Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06357


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVII
Sexta-feira 28
VAHTIDAS DOS OOBHEIOI.
Goimna e Parahlba,as segundas e sextas felrai.
Rio-Gran Je-do-Nurle, toda* as quintal feirai ao
mrio-dia.
Garanhuns e lloolto, a 8 e 23.
Boa-Vina e Florea, a 13 e 28.
Victoria, ai quintas feiras.
Olinda, todos os da.
IFHEJHBIBES.
'Nova, a 2. a* 10 h. e 55 m. da, f.
Cresc. a 10, as 7h. e 25 m. daf.t.
Chela, a 17.a 10 h.e 59.n. da m.
Mu", a 24, s II h.e 6 m. da m.
PHIAMAB DE BOJE.
Primeira i 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda l hora e 42 minutos da inaiiha.
de Marco de 1851.
das da semana.
24 Seg.S. Latino. Aud. do J. d'orf. em. da 1.
25 Tere. S* Annunciacaode NussaSenhora.
20 yuart S. Ludgero Aud. do J. da 2. vara.
27 Ouint. Roberto. Aud. do J. dos orf. edo m.
da primrlra vara,
28 Sext. S. Alejandre. Aud. do J. da 1. varado ei-
PBcqoDA sOBSCnipijAo. vcl, e dos (Vitos da fatenda.
Por tres meses ,adiantados) 4/000 29 Sab. S. Hertoldo. Aud. da Ch. e do J. da 2.
Por seis metes J SyOOOj varado civel.
Porumanno 15/000 30 Dom. 4.Ua Quarcsma. S. Joao Climaco.
CAMBIO DE 97 SE MABpO.
Sobre Londres, a 29 Va d. p. 1/000 >
Pars, 3-20 por ir.
Lisboa. 85 a 90 .
Ouro.-Oncas hespaoholai .... 28/000
Mocdas de6*400 velhai. Ib/000
de 6/100 novas lb/000
de4|000....... />
Prata.Patacdei braslleiro*.... \CS
Pesos coluiunarlos..... !?,
Ditos mexicanos........ 1/wtO
das.
a 287500
a Ia200
a 161200
a 9/100
a 1/910
a 1/940
a /7U0
MMBK10.
ERRATA.
No accordam da relacao publicado no Diario
de 25 do correte pagina ecolumna 4.*, linhas
37, oude diz que est revogada lea-se --
que nao et revogada. R na mesma pagina e
columna linhas &8, onde diz vencido quanto
arrecadacao lea se --vencido quanto a re-
dacyao.______
PWTE FFICUL.-
GUVKItN.) DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO 0IA 17 DE MARCO
DF- 1851.
OITiclo. Ao commando das armas, recom-
mrndandn a expedicao de suas ordens. para
que os eorpos de pilinelra linha aqui existen-
es marche) no da 25 do corrente, annlversa-
rio do juramento da constltuicao poltica dn
Imperio, sb o seu immedlalo roinmando, reu-
nidos ans batalhes de ns. 1 a 6 e ao esquadro
de cavallarla da guarda nacional deste munici-
pio, bein como ao corpo de polica, indicando
ao roininandante deste e ao commandante su-
perior aquella, com odetalhe da parada,o lu
gar ein que devem comparecer os mesmos cor-
pos e prevenindo-o de que a guarnicSo da pra-
ca nos das 24 e 25 desle mez, dever ser frita
pelas piaras da mencionada guarda nacional,
que nao esliverem fardadas e pelo prlmelro ba-
talho da legio de Olinda, para o que ficam
expedidas as convenientes ordens Neste sen-
tido deram-sc as ordens necessarias.
Dito. Xa tursin, para mandar postar em
frente da igreja do Carino desta cidade no dia
19 do corrente as 10 horas da inanha urna
Suarda de honra, afim de assistlr a (esta de San
os d'Agonia, que lera lugar na referida igre-
< ja, devendo a mencionada guarda permanecer
all at (indar-te o Tt-Deum, bein como salvar
a hora conveniente, para o que Ihe sera forne-
cida a plvora nrcessaria pela irmandade do
inetmo santo. Officlou-se ao director do ar-
senal de guerra para mandar fornecer, medi-
ante a competente indemnisacao o numero de
cartuxos de mosquelaria srm baila que houver
de requisltara suppradita irmandade.
Dito. Ao metino, inteirando-o da dlsposi-
$io do aviso do ministerio da guerra, datado de
1 de fevereiro ultimo, noqual se declara que,
por liniuediata e imperial reaoluco de l2do
rnesino mez, tomada sobre consultado conse-
ibo supremo militar, S. M. o Imperador conce-
deu passagriu para a tercrlra classe dos ofll-
ciae* do exerriln.poi estar coinprehendldo as
dlsposicdes dn artigo 2.' paragrapho 2.* n. I da
lfi n. 20 do primeiro de dezeiubro de 1841, ao
capitn do oltavo batalho de cacadores Manorl
Lopes Matul. Lommuuicou-se pagadoria
militar.
Dito. Ao mrsino, communicando que, se-
gundo foi declarado em aviso da repaitifo da
guerra, datado de 28 de fevereiro ultimo, se
expedio ordem pagadoria das tropas da corte
para abonar ao tenente-coronrl reformado Ma-
nuel Mendrs da Fonsrca a quantia de 20,000 rs.
mensaes, que Ibe onslgnam de seus sidos o
primeiro lineo le ."cvrriaiio W a ni ns da Fonseca,
eo segundo lente Manoel Diodoroda Fonse-
ca seus filhos, remei leudo as competentes gulas
a pagadoiia militar delta provincia para se pro-
ceder aos respectivos rtescontos. Neste senti-
do omciou-se pagadoria militar.
Dito.--A Ihesouraria de fazenda, transmit-
tlndo, de conformidade com o disposlo uo avi-
lo da rcpartico da guerra de 22 de leven ir
ultima, o requerimeoto de Guilherine Luic
Bernardes alteres do quarlo batalho de caca-
dores, afim de que nos termos da circular do
thesouro nacional de 6 de agosto de 1847 man-
de liquidar a divida de 35,023 rs. de que o dilo
official pede pagamento. --Igual acerca do re-
ueriiuento de Aul mi Demetrio Goojalves
orreia ex-particular e primeiro sargeulo ilo
oltavo batalho de cacadores, pedindo paga-
mento da quantia de 32,411 is., que dit se Ihe
ficra a dever de vcncimeolos como cabo de
esquadra.
Dito. A mesma, inteirando-a de haver
concedido um mez de (cenca cotn vencimen-
tos ao bacharel Juan Francisco Coelho llilanco-
tirt, Juiz municipal e d'orphos do termo do
Limoeiro. Fizerain-se as convenientes coin-
iiiuuicacues.
Dilo. A pagadoria militar, inteirando-a
de haverem asseutado prsca uo segundo bata-
lho de artilltaria a p o paisano Joaquim Jos
da Crin e uo quarto da mesma arma Antonio
Jos da Costa Soarrs.que nos termos do decre-
to e regulametito de 18 de oovembru de 1848,
e do aviso de 30 de outubro do anno prximo
paasailo.conlralarain para servir no esercito; o
primeiro mediante a gralificaco de 200,000 rs.,
e o segundo pela de-l6U,0u0 rs,, que Ihes serao
pagas pela lumia j eslabelecida. lotelligen-
clou-se ao coiniuaodo das armas,
Dito. A mesilla, dizeudo (car intelrado de
haver feito embarcar no patacho firapama a
farlnba e inais objeclos destinados ao presidio
da llha de Fernando, e preveoiudo-a de que
deve reinrtier para o mesuio presidio as 73 va-
ras e una quarla de panno, que reilaram do
das saccas que se (ueraiu para couducco da
mencionada feriaba. Iulelrou-ae ao coui-
majido daquelle presidio.
Dilo. A mesma, scientificando-a de haver
o cabo de esquadra do segundo balalbo de ar-
tilharia a p Roque Caelano da Fonseca ; de-
Sols de lindo o seu lempo de ser vico coulrala-
D, nos termos do decreto ereguUmrnto de 18
de novembrode 1848, e do aviso de 30 de outu-
bro do auno prximo passado, para conljuuar
no tnesinu servico. mediante a gralincaco de
280,0"0 rs., que Ihe ser paga pela maueira j
indicada. oouiiuunicou-ie ao coiumaudo das
anuas.
Dito. Ao juiz relator da junta dejusllca,
transmiltindo para ler apreseulado em sesso
da ncinia junta o processo verbal feito aos ca-
detes do segundo batalho de arllibaria a p
Maalmlano Frauciico Duarte e Francisco Foli-
gomodebouza Magalhei. Commuuicou-ie
ao commando das armas.
Dito. Ao inspector do arsenal de marioha,
remetiendo para ler a devida execuco, copias
do avilo circular da repartico da marinha, da-
tado de 19 de fevereiro ultimo e do mappa
que elle ie refiere, llxaodo a quanlidade e qua-
lidade das fazeudas e mais objeclos que se de-
vein empregar as pecas de fardameuto para
dillerrntes pracas d'armada, bein como o pre-
so do coite e l'eilio de taes pecas. Sciculili-
cou-se a cuutadoria de mailuba.
piiu. A Ihesouraria da faaenda provincial,
par* mandar adianlar ao official do corpo de
polica, que segu pata Caruar quatro me es
de sold, a contar do primeiro do corrente, r
tres ine7.es para as pracas de pret do mesmo
corpn, destacadas naquella comarca a contar
do primeiro de abril prximo vindeuro. In-
telligenciou-sc an commandante do referido
corpo.
Dilo. Ao primeiro substituto do juiz mu
nlcipaj da primeira vara, para fazer embarcar
no patacho Pirnpami, afim de seguirem para o
presidio da ilha de Fernando, a cumprirem as
sentencas que lhe fnram impostas, ns senten-
ciados da provincia do Gear Vicente Ferreira
Pasaos, Clemente Jos de Ollvelra, Francisco
Jos do Na cimento e Francisco sntonio Fer-
reira, que ihe sero apresenlados licandn certo
de que val enviar ao commandante daquelle
presidio as gulas que os acompanharatn.
Neste sentido expediram-ie as convenientes or-
dens.
Dito. Ao engenheiro director das obras
publicas, approvando a proposta que fe7.de
Joode Allemio Oisneiro para administrador
das obras da ponte dos A logados com o venc-
ment de 50,000 rs. mensaes.
Dito. A cmara municipal dn Recife.auto-
risando-a a despender com a limpeza das ras
oque exceder da quantia de 1:400.000 rs.. res-
to da quota consignada na respectiva lei do or-
camento at o lim deste anno.
Dito. A cmara municipal de Nazarelh,
dizendoque vista do que representou em seu
olriode 28 de fevereiro ultimo, ponda em ad<
ministrara" a arrecadacao do imposto sobre
legumes que vo ao mercado, e sobre cepos e
repesos de acougue*.
Portarla. Momeando de conforini Jade com
a proposla do procurador fiscal da ihesouraria
da fazenda provincial, ajudanlc do mesmo na
villa de Igiiarass, aoailvogadn .'oao Francisco
do A niaral. l'i/ii ain-sr as convenientes com-
inunicacucs.
Dita. Mandando dar passagem para a Ha-
hia no vapor Sn o>6aj(lo como passageiro do
governo a Filippede San Thiago Moreira e loo
Cualbcrto que liveram baixa do servico mi-
litar.
Commando das armas.
Quartel do commumlu Jan minas na cidade dn
fecife, em 20 de ma'co de 1851.
OIWEM UO DIA. N. 63.
O liini. Sr. coronel commandante das armas,
manda declarar a guarnico, que tem nnmea-
do o Sr. tenente da lerceira classe do exercito
Jos Xavier Perelra de lirllo pira vogal do
conselho de guerra incumbido dojulgamento
dos dersrtorrs, em subslituicao ao Sr. alferes
Francisco Jos Menezes Amonio, que segulo
para a corte a 17 do corrente.
Ie jt hiiim da Silva e .zetedo,
I'rimeit tenente, ajud a tic inns
INTERIOR.
CUItllESI'O.NDfel.NCIAS DO DlAHIO UK l'Elt-
NAMBUCO.
Pard i -.> A epidemia parece, na capial chegar ao
seu termo, porque raros tem sido os casos .
que nos ltimos das se tem manifestado, mes-
mo a bordo dos navios eslrangeiros, onde ti-
nha o mal estabelecido a sita principal sede
Km Iguarap mu ni tem l.iiiibein diminuido
senslvelmente, e a populacho se vai desassoui-
brando. Segundo as ultimas noticias, apenas
restavam 17 enfermas na villa.
O governo, logo que recebeu as prlmeiras
parlicipacOes, remeiteu, para ser distribuida
pela populafo indigente, urna porcia de medi-
camentos, e estabeleeeu urna quarentena para
as einbarcedes, que d'ali viessem para esta ca-
pital, afim de evitar a introduccao de novos
elementos, que exacerbassem os restosn,ue an-
da por cexistein.
Kiiipri iiadu em levar a eleilo as medidas a-
conselhadas pelos professionaes, para melhn-
rar o estado da lalubridade publica, tem o pre-
sidente feito desapparecer os principies focos
de miasmas que nesta capital se encontravain,
sendo os Irabalhos mais importanles, que es-
to em activo andamento, a llmpesa de una
doca que se achava quasi inteiramente elim-
inada de immuudices. A' mais necessaria de
todas as obras, de que depende o estado sani-
tario da cidade vai dar comeco ; c a limpeza,
melhoramento, e eslacatnento das extensas
vallas que corlam os lerrenos pantanosos que
demorain junto cidade, e o dessecainenlo
destes ; felizmento obieve do governo imperial
um auxilio de 10.000,000 rs. para essa obra, so
lue a qual o publico tem ns nlhos files.
Quando estese os oulros trabalhos projectados
se en ne I u i i ni ser mudada a plislouoiua desta
capital ; respirar-se-ha um ar puro e benfico
s obras do castello, ao cae de marinlia, do
quartel de polica e caes em frente deste, con-
tinan! com multa actividade ; e a muralhn,
e comporta destinada a regular a entrada e sa-
hida das aguas da mar pelas snbredilas vallas
est concluida. He esta obra de muila impor-
tancia ; porque ao mesmo lempo que assini
fica vedado que as grandes mares, sobrepu-
jando as mesmas vallas alaguem os lerrenos
l) -ixos adj cenles, permitir a entrada das ma-
res menores, que as lavam diariamente.
Quanto a trauquilidade nao ha novidade.
Ciar, 21 d< mareo de 1851.
Pelo ultimo vapui- escrevi-lhe, mas tendo
minha carta chegado ao correo, quando j
eslava a mala fechada, e mal me teudo per-
mitlido o lempo para pagar o sello compe-
tenle e entrega-la a um dos passageiros, eslou
ancioso por saber se Ihe iria s mos : d'en-
to para c (I. do crreme ) nada occorreo
por aqui que valha a pena communicar-llie,
de mancira que a nao ler havido aquella cir-
cunstancia, de que o quiz inlcirar por honra
de nuisos correios, pois se minha carta se
tiver perdido, nao he por culpa delles, nem
mesmo eu boje llie fazla esta, salvo se fosse
para dizer-lhe que com efleilo nao me enga-
nei, quando em minha referida correspon-
dencia Ihe disse, que a completa suspensn
das chovas desde que comecou o mez de
marco me parece antes um pequeo caprixo
da nalureza, do que cessaco de invern,
porque desde 15 do corrente que oulra vei
comecou a chover diaria e regularmcnle.
II.i vendo chuva e bom governo no Cear lu-
do val liem, e como por hora felizmente temos
urna e outra cousa, devenios estar satlsfeilos,
confiando que se forem duradourus estes dous
elementos de progresio para a noisa trra,
poderemoi aiplrar quelle grao de prospe-
rldade, de que por falta delles nao gozamos
anda.
Durante a InterrupcSo das chuvas hmive
entre nos um calor excesslvo, e d'ahi retnltou
urna boa quadra para os mdicos ; rorque ap-
parecendo multas doen9.11. ja se deixa ver que
suas algibelras devem trr Ararlo recheiadaa,
e se assim me exprimo nao he porque quelra
faier censura a esla classe alias rrapeiiavel,
quando sabe fazer uso de sua prnAsio, mas
sitn para farer nina pequea atusan ao que
por vezes lenho ouvido de ceno medico, o
qual quando ganha pruco dlnheiro, por ha-
verem poucos doenlcs. qurixa-c de reinar
entaogrande epidemia de saude.
Sol adorador da palestra, comefando-a cos-
to a delxa-la, e he assim que tend, em prin-
cipio asseverado nada ter .1 dlzer, insensivel-
mente tenhb escripto pinina e meia. e mais
me extenderla se negocios de outra ordem
me n.o obrlgasscm a f.i/.er poni aqu.
ITRNAMBUCO
Tribunal (Jo commercio.
Foram admitlidot a mnlricul- em curio de 2) de
enfrente n. tenhnres '.
I. Lnl Antonio Slqneira, eidado brasileiro,
domiciliado tiesta pra^a, com sua casa de ne-
goelo de grosso tratn.de I i/nnlas.
II. Barbota 5< Olivetra, firtns social lirasilei-
ra, domiciliada nesta prafa, com snacasade
negocio de grosso traio, gneros do paiz.
III. Samocl Power Johnslnn ti I., firma so-
cial ingleza, domiciliada nesla prara, rom sua
casa de negocio de grosso tratn (Ir fa/.endas.
IV. Gen Kenuworlhy O! C firma loeial In-
giera, domiciliada nesta piafa, com sua casa
de negocio le grosso Iralo de fazendas.
V. Ilrander a Hrandes ti 0... firma social hol-
landeza, domiciliada nesta pr.n 1, com sua ca-
sa de negocio de grosso tralo de fazendas.
Secrefarii do tribunal do eninmerclo de Per-
nambuco, 24 de marco de 1851.
3i Jernnymn Monleiro,
Secretario.
ll.WWBEPERWWRim
RKCirE, 27 DE MARrO DE 1851.
A assembla approvou hoje em primeira
discos.lio o prnjecio n. I* relativo ao cala-
mento das ruis desta cidade ; en* lerceira os
(irojeetos, n. 4 com a emenda, que Ihe foi of-
ferecidn, e n. 32 depnis de relirado pelo Sr.
^aes Rarreto o requerimentn de^adiamenln,
une havla oA'erecido ; e julgnu ecm de de-
lilirrai-ao lima resolticao" apresentada pela
coinmissc especial, notneada para dar o seu
parecer acerca do monopolio das carnes ver-
des, a qual fnj mandada imprimir.
A ordem do illa de amanha consiste ni lel-
lura de projeclos, pareceres e ndicacoes, e na
segunda discussodn projeclo n. 7.
O vapor Imperntlnr mirado heje do norte,
tronxenos gazetas do Para, que alranc un a 8
do correle, do Maranho a lli e do Ccar a 25.
Todas as provincias d'ese lado do nipeiio
gozatn lie perfeila Iranqullidaile. Pela carta,
quedo Para nos escreveu o nnsso correspon-
dente, tero os leltores a grata noticia de adiar-
le ali quasi exlincta a febre ainarella. O 7'rf
de il/.io em sen n. 97 instrnio-nos do pass..,
que acaba de dar o governo imperial solici-
tando, a instancias da presidencia daquella
provincia, da erte de Roma a revogaco de
umi bulla pontificia, que em eras passadis
prescreveu ossetn ali observados como das
santos de guarda lodos aqnelles illas santos ,
que as oulras partes do Imperio e da chrlsiau-
dade sao consld-rados como dispensados.
Km das do met passado hoove una tenta-
tiva de fuga na pi sao de SanUrem, que deixoii
de consiiinmar-se pela revelafio, que fez um
dos presos ; a queni sein duvida agtillhoou a
coiis :rncia. para nao deixar escapareni-se
aeco da Jusllca dous grandes ficcinorosos
sentenciados niorle, que ali exlltlam entre os
outrns, com os quaes prefaziam o numero
de 20.
Do Maranho nada temos a referir alein
da nolicla, que por ali corre,, de achar-se de-
inlltido o seu actual presidente, e de ter por
successor o Ur. .Nascentes de Aiambuja, que
ltimamente tem servido o lugar de chefe de
polieia iulerino da corte; noticia esla que o
l'rogreuo bascado em cartas particulares d
como certa.
A cariado nossncorrespondente do Cear tlia-
pensar-niis-hia tan liem por falta de materia
de ditermos mais alguma cousa a sru respeito,
se nao jiilgassemos de algiini nteressse a ncii-
ciaqueda o Craraiserm seu D.4l2,da descuberla
de una grua siimuiainente nntavel ein um dos
serrotes das eabeceiras da Jailira, onde se en-
conlram minias curiosidades dignas daalten-
9S0 dos tiaiurahslas e especialmente dos gelo-
gos, e onde o povo, srnipre amigo do tnaravi-
Ihoso, pretenda ver um trinpl, ornado de al-
tares, imagen, candelabros, e ludo mais, que
em .11.1 exaltada imaginato era necessario pa-
ra compor una caverna verdadeiramente pro-
digiosa. A gruta do llajra he, segundo o con-
temporneo, a mais vasta de que ha noticia, e
alguuias das suas raridades, com amostras de
stalarlltes e stalagnes, acham-se em sen po-
der para serem remeldas ao muzu do llo de
Janeiro.
do contrario verdarle, e s fundado na frau-
de estrategias, acoberladas com o fabrico das
duplcalas, e cotn que espera lalvez llltidir o
liom senso e criletin dos dignos membrns da
assembla geral legislativa, F.ngana-se cer--
tainente! com esta publlr.1c.10 milito obrloa-
r, srtilior redactor, ao seu cons'ante leitor
??*
1
Correspondencias.
itio Grande do .'Xorli
Sfnkor redolor.-Em conflrina9o do que j
se disse pelo vosso conceiluado jornal acerca
da elelco, que ali se proiedera para um ilepu-
lado geral, togo-vos a Intereiodo tuplco de u-
ni.i cana, dirigida daquella provincia por pes-
soa de intelra f, e que respeito assim se ex-
prime Est ein fim couhecldo o resultado da
ellelfo geral, haveodo o Dr. Oclaviano rece-
bido a malorla de vutus ; puis que obieve 137,
e o J. Carlos 124. I'ussu asseverar-lheque he
geral o contetitainento, de que se acham pos-
suidos os rlos-granileoscs, por verein quedes-
la vez vao ser represenlad?s por um compro-
vinciano, que, incii crudo na provincia vivas
svuipaihlas, lora esponlaneanienle eseulbido
para lo imporlanle mandato.
Fica assim drmonslrada, senhor redator. a
m f, com que ousou o correspondente da
Imprenta n. o apreieotar um resultado to-
Os in-lincirii- 3(> fllnr1n lio"rin>OT)re
tilia no hospiliil resiitirntnl les.
tn clrtartf, romnnrndios rom os
itiiiiiOH .tort'as 11 nllonntliia.
Nao he com interesse de nos esiltar, e milito
menos cuii o de deprimir oalheio mrito, que
nos decidimos a publicar eslis qualro linhas
cointuraiido ns ltimos 30das da medicina al-
lopiihlea, pie estav.i em praliea no hospital
reglnienlil. com ns priineirns ^0 di.is da turdi-
cloa homceopilhici, que lenho rxrreldo no
mesmo, drpnis que ful encarregido delle
Esle brilhante facto da sanclilicada homceo-
nalhli est io vnlgarlsado. que esensado era
fizii-lo publico pela impreos.a, mas he S' por
uieio della, que po.1. ser sahi>lo em mais lon-
giqnas trras, onde haj.i nl^resse verdadeiro
pelo bein da huuindade sofTe^dora.
Sei, que aqnelles, qiienegaui mesmo aqnillo,
que vem com seus pruprios olhos tem proeu-
rido explicar a cessiQao respectiva da morlan-
dide excesslva, que al entilo havla no hospital.
dando rasiVs cada qual mais frtil, e asnalica :
inatquer que sej a interpreta9o, que se d
i um faeto tan extraordinario, nunca pnder
ser em mcu desabono, o facto real, he o se-
guinte :
A morlandaie diminuto mion enmideravetmenle
on rloent'S /em tt eurndo mnii rfeerem, o [izeniln
naeinnil drironde ipiir dinhero rom rem*/f/o*
Nos 30 das da allopiihia etitrarain 283 doen-
lcs, salilram 241. e morreram 27 |! Nos 30 din
da hoiiicc'pilhla enlraram 207, sahiram 224 ,
inorreriin 7. Por eoosegujute, sahiram mais
neste ultimo prazo do que entrarim, eiuquan-
lo no primeiro prazo entriram mais do que sa-
liiran : no 1." morreram 27. no 2. 7, Inclu-
sive um que fallecen no illa 18; e fez-se alte-
racao no seguinte : viudo pnrianlo, a ser 6 :
destes mnrreii mu no 1 d da minha adml-
nistrafiio, que ja o recebi a mnrrer da febre
iioarella : um phiisicn, qur se ach.ivi uo hos-
pital ,i miiilos m.ves. por tninh.i conla; porlan-
lo morreram 4 !! Um de bexigas. e tres de fe-
bre ainirella F.sia maldita fehre. que tem
osen germen dentro do hospll.il, eque espe-
cialmente ataca a gente do .ii ii mi do hospicio;
lalvez porque este bllalho eslivesse ftira du-
rante a epidemia, e^go'a he tja* aleja pagan-
do tan pesado tnlij/l'i 1 !
Me preciso advdfnlr que loinei ennl.l do hos-
pital rom mais d^2U dornles, entrando n'esse
ouuiero talvez ftials de 20, que deveramos jul
gar em estado de nao piulerr.....lall se curar ;
poroi drsses mesuios algiius se acham quasi
restabelecidos", e esperamos que ein breve le-
ohain alta, menos os phtlllcos no ultino perio-
do, que lie j multo grande vantagem prolon-
gar-lhes os das de sin enistencii : portanlo.
no temos culpa nenhuma que elles morrain,
nem nlngnein, porque alguem ha de inorrer,
i|ue nao sumos eternos.
Se alguem, apesir do que temos dilo, anda
tiver duvida, pode ir lir-la no hospital ; pois
assim leni feito o Sr. boticario Josr da Hucha
l'araohos, que tem tomado um inleresse tan
grande nessrs ltimos lempos pelos nossos sol-
dados, que ja lem Ido ao hoipltal por Ires ve-
zes, segund i me consta, Indagar do estado delle
nao si^ dos doenlcs, como dos eiupregados ;
desejamos, que o Sr. Paraolios continu a des-
envolver o seu z-lo com tanto afn, apesar
de que parece que lodos os agentes da r.iei'oni/
allopalhia sao tan peslllento, que ponen drpois
da ultima visita, que lez o Sr. Prannos appa-
reeerain logo os tres de febre amarrlla, deque
j, falle! ; eis a Ya.o, porque uns dus tneus a-
inigos ouvndn fallar dessr faeto ministro, disse
que os soldados tioliani-ine tanta avers i, que
nem qiierlam morrer as ininhas mos : po>
rm o tal ainigo esl.i mal loformado ; porque
mime consla.que haji uiiiaspra9ido exerci-
to que tenhi sido por mim Iralado, mi servidn
coiiiinigo. que deixe de eslinar-me ao ultimo
ponto Cuica gloria, que lenho colhido em
vida lo penosa, e cheia de desgostos, e oxal
que fosietn justos !
Vamos earregindo com a nossa penda crii.
e agora que he o lempo das penitencias!!
Avante !
Senipre me no nosso proposito, intrpido
proseguiremos na ardua empresa de mostrar
os resultados vant'jnsm da hoinreopatnia no
hospital; empresa esta que tem quasi sempre
sido ioexrquivel em outros lugares do inundo,
e em diversas pocas : ninguein ignora o que
(em fritos fnteressidos da allopalhia, quando
le tem tratado de demonstrar a excrllencia da
medicina filha da iutelligenci.i, e da raso.
Os lunuil- ip itii i- lem sempre lutada com
militas diHieulilades, ese n'uulo lempo viv ro-
deado de i o i olios invejosos; milito mais hoje,
que pugno pela demonstrarn da mais sania
verdade. Honra, e mais honra ans Srs. mdi-
cos allnpathas, que eslo comiuigo emprega-
dos no hospital: delles nunca tere! receio em
lace do seu iiiperci.l piocedimentu mas to-
dos nos podemos ser engaados, e sermus vic-
tima de alguma traica" allopathica : eu ando
sempre alerta !
Prosigamos com passo firme, e inabavel e
cnnfi.idos na Divina Providencia, invencivel
protectora da Innocencia, c da verdade, espe-
ramos cada da verprogredlr a boma-opaihia,
por | ii>-iii eslamus resiguadus a perder al a
vida.
Vejamos agora a vista deste ingente ficto, o
que dlzcm os Srs. allopalhas. eo urgo dos bo-
ticarios o padie Cliicapoun-esginarelo-gerl-
falte. Recife, 20 de marfo de 1851.
Ur. I.nbn MoiClO
Sn. Redaclurei.tiao leudo eu costume de
ler peridicos, porque pouco tempo ou quasi
nrnhum me resta dos meus inuitus fazeres,
nao posso saber de tudo quanto se escreve
para os mesmos, bein mi tu I, justo ou injus-
to, e s quando algum amigo me coniiiuitiic.i
o que por alii se passa, lenho noticia do que
ha. De ha milito, que nuco fallar no llieatro
de Santa Isabel, mas cuino nunca tiuha l
comparecido, tambeio nao emlllia tueu juizo,
e cuntentava-me com inluriiiaccs, que delle
nc d.iv.ain os taes amigos: estava eu firme
ueste proposito, lem querer ir ao Iheatro,
nao s para nao me envolver nasquesles
que appareclam, cmno porque nao lenho
multa paixo pela. represeuia9es drainaiicas,
que para o meu gosto sao sempre montonas,
quando nao to acompanbada de alguma cau-
torla, els-que sou lnfbrmado da rhegada l
esta cidade da Sra. Augusta Candan!, de
grabas ao publico de Pern.imbuco por ter oc-
caslo de go>ar nontes deliciosas, ouvlndo a
voz celesle desta Insigne cantora Italiana, que
teve o poder de arranear-me, como por eu
canto, do meu pohre alvergue para parlllhar
com os tneus patricios esses nslanles de pra-
zrr, que o coraban sabe sentir, mas que a
nenna nao sabe nem pode esplicar: a fama
da Sra. Candlani me fez ir pela primeira vez
ao Iheatro no dia 21 de deiomh.ro do anno
prximo passado ; nao sei, Srs. Redactore*, ex-
primir o que senli e experimente! niquella
milite, paieceo-me que tinha sido arrebatado
i una reglan rslranha fra deste mundo ter-
rqueo, e que vinhaoi ferlr os meus onvidol
os agradaveis, e doces accentos da melodiosa
vos de um anjn, pareeeo-me no dia segulnie
que todo era um snnbo, julguei inesuio que
nao liaveria voz humana que a tanto pndease
chegar; ouvi na liahla a .Stonira foreomint,
aqui as Siatoraz K.milii e Marinangeli agrada-
, liveram oreasloes mesmo de arrebatar
o espectador, mas ludo quanlo cida nina des-
sas tinha de bom, acha-se reunido s n.\ >id.
Candlani em escala multo mais subida: fofa
nnsiira, IhIIiv i no tailhe do corpo, nina voz
celesle, Indo faz que i Sra Candiani seja a
rainha snheraoa da scena lyrica.
Romp, Srs. Redactores, todos os compro-
nissos que contigo mesmo celehrel a respeito
do Iheatro, c desde logo nao falte! mais a um
s espectculo em que houvesse decantar a
Sra. Candiani, j no Apollo, j no Santa Isa-
bel. Julgivi eu que todos os meus patricios'
pi'nsariam como eu a respeito desta Sra que
s para nos dar esses das de prazer, so para
nao Bear esta to bella como populosa provin-
cia privada do goro de a nuvir, afiotitot os
mares, expoz-se furia de indmitos elemen-
tos, deiX'iu .audosus os povos Aiiminense e
bahiaoo, e cheia de coiifiio(a e liuinjcirai
r.prr un; is se entregou hnspltalidade dos
hriosus pernaiiioiicanos, que alegres a sauda-
ratn com mil api I ni.us logo na sua chegada,
e quein dira que houvesse em pernambuco
alguem, que ralado de nva. carcomido de
inveji. guiado... nao sei porque, ousasse
afrontara opInlSn publica, e preteudease com
grusseiras e Inspidas chocarrices enchovalhar
a reputi{o artstica da Sra Candiani, nunca
mareada em tempo algum? enlretauto elle
appareceo I.'!
Como Ihes disse, Srs. Redactores, nao leio
peridicos, mas una pesso. de minha imisade
a quein miilas vezes tenlio fallado sobre a Sra.
Candiani, trouxe-ine o n 12 do Bfcrrn't'eo de
(i de fevereiro prximo passado, noqual depa-
re logo no principio do arligo de fundo cun
nina blasfemia. blasfemia o"" s pnd,-rla
ser pi .uTi por V,".uin i no
Invern da vida nao sent .. ^.ressnes
que nos causa o brl! e o sublime, Veja o
publico o que nesse arligo se diz a respeito
r|a ioitiiitavel Candiani. Acibainos de assis-
lir .epresentapo de qiiarla-fera, ver tadri-
ro nmhigito-comiro, lyrlco edaocante; all vi-
mos a nossa semi-cuuipanlila lyrica italiana,
principio ou ncleo da que brevemente vere-
mos completa pelos Inauditos esforcos do Sr.
Germano... a ate aqui vou mullo deaccoido
com o tal escilplor, coulieco os esforcos do Sr,
Germano, cumpre-ine neste lugar dar an dig-
no euiprezirio os sinceros agradi-cimcntos,
que como pernainli cann Ihe mu devedor
pelo nao iiequeoo sacrificio que fez para agra-
dar a > publico. Contina o escrlplor a lgu-
uia cousa desej.iri.aiiins di?.er acerca da Sra.
Candiani, que por lim se cnnlratou, depnis
de causar alguns dissahnres pessoas respei-
liveis, a quein nao poderiam quadrir as ve-
leidades de alguem. n Alguma cousa defe-
ramos di/er a respeito di Sra. Candiani islo significa que a consci. ncii do eseripior
quera f.izer-lhc justica, mas a mili ^ in, a
maledicencia e o inleiesse dom naraill sobre
a coiisiicoeia, o que milito honra a un rscrip-
tor que nao falla por si. Qtnes forama. pes-
soas respeilavels que sofreram desgnslos em
sadus pela Sra. Can Hao ? O autor dn artigo
que as aponte para ser imiiiediatainenle des-
mentido ; filiar em desabono de quem goza
da iquiii publica, a-ncir-lhe fa-'los que
nunca enistirain au he dillicil ao caluinuia-
dor mercenario, nao prov.i-los, nem ipoutir
individualmente as lestemiinhis he declarar-
se mentiroso, baixn c vil calumniador. Nao
emendo oque quer o critico dizer com as-
veleidades de alguem. lie botn especular,
anda contina, mas nao abusar, e por isso
Dos quiz castlga-l.i com um pgarro que a
fez desaliar duas vezes no duelo coln o Sr.
Filipe lah. ciiju estilo he superior todo o
eucarecimento. O Sr. Tal! salroii a repnia-
c;io ai u-tua da Sra. Candiani u Porque n.o
declarou o sabio escrlptnr a eipeculaclo que
quiz fazer Sra. Candiani, e case abuso depola
da especulaco? Com quem especularla ella?
responda, seubor do /leerentivo: deu-se ao
trabalho de di/.er que duas vezes desafinou,
mis nao quiz fazer ao publico a honra de dl-
zer-lhe ein que passagem do duelo desafinou.
a Sra. Candiani. que foi preciso para conser-
var a sua i i-put n i i astisiica o estilo do Sr.
Taii superior a lodo o encarecimenlo. Nao
emenda ujueiu que pretendo roubar o mere-
cimento do Sr. Tal! sou o primeiro a cntifes-
s ir que Ir insigne cantor, que seu eslilu he
cima de toda a expresso, eque parece ter
sido frito para cantar com a Sra. Candiani, e
com elle empaielh ir-se ; mas a Sra. Candiaoi
ameslrada pelos conhecimentos theoricos e
pralicos, nal uecessCa para cantar nina opera
quanto uiiis um duelo do apuio do Sr. 'I .ni,
e nunca prensar iiiesmo denu ro qualquer.
He verdade que a Sra. Candiani rsteve bas-
tante deduxada, mas fez taes r.sl'orcos que
apenas se conheceo o seu encomuiodo por
alguma tosse nos intervalos da cantura. Fi-
que, pois, certo o autor do artigo que nao
han de ser as suas calumnias que 0bscure9.ua.
,1 lama da Sra. Candiani. o seu noine be cele-
brado com enlhuslasnio por todas as partea
onde tem chegado a fama de seus fellos, eso
agora foi que ella achou una penna injusta
que mareante o tino ouro do seu mereciiiieuto
artstico
IVi due-11 s a Sra. Candiani, le com o que
acabo de dizer oliendo a tua modeitia; he
um trbulo que pago ao mrito. Nao lenho
a honra de conhecer a esta seahora, s a le-
nho visto cm icena, nao tenho arte de escre-
ver, mas nao pude resistir ao dever de defen-
der o mrito, para oque nao he preciso ser
eluqucnie, a Imguagein da verdade he sem-
pre agradavel e poderusa em qualquer estilo
que seja manifestada. Talvez o artigo seja
obra de alguem que tenba feito umita* min-a

1

-aar. 11
MUTILADO



i I


baiai aSar. Candan!, c Ihe tenha empoeirado
os balantes da sua caa. Conllnuarcl se fui
provocado.
O Appreciador do metilo
i-il I II I M
MISCELLAKEx.
O A'li-.harlalSo.
CONTBA 0 IMPYHISMO MEDICO
Siliendi o frdeo lio povo
O gtnhador charhto
l'roiu a o mirarilhoto.
Becarrt a religido.
Mal um restinho do n. 12 do Medico do Po-
vo, de Jan-tixente.
5>e ha canon positivo, claro, expresan, evi-
dente na douti in.i homcenpathica de tlihnc-
manii, he que Inda e qualquer molestia nao
he, ic n.iii Din complexo de syinptnmas, e por
tal maneira queenda doenle nenhuma rrlarao
tem com mitro, como categricamente o diz o
referido Ilahnemann. Entretanto o badamrru
charlalao Jan Miente, secretario perpetuo da
pescarla hoiiireopathica do Rio de Janeiro,
(porgraca, cudesgraca dos nnssos governos )
arvorou-se em reformador da lioiuceopaihia, c
aisiinse oprimeOs hoinceopalha' nao attrn-
dem su, e nicamente a syinptomas pois que
elle, milito niait que os allopatlias. indagan!
nao so as causas pmvavcis, ou evidentes do
mal presente, se nao t.iinbein as iimles'ias.qn
0 precederam, e al as circunstancias todas d
vida dos doentes, aliiu de prescrularein todas as
t condicdei, em que a molestia presente se acha
em ii i ir.id as outras !
Do qne serve cssa minuciosa Invettlgieio,
que apruveita o prescutar, i|nauto he possl-
vel, as cautas prximas, e remotas das enfer-
midadrs, e as dltl'crcntes lesdes orgnicas, se
i'oin isso ludo nada tem que ver a thrrapru-
liea liouicC'ipalhica ? Se esta nao con>ta, se
...i do cathalogo dos symptomas aparentes
cin una columna, e em oulra os remedios ade-
quados cura de meros syinplomas ? Hahnc-
ii.iiin, como j lli; ver em o numero paitado
mili definitivamente diz O nqqreqado de syinp~
lom.il dene ser n cauta nica, pela qual o mu da
conhecer o medicamento,de que precita, a loiicn^iie
d> termine a escolha do remedio mais apropria-lo
Mas o Esganarello Jan -hixrnle, e outros char-
lates que taes quejando* uso obstante a pro
goareiu-ie de hoiiiiropattia* puros, j se vo
ctirgaudo ao reg, o j fallam no exame das
causas das enfeimidades, e militas vezes re-
corren! s escondidas applicaco da medici-
na racional. Ccrlo honiccopa'.ha dos puros co-
nheco cu, que tem maullado sangrar a varios
doeules, e outro tem mandado por custicos,
remedios estesalta e poderosamente leprova-
dus cun i'xcoiiiiiiuuliao maior pela douirlna
de il.ilim'iii.inii.
Mas reparem bein os meus illustres leilores,
que esse Jan llixentc das Arabias no seu mes-
ino sarrabulho denomiiiado medico do povo,
dlsse por mais de urna ve, que uualquer hn-
ineiu s pelo laclo de ser creatura de Dos, fi-
1 lio de Jess Christo. n sso Irmo, e dotado de
uina alma como a nnssa. era idonen para com-
prar as i ai Ci-imillas ( que lie o grande caso ) e
sahir pelo mundo a curar pela IminOMp ulna
Pode haver mais ridicula, e alvar contradico ?
Ora paia ser medico hoiuccopaiha basta ter a
forma humana Ora, como acabamos de ver,
be preciso iu.lag.t as causas prximas e re-
anlas das euferuiiilades, etc. eic. para o que
requer-se sem duvida limito tino, inulta ob-
servacao, eos Coubecliiieiitoi da aualhomii, da
phisiolugia, da pathulogia. etc. etc.
Oue mlseravel que he esta sucia de eharla-
tes humceopathasl ilum desle, nao pudendo
segaras mullas e quoiiiliauas curas obtida*
pela ncdiciiiaallopailiica, decidi ex cuthedra.
que i-l.i su.-ir.lia em verdade, quaudo esses
medcame "ram perfeliaiuente ii-.."". --
Ji00"" *5.ei a nalurrta per
jr II mesui .. no meslie tlahncinaiin cha-
iii.i-l i una c- ga.urua buililliona) sabra,ava o
que llieciiuviuha.e tod.i o so;.jo lancava ofra
por lucio das ilillerenies srciecoes Mas C0II1
que se ha de piovar tal asserso? // upus,
aic labor esl. Com argumentos n'o : com os
fados ? I aiubi-in no ; que ahi eslo innuine-
raveis molestias iiiflamatoiias curadas Com me-
dicaiuriilos anti-iloglsiicos. Quanlas febre
i.iu c. .i. u, muilas vejes simples applicaco
dccoiiuieuio de cavada, rail d'alteia, charol e
de gumma, etc. etc. 1 Concedamos, poiin. o
dito por provado ; que a concluiio lgica ser
conlra-piudiicculciu ; porque se com ell'eito
a ii.iiui i va sabe litar cssa irleccao a maior,
ou menor pnrco da done he coiiia |i,i adrente
( u capaducio Jan Hlxeule j coucordoU nlsso ).
l,ogo coiiliiiuemos cun a medicina racional,
ceilus de que a ualuic'a l se arrauj n com o
medicamento, de maneira que so se liipie com
oque.lhe apioveita, o o sobijo bote lora pe-
las leciessocs. Se llliui, he que se entende a
doutiiua de llalinemauu, eniao em vez de lio-
nueopalliia, mais aceitado fura chaiiur-llie
m,pallaa.
Jan btxente, que escreve a troxc moxe para
v>9 ignorantes, s para que se falle e se diga.
tpie escreve, ese legitimo Chikapuull'das Aia-
bi i9, que nada CsludnU c nada sabe por pritici-
pios.l'go adiante noiucsmo iinineroestrava de
maneira que desfaz ludo, que hivia dito. Pal-
io a transcrever o trecho do capadoelo, lide-
litiiuiamente, para t|iie se nao diga, que Ihe
li vai.ii falsos lesieiiiunlios Ei-lo --Novo gol-
pe, senlinr, que dae na allo|iatliia, systema,
ou vasconso de materiaiidade A sede da en-
lermidade, vos dW o meilico : a sde da enfer-
inidade he tal, ou tal orgao j e o uiatfrlalilll
ahi vai applicar a 9ua cataplasina, ou o seu
causticp, ou bichas c ventosas, ou qualqnei
outro uii-io mais, ou menos material, enten-
ili-iiilo, que as uiotestias tem sede determina-
da ; porque esse orgo -ollre mais que os ou-
iros,eno coinprehendendo, que todos os or-
gos esto ligaiioi lio intimamente nao s<3 pe-
los outros igaos mais, ou menos prosjiuul,
sobre os quaes passem tecidos, que juntos os
contenliam, nein mesmo s pelos neivos, mas
pelo espirito, por esse principio de vida, ou
oreas vilaes, ou dynainisiuo, ou fnrea de viver
que pouco Importa u nome, que se Ihe der )
c ligados to iuleirauente, que un nao pode
aorer, sem que o outros soll'rain mais uu
menos. A sede das enfermidades nos a estuda-
iiui.s, leunor: nos, porin, nao localisamos a
cnlermidade no oigo, em que nos parece,que
est a sin sede : em padecendo um ergio pa-
decen! lodps.
Priuiciraueule custa a tolerar, que um ca-
porira desle, um fura-olbos, um chai latan
cuse einpadii.ar de systema de materialidades
a inediciu racional, que tem oceupado as ca-
b'ca de to profundos pensadores, de sabios
lo abalisailiis desde llippociaies al os i.os-
los diai. Muilo atrevida e desenvcrgoohada he
a Ignoraucia de um Dulcamara Onde pllhou
esse bobo Jan Ilixeute Manius a asnalica ci-
piessao de laifunin de material Atadas ? Vascou-
o quer diier lint/uayein tmbaracada, irieyulai,
ininleltigiiel : e que tem com o dialecto as ca-
taplasmas os custicos, as bichas? (que a islo
tudo, lie que Jan inxenlc chama materialida-
des J He lorie que para o lioinienpalhas eca-
parein pecha de materiaei, ou materialistas
preciso fra, que nao applicassem aos doeutes
iiiiii agoa, ni ni ovinhos d'aranha d'aruica de
brlladoua.de drosera, ele, ele.; porque to-
das estas cousas sao lo lualeriaes, como o
Cliiiubui-.wo ; se nao beizeduias, rezas, e ora-
cei. rorle tolo '
Mas venha c meu tecielaiio perpetuo da
pesen i i nuiliOeopslbica, diga-me p.-r i'' o nos-
so Seiilior, e por u'aln.a ( se he, que a tem,
cuino dizeiu o Algaivius se em padeceudo
mu oigo, toditos mais necessariameutc pa-
deceui. para que serve indagar as causal dai
LuoJcflisVf 'iue quoyciU' liUt*f, Mfu ou
aquelle orgo, rstudar a ir de dni enfermida-
des? Hasta constar, que um indivldun esl do-
eote para se saber, que todo o leu organismo
p idece mais. ou meaos ; logo propr|aiente as
molestias no tem rita, ou ai|uelU8ede : urna
molestia nao he, se nao um desarranjo inainr,
ou menor em todos os orgos Hem dlsse
voisa caridade, Ir mo Jan HUeote, que a res-
peilo de Inglcaera una lastima : e bein se ve.
b o principio da vida, as forcas vitses, a po-
tencia de viver, que tudo he um, ligado, amar-
rado, i j.nij.iilu r -ni os orgo9? Sao pedacinhns
d'nuro, o preciosidades da cacholla de Jan
Oixente.'
O que he a vi la vegetal ? Oque he a vida
animal ? O que he a vldl humana ? At hoje
aluda ningnem deseobrio. Voltaire di/.ia, que
o principio ila vida he a organisjen com ea-
pacidade de sentir, //orden, que he um iloxo
de moviinenloscerlos e regulados, que le la
successivsinenle em cada parle, e Ihe deter-
mina o exercielo das slias limeces. sVichat
queria que fosse oagiegado das fiineces, que
resisten! mor te. Chaossier entenda, que
o principio di vida Uto era nutra coma mais,
do que comecar por un uascimetito, conser-
var-se como Individuo por una iiutrico.como
especie por urna prodm^o, Irr nina duraco
limitada, e acabar pela morle. Cuvier sus-
teutava, que n vida he a faculdade, (|ue tein
certas coiubinacdes enrporaes de durar por
mullo lempo edcbaixo de uina forma deter-
minada, alrahindo sempre em sua composi-
co nuil parte das substancias, que a rodeiam,
e restituinilo aos elemeulos porces lie SU.1
propria lubitaocii: be um turbilhao, mais, on
menos rapilo, iniisou menos complicado, cu-
j i vol, que a villanas partes de um corpo, que
a possue, he uina ordeui, um estado de cou- !
sis, que Ihe permitlem os movliiientos orgni-
cos, c esses inovimentos, que consliluem a
vida o ii..i, resullam de acjo de uina causa i
estimulante, que us excita.
Mas fcil he objectar a Voltaire, que nao po-
de ccilitic.ir, que lodos os entes vivos suii.hu,
assini como he inexacto o dizer, que cessa-se ,
de viver; poripie se lein cess.nlo ile sentir. A'
i orden, que nao se coiiipreheudc o que elle
emende por lluxo de luovimenlos. A lliclial, .
que mais breve fra duer simplesuiente, que a
vida he o que nao he a morle. a. Chaussier,
que natcer e niorrer nao he a vida, ou pelo mr i
nos toda a vida. A Covler, que o carlesiauis-
ino tem poslo fra da mola os lu bilhes, e ,
lincas que lurbillionaiu. A I.aiimrck que elle ,
debite a vida no que esta tem de iinpeueiravel
pari nos, e nao no que della eonheceuios. rl-
ii.ilinri.ii', iiingueui sabe al hoje o que seja a
vnl.i, qii il >eji o sen principio, em que ella
ronsi.ia. Knava reservada ao insigne charla-
lao Jan hlente a gloria de adiar que os or-
gos e o. tecidos ii i/, ni o principio da vldaj
amanado e preso, como una cambada de ca-]
ranguejul! lie peuai|iie nao tenliaul is por c
um Panten de bobos- para enllocar o busto de
lio liiheuie a par do de pap.ii Severo, do Dr.
u.iM iir-in.ii-i hr, d'aquelle sujelto quedeico-1
brioopoloua fiieldade-, e do iinuiorlal Dr. I'a-;
zeuda.
Itct, non rerta. h'actos. facial '. Puit vamos a ellei. )
Joa |uiiu Jos da liouceico, lilno de Manoel
do -Nasciincnlo uaUral ,de l'esqueira : exista,
quando Jueiiie, as Cmco-I'onias em casa da
bra. viuva deCarlol Leocadio Vieira: Hala lo
da lebre auiarella pela honueopalbia Hiqui-
acil inp'icc.
tem Mara Senhorinh da Conceifo, mora-
dora na ra das r'lurcs, padeca de urna colitis:
tratada bnuneopalliicaunnle piiorou mullo,
ate que recorreudo nirdicini racional, relia-
belcceu-se, e esl.i vlv* |nbUSU.
tem IflirPtTrava da SrJ. D. Francisca das,
CJrJas Porlella de CarvalhoA coma tena : i,.;
frauda pela homojopathui 4\li ""' P"a o
outro mundo. A doenle moiVva na Una dos
ralos.
11 o, I I 'Un i \lr\ in.li in i, solleira, Iilha do
filiicid.. Jos ntoulu Maiai padeca d'um ca-
tarro piiluionar. Cello chai lal) houioeopalha
aiiincuii Ihe a cura ; e dentro de pouco lempo
ile gramar vidiinhos da santa hou.ceopallna,
loi-se a misera delta para inelliur vida,
llem. Oalfrres lleuiiques da Cosa Gama pa-
dece orleineiiU' de mu i nevraUla no cerebro;
touiou vanas doses homfeopatllica, e licou na
meiiua,
(ou reioir)
/.ion- -ni da humepapatliia.
O conselho de med cina de Saiul-Petersbnrg,
depois ile haver feilo ha poneos anuos experi-
encias comparativas em dout liospilacs, jm lili -
cou o relaloiio siguinie :
Vuiu drsses buspilaes os doeutes Iih.hu
sujeilos ao iralaineiiio hoiiuenpalhico, e u'ou-
Iro ilieta, e ao egiuieii uecenarlo sem niedi-
carnelo algom. O nuiueio dos reslabelccidos
ni anillos l'oi igual. Depoli da relicto desle
fictos o conselho prouiincia-se deite modo.
o oonicllio de medicina, depoii de ter ai-
lentainenle confrontado os resultados das ex-
periencias do iralaiueiiio hoinojopathlco do Itr.
Ilaliueiiiaiiu, e os ter coui|iarado ;is engenhu-
Ml expeiiencias feilll pelo Dr. Oigler pelos
principios da medicina, que ledi por baze es-
peiar as uperajes successivas da naluicia pa-
ra deliberar, ou da medicina especiante, a-
iha que illas se assemt llian multo a estes ul-
limos, e nao sao pruv.iveluieiile basi'ailos, se-
ii.'io sobic a foica medica da natureza ; porque
as doses infinitamente pequeas da hoinreopa-
ihia uu pudem produ/.it lueltioraucnto at-
giiui no coipo hnni i'ii rio rasu da sua nulli-
dade,
Be pois o concelho de parecer, que se pro-
hiba coi lo los os csubclcciinenlos sanitarios
dependentes do goveinu a pratica da mediii-
na liomceopalbica, e lito pelas rases segiiiu-
tetpitiui'iio as molestias agudas, que atacain
suliiunienle laes cio a Ipoplelia, a parale-
iva, as febre iulcriniteiilcs perniciosas, e o
cholera asitico reclauam ou esigein um me-
' dicanifiito promplo e enrgico : e este em vo
he applicado pela hoincuopalnia. Segundo as
comiuocei cerebrae, as afutes cerebrari, as
lieniopliltses, as tiemorragias iili-riuas, ou de
oulros igaos internos iifiu podem ser tiaeu-
dol lioinujopalliicaueiile pela niesnia razao,
que as molellill da piimeira clasie. Terceiro
as ii.lian..un. s Intrusas ,do cerebro, u pul-
mo, ilo i sioinago, do canal intestinal, do li-
gado, do ulero, e oulras azas di urina, c ou-
tros igaos nnpoilanles lein sempre resisti-
do aos exfoicos dos liuiuu'opatlias. I'odcni-
se excepluar os graos liacos de liillamafo,
que oidmai iaincule passaiu sem i,euliuina ap-
plicacao medica.
ii.ii io as febre gaslricas, ptridas, ou in-
llamalurias rcclaniaui nina applicaclo de me-
dicameulos, que a homceopalhia uo pode*
d..r. Un mo as leses externas, laes como clia-
gas, fracturas, deslucacdei, desliunao d^s
parles moles, queimaduias. abeiluras de ar-
terias, ou de vetas, quebraduras, corcovas a-
chu-se iiiieiaiinme acuna do poder da ho-
mceopalhia. Xexlo as eroioses, kislos, dulc-
as, ICiriOI e caiicius nuuca jamis foram
curados pelos hon.U'opalhus. Sptimo o es-
corbuto, os reumatismos inveterados, as di-
Heientes especies de pblilloai, que le eucon-
uaui ordinariamente nui huspiucs, sao iuac-
cessiveis hoime patilla. Oilavo uas dilleren
les erupcdei cutneas agudas, ou "hrouicas,
laes como laiampo. lebrel vermclhai, ou es-
r.ii l.nio i, .i sama, a Hulla, o traCUlueuW ho-
uiCeepalblCO he mal applicado e intil.
5o cabrui por Ututo Louireopalhia, leno
ligeias iiiulnlia febril, e mil nnalonas, ai-
sim cuinodilleientes molestias climnicas pro-
venientes do desairanjo do Ijrslema nervoso,
as quaes com regiiueu conveniente, e o bou
ar desappareceui seui loccoiro alauu man ac-
tivo (lo medico,
Por eitei motivos o concelho de medicina,
depois de" haver tomado conhecimento das
parlicipacOei de que varios medlcoi empregA-
dos pelo goverua. nos hoipllan quer civil,
ipier militares, fjltosPUS iIopuIpi conforme
aos principios dojjAtema hnmccopathico, lein
ter dblido para oue ftin a permisiSo da au-
lorldade coiiipetrntc ; v-se na neceasidade de
prohibir o tractamento hoincenpathicoeni to-
dos os hospitaei civil e inilitare tanto aoi
mdicos ordinarios, cuno aos adjuntos*
A ordeni do concelho de medicina de Saint
Pelcsburg faz uina exposico asss completa
das uuleslias, que o homceopalha nao deve
euiprchender detractar: mal fra deisas mo-
lestias onlrai hil, que sao a grande especula-
rlo dessa doulrina. r-a pratica civil nao se
riieontio.todoi os dias epideiniti, pleurizes
graves, moleslias exanthematicas perigosas :
mas encontra-sc urna mullido d'indlsposi-
res principalmeiile entre pessoas ricas a-
chao-se mulheres, e inesuio homem, que que*
rem ser doenle, e para nulo islo a homceo-
palhia he urna mina. Ella prehenchea con-
dicodo iucund> no mais alio ponto, achando
cada um mal agradavel por sobre a sua lin-
goa um poiioho d'assucar de leile, que co-
briria apenai a pona da lamina d'uui cai-
vete, ou um glbulo lo grosso, comoa ponta
d'um alfinete, do que tragar bebidas, e tiza-
as, as mais das vezes mu desagradaveis, ou
grozas de pilnlas(Irorfiiido)
MAIS I.OUVOREs IU HOMOEOPATIIIA.
A pobre homce.ipalhia acha--e hoje quasi
de lodo esqueclda. J pela Europa ella ter-
iiiiuou o seu giro: e depois de por alguin
lempo haver oceupado os centros, refugia-se
agora iis aldeins. Na Allemanha espccial-
nieuie, qie lora o seu berco, acha-ie rila
quasi exiiucla : e o que vai dar-lhe o ullimo
guipe mortal he o apparecinienlo d'uina no-
va medicina nao inenus original, e que for-
neccr provavelincntc una carreiranao me-
nos brilhaule, e proveitosa. Esia_medicina
lie a llydropathia, como Ihe chaiuo os hel-
lenistas, ou sabios versados as lingoas gre.
ga, e .i i.-na, islo he i o tractamento por nielo
ri'agna fra. Foi um camponez d'aldela de
Grell'enberg na Silesia chamado l'riesnitz, que
o fundou ha poucos anuoi. O numero dos
doentes reslibelecidoi, que concorriain a es-
a foule de Jouvrnce excedeu neste anuo a
1500, Oj resultados esiimularam os paizes vi
siulios, e agora h consumo publico d'agoa
da foule ileltreslau.einDresda, HrunsoyckGolh
Classel.e lierling. Depois das virtudes d'agoa
morna vcio o poder d'agoa fria. Agora podere-
mos jnlgar qual desses lyslemai lie o mellur.
Mas seja como for a hoiuce.'paihia na sua decre-
pltude nao pode evidentemente resistir ao
choque desta ultima inveiifo de origein re-
Crnie, e que estiudo cui leu lempo desce-
ndencia, conserva una forca irrriiitivel.
Ha lamben* outra concurrencia, que he,
poslo que anula pouco Condecida, a medici-
na do .ir. Italiano Marocheli, medico das es-
culas impertaes dos thealros em S. Petersburg.
sobre a qual lein havido ltimamente renhi-
dos debales n'academia de medicina. Este
d.ini o aprsenla documentos dos quaes cons-
ta, que de I5S doenles Hadados pelo seu no-
vo methodu em 10 anuos (de 1828 a 1838) rei-
labeleceiain-se I Jo e quauto aol dois, que
o.mu i mi, elle observa, e adverle com toda
a caudora, que cram incuraveis! Eis na
verdade urna proporcio, que al aqui ainda
nao piiilei.iui conseguir as eslatislicas ueiii
dus houiceupalhas, neui dos hyropathas. Mas
lodos ellel sao a pura verdade. (Idin)
AKEUU^TA.
Cerlo curandetro, ou ctiarlato homceopa-
tha, exaltan lo os milagre da sua especula-
ban, o.lenliva em nina roda um estirado ca-
Ihalogo ue eiilerinos curados pela homceo-
palhia: e como iucluisse um que baila tnor-
rido no mel, lo iradamente-.. Uln dos circums-
taiitrs disse eAlu la: risque este da sua
lista porque eu fui ao seu euleiro--Euio,
que lein isso? (espoii.leu o Dulcamara). He
verdade, que morreUI purcui nunca perdeu
a falla ole o seu ullimo suspiro! Que grande
mrito da houMBopaibia!.
BrigtiB S. Domingo --mercaduras.
Patacho Angeolina idom.
C0NSULl-.no GERAL.
Rendimeoto do dUa7.:.,.i. M
Diversas provincias...... 381,*9
6:228,327
EXPORTACAO.
Despacha marilimos no Ha 27
Marseille. brigue (raneeiEmeilo.de 260
toneladas: eonOUI oseguinle: 3,8a'i c-
eos com 19,502 arrobia de assucar, 600 coii-
ros saceos silgados e U5 saceos com 660
arrobase 5 libras de caf.
Bsh, patacho nacional Valente, de i3
loneta las : condui o seguinte : 40 pipas vi-
nho, 500 birricas farinlia d" trigo, 50 cal-
as miaus, 4 fardos fiu, 20 caixas ensorre,
21 volumesfazendas, 2* barra, 9 quariolas
e 3 pipas azeite de carrapalo, 100 molnos
couros de Cabra.
Acaricia, hiile nicional Aguia Braulet-
ra : conduz o seguinle : 4 muas pipis e 2
bsrris vinho, 1 birril vinagre, 3 luriis boli-
ebi e bolichinhi, S volumes miudezas, 1
ca xa alvaiade, i barrica ferragens, 3 boti-
jas oleo, 1 barril minleiga, 10 ditos polvo-
ri,2 barricas assucar. 30 caiiotes doce,9 pi-
pas igo'ardenle, isduziisue cocos e 1 bar-
ril genebra.
KECEBEDORIA DE RENDAS GEBAES
INTEHNAS.
Ileudmento do dia 27.....733,944
CONSULADO I-KOVINCIAL.
Ken.Hmontn do di 27 2:494,981
fublicatyao a [jedid.
Illin. Sr. Dr. Jos Mainede Alve Ferreira.
Di oeugenlieiro civil llenrlque Auguslo Hi-
le! ; e-ciiefe da lerceira seceo das obras pu-
blicas desta provincia, que precisa a bem da
sua honra e da verdade, V. S. ser servido de-
clarar ao p deita. 1.*, se durante o lempo que
servio na directora creada pelo regulameiito
de 7 de malo de 1850 deisou o siipplicaiite de
mostrar o malOf icio e uclividade uo seu ser-
vico, ossiin como a maior dedlcaclo aos inle-
resses geraes da provincia que elle se ufana de
ter defendido contra todas as exigencias indi-
vtduaes quer de arrematante! de obras, qur
de proptictarioi do interior ? 2., Se ao receber
drlle as obras da lerceira seceo uoi dias 12 c
13 docorreule, S. S. nao achuu o iervico| or-
g misado e liscilisado na nirlhor forma, achan-
do empregados as ditas obras cerca de 500
Irabalbadores livtes militarmente orgauisados
por compaiihias e irab.ilhaiido com todaare-
gulandade ilebainu da dinciao dos respectivos
chefes. 3.', Se S. S. achou alguma couia que
ninecesse sensnr.i, quer na parle identifica,
qur na parle a liuiuiltrallva e liscal das obras
de que esleve o lupplloaute ene irregado. Pe-
de a V. S. Sr. engeiiheiro uireilor das obras pu-
blicas ser servido dtfciir-lhe Como requer.
E II. He Henriqui .-maullo Iflfff.
liecife, 15 de uiaicu de 1851.
o Atesto que o Sr. engenheiro llenrlque Au-
gusto Mllet ex-chefe'do lerceira seceo, duran-
te o lempo em que servio na directora das
obras publicas, cicada pelo irgulamenlo de 7
de malo de 1850, sempre drseiupeiihou com
eloc aclividade de que lie dolaio, u servi90 a
seu cargo, assiin como piestou-ie com a in-ior
drill, a,.1" aos illllICsSrs grl.iesd.l provincia.
Aleslo mais que quaudo reccbi do dito enge-
nheiro nos das 12 c 13 do crreme as obras da
lerceira saccio Je que te acbava elle eucane-
gadu, achel o irrvlcu bein orgauisadu e na me-
llior liiua de li.calisacio, acliaiido-se.empre-
gados as ditas obras quasi 500 iraballiadurc
livies.uiganisadus por cuinpanhias ; assim co-
mo uo encoii mi cousa alguma que merecciie
ternura, tanlu na pane identifica como ua par-
le adiniiiisli activa e liscal das ouras a seu cargo.
Directora das obrai publicas, 22 de inaico
de 1851. O engenheiro dircelor, J Ai. Alve
t'trreira.
Keparico da Policio
lV'Iovimenlo do porto.
Navioi entradas no dia 27.
Para e portos inlermedios 14 dias o do
ullimo porto 12 horas, vapor Imperador,
commandante o primeiro lunenle J. L. N.
TorrezHo. Pasgeros : para esta provin-
cia, o desembargador Gregorio di Costa
Lima Belmont con sua fituilia e 15 es-
cravos, llicirdo Antonio Lima, D. Anto-
nia F. ('.' Ramos, Domingo Theophilo Al-
ves Hibeiro com 1 escravo, Antonio Can-
dido de Oltveira, Antonio Joaquim de
Barros com I escravo, Francisco Antonio
de Souza Azevedo, Jos Manriques Smi-
co, Archioiedes Silva Castro, o Francei
Len C. e 1 escravo, Antonio Camillo de
Hollini,la, Francisco Antonio de Almeida
e Alhuqonrqiiee2escravos, Antonio Vi-
cente de MiglhSes e 1 lilho, D, Anna Joi-
cjsiina do Carmo enriques el esenva,
Jos Mara da Silva Ferreira e o desertor
B-ilarmino Jos de Mello : para o sol, o
Dr. Antonio Jos llenriqj.es, o alfares
Frincisco Bodrigues Hunos, o prior |Joa-
quim Jos da Costa Silva e 22 recrutas
Nova-Holanda 77 das, galera ingleza
Cheiftain. de 382 tonelajes, capilSo eor-
geScult, equipagem 18, carga ISa e se-
bo; ao ca|niao. Velo refrescar e se-
gu para Londres.
Ideui 90dias, galera ingleza Seringapa-
lem, de 365 loneladas, capilo F. Lovnll,
equipagem 18, erg 13^, azeite e sebo;
au cipiSo. Veio refrescar e segu para
l.oo re-i.
Camaragibe--2 das, hiate nacional Mt>o
Destino, de 21 toneladas, tneslre EstevSo
Urbeirt, equi'r'3Biii 3, carga assucar; a
Jos Manuel Marlins
Bremen 72 dias, escuna oMenbufgunza
TAoiiix, do 140 toneladas, espitao I). W.
Stege, equipagem 7, carga iiueijo, bata-
tas e viubo ; a C. J. Asliey. Passageiros,
C. K. Pauls, Bremense; TlieoJor Avolph
Dauuieyer, Aleuiao ; C. Slrohlein, Bave-
riano.
Natos sabidas ni metmo dia.
Malino por Macelo l'alacllJ sueco Hefce,
capitao N. II. Nordstiem, carga assucir
l'assageiro, o Iran iez Jo8J Scolt.
Mirsellia Brigue francez Guarde Saliona-
le, capilSo Grotjean, crg assucar.
Observaces.
Saliio honteai depois das 6 horas da Ur-
de o hiale nacional Caprichoso, niestre Hi-
plito Jos da Silva, carga farinlia de maii-
jioca.
Seguio para a Babia a fragata ingleza
T/tetis __________
""i-AHTIi i Dl,\ 14 DE MAllCO DE 1851.
Foram presos : a ordem do juiz municipal da
piimria van des le termo Fraucisco das Cha-
gas Hibeiro, por se adiar prouuuciado como
incurso uu artigo 201 do cdigo criine ; a or-
dem o subdelegado da freguezia dbanlo An-
tuntu, o ciiolo FrauellOO Daniel Secuudino por
iie-oidem, e a do subdelegado da freguejia de
San J us Haj ni nudo Alvel de Souia e Antonio
Francisco ua ".alividade por icrcm desc tures
de uiarinba, e Leocadio Francisco Lopes por
ebrio.
giTini'nlf-ifyf w,*1 -^aKJ'J**1-1"*1
*
guindo-se os jogos icarios pelos Srs. Ber-
teaux, Brmonae Charlos
Quario acto.
Les cordages franca Uta pelos Srs. Ber-
teiut, joven Brmond, Charles, e madame-
sellasGeony, Hortense eSernphins.
Quinto acto.
0 trapesio pelo beneficiado e o joven
Charles, ejercicios ioteiramenle novos, nos
quies o beneficiado enipregar toda a sua
destreza e habilidade para o bom desempe-
nho ; o acto ser terminado cora a viagem
aos antipodas pelo Sr. Berleaux.
Sexto acto.
Osqusd'os vivos, inteinmente novos, por
toda a companlui.
Primeiro qaadro.
Ojuizo de Pares.
Segundo quadro.
Ilebe.
Terceiro quadro.
Oanjoda guarda.
Quario quadro.
A F, a Esperanc e a Candado.
Quinto quadro.
Susana ( a carta ).
Sexto quadro.
0 roubo das Sabinas.
PRECOS DOS BILQBTKS.
Camarotes da primeira galeria de frente
8,000 rs de lado 6.000 rs. ditos da segun-
da gatera de frente 10,000 rs. ditos de li-
tio 8,000 rs.; ditos da lorceira. 5,000 rs., pla-
tel 1,000 rs galera 640 rs.
N. B. Os bilheios ichim-se venda nr>
trrsnio iheairo, das 9 horas da manhfla s 4-
da tarde.
As pessoas que quzerem prover-se de bi-
IhelescoT antecedencia poderfJodiiigir-se
ra da Cadeia n...., segn lo andar.
Theatro de janla-Isabel.
5I. RECITA DA ASSIGNATURA.
SUDADO, 29 DK MIRQO DB 1851.
Etptlaculo dramtico e danta.
Depois da rxecuco de uina das melhores
siinphanlas, abrlr-se-ha a icen, e as lenho-
rai haderoa e Morcaux dancaroo Interenan-
te palio a dous do segundo acto do
Lago das Facas.
Seguindo-ie pela corapanhla nacional a re-
preieulacao do multo applaudido drama b-
blico em 5 actoi, oruado de msica :
A Uegolnr-o dos Innocentes.
Com todo o seu bullante aparato. No le-
eundo acto, a lenhora Caudiaui cantar a ex-
cellenle aria, em porluguez coinpuiicio do
maestro Gianini.
1) administrador emprezario far todoi os
esbirros para que o intervalloi dol actos le-
jam rpidos, c nao fatiguen! Unto 01 espetado-
res, como at aqui.
Comecara s 8 horas.
De novo avisa-se ao reipeitavel publico de
qne domingo e lerca-feira de Paschoa ha-
verao magiiiAcoi bailes malcarados, prece-
didos de academia de msica, vocal e instru-
mental, que lero convenientemente anuun-
ciadoi.
Precoi.
Entrada geral 2,000
Primeira ordem com 5 entradas iaeS
Segunda dila com 6 ditai ,,mn
I erceira dita com 6 dual -ruJ,
Quarla dita com 3 ditas "vw
As senhoras que le apreientaretn aiascata-
das leruo entrada gratis.
EMTAL
A cmara municipal da cidade deOlinda o
seu lermo, etc.
Faz saliera quetn convier, que nos das
27, 28 e 29 do crrente vai a prac o con-
cert da foule Cicuoili, ivaliido em res
880,000, Rgund<> o |l-uo do engenheiro;
as pessoisque quzerem lancr, compare-
cam nos rele idos das, na casi das sessOes
ua niesnia cmara, s tO horas do da, com-
petenlemenle hahlil-das. Pan ver-se o di-
to plano pode drigir-se a secretara da
niesnia cmara a qualquer hora. Casi da
cmara, 22 de marco de 1851. Eu, Manoel
Joaquim de Miranda Lobo, secretario o es-
crevi. -- Joaquim Cavalcanlide Albuquerque,
presidente. Manoel Joaquim de Miranda
Lobo, secretario.
Ueciaruco,
OMMERCIO.
ALFAMDEGA.
Uoiidim-nlodo da 27 .18:764,212
Desrarrrqam hoje 28 Brizne Superi.r- firinha de trigo.
Batea -- Swnri-Hsh mercaduras.
Jinglar, Htmdolph -- ferro e carvo.
Publicago lilteraria.
MACRETII.
DRAMA EM CINCO ACTOS
Pui Sbakpaare
tortido em l'ortugnez por *
Micbelh heoesrorijo mais grandioso da
maginacSo human, o herosmo sub me
da inlalligenria, o derradeiro verbo da iii-
teratura dramtica. O seu maior elogio he
0 nome de Shakspeire, o qual. anda no>
maislongquo oorvr >ln humanidade hi de
recolher o^sufrieios ta admiruSoeolbu-
sastic disgerac-s vndoris.
Vemle-se na lvrari n. 6 e 8 da praca la
Independenfi, a 2,000 rs.
Avisos marilimos.
As iimlas que deve condutir o
vapor Imperador para os portos
do sul, principiain se a feohar
hoje (28) ao ineio-dia, c recebem-
se eoirespondeiicias com o porte duplo at
le fecharem-se smalas: osjoriiaei deverao
ser enlrrguei 4 horas antes.
THKATHU UE APOLLO.
IHMI'AMIIA FRANCK2I,
Diriqida pela viuva Herteaux.
IIIA 88 MAIigf>DE185l.
trantle iepresentin,uo extraordi-
naria ciu beneficio do joven
Urniond.
Primeiro acto.
Debut do joven Culos sobre corJa, dif-
ferenles pissose evolucOi'S, o joven e in-
trpido Brmond execulara dilllces posi-
eOes sem maroma, reservadas por elle pin
o da de seu beneficio. Madamesella Genny
sobre a ebria exrculata diversos passos.
seguindo-se os grandes saltos de elevicSo
por madamesella Seraphina, terminando o
acto com o passo a dous por madetnasellas
Geuny eSerapnina.
Segundo acto.
Os grupos do carnaval de Veneza, nos
quies madamesella Genny subir as pir-
mides frmalas pela compinhia a grandes
alturas.
Terceiro acto.
Grande e variado exercicio de destr/raQSo
pelo Sr. Berleaux e o joven Brmond, se-
para l'arahibi
siheem poneos dias o veleiro hiate nacio-
nal Espoliarte : quem no mesmo quizer car-
regar, trito com Antonio da Cost* Ferreir*
Estrelle, na rus da Cadeia do Recife, o
com o mestre Victorino Jos l'ereira, no
tnpirhe do algodSo.
-- Pan o Rio Crando do norte, Aracaly
ou Cear freta-seou recebe carga a barci-
08 Aotia Esperanto qufm pr-ten 1er. diriji-
se ra da Madre de Dos, loja n. 34.
Par a Babia sabe nesles quatro das o
patacho nacional-.iVyra: ainde recebe al-
Kurrra carga a frete, para oque trata-se com
Novaes & Companba, na ra do Trapiche
numero 34. _
A muto veleira bares portugueza ara-
charense sahe para o Porto em poucos dis,
tem esrellenleseommoilos para pisssgei-
ros, e recebe carg a frele, para o que tn-
la-se com o capillo Rodjigo Joaquim Cor-
rea, na prica do Commercio, ou com No-
vaes & Companhia, ra do Trapiche n. 34.
Para o llio de Janeiro sabe, em poucos
dias, o brigue nacional Firma : par o resto
da carga, pissageiros e esenvos a frele tra-
ta-secom o capillo Francisco PeisoGuim-
rfies na prac do Commercio, ou com No-
vaes'cV Companhis, ni ra do Trapiche nu-
mero 34. ., .
-- Vende-se o patacho brasileiro denoml-
nsdo Alegra, de lote de 7.500 arrobas, e
demanda carregido 12 palmos, Torrado e
pregado obre, de boa contrucclo, bem
promplo de todo o necessino para fazer
viagem, sem que o comprador seja obngt-
do a despeza alguma : quem o pretender,
pdete examnalo na volU do Forte do Mat-
os, onde se acha fondeado, e tratar coa-
Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ruada
Muelan. 7. .
Par o Aracaly sabe mpreterivelmen-
to, t o fim do mez, o hiale nicionil iie-
gelicu : quem nelle quizer carregsr ou ir
de psfsigem, dirija-se i ru da Cadeia do
liecife n. 49, primeiro andar, ou Irale no
trapiche do ilgodo com o mestre.
Leilo.
O corretor Miguel Cirnelro firi leilao, no
da l. de abril no seu arinaiem'na ra do Tra-
piche n. 40, de dlverso irastei novoi e usa-
dos, roucis, vldroi, caodirlroi, rlcoi quadroi
de diversal qualidade, espingardas, plslidlal
e rrlngioi patente Inglezrs, urna rlea uiesi de
pedra marmore lobre a qnal rila desenhaila
a lela laiga com a maior perfelco pauivel.'
issim como ao uieio dia em ponto bir em Id



lio un porjjo de (rateos cnin tinta para es-
crever preta e encarnada, vidros para vidraca
de diversos lamanhns, c uina porcao de cha-
rutos quase vender por lodo preco.
' .i 1
Avisos diversos.
Sociedad*; Apolnea.
A commissSo administrativa da socie-
dsde Apolnea, tendn de marcar o da para
a sua partida da abertura do correte anno,
nflo o tem podido fazer, em consequencia
dos apuros em que se acha, avistado gran-
de atraso em que estilo alguns dos Srs. so-
cios, que al o presente teein deixa lo de
satisfizerns mensalidades, o portal motivo,
a commissflo solicita em promover o anda-
mento da sociedade, convida aos Srs. so-
cios, que se acham devendo, para que at
o dial.' de abril prximo futuro pagtiem
ao respectivo Sr. thesoureiro o que eslive-
rem a dever, cerlos de que, deixando de o
fazer, por-se-h* em execuc.Ho o artigo 8."
dos estatutos, que'manda excluir da socie-
dade os que no satisfazem os onus a que
sesubjeitaram.
Irmandade das Chagas.
A mesa regelora da irmandade do Sr. B.
Jess das Chagas convida a todos os irm.los
para cumpa recerem no consistorio da mes-
ma domingo 30, pelas 9 horas da manhSa,
para Iratar-se a beneficio da mosma irman-
dade. A mesma mesa faz sciente ao publico,
que podem dar suas esmolas para a prncis-
sSo do mesmo Senhnr que ter lugar no
da 13 de abril prximo futuro ; advertin-
do que se faz este pedido, he para que nSo
digam que ella n3o quer fazer dita pro-
cissao.
-- Precia-se de um homem para tomar
conta de um sitio pertoda i>rac;t, dando-se
a casa e culturas para desfrutar, com tan-
to que tome conta do mesmo sitio e o con-
aervo em bom estado : na ra do Passcio,
loja n. 7.
Na ra Augusta, n. 28, cozinha-se, en-
gomma-se, lava-se e cose-sa para Iromem
soKeiro, obrigaudo-iO a mandar trazer em
sua casa.
O S 0. Medique!, em Rio Doce, lie con-
vidado a comparecer na ra do Trapiche n
14, para entregar o que. se acha eji suas
n Sos. e o que Ihe no pertence.
.--Guilherme Selle responde a pstSOS da
ra do Roza lio estreita, que Ihe quer fal-
lar, que a sua casa he no Aterro da Boa Vis-
ta n. 10, onde pJe ser procurado a tola
bora do dia e da imite.
Sorvete s 11 horas e a imite.
Na ruado Rozario estrella n. 63, confei-
taria, contina a ter todos os dias sorvetes
sil horas e a noile, havendo urna sala pa-
ra senhores e outra para senhoras.
Precisa-se arrendar um sitio, que te-
Tiha boas baixas para capim e casa dn viven
da, sendo para as bandas da estrada nova,
nao se duvida dar inais tlinheiro : quemo
tiver, annuncie, ou dirija-se aos Afogados,
ra de S. Miguel n. 16.
Oflerece-s i una mulher portugueza
psra ama de casa de homem soltejro : quem
a pretender, dirjase a ra da Praia de S
Hita, n. 29.
Precisa-se de um trabalhador : na ra
Direira, padaria n. 21.
t- Ha -m urna porcflo de lijlos quebrados
eilgo.is inteiros a quem os mandar con-
duzr '!! ra tloQueimado n. 15.
Precisa-se saber a residencia do Sr.
Jos Francisco Alvares de Ra ros, ou de sua
familia uesla pra*;a ou fra, cujo Sr. Barros
lie natural da villa da Ponte da Barca em
Portugal, provincia do Minti, roga-se te-
lilla a lumia le de annuiiciar sua residencia,
ou dirigir-sn an caes da Alfandega, arma -
zem do Sr. F. D. Ferreira, a negocio' de in-
teresse.
-- Joaona Haria de Dos Comes FerrHo
embarca para lora desla provincia oaeu es-
cravo Cosme, crioulo.
Os Srs. acadmicos Joaquim Antonio
Itibeiro e Carlos Pedro Kibeiro teem cartas
e encommendas no escriplorio n. 5, da ru i
do Trapiche.
A pessoa que em consequencia de um
annuncio apnareccu na ra da Cadeia ni,
tm DOllolel Commercio, para ser admetti-
da de criada, que nSo fui inais preciso, po-
de apparecer ugura,que ha de ser atlendida.
Pre sa-se de una ama : na ra larga
do Rozario n. 40, segundo andar, ou na ra
d'Alegria n. 42.
No dia 24 do cor re ule mez eu sobe por con-
fidencia que Mr. Lclrllier meu nnhre adversa-
rio, partir na nuite de 21 para 22 pelo vapor
ingli'i Tay. lendo kido informadu que iiiiuha
jusliftracao assiin como as alieslaces e cei tin-
cados que provain al a evidencia a infamia de
sua conducta, asslm como as provas dos rou-
boi e du critne que elle pralicou para coinmi-
go eslavam pira lerem impiessos, purm mu
cobarde para prucurar a defmder.se e reco-
ubecendo entretanto a iuipossibilidade de re-
fular seinelhantes argumentos era prrsenca do
tribunal imparcial do reapeitavrl publico onde
eu o citara; elle s aclion salvac.io na fuga,
recurso ordinario dos cobardes; apontoque
paia esta pariida precipitada que nao foi au-
nunclada e iiem |a ser jamis, desublrarr*se
(pelo menos aqu) ao uprobiio, a indignaron e
ao drspreso publico, to Justamente merecido
>or elle : porlaalo elle liuha promettido ao Sr.
_ni/. Mainede, que me perseguirla, e por tanto
l fui-se pela segunda vez sem lembrar-se da
grande souiina que elle pretende que eu Ihe
devo; ueiii uiesmo do mal que elle pretenda
que eu tlnlia feilo a sua rcpulaco, posto que
o esperasse desde dous annos ; ora bem lomo
eu a obrlgacio sagrada de persegul-lo lauto
quanto uieus uieios m'o perrnillirein e por to-
da a parte onde poder, como urn cobarde, um
impostor.
Teniendo que se procure induiir o respeita-
vel publico no engao sobre o dia da publica-
cao de miaba juslilicaco, rogo ao Sr. redactor
do Diario de ter a bondade de declarar se he
vernade que no dia 8 do presente mes Ihe a-
presente! uiinha justifcaco tal como ella esl
e que elle inesmu contou as fulbas para dar o
valor ; pur ni COIIIO esla Simona ancles,, a
jiiciis meios nesta occasio, fui obrigado a
guarda-la, e que s lol no da 2U pela maiiha
que apreseoiei-iue pela segunda vez a del pa-
ra ser Impressa, assimeomo a quanlia pedida,
rogando-llio que a tueste sabir o inais breve
poesivel, o que elle conveio; teniendo que uii-
ulia niauifcnacao (o que acuiiteceujappareces-
se no sabbado 22 ou na seguuda-feira 24. Es-
pero que o Sr. redactor au se recusar este
pedido lo natural como justo.
Tarai.lt,
K
O juiz da irmandade do SS. Sacramen-
to da fregu/ u de S Jo.-u do Bi'cil'e convida
aos s-us charos ii iiulcis para que domingo,
30 du crrenlo, as 10 oras da mantisa, com-
parecaui uu consistorio da igreja de N. S
do Terco, alim de que em mesa geral se to-
men! medidas couveuieules a bem da mes-
ma irmandade; e para isso espera o compa-
recimento do maior numero de irmSos.
-- Foi entregue a um preto, no armazem
JoSr. la-so, duas barricas com bolachi-
iiIihs : roga-se a quem por engao as rece-
ben, de avisar no patr-o da Penha, venda de
JoSo Pinto Regis de Souza.
-- Um moco de boa conducta se o Itere ce
para cobrar dividas fra da praca : quem o
pretender, annuncie.
0 abaixo assignado roga ao Sr. Jos Lo-
pes Machado, nlo obstante ser menor de 21
annos, por isso que assignou a correspon-
dencia datada em Olinda em 13 docorrentn
mez de margo, que haja de apresentar as
cartas do abaixo assignado de 29 do maio,
20 de setembro e 7 de novembro de 1848,
lirigidasao fallecido Sr. Manoel Lopes Ma-
chado, e que na dita correspondencia se
aecusam, e seassevera que bem-provam o
que all o Sr. Lopes assevera, e as ponha em
mo do Sr. Manoel Figueira deFaria, pa-
ra ah serem vistas e examinadas, alim de
fazer patente a verdade, que cortamente
foi muito adulterada pelo Sr. Jos Lopes [
Machado, talvez porqueentenda S. Me. que.
hemaneira muito christila adulterar a ver-i
iade, compondo historias e conlando-as ao
publico para no profanar ascinzas de um'
finado. Para aqu, o abaixo assigna Jo, es-j
pera da apresentaeflo das cartas, porque
conta que o Sr. Mullido, ou quem o diri-
gi, nSo se negar a dar essa prova, o que
em verdade he muito christa ; e depois,
Sr. Machado, ajustaremos conta*. Mas fi-
que certo, que, se em lugar de apresentar
as cartas. Vine, vier com novas historia,
m a tidu por um compositor de historias
mentirosas O abaixo assignado nSo se des-
pede por ora do Sr. Jos Lopes Machado,
porque fica a esuera das cartas. Ilecife, 26
de maici de 1851.
Jos Jouqnim da Silva Maia.
Attencilo.
O abaixo assignado, segundo testamen-
teirodo llnado Jos Luiz da Silva Cuima-
rSes, faz publico por meio do prsenle, que
acha-so em seu poder tres lettras, que fo-
ram apprehenlidas pela delegada do termo
do Rio Formoso, a Ious individuos que ali
appareceram em 15 de maio do 1848, e fo-
ram depositadas em poder do finado Gui-
maifles, que all morava, cujas lettrai ido
das quanlias seguintes: a pnmeira de
1:000,000 res, sacada por Miguel Fran-
cisco Deniz Machado a favor de Manoel
Jos de Castro Araujo, on.lossa la por este e
Lino Jos de Castro Araujo, a Antonio Jos
Francisco Veiga, com protesto que se refere
este ; segn la de 300,000 rs. sacada por
Luiz Conzaga Ferreira, e ceila por Jos
Pinto Moreira, com protesto e terceira de
100,000 rs. sacada por Jos liazilio dos
Santos, e aceita por JoSo Moreira da Silva :
roas, portento, o abaixo assignado a quem
tiverdlreitO as referida* latirs a compare-
cer ni ra Relia, casa n. 25, das 6 as 8 ho-
ras da ni a iitia.i, e das 2 s 5 da tarJe, viudo
competentemente habilitado para recebe-
las epassar es quilacOus necessaiias, sb
pena de serem de novo deposita las no Ihe-
souro publico Amonio Francisco Mnrlint.
No da 26 do corrente desappareceu da
ra da PraiB, pelas 7 horas do dia os escra-
roa seguintes: Miimo, pardo-esedro, da
30 anuos, barbado, altura regular, nariz
chalo e arrebitado, olhos pequeos, falla
lescancada. pernas e | s seceos, e no braco
lireito junto a munhca tem unas marcas
Je, feridas ; Queiino, de naQlto Congo, de 50
annos, altura maisque regular, cor preta,
bstanle magro, pOUCI barca ; tem as mSos
junio as munhecas foveiras proveniente de
dentadas de carnueijos, e ps e perns
seccas. t) primeiroj foi escravo de Manoel
Comes de Barros, morador no engenho Bom
\niigo, provincia das Alagnas, e lio prova-
vel que tenha procurado este lugar; o se-
gundo foi escravo de JoSo Paz Brrelo, mo-
rador na villa de Rio Formoso: roga-se,
porlanlo, as autoridades policiaes o cp-
tfles de campo os apprehendam e os levem
a Joaquim Flix Machado, na praga de Per-
nambuco, na ra da Praia de Santa Rita No-
va, casa n. 1, que ser3o recompensados, ou
no engenho Jos da Costa, comarca do Rio
Formoso, a ChristovSo Jos Machado.
* l'iuilo GniRiioiix, dentista
. francez. olTereco sen prest-
mo ao publico para tintos os >#
0 mlttejre le sua proflssao taV
> porte ser procurado a- qnnl- 9
qner hora em sna casa, na %
0 riin largado Rozarlo, 36
Qi segundo andar. <
9)999&Q999&999>9>9)9i999&
Manoel do Nascimenlo Pereira roga ao
Sr. acadmico Luiz Gomes Pereira, de vira
sua casa, ou declarara sua morada.
Precisa-se de um lorluguez,'cu um
preto, escravo, que entendain de planta-
cOes para irabalhar em um sitio no lugar
lo Remedio : quem estiver neslas circums-
lancias, eliver o preto para alugar, dirja-
se ao porteiro da alf.ui lega desta cidade.
Historia Sagrada do antigo e
novo testamento,
enriauecida enm notas e reflexes moraes,
para instrurcao e sanctifleaeflo dos fiis, pe-
lo presbyteroJ. I. Roquelte, cavalheiro da
imperial ordem da Rosa, e socio correspon-
dente ita academia real das sciencias de
Lisboa, 2 vols. em 12, encadernados, ilus-
trados com 120 vinhelas, sabio luz em
Paria e vende-se no paleo du Collegio, ca-
siAlo l.ivro Azul, pelo preco de 8,000 ris.
Bulla nesta obra conscienclosa a lingoa-
gem pura e conecta que he propria do au-
kor, um reHexo mu notavel das lingoas ori-
ginaes, a que nestes ltimos lempos elle se
tem dedicado, e por vezes a elegancia e no-
breeslylo, que s em Vieira sa enconlra.
He precedida de um excellente prefacio com
urna importante noticia acerca dus livros
santos, e completada com um appendice
conlemlo a historia abreviada da Ierra
Santa dos nossos dias.
__Arrenda-se ou vende-se um sitio com
diversas fruleiras, baixa para capim, e mul-
lo pertoda praca por ser no principio da
estrada nova : quem O pretender, dirija-se
a ra do Trapicbe-Novo n. 10.
__Em ati de maio do anno pr-
ximo passado veio pelo vapor Per-
nambucana, remettida do Cear,
urna caria par Manoel Jos. de
4zevedo Amorim, dirigida por An-
tonio de Castro Viinna,na qual v-
nliam inclusas duas, escripias por
...
Jos da Costa Amorim d> villa de ve interess.r a todos parase livrarem de
cahir no mesmo laco.
-- Alulta-se o segundo andar e sollo da
casa n. 11 da ra da Moda, com commodos
pira grande familia, por ter 4 salas, 10
3iartose2cozinhas:afallar no armazem
i menma casa com Luiz Antonio Vieira.
Precisa-so de um homem que lenha
perfeita prstica do commercio de venda, pa-
'a se Ihe entregar urna por balanQo, dan-
do-se-lhe inleresse pelo sen trabalho. e
que seja de boa conducta : a tratar no Buc-
eo Largo n. 39. esquina da Sen?alla Nova.
Precisa-so de um feitor para um sitio
no lugar denominado Casa Forle, preferin-
lo-se eslrangeiro: na ra do Trapiche nu-
mero 3.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a 12
annos, que saiba lr e escrever, para caixei-
ro de venda : na ra da Senzalla Velha nu-
mero 46.
S JosZicharias deCarvalho. r, em I
^ medicina pela universidade de Co- t
Vianna do reino de Portugal, re-
lativas a urna heranca, que na mes-
ma villa existe perlei4(fenlc a her-
deiros brasileiros desta provincia
e da do Cear ; e como da relacSo
das cartas que o dito vapor condu-
zio s conste ( talvez por engao)
o notne de Manoel Jos de Amo-
rim, e por isso fosse tirada do cor-
reio desta cidade, roga-se a pes-
soa que a tirn, que por favor a
entregue na ra do Rozrio larga,
botica d.e Bartholomeu Francisco
de Souza, que se Ihe ficar agra-
dec Jo.
Precisa-se de um pequeo que seja
bastante deligente para caixeiro de urna
confeilaria, dando fiador sua conducta:
na ra do Rozario estreita n. 43.
Aluga-se o lereeiro andar com sold
corrido, e dous sobarbos mirantes, do so-
brado n. 13 la ra do Vigario, com condi-
cOos de ser para numerosa e decente fami-
lia : a tratar na roa do Amorim n. 15.
(4 Consultorio homozopalhico do faculta- Q
to
tino J. ti t,ii'aoro.
Gratis para os pobres.
Na ausencia do facultativo J B. Ca-
sanova, o professor de homoeopalhia
Cosset Bimout continuara com os &
traballios do mesmo consultorio, on- O
de poJer ser procurado a qualquer O
hor. O
No becco da Bomba n. 3, engomma-se
roupa cun perfeic3o, por couimodo pre^o.
Altencao.
Na conff itsria da ra du Rozario eslrei-
tan.43, deseja-se contratar com tlguma
pessoa 12 garrafas de azeile puro por espa-
Code5a6 mezes ; islo he, sjiente nos
domingos e dias santos de guarda : a quem
istoconvier, dirija'-sa a mesma casa que
achara com quem tralar.
Precisa-se de um feitor capaz, para um
sitio perto da praga: a tratar na ra da
Cruz do Recile n. 2.
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinhar para urna casa de puuca familia :
na ra da ConceiQo da Boa Vista ti. II.
Commercio.
Um rapaz com alguma pratica do com-
mercb e de guarda livros, sabendo ler, es-
crever e fallara lingoa francez, nflo s pe-
ia pratica que tem, como pela theoria, deso-
ja empregar-se em alguma casa de coinaier-
cio : quem o pretender, dnija-so a esla ly-
pographia.
Commercc.
Un garcon avec quelque praliqne de com-
merce el d tenue de livies, MChant lire, e
criro et parler la langue franQaise, non
seulement par la pratique, inais auaai par
la theonequ'il en a desne se placer dans
quelque maisou de commerce : s'adresse a
calle im rime re. ^
No di* 10do correle desappareepu o
pr ilo Silvestre, de nacilo Angol, de 25 a
28annos pouco maia ou menos, cor bem
preta, estatura baixa, olhos opados, esla
doente dos escrotos e lem costme de em-
pinar o corpo para a frente ; levou caiga de
riscado azul, camisa de madapolio e chapeo
de palha : quem o pegar, leve-o ao Foi le do
Mallos, ra do Burgos n. 31, padana, que
ser bem recompensado.
Por cora modo prreo.
Fazem-se vestidos de todo e qualquer
feitio para senhoras, manteletes, caputi-
nhos, bonetes para homem e senhura ; lam-
bem enfeilam-se clnpos, livam-se e en-
gonimani-se quaesquer objeclos de fil li-
cando em seu perfeito estado, ludu com a
mellior promplid3o : na ra da Aurora, luja
da casa 0. 42.
- Aluga-se um sitio em Olinda, na praia
do S. francisco, com 56 ps decuqueiros e
mu boas Ierras para planUr ludo quanlu
se queira comprar, com una casa de pedia
e cal, porm ja velha, e a vista de nuem o
pretenderse far todo o Irato : em Fra de
Portas, ra do Pilar n. 145.
A abaixo assignada, viuva de Antonio
Jos Correia de Lira e Mello, faz sciente aos
credores do casal do finado seu inaridu que
est procedendo ao respeclivo inventario
imbra, participa ao respeitavel pu- 1
Sp blico, que tem fixado a sua residen-
' ca no Recife, roa da Cruz n. 6, pri-
| meiro andar, onde o podero p/ocu-
| rar a qualquer hora do dia.
Precisa-se de um caixeiro que entenda
de iniilh.vioi, dando dador a sua conduela : a
tratir com .Victorino Jos Ferreira, ra larga
do Botario n. 22, loja de miudezas.
Arrenda-se um sitio que seja grande
que lenha ao menos una pequea baila para
capim e bstanles friu-leiras, faz-se toda v.in-
tagem com renda adiantada, obriga-se a afor-
motear o sitio miquillo que esnver ao alca ore
nao deteriorar como inultos (aietn : quem ii-
ver procure no sobrado junio a cadeia, por ci-
ma da cocheira segundo andar, que
com quem Iralar,
Aluga-se um moleque para o servi*;o
le urna rasa estrangeira da pouca familia :
quem o liver dirija-se ra dd Cruz n. 15
que achira com quem tratar. .
O Sr. Francisco Jos Cerqueira Alves
le Barbota tem urna carta na ra do Viga-
rio n. 7, on lo tambem se deseja fallar com
oSr. Sebastin Pereira Marques Bastos, ou
alguem por elle.
O abaixo assignado, morad ir no pateo
dn Torco n. 32, taverna da esquina do bec-
co do Harisco, avisa as pCSSoas que Ihe 8o
devedoras. loe queiram mandar pagar no
prazu ile oltodlas, a contar da data (leste ;
lo contrario terlo alguns de ver por exten-
so seus nomosnesls lolha, e ooiros serSu
chamados a juizo O mesmo abaixo assig-
nado tambem avisa aquem se julgar seu
crelnr, para no mesmo prazo acuna Ihe
apresentar sua cunta para ser paga. Recife,
18 de marco de 1851 -Jos da Silva Moreira.
Na ra de Sania lllereza n. 8, lava-se
e enKomma-s^ com toda a perfeicilo.
.. Domingo, 3t> do crrente, havera mesa
geral na igr. ja de S. Cunalo, pelas 9 huras
do dia.
No dia 28 do correle, as 4 horas da
tarde, poranle o l)r. juiz dos feilos da fa-
/.'inla. na casa de sua residencia, na ra do
Hospicio, se hilo de arrematar os seminles
bens penhorados pela fiZeiila nacional a
seos llovedores : a renda da casa terrea nu-
mero 61 da rua do J rdnn, avahada em 7.n00
rs. mensa, s, a i mandad* de Santa bli
na ; una escrava por 300,000 rs. a JoSo*
Baplista Per*'' i nl'o; "-"-'-' '''" crnnrta.^fe
f anuos, por 400.000 'S. a Jo da Cos-
Allinqiierqiie ; um escravo pardo, por 450
mil rs. ao msjor Felippe lioarle l'ereira;
um porfo docalxas vasias paia charutos,
o bancas para fabrico dos mesrnos, pur
9,500 rs. ; a Ju3o Pereira de S Vianna ; os
uiensisde urna acougue, por i3.0U0is., a
Caetano M*nuel do Nascimenlo; um quar-
lao, pr 20,000 rs. ao heideiro de Jofia
Baplista ( a-taiilia ; una mobilia desala, de
madelra de jaearanls, por 71,000 rs. \.
naci lenlo de I oyla ; uina dita do madei-
la diversa, por 75,t0U rs. a Jus Joaquim
de Almeida GuedeS : as possoas a quem
conviereni os objeclos cima, comt>aricam
nu lugar e huras indicados
As tres horas da tarde do dia
3o de dezemliro prximo passado
desappareceu di casa do deposita-
rio r'r.iticisco Jos Arantes, o ca-
bra de nomo l'etlro, pertencente
ao Sr. Dr. I'edio Bezerra l'ereira
de Araujo Beltrao, com os signaes
seguintes : cabellos caixados, bra-
co csquei" o alejado, cicatrizes na
p e no Ihmc esquerdo1 e outra
ferro e bronze. de que o piz ^
Gr.casa energa do governo existe^|. ijm
excellent* esirada fela em Imha recta da
.."I da Boa Vista par. o '-l-^'-*?
em Santo Amaro, oque olTerCO "JJ
cummodidade s pessoas^ue o quizeiem
1- Tnmpette, alfalntc,
participa a seus freguezes, que mu-
f duu-se para a roa da Cad*ia do Ite-
J cife n. 15, primeiro andar. .. ..=.
-mOTWtf mmttmwmta
Compras.
Compram-se
escravos bonitos e robustos para dentro
fra da provincia : na rua larga do Rozarlo
n. 48, primeiro andar.
Cumpra-so urna pserava, que saiba Dflin
engommar, cozinhar e entenda de costura,
sendo moca e de boa conducta : na praca
da Boa \ U n 28.
Na rua da Cruz n. 49, compram-se dia-
rios a 10 rs. cada um.
Comprase urna imprensa de copiar
cartas, sendo por prego conrmodo : na pra-
ca do Corpo Santo n. 2, primeiro andar.
Vendas.
pelojuizo deorphaos desta cidade, em vis- ,jeum raCca(Ja quan.
ta duque devem juslihcar os seus dbitos,! B i
alim de serailendidos no mesmo invena- sista e canli dor ; levou camisa de
riscado azul e calca de algodo
transado, lislrado, americano: ro-
ga-se a polica e aos capites de
campo, se o virem, de o pegar e
Icvi-I.i ma ta da Torre, sitio do
Leo, ou no Recife, iua da Cadeia
de Santo Antonio, arn.azttn de ti-
lo.
no mesmo
rio. Recife, 22 de marco de 1851.
Jeronyma S-nmco de Lira e Mello.
Q Consultorio boinocopalbico, O
>. rua do Collegio, n. 25, O
O Do l>r. P. de A. Lobo Moscoio. u/
(> din. Moscoso d consultas todos os Q
-"i dias. sdoentes pobres s3o tratados "
"? degraca. S serflo visitados em suas
cesas aquelles que n3o poderein vir O
0 ao consultorio, ou que suas moles- O
O tias au possatn dispensar a presen- O
pi ca do medico. O
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que, tendo-lhe Antonio
Rorges Ucha hyputhecado o seu escravo
crioulo, de nome Jaciiilhn, pela quanlia de
441,000 rs., com a condicSo de licar o re-
ferido escravo em poder delle hypothecan-
te, succede haver-se evadido o dito es-
cravo de seu poder, e boje se acha em,
poder do di lo Ucha na comarca de Gara-
nliutiSi e para que ninguem faca negocio al-
L'ii.,i com o uno escravo, faz o presente
aviso. Vicente Antonio do t.spmlo Santo.
Roga-se as autoridades policiaes a ap-
pri'iien-.iii de Norberlo Jos Vianna, que
lendo tomado um cavallo emprestado no
engenho Sibir do Cavalcanti a Cesario
Claudiano Cavalcanli, lurlou-o, segundo o
seu inalteravel costume ; assim como tam-
bem a apprehensao do dilo cavallo, que lem
os signaes seguintes : alasao, nfiu capado,
com as mflos calcadas, lendo urna queima-
da de um achaque, com urna estrella na
tesla,ecostuma adarde poupa todas as ve-
zes quesenlea espora. O dilo Norberlo foi
aqu morador, poim lendo sido persegui-
do pela pohcia pur cuines idnticos, eva-
dio-se, e consta se adiar hoje em Panchas
de Miranda, ou Caruar; o a sus prisao de-
! iiiiiliiiii) rturorn.
C. Slarr & Cuinpauliia, respeilosamenle
annunciam ao publico, que o seu eslahele-
ci icen lo para manufactura deluda a espe-
cie de maclunismo leudo desde o seu prin-
cipio em 1829 ido conslanlemenle augmen-
tan lo, lem buje chegado a um estado de
peifeiQio tal, que u3u he inferior aos me-
Ihores qneexislem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeilo a capacidade do
edificio, como pela excelencia dus mate-
riaes e | ericia dosseos empregados ; oque
os hablilla a nlTerecer-se com confianca pa-
ra a i ontiial aseCUfflO de toda a especie de
machinas de vapur, de qualquer lamanho
ou dc.-i'i 11'<.'""' que sejam, lixas, para na-
vios, ou lucomolivas. Igualmente cal le-
ras para vapur de luJas as dimeuses, enge
olios para caimas movidos por vapor, por
agoa, ou pur animaes, cot todas as varie-
dades ile moderna invenido. Tachas de lo-
dos os lmannos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e tnoinhos de vento
de todas as qoalidades. Alvarengas e em-
barcacesde ferro de qualquer porte ou for-
ma que se deseje id. Puntes de ferro de lu-
dos as dimeuses, gradaras, varandas, por-
les, columnas, sinos hydraulicos, boias de
ferro, e u'udju palavra todas as obras de
Veiideni-se 3 escravos com 0 anno de
idade. bonuas Qguras, sem acliaqiies, urna
escrava de 20 annos de id ida robusta, que en-
eoiiima, cose multa bem e de mullo bolilla fi-
gura. pr prreo coioinodo : na rua da t-adea
Uo Recife ii. i7 segundo andar.
Vende-se una escrava crloula com as na-
bilidades seguintes: COlIoha o ordinario de
una casa, lava bem de v.irella e de sabao. ft
tuda a fiualiila le de doces de cal la e ptrlelU-
mente rendas a bicos : ua rua dasrues u.
i S, primeiro andar.
Bol lorino inglez.
Vende-sc um bi torino para pai de lote :
na mirada do Rozninlio silio das rosetras do
maior Joaquim Ellas de Houra,
Vende-se um sobrado de Ires andares cora
solao, na rui do Vigario n. II : quem o pre-
t. nder, dirija-se a mesma lypograplna que se
dir nuem vende.
Vende-se um preto crioulo. com 2 an-
nos de idade, e disposto para qualquer servi-
vo : quem o pretender dirija-se a rua do Ujf-
picio segunda casa nova deronte a porta o
obrado do Sr. desembargador ebefe Ue po-
Ch Uysoil superior qusli'hde.
Veode-ae na llrraria do paleo do Collegio D.
6, de Jo io da Costa ourado.
Noarinaieinda ra di 'oeda n. 15, ven-
dem-se sacias com superior farinlia e inilho,
e ludo por intuos precu que em oulra qual-
quer parle.
.. Vendein-sc ranastras com batatas a I.BMI
rs cebolhs a GH0 rs. o cent i. sardn.has em
barricas c tOUcli......le Lisboa em barricas de
Una arroba a 24.000 rs c outroi gneros l-
timamente cheg idos : u. rua da .lladrc-de-
Ucos armasem u. 31.
Como de lustro.
Vender cottro de !utro de multo boa qua-
lidade a 2,800 rs. a pelle : ua rua da Ladela
Velha do Recile luja de r.rragens n. o de
Francisco Custodio Vende-se una pri la perfeila engomma-
deira c I ivaileira, que cose muito bem, urna
dita que coiinha. lava e vende na rua, tres dl-
Ul muito boas vcudeViras de rua, que cuz-
1.1, on e lavam, uuiTi dit de meu idade. tres
piel s bous para todo o serv:;fu ruda
Cad-ia do Recife n. 61, primeiro andar
Aluga-se um grande sino com bastante
ierra de nlanlacOes, com Casa para grande fa-
milia, no lugar de llebCribe de baisu. mullo
pe l" di puvoacao, por ser o ultimo sillo antes
de chegar a mesma. Tambera se vende mu
preto ne naci, de idade de '6 annos, bom
carniceiro, o qnal ganha 800 rs. diarios : ua rua ^
do llondego II. W
Fa se almeos e janlares para lora com
multa lluipesa e perfelcoi na ruada Praia
becco do Carioca, sobrado da quina. Na mes-
illa casa lav i-se, engoiiiiiia-se, c .seiuse lodaf
l nualldades de costura, marca-ie, fzeui-se
lavariulo de todas aj quahdades, ludo u.uilO"
bem feilo e por preco comraodo.
Lotera do ttio de Janeiro.
Aos oo:ooo,ooo rs.
Na praca da Independencia, l"ja de calcado
lo Aromes, e na rua da Cadria do Recife n.
^(J lu i de niiudei.is, veudem-se os ininalor-
tuia.ios meios biliirle e camelas da vigesl-
cna-sexia lotera a beneficio do Moote-Pio,
p"aga-sc qualquer premio que uellcs sabir seu
ganancia alguma.
Meios 11.000
Quartos &.500
Oiiavos JoW
Vigsimos 'w"
Loletia do Bio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na praca da Independencia luja de iniude-
tas n. 3, quevolla para a rua do Queitnado e
Crespo, vendcin-se os minio al o tunados bl-
Iheies, meios, quarlos, oiiavos e vigsimos da
vlgesima-sesta lotera do Monte-Po. Na mes-
ma loja esl patente a lista da oilava lotera
do Iheauro publico daquclla provnola.
Lotera dj Kio de Janeiro.
Aos 3o:ooo,noo rs.
Na rua estreita do Rozario, travessa doQuei-
inado loja de iniudeas n. 2 A. de J. F. dos
Sanios Maia, vendem-se os muito afortunados
lulii: ir-, meios, quarlos, oiiavos e vigsimos
da vigsima sexla loleria do Mnnie-Pio. Na
mesma luja esl patente alista da oilava lote-
ra do theatro publico daqin lia provincia.
Mfi.is de lat.
Vendem-se superiores meias pretaa(de
laia, propiias pan pa Ir : na rua larga do
Rollo, loja de miudezas n. 26, junto ao ar-
mazem de luuca.
Bordbes para violan.
Vendem-se bordes e cordas de tripa pa-
ra violan : na rua larga do Rozario, luja de
miude/as n. 26, de Jo-So Francisco Maia.
Vendem-se garrales <1e tin-
ta pela pata escrever, muito boa,
i 4o rs cada um : no psteo do
Collegio, casa do Livro Azul.
Vendem-se cbapo de palha
do Chile, muito superiores, por
preco muito commodo para fechar
contas : trata-se no escriplorio de
Novaes&Companhia, rua do Tra-
piche n. 34.
Vendem-se duas escravas bonitas e mul-
lo mocas, urna rrioula que rnguinma multo
bem, cozlulia e faz doces de diversas qualida-
des, 1 i-Hilen a, e a oulra he de oacao, coiinha
e engoraua : atrs dos Martjsios ru* do Ca|d|i
reiro n. 46.


MUTILADO


y v
i


.
Chapeos para e-enhora a 4s"0 >".
Vendem-se chapeos pan senhnra de palhi-
nha, bordados a 4,000 rt. e Utos a I.GOO rs., p
de castor para passcarrm a cavalln a 52.000
re.: na loja de lela portas defroote do I.ivra-
menlo.
- Vende-se rha hysson de superior qua-
lidade, o melhor que tem vinilo a este mer-
cado ; vellas de espermscele americanas ; e
meias barricas de farinha gallega : oni ca-
fa Je Malheus Auslin & Companhia.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Alhino Jos Leile, vendem-se cortes de cal-
Sas, de fazcnil.is escuras, encorpadas, pa-
rOes emitando casemira, pelo deminuto
preco de 1,500 rs.: a elles, meus amigos do
bom e barato, antes queseacabem.
Ve.idem-se caixas com cera
em velas do Rio de Janeiro, com
sortimento a vontaiJe do compra-
dor, e fumo em folha do melhor
que ha no mercado : na ra do
Trapiche n. 5, e. criptorio.
Sarja licspanhola para vestidos.
Vende-se sarja prela minio larga e muilo
encorpada limpa a 2.80 r.: na ra larga do
Itoiario n. 48, priineiro andar.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimentoj pro-
prio par qualquer obra que possa rece-
ber agoa, assim como para aljeroz e Ira-
reiras, prximamente chegado le llam-
burgo, tamhem se vendem as meias barri-
cas por preco romrr.odo : atrs do Ihealro,
arma7em de tahoas depinho, a fallar Cero
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
loSo Matheus.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos Leile, ainda continuarse a vender as
bcm i'ODbecidas pecas ile chita a 4.500 rs. e o
covado a IJ0 rs., ditas para robera a (1,000 rs.
a paca, e o covado a ICO rs.,casias para baba-
dos a 240 a vara, brins de lindo azul e de co-
res a 300 rs. o covado, cobertores de algndio
grosto para escravos a C40 rs., riscados moris-
tros a 200 rs. o covado, chapaos de sol de pani-
nho a 2,000 rs lencos de cambraia finos, ro-
deados de bicos a 480 rs., ditos de seda de co-
res a 1,500 rs., grvalas deseiim a 1,500 rs.. e
outr.ii mullas fazrndas, as quaes dcxam-sede
aununciar para nao occupar lempo.
Farinha fontana,
Arroz de casco,
Fareilo novo,
Cli preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
luchas de llamburgo,
vende-se tildo por preces commoilos : no
armazem de J J. Tasto Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
.\ os I O c SiooOfOOO rs.
Na loja de mludezas da rua da Cadela do Re
cifc n. 46. vendem-se OS mili afortunados bK
lbctos, meios, qoarloi, decimos e vigsimos
da inesma lotera, que corre imprelerivcl-
inente em 2 de limbo viiidouro, ou antes se se
venderem os billiclcs.
Vendein-e 6 escravos anda inofos, prin-
cipalmente una queja fnram de enxada, e por
mo esiao milito proprios para o iiiesino ser-
vico, vendem-se baratos e sao tambem pro-
prios para sitio, no aohradojnnlo a cadela se-
gundo andar por cima da coclirira.
Vendem-se dous cavados, uin ala-
sao bom carregadorbaixo c .outro
rujo carregador at mel, por pre-
sos commodos : na rua do Quciina-
do n.32, loja.
Vcnde-sc urna parda com V0 annos de Ida-
de, bcm prendada, com urna ;cria : na rua da
Praia n. 16.
- Vrndc-sc um preto muilo bonita peca,
proprio par qualquer scivico por ser muilo
robusto c possanle : a tratar na rua da Cruz
do Reciten. 31, priineiro andar.
Vendem-se superiores toalhas de lav.irin-
to com bico, lencos de cambraia de lavarinto,
hico cousa multo boa : na rua da Crui n. 24,
ariiiazein de Manoel J. de S Araujo.
Vende-se superior farinha
de mandioca decanta Calharina,
[>or pre barca nacional Jmericp, fundeadi
defron'e do tes do Collegio : a
tratar a hordo da mestna, ou com
4
m
los jopos, bem como caixlnhas com tabolnha*
pintarlas que servem de formar differentes
edificio, pelo mdico preco de 1,000 a 2,500
rs. : na rua do Qurimado n. 1C, loja de Jos
Das Siiucs.
Lotera da matriz da Boa Vista.
A os 10:000,000 e 5:ooo,ooors.
No Atierro da lloa Vista, loja de fazendas n.
30, vendem-ge os afortunados bilhelese melos
da menina lotera, n"e corre impreterlvelmcn-
te 110 dia 2 de Junho vinJouro, ou antea se se
venderem os bilhetes.
I'ilhetesinteiros 10,000
Melos 5.000
Itom e barato, vendem-se as melhores
esleirs novas, vindas ltimamente do Aracatv,
pennaa de ema, carnauba primeira sorte, cou-
rinhns miudos, cliapos de palha em cento a
19,01-0 r., aapaldrs de couro de luilro em por-
cao, ditos de homein e meninos de G a 12 an-
uos, uin preto muilo robusto, 6 pipas vazias a
4.000 rs., uds cantrlros novos para pipas, 3
tornos de medida de folha, 2 caixOes para
amostras, ludo mullo barato : na rua da Lruz
numero -i, arniazcm de Maooel Jos de S
Araujo.
Vendem-se duas prctaa, que cozinham e
lavam, fazein as compras de casa e vendem
na rua, um preto de meia idade por 350,000
rs., bom para 11111 litio, trabalha de enxada,
trata de vaccas, sabe miingir leite e vem ven-
Novaes & Companllia, na rua do de-lo na praea : na ruadoCollegio n. 21, pri-
_, mciro andar.
trapiche n. 34. 6MMM& VAAiAA
:mmiss,mm$ii*mmeimmm~y % Sarja hespanhola.
( lli- iirin no barnto. jfj J Na loja do sobrado amarello nos quatro
Na rua Nova n. 12, acha-se venda |j canios da ma do Queimado n. 29, ha
C uin completo sottimento de fazon- ift 1 < para vender-se um completo sortimento a-
das, como seja
Superiores pannos finos ;
Casemira prela e de cores;
! Merino preto, proprio para a qua- B
| resma ; i-i
; Sarja liespat.hola, muilo boa ;
\ Setins de todas as quaiida le ;
Itiqiissimos manteletes de todas as E
i cores ;
P
fi de sarja deseda prela verdadeira hespan- j#-
< : hola, a prc9osde agradar .10 comprador. &
Vendem-se poli los e jaquetas de lu ni de
novo inodrllo, chegados de Franca, por precos
muilo commodos: na rua do Cabug loja de
Jos Peres da Cruz n. 2.
Cha homocopathic.".
Cha liomoeopathico em emhru-
Ihos chinezes, a mil ris oda um :
vende-se no pateo do Collegio, ca-
Mautas mili riess de todas as cores .
Gangas amarellas cnm listras, pro- .
priaspara calca e jaquela ; p,......- "" (--------
Damasco para pannos de cima de p a do Livro Azul,
mesas ;
(orles de cas-a empapelados;
Pannos proprios para CBpoles;
Lencos de seda, padi Oes modernos; %
Cortes de cambraias mui ricas ;
i.iliis de vestidos de tiarras brancas ; M
-- Vendem-se palhas dei-oquelro a 1,(500 rs.
o cento : dt'fionle do engenho Giqui ao p
do porto, 011 dirja-se a loja de encadernoco
na praca da Uniao n. 12. ou na rua da Assump-
5.10 n. 36.
Nu armazem do baralelro Silva Lopes na
1
^
llilhetcs
Meios
Quaitos
Decimos
Vigsimos
". uru
Panno predi 1
10.000
5.000
2.O0
1,100
lll II
Sedas e sarjas brancas e de cores', 5 porta da alfmdrga, vendem-se bacalho de es-
Dronrias para vestidos de ea-amen tos. U 6.0ll0rs. barree.
Miiii~aiii ~-aiii.ii4iA;.iias- Vendem-se as ullimas caixas de superio-
1t rrmm mmWmWWVfi res charutos de Ilavana, pelo diminuto preco
U ailtlgO biiatei.'O do l'asseio I'tl- de 8,000 rs. a caixa de 100 para liquidaco:
M:- l:. < < J_ i?;___;____ no escriptorio da Viuva Gaudino 8t Filhos,
ico loja n. tt, de I-irmiano pricinlls'dcornc-Santon.CC.
Jos Rodrigues Fereir. Tem para vender, superiores sarjas de seda 1 S Na loja (lo sobrado amarello nos qua- i,
hesnanhola larga a 2,000,2,400,2,(500 e 2,800 ,r0 Ci""0' da rua do guennado n. 29, f
rs. supeiior, irliui maco preto a 3,200 rs fa-'i vendem-se manteletes pelos deselim,
renda tica, pannos linos preloa e de cores'* ehainalole e gros de naple, com lieos ~
por precos multo baratos, bilin trancado de enfeites e com bico prelode mais depal- J*
todas as cores, neiins pretos, princesas, cbl- '"" d'' largura, sendo o mais modeinos *
las francezas largas, easemiras, liias de calcas, I 1"<- '"'j1 '" los ,lc ""''o pretos borda- ^|
tandea, los pretos, bicos, lonas, madapnles U ot seda, corlea de venido de sarja $
linos e nutras militas de dillerentos preco*,' P'ela lavrada, padrcs de multo goslo, fr
aluodoziiihos de todas as qualidadea, chitas A-1 S 8,''il" lir'''" Para vestido de1 enhora, *:
as de lodosos precos, alin de muitas oulras a sarja de sida prela legitima heXpanhola,

y
n <|tiaresma.
illn boa qualidade e novo a
3.200, 4.100 e 5,00.1 rs. o covado, casimira | Irla
de diflerentes qualidadea, sarja preta, selim
de um .-ni, e oulras inultas faiendas por ba-
ratos precos : na ruado Crespo ao p do arco
n. 2.
Vendem-se escravos moros c de
lnii il is figuras.
3 negrotas de 14, 15 c 18 anuos com habili-
dades, que coseiu e eogniiiiuaiu.
1 preta de 20 anuos com urna cria de 6 me-
zes, que cose e engoinma.
4 escravos de 22 anuos com algumas habi-
lidades.
2 ditas de 30 annos, qua cngoininan, cozi-
nli.in, c 11 v.mi de sabo,
1 mulatiiiha de 15 anuos, que cose bem.
1 preto sapalciro de 25 anuos, que corla c faz
toda bra.
2 ditos ptimos coiinhriros, sendo um de 18
anno, e outro de 25.
1 dilo bom marinlieiro de 25 annos.
2 pard s bonitos, e bnns para pagem.
C negms de 22 annos, bous para lodo e qual-
quer servico.
Na rua das Larangeiras n. 14, segundo
andar.
Lotera ta matriz da Boa Vista,
A os 10 e 5:ooo,ooo rs.
Na loja de miudetai da praca da Indepen-
dencia 11. 4, vendem-se bilhetes Inteiios, meios.
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre impreteriveluienle no da 2 de junho ou
antea s se vender os bilhetes.
bilhetes nuciros 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,1500
Quintos 7,100
Decimos 1,!00
Vigsimos (500
Bom e barato.
Vende'Se gomma em aaccas.mul nova, cha-
peos de palha, sapalos brancos para homein e
meninos, e cera de carnauba primrira sorte a
.OOOrs. a arroba, ricentrmenie rhegada do
A r.u-.iiy : na rua da Cadeiado Rrcifc 11. 4'J
priniciro andar.
Vendem-se aaltarras de ferro : na rua
da Senzalla nova n, 12.
lua da Hoz'arii) larga n. 33, se-
gundo andar.
Vendem-se 5 escravos mocos pars traha-
lho de campo; I pardo bom bolieiro e de
boa conducta ; I dilo bom carreiro; 1 11 11-
lalinho de 13annos. muilo indo, proprio
para pagem.; 2 nle>nf8 de 18 anuos; 3
pretss mocas, com lialiitnJades; 1 preto de
idade, proprio para sitio, p*or estar a isso
scostumi-do, '
Ko becco do Goncalves, ar-
mazem do Araujo, e na rua da
Cruz, arniRzem di S Araujo n.
33, veride-se superior farinha em
sacras, chegada ltimamente, por
preco commodo ; a tcatar nos mes-
Di os,
Deposito de cal e potafsa.
No armazem da rua da Cadela do becife n.
12, ha uiuito superior cal de Lisboa em pedra,
as-im tomo poiassa chegada ultiuiamrnte a
prefos inulto rasoaveis.
Vendem-se queijos do fteino a 1,120
rj,: oarua Uireila o. 14.
oulras
fazendas que se vendeifio a todo preco, eassas
clillaa, ch.illes de I.1.1 e seda e de la, dlli s de
ganga Iianceza, lencos de seda de peso su-
perior, c outias militas fazendas baratas.
Aos 10:000,000 rs.
No atierro da boa Vista, loja de calcado n.
8. vt'.;.o.-.-se bilhetes inleiros, melos, quar-
tos, quintos, declinus e vigsimos u.i ,:''eiia
da mairiz da 1 oa Vista, que corre 110 dia 2 de
junho do eorrente anuo.
Rilhetcs nuciros 10.000
Meios 5,000
Ouarlns 2,6o0
Quintos 2,100
Decimos l.U'O
Vigsimos CO0
Vendc-se o engenho Fsliva na fn guezia
do Cabo, distante da praca 9 leguas, de agoa
*? meias al Zriidas linas, ludo por precos muito ?!
Cementes de ortalico
e de llores muilo novas vindas de Lisboa no
brigne Ci.nffifi}> de Marn, feijfio carrapato :
na rua da ,_,, ;;;.
Vndese una casa em Olinda na rua da
l'oa Hora, chaos piopiios : qiiein a quicr, di-
rija-se a lua de Coilas, na rua do Pillar nu-
mero I.
Vrnde-sc urna canoa que carrega 2,000
lijlos : 11 ni ni pretender, dinja-sc a casa de
Antunio Mai lins Saldanha, 11,11 lia do Cotovel-
lo, 011 na mii otaria.
--Vndese 1101,1 parda perfeila engomma-
deira, ci'Ziuheira e doceira, fax bollos de todas
noenie e correle, de boi producto qiiriu I as qualidadea, cose chao ; 3 ditas para servico
o pretender comprar diiija-se a Prafinha do de campo; una dita qiiitandeira 11111 lindo
Livrainento 11. 4C, lerceiro andar, a tratar com I preto de 20 annos, muilo bom bolieiro e co-
o baro de Ipojuca, 011 no nu engenho Bu-i 'Ciro ; 11111 dilo_para o servico de campo, c urna
ranhem. 1 mulatlnha de C anuos no pateo da matriz de
&0&06&Q&<9Q90$06Q90 Santo Antonio sobrado n. 4, se dir quent ven-
2wi j \ .^ de, e o motivo desta venda.
O Na ruado l^iieimaiio, 8e- g y Na amiga toja de Victorino &Gulmarfes,
& gunda loja n. 18, vendem-se a> seguin- O | na rua larga do Rozarlo n 22, vendem-se cor-
^ les fazendas proprias para o lempo da < | netas de (olha de llandres, moldados de chum-
Q quaresma : panno fino prelo Mipeiior A
3 prora de liman, casemira pela muito
i..., x, i,i,, i.,, i,, de
ja de mludezas n. 5, tranca com franja e sem
ella, as mais modernas que ha no mercado,
proprias para mantelete e guarnicSo de vesti-
do, por preco mais barato do que em outra
qualquer parte.
Vendem-se dous burros inulto mansos e
ensillados a puchar carros, para o que sao
muilo proprios para carrlnhos de duas rodaa :
na rua do Hospicio ou na alfandega, a tratar
com rcenlo Fortunato da Silva, ou com eus
lbos.
Vende-se novamente gello ao preco do
amigo : na rua da Sanzalta-Nova n. 118, e al-
gumas barricas com macaas.
Vendem-se portes, portas e sacadas de
pedra com solriras de granito : na rua da Cruz
arinaiem e prlmeiio andar n. 51, ou no Atierro
da Uoa Visla n. 3, seguudo andar.
Sarja htspanhola.
Milito superior sarja despachla por mui
commodo preco, los pretos, rica fazenda a rs.
8,000 cada um, panno de bnho ptimo para
lenyoes, pecas de 15 varas por 5,500 rs., cassa
lisa sem goinma para forros de vestidos a 240
rs. a vara, lencos encarnados cor segura a 2,200
rs. a duzia, inadapoles, algoddes, chitas, c
oulras muitas fazendas por baratlssitno pre-
fii : na loja u. 33, da rua da Cadeia do lu-
cir.
,\a loja marella da rua do Cres-
po n. 4,
vendem-se manteletes pretos de gros de na-
ple com ricos enfeites, e com bico pr;to de to-
das as larguras, 03 mais modernos que boje
ha, cortes de seda e de sarja lavrada, para ves-
tidos de senbora, corles de coleles bordados a
agulha, de selim, easemiras e de mitins, e
oulras fateudas finas, tudo por preco muito
em conta.
Mello Freir.
Vendem-se compendios de pratica do Foro
por Mello Freir, Iradiicciio portugiieza : na
rua do Cabug loja u. 18 de Jos Braudo da
Rocha.
Vende-se urna preta de 30 annos, boa co-
zinheira : quem a pretender, dirija-se a rua da
Sanzalla Velha n. 134.
Rap Paulo Cordeiro,
chrgado pelo ultimo vapor : na rua larga do
Rozario u. 44, loja de miudezas de Moraes &
Soarei.
Rape Remandes,
chegado pelo ultimo vapor do Rio de Janeiro :
na rua larga do Rozario n. 44, loja de mludezas
de Moraes & Soares.
A vista faz f.
Na rua larga do Rozarlo n. 44, loja de Moraes
& Soares, vendem-se luvas de pellica para ho-
ineiii a ,440 rs. o par, ditas de corea para
montara a 280 rs.
Uvas do sertSo.
Vendem-se ovas do serlao multa frescars,
e por preco commodo : na rua do Queimado
n. 14.
Luvas de troca!.
Vendem-se luvas de trncal da melhor quali-
dade possivel, tanto para senbora como para
meninas por mdico prreo : na rua do Quei-
mado n, 16, loja de Jos Oas Simes.
Na rua do Crespo loja marella
n. 4-
vendem-se curtes de cambraia franceza de en*
res lisas, padrcs modernos, cOm 7 varas a
4,000 rs.
Na loja
marella da rua do
po n. 4s
Cres-
boa, selim pelo de maco o melhor Js
'J que he possivel, luvas pretas de Irocal "
O para senhora, cliapos pretos francezes G?
Q formas modernas, lencos de selim para *J
rts grvala pelos e de cines. Ienc.01 de j
Jif girca c de cambraia de seda para si i
'-f nhora, cuites de vestido de baira l,ran- **
/ eos e de coies, diios de cambraia de se- O
Q da, sarja preta de seda.corles de colele, Q
gj de cores, riseados fianeees muilo lino Q
a c oulras militas fazendas que retarse --.
Jj palele aos compradores, as amos- ~*
w Iras senio francas com o competente V/
O penhorrs. r)
0Q0C0OOC!0(30
A 3,ooo rs. a pello.
Vende-se couro de lusiro francez de muilo
superior qualidade a 3.1 00 rs. a pellc : na i ua
do Queimado n. 16, loja de Jos Llias M-
moes.
A 4o a caixiiiha.
Vendem-se palitos para tirar fogo a 40 rs.
a caixiuba e igualmente de oulras caixiulias
de papt lao a JO rs., sendo da melhor qua-
lidade possivel : na ruado Uiuinado u. 16, lu-
ja de Jos l)i,is Sim' s.
A ''ni rs. cada urna.
Vendem-se fiveilas dnuradas e praleadas pa-
ra cal;a e para colcle a '. liu rs cada una ; na
ruado Queimado n. 1C, loja de Jos Dias Si-
mes.
A o barato.
Vendem-se espelhos proprios para por em
cima de mesa pelo liaum prec.o de 1,280,
1.600 c 1,920 rs. cada um : na na do Quei-
mado n. 16, loja de Jos Uias SlniAes.
liicos c boles paiatasaca.
Vendem-se dos niclbores goslos e qualida-
de ricos boles de seda para casaca muilo mo-
dernos, e por preco muito comuiodo : na
ruado Queimado n. 16, loja de Jo3 llias Si-
mOes,
Ricas carleiras.
Vendem-se muilo ricas carleiras para algi-
beira, bem como tharutriras de diversas
|ii ilnl.idi s e por pre(o miiitii commodo .- n
rua do Queimado n. 16, loja de Jos Uias Si-
mes.
Ao barato preco de a,aon rs. a
resma.
Vende-se papel de peso de muito boa quali-
dade a 2,200 rs. a resma : na rua do Queima-
do n. 16, loja de Jos Uias Simoes.
151 ii(junios pura meninos.
Vendem-se brlnquedos para meninos, cons-
tando de cottuoraiiias e caitiobas de tlillcrcu-
bo, cornetas de chaves e diversas oulras coli-
sas para meninos, galoes Conrados de lustro,
rendinhas muilo linas do inesiuo, c realejos de
caluugas.
barato aos Sis, acadmicos.
Por inelade de sru valor as obras : para o
priineiro auno Zeiler, rurlamaque, Pulen-
dorf, Martille; paia o segundo Uelensor da Re-
ligio, expositor inodci nissimo de r eclesisti-
co, 1 t i ;;n i. Constituidlo notada, observa^oes
a ella por Silvestre Pinhriro, e as melhores
pnslillas de aual\se da consiituicao j lerceiro
e quarto anuo. Asientos da casa da Supplic-a-
cio, I' ii ,lr-Mis, Proec orlaualogico de Carva-
llo!, Silva Lisboa, Couveia Pinto, tratado de
testamentos : e para o quinto Smiih, Maltticus,
compendio de economa do l)r. Aulran, Ma-
nual do 1 .liu limo e Doutiina de acedes. Qual
ni i- distas obras he essencialissima por se-
ren as fonles do dircito : na praca da Xlnio
loja n. 17.
Vende-se urna ptima escrava engomma-
deira r com mais habilidades,com urna cria de
2 anuos na rua de Sinla-bila sobrado nume-
ro I i.
Vendcin-se 5 lindos molrqiies de 8 a 18
annos, sendo um ptimo cozinheiro, nilo pe-
los de 20 a 25 anuos, sendo um ptimo sapa-
lciro, outro canoeiroe umoleiro, quatro par-
dos He 18 a 25 annos, sendo mu ptimo u.hi
iiheiro, outro com bons principios de carpina,
duas pardas de a 25 anuos com habilidades
e seis pretas de i6a25 annos, algumas com
habilidades, e as oulras proprias para todo o
sini.o : na rua do Collegio n. 3.
Ateia preta de reinando.
Vende-se em grandes e peque-
as poiroes; na livraria do pateo
do Colh'gio n. 6, de Joo da Cos-
ta lii.ini (in.
Vende-se cima porco de prdacos de lij-
los de alvenaria grossa, e muito bem qiieima-
dos que estao vidrados e que servem em lugar
de podras para obras de denlro d'agoa : quem
precisar, enlenda-se com o Sr. Jos Joaquim
de Abreu, na rua Dlreita, que os bolar em
qualquer porto que tratar.
-- Na mi das (nui su. 18 lerceiro andar,
vendem se duas pretas de 20 anuos, urna dita
que engomma, cose chao, cozinha e lava, c a
ouira lozinlia, lava e vende na rua, urna dita
da Costa de bonita tigura, optipia quilandeira,
umescravo de nafode 30 anuos ganhador, e
duas lindas criuulas com todas as habilidades
para fura da proviucia.
-- Vende-se ii.mhade mandioca de muito
boa qualidade, em casa de Joaquim Ribeiro
Ponles em sacras, a prreo de 2 00o rs cada
nina sueca : na rua da Cadeia Junto ao arina-
zeni que foi de I.uiz Gomes.
Ricos filos bordados que fingen) Monde, com 4
palmos de largura, para vestidos de senbora a
1,000 rs. a vara.
Tinta preta garantida. x
Vende se frasco de mais de gar-
rafa a 4oo rs e garrafa a 3ao rs. :
na livraria do pateo do Collegio,
n G, de Joao da Costa Honra.lo.
liap Paulo Cordeiro do Rio de
Janeiro
em talas e frascos, chegado recentemente :
vende-se na rua da Cadeia do Itecife, loja
n. 50, de Cunta & Amorim.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em
velas, fabricadas no Kio de Janei-
ro, sortidas ao tlesejo do compra-
lor, e por preco mais harato do
que cm outra qualquer parte ;
tamliem se vende cera fabricad
cm Li.sha, cm caixotes de 100 li-
bras cada um : Irala-se com Ma-
ado & Finheiro, rua do Vigario
n. iq, segundo andar.
Vendem-se sapatOes de couro de lus-
iro pelo baratissimo preco de 3,000 rs.; di-
tos superiores, a 4,000 rs.; ditos de couro
hranco para homem e menino: na rua da
Cadeia (le, Itecife n. 9, toja.
Conlinua-se a vender agoa de lazer os
cabellos e suissas pretas : na rua do Queimado
loja de ferragrns n. 31.
Romlms de ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Bru ns. (i, 8 e 10,
ItindicSo de Ierro.
iMoinhos de vento
eom bombas de n pucho para regar hortas
d baixas decapim : vendem-se na fundico
de Bowman & Me. Callum, na rua do liium
ns. 6, 8 o 10.
potnssn tln llussin. #
Vende-se polsssa da llussia, lerrnlemen
te chegada, n de mt'ilo superior qualidade
na rua do Trapiche n 17.
fe AlgOdAo para saccog. a>
Vende-se muito bom algod3o para %
l saceos de sssuear, por prt'Qo commo- %
f$ do : em casa de Ricardo Itoyle, na fe
4 ruada Cadeia ti. 37. fe
f**e*:ttft:tttStia
Tixa-- pura engt'iilio.
Na fundivjilo de ferro da rua do Itrum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de tiiixii.-' de 4 a 8 palmos de bocea, s
quaos acbam-se a venda por prego com-
modo, e com promptiilSo embaresm-se, ou
carregam-se em carros sem despezss ao
comprador.
Deposito de cnl virgeni
mesma, I.ui Jos deSii Araujo, na rua da
Cruz n. 33, sonde se pode ver amostra.
Madeira de Jacaranda.
Vende-se ptimo Jacaranda em percflo ou,
s retalho, a vontade do comprador : na ru
da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
Vendem-se por preto commodo os se-
gulntes livrosem bom uso : Dicllonarr, Ulsto-
rique, Constin, Encyclopede e Planches, Fe-
linio Elysco, Chrois, Derapports, Tablet, Cor-
respondance de Franklin, Ganllli, Dicltonnalr
d'Kconoinle, Sermondi, Constltutiont des peu-
ples, Hennlqulm, Voyage em Inglaterr, Palm,
Divera Ecrits, Geograpnla Universal, bufn,
Mamnlferes e Eslamp, Lacpde, Oioourt,
Oiographie des Contemporalns, euvrrs de
Potniel, euvres Completes de Domat, Oeuvres
de Filangiere, S F.dem, llictinnnaric de la pe.
nalite, Alales du Karreaux r raneis, Devergle
Medecine Lgale, l-iutliiam. Peines e Recoin-
pens, Rluller, Historie Univerull, L'amennais,
Enal sur l'indiferrnce, Vatel, Drort desGens,
Cholx, Dermeilleurs Plardoyers, Loglque d'uia
lidel-, Collecao das I.eis Brasllelras, Adelom,
Ricard, Economa Poltica : quem as prelen-
dirija-se ao pateo do Carino, casa n. 9, segun-
do andar.
Na rua Nova n. 33, deposito da nova iY_
brica de caldeiraria e mais offlclnas. sita na
rua Imperial n. 120 de Andrade Leal, ven-
dem-se os srguintes objeclos : as mu appro.
vadas machinas de Derosne para restillar to.
gdes econmicos ; dito para navios ; alambi-
ques de cobre de todas as dimences ; serpen-
tina de dilo e estanho ; caixas com folhas de
(landres de superior qualidade ; ditos com
vidros de todas as diinencoes ; chumbo eia
I. ncul ; dito em barra ; zinco em folha ; dito
em barra ; bombas de rob'e de lodos os t,i-
manlios ; carros de miio bem construidos ;
tambem se f.iiem portdese varandasde ferro
e oulras quarsquer obras de cobre, brooze,
I.nao, ferro etc.: os pretendenles que quie-
rem dar suas encommeudas podeui entender-
se em dita fabrica com o socio Manoel Car-
neiro Leal, ou no deposito com o socio Joa-
quim Antonio dos Santos Andrade, que suas
enconimendas serio cumpridas com cxactlda'o
e |u i- ii / i.
-- Vende-se ou troca-se por nina preta um
mulalinho para qualquer scrvi(o : na rua Di-
reita n. 25 priineiro andar.
Vende-se una escrava de nacaocom ha-
bilidades, um moleque crioulo de IG a 17 an-
nos de bonlla figura, e proprio para pagem de
boa conducta : ua rua do Fogo n. 23, se dii
quem vende.
Chapeos da ultima moda de Pa-
rs a '6,ooo rs.
Na loja de seis portas era frente do I.ivra-
mento, ieo, chapeos de masa pretos do ultimo
gosto em Pars, que vendem-se a 6,000 rs e
de molla a 5,500 rs.
j&antois railhetik Companlna.ft
Conlinua-se a vender do deposito 1
geral da rua da Cruz n. 52, o excel- S
I-ule c bem conceituado rap areia %i ,
preta da fabrica de Gantois Pailhet &
Compauliia da llahia, em grandes e
$ pequetas porcOes pelo preco eslabe-J|
^ li cilio. J
- Vendem-se 200 feixes de sarrafos de
pinhu para estuque, ou engradeamento de
jardim : no armazem do caes ds alfandega
numero 5.
Escravos fgidos.
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Terceiro
~ Vende-se superior sala do Ass bor-
do da escuna Noria Hrmina tundeada na
volla do Porte do Mallos: a tratar com o
Veude-se nu rua da Cadca do Recite lo- ca(.il3o a bordo, ou com o consignatario da
Desappsreceu do engenho Cordeiro,
no dia 20 do eorrente, um eseravo de nomo.
liio, que. se. tratsvs por J.Ao to Reg, d'
estatura regular, anda um tanto corcovado,
pardo-escuro, cabellos sollos, cheio do cor-
po, barba serrada, ni luis grandes e olliar um
lano espantado ; mo se sabe o Irage que
levou ; desconfla-se ter tomado para o ser-
13o por ler sido comprado a Laurenlino An-
tonio Ferreirn, por compra que este fez a
Manuel Pinto Teixeir, ambos moradorei
em i.aiai linos: pede-se as autoridades po-
liciaes e canitSes de campo, que o appre-
liemlam e levem-noao dito engenho, onde
serflo bem lerompensados.
Fugio no dia 24dopasssdo do enge-
nho Tapera, sito na freguezia de Jabeadlo,
o eseravo de nome Jos, de nacfio Nag,
rujo sinaes carscleristiros sSo os srguintes:
corpo e alturs regulares, olhos alientes e
vivos, sem barba, com falta de denles, ros-
to tal hado, ts giossos, reprsenla ler de
idade 30 anuos, bo muilo ladino; avista
do exposto recommenda-se aos capiOes de
campos captura do dito eseravo, pelo que
serflo generosamente gratificados.
Ainda esta fgida a preta Mana Joa-
quina, de idade 30 a 40 annos, nacflo Con-
go, baixa, gonla, cor retinta, bixigosa,
olhos vivos, bastante ardilosa, e sagaz;
la I ve/ ando mi.-i fuga encobeila com o nego-
cio de miudezas, pois he no que se empie-
gava antes da sua fuga, nSo sendo esta a
primeira vez que foge, e que se encobre
com tal negocio ; tambem j loi escrava de
engenho, e andava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula de quem era es-
crava : quem a pegar levea na pra^a da In-
dependencia n. 17, quesera recompensado
do seu trabalho.
Dessppareceu na noile do dia do
passado urna escrava parda de nomo Luir,
idade pouco mais ou menos 30 annos, ro*
bellos corredissos, porm cortsdos, rosto
redondo, barriguda que parece estar peja-
da, mitos bstanles leas e algumss unlisa
muilo negras que parecen) ler sido pisadas,
os ,s muilo espairalbados e feios e algu-
n a cousa irregular, levou alm da roupe
vestids, um sacco ou Irouxa, dous (ios de
cotilas brancas ao pescoco, assim como um
rozsrio tsmbem brsnco, chales de chita
asul ja deebotada, usa de camisa de cabe-
cao : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja n. 9, ser* recom-
pensado generosamente.
Desappareceu, no dia 14 do eorrente,
um moleque de nome Malinas, de nacfio An-
gola, de 20 annos, pouco mais ou menos,
altura regular, secco do corpo e falla dcs-
embaracada ; lem o odelo de serrador 0
tem sido visto em varias ras desls cidade :
roga-se, pois, as autoridades policiaes que
o apprehendam, ou qualquer pessoa que o
pegar, leve o a rua do(Jueimado n. 90, que
ser generosamente recompensada.
Miguel, crioulo, de 93 annos poeco
mais ou menos, alto, ps torios, rosto um
pouco comprido, bei(o cahido, costuma an-
dar com a bocea abeita e lem os beicos bs-
tanle grossos ; fugiunodia 15 do correnle.
Na rua do Torres n. 12, ha muilo supe-1 l"vando ceroula e camisa de algodSo, e
chapeo do palbaj vi-lho : quem o pegar,
leve-o ao engenho Ucha, que ser recom-
pensado.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4EWPQTXJ_4H4YS3 INGEST_TIME 2013-04-13T01:23:15Z PACKAGE AA00011611_06357
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES