Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06356


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Full Text
Anno XXVII
Qumt^ra 27
i
PABTIDAS SOS CORHEIOS.
Golanna e Parahiba, s segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Norle, todas as quintas feiras ao
mclo-dia.
Garanhuns e Honito, a 8 e 23.
Boa-Villa e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Diinda, todos os diai.
EPHEMflUDES, S*.
.
/Nora, a 2, as 10 h. 55 m. da| t.
d.... ,. ICresc. a 10, as 7h. e 25 m. da t.
Uiing. a24,silb.e G ra. da m.
raiAHAB DE HOJE.
Primeira 0 33 minutoi da urde.
Segunda 0 51 minutos da manhaa.
de Margode 1851.
das da semana.
24 Seg.S. Latino. Aud. do J. d'o'f.em. da 1.
25 Tere. S<% Annunciaco de NossaSenhora.
2b' (.Hiart S. Ludgero Aud. do da 2. vara.
27 Ouint. ?. Roberto. Aud. do J. dos orf. cdo m
da primeira vara.
28 Sexi. S. Alcxandre. Aud. do i. da 1. vara do ei-
uRrnoiASUBSCrufCio. vcl, e dos fritos da fazenda. .-''"
4/000 29 Bb. S. Hertoldo. Aud. da Ch. e do J. da 2.
8J00O varado civel.
15/WO 30 Uora. 4.* da Quaresma. S. Joao tlimaco.
Por tres meses ^adiantado
Por seis metes
Por um anno
CAMBIO III 26 BE MABtJO.
sobre Londres, a 29'/, d. p. 1/000 rs. 60
Pars, 320 por tr.
Lisboa. 85 a 90
Ouro.-Oncas hespanholas..... W
Moedas de 6t 400 velha. #(m)
. de 6/100 novas lb/0OO
de4000....... 8/}
Prata.PatacSes brasileiro.... :
Pesos coluiiinarios..... ffiK
Ditos mexicanos........ I/1*80
das.
& I o --.K.'i.-ai2t3U.fi

RIO D
a 28/500
a 10*200
a lli20O
a 9/100
a 1/140
a 1/M0
a 1/700
HB|rtl

TaaitiaixSMttisvtijaa*---
1t(rni.fc*xiiSi- ./inssn*
ERRATA.
Tendo-se dado na publlcacao dos traballios
da rrlaco de 18 do torrente o engao de ser
publicado debaixo da rplgraphe-- Revisos
B nomenclatura (las appellacors distribuidas,
he do liosso dever advertir, que o que ah se
l depois do nome de D. Josefa Nctla Ferrelra
de Jess, pertrnre a cpiraphe Distribuirles,
e nao a llevisfles como por engase pu-
bllcou.
PA^TE OFHCl'L.
Commanclo das armas.
Quarlel do commando da arma na cidade du
leciff, em 20 de marco de 1851.
ORDEM DO DIA N. 62.
O Illm. Sr. roronel coiimiandanle das armas,
iulgnu consequenle mandar transcrever na
presente ordeui do dia, o aviso expedido pela
repartirn da guerra na data de II de novem-
brode l847, posto j o livesse sido em ordem
do dia n 33 de II de dezrmbrn do inesino au-
no, visto que alguna dos corpoi aclualmente
em gnarnico nesla provincia ignorain a exis-
tencia de seinelhante aviso.
ti.' seeco. Illm. Kxm. Sr. S. M. o Impe-
rador, quem foi presente o officiu de V. txc.
de 25 de agosto do corrent anuo sb n. 83, ie-
latimnenle as duvidas, que susciion o ex-com-
andante interino das anuas dessa provincia,
cerra da verdadelra inielligencia do art. 4. da
prnvisao do ronselho supremo militar de 21 de
marco de 1829, e ultima parte do art. 13 das
luslrucces de 10 de Janeiro de IB4J. Ha por
bem mandar declarar a V. Kxc. que logo que
as pracas eonileinnadas trabalhos publicos
tenham tldo excluso, anda que temporaria,
dos corpos a que pertencam.no deveni mais ser
addidas algum dos corpos do ejercito, e sim
ser mancadas p*ra as caileias publica, quando
nao possam seguir iininedlatamente aos seus
deslinos, oblendo desde enlo 9 soccorros
caritativos pelas repartieres, a quem forera el-
las entregues, na forma declarada na circular
de 15 de novembro de l83l, e decreto n. 421
de 9Gde junhode 1845: oque tanibem se acha
explicado no fin do citado artigo I3das ins-
truecrs cima referlds, c na provllio de 29
de fevereiro de IK44.
Dos gu.irde a V. Exc. Palaeo do Rio de Ja-
neiro, eui II de novembro de 1S47. Antonio
Manuel de Mello. ~ Sr. presidente da pro.
vincia de Pernamhueo.
leip-'tdino ila Silva e Jzcvedo,
Primeiro l"tienlo. ajudanle d'ordens.
___pEBNAMBUCO
SSE 4BLKA PROVINCIAL.
SESSO EM 22 HE MARCO HE 185).
Presidencia do Sr. Veriro CavalCtjni.
As orne horas da inauha, frita a. cha-
mada, acham-ie presentes 2* senliores depu-
tados. /
O Sr. Presidente abre a sesso.
O Sr 2. Secretario 16 a acia da anterior
que he approvsda. i
OSr.i."Secretario mencioos o segu'inte
EXPEDIENTE.
Um oflirlo do seerelario da provincia, re-
metiendo outro da cmara de i a i n.u i, arom-
panhado do orcamenlo da referida caruata.
A'commisso de orcamenlo municipal.
Outro do mesmo, remetiendo as posituras da
nii'Mii.i cmara. A' commisso de /posturas
Oulro do mesmo, remetiendo a copia da des-
crlpco geral do cemiterio publico. > As com-
missdes de negocios de cmaras c shude pu-
blica.
Um requeriinenlo de Francisco da Cosa Ar
ruda e Mello solicilador da fazenda prosincial,
em que pede augmento de ordenado -L A'com-
luisssao de ordenados. {
Oulros dealguns fabricantes de cigarros pe-
dindo seja abolido o iuiposlo de l.UUQrs. por
milheiro de cigarros. A' eotnmllSma de or-
> a i I < i t >. f
Outro de Jos Joaquim Rezcira C'avalcante,
pedindo seja aulorisada a cmara di linda a
fazer urna permuta com um terreno1, que elle
lem na Passagem da Magdalena. -- A' ftouiuiis-
cao de negocios declinaras.
OIIDF-M 1)0 DIA.
Tercelra discusso do piojeclo n. fe desle
anno, que regula as aposeniadorias^Vos em-
prrgados provineiars
Eniram em discussan -sse
glnlef ."".. _. adas
a mesa foram previamn..^ csse
fllll. w
Ao 2 do arl. 1. Em vez das palavras Ant-
nuadu e nao Interrumpido diga ellecTiv,
-- Par Harrtlo.
O empregadu aposenlado na forma rsla
lecida por esta le, que rxcrcer outro lugar,
nativo, perder duianle o exercicio do
emprrgo, o ordenado da apose ladoria.-
Uarrilo.
OSr. (ucihi di Helio: Sr. presiden
nao vinha preparado para entrar nesla (
sao; nao trnlio lido o jornal du caa,
isso Ignoiava a materia da ordm d
espero, pois, que V. Exc. c a cmara, i
a conluso de minias ideias. Depois
ver contestado a competencia ta as
para legislar sobre esta materia, eu
ella por urna maioria de dous torcos
um se pronuncia contra a minlia of.in|
nesle caso nao insistirei mais nesla quej
enlrarei, porm, ainda que mal prepa
lia apreciacau d'alguina das condlces ex
para as aposentadoras dos empregadoS|
vlnclaes.
Declaro prlineiramenle que voto pelas ev,rn.
das que se acham sobre a mesa, inu.iVi,,
quaes tuppiiuie parte do 2, isto he, a ,,,.
cumsiancia de conlinuiit.de nao intn miui,,,],,
de trinla annos de serv, o; e a outra prelvr.
ntido que o aposenladi uo accumule o; or-
denado da aposentador!! coin os vencimertios
de qualquer empiego que haja de acefrHr
depois de aposentado; mas o arl. 1, Sr. pres.
denle, anda conten una disposlco que n(,
parece sumiuamcule dura, e exigente; e[u
concerdo no augmcnlo de teinpo de 25 pa
30 annos de srrvicos, e nao he por ter a ca
abracado esse elemento do projecto que assin
me pronuncio; concordo porque acho que <
empregado publico pode niuilo regularment
chegar a esse termo ; mas nao posso concor-
^*"t D'; i'icidv'iiic, qu depois ac & anuo
de servlco nao tenha o empregado publico dl-
rrito desrancar, senao, conforme est con-
cebido o projerto, reunindo a isso impossl-
bilidade absoluta de servir.
O Sr. Correa de Hnllo:Ahi est a cxcellen-
cia delle.
OSr. GutJcs de Mello: O nobre depulado
signatario do projecto acba n'islo a sua excel-
lencia, ..
O Sr. Coarta de Brillo: Porque nao quero
conesias.
C Sr. Ouedei de Mello: Sr. presidente eu
acho que o empregado que lem servido ao
estado por espaco de 30 annos, tein j direito
a ir descancar.
O Sr. Vate .Brrelo : A prova diiio ?
OSr.(urdes de Mello: O nobre depulado
exige que cu Ihe prove esse direito: ora isso
he exigir multo de mim, quando o nobre de-
pulado n3o consente em rigor que o empre-
gado publico tenha direito a a^osentadorla ;
"as seja ella concedida qualquer Ululo, equi
dade, favor, o que se quizer, acho que hf
milito, exigir-se para concessao da anoSfQU
doria com ordenado inleiro, alm da 35annos
de servico, mais a ImpowibitlUciQ absoluta
de continuar a servir, servir at morrer.' Eu
vejo que a legislaco geral a raapello de apo-
sentailoriai, ii>-.'!e pomo he ISenoa exigejile do
que os nobres deput.ldos, e cstou que uo
llavera rasao para suppi que Su espirito que
as dicten presida menos economa do que lem
os nobres asignatarios do piojeclo.
OSr. Correa de Brilfo:Se o nobre depulado
me provar que nos lemos obrigaco de mode-
lar o DOMO procedjnienlo pelo da asaembta
geral, m cstou inomplo volar pelas suas
ideias.
O ir. (urdes de Mello :Nao, nao quero isso
apenas quero invocar urna auloridade, quej
recoohrco o poder geral; senao he para o
iioint- depntado, para miin o he, nao s legal,
como inlt ,1,-clual.
Sr. pretldeule, um decrelo muilo novo, rc-
rormou as condics sobre que devetu ser
I im ni vante rrguladas as aposentadoras
tos erTTprrgados do ministerio da fa/enda: foi
um Irab.ilho limito pensado, e sobre o qual
lem liavido n,una caooiii. ha mullo lempo
se Dccupavaui os dignos ininslros das Ruancas
deaia malaria: ella foi longamenle discutida (
i'c senado por pessoas minio coiuideravei<,
sem todava sahir do corpo legislativo em
rrma de le; to reconhecida. porni, era a
neerssidade de una reforma sobre a lei de 4
deoulubro de 1831, que finalmente foi o go-
verno aulorisado para isso; c elleclivaiiienlc
baixou em 20 de novembro do anno passado
o decreto n. 730 reformando o thesouro publi-
co e lliesourarias. Nesse decreto se acbaiu
disposi\es, que creio podeni scivir de luo-
dello para se estabclecereni condices sobre
aposeiitadoria: he no art. 57, que eu leiei
casa li). ...
O Sr. Corra de Brillo:Milu pcior do que
o nosso.
O Sr. Gtiede de Mello:- projecto do nobre
depulado exige que o empregado publico,
alm de 30 annos esleja inipossibiliado de
servir.
OSr. "ar Hnrrrlo: Esse lambem exige que
esteja impossibilitadi.....
O Sr. Ouedel di Mello:A disposieo do de-
creto he, ouque o empregado tenha 30 annos
deseriico, ou inhabililacao para seivir; mas
nina das duas coudices, e nao ambas ao mes-
ino lempo. (iV.)
Vejo que estas disposices nao traiein mcon-
venienle algum; eu estou hoje sujeito a ellas,
como empregado de fazenda, e nao tenhn o
menor drsgoslo por esla reforma. Creio, pois,
que os nobres autores do projecto pdem pelo
mesmo camiulio chegar ao sen l'uu, e consc-
uover os defritos da lei n. 82, seni
Eu nao pens, como os
gu i rao re
seren to rigorosos
quedi/emque 50 anuos de vida linpossibili-
lain ohoiiieni de prestar o seu servico; mas
entendo tanibeni que quando o empregado
chrea a aposenlar-se pouco mais oneroso pode
ser aos cofres pblicos, pouco lempo Ihe resta
rara viver, e com a sua morle se alivia o
eslado dessa despesa, l'orlanlo, Sr. presiden-
te, conclulndo, eu peto ao nobre assignalario
do prefecto, que se acha presente, que Com
sua delicada inSo, emende o arl. 1, creio que
o pode fazer ao menos por humaudaile....
Creio que parlindo a emenda de su mao sera
aceita pela casa, eu volarei por ella, lie o
que por hora se me olleresse a dizer.
OSr i'dfi Brrelo: Senhor presdeme, di-
rei muilo poucas palavras em resposla ao que
ai aba de ponderar o honrado meinbro. Dis-
se- elle que acha o projecto injusto, porque
nega ao empregado o direito que elle tein de
apoienUr.se depois de 30 anuos de servito,
exieindo alm d'isso Inhabililacao hsica ou
moral : inlelismcnie o honrado meinbro nao
se dignou satisfazer ao pedido, que em um
aparte Ihe lis de demonstrar esse d.rei.o, e
por Isso nao sei como responder-lhe. Entre
lamo em defesa do projecto observare!, que,
sendo o principal fin de aposenlador.a evi-
tar que o einpiegadi. publico, que se impos-
slbilita de suvir, fique reduzulo a miseria,
seria demasiada exigencia querer eslender se-
melbante favor aqurlle que supposlo lenha
servido 30ani.os, acha-se toda va vigoroso, ro-
bustoem cir.iiinstaiicias de obler pelo seu tra-
badlo os Hielos de substancia. O que justi-
ficara enlo urna despeza frita em pura per
da para a provincia ?
Ouiz aiuda o honrado meinbro convencer-
nos da injuslica do projecto, comprando-o
com o decreto que reloruiou as thesourar.as
oqual no seu entender consigna o principio
de que basia o faci de haver o empregado
servido 30 annos para ser aposenlado com o
ordenado por inleiro.
Senhor presidente ainda quando tal losse a
disnosivSo do decreto cuarto, nao me parece
que seria isso molivo bastante para darinos
como averiguado, que o empregado publico
,ein o direito de ser aposentado apenas con-
"; rpo..lado la esiabeleclda no. por
'lie idos esto subordinados a regra do anl-
gJVpois<"o nobre depulado que o pro-
" decreto exigentes de ludo inhab.l.ta-
toVal luoleiUa, ou idade, e que le o q*JJ-
,P'
cao por
do essa Inhabilitadlo se d misaposentado-
ria poderler lugar, se anda oulras cond.c-
cOfs vierpn unir-** nauclia^
OSr. CuedesdeMello-.-O q"i> digo he,
que pelo decreto o empregado pode ser apo-
sentado, tendo irinla annos de servico....
OOrarfor.-De certo s nit'lrar que esta
impossibilitadode servir, o ne lanihem he
pernietlidopelo projeclo. I..." nohre de-
pulado o artigo do decrelo. e r{JS que a pri-
meira condiciio he a innabililaUt. para o er.
vico ; em quanto o empregatU^ piule servir
nao lem direito a requerir *Spsenladori.
Se pois o que torna;^ o projecto mau. era
nao ir elle de accor(/0 Ctiin o decreto que re-
foruiou as thesourjn,) ; p^rece-ine que o no-
bre depulado jera agora o primeiro a dar-llie
o seu voto, pois naje como acabo de mostrar
nao cjislf |a| desacord, e antes n'esie pon-
to da-se entre o projeclo e o decrelo pcrfciti
haru>0D|a.
GSr. tiuedei de afelio:-Insiste na inielli-
gencia que d ao artigo 57 do decreto de 20
de novembro. e vola contra o primeiro d i
projeclo em discussan se nao for emendado.
USr. Correa tic Orillo : Sr. presidente, tan
bem sustentado lem si lo o projecto que anda
por esla vez consideramos, e que me arrisqnei
a elaborar com os inrus dous nobres collnga
que boje se nao acliMii ni casa; ( o >enh"rei
Slnnott Coi/curti e FrM(iC0 Joo); lao bem
apreciada tein sido a materia de que se elle oc-
cupa.que euesperavaquctem sui ultima discus-
so, n.io mais livesse necessid.ide de ampra-
lo com mull i Iraca palavra, com men lusco
raciocinio. Entretanto, minlia expectativa ful
perfeitainenie illudida: V. Exc. e esla assem-
bla aeabam de testemunl'ar o afn com que o
iilusire un' 11 hi o que se assenta daquellc lado
( Sr. (uedu de Mello) vrio ainda atacar esir
misero projecto em suas mais solidas bases.
Coinqiianlo, Sr. presidente, o nobre depula-
do que ora est na cadeiri que llca em frente
da minha, (oSr. Pas Hrrelo) com o talento e
criterio <|ue sotl o primeiro a reconliecer-lhe,
houvesse refutado, um a um,os argumentos de
que se servio o honrado meinbro que em
principio inereferi, V. Exc. me permiltir que,
usando da palavra que Ice a bondade decon-
ceder-me, eu addicioue algutnas rellexdes s
suas mili judicinsas consideracries.
Se, confeccionando o projeclo em discusso,
apenas livesseinoseui vistas crear apanagio pa-
ra os individuos que nina vez hotivessein exer-
ciduempregos provinclses, rasiio e rasa ule so-
bra Uvera o ineii esforzado contendor para eli-
gir que, das condices que alii estabeleeeiiins
para poderem elles obter aposenladoria, ol
niina-seinos a de inluidiiiiiifio ihysirn ou moral
para roiili'nuafio docmpngo; nias.se, ao p.issn
que queremos aasegurar mu fiituro menos pp-
uoso aos cidadaos tpie, haveuilo.se cfedicatlo ao
servico da nrovinoia, se icilu'irr i.i ao larlima-
vel estado Tic nao mais podereiii grangear os
meios de subsistencia mediante o proprio tra-
balho, desejaiuos evitar que aol diversos ra-
mos da publica admiiiisiraco provincial se fa-
ca onolavel desservico de prlva-loi de empre-
ado) que,pela longa pratica.liouverem adqui-
rido os conliecimeiilos c as habilitaedes que su
com ella senbtein, pelo Simples futo de con-
taren! 10 ou mais anuos de servico, impertinen-
te c inaitendivel he a exigencia du nobre de-
pulado; e, pois, deixo de preslar-nie ell
bem que, ao apresenta-la, livesse o Ilustrado
meinbro appellado para os inciis tentiinentos
de pbllantropla, aiacando-ine dest'arte pelo
lado mais vulneravel, e tonstituindo-iiie em
circumstancias de nao mais poder resistir Ihe,
se, para tomar nina resoluco qualquer em
quesldes desia ordi..... consultassc eu lmenle
o noli coraco, e mi fosse pedir consclho ao
uieu espirito. (Apoiiidos.)
Enea SO^dlga, seuhores, que assim procc-
deudo eu c aquelles que votuin pelo projeclo
desconsiderrnosos servicos dos einpreg.idos
provinciaes ; pois que, ainda assim, licam elles
de niel lint condico do que os dentis ineinbros
da sociedade pcriiambucana. De leito. em as
deinali clssses desia sociedade, aquelle que,
aps 30 anuos de arduo e aturado traallio, li-
ver a infrlicidade de inulilisar-se, seui que, a
l'orca da mais ligorosa ccoiioinia, senao de du-
rlssiina) privacoes, se baja preparado um lu-
luro, moriera a friue, ou esniolar o pao da ca-
ridade; mas na dos einpregidos pblicos, a-
quelle que.ao cabo de igual lempo, lr saltea-
do por impedimento iliyiieo ou iiturul que Ihe
nao permita trabalbar, pode e deve contar,
para sua man lenca, com o mesinos vcniuiieu-
los que percebia quando se achava em vigoro-
sa saiide ; c, tenha ou nao, frito economias, le-
nba-se, ou nao sujeitado a rigorosas priva{es,
nio lutai braco a bra^o com a miseria, ueiu
lao pouco eslender mao mendicante a seus li-
maos. (Apoioilor.) Sua situavo, pois, lie supe-
rior dosdemais meinbro ua coinuuliao a que
peilencein; e, preparando-lli'a, o. legislado-
res proviuciaes dau um teslemuiilio solemne
de que leeni em grande coitta os s Mais habilitado do que cu para mirar em a-
ualjses e inlcpretatdes de lela, j porque illa
prulisso de inagisirado o ti m lamiliaruulo
com esse Irabalho, j porque a superiondade
da sua sobre a niinlia inielligencia o consume
em circninstaneias de exceder-iuc eui ludo, o
nobre depulado, que se asscnla na cadeira que
lica em frente da que OCCUpo, (o Ar. Paei IUii-
lo) demou'liou palpavelmcuic que o artigo j7
do decreto n. 730 de 20 de novembro de lU,
bem longe de ser mais favOWTl aos emprega-
dos geraes do que he aos proviuciaes o projec-
lo que se discute, o sobrepuja em rigor ; mas,
islo nao obstante, eu Ihe peco venia jiara aca-
bar de derrocar esse achilUs do nosso uobre ad-
Vi jamos o que diz a referido artigo 57 : (MJ
. s empiegados do lliesouro e Ibesourarias
s poderao ser aposentados no caso de se adia-
re m iiihabililddos para o dsriiipeiiho dos seus
deveres por ayancada idade, ou molestias, ou
quando u bem do sei vico o exigir, observando
scasseguiules regras.
. I," Sera apon otado com ordenado por m-
leiio o empregado que contar 3u ou mais anuos
deseivicu, e com o.deuadu piopotciunal a *s
anuos o que liver menos de li mu e wiiiu deez,
levando-.e-lhes em coiila o lempo de servico
prestado em oulros empiegosMe noiueaeao uu
goveruu e estipendiados jiclo lliesouro.
> 2." NenliUUi empirgado ser aposentado
ISSafo menos de dtt annos deaervico.
3 O empregado sera aposentado no ul-
timo lugar que servir, com luiilu que tenha lies
anuiid ite iftctno ejercicio nttli; e, tmauunlo os
no completar, si o puilsid ier com o ordenado do
(iiaur qae livir aiilerioi iiuiile uceu/jado, confu me a
diiposico do *j 1."
. Estas regias umlieui ao appliuaveis aos
ac.tiiaes empregado do thesouro e thesoura-
rias. que continuarem a servir cm virlude de
nova nnmracao.
4. Mao se contara para a aposenladoria o
lempo em que o empregado faltar ao servico
sem motivo justificado ou por licencas.
^ 5. AVn/iiim empreado pfder perrrber or-
dnanos de duas apnsrnlitdorii*. O aposentado em
qualquer oulra repirtifo. que. lervituto nn llieinu-
m, nilqnirir direito a novt aposentadiiria eunfur-
mr ni dispusieres dni l.*c i.*, poJerd obti-la
cessandoiol)-"y}^^'">d Como o projecloTC rugo que acabo de lr.
exige para a aposenladoria cV.irplela Irmla
MU i servico, e d>z para a propo:
como pira ambas a condico, line un no., .n
inlinhiliiafao pira n ilesempenlw dos dererf a car-
do empregado, por nvnncada dude ou nablli
visto que os paragraphos que lanibetn li sao
OoniO 'lile o* aunis de una cadea dijo co
principal, do qual se nao podem separar sem
sefazerem peiiacos Innutels, he o mencionado
arl,: se o projeclo rnente quer que se conten
pira a aposenladoria os servicos proviuciaes. o
artigo oliadoapenai manila contar cornos ge-
raes, com i mili claramente s deduz das p.ih-
vras fin nii/ro einprrgns de namcar-so dn gnver-
nn, e estipendiados pelo UrfOUrOi mas, ao pauso
que esse arlit'oeslatue que o empregado seja a-
pu'rntido nn ultimo lugar que servir cun tanto que
lenta tres annos de eljerlien ecercicio nrlle, e que
eniquantu os nao completar, su o poln ser com o or-
ilenniln du luqar que lirer nnl'riurment' occupado,
privando-odest'ailp de ser aposentado com or
denatl.....aior do que aquelle que hotiver per-
cebido por menos de Irinla f sei licoeTereicio, o projeclo nao impoe esta clausu-
lo, e d lunar que O empregado provincial
nossi ser aposentado com un grande ordena-
do, ambora tenha cxercnlo por pinicos mezes o
euiprego a que corresponder tal ordena lo, os
leotaodo-ieassim menos ligoroso to que a dia-
poslco reiilauenlar que nos foi apresentada
como inodellO tle generosididc.
( >r. t'.uedesdc Mello Mas o artigo manda
allender avancada idide.e o projecto nao.
O Sr. Corra de Brillo : -- Avancada Idade f !
f. Ignora o nobre depulado que raneada ufad*,
nao he essa de 65 annosque se refenraui o*
pie c itnlialerain o projeclo ? Ignora que idade
atontada he aquella queintorpeee os membros,
que os Inutlllsa ineamo, qual grate o -deslrui-
dora molestia? Ignora que essa uvini-udu Hasta
he aquella que se allmli un os 1.1 linos qu ni-
tlo dtzian seneclas est morlws?. Nio, nao igno-
ra ; e, se distse prevaleceu. foi smenle para
sustentar a proposlco que teoho combatido.
Se. pois. como esta provailo, ti artigo 57 do
decreto n. 73o de Sil de n ivemliro de 1850 em
nada he menos rigoroso do que o projeclo em
ilISCUSta ; se o ii itite depulado. segundo de-
elarnuaqui, alio e boin soni, est silisfrilissi-
ino com as dispo'icoes tlesie artigo, e, na qu -
liiladedeeinpregidode f.uenli, a ellas sesub
melle gastosamente; pira ser coherente coin-
slgo me.ino, para nao ileixar aperceher que
alimente se pronuncia contra o projecto por ser
obra'nossa. digne-sede piestir-lbc o seu voto.
Sr. presidente, tennlnarel aqu declarando
que v'it i pelo projeclo e pelas emendas que se
acham sobre a mesa,
l-.iici-rr.i-se a discusso, e siilunettein-se as
emend is ollerrcitlas a VOlaco, que sao appro-
vadas; e licam reservadas para nova discus-
so m forma do reg ment.
Primeira discusso do projeclo n. 7 que
transfer- para a povoaco da PSS igein do Joa-
seiro a siole da Iregoeila de .-anta Mara da co-
marca dr lloa-Visla.
O .Sr l'ialo rfe Campos: Sr. presidente,
desejarei sempre ser coherente com as inlnhaa
ideias, e com es iiiens acios. Ames de asslgnar
o projeclo que se est dlsculindo, cu li' sen-
tir aomeu nobre collega signatario delle, que
era de neo s.itlade ouvir-se ao Eam, bispo dio-
cesano, acerca da materia do 1.* artigo, por-
qiianl., tr.ilaudo-se de transferir a sede de
una freguesia de um para oulro lugar, con-
vui saher-se, se a igrcji ou capilla que val
seivir de nova inatrit se acha as condices
exigidas pelos sagridos caones, islo he, se
lem a capacidade precisa que nella se exer-
cam as runecOei eccleaiaslloas e como isso
seja mu negocio de .lignina pondeacao, e
denle o pulido nos possa orientar com
exactos esclareiiineiilos a respeilo, cis-aqui
porque eu nao detejn que se prescinda da sin
audiencia, tanto miis quanto esta aiseniblea
faz garbo em marchar com muilo sccordo em
todas as suas deliberaces.
Nesle sentido, pois. tenho a honra de diri-
jir mesa um n qiieriinento.
Vai mesa c he apoiadu o seguinlc requer-
lucillo :
.i Itequeiro que o Exm. bispo seja ouvido a-
cerca du art. I." do projecto /'iito de Campos*
O ir. ^aiar : ^ presidente, pronunca-
me e voto contra o requeruiienlo porque o
jnlgo detnecessario. Se se tratasseda divtso,
desmeinbracao ou creaco de urna nosa re-
guesia, eu aetlao primeiro a propor que se ou-
VISSC o Exm. bispo diocesano ; porui, nao
tendo por lim o projecto alguina destascousa
e neni l ndendo elle a afrouxar o laco espiri-
tual que liga o pastor suas ovelliaa, nei
inesnio piejutlicaiido os inteicsses lenipnraes
fine lem direito o parodio da fregueiia de
S. Mara da lloa-Visla, nao descubro em que
consista a uecesnidade de uuvir-sc o Exm.
bispo...
O Sr. I'"i io de Campos :-IIa necessidade de sa-
ber-ae se a capella esla em boui ou ino esladn.
O Orador-.- Isso he nosso, porque a nos la-
que .limpie a applicsco dos meios, se por-
ventura essa capilla carecer de rccdilicaco ou
de concert.
Se se quiesse reccorer ao archivo da casa ,
ver-se-hia, que sempre lenho sido de npiuio
que em materia de divises de fregue^ias, o
diocesano seja ouvido, mas p iW.' a Iransl'ei enca
daesiyies de urnas para outraspovoacdes, esiou
persuadido de que he inleiramenle dispensa-
s/el essa audiencia, c a ulho como urna corlezia
deslocada, senao como una abdicacan de nos
s.is eltrlbUicdCB, chaman lo para a questo um
puder que lealiiicme nada lim com ella,
O Sr l'into de Campos '. Sao as minlias opi-
nies estou por ellas ..
O Sr. -li/noii : r'.sioii por isso, c foi para
conlrariar as opinies do Sr. depulado que pe-
d a palavra ; lauto mais quaulo entendo que
sao ellas cunlrarias ao direito e aos csiyllos a-
lm de que eslou persuadido que na nada se
ollendea diguidadedo prelado,deixandodedar-
si-Hic inleifrreiicia em um negocie cm que
realmcnlenle elle nao lem direito ncm neces-
nidaUe de uiciieiu,,..
iav-"*
O Sr. Pinto de Campos : Tambem a assem-
bla se nao rebaixa em consulla-lo...
O Sr. ilgniar i Nao se trata aqu de rebal-
xamentos, e sim daqulllo que compre fuer,
porque seqoizessemos consultara S Exc. Rvm.
ein tutlo que diaser respeilo a urna Igreja ou
tuna freguezia, entilo bem pouco poderiamos
faser em favor deslas por falla de lempo.
Assim, Sr. presidente, me parece que o re-
queriinenlo nao esi nal circumstancias de ser
ipprovnlo, e pir isso villo conlra elle.
0 Sr, ''itilo il< Campos sustenta o seu requeri-
tii
Tarrelo : Pronuncia-s conlra o
i, ediz que votar Igualmente enn-
p-Clo se algutin por caridaile nao o
r depoll de abandonado pelo seu pro-
lor.
'.irroi Hrrela ; Se bem que preveni-
auradn menibra que acabide sentar-
ileixar de dizer algutna cousa so-
-; o requeriinenlo que" o addia-
nuia surpiesa, Sr. presiilente,
-ado meinbro sendo um dos
Jecto, peca esiilicaces e In-
I
oo p
-', nao qi
bre o prOj
Causo.i-i
ouvir que o
signatarios d
lorniaces ao Si 'isno sobre a topographii do
sert.io. porq e as irmares que nos temos
porvenlura de ealgii 3o pummnte topogra-
phioas, islo he, quere.V>s saber, se a povoa-
co do Jo sciro lie ou Bajo conveniente pela
suanosicXo central para qiNii'lli seassentea
sede da fregue/.ia da llua-VislVetc. Ora, sobre
isto me parece mesmo que T Exc, Rvm. nao
pode dizer-nos cousa algunja, por quaislo he
mais administrativo civil do que ecefraiastico;
p >r couscgiiinle, voto contra rJaddiainentn. e
como a conveniencia do projeclo aluda litio foi
de.....uslrada, como seu prop/lo amor precisa
explieices sobre elle, qutyi'io d.veria, estar ?
habilitado para d-las, eoioo em flu rol o pro-
jeclo renegada por seu p/opiio pai, eslou re-
olvido vitar conlra ella.
Se houver porni, algilni pai cariiloso que O
quetra adoptar, quede-ascxpltcices n-cessa-
rias, quejnsllflque o iiasciiAeuto desse til li > re-
negado por seu pai; beiV. sotare! por elle,
mis poi einquautono estallo em que nos acha-
uios voto contra ludo, laruo contra o reque-
i toieiilo como conlra o projVcto.
O Sr. Cnmiiro da Cunha\- ( Apoiada) ,/i
muilo bem \ D. ,
Dpois de breves rellexes do Sr. finio di
Campos.
Vai mesa e he apoiada para entrar em dis-
cussan o seguate requerlmento :
o itequeiro o addlamento do projeclo por 2
das -- Campos.
OSr. Corre de Brillo'. Cmbale o reque-
riinenlo de addilamento primelramenle apre-
sentadu declaraud i vmr pelo segunda.
OSr. (miles di Millo: Seuhor presiden.
te. Eu pedi a palavra lmenle para justificar
O iiicii vulu pelo adiaineiilo requerido pelo
nobre depulado. Islo he pelo a li amento que
leude a ser oUViflo o Sr. Hispo a respeilo da
materia do p .jeito ; e periiiiltaiu-uie os no-
bres dcpulidi.s que o cuulrario eiilcudem, que
assim me exprima.
Seuhor presidente, parece-me que a mu-
daii(i da sede de una fregueiia pode ter
entender com os negocios ecelesl.
he possivel que se deu
circumstancias, em que Bqueni prejudlcsdoa
os direitos de inultos parochianos. Nlnguen
me segura na casa que a Igrej de Santa
liarla, nao he aclualmente a mais central da
freguesia para todos os seus Inbianiei. Por-
t uno lie conveniente que leja ouvido o Sr. Bis-
po, e o respectivo parocho porque senhores
por mais egosta que seja o pai ocho nao poden
oppor-se as verdadeir.is conveniencias das su-
as ovelhas. a elle prloclpalinente convm o
enllocar-se no centro il'ellas para adminis-
lia-lhe os sacrainenlos, visto como a sua obri-
gaco nao he menor para aquelles que se a-
cham a maior distancia. Voto pilo addiamento
Encerrada a discusso, he o I.' requeriinen-
lo de addimiienlo regeitado, e o ." approvado.
Pj-lmeira discusso do projecto n. 8 ue man
l lir lli'lll

iiuito que
ailicos ; sim porqt
la periencer ao termo do Bonito a I
de San los dos lleierros.
Toiiiam parte nesla discusso conlra o pro-
jeitiosSrs. Nemesio, Cstauho, Gitiranaiasl
fivor o Sr. Piolo de l ainpjs c Paes Uirrrloque
prope o addiatneiilo.
Tein sitio em lempo mandado a mesa o se-
guinlc requeriinenlo .
Itequeiro que o projecto em discusso .
sej i remeliido COmissio de eslalislica junto
eom o projecto da mesiiiacoiiiinisso do anuo
passado, que dava o Almilla ao Bonito, para
que visla de ambos, ou do que acbar jtitlo,
formule um projecto accresccnlando o muni-
cipio do Bonito Oiti'rnnna."
Apoi.ido entra em discusso.
Tambem he apoiado o seguinlc requerl-
mento :
Requeiro que addiado esle projeclo seja
remeltldo acominlsso de eslalislica para quo
tomando em considerafSo com o ouiro apre-
eniado sobre a inesma materia, nt seu parecer dentro de oito dias. Pues Haneto.K
Encerrada a discusso, e leudo o Sr. Giliran-
na, retirado com assenliuienlo da assembla, a
requerlmento de addiamento, he approvado o
do Sr. Paes Hat rilo.
Vendo d ido a hora.
OSr. Voesiilenle designa a ordem do dia e le-
vanta a sesso.
SESSAO EM 24 DE MARCO DE 1851.
Presidencia do Sr. I'edro i avalcanli.
As onze c niela horas da manilla, felta a
chamada acham-se prsenles 22 Srs. depu-
lados.
O A'r. Presidente : Abre a sesso.
O Sr. 2." Sicrelurio :l.c a acta da sesio
anterior, que be approvada.
O Sr 1." Srcrrliirii): Menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um cilicio do secretario da provincia, re-
inelteudu oulro da cmara municipal da cida-
de da Victoria, peinlo qu la para pagamento.
do alluguel da casa de suas sesses.A com-
misso de ni \ menlo municipal.
Um requeriinenlo do vigario da fregueiia de
S. Jos, pedindo quoia para coniinuaco da
obra da respectiva matriz. A commisso de
lamida e orcauenlo.
Huno, do escrivo Joo Jos Ciraco, pe-
dindo se marque quola para acamara muni-
cipal de muida Ibe pagar as cusas que Ihe
deve. A commisso de orcamenlo muni-
cipal.
Oulro, do professor de msica do colleglo
tos orpnaos, pediudo ser equiparado aos pro-
fessores pblicos.A oomuiissu de peiices.
Oulro, da iiiu.ind.uie de c>. S. d.i l'.u dos
Ai'utAdoi, pediudc uu auxilio i>u* couclusao
I
MUTILADO


*tm>
m ,vr -% ti-

da obra da respectiva maix. A commiasao
df fatrnda e orcnmrnlo,
( uro, ''a mesma irinanriadc c da do Sanlis
siniu Sacranuhu, i><-ilir.ilii .1 rdificafiio de un
c> inicii iiaqurllr lugar. --As coiriuisscs di
saude pul lie i e negocios de eamaras.
Ouir, da irinaudnrfc de N, 5. dn Llvramen
to, pedindo, que te mande correr de preferen-
cia a outra urna dn loteiias que Ihe fbrein
(onccdid.ia,A rniiinils5ode lcgislacSo.
ORDF.M 1)0 l)IA.
Segunda discussiio das emendas ao projecto
b. 2. oflcrccidas ao ineimo na (erceira dii-
CHIVO.
Sao approvadas as emendas, niin havemlo
quem lome n p.ilavra acerca drllas.
O .ir A. J Oliveira requer para que
re na acia, que elle liara votado contra o pro-
vecto e ac emendas.
O Sr. H/irruf Kan-fo Requer para ae declarar
igualmente que elle havia votado a favoj do
projecto c das emendas.
He approvado ein terceira discuisac o pro-
jecto n 3
Entra em primeira. discussan o projecto n. 7.
3ue ii aii.lVi c para a povoacan da paiiagem do
oaselro a sede da freguezia de Santa Majia da
comarca da Roa-Vista.
Durante a discussan sao mandados mesa os
seguinies rei|ueriinentos.
Requeiro, que netos eanaes competentes
se pecana ao presidente da provincia inlor-
nactic* sobre a materia em discusso. finio
de Cumpas.
Requeiro, que se pecain peloi transmittes
legies iul'.n-iii ii i-s cmara Ulan' 'nal da
Una-Vista, acerca da utilidade do p
Auguilo de Uliveira. '
Tomam parte nesta dilOUllo
Aginar. Augusto de Uliveira, Paes
Pintu de Campos, Hanoi llarreto, Coi
Brillo e Quintino.
Depois Sr*. aposentadas.
Encerra-se a discusso.e lendo
de Oliveira retirado o seu adame
tado o proposlo pelo Sr. Campr
o priijecloem primeirn discus
O Sr. 'retir/ente designa a
levanta a sessiio. Era 1 ii2 he
aanr~
.Augusto
lie regei-
approvado
'I-- IL
ai do dia
du tarde.

UlAttUt IlK PurtWIBlO.
BfCirt, 2< DE MARCO DE 1851.
A assenibla en'cerrou hoje a discusso do
projecto n. 4, ofue manda pertencer ao termo
de Flores o tciWno comprchcnitido entre a-
lhada dos Hus V; Barra de S. lira?, assiui como
toda a ribeira de> Capiti tirando reservada pa-
ra nova discussan nM emenda, que ao inesino
foi i.Mi'i rciil.i : approvou as rrdaccoes dos pro-
vectos us. '2 r II : i i-nw ui-u a comiuissao de po-
lica una indicarn tos Srs llarros llarreto e
Paes Barre tu : legeiuii em primeira discus-
l > o projecto n. 9, /que ailtorliav a adminis-
trarn do palritnotuio dos orplios a alorar os
sitios, que Ibc so(perieuceult'S ; e dispeusou
finalmente a Impronto de mu projecto apre
sentado para podc'r entrar ni ordein do dia
da sesso seguinle di'vrndo esta coinprehen-
-dx." demais a segi'.nda dltcus.o do projecto n.
32 do amo n.vssado, e da emenda ollcrecida
ao n. 4.
~COM.MU\IJ.\O.
A Si." Marieta Badeinn.
Pobre fru Jo d'incgnito regulo.
Cu'o vulto alrgre. qual do eco subido
7'orna (freno e rlaioo r euro.
Antes que m'o exprobein, en o cnufessn :
baldo de babilitaces, lem o gusto preciso, ig-
norante mesmo da materia, sou o priineiro a
diier que nao me )ulgo compleme para apre-
ciar, e deviuamenle avahar do mei ilo da dis-
tiucti artista, ciijn nome aiii lica meucionadn,
c que deisando al inaigensdo P, buje, collie
as do ameno Capibat ibe, os louros a que tein
direilo, e Ihc 5in tributados por una popnla-
(o,anda que nao menos illustradra.iiao t irnos
iinlliusiasti,animada de seiiliiiienlosgencroso
c susceptivel de chegar a esse grao de apeifri-
cnaniruto, a que incoiitestavelmcnle tein che
gado a do pala furtolitado pelas aguas daquelle
jlo._
rio desejo, nein esl em minlias f-ircis, re-
paiar a notavel c sobre niancira eitranni 11-
cona, i|iie se lia co.....lellido para rom a digna
lansaiina, giiariiando-se sobre o sen mrito
artstico mu silencio tanto inail desanimador,
qiianlo menos juslilicado, pelo aprreo e justos
npplausos que ella constantemente lem rece-
liidu do publico desta capital. Urna ve/., po-
l'iu, que, qtiatulo menos eu o prusava, somos
.llegados a una qua Ira em que, nein mals 01
Jtl'ifnii, nein os /Iiuikc oulros crticos, ami-
gos da prosperidade do nosio bello theatro,
oecupaiu sua poscao no jornalisnio, para aui
mar e premiar u mrito coiii o louvor que 1 lie
he devuln, para excitar o enibuslasmo, provo
car o esliuiiilo, e com mo de mestre colorir o
quadro poi lito, em que a belleza mal se faz
sentir pela talla i'e um pincel delicado, que de
leve laclo a descieva ; urna vez, digo, que cs-
ses ine-iii da critica, que oulr'ora com leus
escriplos lamo bem lieiain ao tliealro cin seu
comeco, a l> un .o un a arena, e, parecein ador-
liiceidns no somno da iiniillerenca ; forra he que
nlgtiem erga mu biado, a ver se os esfnrcados
cavalleiroi que deram comeco a ca lu i pro-
veitosa, ai ni lalo emfiui, e cheguem anda a
tempo de coiidiuir su is palmas ao altar do
' inerecimenlo.
Fracusou para gritar lo alio ; mas queni sa-
be se esse meu giilo nao despertara oulro, que
arraste mas oulro e outio, al que todos de
una vt-z alcancem o que se deteja ?
M mi"i vanlade, talvet me leva a crer isso.
\;in lie, portantn, para tributar a dUtiUCta
artista, a Sra. Marieta Hadrriia, toda a liome-
nagem a que o seu tlenlo Ihe da direilo, que,
vi'iii einl'i meu acaiiliaiiiento.clevanrto-iiie mes-
ino a altura superior de ininhas furcas, saio da
obscuridade em que vivo, e Ihc ollrreco ne-
tas lilil i", tracadas com mo trmula, a mais
sincera cxprcsso de minlia adiuiraco, ttio ;
que para tanto me reconlieco fracu : apenas
provoco oulros de maiores furcas.
E como faze-lo ? ... } papel ludo '.o uiiu se ente, ludo quauto se
experimenta, que iiinve.queagila.que arrebata
e cuasia, quaudo se ve nascena dislincta artis-
ta, rralidade drssas tylphldes creadas pela
ardenie iinagiiiaco dos poetas i
Como descrever a agilidade, a grai:a, o en-
canto des.es moviuienios rpidos com que a
Sra. Baderna esecilla os passos mais dilliceis e
bellos, as plroetas mais dilbcullosas, as posi-
ces mais feiticeira, que fereni a vista do
espectador, impressioiiam o sru espirito, e
produzem esse delirio, que se manifesla pela
exploso de applausos frenilicos?
Dizein-me que s aos poetas lie dado esse ta-
lento ; como os invejo .' ,l'i! perch non Son pil-
lore, dizia Gherardo. An!perch non ion poeta,
dlreieu.
De facto ; nunca oo solo pernatnbuco pisou
urna artista como a Sra. Iladerna, no seu ge-
nero. I) insai iu i de primeira ordein, discipu-
|a da escola moderna, de um talento incontes-
tavelmeiile transcendente, nao recelo errardi-
zeudo, que longos anuos vivii quem aqu vir
riutra igual, dfjiois que se ella forembora.
Nao he, dizcm os entendedores, ein um pas
bem se deve avallar do talento de qualqner
>1anarna ; todos rsses dansados.que teem ido
fti cuiadoi pela Sra. laderna no nossotheatro,
esto sein duvida algmna abalxo do seu m-
rito ; o seu talfDto lem sido forjado a acei-
tar limites ein que mal se pode elle conter.
Masainda assim, quem desde que pela pri-
meira ves vlu aquella artista pisando o palco,
qual rainha sobre seu solio, jumis se sinlm
aborrecido dea ver c admirar sempre? qual
o espeelador que j se achou mal pago da imi-
te em que ella dansou no tbcalro de Sanla-
liabel ?
Se intenclonalmentc se nao irroga injuria,
qnando se julga oulrem por si, nao me potan
esquivar de com ufana declarar, que a enns-
clencla me nao acensa de ter nunca perdido
imite de espectculo, quaudo nos annnncios
do theatro se tein I ido : A .Sra. Ka iternn
ilnninrii um piino rfou, um io K. ento perguntarei agora : se he cerlo que os
mais devem sentir o mesmo que eu, como, c
porque se nao tem feilo geiner os lypos com
artigos dedicados ao mrito da sublime ar-
tista ? ,
Ondeeslo os h'lapas ? onde os Arioas.'
Que he feito dos dignos folhelinistas que a si
tnmaraina mlsso de animare louvar o tlen-
lo ? que he feilo des-es que tanto preconisa-
ram cerlos artistas elegaram, em lettra redon-
da, a posleridade hyinnos e louvores. nao ja
ao talento, mas as formas graciosas da actriz
Cinilla, c ao seu bem torneado braco ?
E essa musa, sempre terna, doce e tocante,
|iie cantono pe! de nutra certa dama, por oc-
asiao do fracasso, triste e digno de memoria, em
que a condessa de Tavora ioilreii torturas, que
"ie 'ella ?.... ter-i-liia secado una tal musa ?
sa camena !
,...o o creio ; conheco o vigor daquelle cs-
rn. Antes estou convencido, que os Ilustres
icos anda nao viram a Sra. Haderna dan-
sar;eque por isso ainda ii5o tiveram occa-
io de fallar do seu niereciinento : e mal esta-
riam riles com suasconscieucias se assim nao
fura 1
J que temerariamente me arrisque! a es-
crever estas linlias, nao devo largar da penna
sein fallar da Sra. Adelc Moreru. Muilo menos
dolada pliisicameiile pela nalureza do que a
Sra. Iladerna, he ainda aquella artista muilo
Inferior em talento a esta ; mas isso de ne-
nliuuia son exclue o ineieciineiilo que em
verdade posuie, e nein aulorisa a negar-se-
Ihe una certa hoinenagein tanto inals que a
Sra. Moreau aclualuicuie he necessaria. .-ein
ella mal se adiarla a Sra. Haderna, nao tendo
nina couipanlieira para executarcertos passos,
c liiipi indo-se a dansar solos, ein que nunca
poderla moslrar-nos lodo o seu laleuio. Sein
ella, ainda, nao poderla realcar-sc lodo o seu
mrito, comparando-se com o de urna oulra
artista, que sem duvida alguma taubem me-
rece ai alleiices do publico.
Que ha, porm. dill'erenca, e grande dille-
renca enlre as duas artistas, nao son en que o
digo, he o publicnos seus applausos,--esse
bello apanagio do tilento.-N.....de minlia par-
le ha intencto de render trricos a Sra. Ba-
lenla, que nein se quer eenbeee a mo, que
eserrve estas descnnchavad.is llnba ( e espeio
que ignrala sempre quem ella seja ): val na-
so torta a iniilia vanlagem, sein a qual me u.io
animarla a romper o silencio, que sempre le-
udo guardado para com as crcatiira que pi-
sam a scena do thralio de Santa Izabel..
B porque longo ji ri este anigo, e nao me
queira turnar l'iiassaute, rrcollio-me de novo
ao silencio, demando que os curiosos fafain as
coiijucturas que bem Ibes parecer, para conde-
ce lem que he
O Bndernitla.
P. S.Se aa meu reclamo acudirein os Ma-
pas e A'ions. recniuiiiendo-lliescoiii milita es-
,.i i i ili i ni.- a orchesira, que aqu para nos,
esta insupoitivel, como bem o moslrou na
uliiina ejxoxa que t'icuu. _____________ _
Fublica^'ao pedido.
Briguo S. Dc\B
mingo me>rcadori>-
Polaca --N. S d0 ('.armo futnji-^
Brigue -. firma .. o reMO.^ ,
C0H8D i,aO'>j(
d^jil
Diversas pro" cias
Hendimento l*\,\,t*
4:399,732
609,633
5:009,365
1EXP0RTACA0.
(i martimos no dia 26.
escala pnr Macci, patacho
rja 201 toneladas : coniluz o se-
guinte: 1,203 'ccos com 6,000 arrobas de
assucare300c'ourossalBailos cotn 2*8 ar"
rolias e 17 libr"8-
Pasode CHt^rKie. hiate nacin, a-
prichoto, de 35 toneladas :c..ndut o aeguin-
te i fardo fiv"1"'* 70chaPcol,ue P,ln" e
tnaasa, 3 barricas com 3 arroba? de bola-
cha, 12 sacras.rom farioha, 12 bonetes o :,
lqW('EBEl)Wl'A DE RENDAS CEIIAF.S
INTERNAS.
Hendimento lo dia 26 1:523,382
,;ONSULADO PROVINCIAL
Kendlmentoi"'1'*26.....8:171,087
Mov3neil do porto.
yVa,.,' Irado no lia 26.
Rio de Janeii di"8' l)olaca. l
N S do (armo, u? 195 1|2 toneladas, ca-
pullo Antonio CoelhO oe Ol.ve.ra. equipi-
gem 12. carga varios gtfiero I"*";
Francisco Alvns da CunlhV P"ge'roK,
Hanoel Francisco Fcrreira eS^1u,m ,r*
lius Ferreira. vV _ia >,nn
Bslleitiora -- 68 ilias, patacho' anW't-ano
4/ery ilcanor, de 138 toneladas, cp^"0
II. I'aiker, equipagem 7, carga lar inhale,
ti igu ; a Ocane Youle & Companhi.
Liverpool 43 Uamibrog.a 170 toneladas, capillo P-
Mogensen, e.|uipagein 10, carga carvo
de pedia c fazeudas ; a Juhnslon Pater &
Companhia,
LisbOa 5dins, brigue nacional \tralo,
de 210 toneladas, capito Ignacio Jos de
Araujo, equipagem I *, carga vinho e sal;
a Thomaz de Aquino Fonseca & Filho
Lon lies 38 das, barca ingleza lirod Ouk,
de 27* toneladas, CipilfiO John Oavies
(.nulding, equipagem 16, carga carv.lo e
lamilla de trigo a Itussell Mellors & 15.
ObtmafUtl.
Seguio pira a Dahia com a mesma carga
que trouxe a polaca austraca Esptrto, viu-
da em 25 do crrenle.
I lem pira o RO de Janeiro a barca ameri-
cana Jotoacom a mesm carga que trouie,
vinJa em 25 Jo errante de Itichmond.
SfilTIS.
?e cuire osili-vt-res dos cargOl c|iie exorco he
o prilllfirOi a segiiranca ti" Tilla i e ta proprie-
diide tSo altaiui lite abalada, pelas seiujire do-
lorosas o'orrenrias, qui fuluctavam essa pro-
vincia; naopodena ril cungraiular-me com
V. S pelo colliiiuento de (o importantes
fruutos, senau fura franca elialoiente coad-
juvada por V. S.* em primeiro lugar e em aa*
finido, pelos dlsllocloi funcional ios da jusii-
ca do termo, os 11.11 l>> nobten jin/. de direilo
interino, ipic eoadjivado pela prnmotoria pu-
blica, acaba na linda, primeira scsso ju-
diciarla do tribunal 1 jurados, de dar-ine
mais urna oCCastfo de nO deixar cm olvido
servidos de lao grande magnilude ; as repou-
abili<:ades <|ue prumoveo o honrado dotitor
prouiotur publica, dos diversos fuDcloDarlol
da polica, que Ihe parereu haverem ncor-
riJu em culpa, a promplidau co:u que tvx pres-
ta a defender os direitos dos mis.-ravi-U, que
pelo artigo 73 do cod. do proc. he obligado,
a porsevoratica com que lev.i a segunda ins-
tancia aquctles de U'-s accusac()es, que jul^a
dever, sao sem CODtradifAo urna garanta pa-
ra a ordem publica, val afistaiido a repro-
dncao do triste corlrjo dos delicio* que tanto
affecto nossa soeiedade, Dio frsla duvida, que
a impunidada he o can< ro social, c se ella
seno p va asseverar. que se aproxima a passos uries
ein porporces de subida eacalla, e se o mo
fado nao entorpecer seu progresso (para que
favo ardentes votos) terei ein pouco de dizer
a V. S. esl levado a (feilo s dois primeiros
bensda sociedaile, as condenacoes.com que
u jui} se hou ou, aos drsalinadus quadrilhri-
ros, que ianio leiror iuditiiaiuaus pacfi-
cos habitantes deste urino, e nquellas oulras,
por nao menos airoies atuntados, as apella-
\oe* <|tie iiiipa\id. honrado juiz de direilo iuierino presidente do
inbunal dos jurados ; a moderaco dtste em-
prego loi de todos recouhecida, e descorocoa-
rain os reos que multo coniavam nos huios
que coiuuiuinmle eiupregam fos einpeuhos)
eucor.ijtdd a Suciedae em geral de que nao
he a jualica um nome vo, eurnrnjada a po-
lica, <11j nao sao b.ildados fieus exfui^os, cape-
ro, que eontinuaiao no nubre emptnho da
repieco dos ciimes, ajudando-ine nTio na t-
rela ne que V. S. me julgou capaz ; da inclu-
za lista ver a V. ". o numiro < quali>lades dos
deliclos, que inereceran vtlencao uesta sec-
vao, e reoiihetera o quanlo veuho de dizer.
Hugo a V. S. de leva a^ couliecimenio de S.
Kxc. o senhor conct Huiro presidente da pro-
vincia o rude esbo(o que 1 i_ do comporta-
maulo dus funtcionarius dajuslica deste ter-
mo, certo que muilo, e mullo falla aluda a
fj/er-se para levar a elleiio o grande prnsa-
me010 de V. S.. nao j d'assegurar a par, po-
rein de laier eltecva a segu anca devida, e
de proprit-dade.
lieos guarde a V. S. por muitos anoos. De-
legada do lerfuo de Caranhuns 1. de marco
de 1851.-- lllin. Sr. duuiur deseinbaV'gadur
cnefede polica drsia pruvincia Jeronimu Mar-
tiuiauo Figueira de Mello. -- Antonio Teixeira
de AJacedo. Delegado iu termo,
jmJ^mM *. A/a,----1. mJ fcH-4a.\an\ IU\ hk aaW>MOjMBj
'"" C0WWERC07"
ALFANDEGA.
Hendimento do da 26 .13 817,327
fescarrtgam hoje 7 dt mar(0.
Ilrigue -- Lugtnier -- merca lorias.
Barca Sword-hli -- dem.
HrigUC -- Kandolph ferro.
Kscuna Angelim furin'ja de trigo.
A csm*ra municipal da cidade deOlinda e
seu termo, etc.
Faz'sabera quem convier, que nos dias
27, 28* 29 do correte vai praca 0 con-
cert da fonte Cacumb, avalitdo em ris
880,000, segundo o plano do ongenheiro-
as pessoas que quizerem lanzar, compare-
cam nos referidos dias, na casi das sesses
da mesma cmara, s 10 horas do dia, com-
petentemente hahiitudas. Para ver-se o di-
to plano pode dirigir-se secretaria da
mesma cmara a qualquer hora. Cusa I
cmara, 22 de margo de 1851. Eu, Manoel
Joaquim de Miranda l.nho, secretario o es-
crevi. -- Joaquim Cavaleanti de Albuquerque,
presidente. Manoel Jooqnim d* Miranda
jobo, secretario.
ClauJino Uenicio Machado, fiscal da freguo-
zia de Santo Antonio, cmvirtudeda lei,
ele.
Faco saber, que por portara da cmara
municipal a mim dirigida, com data de 17
do correte, me foi determinado que fizes-
se publicar o artigo reguinte da lei provin-
cial n. 91, de 7 de maio de 1841.
Art. 5 Logo que o cemiterio estiver
em estado de poder principiar a receber os
cadveres, licarlio prohibidos 08 enterra-
mientos em qualquer antro lugar, dentro da
cidado e seus suburbios ; excepto o dos
principes e bispos.
0 que dever ser restrictamente observa-
do, guardando-se em ludo as disposigOes
que a este respeito se acham consignadas no
regulamento, que baixou da presidencia a
17 de fevereiro do correte anuo ; sb pena
de seren os inTractores multados, segundo
as posturas municipaes vigentes. E, para
constar, se maudou publicar o presente.
Freguezia de Santo Antonio, 22 de mar-
xo de 1851. i: lnudino Heir in Machado.
Ju Ju.-i- ,iu Moris, liscal da freguezia de
^~^ S. Jos, etc., etc.
Fszfublico a disposicSo do artigo se-
guinte d-lei provincial n. 91 de 7 de maio
de 184| : "'.
Art. 5." hPJt" era eslado de poikr receber os cadveres,
licarSo prohibidos s enterramentos em
qualquer outro lugar, dentro da cidade e
saus suburbios, excepto os dos principes e
hispoa. a
E, para que chegue aO conhecimento de
todos, se manda publicar o presente rea
imprensa; assim como f3o igualmente
obrigados a observar strictmente o que
dispfle o regulamento da presidencia que
baixou em 17 de fevereiro do corrente an-
no, sob pena deserem punidos B confir-
midadedas posturas municipaes Rigentes
Freguezia de S. Jos. 21 de ritf'co de
1851 lodo Jos de Moran.
a
i a ous, un hu tolo, uuia caxiua, etc,, que Uarca Anarm laem.
-Ulllm. Sr. ufficial-maior, servindo de
inspector d thesouraria da fazemla pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presi.lente da provincia, de 28 de feve-
reiro prximo pausado, manda fazer publi-
co, que nos dias 22. 26, e 27 do corrente,
ir prac, peranteo tribunal adaiinistra-
livo da mesma thesouraria, para ser arre-
matado a quem por n.enos fizer, a obra do
aterro e ponte Formoso, avallada em 9:073,559 rs., e sb
as clausulas especiaes aliaixo declaradas.
As (lessuas que se prupozerem a esta ar-
rematarlo, coiuparcgam na sala dassess>s
lo mesmo iribunal, nos dias cima mencio-
nados, pelo iiifio-dia, competentemente
habilitadas, na forma do artigo 21 do regu-
lamento de 7 de maio de 1850.
E, para constar, so mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo J.'flri'o.
Secretaria d tliesounria da fazenda pro-
vincial de Pernarohuco, 3 de marco de 1851.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Ai-nunciardo.
> Clausulas especiaes da arrematando.
|. As obras da ponlezinha desta arre-
mala<;!lo serfio feitasem ronformidade com
o orea ment apresentado nesta dala ao
Esm. Sr presidente da provincia pelo pre-
co de 9:073,559 rs.
a 2. O arremalante comecar as obras no
prazo de um mez, e concluir no prizo de
dez mezes, ambos contados conforme de-
termina u artigo 30 do regulamento.
3. A importancia da arrematarlo seri
psga ein quatro preslatOes, conforme de-
termina o artigo38 do regulamento de 7 de
maio de 185.
*. O prazo dn responsahilidade pela
conservado e perfeilo estado da obra seri
um anuo. Contado da dala do recebimenlo
provisorio.
5. Para ludo o mais que nSo est de-
terminado pelas presentes clausulas seguir-
se-ha inteiramente o que disp* o regulu-
mentodas arremstaces de 7 de maio de
1850.
i Feilas e approvadas pela directora em
eonselho c sessau de 25 de fevereiro de
1851. O director, I. M. Alve Ferreira
I. Vctor l.ieulhier. H. A. MIM. Ap-
iirovado. Palacio do governo de Pernam-
buco, 28 de fevereiro le 1811. Souto /fa-
ino. -- Conforme O oflicial-maior, Joa-
quim Piru Machado Portilla.
Manda o lllm. Sr. inspector da Ihejoura-
ria, ein euiupriineuto purlaria do 1 .un. Sr.
presidente, dr 22 do torrente, publicar pelo
prsenle, que tein de se passar Ululo de afora-
uento peiprtuo a Jos Polioarpo de Freilas
do leneii de uiarinha, coniprehendido enlre
a i .un ii i dn arroinbado de Santa Theresa,
e a estrada nova deOlinda. alim deque qual-
quer pessoa que, por qualquer titulo, se
jtilRUe com ireilo ao arorauento do mesmo
terreno, ou a parte delle, coinpareca nesta
u i- in i thesouraria, dentro do prazo de trinla
dias, rxbibindo os ttulos ou documentos que
os julijar ein proveito de sua pone, para se
proceder como for justo.
fc pnra que cliegue a noticia de quem con-
vier se publicou o presente,
Serretaiia da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, -i de inaico de 1851,
Ho impedimento do official-inaior
Anlunio l.uit do Amoral Silra.
-Peranle a cmara municipal desta cidade
i-stai a priQa publica, nos dias 22, 26 e 27
do corrente, par ser arrematado, por quem
mais der, o rejidimento do imposto de 500
rs por cabeca de gado vaceum, que se con-
sumir as rreguezias do Poco, Afogados,
V'arz-a, Munbeca, JaboatSo e S. Lourenr;o.
Os inleiessaduspodem comparecer, muni-
los de lianca idonea.no paco da mesma c-
mara, nos dias indicados.
Paco da cmara municipal do Recife, em
seaso de 21 de marco de l85l-ivruBeiro An-
tonio di Uliveira, presideule. manat r. Ac-
cioli, tecrcUtrio iuUiiuo.
Quinto quadro.
Susam facarla ).
Sexto quadro.
O roubo das Sabinas.
prbcos dos niLorru.
Camarotes da primeira galeria de frente
8 000 rs., de lado 6.000 rs. ditos da segun-
da galeria de frento 10,000 rs. ditos deja-
do 8.000 fs.; ditos da terceira 5,000 rs., pla-
tea 1,000 rs., galeria 840 rs.
N_ U. Os bilhetes acham-.se a venda no
mesmo Iheslro, dis 9 horas da manhSa s i
da larde.
As pessoas que quizerem provar-se de bi-
Ihelescom antecedencia podef fio dirigir-so
i. roa da Cadeia n.....segn lo Bndar.
iieclaracfio.
Avisos martimos.
Carias seguras, esislenta na admims-
traeflo do correio para os Srs. Claudino Jo-
s liarboza, Feliciano de Souza e Aginar,
Francisco Antonio Vieira da Silva, Jos Pe-
dro Velloso da Silveira, Luil Fortnalo Mon-
des, Manoel Pereira Teixeira e Pedro Mari-
nhii Fillo. __________^^^
"TiTeiitro 50.' RECITA DA ASSIGNATUKA.
QUISTU-rEIrU, 27 na MASCO DK 1851.
Eipeacuto dramtico inlervallado dt canto e
danca.
Uepols da cxecuc.io de urna das melbores
ouverturas, a companhia nacional representa-
r o multo applsudido e intereisantc drama
em 5 actos, ornado de msica :
l>. i.'ecar le llnznii.
No priineiro acto as senhoras Baderna c Mo-
rcan, seguidos de grupos de povo, executarao
ii ti i lindobailado
No inlervallo do priineiro ao segundo acto,
as mesillas senhoras dancarn o passo a dous :
DEI.LF. CIARPF..
No terceiro acto, durante o festejo no pala-
cio do ni;ii 'i in/ de Monlefiore, o Sr. Tati can-
tara a excelleme ariaDei Lomliardi alia prima
Crociala-aa maestro Verdi. Km seguida a se-
nbora Candiani e o mesmo Sr. ramaraon due-
lo do segundo acto da opera7"orqaao Tono;
depols do qual as senhoras Haderna c ato
reaux executaio o mullo applaudido passo
a dous :
A aldeana.
Terminar o cspelaculo com o ultimo acto
do ili .ini-'i,,
Comecar s 8 horas.
Oshilheles achsm-se i venda no escri-
torio do theatro.
THBATItO DE AFOLLO.
comi'Amm'a FniRceza,
Dirigida pela viuva Perteaux.
III 28 DE MARCO DE 1851.
Grnixle representadlo rxtrnornl-
naria em bpneflclo do joven
Brmond.
Primeiro acto.
Debut do joven Carlos sobre a corda, di-
ferenfes passos e cvolucOes. o joven e in-
trpido Brmond executar difllceis posi-
cOes sem maroma, reservadas por elle para
o dia de seu beneficio. Madamesella Cenny
sobre a corda exrcutai diversos passos.
seguindo-se os grandes saltos de elevarlo
por madamesella Seraphina, terminando o
acto com o passo a dous por maJemasellS
Cenny eSenpbina.
Segundo acto.
Os grupos do carnaval de Veneza, nos t
quaes madamesella Cenny subir as pira- | d
mides forrra las pela companhia a grandes
alturas.
Terceiro acto.
Grande e variado exercicio de desloeacSo
pelo Sr. Berieaux e o joven Brmond, se-
guindo-se os jogos icarios pelos Srs. Ber-
ieaux, Brmond e Chirlos
Quarlo acto.
Les cordages francaise pelos Srs. Ber-
leaui, joven Brmond, Charles, e madame-
sellas Cenny, Hortense e Seraphina.
Quinto acto.
0 trapesio pelo beneficiado e o joven
Charles, exerciciosiuteiramente novos, nos
quaes o beneficiado empregar toda a sua
desliis e habilidade pin o bom desempe-
nho ; o acto ser lermimdo com a viagem
aos antpodas pelo Sr. Berieaux.
Sexto aelo.
Osquadros vivos, inteinmente novos, por
toda a companhia.
Primeiro quadro.
Ojuizo de Pares.
Segundo quadro.
Ilebe.
Terceiro quadro.
0 anjo di guarda.
Quarlo quadro.
A F, Esperones e a Undsde.
Para l'arahiba
sihem poneos dias o veleiro hiate nacio-
nal Espadarte : quem no mesmo quizer car-
regar, tnlc com Antonio da Costa Ferreira
Estrella, na ra da Cideia do Recife, ou
com o mestre Victorino Jos Pereira, no
trapiche do algodSo.
Pira o Rio Grande do norte, Aracity
ou Ceir freta-seou recebe carga a barci-
ca Nova F.iperonea quem pretender, dirja-
se roa da Madre de Oeos, loja n. 31.
Para a Babia salle nesles quatro diis o
patacho nicional Alegra: ainda recebe il-
guma carga a frete, para o que trata-se com
Novaes & Companhia, na ra do Trapiche
numero 34.
A muito veleira barca portugueza Bra-
charenst satn para o Porto em poucos das,
tem excellentescommodos para passsgei-
ros, e recebe carga a frete, para o que tra-
ta-serom o capitao Rodrigo Joaquim Cor-
reia, na prar;a do Commercio. ou com No-
vaos & Companhia, ra do Trapiche n. 31.
Para o Rio de Janeiro sahe, em poucos
dias, o brigue nacional Firma : para o resto
da carga, passageiros e escravos a frete tra-
ta-secom o capillo Francisco PeixoCuima-
i-.li's. na praca do Commercio, ou com No-
vaes & Companhia, na ra do Trapiche nu-
mero 31.
Vende-se o patacho brasileiro denomi-
nado Alegra, de lote de 7.500 arrobas, o
demanda carregado 12 palmos, forrado 0
pregado a cobre, de boa cmit' nccHo, bem
prompto de todo o necessario para fazer
viagem, sem que o comprador seja obriga-
do a despeza elguma : quem o pretender,
poder examina-lo na volta do Forte do Mal-
los, onde se acha Tundeado, e tratar com
Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra da
Moda n. 7.
Para a Bahia salie em pou-
cos dias, por ler grande parte da
carga prompta, o patacho nacio-
nal Valenle : para o resto da car-
ga trata-se com os consignatarios,
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Pan o Aracaly sahe impretervelmen-
le, al o fim do mei, o hiate nacional n-
atlica : quem nelle quizer carregar ou ir
d passagem, dirija-se ra da Cadeia do
lecife n. 49, primeiro andar, ou trate no
trapiche do algodSo com o mestre.
Leil
uo.
O'ii iii-ii'ira 27 do corrente.
OsSes, Dedier Colomhiez & Companhia
fariio lel3o, por intertencfio do corretor
Migu' Carnciro. e em presenca de um de-
legad" com rtdapoles avariados, vinda pelo na-
vio fiore, capitao Monnier, na sus recente
viagnii'C Havre, e por cunta de qietn per-
tencer.
Avisos diversos.
Irmandade de S. Rita de Cassia
A acut mesa regadora, tendo obtido da
illustrecamara municipal a concepefio gra-
tis de terreno sufficiente pira edificar ai
suas catacumbas, convida pelo presente i
lodos oj irmSos em geni para que, reuni-
dos no consistorio di meima irmanduie,
hojepelis5l|2hons di tarde, deliberen
convenientemenie.
rmandade das Chagas.
A mesa rege lora da irmsndade do Sr. B.
Jess das Chagas convida a todos os irmSoa
para comparecerem no consistorio di mes-
ma domingo 30, pelis 9 horas da mantisa,
para Iratar-se a beneficio da mosma rman-
dade. A mesma mesa fiz sciente ao publico,
que podem dar suas esmolas para a procis-
s9o 0* mesmo Senhor que lera lugar no
dia 13 abril prximo futuro; advertin-
do qi> ^ete pedido, he para que nao
dig nuer fazer eiu
sappareceii, no dia 3 do corrente. do
At ro da Ijoi Vista, um bodinho prcto,
co.n um ignal brinco na cibeca, muilo
omiso t/fm grSo : quem o tiver, levo-o ao
mazftfVi n. 5. no caes da alfandega.
'-Obacbarel Antonio Annes Jacdme Pi-
iemoseuescriplorio no pateo da mi-
de Santo Antonio, no primeiro andar
brado n. 4, onda pode ser procurado.
No da 19 do correnteVc*PP,receu a'
a Cadeia do Recife um cavillo cista-
uzillro, grande, castrado, com urna
de cal preti, sendo os siccos de dous
algodSo da Ierra : quem do mesmo
ou o tiver em seu poder, leveo
Queimado n. 6, que ser gratificado.
Jin moco de boa conducta se oli-rece
cobrar dividas fura da praca : queut o
)
1,500 lijlos de al venar i, pagando-se men-
salmenle o que se coovenciooar : ni ru
larg do llo/ario, padaria n. 18.
*- 0 Sr. Ventura Joaquim da Roza, cal-
Xeirn de Francisco Jos CsIvSo, baja de ir 4
ruadaPraia n. 46, pagar a quaotia qus
nSo ignora.
Uesapparecro do ida 24 para 25 do cor-
rete, desde o Recife at o sitio do Fragoso,
um cavallo rudado, com algumas piolas de
prdiOa e bastante descarnado; quem o tiver
achado, ou souber delle, dirija-se ao becco
do Peise-Krlto n. 9, ou defronte do chafan
do Forte-do Mallos, n. 8, segundo andar, p-
gando-ie todas at dctpetai(


v
.*
_ractano de Ahncida, faz sciente ao respei-
dvl publico, que por haver outro de Igual
nome, de hoje em diante te assignar por
Cntlano Simlt'i di Klmiidn.
Deaapparecen no da 22 do correnle a
preta crinla Delfina, hsina, gorda. (>ia ; fol
ferrara "lo Sr. Site, da iheionraria ; levou ves-
tido deliJtras asues debotadas e pao da Cos-
t.i: quem peRr |eve-a caja do Sr. Mannel
' Joanulm Paschnal Ramos, na ra do Colleglo
n. 25, que ser generosamente recompen-
sado..
.. Sahn-se que certa pessoa, moradora
ppst cidsdn do Rpcife, rondu7,o para aqu
um cavallo furtado na cidado do Rio For-
moso, o cual tem os sr-anintr>^ signaes : ru-
50 com pintas do pedrez, tnm urna sobre-
ria em niia m!o, s he embigudo, anda'de.
balso s meio, e tem urna pequen, manila
de seacosr sondo est acoslurtiado rabilo.
Este csvsllafoi furta.io no dia 9 a 10 de fe-
yerpiro prximo passado, e a pessoa que o
ennduzi* fni encontrada em caminho para
esta cidede com o dito cavallo ; por isso ro-
gs-se-lhe que hja de o mandar entregar a
gen don", que he Manoel Gomes de M*cnde,
em Rio Formoso. o qual na falta do cavallo
se contenta com receber o valor de cein mil
ri* por alie : espera-seque o Sr. da esper-
tis a lato se reolva com promptidSo; do
contrario, lera de ver o seu nom por ex-
tenso nesta folhs, ou urna precatorla a sen
alcance, poisha para i.o testomunhas suf-
(Icientes.
___Precisa-se falugar um sitio dis-
tante desta praca orna legoa ou legoa e
meia.qoetenha arvoredosde fruto e baixa
para capim.e que lenha pasto pira 12 vac-
caa toloo anno : ouem oliver, dirija-se
ra do Cresnn n. 12.
No dia 10 do corrento desappareceu da
roa do Collegio oesrravo JoSo, de nacBo
Congo, ja idnso. seceo do corpo, baixo, cor
fula, pouca barba, escrotos volumosos pro-
cedido do hydroeelles, costuma bpber, e
quando o faz torna-se muilo prosista o fal-
la hem claro ; levou calca de casemira ja
vplha, iaqiiPta de mprin ou riscado, ve-
Iha. F.ste preto an lava venlendo albos, po-
mada de cheiro e queijo de Minas dentro de
um eigo com tamoa ; consta que aila na
cidade de Ollnda : roga-sa as autorldade po-
liciaca a apprehensS do msmo, e os ca-
pitSeg de campo, a quem prometiese urna
gratfleac?lo, deoppgar elevar na ra da
Cruz, venda de Mannel Antonio da Silva.
-- Aluga-se um sitio perto da praca, com
bastantesfruteiras.ua estrada da JoSo de
Barros, junto a Soledad" : quem o preten-
der, dirija-so ra de llortas n 59.
No dia 98 do correnle, as 4 horas da
tarde, pera ote o I)r. juiz dos feiios da fa-
zenda. na casa de sua residencia, na ra do
Hospicio, se bo de arrematar os segundos
benspenhorailos pela fiZendl nacional a
MU devedoros : a renda da casa terrea nu-
mero 61 da ra do Jardim. avaliada em 7,n00
rs. mensaes, a irmandade iie Santa F.fige-
nia ; urna escrava por 300,000 rs., a JoSo
Raplista Pereira I oto ; una dita crioula, de
16 annos, por 400.000 'S. a Jo- da Coat
Altioquerqun ; um escravo pardo, por 450
mil rs. an major Felippe lujarte l'ereira ;
tima porcSo de eaixas. vasias para charutos,
e bancas para fabrico dos mesmos, por
9,500 rs. ; a JoSo Pereira de Si Vianna ; os
ulensisde urna aco"Rur, por 13.000 rs. a
Caetano Manuel do NBSCimento; UOI quer-
an, por UO.OOO rs. ao herdeiro de JoSo
Baplista C.aslatiha ; una moblia de sala, da
msdeira de Jacaranda, por 71,000 rs., a Ig-
nacio liento de I oyla ; urna dita ile msdei-
ra diversa, por 75.000 rs. alos Joaquim
de Almeida Guedes as pessoas a quem
convirrem os ohjeclos cima, cotnpar.Qam
no lugar e horas indicados.
Na ra do Rozario cstreila, por cima
da botica do Sr. Paranhos, no primeiro an-
dar, deseja-sc fallar com o Sr. Guillierme
Selle a negocio de seu interesse.
Desa parecen, no dia 9 de
fevereiro prximo pas.-a Jo, urn mu-
lalinlio de nome Lzaro, nalurul
da cidade de Sobral, de \Ct annos.
estatura regular e cabellosum tan-
to crespos. Lste mulatinho cons-
ta que sentn praca na escuna
Lindoia com o supposto nome de
Braz : roga-se a todas as autorida-
des policiaes, comniandaiites de
em bar ca oes de guerra, capitaes
decampo e pessoas particulares o
apprebendam e levem-no ra
do Cotovelio n. 135, que se grati-
ficar com 5o,ooo rs.
"CuimarSes& Coinpanhia fazem seien-
te a quem convier, que vendern* a sua to-
ja de selleiro, sita na ra Nova 11. 19, ao Sr.
Domingos Jos Ferreira, licai.do a cargo do
mesino comprador todo o activo e pussivo
pertencenlo a mesma toja. Hecife, 26 de
marco da 1851.
U3o S", 10,000 rs. de gritificaco a quem
pegar um preto crioulo, de nome l.uiz, por
antonomasia Luiz llaradSo ou tlaixa Mo,
o qual consta andar pela Itoa Vista, Soleda-
dee Manguinhii, on le temumi amazia de
nome Maiia, que he fsotava do cirurgiflo
Teixeira, e leva lo ra do Rangel n. 21,
em casa de seu senhor Jos Antonio de Sou-
za Queiroz, que recbete a gratificacio
cima.
-- Pesappareceu, no dia 25 do correnle,
do largo du Livmmenlo, um preto crioulo,
de 25 anuos, alto, de bonita figura, cilios
grandes e avern.elha tos, rr fula, e quan-
do anda parece manquej.r de una perna ;
levou Camisa de algodSo tintoe caifa deal-
godllo branco : quem o pprehenJer, quet-
ra leva-lo ao dilo largo n. 20, ou n< s Afo-
sados, em casa do Sr. Jos Pedro Velloso da
Sil vi 1..1, que ser recompenaado.
O abaito assignado faz ver ao respeij
tavel coipo de commerrio, que roirpruu
ausSis Guimar3es& Companlii, a sua le-
ja de aelleiio, sita na ra Nova u. 1, lican-
do a cargo do u.esmo comprador toilo o ac-
tivo e pH.v-ivo penenceniH a mesma loja.
Itecife, 26 de mares de 1851.
Domingos Joti Ferreira.
1NSTRUCCAU PRIMARIA.
0 abaim assignado, tendo recebido do re-
peltavel publico benvolo acolliimento, vislo
como j minios paes de familia Ihc teui con-
fiado seus liiiius, convencidos da nianrira
conscienclosa por que o annunciante teni de-
seuipenhado as obigacdes que ae compro-
metiera na direcfau rtc sua aula particular,
na ra do Mondego n. 44, rende por esle icio
um publico agradeclmento aquelles que nellc
lem deposUado sua coiidanca'em asanmpto
t3o delicado como seja a prlmelra edueacao le
seus lidias O annunciante jnlga dever aluda
solicitar a conlianca das pessoaa moradoras
fra da praca, para quem foi especialmente
crearlo o seu estabelecimento. U em verda-
de, he geralmenle reco'ibecido, que mullos
)>aes moradores fra da pra9a delxain de dar a
educaco precisa a seus lilbns, ou o faemcom
grandes sacrificios e difciildadcs, em rasSo
de faltarem aulas ou collegios, onde pos-
sain colloca-los, por tal modo dirigidos que
descansen! integramente, nao s respeilo do
tralamento e disvellos, como respeilo do dc-
senvolvimento intelectual e moral ; era por-
lanto de palpitante necessidade a crea9o de
um estahaleciinento que reunisse todas aquel-
las condiefles e fol com essas v'<'a que o an-
nunciante estabeleceu a sua escola no lugar
indicado. Os pensionistas, que llie foreni con-
fiado, acharao estabelecimento do annun-
ciante lodos os elementos necessarios ao
bom desenvolvimento phiaico, intelectual
e moral. Habitaco sadia, com as acom-
modav'oes necessarias, e todos os cuidados
que um pal pode dispensar seus filhos.
Mcstres cscolhidos de grammatlca latina, fran-
ceza, msica vocal e instrumental ; se encar-
regarao de aperfci<;oar a intelligencla dos
alumnos, emquamo o annunciante derigiri
especialmente as primeiras leltras, nao puu-
pando esforcos paia adiantar os seus disc-
pulos ; einfiu amoral e a religiao serao cul-
tivadas, como convm .i quem sobte ludo quer
formar bous cidados. A nica recomenda-
do plansivel este respeilo um exame ocu-
lar,-e para este fimo annunciante convida a
todos os paes de familia que d'antemao quize-
rem certificar-se da rcalisacao das promessas
do annunciante, para que se dirijam sua aula
e abi esaintaein por si mesmo* a ordem e re-
gulaiidade dos trabadlos, e as inaii condicea
que ticain enumeradas.
O annunciante espera continuar a merecer o
favor c confianca do publico.
I-ranchen de Salet d'Alhuquerque
Lotera lll iii.ilei/. ila BOSI Vista.
A o- lo: ooSooo re i-. .
As vanlagens que oll'erece o plano desta
lotera, ligadas ao lim utilissimo para que
he applicado o seu benelicio, lem multo
concurrido para n rpida exlraccSo que v.lo
leudos respectivos bilheles, osquaescon-
linuama estar venda nos lugaies ja an-
nunclados. a inuriabllldads do da 2 de
jutilio prox-imo futuro, marcado para o an-
damento das rodas lleva cortamente exci-
tar os compradores de bilhetes a se inuui-
rem em lempo, daquelles nmeros por que
mais predilccco tiverem, enlretanlo que o
thesoureiro da lotera aliaiiQa, que se a ex-
lraccSo dos bilheles continuar, como atoo
prsenle, elle presume com bons fundamen-
tos que as rodss lerSo oseugyro anles do
dia marcado.
fKPl (i fe Consultorio honnvopalico em $
fe l'eriiniiiliucn *
.j Ba Nova n. 58 (f
fe P1RIGI0O PELO k
fe D.' J. S. SANTOS JNIOR. <
fe Cons'iltas gratuitos aos pobree lodos "^
y ositias uteis desde di 8 Auras dama- *
fe nhda a urna da larae. 4
A>S>-V *:^c>** ***#:**'
--Furtaram ra arcada da alfandega duas
eaixas de folha le Flandre, no dia 17 do
correnle, durante o expediente, urna appa-
receu meltnla enlre mis paos de Jacaranda,
l,|vez por 11S0 a po lerem logo carregar; e
deisando-se no mesmo lugar com urna spii-
linella para vpr se a vintiam comluzir, nSo
appareceu ninguem, lalvez por rlescnnlia-
rem ilealgiimas providenclss, faltando por-
tanto sompreuma caixa, que se estilo dan-
do Indas as provi Je'ncias para se descubrir :
no entanto roga-se a qualquer pessoa a
quem fnr offereci Ja dita caixa, ou mesmo
as lolhassolas, as spprehendan e fagnn
reler o vendclor, e nSo queirain qua Ibes
aconleca 0 mesmo que 4) abaixo assignado
fez em ce: to comprador do furtos; e est
resolv Jo a continuara fa?cr com qualquer
que compre ohjectos a seus ou a outros, ftft.
gros. O abaixo assignado agradecer e re-
compensar a qualquer que o avisar, e Ibe
apresenlar o roubo e o ruubador.
Aicenio F. da S.
Quem tiver coserlos de larsnjas selec-
tas e de embigo, e pes de fruts-pSo, an-
auocie,
Precisa-se de dois conlos do ris a pre-
mio com hypottieca em urna excellente ca-
sa, em urna u^is melhores ras do bairrn de
Sanio Antonio : a pessoa que I lie convier fa-
zer tal negocio, queira snnunciar por esta
Mita, ou dirigir-se ruados Pires n. 19.
Precisa-se alugar una prela captiva
para fazer o servigo interno de urna casa de
pouca familia : na ruada Cruz, armazem
numero 48
Pedro Allain e Ilenriquo Rehm partici-
pam ao respeilavel publico, quecompraram
o eslalielccimeiito de coxeira com carros,
cavallos o lodos os mais ulensis da mesma,
livre de toda o qualquer divida, aoSr. Au-
gusto Fescher, desde o dia 15 do crrente
inez.
-- Precisa-so de um caixeiro pequeo com
alguma pratica, para urna venda : nos qua-
tro cantos da Boa Vista, ra de S. CoOfelo,
esquina n. 1.
-- Aluga-se um sbralo pequeo, ou um
aljdous andares de una casa na Boa Vis-
ta, em lugar que spja saudavel, dando-se
preferencia a rus da Anror.a para Santo
Amaro, ou no Hospicio : quem o tiver an-
nuncie, ou dirija-se ra do Trapiche No-
vo n. 42
Do escriptorio da casa n. 14, da ra do
Trapiche, futlou, urna das mulheres de ti-
mlo que pedem esmolas, no sabbado pas-
sado, urna caixinha com rolo, que serve pa-
ra copiar callas : quem a restituir rerebe-
ra o valor della ; assim como promelle-se
tomar cuidado as mulheres de timSo.
uem quizar singar um armxzrm, no
Itecire, ruado Apello, defronte do Iheatri-
nho, com porta de cocheira, que j servio
para assucar e aluga-se por prec.o commo-
dn, dirija-se Boa Vista, ra da Gioiia n.
87, segundo andar, a qualquer hoia do dia.
uem quitar comprar um lnlciin, que
foi de loja, algutnas taboasde arniat,'Su, um
nteiro e ilous caixfles grandes, ludo em bom
uso, dirija-se Boa Vista, ruada Gloria n.
87, segundo andar, que, agradaudo, acha-
ra com quem Itatar.
Pierisa-se de um preto n o?o, que en-
lenda de coiinha fraticeza : quom o tiver,
auiiuncie, ou dnija-se a esta typographia,
que se dir quem priesa.
Precisa-se de um cozinheiro forro ou
captivo para urna casa eslrangeira de pou-
ca familia : na ra da Aurora n. 8, segundo
andar: pagase 16,000 rs. mensaes.
-- Precisase fallar a negocio de inlores-
t>e cum os bei Ueirus de Francisco Cortea de
Ouadros, natural da Una (raeinsa, e que
foi feitor da Mina do ('uro. fallecido nesta
cidade, segundo ccisi", ha etn annos. A
qualquer'dos mesmos lierd.'iros, ou pessoa
que dalles sai ha, pede-se queira dirigir-s
casa n. 6, itefronte do Trapicho Novo, ou
snnunciar sua morada para ser procurado
-- O padre Thomaz de Santa Marianna de
Jess MagalbSes lem aberto aula para ensi-
nar primeiras lettras e latim, segumlo 0
systema adoptado as sulas publicas dest>-
imperio, na casa de sua residencia, na ra
do Rozarlo da Itoa Vista n. 48, o recebe
alumnos, no s externos como mio pen-
sionistas, e tambem pensionistas, o se ohri-
ga a dar bom tralamento ; Masando porcm
ile mencionar precos equalidadedo trala-
mento, porque com os pais, tutores ou cu-
radores se entender : o que, poim, pro-
meta lie o adiantamento dos seusalumnus
e a boa educaeflo.
Carrocus de alugoe
Alugam-se carrosas com bois para qual-
quer Conducho para dentro da ci arrabaldes, coudiizidas por escravos inlel-
ligentese da eonflsDfe, pelo que responsa-
bilisa-se : na ra da Cadeia do Becifu n. 1,
se indicar.
fefiifKV# ?# s>*>:*"!#<>
fe Consultorio centvnl ltomo?o- *,
fe natliieo ile PenulllllMICO, ^
fe Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, +
#i llua do Trapicha Novo n. 15. 4
fe Todos os das uteis sadarSo con- (9
fe sullas o remedios de graca aos po- i fe bres, desde pela maiilila at as duas >.
fe horas da tarde. <<)
fe As corresiiondencias e informacoes iej
fe podeiSo ser dirigidas verbalmente, A
fe ou por escriplo, devendo odiienlel$
fe indicar : primeiro, o nome, a ida le, ,tja
fe estado, profissfio e constilui^Oo e- >
fe fundo, as molestias, que lem lulo, e ?
fe os remedios lomadcis ; ttreeiro, a po- %
fe ca do apparecimenln da moleslia ac- ')
fe tual, e descripQSo minuciosa dos sig- 4
fe naes ou symploinas que sofire. 4
fe Dr. Sabino Olegario .udgero Pinho. sr
9f>>a*#(F#:4fes> :*r*>#>'
Manel Luiz da Veiga, solicitador dos
auditorios de primeira instancia desta cidade,
avisa a todas as pessoas que de seu presumo
se quizereui ulidsar. na qualidadc de snli< i- ,.,,.....IIMri (-,,,ii,liar c cu. 1I1...11 : cm Fra de
tador, I1.1j.1m de se dirigir ao paleo da matriz porla9, rUa do Pibar 11. 145.
de Santo-Antonio, no primeiro jindar da casa .. Vende-se um moleque de 14 annos, he
n. 4, das 9 s 10 horas da inauliiia, ou em an- cozinheiro, le un anuo de sapxteiro. engoni-
to-Ainariiiho, na casa de sua residencia das||naene imlii.i bonito, urna prela moca que
6 s 8 da iiianba; podendo dcixar as anas eno0inma, coiillha e cose, tildo com peifcico :
1 -.ario n. 35.
Na anligd e hem conhecida loja
vao Atierro da Hoa Vista loja decalcado n.
.'18, junio o seleiro que achara.
-- Vndese banlia derretida da trra a J20
rs. a libra: na ra do Rangel a 21.,
Encantos da America.
Vndese na ra do AragSo 11. 10. na amiga
fabrica os alunados charutosilc fumo da Ame-
1 lea, por precos commodiis.
Vende-se u-.ia escrava de 18 a 2b anno..
que cozlnha beni, engomma e lava : na ra do
Queiinadn n. G5. ,
Vende-se urna earmcaem bom estado o
um qiiario com lodos os arrcios : na ra do
Rosario da boa Vista n. 2.
Vende-se sal do a* muilo claro e gran-
do. a hor.lo da galiota S.V. Tnndide, funileaila
li fronte do Trapiche di algodao: a tratar
na ra do Vigario n. 11,casa de Francisco Al-
ves da< jinha.
Vende-se una |nU moca, sadia, e coi
habilidades, cose cb.lo inulto bem, engomma,
jOSloha e lar* de sabo: na ra de 3. Fran-
cisco casa de um an iar, confronte o theatro.
Vendein-se duas pretas criolitas com ha-
bilidades, ambas mocas, urna dila de naco c
tuna prelinba crioula de li annos com prin-
cipios de costura : na ra do Rangel sgundu
andar n. 33.
Fumo de capa.
Vende-se por preco commodo fumo da Ba-
bia muilo superior para capa de charutos, em
qualquer peso : na ra eslreita do Rotarlo,
venda 11. 47, ao vollar paia o Carino.
V'ndc-se a casi terrea 11. 18 na praca da
boa Vista, na qual lem una venda das melho-
res desse lugar, beiu como um dila na rua
Velha n.84, coni4 qnarlos, cozinha fura e bom
quintal : a fallar com lleriianliuo Francisco
de Azevedo Campos na rua das Trlncbeirai
i. 40.
Na loja de seis por'as, em frente
do Livramenlo
Vendem-se pe9as de chitas finas escuras, por
estar'ein mnlliadas a 4.(100, e 5.000 rs., e algu-
mas com dobras corlaitas do capiui, proprlai
para vestir ftuuullos, vestidos para casa e 1111-
dapoles liuos a 4,000 rs.
Pechincha /
Vende-se um cavallo ruco bom de carro, j
VPlho, por melada do que vale : no .Hierro da
Boa Visla subrailo 11 10.
-- Na Tienipe casa n. 70, vendem-se ps de
sapoiy de aliuradc2a7 palmos, c ps de la-
ranja limboa.
.- Vende-se una escrava de 28 annos de
idade, de bonita figura, a qual sabe multo beni
arden! na casa cima n. 4, a qualquer hora na"rUa larga do Rozario n. 35.
que proiiiptamente serta cumplidas.
Precisarse de um preto o prela de boa
conducta para o eerflco externo de urna
casa de pouca familia : a tratar na rua da
Aurora n. 26.
--ICugonima-se e lava-so toda a qualida-
de de roupa com lodo asseio e muita promp-
tidSo, por preco mais cnmmoJn do que em I sorinentoi aegulntet abalso declarados, bom
oulra aiialuuer parle : na rua de Agoas-Ver-!e baralo : gubias ns. a 12 para cosiora, lu-
des n 26 ',,s "iuil" "* 2li' i7, '28' '29 e 30' ',Ul' r,,r'
-- Candida Senhorinha Vieira i.sserre.|-P" r-''"'. d'^gn.ssas de coser sa,c,,s.
viuvaileB. Lassere faz scienle s J^iSa^aS
quedora em diante todos os negocios e e yil,rn casacas, duas para......urde
IransaccOcs de sua casa, sub a turna Viuva | nisa Allui d(> uot para polica e guarda
l.asserre, silo tratados pela a atinunriaiilej nacional, argollahai lisas para cortlnadose
em pessoa, por ter expirado a procurado relos, aljofares para o pescofo de varias qua-
passada a^|r. A. Lehmann. Ildades, bulea de osso noi ordinarios para
-- Precisa-se de um caixeiro para tomar calca, lima para castras de llnha coi de
cotila de tima venia por haiantO, dando nadreper..la, il.los para be.tur.- -
iador a sua conducta : em 0?ida. 'no Va- &tt&Em3Xm
dos barateiros Victorino & Gui-
maraes, na rua larga do Koza-
rio n. 2i,
antigamentc rua dos Qiiarteis, vendem-se o
liorzegulns de senhora, luvaa pretas de fil pa-
nieninas, estampas, registrse quadro, de
de 10, ?0. 40.60. 80, G'lO e
cal-
iverias l.nagens
1 il .11, a tratar com .Manuel Marques de 0i
veira.
-- O bacharel P. C. Pessoa advoga no cn-
nii' e civel : na tua Direila 11. 91, onde pude
ser procurado.
liile
ara bcilura de vaiias
senhora, tu-
pelos para ertura, assaMies e condecas
de varios pad.es. agullniios de v.d.o e.ma-
deira, apitot de cliuinbo c osso, eolsetes de
metal, lilos cliatS e dilns pretoj, canulilhu
crespo e liso, cru/.es pequeas e granilesc.....
Crnclflso, vernicas das Dores, rozado e ...ila-
DSo-se 300,000 rs. a premio de
dooslgrosos lientos do Carino, Dores a Coracao de
- pao,
por CentO ao.tie/, sobra pelhoreS de ooro : i J""". rozarlos devidro e osso corasde
* 1 r i : j rrinl'K ir vulro la ii'l*la"* <' cores, dil
no pateo do Carmo, loja n. 3, sedi.a quem 37I|I> ouro franc(. a,i pru.
"a- I ruinadas, carteraa de ii.arrnquim pequeas e
-- Aluga-se um moleque que sabe cozi- ,,,,!,.,, de mella e lem n.nila, bordes, violas
...------,-- r~,- ^,,.. "i, guiarias, curdas de viola, ditas brancas e
amarella. niariinbaos sonidos, cordilo de ouio
franctt, dims de algodo para vestidos, ditos
de retmz para dcb'iiiiide coletea, rclojni e
para chapeleiros, creo a pedras de fogo tinas,
Altas de amolar, ditas de csciever, peuiias la-
pes, fembein inulto linos, ditos de cores, peo-
nas de palo c ac finas, canelas de casquinho
0 melad calxlhai de tinta de deseubu, ditas
linas, pip'l ab.iasso, dilnde peso, dito de co
res dita para capa de livros, ditos para en-
feitar caljIRba e oratorio de meninos, cruzes
com iinagens e cruzes com pia d'agoa benta.
espedios de capa e de gaveta, boles de 111a-
drependa finos, ditos pttOt, brincos pretos
devidro e'arame, ditos de cv.es., escovas de
denles, ditas finas de cabo de baleia, oAlas de
ourives, galo branco e aii.arrilo e renda, 31.1
de pspiguillia c volantes, bolOes de saniarra
de pail.e c lila para goda do inesino, rstojpi
de navallias finas, eci vas linas para ronpa,
ditas pa.a cabello, ditas para calcado, pincela
para buba, esenvas para cavado ou mesa,
carapocas, aliadores de navalhas linas, gnai-
danapus e toadlas de liuho, franjas e trancas
dcret.ozpara vestidos c maiilcletes, dilos di
algodo proprias para corlinadoa. pannos de
pret.s e toall>as, babados' de linlio largos
esoeilos, coiddcs de vestidos finos c muilo
grossos, trai.(a de laa de cores para vestidos,
papel de liza, lonetas de ?ar de perto e ion-
ge, pentes de alisar linos e ordinaiios. tintei-
ros de vidro, ditos de cmbanaillco, fio de sa-
1 .i!. 111 sedas, ilhozes, brochas, culberes ile
cha e sopa, Iroyidas de candiriro na II. l2
13 e 14, suspensorios linos e ordinarios, fivel-
las ilnuradas finas para (s, colele c calca,
estojas < hu navalhas finas para baiba, fio de
sapateiro ainarell, realejos ileUai furos,
cornetas de 5, 7 e 9 chaves, reloj..s .ara ineni-
nos, ii.il.o branco e amarello, linhas de 110-
vellos brancas sorlidas ns. 16 a 120. dilasde
carriieis de 100 e 200 jardas, ditos dos mea-
mos, ditas i.s. I a 15, de miudas sendo 10 a 15
para bretanba lina, .lilas muilo finas, ditas de
marca, aiuese encarnadas linas c grnssas, di-
las de cari ileis de cures, n.riaa de algodo li-
nas para hou.ein, dilas pretas para senl.oras
nV.J.7, comprar e fazer o mais eervic.0 de
urna casa : % pessoa que o pretender, diri-
ja-se rua de Santa Itila^ casa nova, junto
ijroje-
-- Despja-se fallar com o Sr. Jo'e Mina
de Vasconcellos Bombonas negocio que o
mesmo Sr. nflo ignora, e deixando de 0 fa-
zer se publicar qual o negocio : na pra?a
da Independencia n. 38.
Desappareceu ou furtaram do caes da
rua da Aurora urna canoa que carrega 600
a 700 lijlos : quem a tiver adalo, dirija-
se a rua Formse, ultima casa torrea, ou
annuncie.
Precisa-se de urna ama para casa es-
lrangeira de pouca familia, que saiha coz-
nbar e engommar : na rua da Cadeia do Ite-
cife n. 15, primeiro andar.
O abaixo assignado comprou a venda sita
na rua da Passagem ao Sr. Vicente Jos de tili-
veira : quem se adiar com dircito a ella queira
reclamar no prazn de 3 das.
Joaquim di Almtida Queiroi.
--Perdeu-se urna letlra da qubiilia de rs.
293.177, desde a rua atrs da matriz da Boa
Vista al a do Cabug, saesda em o primei-
ro do coVrente mez com o prtZO de ires
mezes, e sciUa pelo Sr. Antonio Cameiro
Machado llius : quem a tiver sellado e a
quizer restituir, o poders fazer na rua do
Csbug n. 2, esquina que volla para os
(Juaileis, ceito de que o aceitante j se
acha inleirado do necorrido. ___________
Compras.
(>oni|nam-6e
escravo bonitos e robustos para dentro e
fra da provincia : na rua larga do Hozarlo
n. 48, primeiro andar.
Compra-so urna escrava, que saiba bem
engommar, cozinhar e entenda de costura,
sendo moca e de boa conducta : na praca
[da Boa Vistan 28.
ligas de seda para peinas de senhnras. Donis
Con.prain-se ps de mangeira enxerlns 1 de panno, ditos franeczes, didaes au.arellos e
i de laranga de embigo, ps de jaca mul e du-1 braucos finos pa.a senlmias e meninas ditos
' ra, mangabeiras, alguna ps de sapoly, fruta de inaifini, lata amarella e branca, ditas de
pi e ps de abacams : a pessoa que tiver estas! cobre de varias ces, ii.icanga, rozaiios, pa-
qualidades de plantas annuncie por csia folha I litos de fogo e de denlesbons, caivetes, pin-
para ser piocuiada. I as e ibrsouras de varfcs qualidades, grava-
Compra-s um par de brincos de OU- las prelas e de cores, com molla e sein molla
ro com 3 oitavas DOUCO mais ou menos, sem para pescoco, bicos p.cio de 40, 0, 80 e lio
felio.e sendo de aimaiHo : quem o Uver, ^ffSi^S^Zt^S!Znt
lllUl.Cie. versas laignras, ditas de ros, piczilbas de bo-
_ tompra-ae seis cadeiraa americanas em tm e ue BM1S|,(.I1SU1|,, ditas p.cias. brancas.
un .o uso i quem tiver annuncie ou duija-sc
rua da Praia, 11. .
Vendas.
Bezerro liancez a a,800 rs.
No Atierro da boa Visia loja de calcado n.
58. junio ao lelciro, vendem-se pelles de be-
zerro francezde boa qualidade a 2,00 rs.
A 3,2oo rs. o par.
Sapatiics de couro de lustro, obra bem feita
S 3,200 rs, o par ; quem quizer deienganar-se uumeradas para ailaiatcs, atacadores para
de laa e de lelros para drbium, rap gansc fi-
no e grosso, dilos de oulras qualidades, filas
de velludo largas e riueilas, fruens decores,
filas de seda, ba.mullicas com claiincla, da-
dos para jogu, tinos e ordiuaiioa, apilos de os-
so limito grandes para maiii.ba, pentes de co-
co de valias qualidades, couro de lustro, filas
de seda lisas de ns. 1 a 9, ditas lavradas de
ns. 4 a 12, ditas de gorguro para sinteiros,
bailados de* linho lu.^o p.-na b Hyocs, itiitais,
iniadinlias de liulias pelas c blancas peque-
nas, dilaa de peso, medidas de marroqu... e
uros tu- mu. v---------1 -7, ...A,, ,1,.
relio, velas para cs ordinarias, biiiVs de
,..,0 para sobrecasaca. dito, de vidro cor de
lelte, lacre fino para fechar carias, ocolos c po-
Vende-se -um casal de ganco : na rua de
Hurtas n. 110. .,
Vendem-se 4 malecotes de Idade de ID a
18 annos. sendo um detles carplna e ouiro pe-
.Ireiro, um escravo bom carrelro, iresescra-
vi.s nmcos. um* dita de mcia idade : na rua
Direila n. 3.
Vende-se papel pautado para msica, cor-
das e bordes para violes e ra becas, d.i mais
superior qualidade possivel : na ruaest.e.U
do Rozarlo travessa do Queimado loja de iniu-
desai n. 2 A., de J. F d Santos Hala.
-- Vende.n-se ilous terrenos, um no Atierro
los A fogadoS do lad ida mar pequea, cout
perto de 800 palin < de frente, e o ouiro e.u
Santo Amaro, dando de um lado na rua da Au-
rora e do outro na estrada de Luiz do Reg,
com 200 palmos de rente : na rua da Cruz ar-
mazem e primeiro andar n. 51. e no Atierro
da noa Visla u. 3 segundo andar.
Loja de Antonio Gomes Villar, na
rua Nova n. u3, quina que vol-
ta para a Gamboa do Carmo.
Vende-se a verdadeira sarja preta hespa-
11I10I1. selim preode maco, velludo preto,
...eriii.i preto inulto lino, los de l.nho preto,
bicos pretos de linho muilo lino, blcosde blon-
ili-s, llores francesas de todas as qualidadea,
Iciiiics do ulii.no gusto de 2 a 15 mil ris, luvas
pretal de seda, chapeos pretos francezes para
linuiem, vestidos Je cambala brancos com.
babados, e oulras multas fazendas de gusto,
que se vendero por menos d> que ein oulra,
qualquer parle.
Na rua Nova toja n. 2, atrs da matriz,
vendem-se bolina de iluraque preto gaapeados
de courn de liislro para senhora a 4,000 rs.,
tpalos de inarroqulin a 1.440 rs.. ditos deslus-
tro a 1,000 rs., dilos de duraque preto a 2,000
rs., ditos de s- ti.(i luanco a 2.40 rs.. d-los de
duraque de cores a 600 rs., o par, sapaldes de
cn.iro de lint.o pira boinein de sola franceza
a 7 0110 rs., chapeos francezes para liomein
inulto finos a 7.0U0 e 7.500 rs., chapoa de sol
de seda para homeiu, dilos de panno de algo-
do, mangas de vidro. jarros de porcelana Boa
pa.a llores, caoua da ludia para bengalas, es-
pellius pequeos, garrafis de vidro lapidadas
finas, superior agoa de Colonia e.u frascos a
2,000, 3,000 e 6,000 rs., perfumaras finas, e
n.uilis oulras fj/endas : vendem-se a diubeiro
a vista, nada de fiado. .
\, Colombiez, na rua Nova bja
n a,
vende (lores tinas com rosas brancas para en-
feile de vestidos, bicos pretos linos, lencos de
selim pretos, lencos de seda de cores para se-
nboras a 1,600 rs. i diubeiro visla.
__ Vendem-se chineo de palha
do C'.ile, muito ^..periores, ,por
;ireco muitocommoJo para lechar
co itas : Ira a-se no esenptorio de
Novaes&s'ompanhia, rua do Tra-
piche n. 3'|.
-- Vendem-se 200 Mus de sarrafos de
pinho para estuque. OU ens'adfla.nPiilo do
lar lim : no armazem do caes da alf.mlega
i. n mero 5
Nj rua do Crespo n. 10, luja de
J. L. deB. Taliorda,
vendem seasspgiiintiis fazendas, proprias
d presente eslsc. a saber: sarja hespa-
nhola, a 2 4DO, 2,000. 2,800 n 3,01)0 rs O CO-
vado ; lila uferjior, a 1,900 ; cbamalole de
sla, 3,000 ; inurQuIina prelada 13a, lam-
bem prepria para vest tus por ser fszenda
milito lina, a 960 ; merino preto fino, a
3,500 ; casemira prela selim. a 3,500 e
:l,8 >0 ; panno preto fino, a 4,010, 6.500 e a
K.8'0; dito superior, a 8.000 o cova lo ;
lencos de etloi preli.s para grvala, a 4,500;
ditos do s-.la de cores pa.a algibeira, a
1,(100, 1,600 c 2.000 rs. ; ditos pa'a gravuti,
I 000 ; ditos superiores, a -2.000 ; ebrpos de
sol de seda francezes, a 5,500 e 6.500; di-
los para .^eiilior, a 1,000; ditos de panot-
nbo de cores com cabos d'osso e arma^So
lo ferro, a 2.000; chapeos .le massa fran-
cezes da ulli.|i', moda, a 7,000 rs.
N. mesma ,0.h vendem-se
tamb.m precos mi-'" commodos. ss fs-
sendssK'ffuinUs : ci" "'9 ,le o"" hr"n-
ca p ,ra v. sii los, a l>-w0 a *0()0 rs- i u,t09
demureulina, a 3.000,,,l"s de cassa-chl-
Vt, cusios mpder".2-*80 a ^f r,s-
cado monsir'n, a iV Q covado i dilo para -
c leas, a 160 ; l'ticos deseda com ianje, a
3,500 ; chales de Illa e teda Quos, de lindos
e modernos padi s, a 7.000 ; ditos ditos, a
3,500 ; dltOl pretos, a 2,000 ; camizinlias de
cambraia para senhora, a 1,500; gollinhas
para ditas, a 610 ; l'nQnsde quadrosencar-
nados con. franji.a 320; dilos de fil pre-
lo de tres ponas, a 200 rs. ; luvas de algo-
d1o c de scla psra liomem ; IS.izinha edr
de caf, proprias para jaqupias, a 200 rs. o
covado ; ia e seda, propria para palitos, a
140 rs.; ca ni isas de meia, a 1,280 ; ditas de
13a e de seda, a 2.000 ; laziniia de listras
para calcas, a 2*0 rs. O covado ; briol pardo
de linho para dilss.a 1,000 o corte ; c.tes
dpcasemia e de fusl5o para colletes, a
1 O11O ; lencos de seda preta para gravis, a
300aa 640 rs. cada um ; suspensorios de
cadaco, a 60 rs. o par ; dilos de meia, a 40
rs. ; mallas de la p>ra pescoco, a 320 rs. ;
alpaka preta, a 720 e 800 rs. ; (lila superior,
a 1,000 e 1,200 o covado ; brins de liuho de
corrs, francezes, de novos padrOes e supe-
perior qulidale, a 1,40 ) a vara; casemira
de cores pura calcas, gostos modernos, a
6,500 e a 7,000 o corle ; casineta de lita pa-
ra mas, a 3,500 e 4,000 o corle ; bietanhas
de linho, trncelas, peca de C varas, a
3,500 ; coberioies de lila, a 1,000; brela-
nbas de rollo, a 2,000 ; laf> t de cores, a
500 e a 610 rs. o covado ; renda de linho, a
40 rs a vara ; e oulras tuuilas a presos ba-
ratsimos.
Vende-se, por preco com-
modo, cera em velas, muito bom
-ni tmii n'.D, fabricada no Uio de
Jdin no : no armazem de Dias Fer-
reira, no caes da alfandcga, ou
com iNovaes & Companhia, na rua
do Trapiche n. 34
Vendem-se duas escravas bonitas e mul-
lo mo(as. una crioula que ragoiuma muilo
bem, cuziiiha e luz doce de diversas qualida-
des. leueira, c a oulra be de uaco, cuzinba
e engomma : airas dos Marlyics rua du Laldet.
reir 40, .
MUTILADO


4
BM
MKflniMmiaiL. v>
Qi
!

)uem duvidar
Venha ver e comprar.
Ns rua do Crespo lojn da esquina, que
volts pira n cadeia, vendem-se panno li-
nos prelo< snppriores a 3.000, 3,500, 4,000,
4,500 o 5.000 ris o eovado, dito azul
3,000, 4,000, 5,500 rs., dito verde 2.800,
6,500 rs., ditu cor de rar a 3,000, 8,500 rs ,
cortes de casimira preta a 5.CO0 rs., ditos
Oais S'iperiorp* a 8,500 e.10-,000 rs, ditos
de cd es a 2.800 rs., cortes de eollet" dp
velludo a 2,000 rs ditos de setim de core
a 1,600 rs-, ditos de gorgorito de spda
1.280 rs ditos de fuslSo a 321, 500. 610 rs.,
ditos de brim pardo do liuho para cale a
1,600 e 2.000 rs., dilos brancos a 1,601,
1,800 e 2.000 rs., ditos de cOres a 800, 1,280
rs-, riscado* de linho n 220 n 320 rs o eova-
do, il.od.io trancado de listra escuro mili-
to encorpado, proprio para escravalura de
engenho a 180 rs. o eovado, picote a 220
rs., zuartn azul de vara de largura a 2*0 rs.(
dito de furia cores a 200 rs., riscado mons-
Iroa220 rs., dilos francezes muito bonitos
para vestidos a 210, 280 rs orles de cam-
braia branca de quadros a 2,000 rs., dilos
do cissas de cores a 3,000 rs., dilos muilo
finos a 3,500 rs., ditos pretos a 2,000 rs.,
cambraia lisa com 8 varas o mem a 2,720
rs. a peca, illta de cores car* vestidos a 2S0
rs. o eovado, dita preta a 120 rs., melins de
cores para forros a 120 n 110 rs., cortes de
chitas linas e de cores DlSS a 2,r>00 e 2,100
rs., chita rara cobe.ita de cores lisas a 200
rs. o eovado, ditas pura vestidos a 140, 100,
180 e ano rs.. meios leiiQiis de cassa.para
grvala a 210 rs, ditos rom listras de seda
a 320 rs., sarja llespanholi muilo superior
a 2,210 e 3,000 rs. o eovado, mcias para me-
ninos a 1,000 rs. a duzia, chaos deso de
asteas de bal. ia a 1.800 rs., madapolfio
muilo superior e largo a 210 rs. a jarda, e
os acreditados cobertores de lvete para es-
cravosa 720 rs., cambraias bordadas pro-
pria para bahados e cortinados coni 8 va-
ras e meia a 4,0*0 rs. a per.ii, e outrus inul-
tas fazendas que so os freguezes vendo acre-
ditarlo os precos.
Deposito d fabrica le Todosjos
Santos mi llaliia.
Vende-se, em casa deN. Riber&C.
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
issucar e roupa de escravos, por preco com-
modo.
Na ra estreita do Itozario, travessa do
Quciinado, luja de miudezas n. 2 A, de J.
F. dos Santos Maya, vendein-se cordal de
tripa e hordfles para viol3o e labeca, e pa-
pel paulado fiara msica, ludo da melbor
qualidide possivel.
.\rarlos de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de divorsos mo-
delos.
Itoga-se aos Srs. freguezes do ba-
rato qne Jciam o segulntc
nminiiclo.
Vende-se brim de quadros de linho, a
320 rs. o eovado ; riscado de linho, a 220 rs.
o eovado ; dito de algodio, a 180 rs. o eo-
vado ; pecte muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs. o eovado; castores
muito encorpados, a 280 rs. o eovado;
brim transado branco de linho, a 1,920 rs.
o corte; dito escuro, a 1,600 rs. o dito ;
esguiilo de algodito de 12 jardas, a 2,400 rs.
a peca ; cortes do fuslSo, a 560 rs. ; cober-
tores escuros do algod.lo, grandes, a 720
rs. ; cassa preta, a 120 rs. o eovado; chita#
de cores (lias, a 160 e 180 rs. o eovado : na
ra do Crespo n. 6, ao p do-lampeSo.
A 2,400 rci.
Vendem-se pecas de cassa de quadros e
lislras para habados com 8 1|2 varas cada
urna : na ra do Crespo, laja n. 6, ao p do
lampcSo.
Vinho il<: Champagne
de superiores qualidades : vende-se em casa
de Kalkiiiami Irinos, ra da Cruz n. 10.
0*^0000:^000 000 O0O0
0 Jos .Jonquiii .Morelra& C {>
0
0
9
0

Kua do Lo.legto u. l\.
Neste pst-hi-lecimenlo se encontris s^m
pro o mesmo sorlin eoto de chapeos de so-
ja annunciados, assim como sedas e |iannos
em peca para as armacO s servidas, bsleias
para vestidos e espartilhos ne senhoras.
Concerta-se toda a qualidadede chapeos de
col, ludo por menos preco do que em outra
qualquer parte.
Acaba lieehegar para a rua Nova
n. 8, lojn de Jos Joaqun) Mo-
reir- & Companhia
excpllente cspartilhns de linho para senhora,
guarnecidos de li.ileias e de dilleirntes mo-
dellos, cnusa papalina e inteiraiiienlf nova
neitte genero, vcudein-se por prefn limito eio
conla. chpeos franceses iimileruus e da boa
)>elucia a 7,000 rs., sarja pela hespanhola,
veos prelos milito linos, [uval de ludas as qua-
lidades quer para hoillfin quer parj SVuhnra,
lanlernas de vldro de todos os tamaitos e de
iodos os precos, ditas bronzeadas, lencos para
grvala de cores e pretos, nm b.-iio sortlmen-
tnde eordas para violto inui'.o novas i|ue se
vendern a lOO rs. cada una,
AGENCIA
da fundico Lnw-Moor.
RUA DA SKNZW.I. NOVA N. 42.
Neste eslabeleeh/ienlo CAD-
--JUJa a lia ver nm completo sorti-
menlo de moendas o meias tnoen
da para engenho, inacliinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de lodos os taminlio.s,pa-
ra iliin.
Vendem-se supe ores livros em bran-
co, de diversos tamanhos : em casa de Ralk-
mann Irmflos, na ra da Cruz n. 10.
Vendern-se rclogios de oii-
roeprala, patente inglez : na rua
da Scnzilla Nova n. l\i.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
iniilrlo.", assim como americanos
com CHinbao de sicupira e breos
de ferro : na fuidicao da rua do
Brum ns 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgen) e polassa.
Cimba & Amonio, na ruada Cadeia do
Itccif! o. 50, vender cal virgen em podra,
Chegudo pelo i'li uno navio du Lisboa, e po>
tassa de boa qualidade, por menos preco do
que em Olrs qualquer parte.
I'or 1.000,000 ris.
Vende-so uin terreno com 53 palmos de
frente ( lugar para edilicar 5 moradas de
casas ) leudo de fundo desde a rua da u-
rea al a rua lio Hospicio, e se convier
tambem se fifi negocio com uniros 5.1 pal-
mos juntos ao mesmo terreno, os quaes
d.1 lugar para ed.ficar-se 15 moradas de ca-
sas : para tratar, na pruca da Independen-
fcla n. 17.
i Fio para sapa teiro e para saceos.
Vende-se um restante de ptimo fin par*
sspateiro em novillos, e dito em meladas
para saceos, por preco en ornlo para |,.
com lojn na rua Nova
iiiiuiero 8,
acaham de receher um sortimenlo Q
de candieiros denominados Eco- <%
nomicos moderadores muito pro- *
prios para quein 16 o escreve, ou es- J
luda de noite, lano pelo aceio da luz *
y como pela clarida le que d3o, acres- 0
J cendo alem disto que o sen preco he JP
'.V o mais mdico possivel, poique n3o
0 escede de 4,000 rs cada um O
Vinlios finos
de r.cinlr ni\. vinhodc Heres, vinho do Rhel-
no, vinho de Bordeaux branco de idadede IflO
anuos : vendem-sc em casa de Kalkmaun Ir-
mos, rua da Crut n. 10.
Charutos de Ihvana
de superiores qualidades : vendem-se em ca-
sa de K.iikni um IrinSoS, rua da Crur. n. 10.
Vellas de esprmacete
de inulto boa qualidade e de 6 em libra : ven-
cleni-se pelo diminuto prcen de 600 rs. a li-
bra, em casa de Kalkiuann 1 muios, rua da Cruz
n. 10.
Instrumentos de msica
chrgou novainente mu completo sortimenlo
de Instrumentos para musir militar, recoin-
inend.i-se priiicipaluienle os pisides, pralos
verdadeiros da Turqua, flaulns, flamas, bal-
sos, cmelas de chave, clarins lisos e de cha-
ves, violors riquissimos de jiciraod.-i, clari-
neu, trombones, trompas, caixas de (tierra,
/ ilniii,;.... c arca de cainpalohai : vendcni-se
c ni casa de Kalkiuaun Irinfios, rua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vendem-se em casa de Ka.k-
iii.iiih irinos. rua d Cruzn. 10.
Ubras de ouro
chegou um novo c completo sortimenlo de to-
das as qualidades, como sejam, correntes pa-
ra reloglns, annei, pulceiras, allineles, aile-
recs, brincos, voltas, etc. veudeiu-se em
casa dp Kalkmann Irinos, rua da Cruz mi-
nino 10.
Litros em branco
grande sorlimento proprio para escriptorio e
(ualipier otitro estabelecimento : veudem-se
em casa de Kalkmanu Irinos, rua da Cruz
n. 10.
Cadeiras e sofaes
para meninos : vendem-se em esa de Kalk-
mann Irmos, rua da Cruz n. 10.
Copos para vnlio c para agoa
de qualidade muilo superior vendem-se em
rata dr Kalkuiann Irinos, rua da Crin n. 10,
sonde tambera lia grande sortimenlo de appa-
ri-lliosde vidro lino para sobremesa, para agoa,
para ponche, cestos c vasos para flores c para
frutas.
Moendas superiores.
.Na fundico de C. Starr *t Comptnlils,
em S.-Amaro, aeham-se venda mo'ondst,
le caima, todas de ferro, de um modelo e
const'ucco muilo superior.
ntigo deposito de cal
virgen!;
Na rua do Trapiche, n. 17, lia
muilo superior ca nova em pedra,
ebegadn ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacional,
contend) n lei, regulamento e todos os mo-
delos qoe dolas dependem, a 1,000 rs. cada
ejemplar completo : na praea da InJepen-
dencis, livraria ns. 6 e 8.
Ao pulilieo.
1.111 mu crescido numero contavam ns mdi-
cos at agora molestias iucuraveis, contra as
quaes so era permitlldo ao paciente resigna-
cao para sollrer um mal de r|UC j nao liavia
espprancas de poder libcrta-lo, e ao medico
philantroplco a dur de ver muitos de srus se-
inclliaotes victimas de enferuiidades, cnnlra as
quaes se deilarava impotr-nte, |indendn apenas
1 un. ni.ir a fraquexa da Intelllgencla liumana.
Mas. gracas aos progressos da medicina, gra-
cas ao sclo de liumens incansaves, que, nao
tespspcrando da prrrectiliilidade da sciencla,
se lem deilicado investigacAo de remedios
quepossam alliviar a liiiinaiiidade de alguna
males (jue h alfligem, o numero das molestias
reputadas iucuraveis vai de da em dia dinii-
ntiiudo. Assim, aehar depois de loncos traha-
Ihos. de profunda meditaco e reiteradas expe-
riencias, medicamentos que nos restiluain o
uso dos dous mais importantes sentidos deque
he dotado uhomein, quando estes j se acha-
vam no suppostn eslado de incurabilidade e
inteiramenle perdidos, he por cerlo um dos
inaiores servicos que se poda prestar huma-
nidadr; eis o que esLiva reservado a uin ho-
1111 ni pliilantrupo da cidade de Uraga, em Por-
lugal, cuja setnela, CUjo amor de scus seme-
ntantes seleem feitn geralmenle conhecer. Os
remedios que ora oll'err ceios ao publico, nao
eiitr.1111 na classe daquelles que o avidu e ousa-
do charlatanismo inculca com roucus e des-
roin|ias..idos hrados, e que o crdulo vulgo
por ignorancia recebe na boa f e seui discer-
nimento, achando-se depnis llluoido; tem.pn-
rcin. de oceupar mu distincio luuar entre os
medicamentos que maiures brueRcius preslam
ao hoinem : con>tam elles dadissolu;o aguo-
sa de estrados de plantas medicinaes, de vir-
tudes mu reconbecidas c verlticadas. O longo
uso, as continuadas e severas esperiencias
i|iie por toda a parle leem elles slo submclti-
pie sobre ellcs havia fundado o seu Inventor
Ihc leem grangeado constantes c repelidos elo-
gios dos mal sabios e respellarels mdicos
assiin da Europa, como da America que unise-
nos abonam e proclamara sua act5o sempre
certa c benigna. Um destes licores he desti-
nado acmbales as molestias de olho, c lem
por principal vlrjude restituir aos orgaos da vi-
so uas funccSes ; reanimar e fazer reappare-
,er em sua natural perfeicno a vista, quand.
ela esliver fracaouquasi eilincta; comanlo,
torera, que nao baja cegueira absoluta com
desorganisaco das partes; nao menos, til e
enrgico he pata desfazer as cataratas destruir
as nevoas e de prorapto debellar qualquer in-
dainmacao ou vcrnielhidno dosolhos. Nao
causara dr nem estimulo na parlde.
Oulro liquido reslilue a taculdade de Ouvir
ossonsso ouvldo tocado de surdez, anda que
inveterada uraavezque o mal nao seja denas-
rene, sera causar em lempo algum o menor
incommodoao doente.c sera pnva-lo de cui-
daren! seus negocios. _____
INSTRUCgOESPARA O USO DOS REMEDIOS.
O dot olhoi empriga-'t do modo itguintt:
O docnle pela inanlia, em jejuin, uraa hora
pouco mais ou menos depois que erguer-se do
leito, lomar sobre a palma da inao pequea
porco daquella agoa ; e cora ella inolbarn
bem os ollios, faiendo que algutnas goltas
caiam sobre o globo oceular : sera os limpar,
os conservara moldados ale que naturalmente
ensuguem : ao deilar-se noite pralicara o
mesmo : durante o lempo que usar do reme-
dio evitar o calor, aeco de fumaca e o vcnlo ;
far abstinencia de comidas salgadas, aiedas e
adubadas cora especiarlas.
remedio doi ouviJoi ier applicado domoduqui
tegue.
O docnte pela manha, uraa hora pouco
I 01 os ou menus depois de erguer-se, anda em
jejum, far derramar dentro dos ouvidos qua-
tro ou cinco gollas do liquida, lapando-os de-
pois com algodo em rama ; noile ao deilar-
se repetir a mcsina operaco. Durante o uso
do remedio evitar expor, os ouvidos princi-
palmente, aeco do calor e do vento, alint de
evilar graudc transplrac, havendo cuidado
em nao molhar os ps ein agoa fria linalmen-
ledeveobsler-sede comidas salgadas, azedas e
adubadas.
fcsles remedios cstao venda na botica de
111 Un,1 .un 11 Francisco de Soma, na rua larga
do Rosario, n. !i, nico deposito era Periiam-
buco, pelo preco de 2,240 rs. cada vidro.
quidar factura : em casade Adamson llowie dos, aem que ama s vez halara falbado em
& Companuia, 1 ua do Trapiche 11. M. I,eus bons effeitos, e desraenllro aseiperao;as
Deposito de lecidos da fabri- ^
ca de Todos os Santos, *
na l'aliia.
Vende-se em casa de Pomingos Al- '
ves Mallieus, na rus da Cruz do Re-
cife n. 52, primeiro andar, algotlilo
transado daquella fabrica, muilo pro-
prio para saceos e roupa rie escra-
vos, assim como lio proprio para re-
des de pescar e pavios pare veilas,
por preco muilo commolo. ^j
Vlba-me Deo.i
Critava nm pohr lio mem na rua um dps-
tes dias, eafregando com fres umacanelh
por causa de un soffiivel ^rnmliulhSo qu-
dera pelo lerrivel esquecimento que leve de
Irazer os oculos. He incontestavel a ulilie
dade delles, porque no s aproximam os
objeclos, evilam a poeira nos olhos, senilo
tambeo dSo certo r de importancia, os
mocos pjssam por estudiosos, os vclhos
por sabios ; nSn ha mesmo ejemplo ou no-
ticia, que un homem de oculos fixos fazen-
lo-se anniinciar em qualqner parle o m-iii-
dassem esperar no-patamar da oseada ou
na porta da rua, e s si 111 na sala desespera,
sssentsdo, etc. ele.; ordinarian-.ente o me-
nor tralamentn que recebe he o do senho-
1111, em suma silo os oculos o antidoto das
quedas, liambolhi's, loupadas, canelladas
0 oulras calaslropbes a que o genero huma-
no esta suliji'ito; he por isso que so aviza a
quem os quizer, qur de vista cuita, quer
cuneada, os v comprar na rua larga do Ro-
zarlo n. 35, Inja.
>SJ#t>#^:### #**:''*'>
> Na loja le Jos .loatpiini Mo- w
( relia & Conipimitla, na 4
fe lina K-ofa n. n, m
4 vpfidem-se manguitas e meias man- ^
9 gas de fil dw linho e rambraia, cou- 0
> s degosloeque n.uilo se usa nm d
j> vestidos de cassa, cambraia e seda, %
4 costando o par 2.000 rs. smente ; >i
ft cabeces ou romoirss de ii de h-
ij iiho, lano para scuboras como para
> meninas, pelo baralissimo prego de
fe} 4,000 rs. ; camizinliss de fil e carn-
ea brsis ; talhos de bieo de seda ou
fe blondo, lano prelos como brancos;
; capolinhos de cbamalote e selim ma- 4
i cao ; mantas de garca brancas, mui- 4
id loproprias para noivas ; capellas e *4
1 ramos de flor de laranja ; chapeos 4
y depalba arrendados n lisos para se- 4
t' nitores e meninas ; e outias fazendas ff
i mais, que na mesina luja se ven Jen
> muito em conla. f
Madama Rosa Ilardy, modista
brasileira, ru) Nova, numero
34,
\ 10.1111. 11 ao publ.co, e parlicularinenle seus
freguezes, que lem recebido um bello sorti-
menlo de fazendas novas, ricos chapeos de se-
d 1, de gros de naples e gorguro de todas as
cores, lisas, franzidas e de pregas, dilos de
seda para meninos se baplisarem, chapeos de
palha de tollas as qualidades, para senhoras e
meninas, l'm grande sorlimento de mante-
letes e capolinhos de ludas as cores, prelos
de rhamalotes e gros de naples, capolinhos
de lil de II11I10 preto verdadeiro, ditos para
menina de quatro a oito anuos; ricas cpelas
de limes de laranja e ramos para enfeilar ves-
tidos, ricas lasas de p, li. a cumpridas e enfel-
ladas, ditas curtas prelas e de seda de iedc
para lucilinas e senhora, dilas de pellica cur-
tas para senhora e para hoinciii ; camlsinha
para senhora, ricas romeiras, meias de seda
branca paia baptisar meninos de quatro me-
zes a tres anuos, ricos penachos brancos para
enfeilar chapus, e ramos linos para dilos;
trancas e franjas de seda preta e de cores;
groide nap'e> preto c furta-coit-s, com franjas
e trancas da mesma cor para os ditos capoli-
nhos ; se vende vonladc do comprador.
Lindas toucas de gorguro, viudas de Franca,
paia baptisadu. .Vi mesma loja faz-se vesli-
diobos i' o 1 baptisado, toucas para enancas,
capotinhni, vi-siidus para senhora, chapeos de
crep prelo ; e mullas nutras fazendas que te
veDdem mais em cunta que em qualquer oulra
1 ai te.
ItllESTOI. SALSA PAIIRII.IIA AMERICANA.
Alcl/i'ir e tnais extraordinaria do mundo.
I'ieservaiiva iufallivel contra as febres.
A salsa parrilba original egenuia de Bres-
lol possue (odas as virtudes para curar to-
das as eufermidades que provm de um es-
lado de impureza desangue das secreccOes
morvidas do ligado e estomago, e em to-
dos os casos que opcessitsm remedios pare
purificar o robustecer o sistems.^ Em to-
dos os casos de escropbulss, erisipelas, l-
nhaerupces cutneas, manchas, bilis, en-
flamacSoo debilidade nos olhos, inc.haco
das glandolas, dores lombares, affeccoes
1 hi'iiiniitiens, dores nos ossos e as juntas
hydorposis, despepsia, ssthmo, dearrhea,
desenteria, tosse resfriados, enflammaco
do pulm5es phlhisics quaodo provm da
obstiucSodd* bronchies em pessoas escru-
pulosas, enfluenzs, lndigeslilo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enormidades das molhe-
resenfermidades beliosas, e em todas *a
afectes provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emproga
com efllcacia em todos os sobredilos casos,
e he reconhecida como a mclhor medicina
queexisle. Os frascos de salsa de Bristol
leem mais de quatro tamanhos dos do sal-
sa de Sauds entretanto que os de llristol
sevendem por5,000rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vital Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Naris Gonsalves llamos,
na rua dos Quartcis pegado ao quartel de
policia.
Snlsa-parrillia le Snnda
para remover curar radicalmente todas as
enfermidades que procedem da impureza
dosangue, ou Rabilo do systema.
Esta medicina est operando constante-
mente curas quasi incrivois, de molestias
que procedem da impureza do tingue. A
iufeliz victime de molestias hereditar>s
com glndulas indiadas, ervos encolhi-
dos, e os ossos meios arruinados, ficou res-
labelecida com toda sua sade e forcas. O
doente escrofuloso, coberto de chagas, eW
sando nojo a si mesmo, e s quem o servia,
ficou pereito. Centenares de pessoas que
tiuliam soOridO ( por anuos, a ponto de
desesperaren! da sua sorle ) molestias Mi-
tineas, glndulas, rheumalismo chronico
e militas outras enfermidades procedentes
do desarranjo dos orgos de secreco e da
circulacSo, teem-se erguido quasi milagro-
samente do leito da morle, e boje, com
conslituices regeneradas, com prazer at-
testam a ellicacia desta inestiinavel prepa
laeHo.
Comquanto tenbam apparecido grandes
curas l aqui produzidas pelo uso desta
eslimavel medicina, comludo a experiencia
diaria aprsenla resollados mais notaveis.
1. New-York, 22 de abril de 1848.
Srs. A. B. e D. Sands. Julgando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
blico em geral, rcmetto-vos este certificado
das grandes virtudes da vossa salsa-parri-
Iha, para que outrus que hoje eslSo sof-
frendoestabelecam melbora sua coufianca
e lacam sem demora uso da vossa medi-
cina, a
Vi-me perseguido com urna grande f-
rula no tornozelo, que se estendia pela ca-
ncha cima al o joclho, lanijava grande
porcSo de nojeula materia, com comicbOes
que me privavam muitas noiles do meu des-
canso, e ram muito penosas de suppor-
lar.
OSr. Diogo II. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilha, recom-
mendou-me que eu fizesse uso della.e de-
pois de baver lomado cinco garrafas liquei
perfeilamenle curado.
Tenho demorado um anuo mandar-vos
um ceitilicado, para reconhecer com cer-
teza se a cura era permanente, e leudo ago-
ra a maior salisfacSoem declarar que nSo
tenho visto, nem sentido cousa elguma du-
rante todo este lempo, e acho-nie perfeila-
menle restabelecido. -- Sou vossa, etc.
11 5arii/i M. Inlirt.
240, rua llelancey.
Nesta provincia o nico agente, deste ma-
ravilloso remedio be Vicente Jos de Itrilo,
com botica na rua da Cadeia do Recife.
- Vendem-se collecc5es com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do llecife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a ciliado de Olinda,o ponte do Ca-
chang, l'oco-da-l'anella, e a rua
da Cruz com o arco do liom-Jesus*,
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na rua da Cruz, n.
10. cas:< ; Kalkmanns Irmao.
Vende-sd um grande sitio no lugar do
Manguind, que iica defronle dossiliosdos
Srs. Carnenos, rom grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, luisa de capim que sus-
tenta 3a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fruclo : na rua da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
achava antes de applicar o remedio ISo re-
commendado oulro tanto 11S0 acontece
com este extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cfdado e provincia, nomeados pelos
Snrs. R. C. Vates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
psito deste xarope para a botica do Snr.
Jos Mara C. Ramos, na rua dosQuarteis, n,
12, junto ao quartel de policia, onde se,mpre
acharao o nico o verdadeiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
mmmmmmwmmmtismmmwmmm^i
t\;< luja dr .los Joaquina Alo. M
reir & Companhia, na 3
Aova 11. 8,
.y vendem-se mui boas luvas de pellica a
j prelas e brancas para homem ; ditas fe
aj cor de canna curtas, com enfeites i
|g para senhora ; chaposzinhos de se- m
_j da para ctiancinhas de um aldoze
j, n.ezes;sapatosde marroquim preto, |
.-,: a 1,120 o par; luvas de verdadeiro m
^ castor, brancas n amarellas, tanto S
f para homem como para senhora, a
H 1,600 o par; palmatorias de casqui- S
*J nbo linissimo, proprias para qtiartos !
9 de rapszes solleiros; lanlerninhas ?
* com ps de vidro para piano, o que Z
g lem apparecido de mais clegsiile e de 1
melbor goslo neste genero; dilas 2
* grandes tambem de vidro, para or- S
nar salas; espelhos de parede, a rs.
2,000 ; necessarios de couro com lo- "
m
i*?***9**^
para curar da pblysica em todos os seus
difTerenles graos ou motivada por consli-
Kii'i'i. losse, aslhma, pleuriz, escarrns de
sangue, drtr de costase peitos, palpitac-lo
no coracSo, coqueluche, bronchiles dOr
na garganta e todas as molestias dos orgHos
pulmonares.
De todas as molestias que por heranca (i-
camaocorpo humano, nenhuma ha que
mais destruitiva tenha sido, ou que tenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
tia no bofe. Ein varias pocas do se-
cuto nassado, tendo-se offerecido ao publi-
co difTerenles remedios com atlestados das
extraordinarias curas que elle lem feitn;
porm quasi que ein todos os casos a ilusflu
lem sido apenas passageira e o doenl
torna a recaliir em peor estado do que s
1-
M
k
I
1
dos os prepares, para barba; grava-a
las de molla, pelo baratissimos prego
de 2,000 rs. cada urna; chateoszi-
nbos deso de seda para senhora, de *
3,500 al 6.000, lauto uns como ou-*
Iros SAo chegauos de prximo e de*
goslo; luvas do verdadeiro lorcal pa- 3
rasenhora, a 1,000rs. o par; nm sor- U
1 lmenlo couiplelo de hicos estreitos 8
# de blonde, e de seda largos; riquis- &
. simas toucas de lil para senhora, e f
tambem para baptisados de criancas; h
S^ louquinhasde 13a trocadas pela bei- L'
9S i, 11 1,000 rs. ; linalmenle um lusi- V
!i do e completo sot tmenlo de sapatos M
ij de cuuro de lustro para senhora, que $
fj se veiiderBo o menos por 2,240 rs. o M
par.
1 crido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado du',1 qualidades,
piopi.is psra saceos de assucar e roupa de
escravos.
Escravos fuidos.
Dpssppareceu do engenho Cordeiro,
no dia 20 do correte, um escravo de nome
Jo3o, que se tralava por JolO do Reg, de
estatura recular, anda um tsntn corcovado,
psrdo-escuro, cabellos sollos, cheio do cor-
po, barba serrada, olhos grandes e olhar um
lauto espantado; nSo se sabe o trage que
levou ; desennfia-se ter tomado para oser-
19o por ter sido comprado a Laurenlino An-
tonio Fernira, |ior compra que este fez a
Mannel Pinto Teixeira, ambos moradores
ein Caratihuns : pede-seas auloridades po-
liciaes e capilSes de campo, que o appre-
hendam e levem-uo ao dito eugeulio, onde
ser.lo bem lecompenstdos.
Fugio no dia 24dopasssdo do enge-
nho Tapera, silo na frpguczia de Jabonlilo,
o escravo de nome Jos, de nac-lo f>g(>,
cojo sinaes caraclerisliros so os spguinles:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, em barba, com falta de denles, rus-
to talbado, ps giossos, representa lerda
idade 30 anuos, he muito ladino; a vista
do exposto recommenda-se sos capilHes de
campo a captura do dito escravo, pelo que
ser.lo generosamente gratificados.
Desappareceu do engenho Camorim,
ha cousa de oiio diss, e consls que anda
aqui na cidade,.o.e.scrayo Lucas, cabra, de
3G a 35 anuos, baixo, espaduas largas, bas-
tante barbado, com suissas serradas ; levou
camisa de madapoln, calcas de casemira
preta com lislras de cor e chapeo de palha :
quem o pegar, leve-o rua do Collegio n.
21, a Ma 11 ni-1 A Ivs Guerra Jnior, que ser
recompensado.
A o publico.
Desappsreceu, no dia 9 para 10 do corren-
te, do engenho liba da l.iberdade, da fre-
guezia da l-'scada, um escravo de nome Ro-
mno, de naco Angola, de 20 annos pouco
mais o'j menos, alio, secco e sem barba ;
tem noqueixo inferior um enchapo de um
caroco levou ceroula e camisa de algodflo;
julga-se ter seguido para a praca : a pessoa
que o apprebender, bsjs de o enlregsr s
seu senior Alcxandre Jos Comes, no mes-
mo engenho, ou na rua da I'rais n. 46, que
ser recompensado.
--No dia 16 de feverelro dessppareceu a
preta Joaquina, de ncelo Cassange, que re-
prsenla ler40 annos, baixa, corpo regu-
lar, cor fula, olhos pequeos e com carne
sobre elles, nariz chalo, com falla de dous
denles na frente, salido um de coda lado, o
i-iii de chara, peitos pequeos e murchos ;
tem slgumas cicatrizas de rellio as cosas,
nadegasum tanto empinadas para Iras ; he
hem ladina ; lem sido cozniheira ; quando
foge lem por coslume andar pelos arrabal-
das desta praca, ora vendendo ora lavando
|*roiips, e pode ser que esleja a servico de
alguma pessoa, e sendo assim, e oflo viudo
denuncia-I, se usa' dos meios que a le
faculla ; levou vestido novo de sssento azul
com listras, e julga-se usar de panno da
Costa, lloga-se as autoridades polirises, es-
pitaes de esmpo, ou a qualquer pessoa, que
a prendsm ou a facsm prender e levar so
seu lenhor, Domingos du Silva Campos, na
rua das Cruzps n. 40, quo ser3o geneosa-
menle recompensado.
Ros gralilicacSo.
No dia 13 de marco do correte anno des-
appsreceu da I'assagem ds Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. I>r. Male!, o mule-
queMarcal. pertencente so Sr lir. W. May,
o qual moleque be bem condecido e tem os
seguiutes signaes : reprsenla ter SO annos,
baixo, cheio do corpo e carcundo, cAr fula
a sem barba; lem falta de um dente ns
frenie do queixo inferior e lie lillio do ser-
1,1o de Paje, por isso julga-so para l lef
ido : recommenda-se, portanto. eos capi-
laesdn campo a captura do dito moleque,
que ser3o bem gralilicados.
I|Pr"iv. waTvi'-dr M.F.dr fAiti a.-


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