Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06352


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Full Text
c*

Anno XXVII
Sabbado 22
VAHTiDaS DOS OOBBZIOS.
Goiauna e Parahlba, s segundas c sexta feiras.
pjo-Crande-do-None, todas as quimas feiras ao
tneio-dia.
Oaranhuns e bonito, a 8 e 23.
Coa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dia>.
EPHEXtCRlDES.
-Nova, a 2, as 10 h. e 55 m. da t.
Phi* ni tu. (Cresc. a iO, as 7 b. e 25m. da.t.
'"' D* "NCheia. a 17,as 10 h. e 59 tu. da rn.
IMIng. a 24, s I Ib. e 6 m. da m.
atAWAK BX BOJE.
Prlmeira s 8 horas e30 minutos da manha.
Segunda s 8 horas e 51 minutos da larde.
de Margo de 1851.

N. 67.
das da semana.
17 Seg.S. Patricio. Aud. do J. d'of. c ni. da 1.
18 Tere. S. Gabriel. Aud. da Chae. do J. da s
gunda varado c. e dos feilos da fizcnda.
19 Ouart. >lS. Jos. i*ud. do J. da 2. vara.
SO Oulnt. Martinbo. Aud. do J. doj orf. cdo in.
da primeira vara.
pre^odascbscbipqAo. 21 Sen. S. liento. Aud. do J. da 1. vara do eivcl.
Por tres meses fadantados) 4#000 e dos fritos da faicnda.
Por seis niczes 8J(IOO 22 Sab. S. Emigidio. Aud. da Ch. e .do J. da 2.
Por mu auno 15/000 varado civel.
_ ________I 23 Dotn. 3 da Quaresma. S. Flix.
CAMBIO DE 32 DE MABQO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/000 rs. 60 das.
Paris, 320 por Ir.
Lisboa, 85. a 90 nomnnn
Ouro. Oncas hespanhedas..... 28/000 a
Moedasde6400velhas. 1 (i/000 a
de 6/401) novas li/000 a
de 4*000....... /i.OO a
Prata.Patacdes brasileiros.... J/1*} a
Pesos colunioarioi..... l/!i20 a
Ditos mexicanos........ 1/U80 a
>Kkl.i."V -_
28/vmi
I6j2(0
l-200
9/100
l/.llll
1/S40
1/700
SCThQ
HI i ft
*!o
1 '
r-* -. -. .... trtvtvavmae:-'*-*.' **ssj6v si'tawaaaiMsa
P*BTf OFFfCUL
Commando das armas.
Quarltl do commando das armat na cidadt do
llecife, em 14 de marto de 1851.
ORDEII 1)0 I il \ N. 59.
O lllin. Sr. coronel coinmandante das armas
determina, que quando fallecer no hospital re-
gimental, ou nos quarl ia qmlqutr piara dos
eorposdo exercllo em gnarnlro neata capital,
o respectivo facultitl.o, verificada amorte,
plise immedialamente certidJo do bito em
duplcala coni as precisas deelarsedes, sendo
urna para ficar archivada no batalho, a que
perlenceo fallecido, e outra paraserentregue
ao procurador da cmara municipal no acto
de realitar-se o pagamento da quanlla estipu-
lada pela sepultuia, de conformldade com o
rcgulamento em vigor. O mesmo lllin. Sr. eo.
ronel coinmandante das armas ordena, que os
corpos faca m exrrcicio de esqueleto nos dias em
que nao liouver de fbgo, ou de alvo.
leopoldina da Silva e Jzevedo,
Primeiro tenente, ajudante 'ordens.
TIUBNAL "DA BKLACAO.
SESSA'O DE II DP. MARCO DF. 1851.
|.|ihiiim.IA UO KXM MMlull C0NSEL1IE1A0
ZRVEOO.
A's 10 lloras da manlia, achando-se presen-
tes os senhores desembargadores Villares,Has-
tos, Leao.Souza.llabcllo, Luna Freir, Telles e
PereiraMonteiro, o Sr. presidente declara aber-
ta a sesto.
JULGAMF.NTOS.
Appellacoei crimes
Appellante, o juizo ; appelladoa, Theodoro Jo-
s dos Santos e Anna Felicia Xavier. Man-
daran a novojuiy.
Appellante, Jos Barbosa; appellado, o juno.
dem
Appellante, o Juio; appellado, Fillppc Dioni-
sio deSouza. Julgaram iinprucedciitcs as
rasrs do juizde direito
Appellante, o prouiolur publico; appellado,
Joaquim Jos de aiil'Amia. Maudaram a
novo jury.
Appellacti cirtli.
Appellante, os herdeiros de Joo llaptist Alve
Mnnlelro; appellado. Domingas i.arnriro de
Lima. Koramrecebidosos embargos.
Appellante, ojuizo; appellados, Jou Josln-
nocf litio Pogge e outros. I onliinu ato a
Malenca.
Appellantes, Antonio Alvos \iaona ca santa
casa da misericordia de Lisboa; iq.pcllada,
a blenda nacional. dem.
Appellantes, a santa casa da laisericordia de
Lisboa eoutro: appellada a fazcuda nacio-
nal. Despresaram osembaigos.
Appellante, D. ilritel Sebastiana de Moran ;
appellado, Antonio Jos l'ereira. Confir-
maran! a sentenca.
Appellante, Bsiro & Macedo ; appellada, Jo-
sefa Maria de Jess Coulinho. dem.
Appellante, Joo Manoel de llarros Vanderley
tutor do menores Ribos do finado Joo Car-
los da Silva Guimariri ; appellados, Manoel
Ignacio de Olivelra e outros. dem.
DILICENCI1S.
Appellante, o procurador fiscal ; appellados.
Krucheniberg & Dinys Mandaran! com
vista au curador de ausentes e ao Sr. descm
bargador procurador da corda.
Appellante, os herdeiios de Adriao Jos dos
Santos; appellada, a lazcuda publiea.--Mau-
daram com vista ao curador geral e ao Sr.
desembargador procurador da coioa
Ao Sr. desembargador Bastos a seguintc ap-
pellacao em que sao:
Appellante, o juizo; appellados, Antonio Joa-
quim Ordonho e outros.
Ao Sr. desembargador Leao a seguinteap-
pellaco em que sao:
Appellante, o juio; appellado, F.slacio Fer-
reira da Sljva.
-io Sr. detembargador Souza a seguintc ap-
pellacoes ein que sao :
Appellante, o Julio; appellado, Jos Pedro de
Carvalbo.
Ao Sr. deseinbargarlor Rabello as seguln-
les appellafes ein que sao :
Vppellante, o prclo Jos; appellada, a juslica.
Appellante, Pedro Fernandes da Silva ; appel-
lada. Mara de Jess Coulinho Lisboa Jnior.
Ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
gulntes appellaces em que sao :
Appellante, o juizo; ppellado, Jos Ignacio
Heierra.
Appellante, Manoel Alves dos Santos Jnior;
appellados, Anna Rita do Espirito Santo e
outros.
Levantou-se a sesso as duas e meia horas.
f>EPNAWBUC3
Appellante. Caetano Percha oncalves da Cu-
nta ; appellados, Jos de llarros C.aupello e
outros, Maudaram dcscer o autos ao car-
torio para tralar-se da habiliia(o.
DHMGJJA(,eS.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Alves
daMIva. ,, ,
Appellante. Pedro Alves Pires;appellado, Jos
de Araujo Lima.
kkvisAfs.
Passaramdo Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembi-rgador llaslos as seguinles appel-
laces em que sao :
Appellante, Jos Vieira de Mello; appellado,
U AnoadeHollanda Cavalcanti.
ppellanle, Maria Helena l'es.oa de Mello; ap-
pellada, talharina Francisca do bspmio
Passou do Sr. desembargador bastos ao Sr.
desembargador Leao a seguinle appellacao em
que sao:
Appellante, o Extn. barao de Suassuna ; ap-
pellados, os herdeiros de Gervasio Pires tc-
Passaram do Sr. desembargador Luna Freir
ao Sr. desembargadorTellesasscgInles ap-
pcllacdes em que sao:
Appellante, ojuizo; appellado, Iranclsco es-
cravo de Caetano Francisco de Marros.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno ; appel-
lada, Constantina Jacinlba da Molla.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador IVreir Montciro as seguinles
appellaccs eip que sao :
Appellante; os adininistradoreido patrimonio
dos orphos dcsta cidade ; appellado, r ilip-
pe Mena talado da Fonseca. ..rus
Appellante, Francisco (.arneiro Machado K os
e sua n.ulher; appellado, Manoel Joaquim
do Reg Albuqucrque.
AppellaiTte, D. Maria'Fellimma do RcgoGoiiies;
appellados, Joaquim Aurelio Perclra de Car-
valho e sua inullier.
Appellante, Jos Antonio da Costa ; appellaqo,
Jos Antonio de Medelros Hilancuurt.
Appellante, Manoel IVunes de Barros; appella-
do, Antoiiio Muues de narros e outros.
Appellante, Francisco Cavalcanli de Mello ; ap-
pellado, Jos Francisco Gon^alres.
Appelia.ite, Antonio Jos de Medeiros llilan-
couit; appellado, Jaciutlio Noguelra Covas.
DISTSIUDIQ0B.
Ao Sr. desembargador Telles as seguinles
causas em que sao: .___
Agravante, Jo. Antonio Gomes Gulmai^es,
aggravado, Domingos Antonio Gomes ui-
Appcla'te, Prxedes da Fonseca Coulinho;
appellado, I.uiz Gomes Feneira
ASr. desembargador Pereira Monteiro os
seguinles aggravo e recurso em que sao .
AiTerasaMlr" U. Antonia Maria da ?&*-
cae outros; agg.ava.lo, Miguel Goncalves
Rodrigues Franca e outros.
Recrreme, o bscharel Joao Floripcs Dias *at-
i'cto; recorrida, a juslica.
ASSKi.1BI.KA PROVINCIAL.
SFSSA EM 18 >F. MARqO DE 1851.
Presidencia do Sr. I'edro Cavalcanli.
As mi/r e infla horas da manliaa, feitaa cha-
mada, acham-se presentes 25 senhores dipu-
tados.
0 Sr. I'rttiimle abre a sessao.
0 Sr 2." Seirelurio IC a ucla da anterior
qtio hfl (nprovarla.
O Sr. I .n Stcretnria menciona o seguintc
EXPEDiENTE.
TJm ollicio do secretario da provincia, re-
mellen'lo os requeriineiitos dos tiscaes das
freguezlas de Olinda, pedlndo augmento de
ordenado A' commisso de orcaiuento mu
nieipal.
Ouiro, do mesmo, rrmeitendo un nlucio da
cmara municipal dcsta cidade, pedindo a crea-
cao de 4 guardas inunicipaes.A' inesma coin-
misso.
Xlm requerlmento de Francisco Tbeotnnin da
Cmara hanliago, em que pede se llie mande
restituir os novos e vellios diieitos que inde-
vJdanientc pagou quando (oi reinlergado
no sen posto. A'commisso de ornamento
provincial.
Sao lidos. julgados objeclos de deliberado e
mandado lirpriiiiir os seguinles projeetos.
" A.issembla legislativa provincial de Per-
naubuco resolve :
Artigo I. Fica transferida para a povoaco
da Passag--iii do Joaseiio. a sede da Iregueii.-.
de Santa Maria da comarca da Hoa Vista.
Atl. 2. Asede da villa da lloa-Visla.calicca
do termo, e a aula de primeiras ledras, licain
transfeiidas para a povoacfio de i abiob. a
qual he rllrv.nl a cathegoria pnr termo os limites da fregueiia de N. S. da
Assumpco.
Arl.3 Ficam revogadas as leiseni contrario.
Paco da assrmbla legislativa provincial de
l'eruambuco. 18 de marco 1851 .Jote (hiintrino
de Calila /.lo.-- Joaquim l'into de (ampoi.
A assrmbla legislativa provincial de Per-
nambuco resulve:
" Ai ligo nico. Fica pertencendo ao termo
do Remito a freguzia de S. Jos de llezerros.
" Ficam revogadas todas as dlsposicrs em
contrario. Pajo da ,ssembla legislativa pro-
vincial de Pernaiiibuco, 20 de marco de 1851.
Jooquim /'i'nln de Campot.
F.m seguida he apprnvada a redacro do
projrclo ii. I, que lixa a forca policial para o
anno de 1851 a 1862.
OlDEM DO DA.
Continuaco da discusso do projeelo n 2,
que regula as aposentadoras dos eiupregados
provinciaes.
O Sr. I'reiidenle : Est em discusso o ar-
tigo i,
V.o havrndo quein acerca delle tome a pa-
lavra, he submeiliilo a vulaco e approvado.
Entra ein discusso o art. 3.
O Sr. Cuide de titila : Peco a palavra.
O Sr I'reiidenle: Tem a palavra.
O Sr. Uuedei de Mtllu cmbale o art. 3. do
projrcto, enleiideiido que he suuimaiiiente in-
justa a excluso dos serviros prestados as re-
partices geraes para as aposenladoiias. embo-
ra o decreto de 20 de iinvembro de 1850 lenha
excluida o servico prestado em empregos, que
o.o, mj.ni estipendiados pelo thesouro ; por-
quanto, bein entendida parece ao Orador essa
ilisposi{o,alienta a i'iiiiveni'uciaqne hadeobs
lar a que algumas provincias, cujas assem-
blas sao menos escrupulosas do que a de Pcr-
naiiibuco na multplice creatSo de empregos
provinciaes, causeiu um grvame dlspronor-
clonal nos cofres, que reunein a contnbu9o
gcral do estado ; sendo que o contrario acon-
tece com as provincias a respeitn da nco ;
porque cada Ulna dev reconhcccr aquillo que
a unio rrconhece, isto lie, a importancia dos
servicos geraes, pagos pelo ihesouro. Pelo que
alm de o projeelo em sua totalidade nao de-
ver passar pela incompetencia da assemblea,
pronuncia-se o Orador cxpressanientc conira
essa diposico do ortigo. ...
O Sr.. Joi l'edio combate o artigo, e da 31-
gumas1 expiieaces,
Or. I'aei brrelo : Sr. presdeme, quando
dj&e depulado.que acaba de seniar-se nos
dlzMRintrn, que este projeelo smente di-
verga da lei U.82, rxigindo ltala J anuos, para
que o emprrgadu publico possa ser aposentado
(mu o ordenado por inleiro, de cerlo nao se
lembrou do ar. i, que agora se discute : a le
u 82, permute que >c conten para uposcula-
doria, os sei vicos prestados em qualquer re-
partico ger.il, emquanlo rfue, o piojrcto em
discusso exclue esses servicos, e smente acei-
ta auiirlles que san fritos ein repartlvdcs pro-
vinciaes ; esta dilleren{a, senhores, l.c i.npor-
tanlissima, c na inlnha opimao lie e -
daoprojecto toda a supariondade
a lei ii. 8-2( Apoiadni..) .Suppr.ma-sc o
e pouco me d que passe o projeelo,
ella, que
sobre a
art, 3
ou que
fique subsistido a lei que actualmente regula
as aposentadorlas. Kuvotoe,,, favor deate^pro-
jeelo, priucipal.uei.te pbrque elle tem p^r Un.
cab .reo. esse o,,u. Injusto e lasado que se
te... laucado sobre o ll.eso.i. piovlnclal, obr -
gando-o pagar servicos feilos a outros, a re-
munera, t'abalhos preM.dos.a quem neuhuina
eonsideravao te.n.e neuhum eso .sdo. ervi-
cosque sao prestados a provincia l-4fH.Mdoj.J Se
a le"geral, que o uob.e depuUdo acaba de ci-
tar, apenas, ou smente recebe pira a aposen-
tadrla dos empregados geraes,os servicos pres-
tados em reparticoes geraes.qnal a ratflo por-
que havemns nos de aceitar ; levar em conta o
tempn que o empienado servio, nao provin-
cia, mas ao estado ? Por ventura soniot nos
t.o ricos, que possamos esWarregar-nos de re-
munerar os servicos dos outrt> ? ^;io fueinos
milito remunerando sos servicon f,-itos a
provincia, casseg.irando aos seus serviilores
uii.aposicao v.ni'aj'is i para osseui vrlhnsdias ?
Eu creioquesim ; pois jiie, a i.nsi'iual.ni.i
em ni mil i opinio ser de equidade, mas nunca
de juslica { \poiadoi. ) O que He de juslica, e
o que o empregado publico tem direito de
exigir, he que o estado Ihe de uin ordenado em
paga dos seus servicos ; exigir inais do que is-
so, he querer.coiuo uin direito.o que na i pode
ser dado se nao em favor. ( Apoados. ) Masen.
lao, diiem os honrados inembros, que cimba
tem o artigo, ha de uin empregado perder til
e inais annos de bous servicos, so porque pas-
ta de nina reparllcao geral. para una provin-
cial? Em primeiro lugar, direl, que o empre-
gado nao perde o seu tcinpo, pois que seus
servicos foram pagos: o estado dando-lhe uin
ordenado piopnrcionado ao seu Irabalho, tem
cuniprido o seu dever, tem completameiite sa-
tisfeito ao contrato que existe entie elle e o
empregado publico. E depois, se ha nisso al-
gnma injiislica.he ella praticadj pelo estado, o
nopi'li provincia; he o estado quem deixa
os seus servidores, sem una reinuneraco pe-
lo servicos que Iheprestou.
Nao queirantos, srnhorc9, imitar esses an-
tigos cavalleiros que ainlavam por toda a par-
te em procura de lojusllca para repara-{as.
( Afiadoi.) Disse-se inais, que a provincia fa-
se&do parte dauniao tira ntilidade dos trri-
cos prestados ao estado, e que, portanto, deve
attendc-los c considera-los.
Si. presidente, se nos quizennos alambicar
as colisas a este punto eotao devenios tam-
bem levar ein conla os servicos fritos as ou-
Iras provincias, poique todos elles fa/.em par*
te da unio, c nao nos pode ser IndiOerenU a
prosperldade, de cada uinfl deltas, mas por
cerlo s nobres deputados nao querero levar
a sua opinio a to '.....
Sr. presidente, concordo em que a provin-
cia de Pernambuco, alguma ntilidade percebe
los stvcos preslados ao estado e poritSO
ai ho justo que ella concurra para a apoai nla-
doria ilos empregados geraes, o que eflecliva-
mente acenntece porque quando os emprega-
dos geraes s.io aposentad s. sao com odlnheiro
de todas as provincias, e nos ciucorrcuios com
o nosso contiogeiile( opiiiiii/u)..
O Sr. Camtiro da Cunhn. F. nao pequeo ..
O Sr. I'aei llarnlo Mas senhores, querer-
se que Pernambuco pague s os servicos pres-
tados a todas as provincias, e dos quaeaapriias
percebe uuia pequea pai lo, pane -me de cerlo
milito Inconveniente e mullo injusto.
Sr. presidente, como jadiase, eu julgoquea
provincia j faz limito comoprepara! uin futuro
para os seus empregados, com o assegurar-llies
urna poslcao ventajosa, ludo quanto fr inais
duque isto, he exigir muito dos cufies provin-
ciaes ( apnin/uj. )
Mas. dltenianda os nobrea deputados, o em-
pregado que val servir contando rom aposen-
ladoria tem ja uin direito adquirido, essses
hoioins quando foram empregados eslavam
persuadidos de que para as suas aposentadorlas
seria m recebldoa seus trricos, prestados como
empregados geraes. Em l. lugar, eu duvldo
multo que essa consideracio fosse a que levas-
se esses homens a vireiu servir a provincia e a
prova est prxima, ver-se-lia que apesar desta
lei io nliuiii pedir a sua demisso...
O Sr Jos I'edro : Nem pode, isln garan-
tidos os seus si rvlcospela couttituicao..
O Orador : Pente o meu nobreailligO, ou
eu nao entend bem o sea argumento dedutldo
da constiiuicSo, ou elle nao tuno valor que o
honrado membro Ihe d. lie o rio que aconsii-
lul{0 garante as recompensas conferidas pe-
lo! servicos feilos ao estado, quer clvls, quer
militares ; mas u que eu nao vejo na Conttllul-
co, he que a obriga(o de conferir essas re-
compensa! pertenca as provincias, e lie isso o
uet'Umpre provar. Mas como la duendo, llo-
vido muito que os empregados geraes, que
passaram a ser einpiegadoj da provincia l'os-
sem isso levados, porque contavaiii, que os
seus tervicos geraes seriam (ItClididot quan-
do tive-seni de ser aposentados, c seniio vere-
mos, se no caso de passar esle projeelo, algUIII
abandona por isso o emprego. K de inais, te 0
euipiegado, leudo em vista a lei n. 82,devia
esperar que os seus servicos feilos ao estado
teriam remunerados pela provu fia ; to bem
cuinpria-ihe nao etquecer que etta lei poda
ser rrvogada, logo que esta assemblea assimo
lUliaste conveniriite ( apuindi.)
ni Sr Oeiulada : -- Ua un aparte.
O Orador : Uu eu nao sei o que he ell'eilo
retroactivo, ou os nobres depuladot eslo per-
feitamente engaados, be O artigo dltpoiesse
que ot*einpregados que foram aposentados,
contando-se-llies o lempo na forma da le n.
82 deixassem de ser considerados taes, rasao
teriaiuos nobres deputados para diier que a
lei nroduzia elleilo retroactivo, porni se o ar-
tigo apenas ettabelece regrat para o futuro ; se
elle'uada tem com os empregados j aposenta-
do!, e tmenle lera de regularas aposentado-
rlas que se bao de realisar daqui em dame,
como diier-sc que o projeelo tem Cuello re-
troa:llvo e que val ollender diieitos adqui-
ridos?..,
U Sr. Carmiro da turnia:-do nas espe-
rancas.
O orador : -- As esperancas sao minias vezes
como os sonbos ; desfazeui-se quando menos
se espera. Sr. presidente, oficio que os princi-
pies argumentos apresenladot contra o ai ligo,
sao estes a que acabo de responder ; liualisarei
com urna pequea observaeao : O honrado
membro, que falln cm piimciro lugar Jisse-
nos, que a! aiseiublas provlnejaei cottumam
esbanjar os din luiros pblicos, equepassain
geraimente por pouco zeUdoras desses diohei-
ros : e iofelitmeule, al cerlo pomo alguma
raso tem o nobre drpuiado ueste eu juizo.
Pois bem, esforcriiio-iius por arredar ue sobre
a assemblea provincial de Pernambuco, essa
na i pinino, que porv
i,lu a della foiiiiem ; e
para Uso, senhores, srjamos ames de ludo eco-"
DO micos e teveos na dhtilibuicao dos diuliel-
ros da provincia. Votti muito bem, muilo
bem ( .ipm o'.)
O Sr. Uanoil Cavalcanli : Esle auno vou
lendo algumas esperai^as.
U Sr. Joi Pedro :-- Insiste nat suas primi-
tivas, ulnas, c responde ao oradur que o pre-
cedeu.
O Sr. Aqular: Sr. presidente, eu pensel
que o artigo 3.' do projeelo livesse de ser Im-
pugnado por nutras rascles que nao a de in-
eonslltuclonalidade : suppur, que os nobres
leputados que o eomliateram, se liinitariain
nicamente a faier sentir ,i esta assemblea
que nao eoiivioha seren despresadns os sei vi-
cos prestados ein repartic5ea geraes, para as
aponseniadorias dos einnregados provine*-*,
lias n nobre depulado que aeaba de sentir-
en foi t io longe qne al alcunhou o artigo de
nconslituelonal, ha parte que diareapeito ao
lesprezo dess*a servicos, e bem que o notna-
lepuiail i, q, ni me reflroprotestaste tanto
respeilo pela consijtuico do estado, me parece
que se II.-41 Ii-imIii i de que o acto addit ional
he parte integrante drsss inesma contlilulcao,
porque se lsae rsia lei, que tambein he fonda-
uieutal, verla (quanto a mlmj que ncllie prohlblcao clara de poder esta asseinlila
marcar quantltativo para o pagamento de des-
pegas e servicos que nao sejain puramente
provinciaes. Senhores, a,pii estao as attriliui-
rdesiLisasseniblas provinciaes, e eolio ellas
se letn as seguinles :
Art. III 5, legislar sobre a liaco das des-
pezas iniinieipaes e provinciaes, c os impostos
para ellas necessarios, etc., 7, sobre a crea-
fo, supretsio ennnieacao para os empregos
iiiuiiicipaes c provinciaes, c estabelcciincuto
dos seus ordenados.
Esta simples leilura convence que as assem-
hlat provinciaes lmente podein crear em-
pregos provinciaes, emuniciiiaes, assim enmu
tainbem ordenados provinciaes c nuinici-
pies. Oa. se pnrvenlnra (como o nobre depu-
tado teAl lustenlado nesta casa ), as a posen 11-
dorias devem ser consideradas como comple-
mento dos ordenados que os empregados per-
cebern, he claro, que as as-emblas provin-
ciirs nao podein conceder esse coiiipleiiienlo
de ordenados, seno a empregados puramente
provinciaes, e por servicos da inesiua natoreza,
f muito b........niilo bem apoiido,) e sendo)
islo una vrr.lade Irresistivel, lainb..... he con-
sequencia necesaria que os sei viros prestados
ein ileseinpeiiho de enipiegosgeracs, nao de-
vem nem podein ser atlendidos-uas aposentad i-
rias provinciaes, sem maufesla infraccao do
acto aiMiclonal.
Eu nao descubro, senhores, ein que consista
a IncanstlIUeionalidaae do artigo em discusso,
e bem ao contrario, estou persuadido deque,
se ncoiistilueionalidadi- exisle. o seu asiento
ai ha se na le n. S'.', que vigora mire nos. e que
manda contar para a aposenladorla dos empre-
gados provinciaes os aervifOS |irestadoi em ein-
pregos geraes, contra a ledra e contra o ver-
dadelro espirito do acto addicional. Disseniais
o nobre depuUdo, que a dlsposlco deste arti
go ia aluda ferlr mu uulro preceto da con ii-
tuicio que garante a reo.....nenia de servicos
prestados ; mas, por lliaioi que seja o esfor-
co que sujeite a inlnha lulelllgencia, nao vejo
iieo ilesculiro o ponto ein cpie o artigo, qm* se
discute v contra a constiluico e pon lia Umita-
CO n eoinpeiis.a.qiie he devi la ao empregado
publico ein rasao de seus servicos. l.is|piiuufl-
raparte do preceito constitucional. Ficam
garantidas *s recompensas conferida! pelos
servicos fritos ao estado, qur elvis, qur mi-
litares di-pi.M.o esta que pela inaneira por
que se aclis redlgida. parece dizer respeitn ao
que j i eslava feito, islo lie, aos servicos que ja
li.iviaui sido prestados, entretanto que a se-
gunda parte refere se a aquellos que anda hou
vessem d prettar-se, porque tal hcaliiielli-
genc i a que e dediu das pal ivras assiiu como
n direilo adquirido ellis (recompensas) na
forma das lela Ora, se as recompensas lu-
tiir.as devian jer reguladas por dispoelcoei le-
gislativas, ese a coiisliiuica i denoii ao arbi-
trio do legislador marear as condlcOFS necessa-
ras, paia si* oblerein taes recioiipiiisas.br i la-
rissimo que a aquello Icci o direito de comer*
v.ii .mi modificar as lela este respelto icni of-
l'ensa alguma da inesma consiltuicao.
Foi b.ase.iiido-se na srgunda parle deste ar-
tigo que o nobre d'-pulado .aiguiiieartiiu, e taes
foram as luasdcducri que a natural cundo-
sao dallasdeveriaser esta que nina le pro-
mulgada antes da constiluico nunca inais po-
derla sor revogada a > menos foi esta a con-
sequ ni ia que pude tirar dos principios einit-
lidos pelo pobre diputado.
O Sr. Jal l'edio Eu nao disse isto, nao me
empreste cousas, que eu nao disse...
O Orador: Eu nao preciso, para combte-
lo, cmprcstai-llie couias,qne nao hoiiveste cil-
io, tenho nqui os aponlaiiienlos que lo.....i da
argiiiiientico do nobre depulado, e com as
suas pi opilas p .lacras pollo en liar ein comba-
te.ieiu preci-am de emprenar-llie propo-iee..
que noaejain suas. Eu disse que o nobre de-
pulado. Conforme os principios que eitabele*
ceu, aiiloiisavc a tirara eonsequencia j.i men-
cionada, e que, a ser assim, nao smente nao
poderiain ser Iterados os ordenados conferir
dos nos empregos por leis anteriores consti-
tuirn, mas anda te por ventura algum em-
pregado nestas circuinttncius houvesse de ob-
ler aposentadona, cita deveiia ser regulada
pelo ordenado, cpie exista ao lempo da pro-
mulgaban da cunstiliiicSo, o que, leu. llovida,
nem seria justo, nem o uobre deputado n epu--
reria admittir, poique, por minias vezes o te-
nho ouvido dizer ue-ta casa que a paga dos em-
pregados pblicos deve estar na rasan de suas
necessidadei,sendo eonsequencia inl.illivel .pie
as aposentadoras eitrjam nesta niesina pro-
porefio,
l'de ser que eu nao houvesse bem compre-
hendidn aarguiuenlacio do nobre deputado,
mas pareceii-iueque os seus principios iam l.io
longe.qiie mesmo tenMiain a provar que os or-
denados exilenles ao teuipo da constiluico
nao podiiu sollrer allcraco.
Disse aluda o nobre depulado i|iic os servi-
cos prestados pelos empregados cunttiiueui di-
reiliadqaeridoi,p dirciloi que nao podein, nem
devem ser nullilicados, em raio tlu contracto
que entre ellei e a uaco ou a provincia s'etta-
lu lece, quando acetalo os empregoi cjuc- >e
obrigam a servir, podeudu-sc dcdiuir daqui a
nei i -siiinle de deverem os empregado! ser
temple mautidus uosempregos, que una vez
aceiiavam, e nos ordenados, que a ese lempo
tinham.
Senhores, cu estou persuadido de que um
seini llianie peiisameuto, alm de por em du-
vida o direilo que tem o guveruo de demittir
os empregados ainovivels, vem eslabeleeer
urna preferencia, e criar mu privilegio ein fa-
vor da classe dos empregados pblicos, que
realmente nao exisle a respeilo de classe algu-
ma na sociedade. So por ventura poclesse pre-
valecer como principio correle que quando o
empregado entra em funeces ; estabelece-se
.?. i>
um contracto, de inaneira a nao poder ser mo-
dificado, contracto, que deve ser mantido pe*
lei aom as mesillas eoudic;0.'S que exiitiain
'liando o Individuo foi prvido, ento a con-
setiiieneia-lngica e necessaria que d'ah resul-
tarla, era que o poder legitiirto e competente
nunca podeiia diminuir, nnn m-.....i.M'i'v-
s i ordenados, o que sem duvida seria ah-urrlot
ma* fSlou persuadid, de que se houvesso de
ii:menta lo, assim como sempie tenho vl-to,
na alevsntarla.n duvidas a respeilo da rom-
peleona, nem e Invocara a esistencla de usa
eoniraclo, entretanto que islo nao sucedera
no caso de diuiimiico.
Aiod.i me parece insustenlavel un. semelhan-
le peiisauentn, porque, se por ventora tanto
espelio devessem ter esses dtreilos adquiridos,
des.appaM'ceria osupreino poder do legislador.
e milla e injusta seria a legfslacSo felfa a res-
peilo dos tiihot illeglti.nos, porque ein vtrlinle
de bis anteiiflrcs, muitos individuos haviam
adquirido direito! i|ue foram piejudicadi.s,
loiii como nao deveriam ser abolidos os irtor
gados, porque o saceeisores desle j haviam
adquerulo direilo ellet, por tanto j se vis
que esses di retios adquiridos de que falla o no-
bre deputado, que tanto invoca e que julga de
tanta mili lado, ele :io tem lana consisten-
cia que o poder competente o possa modili-
ea-lm quando entender que as cuuyeiencial
publicas, e que a necessidade da ntc provincia o elljain. Eis as reflexes queme
occ .nem, qoaiiio a iuconstiiucionalidade do
artigo.
Olanlo, porm, vantagem da diiposlcao
que exclue os servicos geraes para a aposenla-
dori i dos empregados provine! es, 11 tnbeiit nao
posso concordar com o nobre deputado quan-
do peosa que esta esclusao val reslringtr o cir-
culo das habilitaccs para os empregos ; mi-
nora me parec que de todas as rasoei por ello
apresentad.as para couib iter o artigo seja esta
a nica,que oll'erece mais procedencia, porque
stou persuadido de- que a exleuso do circu-
lo facilitara nacerlo da etcolha ; com ludo, a-
pezirdecouvir nesta verdule, estou persuadi-
do de que o mal que resulta deise inconveni-
ente he muito menor do que o que resultarla
da dlsn islcSo que actualmente vigora en trent,
clisposieo que a continuar, em breve gravara
de um i m luelra horrivel os cofres provinciaes,
polo derramamento de seus diiil)ciros....
OSr.Jou Pedro: Cumpria provar que se
derramen! assim ai rendas publicas.
O Se Agular; Sr. providente, pois o nobre
deputado nao admiti a possibili lacle de haver
Uin administrador de provincia lao pouco es-
crupuloso que possa despender grandes som-
nias com i ste tervico, fundando seus desperdi-
cios na lei exislenie? nao julga isto p issivel?
pois nao lia nada inais fcil, e con. ippareocia*
de conveniencia; e se esta assemblea me per-
illlltlr,eu mostrare! em poucaspalavras que a
provincia de Pernainbuco pode ser ohrigadj ,i
remunerar servicos que, na maior parte, le-
iiham siJo feitos ou em empregos geraes, ou
mesiiio a nutras provincias. Se un. ministro
quizerque mil empregado seu seja aposentado
em Pernambuco com muito pouco lampo de
servico provincial, recommeiidard MIC Indivi-
duo ao presidente e Ihe eiisinuar que o em-
pregue como lioinem uiuilo habilitado; urna
tal recommeudacvp ter lodo o elleito, e ento
aquel le que minias vezes presin viole e qua-
teo anuos de sel vico fura da provincia, vira no
liiia de um anuo a ser aposentado aqui, com o
ni ais escandaloso desfalque de nossas rendas,
nina ver. que isto seja repelido por umitas ve-
I ii bein sei, senhores, que islo he muito gra-
tuito ; mas nao se dir que s'ji io.possivel que
mu i'inpre^aclu geral e cu... ..... tenue veucl-
nieiilo vc-iiha a ser aposentado ii'iio. emprego
prin ioeial de grande ordenado : nem se pode-
ra contestar que um liincciouario do thesouro
de pequea cathegoria possa ser despachado
pira inspector da thes-uiraria dcsta provincia,
e no Hu de dous ou tres anuos completar o
seu lempo de sei vico, eobter a aposeiiliduria
tm 2:460.000 rs.
(i Sr. Ja' l'cdro: He para f.izer alluso a
iiiioi, eu j fiz houtein um protesto pelo qual
declare! que taes cousideraeocs u j cutrava em
liiil.a de conla. ..
il Sr. Agaiar : -- Deehro que nao fiz a me-
nor alosan a pretenco alguma do nobre depu-
lado, uiesilio me nao leiubrel ilo nobre depu-
tado e iguorava as suas circmuslsucias nesta
questo...,
I) .sr. Jos Pedro da um aparte.)
I) Orador:-- l del esplicacao, se noaquer
aceitar nao respondo ... .i. Objecin ...ais o
loe deputado que o artigo em discusso val
Ooai lar u direito que tem os presideule de ein-
pregar oa funecionarios provfuciaei em com-
inisSdes gciaes, e o.s geraesem couiuiisses pro-
vinciaes, direito que Ihe d a le de suasatlri-
buicdes, qiicrendo tirar dest- mesmo di re to
mais uin a prova de que os servicos geraes de-
vem ser contados para lazer o con.pulo dos
anuos aecessarlds s aposentadorlas obtidas
uosempregos pmvinclaes. Eu emendo real-
mente que esta ricso he lao fiaca, he to pe-
quena que mi merece as humas de una ri-l'u-
taco ; porque a lei de 1 de mimbro de 34 que
sube lece u esta povidencia c que OUltlOiapit
essa I .cuidado aos prest lentes de provincias,
lote ve em consideisco o interesie do servico
publico, sem relereucia a quesi.s tao parti-
culares, sendo claro que una tal providencia
leve por titas investir os presidentes dos uieios
necessarios para bem deseinpcuhaicn ai suas
aiiiibincries.
Sr. presidente, eu entendo que o projeelo
deve passar, e passar logo, porque a lei exis-
tente a don. 82, conten urna dispotico que
nos vai l7er muilo mal. Seuulhanle lei Mi-
nenle poda ia continuar a vigorar entre nos,
se em todas as nutras provincias do imperio
esiiilite igual legiilaco, porque ao menos ha-
veria assim una especie de couipeosaco, mas
nao exislindo, devenios apressar-iiot em rero-
^a-la.
Senhores, acabemos com estas facilidades,
tranquemos o porta por onde se pode com ap-
pareuciat de Justina entrar nos cutres proviu-
ciaes, evitenioi que continu a crescer etta ver-
ba, que j em lao poucoi anuos d una di-
peza animal de icte ou oito coutos de rs.,c pro-
venios que nao be por falla de diligencia que
os iludinos pblicos nao chrgain para as ue-
ccssidades urgentes e reclamadas de notsa
provincia.
l'o:ei: Muilo bem, muilo bem (apoados
i/uiisi i/erciex.J
O Sr. Manwl Cavalcanli : -- O nobre deputa
do, que me precedeu, fillnu mu bein sobre a
inateii i, disse ludo quanto cu pretenda dizer;
MUTILADO
rtess


V

flF**
le manelra que nao tenho quasqnc accrcs-l Q Sr. Bapliita:-- fax diversas considerac-
ceular : enlrctanlo, semprc direi algumarou- es fcrt
2'
sa, sobre o que se lem avaluado acerca da in-
consliluctonalidade do projecto, acerca do cf-
fcito relroaclivo, etc. Senhores, se se ciilende-
leiii estas palavras da constitulco em lodo o
rigor, he inioha oplniiio que nao podemos fa-
erei nleuma, porque nao ha le pussivel. que
niio v: nflender direilos adquiridos, directa ou
indirectamente : a ce.icao de mais uin ciciv.lo
resta cidade, val oftender direilos adquirido i,
porque i'scxlttentes linham o direito adquiri-
do de escreverem elles lmenle nos processos
que se ventillatsem; porcm ncsle sentido, nao
se pude entender a couslitiiico, he preciso ti-
xarmos asnosss ideias a este respeilo, r milito
claramente se tein visto que nao ae lem enten-
dido por lal tu m. ira, e s|o porque ? Porque
nao sao direilos oqui, idos, ,o dlreitos por
adquirir: se mu dissessemos nesta lei que re-
vng i vamos aquellas aposent idirias concedidas
mu vlrtule da le n. SI, Isso sim, nessecasou
direito ji eslava adquirida, mas agora nao, e
sendo como se quer, os marchantes que <-
i.iv un obrigados a pagar 2,000 rs. por cada
res que matassein, nao podiam ser obrigados a
pagar 2,500rs. pirque tinham adqutridcHj di-
reito de s pagar 2 000 rs. Einliiu senhores ,
nao era possivcl fazer lei alguiiia.
O Sr. (iiinlri de Mello :Sr presidente, cu es-
tou Insinu latisfeilo coni a discussau quinto
ao ponto mu que ella tein sido debatida. Ago-
ra una unir i duvida me occorre, c eu deixa-
rel de me demorar nella, se os nohreidepuia
dos signatarios do projecto me responderem
sim, ou nao no que voii diter : os profeisores
pblicos, estio coinpreheodidos ueila lei ?
O Sr. Corra, de llritlo : Nao.
O <>r-i-.<(- liiin mas seinpre dev jaslili-
car esta iiilnha duvida Senhores, a jubilacu e
apisenfad >ria siaoi tica ni a uiesina cousa : am-
bas signilicam libtrlaco doterviro: oa, leu-
do a lei a rxpressa dcnoininaeao de emprrga
dos provinciaes, e sendo os proirssores einpre-
gados provinciaes, nao sei como se nao ho de
entender cmnpiehciididos na disposieo da
lei. que se discute...
1/mA'r, Diputado : Foram exclu Jos depro-
posito
t) Orador : E a disposieo ficaui derogadas
todas as Iris em contrallo, nao comprrheiidt1
tatnbem a lei de lo de juuhodc 18:17, que na
i.inlia upinioj foi derogada pela lei II. 82"
Entretanto, os nobres depuiadus u ciilcndeiu
tainbem asSiin, eu me reservo para na tereci-
xa discussu appres-nlar nina emenda que jul-
go muito necessaiia, exceptuando espresta-
luente os professores
O Sr. Francisco Joo : Sr. presidente, nao
he sem algum recelo, nao he mismo sem al-
gumai apprehencies, que eu vou tomar parte
nesta discuisn : en devia fazer por forja do
. dever, a nianeira perqu fui hontem pelo no
lirr deputado Iristeinenie eomprehendidn, a
ii, mm' i.i un sin.i porque foram tristemente
coiiipreheudidos os tnrus apartes me furca a
lomar parte na discusso
ltealmente. eu me sinlo un pouco acanbadt? etta a ranio que me levou aassignir co
para acoiiipauhar aos nobres depulados no al-
cance que tuiunu a disenssao; eu Sr. presiden
te, quasl me julgo fraco para aprrsant.ir con
sidcraces que apparream, depuis das luniino
tas e sabias rrflexues, que foram ipreientadas
pelos nobres deputados, que lomaran! a si a
defeis do projeclo Sr. presidente, eu dUia
hontem e dase em aparte, e repito, que cou-
vm, que nos aprcscuieiuos iutelligencia c mu
ralidade na factura das Iris, a lei que se discu-
te, nao he Ulna lei felta na oceasiau.uo be urna
lei feila para apadiiuhar pcrlcnrcs partcula-
res, be uin i lei, que otl'erece em si o complexo
de interessrs geraes; he assim que se pode csla-
beleccr o teimo de cnmparacau, entre ella e a
de n. 82 a que parece faier referencia.
Sr. piesidcnic, nao loi seui unitivo queein-
preguei as piimeiras palavras ni iliseusso. c
nao foi sem motivo, porque nos lia vemos de
demonstrar, nao por vas dlSCUSSldcs, mas pm
cada um dos notaos actos; a nos-a lutelllgencls
e moralnlade.
Mas, Sr. presidente, feilas estas considea-
ciies geraes, eu pedirei aos nobres depulados,
que consinian, que eu nesta discussau sej- um
pouco roiuani.-ta, isto be, seguido do direito
romano : a nao estar apoiado na autoridade do
direito romano, eu divia temer entrar na
disenssao, por ti a ouvido ilizer, ora que o
pmjecto era Inconstitucional, ora que era in-
justo, ora que era ante-ecconoinico, ora que
ca prejudicial, e n'-o sel eomo nao licou di
todo esgolada a grande copia dos inconvenien-
te* do lal auale.icuado projecto.
Uin Sr. lUpuiado : -( bencoado. )
Orador :Mas Sr. presidente,a minha ai
gumrnlaco, que lie mal que conforme, e pa-
rece que lgica, i nibora w-nba se aqu tlixer,
que suas propositos nao pddcm ser. ., etllbo-
ra se nos venha di/cr por inais de una ve/,
que seus pciisamrnlns sao falseados, que mo
Ibe rnipieslainos proposIcOes, que llie n.io san
propilas, ci Illa honleni suecedeu mi lem sido
lvidamente apieriada entretanto isia n'-o
sci rastio sufliciiule para que eu deixe de i n-
nunciar com inda a forca o meil peosanientu
^. presdeme, c disse, que o projecto era an-
ti-constitiicion.il : como en nocotillees o que
o ja o leiino ai t go constitucional, a lio sei
o que na conslitueo se aclis definido, que
nao he sen* der, ignoro a iasu daquella classilicactiu. vas
Sr. presidente, nao era tein motivo, que eu
quera ser romanista ; se nos atnoii com a
iujuslica de que o projeclo ollendia direilus
adquiidns : poiiu agora me leinbro com sau-
dade do tempo em que lu juiz, cu supponhu
resolvida esta questtio no direito romano, por-
que aili esto est belecldas as dislinccdei dos
direilos adqueriilos, ou nao adquiridos ; pejo
licenca ao loen nobie mestre, ( diriguiiln-se
ao r. I)i. Bsptisia ) para di/.er, que he entre
o........que se acbam prehenchldSI todas as
condicces em vinude das quaes o direito no.<
lica pe teniendo, e o......presume apenas o
d ainiili un ii i" para cada una ilas rondic-
Voes desse direito, mas quanto ao dounuio
uelle, depende a cousuiiia^'ni desse faci, As-
sim por rxiuiplo, quandoba d.reilns adqueri-
aes, oppondo-se a emenda, nao pela
dnuliina, mas pela inoportunidade com que
fui appresentarla.
O Sr. Mello R'go :-Oe nobres depulados que
aeabam de fallar, impugniram de ceit) mo-
do o artigo additivo que en c met nobre colle-
ga da cominissSo liveinos a honra de assignar.
e se acha em discusso, por duvidarein da
n i iri, '. i le da occatifio; ncliaui urna especie
deenrherloo querer-se que osofliciaes do
cirpo de polieia sejain oon-ideados como ein-
pregados pblicos pira o efl'eito das aio'enta-
dorla*. conforme eslabelece o projeclo; e por
consideraren! aindaos not res deputados que
as funcedes desses olhciaes san meramente mi-
litares, entendetn ser conveniente addiar a ma-
teria, separando-a do projecto, pan ser cousi-
derade, estudada esnbmettlda a disens-ft.
Sr. presidente, a materia paree -me fcil; o
que lia a examinar, he se convm assegurar
aos ntlieiaes do corpo de polica, que servirem
por ceno espifode anuos c se impo-sibilita
rom, una sorle futura, umasnrte com .aquel
la que esta casa lem recooheculo necessana as-
segurar aos inais empregados pblicos. Keco
nhecida essa necessidide, a occasi.io me parece
inteiramentc oportuna.
Priiiieir.iuieolc direi francamente aos no-
bres depulados, que n.io entendendo que os
ollieiaes do corpo de polica sejam militares
Lm Sr. rputodo d uin apirle.
0 sr. Mello llego: Nao, senbor ; no nosso
pat o militares sao aquellos funccioiiarios
pblicos, que alm de.outrai regalas deve-
res que Ibes sao inherentes*- i"o pdcui ser
deinillidos, sentio em viitudi: una senten-
ca de cuiiselbo de guerra, isto ie, Uin tribu-
nal especial, conquisto de inclivintios da mes-
illa ciaste, De lal garanta nao gosam os olli-
eiaes do eorpo de polieia, e ncn dcveni go
sar; aAo deuilllidos a arbitrio do presidente
e posto sejam militares os servlcos que elles
prestaiu, sendo inililaics as funejoes que
cxerceni porque tocaiu a seguranja pu-
blica, nao pilein comtudo entrar na ordeni
dos militares, taes como os d i exercilo. E cu-
to nao sei se sei muilo cabivel essa Idea de
reforma que se lembrou. F.u at no cstou fu-
ra da opiniao daquellei que culendem que
artigo he escusado, porque tratando o projec
to de empregados provinciaes, eslao os olli-
eiaes do corpo de polica contemplados no
numero delscs. *'e parece mesmoque esta dou
trina eslmuilode accordo com o acto addicio-
ual, que cummetle ao presidente nomear i
leiniltir os empregados creados pelas assem
bldas provinciaes, segundo os ter.....s por ellas
eslabelecidas : nesse caso eslao os ollieiaes do
carpo de polica, para os quaes o mesino acto
addicioti.il nao .fes di-tinecao alguma dos de
inais empregados provinciaes.
Nao era lora de pioposito, portanto conside
rar ests ollieiaes comprehendldos as dispo
sifesdo projeclo. Todava julguei que mil
liavia mal eiu lomar etse peusanieuto inais ex
plicto, e provocar subie elle a discussau ; e fu
neu honrado collega o arligo additivo, que
agora se dcl>alc.
Disse Uin dus nobres deputados, que, visto
que os ollieiaes do corpo de polieia Com inais
lacilidade se inhabilitan!, resulu d.ibi o in-
conveniente de toriiarcm-se multo mal fie
quenies os casos de aposentadorias, c auguien
tar-se a despeza publica por ste lado; mas
enteodo eu que essa rato vem alud em meu
livor. Por IsSO niesmo que pela naluriza de
teutervlco, pela asperesa de seu traalboo of
Hcial do corpo de polica se Inuiilisa com niais
I o ibda.Ie do que nutro qualquer einpiegado,
razio ha, para que nos tejamos menoi rigoio-
Ol paia com < lie, paia que a l< i Ibe seja inais
favoravel do que com os oulrus, litio fazendo
excepcoes o.liososas; inasalleiidendo a naluie/.a
de teut servtcol, ( lo um ap irle.) l.nlende o
nobre deputado que isla assemblca nao he
competente para atiender a sm te desses em-
pregados, pori|iie sendo nicarrcgados da se-
guanla publica, deVfIII ser pagos pelos culic-
geraes. INflo lie essa agota a questtio, ueui me
quero por ora Internar nella ; sent talves
moslrasse ao nobre deputado, que bavcudu o
acinadilicioml dado as provincias tima lends
tuo, una adminlstracSo e liacalUaco suas, <
Igualmente uint iorija sua, nao podiaquerer
que sobre os cofres geraes cabisse a despeza
felta com esta. M i-, cuino semilhante quistan
me desviara do ni cu lllll. nao me oceuparei
della.
Sr, presipenie, a qucsltio que se trata de
considerar he simples! os omclaos ilo corpo
ilc polica, nao devi ni contar com um futuro,
lOinoaquelle que a casa lem pruciiiado asse-
gurar aos deinsis empregados proviuciaes ?
I'arece-uie que sim, teusservir. s sai inais va-
liosos do que outros quaetquer empreados, e
por esla is/.io a assemblca lleve atlend. i a sor-
le dilles- Apailc )
Disse-se que lalvez uina medida especial fot-
te inais conveniente ; litio duvidan-i concor-
dar nisso se os|nobri s depulados mcasscguraill
que ella t-ossara litio duvtdarci lucsiuo reti-
rar o ajligo
Vozri: Passa, passa.
O Orador: l'ois bein, nesse caso contando
com o apoio dos nobres depulados, e animado
pelos apartes que me do, cu peco a V. txc ,
r. presidente, consulte a casa se me concede
licenca para cu retirar o artigo*
i un-u11,ida a casa resolv* pela alliintaliva.
A segunda dltCUItio do projeclo n. 2 lica
concluida.
Prlmelra discussiio do projeclo n que be o
seguale
A comiiiissao de negocios de cmaras, de-
pois deliaver apreciado i vidauefite o peusa-
inrnio da prt sideucia coudo em seu relato-
rio S icspctio da reclainacfio da cmara muni-
cipal desta cidade, frita sobie a neerssidude de
um novo iiialadiiitru publicle depois de havrr
i studadn aSSUlUpto em luda a sua extencao,
lem a disliucta honra de subineilcr ao escla-
recido juno desta retpeltavel asseinlila, u re-
sultado dos seus tiabatlios oqual.lie o seguinle;
A coiiiini.ssao depois de previo exame da
inatei a, convenceu-se de (|Ue a cmara iiiuui-
posta de Antonio da Silva tiutmao, neta par-
te, satisfat a todas as necesstdades publicas,
calende a commisiao que ella ett no cat de
ser aceita, sendo modificadas algumas das, con-
lices com queclle se obriga a faier a obra : e
pm- i-sisubjeiti a consideraco desU; atsein-
bla, a seguinte resolucao ;
-. A assembli'a legislativa provincial de Pr-
nainbucn resoDe :
. Artigo I. O presidente da provincia con-
tratar com o cidadao Antonio da Silva Ous-
iiio a eonstruerao de um inaladouro sab as
condijes seguntes :
" I. O emprezario Antonio di Silva Gusinao
edificar um mitadoiiro publico, dentro do
prasode tres anuos, e com todos os arranjos c
coinmodldades constantes da dcscrpfo por
clleoll'erecida em siiaproposta.
" 2. Se dentro deste pa/o o referido empre-
xario nao coucluir a obra,pagar para a faienda
provineiil a multa deBtOwj rs.
" 3. Para giraniiideste contracio, se conce-
der ao dito emprezario o privilegio exclusir
\o de Yo annos, lindos os quaes elle entregara
ao governo o edificio em bom estado.
' I, O mesiiio emprezario receber por cada
rez, que matar I) rs.
' 5. Para oonstrucclo do matadourose Tran-
quera ao emprezario lodo o terreno em que se
acha o assouguc das tiinco Ponas, ou qualquer
outro, que pelo consellio geral de talubridade
publica, for julgado uias conveniente para tal
lulstr.
" Concluida a obra, e examinada por queni
o governo determinar, principiar o empreza-
rio agotar das vantagens do contracto.
" 7. O emprczaiio dar as garantas necessa-
riat para o fiel ciiuipiiinenlo do contracto.
Arl.2. Ficaui revocadas todas asdisposicoes
em contrario. Paco da asscmbla provincial,
12 de marco de iSjl. Ur. Francisco de Paula
Uapt'ita.I'edro Oaudiouo llaliseSilaa.
Depois de algumas observacoes dos senhores
Manuel Cavalcant c liaptista, a>dopiimciro
Sr. contra o projecto, e as do segundo cm fa-
vor.
A discussau lica adiada pela hora.
.Vr. I'reiidcnle designa a ordem do da c l-
anla a sess.io.
' MARI O PHNAIBBCK
BXCirr, 21 DZ MABfO DE 1851.
A Sisembla spprovou hoje em segunda dis-
eu-s.io os projertos ns. 3 e 4, o priuieiro dos
quaes cra inais um lugar de escrivo do civel
na comarca do llecife, e o segundo manda per-
teucer ao termo de Flores todo o terreno
eoinprehendido entre Malhada dos Rois c Har-
a do BltchodeS. Hrax, bem como toda a ri-
beira deCupiti: adioii por oito das a discus-
so do projeclo ii." relativo ao mat.idouio pu-
blico ; e julgoii objecto de deliheraco um
projecto sobre leinies de freguezias.
A ordem do da para ainanh (22) he a con-
linutcao da .antecedente, e priincira discusso
dos projeelos ns. 7 e 8.
O vapor inglez Tay rbegado hoje a noilc dos
porto-do tul, ti nu\e nos jornacs da corle ite
15 do enrenle, e pela leitura rpida que del-
les filemos, i-penas podemos transmittir a
nostos leiiores o seguinte. que de mait impor-
tante enenniraiuot SS. MM. e AA.passaraui
sem novilla.le. O annivesaiio de S. M. a Im-
leralrii loia festejado cun feliciacOeS a lues-
ma seiihnra, salva, embandeiraiiientu c Ihea-
tro a imito No da 8 leve lugar a abertura da
escolla militar, a que assislio S. M. o Impe-
rador.
Pelo ministerio dafazenda se contratara rom
a casa dos Sis. Gomes & Palva a venda de 4000
apolicesde DUUO.OuO rs. por preco de 8(i,a ven-
cer juros do n iinciro de Janeiro prximo
paitado, devendo resllsar-se este empestimo
em dex metes, sendo 100 apolices por mez. O
preyo de 8, dis o Jornal do Comtnereio, ser o
mais alio, que no mercado se tein frito.
'1 iuha-se controciado a illuinlnacao da corte
por meiodejrat, coinoSr. Ireneo Evangelista
deSuuza.a 27 rs, por hora cada cotubiislor,
devendo o contracto durar 25 annos.
Por decreto de 2& do pastado, fol nomeada
secretarlo da legacSo de Paria o Sr Dr. Joo
Alves Lourelro, que servia o lugar de addido
a ii cuna legaeao, lie.indo o metnio encarrega-
do dos negocios iii lia, em vlrtnde da demisso
Jada ao Sr. Jos Maiia do Imaral.
Corra na praca no da da sabida do Ty que
tinba sido apresiunada pelo vapor de guerra
inglez llor/iij lima eiubarcaco com 450afiica-
nos, esta milicia caiecia de confanca.
As noticias do 11 iu Grande alcaiiravam a 5
do correle, de Porto-Alegre ao!.*, de Non-
ti video a 2 c de l'iieuos-Ayres a 27 do passado,
e nenbun movimeuioliavia apparecido de ex-
liaordintii io.
Asgazetas da Baha nao nos foram entregues,
talve pela bora diablada f onze huras da noi-
lc ) em que se abri a malla do Hio.
" COiMiMUMCADO
dos, mas a pane utiu lem entrado no domiuio cipal est u luipossibilidai' de levar a ellelto
b .les, a lei pode dispr detsetdirrilot, a contltoccSo de um novo matadouro, lal qual
O Sr. / o/iti. i : -- \i ni!. bem. riclainaiu as necessidades do seu municipio,
O orador : Porlaniu, avista das razoes aprc- tanto assim que, lendu sido aulonsada por di-
tentadas, creio ler provado que o projecto versas leis provinciaes para laze-lo, nao o ten
nao tu-obra de iiiomeiito, ncn oliendo iliroi- f itu ale hoje,ircnicndu ltimamente ao expe
tos adqueridos Sr. presidente, depois d'cslas diente de pedir no seu rclatoiiu dirigido a pieti
< un-o. i n lies mu simples, que teudcill a pro- deinia,uii.eiii|ireliii.ofcilopclos cofres provin
var, que os lemos, anli-cunslitucional, pre- ciacs, quanUo alias como bem ponderou a pre-
judicial c 'inli-ecoiiomico, foram mal bara- stdcncia no seu rclaloriu, alm dos cotes pro-
teidos, depois d'ealas consideraren s, iiue se viuctaes ja lite haver emprestado no auno pas-
rncaiiiiubain a provar, que nao lizrmos man sadoa avultada quanlia dr i'1 i- i -. que to
doijue por em pratica os principios de direi- depressa nao podci reverter paia elles inlc-
to universal, tiadosdo direito loiuano lonle gralmenie, esio a caigo dencs militas oulras
de tudo o direito, cu concluo volando a favor
do projecto.
O Sr. /iiipiniu:-- Minio bem, multo bem.
Encerrada a discusso he o arligo submell-
do volacs e appruvado.
Em seguida vai a meza, e be apoiada para
entrar em discusso a seguinte emenda.
As disposifes dos ailigos precedentes sao
applicaveis aus ollieiaes do corpo de polica.
titilo Htgo. horros Falcao.
O Sr. Manuel Cavolcanti: Sr. presidente,
a mai. n.i dcsia emenda me parece muilo gra-
ve, e anda nao pude pensar acerca della, pa-
rrce-iue inesuio que ella nao lem multa co-
nexo com o projeclo, he una especie de
t-uclieilo, no quera votar contra, porque
pode ter que a sua disposico arja conveni-
ente, tamben! no potso volar a favor, porque
reptlo, nao p-nsej, cuiupna-uie por couse-
Obrat, nao menos importantes e ingenies, d
que, niii tanto, se lem de prescindir por falta
de lucios.
A mesiua cominissao lainbeiu e.-ia con-
vencida de que pur lucio de rmpretlimci
mcdiaulc um juro mdico e rasoavel, a ca-
nata municipal nao poder adiar oapiUMJS
para cousliuccao desta obra, alias de tutuma
Importancia e palpitaute uecessidade, sendo
ella inesina que, em urna iiiforiuaco dada so-
bre a proposla do cidadao Antonio da Silva
Gutino, para construir un inataduiiio, n.'io
soa|iprovara a planta du matadouio que o di-
to Gusiuo se piupo/.era a inandar consliuir,
enao laiiibeui cunfcssva nao ter podido ve-
rilicar o cuque sumo para que lia aiiloiita-
da, por uao baver quem quucsse a elle pret-
t,r se.
a Assim, de accordo com o pensamiento da
queucia propoi o adiaiiieulo ; mas isso deinn-, presidencia he a cominissao de paiecer que
n caso tul no ba oulru incio a reconer-se,
uao o de emprezas. E como quer que a pro-
ra o projeclo, c heu que eu uo quero ;
.auto uo sel como rcsolvcr-iue.
sino-1 pie
por-|em
< 6CL
l.-se no relatorio que o Exm, Sr. presiden-
te da provincia aprcseulou asseuibla pro-
rincial, do crreme auno, na parlesaude
publica o seguinte:
Sobre os habitantes desta cidade, e espe-
cialmente sobre a ilasse menos abastada, e
por isso ii.r-n o digna de luda a atleneao, pesa
lia anuos, uin mal que he lo grave, logeral-
llienle sentido que cu nao posso deixar de
chamar sobre elle vossa acurada atlen(o,
pediudo que habilitis ctta presidencia com
unios ellica es para remov-lo: fallo do mo-
nopollo na venda das carnes verdes.
i. lie fado aveiigu ido que alguns marchantes
onliiiai! entre si, inanim o inouopolio na
venda das carnes verdes. Sendo este genero
de prlmelra nicessidadc, deveui da adminis-
trarn publica pailir medidas, que lllabcle-
ram a abaslanca.
- Pde-se fater Idela do grande vexame tof-
fridopela |.opulncao, com os altos presos aque
o inouopolio lem elevado este genero, sabeu-
do-se que us lucros cbegaui para saciar a
cubica dos marchantes, depois de pag.ls as
vutlidas despezas para arredar a concurren
ca; sobresahiudu entre estas a de urna im-
pusi^io dupla, a que calculadamente te tuei-
lain, poli que tanto importa pagar o imposto
correspondente a lili rases, quaudo ordinaria-
in. me iuu>to luenus sao as exponas venda
em cada dia
oo su a eouiiuodidade e bem ettar da
popularn, como inesmo a moralidade publi-
ca altamente reclama providencias, que in-
til! .c-iii senolliaule espcculafo. IVo lllsen-
lirei se o sT.iema de laxar os pre(os de gne-
ros desta o un e/a he ou nao proveitoso, por
que a lei du 1 de outubro de i828, o rrjeila,
e duvido da competencia desta asscmbla,
para altera-la; mas ao alcance dcsla assem-
b e i esl.nn medidas, que nao etcaparo sna
sabedoiia e que sao sullicieules, para arredar
o mal, que aiuda hoje soffire populaco desta
cidade. a
A' vista de urna tal exposi(ao, o espirito
publiuo desde lugo se pronuncia contra os
marchantes cubicosos monopolistas, e o povu
torna-oi responsavell dos males, que sollre e
si-nte, sem que saiba a causa, que ora se
explica e de m a urna a convencer; pois que
o txni. presidente da provincia mesmo se mus-
ir convencido de ser o monopolio da venda
das carnes verdes a causa do vexame, que pesa
sobre u puvo, e da dnninuicao da venda nuj
mercado, dando como facto averiguado que]
alguns iuarcliaucs couluiados entre t, man-|
lem o monopolio na venda das carnes verde.
No podemos, pois, nos que somos do pov.0
de|xar de explicar os (actos afim'de nos dell'en-
dermos do infamante lsbo'decoblcosos, mo-
nopolistas, evexadoresde noss'o'i'ir'maos, prin-
cipalmenie da ciaste mellos abastada da socie-
dade, que he realmente a nossai apeza'r de noi-
101 /ero chegarem para saciar,'nona- equ'fi.
Assim obrando, longe de mis ajintepeo de
j contrariar o pensanicuto nefbee, e paternal do
I Exm. Sr. presidente da provincia ,dc occorrri
s necetiidailcs do pov i, procurando'melho-
I rar-lhe a sorte, e proporl6iir-llH- lucios de
suave siibtistencia. 1 pesado tjlb'uto csina-
ga o povu desta capital, c befo exorbitante
piefo |ioi(|ne se Ibe vende a carne ; objecto
de priincira nccs'sidadc, ou dllp- se.qirfvt'O
povo, e sollre noque Ihe^he mais precioso,
a subsistencia ; ou faz o sacrificio de seus pou-
eos teres c antulh.vse-lhe ,a pobreza, i.lim-
pie, pois, remedeiar esse grande mal.
O pensamento, como ditiemos, lie paternal,
h -iililnne, .onios os prinieirns a reconheeer.
' Existe o factocaresta da carnemas a causa
disto? O monopolio? Nao. Tal monopolio
nao existe. ,
He inleramonle livre e franco OCOinmercio
das carnes verdes; entra nelle queiu quer; e
como diier-sc he facto vei iguailo a existen-
cia desse monopolio ? Que exeinplo se poder
' apnntar de ser excluido desse raiuo de negoisio
'quem quer que seja que sejulguc para elle
I habilitado?
Os Senhores deputados provinciaes, toman-
do em considerafo a parte do relatorio do
Exm. presidente da provincia relativamente a
este objecto nomearam urna conamisso afim
de averiguar os factos e dar a respeilo o seu
parecer, pedimos encarecidamente illustre
commisto que minuciosamente examine jtte
negocio, pois convencer-se-ha enlao de que
o oommerclo das carnet verdeshe franio,
s a elle nao concorre quem nao quer. O
espirito do mal tempre (ulando contra a pros-
peridade alheia, aluda niesmo que esta pros-
peridade nao seja real, mas apenat lupposla,
procurando na cijilicaco de todos os factos
o bello resultado do descrdito, c decadencia
do hoinem probo e laborioso, arteiramente
introdiizindo-se por toda a parte, espalha en-
tre os lioniens de boa f o veneno da calumnia
de que est cheio e ri-se da sua obra. Gum-
prc pois, appellar para os factos, oppr nina
forte barreira ao desenvolvimento da calum-
nia, chamar a attencao dos homrns crdulos
e de boa f alim de que suspendan! o leu
julio at operfeito esclareciinento dos factos.
0 Exm. Sr. presidente da provincia, em seu
disvello para com o povo confiado seus cui-
dados, sollicito em procurar-lhe todas as van-
tagens, estigmaiisa os marchantes, suppundo
I que a sua cnica os leva a fazer da venda das
carnes verdes um monopolio reprovado, cujo
' resullado he a falta de abaslanca (l'um dot
I gneros de prlmelra neeessidade. E pois a
i S. Exc. e ao publico devenios urna expplca(no
i da existencia desse mal que no diriva do
' monopolio, poit que tal nao existe, mai de
[oulrai cousas, que com toda a verdade nos
i propomos a expor.
He por todot tbido que em tempo de tecca
' por tal inaiieii a lorna o sol os pastos, que ap-
' parece una espantosa inorlalidade nos gados
! Conieguintemente torna-te elle etcatto e caro
A rez, que em lempo de abundancia se com-
pra na pinten i das I lleudas, por exeinplo,
por 18 e 20 mil ris, nao eusla noi tempe de
tecca menos de 30 c 40 mil ris.' Ora como
d'est'arte deixar de encarecer o mercado a
carne verde? D'aqui resulta a diuiinuico da
|ii i na, pois que ncn todos pdein occorrer
ao augmento desta despeza. Desde que dimi-
nu- a procura nccesiariamenle leem os mar-
chantes de (matar menos bois, poit que d,.
conliiio perderam a carne que no lege-
I ero que adotila espera, de sorte que os rnar-
chante! tenso de um lado pona inlalivrl se
Veiidcrcm bjratn, teudo comprado caro, e por
entro lado.lambcm perda. se querendo vender
caro, no fon- a carne procurada, sao obriga-
dos por frca oeste ramo d'industria a matar
tinto .| ii i ii i,, poder ser consumidu sem que
si II i no prejuizo ein seus capitaes empregados.
Accrsce aiuda que para a diuiinuifao desle
genero no mercado muilo coucorre a disposi.
{ando arligo 15 do til. 4 das posturas da c-
mara s. : ni do a qual lodos os ncougues se
fecharo no vero s 4 horas da tardes, e no
invern s 0, sob pena de una mulla de 10,000
ris. Ora vista da liuiilaco do lempo, nao
piidem os marchantes, sem risco de licar per-
dida a carne, expor venda mais do que a
que suppoem poder ser consumida nesse tem-
popois que, a que resta nao poder resistir
ao calor do nosso clima, e licar em inu et-
tado sem que possa ter mais vendida.
O que tica dito hr patente e bastara para
e>pilcar > facto de caresta e diininuico do
genero uo mercado sem se ir buscar a causa
no monopolio que por certo nao existe. Mas
nutras o uitas ciicumstaucias se dan anda,
que explican! a causa da caresta. Ningiiem
ignora a necessaria despeza com que sao sobre
carregados os marchantes era todo o proeesso
desta industria at O momento de vcnderriu a
carne.
He assim que pagam o imposto de 2,500 rs
500 ris do imposto municipal '.n % dos
novos direilos, l.nllO de comprareni na feira,
500 res de condueo da feira para o acouguc
1 .liiiii ris dos dous carniceiros, 200 ris decou-
dueo*do mal.iibiui u para o deposito, 80u ris
de campillo, 5tlO ris de pasto e pastadores,
8,01)0, pouco inais ou menos, de aferices e
revises; Juis libras em cada arroba, pelo
preco que he vendida a carne, ou ao corbador
ajiiiiii ni se ludo isto os alugues dos ta-
inos; e dir-se-ba com raso que a causa do
augmento do preco da carne que vexa o povo
lie 11-ol uin da cobija dos marchantes?....
Do facto dos grandes prreos que pagam ot
marchantes de alugueis dos talhos nao se pode
nem deve deduzlt a consequeucia de que o
monopolio isso os coudii/; e como muita
gente ptide ter ideias falsas este retpeilo
cuinpre-nos explicar este facto que por si sd
be nina prova valente de que tal monopolio
nao existe.
Por un i postura da cmara municipal te
dcleilnim.u que os aennglli s fosseill i sbele-
cidos lias casas do patrimonio da inesma ea
nina. Sitas na ribelra de S.-Jos, para ahi,
mi-, edneorrrara os marchames, c cmo es-
sas casas, pela mor parle, pequeas rj'sein as
eoiiiiuiidiil.i es necessarias uo se prestavam
ao iini para que crmu dclerinioadas, tasaxiu-se
ot man liantes obligados a di.peuilerC3lll.l-
das sumuias para adopla-las ao seu i(iMui,er-
co. Mas esta postura, provisoriauenl' sanc-
. tonada pela presidencia, foi derogada pela
asscmbla provincial, licando desde enlo ao
arbitrio dus maichautes a esculla de seus es-
l.iln lieimeiilus, onde nielhor Ibes conviene.
Sendo pottat em pra;a por arrematado, as
i ,|. i idas casal da ribelra, foram os marchan-
tes sobre ellas laucar, pois que leudo feito
crescidas desperas e achando-se ah montados
nao Ibes podia de mudo algum couvir procu-
rar novos eslabellclmenloi e occorrer novas
despeas; esta uecetiidade, aperlaudo a todos
ahi ettabclecidot, ei-loi picando, e cada qual
mais gucrreando-sereciprocamente; resultan-
do d'alii licarem por um alio preco ; lamo mal
quanlo acamara municipal esperando mesmo
e&se resultado, uiandou proceder a arremalaco
de talho por talho, e no englobailaueotc como
ca cuslume fazer-se ; de surie que aquellos
queja est ivam est lo lenlos e montados cut-
a de Irabalhos e despeas, no querendo pau-
sar a outrns o seu talho por elle montado se
va na necessidade de picar, ciubnra picaste
elle por um exorbitante preco.
Eis a verdadclra cama do interesse do'
marchantes em pagarem a avultada quantla
de 200.0HO ris, c mais por talhos que eitam
longe de valer a inetade. '
Agora perguntaremos : havert uina com-
patihia r marchantes ligado por um repro-
vado e lininoral monopolio ? Se tal houvrsse
como explicar a guerra que se fi'eram reci-
procamente na arremalaco de talhos? Anda
tutus ntin foi a arremalaco feita por cada mu
de per si? Ese fora urna companhia, nao lm-
tava que mu ou (iois se apresentaite pelos .ni-
tros '.' E deste modo nao chegariam por certo
os talhot ao alia preco a que chegaram. An-
da je se podesse provar que s exiitein ns ta-
lhot arrematados por alto preco lito na rlbel-
ia, cni.-.o se poderia acreditar que de propo-
sito se reunlram algum marchantes para af-
istar os outros da concurrencia. Mis dis-
tinti, como exilteni tallos por toda a pirte,
pudendo quem quer estabelecer-se Jlvremen-
te, nao se pode dlzer sem estar em erro que
existe o inouopolio dat carnet verdes. Nao
querendo nos d modo algum oceultarot fac-
tos taes quaes te pattarain, e mesmo porque
o Exm. Sr. presdeme da provincia refere-se
mi sen relatorio uin imposto duplo a que
calculadamente se sujeitaram os marchantes,
pagando na razan de'lid reres, quando milito
menos sao expostas venda ciunpie-nos ex-
por o que a respeilo exactamente se pasin
ilavendo diminuido a- enracca dat carnes
venios pelos motivos .que ja flcaill ditos, e
no resultado d'um eonluln, o arrematante do
imposto das carnes verdes sentindo uina ta(
mudanca d comas com o que te echara
pri jtidieado, ameae i m marchantes de fazer-
llie guerra a brindo' elle mesmo uin talho, em.
bora vendes-e por menoi preco a carne e
com algum prejuizo ( poli inaior era o que
s.iHa no imposto) collocando os marchantes
na alternativa de ou toflreVem pela guerra
d'um tal i ei,i tu 11 ule, aeonte, etltln que o re-
sultado seria abandonaren) etse negado, po-
li que nao podiam, como o arrematante, per-
der, ou tujitar-ie pagar mais doquede-
vei i.uii pagar, na raso da dlmluuicao da ma-
rinea.
Ora estando os marchantes, tenao todos ao
menos alguna desde mullos annot entregues
a este ramo de negocio, carregadot alguns de
numerosa familia, trm metnio habilitaco
liara outro genero de industria, o que fazer ?
Elles foram arranados por forca da necessaria
.i I le i aefin havida no mercado pelos motivos re-
feridos, e pela coliso em que os col loco u o ar
rematante te Mije^tarrm, nao ti tima impnsi-
v.io dupla, mal 'sim pagando mais 190 rit por
cabrea sobre o imposto devido. Todava nao
iiiirou por inulto lempo etta imposi^o ; pois
que augmentando de da em dia o pirro do
i ado em raso de te tornar elle cada vet maii
escasso, no poderam ot marchantes tusicular
esta imposieo e declararan! ao arrematante
que nao podiam "continuar pagar-lhe inais
ilo que o devido imposto. Desde este uio-
iii. nio ,1, t, rniinnu-.se abrir seut talhos e
com ell'eiio se acha boje fazendo parte deste
commercio.
Dr-se-ha anda, que existe monopolio ? As-
sim como o arrematante, queiit quizer nao se
poder estabeleeer ? Ninguein dir por cerlo,
que o que honve dos marchantes para coin o
arrematante foi resultado d'utn monopolio;
mas quaudo folie, esa extincto o comproiiiis-
so dos marchantes para cotn o arrematante
ha mais slc quatro me/.es e lendu apenas exis-
t i do por muilo pouco lempo.
A' vista do exposto, que f pode merecer,
quem quer que seja, que alterando a verdade
dos factos, piecui a f i/or erera S. Exc o Sr.
presidente da provincia que o marchantei
couluiados para saciarem sua cubica a tudo
se stijeii.iui .' Tem-se procurado, vulgarisar
a idea de que existe una compaubiade mar-
tes colligadot para o monopolio dai carnes
verdes : o que linios dito completamente
destlente uina tal caluma, mal querendo an-
da mais patentcar a falsid-ade de nomos Ini-
inigos invocamos a Cmara municipal, ella
que diga se as imposices respectivas, con-
signaces Stc., s.o pagas por urna coiiipanliia
ou represntame della ou se cada um Indivi-
dualmente retpundc por ii, e por leu eilabe-
Inaiiinii.ii. Se o desejo de bein averiguar os
factos, e no o capricho, ou m volitado pre-
sidir quem se quizer incumbir de exami-
nar o que te passa relativamente ao commer-
cio das carnes verdes, fiear de todo patente
que lie um erro a soposieo de que existe
monopolio n'este ramo de negocio, alias in-
teiramentc livre c franco. Lastimamos, co-
mo liomeni e como cidadaos os males que
sollrem uossot iriutios, desejara-mns, te em
uussas man estivesse, allanar d'ellet a neces-
tidade principalmente de primera ordem;
mas no dependjudu de nos as alleracdes oe-
cetiarias no mercado, sendo ellat proveni-
entes da natureza das consas, s6 a Dos in-
cumbe dar o remedio, conceda-iiot elle abun-
dancia de gado e livrc-noi doi atrevessado-
resque este se vrndei barato ; desde enlo se
comprar mais e a venda da carne verde b i-
ralear, tambeui, por isso que haver abun-
dancia d'ella ; e em ultimo resultado o povo
ter abaslanca, n'este genero, bem como em
lodos os mais: E pois, em- vez de illaquea-
rein a boa f dus bomens honestos e lisu-
doi, em vet de occaririarein sobre ot mar-
chantei os odios populares, devorad, esse g-
neros do mal que gucrreaui o trabalho e In-
i.resses dos iiomens probos e laboriosos, er-
guerem os olhos para Dos, e pedir-Jhe per-
do para seus peccados e maldades e depois,
que derramatte tua grac.t pelo povo propor-
i ion mi.lo-ilie abundancia para te acoberla-
i .tu da miseria.
iiisculpe-not o retpeitavel publico te por
laulo lempo demoramos a sua attencao ; mal,
reipeiladores da opiniao publica, ns devla-
iiuis urna dellsa as aecusaces geraes e in-
justas de que bavefliot sido victimas.
O Marchame.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Iteatlimentodo dia 21 2i:5*0,43i
Descarreyam hoje 22 Brigue S. Domingos mercsdorias.
Barca Suwri'-Fih idem.
Itrigue Coneelfio de, Marta idem.
Itarc* Flor do Porto idem.
Itriguo llandolpho csrv3u.
Patacho Luiher mercaduras.
CONSUI.MiO GKKAL.
itMnlininiiit) do dia21
Diversa provincias .
3.062,647
243,061
3.305,708
EXPOHTACAO.
Despaehoi martimos no dia 21.
Trieste, brigue sardo Constan!, le 291 to-
neladas : con iu/. o seguinte : 3,500 saceos
com 17,500 arrodas do atsucar e 1,500 cou-
ros salgados com 51,675 libras.
Canal, escuna inglesa Adolpho Jales, i'1*
161 toneladas : coinluz o seguinte : 2,03i)
saecus com 10,150 arrobas de assucar.
MarsHllis, brigue h aneo/ Colombe : con-
.|uz oseguiuie: 3,006 saceos com 15,utf
arrobas de assucar.
llECEBEUUKIA DE UE.NDAS C.EIUES
IM'EltNAS.
lludiuteulo do 4i> 21..
.1:446,823
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


r.
RlO-DE-JANF.IltO.
CAWMOS NO IIIA 14 DE MASCO.
Londres, 29 I;4a29 ifd. esterls.por I/rs.
P.iris. MO rs. por Tranco.
Lisboa 88 a 90 por cont de premio.
llimbiirgo 0:0 a filfirs. por marro banco.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
Metaes. Oncas hespanliolas .
da patria 28#Ti00
Pecas de 0/400. vclhas. 16/000
Modas de 4^000. 9/000
Peso liespanhei. 1^910
da patria. 1/S10
Pataruca .... 1#920
Apollce de 6 por cento 87 Ii4a88
provinciaes ... 85
____ llnrnnl dn Commtrcio 1
Os?
Movimento do porto.
Navios /mirarlos no diait.
Mar Pacifico -4S mezes, gslera americana
Tu/cany, de 299 toneladas, capilo B. II.
Halsey, equipaeom 80. carga, azeite de
peise ; aocapitfio. Veio refrescar ese-
gu para Sg-Hahor.
Trieste-figdas,' escuna austraca Angeoti-
' de 183 toneladas, capilfo G. Brunn,
equipsgemIS, cargs farinhs, ac e mus
'gneros ; a Me. Calmon & Companhia.
Rio Grande do Sul 45 dias, briguo nacio-
nal Ksperunca, de 201 loneladas, capllSo
Anastacio de Oliveira Mondes, equipagem
13, carga carne ; a Amorim IrmSos. Pas-
sagelrn. o l'orluguaz Jos Maria lavares.
Na* <>s sabida* no metmo dia.
Boston Barca americana l.unelle, capitSo
ti. G. Grotnn, carga assucar.
Rio de Janeiro Brigue escuna nacional
Utintla, capil3o Manuel Marciano Ferr i -
ra, carga as-uoar c mais gneros. Passa-
geiros, Brasileira Francisca Benedicta
da Conceicao e 2 escravos.
Ofrercaro.
Sahio para Tundear no l.ameirjio, para
acabar de carrrgar, o brigue sardo Coman-
te, (-pililo Ciovanni Lavarello.
KDITAKS.
Fsco saber a quem convier, que achan-
do-su vaga a substituidlo da cadena de
rhetorica do collegio das artes desta aca-
demia, est posta em concurso com o pra-
10 de tres me7.es da data deste. E, para
constar, mandei a (filar este no lugar do cus-
torce, e publicar pela imprensa. Olinda, 1i
de marco de 1851. -- Visconde de Goianna.
Perante a cmara municipal desta ridade
estar praca publica, nos dias 2-2, 26 e 27
do correle, para ser arrematado, por quem
rhais der, o rendimento do imposto de 50C
rs. por cabera de gado vaceum, que se con-
sumir as freguezis do Poco, Afogados,
Varzee, Muribeca, JaboatSo e S. Lourenco
Os interessados podem comparecer, muni-
dos de Banca idnea, no pago da misma c-
mara, nos dias indicados.
Paco da cunara municipal do P.erife, em
tesso de 21 de inarcu de 1851 Franeisrn AW-
lonm dt Oliveira, presidente. Mimarl P. Ac-
eiuli, secretarlo interino.
Ignacio los Pinto, fiscal da fregu/ia da
Boa Vista, em virtude da lei, etc.
Faz publico a disposic5o do artigo si-
guite da lei provincial n. 91, do 7 de maio
de 1841 :
Art. 5. Logo que o cemiterio estiver
ero estado de po 1er recelier os cadveres,
ficarSo prohibidos os enterramentos coi
qnalqueroulo lugar, dentro da ciJade e
M'us suburbios, excepto os dos principes e
bisos,
E para que ningucm possa llegar ig-
norancia, vai publicado pela impens, II-
cando to-.iii e qualquer pessoa ha intelligen-
cia deque he obriza la' a observar Stricta-
mente as cundicOes e osposic,iV s do legu-
lanieninile 17 de fcvereiro de 1851 Ob
pena de seren puni las, segundo as postu-
ras municipaes vigentes.
Freguezia da Boa Vista, 20 de niarc.0 de
1851. -- Ignacio Jote Pinto.
Manuel Ignacio de "Oliveira Lobo, fiscal da
freguezia de S. I'r. Pedro Coinjalves, em
viiluda ila lei, ele.
Faco saber que se acha en seu inteiro vi-
gor o disposlo nu artigo sepilite da lei pro-
vincial n. 91 de 7 de n.aio de 1841:
Art 5. logo que o ceinitciio estiver
em estado de peder nceber os cadveres,
ficarDo prohibidos os enterramentos em
qualquer oolro lugar den ir.i da cidade e
seus suburbios, excepto os dos principes e
bisos.
E para que chegue ao conhecimento d"
todos se mandou publicar o presente edi-
tal, na inteligencia -'o que todos silo obri-
gados a observar sliiclamenle o que se
coutm respeilo, noregtiianientn que bsi-
xou da presidencia, em 17 de feveruito do
corrente anuo, sb pena deserem punidos
na conformidado das posturas municipaes
vigentes
Freguezia de S. Fr Pedro Goncalves do
itecife, em 21 de marco de 1851.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
m
I )ep, I tira cao.
.Nao S<< leudo elTeclusdo o contrato de
fornecimenlndi) pilo e bolacha para o tri-
mestre de abril a junho, por isso do novo
convide-se a quem inleressar fazer dito for-
necimentOj a comparecer is 12 horas da
inanha do' dia 24 do correte, com suas
11 o| oslas na lfina estabelecida, leudo ai -
tenc3o a que, os que se propozerem a dito
fornecimeolo, devero ter promplo o nu-
mero de arrobas de bolacha, que de mo-
mento se Iho pedir, sem que possa allegar
falta de lempo, ou outro qualquer motivo
Sala das sessOes do coust-lho de IddlTnis-
tracAo naval, 17 de marco de 1851 O se-
cretario, Chrislovao Santiago de Oliveira.
Thealro tic Saiila-I&bel.
RF.C1TA EXTRAOItDlNxRU I.IVKE DA AS-
SIGNA1L1U.
Itliiliii, 22 1>E MAHCO DE 1851.
Espetando dramtico.
Depoia que a orchestia liver executado una
das melliorea onveriuras, a coinpaiihia na-
cional dar a prinieira representacao do mag-
nifico drama bellico, ornado de coros, e de
grande esnetaculo dividido em 5actos :
A DEGOLL OS UNNOCKNTES.
I'ersonageni.
lierodes, rei de JudiaGermano.
Anienophis, seu primeiro iniuislroCoala.
Jacob-Silvestre.
Puarael, escravo( oinibra,
Jlo, o Propheta Itayinundo.
/.icarias, suiiiuo SacerdoteScbaslio.
Arlasi.abral.
EUearJoi Al ves,
Um homem armadoSanta Rosa.
TTin LevitaJoaquim Pereira.
m PonlificeCimba.
MarlannaD. Jnanna.
MarinaI). Emilia.
RacbelD. Soledade.
RibaD, Rila.
Magos, Augures, Levitas, lrraelitai, Iludie-
re judias, meninos, soldados romanos, es-
cravoJ, etc., etc.
No segundo acto a senhora Augusta Candia-
ni cantar, em pnrtugOcz, urna excedente aria
.rniii p,i nliada de coros.
Toda a msica 'he da composlcio do maes-
tro cavallelro Joaquim Gianlnl. O vestuario
inlciraineiite novo e a carcter. O administra
dor einpreiario a nada se tem poupado para
que o drama suba a scena ornado de to-
da a pompa e brilhantiamo que rermer o seu
autor.
Comeesr as 8 horas.
Os bilholes acham-se A venda no lugar do
costme.
Os Srs. assignanlea que quizerem es aeus ca-
marotes e cadeiras, terao a bondade de
mandar buscar no esciiplorio do theatro at o
dia 21 ao meio-dia, depois dessa hora os que
resi.in-ni sero expo TIlEATU B AI'ULLO.
cmimMin FatKCRZA,
Dirigida pela viuva Perteaux.
Kcprescutncao 'Xtrnoriliiiui'iit mi
liti '2 i lo crlente.
Primeiro acto.
Dansa de corda, esecutada pela familia.
Siyundo acto.
(is grupos piramiilaes por toda a familia.
Terceiro acto.
Os joros icarios seguidos das desleseles
pir Mr. Lurteaux, eosjovens Brmonlc
Charles.
Quarto acto.
O trapezio pelo jovem Brmond.
Lescordages francais pela familia.
Quinto acto.
Ogyro a cavado por to-la a familia, o
qual ser terminado.pelo sello da pirmide
executado por Mr Berteaux.
Sexto acio.
Osquadros vivos por toda a familia.
Primeiro quadro.
Hercules e Anteo.
Segundo quadro.
O anjo de amor.
Terceiro quadro.
O roubo de Orpheo.
Quarto quadro.
0 juizo de l'.n is.
Quinto quadro.
AS qualro parcas.
Sexto quadro.
A mnrtedoTheokaly.
Madama Bfrtcaux participa ao respeita-
vel publico, que uo d represeulaces es-
tes das para que os artistas por ella dirigi-
ins possam descancar un pouco, alim de
no dia 25 do coi rente darem urna represen-
Isqo extraordinaria, lano pelas v.iriHCiles
como pelo lodo do espectculo, o qual, el-
la assim espera, sera digno da admiiaclo 9
do enthusiasmo geral.
Os quadros vivos serflo inteirament mu-
dados, e executados segundo as pinturas
dos principaes meslres; ellas sorilo repre-
sentados com um novo genero de illumi-
nco.
Madama Berlenux espora qu o respeita-
vel publico pernaiiibiieaiiii se dignar de
concorrer a esle espectculo alim de ani-
ma-la nos esforcos que faz para auradar-lhe.
f .-
Avisos martimos.
I';n i a Halii.i salte em pon-
eos diiis, por ler grande parle da
carga promptu, o patacho nacio-
nal folenle : para o resto da car-
ga trata-se com os consignatarios,
Novaes 8 Companhia, na ra do
Trapiche n. 3 |.
Para o Aracaly sabe imprelerivelmen-
tn, at o fitn do tnez, o hiale nacional An-
gilicu : quem nelle quizar carr'gar ou ir
de pa.-sagem, dirija-so a ra da Cadeia do
Bccife n. 49, primeiro andar, ou trate 1)0
trapiche do shrodilo com o meslre.
Para o Asa sahe por estes 10 dia a gall-
la 88. Trtmt.ide : quein na loesnia qiiiier car-
ri-Rar ou ir de paaaagein, dirij.i-se ao seu enn-
Blgnatario Francisco Alves da Cunha, na NI
do Vicario o 11, primeiro auga/.
Paia o Porto saliira com toda a brevi-
dade o bergantlni i. Manuel I, eapililo Jos
Francisco Carneiro : quem nello qurzer car-
regar ou ir ue paisagem, para o que tem
os mais Cejados cornrnnilos, dirija-se ao
meso.o capito, ou a seu consignatario, Ma-
nuel Joaquim liamos eSilva.
Ouem tiver cuntas com o briguo fran-
cez Carde Nationel, queira ipresenta-las at
segunda fsira, 21 do corrento, ao ni"io-iiia,
no escriptorio de seus consignatarios, N. 0.
Bieber & Compaiihia, ra da Cruz n. 4, pois
que depois daqoella li ira nao se responsa-
bilisaiii por qualquer conta que Ibes srja
apresenlada.
Vende-so uma barcaca denominada Pri-
meiro Laurentina Nova, de lote de 30 caixas,
multo em conta, a diuheiro ouem letlras
de boas Urinas, ou troc.i-se por alguma pro-
I riela lo nest praca, A mesma barcaca s'
ta, para ser examinada, fondeada no Forte
do Mallos, junto ao eslaleiro doSr. Jacinto
EstevJo. O mi'smo dono tambem vendo ou-
II a que est prximamente a ebegar, pelo
mesmo negocio, d lote de 18 a 20 caixas :
a tratar na ra da Cadeia do Itecife, loja nu-
mero 51. _______. '
Leiles,
- Fox Brothers taino l.-ilo, por iuler-
venC'lo do corrrlor Oliveira, de grande sor-
timento de fazendas inglezas, as mais pro-
prias do mercado : seguuda-feira, 24 do cr-
rente, s 10 horas da maiihSa, no seu arma-
zeui, ra da Cadeia.
James llyder & Compaehia farflo leilfio,
por iulervencilo do correlor Oliveira, e pot
cuota e risco de quem pertencer, de mditos
lotes de chitas e oulras fazendas inglezas
variadas, chegadas | roximamenle de Li-
verio( 1 pelo brigue Sutun, e de algumas
deterioradas pelo cupinr, etc. : quarla-fei-
ra, 26 do correle, as 10 horas, no seu ar-
inazem, roa da Cadeia.
Juo Xavier Bibeiro de Andrade tratou,
antes da sua reliada para o Hio de Janeiro,
com o corretor Olixena, da venda em lei-
|Bo de toda i. mubilia e mais trem de sos
casa, cuiisislitido em cadeiras, canaps, me-
siiihas, mesa redonda, cuinmvda, niesinha
de costura, Icilo e colchflo, tudo de jaca-
randa, e do igtians artigo* d'oleo, secreta-
ria de amarado, cadeira* ti'' balango, tou-
nadores, estantes, mesa dnjaniir com ca-
beceiras, carteira para esciiptorio, cadeiras
americanas para Jarditn, marquezasde con-
lur, coiimo la envernisada, baeia do ani-
mo grande, banheiros, qu-.dros, pedra de
filtrar, mangas e castices com ditas, ditos
le hronze, porcellana dourada, dita usual,
linea para mes i e cll, trem de cozinhn,
moinho*, muitos ornamentos para sala, e
innumeraveis outro* artigos muilo supe-
riores, como seja um lindo piano, etc. : le-
ra, pois lugar dito leilflo, qninta-feira, 27
lo corrente, s 10 horas da manha, na ra
lo Sebo n. 21. perto da Trempa ; e tudo so
vender sem limites em precos.
Avisos diversos.
Pelo prsenle declaro que recebi do
llm. Sr. Jos Claudino l.eite, a importancia
la lettra que me devi, vencida em 25 de
l'evereiro de 1843. a qual me fui rouhada na
imite de 26 par 27 de j*neiro passado, co-
no consta dos aiinuncios feitns eedital do
t. de fevereirodo correte armo, coja im-
portancia recebi na reforma de outra let-.
Ira, ficando, por tanto, aquella referida let-
tra sem eITcito o nenhum vigor. Itecife, 18
le marco de 1851. Gabriel Antonio.
Foi furtado da ra Imperial, no dia 21
lo correte, pelas 4 horas da tardo, por
uns comhoieiros que foram para as parles
los Afogados, u n cavado vermelho, de bo-
nita figura, simia por fazer a ultima muda,
dinas compridas, ancas de porco ; tem dous
signaes que parecen) mal de beata, sendo
um na barriga do lado direito, e outro em
cima das ancas : quem o pegar nu delle der
noticias, dirija-so as Cinco Ponas n. 111,
que ser bem n compensado.
O Sr. qj? annunciou querer comprar
um escravo e uma escrava de 60 a 80 anuos,
sendo que aimla qiieira, dirija-so ra No-
va n. 38, loja, qoe la encontrar um par de
galhetas mes lo como o Sr. deseja.
No dia 19 a tarde desappar*ceu a preta
Anua, crioula, alta e scrca, rio tem denles
na frente da (arle superior do queixo ; le-
vou vestido do chita escora e panno da Cos-
ta ; consta que osla escrava so acha pelas
Cinco Ponas ou seus arrabaldes : roga-ae
s autoridades policiaes e cap tiles decam-
po, ou qualquer pessoa que a encontrar, de
a mandar pegare levar a ra do Arago n.
5, que se pagaron todas asdespezas.
Na ra de Sania lliereza n. 8, lava-fe
e engomo a-se com toda a perfeicSo.
Desappareceu, no dia 5 do corrente,
uma preta de mime Gracia, do naci Ce-
Cange, de 40 minos o cor bastante preta;
levou panno da Cosa, vestido de algodSo-
/inho e saia prela por cima, e urna (amella
de peixe com dous tacos de folba na pona i
quema pegar, leve-a a Fra de Portas, ra
lo Farol, en casa do Cbagas, que sera bem
recompensado.
Sociedide ilteatral Nova Thalia
O primeiro secretario convida aos socios
,ra comparecerem no da 23 do corrente,
pelas 6 lloras da tarde, para tratar-so de
negocio de molla urgencia da mesma SO-
ciedade.
I'recisa-se alugir uma preta que nilo
seja muito moca : quem a livor, annuiicie
para ser procurado.
A abaixo assignada, vi.lva de Antonio
Jos Correia de l.ira a Mell i, lazscienle aos
credores do casal do tinado setl mando que
est proeedendo ao respectivo inventario
pelo juizo de orphSos desta eilade, em vis-
ta do que deven justificar os seus dbitos,
ahm de sei ultendidos no mesmo invena-
lo. Becife, 99 de marco de 1851.
Jironyma Sumico de l.iru e Mello.
JJ|., &.- -.-.,.-i .....^,^;^mJ ,,..i:^ ,.-
JosZachariss de Carvalho, Dr, em I
medicina pela univeraidade de Co- *
Imbra, participa ao respeitavel pu- I
I blico, |ue tem lixado a -na residen- \
(i ca no Itecife, roa da Cruz n. 6, pri- i
% meiro andar, onde o poderBo procu- ;
rar a qualquer hora do illa ijj
m~~- i-lrf----- i"^^"- I;
Um aldante de prep ratonas roga ao
autor dos versos, que forain publicados no
Diario ile Pirnambuco n. 63, do s-gunda-
fer.i, que os man le imprimir avulsos para
o esludo de regencia n is aulas d primen as
letlras, em SubstilUHH aos enfullinaos li-
orecol, l> JoSn de Castro e Cunes, boje
Up obscuros a vista da etareza dessa subli-
me produjo, onde, alcui do mais, ciicou-
tra-se todas as regras graniiii.iticacs, e lu-
chados tropos ; com o que muilo obriyara.
Proclsa-se, para Nazarelli, de um pa-
deiio boni ofllcial,equetrabalheem ludo :
tratar na ra do Crespo, loja de Carvalho
& Haia.
Santa Izabel.
Iljje haver sorvele no l> tiquim deSan-
lal/iliel, e continuar tudas as nuiles que
bouver espectculo.
Caf dos a eos.
-De boje em di>nle haver surveJe no ca-
f dos arcos, junto ao Iheairo velho.
--No da 18 do crreme desappareceu um
relo de nomo Flix, de nacSo Ho^ambi*
itue, altura regular, denles limados, com
alguus podres, c s tem baiba no queixo :
toga-se rs autoridades policiaes ou capi-
I3es de campo que n apprebendam e condu
zm-no ao Hotel Francisco, quo IcrSo gene-
rosamente recompensados.
Historia Sagrada do anillo c
novo testamento,
enriquecida com notas e rellexOes moraes,
para inslruccSo esanclilicafu dos fiis, pe-
lo presbylnoJ. I. Boquetle, cavalheiro da
imperial orden) da llosa, e soci correspon-
dente da academia real das scieucias de
Lisboa, 2vols em 12, eucadernados, illus-
tradoscoui 120 viniiet.is, sabio a luz em
Paris, e vende-se no paleo do Collegio, ca-
sa do lino A/i. i. lulo pr< ca> de 8,000 ris.
Brilha uesis obra ronscienclosa a lingoa-
gem pura econecta que he propria do au-
lor, um n 11 'xo mu i notavel das liugoas or-
giuaes, a que neates ollimos lempos ello se
lem dedicado, e por vezes a elegancia e no-
lire eslylo, que s em Vieira ae encontra.
He precedida de un excedente prefaciocom
urna iniportaule noticia acerca dos livros
santos, e completada com um appendice
conlendo a historia abreviada da Terra
Santa dos uossos olas.
Desappareceu em o mez de fevereiro
prximo passado um escravo de uome Jo<,
de naeo, o qual representa ter de 30 a 4o
anuos, com os signaes seguintes : tem uma
helideom um dos olho*. socco do corpo,
altura retflar e pono barb ; levou cami-
sa e ceroula de algodo da trra, punco des-
nmbaracado na falla, cujo escravo foi com-
prado ao Sr. Thomaz Antonio Maciol Mon-
leiro: pede-sa as autoridades po'iciaos e aos
capille* de esmno, onde quer que elle seja
encontrado, que o prenlam, e por esta mis-
ma folha o aotiunciem para ser procurado,
ou o ennduzam ao seu senhor JoSo Francis-
co ilo Reg M'ii, na povoncode Apipucos,
quo serSo generosamente recompensados.
A o publico.
Desappareceu. no dia 9 para 10 do corren-
to, do eo(?enho liba da l.iberdade, da fre-
guezia da Fscada, um escravo de nome Ro-
mfln, de nacio Angola, de 20 anuos ponco
mal* o menos, alto, secco e sem barba ;
tnm no queixo inferior um encliaQ') de um
caroco levou ceroula e camisMe algo llo ;
julga-se ter seguido para a praca : a pesso*
que oanerebender, baja de o entregar a
seu senhor Alexandre Jos Gomes, no mes-
mo engenbo, ou na ra da Praia u. 46, que
ser recompensado.
Arren la-so ou ven le-se um sitio com
diversas fruten as, baixa para capim, e mul-
lo perlo da p-aca por ser no principio da
estrada nova quem o pretender, dirija-se
a ra do Trai iche-Novo n. 10.
-- No da 26 do correte se ha do arrema-
tar de renda annual. por sor. a ultima pra-
Qi, umarmazem com trapiche, que serve
de ponto de embarque dama do Brum, e
um aillo de terraa, com casado vi venda,
arvoredosde fruto, no lu{ar da Torre, a
margen) do rio Cspibaribf, por lano quan-
lo for neressarin para pagamento da execu-
Cflode Manuel Pereira M galones, contra
I iiiz Amonio Rodrigues lie Alenla, emea-
minhada pelo jeito da segunda vara, es-
crivilo Cunba.
~ Alugi-se uma preta para ama de casa :
na ra da Aleg ia n. 1.
O- credores dos Srs. Francisco do Pra-
do Companhia silo convidados para se
reonirem boje, 22 do corrente, s duas ho-
ras da tarde, no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa, alim de deliberaren) sobre
as medidas, que deve.ui tomar relativamen-
te a seus legtimos inleresses.
O aliaixo assignado, subdito de S. M.
Fidelissima, relira-se para fra do imperio
a tralar de sua sa le, e deixa por seu pro-
curador bastante a Gabriel Antonio de Cas-
tro n .mies Antonio liento de Araujo.
Nu dia 28 do andante mez, linda a au-
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz de direito da
primeirii vara do commeicio. Custodio Ma-
nuel da Silva GuimarSes, se hado arrema-
tar um pequeo sitio no lugar da Capungay
avaliado em 3 000,000 rs. por execueu do
legitimo credor da viuva li rdeiroa do f-
lcenlo bi criare! Antonio Jos Pereira : he
primeira pra^a.
(i Sr. Augusto Fescher, que tem co-
cheira e n Fra de Portas", queira diiigir-s
a ra do Pires n. 3, na Boa Vista, a fallar
com Jo.lo Cypriano Bangel, a negocio que
uo ignora.
Aluga-saum moleque pira o servico
le urna rasa cslrangeia de pOUCa familia
quem o liver dinj -se ra d i Cruzo. 15,
que achara coill quem tratar.
--O Sr. Frailesco Jos Cerqueira Alves
de Barbota lem urna Caita na ra do Viga-
rio ii. 7, on le tambem se deseja fallar com
o Sr. Sebastian Pereira Marques Bastos, ou
alguem por elle.
Manuel Jos da Cunha vai Portugal.
Oli-ida.
Boje lia lorvela no Varadouro.
Bruiiet Am, subdito fiancez, relira-
se pira o lu de Janeiro.
Curativo de cscravos.
t) Dr. Miiscoso lem singado uma rasa na
Solo la le, on le reeeheia escravo* para Ira-
lar, ou fxer qualquer operacilo cirurgica,
pelos precos seguintes :
Molestias chamadas internas 2,000 por
lia.
Ditas exteriores 1,500 por dia.
Se por acaso algum doente demorar-so
em curativo mais de 50 dias pagara d'ahi
em diante somante i.ono rs. por dia. lie ta-
mantii certeza que lem o annunciante de
curar lioinico, alinean coto as ulceras por
mais invetera las que sejaIII, que lio duvi-
ja subjeilar-se a condigno de s recebera
terca parte do estipendio, caso uo entre-
gue os escravos perfeilainente curado*, (is
doe'nles lerSo a roupa e todos os utencis
precisos para seu Iralamento, e sero pen-
sados COQ lodo o desvelo. As pessoas que
quizerem mandar seus escravos para se Ira-
lar, pode i dirigir-ae so consultorio ho-
noeopalbico da ra Jo Collegio II. 25, das
9 horas d i inatiha a urna da tarde, e das 3
as 5 da tanle. O preco das operagOes suia
justo conforma aqualidade deltas.
Compras.
Com rana-Be os o jeitos
seguintes em bom estado : um ba'cHo, ar-
maeo, alguns CCX0*S, um luaco de balan-
ga com conchas e mais alguns ulensis para
venda, uma piea para deposito de ago'r-
dente, urna Olla para dito de niel, urna
quartola para szeile decarrapalo, um ler-
no de medidas de pao, dous ou tres ditos
lo folha e urna carteira pequea : quem ti-
ver qualquer dos referidos ohjeclos, au-
uuncie.
Conipra-se um preto de 60 ou 80 annos
uma preta da mesma idade : na ra do
Collegio 0. 91, primeiro andar.
Oompram-se
escravos bonitos e robustos para dentro e
Tora da | rovincia : na ra larga do llozano
andar.

Ja cldade d > Rlo-Formiso, pel mirgeir ci .
mi Jo rio STi'ihcui do la 11 do sul. o enrc-
ho Caxoeirlnha como* seguintes quisit^. e
,l)ictos declarados, e sem elle. O seu terre-
no he de tres quartos de legoa para aque.n do
sal e meia legoa de linente a ponte, br.
dispor mareosa 45 annos, sem _contradicen
ilgu.ua, como consta dos aeus ttulos ( o seu
slo be tod barro, quer seja l.ideira, quer se-
i vanea, tem bastante maltas virgen*e ncllas
bastante mmleira de cr.nslruccao, lie bom inoe-
dor com agoa, porque nioe com o citado rio ;
o seus edilicios sao. casa de engenlio sobre
pilares tapado todo de paredao, cavco rte cal
e til lio, lauque de agoa da mesma forma,
com un forte ejciirinliotc de ferro, tambem
ricaobrae duravel. una far.ios casa de ba-
gado, com tres theso.iras e duas lacanicas, es-
tivada sobre ui.ideir.is lavradas, boa setra do
agoa proMipta de ludo, casi de purgar e en-
mmenlo, ludu l'n inado obre paredes de
lijiilo e pedra est reiiionUdd como pre-
ciso para sua ni inufactura, ludo co bou) es-
tado, boa cipella, urna rica smala, firmido
ludo sobre t dio, com um terrado na frente
firmado sobre columnas e soTrivel casa de vi-
venda, sendo .....11 le terrea e melada sobra-
dada, casa de fazer f.irinha, estribarla, casa
de emprrgado, forno de coslnbar obras de bar-
ro, o cercado be todo de vallado e llinpo. um
sobradinho dentro do engeuho, e mal urna.
di-.nl! nao prouipti com nido, que pode dis-
tillar quareiiii eaoadaide liquido diariamen-
te, cupis preparo* san, 24 cubas i>ara garapas,
duai pipas, um load que leva 2 pipase meia
ib-liquido para deposito, cluecos, bicis, res-
filador. fai lodo o preciso de agoa. deica gira-
pa no alambique, delta as caldas fora sem que
se pegue nelli.e aem ser Incido por bomba,
40 boii o meo-., ti carros, ti burros, 2 quarins,
lli escravos e safra que pode regular 1,500
(>aea.
__Vende-se englobado ou a pirte um en-
geuho novo denomina lo Independeiite, no
fundo do engenho cima, que nioe com anl-
inaes. O seu terreno ne de meia legua ein
quadro, e firmado sobre marcos, c qu isi co-
lori todo o seu terreno le maltas virgens e
com elle os ohjeclos seguintes, ou sem elles,
lOliois maiifos, 20 cavallos, 4 escravos e safra
que pode regular 1,200 pies : quem pretender
dnija-se nesl.i prae.i, ap Sr. M inoel tiunc.ilves
da Silva, que lile espora a forma dn negocio, e
no* engenhoa ao seu proprietario e rcsideoie
Pedro de Mello e Silva.
MSM^Aft*-^ AV'A^iiiftfcAift
Sarja liespanhold.
'1 Na loja do sobrado amarello nos qnatro ^,
caaos di roa do tiueiuiadi n. 2U, ha
f^ para vender se mu completo sorliuieiilo >
4 des.nj.1 deseda preta verdadcirahesp.in- js>
<* hola, a prejosde agradar ao comprador: gt*
m^**V*VV VVV*'v'Wf
Vende-se um a ai niacao e balean que ser-
ve para venda : na ra do I.ivrameuto nume-
ro 14.
-- Yende-sc urna niobilia de pao d'oleo, ou
troca-te : quem a pretender, dirija-seao pateo
do Carino segundo andar di sobrado nume-
ro 9.
~ Vcndem-se pnlitds e j.iqurtai de brun de
novo niiidello. ebegados de Franca, pnr pre(os
muilo coinuiodos : na ra do Cabuga luja de
Jos Peres da Cruz n. 2.
-- Vende-te a loja de calcado na rua da Pe-
nda com alguns fundos : quem a qulzer com-
prar, dirija-tea rua Dirciu n. 33, jumo a bo-
tica.
Cha homoeopathica.
(lia lioiiicopatliico em embru-
Ihoscliinezi'S, a mil ris cada um :
ven Ir-se no pateo do Collegio, ca-
sa do Livro Azul.
Mello Freir.
Vendem-se compendios de pratica por Mello
F,eire, Iraducco porlugueza : na la da Auro-
ra loj i de iiioileiro a. 62.
-- Vemleiii-se palhas de coqueiro a 1.O0 rs.
o cento: defronte do cngenbo Giqui ao p
do porto, ou dir ja-te a loja de encadernacao
na praca da Uuiao o. 12. ou na rua da Assuuip-
cao n. 3G.
-- No armazem do baraleiro Silva Lopes na
porta da alfindega, vendem-ae bacaibo de es-
cama i. li lien rs. a barrica.
__Vendem-se dous escravos pardos, um de
20 anuos pililo sangrador, bom canoeiro e
ophoni l'eiior para siiio, e outro de24 a 26 an-
uos niui o bom bulieiro, e todos de boa con-
ducta : na rua da Aurora B. 24 segundo andar.
Vendem-se pr pucos commodot o com-
pendi i de Direito Natural por /eiler, e os
Elementos do inetino direito por Ferrer N. P.:
na rua Nova n. 41.
Vendem-se as ultimas caisas de tuperio-
res charutos deHavaua, pelo diminuto preco
de 8.UU0 rs. a caUa de 103 para liquidacu :
no escriptorio da Viuva Cndino S Filhot,
|iia(iiiba "lo ( orpo-Santo n. UG.
-- Vende-se una BruiacSoque foi de venda
com todos os seus perlences em bom estado,
por preco coiiunodo: na rua das nco-i'oa-
tas ii. 154. N.i iiiesina precisa-se de um rapai
portugus de 14 a l anuos.
. -- m t *at sssmmmwwwB
Na loj i do sobrado amarello nos qua- |
ir cautos da rua do Quciinado n. 29, i
vendem-se mantelete! pelos dcseliin, rv
eliain.ilole e grot de naple, com ricos *
enfeitese com bico preto de mais de pal-
i in,i de largura, sendo o* mais modernos 3
que boj. lia, los de linlio prel is borda- ||
llosa seda, corles de vestido de saija ,g
B preta lavrada, padrSrtde muit gosio, a
' seiim preto para vestido de senhora, ^
i sarja de si da prela legitima hespanhula,
meias de seda pela de peso, e oulras fa- jj
I. elidas linas, ludo por piceos muilo 'A
:J em conla. I
# ^mamMm mmmmmmm* i
Vende-se urna parle de um engenho per-
lo da praca. cuja safra he de mais de 2,000 pac,
rom boa casa de vivenda e oulras, com 30 ani-
maet e tambem alguns bois e 13 escravos :
quem o pretender, enlenda-se com Jos Theo-
doro de Sena aqui na praca, ou no Poco onde
he sua inorada.
liara toaos Srs. acadmicos,
do f Por nielade de seu valor as obras : para o
primeiro anuo /eiler, Hurlainai|iie, Puileu-
doif, Martiue; para o segundo Delensor da Re-
ligiao, exposilur mnderiiissimo de I rii-iasd-
cu. I i mu i, Const.tuicao notada, observaces
a ella por Silvestre Pinheiro, e as no lines
postillas de analyse da cnnstituico ; terceiro
.. IO 11,1.1, i ili lil' llUlllia, Ol aipai].. *........-.-.,.-.., .v....
,,^:r;:.,::^,;m^crava,quesa,babemUsr
engommar, cnzinliar e euleuda de custuia, v Lisbo, Couvela Pinto, tratado de
____l^. ..... .. Aa l,,.u nnn,,,H lid orlen ,.-._ ti...i.i. u.i.,____
ii lo nioe i e de boa conducta : na pra^a
da Boa \ isla n. 28.
Compram-se dois preos, sendo que
agradem, para traballiarcm em padaria ou
aiug .ons : en) Fra de Portas, rua dus Cua-
raiapes, padaria i). 4.
Cumpra-se prala lina de galio em
grandes e pequeuas porces : no armazem
ue illoiiiiu-e."io, i na de Santo Amaro.
Cotnpra-se um braco de ba-
tanea grande, que seja bom, e oi-
lo arrobas de peso : no becco do
Azeile de l'eixe n. 7.
Vendas.
Yeude-se na ditiancia de 2 legoas e meia
testamentos : e para o quinto Smiih, Maltbeut,
compendio de economa do jl)r. Aulran, Ma-
nual do Tabellio e Doutrina de acedes. Qual-
quer destas obras he etseucialissiuia por se-
ren as.fonlcs do direito : na praca da l'niao
loja n. 17.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ds. (i, 8 e 10,
luiidirao de ierro.
Moinbos de vento
eom bombas de repucho para regar borlas
d baixas de capim : vendem-se na fuudc3o
de lluwman 61 Me. Cllum, na rua do Bruio,
ns. 6,8e 10.

MUTILADO
IlLEGVEL


Vendemse arados america-
nos dos modelos mais approvados;
na roa do Trapiche n. 8.
Pecas de chitas rosas para luto.
Vendem-se pegas de chitas limpas, ordi-
narias, para luto aleviado, a i,500 e a 120
ra. o covado; e cortes de cambraias para
vestidos, bonitos padrOcs, a 2,600 rs. : na
ra larga doHozario o. 48, primeiro andar.
Vendem-se superiores livros em bran-
co, de diversos lmannos: em casa de Kalk-
mann Irmlos, na ra da Cruz n. 10.
Vende-se cha tvysson de superior qua-
lidade, o melhor que tem vindo a este mer-
cado ; vellas de espermnccto americanas ; e
meias barricas de farinha gallega : em ca-
sa Je Maiheus Austin & Companhia.
Botn e ha rato.
Na ruado PasseioPublico, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se cortes de cal-
Cas, de fazendas escuras, encorpadas, pa-
dres emitando easemfra, pelo deminuto
prego de 1,500 rs.: a elle, meus amigos do
bom e barato, antes que ae acaben).
Vende-se urna pedrade mar-
more brame, com 8 palmos de
comprida, 3 de largura e meio de
grossnra : quem precisar, dirja-
se ra da Praian. 55, na lypo-
graphia imparcial.
Ve.idem-se caixns rom cera
em velas do Ra de Janeiro, com
sortimento a vonla.'e do compra
do.-, efumo em folha do melhor
que ha no mercado : na ra do
Trapiche n. 5, e^criptorio.
Sarja Hespanhola para vestidos.
Vende-se sarja preta inulto larga c inuito
rncorpada limpa a 2,080 r. t na ra larga do
IUw.il io n. 48, primeiro andar.
cimento.
Vendem-se barricas com cimentoj pro-
prio para qHalquer nhra que possa rece-
ber agoa, assim como para aljeroz e Ira-
peiras, prximamente chegado de llam-
burgo, tambem se vendem as meias barri-
cas por prego commodo : atrs do theatro,
armazem de taboas depinho, a fallar com
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
Jo3o Matlieus.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos Leite, ainda continua-se a vender as
bein condecidas pecas de chita a 4,500 rs. e o
covado a l'.'il rs., ditas para caberla a U,000 ri.
a |.t\ :i. p o covado a 60 rs., casias para baba-
das a 240 a vara, brins de linho azul p de rO
res a 300 rs. o covado, cobertores de algodiio
grosso para escravos a tilo rs., ciscados inons-
tros a 200 rs. o covado, chapeos de sol de pai-
nho a 2,000 rs lencos de cambraia linos, ro-
deados de bicos a 480 rs., ditos de seda de co-
res a 1,500 rs., grvalas de setim a 1.500 rs., e
ontras umitas fazendas, as quaes deixain-sc de
auiiuiH iar para nao oceupar lempo.
>i> Veude-se urna pela >la Costa, de <
>. bonila figura, de 2i a 26 anuos, que <
i* lava bem e he quitandeira : trata-se *;
f. na ra do Vigaiio n. 19, segundo jg
i* andar. *
AA^MMAAAfc-iflsAAliAAftAi
Farinha fontana,
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
Bichas de Ilamhurgo,
vende-se ludo por precos rommodos : no
armazem de J J. Tasso Jnior, na ra do
Amcrim n. 85.
Aos 1(1 r .":>()<>.<><>) c.
Na loja de miudezas da rua da Cadeia do Re
cife n. 40, vcndeiu-sp os mili afortunados bi-
Ihctns, ineios, quarlm, decimos e vigsimos
da iiifsin.i lotera. i)iip corre imprelerivcl-
nirnte em 2 de jiinliu vindouro, ou antes se so
VI -lid.'i em OS lilil, l'
Bllbflet
Relos
Quarioa
Decimos
Vigsimos
l'ara a
Paitas preto m ill
3.20(1. 4.100 e 5.00 I rs o covado, casimira pula
de dilfereules >|iialiilades, sarja prela, selim
de maca'o, e outras limitas fatenda por ba-
ratos precos : na ruado Crespo ao p do arco
n. 2.
Admira, mas he verdade.
Manteletes e capotinhos de cambraia,
guarnecidos de bico de linho, a imitacflo de
blotul, pelo din.imito preco da 6,000 rs. so
0 bico o fuitio val mais ; a ellos antes que
soacabem : na rua Nova n. 6, loja de Maia
Hamos & Companhia.
Aos 50:000,000 ris.
Ta rua larga do Rozario botica n. 42, recc-
beu-sc a lisia da dccima-lerceira lotera do
Cicateo de S. Pedro de Alcntara e alo Ibraui
vendidos os seguintes numeros que sahirain
premiados, a saber : Wi'l 200.000 rs. meio 3i47
200.000 rs. : 5734 100,000 ra. nielo ; 5577 rs.
OO.OOO i 594 4(1,000 rs. filiarlo ; 4470 4,000 rs.;
945-40;000 rs., bein como liillieirs da oitava
lotera para indemnis.icao do tbesonro pu-
blico, chegados ltimamente pelo vapor lm-
peralrii, 01 quaea e vendein pelos precos se-
gnlntes : intelros 23,000 rs., mrios 11,500 rs ,
quartos a 5,900 rs oitavos a 2,'Ji.O rs. e vige-
iimos a 1,400 rs.
Vende-se em casa de J. K. Lasserre &
Companhia na rua do Trapiche n. II, o se-
girfnte por precos coiiimodos.
Farinha liaron, primeara qualidade,
Vinho de Bordeaux, superior,em quartolas,
Vellas stearlnas, em calas de arroba,
Saceos com farelo, novo,
Livros rin branco de todos os tamanhos,
Peonas de ac,
Cabos de linho, de todas as polrgadaa,
Cabos de maullha de iodos as polegadas,
Verdete, primeira sorle,
Cbiiinbo i-iii len9ol,
Chumbo em barra.
Papel de ppso superior,
Cimento, francez,
Barricas com oca,
Barricas com almagre.
\endem-se escravos mocos e de
bonitas figuras.
3 negrotas de 14, 15 e 18 anuos com habili-
dades, que cospiii e engommam.
1 prela de 20 anuos cun una cria de 0 me-
zea, que cose e engomma.
4 eacravos de 22 annos com algumas habi-
lidades.
10.000
5.000
8,000
1,100
0(0
rjuaresma.
11 boa qualidade e novo
2 ditas de 30 annos, que engommam, cozt-
ti.1 ti 1 e lavam de sabo.
1 mulatinba de 15 annos, que cose bem.
1 preto(sapateiro de 23 aunos, que corta e faz
toda obra.
2 ditos ptimos cotinhelros, endo un de 18
annos, e ontro de 25.
1 dito bom marlnhelro de 25 annos.
2 pardis bonitos, e bons para pagem.
6 negros de 22 annos, bous para todo e qual-
quer scrvlco.
Na rua dai Larang'elras n. 14, segundo
andar.
Lotera da matriz da Boa-Visto.
Aos 10 c 5:ooo,ooo rs.
Na loja de iniudeas da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inteiros, meios,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
orre impreterivelmente no dia 1 de junho ou
antes sr se vender os bilhetei.
bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,000
Quartoa' 2, Quintos '.|0
Decimos 1.100
Vigsimos 00
Sarjas de seda lisas e lavradas e
panno preto.
Na rua do Livramcolo n. 14, vendein-e su-
periores sarjas, chamalote lavrado e de lista,
setim maco de superior qualidade, panno
muito superior preto para casaca, casemira
preta, lencos de setim para grvala, e outras
nimias fazmdas linas para o tenipo prsenle
da quarrsiiia. p por precos que obrigam a
comprar quem nao tem precisfio.
Bom e ha rato.
Vende-se gomma em saccas mui nova, cha-
peos de 1- lili 1, sapatos brancos para hoineiii c
meninos, e cera de carnauba primeira surte a
(,000 rs. a arroba, ricciiiemente chegada do
tracal* : na rua da Cadeia do Bccife n, 49
primeiro audar.
Vendem-se amarras de ferro : na rua
la Scnzalla nova n. 4-2.
Na loja pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Santos, rua do
Crespo n II,
vende-se sarjas pretas heapanholas, ptimos
setlns pretos e chamalotes de pesos para ves-
tidos de scuboras do bom-tom.
Altenco.
Ilojesahir a luz a importante obra
Cl 1 un 111 os de > a t tito ila- l.'o lites
dividido em tres parles ; a primeira tratando
dos direitos absolutos dos estados ; a segun-
da dos direitos condecionaes dos estados em
suas relaces pacificas c terceiros parte final-
mente dos direitos dos estados em suas rea
{Oes hostis pelo Dr. Pedro Aulran da Malta
Albuquerque. Escusamos entrar na analise
desle compendio, e muito menos na sua apre-
ciadlo, porque u autor he bem condecido
por suas loses, experiencia no ensillo deslas
materias, e sobre ludo pela maneira lucida
clara com que csi concebida a redaccao.
Vcndp-sc iinicainenle na iivraria do ciliclor
proprlelario uaeharcl Abrcu e Lima : no pa-
leo do Collegio, casa do I.ivro Azul a 8,000 rs.
cada obra.
Hua ti.. Hozano larga n. aa, se-
gundo andar.
Vendem-se 5 escravos mocos para traba.
I no de campo; I pardo bom buheiro e de
boa conducta ; 1 dito bom carreiro; 1 mu-
latinho de tSannos, mullo indo, proprio
para pagem; 2 moleques de Marinos; 3
pretas n i,., com habilidades ; 1 pelo de
idadp, proprio para sitio, por estar a isso
icostumado,
No hecro do Goncalves, ar-
mazem do Araujo, e na rua do
Ciuz, armazem d >a Araujo n.
33, vende-se .superior farinha em
saccas, chegada ultima mente, por
preco couimodo : a tratar nos mea-
mos,
Vendem-e chapos de sol de seda, 1 e-
lo diminu 1 preco de 4 e 5,000 rs. : na iuh
Nova numero 6, luja du Uaia llamos >\ Cum-
pa ubis.
Na loja r einamhucan, de Anto-
nio l.tii/. dos Santos, rua d
(Jrespo n. II,
vendem-se corles de ledas brancas c de cores
|i.u a todo, os precos.
Novo sortimento para as srnboras que fa-
acni doce.
Vende-se panelas c ligel'as grandes vidradas,
chegadas ullimaineule di Uahia, proprias
para doce e batir pao-de-l, car9arolas de ca-
li, papeiros, fregideiras, algnidaies de lodos
os tamanhos, balaios para os ueninos apren.
deiem a andar, ditos para costuras e compras,
jacios e quarliuhas, garrafas brancas para res-
inar agoa, ludo obras de gobio : na i ua d.. Ca-
deia du ll. i ilc n. 8.
Deposito de cal e pota^sa.
No armazem da rua da Cadeia do becife n
12, lia mulla superior ral de Lisboa em pedra,
assim como polassa chegada ltimamente, a
precos muito rasoaveis.
Na loj i pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Sanios, uu do
Crespo n. 11,
Vendem-se superiores pannos finos, chama-
dos setim de l.-ta, sendo pretos, verdes, cor de
caf, azul, ele.
Vendem-se queijos do Reino a 1,120
rs.: na rua Direita n. 14.
Vende-.^e superior farinha
de mandioca de Sarita Calhariua,
por pieco commotlo, a hor-'o da
harcj nacional America, fondead*
lefronie do caes do Collegio : a
halar a bordo da mes iuh, ou com
Novaes & Companhia, na rua do
Ira piche n. 34.
-- Vfidem-se molecoles do 15 a 18 an-
nos, sendo um delles carpi.a e oulro pe-
dreiro ; um cscravo bom carreiro ; um ca-
ba bom 1 ai.1.11,,; tres esc-avas mocas ;
urna miiUiiiihi de 12annns, que cose, cn-
gomma liso e faz lavarinlo : na rua Hlrrlta
numero 3.
'4
analyse do primeiro JuUo de F. A. Vamhagcn
acerca do Compendio da Historia do Brasil,
500 r Poezin de Joao de Barroi Falcao de A.
Maranhao 320 rs., Dom SebaiUao, romance
histrico e outras poesas 160 n., Enaaioa so-
brea Creaclo do Mundo 80 r O Gemido d-
Alma 80 rs., cartas e taboadas, folhlnhas de
ponae de algllieira, e grande sortimento de
novellas de dlfferentea autores.
m&mmmmmn. mmmmmmm
fC'hcgneiii o barato.
Na rua Nova n. 1, acha-sa 4 venda |
I um completo sortimento de razen- jj|
tk das, como soja :
Superiores pannos finos ;
q Casemira preta e de cores; g
#; Merino preto, proprio para a qua- f
resm*' u P
i; Sarja hespanhola, muito boa ; ^
w Setins de todas as qualidade; B
Riquissimos manteletes de todas as y
i' cures ; \\j
: Mantas mui ricas do todas as cores ; g,
! Gangas amarcllas com listras, pro- g
^ prtaspara calca e jaqueta ;
Damasco para pannos de cima de |
Jl mesas ;
Corles decas Pannos proprios para capoles; 3?
Lencos de seda, padrOes modernos; I
Corles de cambraias mui ricas ;
li Ditos de vestidos de barras brancas ; *
Sedas e sarjas brancas e de cOres, 9
' proprias para vestidos de calamentos. V
^miKwmevwm www*m* U antigo h.irateiro do l'asseio Pu-
blico loja n. II, de Firmiano
Jos Rodrigues Ferreira.
Tem para vender, superiores sarjas de seda
hespanhola larga a 2,000, 2,400, 2.00 c 2,800
ra. superior, setim maco preto a 3,200 rs fa-
inuli rica, pannos finos pretos e de cores
por pretos muito baratos, briin trancado de
todas as cores, merinos pretos, princeas, chi-
tas francetas largas, casemiras, lilas de calcas,
tapetes, los pretos, bicos, lonas, madapoles
finos c outras nimias de dillcrentes precos,
al|;odoziiilios de todas s qualidades, chitas li-
nas de todos os precos, alm de militas outras
fazenda que se vendern a todo preco, rassas
chitas, challes de l.n c seda c de la, dlUs de
ganga Iraueeza, lencos de seda de peso su-
perior, e outras umitas faiendas baratas.
No deposito de Andrade & l.eal, na rua
Nova ii. 33, he cliegado um cmplelo sor-
timenlo de Tulla de Handres de primeira
qualidade, que vndese por prego com-
modo.
()' vos do povo.
Apcoveitai-vos em quanto he lempo, coin-
prai a vossa sacca de farinha por prevenco
porque a eipeculacfio principia a apparecer, e
o genero suliir ; correi ao armazeni de Joa-
i|iiiui PiaguinhO na rua da Santalla-Velha que
ainda lem cena de saccas, que vendem-se
a 2,000 rs., porquanlo all compre! urnas para
provimento da iiiinha pesada familia, de-
pois nao digaes, ( quando nao houver reme-
dio) bem di/.ia o anuuncio no velho iario veis
do povo,
Aos lo:ooo,ooo rs.
No atierro da Boa Vista, loja de calcado n.
58, vendem-se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, quintos, decimos e vigsimos da lotera
da matriz da boa Vista, que corre no dia 2 de
junho do corrente anuo.
Bilheles inteiros 10,000
Meios S.OOO
Ouartos ',600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-se o engenho Ksliva na freguezia
do Cabo, distante da praca 9 legoas, de agoa
mocle c corrente, de boa produeco quem
o pretender comprar dirija-sc a l'racinha do
Livramrulo n. 46, terceiio andar, a tratar com
o lio jo de I pc.joi i, ou no seu engenho I u-
lauhein.
__Vende-se rap de Lisboa em frascos, che-
gado agora na barca l.igeira: os Srs. lYrgiirzca
que esto acnstumado a tomar a boa pilada
nSodeisarSo de mandar buscar ao largo da as-
seinblca n. 4.
Aeneao.
lie chegado nova fumada do superior e mul-
lo acreditado rap princeza do Dio de Janeiro
em libra e inelas libras : na rua do Queima-
do loja de iniudezas u 25, c na rua da Cadeia
do Itecifc loja de miudcias n. 41).
Hicas trancas
para manteletes eguarnicAo de vestido: na
rua do Queimado loja de iniudezas n. 25.
I'ara vollarete
cartas francezas linas : na rua do Queimado lo-
ja de iniudeas n.25.
Q (Na rua do Queimado, se- O
C* gunda loja n. 18, vendem-se as srguin- O
0 les faxenda proprias para o lempo da 43
S quaresiua : panno fino preto mperior -
,x prora de liman, casemira pela muito s
tullo
.. boa, setim preto de maco o mcllior
C? que be possivel, luvas pretas de troca!
O para senhora, chapeos pretos francezes W
Cj, formal modernas, lencos de selim para Q
rt, grvala pictns e de cores, lenjos de rt
\ girca c de cambraia de seda para se- f-,
t* nhoia, curies de vestido de barra bran- jjr
O eos e de ......, diios de cambraia de se- v
/?} de cores, riseados franceies muito liuo Q
^ c outras militas fazendas que cstaro -

_ -- Na loja do bem conhecido baraleiro A. D.
Ferreira, rua de Crespo n 11, achm-se ven-
da as seguintes obras, por preco commodo :
Geometria de Lacroix, dia de rhiclides, Geo-
graphia elememar, por Yrller, Chronologia,
pelo inclino. Aiiibuielica por Salvador, com-
pendios d'Algrbia por diversos autores. Ho-
rario, Virgilio, (ornrlio, livros de Nutica,
Negras ileibodicas para se aprender a escre-
ver, seguidas d um iraiado d'Arilhmeiica por
\ i mu.i Oeuvr. s de Moliere, 7 vol. A
Siniruiourl, dito de llalhi, Magniim Lexl
li 11 mn.ii m porluguez, Latino, llesposla do
general Abreu e Lima ao couego Januario ou
outras militas fazendas que cstaro
patentes aos compradores, as amos-
w tras sero francas cun o competente vi
> penhorea. O
oes?oqt?
Vendem-se ticos vestuarios
para o baile de mascaras, por pre-
co commodo : na loja da tua do
Crespo n. 4-
Valcl l)reilo das Gentes.
"* Vende-se Valel ireito das Gentes, 2 vol.
por 3,000 rs. : ua livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Vendem-se o seguintes livros por peeo
muito barato :
Hurlamaque, Direilo Natural ;
Ricardo, Economa Polilica ;
Diccionario da academia franceza ;
Vdleueuve Borgenient, l-.con.....la Polilica ,
Brullian, Legislafio civil e penal;
Vlngeus, dila coininercial ;
Mol. r. llisioria Universal ;
l i i.th ni Penas e Recompensaa ;
Biibar, Tratados das referencias
I ii'in.nii Curso de Dirito civil francez ;
Weias, Principios Pbilosophicoi ;
Vigo, ditos ditos ;
tillo!, Espirito de Direilo
Na ].iata da Indcpcndeucia livraria nme-
ros 6 c 8.
Vende-sc uina mobilia de Jacaranda etrt
bom estado, e urna prela da Costa para lodo
o aervicu : na rua Nova sobrado n. 5i
Na ru. do Cabug loja do Duarle, ven-1
dem-ae ricas toncas de setim para baptisado,
deia do Recife, loja de miudezas
n. 7, de Antonio Lopes Pereira
de Mello, 5oo pares de sapatos do
Aracaty, por preco commodo.
-- Vende-se um bom eacravo corpulento e
tadio de najo Angola, de 22 annos, perfelto
canoelro, com principios de pedrelro, multo
prnprio para qualquer ervlfo i no yUterro da
lioa Vista n. 14.
A 3,ooo rs. a pelle.
Vende-ie couro de lustro francez de muito
uperior qualidade a 3,000 rs. a pello : na rua,
do Queimado n. 16, loja de Jos Das M-
mes.
A 4 rs* a caixinha.
Vendem-se palitos para tirar fogo a 40 rs.
a caixinha e igualmenle de outrai caixinbaa
de papelo a 20 rs., aendo da melhor qua-
lidade possivel : na rua do Queimado n. lo, lo-
ja de Jos Dias Siinei.
A ?6o rs. cada urna.
Vendem-ae fivellaa douradas e prateadas pa-
ra calta e para colete a 260 ri. cada urna : na
rua do Queimado n. 16, loja de Jos Dias Sl-
inOes. t
Ao barato."
Vendem-se espelhos proprlos.para per em
cima de mesa pelo barato preto de 1,280,
1,600 e 1,920 rs. cada un : na ruado Quei-
mado n. 6, loja de Jos Dias Simoes.
Bicos e botes- para casaca.
Vendem-se dos inelhores gostos e qualida-
de ricos botes de teda para casaca muito mo-
dernos, e por prejo muito commodo : na
rua do Queimado n. IB, loja de Joa Dias Si-
uides.
l'icas ca (.'iras.
Vendem-se muito ricas carteiras para algi-
beira. bem como cbaruteiras de diversas
qualidades e por preco muito commodo: n<
rua do Queimado n. I(i, loja de Jos Dia* SU
mes.
Ao barato preco de a,?on rs. a
resina.
Vende-se papel de peso de muito boa quali-
dade a 2,200 rs. a resma : na rua do Queima-
do n. 16, loja de Jos Dias Sondes.
firinqnedos para meninos.
Vendem-se brinquedos para meninos, cons-
tando de cosmorainas e caiiinhas de ditTeren-
les jogos, bem como caixiuhat com laboinhas
pioladas que servem de formar dillcrentes
edificios, pelo mdico preco de 1,000 a 2,500
rs. : na rua do Queimado n. Ib, loja de Jos
Dias SimSes.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo rs.
No Atierro da Boa Vista, loja de fazendas n.
30, vrnili'in-s os afortunados bilhetese meios
da nicsiiia loteria, que corre iinpreterivelinen-
te 110 dia 2 de junho vindouro, ou antes se se
venderm os bilhetes.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,000
Canna verdadeira.
Na travessa da Madre-de-Deos n. 5, vende-
se a mais superior e genoina agoardeule ex-
Irahida siiuplesmenle do caldo da caima :
acha-sc em garrafocs de 3 caadas, e esl as-
sim muito propria para luimos fura do paiz,
principalmente para a Cumpa, amule se apre-
cia extraordinariamente um trago desta uoisa
patricia, custa a diminuta quantia ue 5,000 ra.
cada garralao.
Vendem-se 6 garrafdes grandes, que leva
cada um de 10 a 12 caadas: na rua de Santa
Ritan. 85.
Vende-se um sobrado na rua do Cabug
com fundo para a rua das I arangeiras n. 5 : a
Halar com a proprielaria a senhora D. .Mara
Felicia de Olivcira, ua estrada da Cruz de
Mina.
Bom e barato, veodem-se as inelhores
esleirs novas, viudas ltimamente do Aracaly,
peonas de ema, carnauba primeira soite, cou-
rinlins miudos, chapeos de palha em cento a
I2.0H0 rs., sapales de couro de luitro em por-
co, ditos de liomem c meninos de 6 a 12 an-
nos. um prclo muito robusto, 6 pipas vazias a
4,000 rs., uns canteiros novot para pipas, 3
tei nos de medida de foiha, 2 cisdes para
amostras, ludo muito baralu : na rua da Cruz
numero v4, armazem de Manuel Jos de S
Araujo.
O corrector Oliveira vende cobre de for-
ro de navio do melhor sin lmenlo, e pregos
correspondentes de coinposico.
Vende-se urna rscrava parda moca, que
cozinha, lava e tngomma, e um muleque cri-
nlo de 18 anuos ue idade, bonita figura e p-
timo para pagem : DO Atierro da Boa Vista
n. 41.
Vende-sc una preta da Cosa, de 22 an-
uos de idade pouco mais 011 meuos, para lodo
servido por sei-jituilo diligente : na rua da Ca-
deia do RecifW. |3.
Vende-se urna encllente parelha de em-
bonos de cedro bstame grossos e llnhciros,
proprios para urna barcaca grande : na rua da
Praia serrarla n, 23.
Vende-se una porco de livros em mui-
to bom estado, pertencente a medicina c pliar-
uiacia, assim como dous diccionarios, porlu-
guez e francs : na rua larga do Rozario u. 28
armazem.
Vendem-se duaa pretas, que cozinhaui e
lavam, fazein as compras de casa c vendein
na rua, um preto de meia idade por 350,000
rs., bom para um sitio, Irabalha de enxada,
trata de vaccas, sabe mungir leite e vera ven-
de-lona praca : na ruado Collegio n. 21, pri-
meiro andar.
\ rude-se um sitio no tiin da estrada dos
Afilelos que volla para a da Agoa-Pria, mura-
do por ambas as estradas, com porlo de fer-
ro, casa sollrivcl. cacimba coui bomba e dous
.ampies, 'talada de parreiras com forquilhas
de ierro, diversos pes novos de dflerentes
Inicias queja produzem, c baxa para capim :
os preiemleoies procurem na Ponte de I olma
110 sitio das Jaqueiras que acharo com quem
tratar.
-- Vende-se um muleque de 20 annos, bom
ali'iiatc, 3 pretos bons para lodo servico. 3
pretas muito boas quilaiideiras, 2 dai quaes
cdzinlraui muito bem e lavam, una dita multa
boa engommadeira e coslureira, que faz todo
o inaia servico de casa e he inulto moca: na
rua da (adcia do Recife numero 51, primeiro
andar. .
Vendem-se as seguintes obras : Curso de
Economa Polilica, porChevalier, 2 vol. ; Ros-
si, Direilo Criminal, 1 vol.; l'aschoal, 'I ra-
tado das Ai toes em po'tugues para o quinto
anuo jurdico, I vol por precos inulto coin-
modos : no Atierro da boa Vista, loja do Es-
tima.
Postillas.
Vendem-se postillas de direito criminal e de
din no commercial bem copiadas : ua rua do
Passeio loja n. 2l.
.'.rodos de ferro.
Na Tundirlo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fubiica le Totlos^os
Minio- lili Hallia.
Vende-se, em casa deN. O. lliber&C. ,
na oa ni 11 wct.KiT'.J'in".."?'^ ?-- >q
Na rua eslreila do Rozario, travessa d0
Oucimado, loja do miudezas n. 2 A, de J.
F. dos Santo Maya, vendem-se cordas do
tripa e bordOes para violao e rabeca, e pa-
pel paulado para msica, ludo da melhor
qualidade possivel.
ACIDiDDEPARIX
lia "do Collegio n. 4-
Neste estaheleclment" se encontrar gem
pre o mesmu sortimento de chapeos de so-
ja annonciados, assim eomo sedas e'pannos
em peca para as armacO* s servidas, baleias
para vestidos e esparlilhoi de aenhores.
Concerta-se toda a qualidade de chapeos de
sol, ludo por menos prego do que em outra
qualquer parle.
Vendem-se sapalOes de rouro de lus-
tro pelo baratissimo prego de 3,000 rs.; di-
tos superiores, a 4,000 rs.; ditos de couro
branco para homem e menino: na ruada
Cadeia do Recife n. 9, loja.
Contlnua-se vender agoa de facer os
cabello* e suissas pretas : na rua do Queimado
loja de ferragens n. 31.
Koji Paulo Cordeiro do Rio de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recentemente:
veude-se na rua da Cadeia do Recite, loja
n. 50, de(',unha Amorim.___________
Escravos fgidos,
--.No dia 16 de feverelro dcsapparoceu a
preta Joaquina, de naco C'assange, que re.
presenta ler 40 annoi, baixa, corpo regu-
lar, cor fula, cilios pequeos e com carne
sobre elTes, nariz chalo, coro falla de dous
denles na frente, sendo um do cada lado, e
feia de chara, peitos pequeos e mrenos;
lem algumas cicalrizes de reino as cosa,
nadegas um tanto empinadas para Irs ; ha
bem ladina ; tem sido cozinlietra ; quando
foge tem por costume andar pelos arrabal-
das desta prncB, ora vendendo ora lavando
roupa, e podo ser que esteja a servigo da
alguma pessoa, e sendo assim, e nflo vindo
denuncia-I, se usar dos meios que a lei
faculta ; levou vestido novo de assento azul
com listras, e julga-se usar de panno da
Costa. I'.oga-se as autoridades politiaes, es-
pides do campo, ou a qualquer pessoa, que
a prendam ou a fagam prender e levar ao
sen senhor, Domingos da Silva Campos, na
rua das Crines n. 40, quo serlo generosa-
mente recompensado.
i Boa gralificaeflo.
No dia 13 de marco do correte anno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. I)r. Malet, o mole-
que Margal, perlencente ao Sr llr. W. May,
o qual moleque he bem conhecido e tem os
seguidles signaes : representa ler 20 i-nnos,
haiso, chcio docorpoeesreundo, cOr fula
a sem barba ; lem falta de um dente na
frente do queixo inferior ehelilho do ser-
illo de l'aje, por isso julga-so para la ler
ido : recommends-se, purtnlo, aos caui-
ISes de campo a captura do dilo muleque,
que serilo bem gralilicados.
-- Ainda esta fgida a preta Mara Joa-
quina, de idade 30 a 40 annos, nagflo Con-
go, baixa, gorda, rr retinta, bixigosi,
oihos vivos, bsstai.te ardtljpsa, c sagkz;
lalvez ando sua fuga encuberta, com o nego-
cio de miudezas, poi-i he nrj que se emine-
gava antes da sua fuga, uo sendo esta a
lirimeira vez que foge, e que se encobre
com tal negocio ; tamliein j loi escrava de
engenho, e andava vendentlu miudezas pelo
mallo, com urna crinla de quem era es-
crava : quem a pegar levea na praga da In-
dependencia n. 17, que sera recompensado
do seu trahalho.
Desaparecco no dia 7 do corrente, o es-
crnvo de naco cacauge, de nome Jos, que
representa ler viule e cinco annos, basu,
grosso do corpo, sem barba, olhos grandes e
ps pequeos; levo camisa e caifa de algo-
dao de riscado americano j tujas: quem o pe-
gar leve rua do Vigario u. 22, ou rua
da Cadeia do Recife, n. 51, que ser rccoiu-
pencado. .
Desappareceu na noite do dia 6 do
assadu urna esciava parda de nome Luiz,
idade | uncu mais ou menos 30 anoos, ro-
bellos corredissos, porm corlados, roslo
redondo, han iguda que parece estar peja-
da, mos bstanles leas e algumas unhas
muito negras que parecen) ter sido pisadas,
os |s muiln esparralhados o fetos e algu-
ma cousa iiregular, levou alm da roups
vestida, um sacco ou truuia, dous flus de
contas brancas so pescogo, assim como um
rozario timbem branco, chales de chita
astil j desbotada, usa de camisa de cabe-
gflo : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja n. 9, ser recom-
pensado generosamente.
Fugio no dia 24 do passado do enge-
nho Tapera, silo na freguezia de JaboatSo,
o escravo de nome Jos, de nacSo NagO,
cujo sumes caractersticos sp os seguintes:
corpo e altura regulares, ulios salientes o
vivos, sem barba, com falla de denles, ros-
to lalhado, ts gtossos, representa lerda
idade 30 anuos, lio muilo ladino; a vista
do expuslu rc'commvnria-se aos captlSes de
campo a captura do dito escravo, pelo quo
serao generosamente gralilicados.
Desappareceu, no dia 4 do corrente, a
esciava l'lorencja, criuiila, do 38 a -lo an-
uos, alia, corpo regular, o dedo minimo de
uma das mitos nSo abre bem, c no fallar
tremo com a cabeca : pode-se as autorida-
des policiaca a ra|.liles de campo que a ap-
proltendaiii e levetn-na Casa Forte, sillo
dos Arcos, ou rua do Arago n. S.
Desajipareccu da villa do l.imoeiro um
escravo da nome JuSo, do gentio de Angn-
la, porm a p> imvira vista parece criuulo,
de 0* annos, muito ladino, denles limados,
roslo alguma cousa comprido, queixos fi-
nos, cun uma marca de lisila em um dos
queixo, algumas marcas de ferida pelo
rosto e pelas pernas, boa estatura, muito
prosista e al metlido a fazer versos : quem
o pegar, leve-o a s< u senhor, na villa do
l.imoeiro, Maximiaiio Antonio de Pinho, ou
no l'orle do Mallos a Jos Caelalio do .Me-
a por dem-ae ricas toncas de setim para baptisado, rll, ,, ,;,-, 4> algudlo Ifalisado da- diro* auOa rra ne.wri
il.sde capotinhos de tilo preto c ...anleUtes luna co-1 ,,, Mnic 0 SHCC0S de le.ios, que Sea recompensado,
ion, | rea, por preco commodo. ?.., .....'. ,1 ,a/r..7.. inr nrnene._l
Vendem-ae, na rua
da
., assucar c roupa de escravos, por prego com-1
*-'a~ moJo.
Pr.iM. rvVTyp.DR M. f. nt. Tai, a-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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