Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06358


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Full Text
I
Anno XXVII
Sabbado 29
FAHTID43 SOS COBRtlOS.
Goianna e Parahiba, as segundas e scitai Cetras.
nio-Grande-do-Norte, todas as quintas felraa ao
raelo-dia.
Garaohunt e llonito, a 8 e 23.
Doa-VIla e Flores, a 13 e 2.
Victoria, i$ quintas fciras.
Olinda, todos os diat.
IfHtlMSlDES.
{Ron, a 2. aa 10 h. e 55 m. da| I.
Pimrc n .n, Cresc. a 10, as 7h. e 25 m. da;,t.
PHXSIS B LOA, CheU a ,7as ,0h e 59 m. dam.
\Ming. a24,sllh.e 6 m. da m.
nUMAB DE HOJE.
Prlmeira as2 hora e 6 minutos da urde.
Seguida s 2 hora e 30 miamos da maohaa.
de Mar W. 73.
SIAS A SEMANA.
i namoiii mi i iinni
24 Seg.S. Latino. Aud. do J. d'orf. em. da 1.
25 Tere. 9* Annunciacaode NossaSenhora.
26 guar. S. I.udgero Aud. do J. da 2. vara.
27 Oulnt. Koberto. Aud. do J. dos orf. edo m.
da priineira vara.
28 Sexi. S.AIexandre. Aud. do J. da 1. varado ei-
VBEQODA aUBSCRtpqiAo. vcl, e dos i. no. da faiendi.
' Por tres meses padiantados) 4/000.20 Sab. S.'Henoldo. Aud. da Ch. e do ;. da 2.
Por seis meses 8000 varado civel.
Porumanno 15/000 30 Dom. i.' da Quaresma. S. Joo Clunaco.
CAMBIO VE 28 DE MABCO.
Sobre Londres, a 29 Vi d. p. 1/WO rs. 60
Paris, 320 por tr,
* Lisboa, 85 a 90
Ouro. Oncas hespanholas.....
Modas deG/400 velhas.
de U/40H novas .
de4000.......
Prata.PatacSes brasileiros...
Pesos columuarios...-
Ditos mexicanos........
dias.
28/000
16/000
16/000
9/"00
1/ttO
1/920
180
a 28/500
a 1B*200
a 16(200
a 9/100
a 1/HO
a 1#M0
. 1/700
i<.:,Majgmu.'cga; i, tinManri
PARTE OFFICIAL.
GVEHN DA PKOVINCI.
EXPEDIENTE DO DA 18 DE MAItgO
DF. 1851.
Orfclo. Ao coinmando das armas, para
mandar augmentar cun mals tres pracas a
guarda do arsenal de marinha, para comervar-
ae uina senlinella ao p da barca de escavaeo,
que all se est ronstruindo. Intelligenclou-
seao Inspector do arsenal de marinha.
Dito. Aa ni.sino, remetiendo para ter exe-
cuciio, copia do termo pelo qual, de ennformi-
dade com o aviso da reparticao da guerra de l5
de Janeiro ultimo, cnntratou com aadministra-
co dos estabelecimentos de caridade o forne-
cimento dos medicamentos necessarios ao hos-
pital regimrntal drsta cidade pelos precos men-
cionados no formulario que por copia tambem
remelle. Communicuu-se a mesina admi-
nistracao e a pagadoria militar.
Dito. A thesuuraria da faienda, transmit-
tirulo n aviso de una lettra na importancia de
400,000 rs., saccada pela thesouraria dafazen-
da do Rio Grande do norte sobre a desla, c a
favor de Thomaz Gomes da Silva.Particlpou-
se an Exm. presidente daquella provincia.
Dito. -- Ao juiz relator da junta de juslica,
transmittludo para ser relatado em sessao da
iiiesina juma o consrlho criminal frito ao sol-
dado do corpo policial Luis Autonio de Franca.
Cnininuiiicou-se ao coiiiiiiandaiitc do referi-
do corpo.
Dito. A thesouraria da faienda provincial,
para fazer numerar e rubricar com a brrvidade
possivel as gulas que remelle, asquaes dovem
acompanhar o algodo romeitidu do centro
dota provincia para o de Alaguas. '
Dito. -- Ao commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Santo Ama, re-
rniiiiin-iiiiii.7.-.1.-.' ;.">nedic.o de suas ordens, a-
fiui deque a guarda nacional, lano de eaval-
laria como de iiil'uii.u i -| daquella fregue/.la, a-
companhc a procissao do Senhor ilos Passos,
que ter lugar all no di.i 13 de abril prximo
futuro. V
Pnrlaria. Mandando qiVe o chefe da pri-
ami i*/timmnabjrssmiMW''*''<
, .......... iimmsriTil i i iisasanrrrf-TnT*-1
mriralcgiao da guarda nacin*!, do municipio
da lloa-Visla, e na sua faltado da- segunda, en-
tre Do exercicio do respecta romanando supe
rior. visto ter fallecido quein ^\i
zcrain-seas convenientes coininCT.i
xerca
cacC
Commanilo das armas.
Quarttl do commando das minas na cidade do
Recife, em 22 de mareo de 1851.
(nuil-m no da n. 6t.
Tendo-ae recolhldo a esta capital alim de se-
guir seu destino o Sr. alferes do deposito de re-
crulas da corle Francisco Mariano de Siqucira,
o Illin. Sr. coronel coinmandanle das armas,
manda que fique aifdido ao segundo hatallio
deartilharia para fazer o servico da guarnicao
emquanlu se nao rene ao seu respectivo
corpo.
le p'ldirw da Silva e Jzevedo,
Primtro l- ni'iiii'. jiulanle (i'ordetis.
IDLM DO DA 25.
Oidem do din n. 66.
O Illm. Sr. coronel coiiimaiidante das ar-
mas, manda scienlifcar a guarnicao que S. SI
o Imperador, l.ouve por bem por decreto de
25 de leverriro ultimo conceder ao Itvd. padre
Antonio Francisco Cor.clves Guimarrs a do-
luissao que pedir de capello dnqiiarto ba-
talho de arlilharia a pe, e por nutro decreto
de 8 do crtenle, nomcar para capello do
mesmo batalho o ltvd. padie Antonio de Oli-
vria Aulunes, segundo foi declarado em lu-
cios do Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia datados de 22 do crrenle.
O mesmo Illm. Sr. coronel manda igualmen-
te fazer publico as seguinles disposicesdo go-
verno imppiial.
I.' Que foi dispensado de seguir para esta
provincia o Sr. segundo lenle do corpo de
engei.heiros Antonio Augusto da Arruda.
2.* Que obteve liecnta para completar o
curso geral da esacla militar o Sr. segundo l-
ente do segundo batalho de arlilharia a p
Jaiao da Gama Lobo d'Eca, que se acha na
corte.
3.* Que o Sr.'cadete do primeiro batalho
de arlilharia a p rrancisco Jacintlio da Sil-
veira .bu-ve Ires meses de licenca com o suido
aiinpies para vira esta provincia.
4.' Finalmente, que aejam considerados
pracas cll'eclivas da companhia fixa de cavalla-
lia desla guarnicao os Sra. primeiros cadetes
Joaquim de Gusmo Cnrlho e Horacio de (lus-
nio Coelho, licando sem efleito a ordrm que
i.s in.oicli.il desligar da referida companhia.
Todas estas ditpositdes furam coiiiiuunica-
das em oflicios do mesmo I-.mh, Sr. conselhei-
ro pn snl.-i.tr, datados tambem de 22 do an-
dante mez a piun.-i..., segunda e quarta com
referencia aos avisos do ministerio da guer-
ra de 12 do crrente, e a terceira de i S de Ja-
neiro ultimo:
Ltopoldino da Silva Airvedo,
Primeiro lenle, ajudanle d'urdens.
TRIBUNAL DA RKLACAO'.
SCSSA'O DE 22 DB IAR<;o DE 85I.
raagiDEiciA no isn. sfmiuh conselheiso
AZEVKDO.
A' 10 horas da inauha, achando-te presen-
tes os senhores deseinbargadores Villares,bas-
tos, Leao.Souza.llabello, Luoa Freir, Telles e
Pereira Monleiro, o Sr. presidente declara a-
bena a sessao.
Foi lido mu ofcio da Exm. presidente da
Krovnu i.i, cuimi.iii.il-.linio b.ivrr em data de
oje concedido dous meies de li.-.m com or-
denado ao Dr juiz de dlreito da comarca do llo-
nlio Caetano Vicente de Almeida Jnior pora
tratar de aua saude.
JULO4MENT0S.
Beeurio erimi.
Recorrente, o bacharel Joo Floripes lii.-is /'ai -
reto; recorrido, o juizo. -- Apiesenlou-se o
arcordaui dando provimento.
Appelloto crimt.
Appellante, olulzo; appellado, Manoel Alves
da Silva. Xulgou-se procedente.
AppelUfiei citeii.
Appellante, Antonio Jos de Medelros Kitan-
court; -appellado, Jacintho Nogm-iia Covas.
Coiil'u inoii-se em parte e refurmou-ae em
parle a sulem;a.
Appellante, Jos Antonio da Costa ; appellado,
Jote Antonio de Medeiroi Bllancourl.Con-
firinou-se a aentenca.
nRS|r.s.Q(".Fi.
Appellante, Manoel Romualdo de Lira,- appel-
lado, Estevo Jos Paes Barreto.O primeiro
dia til.
Appellante, D. Brites Sebastiana de Moraes; ap-
pellado, Adelo Jos de Mendonca. O pri-
meiro dia mil.
Appellante o juizo ; appellada, Maris Fernan-
des. dem.
Appellante, Anna Joaquina da Silva Brrelo;
appellada, Mara Joaquina dos Anjos,
dem,
Appellante, o juizo; appellados, Sebastio An-
tonio Paes Brrelo e oulro.dem.
Appellante, Mara Helena Pessoa de Mello; ap-
pellada, < alharina Francisca do Espirito
Santo. dem.
Appellante, Francisco Cavalcanti de Mello; ap-
pellado, Jos Franciscu Goncalves. dem.
Appellante, a viuva e herdeiros de Filippe An-
selmo de Faria ; appellada, airmandade (le
lVossa Senhora ilo Livramentn desta cidade.
(Dia de apparecer.JO primeiro di. til.
A pp. liani.', o juizo ; appellada, 1). Josefa Netla
Ferreira de Jrsus. O primeiro dia til.
Appellante, Nuno Maiia de Scixa ; appellada,
l). Maria Anna Joaquina da Silva, dem.
Appellante, Joaquini Antonio do Fumo ; appel-
lada, Consianlina Jacinlha da Multa. dem,
Appellante, Georgc Kneworth & C.; appella-
do, Jos- Dias da Silva. dem.
Appellante, francisco t:arneiro Machado T.ios
e sua nuillici ; appellado. Manoel Joaquiui
do Reg Albuquerque. dem.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador Bastos as seguinles appel-
I ......-s em que sao :
Appellante, Joao AntonioSoares de Abrrn ; ap-
pellado, Manoel Goncalves Valcule.
Appellante, Manoel ^ulles de Barros; appella-
do, Antonio Nunrsde Karroseoutros.
Appellante, Flurencia .Mana ; appellado, o
juizo.
l'assaram do Sr. desembargador Bastos ao
Sr. desembargador Leo as seguinles appella-
ces em que sao ;
Appellante. o juizo; appellado, Estanislao Pe-
reira do Nascimeuto.
Apprllanle, o juuo; appellados, Antonio Joa-
fiii.i. l'. .1. lili...
\ r r .'.'..o.-. ujusj; appellados, Malalda
lastro P'igueiras e uulros.
. ,.p. llaiii.-. Jos Vieira de Mello; appellado,
O. Anna de llollanda i.aval- aun.
Appellante, Joaquina Patricio Cavalcanti; ap-
pellado, Manoel Francisco da Cas.
Pastaran) do Sr. desembargador Leao ao Sr
desembargador Soma as seguiute appellacocs
.-ni que sao: .
Appellante, o ,lz0 appellado, Eslacio Fer-
reira da Silva.
Appcllantes, Jos Diogo da Silva ; appellado
Jos A ntunio Lopes.
E bem assim a revista clveI em que sao :
Recorrenies, Plows Lavr & C; recorrido, Do-
mingos Jos Ferreira braga.
Passaram do Sr. desembargador Souza ao Sr.
desembargador llabcllo as seguinles appella-
ces em que sao :
Appellante e appellados, Isabel Barbosa Ro-
drigues Machado Freir e Francisco Machado
Trixeira Cavalcanle.
Xppellaiite, J"* da Silva Mendonca Vianna ;
appellado, Manoel Jos Ferreia.
Appellante. Pedro Alves Pires; appellado, Jos
le A i aojo Una.
Passaram do Sr. desembargdor Rabello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguinles
appellacoeseni que sao:
Appellante, Jos Das da Silva ; appellado, Joa-
quim da Silva Muurao.
Appellanles, Francisco Miguel Archanjo c sua
iiiulher; appellante, Autonio .Manuel da
rCilIva Medeirus.
Appellante, Diogo Jos Pinto Cabral ; appel-
lados, Joaquim Luiz dos Santos i 0.
Appellante, o procurador fiscal ; appellados,
Joaquim Ribeiro Pontea eoulroa.
Appellanles, Bonifacio Jos Casimiro eoutro;
a| p. li.nl..s, M .o... 1 Rodrigues da Costa e
seu curador Manoel do iasciinenlo Lopes.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Pedro de
Carvalno.
Appcllanle, o pelo Jos ; appellada, ajuslica.
Passaram do Sr. desembargador Luna Freiie
ao Sr. desembargador Telles as seguinles ap-
pellacdei em que su :
Appellante, Francisca Thomazia daConceicao
i un lia ,- appellado, Eduardo Hclly.
Appellante, Francisco Jos Theophilo ; appel-
lada, (guacia Mana de Atevedo.
Appellante, Manoel Firminu Ferreira ; appella-
du. Bailar liveira.
Appellante, o juizo; ippcllado, Jos Ignacio
Hezerra.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao Sr
desembargador Pereira Monleiro as seguiute
appellacoes em que sao :
Appellanles, llerculano Alves da Silva e sua
mull, r ; appellada, a cmara municipal.
Appellante. o juizo; appellado, Francisco.es-
cravo deCaelano Fiancisco de Barros.
Appellante, o juito; appellado, Jos Antonio
dos Santos.
Passou do mesmo Sr. aoSr. desembargador
Villares a seguinle appellacfio em que sao :
Appellanles, Amalia Jos. pinna de Mello Ac
cioli ; appellados, Manoel Marques da tos.
Soares e sua mulher.
Passaram doSr. desembargador Pereira Mon-
leiro ao Sr. desembargadur Villares as seguiu-
les appellaces em que so :
Appellante, D. Maiia Felismina do Reg Go-
mes ; appellados, Joaquim Aurelio Pereira
de I arvalho t sua mulher.
Appellante; os administradores do patrimonio
dos orphos desla cidade ; appi liados, Fil.p-
pe Mena talado da Fonseca e oulros.
Appellante, Jorge Kenworthy &C; appellado,
Autonio Jos Dias da Silva.
Appcllanle, Jos de Barros Wanderley ; appel-
lado, Filippe de Santiago Vieira da Cunta e
sua mulher.
Appellante, o juiso; appellado, Joao Pereira
de Araujo, preso.
distiiibu1(Ges.
Ao Sr. desembargador Villares aneguinles
appellacoes em que sao:
Appellante, Sebastio Jos da Silva Braga ; ap-
pellado, Bernardo Uaurique.
Appellante, o juizo; appelladu, Antonio de
Sou/a Lealdadde.
oSr. desembargador Souza as seguinles
appellafdes em que sao :
Appellanles. Mauoel Pires Ferreira e JoSo Pi-
res Ferreira; appellado Domingos Caldas
Pires Ferreira.
Appcllanle, Manoel Flix do Nascimenlo; ap-
pellado, o juio.
Ao Sr. desembargador Rabello as seguin-
les apn.-il.n .-s em que so :
Appellante, o juizo; appellados, Francisco Lo-
pes de Abrcu I.ges e r ulro.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a se-
guinle .-ipprll.il-.... em que sao i
Appellante, o juizo; nppellado, Francls Jos.
Levanlou-se a sessao a urna c meia hora
4a tarde.
VERNAM81ICO
ASSEirlBLliA IM'.OVtNCUL.
SRSSA EM 26 HE MARCO DE 1851.
Presidencia do Sr. I'edro Cavalcanti,
As onze horas da manlia, frita a cha-
ntada, acham-se prsenles 26 senhores-depu-
tados.
O Sr. Presidente abre a sessao.
0 Sr 2." Secretario \< a acia da anterior
qun li>' approvada.
OSr.l.oSfcr/oro menciona oseguinte
RXPF.DiKNTE.
Tin requerimento do vigaiio do Poco da Pa-
nfila, pedindu a leparacio doprejuiro causado
pela alleracao ltimamente feila. -- A' com-
uiiss^co de esiaiistica.
Outro de Manuel Ignacio de Oliveira Lobo,
arrematante do servico d- capalasia !.> aigo-
tao, prdindo defrriineiilo do seu requerimen-
to appresenta.lo onnim pnssado. A' Commis-
s.-n. de fazenda e orcaiiienlo.
Sao lid.is e appmvadas as redaccocs dnsprn-
jectos ns. 2 e 3, o primeiro, que regula as apo-
sentadoras dos einprcgailns pblicos, e o se-
gundo, creando n.ais un. lugar de etciivodo
i.. 1 na comarca du Recifr.
He lidu, julgadn olijei lo de delihrracan e
maullado inipiiniir o SfguInlC projeclo
A i ii iil. a I. ; i-l.iir. provincial de l'i-i -
nambuco resolve:
Art. 1 O calcamenlo das ras desla cida-
de, conslrucco de scus passeloa, e encanainen-
lo das bicas, conforme o plano que se adoptar,
Wrio fritos custa dos propielarios dus pre-
dios, COniribDindO porin o guvi-inu cun us
j. nli. n os uiencflios, ii ii i s de ubras, e as
Iras e materiaes existentes nas mas.
- Arl. 3. >>iio o .iv.in.i 1.1.. re toda a obra a
despesa ser repartirla ;: ... rioii^.'.'j.e.-iie jf
bracas, e iuipoilancia dos predios, filados
o quantum por urna cnmmisso para asie lim
Horneada pelo governo com recurso para
iiiesmo. Os propiietarios pagaio a quola j 11
Ihes coubcr dentro de mu' mez empiorogavil
depois de intimados ; na falta do pagamento
serio obrigados ao duplo.
Arl, 3. s prop ielaiios cujas casas por
sua posicn liv* iciii niala de iin"a:lu i|uedeva
ser calcado mJiii. me iiosln olnigados a faicr o
calcamenlo de un dos lados.
Al I. 4. lie pern.iludo ao propriclario fa-
zer por si mesmo a obra do calcamenlo e das
bicas, com tanto que o faca sol. a diicccu d>>
engenheiro cuiijiinclamente com asmis obras,
ou no prasoi|iie Ihes lor marcado,
Art. 5. Nas piacas os pu.piietaiios serio
smeute obligados a fazer o ci.gasiainentodas
bicas, ospasseos, e mais 10 palmus fin frente
liara o nutro lado ; o rstame se fai a custa
dos cufies pblicos.
- Art, t). A poiro do calcamenlo que coti-
ber aos pruprieiar.os, que por sua nimia po-
breta llio pndeicn icalisa-lo, sera f. ilo a cus-
a dos cufies pblicos.
Art. 7. A arrecadaco das quotas dos pro-
prieta i ios negligentes, sea da inesuia manelra
purque se laz a dos imposlos.
- Ail. 8. A proporcaoque se frrem cnncluin-
do os calcamciilos das ras, para os quaes os
proprletaiios concorrero por uina vez smen-
le, o governu os passar para a ailu.ii.isliacao
da cmara municipal, que numcai cuntirva-
dores expensas suas.
> Art. 9 O governo dar os necessarios re-
gulamentos paia a boa execucu desla le.
Arl. 10. lo.un rerogadas ludas as l.-is e
di.'i n-v" s "' contrario.
Sala das sessoes, em 25 de marco de lf5l.
Franeiico Xavier 'ais lirtelo., --farros liar-
reto.
lie remetlida coniinissao de polica a se-
guidle indicaco.
Art. I. A volacao.sobre os negocios particu-
lares se Jar pur escrutinio sccicto, o qual se
clin mar lanzando cada dcpuiado em urna ur-
na paia esse lim destinado, e medida, que o
si i. i., i., enunciar o seu lime, uina espbcra,
branca se for a favor, ou preta se lor contra-
ria a medida proposia. A espheia, que nao
servir para exprimir o voto ser laucada enl
..una urna. A' mesa compele providenciara-
cerca do meio pralico desle modo de volaio.
Art. 2. llavendo empste cbseivar-sc-h a
dlsposiro do art. 144 do ngimenlo.
Art. 3. >a.i sao euinpichendidos tiesta regra
os reuuerin.ei.t. s de urgencia, uu adiliameniu,
e osqueexigirein inloniu(6es a icspeilo de ne-
gocius particulares, os quaes serao il.minio.
por volacao symbuliea.
Ar. 4. Wa 3.' discusslu do orcamenlo nao se
aduiiltiro emendas creando despezas. -- 'ran-
ci,ci Autiir Pan tiarrelu.
UIIDEM DO DIA.
Terceira discussao do projeclo n. 4.
O Sr. f'raneiiro Jvo : Manda i mesa e jus-
lilica a seguinle emenda:
Emenda adimva ao I. A ribeira doC'upi-
n c. n.pi. I., n.le todo o terreno que comrca de
i ai. iinii. is de Eaievio Mariano al ao lugar do
linjiiii.o, Francisco Juo.
Apoiada, eulia ni discussao.
l-.in ua-.se a discussao, iicando reservada
a emenda para nova discussao, segundo o re-
giment,
Prlmeira discussao doprnjeeto n. 9, autnri-
sando a admiuisiraco dos eslabelecimentos
dus orphos a afurar us silios, que Ihe sao per-
lenceutes.
O 6r. I'aes Brrelo: Declara ter pedido a
palavra nicamente para provocar a discussi'-o
por que desejando dar o seu voto ao projeclo,
na.. pnde lazersem alguna csclarecimeuios da
commsisio.
ti Sr. tlaplisla : Tambem pede que o escla-
recen acerca dos uioiivus, que levaram acom-
misso a l.n n.nlai aquelle projeclo, vislo que
icm duvul.i un volar por elle,
OSr. Almeida: Sr. presidente, eupedla
palavra como membro da commisso, e nao
podia deixar de o fazer. Emquanlo compe-
tencia desta assembla, a commissao foi lofo-
nada de que j haviam precedentes a este res-
pello; por essa raso apresentou o parecer; ago-
ra quanlo a nlilidade ningiicm melhordo qne
a ailiniiislracao daquelle rstnlicleeimenlo po-
da conhecer d suas nrcessld-des, e sendo o
.I,.lim. Mu a. i,s. lli.ol.i por ella ; por isso he
que a commissao foi de parecer que se con-
senllsse nelle Os sitios da manelra em que es-
lo nada valem. por q.-e os rendeiros sabendo,
que no lim de 3 anno", podem fiear sem a sua
propriedade nao qnerem fazer-llie beneficio
nlguin ;e aforados que sijain es-es terrenos, os
foreirns tero de tratar com mais cuidado dri-
les visto, que tem uina segnianca, e o eRtalic-
lieinienio que periencem lera de reccl.cr os
scus loros.
O Sr. Manat C.aralcanli ; Combate o pro-
jeclo pela inconveniencia, sustentando porin ,
a competencia da assembla para resolver a-
cerca del le.
O Sr. Francisco Jaiio : --Sr. presidente, en
acredito que a qncst.-io que se apila acora, e
que he provocada pela fritura do projeclo qne
se acha em prlmeira dlSCUStio, lie ile siiuima
gravidade, e quererei at qne ella lenlia um al-
cance inaior do que a prlmeira vista parece
orecer : lenhn para loiiil que a moralidade
he a verdadeira peitra de toque dos partidos
que pfriieiam 0 venciii.cnlo das suas opinics;
causar lalvez molla admlracSo apparerer esta
proposlcio de mirilla bocea, mas cu deaejarel
que a casa, ou ronlirme por deelsio nao pre-
cedente que j,i uina vez foi apprrsenlado, e
que acaba de ser invocado por timilosmem-
l.i. da i un.n i-s.-o ou rollo firmada em boas
1,1/i'cs se p.onunricem sentido contrario.
t.i.i.sla-ine que aqu nesla caa houve j;i urna
preenco que adormecen por mu to t.'inpo ; fi
i, lino ni. que em nina j.nca de opporluni.ta-
lle alravessou inclume e foi-se, i.o sei quaes
foram os n.eii.s einpiepados, sei que adorme-
cen por todo este espato de lempo, c Isla por-
que ella nao podia viver, e que apparcecn
liesta pnlra ocrasn, poique eia a da opportu-
uidade Postas estas conslderafjsefl, V lac. me
peru.iltir que i n consnlerea quesla.i j pelo
que di/ respeito sua conveniencia na parle
veidadeirainenle ccom mica, j.i pelo que di?
espeito ao bom diiciloque pude asslstlr a es-
la casa cm desempenhar esta aiirlbuleio, i|iie
pela consliloicio Ihe he conferida. Acerca da
conveniencia, basta parajnlgarnesla parteas
considei aces eO'ereciilas pelo iclaloiioda ad-
mlnlslraeao r'os esiabelecimenlna de caridade,
o nnlai-se, rprc nao he esla a.cpuca mais asada
nesla cidade para \enda, ou aforamento de
tpreo... fiea por aln lugo cunhecida a incon-
veniencia el. medida.
O Sr. Mello Ittga : A niiiii.'i./lrnco auloii-
sada, pn.curar occasio opporiuna.
OSr. Francisco Joo : Km um aparte se
diz que a adininistiacn cjur s estar armado,
que rila quer t< r esta anua de que deve usar
qnando julgar que lie conveniente. Mas, sr.
presdeme, supponha-se mesmo, que a adsnl-
nlairacio nao tem tic usardesia altilbulcio,
que quer apenas adiarse aunado delio para
usar qnanilo f..r occasiio coinpetcine, mas an-
da assim, t ii acho iiiconvcniciile, c por isso
nao seici de opinio que sctonctda tal auto-
ilsaco; portanlo, Sr. presidente, fica enleniii-
doqueas rares de conveniencia nao sao aquel-
las rpie inllilain mais a favor do projeclo. :>'as
vamos agora a queslo deontra Importancia,
qin stio da nlilidade (leste projeclo, pelo que
dii respeito cotpelent la.eanti s que toque de
nina manelra mais frisante ueste ponto. V.
Kxc. me pcriiiillird que cu traga .-ligninas con-
slderacdes, que anda que um ponen geiaes,
servein com ludo a ellucidar a quesiao ; nao
se pode deixar de considerar esse bens dos
orplios, como bens nacinnaes vis'a das re-
SolncOesque bouversin qoando se supprimln *
congregacio de S. Felippe Neiya quem esses
bens pe lenciam, dando-sc-lhc destino, c
ni..ii.I un!..--' considera-llios como pruprlos
nacinnaes ; lugo, repito, nao se pode deixar
de considerar como broa nacinnaes.
O Sr. Manotl Carulcanti: Podc-se pcrfrila-
menie.
0 Orador: Dcvem considerar-se estos bens
como narionaes, e por cotisegninte ou gerars,
ou provinciaes. mas esta disilnecioOU parll-
Iha.qiicha niiiilo lempo nos f..i proniellida,
aimla niio foi frita, e cirio que ella nunca so
far, de manelra que a este respeito estamos. .
l'm .Sr I)epiil"do : INo ora .veja.
o ', ....'..i : Ifr verdade e o remedio nlo sei
qual possa ser, a nao se querer, que cida mil
v lomando o que Ihe pa.ecer. para que, ri-
lindo o direilo de pn.se, seja lliatltido nella, se
le qcer recorrer este mel, slrvam-se delle .
ti Sr. Vtlto Reg : O poder geral val con-
sentlndn..,
O Orador : -- Ko mcio da confiisao que resul-
ta da falla de esclareci.enln que existe a este
respeito, e se se quer perniillir a expresslo no
n .-i., clcstc cahos, cu nao sei dar mea conse-
Iho; no meio desta difliculdade no me ani-
mare! .-.inda riuvidoso a acon-elliar a alienacao
da propriedade de que se irala, porque real-
nenie seria esse consrlho um ponco temera-
rio. Mas, Sr. presidente, esla cuosiderafio foi
frita para de algiuua maneira apparecer a ques-
lo no sen veidadeiro ponto; islo he. i.-.o
cunliec ido como liea, que estes bens sao na-
cionses, que aluda a divlaio degeraea_e pro-
vinciaes nao foi frita, enibora lenha sido mais
de urna vez pro.....Itida ueste sentido, e eons-
teclemente llludlda, n*o cneoniraremoa ne-
nlion. mcio para sabir desla difliculdade ,sen
este (|ue foi sppresenlado pelo nobre depulado,
isio he.iesulver-ii.osa queslo da compeiencia.
islo he, se nos Compelo ou nao legislar de
uina maneira ampia e definida cm laes casos.
O nobre depulado, considerando s queslo
por esse lado se sen io de dnas especies de ar-
.u.i enl n.o. s para resolvc-la. tira sorcorrrn-
do-se deargumeniosdc Indcelo para con-
cluir daqmll.i que era negativo, a a-pullo que
nos era permiltldo ; ora soccoi reu-se a dispu-
sicoes espressas, cm cojo espirito suppoi estar
cniupicl.cndido eSM .lucilo, pelo qual se re-
solva plenamente a queslo. Quauto a prlmei-
ra furnia de argiimrnldfau, o nobre depulado,
me conceder que llie iliga.que ella ..Donde as
regras estabrlccidas om junspiudencia para
averigua(ao de um dlreito, o dircliu nuuca
pode ser dudusldo das disposicOes meramonlo
negativas, o diroito <|ue leui qiialquer nao po-
de ser duzido de dispusimos iiier..ineiilc ne-
gativas, nao se pude deauir direilo que se nao
contre entre as disposices pusilivas, por-
que a nao ser assim, nos chegaria-inos a con-
tequencia qne o nobre depulado nao queicra
por cedo que se chegue.
Or. t'arariro da (.'anna : Apprcsente um
cxom|ilo...
O Orador i F.u appresentarel 2, 3 e 4, se se
qulser. O nobre depulado deduzio do art. si
da consliluico, islo he.das disposiccies riega-
tivas. o nossn dlreito, mas porgiintatei -n.
nao havor materia alguma, que nao sendo da
especie daquellas que esse artigo comprehm-
de, comiudo nos acerca delle nao possatnos le-
gislar? creio quesiui ; sean diga-se me, pr-
deremos nos, conceder privilegio a nina com-
panhia de vapores para fazer a navegado de
no>sas cestas ? do corto que nao.
Tambem nao concordo na nutra argumen-
tado deduzlda do 10 do art. 10 da cnnail-
ti|i{o poique una" lei nao pode ser entendi-
da sem grave Inconveniente, sem que nsj ie-
lerenclaa Indas as p irles deque rila se com-
pile, e este artigo deve ser comparado com o
outro mais adianto qual o 4 do art. 11.
Portanlo, Sr. presidente, a considoraco de
so nio baver feii" a dlvlsio dos bous geraea e
prnvincTaes; a considerac de que as alri-
blllcoes nao nos podein ser dadas por disposi-
ces meramente negativas, valleiu muilo para
a resoluco desta queslo.
Mas,Sr. prosi ionio, cu supponho a materia
Uto grave, que apesar da reflexijea que acabo
de aventurar, aluda me acho em duvida, epor
isso me animare! a pedir n ad.Iiamento drsta
|iiesio, e ueste sentido mando um requeri-
nionto mesa.
lie lido e epprovado para entrar em discus-
siu o seguinle roqueriuicnlo.
Reqiielio que o projeclo em discussao seja
reuieilido commlssio de legislaco para In-
lerpor juizo seu acerca da competencia desta
issembla sobre o oljrclo do mesmo.Fran-
eisee Joo.
O.ir. A/.inoe/ OiMi/mnli declara votar pelo
addiamrnto. o fax diversas consi.leracOrs acer-
ca da competencia da casa para tratar da ma-
lcra.
O.Sr. Ilnyinia: Depois da discussao. Se-
nhor presidente, eslou mnlto ceno e segur
na miiil.a opinio, e por isso declaro, que vo-
to cunta o addiamenlo, purque o meu vnto
he iiiqiiesiionavciiiieiiio contra o projeclo, es-
loii lieiii c-oiivciici.il. que a assembla provinci-
al nao pude legislar sobro esta materia, por-
que pelo ai ligo .la CunsUlUicio nos apenas te-
mos o din tu de rrgular a administraran loa
I.. os ptovinclaeS' cu admiti inesiun que os-
les bens srj.un provinciaes o por cunsequen-
ciasujeitosa assembla provincial, maa nens
assim us temos olitm direilo que Bio soja O
don guiar a sua ailininistraio. Ora a pala-
vi i ailmiiii'lraco reconondo-se mesmo ana
principios de dlreito, aos principios de legisla-
cao, o que significa ? Por ventura na pal-vr.-i
adminisltafo por mais ampia que seja. esla
comprehendidoo direilo do alienar? deceno
JUC nao : geraluicnto se observa islo ; a parte
que Irada do mndalo nao levo exce.le-lo, e
a aniovisi cao de se constliuli alguin cu......Ii-
relio de lonrar por oulrem, lie por sua naiu-
I.-1..I Dio in.'porlHili', le un alcalice lio vasto,
to iii.iiieiisn, que be necessario que eaaa nn-s-
ma autniisac.io s. ja sempro escripia, de sorte
que, nao., sendo, so emende senipie denegada.
Por lauto Sr. presidente um administrador
nio tem direilo de vender; resta pola sabor
sr o afluramrntn he Ulna venladeiraalienacSn
A con. misso isla cus ia disto, a coiiunis-o
esia lio conseja que o declara no projeclo mau-
llando que Hque revngada a dl-posleio doan-
ligo da icsoluco de...... rosnlucao do poder
geral que prohibi a alienacin oestes bens;
il.z-so no projeclo que fica rovogado nesla
pane, logo a cuiiiinissn considera i|ue oafl'o-
enlo lio urna verdadeira alienacin, e isla
io he cousa que pode Iraser duvidas ?Quein
ouhece o effeilO......do dominio ? Todos
salii-in. que todas as ve/es que se di o afl'ora-
inenlo esta 0 dominio de piupriedade conta-
do puique li.au.mil para una parte, e o direi-
lo para outr.i, por lauto fica alienado parla
do dominio, porque o rnlitoola he senhnr, e
.. in.s observar-moa a legislacio das nacfleti
em que so sdiuliiem as enliiheuses (cojo sisie-
na In- de quando vamagem) reconhecer so-ha
que ellessio senhores, e lo proprieiarlos co-
mo os oulius.
Depois drslas rrllcxoes concluo votando
contra o addiamenlo, porque voto lambetu
contra o projeclo.
// M. duales le Helio : Sr. presidente, nao
esporava. que us ncibres deputados encaras-
si m a quraiio pelo lado porque a apprescn-
tam, visto que emendo que o projeclo naoa-
dianloit consa alguma, liuinavozqiie deu (na
ininlia opinio).! adminislracooqueella jiem,
o se so entender que us aOoraineulos iodos
sao peipelnos, mas se.os ail'oranienlos podeni
ser temporarios, creio que nao i.a rasopara
so contrariar o proj co, salvo so se considerar
como in un Ii I : s nulires deputados profrssio-
naea na materia, moslros da lei devem escla-
recer esla Hialina, he isso o que Ibes peco e
Ihes rogo : qm iiam pois esclarecer.
OSr. Helio llrgo : Oppe-se ao requeri-
niento porque nu deseja que se punha em du-
vi.Ia mu direilo que nao (iodo ranoavolmrnte
sor oonteslaJn a assembla provincial; e ri-
lando oiilras Iris voladas pola casa Sobre O
mesmo olijecto, que nunca foram encaradas
Inconstllucionaes pela assembla gor..|, con-
cilio, depois de diversas consideraces mani-
frstandv, sua adimraco pelo proccdimenlo
dos nobrea deputados que negaiu asauribui-
coes do poder provincial aquillo que os pro-
p ios delegados do poder geral diiem perlen-
Iccr aquello.
Enconada a discussuo, he rcgcilado o addia-
inenl.i e o projeclo.
Alguns sciitioros deputados declaram em
aparte, que vota.am contra o projeclo por
Inconveniente, e oo por julgar-se a assem-
bla Incompetente,
O Sr. farros Aarreio :--Pede, que a commis-
sao do comiuercio, di quanlo antes o seu pa-
recer sobro a u.licaco que appresonluu a-
cerca da reedifleacio da punte do R.ufr,
U Sr. 'residente Convido o senhores da
commlssio, a apieaeniarem Wabalbos por
nio haver mairria para discussao.
U Sr. Mello roo :- Requer a dispensa da
Imprrssio do projeclo appruvado hoje.
A assembla assonte a este i. quii imentn,
Kslingue-ss a oidem dbdla.
V Srn/ior 'residente : designa a ordetil do
dia e.levaula a sessao.
da larde.
Era uina hora e lucia
IIAIlli jE PEHNAilltir.0.
BICIFE, aS DI MABCO 91 IStl.
Hoje pelas dez horas da inanhaa leve lugar q
'!,
... r
i)
-f

MUTILADO


1
'2>
.


i
allocuc
Camaradas.
* O vosso embarque pura a rdrte he sem du-
vida nina prnva di couflanca do Govcrno lu-
prrial pra conivoaco ; vussos ,..;,,.. s servi-
cos prestados na pausada lula vos ipcomnien-
dain. A lealdadp, e valor, vii ludes pilmordlapa
do inililar honrado scjain SPinpre a norma de
vossa conduca; afim de merecerdes as hen-
.:!-il.i pairla, o respeitu de vossog cnclria-
dns, e a estima de vossos supcilorcs. Ilece-
bei pois cni despedida o adeos de uin ca-
u .II.-na que vos deseja gloiia e prosperi-
dade.
Viva S. SI. o Fmperador.
Viva acunslilulcao do imperio.
Vivam os briosos defensores da ordem pu-
blica.
omc Vicente de Amoritn Bcztrra.
.1 II I IlH.lt I .1 ('..I. .......... t----------- -i -
Rados que, como o 8>. Dr. Cstanho, sabein
coinprrhender a sanlldade de sua uilssao.
Pela publicldade deslas llnl.as redigidas por
annpllps, que sd snlicni appreclar o uierito,
muito gratos Ihes aeran
O amigos da verdade.
Sn. Redactles Un 14 de outuhro de 1850
publlcou por este Diario, o Sr. Sebasliao dos
Orillas Aico-Verrle Pernambiico Cavalcanti.
uin annuneio relativo fuga do seu escravo
Sahino. que me foi coiniiii nliao, e aqui pnr mim vendido; e como alem
de nutras leviandadesVontidas nesse annuneio,
dizia, ou suppunlia o Sr. Sebasliao, ser bino
frro_eu Ihe respond lambeih por esla MU,
de 10 de onlubro ; lendo-lhe i antes mostra-
do, e depois publicado em 14 do '"esnin ou"
tnbro o documento que mandei vir do Mara-
nho para provar a escravido de Sabino, e
a leealidade da venda por llilffl MU ( nao ao
Sr. Sebasliao, mas ao Sr. Joic da Fouseca c
Sila. .
Nao obstante, pnrcni. toda a evidencia le
mintia boa ti e legalidad* nesta tn.nsaccao, o
Sr. Sebastin pretendeo faier acreditar, que
euhavla lido paite no dcsapparecliuentu do
escravn, quando disse que o iiiesmo naa voa-
do, e Minea litrt di o ver mais.
Apparecc, poim, agn ueste jornal, de
IR do coriente, uin edital do Sr. jll muni-
cipal du termo de Paje, annunciaiido o ap-
pareeimento e piiso nesse termo, do referido
escravo; e assiin cstou eu completamente
jnsillir-ilo, e coni raso de sobra laelipi o or.
ebastio de levianno; pois que Sabino la
inesmo em Paje declara ser escravo de
i|iiem. donde viera, e por quem foi mandado
vender legitmeme: so, |Ol. <*"' c,>a do Sr.
Sebastian se lembrou elle de querer ser forro,
lalve pela f.icilidadc que achuu em ser acre-
ditado rapidau.eiite.
Creio que agora o Sr. Sebasliao estara con-
vencido de que se o negrovooufoi por fe-
licidade sua, cahir siiii atai em Paje, e
muito breve morrei o Sr. Sebastio,_ ou o
esclavo, senao se tornaren! a ver; a nao spr
isso, nao esta o Sr. sebasliao litrt dt o ver
mai, e sem seiem precisas al griindei lomada
que muilns individuos ganham
Srs. Redactores, eu uo tornarla mais a
imporluiia-los, como prometli, se me nao
corresse o dever de dar ao publico, a enjo
dominio o Sr. Sebasliao levou este negocio,
nina satisfaco cabal, e pedir o seu valioso
julgaincn o vista do que se ha publicado.
Sou, Srs. Redactores KC, &c, &C,
Joi hoptisla da tvnseca Jnior.
Keprligo da Polica.
paute no da i7 ue marco dk issi.
Foram presos: a ordem dojuidos feitos da
11/iiii!.i o preto Antonio Francisco Macota, por
nao dar conla do deposito que Ihe lora confia-
do; ;i oi.lt ni do subdelegado da frrgueiia de
Sanio Antonio Aletaudiiua de tal por desor-
dem, e o pretn .los, esclavo, por andar fngi-
do ; a ordem do subdelegado da fte^uezia de
Sun Jos Jos Percha duMIva para aveiigoa-
rdtl pollclaes, e a do subdelegado da fregue-
ila da ll" Vista a prela llosa, que diz ser escla-
va de Mara de tal, pur andar fgida,
dem du (lia 18.
Foram presosj a ordem ,dj>.ft,z municipal
da piiii^'ili>-ftra desle termo Mauoel Fraucis-
r.*-os Saintos para cuniprir'sentenca, e a do
subdelegado da fregue/ia de San Jom1 o pelo
Mauoel, escravo de laudiuo lleniciu Machado,
por ebrio.
Sf-^nL-Tena
RCG.
Iloje nao funeclonnu a asspmblea provincial,
por filia de ei.inp iieciui.uto de numero legal
dos Srs depnladns.
COMMLhMCVDOS."
O H l \ .I A
Degolaco dos Innocentes.
Subi pela pimeia vez a srena no Iheatro
de Suida-/; /> I. na nuile de 22 do correule
o drama bblicollrgolneo iloj Jnn rrnttt.
Nunca no nosso iheatro fi.i dada urna |"vi lao
aparatosa, e de un pessial tiio crescitlo como
esta ; umitas deveriam tei sido as despetas do
empresario, o Sr. tjerinaiio, pira no-la lar
completa ; crrmns. pi>ic::i, que elle a essa hora
di ve achar-se sati-feito, se altender ao" bello e
completo rlii i i o que sobre o e>piriio do publi-
co prcidii/ni a irpiesemacao ilessi- drama, lira-
do de un assumpto, alias bem conheiido da
historia sagiada. Miigiiem ha ipie descuiiheca
essa nodoa de sangne com f|iie llerodes inacu-
lou o seu trinado ; recordar esse fado br-
baro na poca em que nos apioximaiiios do
anniveisaiio da inoite e pallSo do hcdemplor,
na i|ii 11 c u :i, he mu ilever que nos Inipde a
rehgiao desse iiiesmu Lbrialo. que morrea para
nos i eimr e salvar ; nem a religiao, nem a lu-
liianidade podeiiam jamis querer que se fi-
zesse correr o sangue de innocentes, que no
se achaudo em estado de coniprehender os
erros de mus pas, nao podiam ser responsa-
veis por elles ; e aitida inesino (piando o po-
tli-sriii ser eecUtia a sannuine ubhorret.
Foi portaiiio urna boa leiiibianea do Sr. em-
prezario, o dar-nos a mellior das pecas sacras
deque temos conhecimenlo. e que eremos ser
a nica que leremos na actual qiiaresma. Km-
Jh i a os grandes gastos leil is ]ioi aquelle aeiihoi
anda nao possam ler sido compensados as ditas
recitas que se tein dado, nao deve elle eslar
descontente ; porque acreditamos que a con-
currencia que tal drama ha de chamar ao thea-
tro deve uo su indemnisa-lo, como al del
xarlucios a casa : nao he to cedo que se ha de
ver em secua urna peca de tamo aparato, nem
de tanlo effelto, especialmeme pelas decora-
ces que nada deuaram a desejar A ultima
acea do utllagr......lorie de llerodes he lio
completa, o < templo que ella represpnia he
tao edifcame, que inoinenloi lia.eni que nnssa
almapaiece habitar uina mitra reglu que nao
a terrcslPj eiperiiiirnlando um certo goso,
como se nao pode defioir.
Mil agiadeciinenti'S e louvores, pnilantn, ao
Sr. eiiiprezaiio, .i ijuem rediiuos uo deixe de
dar-nos, sempie que for pouivel a reprcseiir-
taco da Degolafao dos Innocentu. ,
O CatholicoS
O rliFiTliiJ ht ^Jjgj i q
lint lo actor, o Sr. Francisco de Salles
juimares e Lunha, que lanos applaiisos
mereceo do publico quaudn levmi o CmOei i
scena no iin iti de Apollo, he rhegado a
esla capital COUI a Ara. Mara Leopoldina e
outros adores que vcciu rcjiresemar no dito
tbealro.
Consta-nos, que leudo ficailo em Macei
|iaiie da compauliia do Sr Guiniaies, em
conteqiiencia da deploiavel moiie de mu dos
seus piiineiros actores, elle su pretende dat
um espectculo, depois da chegada dos seus
companheiros.
Kos. porm, rogamos encarecidamente ao
Sr. Guimaies, que quanto anles d lima re-
riresema9o a despeilo de todos os obstculos.
A Sra. Malla Leopoldina he una aciri que
rene mal dltlocU figura e o mais elevad
talento. Vi Ld sem o inaior pesar que
povo da l>ahia vio aiiseutar-se a Mustie aclri?.
que idolalrava. Nos, pois que j.i livemos oc-
c.isio de .nlinin.il na siena a Sia. Mara Leo-
poldina, coiiipreheuilemos e coiiipaililli.imos
a avidez dos nossos amadores de Ibeairo, coi
ap n 11 ii lj insigne arlisU.
*
Corr spondoi.cias.
Sn. ttedatlortt.O amor acaudilla verdadp
nos ioipelle a pegar dapenua, para patenlear
aos olhos dus hoiuens iiiiparei.ies e despidos
do ceg espirito de pariido, afl alias qualidades
que 1.1 a un j pess.ia do uobllltslmn juiz iiiu-
nldpal c delegailn do teimo de Caiuari'i, o
Sr. Dr. Louieii(o Francisco de Almcida tala-
nho.
Este magistrado probo, recto e popular tein
captado os nimos dos dignos habitantes d'a-
quPP i' i mu, ja piouioveiidu os ineios de
civillsaco, 11 iii.in.1,1 (>s homens em sncieda-
de, i.inle a lodos convence das necesidades
reaes do pai/, e iinio geral lo neeessaria,
j animando e fazendo appareepr sub sua po-
derosa Influencia e amor pela Inslruccio pu-
blict, crean' o-se no turlo espato de sua
adininislraco um collegio para o entina de
algumas > do preslimoso e digno religioso franciscano o
Sr. lu l.ouienco da Iminaculada UoncelcSo,
e j fin.iliin me ii.in energa propria do seu
carcter, capturando os perversos, e l.izen-
do-os lecnar na carreira do iiime, c resti-
tuindo a ;-ai aos habilanlrs do termo cm soa
jileuilude. niiando em algumas comarcas
selevanlain votes para esprobar a negligencia
d'uulrns empregados, em laiuai se I. vania
a voz publica para bem-di/er d'aquelle em-
pregado, que sabiamente tem precnchido a
juisso para a qual lora enviado.
i ai nai o, anles da adiniiistroco do nobi-
lissimo magistrado, ressenii i-.-c de inteira falta
de juslica, e socego, vivendo srmpre seus
habilanlrs recelosos; boje, poim, goza de
una paz anglica, leuuidos seus habitantes
em harinonia e socledade ; c a quem devenios
altribuir este bem, seno ao nobilissimo ma-
gistrado, anjo tutelar, balsamo lenitivo man-
dado pela Providencia, para curar nossas cau-
crosas chagas, que laes sao a Jalla ne polica,
juslica e L'lilisaco. A prospeiidade policial
ejudiciara detaruani de da rm dia na cm
augmento, e eltvar, como o piuho entre os
ai busilis, sua i.luia aos de mais Arillos,
sen |.ie que llver, coiiio magistrado,* quem
comooSr. Dr. Calando que, incancavel sacri-
fica seu repuiiso cun os maioies r&foico*
pelo bem geral, e beneficio leal da populacho,
tomando J sobie seus hombros a proticco
d'aquelles desvalidis, que dclla necessilam,
znandando inesino sua cusa ensiuar aigum
jiobic orpho, j succorrendo aquellas mise-
ras viuvas, que drmaiidaiii seu valimeulo.
Ciatos somos pessoa do Kxm. Sr. lluiiorio
iluii,. i" Canciro Lio, pelo beuclicio leiio -- Tendo de se contratara remetsa de va-
nos Jubilantes de Caruaru com a noiueaco trios objcclos viudos da cune cun UcUo a*
ALFANUKGA.
Itomlimento do di 28 .19819,286
besrarrrqam no/e 29 de marro.
llares -- llromloiik fsritih.
Itriguei-- lCni/enim merendonas.
Patacho -- l'h'tiis gairsfes.
lt'isrue Superior farinhs.
Ilarea -- Andrrw nierradorias.
Id igue .*>. Domingos iilem.
tingue Beoujeu queijoi.
CONSLAD'MCKAL.
Henil i ment do dia8 38II.R39
Diversas provincias...... 1'6,09i
3:327,930
RECCBEDORIA l)F. RENDAS GEKAKb
INTERNAS.
Kuudimetitnilodia 28....."70,199
tiONSlILADii PlUlVINClAl..
Itendlmpnlo do din 28 1:49",305
i rovlncias da Parahiba, Cear. MaranhSo e
Para, convida em conscqiiencia o inspector
do arspnal de rflarlnha a lodos os capltaps ou
metres dos navios mercanlis que se dirijam
aos portos das referidas provincias, e que
queirain Iransportar laes gneros a seenten-
derem com elle alim de se tratar convenienle-
incnle
-. O artenal de guerra compra aseite de car-
rpalo e fio de algodao : quem taes gneros se
propniera vender, compareca no dia 31 do
correnle, trazendn sua prnpnsta.
Tliealro de Sanla-Isabel.
Si ItECITA DA ASSIGNATUIU.
SAI1DAD0. 29 DI MARQO DE 1851.
Eipetaculo dramtico e danea.
Depois da execuco de uina das melhores
simphnnlas, abrlr-se-ha a scena, e as senho-
ras Maderna e Mnreaux danesraoo interessan-
te passo a dous do segundo acto do
Lago dus Hadas.
Seguindo-sepelacompanhla nacional a re-
presentac.io do muito applaudido drama b-
blico em 5 actos, ornado de msica:
A DfffOllsCAO dos l.iii.Mitilt-.
Com lodo o sen brilhante aparato. No se-
gundo acto, a senhora Undiani cantara a ex-
cellenle arla, em portuguez composlto do
maestro Gianini. ,
0 administrador emprezario fara todos os
esforcos para que os inlervallos dos acto se-
j un rpidos, c nao fatiguen! tanto os espelado-
res, como al aqui.
Cnmecora as 8 horas.
De novo avisa-sc ao respeitavel publico de
que domingo e tercafeira de Pascboa ha-
vero magulflooi bailes mascarados, prece-
didos de academia de msica, vocal e instru-
mental, que scro convenientemente annun-
ciados.
Precos.
Entrada geral / 2,000
Primeira ordem com 5 entradas 1W.WW
Seguuda dita com 6 diia IJ.W
'lerceiradiiacoin6dilas IJ.JJW
Ouaitailila com 3 ditas ,W
As senboras que se apresentarcm mascara-
das terao entrada gratis.
SKGXINDA-FKIIU, 3l DE AAI1C0 DF, i85l.
Itecii.i extraordinaria em beueficio da pri-
meira il.un ii i" Marietla Haderna.
Etpttaeulo vanado de canto, (tanca e dram-
tico.
Depois de Uin* das m. Ihores ouverturas pela
orchestra, a coinpanlila lyrica execular o pri-
ueiro acto da opera ;
Norma,
Com lodo o seu brilhante aparato,
hm seguida a beiieficiaJa e a senhora Mo-
reaux cxecuiaro o novo e lindo passo a dous :
AS ODALISCAS.
Depois do que o Sr. Tati cantar a excellente
aria da opera:
trina Vollena.
Do maestro Donizettl, os Srs. Capurri e
Frederico Tali cxecutaro o bello duelo da
opera:
O Puritanos.
Do maestro llellinl.
rindo o qual a companhia nacional repre-
sentar a inu i e..saiiie comedia em I acto:
0 Judas em Mibliado dViliJiiin.
L Terminara '"taruio com o prliueiro ac-
10 do magnifico baile. Intitulado :
O L*GO DAS FADAS,
tao applaudido n iheatro de S. Pedro no Bio
de Janeiro, por seus admiiavcis grupos c efl'ei-
to scenico.
A beneficiada, sendo esta a primeira ves que
recorre piotrccao do generoso publico de
1 ernaiiibue.i, espera qup este Ihe prodigalisa-
r os Hirsuto* ...vores, que indislitilauenle des
trihue a lodos os artistas.
Comecar as 8 horas.
Os bilheles acham-se venda no escriptorio
do Iheatro. _______
a______i'.^^^^^t^^^^^
Movimeiilu do pollo.
N*V0 entrado no dia 28.
Ilsvro 3 niss, brigue francez lleavj'u, ile.
133 lmela las, eapilao Uurmont, equipa
geni 15, carga f-vemlas ; Lassenut ('..
Naiios tthiiot m mennodia.
Acarar -- lli.ie imeuinal Ayuia llraiileira,
ii esle Fr-nriscu Jote da silva Rttig, csr-
ga Hgo'anleiile e mais gneros, e 1 escra-
vo 8 entregar.
Baha Patucho nacienal Vidente, meslre
Francisco .Nicolao de Araujo, caiga fari-
nlia de trigu. I'jssageiro, Mauoel Jo.- Pe-
rfila.
Avisos martimos.
No lim do correnle. niez segu visgem
pa-a o Rio Gran le do Sul o brigue nacional
l'aquetede fernambuco; pode receber algu-
m carga a frele e escravos, tem aceisdos
commndos para passageiros : quem preten-
der, pode enleiider-se com Leopoldo Josc
da Costa Araujo, roa da Moda n. 7.
Para l.isba she por todo o mez de
abril o brigue porluguez ConceicSo de Va-
ria : quem nelle quizer carregar ou ir de
pesMgem, para o que tem eicellentes com-
modos, dirija-se aos consignatarios. Tho-
maz de Aquino Fonseca & Filho, na ra do
Vigario n. 19, piimeiro andar, ou ao capi-
tno na praY.
Para Parahiba
salie mu poneos dias o veleiro hiale, nacio-
nal Espadarte : quem no mesmo quizer car-
regar, Irale com Antonio da Cos Ferreira
Estrella, na ra da Cadeia do Recite, ou
com o mestre Victorino Jos Pereira, no
trapiche do elgodflo.
-- Para o Um Grande do norte, Aracaly
cu Cesr freta-seuu lecebe carga a hares-
t,a fova F.tperanca quem pretender, dirija-
se a ra da Madie de lieos, loja n. 34.
Para a Baha salie nesles quatro dias o
patacho nacional Alegra ain.la recebe al-
guna carga a frele, para o que trata -se com
[Vovaes& Companhia, na ra do Trapiche
numero 34.
-- A muito veleira barca portugueza Bra-
cliurense sabe para o Porto em poucos dis.
Portos do sul Vapor Imperador, eommsn
d*nic o piuneiio lenle J. L. N. Turre-! ,ern eX(e|lentes eooimodoa para passagei-
zSo. Alin dos paassgeiiOI que Irouie dos
I O1 los do norte para o do sul leva a seu
bordo : Anlonio Jos Duaile, Manuel Ja-
i.iiin ni ii.-/., i ia, in-i- Guncalfee II., Jos
Amonio de Almcida Gusdea e 1 escravo a
ehiregar, Arsenio Fortunato da Silva com
1 escravo, Joaqun Ignacio de Caivalho
Mendonca, Vicente Ferreira Guin.arflea
Peixoto, o Fr-ncez l.eon Cahann, D. An-
lotna Flores llellss l.onealvjs llamos, 0
segundo batalhu de ariilbaiia a p e 7
recrutai paraoesercilo.
Observacio.
Seguio para a Baha a corveta ingleza
Tcwd.
ssss*
U>1T:\L
-- Pela Inapectoria da ilfandega se faz pu-
blico, que no da 31 du crtenle, depois do
meio-dia, se b8o de ai rematar em basta pu-
blica, a porta da mesiua reparticao, na con-
forniidade do ailigo 291 uo legulaiiienlo.
77 coufos com avans, pesando todos 1,086
libras, a 20 is total iil.720 rs. apprehen-
diJos pelos escripluranos, por aecrescimo
ao mani eslo oa escuna Chandes ; sendo a
ni ren,iUi:"io liare de direiloaao arrematan-
le Allaiidrrii de I', ma.i Ih.i-ii, 28 de mateo
dcIHJI. Oiu.specioi inleriuo,
liento June tirnandei Barros.
i--------n^ijas
OeclaracOri.
ros, e recebe carga a frele, para o que Irs-
la-sero'ii o Capilao Rodrigo Joaquim Cot*
reia, na pratja do Commercio. ou com No.
vaes & Companhia, ra do Trapicho n. 34.
Para o llio de Janeiro sabe, em poticos
dias, o tingue n ei.mu Firma : para o reslo
da carga, pussageirus e esciavos a frele tra-
la-se rom o rapilSo Francisco PeixoGuima.
riles, na placa do Commercio, ou com No-
va es & Companhia, na ra do Trapiche nu-
mero 31.
Vende-se o patacho braseiro denomi-
iiu lo Ahijiin, de lote d 7,500 arrobas, e
demanda rarregado 12 palmos, forrado e
piegado a cobre, de boa contrucc,9o, bem
prumpto de ludo o necessario para fazer
viagem, sem que o comprador seja obriga-
lo a deapea alguma : quem o pretender,
po lea esamina-lo na volta do Forte do Mal-
los, onde se aclis fondeado, e tratar com
Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra da
Woe.la u. 7.
Para o Ai i.ciiiy sshe mprelerivelmen-
te, aleo fim do n.ez. 0 hiele nacional An-
glica : quem nelle quizer carregur ou ir
le patsagem, dirija-so a ra da Cadeia do
llecife 49, pruneiro andar, ou Irate no
trapiche du ilgodSo com o mestre
Leilo.
O rorreior Miguel ( arnelro fara lellao, no
dia l. de abril no seu arinaseiu na la do Tra-
iiichc n. 40, de diversos trastes novos e usa-
dos, loucas, vWros, caudleicos, ticos quadroi
de dlvenas qualldade<. espingardas, plitollas
e reloglos patente Ingleies, uina rica mesa de
nedra inarmore sobre a qnal esta desenliada
sela larga com a malor perfcico possivel ;
sssim como ao mel dia em ponto blr em lel-
lao urna porcao de frascos com Unta para es-
crever prela e encarnada, vidros para vidraca
de diversos tamanhos, e una porcao de cha-
rulos que se vender por! todo prego.
Avisos diversos.
-- fferece-se um homem par pagem ou
criado : no becco da Mojefa n.6.
Offerece-se urna mulher branc, de ida-
de, para administrar quslquer casa, a qual
enlende de fazer doces, massas, podios de
todas as qnalidades, engommar, ensaboar,
cozer e fazer os mais arranjos : quem de
seus prestimo se quizer ulilisar, dima-se a
na da Guia, no Recife, n. 44, loja de mar-
clnei-o, queachsf com quem tratar, ea
respeito da conduela o pretendente ver as
hos mis qnalidades.
Desappareceu, no dia 24 do correnle, o
escravo Crioulo, de npme llerculano, repre-
senta ter 25annos. baix, secco do corpo,
sem barba e um lano ful; letOB calca de
casimira j usada e chapeo do Chile. Este
pseravo foi de Antonio Joaquim Ferreira de
Csrvalho, escrivilo da relacflo, Qiial ser-
via de porUcolist : quem o pegar leve-o
ra da Cadeia do Recife n. 51, ou a Antonio
da Suva Giismo.
Desappareceu em agosto de 1848 do
engenbo Periquito, um escravo do ahaiio
assignado, de nomeJos Coogo, d 45 an-
nos poucomais'ou menos, cor fula, bem
barbado, principiando a pintar ; tem falta
de om dente na frente, pernas algum tan-
to arqueadas, as qiiies foram quebradas
por ter passado um carro sobre ellas, de
urna pouco se devulga, mas da outra ("que
se me nSo engao he a direita ) foi quebra-
da na csnella.e fi ou bem visivel a emen-
da por ler desdo groas*, sen lo esle o me-
Ihorsignsl. Este escravo foi de JoSo Bsp-
tisla, morador no engenbo Pracinha ; ha
noticias que passou para as parles do nor-
te : rog, portanto, o mesmo abaixo assig-
nado as autoridades policiaes, capilHos de
campo, ou mesmo a qualquer pessoa que
do mencionado escravo tiver noliciss, o fa-
pam prender e entregar a seu cunhado Ma-
uoel Ferreira Cavalcantj, no engenho Ca-
marsgibn do Dr. Pedro, que se recompen-
ai r. lodo Bar boza Maciel.
Desappareceu, no dia 27 do correnle,
das 5 para s8 horas da larde, urna flauta
du buxo, com virolas de marfim e 5 chavps
de la lao montadas na madeira, tendo a pri-
meira peca a marca seguinle : ra do Lo-
retlo n. 79, Uaboa, e as segunda e tercei-
ra o nome Silva, que he o autor da mesma
flauta : roga-se as pessoas a quem possa ser
oflerecida para a comprar, a queiram ap-
prehender e enlregnrem-na na ra larga
lio Itozario n. 20, que ser gratificado.
--PdlC-fS SO Sr. Antonio Norberto 'v
Sou's, que morava em Ierras doengen
Paulisla, baja de appirecer na ra da Praia,
armazem n. 2, para se concluir o negocio
que nSo ignora ; do contrario ser procura
uo onde esliver : islo no prazo de oito dias.
Precisa-se do 400,000 rs. sobre hypo-
theca em una casa nesta praca, ou boas
firmas : quem quizer dar, dirija-se ao pa-
teo do Carmo lt* 18.
Precisa-se alogaruma prela, escra- I
Hi va, para urna casa de pequea fami- $
3 lia : na ra das Cruzes n. 28, segundo ;
andar i!
Iloga-se so Sr Dr. Muscoso, queira fa-
zer-se mais espliciio quanto ao final da
sua correspondencia ueste Fiarlo n. 72,
afim de se Ihe dar a competente resposta
com documento de sua propria leltra, e
que Ihe nSo ser muito agradavel O Sr
Moscnso nflo he nem pai, nem irmSo, ou
procurador bastante de Jan Htenle, nem
esl aulorisado a insuliar a ninguem por
motivo de defeza da homoeopathia, e is-
lo tanto mais, quanto ninguem tocou ns
sua pessoa. Mas se est d'sposto a ag-
gredir a quem alias o tem poupado, tai-
vez venba a arrenpender-se. l-to Ih'o af-
(iriua -- U eicriptor do Jan Bixente.
He.-ejii-.-e saber se nesta praca existe o
Sr. Victorino Candido Pereira de MsgalhSes,
para se Ihe entregar urna carta desuss ir-
nulas : no palacio da Soledade
RelapSo da esonola que fez urna pes-
soa particular, no dia 25 de marco do cr-
lenle anuo, mis, iluciiii's ,io hospital dos la-
zaros, a saber : 12 carnizas de mulher em
mo estado, 4 vestidos de chita. 4 ditos de
haixo, 3 leiiQoes velhos, 2 cobertas de chi-
ta, I penica.loe, 3 guardanapos, 3 loallias
de rosto, 12 lencos de chita, 4 fronhas, 3
pares de meias compridas, 9 molamhos pa-
ra fios, I par de luvss de Imho branco, 2 ce-
inulas, 2 carnizas velbas de homem, 1 pan-
no da Costa, 2 gamelas usadas, 1 laixo pe-
queo, 1 hcela pequea de pao com 6 pra-
los, I caixa de folna de Flandres com um
chapeo velho de senhora, I garrafa branca.
2 pares de sapalos velhos, 1 par de pentes
de marrafa, 1 pente de segurar cabello, 2
tesouras, 2escovas de denles, 1 manta de
garca e 1 chales de seda. O escrivSo da
ailnimi.slrac.ao, Antonio Jos Gomes do Cr-
relo.
Oflerece-se urna Portugueza para ama
de casa de um homem eslrangeiro solteiro,
ou viuvo nacional, a qual enlende de lodo
o seivivo : quem deseu preslimo se quizer
utilisar, dirija-se ra Nova n. 50, pnqiei-
ro andar.
Precisa-se de um bom cozinheiro na-
cional ou eslrangeiro, para um estabeleei-
mento'; adverle-seque ha outros que o aju-
dem : na ra da Cadeia du lenle n. 1.
Precisa-sede um rapaz sem familia pa-
ra urna ai rumano tiesta cidade : na rus Ve
Iba n. 65.
Precisa-se alugar um preto de meia
idade, que seja fiel e uSo beba : na ra da
Cadeia de Sanio Ai lomo n. 13.
O vigario Venancio llenriques de llc-
zende letn lecommendacOes da corte para
avisar ao Sr. Frederico Jos Pedroso, filho
de seu fallecido amigo o Sr. F.piranio Jus
Pedroso, se existe ii-.-Ih provincia, que el-
le icn de receber urna heranca de seusavs
de 1:31 0,1.011 is. E se (nirveulun deixou de
eslatir, ruga a quem o souber, lli'ocuininu-
mque para procurar a precias cerlidSo.
Ollerece-se um raiaz braseiro para
caixeiio de venda ou de outra qualquer ar-
rutriac,fio, o qual leti bstanle pralica, po-
im que seja para (ora da cidade : quem de
seu presumo se quizer utilisar, auuuuoie.|
Recebr-se um menino para aprender
a ourlves : na ra do Cabug. loj n. 9.
Pede-se encarecidamente ao Sr. e. n.
F. a sua permissSo para a impressSn avn|.
s dos seus versos publicado no Diario n,
63, j que S- S. a deixou de fazer cofho pe-
dio um e'tvdnnle de preparatorio'} talvez
que por modestia, senflo por falta de meios
pecuniarios. 0 quntro vezes oito
Um anonymodeu para o hospital dos
lazaros um lenQol, dtias carnizas, quatro ca-
roul's o tres toslhas de linhoem mo esta-
do para se tirar fios. O escrivSo .da admi-
nislracflo, A ntonio Jos Gomes do Correio.
Quinta-feira, 27 do crranle, s 10 ho-
ras da mantilla, sahin do quintal do sobra-
do n. 3, da ra da Concordia, um cavalln
riipo-sujii, que foi apatacado, bastante
grande e magreirSo, e andou ao p da pon-
te at meio-dia : roga-se a quem delle sou-
ber ou o tiver, o mande entregar no mesmo
sobrado, que ser gratificado, ou na ra do
Rozsrio nstreita ti. 5.
-- Precisa -su alugar mensslmenta um
escravo para andar com nma prroca : quem
o tiver, annuncie, ou dirija-se rna da Ca-
deia n. Ii que se dir quem pretende.
Precisa-sede um menino para caixei-
ro *. na ra Direita, fabrica de charutos nu-
mero 85
Manoel Francisco Martina retirase part
Portugal a tratar de sua saude, deixando
encarregado de todos os negocios a seu so-
cio e irmo Anlonio Francisco Martin*.
Precisa-se de um homem para o servj-
co de nadara : atrs da matriz da Boa Vis-
ta n. 22.
Alnga-seou vende-se nma canoa em
bom uso. que carrega 900 lijlos : a tratar
na ra deS. Francisco, casa apalacada.
Precisase alugar duas pretas que sai-
bsm vender na ra : quem as tiver e quizer
alugar, dirija-se ra da Praia de Sania
Bita, serrara n. 23.
Na ra da Cruz, no Recife, n. 27, sezun-
do andar, vestom-se anjos para procissSo
com o maior aceio possivel e por mdico
prtQo. Na mesma casa alugam-se azas pa-
ra os mesmos.
--Joaquina liarla do Espirito Santo, abai-
xo assignada, declara que ninguem compre,
ou faga negocio algum com o ffobrariinho
n. 4, da ra dos Copiares, por estar subjpi-
lo a qoantia de 1:000,000 rs porque o seu
dono o hypothecou ao finado Francisco Joa-
quim Anlero, cuja quantia tendo sido dada
pela a abaixo assignada para semelhante
hypolheca, e Ihe pertencendo como consta
do papel privado passado pelo dito Ante-
rn, o que tudo se esl disputando em juizo,
claro Oca, qte ninguem pode fazer nego-
cio com odilosobradinho, e menos pessoa
alguma receber o'importe da hypolheca,
sem que seja a final decidida por senlenct a
questSo pendente na relaco, da cobranca
das letlras em que esl couiprebendila a
mencionada bypjpieca, que a abaixo assig-
nada lem de hj>*T no valor do referido so-
este*!o poder de quem estiver,
*" Joaquina Maria do Espirito Santo.
Precisa-se de um Irabalhador : na rus
Direira, padaria n. 21.
D-se urna porcSode lijlos quebrados
e alguns nleirOjS a quem os mandar con-
duzrda ra doQueimadn n. 15.
Na ra Augusta, n.28, cozinha-se, en-
gomma-se, lava-so e cose-se para homem
solteiro, obrigando-so a mandar trazer em
sua casa.
S. I). Melliquel, em Rio Pnce, he con-
vidado comparecer na ra do Trapiche n.
14, para entregar o que se acha eui suas
aillos e o que Ihe nSo peitence.
-- Precisa-se arrendar um sitio, que te-
nha ho:is baixas para capim e casa de viven-
da, sendo para as bandas da estrada nova,
nio se duvida dar mais dinheiro : quem o.
tiver, annuncie, ou dirija-se aos Afogados,
ra de S. Miguel n. 16.
Joanna Naris de Dos Comes FerrJc-
embarca para fra desla provincia o seu es-
cravo Cosme, crioulo.
Os Srs. acadmicos Jea<|uim Antonio
Ribeiro e Carlos Pedro Ribeiro teem caria
e cncommendas no escriplorio n. 5, da rui
do Trapiche.
A pessoa que em consequencia de um
annuneio sppareceu na ra da Cadeia n. 1,
ou no llolsl Commercio, para ser admelti-
da de criada, que no foi mais preciso, po-
de pparecer agora,que ha de ser allendidi.
Precisa-sede urna ama : na ra laigi
do Rozario n. 40, segundo andar, ou na rui
d'Alegria n. 42.
O juiz da irmandade doSS. Sacramen-
to da freguesa de S Jos do Recife convida
aos seus charos irmSus para que domingo,
30 do corrento, s 10 horas da manhSa, com-
.arecam no consistorio da igreja de N. S.
do Terco, afim de que em mesa geral se lo-
mem medidas convenientes a bem da mes-
ma irmandade; e para isso espera o compa-
recimeuto do maior numero de ir.mSos.
Foi entregue a um preto, no armazem
do Sr. Tasso, duas barricas com bolachi-
nhas : toga-se a quem por engao as rece-
beu de avisar no pateo da Penba, venda da
Juilo Pinto Regs de Souza.
Um mogo de boa conducta se offereca
para cobrar dividas ia da pra?a : quemo
pretender, annuncie.
Arreiida-se ou vende-se um sitio con
diversas fruteras, baixa para capim, e mul-
lo perlo da praa por ser no principio da
estrada nova : quem o pretender, dirija-se
a ra do Trapiche-Novo n. 10.
Aluga-se o teiceiro andar com sotJo
corrido, e dous soberbos mirantes, do so-
brado n. 13 da ra do Vigario, com condi-
SOes de ser para numerosa e decente fami-
lia : a tratar na ra do Amorm n. 15.
Q lina tina Cruzes n. a. O
Q Consultorio homaopathtco do faculta- Jj
v tivo J. B. Casanova. 0
x Cratis para os pobres. 0
? [Na ausencia ,io facultativo J B. Ca- j
iJx sanova, o professur de homoBopathia ,.
;/ Cossel Bimont continuar com os |*
v ira ha i nos do mesmo consultorio, on- j
O de poder ser procurado a qualquer W
<3 hor. .9
--Precisa-se de um felor para um simo
no lugar denominado Casa Forte, prefenn-
ilo-si eslrangeiro i ua rus do Trapiche nu-
mero 3.
-- Precisa-se de um porluguez, ou un
prelo, escravo, que entendam de planti-
eOes para Irabalhar em um sitio no lugar
do Remedio : quem esliver nenias circuns-
tancias, e tiver o preto para alugar, dirja-
se ao porleiro da alfaudega deu cidaia.



*% .
Tendo o ahaixo assignado escapado de ser
victima do pnoli.il assassino ein a noite de-7
do correle, pelas 9 horas, pinico mais ou me-
nos, depoii rpie voltara da casad* eu viil-
nho o Sr. Joao Jo de A mor m. na Passagme
da Magdalena, aonde esllvca divertindo-se at
aquella hora e havenrio drccnrrldo a grave
clrcunutancia de ter o assassino se approvel-
tado da occaslo ein que o mesmo abaixo as-
signado se arhava celando, e se inlroduzido
no gabineite de sua casa, entrando peU porta
principal que se achava aberta, senilo ali en-
contrado por uma escrava que,a mandado de
sua lenhora, fora ao dito gabinete buscar ob-
Jecloi do servico de casa ; o que deu lugar a
licar toda sua familia ein sustos, e aos seus gri-
tos acodir a vizinhanca, conseguindo todava
escapa r-se o referido assassino, apezar das di-
ligencias que o ahaixo assignado para pren-
d-lo, na supposifo de que ainda o poderia
encontrar no gabinete, ou ein algunia parle
do sitio ; roga o mesmo abaixo assignado a to-
dos ns seus vizinhos de uin e outro lado do rio
Capibaribe que tenham a bnndade de mandar
correr os seus sitios, ate a hora de agasalha-
rein-se, para evitar que o mesmo malvado, ou
outro de igual calibre se Introduza pelos re-
feridos sitios, e ronsiga reallsar seu plano in-
fernal ; e com isto prestaro um importante
ervico ao abaixo assignado, que, alciu de ser
pal de familia, he amante do socego e obedi-
ente a lei.=Jnsi Fernanrlrt Eiras.
TERMO DE deu-ahacAo*.
Aos vinte uin de marco de mil oito ceios
e sincoenta e um nesta cidade do Itecife, na
ecretaria da polica, aonde se achava o Se-
ulior desemhargadnr chefe de polica, Jero-
vino Martiolino Figueira de Mello, commigo
rscriviin do seu cargo, e sendo ali presente
Solero Flix dos Santos Rosa, estando este em
-
avisa a todas as pessoas que de seu prestimo
se quizerem ulilisar. na qualidade de solici-
tado', hajam de se dirigir ao pateo da matriz
de Santo-Antonio, no prnneiro andar da casa
n. 4, das 9 s 10 horas da uianlia, ou ein San-
lo-Amarinho, na casa de sua Tendencia das
6 s 8 da manhaa; podendo delxar as suas
ordens na casa cima n. 4, a qualqaer hora
que promptainente sero cumplidas.
Kng..ii.ma-.se e lava-so luda a qualida-
de dn roupa com lodo asseio e muila promp-
tidflo, por prego miis couimoJo do queem
outra qualquer pnrle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
-- Aluga-se um molequeque sabe cozi-
nhar, comprar e fazer o mais servico de
uma casa : a pessoa que O pretender, diri-
ja-so ra de Sania Rita, casa nova, junto
igreja.
Ueseju-se fallar com o Sr. Jo Maria
de Vasconcellos Dourboma negocio que o
mesmo Sr. n3o ignora, e deixando de o fa-
zer se publicar qual o negocio : na prac,a
da Independencia n. 38.
Desappareceu ou furtaram do cees da
rus da Aurora uma canoa que carrega 600
a 700 lijlos : quem liver adalo, dirja-
se ra Formse, ultima casa terrea, ou
annuncie.
gj~> Chapeos de sol. ?>
f Itua do Passeio, o 5. ^S
fiesta fabrica ha presentemente um ric
sormenlo desles objectos de todas as co-
res e quulidades, tanto de seda como de
panninho, por prec,os commodos ; ditos pa
ra senhura, de bom gosto: estes chapeos
plena liberdade e sem roustrangimento al- sSo feitoj pela ultima moda ; seda adamas-
cmn depois de ter prestado o juramento dos cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
Sanios Eangelhos.sendo-lhe lida a peticao ,casa se acha igual sortimento de sedas e
de Jos Feroandrs Eiras sobre o conteudo d'
ella declarou o dilo Solero Flix dos Sanios
Boza, o seguinte : Que lendo sido incum-
bido por seu irnio Joao Miguel Ferreira-, que
e acha preso na cadeia desta cidade de pedir!
a algumas pessoas esniollas para poder pagar1
a mulla a que fora coudemiiario, dirigio-se ,i '
atanorl da Silva Santos negociante d'eslivaei
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macoes servidas : todas eslas fazendas ven
dem-se em porcSo e a retalho : lambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por prego coin-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
aimarmazem do caes dalfaudrga, e este de- de marca maior, de panno e de seda, pro-
pon de ter recusado dar a sua esmolla. Ihe i pr0s para feitores de engenho, por serem
disse que Ihe poderia dar algum cobre bo... se oos _._:., fur,,,s _... ,e .,. r' u,M!
elle declaradamente se quUesse prestar urna ,, f" ?Ue Se Poenl "">"Car.
dellgeueia;equc tendo elle declarante per- --Precisase de um hoa.etn para tomar
.sumado qual era a diligencia, Ihe repondeu i conl* de u,n sltlu Per,oda rraca, danio-se
o dito Santos, que consistiaclla em matar ('i,s" '' culturas para desfrutar, com tan-
Jos Fcrnandes Eiras, negociante d'csta cilla- lo que tome conta do mesmo silio e o con-
de, com quem elle nao vivia ein harmona e sei ve em bom estado : na ra do Passeio,
que ento elle respndeme havendo-llie pro-1 luja n. 7.
niettido que se prestarla ao que elle desejava, .. n'essppareceu, no dia 3 do corrente, do
S'srzJ^^ssLSM^r d,.Bo*,vu'um ",>d,inh ^
referido Feruandes Eiras que passava pelacumum sl8nal ""CO na cabeet, mullo
frente do seu armasem e entravaeni outro. De- """'SO e fin grito : quem o liver, leve-o ao
ciaron mais que na occasio em que se con- armazem n. 5. no caes da alfandega.
ser va va sobre este assuinpto o dito Santos Ihe
perguntara aoude eslava inorando, e que a
vista da respokla d'rslar morando em i cli.u i-
be Ihe dissera-- est bem uo f.iz mal, por-
que o Eiras IcoUuma a ir i casa da viuva liap-
tisia, e viH i' como costuma andar por essa
estrada pode esprra-lo por ahi rmqiianio eu
fassb o mesmo pelo silio em riue elle mora.
0 baeharel Antonio Aunes Jacome Pi-
res lem o seu WCrptOrlo no pateo da ma-
triz de Santo Antonio, no primeiro andar
do sobrado n. 4, onde pilo ser procurado.
No (lia 19 do corrente desappareceu da
rug da Cadeia do rtecife um cavallu casta-
nho-ruzlho, grande, castrado, com uma
Declarou mais que encontrando se elle deca- carga de Cal prela, sendo os saceos de dous
ramea dias depois rom o dito Santos, este
Ihe ditsera -- yod al agora nada lem fe i lo,
nao se rsqucfa do mu pedido, que lera urna
boa molhadura de que se nao ha de desagra-
dar. E nada mais havendo a declarar inandou
o Senbor desemhaigador chefe de polica fa-
zer o presente termo no qual com elle assigna-
nao. Eu Francisco Ignacio de Altayde, rscri-
vao o escrevi. Klgueira de Mello. Solero
jVelix dos Santos Roza JosFen andes Eiras.
Pedro Alia mi e lleurique Relnn pattiri-
pam~so respeiiavel publico, que comprarsm
0 estahelecimenlo >ie coxeira com carros,
cavallos e lodos os mais qtcnsis da mesma,
livre de toda e qualquer divida, au Sr. Au-
gusto Fescber, desde o dia 15 do crrente
Diez.
Precisa-so de um eaixei.o pequeo com
alguma ortica, para uma venda : nos qua-
tro cautos da Boa Vista, ra de S. Gonzalo,
esquina n. 1.
Alugs-se um sobra Jo pequeo, ou um
aljdoos an.li......le iiiiui casa na Boa Vis-
ta, em lugar que seja saudavel, dr.ndo-se
1 reeieiieui a ra da Aurora para Sanio
Amaro, ou no Hospicio : quem o tiver an-
nuncie, ou dinja-se a ra do Trapiche No-
vo n. 42.
--Quem quizer alugar um armazcm, no
Itecife, ra do Apollo, defrontedo theatri-
nho, com porta do coebeira, que j servio
para assucar o aluga-se por preco commo-
do.dirija-se Boa Vista, ra da Gioiia n.
87, segundo andar, a qualquer hora do dia.
Precisa-se de um preto ir oro, que en-
tenda de c.oziuha franceza : quem o tiver,
annuncie, ou dirija-se a esta lypographia,
que se dir quem prec'ss.
;**^>* :*#?*..< +*?
# Consultorio central liomoeo- 4
# pntllico de rerna mimen. ,,
# Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, 4
?." lina do Trapiche Novo n. 15. a
W Todos os diss uteis sodarSn con- 4
# sullas o remedios de prara aos po- 4
*., bres, desde pela aianbfla atasduas 4
# horas da tarde. ^
4a) As correspondencias e informaroes
4i) podeiSo ser dirigidas vcrbalmente, 4
Of ou por esrripio, devendo o doenle 0
faf indicar : prime ro, o nome, a idade, 4)
f# estado, prolissto e consiiluiSo ; le- 0
fs* gundn, as molestias, que lem lido, e S
# os remedios lomados ; lerceirt, a po- (4)
# ca do apparecimenloda molestia ac- {f
%> tusl, edescripc,So minuciosa dos sig- (4
?,' naes ou syniptomas que soiTre. 4
# fr. Sabino Olegario l.udgero Pinho. y
Precisa-se de um cozinheiio forro ou
captivo para uma casa eslrangeira de pou-
ca familia : na ra da Aurora n. 8, segundo
andar : paga-se 16,000 rs. mensaes.
O padre TbomiiZ de Santa Marianna de
Jess MagalhSes lem aberlo aula para ensi-
llar prii/eir.i.s li tiras e li.iim, segundo o
syslema sdoplsdo tas aulas publicas desle
imperio, ns casa de aua residencia, na ra
do Rozario da Iloa Vista n. 48, e recebe
alumnos, nSo s externos como meio pen-
sionistas, e tambeui pensionistas, o se tilin-
ga a dar bom tratameulo ; escusaudo porm
de mencionar precos e qualidade do trata-
ment, porque com os pais, tutores ou cu-
radores se entender : o que, porm, pro-
mcile he o adiantatuento dos seus alumnos
e a boa educacSo.
Carrocas de aluguel.
Alugam-se carroess com bois para qual-
quer canducho pira dentro da cidade, ou
arrabaldes, conduzidas por escravos inlel-
ligentes e de conlian^a, pelo que responsa-
bilisa se : na ra da Cadeia do Kecife n. I,1
lios de algodito da leira : quem do mesmo
uiii i ei ou o tiver em seu po r, leveo a
ra do Queimado 11. 6, que sei gratificado.
edticaqno precisa a sen i I los. 101 o fazem com
grSndes sacrificios e dinieuldades, em raso
de faltaren! aulas ou collegios, onde pos-
am colloca-lo*, por tal modo dirigidos que
descaiisem inleiramente, nao sd espeito do
Iraiamrnto e disvrllos, como respello do dc-
senvolviincnlo intelectual e moral era por-
tanto de palpitante necessidailc a ereaeo dr
um estaheleciiiirnlo que reuniese todas aquel
las condenes c fui com essas vistas que o 111-
nunciante estabeleceu a sua escola no Ingar
indicado. Os pensionistas, que Ihe forem con-
fiado, acharao estabelecimcuto do annun
rante lodos os elementos necessarios .10
bom desenvolviinento phisico, intelectual
e moral. Habitacao sncji.i, cun as acom-
ood.iiiM-s necessarias, e todos os cuidados
que um pai pude dispensar seus filhos.
Mustres escolhidos de graiiimatica latina, fran-
ceza, msica vocal e instrumental ; se encai-
regarao de apcrfrifoar a iotelllgencla dos
alumnos, emquanlo o anniincianie derigir
especialmente as primeiras lettras, nao pon-
pando esforcos para adlantar os seus disc-
pulos ; emn a moral e a religiao serao cul-
tivadas, como convem i quem subie ludo quer
formar bous cidadaos. A nica recomemla
>,.io plaiisivel este respeito c um exame ocu-
lar, e para este fim o annunciaute convida a
todos os paes de familia que d'aniemao quize-
rem cerlificar-se da rcalisacao cas prumessas
do annunciaute, para que se <1irij.nn a sua aula
e ahi examinen! por si mesinos a ordeui c re-
gularidade dos trabalhos, e as mais coudicoes
que licam enumeradas. ,
O .100010 11.1 espera 1 mil n.i, i merecer o
favor e coiifianca do publico '
francisco At Sales a'nWuquerque
Lotera da imitrizilu Una Vista.
Aos lo:iooS As vantagens que oil'errce o plano desta
lotera, ligadas ao fim utilissimo para qim
he applicado o seu beneficio, tem milito
concorrido para a rpida extrareflo que v,1o
tendo os respectivos buhles, osauaescon
tinuaui a estar venda nos lugares ja an-
nunciados. A invariabilidade do dia 2 de
junbo prximo futuro, marcado para o n
damento das rodas devn certamente exci-
tar os compradores de hilhetes a se imini-
rem em lempo, daquelles nmeros por que
mais predilecco liverem, entretanto que o
thesoureiroda loteria afiam;, quesea ex-
traccodos bilhetes continuar, como aleo
presente, elle presume com bons fundamen-
tos que as rodas tero o seu gyro antes do
dia 11,aralo
- Precisa-se singar urna preta captiva
para fazer o serviro interno de uma rasa de
pouca familia : na ruada Cruz, armazem
numero 48
Attenriio.
O ahaixo assignado, segundo testamen-
leiro do finado Jos Lniz di Silva Cuima-
ries, faz publico por meio do presen'e, que
acha-so em seu poder tres lettras, que fo-
ram appreheniidas pela ilelegscia do termo
do Rio Formse, a rlous individuos que ali
apparrreram em 15 de maio de 1818, e fn-
ram deposiladds em poder do finado Cui-
maries, que alli morara, cujas lettras sOn
ds qnanlias seguinles: a pnmeira de
1:000,000 lis, sacada por Miguel Fran-
cisco heniz Machado a favor de Utnnel
Jos de Catro Araujo, endossada por este e
--Prec.sa-seal.igar uma canoa (cm L|no J016 de astro Araujo, a Aiilonio Jos
noeiro ou sem elle ), que rarregne 1,400 a
1,500 lijlos de alvcnii ia, pagauJo-se mon-
alDoeote o que se convenciontr : na ra
larga do Rozaiio, padatia n. 18.
O Si. \ i uto. i Joaqiiini da Roza, cai-
xtiro de Francisco Jos Caimito, hpja je ir
tuadal'raia 0. 46, pagar a quanlia que
nilo ignora.
Desapparrceo do dia 24 para 25 do cor-
rente, desde o Recife al o sitio do Fragoso,
um 1 u.iii'. rodado, com algumas pintas de
pedii's e bastante descarnado: quem o tiver
adiado, ou souber delle, dinja-se ao becco
do l'eiie-Krito 11. 9, ou drfronte dochafaiiz
do Forle-do Mallos, n. H, segundo andar, pa-
gando-se todas as drspezas,
Francisco Veipa, rom irnleslo ai.
segunda de 300,000 rs. sacada n
_ue se refere
a este
Luiz Conzaga Ferreira, e ceita por Jo^
Piulo Moreira, com protesto ; e lerceira di
Kiu.mu rs. sarada por Ji*t$*r.nzilio dos
S^uiua, 8-ai j,'**JUJa.T-.Vore .-
ropa, poitanlo, o abaixo assignado a quem
liver direilo as referidas lcliias a compare-
cer na roa Bella, ci'Sa n. 25t d8S g as g |lo.
ras da manhila, e das 2 as 5 da (arde, viudo
compelnien.eule liibihiado iara recebe-
Issepassar ss quila(0es neressarias, Bb
pena de serem de novo deposiladea no the-
souro publico -- Antonio ranciico MarUm.
No dia 26 do ro rente desappareceu da
Carlano de Almeida, faz sciente ao respe- ru, da Praia, | elas 7 horas do da' os escra-
lavel publico, que por haver outro de igual |vos S(.guinles : Misimo, pardo-escuro, de
I...I..I- 1 11 l...i,. 111 .1 1 11.I.. ... nci.n... ....- ^ '
30 snuos, l.aili.olu, llura regular, nariz
nome, de boje em diantc se assignar por
Cduiiii Simfes de Almeida.
Sahe-se que certa pessoa, moradora
nesta cidade do Itecife, conduzio para aqui
uin cavado furlado na cidade do ftio For-
ooso, o qual tem os seguintes signaes : ru-
fo com pintas de pedrez, lem uma sobre-
cana em una mito, e he embigudo, anda de
baixo a meio, e tem una pequea manila
de se acoar aonde est acosluiiiado rabilo.
Este cavallo foi furtsdo no dia 9 a 10 de fe-
vereiro prximo passado, e a pessoa que o
conduzia fui encontrada em caminho para
esla ridsde com od.lo cavallo ; por isso ro-
ga-se-lhe que haja de o mandar entregar a
seu dono, que he Manoel Comes de Macede,
cm Rio Formn), o qual na filia do cavallo
se contenta com receber o valor de cem mil
ris por elle : espera-seque o Sr. da esper-
teza a isto se resolva com promptidSo ; do
contrario, lera de ver o seu nome por ex-
tenso nesta folha, ou uma precaloria a sen
xlcance, pois ha para isso lestemunhas suf-
(icientes,
Precisa-se [alugsr um sitio dis-
tante desta piea uma legua 011 legoa e
meia, que tenha arvoredos de fruto e bsixa
para capim, e que tenha pasto psra 12 vac-
cas todooanno : quem o tiver, dirija-se
ra iIiiCivs.ii n. 12.
-- Aloga-se lu. silio perto da prses, com
bastantes fruteiras, na estrada de Joflo de
Barros, junio a Soledsde : quem o preten-
der, il 1 ij.i-se ra de Dorias n 52.
CuimarSeso Companhia fazem scien-
te a quem convier, quavenderam a sua lil-
la de selleiro, sita na ra Nova n. 19,'io Sr.
Domingos Jos Ferreira, ficatido a cargo do
mesmo comprador lodo o activo e passivo
p .le.cente a mesma loja. Itecife, 26 de
i. arco de 1851.
chalo e arrebitado, olios pequeos, falla
descantada, | ernas e 1 es seceos, e no brar;
direilo junto a munhera tem unas marcas
de ftidas ; Querino, de nardo Congo, de 50
anuos, altura mais que regular, cor prela,
bastante magro, pouca barca ; lem as mf.ns
junio as mu.heras fuvi nas proveniente de
iie.ihul s do raranpueijos, e ps e pernes
sercas. l) primeiro j foi eteravo de Manuel
Comes de Bairos, nioradnr no engenho Bnm
Aniigo, provincia das Alagnas, e he prova-
vel que lenha procurado este lugar; o se-
gundo foi iscravo de J0S0 Paz Brrelo, mo-
rador na villa de Rio Formoso: roga-se,
pulanlo, as autoridades policiaes e cepi-
liles de campo os apprthendam e os levem
a Joaquitn Flix Machado, na praga de Per-
un., luieu, na ra da Praia de amia Bits No-
va, raa 11. I, que serSo rrconipensados, ou
no engenho Jus da Cosa, comarca to llu
Formoso, a Christov3o Jos Machsdo.
**f ^t^999.9mk *B<41kgW
''ittiii Gafajnonxi iicntistn. *
%> fianciz, offerece sen prest- <*"
9) mono iiiiblico |>nrn tollosos %
+ ni i- ir .<- le sun proflssao : #
pdeser procurado a qual- #
" i|ini- liora 1 ni suu casa, na %
rita larga lo Rozario, 11. 3G, %
lomillo andar. ^
{> $t ? 9 0 9 f P 99 9 9 i"
Historia sagit'da do antlgo c
novo testamento,
enriquecida com notas e reilexes inora.'s,
pars instrucQilo esanrlilica^So dos fiis, pe-
lo presbyteroJ. I. Roquelte, cavalheiro da
imperial ordem da Rosa, e socio correspon-
dente da academia real das ciencias de
Lisboa, 2 vols. em 19, encadenados, illus-
'a pratici quo lem, como pela theoria, deso-
ja em prega r-se em alguma casa de com mer-
rio : quem o pretender, dirija-se a esta ly-
lOgraphia.
Commerce.
Un garconavec quelqne praliquo derom-
'nerce el de tenue do lives, sacliant lire, e
rire et parlar la langue fram}iiso, non
a theorie qu'il en a desire se placer dans
{uelq.ie maison de commerce : s'adresse a
cjlte im rimerie.
Por cominodo preco.
Fazem-se vrsii.los do todo e qualquer
feitio para senhoras, manteletes, capoli-
ihos, bonetes para homcm e senhori ; lam-
hem enl'eilam-so ebapoa, l-ivam-sn e en-
gomiuain-se quaesqoer objectos do fil li-
.andnemseu perfetto estado, ludo com a
11 1 ln promplidilo : na ra da Aurora, luja
la casa 11. 42.
-- Aluga-ae 11 ni sillo em Oliu.la, na praia
de S. francisco, com 56 ps do coqueiros e
uiiii boas Ierras para planUr ludo quanto
sequeira comprar, com urna casa de pe ira
o cal, porm ja velh, e a vista dn quem o
nretender se fari lodo 0 trato em Fora de
Portas, roa do Pilar... 145.
';> Consultorio liottioeopxlliico, 0
^ ra do Cnlle.'in, n. 25, O
O Do /". P. d* A. lobo Voscoto. V>
3> Ollr. Moscoso da consultas lo los os 3
,' dias. Os (lenles (.obres silo tratados 11
? de graca. Sscio visitados en. suas "^
J casas aquelles que nlo poderem vir O
9 o consultorio, OU que suas moles- O
SI lias nSu possam dispensar a presen- P,
"5 Ca do medico. f)
3O00O0Otf>OOOO00<&0tf>
Aluga-se o segundo andar c solio da
casa n. II da roa da Mu la, com rom modos
ara grande familia, por 1er 4 salag, 10
quaitos e 2 cozinhas : a fallar no irmaZOOl
l^^ mesma casa com Lniz Antonio Vtetra.
-Precisa-se de u.n horneir. que tenha
peifeitl pratira dorommerriu de venda, pa-
ra se Ihe. entregar urna por bilam; 1, (Jan-
lo-se-lhe inleresse pelo seu irabalbn, e
que seja de boa conduela : a tratsr no Bec-
ro l.rgu n. 39, esquina da SenvaHa Nova.
Precisa-se de ..... caiseiro que emenda
de nolli 1 os liando liador a sua conduela : a
tratar com Victorino Jos Ferreira, rus larga
do Rozario 11. 2*2, lol 1 de iuiudeas.
- Arrenda-se mu silio que seja grande e
que tenha ao menos un.a pequea balsa para
capim e bastantes friicteiras, faz-setoda ven-
tasen! com leuda ada atada, obriga-se a afor-
moiearn sitio naquillo que eativer a.i alcance
e n;*io deteriorar como m.iitos laxem : quem ti-
ver procure no sobrado junto a cadeia, por ci-
ma da cocheira segundo andar, que adiar
com quem tratar,
--U Sr. Francisco toc.Cerqueira AI ves
le Barbilla leu. urna cuta na ra do V.ga-
rio n. 7, on le tambem se .lesej 1 fallar com
.. Sr. Sel.asi.fio Pertia Marques Bastos, ou
ulgne.11 por elle.
O ahaixo assignado, morador no paleo
do Terco n. 32, laverna da esquina do ber-
ro do Marisco, avisa as | CsSuas que II.e sSo
llovedoras, Ihe queiram mandar pagar no
praZO de oito das, a conta r da dala (leste ;
do contrario tero alguna d' erpor exten-
so seos imnii'-11 si" nv .nonos serio
Chamados a ju.7 bajim ass.g-
i.hiIii taiiil.em avi ,itom SO J.ilgar seu
rre lor, para 110 mes.no prazo cima Ihe
apresenlar sua roiila para ser pasa. Recife,
18 de marro de 1831 --Jos da Silva Moreira.
As lies horas ta larde do dia
carnlceiro. o qual ganha 800 rs. diarios : na ra
Tampette, alfaiatc,
participa a seus freguezes, que mu- m
% doii-se para a run da Cadeia do Re- |,
-!; cife n. 15, primeiro and.r. .,.__,,,..
-- Fa se almocos e jantares para fra co.n
milita liu.peza e perfeicaoi na ruada Praia
becco do Carioca, sobrado da quina. Ha mes-
illa casa lavi-se, rngoinma-sp, cosein-se todas
asqualidades de costura, marca-ie, fazem-se
1 iv.. iuio de todas as qunlidades, ludo inulto
bem feilo e por pre;o cooimodo.
Aluga-se u.n nioleque pira o servico
de uma rasa eslrangeira do poiira familia :
queai o liver dirija-so ru da Cruz n. 15,
que achara com quem tratar.
- Domingo, 30 do corrente, havera mesa
geral na igr.ja de S. C tralo, pelas 9 horas
do .lia. _____===.
Compras.
Compra-se uma escrava, que saiba bem
engommar, cozinhar e enlenda de costura,
sendo moca e de boa conducta : na preca
da Boa Vi-tan 28.
Coinprani-se duis pelles de onca para
uma encoininenda, sendo o melhor possivel
tanto cu (.111111l.il como na lindera do pello,
nao fie olliaudo o preco mais sim ao mellior
que ser possa quem liver, ilirijs-ae a ra d
adela do Recife o. 44, loja de lerragens.
--Compra-se uma im piensa de copiar
carias, sen.lo \i >r p.-eco ron no lo : na pra-.
ca do Corpo Santo n-2, primeiro andar.
Vend
as.
Recife, 26 de mares de 1851.
Domingos Jos l'errtira
1NSTRUCCAO PRIMARIA.
0 abaisn assignado, leudo rrerbido do res-
peltavel publico benvolo acolbinirnlo, visto
como j inuilus pacs de familia Ihe tem con-
fiado seus lilhos, convencidos da maneira
conscienciosa por que o amiunciante tem de-
sempenhado as obr.gacoes que se compro-
11.1 ..era na direccao de sua aula particular,
na ra do Mondego n. 44, rende por este meio
mu publico agradecimento aquelles que nelle
lem depositado sua couiianca em assumpto
1..0 delicado como seja a prlmrira educacao de
seus Albos. O annuucianle julga dever anda
solicitar a conlianca das pessoas moradoras
ljcar lo. .ida praca, para quem foi especialmente
creado o seu esiabcleciinenlo. L em verda-
Mauoel Lula da Vciga, solicitador dos de, he gerahnente recoubecido, que minios
auditorios de priiuelra instancia desta cidade, paes moradores fia da praca deixaui de dar a
- O abaixo assignado faz ver ao respeij! Irados com 120 vinhelas, sabio luz em
tavel coipo de rommercio, que comprou Paria, e vende-se 110 psleo do Collegio, ca-
aos Sis. (,111.11.1. les 61 Compinhia, a sua lo-1 a do Livro Azul, pelo preco de 8,000 ris.
ja deselleiio.sita na rus Nova u. 1. fican-j Brilha nesta obra ronscienciosa a liogoa-
doa cargo do mesmo comprador lodo o se- gem pura e conecta que Impropria do au-
tivo e passivo perlencenie a mesma loja.! ter, um reflejo mu. nolavel das liugoas or
ginaes, a que nesles ullimos lempos elle si1
lem dedicado, e por vezes a elegancia e no-
bre esiylo, que s em Vieira sa enconira.
He precedida de un. relenle prefacio com
urna impotlaule noticia circa dos livros
santos, eromplefada com um appendicr
couten.lo a historia abreviada da Terra
Santa dos nossos dias.
Precisa-se de uin leitor capaz, para un
sitio perto da prara : a Datar na ra .1.
Cruz do Recife n. 2.
Precisa se de urna ama para comprar e
coziuhar 1 ara orna rasa de pouca familia :
na ra da CooceicSo da Boa Vista n. II.
Commercio.
Um rapaz com alguma pratica de com-
mercio e de guarda livros, sabendo ler, es
crever e fallar a lingoa franceza, nSo s pe-
3o ')e dezetnhro prximo passado
.esapp, lecett di casa do deposita-
rio Francisco Jo^ Arantes, o ca-
na de nomo l'edio, peilencentc
ao Sr. Dr, IVdto liezeira l'ereira
de Araujo lleltiao, com os signaes
ieguDles : cabellos paixados, bra-
co csqtier. o alejado, ccatriics na
p c no braco esquerdoi e outra
no estomago de un faccada : rpiiiii-
do falla finge ser g^go, nitiilo pro-
sista e canlt dor ; levou camisa 1
riscado azul e calca de algodu
transado, lislrado, americanos ro-
ga-se a polica e aos capiUes di
campo, so o virem, de o pegar t
leva-ln ma ta da Torre, silio do
Leao, ou no Ueriie, na da Cadeia
de S.it.lo Antonio, atn.azun de ti-
j lo.
Fiintlicao rt"Aurora.
C. Siarr & Companhia, respetosamente
antiunciam ao 1 ..Id.cu, que o seu eslabele-
cioenlo para manufactura deluda a espe-
cie de marhinimo tendo desde o seu prin-
cipio em 182 ido ronslanlemenle augmen-
tan.to. lem boje chegado a um estado de
perfeic'o tal, que 11S0 hciof. rior aos me-
Ihores que existenl em todo., imperio, lan-
o pelo que diz respeilo a Capacidade do
edificio, cnn.o pela esc. lenria dos n.ate-
riaes e 1 ei ici- dos seus empregados; o que
os habilita a offrrerer-se rom conlianca pa-
ra a i'onlual exerurflo do luda a especie de
machinas de vapor, do qualquer Ismanho
011 descripc,,o que lejam, filas, para na-
vios, ou locomotivas. I)ualmriite caldei-
ras para vapor do lodas as dimenses, enpe-
nhos para caimas movidos por vapor, por
tgoa, ou por im 1 o ae>, con lodas as varie-
dades de moderna invenr.lo. Tachas de to-
dos os lamanhos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de apri-
collura, rodas d'ag'ia o mirnos de Vento
le todas es qualidades. Alvaiengas e em-
barea(oet de ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desejeu.. Puntes d ferro de to-
dos as dimenses, gradaras, verandas, por*
loes, columnas, sinos hydraulicos, hoias de
ferro, e n'uma palavra todas as obras de
ferro e bronze, de que o paiz possa precisar,
(racasa eiiefgia do governo, exisle ja urna
excellenteesliada feila em linha rerla da
ponteada Itoa Vista para o eslabelecimenlo
em Sanio Amaro, oque offerece a maior
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
-- Aluga-se um grande sitio com] bastante
trra de planlacoes,cora casa para grande fa-
milia, 110 lugar de lleuerjbe de haixn. mullo
peito da povoacuo, por ser o ulliiuu sitio antes
de cliegar a mesuia. Tauhem se vende uui
preto de nacao, de idade de '6 annos, bom
de
2,
11 m cavallo.
Vende-se 11111 cavallo, proprio para senhora,
por ser milito manso e de bom tamaiiho, ler
andares multo lliaoiOl e estar gordo, por limi-
to barata preco : qu.....o pretender, dirj i-se a
ra do Apollo, estribarla do Paulo para se
tratar.
Isto sim he que fu conta.
Veudr-se inanleiga Inelea a "iC0 rs. a libra,
llngolfaa do serlao a 280 rs. a libra. hoUxi-
nha ingleta a2B0rs.a libra, dita de51111 li-
bia a 2110 rs. a libra, batatal a tiO rs. a libra,
azi i.e doce superior a ti .0 rs a g.irrafi, viiiho
verde a 110 rs. a garrafi, lainh.is das Alagoas
a 120 e H'O rs qiieljoi de Minas a 1>60 rs.. pa-
pel perlino a t.OllO rs. a resina, .0... mola.1.1,
e doce de goiaba multo Uno : na roa das Cru-
ZS, prinicira venda piulada de azul.
lina muldtinha.
Ven.le-se urna mula'.iiiha de l5annos< a qual
sabe coser l^o, marcar, coslllhai perfeitHlen-
le o diario de Ulna casa, eosab >a, e lem as
habilidades que se exigem para o domestico
de uma lamilla, sendo milito geilosa para -.
ilar com cianeas : quem a pietender, dirija-se
a ra das Trinchelras n. 14 segundo andar, ou
a ra do Trapiche ... 4o, que chara com quem
tratar mdicamente o preco.
-- Vendem-se 4 m< leo-tes de idade de 15 a
.8 -innos, sendo iim driles carpa] e outro pc-
dni-n, un. esc.avo bom carreiro, t.esescra-
vas mofas, uioi dita de niela idade: na ra
Uin il.l ... .'(
Vende-se por prefo commodo urna pre-
ta de 11 icio, son vicios oc... achaques : na ra
.ios M irtyrios casa 11 30 se dir quem veudc.
i'uiuo do scidio de patente.
Vende-se o mala encllenle fumo do sert.o
em rolos e libras : na la da Cadeia do Iteci-
fe 11. 44, l'-i ilc lerragens.
-- w una inverna cu Oliuda nos
Quatro Cantos, lugar inulto Interetsanle para
negocio ; ijiii'iii a qulaer, dlrlja-ae a ra
Santa Tberrsa na n-eeina cidade, casa n.
(lie acbartf com quem Halar.
-- Vende-se urna armacSo, a qual serve pa-
ra raleado eu qualquer estab. leciinento, puis
foi bolada agora prxima, e a casa com bons
commodos na ra da Peilha : quem quirer di-
ta venda diiija-sea ra Direila loja n. 33, ao
pe ila botica Sobrado do Dr. Ignacio.
Vende-se mu pequeo sillo na eslrada
de Heliii, ilrfmule do beeco do F.spinheiro
com 350 palmos de frente e S0O a 900 de fundo,
cercad-i de [linio, bastante arvores de 11 oclas,
casa de (upa nova e bem construida, boa agoa
de beber : quem o pretender, d.rija-se a ra
Direila sobrado junto ao da quina do becco
que volta para o paleo da I'euha primeiro an-
dar, se Una o dono.
Vende-se urna escrava de nome Maria,
idade de *i anuos, boa eugommadeira e co-
zinheira : na ra das Agoas-Verdes 11. 38.
Vendem-se ps de abarails e lindos ps
de sapolys : no becco do Kspinlieiru pri-
meo a casa ao entrar pela estrada de Joao do
Pairos.
.. Vende-se urna mobilla de Jacaranda ja
servida, sendo mu sof, duas mesas modernas,
uma dita de nielo de sala quadrada, nove ca-
delras, um tocador, ludo por prego comiuodo :
1.11 ta lio cita n. S4.
Vende-sc urna escrava enm urna cria de
8 metra, cuja escrava lava, cozinhae engom-
ma. e lie de opiiina conduela: na ra Vclha
u. (i.Y
Ven.le-se urna taberna na ra da Aurora
n. 32. Iiemafreguezadi para a tena.
.- Vende-se mu inoleque crloulode i(i a I?
annos de Idade: no ariuaicm de molhados u.
II, un ra do Encantamento do Kecife.
Vende-se mu cavallo con. lodos os anda-
re, por prefo commodo : na ru.i da Praia 00
mero G8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 90:000,000 rs.
Na prafa da Independencia, loja de calcado
do Araules, e na ra da Cadeia do Recife n.
40, luj de i.iiude/.as, vendeiii se os mui afor-
tunados lucios biloetes e canillas da vigesi-
llia-srtta lotera a beneficio do Munte-Pio, c
paga-se qualquer premio que uellrs sabir sem
eauai.cia aleuiua.
Meios 11.000
( in.i'.s S.600
Oltavoi 2.00
Vigsimos liOO
Lotera do l'.iu de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na prafa da Independencia loja de miiide-
iaa n. 3, que volta para a ra do "Inclinado e
Crespo, venden.78c os iiiuilo al'.ntunados bi-
lhetes, lucios, quarlos, oilavos e vigsimos da
vigcstina-sesta lotera do Munlc-Piu. Pa mes
loja est patente a lista da oilava lotera
du llicatro publico daquella provincia.
Lotera do Km de Janeiro
Aos 20:000,000 rs.
Na ra estreila do Rozarlo, travessa do Quei-
mado loja de uiHidezas n. 2 A. de J. F. dos
Santos Moa. vendem-se os ...uto afortunados
bilbi les, meios, quintos, oilavos e vigsimos
da vigsima sola ioieria do Monte-Plo. Na
inesina loja est patente a lista da oilava lote-
ria do ti.cairo publico daquella provincia.
Na ra da Cruz, arm izem de
S Araujo n. 33, vende-se supe-
ior farinlia de mandioca cm Mac-
eas, por menos preto do que ein
outra. qualquer parle.
T

^
MUTILADO


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'}
4



.


i

Quem tluvidar
Venha ver e comprar.
Na ro Jo Crespo loja da esquina, que
volt pira a caricia, vendem-se pannos fi-
nos pretos superiores a 3,000, 3,500, 4,000.
4,500 e 5.000 rfis o covado, dito azul a
3,Of'0, 4,000, 5.500 rs, dilo verde a 2.8(10*,
6,500 rs dito cor de rap a 3.000, 3,500 rs ,
corles de casimira preta a 5,001 rs., dilos
mais superiores a 8,500 n 10,000 rs., di ti
do r-es a 9,800 rs.. corles le collele de
velludo a 2,000 rs ditos do setim de cores
a I,00 rs., ditos de gorgorito de seda a
1,280 rs -lilos de distilo a 32\ 500. GtO rs..
ditos de brim pardo do linho para cale" a
1,600 e 2000 rs., ditos brancos a 1,601,
1,800 e 2.000 rs ditos de cores a 800.1,280
rs., riscados de linho a 220 o 320 rs o cova-
do, alOilSo trancado de listra escuro un
to encorpailo, proprio para escrava'ura de
engenho a 180 rs. o covado, picote a 220
rs., znarte azul de vara de largura a 2*0 rs.,
dito de furia cores a 200 rs., riscado mons-
tro a 220 rs., ditos francezes muito bonitos
para vestidos a 240, 280 rs cortes de cam-
braia branca de quadrns a 2,000 rs., dilos
de cissts de cores a 3,000 rs., ditos muito
linos a 3,500 rs., ditos pretos a 2,000 rs.,
cambraia lisa com 8 varas e mei a 2,720
rs. a peca, dita decores para vestidos a 280
rs. o covado, dita preta a 120 rs., melins de
cores para forros a 120 e 1*0 rs., cortes de
chitis finase de corea (lisa a 2,ii00 e 2,*00
rs., chita para cnbeila de cores lixasa 200
rs. o covado, dilas para vestidos a 1*0, ICO,
' 180 e 200 rs.. uieios lencos ue cassa par
gravita a 210 rs., ditos rom hstras de seda
32b rs., sarja despalillla muito superioi
a 2,2t0 e 3,000 rs. o covado, nicias para me-
ninos a 1,000 rs a dnzia, chupos deso de
asteas de baleia a 1,800 rs., madapolo
muilo supeiior e largo a 2*0 rs. a jarda, e
os acreditados cobertores de tapete para es-
cravosa 720 rs., camhraias bordadas pro-
pria para hadados e cortinados COB1 8 va-
ras e meta a 4,000 rs. a peca, e nutras inul-
tas fazendas que so os (reguezei vendo acre
dilarlo os presos.
Deposito da rubrica ile Todos os
Muito na Hiihiu.
Veniie-se, em casa de N. t. Bit-her, C.
na ra da Cruz n. 4, llgodSo transado da-
quella falinca, n>uito proprio para saceos de
bssuc, r c roupa de escravos, por preco com-
mo (o.
ACIDAD DE PARS.
t $*; fe/.
Hua do Coilcgio ii. 4-
Neste PSlahelecinienln se encontrar senil
pre o mesmo lorlimento de chapeos de so-
ja anniinciados, sssim como sedal e pannos
em pepa para as armapO s servidas, haleias
para vestidos e esparlilhns de senhoras.
Concrla-se toda a qualidade de chapeos de
sol, ludo por menos prec,o do que em oulra
qualquer parte.
"A^nJa dechegar para a ra Nova
n. 8, loja de Jos Joaqun) Mo-
rer & (Jompanliia
excedentes eaparlllhoi ilr linho para senhora,
guarnecidos de baleias e di* dillrrrnles 1110
delins, cnusa papalina e loletrainenie nova
nesle genero, vcndein-sc por preco iiiuiln em
conla. chpeos IVancC7Cs modernos e de boa
pelucia a 7,000 rs., sarja prea hespsuhola,
vos prelos iniiitn linos, luyas de todas as qna
lidades quer para hornera quer para aeuhura,
lanlernas de vidro de lodos os tan.auhos c de
todos os precos, dims brnnzcadas, lencos para
grvala de cores c pretos, un bello snrliinen-
to de i urdas para violto mullo noval que se
renderu a : ni rs. cada urna.
AGENCIA
da funilicao Lo\V-Moor.
ROA DA SENZAl.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a liaver tini completo sorti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferio balido e
coado, de todos os taannos, pa-
ra dito.
Venilem-so supeiiores livros em bran-
co, de diversos tamanhos : eni cn'sa de Ralk-
iiianii Irmiios, na la da Cruz ti. 10.
Ventiem-se reloios de oti-
roeprala, patente ingles: na rita
da Sen/, illa Nova n. t\-X.
Arddos de ferro,
Vendem-se arados de diversos
modelo.*, assim como americano
com cambao de sictipira e bracos
de ferro t na Inndico da ra do
I>i iini ns (i, 8 e lo.
Deposito Ciinha f Amorim, na rna da Cadeia do
Itccif-i n.5i, venden) el virsem em pe ira,
chegudo^ielo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qoalidade, por menos preco do
queem oulra qualquer paite.
I'or i:ooo,uoo tis.
Vende-so un terreno com 53 palmos de
frenle( lugar para edificar 5 moradas de
ChSas ) teinlo de 11111 lo des le a ra da Atl-
roaal a roa do Hospicio, e se eonvier
laiiibeni se faia negocio cuan oulros 51 pal-
nos juntos ao no sino terreno, us quaes
d3o lugar para ediflear-se 15 moradas de ca-
sal : para tratar, na prac da Independen-
cia n. 17.
JfJo pitra sapoteiro epara saceos.
Veinle-se mu restante do ptimo lio par
sapaleiro em novillos, e dito em melada
para saceos, por preco comino lo para li-
quidar facturas em casa de Adamson llowie
& Gofnpanbia, ra do Trapiche n. 42.
ROffa*se aoa 8ra, fregnezea do bu-
rato que lelnni o segninte
aunando.
Vend-se brim de quadros de linho, s
320 re. o covado ; riscado de linho, a 120 rs.
t covado; Jilo de algodflo, o 180 rs. o co-
vado ; pecte muito encorpsdo. proprio pa-
i"8escravos, a 180 rs. o covado; castores
muito encorpados, a 280 rs. o covado;
brim transado branco do linho, a 1,920 rs.
o corte; dito escuro, a 1,600 rs. o dito ;
esgtiilo de algodSo de 12 jardas, a 2,400 rs.
a peca cortesde fustflo, a560rs. ; cober-
tores esotros de aleodo, grandes, a 720
rs. ; cassa preta, a 180 rs. o covado; chita
de cores fijas, a 160 e 180 rs. o covado : na
ra do Crespo n. 6, ao p do lampcSo.
Arados de ferro.
Na fundic.Ro da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados do ferro do diversos mo-
delos.
A 2,4oo ris.
Vendem-se pecas de cassa do quadros e
listras para babados com 8 1|2 varas cada
tima : na ra do Crespo, loja n. 6, ao p. do
lampeSo.
Vinho de Clnnipagne
de superiores qtialldades : vende-se em casa
dcKalkinann Irmos, rua da Cruz n. 10.
0 Jos Joaqiiim Miniivn & C.
Q com loja na rua Nova Q
(j numero N, Q
ja acabam de receher um sorlimenlo p\
p> de candieirns denominados Eco- q
nomicos moderadores muito pro- jj
"? i ros pura quem 16 c escreve, ou es- Z
* tuda de nnite, lailo pelo aceio da luz g
y como pela claridade que d3o, acres- 9
3 cendo alem disto que o seu prego he O
& o mis mdico possivel, porque D0o O
excede do 4,000 rs cada um. O
Vinhos finos
de Itordeatix, vinhodc Heres, vinho do lilui-
no, vinho de Rnnleaux branco de idade de 100
annos : venilein-sc em cana de Kalkiiiann Ir-
iii.id-, rua da Crui u. 10.
t^liartitos de ilivana
de supeiioies qualidades : vendem-se em ca-
sa de Kulkiiianu lrmos, roa da Cruz n. 10.
Vellas de espermacete
de muito boa qualidade e de em libra : ven-
ileni--e pelo diminuto preco de COO rs. a li-
bra, mi casa de Kalkiuann Irmos, rua da Cruz
D. 10.
Instrumentos de msica
chegou novamente un completo sorlimenlo
de instrumentos paia msica militar, recoiu-
ineuda-se principalmente os pisies, pralos
verdadeiros da Turqua, fliuliiu, llamas, bai-
xos, cornetas de chave, clarius lisos e de cha-
ves, violoes riquissinins de Jacaranda, clari-
netas, trombones, trompas, caixas de guerra,
zabumbas e arcos de cailipalnhas vendem-se
em i mi de Kalkiuaun Irinaos, rua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde vendem-se em casa de Ka.k-
niaiiu Irmos, rua da Cruz n. 10.
Ultras \f otiro
chegou um novo e completo sortimento de to-
das as qualidades, como lejain, crrenles pa-
ra relogios. armis, nulcciras, allioetes, ade-
recos, brincos, voltas, etc. : vendem-se em
casa de Kalkmaiin Irmaus, rua da Cruz nu-
mero 10.
Livros em branco
grande sortimento proprio para escriptorio e
qiialqiier muro estabelecimenlo : vcndeni-se
em easa de inanii limaos, ruada Cruz
n. 10.
Olils-
para meninos : vendem-se em casa de Kalk-
inann Irmos, rua da Cruz u. 10.
Cortos para vinho c para agoa
de qualidade multo superior ." vendem-se em
cana de Kilkinann Irmos, rua da Cruz n. 10,
amule l.iiubem lia grande sortimento de appa-
rellios de vidro fino para sobremesa, para tgoa,
pira ponche, cestos e vaios para llores c para
frutas.
31 oc mas superiores.
Na fondicJiO de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, achain-se a venda munidas,
de canua, todas de leiro, de un modelo e
construccAo muilo superior.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
cliegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Guarda nacional.
Vende se o peculio do guarda nacional,
contend) a lei, reglame uto e lodos os m-
telos que delles depundem, a 1,000 rs. cada
i'xemplar completo : na praca da Indepen-
dencia, livraria i>s. 6 e 8.
Ao publico.
t in ni 11 i crescidn numero contavam os mdi-
cos at agora molestias incuraveis, contra as
quaes s era periiiitlido ao paciente regigna-
co para soll'rer un mal de queja nao havia
esperanzas de poder liberta-lo, e ao medico
philantropico a dor de ver inultos de seus se-
mellijintes victimas de eiifermiilades, contra as
quaes se declarava impotente, podendo apenas
lamentar a fraqueza da intelligencia humana.
Mas, gracas aos progressos da medicina, gra-
cas ao zelo de hume us incansaveis, que, au
desesperando da perfectibilidade da sciencia,
se lem dedicado investigacn de remedios
quepossaui alliviar a lniiiiiiiiil.nl.- de alguns
males que a allligein, o numero das molestias
reputadas incuraveis vai de din ein dia dimi-
niiiudn. Assiui, achar depois de loncos traba-
dlos, de profunda medilaelo e reiteradas expe-
riencias, medicaoieiilns que nos restiluam o
uso dos dous mais importantes sentidos de que
lie dolado u homem, quaodo estes j se aclia-
v.im no supposto estado de incurabibdade e
inteirameute perdidos, he por certa mu dos
inainres servicos que se podia prestar bnina-
nidade; eis o i|iie eslava reseivado a um ho-
inein philantropo da cidade de Praga, em Por-
tugal, cuja sciencia, cuju amor de seos seme-
Itiaules se teein feito geralmenlc conlieccr. Os
remedios que ora oll'ericemos ao publico, n.io
entram ea classe daquclles f|ue o vido *> ousa-
do charlalaiiismo inculca com iouci s e des-
compassados lirados, e que o crdulo vulgo
por ignorancia recebe na boa f e sem dlscer-
nitneiito, achando-se ilepois illurtido; tem.po-
n'in, de oeenparmol diallncio lugar entra os
inedcameiitus qiiemaiores beneficios prestam
ao homem couslam clles dadissoluco aquo-
sa de extractos de plantas medicinaes, de vir-
tudes mu 111 mili. 1 id i-. v. 1 iiniil 1, O longo
uso, as continuadas e severas experiencias
que por toda a parle teein elles sido subuictli-
ilos, sem que urna s vez hajam falhado em
seus bouselleitos, c desmentido as esperanzas
i|iic sobre elles havia fundado o seu inventor
llie teein giangeadoconstantes e repelidos elo-
gios dos ni .i* sabios c respeilaveis mdicos
atsira da Kuropa, como da America que uuise-
uns abonan) e proclamam su 1 acc.'io sempre
certa c benigna. Um destes licores he desti- j
nado a cotnbater as molestias de olbos, e lem I
or principal vlrtude restituir aos orgSos davl-
so iias funecoes ; reanimar e fazer reappare-
eer em sua natural perfeifao a vista, quand
esta estlver fracaou quasi extlncla; comtanlo,
norro, que nao haja cegueira absoluta com
.IcsorganisacSo das partes; nao menos, Otile
enrgico he para desfazer as cataratas destruir
as nevoas e de prompto debellar qualquer In-
nammacao ou vermclhidao dosolhos. Nao
causam drneut estimulo na pande.
Outro liquido reslitue a faculdade de ouvir
os sons ao ouvido locado de surdez, aluda que
inveterada urna vez que o mal nao seja denas-
cene, sem causar ein lempo algum o menor
incommodo ao doentc.e seiu priva-lo de cui-
dar em seus negocios.
1NSTRUCCOKSPAP.-A O USO DOS REMEDIO?.
U dos olhoi etnprrgaie do modo MaunK r
O doente pela manlia, ein jejum, urna hora
pouco mais ou menos depois que erguer-se do
leito. tomar sobre a palma da mao pequea
porcao daquella agoa ; e com ella niolhara
bein os olbos, fatendo que alguinas gttas
1.11.1111 sobre o globo oceular : sem os limpar,
os conservar molliados at que naturalmente
enxuguem: ao deilar-sc nolte praticara o
mesmo : durante o lempo que usar do reme-
dio evitar o calor, aeco de Tuinaca e o vento;
far abstinencia de comidas algadas, asedas e
adubadas com especiaras.
O remedio dot ou.t J01 r< applicado do modo que
irgue.
O doente pela manhaa, urna hora pouco
mais ou minos depois de erguer-e, anda em
jejum, far derramar dentro dos ouvidos qua*
Iro ou cinco' Mtlas do liquida, tapando-us1 de-
pois com aloeo ein rama; noile ao dotar-
se repetir' e u./ -m.i operacao. Durante o uso
do remedio evitar expr, os ouvidos princi-
palmente, accao do calor e do vento, atioi de
evitar grande transpiraciio, havendo cuidado
em nu molnar os ps em agoa fra; bnalmen-
le deve obsler-se de comidas salgadas, azedas e
adobadas. .
fcstes remedios cstao venda na botica oe
llai 1I10I .meo Francisco de Soma, na rua larga
do osario, n. Ki, nico deposito em Pernam-
buco, pelo preco de 2.240 rs. cada vidro.
-ffVWf VVVVf WffVtVVV*',
J Deposito de tecidos da labri- ^
:> ca de Todos os Santos,
S na Babia.
> Vende-se em casa de Domingos Al-
> ves Jlalheus, na rua da Cruz do Ke-
" cife n. 52, piimeiro andar, algodSo ^
transado daquella fabrica, muito pro-

^ prio para saceos o roupa de escra- *
vos, assint como lio proprio para re- 2
^ des de pescar e pavios pare veilas, -
gi- por preco muilo commo.lo. ^
itiftAAAMil-AAsliAAAAAAA*
lladama llosa Hardy, modista
brasileira, rua Nova, n. 3i,
Annuncia ao publ co, e paiticularmente seus
freguezes, que tem recebido 11111 bello sorli-
menlo de fazendas novas, ricos ^chapeos de se-
da, de gros de naples e gorgurao de todas as
cures, lisas, transidas e de pregas, dilos de
seda para meninos se baptisarem, chapeos de
pallia de todas as qualidades, para senhoras c
meninas. Um grande sortimento de mante-
letes e capoiinhus de todas as cores, pretos
de chamaloles c gros de naples, capntinhos
de fil de llnlio preto verdadeiro, ditos para
menina de qualro a oilo annos; ricas cpelas
de llores de laranja e ramos para enfeitar ves-
tidos, ricas luvas de pelica cotnpridas e enfel-
tadas, ditas.curtas pretas e de seda de icdc
para menin.Vs e senhora, ditas de pellica cur.
tas para senhora e para homem ; camlsinha
para mnliiii'.i. ricas romeiras, meias de seda
branca pais/'solisar meninos de qualro me
ip atvicos penachos brancos para
11,1-un chapeos, e tamos linos para ditos;
trancas e franjas de seda prela e de cores;
gros de napes preto e furia-cores, com franjas
e trancas da mesilla cor para os ditos capoti-
nlios;'se vende vonladc do comprador.
Lindas toncas de gorgurao, viudas de Franca,
paia baplisado. [>a mesina loja faz-se vesli-
dinbos para baplisado, loucas para criancas,
capulinhos, vestidos para senhora, chapeos de
crep preto ; c mullas nutras fazendas que se
vndelo mais em conla que em qualquer oulra
parte.
*-..**:* ftf ##:##
/ Na loja ile Jos Joaqun. M<-<
r relrn & coinpnlili na
i- lina Nova 11. N,
? vendem-se manguitas e meias man- ^
gas de fil do linho e cambraia, cot- 0f
f> sb de gosloe que n.uito se usa em $
JD vestidos de cussa, cambraia e seda, |
? costando o pr 2,000 rs. stnenle ; 4
J cabecoes ou romeirss de fil de li- *>
*r nho, tanto para senhoras como para 4
y meninas, pelo haratissiroo prego de *
? 4,000 rs. ; csmiiinlias de fil e esm- 4
4. h'rais ; talhos de bico de seda ou <*
? Iblonde. tanto prelos como brancos; <%
>; capottnhos de chamalote e setim mi- :'t,
SJ cao; mantas de garca brancas, mui- *
*5 lo proprias para noivas ; cspellas e "9
> ramos de flor de laranja ; chapeos 4
fr de palha arrendados e lisos para se- <
nhnras e meninas ; e outrss fazendas 4
> mais, que na mrsma loja se vendem a>
l> muito em conla. V
__Vende-se na distancia de 2 legoas e meia
da cidade do RIo-Formoio, pela inargein ci-
ma do rio Serinhaem do lado do sul, o enee-
nho Caxoeirinha com os seguintes qiiisitns, e
objeetns declarados, e sem elles. O sen terre-
no he de tres quartos de legna para qiiem do
sul, c meia legoa de tutente a poente, firma-
dos por mareosa48 annos, sem nuii 111. c,. 1 >
almona como consta dos sena litlos ; o seu
slo he todo barro, quer seja ladeira, quer se-
ja varzra, tem bastante maltas virgense ncllas
bastante madeira de conslrueco, he bnm moe-
ilnr i-.iin acna, porque moe com o citado rio ;
os seus ertilitios sao, casa de engenho sobre
pilares tapado lodo de paredao, cavco de cal
e lij lio, 1 1 ni 1111' de agoa da mesma forma,
com um forte escorinhote de ferro, tambem
rica obra e duravel, urna famosa casa de ba-
gacn, com tres thesouras e duas tacanicas, es-
tivada sobre madeiras lavradas, boa serradi de
agoa prouipta de ludo, casa de purgar e en-
eaixaiiieiilo, ludo firmado sobre pareddes de
tijollo e pedra ; est remontado com o pre-
ciso para sua manufactura, tildo ein bom es-
tado, boa capelta, ulna rica sanzala, firmado
todo sobre lij.dio, com um terraco na frente
firmado sobre columnas e sofTrivel casa de vl-
venda, sendo metade terrea e metade sobra-
dada, casa de fazer farinha, eslrlbaiia. casa
de emprrgado. forno de cosinhar obras de bar-
ro, o cercado he lodo de vallado e limpo, um
si.lnadir lu dentro do engenho, e mais urna
disiillaco prompta com ludo, que pdde dis-
tillar quarenta caadas de liquido diariamen-
te, enjos preparos sao, 24 cubas para garapas,
duas pipas, um tonel que leva 2 pipase meia
de liquido para deposito, canecos, bicas, res-
fi iador, faz todo o preciso de agoa, deita gara-
pa no alambique, deila as caldas fura sem que
se pegue nella, e sem ser locado por bomba,
40 bois mancos, 0 carros, 6 burros, 2 quartna,
16 escravos e safra que pode regular 1,500
pes.
Vende-se englobado 011 a parle um en-
genho novo denotniuado Independente, no,
fundo do engenho cima, que moe com anl-
nae*. O seu terreno be de meia legoa em
uuadro.e firmado sobre marcos, e quasi ca-
berlo iodo o seu terreno de matus virgen, e
0111 elle o. objeclos seguintes, ou sem elles,
Ohois mancos, 20 cavallos, 4 escravos esaTra
nue pode regular 1,200 pies : quem pretender
d,rija-.e nesta praca, U Sr. Uanoel encalves
da Silva, que ihe espora a forma (lo negocio, e
nos engenhos ao seu propietario e residente
Pedro de Mello e Silva.
Bezerro rancez a a.Ooo rs.
No Alterroda Boa Vista loja decalcado n.
58, junto ao selelro, MfS^**9Sai* be"
-zerro francezde boa qualidade a 2,800 rs.
A 3,aoo rs. o par.
Sapatocs de couro de lustro, obra bem felta
a 3,200 rs. o par : quem quizer desenganar-se
v ao Atierro da Hoa Vista loja de calcado n.
58, junto ao seleiro que achara.
Vende-se banha derretida da trra a iO
rs. a libra: na rua do Rangel n. 21.
Vende-se urna eacrava de 18 a20 annos
que cozinha bem, cngouima e lava : na rua do
Ou.iiii.nl. 1 n. 65.
-- Vende-se urna carroca em bom estado e
um quarto com todos os arrclos ; na rua do
Roiario da Ooa Vista n. 2.
Vende-se sal do Als muito claro e grau-
do. a bordo da gallla SS. TrinAid., Tundeada
defronte do Trapiche do algodao: a tratar
na rua do Vigario n. 11, casa de Francisco Al-
ves da Cunha.
-- Vende se urna preta moca, sadla, e com
habilidades, cose chao multo bem, engomma
cosinha e lava de sabfio : na rua de S. Fran
cisco casa de um andar, confronte o theatro.
Vendem-se duas pretas crioulas comha-
bilidades, ambas mocas, urna dila de naco e
urna prclinha crioula de r2 anuos com prin-
cipios de costura : na rua do Rangel sgundo
andar n. 38,
Fumo de capa.
Vende-se por preco commodo fumo da Ba-
ha mnito superior para capa de charutos, em
qualquer peso : na rua cstreita do Rosario,
venda 11. 47, ao voltar paia p Carino.
1 Vende-se a casa terrea n. 18 na praca da
hoa Vista, naqual lem urna venda das melho-
res desse lugar, bem corno Ulna dita na rua
Velha n. 84, com 4 quartos, cozinha frae boin
quintal : a fallar com Bernardioo Francisco
de Azevedo Campos na rua das Triacbeira9
n. 46.
Na loja de seis portas, em frente
do Livramenlo.
Vendem-se pecas de chitas finas escuras, por
esterera molhadas a 4.000, e 5,000 rs.,e algu-
mas com dobras cortadas do capim, proprias
para vestir famullns. vestidos para casa e 1111-
dapoles fios a 4,000 rs.
I'ecbincha /
Vende-se umcavallo rufo bom de carro, j
velho, por metade do que vale : no Atierro da
Boa Vala sobrado n. 10.
-- Na Trenipe casa 11. 70. vendem-se pes de
sapoty de altura de 2 a 7 palmo, e pes de la
ranja tlmboa.
Veode-se urna escrava de 28 annos de
Idade, de bonita figura, a qual sabe muito bem
engnminar, cosinhar e ensaboar : cm Fra de
Portas, rua do Pillar n. 145.
-- Vende-se um moleqite de 14 annos, he
cozinheiro, tem um auno de saputelro. engom-
ma e he milito bonito, urna prel moca que
engomma, cozinha c cose, ludo com perfeicao :
na rua larga do Rozarlo n. 35.
Na antiga e bem conhecida loja
dos barateiros Victorino & Gui-
maraes, na rua larga do troza-
rlo n. 22.
amigamente rua dos Quarteis, vendem-se os
soolientos seguintes abalxo declarados, bnm
e baralo : agulhas ns. 1 i 12 para costura, di-
tas muito finas ns. 26, 27, 28,29 e 30, ditas cur-
las para alfaiate, ditas grossas de coser saceos,
alfinetes,demetal eferro.ditos em caixinhas pa-
ra costura, aboluadurasd* seda, velludo, mas-
sa e vidro para casacas, ditas para militar de
masa, dilos de relroz para polica e guarda
nacional, argoliiihas lisas para cortinados e
relos, aljofares para o pescoco de varias qua-
lidades, hotes de osso finos e ordinarios para
caifa, ditos para casima de linha cor de leile
e madreperola, dilos para brrtura de varias
qualidades, ditos para vestidos de senhora, di-
los pretos para berlina, assafales e condecas
de varios padres, agulheiros de vidro e ma-
I deira, apilos de chumbo e osso, colxetes de
metal, ditos chatos e dilos pretos, canutilho
crespo e liso, cruzes pequeas e grandes com
crucifixo, vernicas das Dores, rozarlo e mila-
grosos bentos do Carino, Dores e Coracao de
I Jess, rozarios de vidro e osto, coras de pao,
conlas de vidro lapidadas e de cores, ditas
lisas muidas, ditas de ouro francezs ditas pro-
fumadas, carteiras de marroquim pequeas e
grandes, de mella e sem molla, borddes, violas
!e guitarras, cordas de viola, ditas brancas e
amarella, marinbaos sortidos, cordo de ouro
1 Iran-e;, dilu de algodao para vestidos, ditos
de relroz para debrum de coletes, relnjns e
para chapeleiros, relo e pedras de fogo finas,
ditas de amolar, dilas de escrever, pennas la-
pes, lau.he muito finos, ditos de cores, pen-
. as de pato e ac fioas, caetas de casquinho
e metal, caixinhas de tinta de desenlio, ditas
finas, papel alioasso, dito de peto, dito de co
res, dito para capa de livros, ditos para en-
feitar caixinhas e oratorio de meninos, cruzes
com imagens e cruzes com pia d'agoa benta,
espelhot de capa e de gaveta, bolees de ma-
dreperola finos, dilos preto, brincos preloa
de vidro e rame, ditos de cores, etcova de
denles, dilas finas de cabo de baleia, ditas de
ourives, galao branco e amarello e renda, dila
de espiguilha c volantes, botdes de samarra
de padre e tita para goila do mesmo, estnjoi
de navalhas finas, escovas finas pare r. .ijn,
ditas para cabello, dilas para cacado, pincela
para barba, escova para caa|lo ou mesa,
jearapucas, afiadores de navalhas finas, guar-
danapos e toalhas de linho, franjas e trancas
deretrozpara vestidos c manteletes, ditos de
algodao proprias para cortinados, pannos de
pelas e toa|l>as, babados de linho largos e
! enreilos, corddes de vestidos finos e muito
grossos, tranca de la de cores para vestidos,
I papel de lixa, lonetas de ver de perto e lon-
1 ge, penlrs de alisar finos e ordinarios, tintei-
ros de vidro, ditos de embarcadico, fio de sa-
paleiro, sedas, ilhozes, brochas, colheres de
cha e sopa, trocidas de candieiro ns. II, i2.
13 e 14, suspensorios finos e ordinarios, Hul-
las douradas linas para ni-, cnlete e caica,
estojos com navalhas finas para barba, fio de
sapaleiro amarello, realejos de 6 a 16 loros,
em unas de 5, 7 e 9 chaves, relojos para meni-
nos, mllao branco e amarello, linhas de no-
vellos brancas sortidas ns. 16 a 120, ditas de
carriteis de 100 e 200 jardas, ditos dos mea-
mos, ditas ns. 1 a 15. de miudas sendo 10 a 15
para bretanba fina, dilas muito finas, dilas de
marca, asuese encarnadas linas e grossas, di-
las de carriteis de cures, meias de algodao fi-
nas para homem, ditas pretas para senhoras
ligas de seda para pernal de senhoras, bonels
de panno, dilos francezes, didaei amarelloi e
brancos finos para senhoras e meninas, ditos
de iiun fi ni, lata amarella e branca, ditas de
cobre de varias cores, micaoga, rozarioi, pa-
litos de fogo e de denles bous, caivetes, pen-
nn e thesouras de varias qualidades, grava-
las pretas e de cores, com molla e aem molla
para peicoco, blcoe pretos de 40, 60, 80 e 120
rs., dilos brancos e tinos de varios precos, fi-
tas de linho brancas, rosas, encsrnadss de di.
versas larguras, ditas de coi, prezilhai de bo-
tina e de suipensorios, ditas pretss, brancas,
de Isa e de retros para debrum, rap gane fi.
no e grono, ditos de oulras qualidades, fin
de velludo largas e estrellas, frocos de cotes,
litas de seda, harmnicas com clarlnela, da-
dos parajogo, finos e ordinarios, apitos de os-
so muito grandes para marinha, pen tes deco-
r de varias qualidades, couro de lustro, fitai
de seda lisas de ns. i a 9. ditas lavradas de
ns. 4 a 12, dilas de gorgurao para sinteiros,
babados de linho largo para leucoes,didais,
miadinhas de linhas pretas e brancas peque-
as, dias de peso, medidas de marroquim e
numeradas para alfaialcs, atacadores para
borzeguins de senhora, luvas pretas de fil pa-
ra meninas, estampas, registrse quadrns de
diversas imagens de 10, ?0, 40. 60. 80, 6'JO e
800 rs., pentes de marris, dilos de aco.'cai-
xas de massa de metal de raiz, bucho e chi-
fle, theiourinhas linas, brelas em uaixas, vl-
dros de tinta encarnada, voltas de coras ama-
rello, fivelas para cs ordinarias, botdes de
osso para sobrecaiaca, dilos de vidro cor de
leitc, lacre fino para fechar cartas, ocolos e po-
tes de tinta.
Vende-se um casal de gneos: ns rua de
Hortas n. 110.
Vendem-se 4 malecotes de Idade de 15 a
18 annos, sendo um dellei carpina e outro pe-
dreiro, um escravo bom carreiro, tres deri-
vos mocos, urna dita de meia idade : na rua
Direita n. 3.
Vendem-se dous terrenos, um no Atierro
dos Afogadosdo lado da mar pequea, com
perto de 800 palmos de frente, e o outro em
Santo-Amaro, dando de um lado na rua da Au-
rora e do outro na estrada de Luiz do Reg,
com 200 palmos de freole : na rua da Cruz ar-
mazem e primeiro andar n. 61, e no Alterro
da Boa Vista n. 3 irgundo andar.
Loja de Antonio Gomes Villar, na
rua Nova n. a3, quina que val-
la para a Cfimboa do Citrino.
Vende-ie a verdadeira sarja preta heipa-
nhnl i. setim preto de maco, velludo preto,
merino preto muito fino, los de linho preto,
bicos prelos de linhomullo fino, bicosde Mon-
des, flores francezas de todas ai qualidadei,
leqnes do ultimo goslo de 2 a 15 mil ris, luvas
pretas de seda, cbapoi pretoi francezes para
homem, vestidos de cambraia brancos com
babados, e onlras muitas fazendas de gosto,
que ie vendero por meos do que em oulra
qualquer parle.
- Na rua Nova loja n. 2, atrs da matriz,
vendem-se botina de duraque preto gaipeados
de couro de lustro para senbora a 4,000 rs.,
sapatus de marroquim a 1,440 rs., dilos de lus-
tro a '.',nuil rs., dilos de durai|iie preto a 2,000
rs., ditos de setim branco a 2.40 rs., ditos de
duraque de cores a 500 rs., o par, sapales de
courn de lustro para homem de sola franccia
a 7.000 rs., rhapoi francezes para homem
muito linos a 7,111'" e 7.300 r., chapeos de 10I
de teda para homem, dilos de panno de algo-
dao, mangai de vidro. jarros de porcelana fina
para llore, canna da India para bengalas, ei-
pelbos pequeos, garrafjs de vidro lapidadas
finas, superior agoa de Colonia em frascos a
2,000, 3,000 e 6,000 rs., perfumarlas finas, e
militas oulras fazendas : vendem-se a dinbeiro
a vista, nada de fiado.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos.
A. Colombiez, na rua Nova bja
n. a,
vende flores finas com rosas brancas para en-
feite de vestidos, bicos pretos finos, lencos de
seiini pretos, lencos de leda de cores para se-
nhoras a 1,600 rs. i dinbeiro vista.
Escravos fgidos.
--Desapparereu do engenho Camorim,
ha cousa de oito das, e consta que anda
aqui na cidade, o escravo Lucas, cabra, de
30 a 35 annos, bsixo, espaduas largas, bas-
tante barbado, com siiirsas serradas ; ievou
camisa de madapnISo, calcas de casemira
preta com listras de cor e chapeo de palha :
quem 0 pegar, leve-o rua do Collegio n.
21, a Manuel A Ivs Guerra Jnior, que ser
recompenssdo.
Ao publico.
Desappareceu, no dia 9 para 10 do corren-
te, do engenho llha da l.iherdade, da fre-
guezia i'h I .rada, um escravo de oome Ito-
mo, de naco Angola, de 20 annos pouco
mais o-j menos, alio, secco e sem barba ;
tem no queixo inferior um enchaco de um
caroeo levou ceroula e camisa de algodfio;
julga-se ler seguido para a praca : a pesso
que o spprehetider. baja de o entregar a
seu senhor Alejandre Jos Comes, no mes-
mo engenho, ou na rua da Praia n. 46, que
ser recompensado.
No dia 16 de feverelro desappareceu a
preta Joaquina, de nacSo Cassange, que re-
presenta ler 40 annos, baixa, corpo regu-
lar, cor fula, nliios pequeos e com carne
sobre elles, nariz chato, com falla de dous
denles na frente, sendo um do cada lado, e
fe i a de chara, peilos pequeos e murchos ;
tem slgumas cicitrizes de relbo nss costas,
nadegas um tanto empinadas para Irs i ha
bem ladina ; lem sido cozuiheira ; quando
foge tem por cosium andar pelos arrabal-
das ii,':.a praca, ora veiuletldo ora lavando
roupa, e pode ser que esleja a servifjo de
slguma pessoa. e sendo ssim, e no vindo
denuncia-la, se usar dos meios que a lei
faculta ; levou vestido novo de sssento azul
com listras, e julga-se usar de panno da
Costa. Iloga-se as autoridades politiaes, cs-
pililes de campo, ou a quslquer pessos, que
a prendam ou a facam prender elevar ao
seu senhor, Domingos da Silva Campos, na
rua das Cruzes n. 40, quo serflo generosi-
(iitule recompensado.
Hoa gratilicacSo.
No dia 13 de trarc,o do crrenle snno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora oSr. Itr, Malet, o mole-
que Mercal, pertencente aoSr lr. W. May,
o qual moleque he bem conhecidu e tem os
seguintes signaes : representa ter 20 innos,
bsixo, clieio do corpo e esreundo, crtr fula
a sem baiba ; lem falta de um dente na
freule do queixo inferior ehelilbo do ser-
illo de Psje, por isso julga-se para i ter
ido : recommenda-se, portento, eos capi-
tflesde campo a captura do dito moleque,
que sero he ni gratilirados.
Desappareceo no da 22 do correte S
prela crioula Delfina, baia, gorda, feia; fo-
eicrava do Sr. Sele, da theiouraria ; levou ves-
tido de listras asues deboladas e pao da Cos
ta : quem a pegar leve-a i casa do -r. Manoel
Joaquim Paichoal Ramoi, na rua do Collegio
n. 25, que ser generosamente recompen-
sado.
i


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