Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06353


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Full Text
Anno XXVII
Segunda-feira 24
rAIlTlDAS DOS OOBHXI03.
Goianna c Paraliiba, s segundas e sextas feiras.
RJo-Grande-do-Norlc, todas as quintas feiras ao
neio-dia.
Garanhuns c Donito, a 8 e 23.
boa-Visla e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas fciras.
Olinda, todos os da.
EPHEMlalDES.
Nova, a 2, as 10 h. c 53 m. da t.
Cresc. a 10, as 7U. e 25 m. da^t.
Chela, al7.asl0h.e59m.dam.
Ming. a24,sllh. e m. da ni.
BtAMAB BE HOJE.
Prlmelra s 10 horas e 6 minutos da manha.
Segunda s 10 horas e 30 minutos da tarde.
de Margo de i851.
a
W. 68.
9,n
DA SEMAWA.
24 SegS. Lat'rrio. Aud. do J. d'o'f. em. da 1.
; 25 Tere. f6*c'Aiinunci3fao de NossaSrnhora.
i 2i Qiiart y. Ludgero Aud. do J. da 2. vara.
' 27 Quii, es. Roberto. Aud. do J. dos orf. cdo in
da priineira vara.
1 'lis Sen. S. Alcxandre. Aud. do J, da 1. vara do el-
VHeoo da sOBSCBlFtjO. vcl, e dos ir un, da fazenda.
Por tres meses ^adiantadus) 4,#000 29 Sal. S. Hci toldo. Aud. da Ch. e do J. da 2
Por seis metes 8*000 varado civel.
Poruinanno 15^000 30 0111. 4 da Quarcsma. S. Joao Chinaco.
CAMBIO HE 32 BE MASCO.
Sobre Londres, a 20 V, d. p. 1/000 rs. 60
Pars, 320 por Ir.
* Lisboa, 85 a 90 oomne.
Ouro.-ncaslicspanhola.... *?#"""
aloedas de 6*400 velhas. MflWO
. de 6/400 novas lOJOOO
> de4j000....... 9/fOO
PraU.Pataches brasileiro..... /J|
Pesos columnai ios..... VSSi
Ditos mexicanos........ J/boU
1111 imiayH miKamwMmsaunvcatneensammsammni mn n tsc-se
das.
a 28/500
a 162(j0
a 1151200
a 9/100
a 1/K40
a 1/S40
a /700

parte orncuL.
AllNKSTKBI DO IMPERIO.
fiel a cao das ir una $ que, por iltrrtn de 17 de feve-
rtiro ie I s.'il, faiam nnmcuda cavalleiros da or-
demdcS. Afilio di Avil.
OIKIi 1AES DA ARMADA.
Capllao de fragata J"s Mamede Ferrelra.
Capito lente Candido Jos Ferrelra.
Priu eims tenrnirs Antonio Lopes de Mes-
quila, Severiano Ntiwi s Antonio Carlos de
A/evedn Canllnho, Jos Manuel Picaneo da'
Costa, Jos Antonio de Lima, Guilhrrine An-
usto de Fichas, Jos Segundino Gonicusoro,
oo Gomes de Aguiar, Joaquini Martina.
OFFK lAES nO F.XF.W 1TO.
Teneme-coronel graduada do estado maior,
.li.'.-in Francisco dos Sanios.
Capilodo imperial cerpo de rngeniros, Vi-
cente Huet de llacellar Pinto Guertes.
Capllao do corpo fixo de cacadores da pro-
vincia do Cear Mam.r 1 MorclrOkda Roen.
Capito reformado de primelra llnha da pro-
vincia do Espirito Santo Seralim Jos dos Anjos
yieira.
UPO
Commando das armas.
Quarlel do commando das armai na cidade do
lecife, em 15 i/e mareo de 1851.
RDEM 1)0 DA N. 60.
O lili". Sr. coronel coininsndante das armas,
cingindn-ie ns communicacoes que Ihe foram
feltas pelo Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia em oflicios datados de honiem .
manda declarar a guarnieo ; em prlmeiro lu-
gar, que Sil. o Imperador, liouve por bem
por aviso d reparllco da guerra de 17 de fe-
vcrelro ultimo peruilllir ao Sr. segundo len-
te do quarto balalho de arlilhatia a p lien-
rique de Amorim Hezerra vir para esta provin-
cia, aliiii de ser empregado como convicr ao
servico, podendo regrc>sr corte em lempo
de matrlcular-se na escolla militar, se assim o
requerer ; cin segundo lugar, que para trata-
ren! de sua saudr, o inesmo augusto senhor
fui servido conceder licenca com o sold sim-
ples ao Sr srgudo lenente do mesiiio batalhao
Jos Feliciano de Figuelredo Carvallin.pur lem-
po de um me/., e ao sr. alies do prlmeiro ba-
talhao de cacadores Francisco Jos Dmiaiensj
losado por lempo de tres uieies na curie, sen-
do taes disposifOes communicadas, a piliucira
em aviso de 13 da janairo. e asegunda em avi-
so de 17 de fevereiro tudo drste anuo.
Je pildino da Silva e .fietedo,
r-rhi eiio lenenlc. ujudaiite u'urdens.
TUIBUNAL l)A BKLACAO'.
SKSSA'O DE 15 DE M ARgO DE 1861.
MlMULMII.l VO EXM. SEMIUH COMStMIElllO
AZRVPDO.
A's 10 horss da manhia, achando-se presen-
tes ossenhores desembargadoss Villares,Sou-
za, Itabcln), Tellcs c l'ereira Monleiro, fallando
com cauS4 os senhores desembargadores Has-
tos, Leo, chuna Freir, o Sr. presidente de-
clara abena a sesso.
Foi lido um oflicio do Enn. presidente da
provincia, parlieipaiido que por aviso da re-
parlico da j'uslica de 20 de fevereiro ullimu,
Ihe fura communlcado que ao hachare! Gaspar
de Meneies Vssconcellos de Drumnnd, juiz
municipal e de orphSos do teimo de Santo An-
lao.se prorograpor maii dous mezes com or-
denado a licenca com que se acha na curte.
Prestou juramento e lomou posse por procu-
rador o Sr. desembargador Jesta iclaco Seve-
ro Amorim do Valle.
JULCAMENTOS.
/(reno crime.
Hecorrente, o bacharrl Joao Florines Dias /jar-
reto ; lecoirido, o juizo de direilo do crime.
--Dcu-sc pru\ iinenio despronunciando-se o
inesmo.
Agqravot.
Aggravante, Joao Anlunio Gomes Guimares ;
aggravado, Domingos Amonio Gomes Gui-
mares. Nao se lomou conliecimento.
Aggravantes, D. Antonia Mara da Penha Fian-
aeoutros; aggravados, Miguel Goncalves
Lodrigues Franca e outros. j)eu-se provi-
DILleiHCItt.
Appellanlrs. Antonio Pereira Pinto de Faria e
sua mullier ; app> Hados, a viuva e herdriros
de Silvestre Joaquiui do Nascimenlo. ~ M .in-
dar.mi juramentar oadvogado I)r. Paiva pa-
ra ll'n 1 ir pur parte delles, e depois conti-
nuar vista ao l)r. curador geral dos orplians.
Apprllsnie, Pedro Fernandcs da Silva ; appel-
lada. Mara de Jess Coulinho Lisboa Jnior.
Mandaram continuar vista ao Dr curadur
geral.
Destetarles.
Appellante, Jos Antonio da Costa ; appellado,
Jos Antonio deMedelros llitancourt.O pri-
ineiro diaulil.
Passou do Sr. desembargador Souza ao Sr.
deseinbargador Pabello a leguinlc appellacao
App'l'lante.'ojuizoi appellado, Jos Pedro de
Pasaran do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Perora Monleiro as srgulnlcs
appellaces em que sao : .-ta
Appellante, o juio appellado, Joao Pereira
AppeNameV'Kncworib & C. appellado, Jos
Dias da Silva. ,,,,. _.,
Appellante, Jos de Bar roa Wandcrley ; appel-
lado, Filippe de Santiago Vielra da Cunha
Appellante, Kennorthy & C.| appellado, Anto-
nio Jos Dias da Silva. .
Passaram do Sr. desembargador Pereira Mon
telro ao Sr. desembargador Villares as scgniu-
tcs appellac's em qlic sao :
Appellante, Manoel \unes de Barros! appella-
do, Amonio Nunesdeltarroaeouiros
Appellante, Francisco Cavalcanli de Mello ap-
pellado, Jos Francisco Goncalveai
Ficaram por Julgar-se alguna feilos com da
asiignado, por Intervircni nelies os sennures
desembargadores qu nao compareceram.
Levautou-ae asesaao a una hora da tarde
PERNAMBUCO
ASSKnBLEA PBOVINC1AL.
SESSA EM 20 DE MARCO DE 1851.
Presidencia do Sr. redro Cavalcanli.
As orne e mei. hoin inaila, acham-se presentes 23 senhores depu-
tadoa.
O Sr. Prtsidtnte abre a seaao.
O Sr 2. Secretario l a acta da anterior
que he approrada.
O Sr. i."Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do aecrelario da provincia, re-
meltendoo relatorio que o empresario do Ihea-
tro de Sania Isabel, remetteu adinlnistra-
fio do mesmo ibeatro.A' cominisseo que fes
" requlsicilo.
TJm requerlmento de JosTheotonlo da C-
mara Santiago, professor de grammatica lati-
na ta cidade de Nazareth, em que pede se Ihe
marque quola na le do orcamenlo para alu-
guel de casas.--AT commisso de orcamento.
Outro, do vignrio de V. S. da Apresentacao
da Escada, pedindo se marque quanlitalivo
para a edilicacaodc urna capella-iiior na res-
pectiva matriz,A enmmissao de orcamento
He lido, julgado objecto de deliberacao e
mandado impilmir e seguinte prnjecto :
A asscmlria legislativa provincial de IVi -
nambuco resolve :
" Artigo nico. Fica pertencendo ao termo
do Honito a freguezia de S. Jos dus l'.c-
2erros.
" Ficam revogadas todas as disposi(0es em
contrario. _
' Paco da assembla provincial de Pernain-
buco, 20 de marco de S>l.Joaquim Pinto de
Cumpoi. '
Tambem he lido c approvado, depois de
brevissimas reilexOes u seguinte parecer :
" \ c iinmisso de constituicao e poderes
com toda a atieucao considerou o diploma, que
Ule foi presente daSr. deputado supplenle .losi'1
Francisco da Costa Gomes, que em virludc da
apuracn geral figura cuino empatado com o
Sr. deputado supplenle Silvestre Antonio de
Ollrelra Mello, que leni assento eflectivn nrsta
assembla e porque couvenha entre elles cs-
Ubelecer precedencia, he a enmmissao de
parecer, que seja para este fim consul-
tada, a sorte, nico meio asado para estabele-
ce-la com a devlda inipan ialidade ealm disio
acnsrMiado pelos esij los. Saladas commlssOei
da assembla legislativa provincial de Pernsin-
I neo, 2ll de marco de 185i. Francisca Joo
Carntiro da Cunha 6': de Abuquerque. *
Inlruilnzido na sala com as formalidades du
estylo o Sr. deputado presta juramento c toma
assento.
OltDF.M DO DA.
Continuaeo da discussio do projecto n. 6
que aulorisa o govci no a cuntractai' com An-
tonio da Silva Giismao, a factura de um inata-
iliiin 11 publico.
( fir. Manuel Cavnlcanti: -- A'a sessfo passa-
da eu pecli que a assembla me esclarecesse
sobre o estado em que se achava esta questo,
cu at me persuad que linlia ido coiumissao
o projecto, que eslava em discussao na sesso
passada ; porm vejo, da acia desta sesso. que
a requeiimeuto do Sr. Francisco Joan, foi o
projecto remetlido commisso de negocios
de 1 .miaras, alim deque ella lomasse em eonsi-
dera(ao o pensamento da presidencia a respei-
to da reclamaco da cmara: ( le ) eu creiu que
a cummisso nao atiendeu ao lim para ijuc Ihe
foi aquelie projecto rruirtlido : no relalorio da
presidencia ( nuqual a esse respeilo eu nao
vejo milita cousa ), encontr nicamente islo :
(l) no projecto, que se diseulia mandava-se
lazer a obra por una empieza particular, vis-
to a camaia nao a poder fazer, logo a commis-
so nao augmenlou idea : para niiiii, entendo,
(jue poz o projecto em mudo peinr situara ,
( apoiadoi J, poique em lugar de dar desenvol-
vimenlo ao pensamento da casa, fez 11111 pro-
jecto em benrlicio dcun particular, he o que
e entende, porque o ait. 1, diz assim (l) es.
tas creio, que nao sao as vistas, nem da presi-
dencia, neni da cmara : as vistas da casa lie.
que haja um maladouro o inelhor.c o mais ba-
rato possii'cl.ca comniisoa nada disto satisfez;
por isso disse, que em lugar de adiamar linlia
atrasado, linha posto o negocio em peiores cir-
ciimslancias. O prlmeiro anigo.que eslava em
discussao do projectodo annupassado, iiuanto
amiinheprcrerivel esusceplivel de mudilicacao
tem muilo maisvantagem doqncoail.l deste,
porque elle o que vem a dizer lie, que l1 ulano
de tal, f.ic.i o inatadouio o projecto exprme-
se assim i I t) agora o rt. 1 do outro pi ojelo
ilii assim U I em ininha opinio o projecto
amigo he preferivel, comquanlo eu nao de o
nieu voto a ludas as suas coudices ; appro-
vado o ai I. 1 pde-se modificar ; o mais por isso
eu preliro o amigo ao moderno.
Um Sr. Deputado : --He un escndalo.
U Orador: Alm do escndalo de ver urna
lei com sobre-escripto,
O Sr. Uliveira : Nao be a priineira,
O Orador: Talvez lenham passado al..-Linas
com adnsii. mas por nieu voto nunca passavam.
O projecto amigo he susceplivel de todo o
desenvolviineuto, 110 enlamo que o que agora
seapiesenla nao adinilte emenda na sua ujsc ;
por Isso cu emendo q ue o projecto em discus-
sao deve ser regeitado, e conlinnar-se com a
discussao do an. 1 do antigo projecto.
O Sr. fraranciico oa/l sustenta o projecto,
mostrando a conveniencia de ser elle adoptado
em priineira discussao, porque nesta occasio
su se discute a utilidade e conveniencia da ne-
cessidade que elle pretende remediar; reser-
vndole para na segunda dicussao approvar
as emendas que julgar convenientes para me-
Ihora-lo ou realisur-se o peussmenlo, que csse
projecto leve em vista..
O Sr. Aguiar defende a cmara municipal das
rmputacesque Ihe foram fcilas pelo Sr. Ilap-
lista.
O Sr. Angula de Oliveira : Sr. presidente,
usando da palavra qne V. USO. se diguoii cou-
ceder-me, nao he ininha intcncao entrar na a-
nreclacao da conveniencia ou inconveniencia
deste projecto, mas lo smente propor o seu
addiameulo.
A cmara municipal, como acaba de dizer o
illuslre deputado,appellou para esta assembla,
reclamando o direito de construir o seu mala-
douro, una vez que fosse habilitada com os
meiosconvenientes: a coiniiiUsao de orcameu-
to municipal, de que tenbo a boma de ser
iiiembro, esl meditando sobre este negocio
e dentro de poucos dias apresentaia a casa o
resultado de seu trabalho; boje inesmo acaba
ella de pedir una conferencia com a commis-
so de orcaniento provincial, alim de seesgo-
tarem todos o meios, para ver se podemos
chegar ao termo por mim desciado, l.to he. de
nue a cmara municipal seja habilitada com os
meios competentes para fazer o sen maladou-
ro. O meu adlimento nao Interrompera esta
discussao leiio por muito poucos dias, sendo
1 p.ii a iini.-u- que adquirida a convicco de qne
esta assembla nao pode habilitar a cmara
com os meios qne ella pede, en quero concor-
rer para um projecto qualquer, que d em re-
sultado a construeco do inatadour-i, menos
por meio de empresa srm concurrencia livre,
porque eu como cldado brasileiro nao quero
perder o direilo que me assiste de concorrer
paca qnaii|urr empresa.
Tambem oulra ra-o me lr\aria a nao poder
prcslar o meu voto a este projrclo, e lie, o en-
tender que a conmiisso de ntgoclosde cama-
ras nao cumpria con aquillo que Nie fui de-
terminado por esta casa : a casa em s.sso de
deste mes, em um requeriinciit'i approvado,
mandando qne o projecto 11. 17 apiesentadn
em segunda discussao, fosse snjeito conside-
raco da referida commisso; eotratanlO.no
parecer que precede projecto ora em discus-
sao, eu observo que a coiiunissao noleve em
vista o tal projecto, que s considerou o qne o
presidente disse no seu relalorio, e a prolen-
cao do cidado Anlonio da Silva CusmSo lie
pois esta mais una raso para eu nao poder
prestar o meu voto aop ojelo epara propor o
aili 1.....i.iu Tcndo cu j.i dito que nao tencio-
nava entrar na analyse da utilidade desle pro-
jecto, alim de nao ser incoherente, nao prose-
guir! em inhibas observacoe*, suppoudo que
a jii-fc 1 do adiamento lie lio evidente que nao
lleve Insistir por mais lempo, alim de que elle
seja approvado, porqnanlo a sua rejeieao im-
portarla um voto de bo-tilidade contra a cmii-
iiiissu de orcamenlo 1111111 if.!, ,|c rrspeit-
sameute reclama a apicseniar um trabalho ten-
dente a esclarecer u assuuipto de que oa nos
ocupamos.
Vai a mesa c he apoiado o seguinte requeri-
mcnio:
ftequeiro o adiamento deste projecto al a
discussao do orcamento inunijipal. A. de Oli-
veira.
O Sr. Baptiila contina a sustentar o projec-
to, e responde aos arguuiciilos dos oadores
que o prccederain.
O Sr. Carntiro da Cunha: Sr. presidente,
alm de rccoiihecer que son demasiadamente
fraco para medir-nie com adversarios tiio ha-
bis e esforzados como os oradores que me
preeederain, oeho-nie (|nasi que em eslado di-
me nao poder envolver em queslao alguoia por
estar baslame eiicoiuuindado ; e, pois guarda-
ra nesta occasio o mais completo silencio, Be
por ventura me nao consideraste obligado
lomar parle na queslo que se agita, qnaudu
diz ella respeito a inuiicipalidade desta cida-
de, e lenlio eu a honra de ser membro di com-
misso de contas de orramcnlos niunicipaes.
Sr. [iicsdeute, exisle rill meu poder o relalo-
rio ta cmara municipal desta cidade, ao qual
tantas vezes se releriram os uohres deputados
que su-te man o piojeoto em discussao; esc
bem que, por a- ciar cncominodado eoitio de-
clarei em principio, nao lenha eu podido lc-lo
com a devida aliencao, c por cunseguinte uio
esteja habilitado para responder um a um a
lodos os argumentos, que Armados nrste rela-
torio, apresentaram os imhr, s deputado^, pare-
ce-me todava poder afflmiar que a cmara
municipal do Recite nao confessa alii achar-se
na nipossibilidade absnliua de construir til
maladouro : se a memoria me mo I.1II1.1, quei-
xando-se de falla de meios que a babllltem
para levar a elleito seinelhaule conslrucclio,
ella li mina alguna que mais apropiados mes
pareceni para consiituirem-na em circunistan-
clas de reaiisaieiii-na, e at se quelxa de que,
lend'i-se-llie dado autorisaco para later tal
obra quaiidn sua cluaco linaiiceira Ihe nao
permitlia einprebende-la, apenas esta ihe loi
un llnii ail.1, cassarain-lhe aquellas.
B nesta parle, Sr. presidente, mu cu opr-
ueiro a coulcssar que a cmara tem rasao c
raso de sobra : dar-Mlie laculdade para cons-
truir um maladouro, cujas detpezas eslo cal-
culadas em 04 conlos de rcis, (|iiiii'ln o rendi-
meiito do seu pairimnnio nem ao menosche-
gava para MlisfacAo das necessidades que dia-
liainciile se rcenle esle municipio, eieiiram-
lli'a, COMO succedeu o auno passado, apenas si-
lbe augmenlou aquelie rendiiiienlo com o
iuiposlo de 500 rs sobre cabecas de gados con-
sumidos, equivalle a proclamar-se alto c bom
soiu que por forma aiguina se quer que a c-
mara municipal do Becifc construa propria
cunta, csse maladuuro de que lauto se tem fal-
lado.
U a proposito desta triste colliso.em que se
tem posto a cmara municipal do iiccife, V
Exc. me peimitlii, Sr. piesidentc, que eu a
compare com a Austiia quaodoao ver Mapo-
leo a suas portas, de una vez niandou icpcli-
lo por um gianiic exercito semgeneraes, e de
ouira por lamoso general tem ejercito, expon
do-se assim a nao poder resistir a aquelie nu-
mero de foi luna, r nlictanlo, esta compara-
cao nao lie pe hila, Visto que a Austria obrara
dcsl'arlc de moto proprio, e he o projeclo em
discussao que contra o desrjo da cmara pOI
mas de una vez manifestado, al redu/.ic ;i
clTcumstancias de j mais poder construir c
iwaladouro, privandu ale- da iuspeecu que lile
compete desta obra, do pequeo leudiiiieuto
que Ihe resulla 1I0 9ougue(|ue ellahojepossne
e da propiiedade desse maladouro, cuja edili-
caco eucumbe a um particular, e que manda
anual en 1111; i, i.au a luuuicipalidadc mas ao
governo da provincia,
Ei Sr. presidente, qiiando a cmara munici-
pal be composla de cidados conspicuos e que
por mais de um acto lio demonstrado dedi-
cacao.que tem por esse ramo de servico publi-
co que Ibes esl confiado, c a que se elles pies*
ta.ni gratuitamente, posso eu concorrer com
meu voto para que dcsl'arlc sejam elles esbu-
Ihados de urna de suas importantes altribui-
cdesl1 .\u, mil vezes nao: ao contrario como
mciubru dacominissao de coulas c oiaj-menio
niunicipaes, quero examinar acertadaiueute se
a cainara,4i6ue ou nao ser habilitada da obra
emi|ue est; e pois votarei |ielo rcqucnincnlu
de adiamento, que se acha subre a mesa.
Depois de algumas obtcrvacdcs do Sr. Ma-
noel Cavalcanli
lia ahora.
A discussao fica adiada por baverem ainda
alguns senhores insciiplos com a palavia.
USr. Presidente designa a ordeiu do dia e le-
vauaa sesso.
Tribunal do commercio.
Foram a.lmittidoi a matricula emseiiao de 17 do
cutrente 01 senhores:
I. Gabriel Antonio, cidadao brasileiro, domi
ciliado nesta praca, com sua casa de commer-
cio de groaao trato, gneros do paiz.
II. Jos JacoineTasso Jnior, cidado sardo,
domiciliado nesta praca, com sua casa de com-
mercio de grosso tralo. gneros de estiva.
III. Jos I.nlzda Costa Amorim. ciclada por
liigiiez, domiciliado nesla praca, com sua casa
de commercio de grosso tralo, gneros de es-
tiva.
IV, Manoel Januario Rezerra, cidado brasi-
leiro, domiciliado na provincia das Alagoas,
eom sua casa de commercio de grosso Iralo de
lazendaa seecas e ferratens.
V Ryeardn Kr.yle. rida'o britannico, do-
miciliado nesla praca, com ana casa de com-
mercio de Krosso lalo de fazendas.
Secretarla do tribunal dn eoinmercio dcPer-
nambuco, 20 de marco de i8.'il.
Ju5 Jernnymo Monleiro,
Secretarlo.
DIARIO liR PRBNA1BUCI.
BEcirr, Mil MARpO BE 1851.
A assembla enneluio hontem a terceira dis-
cussao do projeclo n. 3, relilivo aposenta-
doria dos enipregados provinciaes, leudo ap-
provado duas emendas ollVrecidas ao inesmo,
pelo Sr. Paes Rarreh, e que ficaram reservadas
para nova discussao: adiou em priineira os
projectoi ns. 7 e 8. o prlmeiro dos quaei trans-
iere para a povoac-o do loaseiro a sede da
fcecnezia de Sinia-Maria da comarca da Boa-
v isla, e o segundo manila perlencer ao termo
do llonilo a freguezia de llezerros.
A ordem do dia para amanha ( lA )_ lie a
contlouacjo da antecdeme, e discussao das
emendas offerecidas ao projecto n. 2.
Tiansmilliremos hoje aos nossos leitores
mais algumas noticias, que enlhrmos da leitu-
ra dos joruaesdo IV io de Janeiro, nao nos sendo
pnaalvcl ilizer couaa alguma sobre a Rabia pnr
nao ler-mna recebiclo juiual alguiud'ali, comu
esperaviinos.
Por carias parlieulares consta ter-se reunid 1
..... iienos-Ayres no da 22 do passado a sala
dus representante*, para o lim de principiar-
se a lellura d'>s documentos relativos a renun-
cia, que faz o general Rosas do lugar de go-
veniador. Esaa lelti.ra durou at u illa 36, sein
que s<- aiba ainda do resultado ; aftiriuain po-
lm alguns, que o general, dando este paSSO
tem en? vistas faier-se nomear pela mesma
honrilla sala dos representaiilese pelos gover-
nadores seus partidarios, chefs supremo da naci.
Seni embargo clessa projeclada renuncia,
em culo rxllo nao acreditamos, continuava o
ce..... ilcoiiiosysteina su.....i.irio dos fuiil Hlen-
los e scoulea, sendo altribiiida por alguns es-
le lyraulco prorediinento, a allliude ameacado-
i,i, lomada por U'quita goveroador de Entre-
rllos.eujadeaintelllgenclacom oaietador pare-
ce ter eliegado an seu auge ; asseverava-se
porm (|iie este mandara instaurar processo
contra aquelie, e que nessa trela se achava
empenhailn o mini-tro Arana
Pelas nicsinas carias, consta que o almirante
I.e Predour eo Sr, Devolse encarregado de ne-
gocios da Franca reeriavain nao f.issem os
seus tratado* ratlflcadns, etn coiisequencla da
deinissn do ministerio fiancei l.a llitle, com 0
qual se mostraraui deagoatoaos; assim como
que o almirante llnha declarado a algumas
pessoas. que proceder na celebracio dos mea-
mos por ordens reservadas do presidente da
repblica,
Reiiiiiram-se com elleito, np 1. do correte
m sala da praya do commercio os accionis.
tas do novo banco do Commercio 1 Industria do
hraiil. Por acelamaco foram 1n.111c.1dos pre-
sidente o Sr, Ireueo Kvaiigeli-.tii de Suma, e
secrtanos o* Sr* Gnilhermc Augusto Macha-
do de Oliveira e Mariano Procoplo Ferrelra.
O Sr. Ireno OCCUpandoa cadena da presiden-
cia profera nina breve alloeucio, em qne
agradecen a honra, qne bavia reeebido, eal-
tou o espirito de asSoela(So, e fez ver que ludas
as acedes do banc.....slavam tomadas, propon-
do ao mesmo lempo g reunan de uuia com-
misso, cine revisse os estatutos. Sua propasla
loi aiipruvada e procedendo-se a cleican sahi-
ram lomeados os Srs. Ireneo.Levi, l>r l'ereira
da Silva, Darriiiuc Parro, e Theolilo ltoni.
O Sr. consrllieiro Duarle da Ponte Hiheiro
foi nom'-ailo en.iado extraordinarios ministro
plenipotenciario do Brasil, em misso especial,
junio os repblicas do Pacifico, e devia partir
no dia H do crlenle para Valparaso, sendo
secretarlo da misssffo 0 Sr. Duarte Pereira di
Ponte lllbclio, e addido de priineira classe o
Sr. Joao Duarte da Ponte Hiheiro.
Foi tambem nomeailo acidulo de segunda
cia-se da legaca Imperial no Per o Sr. Jos
de Souza Ferrelra.
O Sr R. C. Shenck vlr subsistir o Sr. Da-
vid l'od 110 lugar de enviado extraordi-
nario e ministro plenipoteueaio dos Estados-
Unldos junto ao nosso governo,
O Jarreto Mercantil. Informa que o Sr. bri.a-
deiro Anlunio Joaqun! da Silva Frcitas acha si
nomeado director do hospital militar da curte
em lugar do Sr. coronel Jos dos Santos do Uli-
veira.
II Sr. chele de esquadra Greenfell partir 110
dia 20 do jrrenle com os vasos, que cslive-
lein piolllptoS.
por decretos de 24 de fevereiro prximo pas-
sado, foram condecorados com o ulficiilalu da
ordem da Rosa o lente coronel Juo Roberto
Ayres Carnriro c o capilo lenle Amonio
Francisco Pcieira
Fallecen no primeiro do corrente, o major
Dr. Antonio Francisco Cocllio lente da escolla
militar.
O llrnii/ de 6 do corrente anniincia, quea
barca inglesa Hi'f'iain Wi/son, sabida de Shields
eom mu carregamentu de carvo para Aden,
foi a pique na altura do Cabo Fro etn conse-
quencia de um grande temporal, que SOllreu,
sendo salva a rrspectiva trlpulacao pelo pata-
cho americano Cynlhia, que a couduiio au
porto do Rio.
De S. Paulo sabemos terein sido as chuvas
all lo copiosas e Continuadas, que os os da
provincia lein crescido cxiraordiiiaiiameiilc, 0
as suas enchentCS causado grandes estragos,
principal meo le as maigcus do l'arahiba sen-
do por isso muilo para temer-se, noserepro-
duza a cataslru|ilic succedida em o anuu paa-
sado.
Km o lugar competente vai transcripta a re-
laco dos officiara de armada e do exercito ,
que por detecto de 17 de fevereiro prximo pas-
sado fur.iiu deapacl. vallarcirus da or-
dem de S. bctitu de As
CORRESPONDENCA.
Sr rettactorei.Son de novo forcado a com
parecer em publico, para defender-me de nu-
tro ataque do Sr. Manoel Ellas de Moura, que
em sua ira nao acha ramo, em que se ape-
gue, nem fundo em que tome p ; o Sr. Moura,
se nao est possesso, pelo menos ainda nin-
euein fez tambem o papel de lonco varrido.
lie a mesilla mana: chame-me a juizo, eu quero
ir a \uiso jl Eo que prova tudo isi ? he que o
Sr. Nli.11ra na 1 tem juizo ; mas poaao asseve-
rar-lhe, que me nao arrastir para [o lamac.al
das seus convicios.
Que motivos lem o Sr. Moura para encher-
me de torpes insultos, nao s a mim, cn.no a
cmara municipal aos vereadores em particu-
lar, ao secretario da inesina cmara ? Qu> rf
poim. o respellavel publico saber a Causa
dessa ogeii/a do Sr. Moura a meu re-peito?
pola bem, nada mais fcil que prova-lo. Tcn-
lo-se reui ido no dia 25 de seteuiliro de i849 o
conselhoextraordinario para a aneinnacudo
f.iruc iinculo dis medic.imenl s para o h s-i-
t il reg me na I a cargo do ai gund-i bnalho Ce
arillharla api. sppreseiitar.iin-s pennie o'
mesmo conaciho varios bolh arios, ruin* enes
tambem o Sr. Manoel Ellas de Moura. que ties-
tas occasioes seinpre procura embarcar a sua
bisca : porm o couselho uiimnimi lite repelllo o
Sr, Moura pur Intruso, e nao foi adinlllldo 1.1-
no licitante em confnrniidadc do tenno la-
vrado e asslgnado pelo Sr. enmmand .ule da
praca, pelos Srs. commandanles dus corpns,
mdicos, cirurgio.js r.'giinent es e pharma-
centicos, segundo consta d 1 o.dem do dii, pu-
blicada no Diario de Pcrnambuco de 6 de oulu-
bro do 111.-sino auno.
Que culpa tenbo en, que o conselho repof-*
lisse o Sr. Moura, c o uo quizcsse receber cu.
no lloltvnte? eu apenas fui um dos dador.
do aireuMtanle, mas para o Sr. Moura con-
tradi una divida .le odio, que nunca mais me
perdiiou, e que ainda mais se ajigr.ivou pela
inoi>iici como licitante, fazendo lace i sua iuviolavel
pessoa! Se as preleuces do Sr. Moura no-
f..ss.-iii lito extravagantes, eu Ihe perdoaria at
as injurias pelo ridculo, deque se tem coberlo
mas 1 iiiliiu vamos ao que iinp >rta.
A correspondencia do -r. Moura, inserta no
Diario de Pirnambueo de (i do correte, he una
enredada de palavras, be un aranzrl lo in-
trlncado, que selle pode decifrar ; urna cou-
sa, porm, resalla priineira vista, e he o odio
I ue me vota, envolto em urna alluvi.'in de des-
atinos e de insultos; mas a estes nao posa
nem devo responder, portauto he tnlster dis-
ciiiinnar as accusaces, e pulverlsa-las com
dooiliueoloa. Se u Sr. Moura livesce juizo, co-
mo lem pertinacia, era Inlinlgo ttmivel, por-
que uinguem o iguala no arilimeulo e na em
ceremonia ; fel'anenle, baldo de razo e de
provas, pude incoinuiodar-iiie, irriiar-me al-
guiiia ves, mas nunca tisnar a ininha repula-
cao, que na.1 esl ao alcance do Sr. .Moura
marea-la ; i-to mo.
Desse ocano de palavria eMrahlremoa as
s, un mies deas, nicas que se coinprchciidc/ii,
ainda com dilicnldade.
Quer por ferca o Sr. Moura, que eu a chame
a jtno ; e para que ? para provar-lhe que me
calumnlou ; pois bem, nao so esl isto sube-
iiiienle provado, senu que agora o deiuuns-
irn com dociiiiienlos irrelragaveis.
Qual seria o resultado, se eu cbamasse a jui-
zo o Sr. Muura ^ que elle teria de sollrer u mi
pena pela calumnia ; mas eu n:io quero ou-
lra pena para o Sr. Moura, se nao a que Ihe
lem intligido a npiuio publica, islo he, que a
meu respelto elle he, lem sido, c ser o mais
completo calumniador. Quer um piocesso cri-
me pois bem, di de mim urna iieiiuncia por
:iime de lalsidudc, c teuha a corageiu do
assigua-ij.
Mas o Sr, Mulla, que lem muila audacia, nao
tem coragein, e a penas se limita a essa iulil-
g.i torpe e estpida, que se revela pelo seu re-
qiicr'ineulo .1 cmara, estampado icm despacho
no Di-irio de l'etn'ioiburo de 14 do corrente.
Ignora o Se. Moura, que a cmara municipal
nu be tribunal judiciario, e pnr cousequeucil
que uo i'-le adinitlir denuuei is, nem pro-
cessa-laa ? lie que o Sr. Moura nao teria a co-
ragein da dlse a um juil criminal, que cu no
tenho licenca ita citnaia, poique, se o dissesse,
sabe que so0rer.ia a pena da falsa iiiiputacao ;
mas tem o iuqualillcavel arrojo de o dizer em
mu supposlo requeriineolo, que uo tem des-
pacho, nem pode ter outro, se nao reeneira por
nii-i., 1 /.. tal he a serie de saudices e de falsi-
dadtfS que cuiilui. Qual fui o objecto da pu-
blicaran desse rcqiici miento ? IPoiso Sr. Mou-
la pode, sein haver perdichi toda a especie de
pudor, dizer que eu nao leuho licenca da c-
mara, depois de have-la eu exibido e al
pulihcado por esle niesmu Diario E po-
rm u Sr* aioura vai mais louge, porque diz,
que a licenca fura oblida ob e suureticiaueute,
loio sai enmara para evitar urna discussao /ramea *
publica, mas obiindo-te asastignaturas dos cama'
ti*tai particularmente
A esta iuipul.ic.au, lo falsa como estpida,
poique ubr. Moni a quer por foic.a medir-me
pela sua cravelra, SO tenho de oppor dncu-
meutua, e sao elles duas cartas, cun suas com-
petentes respoitas, dirigidas pur mim ao*
llhus. Srs. coronis Juaquiui Bernardo de l-'i-
gueircdu, digno presidente da cmara naquel-
la puca, c Jus de barros Falcan ds Lacerdav
que at pur felicidade foi membro da commis-
so, que couheceu da legalidade do meu titu-
lo. Por ellas vera o respellavel publico, que ai
ininha li. enea ful oblida legiiimainenlc em
pl,na cmara, guardaudo-sc todas aa formali-
dades uu cslylu, e pusturas da mesma cmara.
L.nn c lleno, eslivci am presentes na sesso em
que se me couceeu licenc-a para abrir botica,
os Sis. corouris Joaquim bernardo de Figuel-
redo, Jos dellarros i-ali-.in c Gaspar de Me-
nezes Vasconcellos deUiuinond, Dr. Cidtra e
o Sr. Pessoa.--O Dr. Cinlra he hnje com
Dos, o Sr. coronel Men.-7.es e o Sr. Pessoa cs-
i.u. lora nos seus eugenhoa ; poi tanto ao ae
,1. Ii.iin nesla cidade os duua referidos Srs. co-
ronis Jus de narros c Joaquim bernardo, a
queni me duigi, C lizeram ahuura de rerpon-
der.
Agota el ir-ni e-ha o Sr. Moura, se vista do
dito ucsles dous individuos, lo dislinclos por
suas posicoes soclaes, como respeitaveis por
suas qualidades pessoacs, pude cuulinuar a
exhalar sua aira bilis sem conslituir-se. ....
calumniador 1
O que aluda he mais para admirar he o que
assevera o Sr. Moura, que du cmara nada coas-
la a mfit respeilo, entretanto, que o piiiuclrg
ILEGIVEL
MUTILADO


*
documento, crin que me a (Irona, lie nina ccr-
lido do meu ttulo cxtrahiJa da misma eatr.a-
ratl D-je t-ontiadirtiio mai catupid' ? Al> -
mal n regislo nao tem dala, dlf elle, loen., na-
da cotilla da ruinara Pnishem, pi lo documento
n. 3, ver-se-h que muitos registos semt lhan-
tfs de carta e lltuhs de mdicos, clrurgic
e boticario! lam em niio lem daln, ncm orden
anterior para o rrgislo, nem mais urna virgula
de formalidade do i|Ue o meu, c pnrlanto. que
to falso 011 verdadeiro he o meu titulo e regia
to como o de todos eisrs deque tai meneara
citada i ri ndo ; c Cutre elle o titulo de um
tal AJedronho.
Agora falla o publico, nue ea*e McdronlicC
que est nas roesuiifsmas-Cirrumitanciaa, ein
queeuestou, foi um boticario que velo do
Rio de Janeiro, e que aqiii foi socio 011 gerente
da botica do Sr. Mano'ei Elias de Moura Tem
ioit este senhor boa fe ou ao menos pinga de
loneatidade, accusando-ine pelo mesmo 1 i i -
to ou falta, ei que se achava teu focio falta
que iiiiii he minha, fe fulla ou deleito houve-
pnr que me confia, que para leinelhanics re-
gistos nao te precisa de licenca cripta, por
ser uso e antigo costume la/0-lo o secretarlo
de ordem verbal ?
0 que porm, ignora o retpeitavel publico,
he que o actual boticario ou gerente da botica
do Sr, Moura nao tem titulo legitimo, nem po-
de fer considerado como tal, porque o seu ti-
tulo, concedido por esla cmara he de i) de
marco de 1KI3. em virtude de examc feilo a 25
de fevereiro do mesmo anno, quando pelo arti-
go 11 da lei de 3 de outnbro de 1832 a faculda-
de de conceder taet ttulos pattou para as es-
collas de medicina, e portanto j os nao po-
dan) conceder as cmaras cinco mezet depois
da publicaban da mesina lei ; em cujo caso os
filcaes da cmara, e o conselho de salubridade
podem averiguar esse faclp, pruvado altas pelo
documento u. 4,que he a cerlidoautbeniica do
archivo f Sr. Moura do archivo ) da luesmaca
mar.
tu sabia deste farto muito lempo, mas
que interesse tioha cu de aecusar o Sr. Rento
Luizde i arvalho. pal de familia e que vive de
sua profesan ? calei-uie, e nem ilisso f.ico men-
cao como denuncia, nem desojo que o Sr. lien-
to seja incoiniiiodado, nem slita o menor des-
rranjo n qui y.... -.-. iCinia uYiiaC*,, < .,.',, o.vrttr podra
no dos outros. nem que me acuse liomein cheio
de lepra e de'iuasellas, e me ini-oiuuiode oume
calumnie, porque n Sr. Moma nao tem mais
amor a sua reputacao do queeu,
Assenta que eu impesso as suas espccula-
coet, porque tnu competidor nos forneciineii-
tot dot hofpitaes ; pois bem faca o mesinoque
CU faco; atiro-meao acaso entre os incuscom-
panheiros, calculo as vantagens e asdcsvania-
gens do negocio, e entro em contundida,
mas nao vocifero contra ninguem, uem os in-
'-rigo. nem enveneno suas iiuencOcs, ncm sou
denuncame, nem calumniador.
Repete o Sr. Moura, que ludo se fci a meu
respeito por amisade e delelco, ou par empe-
nhos, as escondidas, e nao ein cmara, quan-
do cu j tinha dito que me appresenlei ein
plena cmara para o resisto do meu titulo, c
que elle lora verificado, e mandado registar ;
pois bem o documento n. 5. prova, com o le~-
teinunho do Sr. Joaquim Mara de Carvalho,
a verdade da iniuha agsercSo* Pode o Senhor
Moura desmriiii au S'. Caivalho ? Pode des-
mentir aos Senhnres coronis Joaquim her-
nanlo de l'i;ii.-rcilo e Jos ilc barros Falcilo ?
Ento permilla que Ihe diga, que niugueiu
Un- podo borrar da fente o sliguia de calum-
niador, contenlando-ine com t|ue o publico
o tenha como tal, poique assim mesiiio nao
quero nem desejo o menor mil aoSr. Moura,
nem que elle sufl'ra outra pena, nem passe
por outro inc- nimndn.
O que mait me sensiblisnu tic toda a cor-
respondencia do Sr. Moura f,.i o seguinte ire-
cha : Ol. o Sr. Parauhos, iiue u faci de
- nao constar do archivo da cmara a ordem
para ser registrado o seu titulo, nem ou-
tra alguma cousa a respeito, fju.ndo mui-
to poder provar, ditexo relaxaia dos cm-
pregados da cmara."
En poderia responder simplesmenlc ao Sr.
Moura: mtnte. Mas respeito muito ao publico
e a camaia para cnnlentar-me com esla sim-
ples e bem merecida resposla. O meu arti-
go foi publicado no Diario de Periiambuco de
25 de v<'i piro ultimo, por colisequencia de
ve eilar muito ein leuibranca de lodos que o
Irro ; onde, em qnepa*te do meu artigse
acha etsa estpida c calumniosa tirada, nu ao
menos donde se pode ella inferir? Scuinho-
neiii temelliante que se rebaika a ponto de
servir-se de una intriga lio torpe como Mi-
aeravel, podesse merecer a menor f, enlao
eicusido seria qualquer drfea, porque aca-
lumnia seria uina arma envenenad.i, contia
n iiu.il nao haveria nutro recurso vena.> a Mi-
sericordia Divina ; mas o Sr. Moura, laucan-
do nio de um expediente que o avilla. ju'ti-
ficou-me de urna ve para temple das suas
iinpuiacoes, poique a calumnia reverle para
elle com Indas as suas cansequemias.
Se ha qucni tenlia insulta lo a cmara, he o
Sr. Moura, que nao t I lie atribue tleleixo e
rrlarli.ic"'0 como verdadeira prtvaricaco I K
ea cmara era composla dos liomens mais
preeminente! delta provincia, entre elles Jous
coronis de primeira linha, e um de melicia?,
de proprlelarios e liomens de loiras. Se taes
hnmens fossriii capares d'atpuillo que Mies al -
ir i lu.- o Sr. Moura, onde Meara elle Se
Suizesse-moi rebaixar-nos at o lainacal do
r. Moura poderia-mos eslabelecer uina parl-
dade para mostrar, que Ulna sella laucada por
femel-.anies maos nao pode le ir a queiu es-
t miiiln cima de -ni- tiros.
Provoco e defino ao Sr. Moura para que
continu na sua polmica, alim de provar que
ii.'iii m.ii boticario, que os mi-lis lilulos sao
falsos, e linalmente para diicr ludo quant.i
lhe appmrer, na certera de que nao me >
panha desprevenido, tanto que agora cuido
cu ii o.Ihiii de preparar-me para revericr-llie
sella por sellas, ferida p..r ftida. ftfio crea
O Sr. Moura, que he iiivillnecravel, nem se per-
suada que morro de suas ctelas nao lhe de-
tej.i mal, nao por cerlo, mas nao o sofierei
iiiipunimenie, e psso asseverar-llie que fe
alguin se cansar, e nao serei en.
Adeos, Sr. Manoel Ellas de Moura; al ou-
tra occasiao, que nu- achai temprc prompto
t suat orden.
Jos da II"cha l'aranhoi.
DOCUMENTOS.
N. I__Illtn. Sr. coronel Joaquim Bernnrdode
Figueirtdo. l.oiiio V. S. era o presidente da
cmara municipal desla cidade em U de feve-
reiro de 1837, dia em que eu oblive licenca
da cmara para ler botica abena nesla cidade
em raso descachar registrado o meu titulo
de boticario, rogo a V. S. o obsequio de res-
ponder-me ao p derla, se esta licenca me
loi concedida em plena cmara, e com todas
as formalidades legaes, nu se a assignatura de
V. b. e dos mais senhores vereadores fui obli-
da particularmenle em sua casa, como caluin-
niotameote acaba de publicar Manoel Elias de
Moura, em urna corrrspoudencia que inserio
no Diario de l'ernambuco, alassalhando a mi-
nha reputacao, c pondo em duvida a probi-
dade de todos os senhores vereadores da c-
mara, que -niau me concedern! a licenca.
E lendo eu de defender-me de lo calum-
niosa imputaran, as-.un como a honra de to
conspicuos vereadores, precito da resposla de
V. S. villa que falta no archico da cmara o
regittro dessa licenca, o que sein duvida le
deve atti ibiiii- a csquecimcnlo do secretario
dessa poca.
Sou com reipeilo. De V. S. attenrioto rea-
peilador e criadooi da Rocha 1'aranhoi. Re-
cife, 10 de uarto de 1851.
J/lm. Sr. Joi da Bocha rar^llV,-C,,,"-
Sre-me dlier-llie em icspnsta a pi< 'V "'"
e V. S., que a minha asignatura "^.'\ ]
rmenlo feilo por V. S. tmara mu\,clP'
para poder ter aborta a fu b-tiea; nao i10^
contrguida por empenh' i, e nem V S. ni.'
pri i-iin.u parlicularmrnie pira oble-la.
Snu de V. S. sincero veneradorJoaqnim
flcrrardo de figtieiredo.Siit casa, ti de marco
de 1851.
Esta sellada e recoiihecida.
N. 2.I'lm. Sr, coronel lose V ffnrroi Fal-
co lie Lcenla.Jomo V. S. era inembrn da
cmara municipal tiesta cidade, em 9 de feve-
reiro de 1817, dia em que eu obtlve licenca
da cmara para ter botica abeita nesla cidade,
em rasao descachar registrado o meu lilulo
de bitlcaiio. rogo a V. S. o obsequio de res-
ponder-nie ao p dest, se esta licenca me foi
concedida em plena cmara, e com todas as
formalidades l.'gaes, ou se a assignatura de
V. S., e dos mais senhores vereadores fui obli-
da particularmente cm sua casa, como calum-
niosamente acaba de publicar Manoel Elias
de Moura em urna correspondencia que inse-
rio no biario de fernamhneo, alassalhando a
minha reputacao, e pondo em duvida a pro-
bldade de todos os senhores vereadores da c-
mara, que cntiio me concedern! a licenca.
Assim como lambem, rogo me diga se V. S
foi membro da commltsao nomeada com o
fallecido l)r. Cintra para conhecer da legali-
dade do meu tilulo, e se enlo se prehenclic-
ram lodas as formalidades exigidas pelas pos-
turas da mesma cmara. E leudo eu ile de-
lender-me de iovcaluiiiniosa imputacao, as-
sim como a honra de lao conspicuos verea-
dores, preciso da resposla de V. S., vislo que
filia no ai-i liivn da" cmara o registro dessa
licenca. o que sein duvida se deve atiriuuir
a csqiieciiiiento do secretario dessa poca.
Sou com respello. l)e V. S. atlencioso
retpeiladiir e criado^/ire '''i Hucha /'aranhos.
Reclre, 13 de marco de 1851.
lllm. Sr. Joi da llocha l'aianhat.ResTon.
deudo asua cana desudis, devo drtier-lh
qu O MU requeiiinento foi aprireienlnlo em
setsa i publica., d que eu tafia parte como
HieiK-'ira. da cmara, que a licenca foi concedi-
era por tleeisao da mesma cmara, all publi-
cainciite aisignada pelos membros prsen-
les; que V. S. nunca me prucuroii em minha
casa; que fui membro da commissii para
conhecer da legalidade do seu titulo, e que o
parecer desla commissao foi de acord com
as posturas da cmara: he o que me cninpre
rcspondcr-lhe.
PeV. S. ltenlo venerador c criadoJo<(
de Barrot Flcao de Lacerda. Sua casa, 13 de
marco de 1851.
Eslava recoiihecida.
I*. 3. Jos da Rocha Prannos, precisa
que o Sr. secretario da cmara municipal des-
la cidade lhe certifique te exilie no archivo
o lancaineiito de todas as deliheracocs da c-
mara, mandando registrar os lilulos dos m-
dicos, ciruigides e boticarios, bem como se
"l registros tiestos lilulos c-lain dactados pe
Sr. secretario da mesma cmara.E. R. M,
Em virtude da petic..1 supra, ceriilieo
que revendo os livros das actas das sesses di
cmara municipal dosannos de mil oiiocentos
e trila e um em vanle, e os despacho!
da inetma de igual poca, delles consta a pre-
cedencia de urdeill da cmara para o registro
de ninas cartas de mdicos, cirurgioes, bo-
ticarios- .c-, e para outras nao,
( erlilico. outro sim, que mullos desses
registros estn assignados e datados pelo se-
cretarlo da cmara, e algnns se achain sti as-
sigimdos, e nao datados, taes, como os das
i-artas dos medico Manuel Jos da Rocha Lo-
bo, Uliiaea, Ignacla Rery la Ponceca, Jos
Joaquim de Souta, clrurglSo, Jos Mara da
Cos. e Paisa, e phaiinaccuiicos, Ignacio
Piaita, Joiio Sniiin, Antonio Mara Marques
t-ei-i cu i, Sebaslio Jote d'Olivoira, Ricardo
Jos de Gouveia, Kramisco Jos do Sacramen-
to, Antonio Joaquim Dial Mcilronho, c outros.
Orefciido he verdade e consta dos referidos
livros, a que me reporto.
n Paco d.i cmara municipal do Recife, em
II di- ni.,i. o de 1851. Kscrevi e assiguei em
f de verdade,. o secretario interino, Manuel
Ferreira Aceioli.
Eslava sellada c recoiihecida.
ti K 4. Jos da Rocha Paianhns, precisa
que o secretaiio ta cmara municipal desta
cidade, lhe de por certidao a data pela qua!
oblcve tilulo para oxeiccr a arte de pbarina-
iii ni-sii cidade Rento I.uiz de Carvallio, e
Ihiii aiilui o titulo pelo qual est abena a
botica de Manoel Elias de Moura; deque
R. M.
Em virtude da pelicao supra, certifico
no revendo o livro, numero 8i, de registros
le cartas de mdicos, cirurgioes e boticarios,
nelle folba 39, verso, se acha registrada
a carta de pbarmacia de i ento I uiz de Carva-
lliu, passada pela cmara municipal desta ci-
dade, em 9 de marc.o de mil oiloceulos e tri-
la e tres.
(i Outro sim, certifico que a botica de Ma-
nuel Elias de Moura est sendo actualmente
administrada pelo diio pharmaceulico, Rento
Luiz de Carvalho, segundo o declamo por
pelicao .-i cmara municipal o referido Moura.
O referido he verdade e consta do archivo da
mesma cmara, a que me reporto.
Paco da cmara municipal do Recife, em
II de narco de 1851. F.icrevi e assiguei Ein
f de verdade, o secretario interino, Manuel
Perreira Aceioli.
- Sellada e rceonhei^da.
N. fi.lllm. Sr. Joaquim Mara dr Carvalho.
Sendo V. S.'iima das pestosf, que BifUtiram
em occ.Mao que me apreienlel a cmara mu-
nicipal desla cidade, para registrar o meu ti-
tulo de boticario, rogo-lhe o obsequia de res
ponder-me ao p desla le esse regisiro f-.i
obiido da cmara oh e subrepticiamente,
como acaba de publicar o Sr. Mainel Elias
de Moura, em una correspondencia rpie fez
inserir no Diario de Pernambuca, e se na mes-
ma oceasia.i aehavaiii-se ou nio os vereado-
res reunidos ein plena cmara, que nnmcou
nina commissao irn i verihear o meu tiiuln,
e depois exigi o icstcuitiuho de prssoas gra-
das para rrcoulireer a Idrntldade da prssoa.
sendo V. S. nina deslas tesiemunl as. I ennii-
lindo-me V. S. fazer da sua resposla o uso
que me convier. multo grato lhe litar oDe
V. S. amigo milito obrigado e criadoJone da
Bocha P.irnn'nn. Recife, 1(1 de marco de 1851.
lllm. Sr. Jme da Bocha l'aranho$. He ver-
dade ouc fui convidado por V. S. em o anuo
de 1837 para, como teatemiinha, comparecer
peanle a cmara municipal desla cidade,
quando V. S. leve de registrar o seu titulo de
pharmaceutico. e a niesiua cmara exegio o
tcslciiiuiilio de pe-fas idneas, com as quaes
prr.vasse a ideniidade da pessoa : eu fui nina
deslas por ter perfeilo conbecimento de V. S.,
e nessa occasiao preseueiei acamara reunida
em scssnn, o fnnecionamln regularmente, e
tend, nomeado urna commissao deo o seu pa-
recer de que se achava com as formalidades
lgaos; depois do que nrdenou a cmara ao
secretario, que rrgislrasse o referido ti tillo.
Islo presencie!, e juraiel te preciso fr, pu-
dendo V S. fazer desla o uso que qnizer
Sou com particular e-lima, seu amigo e
criado obrigado Joaoiiim Afana de t'ur-
valho.
Eslava sellada c reconhecida.
liep'irlgo da Policia.
2
subdelegado da freguciia de San rrci Pedro
Coiifalvca do Recife, os Americanos Ingieres
.lolion Anderson, Richard Miad, Thomas UaXi-
glaet, Roben Spcakinan. Johon Ssvabrlcle, c
Erancles Moakcr, a rrquli'cao do retpectivo
consol: e a do stibdelegido da fregnexia de S.
j,-s o pardo Marccllino, eteravo de Kilippc
Coeto POf ""dar fgido.
Q ilelct'ado do leriiio de Santo Anljio, parli-
cipou einoV"ciu de 10do con ente, qud'achan-
do-ie diveis!* pcoas em um batuque em ca-
si d Jos FeiW1". ac nteceu que de dentro ti .
mallo despara-aeiH" tiro paia o lado que cs-
larain taes pestoas> ? 'I" r"ur,,ara.fer.,1,'
norlO Elircr.clo Barbea?. ee,iA' *'.l
tal, Jos Fellosa, Jos Frailesco Mciel, e La-
millo de tal, e bem que se iiii .soubesse anda
qncui tiuha sido o perpetrador tJ'Sfc crime,
todava o iiicsmo delegado mandara recollier
a cadeia Luiz Jc de Sania Amia e Jos decan-
ta Auna-moradores nn lermo do bonito, ah'ii
de proceder a respeito de laes individuos atf
averigoaciiei necessarias, vislo terem elles sidoi
encaiitrados lias proximidades do lugar do de-
licio,_____________________
QMjgC_0_
ALFAMUEGA.
Rendimpinto do dia 22 7:197,350
Desear-egam hoje 21 de mar<;o.
Eseuna AnqtUna farinha oVo'trigo.
Rrigite -- S. bomifgot barr de cal.
Itrigu Sn Masotl mere'adorias.
Ilrigue gonccdoit Mcita Isgedo.
larca Flor do Pi/rto' mercaduras.
arca Sviord-Fish dem,
llrigiio Bandolph dem.
alacho John W. Anruu farinhi de
trigo.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia2_..,. 1*32,103
Diversas provincias...... 185,99i
I 18,097
RECEUEDORIA DE RENDAS GEKAK
INTERNAS.
Henil in.-ntn .'(. din CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmenlo do df 21......1:862,34*
TRACA DO RECIFE." 22 DE MARCO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Beviita icmanal.
Cambios Hoje aaccou-se a 29 1)2 d. por
1,000 rs.
v.mu ir As entradas foram regulares, e
as vendas efectuarani-se de 1,090
a 2,200 rs. por arroba do branco
en-.i.-i adn e emlili i ie nlo. e de
1,460 a 1,500 rs. por arroba do
mascavado dito.
Algodo- Vieram ao mercado 5(i0saccas:
l ni i-, vendas aos preces de
5.700 a 5,8ll0 rs. por arroba de
primeira son, c de 5,200 a 5,400
rs. o de segunda.
Dacalho Retalhou-se de (i a 11,000 rs. por
barrica, ficandoein ser cerca de
-1,800 barricas.
Carne-secca- pietos foram os uietmos da
semana antecedente, isto he, de
2,2110 a^2,7(0 rs. por arroba, po-
rm um poiico desanimados:
riltWUI no porto 60,000 arrobas
inclusive qulro carrcgainciitos
eiiirados esla semana.
Fax. de trigo-Retalliou-se de t5 a 10,000 n.
por bariica da de Rhichmond,
13,000-'rs. a de llallimore, de 13
a i.'i.iihi rs. a de l'hiladelphia,
17.500 rs, a de Triestre SSSF.e
1?,000 rs a francera de Marse-
lla; licaram por vender 14,000
barricas .
Manleiga -- Vemleu-se de 440 a 480 rt. por
libra da inglesa,
Vnhos dem de 140 a 145,000 re. por pi-
pa do de marca PHR linio, e
180 000 rs. o branco ; e a 130,000
rs. o de outros autores.
Ficaram no porto Mi cmbarcaccs : sendo 5
americanas, I austiiaea, 1 argentina, 21 brasi-
leiras, I diiiamarqiie/.a, 4 francesas, 12 ingie-
ras, 8 pnrlugueras, e 3 suecas.
Rio f.randedo Sul' 3* das, patucho na-
cional Doi Irmot, dn 145 1)- toneladas,
capitfio leronymo Jos Telles, equipa-
gem 10, carga'c rnp; a Antonio Francis-
cu CarriQO. Pa-sagelfO', o Portugunz Ma-
nuel Ferreira ('. iinpoe e urna esorava.
i'.:.i J-mic m i-'-mi o-cala i-i'la Baha 51
.lias di ultimo porto 9, briRue nacional
Firma, de 172 tonelada*, caDlfio>Frncis-
co l'eisoto Cuimares, equipacem 12.
rsrga.plvora o armamento ," .Novae &
CoABpahhia. Passageiros, os Rrssileiros
- Jofio Ivreira da Paz e Jos Joaquim lloa-
rado Jnior.
Navios sahidos ni meimn dia.
Marselliu lirigun francl Colvmbvs, citfti-
liin l.o Roy M. Josepli, carga IssueaT. Pas-
sageiros, us Franeeze Croumelle Inseph,
Itigand lienne, Cibert Atiloioa e Robore
Charles.
Barcelona -- Drigue hespanliol Joaquim,
capitOu d-raldo Orla, caiga algodSo.
] Obscrtaco. I
I Entrnu da commissSo o brigue-escuno
r\ilcional dn guerra Canopo, commandanta t
primeiro lente Christa d'Ouro.
----------------
EDITAEiSa
PARTE DO DIA MARCO DE 1851.
Foram presos : m do delegado do pri-
meiro dittricto desi mo Antonio Francisco
Goncalves, por crime a estupro; a ordem. do
Alovimeiito do porto.
Navios entrados no da S.
Camaragibe 9 dia*, ltale nacional Ca-
prichoso, de 35 toneladas, mest'e Hiplito
Josti da Silva, eqtiipagem 6, carga assu-
car ; a Lino Josn de Castro Araujo. I'assa-
geiroa, na'Braailelroa Serafim do Sena
Jorge e llermelindo Axiole de Barros.
Rio Grande do Sul -- 31 dial, hrigue nacio-
nal Arijos, de 187 toneladas, capitn An-
tonio da Silva Soatcs, equipagetn 13, car-
ga carne ; a Amoiini InnSos. Passageiro,
o ttrn.-iliiro Francisco de Paula Arique.
New-Castle -- *9 das, brtgue tueco Zepher,
de 887 toneladas, cavitBo P. N. Ilultman,
din p.n'ui 13, i tu lastro ; a Me. Calmonl
& Com atihia.
I .i ii i; il a-, Inip.i ingleza 5i'r fobert
l'eel, de 281 lonelfdas, capililo Jorge l)i-
Xori, equipageni II, Carga ca van de pe-
dia^ .Me Calnmnt i Companhia.
Rio de Janeiro 21 dag, patacho nacional
Nicthiroy, de 151 toneladas, capitflo Joa-
quim Juige Goncalves, equipagem 13,
caiga ca ue; a vtuva Caudillo & FilllO.
Navio stiliido no mesmo din.
Cinal -- Escuna ingleza Ailolphus Yutes, ca-
piUoJoliu Hume, carga assucsr.
Observando,
Tendo spparerilo liontem s 6 lunas da
lardeo vapor inglez Tay, rundeou no l.a-
in- ir.ni as 8 Imras da DOile, e suspendeu pi-
ra os porios do i,ui te s II 1|2 horas.
fiavios cntrudus no dia 23.
Rio Grande do Sul -- 32 daa, brigue nacio-
n ii Aleante, de 131 toneladas, capullo Ma-
Doi'l Pcreira Jardini, equipigem 13, car-
ga canie esebo; a Manoel Confalves da
Silva. Passageiros, o llespantud Joiio An-
tonio Antero e o Porluguez Jos Antonio
Pereira HagalbAe*.
Ma'-Pacilicii 28 me/es, galera americana
Prunsuick, de 295 toneladas, capitlo Tho-
mas W. J tinsiin, equipagem 16, carga
azetle de peno ; ao capitn Veio re-
frescar e segu para New-ltedford.
dem ~ 44 mezei, galera amcrieank- Jugn,
de 360 lonelaoas, capiflo D. A. 1 uber,
rquipugeui 30, carga azeite de peixe ; no
rapiiiiu. Veio rtfrcscar e segu para
Ntw-Badford.
I.ive i mil iii ili-s, brigue inglez Engt-
nheiro, do 223 toneladas, capillo Jauea
Sallars, equi,,agem 8, carga fazeudas ; a
. D ane Youle r, Companhia.
dem 49 das, brigue fratieez Libertan Co-
meree, do 2i5 tonelada!, capitSo Pedro
Eleblon, equipagem 10, carga carvSu de
pedrs ; s Me. Csltnont & (aun a nina.
Trieste--82 das, brigue sueco Superior,
de 170 lmela.las, ca.llfio E. O. Ilacaene-
son, equipagetn 10, carga firiiiba ; a As-
' iicycv Coaipaubia.
-- Faco caber a quem convier, que achan-
do-sn vaga a substituiQo da cadeira de
rlietorica do collegio das artes desta aca-
demia, est posta etn concurso com o pra-
irj- de tres merca da data deste. E. para
conf tur, mandei alllxar este no lugar do cos-
tume, e publicar pela imprensa. Olinda, 14
de marco de 1851, vlsconde de Goianna.
Pela inspectora da alfaodega se ha de
arrematar, a porta da mesma, io da 26 do
correte, 1 picote de louca com 22 libras
de ungento mercurial, peso bruto, avalia
das a 1,600 rs., 35,200 rs., 50 calxinhas
de pasta de nMli-, a 500 rs. 25.000 rs. ; 50
vi.luis com pitillas de Valle!, a 600 rs. ,
30,000 rs. ; e 100 vidros com pos do Rog, a
600 ra. 60,000 rs. ; lolaj 150,200 rs., ap-
prehendidos de confortidade com o dis-
poslo na segunda parte do artigo 203 do
regulamentode22de junbode 1836, en ac
to de despacho de Jos Maria Goncalves Ra-
mos ; sendo a arrematadlo livre de direitos
ao arrematante.
Alfandega de Pernamhoco, 22 de margo
de 1851. O inspector interino,
fenlo Jos Fernandei Barros.
Ignacio lose Pinto, Fiscal da freguezia da
Boa Vista, em virtude da lei, etc.
Faz publico a diapoaiCafo do artigo sn-
guinte da lei provincial n. 91, de 7 de maio
de 18*1 :
Art. 5. I.ogo que ocemiterio estiver
em estado de poder receber os cadveres,
ficarilo prohibidos os enterramentos em
qnalquer outro lugar, dentro da cidade e
aeua suburbios, excepto os dos principes e
bisos.
E para que ninguem possa allegar ig-
norancia, vai publicado pela impels, li-
cando toda e qualquer prssoa na iutelligen-
cia deque he obrigala a observar stricta-
mente as condicOes e disposi^Oes do rogtt-
l.iiii-mu de 17 de fevereiro de 1851 ; sdb
pena de seren punidas, segundo as postu-
ras municipaes vigentes.
Freguezia da Boa Vista, 20 de margo de
1851. Ignacio Jos l'inlo.
Manoel lpnacio de Oliveira Lobo, fiscal da
freguezia de S. Fr. Pedro CoitQalves, em
vi' tuile da lei, etc.
Paco saber que se acha em seu nteiro vi-
cor o disposto no artigo seguinte da lei pro-
vincial n. 91 de 7 de maio de 18*1 :
Art 5. I.ogo que o cemiterio estiver
em estado de poder rrceber os cadveres,
(carao prohibidos os eiilerTamentns em
qualquer outro lugar dentro da cidade e
seus suburbios, excepto us dos principes e
bisiio.
E pira que chegtte ao conhecimento de
todos se mandou publicar o presente edi-
Ial, un intelligenciadc que lodos sSo obri-
gadns a observar suidamente o que se
contm respeito, no regtilimcnto que bai-
\mi da presidencia, em 17 de fevereitn do
corrente anno, srtb pena deserem 'punidos
na rciiiitiniii lade das punturas municipaes
vigentes
Freguezia de S. Fr. PeJro Conga I ves do
Recife, em 21 de marQn de 1851.
Manoel Ignacio de Otiveira Lobo,
Declaradnos.
Nao devendo entrar em duvida que os ca-
dveres dos liis nao devem ser sepultados,
lem que proceda a rncommendaco determi-
nada pela igreja, com tildo, alini de occorrer
ao abuso que a este respeito acaso se podesse
coinmeiter, S. Fxm. Rvm, ofliciou a cmara
municipal desla cidade para que houvesse de
ordenar 'que nao fosse recebdo no cemi-
terio publico cadver algiim, sein que se ap-
prtsenlasse documento do reverendo parodio
ou prioste da respectiva fregueiia, certilican-
do que se linha felta a encoinmendac.ao. A
i-i.i iiii.iii,, pnimp iiiienii- a cmara munici-
pal, expedindo a ordem exigida, como consta
da ratposta que deu ao mencionado oliicio de
S. I-Mu. Rvm,
Oevem por tanto os parochianos das fregu-
alas desta cidade ftcar certos de que, logo
qtre fallecer algum liel, deve-se fazer aviso a
o respectivo parocho, nao s para o encom-
inendar, como he expresso na consliiul(o
diocesana, til. 45 ns. 812, c segnlntes. mas lam-
bem para lancar o competente assenta d'obi-
to, como determina a citada constituirn til.
49 n. 831.
AiKu ta lambem os msenos parochianos
que, nio obstante estarem prohibidos os en-
lerramcntof nas igrejas.lndavia nenhuma pro-
liilm:iu lia, para que nellas se continu a fa-
zer as exequias prescriplas no Ititual Roma-
no, anda que alguns tem nenhun fundamen-
to o nao iiiih mi atsim entendido. Recife 23
de marco de I85i.
O padre Franciico Jos Taares da Gama.
Delegado deS. Exm. Revm.
-- NSo ae tendo eirecluido o contrato de
fornecimentode pilo e bolacha para o tri-
mestre de abril a junho, por isso de novo
convtda-se a quem interessir fizer dito for-
necimentO; a comparecer $-12 liona da
maiiba do dia 2* do corrairte, com suas
propostas na forma estabelecida, tendo at-
tencSn a que, os que se propozerem a dito
foriieciinento, iie.vero ter prompto o nu-
mero de arrobas de bolacha, que de mo-
mento se lhe pedir, sem que possi allegar
falta de lempo, ou outro qualquer motivo
Sala das sessOes do ounselho de adminis-
traeSo naval, 17 de margo le 1851 o se-
cretario, Chriitovo Santiago de Otiveira,
VFKU Ufc AI'LL.
COMPINIIU FIILNCRZA,
Dirigida pela v'uva Berteaux.
If opriv.-tilnrVn extraordinaria no
diu 2 do corrente.
Primeiro acto.
Dansa de cord, executada pela rimilta.
Segundo aeto.
Os grupos pinmidaes por toda a familia.
Terceiro acto.
Os jogoa cirios seguidos das deslocicflas
or Mr. Berteaux, eosjovens BrmonJ o
Charles.
_ Quarto acto.
o'trapBTio pelo, jovem Brmond.
Les cordagea franrjiis pela familia.
Quinto acto.
Ogjro a cavallo por lo4a..a familia, o
qual ser terminado pelo sello da pirmide
executado por Mr Berteaux.
.v Sexto aeto.
Osquidroa vivos por toda a familia.
Primeiro qaadro. '
Hercules e Anteo.
Segundo quadro.
0 anjo de amor.
Terceiro quadro.
O roubo de Orpheo.
Quarto quadro.
0 juizo de Pars.
Quinto quadro.
As quatro parcas.'
Sexto quadro.
A mortedeTheokaly.
riieeos DOS iiii.iiETKs.
Camarotes da primeira galera delrento
8,000 rs. de lado 6.000 rs. ditos da segun-
da galera de frentq 10,000 rs. ditos de ti-
llo 8,000 rs. ; ditos da lerceira 5,000 rs., pla-
tea 1,000 rs, galera 6*0 rs.
N. B. Os bilhetes acham-ae a yenda no
rres'ini Iheatro.
Madama Berteaux participa ao respeita-
vel publico, que nflo di representicGas es-
tes das para que os artistas por ella dirigi-
os pnssam descansar um pouco, alim de
no lia 2* do corrente darem urna represen-
taco cxlraordinaiii, tanto pelas vaiiacfles
como pelo todo do espectculo, o qual, el-
la assim espera, sera digno da admuacSo a
do enlhusiasiro geral.
O.s quadros vivos serSo inteiramente mu-
dados, e exijculados segundo as pinturas
dos principaes nieslres ; ello se-lo repre-
sentados com um novo genero de illutni-
iiacSii.
Madama Berteaux espera que o respeita-
vel publico pcriiambuesno se dignar do
concorrer a este espectculo afim de ani-
ma-la nos esforcos que faz para agradar lhe.
Tlienlro le San(aIsab'et.
49' RKniTA l)\ ASSIC.NAHliU.
i i.ii ,,\ ini',1, 25 nu marco de 1851.
Dia de (esla hae-'onnl.
Pelo feliz aniiivenario do juramento coni-
liluicao do imperio.
Logo que S. Exc. o Sr. preiidentc da provin-
cia se digne comparecer na tribuna, a orc'iei-
Ira execular una bullanle ouverlura, linda
a qual abrr-se-ha a sceua, e peranlc a elhgie
de Si M I., a senhora Candiani eo Br. Tatl,
ac.iiupanliad.is dos artistas da companhia dra-
mtica, cantaran o
Hynino nacionnl.
Segur-se-ha a reprcsentaeao do maguirico
drama biblico, ornado de coros c de grande
espetaculo, dividido em 5 actos :
A degolacao dos innocentes.
Os bilhetes acham-se a venia no lugar do
costme.
Avisos martimos.
No fim do Correle mnz segu par o
Rio Grande do Sul o brigun nacional Pa-
quete de Pernambuco, pode recebar alguma
carga a frete e escravos, e lem aceiados
commodos para pasaigeiros : quem preten-
der, po lera entender-8e-com l.opoldo Jo-
s da Costa A'aujo, ruada Moda n. 7.
Para a lialiia salte em pon-
eos tliiis, por ter grande parte da
carga prompta, o patacho nacio-
nal Pelenle : para o resto da car-
ga trata-se com os consignatarios,
Novaesfk Companhia, na ra do
Trapiche n. 3*.
-- Pan o Aracaty aahe impreterivelroen-
te, at o (ni do mez, o hiato .nacional An-
glica : quem nelle quizar carregir ou ir
dn psssigem, dirija-se k rui di Cadeia do
Itecife n. 49, primeiro andar, ou trate no
trapiche do algod.lo com o tnestre.
Para o Porto sahira com toda a brevi-
ddo o hergantim S. Mantel 1, capillo Jos
Francisco Carnoiro; quem nello quizar car-
regar ou ir de pitsagem, pira o que tem
os mais iceiados commodos, dirija-se ao
mesn.o cipilflo, ou a seu consignatario, Ma-
noel Joaquim Rimos e sil va.
--Onem tiver coritas com o b'rigue fnn-
cez Carde utise!, qticira apresenta-las at
segunda feira, 21 do corrente, io meio-dia,
no eseriptoriu do seus consii?natarios, N. O.
Bieber t Companhia, ra da Cruz n. I, pois
que depois daqtielli hon nSo se responsa-
bilisam por quilquer cunta que Ibes seja
apresentada.
Vende-ae tima barcada denominada Pri-
meira Laurentina Nova, de lote de 30 ci i xas,
muito em cunta, a dinheiro ou em lettris
de boss lirmas, ou troca-so por alguma pro-
priedade nesta praca. A mesma barcada es-
t, psraser examinada, Tundeada no r'orle
do Mattos, junto ao estaleiro doSr. Jacinto
EstevJo. O mesmo dono timbein vendeon-
tra que est prozimaoiente a ebegar, pelo
MUTILADO


-r
<*
w
m
tnosmo negocio, dn lote de 18 a 20 caitas :
s tratar na ra da Cadeia do Recife, loja nu-
mero 51.
Vende-se o patucho brasilero denomi-
nado Alegra, le lote ta 7 500 arroba, e
demanda carregado 12 palmos, forrado e
pregado a cobre, de boa contruecSo, bem
prompto de todo o nrcesMaio para fazor
viagem, sem que o comprador seja obrign-
do a despoza alnums : qnem o pretender,
podera examlna-lo n volta do Forte dn MM-
t
T.popoldo Joda Costa Arauio, na ruada
Noda n. 7. ,
Leiles. -
-- Fox Brothers farSo leilSn, por inter-
vencSo do corretor Oliveira, de grande sor-
tmenlo de fazendas inglezs, as mais pro-
pnas do mercado: spgund.-feir, 2* do cor-
renle, as 10 horas da manhSa, no seu arma-
zem, ra da Caeia.
-Jamos ftyder & Companhia farSo leilAo
por intervencflo do corretor Oliveira, e por
la, em lugar que seja saudavel, dando-se
oreferencia a ra da Aurora para Santo
Vmaro.ou no Hospicio :quem o tiver an-
nuncie. ou dirija-se ra do Trapiche No-
'o n. *2.
Do eseriptnrio .la casa n. 11, da ra do
Trapiche, furlou, urna das omitieres de ti-
mloque pedem esmolas, no aabhsdo pas-
cado, urna o i i v i n 111 com rolo, que serve pa-
ra copiar cartas : quem a restituir necabn-
r o valoadella; asslm como promette-se
tomar cuidado as mulheres de timSo.
--Quem q'iizer nlugar um armazem, no
Recife, rua do Apollo, defrontodo tlnntri-
nho.com porta TCOCheira, que j .servin
para assucar e nluga-so por preco comnio-
do, dirija-se Roa Vista, rua da Oinria n.
87, segundo'andar, a qualquer hora do da.
--Quem jjnizcr comprar um baldo, que
foi de luja,' algumas taboas de armario, um
flleiro dqus caixoes grandes, ludo om boni
oso, dj^ija-se Roa Vjsta, rua da Gloria n.
87, segundo andar, que, agradando, acha-
ra com quem tratar.
-- Precsa-se de um prSto moco, que en-
tenda da cozinha franceza : qnem o tiver,
contae risco de quem pertencer, de muitos.
lotes de chitas e nutras fazendas inglezaa annunpie, ou dirija-se a esta typographia,
avinadas, cheeadas prximamente de 11- "
verpool pelo brigue Susan, e de llgumas
deterioradas pelo cupim, etc.: quarta-fe'i-
ra, 26 do correle, s 10 horas, no seu ar-
mizem, roa da Cadeia.
-- Joflo Xavier Riheiro de Andrade tratoo,
antes da aua retirada pira o Rio de Janeiro,
com o corretor Oliveira, da venda em lei-
lio de toda mobilia 0 mais trem de soa
casa, consisiindo em cadciras, canaps, me-
Sinhi, mesa redonda, commoda, mesinha
de costura, leito e eolchitn, ludo de Jaca-
randa, e de iguaes artigos d'oleo. secreta-
ria de amarello, cadeiras de halanco,-lou-
^adores, estantes, mesadejantar com ca-
becearas, carteira para escripiorio, cadeiras
americanas para jardim, marquezas de con-
dur, commoda enveruisada, bacia da ara-
o graode, banheiros, quodroa, pedra de
filtrar, mangase casticaea com ditas, ditos
de bronze, porcellina dourada, dita usual,
louca para mesa e che, trem le cozinhaj
moinhos, muitoa ornamentos para sala, e
innumeraveis outro* artigos muito supe-
riore, como seja um lindo piano, etc. : tp-
ra, pois lugar dito leilfio, qumta-feira,' 27
do corrente, s 10 horas da mandila, na rua
do Sebo n. 21. perto da Trempe ; e ludo se
vender sem limitas em precos.
Avisos diversos.
-- A commissSo administrativa da socie-
dade Apolnea, tendo de marcar o da para
a sua i artida da abertura do corrente auno,
via o tem podido Tazar, em consequencia
dos apuros em que ss cha, avista do gran-
de atraso em que estilo alguna dos Srs. so-
cios, que al o presente team deixa lo de
salisfazer as mensalnlades, o poril motivo,
que te diri quem prec'sa
Tendo o abaiio assignado escapado de
victima do punhal assassino em a noitc de 7
do correnteApelas 9 horas pouco mais ou me-
nos, depois que voliara da casa de seu visi-
nhoo Sr. Joao Joa de Amorlm na Passagem
da Magdalena, aonde rslivera deverllndo at
aquplla hora; e havrndo ocoarrido a grave
circunstancia de ler o assassino se approvei-
(ado da occasio em que o iiiesmo abaixo as-
slgnado se achava ceiando, e se inlroduzidu
no gabinete de sua cata, entrando pela porta
principal que se achava aberta, sendo ali en-
contrado por nina cscrava que a mandaila de
sua si-nImr.i fra ao dito gabinete buscar ob-
jeclos do servico decaa; o que deu lugar a
liuar toda sua familia em sustos, e aos seus gri-
tos acodir a visinhanca, consegnindo todava
escapar-se o referido assassino, aprsar das di-
ligencias que o abaixo assignado para pren-
d-lo, na supposico deque ainda o poderla
encontrar no gabinete, ou em alguma parte
do sitio ; roga o mesino abaixo assignado a to-
dos os seus visinlios de um e outro lado do rio
Capibaribe que leuham a bondade de mandar
correr os seus sitos, at a hora de agasalha-
rem-se para evitar que o Husmo malvado ou
outro de igual calibre se inlroduza pelos re-
feridos sitios, e consiga realisar sue plano in-
fernal ; e com Isto prestarlo um importante
servico ao abaixo assignado, que alcui de ser
pai de familia, he amante r*o socego e obedi-
ente a li'i=Jo Ferunniles Eirai.
TERMO DE UKCLilugAO'.
Aos vinte um de marco de mil oilo ceios
c siucoenta e um nesta cUade do Recife na
secretaria da polica aonde se achava o Sc-
nhor desembargador chefe de pnlicia, Jer-
nimo Martiuiano Figueira de Mello, commigo
escrivo do sen cargo, e sendo ali presente
Sotero Flix dos Santos Rosa, estando este em
plena liberdade c sem cnnstrangiinento al-
gum depois de ter prestado o juramento dos
Santos Kvangelhos, semlo-lhe lida a petico
de Jos i-ernandes Kiras sobre o contedo d'
a eommisaao solicita em ,,iomover o anda- '" decl"n" ." '"'" Soten, Kelix do, snt..
...i.___o.. B Rosa, o seguinte. yue tendo sido incum-
bido por seu irmao Joo Miguel Ferreira, que
se acha preso na cadeia desta cidade de pedir
a algumas pessoas esmollas para poder pagar
a multa a que fo>a cundemiudo, dirigio-se i
11 noel da Silva Santos negociante d'estiva em
um armasen! dn caes d'alfandega, e este de-
pois de ter recusado dar a sua fltiioiliolla, Ilu-
dase que Ihe poderla dar algllin cobre boni se
elle declarad unei,te se qirz>'ssc prestar urna
deligencia ; e rne tendo elle dcclaiante per-
guolado qual era a deligencia, ih.- respondeu
o dito Santos, que consista ella em-matar
Jos Fernandes Kiras negociante d'esta cida-
de com quem elle nao viva em armona ; e
que eolio elle respndeme havendo-llie pro-
metilo, que se prestara ao que elle desejava,
Ihe itera o mesmo Santos aquantia de de
mil rl,, e Ihe emoslrara inmediatamente
referido Fernandes Eiras qoe a passava pela
frente d" seu arinasein eentrav em outro. Ile-
clarou mais que na occasio em que se eon-
sei vava sobre este assumpto o dito cantos Ihe
pergunlara anude eslava morando, e que a
vista da resposla d'eslar morando em llebiri-
be Ihe dissera-- est bem nao faz mal, por-
que o Kiras costuma a hir a casa da vio va can-
tista, e vocc como costuma andar por essa
estrada pode espera-lo por ahi em quanlo cu
fasso o mesmo pelo cilio em que elle mora,
eclarou mais que encontrando-se elle dei la-
raute a dias depois com o dito Sanios, este
Ihe flissera --voc at agora nada tem felo,
lirio se esqueca do meu pedido, que lera una
boa molhadura de que senao hade desagra-
dar. I) nad i mais havendu a declarar mandn
o Si nImr desembargador chefe de polica fa-
zer o presente termo no qual com elles assig-
nao. Eu Franciaco-Ignacio de Atlayde, escri-
vo, o escrevi. Figueira de Mello.--Solero
Flix dos SantOl Rosa.Jos Fernandes Eiras.
--Jos Maria do llego e Albuqucrquc, por
ment da sociedade, convida aos Srs, so-
cios, que se acham deven lo, para que at
odia i* de abril prximo futuro paguetn
ao respectivo Sr. thesouretro o que oslive-
rcm a dever, certos de que, deixando do o
fazer, por-se-h em execueflo o artigo 8.
dos estatutos, que muida excluir di socio
dadeosqno no satisfazem os ouus a que
SO SIII' i I lai a III.
De.sappareceu, no (lia 11 do corrente.
um moleqlinde nomo Malhias, de nacilo An-
gola, de 20 annos, pouco maij ou menos,
allura regular, secco do corpo. e falla des-
en.limaeails ; tem o olllcio de serrador e
tem sido visto em varias ras desla cidade :
rogase, pois, as autoridades policiaes qu
o api iclool.un, ou qualquer pessoa que o
pegar, leve-o a rua do Queimado n. 20, qn
sera generosamente recom.eiisada.
--Miguel, crioulo, de 22 annos pouco
mais uu menos, alto, ps tortor, rosto um
pouco comprido, beico cabido, costuma an-
dar com a bocea abarta e tem os belfos bas-
tante grussos ; fugio no ilia 15 do corrente,
levando ceroula e camisa do algodlo, c
chapeo do palhij velho : quem o pegar,
leve-o ao engeubo UchO, que jier recom-
pensado.
A pessoa quo se acha encarregada d<
adininistraco de Smilh & Laucarier, 'quei-
rt declarar por esta folha.
-- Manoel do Nascimento Pereira roga ao
Sr. acadmico Loiz Comes Pereira, de vir
sua casa, ou declarar a sua morada.
-- Precisa-se de um portuguez, ou um
prelo, escravo, quo entendam de planta-
coes para trabalhar em um sitio no lugar
do Remedio : quem estiver nestas circums-' haver outro de igual nome, assignar-se-ha
tancia, e tiver o prto para alugar. dirija- i'",r.a Clu vall,e ~0" >laria de Alhuqiutqui
seus alumnos, que desde n "Janeiro ties-
to auno abri sua aula. '' ilebaixo dessa
mesma disciplina (usina por principios
i gratnmaiiea porlugiera, latina e franco-
t ; admiltindo nesse recinto pnrcionistas e
meio .porciomsta*. Os cais de familia que
qulzerem applicar seus lllhos a alguma des-
sai disejpluns, p lem irigir-se a rua lar-
A<\ do Rosario n. 18, segundo andar.
Jos Maria Machado de l-'tgaeirerlo.
0 padre Tliomaz d,o Santa Mariaona de
Jess Magalhfles tem* aborto aula para ensi-
llar pi nucirs letlras e latim, segundo o
systema adoptado as aulas publicas deste
imperio, na casa de sua residencia, na rua
do Rozarlo da Roa Vista n. 18, o recebe
alumnos, n.1o s externos como meio pen-
sionistas, e tambem pensionistas, o se nhri-
ga a dar bom [ratament ; esposando porm
le mencionar presos e qualidadedo trala-
mento, purque com os pais, tutores ou cu-
radores se entender : o que, porm, pro-
iii'i he o adiantamento dos suus alumnos
e a boa educado.
Carrosas de aluguel.
Alugam-sc CBWoQas com bou pra qual-
quer conducho psra dentro da cidade, ou
arrabalJes, conducidas por cscravos inlel-
ligenles e dn conliaiiQa, pelo que responsa-
hilisa-se : na rua da Cadoia do Recite n. 1,
'ie indicar.
** .' MliMMiM
> Consultorio hoinrcopiiticociii t
/ Cci-1 liim ii ni" i 4
$0 Ba Nova n. 58 _- !^
) DIRIGIDO PELO fiS,
D.' J. S. SANTOS JUMOR. -
r Consultas gratuitas aos pobra lodos ^
H os dias uteis desde di 8 horas dama- ^
>. n h ti a a urna da arao.
Furiarain da arcada da alfandega iluas
caixas de folha de Flamlre, no dia 17 do
corrente, durante o expedienta, urna appa-
receu meltida entro uns paos de Jacaranda,
t'lvoz por mo a poderem logo carregarj e
leixando-se no mesmo logar com una sen-
inella para ver se a vinliain conduzir, n-lo
appireceu iiinguem, lalvez por desconlia-
m de algumas providencias, faltando por-
oii tres mezes : qunm ostivor nesto caso, di-
rija-se rua da Praia n. 32. Na mesma ca-
sa tambem vende-se um bom escravo, pro-
priopra qualquer servico.
Desanpareceu ou furlaram do ces da
rus da Aurora urna canrta que carrega 600
a 700 lijlos : quem a liver echado, dirija-
se a rua Formosa, ultima casa terrea, ou
annuncle.
Precisa-sn de urna ama para casa es
trangeira de pouca familia, que saiba coif-
nliar e eugonunar : na rua da Cadeia do Re-
cite n. 1">, primeiro andar.
O abaixo assignailocomprou a venda sita
na rua da l'asaagem ao Sr. Vicenlejos de. Oli-
veira : quem se adiar com direilo a ella queira
reclamar no pra/.n de .'i das.
Jouquim ile Almrida Queiroz.
*^ Ignacio Firmo Xavier, |)r. em medi- H
'" cia, assiste no primeiro andar do W
'4. sobrado n. 27 da rua eslreitado Ro p
-| zario, e olTerece s^u piestimo aquein ^
.3! dclle sn quizer utilisar, das 7 horas ;':
*$ da mantilla, as 6 da tarde. y
--.., ,:,:,: ::,, ,-- ||||0|g|MM
-- l'erdeu-se urna lettra da qusntia de rs.
293,177, des lo a rua atrs da matriz da Roa
Visti al a do Calinga, sacada eni o primei-
ro do correlo mez com o prazo de tres
mezes, e ae.'ita pelo Sr. Antouio Carneiro
Machado Rioa : quem a tiver ichado e a
quitar restituir, o poder fazer na rua do
Cihug n. 2, esquina que volta para os
(juaiteis, corto de que o aceitante ja se
acha inteirado do occorrido.
-- O abaixo asignado faz sciento ao res-
r-eitavel publico, q'ie, lendo-lhe Antonio
llorgcs llolia hytiothecado o seu escravo
erioulo, do nomo Jacinllio, pelaquantia de
111,000 rs., com a condieflo de Mear o re-
ferido escravo em poder dalle liyputhecan-
te, sucrede haver-se evadido o dito es-
cravo de seu poder, o Imje se acha etn
poder do dito Uchoa na comarca do Cara-
nhuns, o para qoe ninguem fu;a negocioal-
gUnl com 0 dito escravo, faz o presente
aviso. Vicente Antonio do Espirito Santo.
Roga-se as autoridades policiaes a ap-
prehensiJo de Norberlo Jos Vianna, que
tendo tomado um cvallo emprestado no
do Cavalcanti a Cesario
aaaanaaaa
/
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na praca da Independencia, toja de calfado
, do Arantes, e na roa da. Cadeia do R.rn.
' 16, loja de miudeas, vendem-ae os mu iliw-
tunados mrios bill.elea e cautelas da vigcs.-
ma-sexta lo.eria a beneficio do Monle-Pio. c
paga-se <|iialquer premio qde nellea sanir sem
ganancia alguma. .
O1UTA8 ^JJI
Vigeaimos i,-iw
Lotera do IIo de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na praca da Independencia loja de mlnd-
as n. 3, que volta para a rua do Queimado e
Crespo, vendeui-se os milito afortunados bl-
Ihetes, meios, quartos, oitavos e vigsimo! da
vigcsima-iexta loieria do Monte-Plo. Na mes-
illa loja esti patente a lista da oltava lotera
do Iheatro publico daquella provincia.^
I^oteria d) Hio de Janeiro.
tanto sompre urna caixa, que se es'tSo dan- nngPnhn Sibir
lo todas as providencias para se descubrir: rjlaudiann Cavalcanli, fuitou-o, segundo o
seu iiialli-ravel costme ; assioi como tam-
irija
sean portniro da alfandega desta cidade.
Precis i-so de dois contos do ris a pre-
mio com hypolheca em urna excellente ca-
sa, em urna das melhoreg ras do bairro de
San'o Antonio : s pessoa que Ihe convier ra-
zer tal negocio, queira annunciar por esta
folha. ou dirigir-se rua dos Pires n. 19
Preciaa-se de urna prota, escrava, para
ama de casa : na rua d'Alegria n. 1.
-Preciaa-se alugar una preta captiva
para fazer o servico interno de urna casa de
pouca familia : na ruada Cruz, armazem
numero 18
Pedro Allaln e Henrique Rehm partici-
pa 111 un respeitavel publico, que comprara m
o eatabelecimento de colteira com carros.
cavallos e todos os mais utensis da mesma,
livre de toda o qualquer divida, aoSr. Au-
gusto Fescher, desde o -dia 15 do corrente
Diez.
-- Precisa se de urna ama, que engomme
eeozinhe : pagi-ge bem i na rua do Qoei-
mado, esquina que volta para o Rozario,
terceiro andar.
A mesa regadora da irmandade do Sr.
Rom Jess das Dores, na groja de S. Con-
calo, convida a todoa- os irmoa para que se
achem reunidoa em mesa goral, no respec-
tivo consistorio, terea-feira, 25 do corre-
le, pelas 9 lloras do dia, alim de tratar-se
das sepulturas de seus irmSos, e mais nego-
cios da irmandade.
-- Precisa-so de um cnlxeiro pequeo com
alguma ortica, para urna venda : aos c|mi-
tro cantos da Boa Vista, rua de S. Confio,
esquina n. 1.
Tiajano Felippe Nery de Bsrcnllo, pro-
fessor de msica vocal e instrumental, of-
ferece o seu prestimo a todas as pessoas que
as dedicarem a aprender msica : na cidade
do Olinda, rua de Malhias Ferreira, casa n.
1, onde pode ser procurado, das 7 s 9 ho'-
rasda inaudita, e das 2 da tarde s 7 da
noile.
Aluga-se um sobrado pequeo, ou um
at doua andares de urna casa na Boa Vis-
Mello.
Mano-I Jos da Cunha vai Portugal.
BrunetAin, subdito fiancez, retira-
se pira o Rio do Janeiro.
** *: #*: ?: ( onsiii 1 olio central Iioiiioro- ,sl
a patliico le l'eriinnibiico, ^
# Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, 4
*" Rua do Trapiche Novo n. 15. ,
4> Tolos os dias uteis aedarSn con- <#
(> sullas o remedios de graca aos po- 4
1H tires, dosde pela maiiha at as duas ^
(el horas da tarde.
V As correspondencias e nformacOes i)
tp poderSo aer dirigidas verbalmeote, 4
t ou por escripto, devondo o doente j|
0 indicar > primeiro, o nome, aldade,
(i estado, piofisso e consliluicilo ; le- ?
O gando, as molestias, quntemlido, o *
os remedios tomados ; terceiro, a po- %
V: ca do apparecimenlo da molestia ac-
O tual, edescripcHo minuciosa dossig- 4
f' n.ies 011 symplnmas que sofTre. 4
/i Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinito, ja
Precisa-sede um caixeiro de 12 annos
para deposito de paliara, preferiodo-se dos
chegados prximamente das libas: na rua
de Hurtas n. 18.
Precisa-se de um cozinheiro forro ou
captivo para urna casa estrangeira de pou-
ca familia : na rua da Aurora n. 8, seguudo
andar: paga-se 16,000 rs. manases.
Precisa-se fallara negocio de inters-,
se com os herdciroS de Francisco Correa de
Quadros, natural da ilha Graciosa, e que
foi feilor da Mina do Ouro, fallecido nesta
cidade, seguudo consta, lia seto annos. A
qualquer dos mesmos herdeiros, ou pessoa
i|ue lidies gaiba, pede-se queira diiigir-se
a casa n. 6, defroute do Trapiche Sovo, ou
annunciar sua morada para ser procurado.
O abaixo assignado professor particu-
lar de primeiraa lellas, disciplinado em
preparatorios no lyceu desta cidade, parti-
cipa ao respeitavel publico e aos pais de
no en 1-o 111 roga-se a qualquer pessoa a
l'M'in f.ir nil'eii-ci la dita caixa, ou mesmo
as folhas SOltas, as .1 lie en!.un e faC,UII
reter o vendedor, e n.lo queiram quo Idos
Oonteca o mesmo que o abaixo assignado
fez em ceilo comprador do furtos; e esl
resolv.lo a continuar a fa?er com qualquer
I no compre objecloa a seus 011 a oulios ne-
gro!. O abaixo aasignado agradecer ere-
compensara a qualquer que o avisar, e Ide
apresentar o roubo e o roubidor.
Aiccnio /*. da S.
-Offerece-se urna ama para casa de pou-
ca familia ou de homem solleiro : na rua de
S. Amaro 11. 11, loja,
Desappaieieu, no dia 18 do corrente,
um cavallo com urna carga deca, com os
signaes seguintes : cor castinho-rozilbo, a
cauda circulada em duas ordena, que ja
pouco se divulga por o cabello estar cres-
cido, tem em cima do vaaio do lado direito
um sigual prelo proveniente de urna quei-,
na lua o. M', ena canglma uma caja de!
couro : roga-se a qualquer pessoa que der
noticias do dito cavallo, de>eutender-se na
rua do Vigarlo n. 9, armazeni de Carneiro
iv Ramos, 011 com o ropno i'ono, nu enge-
nho das Maltas de Antonio de Paula Souza
Lefio.
Jos Caroeiro da Silva declara, que tem
expirado o prazo da aociedade que ceiebrou
'mu liulioa Maria da Cnnccicn lobre o ne-
gocio de uma inverna na rua das Cinco Pon-
tas n. 71, e por isso na confor nidade da es-
cri|itura social, iiao pode mais continuar a
dita sociedade, porque o aniiuticianle nao
coivm em sua COOtinnacSo ; e como j deu
ii.iIiii;.1 na presenca do mondo da Sra. so-
eiu linii ia Maria da ConeeiofiO, esta piomp-
to o Hiinunciantea cumplir as mais con :i-
(Oea que eontoi na mesma escriplura ; e
nesta conforniidade j remelleu o moleque
l.uiz paia casa da sendora soca.
Manoel Lilia da Veiga, solicitador dos
auditorios de priineira instancia desta cidade,
avisa a todas as pessoas que de seu presumo
se quizerem ullisar. na qualidade de solici-
tador, bajaui de se dirigir ao pateo da matriz
de Santo-Antonio, no primeiro andar da casa
11, 1, das 9 s 10 horas da iiiaoliia, ou em San-
to-Ainarlnho, na casa de sua residencia das
S s 8 da manha; podendo deixar as suas
ordrns na casa cima 11. 4, a qualquer hora
que promplameute sero cumplidas.
Precisa-se de um preto 011 preta de boa
conducta para o servifo exlerno de urna
casi de pouca familia : a tratar na rua da
Aurora n. 26
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com lo lo asseio e muita promp-
tid.lo, por preco mais coturno.lo do queem
oulra qualquer parlo : ua rua de Agoas-Ver-
des, n. 26.
Candida Senhorinha Vieira l.asserre,
viuva de R. Lasse're, faz sciente a prags,
qued'ora em dianle todos os negocios e
transac^Ons de sua casa, si'ib a liima Viuva
l.asserre, sfio tratados pela a annuncianto
em pessoa, por ter expirado a procuradlo
passada a Mr. A. Lehinaiin.
Precisa-se de um caixeiro para tomar
contada uma venia por balanco, dan lo
fiador sua conduela : em Olinda, no Va-
radou, a tratar com Manoel Marques de O i -
veira.
O bacharel P. C. Pessoa advoga no cri-
meecivel 1 na rua tnreita n. 91, onde pode
ser procurado.
Dfio-se 300,000 rs. a premio de dous
por cento ao mez, sobre penhores de ouro :
no paleo do Carino, loja n. 3, se dra quem
d.
Precisa-se de urna mulher de 35 a 15
annos, que saiba cozinhar bem, para uma
casa de homem solteiro lora da praca, o que
d fiadur sua conducta : quom cstiver ties-
tas ciicumsiancias, annuncie.
Quem tiver cnxertos de laranjas selec-
taaede embigo, o pus de fruta-pfio, an-
nuncie.
--Aluga-se um moleque que sabe cozi-
nhar, comprar e fazor o mais servido de
uma casa : a pessoa que o pretender, diri-
ja-se rua de Santa Rita, casa nova, junto a
gfeja. *.
Ueaeja-se fallar com o Sr. Jos Maria
de Va.-c.Micelios Rom liom a negocio que o
mesmo Sr. nfio ignora, e deixando de o fa-
zor se publicar qual o negocio : na praca
da Independencia n. 38.
Precisa-sede um homem que entenda
de eitor, para cuidar em um sitio por dous
bem a apprehensfln do dito cavallo, que lem
os signaes seguintes : alaso, nlo capado,
com as nios calzadas, leu lo urna queima-
,1,1 de um ,'icli. i'nc, com utra estrella na
t-'Sla,e eostuma a dardo poupa todas ns ve-,
zcs que sent a espora. O dilo Norbeito foi
aqu morador, poi n temi silo persegui-
do pela polica por crimes identftos, eva-
dio-se, e consta se achar boje em Panchas
de Miran la, ou Caruar ; e 1 sua prislo de-
ve interessar a lodos, parase li\metll de
ciihir no mesmo laco.
Santa I/abel.
Ilijp. haver crvete no b liquioi deSao-
lalzabel, econlinuara todas ai noiles que
douvcr espectculo.
Caf tos arcos.
De boje em dianle haver aorvete no ca-
f dos arcos, imito ao tlieetro velho.
^o da 26 do corrente se ha de arrema-
tar de renda anuual, pomer a ultima pra-
ca, um 111 mazem com trapiche, quo serve
il 1 11 1 i il.- 01 ii. r.|o iia 111.1 do I'.- nni, e
um sitio de Ierras, com casa de vi venda,
arvnredus de fruto, no lugar da Torre,
margton lo rio Capibaribe, por tanto quan-
to for nere-sHrio para pagamento da execti-
Cfiode Manoel Pereira alagalnfies. contra
l.uiz Amonio Rodrigues de Alinela, emea-
minhada p-lojuiro da segunda vara, es-
eiivfio tlunha.
O abaixo assignado, subdito de S M
Fid lissima, r.elira-aepara fra do imperio
a Iratar de sua sa le, e deixa por seu pro-
curador bastante a Gabriel Antonio de Cas-
tro Quinlles Antonio lenlo de Araujo.
Mu dia 28 do andante mez, linda a au-
diencia do lllm. Sr. Iir. juiz de direito da
primeira vara do commercio, Cusiodio Ma-
nuel da Silva Guimaraes, se ha de arrema-
tar um pequeo aillo no lugar da Capunga,
avahado 1 111 3 000,000 rs. por execucilo do
legitimocredor da viuva o herdeiros do fa-
lecido bscharal Antonio Jos Pereira : he a
priineua pia^a.
O Sr. que anniinciou querer comprar
um escravo e uma esciava de 60 a 80 anniis,
sendo que ainda queira, dirija-se ama No-
va n. 38, loja, qoe la encontrar um par de
ghllietis no .s 1 o como o Sr. deseja.
Compras.
Com-inm-se os objectos
seguintes em bom estado : um balcilo, ar-
maeSo, alguna caixO-*, um braco do balan-
ea com conchas e mais alguns utensis pata
venda, una pipa para deposito de ago'ar-
deiite, uma dita para dito de niel, uma
quaitola para azeite de carrapto, um ter-
no d medidas de pao, dous ou tres ditos
de follia e uma carteira pequea : quem ti-
ver qoalquer dos referidos objectos, sn-
nuncie.
-- Compra-sn um preto de 60 ou 80 annos
e uma preta da mesma idade : na rua do
Collegio 11. 21, primeiro andar.
Cqjnpram-se
estraves bonitos e robustos para dentro e
lora da provincia : na rua larga do Rozario
n. 18, primeiro andar.
Compra-se urna escrava, que saiba bem
engommar, cozinhar e entenda de costura,
sendo moca e de boa conducta : na praca
da Boa Vista n 28.
Compram-se dois prelos, sendo que
agradem, para trabalharem em padaria ou
alugados : em Fia de l'orlas, rua dos Cua-
rarapes, padaiia 11. 1.
Compra-se prata fina de galfio em
grandes e pequeas porefles : no armazem
de illiiminacilo, rua de Sanio Amaro.
Compram-se pes de mangeira enxertos
de laranga de embigo, pea de jaca mole e du-
ra, mangabeiras, alguns ps de sapoty, fruta
po e ps de abacaxts : a pessoa que liver estas
qualidades de plaut .s auiiuncie por csia folha
para ser procurada.
Compra-se um par de brincos de ou-
ro com 3 oiiavas pouco mais ou menos, sem
fettio, e sendo de arma(fio : quem o tiver,
iiiugncie.
Aos ao:ooo,ooo r8.
Na rua estreita do Rozarlo, travessa doQnet-
m.nlo loja de miudeas 11. 2 A. de J. F. dos
Santos Maia, vendein-se os muito afortunados
bilbrtes, meios, quartos, oitavos e vlgeslinoa
da vigsima sexta lotera do Moote-Plo. Na
mesma loja esta patente a lista da oltava lote-
ra do iheatro publico daquella provincia.
-- V.-odcoi-se 5 lindos inoleques de 8 a 18
annos, sendo um ptimo cozinheiro, olio pre-
los de 20 a 25 annos, sendo omopiimo sapa-
telro, oulro canoeiroe um oleiro, quatro par-
dos de 18 a 25 annos, sendo um ptimo inari-
nheiro, oulro com bons principios de carpina,
duas pardas de 16 a Sft annos com nabllMadee
esejs pretasd* 16 a 25 annos, algumas cora
habilidades, e as oulras propriss para iodo o
servico : na rua do Collegio n. 3.
Areia preta de Fernando.
Vende-se em grandes e peque-
as porcOes : na livraria do pateo
do Collegio n. G, de Joao da Coi-
la I ) Mil ..1(1.
Vende-se urna porcao de pedacos de lij-
los de alvenaria grossa, e muilo bem queima-
dos que estao vidrados e que servem em tugar
de pedras para obras de dentro d'agoa : quem
precisar, cntenda-se com o Sr. Jos Joaquira
de Abreu.ua ru Dreila, que os botara ein
j na 1.11 n- r poito i|ue tratar.
Na rua das Crines 11. 18 terceiro andar,
vendem-se duas pretas de 20 anuos, urna dita
que engouima, cose cha'o, coiiulia e lava, e a
mina cozinha, lava e veude na rua, uma dita
da Costa de bonita figura, ptima quitandeira,
um escravo de nacodc 30 anuos ganhador, e
duas lindas croulis com todas as habilidades
para fra da provincia.
-- Vende-se filiaba de mandioca de muito
boa qualidade, em casa deJoaquim Ribeiro
Puntes em saccas, a prer.o de 2.00o rs. cada
urna sacca : na rua da Cadeia jumo ao arma-
zem que foi de l.uiz Gomes.
Vende-se ua rua da Cadeia do Recife to-
ja de miudezas 11. 5, tranca com franja e ira
ella, as mais modernas que ha no mercado,
proprlas para luaoleleiei e guarnicao de vesti-
do,'por preco mais barato do que em outra
qualquer parte.
Vende-se um moleque de naro, de idade
de 18 anuos, bem possanie sem achaques para
fra da Ierra 011 engenho, o motivo se -dir ao
comprador : na rua do Itangel a. 44.
Vendem-se dous burros muilo mansos_e
ensillados a puchar carros, para o que .ao
muilo proprios para carrinhos de duas rodas :
na ruado ll com rcenlo Fortunato da Silva, ou coiu seus
lllhos.
Vende-se novamente gello ao preco do
amigo : na rna da Sa.nalla-.Nova n. 118, e al-
gumas barricas com macas.
Vendem-se portes, portas e sacadas de
pedra com soleiras de granito : na rna da Cruz,
armazem e primeiio andar n, 51, ou uo Atierro
da lloa Villa n. 3, seguudo andar.
Satju hespanhola.
Muito superior sarja bespanhola por inui
coniiiindo preco, los pretos, rica fatenda a rs.
8,0dU cada um, panno de buho ptimo para
Icncoes, pecas de l.'i varas por 5.500 rs., caisa
lisa sem gomina para forros de vestidos a 240
rs a vara, lencos encarnados cor segura a 2,200
rs. a duzia, inadapoles, algoddes, cintas, c
oulras multas fazendas poi baratissimo pre-
co : na loja 11. 33, da rua da Cadeia do Re-
cife.
po n. 4,
vendem-se manteletes prelos de groa de na-
ple com ricos enfeiles, e com blco prelo de to-
das as larguras, os mais modernos que boje
ha, cortes de seda e de sarja lavrada, para ves-
tidos de senhora, corles de coletes bordados a
agolha, de setini, casemiras e de miiius, e
oulras l'ii'ud.is linas, tudo por preco inulto
em conla.
Melio l'reire.
"T" Vendem-se compendios de pratlca do Fofo
por Mello Freir, iraducciio porlugueza : na
rua do Calinga loja n. 18 de Jos Uraudo da
Rocha.
' Vende-se uma preta de .".ii annos, boa co-
zioheira 'quem a pretender, dirija-se a rua da
Sanzalla-Velha n. 131.
llp Paulo Oordeiro,
elirgado pelo ultimo vapor : na rua larga do
llii/ n ni n. 44, loja de miudezas de Moracs &
; Hap Demandes,
chegado pelo ultimo vapor d. Rio de Janeiro :
na rua larga do Hozarlo n. 44, toja de miudczaa
de Moraes n Soares.
A vista faz f.
Na rua larga do Rozario n. 44, loja de Moraea
& Soares, vendem-se luvas de pellica para ho-
mem a 1.440 rs. o par, ditas de cores para
montana a 2S0rs.
Uvas do sertSo.
Vendem-se ovas do serto multo frescaes,
e por preco commodo : na rua do Queimado
n. 14.
Luvas de troca!.
Vendem-se luvas de Irocsl da melbsr quali-
dade possivel, lauto para senhora como para
meninas por mdico preco : na rua do Quei-
mado n. Ib, loja de Jos Dias Simes.
.Na rua do Crespo luja ama i ella
n. 4.
vendem-ae cortes de cambraia franceza deco*
lixas, ludios moderaos, cm 7 varas*
4,000 rs.
.Na loja amarclla da rua do Cres-
po n. 4,
Ricos filos bordados que lingera Monde, com 4
palmos de largara, para vestidos de senhora a>
1,000 rs. a vara.
Vend
as.
Tinta preta garantida.
Vende-se frasco de mais de gar-
. jrafa1 a 4oors e garrafa a 3aors. ;
deira ecom mais habilidades, com urna cria de [na liviana do pateo do ColIctMO
2 anuos : na rua de Sjuu-iuta sobrado nuine- I rjl- jri\ 1*
ao 14. I", u, de Joao da Costa Dourado
i MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


-..>
Pecas de chitas roxas para luto.
Vendem-se pecas de chitas limpas, ordi-
narias, para luto aleviado, a 4,500 e a 120
rs. ocovado; o cortes de camhraias para
vestidos, bonitos padrOes, a 2.CO0 rs.: na
ra larga doltozario n. 8, primeiro andar.
Vendem-se superiores livros em brin-
co, de diversos lmannos: em casa de Ralk-
mann Irmflos, na ra da Cruz n. 10.
Vende-sech liysson de superior qua-
lidade, o melhor que tem vindo a este mer-
cado ; vells de espermaccle americanas ; e
meias barricas de farinha gallega : em ca-
sa Je Matheus Auslin & Companhia.
Bom e barato.
Na ruado PasseioPublico, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se cortes de cal-
cas, de fazendas. escuras, encorpadas, pa-
drees entilando casemira, pelo deminuto
preco de 1,500 rs.: a elles, meus amigos do
bom e barato, anles queseacabem.
Ve.idem-se caixas corn cera
em velas do Rio de Janeiro, corn
sor -lmenlo a vontaJe do compra-
dor, e fumo em folha do melhor
que hi no mercado: na ra do
Trapiche n. 5, eacriptorio.
Sarja Hespanhola para vestidos.
Vonde-se sarja pela minio larga muito
cncorpada limpa a 2,080 rs.: na ra larga do
Horario u. 48, primeiro andar.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimento*, pro-
prio para qualquer obra que possa rece-
bar agua, assim como para aljeroz e Ira-
peiras, prximamente chegado de Ham-
burgo, tambem se vendem as meias barri-
cas por prego commodo : atrs do theatro,
armazem de taboas depinho, a fallar enm
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
JoSo Matheus.
Bom e barato.
Na ma do Passeio Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos Leite, anda conlinua-se a vender as
bem couhecidas pecas covado a IVO rs., ditas para cobrrla a 0,000 rs,
a paja, e o covado a Iti'J rs.,cassas para baba-
doa a 240 a vara, brins de linlio aiul e de co-
es a 300 rs. o covado. cobertores de algodao
grosso para escravos a lilll rs., tascados nioiis-
Uos a 200 rs. o covado, chapeos de sol de pai-
nho a 2.000 rs .lencos de cambraia tinos, ro-
deados de bicos a 480 r., ditos de seda de cu-
res a 1,500 rs., grvalas desetim a 1,500 rs., e
nutras militas [alendas, as quaes deixam-bcde
aunuuclar para nao oceupar lempo,
Farinha fontana,
Arroz de casca,
Farello novo,
Clr preto,
Chumbo de municao,
Cimento,
Bichas de Ilamburgo,
vende-se ludo por presos commodos : no
armazem de J J. Tasso Jnior, na ra do
Anin i, n. 35.
Aos IO c 5:ooo,ooo rs.
Ka loja de miudezas da roa da Cadeia do Re-
cife n. 4(i, vendem-se os mui afortunados bi-
Ihetos, meios, quartoi, decimos e vigsimos
da incsiiia lotera, (|ite curre iinprclerivcl-
mente em 2 de junho viudouro, ou antes se se
venderein os biltielcs.
Uilhetea 10,000
Meios 5.U00
Qiiartos 2,000
Decimos 1,100
Vigeiimos 0"l0
l'arn a rpiaresma.
Vanno prelu in ilt-i boa qualidade e novo a
3,200, 4,400 e5,00) rs. o covado, casimira pl*M
de differeules qualidades, sarja prela, sctiin
de macao, e oulras muitas falcadas por ba-
ratos precos : na ra do Crespo ao p do arco
n.2.
Vcndem-se escravos mocos c de
bu ni ti s figuras.
3 negrotas de 14, 15 c 18 annos com habili-
dades, que com mi c engoiiiiiiani.
1 preta de 20 annos rom nina cria de 0 me-
zea, que cose e rngomtna.
4 escravos de 22 anuos com algiimas liabi-
Itdadei.
2 ditas de 30 annos, que enfioinmam, cozi-
ii 1 ..un r I iv.un de tabfto.
1 mu nii.li i de 15 annos, que cose beiu.
1 preto sapateiro de 22 autios, que corla e faz
toda obra.
2 ditos ptimos cnzinlieiros, sendo um de 18
annns, e outro de 20.
i dito bom marinlieiro de 25 annns.
2 pard s bonitos, e bons para pagem.
(3 negros de 22 anuos, bous para lodo e qual-
quer servido.
Na ra das Larangeiras n. 14, segundo
andar.
Lotera da motriz da Ba-Vista.
Aos 10 o 5:ooo,ooo 1*8.
Na Inja de mludetai da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendeni-se bilhetes inteiros, meios,
quartos, quintos, decimos c vigsimos, que
corre luiprelerlvelinenle no dia i de juubo ou
anles se se vender os billictes.
I.iIIk in uitciros 10,000
Meios 5.H00
Olanos 2.000
Quintos .100
Decimos l.i.OO
Vigsimos 0o0
Sarjas de seda lisas e lavradas e
panno preto.
Na ra do l.ivramrnio n. 14, vendem-se su-
periores sarjas, i hun.l.t, lavrado e de lista,
seliin inarn de superior qualidade, panno
inuito superior preto para casaca, casemia
preta, lencos de setim para grvala, e outras
mu i i-, hundas finas para o lempo presente
da quarrsiua. e por precos que obrigam a
comprar quem nao tem precale.
Bom e barato.
Vende-se gomnia em caceas inui nova, cha-
peos de jiailia, sapalos brancos para lioinrm e
meninos, r. cera de carnauba primeira sorle a
G.OOOrs. a arroba, ricenirniente ebegada do
Aracaty: na ra da Cadeia do Recite u. 49
primeiro andar.
Vendem-se amarras de ferro : na rus
da Senzall nova n. 42.
INa loja pernambucana, de Anto-
nio l.uiz dos Santos, ra do
Crespo n II,
vende-se sarjas prelas liespanholas, ptimos
senos prrtos e rhamalotes de pesos para ves-
tidos de scnboras do bom-lom,
Altenco.
Hoje i-jliir.i a luz a importante obra
Elementos dividido em tres parles ; a primeir tratando
dos dircitos absoluto* dos estados ; a segun-
da dos dirritos roudecinnaes dos estados rin
suas relaces pacificas c lercciros parle final-
mente dos direitos dos estados em suas rea
fes hostis pelo Dr. Pedro Autran da Malla
Albuquerque. Kscusamos entrar na analisc
desle compendio, e mullo menos na sua aprc-
ciacao, porque o autor !:c bem conhecido
por suas luses, experiencia no ensino "estas
materias, e sobre tudo pela maneira lucida
e clara com que esia concebida a redaccao.
Vcnde-sc nicamente na iivraria do edictor
proprietario bacbarel Abreu c Lima :.no pa-
lco do Collegio, casa do I.tvro Azul a 8,000 rs.
i na obra.
Uuado Rozarin larga n. aa, se-
gundo andar.
Vendem-se 5 escravos mocos para traba-
Uto de campo; 1 nardo bom bolieiro o do
boa conducta ; 1 dito bom carreiro; 1 mu-
latinho de 13 annos, muito indo, propriu
para pagem ; 2 moloques de 18 annos; 3
prelas mocas, com habilidades ; 1 preto de
idade, proprio para sitio, por estar a isso
acostumado,
No becco do Goncalves, ar-
mazem do Araujo, e na ra da
Crut, armazem d S Araujo n.
33, vende-se superior farinha em
sac:as, ebegada ltimamente, por
preco commodo : a tratar nos mea-
mos,
Vendem-se chapos de sol de seda, po-
lo diminuto preco de 4 e 5,000 rs. : na la
NovanumeioC, loja de Mal llamse Com-
inhis.
Na loja pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Santos, ra do
Crespn. 11,
vendem-se cortes de sedas brancas e de cores
para todos os precos.
.Novo sorlitnento para as srnlioras que fa-
7.em doce.
Vende-se panelas e tigelas grandes vidradas,
cliegadas ltimamente da llaliia, proprias
para doce c bater po-dc-lo. carcarolas de ca-
bo, papeiros, fregideiras, algnidaies ile todos
os tainanbos, balaloa para os meninos apren-
derein a andar, ditos para costuras c compras,
jarros e qiiartinhas, garrafas brancas para res-
lriar agoa, tudo obras de gosto : na ra do Ca-
deia du llccife n. 8.
Deposito de cal e p itassa.
No armazem da ra da Cadeia do ecife n.
12, ha muito superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa ebegada ltimamente a
precos muito rasoaveis.
.\a loj i pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Santos, rul do
Crespo n.. 11,
Vendem-se superiores pannos finos, chama-
dos scliin de la, sendo pelos, verdes, cor de
caf, azul, etc.
Vendem-se queijos do Reino a 1,120
rs.: na ra Direita n. 14.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Sania Calharina,
por preco commodo, a bor'o da
barca nacional dmerica, fundeado
defronte do tees do Collegio: o
tratar a bordo da mesma, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34-
-- Na luja do bem conhecido baratelro A. I).
Kcrreira, ra do Crespn. Il, acbam-ie ven-
da as srguinlis obras, por preco commodo :
Geometra de Lacroix, dia de Km lides, lieo-
grapliia elementar, por Vellcr, Clironologia,
pelo iiiesmo, Aiithnielira poi Salvador, com-
pendios d'Algebra por diversos autores. Ho-
rado, Virgilio, Conidio, livros de Nutica,
llegras Melhodicas para se aprender a escre-
ver, seguidas d'uiii tratado d'Ai ilhniciiea por
Ventura, Ocuvr. s de Moliere, 7 vul. All.sde
Siiucucourt, dito de Balbl, Magmtin Lexicn,
Diccionario porluguez, Latino, Resposta du
general Abren e Lima ao conego Januario ou
analyse do priuieiio juio de V. A. Vamliagen
acerca do Compendio da Historia do Hrasli,
500 rs., Poesa de Joan de llanos r'alco de A.
Maranhio 320 rs., Doin Sebasllio, romanee
histrico e oulras poesas I0 rs., Enssiol so-
brea Creacao do Mundo 81) rs., O Gemido d'-
Alma SOrs., cartas c tabuadas, fbllllnhai de
portie de algibeira, e grande sorUntento de
nov Has de dillennles auinres.
ft '.'(! rrrK *t *W -~. :*&** !m
Cliegiieui uo haiato.
Na ra Nova n. \i, acba-so venda J;
i um completo sorlimetilo do fazcu- p
dss, como soja :
Superiores pannos finos
Casemira preta e de coros ; ,
'A Meriu preto, proptio para a qua- te
us resma ;
i Sarta liespanhola, muilo boa ; :.
i Setins de todas as quaiida le ;
lliquissitnos manlelt'tcsde tojas as ^.
c/es;
Mantas mui ros de todas as cores ; j.
Cangas amarellas com listras, pro- a
prias para calc,a e jaquela ;
Damasco para pannos de cima de il.
% mesas;
Corles de cassa empapelados;
Pannos proprios para capoles;
l.enens deseda, padiOes modernos; i
Corles de camhraias mui ricas ;
lutos de vestidos de barras brancas ;
j; Sedas eSarjas brancas e de cores, ;|j
:| proprias para vestidos decaiamontos
U mitigo.baiateiro d l'axseio Pu-
blico loja n. II, de Firmiano
Jos Rodrigues l'erreir.
Tem para vender, superiores sarjas de seda
bespanbola larga a 2,0110, 3,400, 2,000 c 2,8(10
rs. superior, setim macao preto a 3,200 rs fa-
teiida lica, pannos linos prelos e de cores
por precos muito baratos, brim lraii(ado de
indas as cores, ineilndl pretos, princezas, chi-
tas francetas largas, casenilrW, laas de caifas,
tapetes, los prelos, biCOf, lonas, madapules
finos c nutras umitas de dill'erenles precos,
alitodaozinhos de todas ss qualidades, chitas li-
nas de lodos os precos, alin de umitas outras
la/endas que se vcuileio a todo pre(0, eassas
chitas, challes de la e seda c de la, dit.s de
ganga lianceza, lenros de seda de peso su-
perior, e outras militas (azendas baratas.
Aos to:ooo,ooo rs.
No atierro da lloa Vista, Inja de calcado n.
58, vendem-se bilhetes menos, meios, quar-
tos, quintos, decimos c vigesiums da lotera
da matriz da Hoa Vista, que corre no dia 2 de
junho do crreme anuo.
Ililheies inteiros 10.000
Meios 5,000
Quarlos 2,000
Quintos 2,100
Decimos J.IOO
Vigsimos 600
Vcode-se o engenho Estiva na freguezia
do Cabo, distante da praca 9 leguas, de agoa
I
*
t
i
meante e corrente, de boa produccao quem
o pretender comprar dirija-se a Pracinba do
JJvramento n. 46. tercelro andar, a tralar com
o ha rao de -Ipojuca, ou no scu engenho BU-
i .inIi i-ui. .
Vende-se rap de Lisboa em frascos, ihe-
gado agora na barca Ligtira : os Srs. freguezes
que estao acostumado a tomar a boa pilada
nao deixaro de mandar buscar ao largo da as-
scinbla n. 4.
Attenco.
He chegado nova fornada do superior e inul-
to acreditado rap prlnccza do Itio de Janeiro
em libra e meias libras na ra do yueima-
do loja de miudezas n 25, c na ra da Cadeia
do Recifc loja de miudezas n. 49.
Ricas trancas
para manteletes c guarnieao de vestido : na
ra do Quciinado loja de miudezas n. S.
Tara voltarete
carias francezas finas : na ra do Queimado lo-
ja de miudezas n. 25.
O INa ra do Queimado, se- O
O gunda loja n. 18, vendem-se as segun-
O tes fazendas proprias para o lempo da {>
O quaresina : panno fino preto superior Iirovade liiuo, casemira preta muito a
5? boa, setim preto de uiaco o melhor
O que he possivel, luvas pretas de trocal J
O para senlioia, chapeos prelos francezes O
> formas modernas, lencos de setim para
^v grvala pelos e de cores, lencos de j
X oarca c de cambraia de seda para si- p.
'^ nhoia, cortes de vestido de barra l.ran- gj
eos e de cores, ditos de cambraia de se- \J
{ da, sarja preta de seda.cnes de colele, O
de cores, riscados franceses muito liuo (jj
X e outras militas fazendas que estaro ^
2 patentes aos compradores, as amos-
G tras sero fraucas com o competente W
O penhores. _"
Vendem-se ricos vestuarios
para o baile de mascaras, por pre-
co commodo : na loja da ra do
Crespo n. 4-
Vende-se una mobiiia de Jacaranda em
bom estado, c una preta da Costa para todo
0 SfrviCO : na ra fova sobrado n- 5i
Ka ra do Cabug lja do Uuarte, ven-
ilem-se ricas toncas de Setim para baptisado,
capotinbos de fil preto e mantel, tes luna co-
res, por preco commodo.
Vendem-se, na ra da Ca-
deia do Recife, loja de miudezas
n. 7, de Antonio Lopes l'ereira
de Mello, 5oo pares de sapatosdo
Aracaty, por preco commodo.
Vende-se um bom escravo corpulento e
sadio de nacao Angola, de 22 anuos, perfeilo
canoeiro, com principios de pedreiro, muito
proprio para uualquer servico no Atierro da
Boa Vista n. 14.
A 3,000 rs. a pelle.
Vendc-sc courodc lustro francez de muito
superior qualidade a 3,100 rs. a pelle : na ra
do Queimado n. 10, loja de Jos. Das N-
IIICS.
A 4o rs- a caixinha.
Vendem-se palitos |>ara tirar fogo a 40 rs.
a caixinha e igualmente de outras caixiuhas
de papeljo a JO rs., sendo da lucidor qua-
lidade possivel : na ruado QueiUMllo n. 10, lo-
ja de Jos Uias Simots.
A *< u rs. cada nina.
Vendem-se livellas deliradas c prateadas pa-
ra calva e para coleto a 210 rs cada urna ; na
ra do Queimado n. 10, loja de Jos Uias Si-
mes.
Ao barato.
Vendem-se esprlhos proprios para por em
cima de mesa pelo barato preco de 1,280,
i.OOe 1,920 rs. cadi um : na ruado Quei-
mado n. l, Inja lie Jos Uias Siinoes.
Ricos e botoes para casaca.
Vendem-se dos iiielhorcs gostos e qualida-
de ricos boles de seda para casaca muito mo-
dernos, e por preco muito commodo : na
ruado Queimado u. l, loja de Joc Uias Si-
inoes.
Ricas carteiras.
Vendem-se nimio ricas carteiras para algi-
beira, bem como charuteiras de diversas
qualidades c por preco muito commodo : na
roa do Queimado ti. 10, loja de Jos Uias Si-
mocs.
Ao barato preco de 3,700 rs. a
resma.
Vende-se papel de peso de muito hoa quali-
dade a 2,200 rs. a resma : na ra do Queima-
do n. 10, loja de Jos Uias Simes.
Riinquedos para meninos.
Vendeiu-se brinquedos para meninos, cons-
tando de cosuiorainas c caixiuhas de dill'eren-
les jogos, bem como caixiuhas com laboinhas
pintadas que servera de formar dillerenies
edificios, pelo mudico preco de I.O'-'O a 2,500
rs. : na ra do Queimado u. JO, Inja de Jos
Uias Siiuocs.
Lotera da malTz da Roa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo rs.
No Ailerro da boa \ista, loja de [azendas n.
,'IU, veiidem-se os aloi tunados bilhetes e meios
da mesma lotera, que corre imprelerivelmen-
leo dia 2 de junho viudouro, ou antes se se
venderein os bilhetes.
Ililliclc inteiros 10,000
Meios < O."""
Canna verdadeira.
Na travesea da Madre-de-Ueos n. 5, vende-
se a mais superior e gemiiiia,agoardeule ex-
traliida siuplesmente do caldo da calina :
acha-se eiri ganafes de 3 caadas, e est as-
sim multo propria para mimos lora do pala,
principalmente para a burupa, aonde se apre-
cia extraordinariamente um trago dcsta noaaa
pairicia, costa a diminuta quaulia ue 5,000 rs.
cada garrafo.
Vendem-se ti garrafes grandes, que leva
cada um de 10 a 12 caadas : na ra de Saola
Hila 11. 85.
Vende-se um sobrado na ra do Cabug
com fundp para a ra das larangeiras 11. 5 : a
tratar com a proprielaria a senliora U. alaria
Felicia de Olivcira, na estrada da Cruz de
Alma.
-- Bom c barato, vendem-se as mclhores
esleirs novas, viudas ltimamente do Aracaty,
pennas de ema, carnauba primeira sortc, cou-
1 -indos miiidos, chapeos de palha em ccnlo a
12,0 0 rs., sapaloes de couro de lustro em por-
tan, ditos de hmeme meninos de 6 a 12 an-
uos, um preto inulto robusto, C pipas valias a
4 000 n.. una eanleiros novos para pipas, 3
os de Idaic pouco mais ou menos, para todo
servico por ser mullo diligente : na ra da Ca-
deia do Recife n. 43.
-_ Vcnde-e urna excellente parelha de em-
bonos de cedro bastante grossos e llnbelros,
proprios para urna barcaca grande : na ra da
Praia serraran. 23.
Vende-se urna porcao de livros em mul-
to bom estado, pertencenle a medicina e pliar-
macla, assim como dous diccionarios, porlu-
guez e francez: na ra larga do. Hozarlo n. 6
armazem. .___
Vendem-se duas pretas, que cozinbam e
lavam, fazem as compras de casa e vendem
na ra, um preto de meta idade por 350,000
rs., bom para um sitio, trabalha de cnxada,
trata de vaccas, sabe mungir leite c vein vn-
delo na praca : na ruadoollegio n. 21, pri-
meiro andar. .
Vende-se um sitio no fin da estrada dos
Alllictos que volta para a da Agoa-Fria, inora-
do por ambas as estradas, com porlao de ier-
ro, casa soffrivel, cacimfca com bomba e dous
tanques, latada de parreiras com ror. de ferro, diversos ps novos de dilTercnles
fructas queja produzem e baiza para capiin :
os pretcndenles procurem na Ponte deUcl.Oa
no sitio das Jaqueiras que aeharao cqn quem
tratar.
Vende-se um rauleque de 20 annos, bom
alfalate, 3 pretos boni para todo servico, 3
pretas muito boas quitandelras, 2das- cozinham mullo bem e lavam, urna dita umita
boa engommadeira e coslurcira, que faz todo
o mais servico de casa e he muito moca : na
ra da Cadeia do Recife numero Si, primeiro
andar. ,
-- Vcndem-se as seguintes obras : Curso de
Kconomia Poltica, porCbevalior, 2 voi, ; Ros-
si, Direiio Criminal, 1 voi.; Pascnoal, 1ra-
tado das Acfdes em poituguez para o quinto
anuo jurdico, I voi., por precos multo coin-
modos : no Atierro da boa Vista, loja do fcs-
luia.
Postillas.
Vrndcm-se postillas de dircito criminal e de
direito cominercial bem copiadas : na ra do
Passeio loja 11. 2i.
brim transado branco de linho, a 1,920 rs.
o corte; dito escuro, a 1,600 rs. o dito ;
esguiflo de algodfio de 12 janlAs, a 2,400 rs.
a pca ; cortes de fusio, a560rs. ; cober-
tores escuros de algodao, grandes, a 720
rs. ; csssa preta, a 120 rs. ocovado; chila
de cores (isas, a 160 e 180 rs. o covado : na
ra do Crespo n. O, ao p do lampefo.
Fio para sapa tetro c para saceos.
Vende-se um restante duoplimo Do para
sapateiro em novellos, e -dito em meiadas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas : em caaade Adamson llowio
& Companhia, ra do Trapiche o. 42.
Arados de Ierro.
1 Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com camban de sicpira 6 braco
de ferro : na lundicao da ra do
Rrum ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgem e potassa.
Cunda & Amorim, na ruada Cadeia do
Recifoi). 50, vendem cal virgem em pedra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos preco do
queem oolra qualejucr paite.
-f Por i.-ooo,ooo res.
Vende-so um terreno com 53 palmos de
frente ( lugar para edificar 5 moradas do
cssas ), leudo de fundo desde a ra da Au-
rora at a ra do Hospicio, e se convier
lambem ge fer negocio com outros 53 pal-
mos junios ao meamo terreno, os quaes
dSo lugar para edtiicar-se 15 moradas de ca-
sas : para tratar, na praca da Independen-
cia n. 17.
Escravos fgidos.
DO rs., mi,, eanleiros novos para pipas, ;
.nos de medida de tolha, 2 caises par,
musirs, ludo muito barato : na ra da Cruz
un,ero lA, aimazcm de Manuel Jos de S
A,a,'j- .
u corrector Olivelta vende cobre de for-
.j de navio do melhor sorlitnento, e pregos
correspondentes de coinposico.
Vende-se una rscrava parda moca, que
cozinha, lava e engo.....la, e um muleque cii-
llu de 18 anuos ue idade, bonita figura e op-
ilo para pagem i no Atierro da boa Vista
41.
.- Vende-se urna preta da Costa, de 22 au-
Sarja hespanhola. W
S Na loja do sobrado amarello nos quatro ^
1,5 cantos da ra do Queimado n. 99, Ua
3 para vender se um completo sorlimenlo >
& desarja deseda prela verdadeira despan- lj>
hola, a prefosde agradar ao comprador.
V9VtHffVf ^^?ft:-lr V??
Vende-se una armacao e balcao que ser-
ve para veuda : na ra do Livrainenlo nume-
ro 14. ,
__Vende-se urna mobiiia de pao d oleo, ou
troca-se : quem a pretender, dirija-se ao pateo
do Carino seguudo audar do sobrado nume-
ro 9.
Vendem-se polilds e jaquetas de brim de
novo uiodello, chegados de tranca, por precos
muito commodos : na ra do Cabug loja de
Jos Peres da Cruz n. 2.
-- Vende-se a loja de calcado na ra da Pe-
iihacom alguus fundos : quem a quizer com-
prar, dirija-se a ra Uireila n. 33, junio a bo-
tica.
Cha homceopathico.
Cha homoeopalhico em embru-
Ihos chinezes, a mil res cada um :
ven e-se no pateo do Collegio, ca-
sa do Lvro Azul.
-- Vendem-se palhas de eoqueiro a 1,000 rs.
o cento : defronle do engenho Giqui ao pi-
do porto, ou dr.ja-se a loja de encadernar.au
na praca da Uuiao n. 12. ou ua ra da Assuuip-
cao u. 3.
__No armazem do baraleiro Silva Lopes na
porta da .ilfandega, vendem-se bacalho de es-
cama i. li.OOO rs. a barrica.
~ Veiidetn-se dous escravos pardos, um de
20 anuos pirilo sangrador, bom canoeiro e
ptimo feilor para sitio, c outro de 24 a 20 an-
nos muito bom bulieiro, e todos de boa con-
ducta : na ra da Aurora n. 24 segundo andar.
Vcndem-se par precos commodos o com-
pendio de Direito Natural por Zeller, c os
Klemeu'.os do iiiesino direito por Ferrcr N. P.:
ua ra Nova u. 4l.
-- Vendem-se as ultimas caitas de superio-
res charutos de II umi, pelu diminuto prefo
de 8,000 rs. a caixa de 103 para liquldaco:
no escriptorio da Viuva G-iidiuo Si Filhos,
praciuh.-i do Corpo-Santo n. (i.
-- Vende-se uina armacao que fui de venda
com lodos os seus perlcnccs em bom estado,
por prejo commodo : na ruadas Cinco-Poii-
las ii. 151. Na iiiesuia precisa-sc de um rapaz
porluguez de 14 a l anuos.
a* Na luja do sobrado amarello nos qua- g
tro cautos da roa do Queimado n. 29,' M
vendem-se manteletes pretos desetim,
2 chamalote e gros de naple, com ricos j..
I eufeltes c com bico preto de mais de pal- g
$ mu de largura, sendo o mais modernos C
y que boje ha, los de linho prelos borda- $g
\i dos a seda, cortes de vestido de sarja {
ii preta lavrada, padres de muilo gosto, y
- sclini prclo para vestido de senliora, :
^ sarja de seda prela legitima hespanhola, ?*
jt meias de seda prela de peso, e outras fa- S
13 zeiidas finas, ludo por precos muilo i*
^ em conta. -!:
mm -*mmmmnmmmm*9mm%
Vende-se urna parte de um engculio pel-
lo da praca, cuja safra he de mais de 2,000 p.ies,
com boa casa Ue vivruda e outras, com 30 ani-
M.ais e lambem alguus bois e 13 escravos :
quem o pretender, enlenda-se com Jos Theo-
doro de Sena aqui na praca, ou no Poco onde
he sua morada.
batato aos Srs. acadmicos.
Por metade de seu valor as obras : para o
primeiro anuo Zcilcr, hurlamai|ue, Pull'en-
doif, Martiue; para o segundo Delcnsor da lte-
ligio, expositor modcrnissinio de I-eclesisti-
co, Uergicr, Consliluico notada, observaees
a ella por Silvestre Pinheiro, e as inelhores
poslillas de analyse da coiistiluicao terceiro
e ciuarlo anuo. Asientos da casa da Supplica-
{ao, Pardesss, Proce^urfanalogico de Carva-
llio, Silva Lisboa, Couvela Pinto, traladu de
leslaineulos : e para o quinto Smilh, Maltheus,
compendio de economa do Dr. Autran, Ma-
nual do Tahellio e Doutrina de acedes. Qual-
quer destas obras he essciicialissima por se-
ren as [otiles do direito: ua pra;a da L'uio
loja n. 17.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SKNZAI.LA NOVA N. 42.
iSesle estabelecimenlo conti-
aa a haver um completo sorti-
inciiio de moendas o meias moen-
das para engeoho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os tamaitos,'pa
ia dito.
itn-n-M- aos Srs. fregnezes lo ba-
rato que leiain o segtiltitc
41 ||ll ti II O.
Vende-se brim de quadroa de linho, a
320 rs. o covado ; riscado de linho, a 220 rs.
o covado ; dito de algodfio, a 180 rs. o co-
vado ; pecle muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs. o covado; castores
muito eucoi pudos, % 280 rs. o covado ;
Desspptreceu em o mez do ferereiro
prximo passado um escravo de nome Jos,
de nsefio, o qual representa ter tic 30 a 40
annns, com os signaes seguinles : lem urna
helideem um dos olhos, secco do corpo,
altura regulare pouca barb ; levou cami-
sa e ceroula de algodfio da Ierra, poueo dos-
embarazado na falla, cujo escravo foi com-
prado ao Sr. Thomaz Antonio Maciel Mon-
teiro: pede se a* autoridades policiaca e aog
capitSea de campo, onde qqer que elle aeja
encontrado, que o prendam, e por esta mes-
ma folha o annunciem psra ser procurado,
ou o conduzam ao seu senhor JoSo Francis-
co do llego Mais, na povoacllo de Apipucos,
que serfio generosamente recompensados.
Ao publico.
Desappareceu, no dia 9 para 10 do oorren-
te, do engenho liba da I.iherdade, da fre-
guezia da Iscada, um escravo de nome Ro-
mfio, de nat;flo Angola, de 20 annos pouco
mais ou menos, alto, secco e sem barba;
tem no queixo inferior um encliaeo de um
earoco levou ceroula e camisa de algodfio
julga-se ter seguido para a praca : a pessoa
que o aoi'rehetider. baja de o entregar a
seu senhor Alexandre Jos Comes, no mes-
mo engenho, ou ua ra da Praia n, 46, qua
ser recompensado.
No dia 18 do correntn desappareceu um
preto do nome Flix, de niela Mor^mhi
qil-, altura regular,fdenles limados, com
alguus podres, eso lem ha iba no queixo:
rogase s autoridades policiaes ou capi-
IBea de campo que o apprehendam e condu-
zam-no ao Hotel Francisco, quu scrBo gene,
rusatnenle recompensados.
Desappaaeceu, no dia 5 do corrente,
urna pela de .nonio Gracia, de nsefio c'a-
cange, de 40annos e cor bastante preta)
levou panno da ('.osla, vestido de altodQo-
zinho e saia prela por cima, e una gamella
do peixe com dous tacos de folha na i otila :
quema pegar, leve-a a Fra de Portas, ra
do Farol, em casa do Cftagas, que sera bem
recompensado.
No dia 16 do feverelro desappareceu a
preta Joaquina, de nacAo Cassange, que re-
presenta ler 40 intus, baixa, corpo regu-
lar, cor fula, olhos pequeos e com carne
sobre elles, nariz chalo, cotn falla de dous
denles na frente, s -tulit om de cada lado, e
feia de chara, peitoa pequeos e murchos ;
tem algumaa cicalrizes de rol to as costas,
nadegas um tanto empinadas para Irs ; he
bem ladina ; lem sido cozinhetra ; quando
foge tem por coslume'andar pelos arrabal-
das dests praca, ora vendendo ora lavando
roupa.e pJe ser que esteja a servico da
alguma pessoa, e sendo assim, e nfio vindo
denuncia-la, se usar dos meios que a lei
faculla ; levou vestido novo de assento azul
com listras, e julga-se usar de panno da
Costa. Iloga-se as autoridades policiaes, ca-
pitfiesdu campo, ou a qualquer pessoa, qua
a prendam ou a facam prender elevar ao
seu senhor, Domingos da Silva Campos, na
ra das Cruzes n. 40, que serfio generosa-
mente recompensado.
Hoa gralificacfio.
No dia 13 de marco do renle anuo des-
appareceu da Passagetn da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. Dr. Malet, o mole-
queMarcal, pertencenle aoSr, IV. W. Muy,
o qual molequc he bem conhecido e lem os
seguintes signaes : reprsenla ter 20 annos,
haixo, cheio do corpo e carcundo, cor fula
a sem barbs ; lem falla de um denle na
freule do queixo inferior e bellido do ser-
illo de Paje, por isso julga.se para la ter
ido : recominemla-se, portento, aos cap-
ISes de campo a captura do dito molequc,
que serfio bem grutilicados.
Anda est fgida a prela Mana Joa-
quina, de idade 30 a 40 unos, naQfio Con-
go, baixa, gorda, cor retis, bixigosa,
iillins vivos, bastante anulosa, o sagaz;
lalvez ande sua fuga encoherla com o nego-
cio de miudezas, pois he no que se empre-
gava anles du sua fuga, nfio sendo esla a
primeira vez que foge, a,que se encobre
com tal negocio ; lambem j loi escrava de
engenho, e andava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula de quem era es-
crava : quem a pegar levea na pta^a da in-
dependencia n. 17, quesera recompensado
do seu Irabalho.
Fugio no dia 24 do passado do enge-
nho Tapera, sito na freguezia de Jaboalilo,
o escravo de nome Jos, de nacfio Nag,
cojo sinaescarsetoristiros sfio os seguinles:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, aem barba, com fall do denles, ros-
to lalliado, ps grossos, representa ter de
idade 30 annos, he muito ladino; a visla
do expo6to recommenda-se aos cap tiles de
campo a caplura do dito escravo, pelo que
seruo generosamente gratificados.
PrRW. WA.TvP.DrT M.F.DR FaRIA-
MELHOR EXEMPLAf


Full Text
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