Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06355


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Full Text
m
Anno XXVH
Quarta-feira 26
PARTIDAS DOS COnBEIOS.
Golanna e Parahiba, as segundas e sextas fciras.
Rle-Grande-do-Norle, todai as quintas felraa ao
melo-dia. BaP"^^
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vlsiae Florea, a 13 e 28.
Victoria s quinta felraa.
Olind, todos os dlaa.
L*IEJ
PlUXS D LOA.
KPHEMCalSZl.
Nova, a 2, aa 10 h. e 65 m. da) t.
Creac. a lO, as 7 b. e 25m. da ;t.
Cheia. a 17,aa 10 h. e 59 m. da m.
Ming. a 24, as II h. e 8 m. da m.
UHAB DE HOJI.
I'rimeira a 11 horas e 42 minutos da manha.
Segunda s 12 horao d minutos da tarde.
de Margo de 1851.
N. 70,
VBEf/O DA simscnipt; Ao.
Portreameseafadlantados) 4/000
Por seis mese "00"
Por um anuo 15/000
dia da uma>a.
24 Seg.S. Latino. Aud. do J. d'o'f.em. da 1.
25vTerc. ** A nnunclacao de Nossa Senhora.
26 (Jtiart S. Ludgero Aud. do J. da l. vara.
27 Qulnt. a. Roberto. Aud. do J. dos orf. edo m
da primeira vara. .... j i
28 Sen. S.AIexandre. Aud. do J. da 1. varado el-
vcl. e dos feitos da fazentn.
29 Sab. S. Bertoldo. Aud. da Ch. e do J. da X,
varado civel. *
30 Doui. 4*da Quaresm. S. Joao Olimaco.
CAMBIO DE 24 BE MAHIJO.
Sobre Londres, a 29 /, d. p. 1/000 r..60
* Pars, 320 por Ir.
Lisboa, 85 a 90 oR
Ouro.-Oncas hespanholaf-.... *W"
Moeda. de 6/400 velhas.lbOOe
. de 6/400 nova. 16/000
de4000....... 9/^
Prata.Patacoe brasileirof.... J*J
Pesos columnario..... J^jHS
Dito mexicanos........ '/"*
das.
a 28/500
a IdjWO
i 16K-200
a 9/1U0
a 1/940
a 1/H0
a 1/700
PARTE GFFICUL.
GOVEMNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE*DO DA 15DE MAR^O
DE 1851.
OIBclo. Ao oommando daa armas, recom-
tnendaudo a exppdico de auaa orden no sen-
tido de aer recolhido ao deposito de reinita
da corte, para onde leve passagem por decreto
de 28 de outnbro do anuo prximo paasado,
confurine Coi declarado ein aviso da repjrtlcao
da guerra datado de 10 de feverelro ultimo, o
alteres Francisco Mariano de Siqurira, que l-
timamente viera da provincia da Babia para a-
qul, afim de reunir-ae ao priineiro batalho de
caradores a que perlencia. Iutelligenclou-se
A pagadura militar.
Dito. Ao rnesiim, lntrirando-o da dls-
posicn do aviso do ministerio da guerra, dala-
do de 27 de. feverelro ultimo, no qual se deter-
mina que c de baia do servico ao cabo de es-
quadra da companhia fixa de cavallaria desta
provincia Jos Marques de Oliveira, visto ler
sido julgado lncapat de continuar a servir.
Dito. Ao inesino, cominunicando que, por
aviso de ministerio da guerra, de 27 de feverei-
ro ultimo, foi declarado que na mesina data se
expedir antro ao brigadeiro Manoel deSotiza
Pinto de Magalhes.dttcrminando-lhequp, de-
pol de concluida a inipeccs do corpo tixo do
Cear.i. venha inspeccionar os corpo estaciona-
dos nesta provincia, abonando-se-lhe durante
essa commlsso os vencimentos de commau-
dante de brigada. Scienllficou-se a pagado-
ria militar.
Dito. A thesouraria da fazenda, inteiran-
do-a do disposto no aviso do ministerio da jus-
tlca datado de 28 de feverelro ultimo, commu-
nicando que se expedir ordem, a li m de que a
consignaco concedida a esta provincia no ex-
rrclcio crreme para as despezas com juslicas
deprim ira instancia seja augmentada com a
quantia de 8.000,000 de r., que ser posta n'a-
qurlla thesouraria a disposlcio da presideiicia.
Dito. Ao juiz relator da junta dejustica,
transinittlndo para seren relatados em aessao
4a mesilla junta os procesaos verbaes feitos ao
uiw> te q Jarlo batalho de aitilharlaa \i
Jlo da Crut e Antonia Joaquim da ilv..
Communlcoii-se ao commando das armas.
Dito. A pagadoria militar, para mandar
pastar guia ao lente Jos Jiiaquin de Barros,
que (em de seguir para a corte no priineiro va-
por que passar do norte para o sul, am de
reunir-se ao quarto bataao de luziliroa
qlie perteuce. Hesle eulldo expediram-se as
convenientes ordens.
Dito. A mesma, inteirando-a de haver o
cabo de esquadra do segundo batalho de ai -
tilbaria a pe Joao Josa Marques, depois de lin-
do o seu lempo de servico, contratado noa ter-
inoa do decreto e rrgulainento de 18 de novein-
bro de 1848, e do aviso de 3i de outubro do au-
no prximo pastado, para continuar no mesmo
trrico mediante a gratificacao de 280,000 rs.,
que Ihe dever ser paga pela manen a ja esta-
belecida. Inielligenciou-te ao commando
das armas.
Dito. Ao inspector do arsenal de inariu1 a,
para mandar fornecer ao cominandante do pa-
tacho l'irupama as raedes que forru uceessa-
rias par o sustento de 5 pracaa de primeira
linha e olio senienclada, que vio ser enviados
no mesmo patacho para o presidio de Fernan-
do, remetiendo a couta em separado para ser
aatisfeila.
Dito. Ao director do araenal de guerra, au
toritando-o a deapender a quantia de 400,000
W. com a compra de 50 duzlas de taboas de aa-
aoalbo de pinito, para promptificaco de cai-
xe- com lampa destinados a condueo de ca-
dveres, a li ni de aer salisfello o pedido que de-
velve, do hospital regimeutalaeargodo segun-
do batalho de cacadorea. -- Communcou-sc
pagadoria militar.
Dito. Ao misino, para mandar apromp-
tar, alini de aer enllocado no lugar que indicar
o coronel comiuandanle daa armas, un espal-
deo coma competente ligura para servir de al-
tro noa exercicio de fogo.Inleirou-se ao mes-
mo commandanle das armas
Dito. A thesouraria da faienda provincial,
Sara mandar adiautar ao engenhelro flireclor
aa obra publicas,que aaalm requlaita a quan-
tia de 5:000.000 de ra. para ccnlinuacao da obra
da caaa de delenco. Inlelligenciou-seao re-
ferido director.
Dllo. A mesma. dlaendo que pode autori-
aar o augmento de 300,000 rs. que pede o ad-
ministrador interino do consulado provincial
para occorrer em o presente esercicio as des-
pea do expediente daquclla reparlico, visto
estar esgolada a quola destinada para ellas na
lei do orcamenlo vigente.
Dito. Ao junde direito do civel desla co-
marca, ioielrando-o da disposicao do aviso do
ministerio da juslica, datado de24 de feverelro
ullimo, no qual se declara que por decrelo de
J7domeaino mes, (oi acelU a deaiaiencia que
fez Manoel Joaquim de Mcneze do officlo de
partidor daquelle juizo.
Dito. Ao primelrn substituto do juia mu-
nicipal da piiuieiaa vara, aecuaando recebida
aa guia dos oito sentenciados, que leem de ser
enviados para o presidio de Fernando, e dlzen-
dnque deve uiauda-lo embarcar no patacho
Piropatna na manha do da 17 do correle re-
quialtando do comiuandanle do corpo de poli-
ca a forea que for preciaa para os escollar. --
Kesle sentido cxpediram-se as convenientes or-
dens e flzeraiu-se as neceasarla commuuica-
Commando das armas.
Qitartil da commando dat armaina cidade do
liecife, >n 18 de marta t 1851.
ORDEU DI) DA N. 61.
O lllm. Sr. coronel conuuandante das armas
empresenta do officlo que na dala de bontem,
lheVnderrcou o fcxiu. Sr. couselbeiro presiden-
te deta provincia manda aclentificar a guar-
nirlo para leu conheclirfento que S. M. o Im-
perador por aua iu.medtaia e imperial resulucao
de li de revereiro ultimo, lomada sobre cun-
aelho aupremo inlllur, houve por beui conce-
der paasagem para a leiceira clasie doa olh-
clae. do exercilo. por Ur comprehend do .
dlaposicOea do artigo 2.' ^ 2.' n- da le. n. 2b0
do l de dezembro de 1841 ao Sr. caj.itao do
oiuvo balalho de cacadorea Manoel Lope.
Wacier, segundo Toi declarado em aviso do
iuloisterlu da guerra de 27 do referido ....
Sen.elhaolemenie o me.mo lllm. Sr. coronel
coimuandaue da arma lax cetto, e premie
o coniuiaBdaule doi cornos, que o goverao
Imperial etpedloordem ao F.xm. Sr. brigadeiro
Manoel de Souza Pinto de Magalhaea, para de-
pola de ler concluido a intpeccno do carpo ti-
no do Cear, vir a esta provincia, am de ins-
peccionar os corpo do exercilo nella existen-
tes, abonando-se-lhe durante essa commlsso
o vencimentos de commandanle de brigada, o
que lhe foi communlcado em officlo do mesmn
Bxm. Sr. conselhriro presidente, datado de 15
do crreme, reflrlndo-se a oulro aviso da re-
panlcio da guerra tambein de 27 do supiad-
iado mez de feverelro.
Ieipuldino da Silva e .itevedo,
Primeiro tenente, tjodinte d'ordens.
TRIBUNAL DA RRLACAO*.
SESSA'O DE 18 DE MAR paesiDENClA no ixit, semiur cORSELHEtaO
AZEVRnO.
A"s 10 horas da manha, acbando-se presen-
tes oaaenhorea deaembargadorea Baalos.Leao,
Souza.ltabello, Telles e Pereira Monlelro, fal-
lando com caus os senhores desembargadores
Villares, e Luna Freir, o Sr. presidente de-
clara aberta asesino.
Foi lido uin officio do Exin. presidente da
provincia, participando haver por portara de
17 do eorrrute concedido uin mez de licenca
com vencimentos ao bacbarel Joo Francisco
Coc lu Bitancourt, julzmunicipel e de orphaos
do termo do Liinoeiro.
niLiciricii. .
Appellante, o lulso ; appellado, Manoel Pinto
Moreira. Mandaram continuar vista ao cu-
rador da beranca, ao Dr. curador geral e ao
Sr. desembargador procurador da cora.
UKMUMACK.S.
Appellaole, Antonio Jos de Mcdeiros Ititan-
cou|t; appellado, Jacinllio Nogueira Covas.
__O primeiro da til,
aEVtses.
PassaramdoSr. desembargador Leao ao Sr.
desembargador Soma as aeguinte appella(c
em que ao: *
\ppellante, Jos da Silva Mendonca Vianna ;
appellado, Mauoel Jos Ferrelra.
Appellante e appellado, Isabel Barbosa Ro-
drigues Machado Freir e Francisco Machado
Teicii Cavolcautc.
Da de apparecer em que sao:
Appellante, a iruiandade de >ossa Senhora do
Livramento desla cidade; appellados, a viuva
e herdeiros de Filippc Anselmo de Faria.
Do mesmo St. ao Sr. desembargador llabel-
lo a seguinle appell9ea em que -ao :
Appellante, o juizo appellada, D. Josefa Nella
Ferreira de Jeaua.
Ao Sr. deaeinbargador Telles a egulnte
appell.icao em que sao: ...
Appellante, o julio; appellado, Jos Antonio
dos Santos.
Ao Sr desembargador Perrira Monlelro aa
seguintca .ppcllacoes em que sao :
Appellante, o juio; appellado, Luiz Francisco
da Silva Carates.
Appellante, Antonio dos Sanios Slquelra taval-
canti; appellado, Eslevo Jos Paes Bar-
reto.
Ao Sr. desembargador Basto a aeguinte ap-
pellaco em que sao:
Appellante, o juizu; appellado, Estanislao I e-
reira do Nascimenlo.
Appellante, Joaquim Patricio Cavalcanti; ap-
pellado, Manoel Franuciscoda Ciur.
Ao Sr. desembargador LeO as seguintes ap-
pellaresemque o:
ppellantes, Jos Diogo de Brilo e Jos Fran-
cisco Pelxoto ; appellado, o juizo.
Appellante, Jos Fcrnaudes Tenorio Teririca;
appellados, Joa Barboaa de Mecas e outros.
Ficaram por julgar-se alguns feilos com da
assgnado, em raso das faltas de comparcci-
mento mencionadas no principio deala.
Levautou-se asessao a urna hora da tard
_________iijLaatstaaatM afsatii Miiists isrra
r
ERNAMBUCO
inuacao que fes o honrado membro, qnando
dase, que oaddlamento nao tinha outro in se
nao malar o projeclo, arredando-o da discus-
ao. Declaro easa, que e lal foase o iun do
addiamento, eu lhe negarla o meu vol pois
que ninguem, mals do que ru, reconhece a
necssldade de urfl matadouro publico nesla
cidade, e porconseqneucia a unhdade do pro-
Jecto, embnra reponheca igualmente que elle
precisa de sofTrer importantes nindifieaces.
Pensando asslm, ja vea casa que eslmi bem
longe de querer, que se mate o projecto. cuja
principal idela he a conslruccao de un mata-
douro.
OSr. Bnpliita : Da um aparte.
O Sr. Paei Hrtelo : 0 que quer o nobre
deput ido diier com Isto ?
O Sr. HaiMila : Da outro aparte.
O Sr. /'"< i Hrtelo : Enlao sera preciso riscar
o artigo do regiment que permitte os addia-
mentos em cerlos casos, pois. que segundo o
honrado membro, todos elle tendem a acabar
com as discusses.
O Sr. Haptiiln : Tambein te di isso.
OSr. Paei Hrrelo: A quealo a averiguar
he. seoaddlameclo he ou nao conveniente, e
em todo o acaso, devenios suppor, que quemo
apresentou o Tez convencido de sua utilidade,
e em inuitn boa f. ,
USr. Bapliila : Uno lhe faco esaa injustica;
a quesiao nao he de boa, ou na f.
OSr. Paei Brrelo : Mas te o addiamento
ol proposto com o fin de malar o projecto ,
comoassevera o honrado membro, o eu autor
nao procedeu de certo com inulto boa l ,
quando nos asegurou que o eu Bul era outro
multo diverso. .
Sr. presidente, crelo que nenhum dos nohret
deputados deixarla de convlr em que so a inti-
ma convlcco de que acamara municipal au
pode construir com as suas rendas o matadou-
ro publico, poder justificar o nielo a que rec-
correu a nobre commlsso de negocios de c-
maras, propondo que seja essa obra confiarla a
mu particular; ninguem .por cerlo deixara de
reconhecer a inconveniencia desse meio, todas
as vezes que ntio eallver bem demonstrada sua
Impotslbilidade ; nao s. pal que pela origem
mos certesa de que a cmara municipal nao
pdp faser a obra.
OSr. arroi Faleo: Se a cmara pede di-
iilieiro emprestado, como porte faze-la?
O Sr. Paei Brrelo: Eu Ja mnslrri que com
o'reniliinenlo do Imposto de 500 ris por ca-
brea de gado de consumo, pndia-te fazer o
inalartoiiro, e est as nossas nios aplicar o
producto desse imposto exclusivamente para
a factura dessa obra ; j v, pois, o nobre
ilepnlado, que nao he necessario recorrer ao
mel do emprestnos. Concluo volando pelo
adiamenln.
OSr. ilHomla (fe Olirrirn:-Sr'. preirtenle,prln-
clpiarei por agradecer ao meo nobre amigo e
collega, pela nianeira precisa e luilhanlc com
que defendeii o adiamento fazendo ao mesmo
lempo Juslicaa pureza das intenedes que me
levarain a suhmelcra considerarAn da casa ore-
queiimento que seaclia em diseustao.
O nolire aulor do projecto deelarou que os
adiamentns erain nos cm pos legislativo o meio
inaisce. to de matarprojecln; seiiinllhante as-
severaeo fntse bem fundada c nein sofresse
urna excepcao, heclaro que deverlamosprnpor
a exlincaodo adiamento no regimenlo da ca-
sa. No enlamo parree-me que marcando o
meu adiainentu un prazo, e sendo o orcament
iniinieipal urna lei que nao pode deixar de ser
discutida este anno, est bem provado que lon-
ge eslava en ein querer matar o prnjecio; rtp-
iii lis eu declare! francamente que nao repu-
diavaaideia capital do projecto, isto he, que
se constru um matadouro, que se trate dos
melos Conveniente para esse fin, mas nao
concordo de maneira alguma com aquelles
qup sao indicados no projecto; considerando-.it
piejudielaes p conlrarios aos nlprpsse pbli-
cos {Apoiadoi) Por tanto,Sr. presidente, anda
eslou inclinado a juppor que a casa nao pode
deixar deapprovar o adiamento proposlo npla
commisso, porque seria islo Ulna novidade
nesta casa, seria a primeira ve que urna com-
misso pedisse um adiamento, alius de que a
assemb.t poilesse ouvir o seu juizo acerca do
una materia snjeita a sua consideracn, e esle
reqiilsico lhe fosse denegada; seiiirllianta
novidade seria tanto mal eslranliavel, qnante
iogiiem pode defeonhecer a gravidade do as-
iii.) particular em vez de entrar para o co-
fres da inunicipalidade que a empregara em
bem lelo do |.lilil.lo
Um Sr. tpulaio : E a companhia de Be-
beribe ? ,
O Sr. Paei Barrito Querera o nobre depu
lado comparar a obra do encanainenlo das
aguas com o matadouro? E de nial se aua em-
presa foi concedida a una rompaiihia, a rasao
nao pode aer onlra te nao a necssldade da
obra, ea imposssibllfdade em que eslava a c-
mara municipal de encarregar se deiia. Essa
rasao porm d-se agora ? A nobre coinniissao
de orcamenlo municipal, que alias deve co-
nhecer os recursos da cmara, e saber at on-
de cheo mi as suas forcas, nos dii que nao jul-
ga luqioasivel aer o matadouru publico leilo
pela municipalidade; diz-noa mais que esl com
um irabalhu entre nios neste sentido, e pede
quando asseveramns que a comniissao de ne-
gocios de amara nao havia cumprido com a-
qulllo que havia sido deliberado no requerl-
menlo approvado em aessao do dia 6 do cor-
rele me/.: tiendo)
rojecto n. 17 seja leinetlido
f'm Sr. Depuindo: Neste caso nao ha pro
posta. -__
O OraaV: Nao, nem se pode conceder,
porque no relatorio da cmara, ella pede o la- .
tero seu matadouro, (lia vm opone) ...nao na
milito dlO'erenle, eu emendo, que n'''1"'10
cmara lier urna propoHa. nao se porte lazer
urna cnusa do qoe nao trata a mesma prepoala.
( Apilados, 7
(iti Sr. I'tpulndo : Um he outra consa...
O Oiarfor: Bem entendido a cmara Tax a
nrrposia pedln-lo o direito de fuer o eu UV--
ldouro, e de que maneira se qner reaponder a
eatarequItlcAo nem qiierem dar o lempo ne-
cesiaiioparaa conimlsso de orc>iii'H" for-
mular oiru juio acerca desla materia Re-
parei mala.Sr. liresldente. que neste projecto
nao vi a palavra cmara municipal ; mas vejo,
que se pretende usurpar um predio, que per-
lence cmara municipal. ( Aoonrfn.)
Sr. presidente, ein inalerla desla ordem,
considerando por mitro lado a mls.i.> Im-
portante, que temde desf mpenhar as ornarse
inunicjnaes, devenios ser muio ciieumspect-
tod.sa. veie. que livermosde dealsuhir um
f,,ule ile renda das cmaras para particulares,
( Apoiodiii.) *
( Ha mu aparte. )
O OrndV : O nobre depulado quelra- nes-
i lili, ii a oilnha lemerldade, porque, anio foa-
se toda a forra le consciencia do dever de que
ineacho possuido, de certo em nimba insigni-
ficancia nao me animarla a lialer-me com gla-
diadores lo fortesetao superiores em talemos
como os illnurcs deputados.
Silln r presidente, continuando na analyse
de avgumas disposicOes do projecto, encon-
irel urna eo artigo 3 que lie (permuta-felina
que o diga sein querer offender > em grave
prejuiso dos venladclros ioleresses di palt.
Senhores. esse artigo, di ao emprearla o
previlrgia por 45 anuos para execu-So de urna
obracujo plano apresenlado e mandad') obser-
var, he oreado em 64 eolitos de ris. l'-u
crelo que se pode alviilar os juros do capital
a II ',',' ao auno, lie o mais que se pode dar,
poi que Inda a vezea que uin pala nao poder ,
dispor de capilara seno por um agio mala
elevado, nunca lerao lugar empre/as SUM-
la provincia existe urna empreza de grande
monta, talveza empreza mala imprtame do
imperio, cuj acedes conservan) aempre a
seu valor, e quo al boje lem correspondido
.i pxpeclaliva de seu accionista: quero ac-
ollares, fallar da companhia de lteblr.be,
ujo estado de prosperidad. seria para desejar
a qiialquer nova empreza. e fio enlauto of
juro, do seu capital empregado nS.) excede
de 12 'i, porlanto, nao ser f?ra de pr psito.
Requelroqueo projecto n. 17 seja. einetlido ** l ^^ ,, collip,B,,|. Cal-
commlsso de neg ci de cmaras, para so- que ,2 r ci.1o. 0 consumo re-
bre elle intrrpor O feu julio, teldo em confl- '1" lllMa|ltallir.,la capital regula de 20
deracao o relatorio da presidencia, ele, etc.. I i. r loyi:11| ,,or lermomedio '22. nao
O Sr. lopli.M ; D a rasao sJaBuexaierado ; U mil bol t mil rit ( r"
OSr. Anousta de O/.Wa:.. O projecto n. 17 g^^projeeto ) ve... a ser ilcftnl
i remetlido a c,.....nino de cmara, abni de "'"cai no proj ^ c0,0 du ,ilbl
r considerado, allendendo o pensaineiilo da J^^^ MlM1,jt 'ppU, |J conlos de ri
ro
ter ...
presidencia, ennibu.ado com o relatorio da c-
mara municipal desla capital; c o Ilustre de-
pulado no parecer que precede o sen projecto,
urna s) palavra nao di/, a respeito do projecto
n. 17! : de maneira que eu siuto nao haver li-
do presente na lea o artigo do regiment,que
ASSfixdBLEA PROVINCIAL.
SKSSAO EM 21 DE MARCO DE 1851.
Presidencia do Sr. redro Cavalcanli.
As onze e meia horat da mauhaa, feitaa cha-
mada, achom-ae prcaenles 25 senhores depu-
tados.
O Sr. Presidente abre a sessao.
O Sr 2. Secretario IC a acta da anterior
quehoapprovada.
0 Sr.i.QSecrelurio menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um requermeoto do vigario da fregueziade
Ingaseira, pedindo quuta para o concert da
respectiva matriz. A comuilaao de orca-
menlo. .
Oulro du padre Demetrio Jacoine de Araujo,
vigario da fregueila de Serinhein, pedindo ae
marque o* limites enlre a aua freguena e a de
Ipnjuca. A'commiasao de eslalistica-
liutro dos menibros da mesa regedora da ir-
mandade do SS. SS. da freguezia do Allinho ;
em que pede ae marque quola para poder au
collocar-ae o Sacranieuto com a devtda decen-
cia. A''commlsso de orcamenlo.
OltDEM DO DIA.
Lonlinuacao da discusso addiada na aessao
antecedente.
Sr. PreiidenU : Tetn a palavia o Sr. Paea
Brrelo.
O Sr. Pac Brrelo:- Sr. presidente, nao
pretendo acompanhar os nobre deputados ,
oue m precedern!, na quesiao de prelcrencias
Sor elle auacllada, enlre esle projecto, e outro
que existe na casa aobre a nieama materia, e
nem lio pouco no exame daa condi{dea com
que. aegundo o projecto, que ae discute, deve
ser construido o matadouro publico ; nao s
porque me parece que esses pontos acham-se
sullicientemente debatido, mas tambein por
que cnlendo ( e pesso V. Exc perniisiao para
dize-lo ) que aeiuelhante diicussau he inopor-
tuna presentemente. A qucslo de preferen-
cia deverla ter lugar antes de ser subinelltdo a
dlscussao ene projecto, e o exame das condi-
cussao.
O Sr Pan farreto :Mas para que tratar de
urna quealo <|iie depende de outra, que anda
nan est decidida ?
Sr. presidente, para mim he liquido, que a
cmara municipal do Recife esta boje ufli-
cienlemente habilitada para construir com as
suas rendas o matadouro publico, e crelo que
no me serla mullo difficil deinonslra-lo. Na
sesso passada esla assembla concedeo a c-
mara o imposto de 500 ris por cabrea de gado
de consumo, e mal outra peqilenas lnkn0*,.
ces, asquaes todas reunidas orcao de lia ID
contos de ris; ora, se esta assembla deter-
minar que o produelo desses imposto seja
exclusivamente aplicado conslrucao do ma-
tadouro, elle eria infalivelmenlc Jeito do
mesmo modo porque se prope a fate-lo o
pelicionario Antonio da Silva Guamao, somen-
ie com a demora de um ar.no, pois que o peli-
cionario pede tres anuos para concluir a obra,
e o seu orcamenlo he de 4 conloa, que he
justamente eiuqm>nlo Importa a renda daslm-
posifea concedidas cmara, durante o espa-
to de quatro anuos.
O Sr. francisco Joao : Como be isso ? nao
compreliendo bem o calcula.
O Sr. Manoel Wranciico: Pois eu acho-o
mullo claro.
O Sr. Pait Brrelo: Se, pois, como acabo
de moslrar, a cmara pode enearregar-se da
dn n.a.adourii. COIIIO he possivcl.
)
onstruco do matadouro, como he possivcl.
enliorcs admitlir este projecto? ( apoia-Jo )
teui-se ditol e repilido muilas vezes, que
i ina s nada que esperar da cmara;
ella podesse nchmbir-se da construeo
tadouro, j o teria fello, pol que por
C i l^ A wt ^ t ,*S i AS1I i, Pl S4 I rl
ee e maneira de conlractar a construcao do
matadouro, perteuce na forma do reguiieuto a
treunda discusso, quaudo la chegai ino nao
teei duvida cm dltculir a materia, e apresen-
lar ( se alguui dos hdnradut membro nao o li-
,er I abrumas enmiendas, semas quaea julgo
o projecto Inad.nissivel. Levanlo-me nica-
mente Sr. presidente para dlzer poucas palavra
em lavor do requerimento de addia.neiito .
que exi.te sobre a ti.eaa, o qual apenar de com-
batid, pelo nobre autor do projecto, emendo
que deve ser approvado. Ante porem. de en-
trar i> quejio, devo prole.ur coBWanm lu-
Mas tem-se dito, e repilido muilas vezes, que
nao ha mai. nada que esperar da cmara;
que se
do IIIa. ...
mais de urna vez fu) para isso autorisada.
Eate argumento, scuhor presidente, nao he
exacto. He certo que a cmara leve essa auto-
risacao, quando as suas rendas nao lhepermil-
liam leva-la a euelto ; mas por motivos que
cu nao sel, nem posso explicar, essa aulon-
aacao foi caasada justamente na occasiao em
que as rendas da municipalidade erain aug-
mentadas, quando haveria ratao para espe-
rar-se que foase removido o nico embaraco,
que se oppunha termos um matadouro publi-
co fello, nao por um particular, mas por urna
rorporacao publica.
Eu no tere! duvida de votar pelo projecto
com algumas modlicai;oes, se me convence-
ren! de que a cmara, apesar dos imposto
que lhe foram concedidos, continua na im-
posaibilidade de incumbir-fe da conslrucao
do matadouro, mas emquanlo nao o Inercm,
lie i de me oppor que urna fonle de renda tam
importante, que deve pertencer a municipali-
dade passe para as mao de um particular,
pol que achamo-no aqui para delender o
inieresae publico, e nao para promover o in
lereaae individual. ( Mito apoiado. )
Eu peco cmara que refllla bem sobre o
fin do adiamento proposlo. Nao te deseja de
modo algum arredar indennldauente o pro-
jecto dadiscusso; marque-te um prato, se
ae quer, para denlio delle a cominiaso de
orcamenlo municipal dar oaeu parecer, mas
uo louicmua uwa delibetacao dctia eui icr-
disens-o do projecto n. 17, poli bem ve o nc-
b.e depulado que na segunda dieussao o pro-
jecto poderla admitlir as emenda-, que o ineii
nobre collega aprouvesse apresenlar ; sou pois
forcado a declarar que acbo esla dlseiissau ir-
regular c desoccessaria, acinpanhandi)-iiie
sempre o pesar de nao me haver lembrado do
artigo do regimenlo, alim de eslabelecer a
questo de preferencia No posso deixar de
observar (sem com ludo quererfazer una acu-
tacao) de que o projecto n. 17 uo foi coosidera-
do, e que eu nao sei se elle deve ser dado para
irdem do dia, ou se deve permanecer para
sempre lias pastas da commissudc negocias de
cainarat,
Sr. presidente, quando eu liontem ped a pa-
lavra, apenas prnciin i sustentar o ineu adia-
mento ; poique fuppunha que o regiment
desla casa era o mesinn que o da assembla ge-
ral,- onde os rei|ueriiiienlos de adiaineulo,
quando ollrecidos c apoiados sao discutidos
antes da qucslo principal, c segundo vejo, o
nosso regiment manda que os adiameiilos
propostes sejam discutidos eonjunclainenle
cog os projectos : sou pois ubi igado a recla-
mar a altencao la casa por mais alguns ins-
tantes. O projecto principia por ser inconsti-
tucional, eein segundo lugar emendo que elle
prrjudica e fere de una maneira mili grave os
verdadeiros ulereases pblicos: Incoiisiiiiicio-
nal, Sr. presidente, entend) que o projecto u
he. por isso que elle be feilo sein preceder a
devida propoala da cmara iiiuuicipal; o no-
bre depulado aulor do projecto jnlga que essa
t'..11, ii.da'!'- coiislitucioual loi preeucliida com
a infarmaco dada pela cmara municipal no
auno de 48 sobre o requeriuiemo do cidaduo
Antonio da Silva Gusmo.
O Sr. Barros Falcao : E para que mais I
O Orador; Se o illuslre depulado'esl Io
bem informado, lome a palatra afimdenos
snecorrer com a fecundidailc de fuasciencia,
acerca de um ossumplo ess complicado (i-
preco
os de
beleci-
pa ra
nenio lo jur e amortita9ao do capital ;
( calculo fello. cuja verdade eu garanto cm
10 anuos, ($ mezet e 19 dlat fiea amorlitada a
divida ; c os illu-lres depolados tan tao fran-
cos r prdigos, jue querem couceder 45 an-
uos I .
(,'m Sr. ifpulado: E nao havera erro no
calculo? ...
O Orador: Garanto a sua exasldao aos no-
bres deputados | peco Jos nobres depulado,
que loincni aponlameblq dcsa mlnha ase-
V' OSr.'BapUiU : Isso he em meu favor
O Orador: E nao querem que eu diga, que
esle projecto Haz grande prejulto? Por dj
.-mu... lica a ana.a municipal privado m- li-
ma fonte de rendas que lhe p. rlcnce, inhabi-
litada por essa maneira dar ciimnriuicnto
aos euipenlios que sobre ella pesaol.
O Sr. /Curro J/aledo :--Se ella nao fea, como
lhe perteuce?
USr. duaulo de Oliveira : Ora o lllustre
depulado, nao esl me prestando a devlda
atu nco, nem lalvez saiba o olijecto a que
me redro; tenha o meu collega alguma paci-
encia, que eu logo exloica-inc-hel por con-
vence-lo.
A ecconomia e polica municipal pertence
eclulvainente at cmara municipaes o
in.11 ni.au ns pertenec!) causas de puliclae
economa municipal, como pois querer que
o inaadnuro seja construido por mu parti-
cular nao ve o nobre autor do projecto,
que determinando a lei de I. de outubro de
1828 que as cmaras municipaes exerjao a
Inapeccao Immediatc ein eslabelecunento
dessa oidem, necesariamente o projecto traa
eomsigo o grande inconveniente de crear di-
fliculdades e coiilliclo entre a cmara mu-
nicipal, e o empresario. E etta verdade ja
fi sentido ueste casa, quando foi confecio-
ii.id i a li i para cooalruccao de um cemlie-
rio. Pe) lei 91 le 7 de maio de 1811 a as-
sembla provincial conceden a cmara muni-
cipal a aulorisaco para construir um ceinl-
terlo, como ac ve do i. artigo. (U)
J ae v, Sr presidente, que naquelle lempo,
uo obslaulc a cmara provar por sens orca-
menlo que eslava exausta de meio, no te
lhe cassou a faculdade de construir um predio,
cuja economa e polica lhe perlencem por
lei. E heje quando suas rendas se acliam cun-
sideravelmeute augmentadas, quando Igual
concessrt Ihefoi conferida ein circuiuataiiciaf
menos favorajreis, |uando a municipalidade a-
caba de prestar seivicoa inpariaues ao aeu
municipio, lie que ae lhe quer certjbar a auaa
regalia e dlreilua : he verdade que na opima
do nobie depulado, aulor do projecto, a cina-
ra municipal he descuidada no cumplimento
,le ten deveret, porm sao aecusaces gratui-
tas, que nem tiiereceiu as liomat de urna rea-
posta, porque oa fados deslrucm claa asaeve-
rafes.
lie, pola, na occaslao em que a camaia mu-
nicipal acaba de executar obras Importante
que deixa de enumerar por eslareiu ellas a vis-
la de lodo, liinliando-uie apenas a mencionar
a do ceaiiierio publico, que foi feilo com teco-
nhecida cconami.e com admiravel pretleaa.de
maneira que dentro de 6 meses, a cmara po-
de participar a presidencia que se podiadar
prinecipio aos enlerrameiitos, que foram retar-
dadas pela demoia do legiil.iiiienio henate
iiioiiieiiio scnbores, qne esquecendo-se a im-
portancia de laes servicos, cuj realidade
ninguem desconhece, negaudo-se coinmisso
de orcamenlo municipal, o lempo que juiga.
necessario para lulerpor o (eu pareoer, nao >e
aad'i") ; para iiiiiu de nenhum valor he urna
simples informaco.-. Acamxra municipal, Sr.
presi.lenl, naquelle lempoapprovava em par-
le o plano apresenlado pelo Sr, Ousmao; em
pane digo, Sr. presidente, c eu peco a assem-
bla que mo se esqueca desle ponto, isto
he, que acamara municipal s approvuu par-
le desse plano ...
U Sr. opUila : Mas diga quaes sao as par-
tes que uo approva.
O Orador i Sao os curracs.qne he urna par
le essencial do matadouro : po. lauto a discor-
dancia da cmara nesla parle nao la.dimto a
,,,,,- e passe esla medida, mqrmeule quando a
Iniciativa no foi dclla.
O Sr. Un/.llu Olhe que eu lies de respon
der a isso.
0 Ororfor : Pode responder ; asslm o pres-
creve O acto addlcional.quequer.queainiciali-
va seja das cmaras municipaes; e lauto he
asslm, Sr. presidente, que a le de 12 de malo
de 140 interpreiaudo as reformas couslitucio-
uacs, dando a vrrdadcira dcllnico as palavra -........,.-._ ......,-
-po|iclaeecuuoiuiaiuunicipal-diz.-pre-|quer o aUdiamculo, porque elle lem por Un
cedcndotcuipteptoposudMcamarai., Ifiuenw iuur o projecto e accrciccolaudq


-T-
!2!


!
rna'i qtie a rrsposla an pedido da cmara est
nene projeclo, que nao so lem por fin tirar
ymo n.nte de mida da iniiicipalidade, msate
fin mu dos SPU8 artigo? quer esbulh*' a i mu
do um do predios, qur IV/ parle do seu pa-
trimonio existente; masen Sr. presidente, en-
tendo que he nesta occaMo, que rsla asscm-
tda deve deliberar rom alguma madorosa,
nao procrdendo rom prcdpiaco em materia
lao grave.
O 4 drste projecln cont^m urna dlspoficn
cuja exteniporancidade e inconveniencia sal
aoi olhos. quando delermina que -- o em-
resatia rereber por cada re que malar mitris.
i se ve pois. que (lea elevado o Imposto de
SOOa l.OOOrs. I !". Ii......si i occasio quando es-
ta iasi-mbla reclamo da administra;. pro-
vincial procura tomar medidis para evitar a
careslia das mimes verdes, que se quer aug-
nenlar o imp loto que pesa sobre esse gene-
ro? ( Af>ori..i Einhora nao srja esse imposto a
uniea causa do proco elevado e execessivo das
carnes, todava he querer augmentar os emba-
race contra ojquaea temos de lutar.
Tanibem o 5 deste projeclo he nao so
injuto, como exorbitante, pois lem elle
por ti i n rsbulhar a inunicipalidadc de um
predio periencenie ao seu pairimonio actual,
determinando quepara contrueno do munn/ou
ro te [ronqueaste an empresario lorfo o terreno m
que $i acha o acouque dal Lineo-fontal JO., Jic.
riegundo a constltulco. no 3 do art. 10 do
acto adicional as desapropriacocs s poilenij ler
lugar por ulilitlade municipal ou piotu'neiui; e
lioje prnpoe-se urna desaprnpriacau munici|ial
por uiilldade particular.'.' npviidot.)
Senhor presidente, eu nao (Onlinuirei por
n>is lempo cancar a attencao da casa, por-
que sou um puuco inclinado opiniao do nicu
amigo c rollega, que fall.u em primeiro lu-
gar, que emende ser a discusiao um pnuco
rxieiuporanra, aetuaiinene a discusso devia
versar sobre a utilidade do projeco, e de
certo nao fui eu que rompi o inu encmplo,
a primeira ves que fallei apenas profer algu-
mas palavras para motivar o ineu requeri-
mento, e se hnje entre! na analyse do projee-
to, br que entend que nao devi.in passar SCIU
rrfulacSo algumas propusieres ciuiltidas na
casa.
Parece-mc, senhor presidente, que as bre-
ves rrflexei que acabo de submclter consi-
deraco da casa, sao siiflieientt'S para mostrar
que i u nao live por fim procurar prolelar a
discusso propondo o adiaiiiento, que nao po-
de denar de ser approvado pela casa. K se
porventura omeu requcriiiieulo fr rejeitado,
terei de votar contra o prujecto ; primeiro por
julga-lo Inconsiilucional por nao ser precedi
do da eniciatWa da cmara muncipal, eslabe-
lecendo um privilegio exclusivo em lienelicio
de uiu particular, e distrahindo una fonte de
rendas pertencentes a muuicipalldade j sigun-
dr por ronceder um favor extensivo a um
particular contra os iuicresscs pblicos, mar-
cando o praso de 45 anuos para duraco da
rmpreza; lerceiro por elevar o imposto de
500 ris I 000 em ciicumstancias puuco fjvo
ravei quat/o, e linaluienle. por comer una ter que nao era o mais Conveniente, lie lein-
diaposicau exorbitante c fura das altnl.iuir.oes pode n.".o dar attencao s ao inleiessc indivi-
o honrado mimbro liontem procurou mos-
trar que a planta apresenlada para esta obra
era a melhor e tnica pnssivcl, acrescen-
tou a planta era inclino- do que aquella que se
tlnha cotiiccado a por cm execuraj no Rio de
andr.
Sr. presidente, eu tambem nao posso neste
ponto acompanhir o honrado Miembro, tenho
conviccao contraria drl'e, esoccorro-me de
uina autri1ode milito valiosa que crelo que o
nobrr deputado a nao n cutara, soccorro-me
la au'ondade do proprlo autor de- a planta,
elle disse-ineein conversa, ha lempos, e hun-
tein autorisoii-mc declara-lo na casa que a
planta havia sido feita coui mulla pressa, que
cuntinha algnns del'eitos; que se o governo o
inciimbisse desse trabalho, elle o faria de
modo que ella satisl'ucssc mals plenamente as
necessidades publicas, e eu, Sr. piriidcnto,
peco permisso para nao entrar nesta analyse.
O Sr. Guedet de Mello : O notare diputado
como professlonal devia demonstrar isto.
O Sr. barros Harrrto i--Perdoe-*ne o honrado
membrn, por Isso mesmo que o ineu illustre
amigo ecullega o Sr. Portier leve a franqueza
de declarar-me que o seu trabalho o.io era
milito perfeilo, seria mulla falta de cavalhei-
rismo da Biaba paite seeu isto fi/.esse. (apoia-
dot), aleni de me faltaren! as ltea necessa-
rias para isso eniprehender i e ci ci que a c-
mara reconhecer commigo, que o nao devo
faser. (Apelados. )
Sr. presidente, depois de ler respondido fra-
cainente ( poique poda fjzer de nutio modo)
nos dous pontos sobre os quaes o Dotare depu-
t.nlo baseoua sua aiguiuemac.no, cu direi em
toncluso, que no posso dar o ineu vol de
apoio ao projeclo, porque o encaro como um
rsbullio que se val lazer cmara municipal,
i' porque, senh'jres, eu acho inuitO confundida
a lili!a de utilidade publica, com a y articular ;
nao sel inesino qnal deltas piedomina ou-
irj.
Crelo, Sr presidente, ter dito quantu he bas-
tante para justificar o ineu voto, peco licenca
para nao couliuuar, porque nao desejo cancar
por mais lempo a paciencia da casa. ( Simio
bem, mijito lirwi.)
OSr. apiiitasustenta o projeclo, e respon-
de liudamente a cada um dos argumentos ap-
preseulados cm sentido contrallo a sua ojii-
uir.o'
O Sr. Francitco Jodo: Sr presidente, ca-
uiiulios diversos leni lomado a discusso, e lu
diversos e informes lem sidu as direc(Ses que
eu nao sei como acoiupanli-l.( mas. Sr pre-
sidenle, eu nao procurare! seguir neiiliuina
dessas dirccc>s ltimamente dadas, iiem crear
novas, mas sini, siniplesineute resu::iir de to-
das ellas o que puder.
Sr. presidente, cu crelo, que a questao ou-
Ira nao he seuo a da possibilidade, ou impos-
sibilidade di cmara lazer o m.itailouro, isto
he, se elle leve ser feilo por emprea inunici-
pil, se por cm prizi pariiciil ir. Eu quero dei-
tar de parte certas proposiede, que avanza-
rain alguns notares inemliros : alguem disse,
como que querfndo dar questo um carac-
legaes desia assembls, maiidanilo rnlrgar
.i mu |.ji icol ir noi predio que luye faz parle
do patrimonio da cmara municipal. Goucluin-
do, sr. pae-i.lente, eu d rei com u ineu uobre
amigo e cullega, o senhor primeiro secretario,
que he necessai lo nao s trancar os cofres pu-
dual, porque o iuleresse individual deve ce-
der, deve esta casa smente guiar-se pelo in-
teresse publico ;mas,."sr. presdeme, eu dc-ac-
cordn com eslas ideas, emendo taiubeiii. que o
iuteresse pulilico.se forma do con.plexo dosiu-
teressesinilividuaes, iiem de mam-irailill'ert'iue
lilie.ls, e lirar-llies as chaves, como to es- Ipossocoiiipreheiidei o queseja palriutismo.e he
piiluosaineiiie accreserntuu < Sr. Manoel Cu-1U> mcsino o <|ue sempic teem praiirado lo-
valcanti, mas Uuibeui que be uecessario que
esta assembla de sempre um publico teste-
inunho que nesta casa nao deve penetrar o
geoismo do iuteresse particular.....( variot
apait't),
O Sr. Franeiico lodo: Intcrcsse particular,
nao.....
O Sr. .luoujio de Oliveira ( continuando com
yOrea): Siiu, repito seiu o menor receio,
que es'.a as^emla de um publico lestemu-
xilio, que insta casa nao deve penetrara egos-
mo do iuteresse particular, cancro venenoso
que corroe c destiue os interesses mais vitae
das sociedades.
O Sr. Iturroi tarros: Sr. piesidenle. a ina-
teiia lem sido no meu entender suflicienie-
inrnle esclarecida, porlaulo nao me li vanlo
com a preleucao de esclarecer a cmara, Drill
dellnslrar o assumpto; a casa pode mullo bem,
ni vista da discusso liavida, emittir mu voto
sumi-ieiiteiuenie illustrado sobie a maleiiaquc
se aeha sujeita sua consideacao; porem Srs.,
a iniuli.i posicao de calouro, [ permiita-se-
me a expresrno) me iuife eeitus devere^ que
diputados amigos e OOnhecidol nesta casa nao
os lem por eeitu ; nao quero pois eiiiinir um
VOtu simblico a respeilu ila queslao que sedis-
CUie, porque no meu entender ella lein-se tor-
nado bnjequealao de muita importancia e iraos-
cedcncia.(/*piii.ia'o )Mas Sr. presidenle leudude
impugnar o piojeclo que se aclia em disciissfio,
1.1- membros que o assigiiaram para einidir com
iianqueza a miiilia npniao a respelloi c peco-o
nuito prineipalineuic ao lionradu meiubro, o
( Sr. Ilaptistaja quem tributo milito respeilu c
cnnsideaco.edeiiuem sou admirador porsuas
iuzes, talemos e lllaatracaoj protesiautoquese
por acaso no correr do meu discurso lignina
palavra escapar-mc queaiuda iiiinlo de leve
possa chocar osen milindre, nao Hubo a Dilu-
in.i intenco de offende-lo.
OSr. Ilaplina: Mullo obrigado, eslou cer-
ta disto.
0 Sr. barrot Brrelo :- Sr. presidente, o hon-
rado meiubro, a quem acabo de dirigir-me ba-
seou toda a su ai;: umeni.. .n. em dous pontos
principaes: l.v, na impossibilldade em que se
ocha a cmara municipal de construir por si o
niaiadoiiio : 2.*, na excelleneia da plama e or-
camento apresemado pelo peteciouatio.
Quanto ao priineirn ponto, Sr. prt Biden-
te, cu nao i ossn concordar eom a opiniu
ajaquelles que euteiideui, que a cmara se acha
na impossibilidade de construir um maladuu-
ro ; pelo coulrario lenho una cODViccfio bem
dulciente da dos honrados Miembros que assiiu
pensam : a cmara nao lem aluda declarado a
esta casa que ella se acha na imr.ossibilidade
de construir o maladouro. O hourado Miem-
bro honlem qiiaudu se disse que a auloiisacao
para a camaia conslinir o mataduuro tinlia si-
do cassada o anuo pastado, folheou diversas
Icis paia sustentar o contrario, bu nao sei se
com cflelto as Icis, que r.islein, auloiisam ou
nao a cmara a fa/er o nnitadoiiro, o que sei
he que o anuo passado no projeclo de le do or-
namento municipal se achava consignada a
ideia de que a cmara COnstl uisse um inaiad. u-
ro com a renda proveuiente do iinjioslo de
500 rs- por cabrea de gado consumido, c urna
emenda partida daquelle lado, (ereio que do
r. Jos HedroJ fez com que em tercena dis-
cusso fosse supprimidu esse artigo : a cmara
municipal que por certo acompauha as discus-
tocs desla casa, a cmara que por certo leve
noticia de que essa auioiis.icnllie foi cas ada,
na Iri do i \aii.eu t. municipal vigente, di via.e
digo que devia, rigorosamente julgar-se na im-
pussibilidade de construir um maladouro e por
i-miso i] iit-iii-i.i de applicar a renda dos 500 rs
a essa cunslrucrao (apenados) pelo ineuos eu
peuso assim. l-sia simples consideraco lile
leva a entender que a cmara uu eslava auto-
risada, neni linha csgoiado todos os meios de
coni.il u r o maladouro, ( ;. nn/.... nao leve au-
toi i-aeao para o fuer. NeslC pomo eu nao m-
msiii 11 mais, porque o liuinado membro que
seassenta duula de mim, e que membro da
cornil.is.ao dcuicaiuentu municipal, demons-
troii lnuiti-ni com evidencia o que acabo de
espor.
Quanto ao segundo ponto, a excelleneia da
plauta, peco permisso ao honrado membro
l>u dccliUM de cu juito acete* j. u(eria Iproyiaciaei
dos os governos illustrados, he isto oque nos
ineiinos temos fcilo, porqne ouira cousa nao
se fez, quando se deu privilegio compa-
nhiade liebiiibe, ele. enlendeu-se que o iute-
resse de taes e taes capitalistas que por ventu-
ra adianlassem seus capltaes, davam afinal
tambem o luteresae publico.
Hill-ctindo bem, Sr. presidenta, eu pens
que eslOU em teneno linne,ein ierren" segu-
ro, ijiim.io digo, ijiie posso apoiar a prelen-
caode Antonio, de Joo e de Francisco, que se
a,., ie.i ni.11 o como empizanos particula-
res, sem lo.l via ollciider, ueui molestar os in-
teresses pblicos.
Posta a questo ueste ponto, eu aconsidera-
ni p. lo lado que deve ser encarado, istn he, se-
r ou nao possivcl que a cmara municipal fa-
ca esta obra'/ Sr, presidente, eu tenho para
mim que a cmara est r confessa da sua iiu-
possibilida.le absoluta, o seu iclalorio apoia
eitt vi rdade, o seu sccielario, que tamben; o
he desla assembla, quasi que o cunfessou
honlem na casa, appello, pois para o re.lorio
e para elle. Mas oanno passado se disse aqui
mais de lima vez e por p.rle da cominlsso de
"i. un. ni.. municipal, cujas nieinbios fazem
hoje paite tambem dessa eoiiimisso, que era
verdade i < i. acamara nao podia fazeresta obra,
entretanto que hoje com surpiesa miiilia un
destes nobles inembros, vein deelarar-nos que
acamara nao lem essa iinpossitaili :ade. tu,
p.iis, vendo que u illuslre inenibio se compro*
incite aprovar essa possibilidade, e nao que-
rrndo que esta casa aprsente nina deciso qii"
a., ii. m possa laxar de precipitada, una deci-
sao que alguem que seja nimigo do justo cr-
dito que esta assembla deve gozar por suas
declsdea, supouha desacertada, laxaudo-a como
derivada de molivos menos honestos, meuos
notares, menos generosos
Tote: Aqui dentro nao ha quem supponha
tal....
U Orador: Mas ha la fra, e como nos nao
legislamos s para aqui, legislamos pira lodos,
como pdehaver alguem que innnign do justo
crdito a que esla casa lem di. ello pela juslica
de snasdeliberacoes;eu quizera que esta ques-
tao fosse averiguada com toda a calina, eu qui-
zera que se nao disse^se que linha sido decidi-
da, porque ah havia um lime particular, que
podia alimentar taes e taes preiences, e he
pur esse motivo, que eu envi um requerlintn-
to mesa, pedindo que a sua discusso seja
adiada por cito dias, e que o projeclo seja re-
inellido cOiDinluto de orcameuto municipal
para que ella inlerponha Jalao seu, sibic se a
cmara lem ou mi possibilidadr para f.izer es-
ti obra, independente de einprcsiimo piovin-
vincial.
Mas, Sr. presidente, eu quero justificar uina
proposico iiue me escapou no calor da discus-
so; eu me comprometli a volar contra todas
as medidas, que l'ossem leiideutes & cieajande
emprrslimos provinciaes, purque em resultado
sao un ntiii un- doaces ; lainbeiu me com-
prometi a votar contra coucesso cmara
ii.iiiii< i|.al para a factura desta obra, una ves
que seja necessaria a crea'c.io de qualquer im-
posto, antes que ella esteja concluida.
Sr. presidente, eu peto a V. Kxc. licenca pa-
ra a, r. M-i.i.n algumas proposicies, que ser-
vem de ju-iili. a\no as ininhas ideias ; en le-
nho para mim que a mnosico nao he jUBtW-
cavel tena em face do motivo e da utilidade
do liiu para que he laucada, porque por outra
manen he torturar o poyo, mas uo la/er jus-
lica. Ku nao ni o que seja crear iiuposices
(como no caso prsenle) para fazer um inala-
iii.iiio, cuja utilidade nao he lecetaida por a-
quelle que a paga e satisfaz.
Coiivenbo, Sr. presidrule, nodircilo d'pnr-
tagem de puntes eesiiadas, purque o povo lira
dessa imi-o-n,ao utilidade iimnediala, mas nao
emendo o que seja pagarem-se 50U rs. ou mais
por cada cabeca de gado, Isto para ser appll-
cado consti ucean de Um maladuuio fmuro.. .
(U orador fat anda algumas ubservaces que
nao podemos Collier cm cousequenciailos mu-
los apartes que se crusam ucsla occasio.)
lainelue, inundando a mesa um equeriliien-
to de auiameulo por oito das, para que a com-
inissao de orcameuto municipal seja uuvida
acerca da posaibilidade da cmara lazer esta
obra nidepeiideiiic de emprestimo dos cutres
Apoiado o requeriinento de adiatnento entra
cm discusso cnn|unclamrnti* com o projeclo,
c com o oulro adiamenlo j adinitlldo
O Sr. guiar -lendc a cmara municipal.
O Sr. t Virnriro da CunSa i Sr, presidente,
interpellado por meu illuslre collega, prenle
e amigo, ped Imnirdiasainente, palavra para
Ihe responder, pnrm confreso que o nao pos-
so fazci. p.erque nao entend o que quena de
mim. Prestel-lhe loda a attencao, esiou mes-
mo fascinado por suasbrilhanles e seductoras
palavras, que sempre me arralara apf si, me
le va ni pna onde lie qur, mesmo a erros se
tanto Ihe aprai, inda quando diversa seja nn-
nha opiniao, e vonlade tenho eu de contrariar
seus pensamentos: nesta disposi;oainda es-
lou ; quero segui-la, porin nao percebo bem
nesta occasio que nsposta exige que eu d,
ou qual a conduela que eu tenho ?!! I
Sr. Francitco Joo.-- Se dentro de olio dias
pode .in.iiii.ir a casa por parle da comniis-
so de orcameuto municipal um parecer acer-
ca da |.o ..ibili.la le da cmara municipal po-
der facr esla obra sem recorrer a cinpreslima
do cofre provincial.
O Orador: Ah 1 agora eotendo! E respon-
do: >T.o sei se a cominissao poder no curto
espaco de tempo que se Ihe marca, cumprir
coma nlii -ig icfin que se Ihe quer lmpor, po-
is que isto depende de um trabalho e e\ mu-
de negocios, que dizem respeilo as cominiss-
e* nao s de orcameuto municipal, ionio tam-
taem de fazenda e oreamento provincial, e nao
sao ignoradas pelo illuslre deputado. as dtH-
culdades e a importancia de sua exigencia e
pois devia srmenos mesquinho no prazo que
eslabelececm seu rrquei miento ; pois sepa-
ra bem cumprir esta uova obrigaco precisa
a commisso altender ao orcamenlo provinci-
al, de certo nao pode dispencar o rigoroso
exime das contas da municipalidade do lleci-
fe, e ..nia ni n ao uobre membro, que este tra-
balho nao he pequeo, nem de pouca mon-
ta. Se elle visse o numero de papis e con-
tas que existe na pasta, os quaes devem um a
um ser verificados, nao s para saber se a c-
mara municipal bem cumprio a obrigaco
que lite he imposta pelo seu orcanieuto, se
de suas rendas ha sobras, ou algumas se po-
dein applicar pira a feilura do maladouro,
seria, repilo, mas benvolo para com a com-
misso. Por lano nao me otarigo a dar o pa-
recer dentro do lempo niarcado.-mas oblig-
me a eiupeiiliar todas asiuinbas frats furcas
c ajudado de meus compauheiros, a ludo en-
vidar para ver se o salinfaco. Eu nao sus-
lenlei ainda que a cmara municipal podi
cuinos nicos recursos que ora tein, edificar
seu ni ai uliuii n ; disse somente que se devia
prestar loda a .-menean a este negocio, e nao
nos deixar levar por propostas d'tsle ou da-
qin lie cidado, qu s em seu proprio bene-
ficio se queira encarregar d'esta obra, pri-
vando d'esta arle a cmara municipal, uo s
de um dirrilo que Ihe perlence, se nao tam-
bem de urna I.mi.- de rendas, que serveria pa-
ra i ii.la'ii as ni ni 11, uli 11 gares, queja lem
a sen cargo, e a oulras que cada dia v.io em
augmento com o augmento material d'esta
cidade.
Se mais alguma cousa quer de mim o nobre
un iii.i.<, orienle-mc com seus luminosos a-
partes, cbino cosluma, que anda estou com
a palavra e tratare! de Ihe responder como
puder, enmu cm liui me permiliirciii niiuhai
debis Tortas.
Encerrada a discusso, he approvado o re-
querimenlo de addiamento do Sr. Francisco
Joo, leudo sido previamente a pedido de seo
autor, c com assenllmcnlo da casa, o do Sr. Au-
gusto de Oliveira.
Segunda discusso do projeclo n. 3 que cria
mais um lugar de cscrivo.do civcl na cidade
t!o Recife.
Depoisde brevissimas rrllexes doSr, Agin-
ar, e Francisco Joo acerca do arligo .!. Sao
approvados suceessivameute os artigos de que
o pro|eclo be cuipoato.
Seguiiila discusso do projeclo n. 4. qne
manda perlenccr ao leruio de Flores lodo o
terreno comprchendidu entre Malbada dos
l: o., ellarra do Riacbn de S.-Braz, bem co-
mo loda a lljbeia de cuplli.
Temi sido poupostu o addiamento deste
projeclo pelo Sr. Giliraua.
Kiiccrra-se a discusso, lomanJo parte m lia
os senhores Gi tirana, Pinto de Lampos, c
Helio llego.
A casa resolve, rrgeilar o addiainenle pro-
posto, e approvar o projeclo,
I. mi.. dado a hora.
0Sr. 'residentei ~ designa a ordeni do dia
c levanta a sesso.
llAtU UK PKK\AMHICO.
aiciri-, 35 DE MAB.90 de 1051.
A --emlilea apprnvou hor.tem, em ter-
ceirt dl8CUi(So, o projerto n. 3, assim co-
mo ns i mi'ii.iiis otTerecidti ao n. 2, e em
primeira o projeclo n. 7.
A oide.ii do da par amanhS8(26) he
i r.miiuiiiii,-.ai) da anlecedeute e discussSo
do projeclo n. 7
0 anniversario do juramento ennati-
i ni.- "i i > poltica do imperio foi hoje solemni-
sadocom a parada do coslume, e cortejo an
luste de S. M. o Imperador. Salvanm as
fortali'Zns e vasos do guerra gitos no por-
to, e as i mis da cidade foraui perrorridas
noile por t>:iii iss de msica militar.
lA
so.,
AI.FANDKGA.
Rendimento do da 24. .16:545,262
Desrarregam hoje 26 de marco.
Rama Swori-Fitk -- mercadorias.
Ilrigue Ranilnlph dem.
Marca Fiordo l'orto -- idem.
Itrigue .">. Dnmitgoi dem.
Barca Amlrtut -- farinht.
ICscutia Angelina idem.
CNSUL A l>n 6ERAL.
Rendimenln do di 24.. 3:730.668
Diversas proviucias...... 215,923
3:946,39
EXFOHTACAO.
Pttpach't marilimct no dia 24
llar elonn, brigue hespanhnl Jooquim, d
321 toneladas : rondiiz o seguinlu : 1,123
sucos com 6,199 ai lobas e 29 libras de al
gnilo. i- 338 couros stecos.
.Mais.-iii.i, luigiii- fia i i-./. Carde National.
de 224 loiel.das : condiiz oseguinle -.2,957
suecos com 13,068 riohas de ssucar,
CONSULADO PROVINCIA!.
Kendimento dodia 22......656,863
I mu do na J<........1:931,855
lV o vintenio do porto.
Naviul entrados no dia 24.
Mar Pacifico 20 meze, galera americana
ittuiiLij, iie -.un i i-ii. i nas, capitno Preda*
rico A. Weld.equipagem 21, caiga azeile
de peixe ; ao es pililo. Veio refrescar e
segu p( Creeuport,
Babia 7diis, fraeata ingleza Thelis, coli-
mindanta A. L. Kuper.
dem 7 dia, corveta inrlezi Tiveed, com-
rpan-lsnle lord Franca llussrll.
RioC-andedoSul --35 dias, brigue nacio-
nal Marcial, do 167 ti.neltd", pililo Ma-
noel Jos Monteiro, equipiRem 13, carga
csrne e sobo ; a Amoiim Irmo.
Alcobassa pela Babia 41 dias e do tillimo
porlo 9, lancha nacional N. S da Penha,
de 26 toneladas, mostr Jos Antones
Guerra Jnior, equipagem 7, cuga fari-
nha ; ao mesmo mostr.
Oburvaqio.
Fundeou no i.ameiro um brigue aus-
traco.
Novloi entradot no da 25.
Liverpool--50 dial, polaca austraca Ei-
perlo, de 300 toneladis, capito Thomas
Bui'ivch, equipagem 13, carga csrvSo ;
a Deane Youle & Companhia, --Esta em-
batcacfo eotrou honlem e deu fundo no
Umeirflo.
Richmond -- 34 dias, barca americini Jowa,
de 268 toneladas capito J. H. Kirch,
equipagem 13, em lastro ; a Deane You-
le & Compinhi.
Bremen 37 dias, barca ngleza Princett,
de 225 toneladas, capito Maik Cisson,
equipagem 13, em lastro ; a Dame Youle
& Comnanhia.
Rio Grande do Sul27 dias, brRue-escu-
lla nicional S. ./od Vencedor, de 134 lo-
ii.-Imas, capitilo Minocl Pereira de Si,
equipagem 15, carg carne secca ; a Joo
Francisco da Cruz. Passageiros, Antonio
Aluiiquerque Bandeira de Jlcllo com sita
aii.ilii.
Navios sahidos ni meimo dia.
Pirahiha Hiate nacional Parahibano, mes-
tre Nicolao Francisco da Costa, carga car-
ne secca e fariniH de trigo.
dem ~ lliale nacional Conceicdo flor das
Virtudes, mestro Elias do Itozario, carga
f /en lose carne secca.
Portos do sul pelo Ass Rrigue nacional
Sagitario, capilSo JoSo de Ueos Pereira,
em lastro-
Liverpool por M.-r.'ii'i Hiiu'iie inglez ]?i-
chnrd, cipilSo William White' carga as-
sticir-
ObsertacSo.
Fuodeou no Lamen-So um brigue dina-
mirquez. ____________________
lHTAli.8.
s '
Perana a cmara municipal desta cfilede
estar praca publica, nos dias 22, 26 e 27
dn corrento, para ser arrematado, por quem
miis der, o rendimento do imposlo de 50C
rs. por calmea de gado vaceum, que se con-
sumir as freguezias do Poco, Afogados,
Varzea, Muribeca, Jaboato eS. Louren<;o.
Os interessados podem comparecer, muui-
dos de fianca idnea, no pago da mesma c-
mara, nos dias indicados.
Paco da cmara inuulcipal do Recife, em
sesso de 21 de niarr;o de 1851 Fruneiseo An-
tonio de 0/iecro, presidente.Manuel F. Ac-
cioli, secretarlo interino.
A cmara municipal da cidade de Olinda c
seu termo, etc.
Faz sabor a quem convier, que nos dias
27, 28 e 29 do corrente vai prat; o con-
cert da fonte Cacu'iiti, avaliado em ris
880,000, segundo o plano do engetiheiro:
as pessoas que quizerem lanzar, compare-
cam nos referidos dias, na casi das sesses
ua mesma cania/a.s 10 horas do di, com-
petentemente hoHitadas. Para ver-se o di-
to plano pode diri^ir-se a secretaria da
mesma cmara a qualquer hora Csa d
cmara, 22 de n)rqo de 1851. Eu, Mnnoel
Joaqniui da Miranda Lobo, secretario o es-
crevi. Joaquim Cavalcanti'de Albuquerque,
presidente. Manoel Joaquim de Miranda
Lobo, secretario.
Manoel Ign.cio de Oliveira Lobo, fiscal da
11. .-iit'/.u deS. IV. Pedro Congalves, em
viuude da lei, etc.
Fago saber que se acha em seu inteiro v-
tor o disposlo no artigo seguinte da lei pro-
vincial n. 91 de 7 de maio de 1841 :
Ait 5. Logo que o cemiterio osliver
em estado de poder receher os cadveres,
lidian prohibidos os enlerramentos em
qualquer oulro lugar dentro da cidade e
seus suburbios, excepto os dos principes e
bispos.
E para que chegue ao conhecimento de
lodos se mandn publicar o presente edi-
i.'.l, na intelligencia Jo que to>los sSo obri-
.Milus a observar striclamenla o que se
contm respeilo, no regulameutoqiie bai-
xou da presidencia, em 17 de fevereito do
crrenle auno, sb pena deserem- punidos
na conformidad das posturas municipaes
vigentes
Kreguezia de S. Fr. Pedro Gimen Ivs do
Recife, oiii 21 demarco de 1851.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Claudino II Miuni Machado, fiscal da fregue-
zia de Santo Antonio, em virtudeda lei,
etc.
l-'aco saber, que por portara da cmara
municipal mim dirigida, com diti de 17
do con ente, me foi determinado que fizes-
se publicar o artigo reguiuti da lei provin-
cial n. 91, de 7 de maio de 1841.
A11 5 Logo que o cemiterio estiver
em estado de poder principiar a receher os
cadveres, II. ai ."o piolnl idos os enleg-
menlos em qualquer oulro lugr, dentro da
adido e seus suburbios ; excepto o dos
piibcipcs e hispos. >
O que devet ser relindamente observa-
do, guanlando-se em ludo as disposic,o>s
que a este respeilo ge icham consignadas no
regulamento, que biixou da presidencia
17 de fevereiro do correle auno ; sOb pen
deseiemos iu-raetnres multados, segundo
as posiuias municipaes vigentes. E, pan
constar, se manduu publicar o presente.
Freguezia de banlo Antonio, 22 de mar-
fil de 1851. Claudino Benicio Machado.
JoSoJOk de Moraes, fiscal da freguezia de
S. Jos, etc. ele.
Faz publico a disposi^So do artigo se-
guinte da lei provincial n. 91 de 7 de maio
do 1841 :
Art. 5." Logo que o cemiterio estiver
em estado de poder receber.os cadveres,
lic.ir.ui prohibidos os enlerramentos em
qualquer outro lugar, dentro di cidade e
seus suburbios, excepto os dos principes e
bispos. a
E, para que chegue ao conhecimento de
lodos, a manda publicar o presente pela
impreusa; assim como silo igualmente
obngados a observar slriclamente o que
iiis..i! o regulaineuto da presidencia que
baixou em 17 de fevereiro do corrente an-
uo, sOb peua do rom punidos tu coofor-
midade das posturas municipaes vigentes.
Freguezia de S. Jone. 21 de marco de-
1851. Jlo Jote de Moraes.
Ignacio los Pinto, fiscal da reguezia da
Boa Vista, em virluda da lei, ote.
Faz publico a disposiQo do artigo se-
cuinte da lei provincial n. 91, de 7 de maio
de 1841: *
Art..5. Logo que o cemiterio estiver
em estado de poder receber o cadnvcreg,
llcaro prohibidos os. enterramenios em
qnalquer outro lugar, dentro da cidade e
seus suburbios, excepto os dos principes e
bispos.
E para que ninguem possa allegar ig-
norancia, vai publicado pela imponga, fl.
cando toda e qualquer pessna na intelligen.;
cia deque he obrigada a observar alricta-
menlaasconriicoesedisposicfles dn retu-
lamentode 17 de fevereiro de 1851; sOb
pona deserem punida^, segundo as postu-
ras municipaes vigentes.
Freguezia da Boa Vista, 20 Je margo da
1851. Ignacio Jos Pinto,
Theatro de Santa-Isabel.
50. RECITA DA ASSIGNATUIU.
Qoum-reilU, 27 db v.aco de 1851.
Esptlaculo dramtico inlervallado de canto e
rianca.
Depois da execucao de uina das inelhores
ouverturas, a companhla nacional representa-
r o mullo applaudido e Interessanie drama
em actos,ornado de msica :
1). i.'ezur de Baznn.
No primeiro acto as senhoras Bderna e Mo-
reau. seguidos de grupos de povo, execularo
utn lindooailaifo
No inlervallo do primeiro ao segundo acto,
ai mesinas senhoras dancaran o passo a dous :
DEI.LK tlAUPE.
No lerceiro acto, durante o festejo no pala-
cio do marquez de Slonieflore, o Sr. 7 atl can-
tar a excellenie ariaflri Lombardi alU prima,
Crociata-o maestro Verdi. Km seguida a se-
nhora Candiani e o mesmo Sr. caniaraoo due-
lo do segundo acto da operaTorijwi'o Tano;
depols do qual as senhoras Hadcrna e Mo-
reaux execulaio o limito applaudido passo
a doui:
A aldeana.
Terminar o espetaeulo com o ultimo acto
do drama,,
Comecar is 8 horas.
Os bilheles acham-se a venda no eicrip-
torio do theatro.
QUlNTA-FKIHA. 3 DE AKKIL DE l85l.
Recita extraordinaria em beneficio da pri-
meira danrarina Mariella lladern.i.
Espetaeulo variado de eanto, danca e dram-
tico.
Depnis de uina das melhorea ouverturas pela
orcheslra, a companhla lyrica execular o pri-
meiro acto da opera ;
Norma,
Com todo o seu brilhante aparato.
Km seguida a beneficiada e a senhora Mo-
reaux execularo o novo e lindo passo a dous :
AS ODALISCAS.
Depois do que o Sr. Tati c miar a excellenie
aria da opera :
Auna V.nllrnn.
Do maestro Donizeiti, os Srs. Capurri e
Frcderico Tal! execularo o bello duelo da
opera:
Os Puritanos.
Do maestro Dellini.
Piado o qual a companhla nacional repre-
sentar a interesante comedia em 1 acto :
O .1 lillas i ni >:ilii>;i(lo Terminara o espetaeulo com o primeiro ac-
to do magnifico baile, intitulado :
O LAGO DAS l'\l)VS,
lao applaudido no theatro de S. Pedro no Rio
de Janeiro, por seus aduilraveis grupos e ell'ei-
lo scenico.
A beneficiada, sendo esla a primeira ves que
recorre prolecco do generoso publico de
ei ii iiiilim o, espera que este Ihe prodigalUa-
os un smns favores, que indistintamente des-
minie a todos os artistas.
Clin, -ca a aS 8 lunas.
Os bilhetes acham-se venda no escrlplorio
do theatro.
THEATRO DE APLU).
COMPAMIU VlUMii-/,
Dirigida pela viuva -Kerleaux.
DIA 28 DE MAUCO I-I-: isil.
Grnnilc k |)ii scni.icaii extrnorili-
n ai i i (tu licneflclo lo joven
I! re (i l o lid.
Primeiro acto.
Debut do joven Carlos sobre < corda, dif-
ferentes passos e ovoluco^s, o joven e in-
trpido Brmond execular diiTiceis posi-
i,-ri.'s sem maroma, reservadas por elle para
o dia de seu beneficio. Madamesella Gennjr
sobre a corda execular diversos pasaos,
seguindo-se os grandes saltos de elova<;3o
por madamesella Seraphiua, terminando o
acto com o passo a dous por madomasellu
Geuny eSerapbina.
Segundo acto.
Os grupos do carnaval de Veneza, nos
quaes madamesella Genny subir as pira-
mides frmalas pela companhia grandes
alturas.
Tercelro acto.
Grande e variado exercicio de destocado
pelo Sr. Berteaux e o joven Brmond, se-
guindo-se os jogos icaiios pelos Srs. Ber-
teaux, Btmond e Citarlos
Quarto acto.
Los cordages francaise pelos Srs. Ber-
teaui, joven Brmond, Charles, e madame-
sellas Genny, Hortense e Seraptiina,
Quinto acto.
0 traposio polo beneDcado e o joven
Charles, exerciciosinteiramenle novos, nos
quaes o beneficiado empregar toda a sua
destreza e habilidade para o bomdesetnpe-
nho ; o acto ser terminado com a viagem
aos antpodas pelo Sr. llerteaux.
Sexto aelo.
Osquidros vivos, inleiramente novos, por
loJaa companhia.
Primeiro quadro.
0 juizo de Pares.
Segundo quadr.
Bebe.
Terctiro quadro.
Oanjoda guarda.
Quarto quadro.
A F, a Espera nca e a Caridade.
Quinto quadro.
Susana ( a carta ).
Sexto quadro.
O roubo das Sabinas.
PaBgOS DOS UILUETB!.
Camarotes da primeira galera de frente
8,000 rs., de lado 6.000 rs. ditos da segun-
da galera de frente 10,000 rs. dilos de la-
do 8,000 rs.; dilos da lorceira 5,000 r., pla-
tea 1,000 rs galera fiiu rs.
M. B. Os bilheles acham-se venda no
mesmo theatro, das 9 horas da maiinaa as 4
da larde.


As pessoas que quiznrem prover-8 de b-
Ihetescom snlecelencia podeindiiigir-se
na da Cadeia n.....segundo andar.
.*
Avisos marilimos.
Para I'arahiba
saheem poucns diis o veleiro hiato nacio-
nal Espadarle : qui>m no mesmo quizer car-
rejar, tr(o com Antonio da Cost' Ffirreira
Eslrrlla, na ra da Caricia do Recite, 011
com_ o mestrn Victorino Jos Pereira, no
trapicho do Blgodflo.
-- Para o Itio Grando do norte, Aracaty
oo Oar-freta-se 011 recebe carga a hares-
ca flava F.tperanca i\urm pretender, dirija-
se a na da Madre de Dos, loja n. 3*.
-- Para a Bahia sahe nestes qualro dias o
patacho nacional icj/ria.' anda recebe al-
guma carga a frete, para oque trata-se com
Novaos & Companhia, na ra do Trapiche
numero 34.
A muitn veleira barca portugueza Bra-
chrense sahe para o Porto em poucos dias,
tem excellentes commodos para passagci-
ros, e recebe carga a frete, para o que tra-
ta-se com o capitSo Rodrigo Joaquim Cor-
reia, na pra^a do Commercio, ou" com No-
vaes & Companhia, ra do Trapicho n. 3i.
Para o Rio de Janeiro sahe, em puucos
dias, o brigue nacional Firma : para o resto
da carga, psssageiros escravos a freie tra-
ta-serom o rapit.lo Francisco PeixoCuima-
rles. na praca do Commercio, ou com No-
vaes & Companhia, na ra do Trapiche nu-
mero 31.
Para a Babia salie em pou-
cos dias, por ter grande parte da
carga prompta, o patacho nacio-
nal Valente : para o resto da car-
ga trata-se com os consignatarios,
ovaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34.
Para o.Aracaly sahe impreterivelmeti-
le, at o im do mez, o hiale nacional An-
glica : quem nelle quizer carregsr ou ir
de passagem, dirija-se a ra da Cadcia rio
Itecife n. 49, primeiro andar, ou trate no
trapiche do algoriSo com o mestre.
--Vende-se urna barcaca rienominada Pri-
tneira Laurentina Suva, de lote de 30calxas,
muito em conta, a dinheiro ou em lettras
de boas tirinas, ou troca-se por alguma pro-
prieJade nesta praca. A mesma barraba es-
t, para ser examinad, Tundeada no forte
do Mallos, junto ao esla leiro do Sf. Jacinto
EstevJo. O mea/no dono tamhem vende on-
tra que est prximamente a chegar, pelo
meso,o negocio, de lote ile 18 a 20 caixss :
a tratar na ra da Caileia do Recife, loja nu-
mero 54.
Vende-se o patacho brasi leiro denomi-
nado Alepria, de lote da 7.500 arrobas, e
demanda carregado 12 palmos, forrado e
pregado a cobre, de boa contiucQo, lien
promplo de lodo o necessano para i. /. i
viagm, sem que o com piador seja obrign-
do a despeza alguma : quem o pretender,
poder esamina-lo na volla do Forte do Mal-
los, onde se acha Tundeado, e tratar con
Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra da
Mucda n. 7. .
Aos Srs. cixeirQS. a tratar na ra do Crespo l"ja de Carvalho
tmrquez dos sapos, cnegado proxi- & Maia.
Leiles.
-- Jamos Ryder & Companhia farlo leilflu,
por intcrvencilo do corretnr Oliveira, e poi
conta e risco de quem pertencer, de multOl
lotes-de chibas e outras fazenrias iogleat
avariadas, enegada iroximainente de Li-
verpool pelo brigue Susan, e de alguinio
deterioradas pelo cupim, etc. : quarla-fei-
ra, 26 do correnle, s 10 horas, no seu ar-
uiazem, roa da Cadeia.
-- Jo3o Xavier Riheiro de Anrirade tratou,
ante* da sua retirada para o Rio de Janeiro,
com o correlor Oliveira, da venda em lei-
lflo de toda t mohilia c mis trem de sua
casa, consistindo em cadeiras, canaps, me-
siuhas, mesa redonda, comninda, meainh
de costura, leilo e colchDo, tudo de Jaca-
randa, e de iguaes arligos il'oleo, secreta-
ria rie amarello, carieiras de bataneo, lou-
cadores, estantes, mesa de jantsr com ca-
becearas, carteira para escriplorio, cadeiras
americanas para janlim, marquesas do con-
duru, commoda enveruisada, baca de ra-
me grande, banheirus, qudros, pedra de
filtrar, mangas e caslicaes com ditas, ditos
de bronze, porcelana dourada, dita usual,
louca para mesa e cha, trem de cozinha,
monillo*, muitos ornamentos para sala, e
innumeraveis outros arligos muito supe-
riores, como seja um lindo piano, etc. : le-
ra, pois lugar dito leillo, quiuta-feira, 27
do correnle, s lo horas da manliila, na ra
do Sebo n. 24, pertu da Trempe e ludo se
Tendera sem limites em precos.
(uigittt-feii i 27 do crlente.
Os Srs. Iledier Colombiez & Companhia
faro -leillo, por inlervencSo do correlor
Miguel Carnciro, e em presenta de um de-
legado do consulado francej, de urna caita
com madapol's avariados, viuda pelo na-
vio Havre, capitSo Monnier, na sua rcenle
viageni do Havre, e por cunta de quem per-
tencer.
'___ '........""! """-'- !
Avisos diversos..
mmenle da Parahibu, precisa levar pfcj-a
-cus estsbelecimentos alguna caixelros por
amostra, icaodo com aquelles que lhe con-
vier, o os outros teem paseasen) paga, a
volla. Roga, pois, aos mocos de bom gosto
Utequizerem ir desfructar as melodiosas
cances dos encantadores mosquitos no
ameno Zumb, queiram dirigir-se praca
lo Commercio, a tratar com o mesmo.
N. B. O ordenado he bom e o trata-
'ie ii i o i bfuta.
Arrenda-se um sitio com olaria, e que
tenlia proporcOes para planlar-se capim:
quem o livor, annuncie.
C'ommerxio.
Um rapaz com alguma pratica do com-
mercio e de guarda livros, saliendo ler, es
crever e falUra lingoa franceza, nio s po-
la pratica que tem, como pela theoria, dse-
la empregar-sn em alguma casa de commer-
cio : quem o pretender, dirija-se a esta ty-
pographia.
Commerce.
Un garln avec quelque pralique de com-
merce el de lenue de livres, sacliant lire, e
crra et parler la langue francaise, non
seuloment par la pralique, mais aussi par
la iheorie qu'il en a desire se placer dans
quelque maison de commerce : s'adresse a
cslte in,rmere.
- Desappareceu do engenho Cordeiro,
no dia 20 do correnle, um escravo de nome
J'i'ui, que se tratava por Julio do Reg, de
estatura regular, anda um tanto corcovado,
pardo-escuro, cabellos sollos, cheio do cor-
po, barba sen a la, olhos grandes e olhar um
lauto espantado ; nSo se sabe o trage que
levou ; desconfia-se ler lomado para o ser-
tilo por ter sido comprado a Laurentino An-
tonio Ferreira, por compra que este fez a
Manoel Pinto Teixeira, ambos moradores
em Caranhuns: pede-seas autoridades po-
liciaes e cacilSes de campo, que o appre-
hendam e levem-no ao dito engenho, onde
serilo bem recompensados.
No dia 16 do correnle desappareceu o
prelo Silvestre, de nacSo Angola, de 25 a
28 annos pouco mais ou menos, cor bem
preta, estatura baixa, olhos opados, est
doente dos escrotos e tem coslume de em-
pinar o corpo para a frente ; levou caiga de
riscado azul, camisa de madapolflo e chapeo
de pul lia : quem o pegar, leve-o ao Forte do
Mallos, ra do Burgos n. :il, padaria, que
ser bem recompeDsado.
Por com niodo preco.
Fazom-se vesiidos de todo e qualquer
feitio para senlioras, manteletes, capoti-
nhos, bonetes-para homcm e senhora ; tam-
hem enfeilam-se chpeos, Uvam-se e en-
gimmam-sequaesquer objectos rie fil li-
caniloemseu perfeito estado, tudo com a
melhor promptirido : na ra da Aurora, loja
da casa n. 42.
Desappareceu rio engenho Camorim,
ha cousa rie cito dias. e consta que anda
i. 1 iii na cidade, o escravo Lucas, cabra, de
30 a 35 anuos, baixo, espaduas largas, bas-
tante barbado, com suissas sorradas ; levou
camisa de madapolilo, caigas do casemira
preta com listras de cor e chapeo de pallia :
i|iiem o pegar, leve-0 ra do Collegio n
21, a Manoel Alves Cuerra Jnior, quo ser
recompensado.
Aluga-se um sitio em Olinda, na praia
do S. francisco, com 56 p< decoqueiros e
mu boas Ierras para plantar tudo quanto
se queira comprar, com urna casa de pedra
e cal, porm ja velba, e a vista de ouem o
pretenderse fr todo o tralo : em Fra de
Corlas, ra do Pilar n. 145.
O Sr. J. M. P, S. queira mandar pagar
11,650 rs. de resto do aluguel da casa da
ra do Aragflo na Roa Vista, em que morn,
e mais de tres anuos que deve a dita quan-
lia ; e i)3o a pagando nestes oito dias, tei
de ver o seu nome sompre nesta folha.
Aluga-se o segundo andar e sodio da
casa n. II da ra da Moda, com commodos
para grande familia, por ter 4 salas, 10
quartos e 2 cozinhas : a fallar no arniazeiu
da mesma casa com Luiz Antonio Vieira.
- Precisa-sc de um lioniem que lenha
>erfi-ita pi. lu'.i do commercio rie-venda, pa-
a se lhe entregar urna por balango, dan-
Hlstorla Sftgirrtft do antlgo c
novo lc*t a me uto,
'iiriuiiecida com olas e redexOei moraes,
liara ntrurc3o esanctificagao dos fiis, pe-
lo presbyleroj. I. Roquelte, cavalheiro da
imperial ordem ria Rosa, e soci > correspon-
dente da academia real das sciencias rio
Lisboa, 2 volt, em 12, encadernarios, Ilus-
trados com 120 vinhetas, sabio lu/. em
Paris, e vende-se no pateo do Collegio, ca-
sa do l.ivro Azul, pelo pr> co de 8,000 ris.
Brilha nesla obra conscienclosa a lingoa-
iiem pura e ennecia que he propria rio au-
tor, um refiexo mu nolavel ras lingoas ori-
giuaes, a quo nestes ltimos lempos elle se
tem de lirado, e por vezes a elegancia e no-
bre estylo, que s em Vieira se encontra.
lie precedida de um excellente prefacio com
urna importante noticia acerca dos livros
santos, e completada com um appcnriice
conten lo a historia abreviada da Terra
Santa dos nossos dias.
Arrenda-se ou vende-se um sitio com
diversas fru'.eiras, baixa para capim, e inul-
to perlo da praga por ser no principio da
estrada nova : quem o pretender, dirija-se
a ra do Trapiche-Novo n. 10.
Em 26 de maio doanno pr-
ximo [iis.viIo vcio pelo vapor Per-
nambucana, remettida do'Cear,
una carta para Manoel Jos 'de
zevedo Atnorim, dirigida por An-
tonio de Castro Viaiuia,na <|ti-l vi-
nham inclusas duas, escripias por
Jos da Costa Amoiim da villa de
Vianna do reino de Portugal, re-
lativas a urna lieranca, que na mes-
ma villa existe pertenciite a her-
deiros brasileiros desta provincia
e da do Cear ; e romo il.i relacao
das cartas que o dito vapor condu-
zio s conste ( talvez por engao)
0 nome de Manoel Jos de Amo-
iim, e por isso losse tirada do cr-
relo desta cidade, roga-se a pes-
soa que a tirou, que por favor a
entregue na ra do Kozrio larga,
botica de Bartbolomeu Francisco
de iJouza, que se lhe ficar agra-
dec lo.
--No dia 19doeorrento ficaram por es-
quecimeulo Iret livros pequ- nos de escrip
turagito, em cima de um dos bancos da pon-
te : quem os achou e os quizer restituir,
entregue no armazem de Francisco Dias
Ferreira, quo se lhe licar ohrigado.
ITi-cisa-se de um pequeo que seja
bstanle deligenle para caixeiro de urna
coufeilaria, dando fiador asna conducta:
na ra do Rozario eslreita n. 43.
(> 1111:1 las <'riiy.es 11. 2H. q
j Consultorio liomceopathieo do faculta- A
\ ttvo J, ti. Cutanova. ;
^v Gratis para os potires.
2. Na ausencia rio facullalivoJ B. Ca- J?
1 sanova, o professor de bolliCCopatlila ^
Y Gossel pon irii continala com os
''' trabainos do mesmo consultorio, 00- O
O de poder ser procurado a qualquer &
3 non. G>
Desappareceu urna prela de nome Ma-
riamia, de uag 10 Mogainbi>)iie, de 3il nonos
pouco mais ou menos, altura regular e
chei.1 do cu'po ; tem no p esqueruo urna
marca de ferida e | es cambados; levou ves-
tido de chita branca com dOUS habidos:
qu^m a pegar, leve-a rus do Passeio Pu-
blico n. 5, que sei recompensado.
Precisa-se alugar urna escrava, que
saiha comprar o Cozinbar paia 4 pessoas,
nSo lemlo muis outro servigo : na ra Nova
numero 6.
--0 bacharel Antonio Buarquc de Gm-
m3o advoga nesta praga, e lem osseu esciip-
lo-se-lhe interesse pelo seu trabalho, e torio na ra do Rangel n. 36, 2 anJar.
|ue seja de boa conduela : a tratar bo Bec- I --Aluga-se o lerceiio andar com slito
co Largo n. 39, esquina da Sen/alia Nova, corrido, e rious soberbos mirantes, do so-
Precisa-sedo um feitor para um sitio brado o. 13 :a ra doV'igario, com condi-
no lugar denominado Casa Forle, preferin- coes rie ser para numerosa e decente fami-
lo-se eslrangeiro : na ra do Trapiche nu-
mero 3.
-- Precisa-se de um caixeiro de 10 a 12
lia : a tratar na roa do Amorim n. 15.
Oll'erece-se um mogo biaiileiro, sol-
teiio, para administrador de qualquer en-
unos, quesaiba l-r eescrever, para caixei- genho, anda niosmo fra da provincia, ou
ro de venda : na ra da Senzalla Velba nu-| outro qualqiiei servigoqua apparega: quem
mero 46.
ra da Cadeia do
No becco da Bomba n. 3, eiigomma-se
roupa com perfeic3o, por commodo prego.
Atteiico.
Na confeitaria da ra do Rozario eslrei-
ta 0.43, deseja-so contratar com alguma
pessoa 12 garrafas de azeile puro por espa-
go de 5 a 6 mezes ; isto he, somonte nos
domingos e dias santos de guarda : a quem
islu cuiivier, dirija-se a mesma casa que
achina com queui tratar.
A pessoa que quizer comprar alguns
objeclos de'venJa, uinja-se travessa da
ra da Concordia, sobrado n. 5.
Precisa-se de um feitor capaz, para um
ailio perlo da praga : a tratar na ra da
Cruz do Recite n. 2
ik> A pessoa que liver unas ca las para <
i> Leandro Uezena Monleiro, viudas do Ciato pelo Francez Luciano lien- *
rique ( ja lioje ausente deala praga ) ^
queira entrega-las ao Sr. JoSo Jos 2
i>
e Carvalho Moraes, na ra da Ca-
<:<
&. deia Velna, ou na ra do Trapiche,
)> em casa do Dr. Sabino. m
liAiAAiilli iAiiAAAAAiiltAi
l'i.-eo.i-.M' Ue nina a o.a puia comprar e
cozinnar para urna casa de pouca familia :
na ra da Couceicau da Ba Vista n. II.
S JosZacharias deCaivalho, Dr, em i
3f medicina pela universidade de Co- I
S imbra, participa ao respe^lavel pu- S
^ blico, que lem fixado a sua residen- $
% ca no Recife, ra da Cruz n. 6, pri- U
{$ meiro andar, onde o poderSo procu- i
j rar a qualquer hora do dia.
~?~~r......r-~ wmmm mmmp!
Preclsa-se de um caixeiro que entenda
de.....llii ios dando liador a sua conduela : a
iiain com Victorino Jos Ferreira, ra larga
do llotario 11. 22, l>>j 1 de niiudezas.
Arrenda-sc um ailio que seja grande e
que lenha ao menos urna pequeoa baila para
capim e bastantes fructeiras, fai-se toda van-
liigein com renda adiautada, obriga-se a afor-
muiear o sitio miquillo que estiver ao alcance
e mi deteriorar como muitos fazem : quem li-
i-i'i procure no sobrado junto a cadeia, por ci-
ma da cocheira seguudo andar, que achara
com quem tratar,
Aluga-se um nioleque para o servico
de urna casa estrangeira de pouca familia :
quem o tiver dirija-se ra da Cruz n. 15,
que achara com quem Iralar.
O Sr. Francisco Jos Cerqueira Alves
de Barbo/a lem uina Carla na ra do Viga-
rio 11. 7, onde tamhem se deseja fallar com
o Sr. Sebastin Pereira Marques Baslos, ou
iilguem por elle.
Um estudanle de preparatorios roga ao
autor dos versos, que forain publicados no
Diario de l'eriambuco n. 63, de segunda-
fon.i, que os mande imprimir avulsos para
o esludo de regencia as aulas de prlmeirai
leltras, em subsliluig3o aos enfadonhot li-
vrecot, I). Jo3o de Castro e CamOes, boje
i.in obscuros a visla da clareza riessa subli-
me producgSo, onde, alm do mais, encon-
ira-se lodas s regras grammalicaes, e lu-
chados tropos ; com oque muito obligar.
Precisa-se, para Nazarelh, de um pa-
deiro bom ollicial, e t{ue trabalbe ero tudo ;
curador bastante a Gabriel Antonio de Cas-
tro Quinlles. Antonio Denlo de Araujo..
__No da 28 do andante mez, linda a au-
diencia dolllm. Sr. Dr. juiz de direto da
primeira vara rio commercio. Custodio Ma-
noel da Silva CuimarSes, se hade arrema-
tar um peqii'iio sitio no lugar da Capunga,
avaliado 1 m 3 000,000 rs., por execugSo do
legitimo credor da viova e hrdeiros do fa-
lecirio bacharel Antonio Jos Pereira : he a
primeira praga.
O Sr. que annunciou querer comprar
um escravo e urna escrava de 60 a 80 annos,
sendo quo anda queira, dirija-se ra No-
va n. 38, loja, quo la encontrara um par de
galhetas mesmo como o Sr. deseja.
Cal dos.arcos.
De hoje em riiante haver sorvele no ca-
f dos arcos, junto ao Iheairo velho.
No da 26 do correte se ha de arrema-
lar ile renda aiiuual, por sor a ultima pra-
ca, um armazem com trapiche, que serve
de poni do embarqu-) da la do Brum, o
um silio de trras, com ca>a de vveoda.
nrvoredos de fruto, 110 lugar da Torre,
msrgetn do rio Capibaribe, por tanto quan-
to lio ii' ir-.. 1 ni para paiiainenlo da execu-
gode Manoel Pereira M galoar;, contra
Luiz Anlonio Rodrigues de Almeida, einca-
iiiinliaila pi lo juno da segunda vara, es-
crivSo Cunha.
"'tillo Gnljrnoiix, dentista <
fi-aiieez, otTerece seu prest-
^ mn ao publico para todos os <>
** iiiNteres Ae sua proflssao :
pode ser procurailo a qual- _
quer hora em sua casa, na ,u
& ra largado Ito/.ario, 11. 36, .
V secundo indar. *
gMfc#af <*>#>> j
A COmmiaiBO administrativa ria socie-
dade Apolnea, tendn ,1o malear o da para
a sua 1 ai 1 ola da abertura do curente anuo,
nlu o tem podido fazer, em consequencia
dos apuros em que si acha, avista rio gran-
de giraso em que estilo alguns dos Srs. so-
cios, que at o presente teem deixa lo de
salisfizeras mantaliAdOS, 8 portal motivo,
a comoittSo solicita em promover o anda-
mento da sociedade, convida aos Srs. so-
cios, que se acham devendo, para que al
o dial." ile abril prximo futuro paguem
arrrespeclivo Sr. thesoureiro o que ostive-
rem a dever, certos de que, deixando de o
fazer, por-se-h em execugHo o a'ligo 8
dos estatutos, que man la excluir da socie-
dade os que 11.10 .sil isla/mi os onus a que
so suhjeilaram.
Manoel do Nascimento Pereira roga ao
Sr. acadmico Luiz Gomes Pereira, de vira
sua casa, 011 declarara sua morada.
--Precisa-se do um loriuguez, cu um
preto, escravo, que enlenriam de planta-
gOes para Irabalbar pm um sitio no lugar
do Remedio : quem fStIVer neslas circums-
lancias, e llver o preto para alugar, dirja-
se ao porteiro da alfaII lena de.sta Cidade,
Compras.
o pretender, jdirija-se
Recife n. 16.
O abaixn assignado, morador no pateo
do Tergo n. 3d, laverna da esquina do bec-
co do Marisco, avisa as pessoas que lhe sSo
devedoras, lhe queiram mandar pagar no
prazo de oito dias, a contar da data (leste ;
do contrario ter3o alguns de ver por exten-
so seus nomos nesta folha, e outros serSo
chamados a juizo. O mesmo abaixo assig-
nado tamhem avisa a quom se julgar seu
ere lor, para no mesmo prazo acuna lhe
presentar sua conta para ser raga. Recite,
18 de margo de 1851 Jos da Silva Moreira.
Na ra de Santa Ihereza n. 8, Lva-*e
e engomma-Sii com toda a perfeign.
A abaixo assignada, viuva de Antnnio
Jos Correia de Lira a Mello, faz sciente aos
creriores do casal do finado seu mando que
esl procedendo ao respectivo inventario
pelo juizo de orphSos tiesta cidade, em vis-
ta do que devem justificar os,seus dbitos,
alim de ser attendidos no mesmo inventa-
rio. Recife, 22 de margo de 1851.
Jeronyma Samico de Lira e Mello.
eooQOfciOeoc'SCrOQoo
O Consultorio hoinoeo|iatilico, O
& ra do Collegio, n. 25, O
O Do l>r. P.de A. iabo Hoscoso. f>
O Di. Moscosod consultas lodosos O
ji dias. Os doentes pobres s3o tratados 1
?? de graga. Sser3o visitados em suas **
V casas aquolles que nSo poderem vir O
O ao consultorio, ou que suas mules- O
'& lias n.'io possam dispensar a presen- O
Q ga do medico.
Santa Izabel.
lUje haver sorvele no bliquim de San-
la Izabel, e continuara lodas as aoiles que
houver espectculo.
O abaixo assignado, subdito do S M
Fidelissima, relira-separa fra do imperio
a tratar de sua sade, e deixa por seu pro-
Compra-se um preto de 60 ou 80 annos
e urna pela ria mesma idarie : na ra do
Collegio 11. 21, primeiro andar.
Compratn-se
escravos bonitos e robustos para dentro e
ti .ni da provincia : na ra larga do Rozario
n. 48, primeiro andar.
Compra-se urna escrava, que siibs bem
engommar, cozinbar e entenas de costura,
sonrio moga e de boa conducta : na praga
da Boa \i-tnn 28.
Compram-se dois pretos, sendo que
agradem, para Irahalharem em padaria ou
alugado.s : em Fra de Portas, ra dos Gua-
rarapes, padaria n. 4.
Ounipraiii-so pea do mangeira enxertos
de laranga de embico, ps de jica mole e lu
ra, m.in^alM'ir.is, alguns ps de sapnly, fruta
pao e pea de abacaxla : a pessoa que tivi r e-las
qualidailes ele planus annuncie por csia folha
para ser piocurada.
Cnuipra-SH um par do brincos de ou-
ro com 3 oitavas pouco mais ou menos, sem
felio, c senJo de arma(3o : quem o tiver,
annuncie.
I"^!
Vendas.
Veiiile-se na (listancia de 2 leguas e niela
Ja cidaite d ma do rio Serinliaem do lado do sul, o enee-
iilin Caxoeirinha com os segointes ipiisitos, e
objectos declarados, e sem elles. O seu terre-
no he de tres quartos de legoa para qoem do
sol, e mi 1.1 legua de naso no- a puente, Arma-
dos por mareosa 40 annos, sem contradicran
nlguma, coma consta dos seus titulo* ; o seu
slo he toda barro, quer teja ladeira, quer se-
ja varara, tem liastante maltas virgense licitas
bastante madeira de construccfto, he bom moe-
dor com agua, porque nioe com o citado rio ;
os seus edificios sao, casa de engenho sobre
pilares tapado todo de paredo, cavco de cal
e lij lio, tanque de agoa da mesma forma,
com um forte'escorinliote de ferro, lambem
rica obra e duravcl, urna famosa casa de ba-
gaco, com tres tliesouras e duas tacanicas, es-
tivada sobre madeiras lavradas, boa serrada de
agoa pruwpta de ludo, casa de purgar e en-
caixaiueiito, tudo lu oi.nl.i obre pareddes de
(Holl e pedra est remontado com o pre-
ciso para sua manufactura, ludo em bom es-
lado, boa capella, urna rica smala, firmado
tudo sobre lijnllo, cun um terraro na frente
firmado sobie culumiias c soll'iivel asa de vi-
venda, sendo metade terrea c metade sobra-
dada, casa de fuer farinha, estribara, casa
de empregado, fnrno de cosinSar obras de bar-
ro, o cercado he todo de vallado c limpo, um
m.lu.lo.Mu dentro do engeuhtf, e mais urna
dislillacau prompla com ludo, que pude tillar (juareuta caadas de liquido diariamen-
te, cujos preparo* sao, 24 cubas para garapas,
iloi. pipas, um tonel que leva 2 pipase niela
de liquido |.ara deposito, canecos, bicas, res-
fiiador, faz todo o preciso de agoa, di-ita gara-
pa no alambique, deita as caldas fura sem que
se pegue Delta, e sem ser tocado por bumba,
40 bois ni un, o-, 6 carros, (i burros, 2 quarians.
Ib" escravos e safra que pode regular 1,600
paes
Vende-se englobado ou a parte um en-
genho novo denominado Independente, no
fundodo cngoiilin cima, que inoe com ani-
maos. O seu terreno he de un 11 legoa em
quadro, e fumado aobre marcos, e quasi co-
berlo lodo o seu terreno de mallas virgens e
com elle os objecius segulntes, ou sem elles,
10 bois mancos, 20 cavallos, 4 escravos e safra
que pode regular 1,200 pes : quem pretender
o 1 ij i-so nesla pr.it .1, ao Sr. Manoel oncalves
da silva, que lhe espora a forma do negocio, e
nos engeiihos ao seu proprietario e residente
Pedro de Mello e Silva.
Vende-se nina escrava de nacan com ha-
bilidades, um lui.loijllo 1 1 nuil 1 de l(j .1 17.111-
uosde bonita figura, e propiio para pagetii de
boa conducta : na ra do Fogo n. 23, te dir
quem vende.
Na ra Nova n. 33; deposito da'nova fa-
brica de caldeiraria e mais ortlclnaa. .lu na
ra Imperial n. 120 de Andrade i Leal. ve.-
dem-se os segulntes objectos : as inui a|.pro-
vadas machinas de Derosne para multar |fo.
ges econmicos; dito para navios; alambi-
ques de cobre de todas as dimenedes ; aerpen-
tina de dito e eslanho ; calas con. folhas ae
(landres de superior qualldade i Jilos com
vidro. de lodas as dimence ; chumbo em
lencol ; dito em barra ; zinco em F.jlna ; dito
em barra ; bombas de cobre de todos os ta-
manhos ; carros de mao bem construidos ;
tambeiii se faieni porldese varandasde ferro
e outra quaesquer obr.s de cobre, bronxe,
latao, ferro etc.: os pretendcnles que qulie-
rein dar tas encommendas podem entender-
se em dita fabrica com o ocio Manoel Car-
nciro Leal, ou no deposito com o ocio Joa-
quini Antonio dos Sanios Andrade, que suas
.-iiouiiiinendas cro cumpridas com ciactido
e |ire>leta.
Vende-se ou troca-sc por nina preta um
nuil niuli'i para qualquer servico : aa ra Dl-
reita 11. 25 primeiro andar.
Vendem-se por preco commodo 01 le-
gitimes liviosem bom uso : Dicllonare, Hito-
rliiue, <. .ii-.ii 11, F.ncyelopede e Planches, Fe-
liuio F.lyseo, Ulirola, Derapporis. Table, Cor-
respondance de Franklin, Gnllli, Dlcteonnair
d'Kcononiie, Sermondi, Constilutinii des peu-
ples, tieiiiilquim, Voyage cm Ingtalerr, Pain,
Direra Kcrils, Geographia Universal, hufon,
M iiiuiili-i.-s e Kslamp, Lacpde, Oinour,
lliographie des Conlemporain, Oeuvres de
Potniel, Oeuvres Completes de Domst, Oeuvrt
de l-'i I ingn-i o, S Kdeni, Dictionnarie de la pe-
oalile, A malos du Harreaux fraucals, Devergle
Medecine Lgale, Hinlhiain, Peine e Rrcoin-
pens, Muller, Historie Univeruli, L'ainennals,
lino sur l'tndiference, Vatel, Droet des Gen,
Chola, I lem,ei 11 en rs Plardoyers. Logique d'utn
lidel, Cnlloe.,,, das Leis Itrasileiras, AiIoi.hu,
llicard, Kconoinla Poltica : quem as preten-
dirija-se ao paleo do Carino, casa n. 9, segun-
do andar.
Ka antiga loja de Victorino & Gulmare,
na ra larga do Rozario n. 22. vendem-ae cor-
netas de inili 1 de llandres, soldados de chum-
bo, cornetas de chaves e diversas outras cou-
sas para meninos, gales dotirados de lusiro,
rendiuhas muito linas do mesmo, e realejos de
oatunjMS.
Veudein-se escravos anda mocos, prin-
1 ip lmenle UUS que j foraill de fin.ni i, e |IOt
isso estao muito proprlos para o mesmo ter-
vico, vendem-se baratos e sao tambeui pro-
prios para sitio, no sobrado junto a cadeia ae-
glindo andar por cima da cocbelra.
Cementes de ortalice
e de llores muito novas viudas de Lisboa no
brigue Conctifio de ,1/uri.i, fcijao carrapalo :
na ra da Cruz n. 6?.
Vende-se urna casa em Olinda na ra da
Moa llora, chaos proprios : quem a oni/or. di-
rija-se a I ora de Portas, na ra do Pillar nu-
mero I.
Vcnde-se urna canoa que carrega 2.000
lijlos : quem pretender, dirija-se a casa de
Antonio Marlins Saldanha, na ra do Cotvel-
lu, mi na sua olaria.
Vndese urna parda perfeila engomma-
deira, cozinhera edoefira, taz bollos de todaa
asqualidades, cose chao; duas para servico
de campo ; urna dita quilandeira ; uin lido
preto de 20 aniius. muito bom bulieiro e cu-
pciro ; um dito para o servico de campo, e uina
niuUlinlii de annos : no paleo da matriz de '
Siulo Anlonio sobiado 11. 4, se dir quem ven-
de, e o motivo desta venda.
, Vendem-se dous cavallos, um ala-
ifW .*?* **"" carregadorbaizo e oulro
Ka^Xl ru^o cirregadur al meio, por pre-
\]~~ gjn cus commodos : 11a ra do Queiuia-
sMiaflaj do 32) ija,
__Vende-ae Uina parda com 10 annoa de ida
de, bem prendada, com urna cria : na ra d*
Praia n. 16.
Vende-se um preto muito bonita peca,
proprio para qualquer e-vivo por ser inulto
robusio e pnisanie : a tratar na ra da Cruz
do llecife n. 31, primeiro andar.
Vendem-se supeiiores toalhas de lavarin-
lo oiiin bico, li-neos de ciuiiii 111 de lavarliito,
iiini din a mullo boa na ra da Ou n. 24,
armazem de Manoel I. de S Araujo.
Chapeos p-ra senliora a 4so rs.'
Vendem-se chapeos para senhora de pa hi-
nha. bordados a 4,000 rs. e lisos a 1,000 rs e
de castor para passearem a cavallo a 2,000
rs.: na loja de seis portas defroule do Livia-
inenlo.
Cilancos da ultima moda de Pa-
ris a (),not> rs.
Na loja de. seis portas em frente do I.ivra-
meuto, tem chapos de massa pretos do ultimo
en-.ni em Paris, que ven I0111-so a 6,000 rs.,
de molla a 5.50O rs
Vendem-se duas escravas Imoitas e mul-
to mofas, una criuula que rngoinma inulto
bem, Cozinha e faz doces de diversas qualida-
des, 1 en leo 1, o a outra he de nacao, cozinha
e e ue mu ni.1 : atrs dos Marlyib ra do Caldei-
reiro n. 46.
Vende-se um bonito escravo de 22 a 24 an-
nosde idade, muito boniti figura, bom boll-
eiro, melhor pageiu : na ra do Rangel botica
da quina da ribeira.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na praca da Independencia, Inja de calcado
1 Arantes, e na ra da Cadeia do Recife n.
46, loja de miudezas, veudeui se os mui afor-
tunados ineiiis iiilin ios e cautelas da vigrsl-
ma-sesla lotera a beneficio do Monle-Pio, e
paga-se qualqber premio que nelles sahir sem
gauancia alguma.
Mrios
Quartos
Oitavs
Vigsimos
Lotera
11,000
5.500
2,800
1,300
Itio de Janeiro.
do
Aos 20:000,000 rs.
Na pi.((, i da Independencia Inja de inlude-
za n. :i, que volla para a ra do Queiinado e
Crespo, vendem-se os muito afortunados bl-
Ihetes, un ios, quartos, oilavo c vigsimo da
vigesima-seila Inicua do Montc-Pio. Na tnei-
ma loja est patente a lista da oitava lotera,
do thcatro publico daquclla provincia.
Lotera dj hio de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na ra estreita do Rozario, travessa do Quel-
nado Inja de miudezas n. 2 A, de 1. F. dos
Santos Maia, vendem-se o muito afortunados
luliii ios, meios, quartos, oilavos e vigesiinoa
da vigsima exla lotera do Monle-Pio. Na
iiiesma loja esl patente a lista da oitava lote-
ra do Un airu publico daquella provincia.
Alnas de laia.
Vendem-se superiores meias pretss (d
na, proprtas para padre : na ra larga do
lluzio, loja de miudezas n. 26, junto ao ar-
mazem de louca.
Borddes para violao.
Vendem-se bordoes e curdas de tripa pa-
ra vioi.io : na ra larga do Rozario, loja da
miudezas n. 26, de JoSo Francisco Man.
Vendem-se garrafs de til-
la preta para escrever, muito boa,
.1 400 rs. cada um : no pateo do
Collegio, casa do Livro Azul,



*mm
Trapi
Pecas de chitas rosas para luto.
Vendoti-so pecas de chitas limpas, ordi-
narias, para luto aleviado, a 4,500 e a 120
rs. o cuvailo ; o cortea de camhraias par8
vestidos, bonitos padrOes, a 2,600 rs.: na
ru larga do Hozado n. 48, primeiro andar.
-- Vende-se cha hyssoo de superior qua-
lidarie, o melhur que lem vindo a este mer-
cado ; vellas de espermaccte americanas ; e
meias liarricas de fnrinha gallega : etn ca-
sa Je Malheus Auslin & Companhia.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leile, vendem-se cortos de cal-
cas, de fazendas escuras, oncorpadas, pa-
drees entilando casemira, pelo deniinulo
preco de t,500 rs.: a riles, meus amigos do
bom e barato, antes quo se acaben).
Ve.idem-se caixas coui cera
em velas do Rio de Janeiro, com
sortimento a vontade do compra
do i-, e fumo etn folha do melbor
que ln no mercado : na ra do
che n. 5, e.criplorio.
Sarja Hespanhola para vestidos.
Vcnde-ae sarja prria muito larga e multo
encorpada liuipa a 2,080 rs. : na ra larga do
Rotarlo n. 48, primeiro andar.
cimento.
Voiidem-so barricas com cimento] pro-
prio para qualqucr obra que possa rece-
ber agoa, assim como para aljeroz e Ira-
pciras, prximamente chegado de llani-
burgn, tambem se vetnlem as meias barri-
cas por prego commodo : atrs do Iheatro,
armazem de tahuas depinho, a Tallar cora
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
JoSo Matheus.
Bom e barato.
y ra do Passrlo Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos l.eite, aimla cununua-se a vender as
bem eouheeidas pecas ile chita a 1,500 rs. e o
cbvado a 130 rs., ditas para cubera a u.OOO rs.
a paca, c o covailo a lo rs.,castas para baba-
dos a 240 a vara, brins de liubo azul c de co-
res a 300 rs. o covado, cobertores de algndo
grosio para escravos a 640 rs., riscados iiions-
tros a 200 rs. o curado, chapeos de sul de pai-
iiliu a 2.000 rs lencos de cambraia linos, ro-
deados de bicos a 480 n., ditos de seda de co-
res a 1,500 rs., grvalas de sel i ni a 1,500 rs., e
outras inultas fazendas, as quaes deixam-sede
aununciar para nao oceupar lempo.
Farinlm fontana,
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de munico,
Cimento,
Bichas de llamburgo,
vende-se tudo por precos rommoilos : no
rmazem de J I. Tino Jnior, na ra do
Amon i. n. 35
A oa I o e 5:000,000 rs.
Na loja de miudezas da ra da Cadeia do lie
cile n. 4(5. vciidein-sc us mui afortunados b-
lbelos, meios, quarloi, decimos e vigsimos
da inesma loteria, que curre inipreierivel-
mente rm 2 de jiiubo viudoiiro, ou antes se se
venderem os billictes.
10,000
5,000
2.UII0
1,100
uO
Hilhetcs
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
I
.it.i (iiaresma.
Panno preto 111 ldi boa qualidade e novo a
3.200. 4,400 e 5,IMI rs. o t-ovado, casimira | irla
de ilillriei.ii s qualidades, saija preta, selim
de macao, e outras muitas blendas por ba-
ratos precos : na ra do Crespo au |> do arco
n.2.
Yendem-se escravos mocos e de
bonitas figuras.
3 negrotas de 14, 15 c 18 anuos com habili-
dades, que cosein e engoiiuuaiu.
1 preta de 20 anuos com uina cria de 0 me-
zes, que cose e ciigumini.
4 escravos de 22 anuos com algumas habi-
lidades.
2 dita de 30 annos. que engominaiii, cozi-
sbam e l.ivam de sahfio.
1 inulaliiiba de J5 anuos, que cose bein.
1 preto sapateiro de il auiios, que corla e faz
tola obra.
2 ditos ptimos cozinheiros, sendo utn de 18
annos, e outro de 25.
1 dito bom iiiarinhelro de 25 annos.
2 pard s bonitos, e bnns para pagem.
ti negros de 22 anuos, bous para todo e qual-
quer servico.
Na ra das I.arangeiras n. 14, segundo
andar.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Aos O c 5:ooo,ooo rs.
Na loja de miudcias da praca da Indepen-
dencia 11. 4. vendem-se bilbeles inleiros, meios,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre impreterivrlmente no da 2 de juuho ou
antes se se vender os bilbctei.
tullirle! luleiros
tirios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Bom e barato.
Vende-se gouiina rm s.iccas mui nova, cha-
peos de palha, sapalos blancos para boiiiein r
ln nios, c cera de carnauba primelrl surte a
6,U0Ors. a arruba, ricenu mente ebegada do
Aracaiy : na la daCadciado llccilc 11. 4'J
punen o andar.
Vendem-se amarras de Trro: na rus
da Senzalla nova n. 42.
Boa do Itozarit) larga n. 23, se-
gundo amlar.
Vendem-se 5 escravos mogos para traba-
Iho de campo; I pardo bom bolteiro e de
boa conducta ; 1 dito bom carreiro; 1 mu-
lalinlio de 13 anuos, moilo indo, proprio
para pagem; 2 moleques de 18 anuos; 3
prelas mogas, com habilidades ; 1 pelo de
idade, proprio para silio, por estar a isso
acoslutnadn,
No becco do Goncalves, ar-
mazeni do Araujo, e na ra da
Cruz, armezem dj S Araujo n.
33, vende-se .superior farinba em
sacras, chegada ltimamente, por
preco commodo : a tratar nis mes-
mos,
Deposito de cal e potassa.
No ariii.'i/.rin da 111a da Cadeia do becife n
12, ha
aa
jirecos multo rasoaveis.
Vendem-se queijos do Reino a 1,120
;,i I nimia bu tita o. 14.
Vende-se superior farinba
de mandioca de Santa Calharina,
por preco commodo, a bordo da
barca nacional Jtrierica, fundeada
defron'e do tcs do Collegio : a
tratara bordo da mesma, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Na loja do beni conhecido baratelro A. D.
Kerrelra, rus do Crespn, ti, achm-se a Yen-
da as seguintes obras, porpreco commodo :
Ceoinelria de Lacroi*, dita de Euelides, Geo-
grapbla elementar, por Vellc, Chronologia,
pelo incsmn. Arithmelica por Salvador, com-
pendios d'Algebra por diversos autores. Ho-
ratio, Virgilio, Cornelo, llvros de Nutica,
Regras slethodlcas para se aprender a escre-
ver, seguidas d'um tratado d'Arilhmctica por
Ventura, Ocurres de Moliere, 7 vol.AU8de
Simeucourt, dito de Ballil, Magnuin Lexicn,
Diccionario porlguez, Latino, Itesposla do
general Mu. u e Lima ao conego Januario 011
analyse do primeiro julio de K. A. Vaniliagc.i
acerca do Compendio da Historia do brasil,
500 rs., Poeiia de Joo de Barros Falco de A.
Maranhao 320 rs., Dom Sebastio, romance
bistorico e outras poesas 160 rs., Enssios so-
bre a Crearlo do Mundo 80 rs., O Gemido d -
Alma 80 rs., cartas e taboadas, folhinhas de
porta e de alglbeira, e grande sorliniculo de
nuvellas de ditFereiiles autores.
mmmm.mm ti mmmMmMMM^
llicgucm 110 barato. fe
i Na ra Nova n. 12, acha-se venda
un completo sortimento de Tazen- j
1 das, como soja :
^ Superiores pannos finos ; 1
Casemira preta e de cores ; J|
I Merino preto, proprio para a qua- &
resma ; i"
i Saija hespanhola, muilo boa ; y
a Setins de todas as qualidade J y
Itiquissinios manleleies de todas as y
2 cores ; il -
Mutilas mui ricas de todas as cores ; #
; Cangas amarellas com listrss, pro- y
2 prias |iara caiga e jaquel* ;
Damasco para pannos de cima de jg
I mesas;
1 Cortes de cassa empapelados ;
I Pannos proprios para capoles;
Lengos de seda, padrOes modernos; |
Cortes de Cambraia! mui ricas ;
4 Ditos de vestidos de barras brancas ;
fj Sedas e sarjas brancas e de cores, i;
' proprias par vestiilosdecaiamenlos. s
U antigo baraleiro do l'asseio Pu-
blico loja n. II, de Firmiano
Jos Rodrigues Fereir.
Tem para vender, superiores sarjas de seda
bespanbola larga a 2,000, 2,400, 2.00 c 2,800
rs. superior, setiin maco preto a 3,200 rs Ta-
icnda rica, pannos Jinos pretal e de cores
por precos multo baratos, brim trancado de
tudas as cores, meilna prelus, princezas, cin-
tas francezas largas, caseiniras, lilas de calcas,
tapetes, los pretos, bicos, lonas, madapules
Unos c outras multas de dili'erenles presos,
algodiosinnos de toias u i|ualidades, chitas li-
nas de lodos os precos, aliu de muitas outras
11/1-11.1.1- que se Tenderlo a todo preco, rassas
chitas, challes de la e seda e de la, dius de
ganga franerza, lencos de seda de peso su-
perior, e mu .u muitas fazendas baratas.
Aos 1o:ooo,ooo rs.
No alieno da lloa Vista, loja de calcado n.
58, vendem-se bilbeles michos, meios, quar-
tos, quintos, decimos e vigsimos da lotera
ila matriz da oa Vista, que corre no da 2 de
I un 1.11 do rorrenle auno.
Hilheles inleiros 10,000
Meios 5,000
Qnaitos 2,UO
Quintos 2,100
Decimos 1.100
Vigsimos UO
- Vende-se o engenho Estiva na freguezia
do (abo, distante da' praca 9 leguas, de agoa
uioente c crreme, de boi produccao quem
o pretender comprar diiij.i-se a fracinlia do
Ln 1 .lliu-lliu n. 40, tercero andar, a tratar com
o barao de lpojuca, ou no cu eogculio l.u-
rauheni.
a Na ra do Queimado, se- &
& gunda loja 11. 18, vendem-se as segun- O
5 I''' fazendas proprias para o lempo da (
quaresma : panno fino preto superior 0
prova de (linio, casemira pela inuito ^s
10.000
5,000
2,('*0
J.I00
1,100
000
tes jogos, bem como calxlnhascom labolnhas
pintadas que servem de formar differenles
tdlficios, pelo mdico preco de 1,000 a 2,500
rs. : na ra do Queimado n. 16, loja de Jos
Da Slmdes. ^.,
Lotera da matTz da BoaTista.
Aos I 0:000,non i- 5:000,000 rs.
No Atierro da boa Vista, loja de fazendas n.
36, vendem-se os afortunados bilbeles e meios
da mesma lolerla, que corre iiuprelerlvelmen-
teno dia2deJunhovindouro, ou antes se se
venderem os bilhetes.
libeles Inleiros i0-00"
Meloi 5'00
Bom e barato, vendem-se as uiclhores
esleirs novas, vindas uliimamente do Aracaty,
pennas de rail, carnauba primeira aorle, cou-
rinhos iniudos, chapeos de palha em cenlo a
I2.0UO rs., sapaldcs de couro de lustroem por-
co, ditos de homeiii e meninos de 6 a 12 an-
nos. mu prelo muilo robusto, b pipas vanas a
4 000 rs., uns canteiros novos para pipas,
temos de medida de folba, 2 caisoes para
amostras, tudo muilo barato : na ra da UU
numero x4, armazem de Manoel Jos de Sa
Araujo. .
~ Vendem-se duas prctas, que cozinham e
lavam, fazeui as compras de casa e vendein
na ra, um preto de ineia idade por 350,000
rs., bom para um sitio. Irabalha de enxada,
irata de vaccas, sabe muugir leile e vem vn-
delo na praca : na ruado Collegio n. II, pri-
meiro andar.
Vende-seJum imilcque de 20 annos, bom
alfaiate, 3 pretos bons para lodo servico,
prelas inuto boas quilaiideiras, 2 das quacs
cozinham "multo bem e lavam, urna dita multa
boa, engommadeira e costureira, que faz lodo
o mala servico de casa e he inulto mota : ns
ra da Cadeia do Rccife numero 51, primeiro
AAAAAAAAA fAAAAAAAAA
Sarja bespanhola. *
1 Na loja do sobrado amarello nos quatro ^
* cantos da ra do Queimado n. 29, ha
& para vender se um completo sortimento -
desarja deseda prela verdadeirahespan- <3h
Gi hola, a nrcr.osde agradar so comprador. &
^ftVffl>Wf f f V ffff ffff *
-- Vende-se una mobilia de pao d'oleo, ou
troca-sc : quem a pretender, dirija-seao palco
do Carino seguudo andar do sobrado uume-
|ro9. .
~ Vendem-se polits e jaquetas de brim de
' novo modrllo, chegados de t ranea, por precos
mullo coiiiiuodos : na ra do Cabugi loja de
Jos Peres da Cruz n. 2.
Vende-se a loja de calcado na ra da Pe-
nhacom alguns fundos : quem a quizer com-
prar, dirija-sc a ra Direita n. 33, junio a bo-
lica.
Cb homoeopathicc.
( lia liomtieopathico em embru-
lltos cliini'zes, a mil ris cada um :
venile-se no pateo do Collegio, ca-
sa do Livro Azul.
Veudem-se palhas decoquelro a 1,600 rs.
o cenlo : drliunte do engenho Giqui ao p
do porto, uu dirja-se a loja de encadernaco
na praca da UnlSo n. 12. ou na ra da Assump-
cao u. 36.
__\ armazem do baratelro Silva Lopes na
porta da alfindega, vrndem-sc bacalbu de es-
cama .. 6,000 rs. a barrica.
Veudem-se duus escravos pardos, um de
20 annos pirilo sangrador, bom canoeiro e
ptimo fetur para siiio, e outro de 24 a 26 an-
nos multo bom bulieiro, e todos de boa con-
ducta : na ra da Aurora n. 24 segundo andar.
-- Vendem-se por precos coinmodos o com-
peinli 1 de Direilo Natural por Zeilcr, e os
Elementos do uiesiuo direito por Ferrer N. P. '
na ra Piova u. 4l.
Vendem-se as ultimas calas de superio-
res charutos de llavana, pelo diminuto preco
de 8,000 rs. a caixa de 100 para liquidaco :
uo rscriptorio da Vuva Caudillo a Filhos,
pra(iuba do (.orpu-Santo 11. 06.
Vende-se una ai macao que foi de venda
com todos os seus perteuces em bom estado,
por preco commodo : na ra das Lioco-Pou-
tas 11. 154. Na mesma precisa-sc de um rapaz
purtuguez de H a i anuos.
mullo
meliior
boa, selim preto de macan u mi-iuui ^
que be possivel, luyas prelas de Irucal
O
9
MP iiih 111 1 >>.. 1 1 > 1, |" "" y- j_^
3 paraseuhora, chapeos pelos fraucezes Q
/> 1.11 ni .s modernas, lencos de selim para <
fs grvala pelos e de cores, lencos de ^
V garca e de cambraia de seda para se- -,
nliora, cortes de vestido de barra l.rau- V
til cus e de cores, ditos de cambraia de se- \3
Q da, sarja preta de seda.corles de colele, j de cores, riseados fianceies muilo liuo cj
i? e outras imillas fazendas que eslaiao
2 patentes aos compradores, as amos- \*
O iras serio francas com o competente O
O penhores. O
0QO^e0t>00OOOs?r3O
A 3,000 rs. a pelle.
Vende-se couro de lustro francez de muilo
superior qualidade a 3,100 rs. a pelle : na ra
do Queimado u. 10, loja de Jos Das M-
moes.
A 4o a caixinha.
Vendem-se palitos para tirar fugo a 40 rs.
a caixinha e igualmente de outras caixinhas
de papihio a JO rs., sendo da inelbor qiu-
liilade possivel : 11a ruado Uiuimado u. 10, lo-
ja de I.im Un- mu,11 s.
A V.110 rs. cada urna.
Veudem-se fivellas douradas e prateadas pa-
ra calca e para colele a 260 rs. cada urna ; na
ra do Queimado n. 10, luja de Jos Das Si-
mos,
A o barato.
Vendem-se espedios proprios para por em
cima de mesa pelo barato preco de 1,280,
1.6OO e 1,920 rs. cada un : na ruado Quei-
mado n. 10, loja de Jos Dias Simes.
Bicos c botcK para casaca.
Veudem-se dos melhores goslos e qualida-
de ricos boles de seda para casaca muito mo-
dernos, e por preco muito co.....iodo : na
ruado Queimado n. 16, loja de Jos Dias Si-
llines.
Bicas carteiras. Q
Vendem-se muilo ricas carteiras para algl-
beira, bein como charuleiras de diversas
. 11 1 lu.11I1 s e pur prejo milito commodo n
ra do Queimado n. I, loja de Jos Dias Si-
mes.
A o barato preco de a,aoo rs. a
resma.
Vende-se papel de peso de muilo boa quali-
!, ha multo superior cal de Lisboa em pedral dade 2;20" f ":>"" "* 'ua do QutiB>a-
sim como polaca hegada ullimainenle a do n. Ib. loja de Jos Das Sunes.
Biinqoedos pira meninos.
Vendem-se brinquedos para meninos, cons-
tando de cosmorauat c cai.xiubas de itliren-
Na loja do sobrado amarello nus <|ua-
S iro cautos da rua do Queimado n. 29, m
?| vendem-se uianteleles pretos de selim, ^
'& chamalote e grus de uaple, com ricos 2:
9 eufeites e com bico preto de 111.11 s de pal* 1
J mu de largura, sendo os mais modernos 41
y que buje ha, los de linliu prelos borda- )
:i dos a seda, cortes de vestido de sarja 3$;
'* preta lavrada, padres de muito gosto,
* selim preto ]iara vestido de senhora, 5.
:^ sarja de seda pela legitima bespanhola, *
* meias de seda preta de peso, c outras fa- '
jl zciidas fiuas, tudo por precos multo S
ij^ em conta. ji
Vende-se un a paite de um engenho per-
to da pra(a, cuja safia he de mais de 2,000 prs,
com boa casa de vivenda e outras, com 30 ani-
11 .ii s e i.uubi ni algmis bois e 13 escravos :
quem o pretender, eutenda-se com Jos Theo-
doro de Sena aqui na piara, ou uo Po;o onde
he sua muraila.
barato aos Srs. acadmicos.
Por melade de seu valor as obras : para o
primeiro anuo Zeiler, I iirlainaque, l'ullen-
doif, Martiue; paia o segundo Defensor da Ke-
ligio, espusilor modcrnissliiio de Ecclesiasli-
co, Bergicr, Constituirn notada, observacoes
a ella por Silvestre Pmheiro, e as melhores
postillas de analjse da consliluicao ; terceiro
e quario anuo. Asientos da casa da Supplica-
co, Pardesss, l'roccorfanalogico de Larva-
Um, Silva Lisboa, Couveia Pinto, tratado de
lestamenlos : e para o quinto Smilh, alaltbeus,
compendio de econninia do Dr. Autran. Ma-
nual do Tabclliao e Doulrina de accei. Qual
quer destas obras he essenclalissima por se-
ren as tontes do direito : na prafa da Unio
loja n. 17.
Vende-se urna ptima escrava engomma-
deira r 1 uu, 1,1.1 ir habilidades,com una cria de
2 annos : na na de Santa-Bita sobrado nume-
ro II.
\ rnilrni.se 5 lindos moleques de 8 a 18
annos, sendo un ptimo cozinbriro, olio pre-
tos de 20 a 25 anuos, sendo um ptimo sapa-
teiro, outro canoeiro e um oleiro, quatro par-
dos de 18 a 25 aiinos, sendo um ptimo mari-
nheiro, outru com bons principios de carpina,
duas pardas de 16 a 25 annos com habilidades
e seis pelas de l a 25 anuos, algumas com
habilidades, e as oulras proprias para todo o
servico : na rua do Collegio n. 3.
Areid preta de Fernando.
Vende-se em grandes e peque
as porcSes : na livraria do pateo
do Collegio 11. 6, de Joo da Cos-
ta Dourudu.
~ Vende-se uina porcao de pedacos de lij-
los de alveuara grossa, e mullo bem queiiua-
dos que estao vidrados e que servem em lugar
de pedias para obras de dentro d'agoa : quem
precisar, entenda-se com o Sr. Jos Joaquim
de Abrcu, na 111 Direita, que os botar ein
qualquer porto que tratar.
Na rua das Cruirs n. 18 terceiro andar,
vendem-se duas prelas de 20 annos, uina dita
que engonuiia, cose chao, cozioba e lava, e a
mu a 1 i./inli.i, lava e vende na rua, una dita
duas linda, crloula. com toda s habilidades
pa?yKePrde mandioca de multo
tiA.A* emeasa de Joaquim Ribeiro
Poflleq,Uen^aecc.T.p"vO dex^Oo rs. cada
!,?a sacc : na rua da Cadel. Junto ao ar.na-
"l'lVe^e'-se^ru^rc.del.doRec.fe.o-
ia de miudeas n. 5, tranca com franja e srm
ll, mal. moderna, que ba no marcado
nropria. para manlelete. e guaruicao de ve.tl-
l? por preco ais barato do que em outra
"U.a-,4VeendPea-r.eemmolequede n.cao. de idade
de 18 annos, bein pesante maAmM
frada ierra ou engenho, o motivo se dlrlio
eomnrador : na rua do Rangel n. 44.
Vedem-se dous burros muito man.o.e
en.inado. a puchar carros, para o que sao
mo proprio, para, carrlnho.de dua.1 rodas^
ua rua do Hospicio ou na alfandega, a tratar
con. rcenlo Fortnalo da Silva, ou con. sen.
"'^-Vende-se novamente gello ao prejo do
amigo : na ru da Saozalla-Nova n. 118, e al-
gumas barricas com macas.
Vendem-se porte, poria. e sacadas ae
pedra com soleiras de granito : na rua da Cruz
arniaicni e primelio andar n, 51, ou no Atierro
da boa Vista n. 3, segundo andar.
Sarja bespanhola.
Multo superior sarja bespanhola por mu
commodo preco, l. pretos, rica faienda a rs.
8,000 cada um, panno de buho ptimo para
leucoes, peca, de 15 varas por 5,500 rs., cassa
lisa sem goinma para forros de vestido, a 240
rs. a vara, lencos encarnados cor segura a 2,200
rs. a duzia, inadapoles, algodes, chitas, e
outra. muitas fazendas por baralisslino pre-
co : na loja n. 33, da rua da Cadeia do Rc-
cife.
Na loja amarclla da rua do Cres-
po n. 4,
vendem-se manlelete. pretos de grosde na-
ple com ricos enfeites. e com bico prelo de to-
das a. larguras, 01 mais modernos que boje
ha, corles de seda e de sarja lavrada, para ves-
tido, de senhora, corles de colcte. bordado, a
agulba, de selim, casemira e de inilins, e
outra Cascudas finas, tudo- por preco muito
em conta.
Mello Freir.
Vendem-se compendios de pratica do Foro
por Mello Freir, traduccao portuguesa1: na
rua do Cabug loja n. 18 de Jo Braudao da
Vende-se uina preta de 36 annos, boa co-
zinheira : quem a pretender, dirija-se a rua da
Sanzalla-Velha n. 134.
Rap Paulo Cordeiro,
chegado pelo ultimo vapor : na rua larga do
Rozarlo o. 44, loja de miudezas de Moraes &
Soares.
Rape Bernandes,
chegado pelo ultimo vapor do Rio de Janeiro :
na rua larga do Hozarlo n. 44, loja de miudezas
de Moraes & Soares. .
A vista faz (.
Na rua larga do Rozarlo n. 44, Ir vi de Moraes
& Soares, vendem-se luvas de pt>%a para ho-
mciii a ,44o r.. o par, dilate cores para
montana a 280 rs.
Uvas do sertSo.
Vendem-se ovas do serian multo frescaes,
e por preco commodo : na rua do Queimado
n. 14.
Luvas de trccal.
Vendem-se luvas de trocal da melhor quali
dade possivel, lano para senhora como para
meninas por mdico preco na rua do Quei-
mado n. l, loja de Jos Dias Siindes.
iNa rua do Crespo loja amarella
n. 4*
rendem-.e corte, de cambraia franerza deco
res lisas, padioe modernos, cm 7 varas a
4,000 rs.
iNa loja amarella da rua do Cres-
po n. 4,
Ricos filos bordado, quefingem lilonde, com 4
palmos de largura, para vestidos de senhora a
1,000 rs. a vara.
' Tinta preta garantida.
Vende-se frasco de mais de gar-
rafa a 400 rs e garrafa a 3ao rs. :
na liviana do paleo do Collegio,
n 6, de Joao da Costa Uourado.
Hap Paulo Cordeiro do Bio de
Janeiro
em Islas e frascos, chegado recentemente :
vende-se na rua da Cadeia do Recite, loja
n. 50, de Cunts & Amorim.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em
velas, fabricadas no Mo de Janei-
ro, sortidas ao tlesejo do compra-
dor, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parle;
tambem se vende cera fabricada
em Lisboa, em caixotes de 100 li-
bras cada um: trata-se com Ma-
cnado & Pinheiro, ruado Vigario
n. 19, segundo andar.
Vendem-se sapales de rouro de lus-
tro pelo bar.tissimo preco de 3.000 rs.; di-
tos superiores, a 4,000 rs.; dilos de couro
brsnco par. homem e menino: na rua da
Cadeia do Recife n. 9, loja.
Contlnua-sc a vender agoa de fazer o.
cabellos e suissas preta. : na rua do Queimado
loja de ferragens n. 31.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
Ititulicao de ierro..
Moinbos de vento
eom bombas de repudio para regar dorias
d haix.s da capim : vendem-se na fuodicSo
de Rowman & Me. Callum, n. ru. do Brum
ns. 6,8 o 10.
i'oiitsMi la lliisslu.
Vende-se poisss. d. Russia, recenlemen
te chegada, ede muito superior qualidade
na ru. do Trapiche n 17.
trlt:illd iAffia^;^AA^AASJ
4)$ Algoilo para -ecos. t>
H Vende-se muilo bom algodSo psr. 4>
&> saceos de sssucsr, por preco comino- %
D) do : em esa de Ricardo lloyle, na ?
4 ru. da Cadeia n. 37. 4>
s*t:t : mu
Tul xa" para eng;eii]io.
N. fninlico de ferro da rua do Rrum,
acaba-se de receber um completo sortlmen-
tuodo, e com promptidfio embarc.m-se, ou.
carregam-se em carros sem despez.s i0
comprador.
Deposito de cal virgeni.
N. rua do Torres n. 12, b. muilo supe-
rior esl oova t>m pedra, chegada ultims-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Terceiro'
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de -Todos os Santos.
INa rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado du.s qu.lid.des,
proprias pira saceos de assucar e roup. do
escravos.
Vende-se superior sala do Ass bor-
do da escuna Hara Firmina tundeada na
volta do Forte do Mallos: a tratar com o
capitSo a bordo, ou com o consignatario da'
mesma, Luiz Jos de S Araujo, na ru. da
Cruz h. 33, aonde se pode ver a amostra.
Aladeira de Jacaranda.
Vende-se ptimo Jacaranda em poreflooa
t retalho, vontade do comprador : n< rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
Escravos futidos.
da Costa de bouia figura, ptima quitandeira, to de taix.s de 4a 8 palmos de bocea, as
umescravo de nacode 30 auuos gaunador, e qu.us aclistn-se Tepd| por preco cotn-
Desippsreceu em o mez do fevereiro
prximo p.ss.do um escravo de nome Jus,
de nacSo, o qual representa ler de 30 a (o
annos, com os signaes seguintes : lem um.
belide em um dos ol'.us, secco do corpo,
altura regulare pouca barba ; levou cami-
sa e ceroula de algodSo da trra, pouco des-
embarsesdo n. falla, cujo escravo foi com-
prado aoir. Thomsz Antonio Maciel Mor-
teira: pede-se as autoridades polici.es e aos
capitfles de campo, onde quer que elle seja
encontrado, que o prend.m, e por esta mes-
ma fnlri o aiiminciem p.ra ser procurado,
ou o conduz.m uo seu senhor JoSo Francis-
co do Reg Mais, na povoaco de Apipucos,
que serSo generosamente recompensados.
A o publico.
Desapp.reccu, no dis 9 psra 10 do corren-
te, do engenho llha da I.iberdade, d fre-
guezia da fc'scada, um escravo de nome lio
mili), de nacMo Angols, de20 annos pouco
mais ou menos, alio, secco e sem barba;
tem noqueixo interior um enchapo de um
rameo levou reroula e camisa de algodao;
julga-se ler seguido para piar;. : a pessot
que oapprehender,-baja de o entregar i
seu senhor Alexandre Jos Comes, no mes-
mo engenho, ou na rua da Praia u. 46, quo
ser recompensado.
No dia 18 do correntn dessppareceu ua
preto de nome Flix, de nacSo Mocanil.i-
que, altura regular, denles limados, com
alguns podres, eso tem b.iba no queixo:
rog.-se as autoridades policiaea ou espi-
des de campo que o spprehendam e condu-
zsm-no ao Hotel Francisco, que su tilo gena-
rosamente recompensados.
No di. 16 de fevereiro dessppareceu a
prela Joaquina, de nacSo Cass.nge?, que re-
presenta ler 40 annos, baixa, corpo regu-
lar, cAr fula, olhos pequeos e com carne
sobre riles, nariz chato, com falla de dous
denles na frente, sendo um do cada lado, o
fei. de chara, pellos pequeos e murebos ;
tem algumas cicatrizes de relho as costss,
nadegasum tanto empinadas para tras ; ha
bem ladina ; lem sido cozmheira ; qusodo
foge tem por costume amlar pelos srrabal-
das desla prsfa, ora vendendo ora lavando
roupa, e pode ser que esleja a servico da
aiguma pessos, e sendo asstm, e nflo vindo
denuncis-l", se usara dos meios que a lei
faculta ; levou vestido novo de sssento azul
com lislras, e julga-se usar de p.nno da
Costa. Ilgs-se as autoridades policiaes, ca-
pilSesde campo, ou a qualquer pessoa, qua
a prendam ou a fseam prender e lavar so
seu senhor, Domingos da Silva Campos, na
ru. das Cruzes n. 40, quu seilo geneosa-
menle recompensado.
Ros gratidcacSo.
No dia 13 de o arco do correte anuo des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. Dr. Malet, o niole-
queMarcal, perlencente aoSr. Ilr. W. May,
o qual moleque he bem conhecido e tem os
seguintes signaes : represents ler 20 annos,
baixo, chelo do corpo e carcundo, crir fula
a sem barba ; lem falta de um dente na
frente do queixo inferior ehelilbo do ser-
illo de Paje, por isso julga-se psra la ler
ido: recommenda-se, portsnlo, aos espl-
ines de campo a captura do dilo moleque,
que set o bem gralicsdos.
-- Anda esl fgida a preta Mari. Joa-
quina, de idade 30 a 40 anuos, n.cflo Con-
go, baixa, gorda, cor retinta, bixigoss,
olhos vivos, bastante ardtlosa, o sagaz;
talvez ande sua fuga encoherta com o nego-
cio de miudezas, pois he no que se empte-
gava antes da sua fuga, n3o sendo esta a
primeira vez que fugo, e que se encobre
com tal negocio; tambem j loi escrava de
engenho, e andava veodendo miudezas pelo
malto, com urna crioula de quem era es-
crava : quem a pegar levea na prafa da In-
dependencia n. 17, que ser* recompensado
do seu trabalho.
' Dessppareceu na noite do dia 6 do
passado urna escrava parda de nome Luiz,
idade pouco mais ou menos 30 annos, ro-
bellos corredissos, porm cortados, rosio
redondo, bsrriguda que parece estar'peja-
da, mSos bstanles l'eiss e algumas unhas
muito negras que parecem ler sido pisadas,
os ps multo esparr.lliados o feios e aigu-
ma cousa irregular, levou alm da roup
vestid, um sacco ou trouxa, dous flus de
cotilas brancas ao pescoco, assim como um
rozsrio tambem branco, chales de chita
asul ja desbolada, usa de camisa d cabe-
ceo : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja o. 9, sera recom-
pensado generosamente.
Dessppareceu, no dia 14 do correrte,
um moleque de nome Malinas, de oacSo An-
gola, de 20 annos, pouco mais ou menos,
altura regular, secco do corpo e falla des-
embarazada ; lem o odicio de serrador e
tem sido visto em varias ras desla cidade :
roga-se, pois, as autoridades policiaes que
o appieheiidam, ou qualquer pessoa que o
pegar, leve-o a rua do Queimado n. 90, que
sera generosamente recompensada.
Miguel, crioulo, de 22 annoa pouco
mais ou menos, alto, ps torios, rosto um
pouco compri Jo, beico cnido, costuma an-
dar com a bocea abrirla e tem os beicos bs-
tanle grussos ; fugio no dia 15 do correte,
levando ceroula e camisa de algodSo, e
chapeo de palha j velho : quem 0 pegar,
leve-o ao engenho Uctia, que aera recom-
pensado.
Pr.RN,. NA.Tvv.rn: M.F.nn Faiha-


Full Text
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