni qui
repreientam a idea, ou opartidodo mominto.
Km vlrtude da carta contilucional da mo-
n ireliia, a ranilla n-jiia. mis nao governa.
Rila he Irresponsavel dos actos dos seus mi-
nistros, os quaes de modo algum se devem re-
putar sujeilos a urna subordina9o plena e
bsolula.
O ministerio do conde de Thomar cahiu, na
opinio mesmo dos seus proprios amigos, por
haver levado aos seus ltimos limites, a po-
ltica de resistencia. Nao precisamos armar-
nos de una lente, para procurar o grao de
atea que piovocou a rcvolta do exereito. To-
dos os homeiis de senso reconhecem, que este
ministerio ha inulto que eslava morto, pela
triunfante raso de que nao linha j em si
elementos de vitaliiladc, Quando se vem
dous corpos destacadamenle griiarein abai-
xo o ministerio e que o paiz syinpathisa com
os insurgidos, he fcil de conhecer que o que
o ministerio Cabral tinha diante de si era o
povo, era a naco, que desejava v-lo fura do
poder. Eis aqui o verdadeiro pensamento da
actual revulucao. Escndalos de toda a na-
luresa tinham desde inuilofeiloa revolujao
moral do paii i csses escndalos eleitoraes,
esses tilulos c gracas vendidas, esses logare
comprados, essas dilapidares de estradas,
esse avillamenlo da dlguidade do paiz as
nossas rclacao exteriores, essas leis libertici-
das. .. tantos erro, tantas vergonhas, tantas
de.sgrai, is ileviaui a carrelar esla calastrophe.
Seo pas des. jas., a ennrervacao do minis-
terio Cabral, os aconteciinentos de 9 de abril
lie ii um frustrados pelaa enrgicas providen-
cias por elle tomadas contra os dous corpos
sublevados. Elle tinha sua disposicao todas
as ai.ruindades e u exereito, e apenas i
punhado de militares a vencer. Se o
sympathisasse com o ministerio Cabral nad
seria elle o priineiro a oppr-se i revolla de
dois simples corpos, ao pe correr por lanas
estradas e povoa(es 1 viu-se acaso alguma
das municipalidades do reino protestar contra
tal sublcveco ?
Els aqui as particularidades, quesecoulam
sobre a crise mlusteiial. No sabbado 26 do
corrente, pela urna hora da tarde, recebeu o
governo urna parle telegraqhica dando-lhe
a noticia do moviinento que leve logar uo
Porto no dia 24 do corrente. O commandah-
le dos u-legraphos, Santa Rila, fui pessoalmen-
te levar a dita parle ao ministro da guerra,
o qual logo tratou de convocar o ministerio,
co marques de Fronteira, D. Carlos Masca-
renhas, e os cominandanles dos batalhdes, a
uina reunio no ministerio da guerra ; man-
il.ir.iui logo reunir os batalhdes, e a guarda
municipal, r. a cavallaria municipal teve or-
dein para eslarrm os cavados sellados : tam-
bein convocou o conselho de estado para as
2 horas da tarde, e julgando os conselhelros
que o consclbo tinha logar em consequencla
das noticias do Porto, s se tratou de uina
convenco entre o governo portuguez e. fran-
cs, sobre propriedade Iliteraria ; no lim do
conselho S. m. deisou sahir o Jos Cabral.
Rodrigo, eo paliiarcha, chamou o marque/, de
Frontelras e portanlo flearam prsenles no
conselho Jos da Silva Carvalbo, vlsconde de
Castro, Hilarte LeilSo, e a rainho dliie que
em vista das carias de el-rei era necessario
mudar quanto antes o ministerio, que j tinha
encarregado o visconde de Castro de formar o
ministerio ; o vlsconde pedlu llcenca a S. M.
para convidar o Jos da Silva Carvalho para
l'nzcr parle lambrtn do novo ministro, o Car-
valho responden que elle s enlraava no mi-
nisterio com o Rodrigo da Fonseca Magalhaes,
a Ha obiervacao rcipondeu S. M. qui o Rodrigo
de forma alguma, i o Fronteira iise que a na
eipada nao ledeienbaiva mai para luilentar o
thiemo, e a carta, urna vis que o ministerio toses
compoilodi algum par ou diputado da oppoiicn.
Assim acabao conseibo sem e terarrati-
jado cousa alguma : pola volta das 4 horas foi
ao paco o bario de Chancllelo pedir des-
culpa a sua tnagestade de nao ter assistldo ao
conselho em consequencla do leu estado de
saude ; e quando voltou para casa ja la achou
o visconde de Castro dlzendo-lbe que bla alli
da parte S. M. a rslnha, a fim de convidar pa-
ra o a judar a elle visconde a formaa o novo mi-
nisterio ; o bario princlplou logo a. faser urna
grande lainentacSo do seu estado de saude, e
acabou dlzendo que no estado em que o pas
eslava elle de forma alguma annula a entrar
no novo ministerio : da casa do barao foio
vlsconde de Castro a casa do vlsconde d Algs,
e este disse-lhe que de forma alguma entrava
no ministerio, e que elle nio servia para tapar
buracos : o viscoodeide Castro saiu de casa do
visconde d'Alg, digendo-lhe que natural-
mente S. M. oliavli de mandar <*">"
Pela volta das 8 horas (hontein sabbado 2b
do corrente J teve lugar urna rande reuniao
de alguns pares, deputados, ministerio, officl-
aes dos batalbJes, em casa do conde de Tho-
mar, que durou at 1 hora e meia da noite:
o lim deata runiao, alm das noticias que ti-
nham vlndo do Porto pela manbao, era tam-
bem ver se era posslvel fumar o novo minis-
terio ; alli tambem convidaran o bispo de
Vizeu o qusl logo disseque nao poda de
forma algum faier parte do novo ministerio :
pelas l'da noite foi chamado ao paco o viscon-
de d'Algs, o qual foi logo iminediatameuteao
paco ; chegou, e sua magestade a rainha lhe
disse que o tnha mandado chamar a fim de
elle fazer parte no novo ministerio, ao que o
visconde reipondeu que elle nao era pessoa
propria para entrar nacltuaco actual no mi-
nisterio : ao que S. M. a rainha respondeu,
depois de una larga discussao, que o marquez
de Fronteira dizla que nao dava o seu apoio
a ministerio algum que fosse mais liberal ; o
visconde respoodeuque elle multse admira-
va que a opiuio do marquez e Fqonteira fos-
se consultada nesta occasiao, pols que o nio
conciderava em circunstancias de poder elle
aconselhar em urna crise como a actual, e
acabou por dizer a S. M. que elle nao era pes-
soa para a siluacio actual, pols que a situa-
cio era do duque de Saldanha em consequen-
cia da revoluco ter triumphado, e que era ao
duque de Saldauba a quein competa formar o
novo ministerio.
A rainha vendo que o visconde de Castro
nao poda formar o novo ministerio, e que
el-rei eslava continuadamente escrevendo de
Coimbra pedindo a demissao do conde de
Thomar, foi depois de ludo o que deixo refe-
rido que se resolveu a chamar o duque daTer-
ceira dando a demissao ao conde de Thomar ;
e em um suppleuiento do Diario do llover no
traz os decrelos assignados pela ranba.
El-rel escreveu a S. M. a rainha dizrndo-lbe
que era multo preciso mudar quautoanteso
ininisteiio, pois que os commandantes e ofR-
ciaes dos regimentos disiam publicamente
que se nio queriam bater contra o duque de
Saldanha. c que sobre ludo era necessario sair
de Lisboa para se poder fayer urna idea, e co-
nhecer-sc a grande inditposlcco que havla
contra o miaislerio do codc de Thomar. S. M.
a rainha mandou chamar o conde de Vho-
mar, e lhe apresenlou a carta d,el-re, dizen-
do-lhe que em Aisla daquella carta era neces-
sario largar o ministerio ; o cunde respondeu
que elle e os seui collegas eslavam pronptos
a sair do ministerio, mas que elle julgava ma-
is conveniente o sairem depois daqueslio com
o duque de Saldanha estar acabada, pois que
assim iicavam salvas as prerogativas da coroa ;
que elle julgava que o ministerio devia fazee
lina representaco a el-rei assign ida por to-
dos os ministros ; a representaco e a respos-
la da S. M. foi que no catado em que actual-
mente estavain os negocios polticos nio era
possivel o delxar de sair o ministerio quanto
antes, e que elle nao poda admitir a mais pe-
Inena demora Arainha mandou chamar se-
gunda vez o conde de Thomar, e lhe disse que
em vista da resposta d'el-rei era necessario
mudar o ministerio. Saude, patacos efraler-
nidade. Sou em nome da naco e da rainha
Seu amigo, le ciloyen = Bra A'lsana.
Iteparligo da Polica.
111 ni do dia 5
PARTE DO DIA 28.
Forain presos : a ordem do delegado do pri-
men n dislricto desle termo, o preto Antonio,
escravo de Joao Antonio Villa Secca. a requi-
sico deseusenhor; a ordem do subdelegado
da freguezia de San Frei Pedio Goncalves do
lli me, o preto Francisco, escravo, tambem a
requisicao de seu senhor ; e a do subdelegado
da ireguezia de Saulo Antonio Jos Theodoro
Lilis de Albuquerquc, por estar indiciado em
Crine de ollensas physcas, o Portugus Ma-
nuel Antonio de Arantes, por crime de furto, e
o preto Candido, escravo de Joo Uaptisla de
S l'ercra, por andar fgido.
dem do dia 30.
Foram presos: a ordem do delegado do pri-
ineiro dislricto deste termo, o preto Luiz, es-
cravo de D: Anna de Jess Quintal, a requisi-
cao de sua senhora ; a ordeu do subdelegado
da freguezia de Sao Frei Pedro Goncalves do
Recife, o Ingles David de tal, o preto Antonio,
escravo de Joao ardoao Ayres, por uso de ar-
mas, e Manoel Joaqun, sem declaraao do
motivo ; a ordem do subdelegado da freguezia
de San Jos, o escravo Luiz, por andar fgido*,
e a do subdelegado da freguezia da ttoa Vista,
Marlinho Regs do Espirito Santo, Joo Cual-
berlo da Triodade e liento Jos Lopes, por in-
sultaren a urna patrulba.________________
() 6 e jucho de 181),
COfflNIEHCIO.
ALFANECA.
Reudimento do dia5......10:769,620
Descarregam hoje 6 de junho.
Barca tlinamarquozs Waldtmar genenra.
Brigua pnitugue/. Yoeo Vencedor mer-
cadorias-
Brigue inglez Walter Baine bacalhao.
Brigua diiiamarquez Hcnriett merca-
duras.
Sumaca brasilaira -- Crlala -- o resto.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 3:150,092
Mam do da 5.......... 640,810
DIVERSAS PROVINCIAS.
RanJimenlu do dia 1 a 4 .
dem do da 5.........
3:790,938
550,96fi
158,875
709,841
RECEREDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Keu Jimcnto do dia s. ..y..j 691,316
CONSOLADO PROVINCIAL.
874,708
Movimenlo do porto.
Navios entiados no dia 5.
Terra Nova 42 das, brigue inglez Walter
Itain de 257 toneladas C,P|1"" *
Gowans, equipagem 15, carga bacalhao ;
a Johnston Pater & Companhi.
Lisboa 33 das, brigue portuguez novo
Vencedor, de 166 toneadas, capitao An-
tonio Pereirt Borges Pestaa, equipagem
14. carga vinho e msis gneros; a Tno-
maz de Aquino Fanseca & Filho. Passa-
Bciros, los Mara GonQsIves comaua se-
nhora e Miguel Luiz Duarte do Ama ral,
Portugaezes. .... j.
Brislol -- 53 das, brigue inglez Lotnsa, de
141 tonelladas, capilSo Thomas Le Page,
equipagem 10, carga carBo; a Me. Cal-
mont & Companhla.
Newyork--54dia8, escuna mgleza oim-
ta, de 136 tonelladas, capitSo N. Andrews,
eqtiipsgem 11, carga farinha da trigo e
mais gneros ; a Deane Youlle & C.
iVauio sahidos no mesmo dia.
Liverpool pela Parahiba brigue inglez
Spray, capitSo A. Steele, em lastro. Pas-
sagairo, JoSo Luiz Pereira Lima.
Parahiba hiato brasilero .S. Joao, mestre
Jos Antonio Fernandos, carga fazendas e
carne secca. Passageiro, Thomaz Joaquim
Coelbo, Brasileiro
declaracde. Outro sim, que lindo o dito
mes se dar principio cobranca executiva
contra os devedore da taxa de escravos, do
auno de 1849 a 1850, da decima de mao morta
do priineiro semestre de 1850 a 1851, dos
linposlos de lojas. barcos do interior e seges.
Recebedoria de pernainbuco, 5 de junho
de 185i. administrador, Mano! Carniiro i,
Souia Lacerda.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria da fa-
zenda provincial manda fazer publico que ri-
ca transferida para amanhaa(6) do corrente
a arrematacao tdoa reparos do atierro dos Af-
fogados, e sob as mcsinas condicOes j annua-
Companhia de Bberlbe.
O caixa da companiila, continua a pagar
o 6, dividendo iodos os dlaa, das 9 horas em
diante, seguindo-se a forma j estabelecida.
Os credorea do finado A. Niesserojt sao
convidados a comparecer na chancellarla do
consulado da repblica franceza para tratar de
seus inleresses, sabbado 7 do corrente as onze
horas da manhaa sem falta. Pernambuco 4 de
junho de 1851. O chauceller interino do con-
sulado.
L.A. Baudoux-
aasjaj
EDITAL.
Pela inspectora daalfandega se ha de ar-
rematar em hasta publica, no dia 10 do cor-
rente, depois do mel dia, porta da mesiua
reparlicao os seguintes objectos, aprehendi-
dos pelo ajudante do guarda-mr, Lu do-
mes Ferrefra, bordo do brigue Bremense
Brugmitilre Smiot, a saber: l estojo com 2
navalhas. cabo de marlim, urna l.bbB rs., loia
3,332 rs.; 2 ditos com duas ditas cada uml
cabo de madre perola, una 1,666 rs., tota,
6 664 rs.: 5 ditos com duas ditas cada um, a
50o urna, total 5,000 36 casares de chicaras
e pires de porcelaua, um 500 rs., totsl In-U"" I
12 pires de dita n. 8. um 250 rs., total 3.000
3 assucarelros de dita n. 8, um 1600. tota
4.800 i 3 bules de dita n.8. um 2,400 rs.. toUl
7,200; 3 leitelras de dita n.8, urna 1,60 rs.,
total 4.800 3 ljelas de dita n. 8l una500 rs,
total 1,500; 1 caneca de dita por 2,000; *
pratos redondos de dita n. 7, (de 7 polis.;
duzia 4.800 rs., total 9,600; 6 ditos de dita
dito, um 400 rs., total 2,400*. 3 canecas de
louca n. 5. urna 300 rs total 9r0; 3 ditas
de dita n.4, urna 200 rs., total 600; Scaixas
para sabio n. 4, urna 600 rs., total 1,800;
12 prato rasos at 6 polis, por 1,800 rs.; 1
bule n. 5 por 700 rs. 2 canecas n. 5, urna
3oO rs.. total 600; 1 bule n. 4 por 500 rs.; 4
casares de chicaras e pires n. 4, um 240 rs..
total 960 ; 1 mantegueira n 4 por 400; 2 jarros
n. 4, um 400 rs total 1.600; 3 bacas n, 4,
urna 800 rs., total 2,400 ; 3 pralos com lampa,
n. 4, at 12 polis, um 1,200, total 3,bO0 ; 4
ditos para forno n.4, at 18 polis., um 1,260
rs., total 5,040; 2 ourlns, um 800 rs. total
i .litio; 4 tlgelaa n. 4, urna 116 rs. lotal 464 ;
48 pratos rasos e fuudos de 9 polis, n. 4, du-
xia 1.430 rs. total 5.720; 1 terrina n. 4 por
2,400 rs. ; 1 leiteira de vidro n. 4 por 1,000;
i calla de vldro n. 4 por 300; 1 sopelra sem
lampa n. 4 por 2,000 rs.; e 83 figuras de louca
urna 500 rs. total 42,500; sendu a arremata-
cu livre de direilos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 5 de junho de
l85lO inspector interino, Oento Joi Fernan-
dei Uarroi.
Declaratjdes.
A cmara municipal desta cidade contra-
la, com quein mais dr. a deuiolicao da
casa de dous andares d ra Nova, n.
25, sob o lempo e condicao que forem
convenientes, licando o arrematante com
direlt aos materiaes velhos. Os nteressados
podem comparecer no payo da mesiua cmara
ios dias n, 14 e 17 do corrente.
__Perante a cmara municipal desta cidade
se ba de arrematar, quein mais dr, nos
das ll, 14 e 11 do corrente, o imposto de
500 rls sobre cabeca de gado vaceum que
for morto neste municipio para consummo,
publico, calculado em 14:00/000 ris; assim
como o dizlmo de capim de planta' por lempo
de 15 iiiezes contados do 1 de julbo prximo
futuro ao ultimo de setetubro do anno de
1852. Os inieressados podem comparecer no
paco da mesina cmara nos diaa indicados,
munidos de fiadores habilitados na forma da
lei, para serem admiltidos laucar. F. para
constar se mandou publicar n presente.
Paco da cmara muuioipal do Recife, em
sessao de 3 de junho de i85l.Joii Camello do
R. B., pro presidente.Manoel Ferriira Aceio-
i, secrelariu interino.
__Monsieur le gerant du consulat de France
se fait un devolr de temoigner hautement
sa reconnaissauce aux personnea qui avec un
louable empressemenl ont aouscrit pour la
ni a Hiere use famille Uerteaux, et il a l'honneur
de pi evenir celles qui n'ont pas pul souscrire
et qui desireralenl le faire, que demain et
les jours suivanls une liste de souscription
sera placee daus le local de l'association
cororaerclale ou elles pourront aller se faire
inserir. Pernautbouc, le 4 juln iS.'il. Le
gerant du consulat de France=Gatanef.
= Pela segunda aeccio da mesa do consula
do provincial se annuncia, que do dia priinei-
ro de junho do corrente anno, se principia a
conlar os 30 dias para o pagamento a bocea do
cofre da dcima dos predios urbanos dos bair-
ros desia cidade e povoacao dos Afogados, e
que todos os proprietariot que deixareu de pa-
gar no Indicado praso ncorrerio na multa de
tres por cenlo, c serio de promplo executados.
Perante o conseibo da admiuislracao naval,
tem de coutraiar-ae a compra de 50 alqueires
de farinha de mandioca de primelra qualidade
para fornecmento dos navios armados e hos-
pital ; por isso cuovida-se aos que inleressarem
em dita venda,comparecam na salla das sesses
do mesmo conselho as vi horas da uiauha do
dia 7 do corrente com suas proposias declaran-
do o ultimo preco, e as amostras; nio se ad-
mittiudo as prupostas cujos cencorrenles nao
se achem presentes.
Sala das sesses do conselho da atlmiiiislra-
ao naval, 3 de junho de \t>t.Chriitovdo S-
Vaso de Uliveira, secretario do conselho,
l Ol l III).
Expediente da administraco geral para a-
gencia de linda.
Carlas com portes a pagar.
Luiz da Inmaculada ConceicSo, urna ISO.
Ricardo Clirisostomo Rodrigues, uina 130.
Junho, 5 de 1851.
Pela recebedoria de rendas inleroas ge-
raes, se fax publico que, mi virtude do art.
9 do rcgulamenlo de ll de abril de 1842, he
o crreme mez de junho o en que os donos
e administradores dos escravos sujeitos taxa
deverao fazer as declaracea, que serio assig-
nadas e justificadas, assim dos que adqulri-
rem de mais por nascimento ou outro nielo,
como dus que deixaiem de possuir por alfur-
ra, alienatau ou morte- Cerlies de bap-
ti.mu ou ululo ; escrlptos de liberdade, com-
pra, venda, doacio, &c. devem ser apresen-
lados cuino documentos juaiicaUvot de tees
Tlientro de Apollo.
Sabbado, 1 junho de i85l.
Espectculo dado pelo director Francisco
de Salles Guimaraes e Cunba, em beneficio
da infeliz familia berteaux.
Depois de urna escolhida overtura sahir
secna o muito applaudido drama
OS DOUS RENEGADOS.
A infelicidade, que sempre ha tenazmente
perseguido a essa infelis familia, acaba de
descarregar-lbe o seu ultimo e ireineudu gol-
pe ; e o director do theatro de Apollo, com-
padecido de tantos infortunios, olferece este
espectculo como urna fraca oflerenda essa
familia tio digna de compaixio; e roga ao
Ilustre e pbilantropico publico desta cidade
quriram aiuda-lo com todas as suaa forras
em uina obra de tanto mrito.
E aproveita esta occasiao para agradecer
ao Sr. Coimbra o prestar-se gratuita e volun-
tariamente para trabathar nessa noute.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes de camarotes e plateas acham -se
desde j venda as casas dos Srs. Augusto
Colombiez na ra Nova, Joun Soum ra da
Cruz, botica francesa: Lecomte, Atierro da
Boa-Vista, e no dia do espectculo do meio
dia em dame, no tbeatro.
_J____L.ia>>afaBaaxfssj
Avisos martimos.
Para a llnliia.
Segu com brevidade a escuna nacional
.'Itlrlaiilc, de primeira marcha, forrada e
encavilliada de cobre, por ter parte do car-
regamento : quera o restante quizer carre-
garou ir depassagem, queira dirigir-se a
ra da Cadeia do Recife n. 56, loja do Sr.
Vital.
Para o Rio de Janeiro segu viagera
com brevidade o patacho nacional Curioso,
capitSo Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, pode enlen-
der-se com o capullo na Praga, ou com o
consignatario Luiz Jos de Si Araujo, na
ra da Cruzn. 33.
O patacho nacional Curioso capitn Jos
da Cunba Jnior, nio srguio para o Rio de
J aneiro a 5 do corrente por causa de seter psr-
tldouma verga em occasiao que dissia para a
barra por se ter atracado som outro navio po-
rm seguir uestes 5diasem f ilivcllnenlr se
otempo der lugar pode ainda receber alguns
escravos afrete trata-se'com o capilao ou con
S Araujo no rus da Cruz n. 33.
I'nra o l viagem com brevidade o brigue nacional
Deilino, recebe ainda alguma carga frete,
assim como escravos, e tem bons commodos
para passageiros ; os preteodentes se podero
dirigir ra da raoeda n. 7, tratar com
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Vende-se urna lancha nova, que pe-
ga de trinta a quarenta barricas, a a qual
se aclis em perfeitissimo estado, bem co-
mo tres botes novos, ludo por proco com-
modo : na ra do Vigario, n. 11, primeiro
andar.
Vende-se o brigue denominado Victo-
ria, de cnnsiriirr.So brasileira, de Iota de
187 toneladas, forrado de cobre e promplo
para navegar, cora lodos os seus perlenci-s,
inclusive a maioria dos escravos marinhei-
ros : quein o pretender, pode mandar'axa-
:mina-lo, fundiado no ancoradouro da des-
carga da carne secca, e para se ajustar, nt
ra da Cadeia do Recife n. 39.
Vende-se urna balieira, com 86us per-
tpiires, inrliisivc talla : na ra da Cruz no
lenle, arma'/cm n. 13.
Segu em poucus dias o patacho nacio-
nal Confa"fa, que pode ainda receber alguma
carga e para Isso trata-se com os consignatarios
Novacs & C. na ra do Trapiche n. 34.
Leilo.
Foi Brothers faram lei!3o, por inter-
vencao do corretor Oliveira, de um perfeito
sortimeiito do fazendas iuglezas as mais
proprias do mercado: sexta-feira, do cor-
rente, as 10 horas da manhSa em ponto, no
seu armazam, narua da Cadeia.
tma^ssmimjSSmmmumsmmsj-ianijniisas
Avisos diversos.
Sao convidados os Srs- logistas de fa-
zendas, instaladores da Associacto Com-
mercial desta clssse, para se reunirem, em
o dia sexta-feira, 6 do corrente, as 3 e meiss
horas da tarde, no primeiro andar da casa
n. 13, na ra da Cadeia de S. Antonio, pa-
ra ahi Ihes serem aprsenla los os estatutos
!|ue h&o dereger e dita Associacfio. Reci-
b, 3 de junho de 1851. Manoel Florencio
i A Ivs de Ioraes, presidente. <4nfonio Luis
dos Santos, 1 secretario Jos MoreiraLo-
pes, 2.* secretario:
| l'roclsso do Divino Kspfi-ito
Santo.
A mesa regadora da irmandade do Divino
Espirito Santo, tenclonando expor vista dos
liria, no dia 9 d correte, o emblema do
seu Divino padroeiro na aci;ao de descer
sobre a vlrgeni Sanlissima e os Santos apoll-
los, val rugar aos moradores das ras abano
mencionadas hajam de mandar limpa-las;
certos de que a procissao nio transitar por
aquellas que nio esliverein devidamente luli-
pas e acetadas. Ra da Cadeia de Santo An-
tonio, em dlreccio do Recife, tomando o
neceo da Cacimba e o principio da ra do
Encantamento, a sabir na ra do Vigario,
largo do Corpo Santo, ras do Trapiche, Lio-
goela, Cruz, Cadeia do Recife, Crespo, Ca-
linga, Nova, Flores, Gamboa, largos do Car-
ino e de S. Pedro, rnas Dlreita, Livramento,
Queiinado, Cruies, a recollier pela de S. Fran-
cisco. Outro sim ; a mesa adverte que os me-
ninos que tem de vestli-se para bguras de-
vem achar-se no convenio de S. Francisco,
s 9 horas da inanha d'aquelle dia, e os
lrmaos que tcem de dar aujos devem coinpa-
Irecer com elles s 2 e l|2 da tarde, vislo que
a procissao ten de sahir s 3 uprelerc':
mente.




m
Lotera da matriz da Boa Vista.
No dia i a do corrente, vespera
do gloriosoS. Antonio, as 8 horas
da manliau, andam impteteiivel-
mente as rodas desta lotera, seja
qual for o numero de bilhetes que
existir, e o restante dos mesmos
Dcham-se a vcoda nos lugares j
annunciidos : a elles antes que ;.r
acabem. O the ourero,
Salustiano de A quino Ferreira.
Na Urde da 3 do correte, desappare-
ceu orna escrava creoula, de nome Mara
Damiana, natural da povoacfio de Pasma-
do, para onde talve se dirlgissf, de idade
18 annos, estatura e corpo regular; esta es-
crava foi comprada ao creoulo Jos Ignacio
de Lira, ex-off]cal de'justica do juizo de
paz do Recife : quem a apprehendor leve-a
a travessa do Azeite de Peixe n. 19, que se-
r recompensado.
Na neute do dia 3, roubaram a taver-
na n. 5, defronte da praca da farinha, le-
vando o ladrSo 4 queijos, 10,000 rs. em di-
nheiro, urna medalha, um anel, um cor-
dSo de ouro e maisalgumss cousas : quem
soubere quizr denunciar ter de recom-
pensa 10,000 rs.
Fezem-se almocos ejantares, com-
reio e nromptidSo : no becco do Carcerei-
ro n. 11.
Manoel Antonio dos P. e Silva, embar-
ca para o Rio de Janeiro, o seu escravo par-
do, de oome Severino.
ChrslovSo Vieira de Mello subdito
pnrtugui'z, retira-se para o Rio de Janeiro,
eom escala pela provincia da Baha.
Qcem precisar de urna ama de le i te :
dirija se a ra da Madre de Dos n. 36, ter-
ceiro andar.
Precisa-se de um feitor para tomar
conla de um sitio, no lugar do Remedio,
que saiba trabalhar de erizada, plantar ar-
voredot de espinhos, llares, verduras, en-
jertar e foliar formieas f quando as houver)
prelerece poituguez Millo das libas : quem
estiver nestas circunstancias, dando dador
a sua conducta, entenda-se com a porleiro
da alfanlega desta cidade.
(Merece-se um rapaz para caxclro de
qualquer estabeleclinento, excepto venda, de
idade de 18 annos: na ra da Cruz, venda
de urna so porta n. 32 e ns mesma se precisa
de uin menino de 12 annos.
<*- :
Consultorio lioiuaiopathicoemsj
0 Pernanibuco 9
S_ lu Voto d. 58 (
DIRIGIDO PELO 9
J Dr. J. S. SANTOS JNIOR. i
Sg Consultas e remedios de graca aos po- '<%
flj bret lodos os das uteis desde s 8 Auras %
#' da manhda a urna da larde, i dessa lio- *
< ra em ilianle, sirio visitados os doentes (S>
####<> :*0* :**
-- Tendo rogado encarecidamente pelo, da-
ro, aos senhores de engenho e lavr.dores, que
saodevedores ao casal do tinado Jos Antonio
Alves da Silva, que viessein ou niandassein
pasara nutria parle que cuubc em partilha
inlnha mulher no total das dividas que
contrahlram ; e como al o presente nenhum
dos ditos scnhores me tenhain procurado em
minha casa. n. 34, da ra da Alegra, na Boa-
Vista; e afim de prevenir eu cobrar por
meos judiciaes, faco o inesmo pedido pela
tcrceira vez aos Senhorcs devcdores, Simpli-
cio Tavares de Mello, Andr de Albuquerque
Maranhao, Henrique Lins da Cunha e Mello,
Antonio de Albuquerque Maranhao CavMcan-
te, Christivo Vieira Pessoa de Mello Stlrmo,
Jos Tavares de Mello, Francisco Cavalcanle
de Vaicoocellos e Mello, Joa" Velho Barreto,
Joao Tavares da Rocha, Jos Lourenco da Ro-
cha, Jos de S Albuquerque Gadelha e Joao
da t osla Villar. Mlnha mulher tem necessl-
dade de receber a heranca que aeu pai llie
deixou nestas dividas, e que gunhou com o
suor de seu rosto, nao quer empregar meos
judiuaei, pols ftr'graude sacrificio se, para
cobrar, for iinpelllda; e admira que sendo
os ditos Srs. ricos rctenhain em seu puder a
heranca da filha de quem, a todos os ditos
Srs., sempre se prestou com promptidao; e
por to Justas razoes he que faco o preseule
annuncio. Igualmcute rogo quelles seuhores
devedorts, que ae teein entendido commigo
liajam de realisar os seus pagamentos, litando
certos que miaba mulher nao faz abates, nein
no principal, nem nos juros, porque nao esta
em circunstancias de perder, pols bastante
prejudicada tem sido na sua heranca ; c aliu
disto ella julga os Srs. as circumstancias de
nao precisarein de inalgniHcautes abates, sa-
crificio e favor, que tn tetramente nao os pude
faier. Recife, 3 de junho de 185!.
Maicillino Jo Lopes.
Precisa-se de una ama para casa de
familia i na ra do Hospicio n. 13.
Rogamos encarecidamente ao lllm. Sr.
P. que, por bondade sua. nao deixe de
continuar a honrar com sua presenta a casa
que era de cnslume faze-lo, pois j nao poden
resistir os ellellos da grande saudade aquel-
es que tinbam o prazer de ouvl-lo conver-
sar; esperamos pois que oSr. Perrine bello,
come he, atienda aos nossos rogos.
Os amigos dos qualro veta olio.
A pessoa que liver urna inobila de ja-
caranda, consistlndo em 2 consolos com pe-
dra, I mesa de mel de sala com pedra, 12
cadelras, 2 ditas de balauco e 1 sof, queren-
do vender por commodo preco dirija-te ao
hotel commercio, ra da Cadeia, ou annun-
cio para ser procurado.
A pessoa que, no da 28 de malo, dese-
jou saber onde aasiste a Sra. D. Candida Rosa,
inulher de Ignacio Alvea Costa, herdeiro do
vigario do hio do Peixe. Claudno Alves da
Costa, drlja-se travessa da Madre de Dos,
n. 1, a Gaspar Perelra da Silva, que achara
com quem tratar qualquer negocio da inesma
Sra,
Arrenda-se, e lambem permuta se por
urna casa de sobrado de dou andares, nos
bairros do Recife, com sutncientes comino-
dos para grande fanidla, um sitio inulto peno
da praca, por ser logo ao sahir da Solcdade
para o Manguind, com nao poucos arvoredos
de fructo, chaos proprios, com grande c de-
cente casa de a obrado e solo, toda envidra-
cada, contendo quinze quartos, um algrete
na frente, que he loda murada c engradada,
com dous portoea de ferro e qualro columnas
cora magnficos ledes. e no fundo oulro por-
tao, duat grandes estribarlas para 7 cavallos
e duas coxeiras, casa para preos e cozinha,
grande puco de agoa de beber e lauque para
bando : a qoea convier este negocio ou ar-
rendamentu, dlrija-se ao mesino sitio a qual-
quer hora do da a tratar com o seu pro-
pietario, que neate caso vender um carro
de 4 rodas e una boa parelba de cavallos
-- Aluga-se urna casa terrea com solo,
na ra Imperial n. 171, com coinuiodos para
grande familia, um grande quintal com urna
boa planta de capiui: para Iraiar no pateo do
Carino n. 17, e para ver a chave esla na casa
parede e ineio,
i
-- V. H. I.ultkons faz viagem para a Euro-
pa, encarregando da sua procurac3o bas-
tante o Sr. Em : Bidoulac.
Na travessa do Corpo Santo n. 29, se-
gundo andar, arha-se aberta urna escola de
meninos, dirigida por Honorato Augusto de
Miranda-
Aluga-se o priineiro andar do sobrado
n. 13 da ra do Vigario : na ra do Amorim
n. 10.
*#ts#!!:al. #4.-9*&*$fiflC$}t5
" Consultorio central h omaso- #
pathlcn de Pernanifoiico, t>
Dirigido pelo Dr. S. O. L. Pinko, (*>
Ra do Trapiche Novo n. 15. <
Todos osdias uteis sedaran con- <
sullas e remedios de graca aos po- -*
bres, desde pela manliSa at as duas -i*)
horas da tarde. #
As correspondencias e informacOes (
_ poilerSo ser dirigidas verbalmente, ,<)
t> ou por escripto, devondo o doente ^
H indicar : primeiro, o nome, a idade, ^
9 estado, proliss3o e conslituiQilo ; se- a)
J gundo, as molestias, que tem tido, e
*9 os remedios tomados ; tereeir; a po- '>
fe ca do apparecimentoda molestia ac- #
f: tual, edescripr9o minuciosa dos sig- t%
%,. naes ou symptomas que soflre. 4
*$ Dr. Sabino Olegario I.udgero Pinito. (>
#>ft'H?:9W JlllfiWJWW"*^
___Ignacio Luiz de Brillo Taborda, con-
vida os senhores, cujos nomes ero segui-
da vSo mencionados, a virem pagaa-lhe em
a sua loja na ra do Crespo n. 10, o que
(icaram a dever s extinctas firmas dos fi-
nados senhores Antonio da Cunha Guima-
r.les e Jos Josquim de Freitas Guma-
ries, e a viuva de Freitas GuimarSes, de
pois Annn Maria dos Passos GuimarSes ,
Antonio Leandro da Silva Manoel Jos
da Silva l.-ite Jotio Luiz Pena Fran-
cisco de Albuquerque MaranhSo Vicen-
te Ignacio Uranco ; Mauricia Feliciana dos
Prazeres, das Curcuranas; Antonio Janu-
ario Paes Barreto do Cabo ; Mattinho da
Silva Costa, do Limoeiro; Jos Cardozo Ca-
valcanto, de Caruar ; Manoel da Costa Bra-
ga, de Inhamao; Jos de Benevides FalcSo,
do Tari em Garanhuns; Patricio los Tavares
de Vasconcellos, do Bom Jardim, comarca
doLimoeiro, e Manoel Gomes dos Santos,
de Lagoa Nova : o annunciante declara que
ir fazendo mensSo sem exceprjSo alguma
dos nomes daquelles senhores, cujos dbi-
tos orem antigos e n3o viereoa imediata-
mente pagar-lhe.
--Quem precizar de um calxeiro para co-
branca, ou para tomar conla de una venda
por balauco ; do que lera bastante pratica di-
rija-se a ra de S. Francisco n. 33.
Na Praca da Independencia, livraria n.
6e8, precisa-se fallar ao Sr. Jos Correia
de Mcndunca.
O Sr. acadmico Clauaino dos Sanios
l.ial, queira apparecer na ra da Caleta Ye-
lda n. 33, que se lite deseja fallar, com
urgencia.
Roga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascursdo, que se acha bo-
je advogando err Goianna, que oande pa-
gar a sua lettra que se acha vencida a an-
uo e nielo, o qual nSo ignora aonde :
em qnanto o n3o fizer ba de ser lembrado.
m U Sr- Francisco Antonio da Silva da ra
do Rangel, queira maudar pagar a asignatu-
ra desle Otario, c emquanlo uaoo fizer ver o
seu nome publicado em letlra redonda.
o* ,*> a** mmmmMMam
Na ra du AragSo, n. 12, segundo andar,
se deseja ssb r so he vivo, onde mora um
rapazinho de nome DamiSo, filho de Ange-
la de tal, e neto do velho Antonio Lopes
Mangaba, da cidade do Natal, o qual rapa-
zioho anida da poucos annos aprenda u of-
ficiode marcineno, em una olliciua desta
tfSb*r*f WlrllJP
ATTENCAO'.
ttladame D'alairac roga pe-
la' ultima vez aos seus devedo-
res, de terem a bondade de Ibe
pagarem suas contas, no seu ex-
botequim da ra Nova, poisalm
di tnoha contemplacSo que tem
tulo, anda espera at ao dia 7 do
presente mez, devendo no dia 9,
sem mais contemplaco alguma
apparecerem neste Diario os no-
mes de todos os Sis., que Ibes nao
quizerem salisfazer.
OOOOOOOOO OOOOOOOOO
Q lina das Ci-nzes 11 28.
Q Consultorio homtxopalhtco do faculta- sf
x tivo i. B. Casanova. q
Gratis para os pobres. q
52 Na ausencia do facultativo J. B. Ca- X
W sanova, o professor homceopatba g
O Gosset Bimont continuar com os *
O trabalhos do mesmo consultorio, on- O
O de poder ser procurado a qualquer Q
Q hora. O
OOOOOOOOOOOOOOOOOO
Precisa-se de um caixelro, que tenba
bastante pratica de venda, na ra Uireita n.
53, venda de Manoel Hotelho Cordelra.
Aluga-sc um pequeo sitio, eoin boa
casa agua de beber, e bastantes arvores de
fruclo, c parrelra de oras; no principio da
eslrada dos Afflictos ao p do Manguinho:
os pretendeutes fallera no largo da Trerape,
sobrado n. i, que tem venda por baixo.
Manoel Antonio Teixeira, vai a Baha.
Os S te. que mudaras o seu escriptono, da ra
do Yigario n. 4, para a do Trapiche n. 1*.
Na ra das Cruzes n. *0, ha bichas
amburguizas das ultimas que vieram ao
mercado, para se alugar e vender-se, tanto
por junto, como a retalho.
Casa de com mustio deescravos.
Hecebem-se escravos para se-
rem vendidos tanto para fora ,
como para dentro da provincia ,
*3om prestesa e seguran?a aos mes-
jnos: na ra da Cruz.do Kecife
6.
- Precisa-se de um caixelro para venda,
de Idade de 12 a 14 annos, na ra Direila
n. 95.
Aluga-se o primeiro andar da casa da
ra do Caes n. 5, pertencente a Francisco
Alves da Cunha, o qual tem excellentes e
ace.iados coinmodos para grande familia e
com muilo boa vista : a tratar na ra do
Vigario, escrlptorio de Francisco Alves da
Cuulia a. iit
Commodidade pata rurativo dos
encrdvon.
0 Dr. Pedro de Atnuyde l.nbo iioscoso
recebe escravos, para tratar, om urna casa
na Soledade, qne tem para isso destioado.
Os presos silo os seguiqtes : 2,000 rs. dia-
rios por os que padecerem de molestias in-
ternas, e 1,500 rs. ppr os de molestias vul-
garmente chamadas externas. OS doentes
serao fornecidos de todos os objectos ne-
eessarios para seu curativo. O annunciante
se obriga a curar quaesquer ulceras por
mais inveteradas que sejam, nSo havendo
grande perda de substancia, subjeitando-se
ao onus de so receber a terca parte do esti-
pendio no caso do que nSo se consiga o cu-
rativo. Tambem subjeita-se a condic,So de
nada receber se os escravos roorrerem, e no
caso de escaparem pagar-se-lhe o que se
convencionar antes. Nao recebe por preco
algum doente, que nSo oflere?. probabili-
dad de curar-se. Compra tambem escra-
vos doentes e curaveis, sendo por preco
commodo. Lgo que o numero dos doen-
tes seja sufllcienle para cobrir as despezas,
se fara urna diminuicao nos precos diarios.
= No engenho do Meio, propriedade do abai-
xo assignado.appereceuo prelo de nome Pedro,
de nac.ao Mocambique, pracurando-me para o
comprar, e dase que seu senhor chama-se ca-
pilao fcaiuza, morador nos Oileiros, adiante de
Ipojuca; peco pois ao dito Sr. que quanto an-
tes appareca para (tratar o negocio, pois que
senao responsabelisa por elle.
Francisca de Carvallw Pati dt Andradi.
9 Paulo Galgnoux, dentista
f francez, olTerccc sen prest- 9
mo ao publico para toaos os
m misterea.de sua proilssao:
m |i6ile ser procurado a qual-
? qner hora em sua casa, na SJ
m ra larga lo Rozarlo, n. W
m sognntlo andar.
tfi#il4a>JM* >****#
Oabalxo asslgnado participa ao respci-
tavel publico desta Cidade que, no dia 22 de
abril do corrente anno, coinprou, ao Sr. Ore
gorio Francisco dasChagas. a loja de funilei-
ro que o mesmo tinha na ra Uireita n. l,
livre a desembaracada de toda c qualquer di-
vida contrahlda pelo dito Chagas; e por isso
fi publico para que pessoa alguma se iluda
visto constar ao abaixo assignado que o dito
Sr. Gregorio tem dito que a loja anda Ihe
pertence pois o mesmo por sua livre e espon-
tanea vo'ntade ficou trabalhando na dila loja
como offlcial. Jo'c Domingurs Pereira
Quera annunciou no Diarlo-- de J do
corrente, precisar de um sillo peno desta
praca, com boa baixa decapim, queira din-
gir-se ra da Aurora n. 2.
Quem precizar de um hornera braiileiro
o qual entende, e tem bastante pratica para o
servico, de qualquer engenho annuncie para
ser procurado.
oooooooooooooooooa
r No dia 8 para 9 do passado s 8 fj
a horas da noite, desappurcccu o pieto q
i\ Paulo, de ncelo Benguela.de 30 an- ^
J nos pouco mais ou menos, estatura .
5 regular, rosto um tanto largo, hteos
O grossos, bocea grande, nariz chato, Jj*
O cabellos grandes, com falla na co- Jf
O roa da cabeca provenienlo de carre- jv
O g8rpeso, falla um tanto fina e des- O
O caneada, e em certas perguntas usa O
q da reapoali lenbor sim, ou senhor p
nSo, no andar ginga uin lauto com Q
J as pernas trocando-as paruiiieou- q
;2 tro lado, bebe garapa e ago'ardente ; rt
*T levou calca de casimira azul-ferrete
O com strasao comprido e atravessa- -,
O das formando quadros, camisa de ma- g
O apollo e chapeo da pello preto no-
O vo. Esle escravo fui de Antonio Joa- 9
O quim, morador em Fra de Portas, e O
Q com leuda de sapaleiro na ruada Ca- Q
A cimba, tendo o escravo principios Q
a do mesmo oflicio : roga-se a quem o 0
f pegar de olevara seu senlior, abaixo q
? assignado, que pagar todas as des- -
? pezas generosamente,na ruada Cruz Je
O do Recife n. 63, on atrs do theatro J^
O velho, armazem que se vende lahoas w
O depinho.no qual servico sempre es- w
O lava o mesmo escravo oceupado. O
Q Joaqaim lapes de Almiidt. O
OOOOOOOO OOOOOOf'OOO
-- Oescrivao da irmandade do SS. Sacrainen-
to-da malrizda lloa-Visla, em observancia do
art. 1. do compromisso, convida a todos os Srs.
irmnsem geral para a eleicao da nova meza
que tem de reger por ura anno a referida ir-
mandade, o que ter lugar domingo 8 do cor-
rente mez, pelas 8 horas da inanhaa no res-
pectivo consistorio- o inleresse he geral para
toda irmandade, e por isso espera que nao
fallera ao compriraento da le.
= Appareceo entre os animaes do abaixo
assignado una vacca lisa, aqual acha-sc hoje
parida, quera se julgar cora direito a ella pode
dirijir-se a casa do abaixo assignado na estra-
da nova e fregueiia da Varzia.
Franeiieo loaquim Hachado.
No da G do correnle depois da audiencia
do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos seho de arre-
matar por exeeu9ao da fszcnda provincial os
seguintes:Urna casa terrea n, 30 na ruada
Alegra do Ualrro da Boa-Vista avaliada de
renda annual em 12,000 rs, por execucao que
move a incsiiia fazenda contra lloinao Fran-
cisco Xavier Urna dita n. 53 na ra doa Ga-
rarapes avallada por venda em 800.000 rs. por
execucao que move a inesma fazenda contra
Joao Alhanazio Das,Urna dita n. 8 na ra
de S. Miguel do balrro do AJbgado avaliada de
renda annual em 36,000 rs. por execucao que
move a mesma fazenda contra os herdeiros de
Antonio Xavier da Silva.Ulna dita n. 10 na
inesma ra cima e no mesmo bairro avaliada
de renda annual em 3,000 rs. por execucao
que move a inesma fazenda contra os inesinos
cima.Urna dita dila n, 10 na travessa da
ra Bella avaliada de renda animal em 9ti!W)0
rs. por execucao da inesma fatenda contra
Joanna Maria do Rozarlo,Urna dila de sobra-
do de dous andares 11. 71 na ra do pobre
Floriannoavaliadada de renda annual em 150/
rs. por execucao da inesma fasenda contra
Carlota Joaquina Munis Tavares.Urna dita
de sobrado de ura andar 11, 28 ua ra de Dor-
ias avaliada annual em 150,000 rs. por axecu-
co da mesma fazenda contra Jos Rodrigues
js Passos una dita, dila de dito n. 5 na ra
do Cordonls do bairro do Recife avaliada por
venda em 700,000 rs. por execucao da raesiiia
fazenda contra a viuva de Felippe Kandeira
d'Azevedo.TJ111 sitio denoiniuado Gipui na
freguexia da Varzia com casa de vivenda e ar-
voredos de frucloa avahado por venda em 400J
ra. por execucao da mesma fazenda contra
Jos Duarte Rangel.Um dito de trras pro-
prias no lugar de S, Amaro com bastantes ar-
vores de dill'erenies fructos, cacimba, viveirn
de peixe, casa de vivenda terrea de pedra e
leal, cuslnba fra, e um telbeiro que serve de
estribarla avaliado por venda em 5 000/ rs.
Sor execucao da inesma fazenda con ti .1 Klias
oelho Cintra.Se por algum enconvenieiiie
deixar de aver praca ficara transferida para 10
do corrente
l'ieeisa-se de una ama de Icile na praca
da Independencia nt 22,
Preeisa-ae de urna ama para casa de pou-
ca familia que cosinhe o diarlo emgoine e em
caboe pf ssoa que quiser dirlja-se o aterro da
Uoa-Vista n. 59, casa de ourives:
Precisa-se alugar urna ama, ou escrava
para o servico de una casa de duas pessoas de
familia : na ra do Rozarlo da Boa-Vista so-
brado n. 32 ,
Quem liver uin collecSo de breviarios
j usados para vender queira dirijir-sc a loja
n. J da ra do Crespo.
-- Quem precizar de urna ama, para todo
servico de casa de portas a dcnlros, sendo casa
de pouca familia ; ou de homcm solteiro diri -
ja-sc a ra do Rozario da Boa-Vista naesqui-
na do beco novo n. 28.
Quera precisar de um portugue/., sol-
teiro para feitor c tralar de jardim de que tem
bastante pratica; procuraren! na ra da Cruz
escriptorlodoSr. Lourenco Jos das Neves.
OSr. Dr. Vicente Justioiano Beserra Ca-
valcanle, queira faier o favor de dirigir-se a
padariado Varadouro era Olinda pois que se
Ihe disaja fallar.
&. Ra doPasseio.n 5.
Nesta fabrica ha presentemente um ric
sorlimenlo destes objectos de todas as c-
rese qualidades, tanto de seda como da
panninho, por precos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
s.10 feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na inesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macoes servidas : todas estas fazen lavne s
dem-se em porcao e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo deso, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
os mais fortes que se pudem fabijcar_
CompraSs
Conipram-se das pedras de filtrar agoa :
na ra do Amorim n. 15.
_. = Compram-se 'dous carros em bom estado,
modello moderno, nao aeudo americano, c com
os competentes arreios : na ra da Cadeia do
Recife n. 12.
Coinpra-se para urna emeommenda es-
cravos de ambos os sexos de I0a40 annos
na ra de S. Rila n. H.
* Compram-se 2 ou 3 saccadas de boa
pedra, de 9 a 10 palmus de comprmanlo e
Adelirgura: na ra do Cabug, botica d
Moreira & Kragozo. ^____^__^_
Vendas.
Devoto t'lirislao.
Vende-se o livtnho Detolo Christo,
o qual contem a Imutrin Christaa, modo Je
ajiidar missa, novena da almas, voto para
remir as mesmas do Purgatorio, exercicio
para alcancar de Nossa Sendora o que se Ihe
pedir, oracSo de S. Bernardo, novenas da
Assenc,ao, da CouceicSo, do Natal, trezena e
novena de S Antonio e responsorio do mes-
mo Santo, oraces para de mantilla o a nou-
te, ditas pala eonfissSo, communh3o e mis-
sa mudo de rezar a eslaco, exercicio oara
cada dia. signaes de N. S. Jezus Christo e
sentenca do mesmo Senhor dada por lila-
tos, molo de rezar o rozario e excelencia
do mesmo, misterios dolorosos, gososos e
gloriosos, ladainha de N, Seuliura e oulras
muitas oraefles. Kste livrinho orgamsado
por um bo..i christilo a seus logos unpres-
so vende-se pelo diminuto preco da duas
patacas, na livraria n. 6 e8, da praca da In-
dependencia.
_ Vendein-se relogios de ouro sabonete, pa-
tente nulez ; em casa de Geo Kenworlli (i >';
ra da Cni n. 2.
= Vende-sc um escravo creoulo, bonita fi-
gura c moco, para fra da praca ; ao compra-
dor se dir o motivo da venda : na ra da Ca-
deia do Recife 11. 24.
-- Vende-so um moleque da 18 annos ,
poueo mais ou menos e com bons principios
de sapaleiro : na ra Direila n. 61, loja de
lapatelro.
-- Vende-se por preco muilo em conla,
a parte da casa de tres andares, na ra do
Collegio, que rende toda ella 1:800,000 rs.
por anno, ch3os proprios : a fallar com o
corretor Miguel Carneiro.
.% 2,000 rs. n pccinlin.
Na loja da ra do Q.ieimado n. 3, defron-
te do berro do Peize Frito, vendem-se pe-
cinltas de cassa edita de muito lindos pa-
diO'S, pelo haralissimo-preQO de 2,000 rs. a
prcintin, dt-r-tc Ii.lo arrostras com ocom-
petent.' penhor.
lirande pccliinclia.
Riscados azuos do qualro pal3)01 de lar-
gura, proprios para vertidos de escravos, a
16 rs., o covado: na ra do Crespo n. 10,
loja de 1. I. de B. Taburda.
F.spirito Santo.
Venlem-se muilo superiores chapeos de
massa de pello, muilo lino, pel diminuto
preco de 4,230 rs., estes chapeos em outra
qualq'ier parte he 6,0t0 rs., tambem tem
mais abaixo para 2,000 : na tua dos Copia-
res n. 7.
Goiniua de cngoininnr.
Vendcm-se saccas, com gomma muito al-
va, para engommar : na luja n. 14, da ra
do Queimado.
Vendem-se na travessa da Madre
Dos n. 5.
Erva malte.
Fumo em iollii.
Farinha de mandioca.
Gigos de garrafas pretas e
brancas.
Huillas para ditos.
Ancoras de peruba.
-- No deposito de espiritos, na
travessa ta Moda n. 5 adia-
se ii venda, nova porcao Je garra-
loes de verdaJeira agoardente de
eana : quem se quizer prover des-
ta boa pinga, faca-o que a sal' a se est lindando.
bempre ha mu los bons es-
cravos para se venderem, muito
mais barato do que em outra qual-
quer parte, como sejam : --
Negros mocos, um dito bom cozinheiro,
moleques, moleqiiinlios negras mo;as ,
molecas e negrinhas, e oulros escravos : na
ra das Larangeiras n. 14, soguado adar.
.. v-i..!--so o-n a.lcrecocompleto, ouem
partes : V ra larga do Rozario n.17, |un-
to ao qnnrtel de PcH";.*. -,, _, .. ,Io
-- V'n leso tima ta.-crss, sita na ra ">
AraRun. II, com poucos fundos o l.ima-
fro-Ve7." par. a trra, vende-so porque.
*!?o kII'J-m para tratar desuisaudo:
l.ata-sena mesma venda _. v-
razendas por a metade de va-
lor, na ma do Crespn. O.
Cortes do chita finas, com ^ovados, a
1,920 rs-; dito de cassa chif, a 2,400 e 2,800
rs.: chapeos de maca pretos. a 800 o l.ooo
rs ; cortes de brim listrado de linho puro,
a 2,000 rs.; alparka do rord5o propnas para
casacas o sohrcrasacas. a 800 rs., o covado
e muitasuutras r-zeudas baratas: na loja
cima referida. ..
.- Vi n le-so um moleque creoulo, oo iaa-
dede 10 a 12 annos, de bonita figura, por
preco commodo : na ra Diroita n. 25, e
dir quem vende.
Vende-so urna casa terrea, sita na ra
das Cinco Ponas n. 70 : a tratar na mesma.
-- Vemlera-se saceos gradese pequeos
com arelo, por muilo comino lo preco : na
ruadoTrapiclien.il.
Novas eambraias para vestaos.
Na ra do Crespo, lojs da esquina, que
vira para a Cadeia, vendem-so corle* de
cambrtiias, com listras de cores, a 3,600 rs.,
o o covado, a 320 rs. ; ditas de salpicus de
cor a 3,0'J0 rs., e o covado, a 300 rs. ; pecas
.lecssis abenas p ra moqueletros.a 3,000
rs.; chitas de cores lisas e boniloi padroaa,
a5!oooe5,-)00 rs., a peca ; ditisdomada-
poltii) largoa pia rorro, a 2,100 rs. e oulres
l'azoodas, por precos commodos.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 de rs.
Bilhetes inleiros da lotera da matriz da
Boa Vista, a qual corre impreterivelinente,
no da 12 do correlo mez, u 12,000 rs.: no
Aterro da Boa Vista, loja de miudezas n.
48 ; sfio poucos.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20.000,009 e 10:000,000 de rxs.
Na loja de calsado da Praca da Indepen-
dencia e na ra da Cadeia do Itecire n. 46,
loja de miudezas achatn-se a venda os
meos bilhetes, qoartos. oilavos e vigsi-
mos, das loteras, decima lereeira da Can-
dado e dcima quinta do Iheat'O de S. Pe-
dro de Alcntara, que tem do vir as listas
pelos vapores, da carreira e nglez.
Pagos sem descont.
Meios II. >0
Quartos 5,500
Uitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Bilhetes do Hio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo rs.
Na loja de mludej.is da Praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inleiros, meios.
quartos, uitavos c vigsimos da dechna-tercei-
ra lotera das Casas da Caridade.
Lotera do Mi de Janeiro.
Aos 2o:>too,ooo rs.
Na ra estrella do Rozario travessa do Quei-
mado loja de miudezas n. 2 A, de J. F. dos
Sanios Mala, vendem-se os muito afortunados
billKles, uiflos, quartos, oilavos c vigsimos
da dcima-I-rreira l.ilerla das casas da canda
de. Na mes.iia l"la est patente a lista 27. da
lotera do Monte Po.
Lotera do Kio de Janeiro.
aos 2'i:000,000 de rs.
,\t ra do Queimado n. 18, vendem-se
bilhetes, meios, quartos, oilavos e vigsi-
mos, da 13.' loteria das casas da Caridade,
c:'ja lisia enega infalivelmente pelo primei-
ro nav'o que vicr da corle. Tambem se tro-
ca in pelos premiados da malriz da Boa Vis-
la : na mesma loja existem as listas das a-
trazadas ; a ellos para tirar os 20 contos.
Lotera do Hio de Janeiro.
aos 20:000,000 de as,
A' casa feliz.
Dos qualro cantos da ra do Queimado,
loja de hiendas n 20, vei.dem-sc os muilo
afortunados bilheles, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos da decima quinta loteria do
theatro de S. Pedro de Alcntara, bem como
um reto de caulollas da loteria das Casas
da Caridade, cojas lisias se esperam ate o
dia 13.
Aos ao.ooo,ooo rs.
No cambio da Viuva Vieira & Fillios, na
ra da Cadeia do llecife, n.21, receberam
a lista da 27. lotera do Monte Po, e os niui
......limad i- !nlli'-tes, meios ecautellasda
15. loteria a beneficio do theatro deS. Pe-
dro de Alcntara, da qual vern a lista no va-
por ingle/..
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olferece muitas garantas
a seus donos : na ra da Cadeia do
Recife n. 5 I, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
Nm armazem da ra da Cadeia do Becife n.
12, ha muito superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
preco muilo rasoaveis.
-- Compram-se e vendem-se
escravos, c recebem-se de com-
missao, tanto para dentro como
para iia desta provincia, e tam-
bem se adianta dinheiro sobre os
de comtnissoes, tendo bonitas fi-
guras, sem se levar jures : na ra
das Larangeiras n. i'i segundo
andar.
Kap Paulo Cordeiro do Rio de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recenlemente :
vende-se na ra da Cadeia do Recife, loja
u. 50, Ue Cuaba & Amorim.
feW M
):ev
\'*mWrBBater*tk%& *** W'^yisumrtx.ym


Milagre (TOuriqtte.
Na cosa n. 6, defronte do Tra-
piche Novo, vndem-se os diver-
sos opsculos contendo toda a
questao a cerca do milagre d'Ou-
rique, entre os distinctos Ilitera-
tos, Alexandre llerculano, padre
Recreio, Magessi e outros.
Oh! qnc pichincha para n presen-
te cstnco.
Vendem-se gasimiretas i1e excellentes co-
res propriss para palitos e pelo preco
baratissimo de 500 rs., o covado : no Ater-
ro da Boa Vista, loja n. 18.
Corrnni de presea > pechincha.
De 4,500 e 5,000 r.t. o corle.
Na ra do Queimado. loja n. 17, ao p di
botica, vendem-se corles de casimiras de
cores escuras, nimio cncorpsdas, proprias
para a presente eslncSo, a 4,500 e 5,000 rs. ,
e muito finas, a 5,500 e A,000 rs. ; pao lino
preto e azul, de cores fizas, a 3,500 e ^,000
rs., o covado ; cobertores do lila muito en-
corpados, a 1,600 rs. ditos muito grandes,
do Porto, a 3,000 rs. cada um, e outras fa-
zendas, por preco mais barato do que i ni
outra qualquer parte.
Vendem-se saceos novos de estopa ,
i'om dual varas, a 320 rs. : na ra larga do
liozario n. 48, primeito andar.
Que ni Irixiu' 1c comprar.
Cortes de chita lio nielhor gosto a 1,920
e 2,240 rs.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadei, acaba de chegar um
completo .sortimento do cortes do chita,
com fcovalos a 1,920 rs., e inteiros, a
a 2,240 rs.; pegas de madapolfio Tino com
pequeo toque de varia, a 3,000 rs. ; ditas
de algodSozinho, a 1,600, 1,800 e 2,000 ;
chales de 13a eseda, a 4.000 rs., e corles de
casimiras do ultimo gosio, a 6,400 rs. e ou-
tras multas fazendas de bom gosto.
Cera le carnauba.
Noarmazem de Domingos Rodrigues ds
lata recolliiila, optma>uoamlia, cose, en-
irr ni ni a bom e cozinha ptimamente, 2 cr-
dulas de idade 18annos, com algumas ha-
bilidades, um molequo de idade ISannos,
official dealfaiate, bonita figura, 4escravos
le todo o servico, um dito carreiro, 2 ditos
lo servico de campo e com bonitas figuras :
na ra Dlreila n. S.
4
') Para mti va< bailes soberhos. 0
% Regios sublimes vestidos do mais f>
i importante edelicadoblond de rama- #
% ge, assim como de extraordinario e %
% superior setim de peso, todos.hran-
4 eos e ricamente bordados, com fins- ?
P simoretroz d'alvor hrilhante : ven- fp
P dem-se na loja pernambucana de An- >"
% Ionio Luiz dos Santos, na ra do sy
Crespo n. II
"Vende-se urna escrava creoula, moca
n de elegante figura, lava, cozinha muito
bem, faz todo o servico de urna casa, tanto
ezterno como interno, seu ultimo preco he
600,000 rs., o motivo da venda se dir ao
comprador: na ra do Qucimado, loja n. 53.
-- Vemlem-sc um escravo moco, bom ca-
noeiro, cozinha o diario de urna casa e p-
timo para todo frvido ; um molato ptimo
sapateiro e com boa conducta: na ruada
Mangueira dobairro da Boa Vista, casa cor
de cinza n. 11,
-- Vendem-se urna porQo de ouro em
obras, como sejam, brincos, pulceiras, bo-
lees de aberturas, alfineti's de peito, gar-
gant Ira, aneies, conloes, ele.; bem como
outra porcffo de prata em colheres de cha ,
sopa e fivelas ; por preciso, um escravo ro-
hust') escm vicios : na ra Direita n. 89.
AO BOM F. BARATO.
Ra do Passcio-Publico, loja n. 9, de Albino
Jos Leite, vende-se cortes de meia casimira
escuras, pelo diminuto preco de 1,400 reis
chapees de 10I, asteas de balea com barraa
a 2,500 ; a elles antes que se acabem. (.'hilas
mu defeito algum a 120 rs. o covado, ditas
rosas finas c fitas 20i> rs., cobertores muito
emeorpados, proprioa para escravos, atilOrs.,
cambraias, da India, bordadas, proprias para
cortinadoa, a 400 rs. a vara, chales de chita
Andrade & Corr panhia, na ra dosTanoei-' 64 'fnf5 df. 8ed?' "** de l",u,il0
rosn. 5, vendes.! superior cera de carnau- eto. a ''n.0nn d,os de cambraia com bico
v nr.....a. .;!. i ..,-, i.- 320 c a 480 rs., brins de linho azul e de
ba, ltimamente lindas do Ararat), em corf5 m covado, |ellC0S de cambraia,
porcSo e a retalho, por menos prego que denominados vapor, a 200 rs. c outras multas
em outra qualquer parte, assim como sola e fazendas que deiain-se de annuciar para nao
couros miudos.
fiera de carnauba.
O 'mais superior que lia ueste genero, ven-
de-se em porcao e a retalho : na na da ( adeia
doRecife, loja n. 50 de Cunha Si Amorim.
m9mmmmtm.m:mmmmmmmmm
M Rap l'rdroli. X
Jt VeoJe-se no deposito geral, rua dos '-)
?jg Quarteis n 24, loja de Jos Das Simoes
m o muito superior rap Areia Prela Pedro :
uperior rap ...
II em pequeas c grandes porces, pelo J
~ preco j estatielecido, garantindo o de- if
V positaro a seus Ireguezes a faculdade 9
" de tornar-Ibes a receber no caso de se *
; achar em indo estado. -1;
<$c~- -m~--_:/-:mtma,-fstv*
Deposito do fa lulca de Todos os
Sanios na Rabia.
Vende-se, em casa de N. 0. Rieber.fii C. ,
na rua da Cruz n. 4, algodilo transado da-
quella ra lrica, muito propno para saceos de
assucar roupa de escravos, por preco com-
mojo.
A un l lio i pccliiiiclia.
Vendem-se chales de seda de lindos e mo-
dernos gostos, a preco de 4,500 ate 6,000
rs. : na rua do Crespo, loja n. 10.
>fff ftff nyfffffffi
Arados americanes. J
, Vendem-se arados americanos ver- <-
$. dadeiros, ehegados dos Estados- 4
g> Unidos : na roa do Trapiche n. 8. <
rJr4Al4j. + ^4l# >*t&^ft,fasfo
Para acabar, sarja brspanhola,
iinipa, boa, a 1,930 re.
Vende-se sarja limpa espanhola, muito
larga, boa fazenda, a 1,920 rs : na rua lar-
ga do Rozaiin n. 48, piimeiro andar-
Vende-se um sitio na Snlidade, na es-
trada que alravessa pelo fundo do sitio do
Cad, com casa nova e muito asseiada, com
tres salas forradas de bonito papel, quatro
quartos, cozinha fra, casa para fcitor e pa-
ra prelos, eocheiraj para carro e estribara
para tres cavallos, tem muitas e muito boas
larangeiras, hoas mangueiras, jaqueiras e
ojueiros, muitos [s de saputiziirus pr-
ximos a darem fructo; finalmente tem todas
as proporgOes para urna familia morar coi'
decencia e recreio tambem tem urna fa-
mosa cacimba com boa agoa de beber : tra-
ta-s na rua Nova, armiizem de trastes do
Pinto, defronte da rua deS. Amaro
I mu bonita prctaeng;oiiiiiindcira.
Vende-se um bonita prela, moga, cor-
polenta, engommadeira e cozinheira, nSo
tem vicios, neiti achaques^ oque ludo se
afianga : na rua larga do Rozario n. 48, pri-
meiro andar.
I k/. na de S. Antonio.
Nova trezena de S. Antonio, contendo a
ladainl'.-i, >ii| i lira e os versos, muito bem
arranjada, pelo diminuto prego d 320 rs. :
na livraria do patio do Collegio n 6, de Jo3o
da Costa Douiailo.
Pcrguiitas e res|iostns.
Com este titula, urna collecgilo de muitos
engragados versos, feilo porum pirnamliu-
cano. para as noutesde S. Antonio, 8. Joflo
e S. Pedro, e tambern serve para traques de
estalns, vende-se a folha, por 80 rs.: na li-
vraria do patio do Collegio n. 6, de Joflo da
Costa fiouih lo.
Asjovens periiaiulnicanas.
Um pequeo fulhelo, com muitas bonitas
sortes, para asnoutes de S. JoSo, S. Antonio
eS. Pedro, vende-so por 160 rs. : n* livra-
ria do patio do Collegio n. 6, de JoSo da
Costa Honrado.
Instrumentos de msica.
Fobriea de Pnriz.
Na rua Nova n. 9, vendeo.-su clarins, cor-
nelas, pistes, trompas, Irompoes, pratos de
Constantinopla, oboes, clarinetas, requintas
todas as qualidades de violOes, rabeccas,
flautas o flautins.
-- Vende-sc resina de angico a retalho e
por alcado, a 320 rs., a libra : na rua da
Cadeia do Recife, loja de JoSo Jo>. de Car-
valho Moraes.
Vendem-se urna preta creoula, moga,
cose, cozinha, vende na rua, lava e faz o
maisarranjo de casa; urna molatinha pro-
pna para ecabar de aperfeigoar-se, por ser
viuda do mato, e um sapateiro creoulo, que
d 6t0 rs. aiarios, por 700,000 rs. : na rua
jarga do Rozario, loja n. 35.
V ieques creoulos, bona officiaes de pedreiro,
de idade de 20 a 22 anuos, urna bonita mo-
oceupar lempo.
GBAXA ECONMICA EM MASSA.
Po insigne fabricante ,-miericano, James Ma
son. A sua composico he feita de proposito
para lustrar com agua e conservar a lustro,
tanto de invern como de vern; a grande
vaniagem que lia nesta graxa he a couservaco
do calcado, e luslrarein-se os sapatos ou bo-
tins anda niesino mothados, e una pequea
lata aturar mais deque tres boies e custar
menos do que um. Vende-se em barricas,
ou porfi de duzias, no armazem de Vicente
Ferreira da Costa, na rua da Madre-de-Dcos.
\ende-sc os seguintes livros em segun-
da 111.i>. e em bom estade, por preco comino-
do : Legislacao portugueza de l"50 a l84l, em
r2 vul.; repertorio da mesilla, em 2 vol. ; dito
das leis extravagantes, em 2 vol. dito das
ordenacoes do reino, em 4 vol.; Lobao, notas
de uso pi anco, 4 vol.; direilo civil, por llor-
ges Carnero, 4 vol. ; assentos da casa da sup-
plicaco, l vol.; tratado das obrigacoes, por
Pothier, 2 vul. ; Mello Freir, instiluiroes de
direiio civil, 7 vol.; Pereira de i arvalho,
prucesso orphanplo;ico, 1 vol. ; Correia Tel-
les, doulrlna das aeces, 1 vol.; Ferreira llor-
get, medecioa legal, 1 vol.; digeslo portu-
guez, 1 vol.; ordenares do reino, 3 vol.;
Voltaire, poesia, 1 vol. ; Watel. direilo da-
gentes, l vol,; Mathus, principios de econo-
ma poltica, 3 vol. ; o Federalista, por lla-
iniltoii, 1 vol.; inemoires de Constan!, G vol.;
Tliomaz Paine, sobre poltica e legislaro, 1
vol. ; ti v'lililes da legislado brasileira, o
mauual do cidado, por S. Pinliciro, ein 3
vol. em brocliura: na rua do Rau^-cl n. (iO,
de urna hora lia larde s seis.
Vende-se una prela com habilidades e
boa conducta, o que ludo se alianca : na rua
larga do Boiario, n. ?5,
NA LOJA DE MAIA RAMOS & C. NA RUA
NOVA, N. 6
Vende-se ricos capotinhos de setlm maco, ri-
camente guarnecidos de bonitas trancas c fran-
jas ; ditos de cbamalotc c de tilo de liuho
preto, e sarja de cordaozinho ; adverle-se que
he o millior que ha ueste genero ; o preco
anima o comprador.
-- Na rua das Cruzes n. 22, segundo andar,
vende-se una crenla de 22 anuos, bonita fi-
gura, engoniina bem, co/r bem chao, cozi-
nha e lava de sabo ; e urna dita de naco
com as mesuias habilidades, e mu lido mo-
leque de i. anuos, que cozinha o diario de
urna casa, c nina crioula de 2(> anuos, com
todas as habilidades, para engenho ou fra
da provibeia.
4 l -''in< acabando. fr
4 Chapeos de sol francezes, de mui- (
to boa qualidadc.tr nlo na sed, como >
4 na armagilo por sorrm gran 4 muitu fortes, pelo barato prego de #;
4 6,000 rs. : na rua do Crespo, ao | < A>
Q ilo arco, loja n 2. fr
.. -- Vendem-se 2 pn ta> quitaniieiras, urna
por 400,000 rs., e outra por 300,000 rs ; urna
mulata com habilidades e iiiuilo boa cozi-
nh ira de Ionio e fucilo: no (ateoda matriz
de S. Antonio, sobrado n. 4, se di quem
vende.
Vende-se urna propriedade, com mui-
tos commodos, situada na Passagem da Mag-
dalena : trata-sena mes mi Passagem, ven-
da n. 13, j n annuncie para ser procurado.
No- Oii'.iIi-o Calilos Lil:i Itna Vista
esquina de S. Colgalo n. 1.
VenJem-se superior manteiga Injleza.por
commodo prege; aletria nova, a 210 is., a
libra; macarrflo, a 240 is., a libra : llhe-
r.io, a 240 rs.;cha bysson, a2,240 rs.,a libra;
dito superior de S. Paulo, a 2,000 rs., a li-
bru; bolachiiiha ingleza, a 210 rs., e outros
mais gneros, por rasoavel prego e de su-
f erior qualidadn.
Vende-se meicurio, por prego commo-
do : na rua de Apollo n. 18.
Ao lioni e burato, no Aterro da
I loa Vista n. 7 5.
Venda junto a loja de sera, vendem-se, Ts-
rinha de araiuta, a 160 rs., a libra; dita do
Maranho, a 80 rs.; loucinho de l.i.-lioa,
200 rs. ; dito dos santos, a 160 rs.; mantei-
ga ingleza muito boa, a 560, 480, e 400 rs.;
banha, a 320 rs. ; arroz do Maranhflo, a 8u
rs. ; presunto, a 480 rs.; chourigas, a 480
rs,; paios, a 320 rs ; salames, a 400 rs.; ale-
tria, a 240 rs. ; macanfio, a 160 rs.; choco-
late de Lisboa, a 400 rs.; queijus muito no-
vos, a 1,600 rs. ; salo do Rio, a 140 rs. ;
dito preto, a 120 rs ; Hito branco. a 220 rs.;
cha hrasileiro, a 1,000 rs.; dito hyssou mui-
to aupe-or, a 2,000 rs.; dito preto a 2,000
rs., e i.i n.lii'in tem em emhrulhus clnnezes,
a 700 rs., cada um; azeite duce de Lisboa,
a 560 rs., a garrafa; dito de couco, a 360 rs :
vinho branco, a 320 rs.; dito muscatel, a
100 rs.; dito do porto engarrafado, a 400 rs
dito de (Vitoria engarrafado, a 500 rs.; dito
le Lisboa em pipa, a 240 rs.-; dito da Fi-
gueira, a 200 rs ; vinagre, a 80 rs. ; serve-
ja branca, a 400 rs.; dita preta, a 480 rs.;
nenebra de hollanda, a 300 rs., a botija; ca-
f moido, a 200 rs, a libra; dito de carogo,
a 160 rs. ; cartas de traques, a 220 rs. ; bo-
lachinha americana, a 240 rs.; passas novas,
a 240 rs. ; velas de espermacete de 6e 7 em
libra, a 640 rs.; ditas de carnauba de 6 e 7
em libra, a 280 rs.; azeite doce Traneez en-
garrafado a 640rs.; pratos e tijellas, a
1,080 rs., aduzia; tijellas pequeas, a 800
rs., a duzia; espirito de vinho de 37 graos, a
160 rs., a garran, e em cnidas, a 1,000 rs.;
azeite do reino, a 700 rs.; agoardente de
aniz, a 600 rs.; genebra, a 640 rs., a cana-
da ; latas de sardinhas muito novas, a 1,000
rs.; azeitonas, a 240 rs., a garrafa ; fannha
de trigo, a 100 rs a libra, e outros muitos
gneros; assim como, aparelhos para cha,
brancos por muilo diminuto preco: na
mesma casa vendem-se 2 rotlas com pouco
uso, por commodo prego.
Para qnein quizer galibar di-
ubeiro.
Vende-se um cosmorama composto de
muitas vistas, das mais bollase importantes
partes do mundo, e todos os seus pertences,
como vidroa e candieiros, etc. ; qualquer
nessoa que querr fazer fortuna, j viajan-
do pelas capitees das provincias, como pe-
las cidades e villas do interior, ndo deiza-
rdecolhermuitos lucros,attendendo prin-
cipalmente, que nos lugares do interior,
pouco ou nada he conhecido esse passa-
lempo e genero de recreio com o qual
muito aproveitarSo os habitantes do cen-
tro, vendo bellas e curiosas vistas origi-
naes, o que poder produzir grande cun-
currencia de admiradores, e dest'arte em
poucos mezes, ter-se-ha feito boa fortuna :
trata-se na rua do Sol n. 15.
Vendem se .-ementes de coentro, mui-
to nova, a 200 rs., agarrafa, afiancia-sea
qualidade: no Atierro da Boa Vista n. 14.
Vendem-se os melnores e mais frescaes
queijos do sertSo do Serid: na rua do
Queimado loja n. 39.
-- Vendem-se um candieiro redondo de
moio de sala, um dito de metal com vidro-,
um par de lanternascom ps debronze, um
par de mn.as de vidro com cast'caes, ten-
do as mangas um pequeo defeito, urna
banca redonda, de oleo e modorna, tudo
proprio para qualquer casa de negucio : no
becco do Aacite de Peixe, sobrado n. 11.
Vende-se urna creoula de idade de 21 a 22
annos, que sabe cozinhar soH'rivelmente o dia-
rio de uina casa, coze cha e engomma alguma
cousa, e he muito fiel: o pretendente diri-
jam-se ao palco do terco, venda n. 71, que abi
acharo com quem tratar.
No Attenoda Boa-Vista, defron-
te da lionera.
lie chegado os bem coohecidos sapales
ile Nanles, muito propnos para a estagSo
presento ; ditos do Aracaty, tanto para ho-
mem, como para mininos, a 800 rs.; ditos
de couro de lustro, feitos na Babia, a 3,000
rs.; ditos do Aracaty, a 2,500 rs.f tudo a
troco de dinheiro.
Acaba de chegar do Rio, e vendem-se
muito barato, as seguintes
No Atierro la Boa- Vista, defron-
te, da boneca.
He chegado rcssenlemente um novo e
complolb sortimento docalsados francezes,
de todas as qualidades, que se vendem mui-
lo baratos, alim de re apurar dinheiro.
fJuslcatt modernas para piano
Arlas, o i,5oo rs.
Do final da opera la Snnmanbula : do te-
guillo acto de Nabucodonosor: da opera
Malino Falliero : da opera la Straniera : do
2. arto da opera llreatrice di Tenda : da
opera Embaixatriz : da opera Capuleti : do
Aullados Lombardos, etc.
Cavatinas, a l,5oo rs.
Da opera o Pirata : do Ernani: da Son-
maubula : de Beatrici de Tenda : de chi du-
ra vince : de Mathilde de Chabran : de Na-
bucodunosor, etc
Duetos. a 2,0110 rs.
Da opera de Btlisaiio: da 01 era de Muette
de Purtici: da opera de Lannemour, etc.
Varlacoes, al,5oors.
Sobre um motivo da Sonmanbula : de E-
dimbourg : do domino noir : do romance
de Jaconde Polka, etc.
Valsas e quadrbas.
Cruseiro do Sul ; o po de assucar : o
de.>ejo : a sympalhia : o Tivuli : a Lesbo
nensa : la SIkcioii del Plata : agrados d
Sinh : California com ricas estampas: a
engaadora : a graga deDos : a nurmola
Lucias de Cannenmour, etc., etc.
E outras muitas msicas, como rondos,
quartelos dos melhores compositores, por
pregoi commodos : 110 paleo do Collegio,
casa do livro azul.
Vendem-se urna n.^gra de trese an-
nos com liabilidxdrs e de linda figura ,
propria para mocamba de casa, urna dita
boa cozinheira e de boi conduta: na rua do
l'i go n. 23, se dir quem as vende.
4 Na rua da Cadeia Velha, confronte
4 ao beccoLargon. 27, vendem-seselios
4 legtimamente iuglezes, com loros,
4 silbas, r.iludios e buns estribos de
i neo, pelo ha.-atissimo prego de 30,000
4 rs o d 1 mu; advertindo que otar-
4 reio* ennunciados, s3o justamente os #
(.-) mesmos que os selins troseram. *$
tctt $**###*?
ca lia o de 1 henar para a loju de.
Jos Joaquini More Ira S C. 1
rua Nova 11. 8.
Os mais lindos manteletes e capotinhos
pretos e de l'urta-cores que sem exagerajao
tem Minio, solircsahindo ao inesmo lempo a
variedade nos gastos porque sao quasi lodos
de diferentes modellos, acreasenlando-se mais
qiiecmquanto do preco nada Picar a d
jar ao comprador.
Pecas de aljiida-zinhoconi avfc-
ria a 1 .te, 1280,144o rs.
a rua do Crespo luja da esquina que
volia para a Cadeia vende-se pecas de algu-
dao-zinho com a varia a 1,000 1,280 1,440 rs.
e anula continua yender-se oa.mullos a-
c.r. dn.idos cobertores de tapete a 720, e ou-
tras fazendas por preco commodo.
Com o de lustro.
- Na rua da Cadeia do Recite loja de farra-
gens 11. 56 vende-se couro de lustro pelo di-
minuto preco de 2,500 a pelle.
inpii/.iio le salitre.
Venda-se salitre refinado em grandes e
pequeas porcoes e por mais barato preco do
que em outra qualquer parte na loja de fer-
ragens de Francisco l ustodio de Sampaio rua
da Cadeia do Recie n. 56.

fe
Na rua dos Pirasen. 19, vende-se um
negro muito fiel ehabel, para qualquer si-
iin,por ser aooslumado no campo; assim
como urna porgSo de alquelres de cal bran-
ca, muito fina, de Jaguaribe. -
Vendem-se na rua da Cadeia do Recite,
loja de Joflo Jos de Carvalho Moraes, penis
le ago superiores o um par de oculos de ou-
ro, feitos em Lisboa, do muito bom gosto.
Vendem-se tres escravos de bonitas fi-
guras, sendo um creoulo, de Idadede 17 an-
nos; um molato de 22 annos e um cabn-
nha de 15 annos, proprios para qualquer
trabalho na rua da Cadeia do Recito a. 49.
Vende-se um escravo, ptimo cozinhei-
roe de elegante figura: na rua do Hospi-
cio n. 9.
Vendem-se 2 moloques, de 16 a 18 an-
nos, creoulos, muito boas figuras, bons pa-
ra todo servigo, tanto da praga, como de
campo; um preto de 30 annos, bom para
todo o servigo; urna cabra de 30 annos, en-
gomma, faz renda, coze e cozinha : na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Para te acabar.
Vendem-se cera de carnauba, primeira
sorle, a 5,500 rs.; sapatos braceos para mi-
ninos, a 500 rs.; peonas de ema, couros de
cabra e chapeos de palha, tudo superior,
pelo prego he de graga : na rua da Cadeia
do Reciten 49, primeiro andar.
Vende-se urna bonita escrava, ptima
quitaodeira, de idade 28 annos, sem vicio
nem achaques, e o motivo se dir no acto
da venda : na rua de S. Rita o. 14.
Vende-se um par de atacas, com o pe-
so de 19 3|4 oitavas do ouro, obra de gosto,
por 70,000 rs. : na rua da Penha, venda
11. 33.
Vcnde-se urna rica montana inteira,
paia senhora, com rico jaque de veludo
preto. bom t e selim, tudo sem uso algum :
oa loja de Francisco Joaquim Duarte, na
ruadoCabuga, se dir quem vende.
- Vende-se urna negra de bonita figura,
sabe muito bem engommar, cozinhar, lavar
e fazer todo o arranjo de urna casa : na rua
do Rozario larga, por cima do armazem de
l'iuga, segundo andar.
--No armazem da rua da Moeda n. 7, con-
tinua-ae a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do tul, e opreco
em conta.
Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Vende-se um grande sitio no lugar do
Manguinho, que tica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro aguas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na rua da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Vendem-se as seguintes ge-
mentes:
de abos, dltaa de ditas Inglexas, ditas de r-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
bolas de Seiubal, ditas de alface allamaa,
ditas repollaidas, ditas de rve trinchada, (li-
tis de senoura amarellas, ditas de chicoria, di-
tas de coentro de toceira, ditaa de salsa, ditas
de tomates grandea, dita de repolho, ditas de
espinafre, ditas de pipinclla, ditas de aipo,
feijao, earrapato de tres qualidades, ervilhas
tortas c dlreitas, rabanetes encarnados e bran-
cos: na rua da Cruz n. 46, defronte do Dr.
Cosme. Namcsma casa vendem-se queijos In-
gtezes nonio frescaet.
ittadnma llosa llardy, modista
brasileira^ rua Nova n. 34-
Annuncia ao publico, que acaba de receber
de Franca um lindo sorlimcnto de capotinhos
prelos e de corea delicados inulto eofeltados.
gros de naples e chamalotes, ditos de tilo de
linho preto para senhora, gros de naples de se
da furia cores para vestidos e capotinhos, ditos
de cor de rosa e gorguro de rosa para vesti-
dos e proprioa para chapeos, gros de naples e
chamalotes preto para capotinhos, bolotas pre-
tas para capotinhos. franjas e trancas prrtas e
de cores para capotinhos, traucas de seda
branca, azul, cor de rosa, roxa, azul para en-
lejiar vestidos, luvaa de seda e pellica para se-
nhora e meninos, nielas de seda para criaocas
de 1 a 4 anuos, ('apella j de flores para bailes e
casamentes, ricos chapeos de seda fraozida
para senhora, ditos de palha para aenhoras e
meninas, chapozinhos de seda para criancas
de 1 a 4 apnos, lindas tocas para senhoras viu-
das de Franja, romeiras, camisinhas com gol-
la e aein golla, com o pello bordado e guar-
necido de reuda c bico de linho, pellilhoa de
cambraia bordado com bico de linho, mangui-
tos de lil de linho, cambraias de linho borda-
das, enfeiles de llores de cabera para bailes e
thealroa, epariilbos para senhora, o que ha
de melhor, armacao e capas para fazer cha-
peos, fitas, penadlos, flores, perfumarlas,que
se vende pelo custo, querendo acabar pelo l."
de jullio, lindas toucas para baptisar meninos
vindas de Franca e feitas aqui. Na mesma loja
se faz vestidinlius de menina e de casamento,
capotinhoa de encommenda por preco com-
modo.
Continua-se a vender agoa de fazer ao
cabellos e suissas pulas : na rua do Quelmdo.
loja de ferragens n. 31.
' l.aiituj.s |'ailhet& Companhia.^
t Continua-se a vender no deposito |
geral da rua da Cruz n. 52, o excel- i
I linte e bem conceituado rap areia I
}i preta da fabrica de Cantois Pailhet& j
9 Coinpanhia da Babia, em grandes e p
pequetas porges pelo prego eslabe- p
$ lecido. $)
PMri ':m^rm:wm9mmmm^mm
Agencia de Edwin Naw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
mont S Coinpanhia, acha-se constantemente
bons sortimentos de taina de ferro coado e
batido tanto rasa como fundas, moendas i ti
leiras todas de ferro para ananaes, agoa, etc.,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
maitos e modellos o mais moderno, machina
horisontat para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos "preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Cid virgemem pedra.
Chegada de Lisboa pela barca Margaridd, ven
Ir-so no armazem de Silva barroca, rua do
Brun O. 26.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos'
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
de ferro ; na fundicSo da rua do
Brum ns. 6, 8 e io.,
Faienda mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodao escuro para quem
tem fri a 720 ra. cada um, cortea de brlm
branco trancado de linho puro a 1,800 ra., di-
tos escuro a 1,600 ra. o curte, riscados de 11.
nbo a 220. e 320 ra. o covado, riacado de algo-
dao trancado multo cncorpdo proprio para
escravo a 180 e aOO rs. o covado, picote a 180
ra. o covado, zuarte axul de 5 palmos de lar-
gura a 740 rs. o covado, dito de cor a 200 rs. o
covado, riacado trance/, muito finos a 240 rs. o
covado, chita para cobertas de cores fizas a200
rs. o covado, ditas para vestidos a 160 e l80rs.,
caaaa chita core* fixas a 440 ra. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 rs. o covado,
pecas de caaaa de quadros para babados e cor-
tinados de cama com 8 varas e meia a 2,40o
rs., cbapos de massa para escravos a 480 rs.
cada um : na rua do Crespo n. 6.
Tai xas para engenho.
Na fundigfio de ferro da roa do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de taizas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidfio embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Escravos fu idos.
No dia 28 do prximo passado mez de
mio, leve fuga o escravo Paulo, de uacao,
pertencente ao abalxo aaaignado, morador no
engenho Burralho, freguexla de S. Loureoco
da Malta; eujo tem os seguintes signaes: re-
presenta ter 50 annos de Idade, levou vestido
calca e camisa de azulao, be baizo da corpo,
pouca barba, tem ambas aa pernal tortas para
os lados, oa pela apalhotados os dedos tam-
bem torios, sicatrizes as pernaa provenien-
tes do ftidas que leve, da maneira que he
conhecido, anda de longe, o andar, por cau-
sa do defeito das peruas. Suppde-se elle an-
dar ah no Recite, mettido a ganbador. Quem
o prender pode o levar em casa do dito abaixo
assignado, ou na rua Relia em casa do coro-
nel Francisco Jacinlbo Pereira, que sera ge-
nerosamente recompensado.
Joifi Ferre Dalfro.
||= Desapparecen no dia 1 de junbo corren-
te de bordo do brigue Flor do Sul o preto mi-
rlnheirode nomc Caetano, nacao Angola, ida-
Je 24 annos pouco mata uu menoa, estatura
baixa, corpo regular, levou vestido carniza e
calca de algodao azul: rogase a captura do
mismo, e lvalo a bordo do dito brigue, ou a
rua da cadeia n. 39 escrlptorio de Amorim Ir-
uios que ser generosamente recompensado,
Do dia 2 para 3 do corrente, ausentou-se
da Ponte-d'Ucnoa, para onde tlnha ido com
una canoa de lijlo, um preto canoeiro de
nome Joaquim, nacao Cacange, de estatura
regular, representa ter 25 aunoa de idade,
cara redonda e cor um pouco fulla, nariz cha-
to mas todo repudiado em roda que parece
ter sido queimado, porm be defeito de bext-
gas, das quaes inda tem bastantes signaes em
lodo o rosto, tem pouca barba, e he quebra-
do das duas verllhas; levou caifa e camisa
de algodao de fra e chapeo de palba: roga-
se portanlo a todas as autoridade poliches e
capitaes de campo o favor de o mandaron
capturar e entregar na rua do Rozarlo larga,
padaria n. 18, que se gratificar generosamen-
te a quem o trouxer.
Ueappareceo, na nonte do da 3l do pas-
sado, do engenho Santo Andr, na freguezla
de Una, o preto crioulo Joo Mariano, official
de sapateiro, comprado a Jos da Fonceca e
Silva, a 19 de feverelro desle aono, com os
signaes seguintes : belide no olho esquerdo,
di/, elle que proveniente d'uin couce de ca-
vaiio, e pelo que tem urna sicatriz na extre-
midad)- supeiior do nariz, do inesnin lado
esquerdo ao p do ouvido para traz da orelha
tem outra cicatriz longa e bem saliente, cara
larga e bexigosa, fornido do coipo, de altura
recular, e lera 30 annos, pouco mais ou me-
nos, levou do mesmo engenho um quarlo
em que ibi montado, castanho andrino, boni-
ta figura, grande, carnudo, castrado, p di-
reilo calcado, com i marca -P- napa eiquer-
da: roga-se s autoridades policiaca e capi-
taes de campo a aprehenaao, e levando-os ao
supra dito engenho ou no Atierro da Koa-Visla
n. 36, que sero generosamente recompensa-
do. Este escravo fol visto passar no engenho
S. Paulo, em Seriohaem, no da immediato.
onde he conhecido de muitos, por Joo Piloto.
licsapinceu um escravo, de uume
Joaquim, magro, alto e Tula, de 30 annos da
idade, com 4 dedos em urna nio, ha duas
smanas, que foi vis'o em diversas parles,
na Boa Vista ePassugem, he canoeiro: quem
odescobrir, queira leva-lo na rua da Praa
de S. Hita n. 23, ou 43, que ser generosa-
mente n cot pensado.
Oesapparcceo do engenho Jardiin, da fre-
guezla do Cabo, no dia 20 de malo do corra-
te anno, um moleque por nome Hoavenlura,
que representa ter 15 annos; he espigado do
corpo, bonito, bem fallante, tem os pea lar-
gos. Roga-se s autoridades poliches, cam-
panhas, ou qualquer peasoa, o prendain ou
faco prender e levar ao seu senbor, Joaquim
rioniisco Paes Brrelo, no dito eogenbo ou
nesta praca, na rua das Cruzes n. 40, a Do-
mingos da Silva Campos, que sero generosa-
mente recompensados.
Desappareceo de bordo do brigue Eipt-
raneo, na noute de 27 de malo crreme, o
escravo, marinheiro, de nome Sent, naco
Mocamcique, idade 25 annos, pouco uvis ou
meuos, baiso, ebeio do corpo: roga-se a cap-
tura do mesmo ; e quem o levar bordo do
dito brigue, ou rua da Cadeia n. 39, escrip-
torio de Amorim Irinos receber boa gra-
tificacio.
Desappareceo de bordo do brigue Flor
do Sul, no dia 27 do corrente mes de malo,
escravo, marinheiro, de nome Marccllino,
Cambinda, idade 30 annos, pouco mala ou
menos, estatura regular, magro; levou cami-
sa e caifa azul, chopeo alcatroado : roga-ie
a captura do mesmo ; equem o levar bordo
do dito brigue, ou rua da Cadeia n. 39,
escriptorio de Amorim & Irmeos, receber
boa grallcacao.
Desappareceo, pela terceira vea, na nou-
te de 25 de maio, de bordo do brigue Arfoi,
o escravo, marinheiro, de nome Candido, na-
co Angola, que representa trinta e tantos
annos, rosto comprido, naris chato, alto, sec-
co do corpo, e barba cerrada. Coaluma andar
nos arredores da cidade, pelas vendas: roga-
se a sua captura e a pessoa que o fizer levan-
d(i-o bordo do dito brigue, ou rua da Ca-
deia n. 39, casa d'Amoriui & Irinos, recebe-
r boa gratiticaco.
Dessppsreceu, no dia 18 do passado, o
escravo de naco Cacange, de nome Jos,
representa ter 25 annos, liaixo, grosso do
corl o, sem barba, rosto abocetado e ps pe-
queos ; levou calca de algodSo transado
com listras azues e carniza de algodSozi-
nho ja rota : quem o pegar, leve-o a rua do
\ gario n. 22, primeiro andar, ou na rua
da Cadeia do Recite n. 51, que se recom-
pensar.
rF.iiN. naTvi'-i; M-F-df: Fap.i*-


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