Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06351


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Full Text
V
Anno XXVTI
Sexta-feira 21
PAHTIDAS SOS COB.nF.I03.
Goianna e Parahibu, s segundas e sextas feiras.
1
RIo-Grande-do-Norte, todas as quintas feiras ao p.,.. ,_, ICresc. a lO, as 7h. e 25 m. da't.
>nelo-dla. P,M" 4 "Mchela. a 17,*s 10 h.e 5! m. dam.
Uiing. a '2!, as II ti. e 6 rn. da in.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Villa e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dia*.
EPHsntzniDca.
'Nova, a 2, as 10 h. e 55 m. da t.
de Marco de 1851.
N. 66.
das da semana.
dal.
VaBAMAB DE HOJE.
Primelra s 7 horas e 42 minutos da manha.
Segunda s 8 horas e ti minutos da tarde.
. ^rfc*Bonn
17 Seg.S. Patricio. Aud. do J. d'orf. etn. dal
18 Tere. S. Gabriel. Aud. da Chano. do J. da se-
gunda varado o. e dos felto da fizend.s.
19 (lun. (8*8. Jos. Aud. do J. da 2. vara.
20 Qulnt. Martlnho. Aud. do J. dos orf. edo m.
da primelra Tara.
fbeoo da sUxcn.iPOo. 21 Seit.S. Beato. Aud. do J. da 1. Tara do eivci,
I Por tres meses /adietados) 4#000 e dos feitos da faienda.
Por seis metes 8*000 22 Sab. S. Esnigidio. Aud. da Ch. e do J. da 1.
'Porumanno 15/000 Tarada civcl.
23 Doro.3 Vda Quarcsma. S F_cllt\_____________
aMMBlBBBD
CAMBIO DE 30 SE MABQO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/000 rs. 60 das.
Paris, 320 por fr.
Lisboa. 85 a 90 o
Ouro.-On5athespanhc.las_.... 28/000 a
Moedas de 6/400 Tellias. lb/000 a
. de 6/400 novas 16^)00 a
. de4}000....... WWW*.
Prata.Pataces brasileiros----- {Sa "
PeSOS 1r11l1111111.il OS..... KUft a
Ditos mexicanos........ 1/580 a
28/500
I6#2l0
16,1200
9/100
1/B40
1/940
1/700

. ~at>-i3.m-
ERRATAS.
Ha correspondencia do Sr. Dr. Antonio Fran-
cisco Perrira defarvalho, publicado liontem,
depois da assignatura, leia-se Ilecife 18 de
marco de l85i
No discurso do Sr. de pillado Francisco Joao,
publicado lionirm na primelra pagina, segun-
da coluna, linlias 38 em lugar de sem pensa-
inenlo etc. leia-se seu pensainenio.
3^MmaK,viemtamimrfvrxfacr:'rr-^!marv'.'^a.-
MBltlO.
~t nrji------- :i>
'S.
+ *> TE OFnCiUL.
TRIBUNA l'-fU HBLaCK
SESSA'O DE 8 DE ARCO DE 1851.
MSIDINCIA Mi l-.XM. SSNUUK C0N8ELHEIRO
1ZEVKDO.
A's 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os senhores desembargadores Villares,Bas-
tos, Leo,Souza, Rabello, Luna Freir, e Tulles,
o Sr. presidente declara aberta a sesso.
JUI.IHMF.NTOI.
Appellaeab crimt.
Appellante, o juizo ; appellado, Manuel Xavier
Lprra Lima. Mandaran!a novo jury.
Appellocei rireli.
App.ellme, Andrade i 1 r 111.10 / appellado, An-
tonio Ricardo do llego. Coufirmarain a sen-
tenca.
Appellante, Francisco Vida Silva, como testa-
mntelo de Joo da Croa Rodrigues Cam-
pello; appellado, Jos Joaqulm Crrela da
Lux. julgaram millo todo o processo.
Appellante, Francisco Geraldo Moreira Tempo-
ral! cuino tutor dos menores filhos do finado
.'lian Ignacio Ribeteo Roma; appellado, Joa-
quim Antonio da Silveira Coiirmaram a
sentenca.
A|i|>f liantes, a Tluva e herdeiros de Joaquin
Antonio" de Amorim e outros; appellados,
i.l-intiu Pereira da Costa e sua mulher
Julgaram provados os artigos de habllitaco c
nandaratn correr a causa coro os habilitados.
OKSIClc6>S.
Appellante, os herdeiros de Joao Baptista Alves
Mont'iro ; appellado, Domingos C'arnciro de
Lima.
Appellante, Joao Manoel de Barros Vanderley
como tutor; appellados, Manoel Ignacio de
Ollvrira e uulros.
Appellante, B.irao & Maeedo ; appellada, Jo-
sefa Mara de Jess Coulinho.
Appellantes, Antonio Alves Vlanoa ea santa
casa da misericordia de Lisboa; appcllada,
a faienda nacional.
Appellante, D. Hi tes Sebastiana de Moraes;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Appellantes, a santa casa da misericordia de
Lisboa e Antonio Alves Vianna; appcllada a
r.i/emi-i publica.
Appellante, o juizo; appellados, Jou Josln-
noccnclo Pogge e outros.
Appellante, o julio ; appellados, Theodoro Jo
s dos Santos e Anna Felicia.
Appellante, Jos Barbosa; appellado, o julio.
Appellonle, ojuio; appellado, Filippe Dioni-
sio de Souza.
RRVISUSI.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desenib. rgador Bastos as seguintes appel-
lacoes em que sao :
Appellantes, Estevao Cavalcanll de Albuquer-
3ue e sua iniilber; arpillado, Jeronymo
e Albuquerque e Oliveira e sua mulher.
Appellante, o juizo ; appellados, O. Malalda de
Castro Figurlras e cutios.
Appellante, o Exsss. baru de Suassuna e sua
mulher ; appellados, os herdeiros de Gerva-
sio Pires Fe reir.
Appellante e appellado, Jos Francisco llclni
e anoel Jos Correa.
Passaram do Sr. desembargador Bastos ao
Sr. desembargador Leo as seguintes apprlla-
coes em que sao:
Appellante, ajustica; appellado, Joaqulm Jo-
s de S.iul'.1 una.
Appellante, D. Britcs Sebastiana de Mofaes; ap-
pellado, Anaclelo Jos de Mi mmica.
Appellante e appellados, Isabel Barbosa Ro-
drigues Machado* e Francisco Machado Tei-
xcira Cavalcante.
Appellante, Manoel Romualdo de Lira; appel-
lado, Estevao Jos Paes Brrelo.
Appellante, Anua Joaquina ds Silva Brrelo;
appellada, Maria Joaquina dos Anjos,
Appellante, o juizo ; appcllada, I). Josefa Netta
Ferreira de Jess.
Appellante o julio ; appellada, Mara Fernan-
des.
Appellante, o juizo; appellados, Sebaslio An-
tonio Paes Brrelo e outro.
Appellante, Jos da Silva Mendonca Vianna ;
appellado, Manoel Jos Ferreira.
Dia de apparecer em que sao:
Appellante, a irmandade de Nossa Senhora do
Llvramento desta cidade; appellados, a viuva
e herdeiros de Filippe Anselmo de Faria.
Recorrrntes, Plows Lavr al C; recorrido, Do-
mingos Jos Ferreira Braga.
I'assou do Sr. desembargador Leo ao Sr,
desembargador Rabello a seguintc appellaco
em que sao:
Appellantes; os herdeiros de Gervasio Pires
Ferreira ; appellados, o Exm. baro de Suas-
suna e sua mulher.
Passaram do Sr. desembargador Souza ao Sr.
desembargador Rabello as segointes appella-
ri'ies em que sao :
Appellante, Nuno Maila de Seixas ; appcllada,
I). Marlanna Joaquina da Silva.
Appellantes, Bonifacio Jos Carneiri e outro ;
appellados, Manoel Huilrlguei da Costa e
nutro.
Appellante, Diogo Jos Pinto Uabral ; appel-
lados, Joaquim Luiz dos Sanios A C.
Appellaiilcs, Fraucisco Miguel Archanjo e sua
iniilliei ; appellaute, Antonio Manoel da
Silva Medeiros.
Passaram do Sr, desembargador Rabello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
appellacesesss que sao:
Appellante, Joao Ta va res Cprdeiro; appellado,
Antonio Azevedo de Miranda Gulmaraei.
Appellante, TheresaGoncalTea- de Jess *zeve-
do; appellados, Joiio Pedrn Adour > (..
Appellante, Antonio Gregorio de Natiaieooj
appellado, Manoel de Palva Dias.
Passaram do Sr. desembargador Luna Freir
ao Sr. desembargador Tedies as seguintes ap-
pellaces em que sao :
Appcllanie, o juizo; appellado, Manoel Alves
da Silva.
Appellantes, Herculano Alves da Silva e sua
mulliej-; appellada, a cmara municipal des-
ta cidade.
Appellante, Jos de Barras Wandcr!cy; acne*>
lado, Filippe de Santiago Virira da Cunha.
Appellante, George Knewortli & C.; appella-
do, Jos Das da Silva.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Villares as seguintes appella-
ces em que sao :
Appellante. Pedro Alves Pires; appellado, Jos
de Arano Lima.
Appellante, Maria Helena Pessna de Mello; ap-
pellada, 1 ailiarina Francisca do Espirito
Santo.
Appellante, Jos Vielra de Mello; appellado.
U Auna de llolUnda Cavaleanti.
IHSTKIBUIei'lKS.
Ao Sr. desembargador Villares as seguintes
appellaces em que sao :
Appellante, Caetano Pereira Goncalves da Cu-
nha ; appellados, Jos de Barros Campello c
outros,-
Appellante, Florencia Maria ; appellada, a jus-
tica.
Ao Sr. desembargador Bastos a seguinle ap-
pellaco cin que sao:
Appellantes, Joaqulm Pinto de Miranda Seahra
e outros ; appellados, Francisco Soarcs Vil-
lela e outros.
Ao Sr. desembargador Leo as seguintes ap-
pellaco em que sao:
Appellante, o julio ; appellado, Manoel Pinto
Moreira.
Reeorrente.os herdeiros de Jos Alves de Arau-
jo Ledo ; recorrido, Thuissaz Jos da Crut.
-o Sr. desembargador Souza a seguinle ap-
pellaces em que sao :
Appellantes. Antonio Pereira Pinto de Faria e
sua mullier ; appi liados, a viuva e herdeiros
de ."dlvestre Joaquim do Nasciuiento.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a se-
guinle apperiaco em que sao ;
Appellantes, Silva Grillo; appellado, Her-
nando Mendes da Costa.
Ao Sr. desembargador Telles as seguintes
appellaies em que sao:
Appellante, q procurador fiscal ; appellados.
Kruchrmberg & Dinys.
Appellante, ojuio; appellado, Joo Pereira
de Araujo.
Levantou-se a sesso a urna e lucia hora da
tarde.
ASSEnIBLEA PROVINCIAL.
SESSA EM 17 DE MARCO DE 4851.
Presidencia do Sr. Pedro Cavaleanti,
As nn/e e niria horas da nianliaa, feitaa cha-
mada acham-se presentes 23 senhores debu-
tados.
O Sr. Vrtuiiinlt abre a sesso.
O Sr 2. Seirelario l acetada anterior
quo he approvids).
OSr.i.0Stcreliirio menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
Uin ofncio do secretario da provincia, re-
metiendo a informal-.lo pedida por esta assem-
bla acerca da seceo de comas da thesouraria
da fasenda provincial. A' quein fez arequi-
sieo.
Outro do mesmo, enviando as contas da c-
mara municipal-do Brejo. -- A' cominissio d'or-
camenlo de cmaras.
Oulro do mesmo, remetiendo 36 cxempla-
res da falla com que o Sr. presidente da pro-
vincia abri a presente sesso d'asscmbla.--
A desli ilmir.
Uin reqiieriinenlo de alguns proprletarlos
de carros fnebres, pedindn providencias acer-
ca do privilegio estabelecido pela cmara mu-
nicipal para a condcelo de cadveres. A's
commissoes de saude publica e negocios de
cmaras.
Outro da confraria da ordem terceira de San-
Francisco, pedlndo para estabelcr:er oseu cc-
miterio privado extra-muros do cemiterio pu-
blico. A mesma coinmissn,
Outro da irmandade de Santa Rita de Cassia
pedindo I. que se Ihe conceda un terreno
gralii no cemiterio publico para seu cemiterio
privado. 2.*, que possa ella cundiuir os cada-
veres de seus Irniaul como Ihe convier 3.
que Ihe seja permiltido faier em sua igreja os
suIlVigins c exequias pelos Irmos morios. 4."
que por cada un enterro seu seja apenas obri-
gada a pagar urna pequea quanlia,cnii para os cofres nuuicipaes. A' mesma com-
inlssto.
Outro da irmandade de N. S. do Livrameoto,
acerca do mesmo objecto. A' mesma coni-
misso.
Sin lidos eapprovradosossrguintes pareceres.
A coinmisso de eslatistica, a rjuein foraiu
presentes o reqnerinienio dos habitantes deN.
S. da Lux e o parecer do Exm. bispo diocesano,
he de opiniao, rjue seja o mesmo desatlendido
vis'ocomn as rasdes expendidas em dilo pare-
cer sao mals que bastantes para pruvar o ne-
nhiim fundamento, ero que se acha apoiado o
mesmo requerhnento
Sala das sessiies d'assembla legislativa pro-
vincial de Pernainbuco, 17 de marco de 1851.
--Jos (hiinli'nno deCailto Leo. -- Pinto de Cam-
pee. Heie .Vi/oa.
A coinmisso de consliluicSo e poderes com
toda a allenco examlnou o diploma doSr. de-
pulado etteclivo Francisvo XavierPaes Brre-
lo que comparado com a apuraco geral por
esta assembla feta e approvada, d lugar ao
ingresso do dilo Sr. deputado ;,he por isso de
parecer, que sej i admitlido a tomar nssentn.
Sala das enmmi siles, 17 de marro de 1851.
/ranciico Jodo Crrneirada Cunha t'.t P. Ca-
vulranli le Alhwjuergue.
Introduiido o Sr. deputado com as formali-
dades do regiment, presta juranieuto c loma
assenlo.
ORDEM DO DIA.
1 Diseusso das emendas appresentadas em 3.1
discusso ao project n. 1. que flxa a forja po-
licial para o anuo de 51 a 52.
Nao havendo quero acerca della tome a pa-
lavra, sao submeltidos votarlo e approvados.
Coiitinuaco da 2." discusso do projeclo n.
2. acerca de aposentadoras dos empregados
provinciaes. .
U Sr. Preiidenle i -- Continua a discusso do
ari.l.
"i* O Sr. Gutiletde Mello : Sr. presidente : na in-
tima convieco de que nenhuma raso produ-
zida por mim, poderia fazer baneira ao pro-
jacto n, 2 desle auno, eu eslava bein longe de
esperar, que as duvi'ias, offerecidas pela exis-
tencia do aviso de 7 de oulubro de 1846, nao
fossem de uin golpe dissipatfas, quando ti que
para fallaein sobre a especle.pediaro a palavra
iaivez os meihores oradores desta casa. Kazen-
do jusllca virtude oratoria dos que me sao
adversarios nesta queslao, eu nao posso dal-
lar de confessar que ao acabar de ouvl-los ,
senti-me, seno disposto a votar Imuiediata-
mente pelo projecto ao menos,embaracadn para
sustentar a autoiidade que me tinha Inspirado
serios receios devolar incompetentemente
u 'u na materia, que est fra di rbita do nosso
poder, que nao est litteral, iiem implcita-
mente comprehendida as disposlrflrs da nossa
lei.OAcloaddicional constiluifo do imperio.
Quando porm, Sr. presidile, recollndp em
mim mesmo, reatnindo unlTrl urna.do modo
que pude, todas as rasOes, com que os nobres
deputados pretendern! refular a minha ob-
jeceo, eu nao achei mais do que os llrelos
de un i raso llvre, as llieorias da jusiiea, e
do em; leuienin das lels, desenvolvidas haOil-
uii'iit com graca.e sublilesa, ento reronheci
que os meus nobrese dignos adversarios n>.
tiniam tocado ero de leve naquellc pequeo,
mas irrefrsgavel eiubaraco, que assaltara o
uieu espirito, o argumento da lei, a interpre-
tado explcita e positiva do avisa de 7 oulubro
oe 'M8 .. ,,
Voltando, pois a carga,_cu peco licenca a V.
Exc. e cmara, para, iimo abusando de sua
paciencia e benvola silencio, cacar os reos
dos nobres deputados que Insistirn! na com-
petencia desta assembla para legislar na ma
lerla sujeila, c mostrar simultneamente o
como delxaram iniaelo o argumento exposu
na so leilura de urna dispoaicao de lei.
O nnlire deputado, meii visinho de lado, ele-
vando-sc as thenrias da ludemnisaco devida
an emplee, idu publico, <|e 1130 pode aCCUIHU-
lar fortuna para os ltimos dias, posto em
comparacao com os particulares que segiieni
as industrias de productos livies, rnuclulo, se
bein me record, que sendo asaposenladori-
uin complemento dos ordenados dos vencimen-
tos d. lid.., pelo Iralialho suhjeiio, eslavam
couiprehendidas na faculd.ide, que nos eonfere
o acto ,dilo i..nal de estabelecer os ordenados
dos funecionarios provinciaes -- creio que foi
isto punco mais ou menos ; e o nnbre depu-
tado lente de dirrilo que seassenta daqw lie
lado, figurando o em pregado publico um f-
mulo do estado, encaniou-me rom a parbola
do escravo, que depoll de ter servido seu se-
nhor por longa vida, cabe na impnssibllidade
de continuar a servir, e al de ganhar um p
para o proprio sustento, c tero o irrecusavel
direito de ser sustentado por aquelle a quem
servio.
Ora. Sr, presidente, pesando bein as saldas
consideraedes expendidas pelos nobres depu-
tado?, eu oulra cousa nao vejo senn a jiisti-
ficaco, a demonstra ci plena, e satisfacloria
de que os esladus devem consagrar em nial
lels o principio das aposenladoriaa que os
paiies eiviliMido,, i nade, pelo uieu nobre ami-
go desle la
ver quan
principio, e que finalmente o rmpregado pu-
blico, qu trm servido a seu paii por certo nu-
mero de annos, e eui certas circunstancias
dadas, tesis o Imprescriptivel dirrilo de ser
i na ni ido em propoi rao dos seus serviros : mas,
que as assemhlas provinciaes, coufidas nos
aperlados limites, Iracados pela lei de 12 de
agosto de 1834, possam decielar bensdeapo-
senladi.rias, isto foi o que os inrus nobres ad-
vrsanos nao quizeram demonstrar, sendo
alias o que mais couvinha, vista da impor-
tuna citaco, c leitura que fiz nesta casa do a-
viso de 7 de oulubro de 184(i.
Eu esperava, Sr. presdeme, que os nobres
deputados, meslres da lei, professos no seu es-
ludn, e na sua iiilerprelacao.inedicessein com
a lei vos eslaes em erro, a autoridade que
citaes he insiilliciente, um aviso vale menos do
que pensis; renuncia! porl.into a esse argu-
mento ; e loma para vos um direito que des- saneadas por ella, as ai'rccadaces felttl ellec-
conheceis. Eu esito dcil as llcdes de meslres tivas tainbein por ella sao, InqueSllonsTelroea
sobre n projeclo em discusso, e deixa em vi-
gor lei existente, cominette na frase, nao di-
iei parlamentar, mas escholaslica utssa incohe-
rencia : E porque ser asslm ? Porventura, se-
r porque a le que existe he mais faroravel
aos empregados pblicos? ser por isso? Se-
dores sejamos sinceros, disse e repito-lo-hei
sempre nsse fr necessaro : ser tambero poi
que ella favorece a opiniao do uobre deputado ?
nao me atrever! a dizer tanto ; nao quero fi-
zer esta issjsistlca ao nobre deputado, todavia
como collega, como seu amigo Ihe peco que
appreseute um projeclo revogando csti le pro-
vincial n. 82 ..
O Sr. (ueiei de Mello : Nao roe acho nesta
nbrigaco...
O Sr. Rnplitta :-- Nao o enlendo aisim: pois
nao est o nobre deputado nesta obrlgaclo ?
Porventura j procurou examinar a disposien
da assembla a esle respeilo? He isto objecto
de pequena monta que deva passar desaperce-
liid.i ? A qucslo prejudicial da incoinpeten-
cia he de punca consideraco? llavera porven-
tura queslao snais grave, mais importarle do
que a de Incompetencia? E lie quando o nobre
lepulado julga que a assembla provincial lie
incompetente para legislarsobre este assump-
to quando esl em discusso um projeclo que
revoga ou altera urna lei sobre o mesuro asi
sumpto, que o nobre deputado hade vir dizer
voto conlra este projecto (Irisando flear
subsislindo a lei tambero firaf segundo sua
npinio ) da aleada de assembla ?...
O Sr. (iueJet de Mello : Essa obrigaco que
eu lenho, lera outro qualquer deputado...
O orador : = Senhores, nos coipos conecti-
vos j mais ha quem possa prescendir da op
porlunidadc ; c quando ella apparece como
presentemente, nao pude haver raso que jus-
tifique o seu abandono. Parece-me, portanln
que por esse lado o nobre deputado nao pude
contar tiiinnpho.
Mas disse o nobre deputado que eu quiz fa-
zer a comparacao dos empregados coro os es-
cravos. ou que liz nina parbola,...
OSr. (iunletdt Mello : Refer o argumen-
to sem intencn ofiensiva....
II i.n.l.i : Pois besn, drixarei isso, e con-
tinuara anda na queslao da ineonipeteneia, e
voii mostrar que a assembla provincial he
couipi tente para legislar sobre o assumpio :
meios de tornar effectiva a opinISo est ero,
nos, e tanto asslm he que eu digo ao nobre
deputado; que se essa opiniao nao preTale-
cesse, se alguma cnlliso aparecesse so pode-
i la-mus ser dispojados della por parte daquel-
les que nao segiieni essa opiniao, praticando
elles o que se chuna abuso, siltrapassanrio o
seus deveres e altribuices : se n por exens-
plo lizesse-uios aun lei sobre esnpregados
gerae*', o governo geral muilo depressa se op-
poria arralis.icio duque decretase-mrs, por-
que dentro dos limites d seus p -ib res elle
acha odos os reour-os poderosos para aniqull-
l.n o nossoaclo, mas siibre aposeuiadorias do
empregados provinciaes I o que hade elle f i-
/oi Sii se o governo mandar siippriniir as
lliesourarias provine! es, isto he. se praticir o
que est fora de suas alti bu Cd>, e he isso o
que se chama excesso do poder, abuso. Por
lauto, Sr. presidente, me pareec que o direito
que lero as assembleas provinc'aes de aposen-
tar os empregados, he um diiesto que nao
pode ser contestado por avisos ; podem expe-
ilir-se imiitos avisos, contestando esta opiniao,
mas islo lie de essencla do governo conslill-
cional, he-este encontr de opiniao que Ihe
d vida, e de mais quem 1er a historia dos
parlamentos, e das soc ed ules reronlucer qsje
este i choques mais, ou menos travs, se do
sempre, e tanibem que a tendencia do poder
he caminliar para a invasao, e se nao encon-
trar limites vai ao seu fin ; mas em todo ca-
so drei ao nobre deputado ; que a lei ja
existe, que essa lei que aliste he, a qu-' neis va-
mos revogar por sis i inconveniencia ; porque
pois o nobre deputado nao entra nos Incon-
venientes desta lei, porque niio mostra na dis-
cusso qu.il dellas merece a preferencia qual
del las merece ser adoptada.
O Sr. Huellen!' Mello: Estou ero duvida...
O (Irailor : Est em duvida, ou tein opini-
ao fixa ? Sem querer olllnde-lo permitta-uie
que Ihe diga; seaccasoo estado do espirito
do nobre deputado he de duvida, quer v te
pela lei, quer nao vote, esse estillo de duvida
nao adibase solida, porque sempre subsis-
te a opiniao da assembla provincial legislar
sobre aposentadoras, qur nesta lei que se
discute, qur na outr.. se j existe; se ueste
aso nao podem asduvidas do nobre deputa-
de impedir o acto at
do chegar ao ponto
O acto'addicion'ai que o nobc deputado r'efe- .que lenham os esclareeimentos precisos, leudo
rio, ou cltou, di/, que as assembleas pinvin- sempre de vigorar alguma cousa, consume
ciaes sao competentes para crear, e supprimir esaaa mesmas duvidas ao nobre deputado no
do, e o Brasil memo rumpre um de-] Me parece que nao, e neu
ver quando reconhecem a salidade desse isto do legislador ; e a esse respeilo me recor-
d do peusaniento de um jurisconsulto por-
tugue! que inultas vezes disse, que a prelencao
daquelles que quizessem comprehender em
uina lei Indas as bypollicses e marear lodosos
cisos, s. lia lio louca como a daquelles que se
propnsessem coniar-as estrellas do co, e as
vagas do ocano, este principio he verdadeiro,
e verdadeiro em toda a sua extenso, o
nos compele portante he examinar se po
lura tsse caso que nao vcio expressaissenle na
le, est compreheiidido un nao em as notsat
alliiliiii.ii.-. Eu digo que esl, porque a a-
empregns, inrcando-ilics ordenados, he ver- Idever rigoroso de entrar no exaiue das vais-
osentsdorias, e por lagesss da le para subsistir aquella que Use
parecer nsrlhor.
Sao esias Sr. presidente, as rrfiexfles que te-
nlio i fazer, e por isso permilla-ine V. Exc ,
que eu termine aqui u sneu diseiirso.paraque
oul'o nobre deputado mais hbil do que eu
possa continuar.
OSr. Jos Pedro:continua a combater o
art'go, e responde nos oradores que sustn-
talo a opiniao contraria.
O Sr. Ouedei de Mello :Sr. presidente, des-
de que encetei a discusso do projecto n. 2
pelo ladoda competencia da assembla pro-
dade que nao fallou lias ap
isso diz o nobre deputado ; que nao pide legis
lar sobie ellas, tolo be rrconhrcrr o nobre de-
putado que na constituirlo bavia urna lacuna.
Oa ,i ni...i. ser OOSSivel que urna lei venba
elabra la de tal mudo que comprehenda todas
as especies, todos os casos de manen a que a
InteWgencia nao deva supprir cousa alguma?
m se pode pretendei
Incial eu disse casa que me achava em du-
Ida vista de urna disposico legislativa : os
nobres deputados apezar de sua lgica rigoro-
sa, apeiar da clareza de sisas ideias, que pflein
ii"que I as cunsas snenores ao alcance, da mais curta
rven- raso, rom ludo aluda me drixasn >sm lado
para sabir, ainda deixasss esss peas disposlcdes
legislativas, que cilei : anda nao contrara-
rain lei, com lei ; e por isso Sr. presidente, eu
allribuii-ocs. Eu digo que esla, porque a a- r.uu in,v.,. ,.....-.------'":,.'.
pos. nladoria he u-n corollario, natural, certo, continuo a estar em duvida. sem poder apre-
e lufallivel de direito de crear e.npregos, de sentar urna ideia hiinea respeilo desta ques-
marcar ordenados c de est.belleccr Impoti-1 to, princlpaluienle d.anle de junsconsullos
cues para este lini, porque os empregados pu- lio babel, se nao a de que somos sncon.pe-
blicoi pelo facto de seren creados os seus tenlea em duvida, e nao se diga que por n,e
eropregos pela assembla, de receberem della achar assssss me corre a rigorosa obrigaco,de
os seus ordenados, de serem as iiuposicdes. pedir a revogacao da lei si. 82, porque n.o
to dislinclos. cosnpra/.er-iiieliia de ter adia-
do, de ler descoberto a verdade ; c com os no-
bles deputados, entrara na partlllia de um di-
reito que me sera tanto sssais charo quanlo ti-
nha por fin habilitar-me rj fazer bem a elasse
dos empregados pblicos, que lenho a honra
de perlencer.
Infelizmente, porm, para mim, eu nao vi a
demonstrnclo que convinha : vi os meus no-
bres collegas fra do terreno da_qurslo, que
Ibes eu proposera ; e, ou por nao Ins convir
pizar nesse terreno, ou por Ibes mereceresn
dcspreio as ssiir.has Tracas objecces, vi prova-
reus uina cousa diversa da que eslava esss ques-
lao, levando-tsie asaim para um campo lodo a-
Ihelo das ininhas Ideias, ciispreslando-nie ssies-
sno duvidas que eu nao lenho, por meio de
um systlieina de argumentaco sophislica, a
que os lgicos chamain Ignuralio Utenchi.
Mas, Sr. presidente, a questo rrduzida a seus
devidos termos, he islo lesnos ou nao temos
direito de legislar sobre aposentador! is Kis o
que noscuinpre veiilicar em face das disposl-
cdes da lei de 12 de agosto de 1834, e quando
esla for.osnista, em face da legislaco subsidia-
ria-
Lendo o acto addicional, eu nao vejo que
ah se nos d semelhanle competencia -- vejo
una faciildade de estabelecer ordenados dado
pelo paragrapho 7." do artigo 0, e quando
quero aceitar a extenso desle paragrapho at
as aposenladorsas, segundo a doulrina do no-
bre deputado Inspector da thesouraria. encon-
tr a positiva c terminante uispnsico do aviso
imperial de7 de oulubro de 1843: quero recu-
sar essa disposicao, mas vejo que ella se apoi.s
na autoridade confer la ao poder execulivo
pelo paragrapho 12 do artigo 102 da conslilui-
codo estado; e a vista de etnbaracos to se-
llos, nao sophisissados. nao invesilados, forca
he que eu ceda ao imperio da lei, recusando
ao menos por ora a autoridade, para iiiiui sem-
pre respcitavel dos nobres deputados.
O Sr. llaptiita : Sr. presidente, eu no to-
mara a palvavra.se porventura, as ininhas pro-
posices uq fossem saxad.s de sofflsticas ;
qssero-ssie collocar n'um terreno assaz fivora-
vel ao sneu adversario : eu digo assi.....rjn-
sssoa sincero; se porveulura, gravltatss obre o
espirito do nobre deputado uuvidas, e duvida
fundadas a respeilo da cuinpelencia que tem as
assembleas provinciaes para legislar sobre a-
osentadorias. nao dive hesitar em apontar os
linios de ressiov-las. O nobre deputado nao
ignora que j existe una le acerca desia sna-
leria.que he a I i n. 82 ; neste coso, pois.se o
seu espirito obedece aos pieceitot de nina lgi-
ca gravee rlgososa, deve propor a revogacao
da lei exilenle, islo he, sincerldade, e sincerl-
dade que nos compete, e da qual nao devenios
Uesviar-nos.
te empregados provinciaes, subordinados a
aleada da assembla e que nenliiiiua ligaeo
tein com os empiegos geraes, nesn com o go-
verno geral,; he pois claro que a aposenta-
doria que apenas nasce |da equidade, e nao
dajustica v-eui como uin corollario definitivo
desse direito ; e absurdo sena, que por ventu-
ra se suppuiessc que a assembla provincial,
depois de ler una alfada ampia para legislar
sobre qualquer assiuopto, que tero debaixo
de sua jurisdie.ao, quando chegasse ao objec-
to mas insignificante, ao menor, mas que est
ligado mesma cousa, ah parasse, e dissesse
nao posso cassiinhar para dianle ; creava os
essspregos, snandava pagar-lbe os ordenados,
l.i/i i todas estas despeas, rrgsslava tudo por
mim iniMi.ir sopor ssiissi, mas nao son com-
petente para legislar sobre a apnsentaduria
dos risiprrgados, que exercem aquelles essi-
prrgados, que cries : nao he possivel, ano se
siippm que na assesssbla falla o boro senso,
l.ili.iui us conhecimentus dos pioprios em-
pregados, as suas habilitaces, a]sua assidui-
dade fic, faltaus no cedes de tudo quauto po-
de fazer esse empregado recomendare], mas
islo nao pode suppor, nein mesmo be conipati
vclcoui a rasao. Que vein a ser pois essa argu-
mentaco toda fundada a meu ver, em prin-
cipios lalsnt i sem duvida vesss a ser una ar-
gumeniaco sulslica c muilo sulistica.
Mais sita o nubre drpulado um aviso: Sr.
picidente, cu rii obtigado a declarar em boa
, que nao vi esse aviso, e que ao nobre de-
putado iiiiiiiiilii.i priiicipalssseulc o aprsen-
la-lo.
I'ojm : -- Appiesenii.ii appresentou...
O Orador- Pois bein, blo sei os termos em
que est concebido esse aviso, sino sei se elle
se refere a todo os emprrgados provinciaes,
ou e apenas se refere a ampregados geraes,
que tem sido aposentados pelas assemblas
piovinciaes ; mas supponbo que esse aviso he
em tudo favmavel opiniao do nobre deputa-
do, que he um aviso iuierpretrativo, que mul-
lo dcperlo ataca o direito que tem as assem-
bleas de legislar sobie aposentadoras ; per-
gunlo, e o que he esse aviso do governo, ou
essa opiniao do consclho de estado ? o que he
em relaco ao juizo que ns devenios firmar
a esse respeilo ? pois nao sabe o uobre depu-
tado que em materia de coisipelencia, o pri-
mi'ii o e n snais coisipetente para conheccr d .
legiliiuidade de suas funcedes he aquelle o
quem a jurlsoicao he concedida. I'ergunlo
eu anda, se porventura nos sesstnos impor-
i ir-ssius coro esse aviso, cossiinuar-roos a legis-
laco sobre aposenladorias, se fieiiuos estas
le,, aoii.li' csiiio os suelos coercitivos ou os
meios de levar i efi'cclividade as opinies ? es-
tala no avizo, ou cus nos ? amule o ssobre de-
Iputado enconlrar os meios de fazer etlclivo
opiniao, ettetaro que tem o direito.
Us
.lenos que os nobres deputados, eu eslou con-
vencido da necessidade que tero os emprega-
dos pblicos de teresss a parte complementar
de seus ordenados de qne fallou o nobre depu-
tado desta lado ; s me acho em una obriga-
co que he, a de, reconhecendo a necessidade
de nina ltpotlco de lei sobre esla especie,
propor que se reprsenle assesssbla geral
para providenciar a respeilo, nao s para esta
provincia cuino para todas as de mais do Im-
perio, islo sitn ; mas nao prnpdr a revogacao
da le n. 82, porque essa he urna lei queja so
acha sanecionada, be mu aclo de que nao le-
nho a responsabilidad!-, nao sou responsavel
pelo que lizeram as outras assembleas.
O nobre deputado fez urna rrllexo a res-
peilo do aviso que cilei de 7 de oulubro de
184(i, notando que o naoapresenlei, mas a casa
se lessibrar de que eu o ls, o jornal o pu-
blicara.
Concilio Sr. presidente, declarando que vo-
to conlra o projeclo.
O Sr. Corren de /trillo: Senlior presidente,
animando-me a usar da palavra que V. Exc.
teve a bond-idc de conceder-me, e que ousei
solicitar depois de haverem fallado sobre a
materia em discusso oradore to conspicuoa
e eloqueusea como o que me precederassi,
me nao proponho a provar a consliliiclonali-
dade do project.) que ora oceupa a nossa allen-
co, e que, cous'dous dos nobres deputados
Sise se assentam deste lado, Uve a honra de
linar; Tsto como ella foi vicloriosansente
sustentada por algusis desses oradores, e no-
laveliiienie pelo honrado sssesssbro que agura
se asseuta em a priuieira siestas cadeiras Dr. Hiipltttn). o qual, anal), m lo certo artigo
do acto addiciOHat to lucida e logicasueuie
como por ve/es o ha feilo anle os numerosos
discpulos que o teesss ouvido ua academia Juri-
dicade Olinda onde dignamente exerce o no-
bre cargo de lente, deinonsliou de mudo a
me au deixar a sssenor duvida, que esta as-
sembla compele o direito de decretar aposen-
tidorias pira aquelles empregados, .cujaa
funcedes, cujos honorarios, ella esclla po-
de regular; tambero me nao proponho a tra-
tar da unlnl-.de do mencionado projeclo, pola
que fra istu superfiuu depois de iiavsVIa a
casa leirmiliecido, idupi.nido-o ero primelra
discusso: apenas roe propouho a respouder
aos argumentos que, pela segunda vet, apre-
aenlou buje contra o projeclo o nobre deputa-
do que se asseuta defronle de mim, ( o ir. Joti
l'tdio ) licuando desl'arte aperceber que oa
considera mus valiosos; e besn asslsn a justi-
ficar aa emendas que eslao sobre a mesa.
Mo obstante haver eu dito, senlior presi-
dente, que me nao proponho a sustentar a
cousiiiucion.ilid.ide do projecto, dando assltn
mu le.iemiiiili i solemne de que me reconhe-
90 pouco apio paia oceupar-sue de aemelhaa-
le aujeito depois de lerero tratado delle oa
mais illustrados tueusbros da casa, V. Exc, mo
_AR ENCONTRADO



MI
pernaittir que do inesmo (recho do relatorio
do nnbre administrador da provincia, citado
por iiiiin na occasio em que tire a honra
de chamar a attencao desta assembla para n
objecto sobre que agora qiieslionainos, dedu-
za eu argumento em pro do direito que nos
nsilHe para leglslarmos cerca das aposenta-
d iras. Sim ; vejamos o que diz a respeito
o administrador da provincia: (t).
A lei prorincial n. 82, que autorlsa a apo-
sentadora, emn o ordenado por inleiro, dos
emprrg-idas provinciaes dcpols de 25 annos
Ir serviros prestados em quaesquer reparti-
rnos publicas, c aluda antea com oordenado
proporcional, m>rece, em minha opiniio, iirn-
vi'<(a; pois que suas disposicoes iiivolvem no-
toria inconveniencia. Peso i/ue icin/iiniej
a-'innil iihii i.ii nao silo no unamere, preunia-
ria, caja conciuo he exorbitante dai atltibuiciiet
denla assembla ; mas, precindinifo-ie desta eonei-
deroco, sente-se geralineiite os inconvcnien-
tes que resultam da tendencia pronunciada
para os eui prego pblicos, que >e nota no
nosto paiz e nao he por certo quando as cou-
sas assim se passain, que devenios alimenta-la.
Dentis, com as clausulas actuaes das apoieu-
tadorias provinciaes, inultos einprcgados em
toda sua robustez, e quando teem adquirido
mclhores habilitaedes, sao substituidos por
outros menos pralicos, dupllcando-se entre-
tanto a despeza por este desservico, A despe-
za com aposentados que j se orea em inais
de 7:000,000 ris annuaes, augmentando pro-
gresivamente, em pouco lempo absorver nao
pequea parte da renda da provincia, se nao
occorrerdes com providencias adequadas.
U administrador da provincia du que ptnsu
que ui opoienlailorii* no sao ifiiaourna prnido
premien ia, en/a cmicflio he exorbitante dai at-
tribuices deila auembl ; mas taiubein diz que
a le n. 82, que regula sonieilianies aposenta-
doras, merece, em $ua opinio, ter revilta: eu,
pois, guiado rneme pela Traca e acanhaJa
intelligencia com que Dos se dignou de dolar-
me, combinando entre niim estas duas asser-
V" do illustrado aduiiiiislrador da provincia,
concluo que, supposlo turne S. Kxc. que ni
tpoeentaihriat uo tito sena uma merec p.cinii i-
rni, cuja concestu he exorbitante das all ibuiyuei
detta assembla. er todava que este tea pen-
sar nao he o geralmenle adoptado, uo be o
que nos deve servir de norma pois que, se
assim uo lora, S BlC.i por forra do uubre c
importante cargo que uceupa, em vez de
aconsrlhar-nos que revisemos a lei n. 82, em
virtudedaqual taes apos eutadorias se eonce-
deni, aconsclhar-uos-hia que a revogassemos.
( Apoiodot.)
A pos esta breve e succinta observaco, sc-
nhor presidente, passarei a responder do mo-
do que me lu possivel aos argumentos do
Dobre deputado que se assenta daquelle lado,
(omparando o art. 1 da lei n. ax cuino ai t.
I do projecto que se discute, coneluio o no-
l.i i- deputado que elles apenas dill'eriaui quin-
to nos anuos exigidos para a aposonladoiii ;
islo he, disse que toda a dilleienca entre u
artigo da lei e o do projecto consista em que-
rer este que os cuipiegados provinciaes srj.iiu
aposentados depuis oe lereui o exercicio con*
minarlo etilo interrumpido de 30 'anuos de
servico, ao passo que aquelle Ihes concede o
mesino favor logo que elles teiiliam servido
por 25 anuos. Examinemos se o nobre depu-
tado fui feliz ni -i i argumentacno.
O art 1 da iei n. 82 acha-se assim concebi-
bieo: (lemln )
O presidente da provincia poder aposen-
tar com o ordenado por inleiro aos emprega-
do provinciaes que coiiiaiem 25 annos de ser-
vico eui interrupeo, e sem nota, ou erro
de i.ll.-i i, prestados em quaesqiier repailicoes
publicas, geraes ou provinciaes. a
(i art. I do projecto em discusso est n-.li-
gido drste modo : ( l )
u A faculdade da 1.. pela lei provincial de 1
de malo do anuo de 1840, n. 82, ao presidente
da provincia para aposentadoria dos euipie-
gados publ.ci'S, suieiile podera ser exercida
em favor daquelles que estivcicui as coudi-
coes srgiiintes:
n i.N* de inliabllitaco physica ou moral
para coniiiiu.ico do emprego, e adquirida em
rasan do inesmo.
2.Na do exeicicio continuado e nao inter-
lOinpido de SO annos de servi(o.
Cumbine a casa, com o bum senso que lhe
recoiiheco, os dous ailigos que acabo de ler,
c det ida se o nobre deputado fui infeliz em sua
irgumeiil ii -ni, ou se mu de proposito quiz
ophlsilcar.
Segundo o art. 1 da lei n. 82, o presidente
da provincia poda aposentar o empregado
provincial logo que elle hnuvesse completado
ctne c eiheo annos Je servico sem interrapeno, e
Sim nota ou erro de nfflrio; segundo, porm,
o art. 1 du projecto que se discute, pata que
o empregado provincial possa obler aposeu-
ladoria, he de mister que, alui de ler trinu
iiiiikh de serrifo nn inlmompidas, istrja inltnbi-
litado, physica ou moraimeme, para cTniliiiuaciio
do emprego: logo adillcienca de un a outro
artigo nao consiste smenle em accressiino
de annos, mas tnuibem na condico, sine qua
iion, de inhabilitarn pliyiica on mural do empie-
gado para continuando do emprego.
O 5r f vedes de Mello: Knlao he peior.
O Sr. Correa de hrilto: l'eior para os rm-
pregadns, he verdade ; porm melhor para a
II jriiil.i proviucial; inclbor para a moialidade
publica.
OSr. Quedes de Mello:Peior para ajusiica.
O Sr. l'orrrade trillo : Peior para a jusli(a?
Pois o nobre deputado emende que he justo
aposeular-se um empregado so porque tem
servido 25 annos, quando anda est lobusto,
e, aniesliado pela pratica da reparCBO que
penence, acha-se em crcumitaue'ias de iii-
dcuinisar a faieuda provincial da despe/a que
< mu elle fez, emquanto por assim ih/.n, esle-
ve aprendendo a bein servi-la? Ignora o no-
bre deputado, que caiuinlia irregularmente
e lula com luiihares de diliiculdadcs, alguuias
das quaes se toriiam at iiisupcraveis, qualquer
e.tii.io publica que, de sbito sr v privada
de um empregado que, certu do sen expedien-
te e ao correte de quanto nella se ha passado,
como que serve de guia, e de guia segura
racSo da casa o projecto que se discute, tlvc-
m >s em vistas fater constar mesina casa e
provincia loteira que, quaes outros sentlnel-
las vigilantes e menos tmidos, estamos dispos-
lo a envidar os ltimos de nossns esforjos
para evltarmos que maos prndle* ou menos
economices inalbaratem em beneficio de pou-
cos, os ili nht-iros que aos cofres provinciaes re-
colhe todo o povo pernambucano, concorren-
do. qur como productor, qur como consu-
midor, com os impostos que est obrigado :
livemos em vistas demonstrar que, nao he
com iii'lilleienr.-i. e sem que sintamos par-
lir-se-nns de dor o coracao, que veinis
un individuo, no vigor dos annos, no vico da
inocidade, e no gozo de gorda aposentadorla,
vagar ocioso pelas ruis dcsta cidade, ao passo
que, encanecido, alquebrado de cansaco e de
fadiga, vagaroso e quasi que a rastros a9 atra-
vi'.-.i, levando seoslas o machado, a atavan-
ca, a picarta, ou qualquer dus iustrumentos
deque soein servir-se os operarlos entre nos,
um sexagenario, que, inesmo neste estado,
tamben contrlbue para o grande pio-de-l,
cuja rossa falla fui distribuida ao que, com
mais lie.a- do que elle, vive em pleno e nunca
i o terrompido descanso ; ao passo que o pou-
co lembrado, senao inteirainentc esquecido
agricultor, sb os ardcnles raios do sol. ou
exposlo a rigoroso invern, hitando com incal-
eulaveis obstculos, e, nao raro, carecido de
.iinliriro para as primelras necessidadea da vi-
da, roteia diariamente a ierra ,e lainbeni con-
curre para que aquelle mimoso da fortuna es-
teja na fruico de lodos os gozos da vida sem o
mnimo trabalho : livemos em vistas deixar es-
te pretexto de mennsaos que quotidianamenle
grlotm contra a actual organisa{o da socieda-
de brasileira, e quenesta cemoutras anoma-
las, que podemos ir removendo, embora nos
arrisquemos a oll'endcr mal entendidas sus-
cepbilidadc, achamlarga e piofunda mina a
explorar
Salisfazendo-me com estas breves considera-
cOes, Sr. presidente, peco V. Exc. e casa
me consiutaui que, nimia por alguns momen-
tos, prcvaleca-nic eu da altenco com que me
iioin mu, afiui de conliuuai' a responder ao no-
bre deputado que se assenta daquelle lado, e
que, segundo relo, esl disposlo a queimar o
ultimo cartuxo contra o projecto que eu live a
oUsadla de assi-n.ir.
un r ir mi n provar que o projecto he anti-
i unmnicu, disse o nobre deputado que, csta-
belecendo-se que smente depois de 30 annos
de servico se dsse apoientaduria com ordena-
do por iuteiro aos empregados provinciaes, es-
tes desanimariaiu ante prazo to longo, terlam
pouco zelo pelo servico, dcsleixar-se-iam, e
apressar-se-iam por obter aposentadoras
proporcionaes ) sendo que, oeste caso, a des-
peza a fazer com estas lornar-se-bia superior
requerida por aquellas.
Se o projecto m.iuilc.se aposentar os empre-
gados desleixados ou desgototos...
II Sr. Jos Pedro : ~ Eu nSo disse isto.
O Sr. Corren de Arillo : O nobre deputado
nao disse islo' Mein ; repita o que disse ; aqui
estou eu para ouvi-lo.
O Sr. Jote Pedro: Eu nao dlsie que o des-
leixohaviade dar tugar apusentadoria eu
disse que... ( Nao podemos oueir m ultimas paU-
vros do orador. )
O Sr. Corren de Brillo. Em bem poucas pa-
I ivras responder! ao que acaba de dizer o no-
bre deputado.
Naldicio sobre o homem que, ao contrahir
Ula obigacao quali|Uer, leva a :iitenc:io de
nao cumpii-la, se. alem da retribuido previa-
mente ajustada, lhe nao derem, o mais breve
possivel. n giatilicaro com que coma no futu-
ro ... O homem que, encarregando-se de urna
coiiiinisso qualquer, esquece o desempeiiho
dos deveies inherentes essa commisso, ao
ponto de desleixar-se, porque Ilie tarda una
generosa gralilicacao ; esse honicui nao tem
amor ao irabalho, nao tem consclencla de si,
nada mais he do que um inlfrei.iro, e jamis
loder ser bom empreado. ( aiuilO'0|ioiarf.;
O Sr. Joi Pedro : Eolio a aposentadora
nao he um incilivo ?
O Sr. Corren de llrito : --He um incitivo, sim.
senhor ; mas, alm de nao dever ser o nico
movel para o cumplimento do dever, nao per-
de a sUa lorca por ter de vir 5 anuos antes, ou
5 jiiiiii, depnis.
Sr. presidente, se, como espero em Dos,
for reduzldo a le o projecto que estamos dis-
culindo. .
OSr. Froncis'o Jobo : --Pode ser que nao.
) Sr. f one.i de /trillo : Kslou appellando
para a Providencia Divina : nella, que nao eiu
meui vaos esibrcoa, he que confio.
II Sr. Uuedts de Millo. --Islo lie modestia.
O Sr. Correa de Arillo : I\o sei dizer o con-
trario do que sinto : e tanto he isto assim, que
snu o prlinelro aconfessar a minha iiihabiii-
dade para tratar ile qualquer negocio que de-
penda defina diplomacia.
Se, como ia eu diiendo, Sr. presidente, for
reduiido lei o projecto que se discute, e os
einprrgadcs provinciaes se desleixarem do
cumplimento de seus respectivos deveres, pe-
lo simples faci de lereni de obter completa
i i o-i i, m.I 111 5 annos depois daquelle em que
dames a alcaii9arain, caso >e achem physica
ou nuil alenle impossillitados de mili no n i ni
a servir, haver lucios de chaina-Ios a ordem e
mostrar-Ibes que uo vivemos no inundo dos
caprichos,--neimiopouco no dasalilhadageuis
K queris saber, senhores, quaes sao esses
iones ? A suspenso, a demisso inesmo. Km
um paiz, como o muso, onde, como o proprio
nobie deputado eonfessa, os lioniens, despre-
zando as industrias que os habilita! a adquirir
verdadeira riqueza, smente Ihim.hu os ein-
pregns pblicos, nao he milito fcil que os
l'unecionarios publico se desleixcm do cuinpri-
iiieoto de seus deveres, quando, por experien-
cia, estiverein cerlos de que aps esse desleixo
vira uecessariainente a suspenso, ou a demis-
so; coirectiv sgiandeinenteproveilosos.quan-
doapplicados segundo os principios de rigoro-
sa jiHlica, e nao para viugareni oll'ensas pes-
soaes, militas vezes imaginarias, ou por mero
espirito de partido. ( \poiadoi. )
O Sr. tiueilit de Mello : --E pode o nobre de-
putado .i-si r m ai que se nao realisar a segun-
est~seiuprc na raso directa de seus annos de Ponderando. Sr. presidente, que, geralmen-
servifo, a menos que por mero patronato, c te, he aos viole cinco anuo qu.- o cidado bra-
coiu escandaloso atropello dos principios des- sileiro busca os emprego publico, observou
o nobre depul.-io que e asienta defronte de
>ajusli(a, to vivamente reclamada pelo uu-
bre deputado, se ja elle um sandeu a quein fal
iniui, nne, a p.issar o projecto em discusso,
. ___ll_U. .. ..... i. ...,,.,.1.1 m.-
la a iulelligencia precisa para aprender oque tal como se ai lia redigido, o empregado pu-
diarUinenie se Iheensina? Sabe-o. Como, buco provincial so poder obter aposentadora
) o-, qualniea o projecto de injusto na parle cmplela aos cincoenla e cinco auno, quando
em que le elle oppe que o sn m.o publico ; he crrloque aos eineoenla coiue;a elle a deca-
seja sr inpre, ou quasi senipre leilo por xprcii-! hir de sua* faiuldades.e s inhabilitar- se para o
diies ? Chegue-se o iiobre deputado irasao ; servi(o. Aiguineutandu assim, esqueceu o no-
eimfesse queopnjecto nada tem de injusto; bre deputauu que, segundo a nossa legislaco,
que, ao contrario, he juslissiiuo. (Apoiui/vr.) qualquer cidado brasileiro pode aspirar a em-
Sr. presidente, interprete lirl dos seotiiueu- pregos pblicos logo que teuha completado
tos de que se aeli.uu potsuidos os signatarios viole e um annos de idade, e que, aiuda
do projecto, o meu nobre amigo e collega o inesmo sendo exacto que aos eineoenla co-
Sr. Francisco Joo, pur mais de uina vez, os mecemos a decahir de nossas facilidades,
expenden nesia casa; mas elle me permittir chegar elle a essa meta quando justamente
que,sem a prelencao de alleiar o seu peusa- houver servido por lauto lempo qoanlo o pro-
luenlo, eu addicioue algumas rellexoes aquel- jerio exige para dar-se posentadora ampie-
la* de que elle to habiliiieule se servio quan- la. Demais, a vigorar a lei n. 82, e a subsisti-
do comiiiuiiieou casa os motivo por que nos rein, como sub-islein, as que nos julgam ap-
resolvi uns asubmeiter a sua cousiderufu o tos para os empregos pblicos ao pinte e un
ineiiclonado projecto. auno, mais de urna vez aconte, era, como ja
V Sr. traraneitco Joiid :t porque nao ? Al tem succedido, que o empregado provincial
ib'o agradeco. seja aposculado com ounrenla e (euannus, idade
OSr. Correa de Brillo : -- Formulando, Sr. I em que as /acuidades inda no comecam a decu-
jrsideuCc, csubjeitatiUo i iutirada couide- hir c dctiuc as duas iypoiucscs gutaUas,
nao trepidare! em proimnciar-me por aquella
que ni iis se harmonlia com os principios da
justica, com os iniercsses dos cofres provin-
ciaes, embora me arrisque a incorrer no desa-
grado daquelles a quem esta minha opiniao r
ofiender directa ou Indirectamente.
Suppondn qne tenho reipondido aos prlncl-
paes argumentos do nobre deputado, paitare!
n justificar as emendas que esto sobre a
mea.
Mo frain, Sr. presidente, as considerare
do nobre deputado que decidiram os signata-
rios do projecto a mandaren! mesa a emenda
que lizeram ao I." do art. I.'. Antes que S. S.
roinreassr a orar essa emenda j se achava
confeccionada, e sobre urna destas cadeiras :
logo que .inie-hollino entramos esta casa, eu e
os oros dous nobre collegas,ponderando que,
redigido como eslava, o<> l.* ilo artiga :." do
projecto deixava porta qasi to larga c escan-
carada para os favores como o art. I,' da le
u. 82, accordmos a incumbir a verificaco da
inhabilitado physica ou moral dos pretenden-
tes aposentadoria, urna junta]medlco-clrur-
glca, especialmente mineada para cada icaso ;
nao porque, como a alguein aprouve inculcar,
depositemos mais conlianca nessa junta do que
na pi inicua authoridade da provincia, qual-
quer que seja o individuo que deila esteja re-
vestido ; mas sim porque, alm de ser mais f-
cil captar abenevulencia de um so do que a de
nimios, estamos persuadido, c eremos que
toda a gente o estar, de que os mdicos e os
cirurgides sao o nicos habilitados para co-
nhccerciu do verdadeiro estado sanitario de
qualquer pessoa Dentis, sendo certo que os
mdicos e cirurgides carecem da opinio pu-
blica, e que sero postos margem, se deila
ilcc iliiicni, oilli,lmenle allii nial ,io boje que
ii ni empregado esl physica ou moraliuente
inipossibilitado de continuar a servir, para
que, aposculado, passe amanha para outra
i epartico, cujo expediente lalvez exija mais
vigor duque aquella que deixa.
Como, Sr. presidente, jo redigirmos opara-
grapho i. do artigo 1.ado projecto, smenle ti
vemos em vistas prevenir que, ao cabo de lO
ou mais anuo de servico. fbsse legalmente so-
licitar aposentadoria o individuo que, poref-
l'eitn de escandaloso patronato, hoovetse obti-
do um emprego publico, acliaudo-se cacheiico
e chelo de inolesiias chronicas, iienhuma dlvi-
da livemos em ceder s consideracoes que, fal-
lando ao o.i,-o espirito e ao nosio coracao, lo
prudentemente nos fez anle-huuleiu o nobre
deputado que se assenta deste lado, (o Si. Or.
Ilnptitl ij c api es-.iino-iios em mandar mesa
essa uutra. emenda, segundo a qual, para
que o empregado provincial possa ser aposen-
tado ao cabo de 10 ou mais auno de servico
hasta que, durante o exercicio do emprego, e
uo su,nenie no raso desle, se tenha physica
ou o,H.lmenle imposibilitado de continuar a
sei vir.
Sr. presidente, eu terminara aqui, se nao en-
leinle.sse que devo breve resposta quelles dos
uobres deputado que disseraiuno estaremna
igorosa obrigaco de proporem a revogaco
da lei n. 82, os que pensam que carecemos de
autoriiladc para legislarmos sobre aposentado-
ras; allegando como raides justificativas de
seu dito, a de nao devermos apreseutar-nos co-
mo superiores lu intelligencia e autoridade
aos que confeccionaran essa lei, a de nao
poder ser ella revogada sem que se liraui di-
reilos adquirido.
Sr. presidente, aterein plausivels estas ra-
sues, todas as lei seriam irrevogavei ; nao so
porque, para que nulliquemos qualquer !ei,
he de mister que, entrando na apreciaco dei-
la, deiiioustremus que menos bem peosaram
aquelle que a confeccionaran!, e ueste caso da-
se o primciro do inconvenientes apontados
pelos nobres meinbros ; seuo porque todas as
leis, qualquer que seja a sua materia, ciiaiu tl
ou qu. t dueilo. Uemais, que importa a nos
que alguein se arrepelle de supporuiosquc lhe
somos superiores em intelligencia e autorida-
de, quando, platicando o acto eui virtude do
qu .1 ere esse alguein que asaim peusamo,
cuoipi i mus um dever sagrado, e usamos de um
lie, un que nos eonfere a lei que nos constiiuio
em corpo legislativo ? Parece-me que seme-
l i.ni ir consideraco nada deve pesar em nosso
nimos {Apoiados.)
Sr. presidente, a hora est dada ; eu me a-
ehu um pouco fatigado : e, pois, sentar-ine-hei,
rogando casa que me perde o haver eu abu-
sa .o, p ..i linio lempo, de sua Ilustrada alten-
cao ; e bem assim que se digne de approvar
em segunda dlacDHAO o artigo I." do projecto
de que nos oceupamos, c as emendas que a elle
I.o.no ollei cenias.
Os Sis. Paes Oarrelo c Francisco Joao': Mul-
to bem!... Muiiu le ni! .
Ion iti u-sc a discusso, e tubmettido o arti-
go a \iii.i|.iii he pi i .ivaJu por 16 votos coutra
o i to
Tendo dado a hora
ii Si. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sesso.
iimiiii ii, m\km .i:p.
Um, 20 DI MABCjO DI 1861.
Urigua -- 5. Manuel I idem,
Uriguo -- Conceifdo de Marta idem.
PUacho Chilil gello.
CONSULADO GERAL.
Rundir cito dn dia 20......2:797,127
Diversas provincias ...... 208,456
3:005,583
EXPORTACAO.
Det pachos martimos no dia 20.
Boston, barca americana Lunetlc, dn 262
toneladas : con luz o seguate : 3,500 saceos
com 17,500 arrobas de assucar.
Liverpool pe Parahiba, hrigue inglez
y.uhulum, de 265 toneladas : conduz 0 se-
juinte: 1,120 saceos com 5,600 arrobas de
assucar.
RSCEBEDORIA DE ItENDAS GERAKS
INTERNAS.
Henil 1 ment do dia 20.....613,710
CONSULADO PROVINCIAL.
itoniUmnntr. do di 20.....1:324,12"
aMM^^^g i*i ^~"
Movimeiito do porto.
Navios entrados no dia 20.
Rio de Janeiro 23 das, brigue sueco Ge.n-
ny, de 236 toneladas, eapil.1i> O. M. lio
klander, equipagem 13, em lastro ; a
Asi ley.
Rio Grande do Sul 36 as, brigue nscio-
nl Carlos, de 171 toneladas. capiluoJos
Joaquim Soares, equipagem 11, carga
ame; a Billar & Olivelra. Passagairos,
os Brasileiros Francisco Fermino Montei-
roe Manoel da Silva Gondim.
Porto 3* das, galera portugueza Flor do
l'nrio, de :ifii> toneladas, capullo Manoel
Antonio dos Santos, equipagem 22, car-
ga gneros do paiz; a Manoel Joaquim Ra-
mos. Passageiros, os Portuguezes Manoel
Caetano dej-'igueiredo, Manoel Luz Fer-
rei
Pere
reia de S Brrelo, Jos Martns, Antonio
Bar.boza Ribeiro, Jos Joaquim Dias Fer-
roira, Francisco Jos da Cunha Vianns,
Aiilniio Jiiaquim Linhas, Msnoel Gomes
Pinho, Joflo Mus Fontes, Manoel Jos Pe-
reira, Antonio Ferreira de Lima, Manoel
Gomes Leite, J0S0 Marques l.amego, Jos
Nunes do Planto, Antonio Pire de Olivci-
ra' Manoel Joaquim Martins e Eslev3o
Soares.
Boston 36 dia i. barca americana John W-
Andtrns, de 298 toneladas, capito Jaciah
French, equipagem 10, carga fartnha e
laieodas ; a beane Youle & Compsnhia.
Lisboa-44 dias, brigue portuguez S. Do-
mingos, de 200 toneladas, capilao Man
Cuncalves Vianua, equipag.em 16. carga
varios gneros do paiz ; a Joaquim Fer-
Terctiro acto.
Os jogos icarios seguidos das desleseles
por Mr. iierteaux, e os joven9 Brmond e
Charles.
Quarto acto.
O trapezio pelo jovem Brmond.
Les cordages fratiQais pela familia.
Quinto acto.
Ogyro a cavallo por to-!a a familia, o
qual ser terminado pelo sello da pirmide
executado por Mr Berteaux.
Sexto aelo.
Osquadros vivos por tola a familia.
Primeiro quadro.
Hercules e Anteo.
Segundo quadro.
O anjo de amor.
Terctiro quadro.
O roubo de Orpheo.
Quarto quadro.
Ojuizo de Pars.
Quinto quadro.
AS quatro parcas.
Sexto quadro.
A morte de Theokaly.
Madama Berteaux participa ao respeita-
vel publico, que nSo d representacOes es-
tes das para que os artistas por ella dirigi-
dos possam descansar um pouco, aflm de
no dia 25 do crrante darem urna represen-
tar;3o extraordinaria, tanto pelas variacOes
como pelo todo do espectculo, o qual, el-
la assim espera, seri digno da admwacSo 9
doenthusiasmo geral.
T)s quadros vivosserBo inteiramente mu-
dados, e executados segundo as pinturas
dos principaes meslres ; elles serBo Repre-
sentados com um novo genero de illum-
nacSu.
Madama Berteaux espera que o respeila-
vel publico pernambucano se dignar do
concorrer a este espectculo afim de ani-
.ctano de Hguetredo, Manoel 1*11 i-er- nos esf0rcos que faz para aitrad.r-
ira, Jo.lo Ferreira de Souza, nuilhwrmej a^^^z^"____z^z^~^Z^l-^ZSX
ireira Btrboza, Feliciano Augusto Cor- Aviene, m.irilimna
reir Mendes Guimares. l'usssgeiro, o
Hespanhnl Ramn Pan.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool Brigue ioiclez Zebulum, capitilo
ller.ry Flyll, carga assucar
HIHTAL
A cmara municipal desta cidade contra-
ta, com quem por menos fier, a conducao
do liso da cidade, em carrocas. As pessoas
a quem convier comparef am nos dias 20 2l
do cmrente, na casa de suas sessdes, para o
lim indicado.
l'aV'i da cmara muoicipal do Recife, em
sessao de 18 de mareo de 1851 Frunceo An-
lonio la (Miveira, presideute. Manael F. Ac-
cioli, secretario interino.
Deduruco.
- NBo se tendo effeclusdo o contrato de
fornecimentodapBo e bolacha para o tri-
mestre de abril a junho, puf isso de novo
convid-se a quem itileressar fazer dito for-
necimento: a comparecer s 42 horas da
mnultSa do dia 24 do correnlo; cbm suas
propostas na forma estabelecida, tendo ai-
tenQSo a que, os que se propozerem a 1I1I0
fornecimetilo, deverlo ler promplo o nu-
mero de arrobas de bolscha, que de mo-
mento se lhe pedir, sem que possa allegar
falta de lempo, ou oulro qualquer motivo
Sala das sessOes do conselho de adminis-
tracBo naval, 17 de marqo de 1851 O so-
cietario, Cltrittovo Santiago de Utiveira.
Tliealro de Sanla-Isabel.
RF.C1TA EXTRAORDINARIA LIVUE DA AS-
SIGNATURA.
SABBtDO, 22 lik MlKfu tu: ISJI.
Espelaculo dramtico.
Depois que a orchestra tlver executado urna
Aassen.blajuliiou boje objeclo de delibe- raco e maudou imprimir un projecto apre- cional dar a pr.n.e.ra represenlacao do mag-
se.tado pelo Sr. Pinto de Lampos, econtinuou'"">" drama bellico ornado de coros, e de
na diseufso do projecto n. B, que manda con- r.Bde "Sg^fl^Sffi
tratar com Antonio da Silva Gusino a cons-
Irucco de um niatadouro publico, ficando a
iiiesina adiada pela hora.
Fui admillido a lomar assento como deputa-
do suppleule o Sr. Jos Francisco da Costa Go-
me, sendo ocluido pela surie o Sr.Silveslre
de Oliven.1, que tinha igual numero de votos
ao daquelle Sr,
A ordem dodli para amanha (21) he acn-1
ti niin,,id da de buje, e terceira discusso do
projecto n. 2, que regula as aposentadorias dos (
empregado provinciaes.
Tendo-sr suscitado alguma dnvlda acerca
das coudices, mediante as quaes deveiu ser ,
concedidos as irmandades e contrarias os ler- 1
renos,para o cstabelecimento de suas catacum- 1
bas e cemiterios privado dentro do ccmilerio
pniilico. segundo a iaculdade que Ihes loi del- ,
sada pelo artigo 3." do regulamenlu de 17 de
feveieiro de 1651, consta-nos que o governo da I
piovlucia cm ollicio cmara municipal acaba ni cantara, em portuguez, una excellenlc aria
de declarar que esta condijes cifram-se na acompanhada de coros.
concesso gi atuta dos referidos terrenos feila I Toda a msica he da composijao do iiiaes-
pela c.uiia municipal, e na sugeico das mes- tro cavallelro Joaquim Giauuii. O vesiuario
mas irmandades e contrarias todas s dispo- inteiramente novo c a carcter. O administra-
A DEGOLAgAO DOS INNOCENTES,
/'trjonnoen.
Hermles, rei de JudaGermano.
An.iniipiiis, seu primeiro ministioCoila.
JacobSilvestre.
I'l arad, escravoColmbra,
Joao, o PropheuRaymundo.
Zacaras, suinmo SacerdoteSebastio.
ArlasCabra!.
Elzear-Jos Alves.
Um homem armadoSanta Rosa.
Um LevitaJoaquim Perelra.
Um PontficeCunha.
Mar anua 1> Joanna.
MarthaD. Emilia.
RachelD. Solcdadc.
Ebba-D. Rita.
Magos, Augures, Levitas, Irraelilas, Mulhe-
res judias, meninos, soldado romanos, es-
cravoa, etc., ele.
No s'tiiiiilo acto a senhora Augusta Candia-
Avisos martimos.
Fura a taliia salte etn pou-
cos dias, por ler grande parte da
carga prompta, o patacho nacio-
nal VaUnle : para o resto da car-
ga irala-se com os consignatarios,
Novaes &Companhia, na ra do
Trapiche n. 34*
-- Para o Aracaty sahe imprelerivelmen-
te, al o fim do mez, o hiato nacional An-
glica : quem nelle quizar carragsr ou ir
de passagem, dirija-so ra da Cadea do
llecife n. 49, primeiro andar, ou Irale no
trapiche do alttodfio com o mestre.
Para o As< sahe por estes 10dia a galio-
ta 5'. 7'riinl.iJe : quem na mesina quier car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao seu con-
signatario Francisco Alve da Cunha, na rui
do Tigario n. Il, primeiro andar.
Para o Porto sahira com toda a breri-
dade o hergao'im 5. Manoel 1, capitao Jos
Francisco Camciro : quem nollo quizer car-
regar ou ir de pasaaguut, para o que lem
os mais aceiados eommodos, dinja-se ao
mesn.o captlBo. ou a seu consignatario, Ma-
nuel Joaquim Ramos e Silva._____________
Leiles.
-- Kalkmann IrniBos farSo leilBo, por ia-
terventjBo do correlor Uliveira, de granJe
variedade de hwenias, proprias da presen-
te psUrjSo : sexta-feira, 21 do correte, s
10 limas ia manilas, no seu jrniazom, ra
da Cruz.
- JoBo Xavier Ribeiro de Andrade tralou,
aniel da sua retirada para o Rio de Janeiro,
com o corrotor Oliveira, d venda em lei-
ISo de toda a muhilia o mais Irem de sua
casa, consislindo em cadeiras, canaps, me-
sinhas, mesa redonda, commoda, mesinha
de costura, leilo e colchiio, ludo de Jaca-
randa, e de iguaes artigos d'oleo, secreta-
ria de ainarello, cadeiras de balando, tou-
cadores, estantes, mesadejanltr com 01-
heceiras, carteira para escriptorio, cadeiras
americanas para jardim, marquezss de con-
dur, commoda enveruisada, bacia de ara-
mo grande, banheiros, quadros, pe Ira de
filtrar, mangas e castices com ditas, ditos
le bronze, porcellana dourada, dita usual,
linca para mesa e cha, trem de cozioha,
moinhos, muitos ornamentos para sala, e
innumeraveis outros artigos muito supe-
riores, como seja um lindas piano, etc. este-
ra, pois lugar dito leilBo, quarta-feira, 26
do correte, s 10 horas da manli.Vi, na ra
lo Sebo n. 24. perto da Trempe ; e ludo se
vender sem limites em preQo<-
Avisos diversos.
dispo'
sitos do i nado regulamenlo, a que esto su-
gi nos os pai tu ularrs, isto he : ao pagamento
de 3,000 rs por cada cadver que se inhumar
em sepultura reservada, visto que a concesso
pi i pi loi.iaile hereditaria uo se pode verifi-
car a seu respeito; e de 5 000rs. por cada enler-
i ameoio n.s catacumbas, que pur serem cons-
truidas a cusa das Irmaudades ueixam de ser
igualadas em proco s do ceiuiterio publico.
r.sia lotelligeucia por obvia fui sempre a que
uos pareccu resultar do citado regulamenlo, e
a mais lempo uo temos tratado eisa materia
por nos parecer que uo admillia duvida seria.
___COMIjlRCIO.
ALFANDKCA.
Iteodimenlodo da 20 9643,229
Descarregam hoje 21 de marco.
Uriguo Handolpho cerveja.
Barca Smri-fuh mercadorias..
Briguo Letto idem.
dor empreiario a nada se lem poupado para
que o drama suba a cena ornado de to-
da a pompa o brilhaulisiuo que reqner o sen
autor.
Comer;r s8 horas.
Os bilheles acham-se venda no lugar do
cosime.
Os Srs. stsignantes que quw.ernn os seus ca-
marotes e cadeiras, lero a bondade de os
mandar buscar no escriptorio do theatro at o
dia 21 ao inelo-dla, depois dessa hora oa que
reslareui sero eipottos venda.
THEATRO DK APOLLO.
COMrAMIlA FalNCEZA,
Dirigida pela vluva Berteaux.
IU pn -r iitiioao exti aoriliiai iti no
diu > to coi-rente.
Primeiro acto.
Daosa de corda, executada pela familia.
Segundo aelo.
Os grupos piramidaes por toda a familia, nuucie
-- A pessoa que annunciou no Diario de
Pernambuco tjtierer vender o sobrado silo
na rus do Meio da cidade de Goianna, devia
declarar no mesmo annuncio, que essa pro-
piimlade perlence tamben) aa con-senhoras
du mesmo, Joaquina Umbelitia Ferreira e
rsula Mara Alves de i'aiva, esla moradora
na cidade de Goianna, e aquella n sla ci-
lla.le : para o que faz este annuncio, avi-
sando ao publico, qti. cio algum com essa pessoa, sem se enten-
der com as ditas con senhoras*
Offerece-se urna mulher para ama de
casa de homem solleiro ou viuvo, a qual
entende de todo o servico : quem de seu
preslimo sa quizer utilisar, dirija-ge rua
Nova n. 50, primeiro andar.
Can lila Seuhorinha Viera l.assorre,
viuva de II. Lasserre, faz sciente s pract,
qued'ora em dianle todos os negocios e
transaccOes de sua cas, srtb afirma Viuva
l.asserre, sBo tratados pela a annunciante
em pessoa, por ter expirado a procurarlo
passada a Mr. A. I.ehmann.
Precisa-se de um caixnjro para lomar
conla de urna venia por bataneo, dando
fiador aspa couducta : em Olinla, no Vs-
ra'dnti, a tratar com Manoel Marques de Oli*
veira.
U bacharel P. C. Pessoa advog no pri-
mo e civel : na ra Direita n. 91, oode pode
ser procurado.
liBu-se 300,000 rs. a premio de dous
por cont ao tnez, sobre penhores de ouro :
no paleo do Carmo, loja n. 3, te dir quem
da.
Precisa-se de urna mulher do 35 a 45
annos, que saba cozinhar bem, para urna
casa de noineiii solleiro lora da pri;a, e que
d liailnr sua conducta : quem esliver ties-
tas circumstaiicias, annuncie.
Quem liver eux( los de larinjas selec-
tas e de embigo, e ps de fruta-pSo, an-
MELHOR EXEMPU


m




Alnga-sa un moleque (fue sabe cozi-
nhar, comprar o fa^er o mais servido de
urna casa : pessoa que o preter 1er, diri-
ja-se a ra de Sania Rita, casa nova, junto
jgrejt.
~l)es<\a-se fallar com o Sr. Jo Mara
de Vasenncellos L)ourborri|a negocio que o
mesmo Sr. nlo ignora, e licitando de o fa
zorse publicara qual o negocio : ni praca
da Independencia n. 38.
.-Precisa-sede um homem que entenda
de feilor, para cuidar em um sitio por dotis
oii trea mezes : quem eslivor neste caso, di-
rija-sea ra da Praia n. 32. Na mesma ca-
sa tjmhem vende-se um bom escravo, pro-
prio para qualquer servico.
Manol Jos da Cimba vai Portugal.
Desappareceu ou furtaram do cees da
ra da Aurora urna canoa que carrega 600
a 700tljolos : quem a tiver achaco, dirja-
se ru Formosa, ultima casa terrea, ou
annuncie.
JoBo Severino do Pego faz publico, que
annnncianro no Diario de Pernambuco n.
65, que pelos seus trabalhadores fra appre-
hendidn, na estrada do Parnameirim, um
prelo de nome Antonio, acontecer, que
gahendo elle que ser mandara a iluminar, se
usentira de aeu podor na madrugada do
dia 19 para 20 do crrenle. E para quo a
todo o tempo conste e pliegue ao conheci-
menin de sen legitimo senhor, faz a presen-
te declarado.
Precisa-se de urna ama para casa es-
trangeira tle pouca familia, que saiba coxi-
ndar e engommsr: na ra da Cadeia do Ite-
cifen. 15, primeiru andar.
__Oabaixo assignadocomprou a venda sita
na ra da Passagem ao Sr. Vicente Jos de ll-
velfa : quem e achar com direito a ella queira
reclamar no prazo/le 3 dias.
Joaquim de Almtida Qutirot.
Preciaa->e alugar nina negrlnha de 12 a
14 anuo*, que seja ge llosa para andar com uina
menina, e que jaiba colindar o diario de urna
casa de pouca familia : na ra Nova n. 67.
--Perdeu-aeuma letlra da quanlia de rs.
293.177. des'le a tub airas ra matriz da Boa
Vista al a do Cabug, sacada em o priuiei-
ro do correnle mez com o prazo de tres
roezea, e acits pelo Sr, Antonio Carneiro
Machado Ros : quem a tiver schado e a
ouizer restituir, o poder* fazer na ra do
Cahuga n. 2, esquina que volla para os
Quarteis, certo de que o aceitante j se
8cha inteirado|doocconido.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
reitavel publico, que, teniJo-lhe .Antonio
Borges Ucha liyiiotliecado o seu escravo
criouln, denome Jacintlio, pela quaiitia de
441,000 rs. com a condicSo do Mear o re-
ferido escravo em porerdelle hypotheean-
te, sucrede haver-se evadido o dito es-
cravo de sen poder, e boje se acha em
poder do dito Ucha na comarca de G i ra-
li tiutis. e para que ninguem faca negocio al
gtn.i com o riiio escravo, faz o presente
aviso. Vicente Antonio do Espirito Simio.
Roga-se as autoridades i uliciaesa ap-
prehensBo de Norberlo Jos Viauns, que
tendo tomado um cavallu emprestado no
engenho Sibir do CsmlCanti a Cesario
Claudiano Ovalcanti, furtou-o, segundo o
seu inalteravel costume ; assim como tam-
bem a apprehensao do dito cavallo, que tem
os signaes seguintes : alasita, nSo capado,
com as niSos calcadas, tendo urna queima-
ila de um BChKjue, com urna estrella na
tesla,e ensluma a dar de poupa tudas as ve-
zes que sent a espora. Odito NorbertO foi
aqu morador, poiin tendo. si lo persegui-
do pela polica por crimes idnticos, eva-
dio-se, e consta se achar hoje em Panellas
de Miranda, ou Caruar; e a sua pristi fa-
vo iuleressar a tolos, parase livrarem de
cahir no mesmo la^o.
No da 16 de fevereiro desappareceu a
preta Joaquina, de nacSo Cassangc, que re-
presenta Ier40 annos, baixa, corpo regu-
lar, rOr fula, odos pequeuos e com carne
obre tiles, nariz-chalo, com falla de dous
denles na frente, s-ndo um de Cada lado, e
feia de edara, pellos pequeos e mrenos ;
tem algumas cicatrizes de relho as cosas,
nadngas um tanto empinadas para tras ; he.
hem ladina ; tom sido cozinheira ; quamln
foge tem por costume andar pelos arrabal-
das desta praca, ora vendendo ora lavando
roupa, e pode ser que esleja a servido de
algum'a pessua, e sendo assim, e n?io vindo
denuncia-la, se usa' dos meios que a lei
faculta ; levou vcslido novo de assento azul
com ligtras, e julga-se usar de panno da
Costa. Roga-se aaaulmi la les poliriaes, ca-
pitSes de campo, ou a qualquer pessoa, que
a prendam ou a facsm prender e levar ao
seu senhor, Domingos d,i Silva Campos, na
ra das Cruzes n. 40, que serilo generosa-
iiienie recompensado.
Em ao de maio do anuo pro
ximo passado veiopelo vapor Per-
nambucana, remedida do Cena,
urna caria par Manoel Jos de
Azcvedo Amorim, dirigida por An-
tonio de Castro Vianna,na quul vi-
nham inclusas duas, escripias por
Jos da Cosa Amorim dj villa de
Vianna do reino de Portugal, re-
lativas a urna lieranca, que na mes-
ma villa existe pertencente a her-
deiros brasileiros desta provincia
e da do Cear ; e como da rehiran
das cartas que o dito vapor condu-
zio s conste ( lalvez por engao)
o nome de Manoel Jos de Amo-
rim, e por isso losse lirada do cor-
reio desta cidade, roga-se a pes-
soa que a tirou, que por favor a
entregue na ra do Hozario larga,
botica de Bartholometi Francisco
de Soma, que se Ihe ficar agra-
decido.
Por execuc.3o de Joflo Pedro Adour &
Comuanhia contra a viuva e herdeiros de
Joao llaptisla llerbsler.se hilo de arrema-
tar, no dia 22 do crrente, a porta do Sr.
l>r juiz municipal da segunda vara, a tima
do costume, duus escravos penhorados a
mesma viuva e herdeiros.
Ilnje, 21 do correte, he a ultima pra-
t:a em grao iie adjudicarlo das ferageiis,
penhoradas a viuva e tlerJeiroS do tiuadu
Caelano Luiz r'erreira, a praca he na sala
das audiencias e as horas do costume.
-- No dia 19 do correnle fcaram por s-
quecimento tres livros pequeos de escrip-
turaefio, em cima de um dos Hancos da pon-
te : quem os achou e os quizer restituir,
ntregue no armazem de Francisco Dias
Ferrei', quo se Jhe ficar obrigado. .
Precisase de um pequeo que seja
bastante deligente"*para caixeiro de urna
flonfeitaria, dando Dador sua conducta :
na ra do Rozario estrella n. 43.
O Sr. que entregou urna maca com
roupa na villa de Mangoape, para ser con-
luzi'ia para psta prac/i, e nomo tifio se le-
uda descoberto o seu dono, 0 mesmo a po-
dera-procurar na ra da Cruz n. 28, para lie
ser entregue.
Boa gratiflca^So.
' No dia 13 de marco do corrnnte anno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. I)r. Malet, o mnle-
queMarcal, pertencente aoSr nr.W. Muy,
o qual moleque he bem condecido e tem os
seguintes signaes : representa ter 20 anuos,
haixo, cheio do corpo e carean lo, cor fula
9 sem barba; tem falta de um dente na
frente do queixo inferior e lie Mido do ser-
ijo de Paje, por isso julga se para l ler
ido : reroiiiineiida-se, portanto, sos capi-
les de campo a captura do dito moleque,
que serSo bem gratificados.
Ulinda.
Uoje lia sorvete no Varadouro.
-- Desappareceu urna prela de nome Ma-
rianna, de 11 ht- in Mozambique, de 30 annos
pouco mu i -s ou menos, altura regular e
edeia do corpo ; tem no p esquerdo urna
marca de ferida e ps cambados; lovou ves-
tido de chita branca com dous bahados :
quem a pegar, leve-a 4 ra do l'asseio Pu-
blico n. S, que ser recompensado.
Pernambuco Bntish Library.
A Sale of bnoks will be made 011 Friday
2|.rat inst at Mr. John Carroll J." Store Sale
tu commence al 11 dock.
--- Offerece-se unta mulher viuva para
ama de homem solleiro de portas a dentro,
que cozinha o diario de urna casa e engom-
na liso ; advertindo-se que leva em sua
companhia um filho de 8 anuos de dada:
quem a pielender, dirija-se ra da Penha,
sobrado n. 13.
Precisa-se alugar urna escrava, que
saiba comprar o cuzinhar para 4 pessoas,
nflo tendo mois outro servido : na ra Nova
numero 6.
0 bacharel Antonio Enarque de Gus-
mflo advoga nesta ira 1; o, e tem o seu escrip-
tono na ra do Rangel 11. 36, 2 o andar.
Aluga-se o terceiro andar com soltlo
corrido, e dous sqberbos mirantes, do so
lirado n. 13 ra do Vigario, com enndi-
tjea de ser ; ara numerosa e decente fami-
lia : arralar na ra do Amorim n. 15.
OfTereca se um mogo biasileiro, sol-
teiio, para administrador de qualquer en-
genho, anda niosmo fura da provincia, ou
outro qualqtiet servido que apparefa : quem
o pretender, dirija-se a ra da Cadeia do
Recite n. 16
BrunetAin, subdito francez, retira-
se pura o Rio de Janeiro.
No dia 21 ro correute, pelas 4 horai da
tarde, perantc o Dr. juiz dos fcitos da faien-
da, na casa de sua residencia, na ra do Hos-
picio, se ha de arrematar por exrciifao ra
fazenda nacional, contra os seus deverores,
os bens seguinies: a casa 11.8 da ra d'Alc-
;rii, avallada em 1:000,000 ris, mnliorada a
tntonio Hereira Tiranno e sua mullier ; duas
escravas sadias e com liabelidarea, avahadas
um por 300,000, e a nutra por 400,000 a Joao
Kaplista l'ereira Lobo; ulna dita crioula de 16
annos de irade, avahada ein 4n0,000 ris, a
ot. da Costa Albuquerque; don. escravos
um por 100,000 rt'is, e outro por lO.000 ris
duas vacas deleite por 50,000 ris ambas; um
quario por 25,000; e una mobilia ao todo
por 75,000 ris.'a Jos Joaquim de Alnieida
Guedes; um escravo pardo por 450,000, ao
major Frli|ipe Un.ule 1'eieiia; Ulli sola de
Jacaranda e una gnarda-roupa de amarell,
novos, avahadas ambas as pessas em 100,000
a Manuel Agaplto, por Jos de Menrzes Jnior,
e o tencilios de urna fabrica de charutos,
tudo por 9.500, a Joao Percira de S Vianna ;
a quem convier quaesquer dos ditos bens ci-
ma declarados, compareca no lugar e hora
indicada.
fc#*T4J>#:H##:>#J>**4>#4>
y Consultorio central liomoeo 9
^ ptithico ite Pernambaeo, v<)
@ Dirigido pelo Dr. S. O. L Pinho, 4
f -Una do Trapiche Novo 11. 15. 4
$1 Tolos os dias uteis sedar9o con- >
jl solas o remedios de graga aos po- <
Pk tires, desde pela manhila at as duas 4
A horas da tarde. ,)
> As corresiiondencias e informacOps $
f. poderflo ser dirigidas verbalmente, 4
*ii ou por esrriplo, devendo o doeute 4
ft' indicar : primeiro, o nome, a idade, 4
0 estado, proh.-Siio e constiluicilo ; te- %
m gundo, as molestias, que tem Udo, o 4
4. os remedios lomados ; terceiro, a po- <|
?' ca 1I0 apparecimenlii da molestia ac- '.<#
i tual, edescnpQSo minuciosa dos sig- 4
W naes ou symptnmas que sofJre. 4
Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho.
(ft*^:*'* #*:#*#
-Joaquim Jos Ferreira en h ira paraj
fra da provincia a sua escrava, parda, de
nome prcifica.
-- O escrivflo da irmandade do -SS. Sacra-
mento da malriz da Boa Vista, autorisado
pela mesa regedora, convida a todos os ir-
mflns da mesma irmandade para urna mesa
seral no dia sesta-feira, 21 do correnle, pe-
las \ horas da tardo, f m seu consistorio,
para tratarem do enterramento de seus i
mlos, e como o objecto interessa t lodos,
pede que nflo falten).
~ Para satisfszer pedidos de sua familia ,
inuito se deseja saber se nesta provincia eile
o Sr. Jos Antonio Guimaraes.
Francisco Carneiro da Silva mudou a
sua residencia para a ra do Rangel 11. 56.
1'recisH-se alugar urna ama de leite : a
tratar na praca da ludepet-dencia 11. 19.
-- O abaixo assignado, morador no pateo
do Torpo n. 32, taverna da esquina do liec-
Co to Marisco, avisa as pestoai que Ide sfio
devedoras, Ihe queiram mandar pagar no
prazo de oito das, a contar da data deste ;
do contrario lei3o alguna de ver por exten-
so seus nomos nesta lolha, e.oulros serflo
chamados a juizo. O mesmo abaixo assig-
nado lanibem avisa a quem se julgar seu
credor, para no mesmo prazo cima Ihe
a presentar sua cunta para ser paga. Recife,
18 do marco de 1851 -Jos da Silva Moreira
Sr- Anloni" Jnaquim llibeiro tem urna
carta, viuda ce Macab, t.a tua Nova n. 38.
UITeiece-se un homem cozinbeiro pa
ra alguuia casa eslrangiira : quem o pre-
tender, procure na ra do Vigario, (averna
numero 14.
/T)
-- Precisa-se alugr urna escrava que seja
perfeilaengommadeira na Boa Vista, ra
da Santa Cruz n. 8-2
--Jos Feliciano Poit Ha declara, que el-
le contina na plena admiuislracSo dos
bens de seu casal, como he do direito ; por-
quanto, nSo est divorciado de sua mulher
por senienca, na conform'dado da le; e ao
autor do annuncio publicado no Diario de
Pernambuco numero 60, que ho falsissimaa
inveneflo da procuracSo a elle dada por sua
mulher ; porque nSo tendo havido necessi-
dado de vender nenhum bem de rali, g'acas
a Dos, antes elle muilos tem comprado,
claro fica 11S0 Ihe ser misier de sua ficticia
outorga ou procuraco, vislo como, sem
embargo dos faetos, que impedem a com-
munieacSo dos bens, nflo se entende por el-
les privado o marido do direito de adminis-
trar lodosos bens da mulher, e de arreca-
dar os rendimentos, como o encargo de sus-
tentar os do matrimonio.
*>^ |#i:!!*!:**'^'*>Nlfc
9 Consultorio lioiiiu <'latico em 4
l'ci'nnmbucn 4
, Boa Iov a. 58 ^
0 DIRIGIDO PELO 4
49 D.' J. S. SANTOS JNIOR. i
4\) Consultas gratuitas aos pobres lodos 4
$ os dias uteis desde ilt 8 horas da ma- 4
i n/ia a uina da tarae. 4
-- Eu abaixo assignado| declaro quo ven-
d o meu estabeleciment de carros e ca-
vollos, sito em Fra de Portas, aos Srs. Pe-
dro Alm e Manrique Redm. Pernambuco,
1* de margo de 1851. Augusto Fescher.
Alugam-se dous excellentes escravos
canoeiros, com duas cumias, sendo urna de
milheiro e oulra do quindenios lijlos de
alvenaria grossa, para hntrrem areia em
qualquerateiro : quem precisar, dirija-se
ruad'Alegria n. 31.
Precisa-se alugar urna escrava para o
servigo interno o externo de urna casa de
pouca familia : quotna tiver, pJe cnten-
der-se rom Antonio Jos re Freitas, ama-
nuense ra secretaria da Polica, ou na ra
Nova, loja do Sr. Tinoco.
-- Precisa-sede um caixeiro de 12 annos
para deposito de padBria, preferindo-se dos
ebegados prximamente das libas: na ra
de Hurtas n. 18.
--Precisa-se de um cozinheiro forro ou
captivo para urna casa estrangeira de pou-
ca familia : na ra da Aurora n. 8, segundo
andar : pagase 16,000 rs. mensaes.
Precisa- se fallar a negocio de inleres-
se com os herdeiros de Francisco Con a de
Ouadrns, natural da illa Graciosa, e que
foi feitor da Mina do Ouro, fallecido nesta
cidade, segundo consta, ha seto annos. A
qualquer dos mesmos herdeiros, ou pessoa
que driles .sailia, ptdc-se queira dirigir-se
casa n. 6, defronte do Trapiche Novo, ou
annunciar sua morada para ser procurado.
Carrocas de aluguel.
Alugam-se carrucas com buis para qual-
quer conducho pra dentro da cidade, ou
airabaldes, conduzidas por escravos nlel-
ligentesede conliauca, pelo que responsa-
bilisa-se : na ra da Cadeia do Recife n. 1,
se indicar.
O abaixo assignado professor particu-
lar de primeiras lellras, disciplinado em
preparatorios no lyceu desla cidade, parti-
cipa ao i. s. eii.nel publico e aos pais d
seus alumnos, que desde 13 de Janeiro des
le auno abri sua aula, e debaixo dessa
nicsuia disciplina ensina por principios
a {.Tamil auca porlugueza, latina e franre-
za ; admillindo nessu recinto porciomstas e
meio porciomstas. Os pais de familia que
qurzerem applicar seus Millos a alguma des-
sas disciplinas, p-lem djrigir-se a ra lar-
ga do Rosario n 48, segundo andar.
ot Mara Machado de I ig-ieiredo.
ij, Itiiii luis ( iii/.is n. 's. (>
(& Consultorio homaopalhico do fuculta- 0
i~v tivo J. II. Catanora. a
f Gratis para os pobres. -
Na ausencia do facullaiivo J B. Ca- *
O
sanova, o professor de homccopalhia
G
3 ,,..!,..., r------------------------------r-...... -
Cnsset l'.n un continala rom os ^
Irabalhos do mesmo consultorio, on- ;:
O "do poder ser procurado a qualquer &
3 hora

O0O>OOOOOl^
O Sr. Frederico C. Elster compareca
na esquina da ra do Cabug, loja n. 11, a
negocio que nSo ignora.
Furtaram da arcada da alfandega duas
caixasde folha de Flandre, no dia 17 do
correnle, durante o expediente, nina appa-
recen medula entre uns paos de Jacaranda,
talvez por no a poderem logo carregar ; e
deixando-se no mesmo lugar com urna sen-
tinclla para ver se a vinliam couduzir, no
appaiece'u ninguem, lalvez por desconfia-
uni do algumas providencias, faltando por-
tanto sempre urna caixa, que se esto dan-
do todas as providencias para se descobrr :
no entablo roga-se a qualquer pessoa a
quem for offerecida dita caixa, ou mesmo
as lolhassolas, as a inel cn.lain facun
reter o vendedor, enJu queiram que Ihes
aconteca o mesmo que o abaixo assignado
fez eni ceito comprador de furtos; e est
resolvidu a continuar a fazer com qualquer
que compre objectos a seus ou a oulros ne-
gros. O abaixo assignado agradecer e re-
compensar a qualquer que o avisar, e Ide
apreseular o roubo e o roubador.
Aicenio t\ da S.
Desappareceu, no dia 18 do correnle,
um cavallo com unta carga deca, com os
signaes seguintes : cor castanho-rozilho, a
cauda circulada em duas ordens, que ja
pouco se divulga pur u cabello estar cres-
cido, tem em cima do vasio do lado direito
um signal preto proveniente de urna quei-
maduraeAP, e na cangalha una capa de
couro : rO)ta-sea qualquer pessoa que der
noticias do dito cavallo, de enlender-se na
ra do Vigaiio n. 9, armazem de Carneiro
& Ramos, ou com o i roprto dono, no enge-
nho das Mallas de Antonio de Paula Souza
LeSo.
Jos Carneiro da Silva declara, que tem
expirado o prazo da socied*de que celebrou
com Rufina Mara ra Conceicao sobre o ne-
gocio de urna taverna na ra das Cinco Pon-
as n. 71, e por isso na conrormidade da es-
criptura social, nflo pode mais continuar a
dita sociedade, porque o anuunciante n.lo
convm em sua conlinnacflo ; e como j deu
bataneo na presenca do mondo da Si a. su-
cia Rufina Maria da (.mn cicao, esta promp-
to o a minucia ule a cutnprir as mais conii
Cues que conten na oiesma esciiplura; e
nesta confurmidade ja remelteu o moleque
Luiz para casa da senbora soda.
Manoel Luiz da Velga, solicitador dos
auditorios de primeira instancia deata cidade,
avisa a todas as pessoas que de seu prestiino
ae qulzerem utilisar. na qualidade de solici-
tador, hajan de ae dirigir ao pateo da matrii
de Santo-Antonio, n< primeiro andar da casa
n. 4, daa 9 s 10 horas da inanhaa, ou em Sn-
to-Amarinbo, na casa de sua re-idencia daa
8 s 8 da inanhaa ; podendo deixar as auaa
ordens na casa cima n. 4, a qualquer hora
que promptainente serSo cuinprldas,
Ao publico.
Declaro que tendo-me constituido deve-
dordoSr. Francisco Jos Barboza na quan-
tlT de 7:808,482 rs. importancia de duas
sentencas, que o mesmo Sr. Barboza alcan-
qou contra mim pelo juizo dedireiloda 1."
vara de commarcio desta cidade no corren
te mez do fe.veaeiro. incluidos principal,
juros de dous por c- nto ao maz e costas se-
gundo a conta feita pelo contador do juizo;
o mesmo Sr. Baiboza deu-se por pago e sa-
tisfelto da dita so nina com a quanlia de
5:000,000 rs. que Ihe paguei na presente
data em moeda correnle ueste imperio, fa-
'endo-me por tanto o ahatimento de rs.
2:808,482. E por ser verdade passi o pr-
senle. Rocife, 26 de fevereiro de 1851. Jos
Thomas de Campes Quaresma.
Eslava reconbeci lo.
Itlmi.Sri. Agricultores.O desejo detam-
lirin concorrer com as minhas, ainda que
debis Torcas, para o uuguienlo do nosso paia
me obiigouasahir para a .uropa procurar os
meios de melliorauculo para a aossa agricul-
tura, como base da mais soliJa prosperidade
publica, pois vi bem sabis o quinto ella
"u il.ne para a felicidade dos povos que se
cntregam aos Irabalhos de cultivar os campos,
arrancando do seu seio abundantes fructoscoin
que a natuica mimosea ao homem laborioso.
Senllores. eu convido-vos instalacao de
urna sociedade agrcola nesta provincia que
Ir sem duvlda animar a nossa industria agr-
cola que acacha sem amparo, uem protec^ao
pelo errado sistema de servirmo-nos com os
bracos da escravalura, que millies de ca pi-
taes nos tem consumido, e um golpe fatal tem
descarregado sobre o coininercio, e as artes
do Impcio, e retardado os progressos da nossa
lvillsavaOi
Scnliu. es. a felicidade dn paiz depende de
nos mesmos, se conseguinnos com a nossa reu-
nian achar os meios ao nosso alcance, para o
meIhoramenlo e proaperleade da industria
brasileira, aflu de vvennos iudependentes da
estrangeira.
Senliores, segundo as tendencias geraes que
hoje se ni inil'esi un para o progresso he detup-
por que a nos-a sociedade seja sustentada 11 i -
cazmente, pela opiniao publica e pelo bom
senso das pessoas gradas. Seuhores, os nos-
so estorbos vain, aem duvida, poupar umitas
l'adigas e lagrimas para o futuro, e faier ap-
pareccr a vcrdadelra felicidade para a provin-
cia.
Devenios contar com um governo todo pro-
tector que, nao se poupar a prestar pro
vincia todos oa soccorros de que ella houver
initer.
O voaso humilde criado
Joauuim Jote de Carvalko Sioueira Vareja.o
<-iQfat$QQC/QQv&Q
O Consultorio noiooeopathico, O
s5 ra dnCollegn, n. 25, O
O Do Dr. P. de A. Lobo Hoscoso. O
j Olir, Moscoso d consultas lo los os Q
r'i dias. Os doenles pobres silo tratados "
!? degraca. S serflo visitados em suas g
9 casas aqu-lies que nflo poderem vir O
9 ao consultorio, ou que suas moles- O
& lies nao possam dispensar apresen- O
!$ C* . Engoinnia-se e lava-se loda a qualida-
le de roupa com lo lo asseio e milita promp-
tidito, >or preco mais commo lo do queem
oulra qualquer parto : na ra de Aguas-Ver-
des, n. 26.
Precisa-se de um preto ou preta de boa
Conduela (ara o servio externo de urna
casa de pouca familia : a tratar na ra da
Aurora n. 26
Compras.
Na ma ra Senzalla Nova, casa n. 42,
segundo andar, quer-se comprar um laixo
de cobre, sendo grande c estando em bom
uso ". quem o quizr vender, lirija-se ao lu-
gar ci'na dito ; assim como alguu as caixas
vasias, que fossam de assucar.
Com lam-se os o jectos
seguintes em bom oslado : um balco, ar-
macSo, alguns ivmVs, um braco do balan-
Ca com conchas e mais alguns utensis para
venda, urna pipa para deposito de ago'ar-
dente, urna dita para dito de mel, urna
quai tul i para azeile decarrapalo, um tor-
no d" medidas de pao, dous ou Ircs ditos
de folha e urna carleira pequea : quem ti-
v*r qialquer dos referidos objectos, an-
nuncie,
Compra-sc urna cazula branca, com se-
baste ro. ai nado, forrada de roxo com sebaste
verde, e do mesmo modo estola e niaiiipoio,
ludo de damasco com galao de retroz, uin ca-
la douraro por dentro com todos os seus per-
tences e pedra d'ara : na ra do Cabug loja
do Duarte.
Coinpra-se um preto de 60 ou 80 annos
e urna preta da mesma idade : na ra do
Collegio n. 21, primeiro andar.
Compra-se urna parelha de cavallos
russos, que sejam bem iguaes e novos
i|u Queimado n. 19, das 10 horas da manhfla s
.1 da tarde, e antes dessa hora ou depoia, na
Pasaagem da Magdalena, primeiro sobrado,
liassan lo a poille grande, OU amini,re.
Compram-se
escravos bonitos e robostos para dentro e
lora da provincia : na ra larga do Rozario
n. 48, primeiro andar.
Cumpra-se urna escrava, que saiba bem
engommar, cuzinhar e entenda do costura,
sendo moca e de boa conducta ; na praca
da Boa Vistan. 28.
Vendas.
Vatel Direilo das Gentes.
Vende-se Vatel Direito das Gentes, 2 vol.
por 3,000 ra.: na livraria ns, 6 e 8 da praca da
Independencia.
Vendem-ac us seguintes livros por preco
muito barato :
l'urlainauue, Direito Natural ,
Ricardo, kuonomia Poltica ;
Diccionario da academia franceza ;
Villeneuve Borgeineut, fcconoinia Polilica ;
llenihan, Le^islavao civil e penal;
Vingens, ditaco......rrcial ;
Muler, Historia Universal ;
lleiiiham, Penas e Recompensas ;
lidiar, Tratados daa referencias ;
Iii-inant, Cm so de Direilo civil francez ;
Weias, Principios Ptiiloaophicoa ;
Vigo, ditos dito*;
Pritot, Kapirto de Direito ;
Na prafa da Independencia livraria nuine-
rl6Vende-ae urna mobllia de Jacaranda em
bou, eatado.e urna preta da Costa para todo
o servico : na ra Nova aobrado n. O.
Na ra do Cabuga loja do Duarte, ven-
dem-ae ricas iones de set.m para bapado^
capotinhos de fil prelo e manteletes furta co-
res, por preco coihinodo. _
Veadem-se, na ra a\ Ij&-
deia do Becife, loja de miudezas
n. 7, de Antonio Lope Pereira
de Mello, 5oo pares de sapatsdo
Aracaty, por preco commodo.
Vende-se um bom escravo corpulento e
sadio de nacao Angola, de 22 annos, perrelto
canoeiro, com principios de pedreiro, multo
proprio para qualquer servico i no Aturro da.
Boa Vista n. l .
A 3,ooo rs. a pelle.
VeBde-seJcouro de lustro francez de multo
superior qualidade a .i.liOO ra. a pella : na ra
do Queimado u. IB, loja de Joa Diaa M-
inoea.
A 4 rs caixinha.
Vendem-ae palitos para tirar fogo a 40 ra.
a caixinha e Igualmente de nutras caixinliaa
de papelo a 20 rs., sendo da melhor qua-
lidade possivel : na ruado Queimado n. lo. lo-
ja de Jos Dias Simes.
A a6o rs. cada urna.
Vendein-ae ftvcllaa douradas e prateadas pa-
ra calca e para colele a 260 rs cada una : na
ra do Queimado u. 10, loja de Jos Dias Si-
mes.
A o I1.1r.1t o.
Vendem-se espelhos proprios para por tm
cima de mesa pelo barato preco de 1,280,
1,600 e 1,920 rs. cada um : na ruado Quei-
mado n. 16, loja de Joa Dias Simea.
icos e botes para casaca.
Vendem-ae dos inelhores gostos e qualida-
de ricos boles de aeda para casaca muitqyuo-
dernos, e por prejo muito commodo : na
ra do Queimado n. t, loja de Jos Diaa Si-
mes.
Ricas carteiras.
Vendem-se muito ricas carleiraa para algi-
beira. bem como charuteiras "de diversas
iiualidades e por preco multo comino lo : na
ra do Queimado n. 16, loja de Joa Dias Sl-
ines.
Ao barato preco de a,100 rs. a
resma.
Vende-se papel de peso de muito lioa quali-
dade a 2,200 rs. a resma: na ra do Queima-
do n. 16. loja de Jos Das Simes.
li ]ii|iit'il(is par: meninos.
Vendem-se brinquedos para meninos, cons-
tando de cosnioranias e carnudas de differeo-
les loaos, Jieui como carnudas com tabolnhas
piuladas que servem de formar dierentes
edificios, pelo mdico preco de I,OJO a 2,500
rs.-: na ma do Queimado n. 16, loja de Jos
Dias Simes.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooa),ooo rs.
No Atierro da Itoa Vista. Ija de fazendas n.
'Mi, vendem-se os afortunados brdeles e meios
da mesma lotera, que corre iiuprelenvelmen-
te no dia2de junhoviiidouro, ou antes ae se
venderem os bilheles.
Kllhetea inleiros 10,1100
Meios 5.000
Canna verdadeira.
Na Iravesaa da Madre-de-Deos n. 5, vende-
se a mais superior e genuina agurdente ex-
n aluda aiiiiplesiiieiite do caldo da canoa :
1 li.i-sr em garra liles de 3 caadas, e est as-
sim muito propria para mimos fra do paiz,
principalmente para a liuropa, aoode se apre-
cia e.Mi -.ion lu ni iiiicuir um irago desta nossa
patricia, custa a diminuta quanlia Ue 5,000 ra.
cada Mri.il.n.
Vendem-se 6 garrafcs grandes, que leva
cada um de 10 a 12 caadas: oa ra de Santa
Rila n. 85.
Vende-se uin sobrado na ruado Cabug
com fundo para a ra das I arangeiras n. 5 : a,
tratar com a proprietaria a senhora D. Maria
Felicia de Uliveira, na estrada da Cruz de
Alma
I mu c barato, vendem-se as inelhores
esleirs novas, viudas ltimamente do Aracaty,
peunas de ema, carnauba primeira soite, cou-
riolo.s liudos, el.apeos re pallia em cerno a
12,0 0 rs., sapates de couro de lustro ein por-
co, ditos de homem e menin.a de 6 a 12 an-
uos, uin preto inulto robusto, 6 pipas vaiias a
4.000 rs., uns cauleiros novos para pipas, 3
temos de medida de folba, 2 caiaes para
amostras, tudo muito barato : na ra da Cruz
numero .i, armazem de Mauoel Jos de S
Araujo.
O corrector uliveira vende cobre de for-
ro de navio do melhor sorliinento, e pregos
correspondentes de composico.
Vende-se uina escrava parda moca, que
cozinha, lava c engomiiia, e uin muleque cil-
oulo de 18 annos Ue idade, bonita figura e p-
timo para pagein : no Alterro da Boa Vista
d. 41.
Vende-se una preta da Costa, de 22 an-
uos re irade pouco mais ou menos, para todo
servico por ser mullo diligente i 11a ra da Ca-
deia ro Recite n 13.
Yeiide-se una excellente parelha de em-
bonos de cedro bastante grossoa e llubeiros.
proprios para urna lian.ira grande : na ra da
Praia serrara 11. 23.
Vendc-se uina porco de livros em mul-
to bom estado, perteucenlea medicina e phar-
inacia, assim como dous diccionarios, portu-
gus e francs : ua ra larga do Rosario n. 2o
arinaiem.
Vendem-se .lilas prctas, que cozinbain e
lavam, fazem as compras de casa e veudem
na ra, um preto de niela idade por 350,000
rs., bom para um sitio, trabalha de eoxada,
trata de vaccas, sabe inuugir ieile e vera vn-
delo na piara : na ra do Collegio n. 21, pri-
mor.1 andar.
Vende-se um sitio no fin da estrada doa
lllicios que volla para a da Agoa-Fria, mura-
do por ambas as estradas, com porlao de fer-
ro, casa^soll'rivel, cacimba com bomba e dous
tanques, latada de parreiras com forquiibas
de ferro, diversos ps novos de dittercutes
fruclas queja produzem, e baiaa para capiui :
oa prrtendcntes prncurem na Ponte de Ucha
no sillo daa Jaqueiraa que acbaro com quem
tratar.
~ Vende-se uin muleque re 20 annos, bom
Ifaiale, 3 pretos bons para lodo servifo, 3
pretas inulto boaa quitandeiras, 2 das quaes
rozinham multo bem e lavam, uina dila multa
boa engonuuadelra e coalureira, que fax todo
o inaia servico de ca e be multo moca: na
ra da Cadeia u Recife numero 51, primeiro
andar.
Vendem-se as seguintes obras : Curso de
I., onoioia Polilica, por C lievaiier, 2 vol. ; Ros-
si, Direito Criminal, 1 vol.; Paschoal, 'I ra-
udo das Acces em po.luguex para o quinto
anno jurdico, I vol., por presos multo cota-
modos : no Atierro da boa Visut, loja do Es-
tima.
Postillas.
Vendem-se postillas de direito criminal e de
direito comiercial bem copiadas : na ra do
Passeio loja n. 2i.
_AR ENCONTRADO


"
'A
I

4'
f
Bom"e barato.
Na ru do Passeo*Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos l.cite, inda continua-se a vender ai
bem conhecidas pecas de chita a 4,500 rs. e o
covado a ISO r., ditas para coberla a 6,000 rs.
a paca, e o covado a 160 ra., castas para baba-
dos a 240 a vara, brlns de linbo azul e de co-
res a 300 r. o covado, cobertores de algodiio
grosso para eicravos a 640 rs., viseados mons-
tros a 200 rs. o covado, chapeos de sol de pani-
Sho a 2,000 rs lencos de cainbraia finos, ro-
rads de bicos a 480 rs., ditos de seda de co-
res a 1,500 rs., grvatas de selim a 1,500 rs., e
oulras inultas fazeodas, as quars dclxam-scdc
annunciar para nao oceupar tempo.
V Vf V f t^f fff W vVf
> Vende-se urna preta da Costa, de *
v bonita (pura, de 2* a 26 anuos, que ig
5^. lava betn e he quitandeira : trata-se ^
g^, na ra do Vigario n. 19, segundo .=
a> andar. 41
Vendem-se aradoj america-
nos dos modelos ni ais approvados;
na ra do Trapiche n. 8.
Pecas de chitas rexas para luto.
Vendem-se pecas de chitas litnpas, ordi-
narias, para luto alevado, a i,500 e a 120
rs. o covado ; e rolles de camhraias psra
vestidos, bonitos padrOes, a 2,600 rs. : na
ra larga doRozario a, 48, prinieiroandar.
Vendem-se superiores livros em hran-
co, de diversos tamatihos : em casa de Kalk-
mann IrmSos, na ra da Cruz n. 10.
Vende-se cha liysson de superior qua-
lidade, o mellior que lem vindo a este mer-
cado ; relias de espermacete americanas ; e
meias barricas de familia gallega : em ca-
sa Je Mi i lioiis Auslin & Companhia.
Para se acab'.r.
Vende-se cera de carnauba, penas de
ema, sapalos brancos, ditos de bezerro de
lustro, couros de cabra e superiores charu-
tos r. i i. rx 111 chegados da Kahia : na
ra ila Cadeia do Recita n. 49, priaieiro
andar.
15o tn e ha ralo.
Na na do Passelo Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se cortes de cal-
Cas, de fazeodas escuras, encordadas, pa-
drOes emilando casemira, pelo deniinulo
preqode 1,500'S.: selles, meas amigos do
bom barato, antes que se acnbem.
Vende-se una pedra de mar-
more branc, com 8 palmos de
comprida, 3 de larguia e meio de
grossura : quem precisar, dirja-
se ra da Fraia 55, na typo-
graplua imparcial.
Ve.idem-se caixas com cera
em velas do Hio tle Janeiro, com
mii iiiiii'iiiii a vonla ?e do compra-
dor, efumo em folha do melbor
que ha lio mercado : na ra do
Trapiche n. 5, e criptorio.
Sarja Hespanhola para vestidos.
Vende-se sarja pela mullo larga e muilo
eucorpada limpa a 3,060 rs. : na ra larga do
Rotarla u. 48, primeiro andar.
cimento.
Vendem-se barricas com Cimento] pro-
prio pura qualquer obra que possi rece-
ber agua, MSOI como psra iljeroz e Ira-
peiras, prximamente chegldo de llain-
burgo, tambem se vendem as meias barri-
da por prego comino lo : atrs do theatro,
aroiazem de taboas depinho, a Tallar enm
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
JoSo Mntheus.
Ydidem-se charutos sollos de multo boa
qualidade, chegados iiltiiuamente, em porco
uu a retalho, por muilo coiniiiodo prejo : na
ra da Cadeia n. 34, primeiro andar.
Veude-se uu armazem do Dias Ferreira,
no caes da alfaudcga saceos de lullho novo e
barato.
Farinha fontana,
Arroz de casca,
ailo novo,
Cli preto,
Cliutnho de municao,
Cimento,
liicli.is tle Ilamhurgo,
vende-se ludo por precos rommoJos : no
armazemdeJ J. Tasso Jnior, na ra do
Amoiiii n. 33.
A08 IO e 5:oo,non rs.
Na loja de iniudezas da ra da Cadeia do He
cife n. 46, vendem-se os niui afortunado* bi-
Ihetos, meios, quartoi, decimos e vicsimos
da inetina lotera, que coi re impreicrivcl-
mente em 2 de jonho vinduuro, ou antes se se
venderem os bilhclcs.
Bilhetes 10,000
Meios 5,000
Quartas 2,600
Unimos 1,
Vigsimos
l'ni'd a ipinresm.
I-anuo prel III lltii boa qualidade e novo a
3,20(1, 4, KM) e 5.IHI.I rs. o covado, casimira preta
de dillereulcs i|iialidades, sarja preta, selim
de inacao, e oulras umitas (hiendas por ba-
ratos piffos : na ra do Crespo ao p do arco
n. 2
Livros em branco baratsimos,
Livros em branco de 40 folhat grandes e
largos por 6,000
Ditos, dito de 200 ditas, dilo, ditos 4,000
Ditos, dito de 100 ditas, dito, ditos .1.000
Ditos, dito de 100 ditas pequeos ditos 2,000
No pateo do Collegio, casa do I.ivro Azul.
Lo cria do Hio de Janeiro.
A os 0:000,000 rs.
Na ra do Crespo ti al, loja
de fazendas, e m rua du Cadeia do
Recite n. l\6, loja de miudezas,
vendem-se meios iiilhetes, quar-
lo-, oitavos e vigsimos da oitava
Joleria a beneficio do thesouro
publico, e paga se qualquer pre-
mio que neilessahir sem ganancia
alguma.
Meio i bilhetes
Quartos
Uitavos
Vigsimos
guarnecidos de btco de linho, a imitaco de
blond, pelo diminuto prego do 6,000 rs., s
o bico o o feilo val mais ; a ellcs antes que
') aeahem : na ra Nova n. 6, loja do Mais
Ramos & Companhia.
Aos 30:000,000 ris.
Na ra larga do Rozarlo botica n. 42, recc-
beu-se a lista da decima-terceira lotera do
Ihealro de S. Pedro de Alcntara e alii foram
vendidas os seguintes nmeros que sahiram
premiados, a saber : 860 200,000 rs. meio ; 3l47
200.000 rs. 5734 100,000 rs. meio ; 5577 rs.
100,000 594 40,000 rs. quarlo ; 4470 40,000 rs. ;
945 40,000 rs., bem como bilhetes da oitava
ioteria para ndeinnisacao do tbesouro pu-
blico, chegados ltimamente pelo vapor Im-
peralrii, os quaes se venden pelos precos se-
guintes : inteiros 93,000 rs., meios 11,500 rs ,
quartos a 5,900 rs., oitavos a 2.900 rs. e vig-
simos a 1,400 rs.
Vende-se em casa de J. R. Lasserre &
Companhia na roa do Trapiche n. 11, o Si-
guite por precos commodos.
Farinha barn, primeira qualidade,
Vinho de Bordeaux, superior, em quartolas,
Vellas stearinas, em caixas de arroba,
Saceos com farelo, novo,
Livros em branco de todos os lmannos,
Pennas de ac,
Cabos de linbo. de todas as polegadas,
Cabos de manilha de todas as polegadas,
Verdete, primeira sorte,
Chumbo em lencnl,
Chumbo em barra,
Papel de peso superior,
Cimento, francs,
Rarricas com oca.
Barricas com almagre.
Veudein-S3 escravos mocos c de
bonitas figuras.
3 negrotas de 14, 15 e 18 minos com habili-
dades, que cosem e engommam.
1 preta de 20 annos com urna cria de 6 me-
zes, que cose e engomma.
4 escravos de 22 annos com algumas habi-
lidades.
2 ditas de 30 annos, que engommam, cozi-
ubam c lavam de sabao.
1 ni 111.11 i.li.-i de 15 annos, que cose bem.
1 pelo sapateiro de 21 aunos, que corlae faz
toda obra.
2 ditos ptimos coziuheiros, sendo um de 18
annos, e oiitro de 25.
1 dilo bom marinheiro de 25 annos.
2 pard. s bonitos, e bons para pagem.
6 negros de 22 annos, bous para lodo e qual- l.arangeras n. 18.
querservico. -Vendem-se portoes, portase sacadas de
Na ra das Larangeiras n. 14, segundo pedia com soleiras de granito 1 na ra da Cruz
pretas mogas, corh habilidades ; 1 preto de
idade, proprio para sitio, por estar a isso
acoslumado,
No becco do Goncalves, ar-
mazem do Araujo, e na ra da
Cruz, armezem di S Araujo n
33, vende-se superior farinha em
saccas, chegada ltimamente, por
preco commodo : a tratar nos mes-
mos,
Vendem-se chapos do sol de seda, pe-
lo diminuto prego do 4 e 5,000 rs.: na ra
Nova numero 6, loja de Maia Ramos & Com-
panliis.
Na loja r.emambucana, de Anto-
nio Lniz dos Santos, ra do
Crespo n. 11,
vendem-se cortes de tedas brancas e de cores
para todos os preco-.
Novo snrtimento para as senhoras que fa-
,cin doce.
Vende-se panelas e ligelas grandes vidradas,
chegadas ltimamente da Uahia, proprlas
para doce e bater pao-de-l, escarolas de ca-
bo, papeiros, fregideiras, alguidares de todos
os i.uii mlios, balaios para os meninos apren-
dern a andar, ditos para costuras e compras,
jarros e quartinhas, garrafas brancas para res-
friar agoa, ludo obras de gosto : na ra da Ca-
deia do lenle n. 8.
Deposito de cal e pitassa.
Noarmazem da ra da Cadeia do Reclfe n.
12, ha multo superior cal de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
piecos minio rasoareis.
Na loj pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Santos, rui do
Crespo n. II,
Vendem-se superiores pannos linos, chama-
dos selim de l;a, sendo prelos, verdes, cor de
caf, azul, etc.
\ iii lem so quejos do Reino a 1,120
rs.: na ra Direita n. 14.
Vende-se a casa terrean. 24, sita na
rua de Agoas Verdes, cujos fundos botam
para a rua de Ilutas : a tratar na rua das
500 rs., Poesa de Joo de Barros Falco de A.
Maranhao iu rs., om Sebasliao, romance
histrico e oulras poesas I60 rs., Ensaios so-
brea CreacSo do Mundo 80 rs., O Gemido d -
Alma 80 rs., cartas e taboadas, folhinhas de
porta c de alglheira, e grande sortimento de
oovellas de dillerenles autores. !
O ontigo barateiro do Passeio Pu-
blico loja n. 11, de Pirmiano
Jos Rodrigues Ferreira.
Tem para vender, superiores sarjas de seda
hespanhola larga a 2,000, 2,400, 2,600 e 2,800
rs. superior, selim maco preto a 3,200 rs ^a-
tenda rica, pannos finos pretos e
por precos multo baratos, brlin trancado de
pannos
por pircos mUltO bmaiu, ... ..---,-----
todas as cores, merinos pretos, prlncezas, coi-
tas francezas largas, casemiras, laas de calas,
tapetes, los preto, bicos, lonas, madapoles
finos e outras muitas de differentes pr'tos,
algodozinhos de todas *s qiialidades, cuita ri-
as de todos os precos. alm de inultas outras
faztndas que se venderao a todo preco. castas
chitas, challes de la e seda e de la, ditos ae
ganga franceza, lencos de seda de peso su-
perior, e outras muitas fazendaa baratas.
O Na rua do Queimado, se- w
O gunda loja n. 18, vendem-se as seguin- g
O tes fazendas proprlas para o tempo da O
fi quaresina : panno fino preto Superior
9 provade liino,. casemira preta inulto Q
h. ...,,.., nrflln il' io.Tc.io o melhol ^_
9
t
boa. selim preto de maco o inclino
O que he possivel. luvat pretas de trocal
Q para senhora, chpeos pretos franceses
O formas modernas, lencos de setiin para
rts grvala pretos e de cores, lencos de
i tarca e de cambraia de seda para se- -
2 nhora, cortes de vestido de barra breo- *
O eos e de cores, dilos de cambraia de se- v*
ndar.
Aos Srs. acadmicos.
Na loja de livros di rua do Crespo n. 11 do
bem condecido e antigo barateiro Antonio l>.
Ferreira, vendem-se os seguimet llvrot por
preco mu commodo : compendio de Dlrcilo
n i un il pelo Dr. Autran ; compendio de Dlrel-
lo Publico pelo Dr. Autran ; compendio de Di-
reito Ecclesiastico porGinenio em porlugoez ;
Silvestre P. Ferreira Manual do Cidadao 3 v. ;
Rossi economa polilica; Vatel Direilo das
Gentes ; Resumo da Historia Universal iinpres
so em S Paulo ; Forjaz economa polilica
lnstitui(des de Direilo Civil Lusitano por Pas-
choal Josc de Mello em porlugue: ; Tissot
principios do direilo em francez 2 v. ; Felice
direilo da Nalurcia em francez 1 V. ; Diccio-
narios porluguezes por Constancio; Dicciona-
rios francezes por Constancio; Diccionarios
Inglezet bovot por Vielra Movellas e roman-
ces de lodas as iiualidades, novos, francezas c
portuguezas. ^a mesina loja se contiona a
notar obras de lodas as i|iialidades.
Lotera da matriz la la-Visla.
Aos lQe 5;oo,ooo rs.
Na loja de miudeas da pra(a da Indepen-
dencia u. 4, vendem-se bilhetes inteiros, meios,
quartos, quintos, decimos c vigsimos, que
corre inprelerivilineiitt' no da 2 de junho ou
antes si' se vender os bilhetes.
Hithetei inteiros 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,600
Quinlos ',100
Decimos 1,00
Vigsimos 600
Cera em velas.
Vendem-se raixus com cera em
'as, fabricadas no Kio deJanei-
sortidas aodesejo do compra-
ve
io_
dor, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parle ;
tambem se vende cera fabricada
em Lisboa, cm caixotes de oo li-
bras ca>la um : trata-se com Ma-
c ;ado f?v PinheirOa rua do Vigario
9
seoundo andar.
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Admira, mas he verdade.
n.
Sarjas de seda lisas e lavradas e
panno preto.
Na rua do I.ivianienlo n. 14, veodem-sc su-
periores sarjas, chamalnte lavrado e de lisia,
selim maco de superior qualidade, panno
muilo superior preto para casaca, casemira
preta, lencos de setim para gravata, e oulras
mullas faz'iidas finas para o lempo prsenle
da quaresma. e por precos que obrigain a
comprar quem nao tem preciso.
Bom e barato.
Vende-se goimna em saccas mu nova, cha-
peos de palha, sapalos blancos para houiriu e
meninos, e cera de carnauba primeira surte a
(,000 rs. a arroba, ricenirmenie Aracaly : na iua da Cadeia do Recite n. 4'J
primeiro andar.
~ Vcndem-se amarras de ferro : na rua
da Senzalla nova D. 42.
Na loja pernambucana, de Anto-
nio Luiz dos Santos, rua do
Crespn II,
vende-se sarjas pretas hespanholas, ptimos
letins prelos e chamaloles de petos para ves-
tidos de scnboras do bouMoiu.
Altenco.
Ilojesaliir a luz a importante obra
Elementos de lilrelio das Gentes
dividido em tres parles ; a primeira tratando
dos dlreltot absolutos dos eslados ; a segun-
da dos direilos condecionaes dos estados em
suas relacoes pacificas e terceirot parte final-
mente dos direilos dos eslados em suas rea
ru- boslia pelo Dr. Pedro Autran da Malta
A11 11 > 111 iipic. Kscutainos entrar na aualise
deste compendio, e multo menos na aua apre-
ciacao, porque o autor he bem conhecido
por suas luies, experiencia no ensino deslat
materias, e sobre ludo pela maneira lucida
e clara com <|ue en concebida a redaiffio.
Vende-se nicamente na iivraria do edictor
proprielario oacharel Abreu e Lima : no pa-
teo do Collegio, casa do I.ivro Azul a 8,000 rt.
cada obra.
lua do l'ozari" larga n 22, se-
gundo andar.
Vendem-se 5 escravos mocos para traba-
I lio de campo ; 1 inJn bom bolieiro e de
boa conduela ; 1 dito I 0111 caireiro) 1 11,11-
n. 51, primeiro andar, ou 110 Atierro da Ba
I Vista 11, 3, segundo andar.
-- Venle-se una eserava crioula de 14
annos, sem liabilipades : na rua da Praia
numero C8.
Ao barato.
Vende-se couro de lustro franzej", pelo
bantiuiato preQO de 2,560 rs. a pella : na
rua larga do Rotarlo, loja de miudezas n.
26, de Joilo Francisco Maia.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
por pieco commodo, a bordo da
batea nacional America* fondeado
de 11011 c do caes do Collegio : a
tratara bordo da rnesma, ou com
IMovaes Fe Companhia, na rua do
Trapiche n. 34.
--Vendo-se um escravo do 28 annos, do
boa figura, sem achaques, com principios
de le uMio. sendo ptimo malhador e ca-
noeiro, sabe tratar de eocheira o de lodo o
servicu por ser oiuito hbil : ua rua do Ca-
buga n. 9.
Uculos para todas as idades
Vendem-se oculos para todas as idades,
pelo barato pi eco de 800 ti. o par : na rua
i.ir. a lo l'.ij/iiij.i, lujado iniudezas n. 26,
de Jo.io francisco Maia.
Vende-se a collecco de caricaturas do D.
Quizte homceopaililco, de volla California;
chegados ueste ultimo vapor do Rio de Janeiro'
cada collecco, do 11. 1 a 6, por 1,000 ; na
rua da Unio, junio casa u. 1, das scit s
nove horas da manilla.
~ Ven lem-se, na rua do Amorim n. 36,
cossueiras de jacaianda muilo superior, as-
sim como arroz pilado, multo superior, a
2,400 rs. a arrolla, em porcSo.
Franjas para manteletes.
Vendem-se franjas psra manteletes, pelo
barato preco de 640 rs. a vara : na rua lar-
ga do Itozario n. 26, loja de miudezas de
Jo.lo Francisco Maia
Na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 48,
ha para venderse um rico roquete de es-
eui.lo com lavarmto e bico, Bssim como
continua-se vender toalbas do Uvarinto
O da, sarja preta de seda,cortes decoletc
Q de cores, riscados franceies inulto fiuo
fS e outras muitas fazendas que estaro
5? patentes aos compradores, as amos-
w iras serao francas com o competente
O penhus**.
OGOOOGO>OOOOOOOf30:>
Vende-se o diccionario de Moraes da
quinta ediccSo. 3 importantes romanses de
W'alterScottfem portuguez ) ea colle;3o
da revista denominada l'rogrcsto, todo por
pretjo commodo : na rua Jo Cabug, loja
da esquina 11. 11, do Amaral.
No deposito de Andrade & Leal, na rua
Nota n. 33, he chegado um completo sor-
timento de folha de Flandres de primeira
qualidade, que Vende se por preco com-
modo.
O' vos do povo.
Apiovcitai-vot em quanlo he lempo, rcotn-
prai a vossa sacca de farinha por prevenco
porque a cspeculaca'o principia a apparecer, c
o venero subir orrel ao artnaseui de Joa-
M
i liiiiiK 111 ao burato. &
3 Na rua Nova n. 12, acba-se venda y
.} um completo sortimento de fazen- i
fji das, como seja :
K Superiores pannos finos ;
': Casemira preta e ji Merino preto, proprio para qua-
i resma ;
*i Sarja hespanhola, muito boa ;
fSetins de todas as qualidade;
Itiquissimos manteletes de lodas as
Mantas mui riets de todas as cores ;
[ Gangas amarellas com listras, pro-
... prias para caiga e jaquela ;
Damasco para pannos de cima de
K mesas ;
* 1 orles de cassa empapelados;
Pannos proprios para capoles;
B Lencos de seda, padtOes modernos;
1 Cortes de cambraias mili ricas ;
bitos de vestidos de barras brancas ; O
Sedas e sarjas brancas e de cores, &
E propiiaspara vestidosdecaamento8. fe
mmi- -rnnmmm Vendem-se 4 molecoles de 15 a 18 an-
nos, sendo um delles carpi.a e oulro pe-
dieiro; umesciavo bom carreiro ; um ca-
li, a bom canoeiroj tres escavas motas
urna miilatinha de 12 anuos, que cose, en-
gomma liso e faz lavarinlo : na rua Direita
numero 3
Na loja do bem conhecido barateiro A. D.
Ferreira, rua de Crespn. 11, acham-ir ven-
da as seguintes obras, por preco commodo :
Geometra de Lacroix, dita de Kuclides, (jeo-
graphia elementar, por Vellet, Cbronologia,
pelo iiiesino, Aiilhinetica por Salvador, com-
pendios d'Algebra por diversos autores, llo-
raiio, Virgilio, C.ornelio, livros. de Nutica,
llegras Slethodicas para te aprender a etere-
ver, seguidas d'uiu Iralado d'Arithmetica por
Ventura, Oeuvres de Moliere, 7 vol. A ti s de
Siiiiein oiiit, dito de Hallo, Mognum Lexicn,
Diccionario portuguez, Cuino, Resposla do
general Abreu e Luna ao conego Januario ou
o "ge...
qiiiin Pinguinho na rua da Santalla-Velha que
aluda tem cerca de 60 saccas. que vendem-se
a 2.000 rs., porquanto all compre! urnas para
provimenlo da inhiba petada familia, de-
pois nao digaet,(quando nao houver reme-
dio ) bem dizia o annuncio no velho Diario vos
do povo,
Aos 10:000,000 rs.
No atierro da Boa Vista, loja de calcado n.
58, vendem-se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, quintos, decimos e vigsimos da lotera
da matriz da boa Vista, que corre no dia 2 de
junho do eorrente anuo.
Bilhetes inteiros 10,000
Mfi0, 5,000
Quartos -"'"'
Quintos 2.100
Decimos '.00
Vigsimos "J"0
Acaba te chegar para a rua Nova
n. 8, loja de Jos Joaquim Mo-
reira &c Companhia
excellenles esparlilhos de linho para senhora,
guarnecidos de balelas e de diflerentes mo-
dellos, cousa papalina e Inteiramente nova
neste genero, vendem-se por pre9o muilo em
coma, chapeos francezes modernos e de boa
peluda a 7,000 rs., sarja prela hespanhola,
veos pretos milito finos, luvas de todas as qua-
lidadesquer para hoiiiem quer para senhora,
lanlernas de vidro de todos os lamaphos e de
lodos os precos, dilas bronzeadas, lencos para
gravata de cores e pretos, um bello sortimen-
to de eordas para violao muito novas que se
venderao a lOO rs, cada una.
-- Vende-se o engenho Estiva na freguezia
do Cabo, distante da praca 9 legoas, de agoa
morle e correte, de boa produccao quem
o pretender comprar dirija-se a Pracioha do
Lirramenlo n. 46, terceiro andar, a tratar com
o liarao de Ipojuca, ou no seu engenho Hu-
ranhem.
__Vende-se rap de Lisboa em frascos, che-
gado agora na barca Ligeira: os Srs. fregnezes
que eslao acoslumado a tomar a bol pitada
nao deixarao de mandar buscar ao largo da as-
sembl 1 n. 1.
Attencao.
He chegado nova fornada do superior e mui-
to acreditado rap prime;.! do ltio de Janeiro
em libra e meias libras : na rua do Queima-
do loja de mu 'o; 1. n 25, e na rua da Cadeia
do II1 (ile loja de iniudezas n. 49.
Nicas trancas
para manteletes cguarnico de vestido: na
rua do Queimado loja de miudezas n. 25.
I'ara vollarete
cartas francezas finas : na rua do Queimado lo-
ja de miudezas n.25.
Direito natural de Zeiler.
Vende-se Direilo natural de Zeiler, tra-
duzido pelo Dr. Aulram, que serve de com-
pendio ao primeiro anuo jurdico : na pra-
ca da Independencia, Iivraria ns. C e 8.
Vendem-se ricos vestuarios
para o baile de mascaras, por pre-
co commodo : na loja da rua do
Crespo n. \
iiii^u< uos Srs. fregnezes do ba-
rato que li iiuii o segiilntc
nmiiincio.
Vende-se brim de quadros de linho, a
320 rs. o covado ; riseado de linho, a 220 rs
o covado ; 1I1I0 de algodSo, a 180 rs, o co-
vado ; pecte muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs o covadn; castores
muilo encorpados, a 280 rs. o covado ;
brim transado branco de linho, a 1,920 rs.
o corte dilo escuro, a 1,600 rs. o dilo ;
esguiSo di- algo lito de 12 jardas, a 2,400 rs.
a peca jcitesde fustlo, a 560 rs. ; cober-
tores escuros de IgodSo, grandes, a 720
rs.; cassa preta, a 120 rs. o covado ; chita
de cores fizas, a 160 e 180 rs. o covado : na
rua do Oespn 11..6, ao p do lampeSo.
Fio pa 1.1 >ipnl< i 10 e para snecos.
Vende-se um restante do ptimo fin para
sapateiro em novellos, e dilo em meiadas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas : em casa de Adamson llowie
& Companhia, rua do Trapiche 11. 42.
\rados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
wm
com camb3o de sicupira e bracos
de ferro ; na fundico da rua do
Brum ns. G, 8 e* lo.
91 Algotlo para snecos. p./
% Vende-se moito bom algodfio para &
-. saceos de assucar, por pre^o comino- $..
a do: em casa de Iticardo Itoyle, na j
S| roa da Cadeia n. 37. >,
bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 eio,
fundicSo de ierro.
IMoinhos de vento
eom bombas de repucho para regar borlas
d baixas decapim : vendem-se na fundicno
de llowman & Me. Callum, na rua do Biutn
ns. 6,8 o 10.
Tulxas para engenbo.
Na fundic.no de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to delaixasde 4a8 palmos de bocea, as
qua.is acliam-se a venda por preco com-
modo, e com promplidSo embarcam-se, ou
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Vendem-se sapalOes de couro de lus-
tro pelo baraiissimc; preco de 3,000 rsi ; di-
tos superiores, a 4,000 rs.; ditos de couro
branco para homem e menino : na rua da
Cadeia do lenle n. 9, loja.
A a,4oo rij.
Vendem-se pecas de cassa de quiltros e
listras para habidos com 8 1|2 varas cada
urna : na rua do Crespo, loja n. 6, ao p do
lampeSo.
Deposito de cal virgem.
Na rua do Torres u. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisba no Irrigue Tarvjo-Ttrceiro-
Teciito de algodo trancado na i'ai
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos.
Vende-se superior sala do Ass bor-
do da escuna ,l/ari' Firmtna Tundeada na
volta do Forte do Mallos: a tratar com o
capilao a bordo, ou com o consignatario da
rnesma, l.uiz Jos de S Araujo, na ra da
Cruz n. 33, sonde se pode ver a amostra.
iJInra, mas lie veraaile. Ilatlnno de 13annos, muito iodo, proprio analyte do primeiro juitode f. A. Vainhageii .
alanteletes e capotiuhos de cambraia, 'para pagem; i moleques de 18 anuos; 3 j acerca do Compendio da Historia do brasil, modelos, assim como americanos
Escravos futidos.
Ilesappareceu, desde odia 10 do cor-
rente, um preto de jiome JoSo, baixo, ma-
gro, com pouca bubi, falla alguma cousa
atravessailo e he rendido ; levou calca de
casemira j velha, jaquets de riseado e um
gigo pequeo, com alhos, pomada e quei-
jos, que andava vendendo : pede -se as au-
toridades policiaes e capilSes de campo que
o apprehcndendo levem-no i ruadasCru-
zes, venda de Mauoel Antonio di Silva, que
serSo gratificados.
Ain 'a est fgida a preta Mana Joa-
quina, de idade 30 a 40anno., nacfio Con-
go, baixa, gorda, cor retinta, bixigosa,
olhos vivos, bastante ardilosa, o sagaz ;
i a I ve/ onde sus fuga encoherla com o nego-
cio de miudezas, poil he no que se empre-
gava antes da sua fuga, nSo sendo esta a
primeira vez que foge, e que se encobre
com tal negorio ; tin.beai j loi eserava de
engenho, e andava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula de quem era es-
erava : quem a pegar levea ns prsra da In-
dependencia n. 17, quesera recompensado
lo Seu I al-iillii).
Desapareceo no dia 7 do eorrente, o es-
cravo de iiac.m c&cangc, de nome Jos, que
representa ler viole e iocu anuos, balso,
grosso do corpo, sem barba, olbos grandes e
ps pequeos ; levou camisa e calca de algo-
do de riseado americano j aujas:quem o pe-
gar leve rua do Vigario n. 22, ou rua
da Cadeia doJteclfe, u. 51, que ser recom-
pencado.
~ Desappareceu na noile do dia 6 do
passado un a eserava parda de nome l.uiz,
idade pouco mais ou trenos 30 anuos, ro-
bellos corredissos, porm corlados, rosto
redondo, barriguda que parece estar peja-
da, milis bastantes leas e algumas unlias
muilo negras que parecem ter sido pisadas,
os ps muito esparralhados e feios e algu-
ma cousa irregular, levou alm da roupa
vestida, um sacco ou trousa, ilous lios de
(nulas blancas ao pescoco, assim como um
rozario tambem branco, chales de chita
asul j desbolada, usa de camisa de cabe-
filo : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja n. 9, ser recom-
pensado generosamente.
Fugio no dia 24 do passado do enge-
nho Tapea, silo na freguezia de Jaboalao,
o escravo de nome Jos, de nacSo Nsg,
cujo sinaes caractersticos silo os seguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, com falla de denles, ros-
to talhado, ps gios-os, representa ter de
idade 30 anuos, ho muito ladino; avista
do exposto recommenda-se. aos capules de
campos captura do dito escravo, pelo que
serQo generosamente gratificados.
Desappareceu, no dia ido eorrente, a
eserava Florencia, crioula, d 38 40 an-
nos, alta, corpo regular, o dedo mnimo de
urna das mitos nao abre bem, e no fallir
treme rom a cabrea ; pede-seis autorida-
des policiaes e rapilSes de campo que a ap-
prehendam e levem-ni Casa Forte, sitio
dos reos, ou rua do Arago n. 8.
Desappareceu dotiigenbo slastsuar
freguezia da Cacada, una preta de nome
Marta, altura regular, cor fula, rosto redon-
do com enfeiles, cheia do corpo, bracos
grossos, urna cicatriz no p e falta de um
dedo em um delles : quem a apprehender,
leve-a sos Afogados, em casa de Manoel
deCouveia Souza Jnior, que ser bem re-
coma ensado.
Desappareceu da villa do l.imoeiro um
escravo de noma JoSo, do genlio de Ango-
la, porm a piimeira vista parece crioulo,
de 20 annos, muito ladino, denles limados,
rosto alguma cousa compri lo, queixos li-
nos, com urna marca de fstula em um dos
queixos, algumas marcas de ftida pelo
rosto e polis pernas, boa estatura, muilo
prosista e al meltido a fazer versos : quem
o pegar, leve-o i seu senbor, na villa do
l.iinoeiro, Maximiauo Antonio de Pinho, ou
no Korte do .Mallos a Jos Caelano de Ale-
dei os, que ser recompensado.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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