Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06346


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Full Text
Anno XXVII
Sexta- feira 14
PABTID45 SOS OOBB.BIO.
Goianna c Parahbs, s secunda e sextas felras.
Rio-Grandc-do-Norte, todas as quinta reirs aojP|1AIE Dt ,
ineio-dia.
Garanhuns c Bonito, a 8 e Sw.
Boa-Vista e Flores, a 13 c 28.
EPHEMEalDES.
'Nova, a 2, as 10 h. e 59 m. da t.
Cresc. a lO, as 7 h. c 25 in. da t.
Cheia. a 17,as 10 h. c 59 m. da m.
Aling. a 24,sllh. e m. da ni.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os da.
FBEAMAB BE HOJE.
Prlmelra s 2 horas e 0 minutos da tarde.
Segunda 2 horas e 6 minutos da manhaa.
de Marco de 1851.
N. r..
J>IAS DA 8EMA1VA.
Id Seg.S.Milo. Aud.du J. d'oif.cm. da 1 vara.
11 Tere. S. Candido. Aud. da Chae. doj. da se-
cunda vara do c. e do* feitoa da fi/.enda.
12 yuart. S. Gregorio. Aud. do J. da 2. vara.
13 nubil. ;. Kutrui.i. Aud. do J. dos orf. cdo ni
da priinii i a vara.
pnEfODA sBscnippo. H Scxt. S. Uatuilde. Aud.do J. da 1. vara do C,
Portresmeiesfadiantados) 4/000 c dos feilos da hienda.......
Por seis mes.es """OO 15 Sab. S. Ilciiriquc. AuJ. da Ch. e do J. da 2.
Porumanno 15/000 varado civel.
l(i Dora. 2 da Quarcsma. S Cyriaco.
iaiiiili' i r-n------------~~~"~***~"*"' < --.rti"i
CAMBIO DE 13 DE MA^J.
Sobre Londres, a JO d. p. l/OOO rs.b'J das.
Pars, 320 por Ir.
i, Lisboa. 85 a 90
0,iro. Untas licspanholai ...
Mocdas de 400 vclhai
de 6/lll novas
dc4jooii......
Prata.l'atacocs bratllelroi..
Pesos columiiarios....
Ditos mexicanos.......
2R00O a 28/500
16/000 a IBfSOO
10/00C a ll>?200
u/mn
!.- <
1/921
l/t80
!i/i un
1/040
I/M0
I/7IHI
PARTE OFFICUL.
GVEHN DA PHOVIHCIA.
EXPEDIENTE DO DA 6 DE MARCO
DF. 1851.
I Oflicio.Ao inspector do arsenal de marinha,
api rov.imo a compra que fes a Antonio Fran-
cisco da Silva Carrifo de 800 alqueires de fari-
nha de mandioca mediante as condifet des-
criptas no termo de que remellis copia, e in-
telrando-o de haver expedido ordem ao ins-
pector da pagadura militar, para de conforrai-
dade com o referido termo mandar receber a
dita farinha e fase-la embarcar no patacho Pi-
rapama. Nestc sentido expedirn! se as con-
tenientes ordens.
Dito. A thesourariada faienda provincial,
Bar a mandar adiantar ao engenheiro Floriano
esire Portier que passa a tomar conta das
obras da estrada da Victoria a quantia do ni-
4:000,000, sendo 1:000,000 de rs. para pagamen-
to da folha dos operarios de cada um dos lan-
os 18 *, 24. e25."da referida estrada c o resto
para as despezas da ponte sobre o rio Tapacur,
conforme requisita o director das obras publi-
cas. Sclenllficou-se ao mesino director.
Dito. A me .ui.i, duendo que para poder
satisfazer a requlsif ao da assemblea proviueial,
faz-se neccssaiio que envi com a possivrl bre-
vidade os esclarcciinenios seguintes : 1. Quan
to ciulon aos cofres provinciaes a actual ponte
da Magdalena. 2." Desde quando se cha esta-
iii decida a barrelra da mesma ponte. 3. Quan-
to tein rendido a dita barrelra : 4." Finalmente,
se essa renda ou parte della lem sido appca-
daaconcertos ou reparo da sobrcdila ponte.
Dito. Ao couiinandante do corpo de poli-
ca, para mandar destacar para a barreira da
ponte da Tacaruna um soldado do corpo sb
scu commando, alm do queja all se acha.
Dito. Ao director das obras publicas, para
que mande aprcsenlar ao coiiimandante das
amias una bussula ou agulha, aindamesmo
que seja do mar, aflin de sr entregue ao olfl-
cial que por elle for nomeado para coadjuvar
o capito de engeuhelros 1 liristiano Pereira de
Azeredo loutiuho na demarcafSo do terreno
para a colonia militar desta provincia, e nao
as bavendo nessa repartido fata comprar uina
com brevidade e remeta a conta para ser sa-
lisfeia.
Portarla. Mandando por em liberdade ao
reclina dexandre Jos Pereira por incapai do
crvif o,em cousequeucia de molestia quesoli're.

que obllvera p
rain-se as couvcuiente coimnuiucafdcs.
DEM DO DA 7.
Oflido. A thesouraria da f.zenda provin-
cial, para mandar abonar ao secretario da di-
rectora das obras publicas loaquiui Francisco
de Mello-antos a quantia de 87,500 rs. para pa-
gamento de tres meses do aluguel da casa em
que se acha aquella repartido, conforme re-
quisita o respectivo director. Inteigeuciou-
se ao inesino director.
Dito. A cmara municipal de Goianna, di-
zendoque sendo necessario fazerem-se expe-
riencias acerca da machina oll'creclda por An-
tonio Vieira da Silva para moer canas; deve
o scu inventor comparecer na reparti(o das
obras publicas a dar as explicafocs necessarias
a tal respeito.
l'ui 1.1111 --Dcmittindo de conformidadecom
a proposta do chefe de polica aChristovao da
ocha Hezerra Cavalcanli do cargo de terceiro
supplcute do subdelegado do primelro dislric-
to da ireguezia de Sanio Anlo s a Vicente de
Paula Cavalcanli de Albuquerque do de pri-
melro supplenle do subdelegado do segundo
districto da mesma fiegucza.
Dita. .\orneando de confur lindado com a
proposta do chefe de polica, para os cargos
policiaes do termo de faulo Anio abaixo de-
clarados os cidados seguintes:
Supplentei do subdelegado.
\1. Coronel Jos Pedro Velloso da Silvera.
3.* Domingos Marlins Pereira Mouteiro, subde-
legado do segundo distrito da Ireguezia de
Santo Anio.
Ignacio Joaquim llibeiro.
Cominunicou-sc ao mesmo chefe de polica.
Dila. Numcando sb proposta do chefe de
policia, a Francisco de Paula Norbcrto de A11-
drade para o cargo de subdelegado do districto
da cid.ule de Goianna. Cuminuuicou-sc ao
no.no. chefe de policia. __________________
encorporada quclle termo todo o terreno com-
preheudldo entre Halhado dos Bol e a Barra
do Riacho de SanPraz. pertencentc ao termo
da Floresta, bem como toda a rlbeira do rio
Cupill pertencente ao termo de Cimbres, he
de parecer que vista dos ponderosos motivas
allegado pela referida cmara seja aceito por
esla assemblea o seguate projecto:
\ assemblea legislativa provincial de Per-
nambuco resolve:
Artigo nico. Fiea pertencendo ao termo
de Flores todo o terreno coinprenhendido en-
tre Malhada do Bols e Barr do Riacho de San-
Braz, bem como toda a ribclra de Cupiti.
Ficam revogadas todas as leis c dispositoes
em contraro.
Paco da assemblea legislativa provincial
de Pernambiico, 1 de marco de 1851. Jua-
'riirn Pinto rfe Campo. Rtil t Silva. ~ Joi
Qainlino de Castro Lelo.
m Foi presente a commissao de estatistca
urna representafao da cmara municipal da
villa de Paje de Flores, pediudo que esla as-
semblea se dignasse por um aclo legislativo de
transferir a sede daquella comarca para a po-
voac.no de Baixa-Vcrdc, e pesando acoiuius-
so com toda a madiircza a torta das rascles
expendidas por aquella municipalidade cm
apoio da conveniencia que aconsellia leme-
lhante medida, he de parecer que seja adopta-
do o seguinte projecto :
A assemblea legislativa provincial de Pcr-
nambuco resolve:
Artigo nico. Fica transferida para a povoa-
t So da Baxa Verde a sede da comarca de Pa-
je de Flores.
a Ficam revoga las todas as dijposiccs cm
contrario.
i, Pafo da assemblea legislativa provincial de
Pe onmbui o. II de marco de 1851. Jonquim
Pinto de Campot, litis 1 Silva. Sot Quintino
de Castro Leam
Em seguida entra em discussao o parecer
adiado na sessao de liontem da commissSo de
peticao, dado acerca do requerimento do ma-
jar Irancsco ,lo de Mello.(Vide />ioron.60.)
O Sr. Manoel Cavalcanli: Eli niio compre-
hendo bem o linil dr> parecer; nao sei sea
commissao de orcamrnlo, he obligada a faier
menea > no seu projecto de um quantilalivo
oualquer, para o ilm requerido, ou se to fica
ao seu arbitrio, no segundo caso nao me op-
ponl. no primelro porem, niio pnssn deixar de
me oppor porque a commissao uo lem dado
nenhuns sufficientes, iifin lao pouco os lem a
assemblea ; poisque, nao conhece o estado da
renda publica ; por iso naoapprovo o parecer,
tendo elle lal sentido agora, se he para ser
lomado na considerafao, que mciccer, appro-
vare!.
O Sr. Jos redro: Sr. presidente ; ou at-
iento que, se a casa approvar o parecer, que
e acha em dlseussSo, obriga a cominlsslo de
fazenda a consignar c|Uota para o reparo dessa
Igreja. F.u creio, que isto mesmo esl as in-
lenc'es il i commissao; porque o peticionario
quando veio a casa pedir urna lotera, a com-
missao reconheceu a impossibilidade de se
concertar aquella igreja por esta maneira, e
tendo dado um parecer ueste sentido, isto lie,
reconhecendo ser aquclle edificio un monu-
mento publico; equerendoque elle seja concer-
tado, nao o pode ser. vista a mpossibilidadc dos
outros meios.senao expenjas dos cofres publi-
co ; ncm outra poda ser a ideia, a nao querer-
se, que o parecer importasse o mesmo que nao
dizer cousa alguma ; o que nao se pode presu-
mir ; porlanto, o parecer nao pode cr appro-
vado scii.io ueste sentido.
Mas eu.Sr. presidente, enlcndo, que o pare-
cer nao deve ser approvado por einquanto,
visto que se nao sabein quaes sao a forjas dos
cofre pblicos, e o disponlvrl, para se empre-
gar ni -lis e em oulras despezas semclliantes,
multo indi quando se attender, que ha obras
publicas j cometadas, que nao podem parar
sem grave detrimento do strvlfo publico, as
quac devem ser atlendida cm primelro lu-
gar ; enlao as sobra he que sero repartidas
pir este e outros pedidos sementantes: Cbri-
____PEfWAmBU^O
ASsem ble vi\oV ICl L".
SESSAO EM 41 DE MARCO DE 1851.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
As onze e mcia horas da mauha, fetaa cha
inada acham-se presentes 28 senbores depu-
(ados.
O Sr. /'rjin< abre a sessao.
0 Sra Secretario 16 a acia ds antecedente
que he approvada. .
OSr 1.Secretario fazmenQflo do seguinte
EXI'EDiEME.
Um oflicio do secretario da provincia re-
metiendo outro do Inspector da thesouraria da
fazeDda, acompanhandu o termo que se lavrou
por occasiao de nio querer Francisco Carnei-
ro da bilva, concordar com a mesma thesoura-
ria no proco da indemnisafo a que loe da
.direitoo art. 3 da lei provincial n. _bl.--A
cominisaao de fazenda e orcainenlo.
Outro do mesmo, remetiendo um oflicio do
vigario do lluque, acerca do estado da respec-
tiva matriz.A iiiesina commissao.
Outro do mesmo, envlaudo um oflicio da c-
mara muiiicipai do Brejo, acompauhando o
i. I.iiono da commissao de que traa o arl.
5bda ledo 1." deoutubro de 1828.--A comuiis
san de negocios de cmara.
Um requerimento dos repeadorcs dos acou
gues pblicos, em que pedem augmenlo de
ordenado.A commissao de orcameulo muni-
cipal.
lie approvada a redaccao do projecto u. 25
do anuo passado, que trausfere para a poyoa-
(.iii de lian imi os a cadeira de prliueiras letlras,
que actualmente existe na povoafo de Una.
Sao julgados objecto de dellberajo e man-
dados imprimir, uous pareceres e projeelos da
commissao de estalislica
A commissao de estatlstica a quein foi pre-
sent urna representato da cmara municipal
Ue llore, ftzendo scuilr a ucccssidadc de ser
masDSiacBSBffir^ *;*-.i
vez seia desproveiloso aos mesmos servidores
publics, e prejudicial aos coflres da provincia
cujo dinheiro sao destribuidos em nao pe-
quea parte com osle objecto.
Considerando, Sr. presidente, a verdade ra
proposifiio, que venho de ennunciar, cu nao
fui dcmodoalgum influenciado, nfin commi-
go os meus uobres cnmpaiilieiros, que assigna-
rain o prnjeclo, que lerri a honra de ler, senio
pelos motivos, quce.puz. na certeza de q
mo tivemos recelo de ncorier no desagrado,
de siisceplbildadesdemasiadaiiienlc melindro-
sas, oude naturesa que nao pdem ser quali-
lieadas. seno de mal entendidas e nao prove-
totas. Eu assenlei, Sr. presidente ; e cninmlgo
meas nobres conjpanhplrof, que devann s em
tributo misso para quefomo aqu crnvoea-
do, c leudo em vista todas esla consi 'era-
cies, convidar aos nossos outros companliei-
ros uo menos zelosos, nem menos convenci-
dos do que nos de suas importantes runccdes,a
nos coadjuvaiem com suas luzes, a nos anima-
rem na illucidafao c approvafo do projecto
que passo a lr :
A assemblea legislativa provincial de Pcr-
inilineo resolve:
Arl I. A faculdadc dada pela le provin-
cial de 4 de uiaio do auno de 184o u. 82, a,i
preaidente da provincia para sposentadoria
dos empregados pblicos, smente poder ser
nereida em favor d'aquelles, que estiverem
as condlces seguintes :
i. Na de liihabrlitaciio fsica, ou moral
para continuaeo do eniprego, e tdqueridt
em rasao do mesmo.
" 2. Ka do exercico continuado, e niio nter
rompido de 30 annos de servio.
Art. 2 Aquello empregado, que tendo ser-
vido por asais de 10 anuos se inhabilitar, pde-
la ser aposrntado proporcioialnicnle ao lem-
po de servfos prestados.
Arl. 3. yo poderao de maneira alguma
ser contados como aervfos para aposentado-
ra, os que lverem sido prestados em repar-
lifjes, ou coi.....sses que uo sojaiu proprla-
menle provinciaes. *
Art, 4. Ficam derogadas toda as le o
dlsposl(es em contrario.
Pafo da assemblea legislativa provincial
de Peri.ainbuco, 11 de Vaico de 1851.Fron-
ico Joo C'orneiro da Cunha. tlonano Carreta
de tirito. Manoel Francisco di Paula Caval-
canli.
O Orador ( continuando) : F.is aqu, senho
res, a siiuima de lodos os nossos pensamentos
formulados pela maneira,"que nos foi pnssivel
faier : da discussao, que provocamos, que oll'e-
riceinos, aguardamos o limito que o projecto
pode melhorar, o asslm o esperamos.
Ainda, Sr. presidente, me aprovelarei da
palavra.que V. Exc. me fez a honra conceder,
para aprrsentar Din outro prnjeclo : esle se-
gundo, he de una naturesa diilerenle, mas
nao diz menos respeito as neeessidades publi-
cas, porque he elle pertencente a administra-
fo da justica. Considerando, que na adminis-
trarlo da juatifa civil desta cidade, apenas
existem actualmente '3 dllercntes cartorio,
sobre os quaes pesa, c pesava j um grande
numero de processos cives, agora mi sino aug-
meiuados pela creaco dos proccjsos commer-
ciaes eslabelecidos pelo cdigo o seu regula-
monto, enlendo de toda a conveniencia e em
bem das parles, que ora til a oreacaO de inais
um cartorio, que j exislia danti s, e que l-
timamente llana sido suppiiiuido por aviso do
ministerio da justica, aviso porm, que nao
se bascou de modo algum ( ao menos suas cx-
presses bem o indican)) em razSo, que mos-
traste adesnecessidade daquellc cartorio, mas
em fundamenlo de tuna ordem diversa e ver-
d iiIiii aun nic extranlia. Csreceniio-se pulan-
lo, Sr. presdeme, de attender aesia qualidade
de ulereases, ou me aniniei a formular essa
idea em um projecto, que lambem tenho
Imilla .le oHeroccr conslderacio da casa, e he
este .
A aesembla legislativa proviueial de Per-
nambiico resolve :
Arlico l. Fica croado na cidade do flocifi
x..isiteaamiimsmmiaamammmmti
viaartTarfi-ir-'-""--
tenho dfliculdade alguma e m prestar o mcu
vi,i 11 ni favor do parecer, que se acha em dis-
cussao, urna vez, que scus nobres authores con-
venham em urna simples emenda, que tenho
de appresentar, como addtainento ou correc-
tivo delle : estou que a commissao de orja-
menlo far lodoso exforro, quecouberem no
possivel, para attender e considerar a deapc-
sa, de que o mesmo parecer tracta.
OSr.lUanoet Cavalcanli: l)a miiiha parte
nao...
O Orador: far tanto, quanto couber as
Tortas lioancelras da provincia; sendo astlm
tenho para mim, que os nobres inembros da
commisao, nao desconhecer. que he pre-
ciso attender, nao so a eslas, como a outras
despezas desta especie, por isso formule! u-
ma emmenda uos termos seguintes, que man-
dare! a mesa.
Dopois das palavras commissao de or-
camento accresenle-se para que a tome
na devida considerato. Supprima-se o res-
tante do parecer S. II. Francisco JoSo.
Appoiada, entra em discussao.
Encerrada a discussao, he o parecer appro-
vado com a emmenda do Sr. Francisco Joo.
O Sr. Fancisco Joo: ( Pela ordem) Sr. pre-
sidente ; mais de urna vez as sossoes anterio-
res a esta em que nos adiamos reunidos, lor-
nou-se a.-limpio de discussao um objecto so-
bre o qual ainda ha poucos das leve de ser
chamado a nossa aiiencao, quero fallar das a-
posentadorias des empregados pblicos. Sr.
presidente ; cu estou longe, dedescouhecer, a
necessidade, em que no adiamos todos cons-
tituidos, de attender ao futuro dos bons ser-
vidores de estado, que vlvem empenhados n
urna carreira, nao menos uobre que a das ou-
lras classes da socedade. Destinados ao ser-
vico publico, conaumindo n'elle urna vida in-
toira he de toda a justica que o scu lulun,
aeia de algum modo garautido por aquelles
Ciii proveito dequem sao aproveilados os se-
us tabalhos. Mas,Sr,presidente; teeuse a-
preciaro servifo dos empregados pblicos, e
se por outro lado lambem deseio que o seu
futuro seja de algum moilo garaulido, e lano
quanlo he possivel em nossas circunistenda,
nao poaso tamb-in ser insensivel ao estado em
que a esle rcspclto vivemos, estado, que isi-
m
URDKM DO DA.
Segunda diicusso do projecto n. 1 que lixa
a forca policial.
O artigo 1 he approvado sein discussao.
Entra em discussao o artigo 2.
O Sr. Francisco Joiio: -- Sr. presidente, eu
pretenda contentar-ine com a votacio symbo-
lu.i na discussao desie projecto, porque tinlia
toda a conlianfa, como anda tenho na Ilus-
tre commissao, que o confeecioiiou ; mas, of-
fereceudo-se-uie algumas duvdas a respeito do
artigo, que se discute, nao possn deixar de me
approveiiar, da occasiao para, ou exigir cscla-
recimentos, que sirvam a desfazer as mesmas
duvidas, ou cnlo encontrar motivos, em que
possa firmara opinio, que a lal respeito nu-
tro. Diz esle artigo : (l
Sr preaidente, eu quero convir, que os ofli-
ciaes peilencenies policia acliva do corpo,
neccssilem d'esse meio para bom descmpoiiho
da mesma policia, j pelo que toca ao policla-
moiito da cidade, j lambem pelo que diz res-
peito a destacamentos para fiara da iiiesma ,
deligencias, ele. Ma .julgando eslas rases co-
mo justificativas, eu nao posto deixar de me
oppor parte deste artigo, que se refere ao
quarlel-meslre, que nao pode ser considerado
como praf a activa do corpo, ao secretario cn-
carrrgado da correspodencia do mesmo corpo,
que por certo nao a iiade fazer a cavado ea
inesina duvida tenho a respeito do cirufgao-
mr, porque creio, que elle nao lera de visitar
us ducales de enfermara em enfermara mon-
tado a cavado. E;n aparte oufo dizer, que
pode ser que tenha de sahir para fra ; mas, ha
urna dispnslto na le do auno passado, que
muilo bem remedia isto, porque manda dar
400 rs. por legua aos ofliciaes.quf destaoarem,
para asdespezis de cavalgadura ; ahi est o re-
medio paraesse nial, quando o secretario, ou
quartel-meslre tcnliam de sabir para fora da
cidade em rasaotle um servifo extraordinario !
porm nao he para se decretar d'esdeja urna
despeza de 8o.000rs.de 8 em 9 annot.e mais aOO
rs.diaros. Por urna evenlualidade dillicilineiite
realisavcl, nao se deve decretar, ncni conside-
rar como necessaria urna despesa. E br. pre-
sidente, pensando atslui, pens da mesma ma-
neira que o anuo passado, com a diflerenca
que j estou mais modificado, porque o anno
passado me oppuz a ludo quanto dtia respei-
to oavalgaduras ; mas, fcil cm condecora
verdade...
II Sr. Manoel Cavalcanli: E anude esla olla?
0 orador... sempre dcil em segu-la,eu acei-
tn diiiitrina do arligo com osla pequea mo-
dilicacao, o ncsle sentido formulo urna emen-
da que mando mesa.
Picando exceptuado o quartel-meslre, sccrc-
Itrio e cirurgiao-inr, i Francisco Ju'io.
Apoiado entra em discussao.
O.SV. iWiiiiorl Caivi/ranii : lie preciso, qur
e-te arl'^i n i" p:i--c -'in ili-cn^-;io, eu eslou
convencida que ha verdade, ( apivar de at
aqu a niio ter visto .tenlio rslado espera que
apiesenteni mas lio a vi jo. A ideia deste ar-
ligo j f i muilo debatido o anuo passado, e
Analmente foi refutada...-
II Sr. Mello lieao : Sempre apparece a
verdade.
O orailar : A verdade he, que o arligo foi
regeitado o anno possado, e seria bom, que
apparecesse a verdade pata me convencer, e a
mais algliein da necessidade dille: quiera
ouvir as rasos, que o jiislilieam. Creio, que
leaos pura fa/.erein as rondas nao preci-
tlfo de cavado; ettou, que par 'elles, sera
mais commodo rondar a cavado, porm de
mais vanlagem para o servio ; sso uo.
Creio, que oslas rundas ( eu emendo punco
disto) toein por fin principal ver. se as palm-
illas eslito nos lugares designados, vigilantes,
e se ciiiiiprem os seus deveres ; ora indo o
ol,11 ii a cavado o estrepito desperla as palm-
illas, einquanto que p podo apro timar-
se mais a surprelieinle-las Nao se, se esti ra-
sn i valiosa, por isso desojara, que me Infor
inattem para ..... desvanecer deslas duvidas,
poique a principal cousa, que lenlio em vista
lie, economisar as rendas publicas, para se
rmprogarcm em objectot de uiaior necessida-
de. Toill-se dito, que a ponte do llecfe esl
ainetcaudo ruina, tenho oiivido dizer, que os
eofret nao teciu os meiot necessario-, que
inipossivel l'azer-se, c ereiu que se pretende
pedir nsseinl lea geral. (lia um aparte.]
0 orador : Nflo se pede urna etmollt. por
meu voto nao te pede nada, a mlnha opiniao
he. que apellemos para os recursos da pro-
vincia ; e creio que a ponle he limito neci ssa-
ri, por Isso devem-se faier Indas as econo-
mas pottlveli. Ora. este augmento en lo,que
andar por mis 4 contos de res lo j lie um
bom principio para a ponte; com algum i.
economas deslas, J te peder pagar o juro
do eapii.il que se empregar, e ir amorlsaudo
Astlm poli espero |iela discussao. por que o
nieii dse ii de ee.....unisar, mi chega a ponto
de negar o que absolutamente for necessario,
U Sr. Horros Palciio : -Senhor presidente
pedi a palavra para lambem qnaiitb me for
possivel ; o com a devida brevidade, exibir an-
te esla respeitavol assemblea os motivos pelos
quaes me resolv eomo iiienibro da commis-
sao de Qtacloda torca policial, opinar pa-
ra que se dessi ni ciivalgaduras aos olliciacs,
que fazem parte dc-sa Huta.
Era a sessao passada Si presidente, os ineus
nobres collegas de commissao demonstraran!
convenientemente a necettidade do Ibrne-
cimento de oavalgaduras, aot offlcitet do cor-
po de polica ; mas nao obstante a forja de
seus argumento!, foram vencidos, isto fora
mait, que saldente para que agora desistis-
sinio. do semolhante pretenfo, te por ventu-
ra nao oliservassemos, que a niaiora da casa
est na li.uvavel disposifno de ser menos rigo-
rosa pai a com 'essos nlliei es, queja mais lio
dclxado de dar prnvns inconlestav is de sua
peifeil i adheso nos principios, que a domi-
nan!, o que ainda nao ha muilo, por mais de
una ve/, arriscaiain suas vidas em dele-1 d.i
iiionarchia, e da ordem publica.
Aqu lies que orno anuo prelerito se pro-
nuneai un contra a oppnio, que ora sus-
tento, ostabelleceriiin paralollo entre os olli-
ciaes de lnha, o os do corpo de policia, o a-
caliarain por querer persuadir casa, que de-
cidindose ella por seinlhanto ppnio concor-
reria para que os primeiros licassem dopcior
cond(o do que os segundos.
Quanlo a iiiiin, Sr. presidente, nao se pode-
r comparar a sorte ros ofliciaes deprnieira
lnha com a dos de polica, sem que se recunlie-
ca que t ses se xcham em condlco peior, que
a d'aquelles, ao passo que os primeiros contara
com a reforma, e teem certeta de que fallecen-
do sua familia Bcara com todo o seu toldo, ou
parle delle,o por coiiseguiute livre dos porgos,
que a miseria rxpe a quautos accoinniollo,
os segundos nenhuiiia deslas vanlagens go-
san, oslando subji nos deuussoes capricho-
sas,e leudo por mais de urna vez leem sido vc-
timas do espirito de partido, seno de viiigan-
f as peqiieninas. Ettt consideraf o bastara para
que nao pense algoeui, que o laclo de ler O
ofBclal de polica una cavalgadura o consii-
tue em clrcumstanclas mait favoravelt dn que
as do de linha.-inasse atlen ler-c que osle ape-
nas lem de rondar guardas em cirios o deter-
minado! lugares, no entinto que aquclle teill
rigorosa nbrigaf ao de percorrer lodas as ras
dosqtiatro bairros da cidade, para observar se
aspaliulhas cimiprein seus devores, dirig-
la de modo conseguir, que cllis sejam lao
uleis quanto releva que o sejam, concordar-so-
ba coinmigii, que o forneciniento de csvalga-
dura ao ollical do corpo de pulida, quaudu
milito, o leva a situtfao Igual do de liulia.
K nao he somonte, Sr. presidente, o servifo
das rondas nocturnas, que d ao oflieial de po-
licia o diroilo a una cavalgadura, os destaca-
mentos a que elles esto abrigados, n promp-
tas, e rpidas diligencias em que quoiidiana-
uienlc os emprega o governo, e a polica lu-
do Uto nos deve mover reconhecer-llies td
diroilo; a menos,que queirantos concorrer pa-
ra que se nao Mea devidamcnlo oservieo que
Ihcsiorencarregado, o para queconlinue o ve-
xamea que licamujeilos o pobres alinocreves,
os quaes bavendo comprado com o produelo
de seus g. eros o seu pedaeinbo ilo carne do
Cetra, seu iiiolhinbo de feijno, ludo perdem,
ou dei'xaui a descripfo smente para aeoiupa-
nharcmoacucavallo.queheoidulo de seu co-
racao, c isto acontece aempre que a forf a poli-
cial se pfle cm inoviuienlo, obrigaiido-us se
retlgnarein a alugar seus cavados por dimi-
nutos prefot para lugaics inui distantes da-
quedos a que sedestinaiii. i .inanias vezes, Sr.
presdeme, o pobre almocreve mora no norte,
c be obligado a ir para o sul'! Uissc-ae aqu
que nio bava dinheiro ptraestas despez.,, ao
que respondo ser mellior acabar com o corpo
lie polka, por isso que emendo que quem lie
pobre cao lem vicios.
Julgo Uaver justificado o procedimento, que
live como menibro da comniisso dt lixaf ao da
forf a policial, e contando com o criterio da ca-
sa, bem como com os scntinienins de justica
que a aniniam, espero que ella approvar o ar-
ligo em discussao.
OSr. Aguiar: Sr. presidente, eu creio qu
tenho do desagradar nohtecoinin>su,poiquc
tencionp volar contra artigo que se discute ;
eiiihora'o'gflini i usa se tenha dito em fivor
da materia do artigo, oomludo ainda nao es-
lou eonvenci lif da Di cess lado di me lela uede
consignad! i dlt o artigo. ( M.J
Eu qiiizcra, que se me moslrasse pmneira-
ment-a necessidade urgente, que ......O ofli-
eial do corpo de policia de ler Una cavalgadu-
ra ; porque desla necessidade beque devede-
duzir-ae a JiistlflcafS do aillgo, O mcu uo-
bre collega, que he coniiiiandanlc desse corpo,
emembruda commissao eutendr, que as ron-
das, as i lagen para fora dt caplt il, e mesmo o
allivio dos al......revs, que veio a esta Cidade
nuil -u.is cargal, jutllllcaill oonipleameiiie o
augmento de detpea que se pretende rexer:
un-, eu pens que ossas rasdet tmenle nao
podem autorisar a ndopfao do ai ligo porque,
xislindil o copo de polica iicsli provincia
desde que exslem assemblas provinciaes,
ehavendu-se principio couced,liloctvalgadu-
peellvot olftclaet, final conheceu-
de ; mu
pondera


e"iiue eri'detnecetaarla teinelhante de-po/.a.
sadi com vanlagens equivale.....s.
Olanlo a lliin, t ras.io mais valiosa que s-- ex-
penden em favor da diip sifio d>ail.2.-da
le.que se discute, he a necessidade das viagein
para lora da capital ; mas ao mesmo tempo
erlo que, rom a providencia do art. 4'da lei
vigente, esse inconveniente so acba Inteira-
i.rule tctuieiltdo.
Dissr-se porm, que o quantilalivo marcarlo
nessa le ( que lie O de 4n0 rs. por legua )
be diminuto, porque regulando. viagem poi 0
leguas em cada da, vem ter o o Iflclal a|.....
J.400 rs. : convenho nosla redis" e ado
justo que o aeivlfo publico nio pete tobte
quemo f., de maneira a prejodicar os inle-
n-ses, e a sorle do empregado, e por islo nao
diivil.ire proporo augmento deste quantilali-
vo, ao duplo da qnaiitia consiguadt, Isto he,
que em lugar de 4110 rs. que se d.i na le vi-
gente, se arbitre 800 rs. 0 que equivale a
i gOO rs. diarios ; quantia ettl mais que sulti-
eiente para satisfazer as exigencias de um In-
dividuo que alUga um c ivallo...
O Si. Harrol Fatcio II matulo que nem
se Ihc dando o dinheiro do cavado o quer
alugar.
OSr. jiu'iir: He islo bina dosalmncreves,
concordo, por que d'ordinario estes llomens
ou nio querem desvar-se do seu .auiinlm, ou
eutendem que J ficam senda toldad*, se
ncompanliam um offlclal, ou julgain que, nao
saindo d'aqul directamente para sua casas,
lem felto um patio errado ni sua vida; mas
sso nao be una raso forte, que possa preva-
lecer sobre.....'ccssldade publica, que exige
sse Sacrificio do uso da propriedade particu-
lar. Os nobres diputados bem sabein, que a
COniIltUifo, que tantas garantas outhorgou a
propriedade particular, permute que esta sej i
lirada ao cidado, quaudu a necessidade pu-
blica a exigir.
Om Sr. rfjmMito: Km caso de urgencia....
O orador ; He oetse caso, que -e obriga o
carguciro a acompanliar o sen cavado, para
um destino diHerente d'aquella que se pro-
0 Sr ilarros Falcao : Islo succede todo o
das....
OSr. guiar: Porem, tendo elle a certe/.a
de ser pagoprompta, e g neroiameiite.litohe,
a rasao de BO rs. por cada legua, desapparc-
cero ossas esquivancat, licando por esta for-
ina.obviado esse grande Inconveniente, que en-
contram os ofliciaes oas vlagens para lora da
capital. .. ,.,-,
Um Sr. DepHttdo: E o servifo da capital f.
O ora'lor O lervleodacipldi pode lazer-
se sem oavalgaduras, bem como se tein Frito
al agora: na tropa de lnha apenas ha olfl-
ciaet nioiitadoH os cominandtnte!, os majnret
e ijudanlel, c se nao estou engaado, o mes-
imi acontece no corpo de polica do llio-de-
Janeiro ... ,
(I Sr. Ilarros Falc'io : Esta engaado, la ca-
da ollical lem duas cavalgadura!, consta do
orfamento, que posso tppretenttr imaiihaa.:.
O sr. Sguiar Faz-me grande obtequlo
nlsto ; porque me nao lenibra de tal ; sei que
n comnitndante andava a cavad", o msijor
lambem, mas Miniaos coiiimaudanles de com-
p.inhias iiinii i Vi....
O Sr. Ilarros Falrao :---- Pol repito, lem dual
oavalgaduras cada um....
O orador i Mas supponha, que di s as (em,
e que sao dadas, desse grande oreinienlo, que
reparte no Rio de-Janeiio, n cu-li da barba
longl, segue-sc por isto que qn n pors-
mos, ou estejainoi na circumtttncitt de fazer
a mesma cousa? creio que nao; e bem pelo
contrario julgo, que devenios ser limito oir-
cuinspectos, em materias de dinheiro, aflu de
que nos uo sueceda com um s Iraeo de peo-
na criar urna despesa, cuja necessidade, eutlll-
dade nao eslejain salislaloriainenle pinvadas.
Ko conipiehendo inulto a uoiessdade de
taes cavalgadura!, nem masino eslou compe-
ne indo,como nobre ootninlssio, detuau-
lllldade publica ; c pois que essa dbposlco
tein do crear nina despeza permanente de 4 a
5 contos de reis, uiucanenlo para que os nlli-
ciaei rondeni cavado, o nao a p n .sla cnla-
viz, que os iiicoiivenienles que, se
a respeito das Vllgen para fura da
capital, podem ser aeaulollados pelo meio,
queja indique!, sou forfado a volar contra
o arl- ., ,,
Finalmente, hrnliorrs, ou devo oizrr no 11-
luslre deputado, que a uobre commissao vai
(azor um mal aos oll'ieiaes do corpo de poli-
ca em lugar de Ibes buscar um bem, porque
nao leudo d'orilinario es-es .idilios ciando
meiot, sao obligados com l"/ilU0 rs. a comprar
cavados, que sem divida Ibes devein costar
muilo mais caro, assim cuino se veiu u i ne-
. ...sidade de iislenla-lns com 600 res, dia-
rios, quanla osla insiidicienle, como I.....i de-
vemos couliccer : o por Isto virad despender
da sua alglbelra i difieren** quote der, oque
os prejudico.
Se se euiende, porm, que he noeeasaria a
medida piosposta, islo he que os olliciacs do
corpo de polica tenham cavalgaduras, enlao
d-sc-lhes HKI/ilOrs. para cada nina, o ifVW
rs. diarios para forragens, pola Jod s no, sa-
nemos o que cusa um cavado u'est.i trra, e
i sua tutteutafao.
Entreunto inabdo u mesa a cinmeuda, que
proincttl osfereccr.


-O
Os <>Ti i < 11 que dcsiacarcm, ou forcni man-
dados i-ii> scivico para futa da capital, tem di-
reito ao transporta na rasao Uc SOo rs por Ic-
goa. -- /f guiar.
Aproada entra ein discussao.
O Sr. Jote Pedro sustenta o artigo nolando,
que a emenda do Sr A guiar tras igual despera
ou rom prquena differenca aquella, que o ajj
ligo determina.
OSr. Auuiar :Sr. presidente, nao se sup-
pnnha, queeu fazendo opposicoa este artigo,
provo coiii Isto in vonlade a respeito dos of-
ficiaes do corpo de polica ; as inhibas refle-
jles lecui por flin esclarecer a materia, e pro
curar que se adopte aquillo, quemis con-
veni ; desejo siiicerainenle, que se me conven-
ga para eu poder votar convenientemente,
nao sendo, alm disto, Jal inclhorcs cousas,
que se votaste tima lei desta nrdem ein al-
gutn debate. O uobre deputado, atacando a
ininlia emenda, apresentou uui calculo, que
bascado na qtiota votada em o anno passa-
dn, a final rrduz a igual despeza o augmento
que pietende a coinmiss.....tas eu cntendo,
que ese calculo do nolire deputado he inad-
missivrl, porque l. i tirui.-iil.i na supposico
gratuita deque se iinli.un gasto com este trans-
porte deolliciacs os doui contos de ris con-
signados no orcamento; entretanto o nobre
deputado, que he inspector da thesouraria,
ha de naturalmente saher quanto, at agora,
le tem dispendido com esta verba ?...
OSr. Jos PeJra : Seiscentos mil ris no se-
mestre findo ein deiembro,
O orador : A' vista disso, ja' se ve que, a
nao se darem circumstancias extraordinarias,
nao segastam os dous cotilos de ris....
O Sr. Jote l'ritro: Nao se pode saber anda,
porque nao linduii o auno.
O orador : O nobre deputado argumenlou
com a consignadlo, nao com o faci, porque
o faci depe contra a lita rouclusao. e protes-
ta contra o seu calculo por ser bascado em
una supposico, que se nao lie falsa, he apenas
presumivcl. Se ein melada do anuo linan-
ceiro se gastou apenas 000,000, a probabili-|
dade, qued'aqui resulla lie, que se
ni ii-. o que igual quaulia do i
auno, a au haverem circumstancias extra-
ordinarias, escudo assini, cabe por ierra aasse
veracao de que o arl, 2 da lei, nao augmenta
a despeza. Trome anda o nobre dcpuudo
coiiio rasao justificativa dVsse artigo, o trans
torno (|ue sofiem os propiietarius mu ln sao
apresados os cavallos dos seus cjrgueiros :
porventura desapparecer este inconveniente,
urna vez que se deeui cavalgaduras aos o 11 i -
ciaes do corpo de polica? Enteiide que esta
medida sana csse mal ? .. Seuliores, a veida-
de he, que mu ullicial, de ordinario, nao monta
em cavallo de caiga, e anda menos o urj
quandn poder dispor de 4,800 ris para seu
transpone diario, entretanto, que se cun cala
providencia se mo toniaiu cavallos para CoO-
duco de officiaes, nein por islu dexaiu de ser
tomados para couduzireni bagagens, arma-
mentos e outros ubjectos de publica necessi-
dade, caiudo por esta forma esse ultimo ai g-
iliento que se produzio.
O Sr. Millo llego: Sr. presidente: eu que-
ro justificar a assignatura, que prestei ao pro-
jecto : como incmbru da coniiuissao: sempre
me persuad que nao livesse lugar i rilscuauo
que vai progrediudo na casa....
0 Sr. M. L'iiViilr os precedentes....
Orador: O bom animo em que se acha
vam os nobre deputados me faiia crcr.que njo
i ii b iiri mu i n ii tanto calor este auno a res-
peito da materia submellda disofjtso, por
ter-se r. conhrcdo que as cavalgaduras ciain
Vina nrrejsidadc
OSi.M. Cavaleanli: Eu nao ...
(i ni ,./,i Ao menos a maor parle dos
MnharFI deputados, e quando eu diiser todos,
cntcnda-se.que fallo ra maior paite, e lano he
islo assiin, que o uobie deputado se tomn
inesuin mail dcil un pouuo, do que o eslava
o auno passado.
Sr. presidente, quando o anno passado se
tratou desta materia, eu fiz algumas conside-
races a respeito, as quaes lerc de repetir bu-
je, uiesuio porque aqu estaopresentes depu-
tados que o nao est.1v.1111 enlo, quando islo se
tratou. Eu disse nessi occasio, que tudas as
les de orcamento reconheeerain o dirello que
tiuhaui os officiaes do corpo de polica un
cavallo, todas as vete* que livessem de desta-
car, islo he, que nessa occasao ellcs niio po-
diain ser obrig.idos a marchar a p, a lei Ihes
votava una quota para lerem uin cavallo, mas
era uina quola insuficiente,que nao podia pre-
t-ncher as vistas do legislador, euto disse eu,
que era necessariu ser coherente : armonsar-
luos o nosso peiisainento, e que em vez de se
dar una quota que nao chegava, em vez de se
illudir o ollicial, se desse logo un cavallo, para
que elle pudesse marchar, e preslar-se com
proinplidan, quando o gnvrruo ciigissc o seu
aervico. Os nobres depuiados, porcm, enteu-
deram, que os meus argumentos nao drviain
prevalecer, que era necessariu fazer una re-
ducao na despeza, e apenas se conlcnUrain em
atiguientar a quota para o aluguel do cavallo
com mala lOU rs. por legoa. Este auno subsis-
to anda as mesillas ideias, n;lo vejo rasao que
me leve a deixar de votar pelas cavalgadui as
para os o Ilion es do coi po de polica. O anuo
paitado eu ate cxeiiiplifiquei; note, que mu
ullicial mandado d'aqui Var/.ea lintia de em
vrlude da lei receber 800 rs. paracavalgadura,
c agora pela emenda 1,00 rs mas que por til
i n mu uingiiem Ihealugaria uin cavallo logo
isto Importa o fazer distrahir da seu suido nina
certa quanlia para preenciier o que Ihe for ne-
Ceaaarfo para alugar um cavallo. Se eu enten-
drs.se conveniente entrar em certas aierigoa-
eflea, pruvariaque entre todos os sciventuarios
pblicos, os que esto em peores circuinsiau-
clai sao os officiaes do corpo de polica, mas eu
.......i ni ni en ir ii nessa queslao, emboia seja
fcil a sua dcmonslraro.
Oseiupregados pblicos depois de crilo lem-
po lem direilo a aposeutadoiia, os professores
leem gral licaces e os ofliciaes de polica, no
lini 1. vida, quando siippem poder descansar
he quando o goveruo por un de seus capri-
chos, por uina fanlazia Ibes manda una de-
iiiissao.
O Sr. Ilatrot Falcio :Servindo de da, e de
uoite, iiiiu leudo domingo uein dia-santo...
O Sr. Mello Heijo Be verdade, uo ha hora
para o Seu seivicu, ao passo que a ideia de se-
ren ib un itiilns, faz com que ellcs nao possaiu
llilinlul o SOIIIIIO ..
O Sr. J/iinof/ Cuvalcanli :--Acostumain-se.
O.ir Millo llego :Eu nao sel como se po-
de acoitumar com sustos e angusiias. I'or
lamo Sr. presidente resumindo as minhas
ideias, euii iidu, que convem dar-se cavalga-
dura aos utHviara para ueiii do srvico publi-
co. Disse o :-r. prluielro secretario, que era fa-
c! achai se qut-m alugasse un cavallo por
4,80(1 is. por di*, mas o uobre deputado nao
leva em cunt faiilldude, e proinplido, qur
devehavti nas o den o govemo, nao allen-
de a que a 11 le nl.nle nos moviineolos he fur-
'. ; iii-is essa celeridadeno sedar quando o
iillu ijl, recebendo a ordem do guverno liver
de .un ii em procura de um cavallo.
O nuble comuiaudanlc do corpo de policia
citou o exemplo nos permaneolcs da curte,
cujo corpo nao sahe para fora da cidade,en-
tretanto que os i lli nos tem duas cavalga-
duias, para fazereni o sei vico deutro do dis-
Iriclo da corle, mas o nubre prlmciro secre-
tario i ni* ii b u, que este argumento nao podia
valler, dizeudo que, se elles tinbain duas ca-
valgaduras. era porque lhe haviam sido dadas
.i cu la da barba tonga ; mas eu RO entend
assuii.persuJilo-uiC que pelo iuteresse do ser-
vico lie que se lhe ib i .un a cidade he muito
ymlc, ww Uc t{ toda curtida, e uiu nao e
pude faicr a pe ; e niesino nao accilo esta ex-
pressao do nobre deputado. por menos con-
veniente, porque se est convencido dsso, d
ilireto a fazer-se lima censura a si proprio,
urna vez que o nobre deputado, que tainbem
o he gernl. derla ter evitado, que cusa da
barba longa se dssem duas cavalgaduras
esses olliciaes ,- mas, cu repito nao o cnten-
do assim, foi a conveniencia reconhecida do
servico, que determinou o legislador, a assiin
o decretar.
Eu reconhecn, que aos ofliciaes, que desta-
eam para comarcas remotas de 150 "200 legoas
de distancia da capital, he de interrsse a quo-
ta marcada na emenda do nobre deputado,
porque esses teein direito a receber l'20, ou
;6) mil rs. para ida, e ouiro tanto para volla ;
o queja chega para se comprar um cavallo;
mas aos que destacaren! para S.-L-uircnco,
Varzea, ele, islo uo far conla certamenle,
pois que leudo de receber 8 a II lusles, te-
rao de gastar qualro, ou cinco mil ris. Sr.
presidente, he necesaario coherencia nas de-
cisies, se se entende, que o ollicial deve ter
cavallo, desse-lhe o necessariu para elle o ter.
T. niio demonstrado tanto quanto me he pos-
slvel a conveniencia Jo artigo; mais nao me
he possivel ; se fdr preciso maior desenvolvi-
mento, suppra a minha boa vonta.de, e a il-
lusii n ni ilus nobres deputados a falta que
poma haver.
O Sr. Aguiae : Senhor presidente, eu nao
tenciono lomar mas parte na dscussao, nem
responder al observacet, que acaba de fazer
o nobre deputado que sesenta; pedi a pala-
vr i mu'.iinenie para diier-lhe. que nao ac-
ceito a i|ii i.un \ un de ncouvenieiite dada por
elle i expresso, que enipreguei, quando to-
quei uu orcamento geral ; porque realmente
julgo, que poda usar dessa expressiio sein
iucouveniencia, sendo que por isto antes prc-
lii ii o un n juizo do que o do nobre deputado.
He verdade, que eu disse, que essaavullada
despeza talvez se fizesse porque selirava d'um
grande urcamento, e era feita cusa da bar-
ba longa ; mas o nobre deputado deve muito
nao gastar!I"'"' saber, que por se ter approvado esta des-
estaulc do I*** ,,a cmara temporaria, eu mo sou por
elli respousavel. Ao careco demonstrar, que
o iiir'ii voto nao cuiislitue inaioria, e pur isso
fizendo-ine respous ivcl por seuielliaule me-
dida, pretende o illusire Miembro .illriii-
me urna importancia, que eu nao leiiho. I'o-
deria eu iiiulilisar, por mini so, um pedido
do goveruo feito s cunaras, e Jiislilioado com
rases de necessidade publica ? Em lal casu,
apenas cabe a mu deputado negar o su voto,
equandu mullo dar as rases juslilicalivas de
sua recusa, sein que todava pu^sa evitar que
a verba seja approvada,....
OSr. Millo Reg: Com o seu silencio au-
torisou-a.
O Sr Aguiar :Euto seria necessariu fallar
em todas as materias, que fossem submelti
diseiisso, ca ser absolutamente verdadeiro
este |nns iiniiiiii, todos os meuibros d'uuia
cmara tiuliam obrigaeo de se ingerir en
todas as questes, e eul.io o nobre deputado
a isso era tainbem obligado nesla casa, nao
devendo deixar de dar sempre a rasao de seu
voto em todas as qnestes, que se agitassem,
sob pena de iicorrcr na censura que acaba de
fazer-me.
Hoi lauto j v o nobre deputado, que nao
Irrogue! censura a niiiii inesuio. e que se por-
ventura a sua aigiimeiitacu podesse prevale-
cer, euto cada um de nos era censuravel pe-
rante o publico, e peranle si proprio, todas as
vezes 11ni' nao lomasse parte na dscussao das
materias sobre as quaes htuvesse de dar um
voto de approvaco uu reprovacao.
_ Anda fallam acerca do artigos Srs. Manocl
Cavaleanli e Francisco Jou.
Encerrada adiscosso, he o artigo subinet-
lido vi tacSo, e approvado coin a emenda ao
resino otl'ereciJa.
Ten-Io dado a hora OSr. Prttidenle designa
a ordem do da e levanta a sesso.
Em ennsequencia de terem havido algumas
enesatides no parecer, que abaix se se-
gu, lapitimos a iinpresso do mesuio com
as devid.is enrrecics.
A coinmisso de fizeuda e orcamento requer
que pelos canaca competentes se peca una
nota do reniliuiento liquido que tem dalo o
Thealro de Santa-Isabel depois do enganja-
mento da compauliia lyrica, declaraudo-se
mais o mximo do reniliuicnlo (pie pode dar
esle tlieatro, a importancia especificada da des-
peza que actualmente se faz cun u pessoal, e
quanto se gasta com o material cm cada reci-
la. Monoel Covnlcanti. Jote Pedro da Silva.
( -ii ii'ii ii 7,1 C'un/iii.
eun tempo na corte, para fazer eiereicios de
fogo e manobras.
0 primeiro batalho de artilharla a p l'ei no
di i il do passado o seu priineiio exercicio de
i'o >. ao qual dgnou-se assidlr S. M. o linpe-
ridor, que foi rece bulo pelo batalliao com uina
alva de '21 tiros.
1 "i i iiiniiiinbi do riniiin ni'bi da fortaleza da
I.age e preso, o inajor Joo Jos de Albuquer-
que Cmara, por ter transferido o capilao Pe-
dro Ivo para o hospital militar da corte, em
con equencia do parecer de uin facultativo
que o declarou hydropco.
'licuando porm ao onheciincnlo do Sr.
ministro da guerra, que o procediinento da-
quelle ollici.il fra fundado em uina ordem ex-
pedida, b.in.i lempos, pelo quartel-general,
que assim odeterminava a respeito das pracas
e presos doenles da dita fnrialeta, fol-lhe res-
tituido o respectivo coininando, do qual esleve
apenas um da desapossado. Entretanto he
certo, segundo o testeinunh de um facultati-
vo do referido hospital (o qual assim o declarou
redaeco do Jorna do Comineado) que o capi-
lao Pedro Ivo apenas solrc de una heta-inacia
dos membios inferiores, que nada tem de
grave.
Ficavam presos na barca de vigia da alfan-
dega dous inarinheiros da barca americana
1?-Aiiy entrada de Valparaizn, os quaes, depoia
da saluda daquelle porto, procuraran! insurgir
a tripolaco, e desfazerem-se dos officiaes, alim
de roiibarem grandequantidade de ouro e pra-
ta, que havia a bordo.
O Sr tiustav Adolfo Rege acha-sc (torneado
para o lugar de secrelario da inspeceo de
saudc, e encarregado das visitas de policia do
mar, cago pela denisso do Sr. Joo Midori.
Os Srs. eapitSes lenles Joaquim Jos de
Oliveira e Manoel Maria de Bulhes bu un Ho-
rneados coinmandantes, o primeiro da corveta
/i-r;i ..;! e o segundo da corveta (/nio; e oSr.
apilo de Iragati Francisco Manoel Barroso,
que coiiimaiidava a Vniao toinou conla do
c .iiiiin i ii ln da Parnguanu'.
No da 2.1 do passado tomou'o Sr. Dr. Carva-
iho Mi ii, ii i poiseda presidencia do instituto da
ordem dos advngados, delxada pelo Sr. conse-
IfieiroMoniezuuia. Assisliram i essa solcmnida-
de os Kxms. niiiiislroda jusli(a presidente do
tribunal/lo coiumcrcio.e senador Candido llap-
tisti d'Oivera ; os ministroi da Russia, Ilespa-
nli i e Austria ; o chefe de policia ;quasi lodosos
B'igu -- Zebajun-- lem.
Rrigue Richard o resto.
I|ite -- Anglica -- Reneros do psiz.
Iliate Aguia Rrasileira idem.
CONSL\OOGEKAL.
.'nilimento do dialll.
Diversas provincias .
3.060,625
2t 3,005
3:273,630
magistrados de primeir
corporaco dos advogai
icira instancia da corle,e a
os- Tanto o Sr. onte-
KEClrC, 13 DE BIBCO BX 1851.
A i'-i inbl i approvnu hoje o parecer de
coinmisso de constituico c poderes sobre a
udcaco do Sr. Druiiioiid, relativa a admis-
so do Sr. Floripes na casa ; a qual julgou a
cominisso que pode ter lugar sem embargo
de pronuncia, em que est comprehendido o
uiesino Sr.
Approvou mais ein segunda discusso o pro-
jecto n. 32 em tererira o n. 34 ; e addiou o
n. 33.
A ordem do dia para ainanha ser a tercera
disiiissiin do prijeclo n. l,e segundados de
os. -J, 3, 4 e 5.
O vapor Imperalrix entrado lioje do sul trnu-
xe-nos jiii n.it's do Rio de Janeiro, ijue alcau-
i. .un ao l. do ni ni'ii le. da Baha a 8, e de Ma-
celo a 9.
Todas as provincias do sul gozam de per-
feita tranquillidadc.
lie Uuenos-Ayres e Rio-Grande do sul ne
iiliiini.i oceurrencia ba de Iuteresse ; conslan
do apenas de Enlie-Rios, que as relaces en-
tre o general Rusas e TJrquisa se tornarao cada
dia mais complicadas, aqui occasionra una
alca consideravel no prr{o das on(as
(No dia 17 do passado rebenlou sobre o Rio
de Janeiro una das maiores Irovoadas, que
all lem havido; a violencia da tormenta, e
a grande quantidade de raios que cruiavam-
se em tudas as direcces, cania rain sustos ter-
rivris, e fizeram receiar muitos desastres ;
felizmente porm s perecern! victimas de
uin raiu, que cabio na praia da Saude, um in-
dividuo de iii.iiic I. uuiiiibi Jus da Silva, e un>
sru escravo, os quaes se achavam em um bal-
eo de leulia seudu que entra as embarcaces
surtas no puito, o-brigue brasdeiro t'luinencnte
fui o nico que s llnu algumas avaiias, em
ennsequencia deoutio raiu, que llic cabio a
bordo, e escalou-lbe o mastro grande.
Lua nova apprthensu de Aficanos leve
lugar no dislricio de (lueisaman, a qual foi
elleiluada pelo respeclivo subdelegado l-enlo
Ca neii o da Silva. Foram apprehendidos 50(i;
e a barca brasileira, que us coiiduzia de (ui-
lem.ine, encalliou na praia de Uliatuba; e ah
licou niuiilisiila. l-'oiaiu i.unbiiii presas 10
pessoas de triputaco.
OSr. chefe de esquadra Creen felj havia lo-
mado conla do coiuinandu ile diviso naval,
composta dus segulntes vasos ; corvetas zYrriiti-
ia, O. .Iiuiiiuru e I nula, brigues Lear eme e Co-
liope, biigue-escuna t'idelidade, biate Pora/i-
tinio, canhonelra Cumpitia, e vapores i'atlro II
c llecife OSr. Greenlell arvorAu a sua insig-
nia a bordo do Pedro II, de que he comman-
danle o capilau lenle Joaquim Haymuudo de
Liunare, sendo Secretarlo de S. Exc o punui-
ro-teiienlc Joaquim Lucio de Araujo.
Esta esquadra, porm. nao seguir logo pa-
siiin.i'eouio seiisnccessor pronunciarain por es-
ta occasifio interessantes discursos.
II i isa i um a secretaria de estado dos negocios
da juslica os seguintes decretos :
Decreto de (i de fevrreiro n. 756. dando
por extincto o lugar de juiz de direito do civel
da commarca de Sanio Anlo, da provincia de
Pernainboeo.
dem n.757, dando por extincto o lugar
de juiz de direito do civel da comarca do
Limoeiro, da inesiua provincia.
dem n 758, daudo purcxlinclo o lugar de
juiz de direilo do civel da comarca do boni-
lo, na inesiua provincia.
Recretn de 10 de fevereiro, apresenlando
o conego de niela prebenda Manoel Alves Mo-
re! ra da Fonseca Villaboim, na cadeira de
prebenda inlcira da S metropolitana.
dem, removendo o juiz de direilo Lou-
rencoCaeuno Piuto da vara civel da comar-
ca do Limoeiro para a comarca do Rio
Formoso, na provincia de Pernambiico.
dem, removendo o jui de direito Fran-
cisco F.lias do Reg Dantas da vara civel da
comarca de Santo Anio, em l'ernainbuco,
para a primeira comarca, e chtfe de policia
da provincia de Santa Calharlna.
I lem, Horneando o bacharel Jos Cbrislia-
no Garco Mokler juiz de direito da comarca
do Cabo, na provincia de Pemambiico,
dem, removendo o juiz de direito Anto-
nio l.eopoldiuo de Araujo Chaves da comarca
de InhaniDDS, no Cear, para a de Alcntara,
no Maranlio.
Decreto de 14 de fevereiro. reconduzindo
o bacharel Joo dr Souza Nuues Lima no lugar
de juiz municipal do termo de Campos, na
provincia do Rio de Janeiro.
i. dem, recondusindo o hachare! Carlos
Luiz da Silva Moura no lugar de juiz munici-
pal e de orphos dos termos reunidos de Oei-
ras e Valenc.1. na provincia do Piauhy.
Na l .ibia foi inslallaa no I.'do correnle
respectiva assemlila provincial. 0 Exm, ba-
ro de Pass acha-sc nnmeailo cominandanle
superior da guaida nacional do municipio da
capital. A apuraco da eleico para um sena-
dor deu o seguate resultado os Srs, conse-
llieiro Monlesuie I.5 11 votos. I). J. M. de Arau-
jo Cnes Dlti, coronel Pacca 847. Lc-se no Mer
cantil de 4 do correnle o segulnle :
Acaba a policia de dar um novo desmenti-
do aos i/ripeiturfiir que lhe arrogam falta de ac-
tividad!', com a descoberia do roubn ha lempo
pralicado no armazem do Sr. Manoel Luiz Fer-
rcira dus Santos. J se acham presos os l.i
dioes, como ver o leitor na parte policial pu-
blicada no lugar competente, assim como j se
obteve urna p irte do dinheiro roubado,gra-
i,-.!s ao enrgico c incansave! subdelegado da
Conceif o da Praia o Sr. Ignacio Ilernardino
dos Sanios.
De Mace nada ha de inleresse.
da mesma cmara no dia 18 do correnle e
subsequentes.
Paco da cmara municipal do Reclfc em ses-
so, de 12 de marco de-185l.~FraneiJcoyn(oiio
dt Oliveira, presidente. Manoel Ftntira Ac-
cioli.
Declaragcs.
1'iiUicarao pedido.
llluis. Srs. presidente e vereadoresj
la isjaiiiani mu nIcl |in i
Diz M.-iiinel F.lias de Moura, que leudo Jos
da Rocha baratillos, apresentado na Imprenta,
jornal ( n 4(3) varios documentos, com os
quaes pietende provar sua habilitaco, para
exercer a proliasao de pharmaceuiico, aconte-
ce que, ditos documentos se achain em con-
Iradiccao com os que o suppllcante oilerece,
extraliidos por ccrlido desta mesma cmara,
sob ns. I,2e3. r como destrs fados pdetn
resultar para esta espeitavel corporaco graves
inconvenientes ; pois que, ao mesino passo
que Jos da Rocha Prannos, publica uin do-
cumento, com o qual pretende provar a con-
cesso dada por esta cmara, para.abrir boti-
ca, o tupplicaute com o documento sob n. 3,
prova que lal liceuca uo foi requerida, e por
tanto nao podia ser concedida. E brm assim,
com o documento sob n. 1, prova o supplicau-
te que incompetentemente foi registrada a
ccrlido de exame de Jos da Rocha 1'araiihos,
pois que, para isso nao procedeu como devia,
ordem desta camaia, alm deque leudo sido
dispeusado da coiifirinaco, lal nao consta do
rcgisl'i, entreanto que na referida Imprima,
se publica o documento sob n. I, com o qual
se julga o supplicaule apadrlnhado, e iseuto
das formalidades indispensaveis, a que se fur-
tou peranle esta cmara. Portanto, vein o sup-
pllcante requerer, que chamando Vv. Ss. asi
os documentos publicados na Imprenta n, 40,
dn; mu -.e de verificar a sua idoneidade, pois
que eles se acham em opposico com os que
ull'crece o suppllcante ; salvaudo-se desl'arte
esta respeilavsl cmara da responsablldade,
com que pode ac.urei.ir por factos alheios de
seu conhecimenlo, respoudendo por elles o
verdadeiro culpado. Nesles termos, pede a V.
S. llclcrllnenlos ionio lie de jils ti ca.-K. R.U.-
.)/iuioi Eliat de Moura.
COMMERCEC.
EXPOUTACAO.
Despachos marilimis no dia 13
Rio de Janeiro, galera americana Contad,
tle 409 toneladas : conduz oseguinte: 199
cixas com 9,333 libras de cbs, 308 barris
com breu, 1,952 barricas 'com fsrinha a 6
I barriquinusseom bolachinha.
Canal, brigue rnssisno -4me/t>, de 39 to-
neladas : conduz o seguinte : 3,700 saceos
com 18,500 arrobas de assucar.
I'hiladelphi, brigue-escuna americano
General Worlle, de 235 toneladas : conduz o
seguitiie : 200 bsrricus e 2,600 saceos com
' 14,550 arrobas e 7 libras de assucar.
KECEUEiiifiuA DE RENDAS GEKAES
INTERNAS.
Rendimentododia 13.....3:110,116
CONSULADO PROVINCIAL.
Ruiiimento dodia 13......1:316,468
kio-de-ja'neiro.
CAMBIOS NO DIA 28 DE FEVEREIRO.
Londres, 29 3-4 a 30 d. estril, por 1/rs.
Pars. 320 a 322 rs. por franco.
Lisboa 88 a 90 por cento de premio.
11 ,'iiub u ri-o 600 a 605 rs. por marco banco.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
Metaes. Oncas hcspanhlas .
da patria 29/000
a Pecas de 6/400, velhas. 16/000 -
i. Mondas de 4/000. 9/000
> Pesos hespanhes. 1/910
. da patria 1/805
Pataccs .... 1/920
Apoliccs de 6 por cento 86 a 86 1(4
> proviuciaes ... 83
tjomnl do Commercio.)
AHIA.
CAHBieS NO OU 3 DE MARCO.
Londres........ 30 firme
Paris......... 320
llamburgo....... 592
Lisboa e Pcrto..... nmn.
metaes. Oncas hespaiihlas. 29/500 a 29/800
. mexicanas .... 291000 a 29/500
Pecas de 6/400..... 16/000
. novas ...... 16/000
Modas de 4/000..... 8/900 a 9/000
Pataces brasileirus. 1/920 a 1/910
.i hespanhes 1/920 a 1/940
. mexicanos. 1*850 a 1/900
[Mercantil.)
ALFANDEGA.
Itendimento do dia 13. .26:133.320
ticarregam koie 14 di mareo.
Ilriguo -- Emma Grahan tnercidurias.
rao xio d 1'iuj, iuM licat cruzando por ai-1 Brigue Eury4ct b|oalbo.
Movimenlo do porto.
Navios entrados no dia 13.
Rio de Jaii.-ii ii e porlos intermedios II
dias e 19 horas, e do ultimo porto 18 ho-
ras, paquete de vapor linptmtris, com-
msndante o primeiro lente Josquim
Salom Ramos de Azevedo. Passsgeiros :
para esta provincia, Luiz Gomes Pereira,
Y. luai.lii Pindiihibi !.u. es, Jos Joaquim
Rodrigues Lopes Jnior, o segn lo l-
ente llenrique de Amorim Rezerra, Jos
(eme,alves da Silva com 1 criado, Joflo
llarboza Dantas com 1 escravo, Francisco
Ignacio Ferteira, Manoel Jesuino Ferrei-
rs com 1 escravo, Angelo da Malta e An-
drsde com 1 esersvo, Pollcarpo Rodri-
gues I.adeia coin 1 escravo, Luiz Felippe
le Sampsio Vianna, Jos Joaquim dos
Reis Lessa com sua senhora e 2 escravos,
A. de Souza Menezr-s com I escravo, Cal-
ilino Jus Pereira Rorges com 1 escravo,
Jos Aulonio Falcuo RrandSo com 1 es-
ersvo, Jos de Lima Nobre Jnior, Joa-
quim Pedro Alves da Costa Gord com 1
escravo, Casemiro Pereira de Castro com
1 escravo, Joaquim Teixeira de Oliveira
Jttnior, Antonio Monteiro de Moura J-
nior com 1 escravo. Candido Augusto Po-
reira Franco, Jos Joaquim dos Santos
Jnior com 1 escravo, Joaquim de Mello
Rocha, JoSo Gomes Ferreira Velloso oom
1 escravo. Agostinho Jos Vianna, Ma-
noel Csrrilho da Costa com 1 esersvo,
Antero Cicero d Assis com 1 escravo,
Jos Pereira da Silva Moraes com 1 escra-
vo, Fr. Joflo da Maternidade, Gratuliano
Jos da Silva Porlo, D. Dulce Dulla de
Ali'i'ii, Antonio Honorato de Freitas, Pe-
dro E. da Silva Deir com i esersvo, Fer-
nando da Silva Deir, Joaquim Mendes
Jnior, Joaquim Pereira Reis, Antonio de
Araujo ArsgSo VulcSo com 1 escravo,
Joaquim Ayres de Almeida Freitas, l.niz
Jos de Cerqueira Mendes com 1 escravo,
Ernesto Facundo de Castro Menezes, llen-
rique Rernardes de Oliveira, 2 cadetes e
39 prscas do quarlo baUlliHo de artilha-
ria e 4 desertores, n Joaquina Violinta
com urna escrava, Julio tle Albuquerque
Mello com I escravo, Francisco de Salles
CuimarSes com sua familia, Maria Leo-
poldina, Jos Antonio da Silva Conrado,
Luiza da Concec.3o, JosTellesde Mene-
zes, Antonio Manoel de Arrochaela com
t escravo, Manuel Raymundo Telles de
Menezes, Antonio Alves da Silva Pinto,
Miguel Soares Palmeira, o padre Manoe!
Antonio Marinho Falco, Manuel Jsnuario
Rezerra e Antoiro Jos da Silva com I
escravo: para o norte, Cailos Antonio
Gomes, Augusto Fredenco ColLn, Came-
rino Facundo de Castro Menezes, o mi-
jor Nicolao Tolentino il Vasconrellos,
li'.iiii iscu Manuel Fumes, Pelronilla Ma-
ris da Conceicilo, Anlonio Jos da Fon-
seca e o Inglcz Juseph Wilcos, e alguna
IX-SldadoS.
Baha 16 dias, brigue brssileiro Paquete
de l'trnambuco, de 194 loiu-hda, rapilSo
Aleatulre Jo Alves, equipsgeiii 16, em
lasiru ; a Lcupoldo Jos da Costa Araujo.
Passsgeiro, o Dr em medicina JoSo An-
tonio Fetreir da Rocha com 1 escravo.
Rio de Janeiro 25 dias, brigue brasilei-
to Ledo, de 218 toneladas, rapito Joa-
quim Connives Maia, equipagem 14, em
lastro ealguns gneros; Joaqujtn Iti-
beiru Puntes.
Natos salados no metmo dia.
Boston Brigue americano Phanix, capi-
llo Tbimas Paine, carga assuar e cou-
ros.
Pbiladelphia Brigue americano G. Warck,
capitao James RorklelTe, carga assucar.
Boston Patacho americano Adelphl, capi-
llo Oliver Gorliam, carga assucar.
EDITA L
Rtcebeioria dt renda miemos geraet
Previne-sc aos Srs. tabelliaes do termo desta
cidade, e o escrivao de paz dcJabnatao, que
lia j uu "de nao lavrarem cscrlptura de vendJt
que i.i/ein Alionen de Albuquerque Mello e
sua nuil be r, Antonio Pa da Silva, de um ter-
reno com casa de talpa no lugar de Tegipi,
por haver engao no pagamento da sita, eljfec-
tuado ho|e nesta recebedoria. Rccife, 13 de
mar;o de 1851. O primeiro escrlplurario,
Joo Rodriguet dt Miranda.
-- O conselho da administracAo navsl
tem de contractar por arrematar.ilo no dia
17 do correnle, o forneciment dos seguin-
tes goneros para os navios armados o hospi-
tal de marinha no trimestre de ahril a ju-
nho vindouro azelte doce de Lisboa, arroz
hranco do MaranhSo, assucar branro, bo-
laxa bacalho, caf moido, carne verdn,
carne secca,spermacete americano.e carnau-
ba em velas, toucinho de Santos, vinagre
de Lisboa, e pSo ; portanto, convida-se i,
quem possa ioteressar, para dilo forneci-
mnnto a comparecer as 12 horas da ma-
nilla do indicado dia, com suss proposlaa
assignadas e com declaradlo dos ltimos
preQos e dos nomes dos Dadores; nload-
tnittiin lu-se as propostas feitas em meias
folbas]de papel, e cujos concurrentes niio se
acharem presentes no acto da arrematacSo
Salla das sessftes do conselho -il'ndminis-
traclo naval, 13 de marco de 1851.-O se-
cretario do conselho, CrittovSo San Tiago d
Oliveira.
-- Pela subdelegada de San Jos do Reclfe,
foi apprebendido uin cabrinha de nome Mar-
celluu escravo, que declarou ser de Felippe
Coclho, senhor do engenho Agua Branca da
comarca de Santo Anto ; seu legitimo senhor
comparece, que provando o dominio do mes-
mo escravo, lhe ser entregue.
Subdelegada de San Jos do Reclfe, 13 de,
marco de 1851.O subdelegado, Francisco Bap-
lista re Almeida.
Pel subdelegada do Recife, se acha pre-
so desde o dia II do correnle, um inoleque de
nome Caelano, que dizia chainar-ae Lourenco
e ser escravo de Malhias Cordeiro, do Rio-Kor-
nioo, quando consta que he escravo de Jos
Sorberlo Caslello Brinco, senhor do engenho
Multas Labras Assim como acha-se depositado
um cavallo magro, que foi encontrado na ra
do Apollo, com cangalha smenle. Quem liver
direito, tanto ao inoleque como ao cavallo, a.
presente-se nesta subdelegada. Recife, 13de
marco de 1851. O subdelegado, Jos Soaquim
di Oliveira.
Foi apprebendido pela subdelegada da
freguezia dos Afogados, uina caixinha com al-
guns leos de seda, quem se ju'gar coin direi-
to a ditos lencos compareca oesta subdelega-
da ; assiin como taiiibein foi apprehendidj
um pollro russo cardao.
As malas que deve conduilr
o vapor Imperatriz para os por-,
tos do norte principialn-se a fe-
char hoje (14) as duas horas da
larde, e recebe-se correspondencias com o
porte duplo at fechar-se a mala
~TTli^lir(Tlj"E'"AP()LL.
DIA 14 DE MARCO DE 1851. '
COMPAKHIA hum:f/i,
')
~ A cmara municipal desta cidade contrac-
ta com qucn por menos ti/er a condu(o do
liso, da cidade, em carroras. As pessoas a
quem couvict compaiccam a casa das leasoe*
Dirigida pela viuva Perleaux. j{"
framle represen tarad extraor- Je
linaria. ''
Primeiro ocio. *:
Dansa de corda, executada pela familia
llerteaux.
A pedido de militas pessoas, depois da
dsne de corda, seguir-se-ha a grande as-
senc,.1o sobre a corda do seenario, altura dt
leiceira galera, executada por madame3e|-
la Seraphina com a cabeca dentro de um saca.
Ojsrditieirn da Floresta.
A [olka nacional, executada em cima da
duas cordas.
Segundo acto.
Os cinco Chinezei, executado por Mr.
Rerteaux, Mr. Maurin, Mr. Richard, ojo-
vem Brmond e madamesella Seraphina.
Terceiro acto.
O jogo grotesco evelocimal, pelo jovem
Brmond, ou viagem por antipoda em duas
cordas pararcllas, por Mr. Berteaux.
Quarlo acto.
Terminar o trabalho de agilidad com a
grande volla do cavallo, executada pelo jo-
vem >' i emolid, Charles, Ricardo, Berteaux
e Maurin. /
Quinto acto.
Os quadros vivos, executados por toda a
companbia.
Primeiro quairo,
Danca deCossacos.
Segundo quairo.
Hercules de*ofldaQsn Terceiro quadro.
0 sonho do presioneiro republieaoo fran-
cez. ,
Quarlo quadro.
A dansa das Nymphas.
Quinto quadro.
Os roassacres des innocentes.
Sexto quadro.
A grande fonle das flores.
PRBCOS IOS IULIIFTF.S. .
Camarotes da primeira galera de frente
8,000 rs., de lado 6.000 rs. ditos da segun-
da galera de frente 10,000 rs. ditos de la-
do 8,000 rs.; ditos da lorceira 5,000 rs., pla-
tea 1,000 rs galera 640 rs.
N R. Os blheies seham-se venia at
o dia do espectculo.
mu i
Thealro ele Santa-Isabel.
RECITA EXTRAOR DIN > RA I.IVHE DA AS-
SIGNATURA.
SAcimiiO, 15 DI marco de 1851.
Espetaculo dramtico intercalado de canto t
danca.
Depois que a orcheslra tiver executado uina
agradavrl ouvertura, a coinpanbla nacional
representar o sempre multo applaudido dra-
ma moral em 5actos, ornado de msica:
\ (.i n.ii ili- Dro.
No intervallo do primeiro ao segundo acto,
a senhora Candiani e o Sr. Tall cantara. o
bello duelo da operaMantcialli d'ancrt--ao .
maestro Nini
Do segundo ao terceiro as senhoras ""''":
na e Moreaux executaro o dancadoDell* Ci-
arp
Do terceiro ao quarlo a senhora Candiani e
oSr. Tall cantaro o excellente duelo da ope-
ajVaaalo Tosiodo maestro Donfielti. ;
Do quarlo ao quinto a senhora Baderna datf-
car a engracada
CAXUXA.
Terminar o espelaculo com o ultimo acW
do drama.
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Ir
B
^/lC"l uno tvltk/idi ad ci


ta
Comegsr s 8 horas, (agradecer todas as pessoas que o obsa-
Oshhelesaclian.-sei venda no lugar do quiaram com sua amizade o communica-
costume Qffo.em todo o lempo que tem residuo n"s-
0 Srs. assiirnantes que quiercm ficar com ta cidade, recorre a mpronsa para esse lim,
as seus camarotes e cadelras terao a bondade
demanda-los buscar ao escriptorio do thea-
trol ale" amanha ao melo-dla, depon, deasa
hora os que restaren! serao expostos venda.
Avisos martimos.
.lgenc
da companhia de vapo-
res ingiezes.
O vapor Tay deve aqni chegar
dos portos do sul no dia 20 do
corrente, e no inesino dia se-
guir para a Inglaterra com
escala pelos portos j annunrUdo de S.-Vi-
cenle, Tenerife, Madelra e Lisboa : as pes-
oas que pretenderen! passagens para qual-
quer dos diversos portos, qileirain dirlgir-se
com a necessaria antecedencia ao escriptorio
da respectiva agencia na ra do Trapiche n.
42 para tratr do ajuste e receber o competen-
te recibo, o qnal sendo passado por ordem
numrica terain preferencia aos lugares de ca-
marotes conforme a ordem da sua numeracao
Para o l'orto sahe com hrevidaite a beni
conherida eveleira barca Etpirito Sanio, de
primeira marcha, forrada e. encavilhada de
obre : quem na mesma quizer carregar ou
ir de passagem, para o que tem expelientes
commodos: drja-se ao seu consignatario
Francisco Alvos da Cunta, na ra do Viga-
rio.n. 11, primeiro andar.
Para o Kio de Janeiro
Segne por estes dias o brigue escuna nacio-
nal Unda, para o resto da caiga escravos
e passageiros, trata-se com Machado & Pi-
nheiro na ra do Vigario n. 19 segundo an-
dar, ou com o capitSo Manoel MarianoFer-
reira na Praga.
Para o Porto sahe com a maior brevi-
dade possivrl, porjatera maior porte de
seu carregament prompto a barca portu-
gueza frncharense, de primeira marcha,
tem excellentes commolos para passagei-
ros: quem na mesma quizer carregar, ou
ir de passagem, enlenda-se com o capitio
Rodrigo Joaauim Correa na praga do Com-
mercio, ou com Novaes & Coinpanliia, na
ra do Trapiche n. 3*.
Vende-se a lancha UniBo-Nova de primei-
ra viagem, prompla de um ludo para qual-
quer viagem fabricada na barra do Jiqni de
lote de 19 toneladas : quem a pretender pode
manda-la examinar a bordo fundeada proumo
ao caes do ( ollegio, aonde lambeui se ajusta,
dando-se toda a garanlia a venda. _____
Leiles.
-Kalkmannlrmansfaro leilo,por interven-
cao do corretor Oliveira, de um grande sorti-
incnto de miudeas c ferragens, clirgadas ul-
tiinamente de llaiuburgo c Franca ; sexta-fei-
ra. i4 do crreme as 10 horas da luauha im-
preterivelmeute, no seu armaiem, ra da j se pessoa de cnlianga. Na mesma loja com-
* ,.,,,.- I pram-se obras foitasde lo.lasss qualidades.
- r. II. I-""";" fara WW. por interven- .. 0 Sr FnncM0 Xavier Carneiro da Cu-
cao do corretor Oliveira, de um sortinienlo de t ., ,, i.___ i.
Lendas inglesas. allemSes c sulla,,, ,,oJ. | *f.ft"f?/!ld.,*:,!.**ff,!*\2? ?
protestando as mesmas | essoas a mais sin-
cera estima egralidlo, e offerecendo-lhs
seu diminuto prostimo na provincia do Itio
Crande do Norte.
Um rapaz brasileiro, o qusl d fiador
sua conducta, se offerece para oaxeiro de
roa ou para balc.lo, lanto para a praga co-
mo para o mato : rta travessa dos Martyrios
numero 5.
Sendo urgente, em vista do artigo 15
do enmpromisso da irmandade do apostlo
S. Pedro, a convocarlo de urna mesa geral,
alim de se deliberar o que for conveniente
a resoeilo das sepulturas dos nossos irmSos,
oulorisado pelo l. do artigo 62, combi-
nado com o 7. do artigo 60 do mesmo
compromisso,convida a tolos os irmSos,
para que hajam de comparecer no nosso
consistorio no dia 15 do corrente, as 5 ho-
ras da tarde. A urgencia do negocio inte-
ressa-nos tanto, que nSo permille que naja
falta de concurrencia em irmao algutn.
Consistorio de S. Pedro, 12 de marco de
1851 O padre Jos Ildefonso Rodrigues da
Silva Dutra, escrivSo e provedor interino.
Precisa-so de um pequeo brasileiro,
para urna luja de fazendas em Coiauna
quem pretender, dirija-se ra do Crespo,
loja n. *.
D-se una porgs de enlulho a quem
3uizer conduzir : trata-se na ra estreit*
o Itozario com 0 marren 'irn Soares Roza.
-- A pessoa que no Diario de Pernambuco
de quarta-feita, 12 do corrente, pretende
alugar um sitio com espago para oceupar 3
escravos, dirija-so ra do Amorim n 15.
0 l)r. Sarment, tendo de ira Paria,
roga s pessoas, a quem pnssa ser devodor,
queiram apresentar suas reclamages at o
dia 25 do correte mez, e peda as pessoas
que Ihe devem, queiram satisfazer seus d-
bitos al o mesmo dia.
Desapparoceu, no dia 2 do corrente.
um preto, de nome Paulo, de nagSo, baixo,
cor fula, com pannos no canto da bocea,
denles lualos, com principio de bugo de
barba e grosso do corpo ; levou urna caiga
de cusemira, urna camisa de meia e chapeo
de palha. Esle preto foi escravo em Fra de
Portas, he remador e canneiro, e consta
andar pelo Moniciro e Casa Forte : rogase
pulanlo as aulo i.l.nles policiaes e capitles
decampo, que oapprehendam e levem-no
a ra do liangel n. 44, casa de Jos Leonar-
do, que serflo recompensados.
Precisa-se de oiciaes de sapatejro : na
travesa do Corpo Sanio, loja da calgmlo n.
29, Ciifronle ao lado do passo, que lira de
fronte da ra da Ca ieia Velha, pagan lo-se
beui aa obas conforme a perfeicSd dellas ;
tambem su dilo obras a fazer 'un, daiiuo-
propiias do mercado : segunda-felra 17 do
correte, as 10 horas, no seu armasen., na do
Trapiche Novo n. l i
Iloihe & Bidoulac farlo leililo, por in-
tervengSo do corretor Miguel Carneiro, de
um sorlimetilo de pannos pretos e de co-
ljs de bo* qnalidade, quo poucas vezes se
i r mir..!ii, vestidos bordados e de ctssa
. niuito lindos, colletes o muilos outros ob-
% jectos que se darSo muilo em con ti : teiga
eira, 18do corrento, no seu nrmazern, toa
lo Vigario n. 4, junto ao consulado geral,
s 10 horas em ponto.
rm
Avisos diversos.
'
Joflo da Cunta Neves embarca para o
Rio de Janeiro o acu escravo A lolplio, do
i.ii-ao Ug.
_ O Sr. Frederieo C. Elsler comparega
na esquina da ra do Cabug, loja n. II, a
negocio que nSo ignora.
Adverle-se ao galo de campia da roa do
Hospicio, que o empresario dos carros, c a c-
mara municipal nao sao doses homrcopalicas
do terceiro gro, que me dizrin Sua scnhorla
toma pelos olhos em serla botica, resultando-
Ihe algumas dores de pescoco, entende-mc ?
0 vigilante.
--Fuglo no dia 9 do corrente (marco) um mo-
leque de naco, de nonio Joaquliii, idade 18
a 2o annos, Com os signaes srguintes : cor ful-
la, denles limados, beicos grossos, bem fei-
i to de corpo, llura regular, com marca de fu-
go em um braco peno do pulso, ps peque-
nos e maos ; lie hem ladino, llnha eidu casli-
Cabug, loja n. ti, a negocio que niiu ig-
nora.
Precisa-s para o hospital dos lazaros
de urna soiera de pedia, cjiii 15 palmos d
comprido : quem tiver e quizer vender, di-
lija-se ao escrivSo .do estalielecimeiilo ite
caiidade, Antonio Jos Gomes do Coneio,
para Iratar do 'juste.
Precisa-se para o hospital dos lazaros
de urna porgo do panno do linho velho pa-
ra se tirar los : quem tiver e quizer ven-
der, ou dar do esmola, dirija-se ao escri-
v.lo do eslabelecimento de caridado Auto
uio Jos (ornes do Correio.
OSr. Francisco Solano Pereira Ramos
queira vir ra do Uueimado n 40, lercei-
and.ir, pag'r oito n.il ris, que tomoi em-
presta lo a Joaquim de Andrade Lima; do
contrario ter de ver seuipre o leu nome
nesta folha.
Roga-se ao Sr. Norberlo Jos
Vianna o favor de entregar oca-
vallo que alogou no Domingo de.
Entiudo, 2 do corrente mez, no
nucidlo Sebir do Civalcante, a
Cezario Claudiano Cavalcante, no sobrado
d i ra do Hospicio, ondo mora o l)r. Alva-
ro, ou na roa Augusta, em casa do Sr. Joa-
quim Jos Ramos, isto no prazo de 3 das ;
do contrario usarei dos meios quo uio fa-
culta a lei. Nicolao Vieira da Silva.
A irmandade de N. S. do l.ivramenlo
convida a lodosos irmAos da mesma, para
reuniflo de una mesa geral, domingo, pe-
las 9 horas da uianhila, alim de tralar-sc so-
, >adn n'esse mesmo dia, por ter roubado em las noraa u uiaimu, in =."----
dinhrlro 27j000 rs. e mais outras couias que j bre o requerimento, que lem de ser inJe-
sc tem dado por falta dellas, levou calca de regalo a assenibla provincial, acerca uo
cazemira de Hstra, e camisa d'algodao, e mais -
urna trouia de r'iipa : roga-se as autoridades
policiaes, e capules de campo a captura do
niesmo, e de leva-loa seu seuhor Franrlsco Go-
mes de Carvalho na ra das Cruzes n. 9. que
serio recompensados, assiin como se protesta
com o rigor da lei haver todo o roubodequem
o uceultar, ou Ihe der proteccao.
Fehppe Feidel & Companhia avisara
que, na ausencia do socio gerente Felippe
Feidel, tem passado procuragSo bastante
para gyrar a meama casa, com todos os po-
deres, a Lino Ferreira Pinto.
_: Desappareceu ein o mea de fevereiro p. p.
cemilerio.
w Consiilltirio liomouopatico eiu
+; 1'crnuiniincn i
(^ Ba Nova n. 58 <4
IVI DIRIGIDO PELO 4
S> I, I. S SAN I US I Mili',. 9
4>>; Consultas graluilas aos pobres todos 4
;. os dias uleis desde s 8 Aorai da ma- f
% nhda a urna da larao. Cs)
t4ff4:#Oitf *^4-4f *$:#*-.
O abaixo assignado relira-se para fra'
do imperio a tratar de sua seude, e deixi
um fcscravo de nome Jos, de nacao, o qu.il por seu bastante procurador em todos os
represen* ter de Idade trinta c quatro anuos, seus egocOS a Gabriel Antonio de Castro
com os signaes seguiitea : tem una belide fininlflas*
B'uin olh >, secco do corpo, altura regular, ; yulnld0; _,_ ,_., , ponu barba levou vestido camisa e ceroul .Momo Denlo de Araujo e (-ukha.
de alRodao da trra, pouco desembara9ado' -Furtaram da venda n. 4, da amba do
na falla; cujo escravo foi comprado ao Sr. Carmo, das 7 al s S lloras da imite do da
Thomaz Antonio Maciel Monteiro : pede-se s 12 do corrente, um rollo de fumo, o
autoridades policiaes e aos capites de campo,' signal ho 56 libras por fra ( marcadas na
onde qur que elle seja encontrado, que o pg||la I : roga-se as autoridades policiaes a
prendam, e por esta mesma folha o annuncic nrelienaSo do dilo fumo, ou mesmo a
para ser procurado, ou o conduza.n ao ten qu,quer pesSoa a quem elle for olferecido,
^'?^?&;Z^ 2 obsequio de o tomar, e mandar levar na
recompensado. dila venda, que nSo ao so pagara as despe-
Desappareceo no dia 12 de fevereiro, a zas, como ae dar urna gritificagSo.
.parda Victoila, baisa, cabellos crespos, rosto I Precisa-se de um rapaz porluguez pa-
picado de bexigas, denles da frente podres,' ra caixeiro de urna lvenla, na provincia
p*'s pei|ucnos e grossos, olhos pequeos e da Parahiha, preferlndo-so dos Chegados
Manoel' Pires Ferreira e Antonio Pires 13 do corrente, evadi-se desla capital pa-
Ferreira, promovendo execucao contra Luiz ra a cidade de Sinto Ant3o o reo francisco
vPires Ferreira, a gual muito excede da impor- das Chagas Rlbeiro, levando em sua Com-
tancia dos bens j penhorados, e constando- pgiibia uaia amasia e duas fullas de Jaqui-
Ihes que elle procura alienar e dispr de alguns Ma Mar ia da Coticeig3o com quem lio casa-
bens, e entre estes das bemfeitorias, que lem j a,s|ni. o abaixo assignado ruga a toda
v.nira?nnh,ira- VI he'"" ^ as autoridades de polica, tanto d.quell-
vinem ao publico que o dito seu devedor nao """*""____, ,.,:. nl.iniir onda unssa
pode fjier taes alienaedes, que, aendo ein
cidade, como de outra qualquer onde possa
'n------. """" -' n:aicy*<:' lita:, sciixau ciai f ,,. *,. tT/\
Iraude da execucao, sao nullas nos termos da chegar, o fagam capturar como reo de po-
ord. doliv. 3. tit. 86 $ l el6; e protestan! Iicia, por se adiar pronunciado a pnso
ir h iver estes bens onde quer que estejaiu. livramento. iodo Uaptitta tunado.
Itecire, 1 de nfarSo de- 1851. j ... Juflo l.uiz Ferreira Rlbeiro vai fazer
- 0 padre Florencio Gomes de Oliveira,' urna viagem a Europa, e leva ein sua cora-
nSo podendo possoalmeate despodir-se a |>auhia suaseuora
Richard Royle. na sua ausencia dcsta
prags, deixa como sen procuradores, os
Srs. 6." Raymun I Jnior e ("orgo Cha-
duick.
__Continua-se a ter saceos rom bom milho
por 3,000 rs. : no Hecco Largo do Hccil'e, venda
que voltapara Sanzalla-Nova.
U linda.
De sal liado ein dlantc haver.4 todas as tar-
des no Varadouro bons charutos, serveja, li-
cor, tudo fin, tambem se do almocos e jama-
res, avisando antes.
-- Precisa-se de urna ama do leite na rus
Augusta n. 17.
Arrendamento.
JD. Catharina Francisca do Es-
pivito Santo avisa ao respeitavel
publico, que ella seacha na posse
do Trapiche Companhia, como
consta da escriptura de destrato
do arrendamento que havia feito,
por cuja rasSo est resol vida a ar-
renda-lo novamente ; e para este
im qtiem o pretender, dirija-se
ao seu procurador bastante, Flix
Francisco de Souzi IMqgalhes,
morador no pateo do Carmo nu-
mero 1G.
-- Jo!io Manoel Pinto Bastos, subdito bra-
sileiro, retira-se para Portugal a tratar de
sua sanle e de seus inieresses.
Quem precisar de nm caixeiro de 18 a
20 anuos para armazem de ferragens, mo-
hado, ou qualquer arrumacio, excepto fa-
zen las. pode procura-lo na loja do Sr. pon-
tos, no Recife, que dar fiador Sua con-
ducta.
Precisa-se de urna ama le leile, po-
rm que nilo tonha lillio ; pga-se bem: a
tratar na praga da Independencia n. 19, ou
annuncie sua morada.
Carrocas de aluguel.
Alugam-se carrogas com bois para qual-
quer condugSo para dentco da cidade, ou
arrahaldes, conduzidas por escravos intol-
ligeiites e de conliunga, pelo que responsa-
bilisa-se : na ra da Cudria do lenlo n. 1,
se indicar.
J. II, Lssserre & Companhia partic:-
pamqu,! leem dado a sua procuragDo a IJ,
J, edier.
Roga-se ao Sr. Manoel d'Annuneiagn
Borges de apparecerna ra do Crespo nu-
mero 21"
-- Ignacio Muniz do Coutn, subido por
tugue/., relira-se para ilha de S. Miguel.
Um mogo brasileiro, que falla e escre-
ve perfeitamente a lingos francoza, o adia-
se presentemente arrumado, portn les
contente por motivos que dir a quem *
pretender, di'Seja aeharalguma outra arru-
matjflo, principa-mente em cbs estrangei-
ra, d fiador a sua conducta, o at mesmo
seu proprio patrilo : quem o pretender, an-
nuucie.
Precisa-se de um homem para feitoriar
escravos de um engento, preferindo-sc por-
tuguezes, a tratir na ra Direila, vendan. 93.
I) senhor que aiinuucioii ollereeer van-
lugens com nina nova Inveocio de plantafo
de cafe, se anda se nao orcupou queira appa
recer na ra Direila, venda n. 93
Precisa-se de urna ama para casadepouca
familia, que saiba bem eiigoininar, e ajuilar
oulra pessoa a cozinhar, dirija-se a ra do
Qiieimado esquina que vai para o Rozario,
terceiro andar.
Jos Kento Ferreira Rabrllo, parte para
a provincia da Hahia, tratar de seus cstudos,
do que faz pubiieo.
O abaixo assignado, ten'lo de retirar-
se para Europa, deixa por seos procurado-
res, em primeiro lugar, romo admlnlstra-
dnres de seu esialielceiniento, 08 Srs. Mi-
theus Aiistin & Companhia, e em segundo
lugar os Srs. Ilenry Froster& Companhia;
assim como roga as pessoas quo se ju'.ga-
rem suas cred.nas de Dio apresentar suas
contas para seren ragas.
Judo l.niz Ferreira llibeiro.
Desaparecen do pescoro de una menina,
no dia terci-feira, IJ do crreme mez, um
cordSn de ouro, pequeo, com o przo de cin-
co oilavas; igualmente traiia ao pescoco una
tiguiiha de unicornio encastoada ein ouro, e
oulro seinelhaiite castor de outra liga que j
linlli iludo. Roga-se s pessoas conscien-
cinsas, a quem possao os ditos olijecios ser
oll'erecidos, n favor de aprehender e dar parle
no pateo do Paraizo. sobrado n. I, seu dono
Antonio Hrrcliado Soares Guinares.
Se*t.i-feira, 14 do corrente, as quatro
horas da tarde, perante o dr. juiz dos lei tos
da fazenda, na casa de sua residencia na ra
*lo Hospicio, se lia de arrematar, por ser a
nUiui praca, o seguinte: por venda, a casa
i. 8 da ra d'Alcgria, a venda aunu.il da me-
tadle da casa n. 12 da ra das Gruzes, a posse
de um leireno com 30 palmos de fenle e 138
de fundo na ra principal da Casa-Forte, os
utencilios de nina fabrica de charutos, os de
una casa de deposito de bolaxas. dous escra-
vos, um quarto, duas vacas de leite c a ino-
bilia le mu casa ; beus estes que eslam pi-
nhorados por execucao da fazenda nacional a
eusdevedores Antonio l'ereira Tiranno e sua
mullir i, viuva de Joo da Silva Santos, Manoel
de -\ lim-iil.-i loma, Joo Pereira de S Vianna,
Joo Mara dos Santos Alunla e Jos Joaquim
de Aluo id i i'ioedrs : a quem convier quali|tier
doa bens cima, comparec no lugar e hoia
indicada.
A abaixo assignada faz publico, que sen-
do casada com Jos Feliclanno Portella, por
escriptura de arrhas, p.vsou a seu marido
urna prucuraco, a qual tem nesta data reti-
rado, visto que dito seu marido, na gerencia
da adminislraco de seus beus. lem feito Irn-
saces dolosas em prejuizo dn aiinuiicijuie,
dando isso lugar a que outros procurem occa-
sionar dainnos : por isso, e uestes termos pro-
testa ella pelo presente contra todas as lians.i-
cesque forem feitas |ior forfa daqurlla pro-
curacu ; e para que chegue aocouhecimenlo
de quem o presente possa inleressar, se pu-
blica pelos jornaes desla cidade. Casa Forte, 12
de marco de 1851.Anna tlorinria deSifmira.
Um rapaz brasileiro, muilo deligenle
e activo, se offeiece para caixeiro de qual-
quer eslabelecimento, menos venda, o i)otl
d fiadores a sua conducta : quem precisar,
queira annunciar para ser procurado, ou
prucure-o na ra do Rozarlo 1-irga o. 32
Casa de commissao de escravos.
Compram-se e vendem-se es-
cravos, e resebem-se de cotnmis-
sSo, tanto para a provincia como
para fra della, para o que oi'e-
reeem-se mui'ns garantas a seus
donos : na ra da: Larangeiras n.
i \, segundo andar.
.-Joaquim Antonio dos Santo Andrado
embarca para o Rio do Janeiro o sou escla-
vo, preto, bolieiro, de nomo J de nagfo.
Aluga-so por prego commodo o arnia-
tem ile assucar n 8 da roa de Apollo, com
todos os r lixOea e utonsis a tratar na mes-
ma rua, casa I). 20.
,.- Precisarse alugar um preto intelligen-
le o se-o vicios, para o snrvigo externo de
nina cass de pouca familia, c psga-se. bem.
Diriair-8fl rua da Triuclieiras u. 19, so-
brado.
lUKiiuaiiii, tiltil un \iti vio -. i, ,'ic>>,-'- 1 rtr lnipiM? i\r\
uilo natural ter seguido para as partes do -l)nseja-so fallar com os nenie iros oo
I: roga-se as autoridades e a qualquer finado padre Jos Bsrboza, que rol sen or
engenho Cana-braba, da froguezia do
No dia 11 do corrente, tendo um cabo-
clo moro do 18 a -29 anno hido vender urna
c cojo ferro se nflo lem prsenle, mas que
tendo sido de cirro lem pelos pellos o Big-
nal dn peitnral, supnostoquo encabelludo,
todava be vsivel pnla sombra do pretos
ovadas as milos, eairega baixo 0 alffuma,
vezes so ans, matadura fr-'sca da parto di-
reila ; simp'-se ter dito caboelo dn nome
Jos da Silva fgido enm dilo ravallo, en-
nangalhado, com um par de ancoras ; b
m
sul :roga
pessoa que disto possa ler conheeimento,
o pprelienda, e avise na freguezia dos Alo-
cados ao joz de paz, quo agradecer.
abaixo assignado faz publico, que
tem Iraspassado a posseda taverna da rua
lo Itozario esreita n, 38, ao seu ex-socio o
Se Antonio Pedro Martina, (cando o mes-
no Sr. obn^ado a exonerar o debito con-
traalo p-ra a mesma taverna desdo 5 de
novemhro de 1850 at a presente data, por
cujo debito o abaixo assignado so respou-
sabilisaat o real ombolgo. Recife, 12 de
margo de 1851. Jos leile de S.
Precisa-se de um pequeo que tenha
aluuma pratica de venda : na praga da Boa
Vistan. 18.
-- Benlo JoscTaveira, snblilo portuguez,
retira-si para fra do imperio.
0 abaixo assignado professor particu-
lar de primefraa letiras, disciplinado em
preparatorios no lyceu dcsla cidade, parti-
cipa ao resi'eitavel publico o aos pas de
snus alumnos, quo desde I3 de Janeiro des-
la anni abr,) sua aula, o dcbaixo dessa
mesma disciplina ensilla por principios
a grammalica porlugueza, latina e france-
1. ; a linili ni lo uesse recinto porciouislas e
tneio porcionistes. Os pais de familia que
quizaren) applicar seus lilbos a alguma des-
sas disciplinas, plem dirigir-se e rua lar-
ca do Rosario n. 48, segundo andar.
lose Harta Hachado de liguciredo.
Precisa-se alugar um aillo parlo da pra -
ra, o qnal tenha pasto pura dez vaccas,
planta di: caiiim, algn* irvoredns e cisa -
de Viven la para pequea familia, dando-se' fora 'la PW; : na rua 'W do RoWl
logo -200,000 rs ao tomar posse do mesmo : *8' P"',>lr<' "',ar-
do .,
Ilamb, em Pedras do Pogo, a negocio de
interrssodos mesmos herdeiros : no Reci-
fe, na praga da lo lependencia n. 39, ou de-
rlarem suas moradas.
J0S0 Corris de l'.arvalno, alfaiale, mu-
don a sua residencia da riM da Cadeia Ve-
llin n. 41, para a rua da Madre di l>eos nu-
mero 36.
Agencia de pasaportes c ttulos de re-
sidencia.
f.laudino do Reg Lima tira passaportes
para dentro e fra do imperio, e titulo de
residencia por commodo preto e promuli-
diio: na rua de Santa Rila, sobrado n. II.
Quem precisar de urna ama para casa
de homem solloiroou de pofca familn, ah-
ancando-S'isua conducta, que sahe coser,
engommar e cozinhar, dinja-se rua da
('. lii.'ol lia n. 8.
Compras.
Compram-se tres ou quatro
ps de coqueiros pequeos : na rm
Nova n. 35.
Compra-se um preto que enlenda do
servign de padaria : na rua llireita 11. 82.
Compra-se prata fina de galilo em
gran leso pequeas porgO s: no armazem
do illuminago, rua de Santo Amaro.
Compram-se
escravos bonitos o robustos para dentro e
<*
quem n 11 ver, annuucie por esta t'ollu para
ser procurado.
'* l'auln GnlgnaiiXt dentista *
8 frnneezs oflTei'eee sen prest* ^
9 mono pnblieo para tollosos &
* mlsteres l<- sua proflssao : 9
? p6de ser procurailo a qnnl>
M qner hora em rao casa, na
na larca d Rozarlo. 11. :(>,
- seffnndo andar.
s#S)i5./-<'.i*9fa>^#>ffl^-s?>4>
-- Qualquer senlior ta en gen h o quo pro-.
cisar de lima SenllOfS capaz, bastante h 1- ;
hilitada para hem cnsm ir primeiraa lellras, |
por ser ha mullos annos esaa a sua profis-
Compra-sn urna escrava, que siibi bem
engommar, cozinlnr e enlenda de costura,
sendo moga e de boa conduela : na praga
da Boa \ isla n -2H.
Vendas.

<3>
a'
Livros em branco baratissioios.
I.lvros em branco de 400 folhas grandes r
larcus por G 000
Ditos, dito de 200 ditas, dito, ditos 4,000
Ditos, dito de 100 dilas, dito, ditos 3 000
Ditos, dilo de 100 ditas pequeos ditos 2.000
i\o pateo do Collegio, casa do I.ivro Azul.
Vende-se um sobrado de dous andares
no Atierro da boa Vista n. 82: a tratar no
sSo. ensillando com todo o esmero a ler, es- mesmo.
erover, contar, doutiiuu el.r.slil.i e coser. Vende-se un. bou. "^sP**ta
poden procura-ia na rua do Livramento, no J^* "-- ao vlrar Para a Ua,xa-
primelro andar dO sobrado n. 33. '_'_ ri01I,prar.sc ,bercopara menino, que
Precisa-so de urna ama que seja cnou- eMrj|, a|nga ,., bom estado : quem tiver au-
la, para o servign interno e externo d-> una nuncie para ser procurado.
ra la ASSumpcO, mitro da Penha 11. 10 relio, obra mullo bem acabada e novo : na lr.T-
Precisa-se alujar una preta pira ven- vossa da Vadre-dr-Deos 11. .r>, armaiem.
dorna roa : paga-se bom : na rua do No-' Vrudc-se ,.,.,a e.crara ciouia de booia
B Iigura, com habilidades para una casa: ua rua
gue.ran29. d.7 Praia ... 4.
Deseja-se contratar com alguma pes-| .. Veodem-se porlo.-s, portas c sacadas .le
soa que li nlia servido em algiim dos coros pedm Com soleiras de granito : na rua da C-ruz
de primeira linha, O que tenha as habilita-n 51, primeiro andar, ou 110 Atierro di Boa,
C0ea precisas Dan acabar 0 temuo le pra- Vista n. 3, segundo andar.
ca de um soldado do segundo balalhito de -- Vende-se tuna j.reta da Centm, robusta'
arliharia quem este negocio pretender fa- preprla para engeniio, he qnlundeln : a tra-
zer, podei fallar COIII Minoel Luizda Vei- l'r na ruadas Larangeiras ... I
a, do meio-dia a urna hora da larde, na lo-
ja da rua do Collegio 11. 8, ou em Santo
AmarinllO, em sua rasa, poisser bem gra-
lificado.
-- Vende-se una cania dr augico, urna me-
sa de mel de sata, unu coinnioda, uiu tou-
cadur: a tratar na rua das I,irangeiras nu-
mero 29.
Vendr-sr unta prcta crioula de Ib' annos
Prerisa-se alugir nina ama. quo saiba de idade, que coiinln c eugumina suf.ivel-
cozinbar, eogomm.r com peifeigSo o pen- mente, eoae e lava de sabao, e he multo robae>
Bar urna casa de familia: no 1'SSSeO l'U- la:'l"em a pretender procure na rua Impe-
blico ... 11, ou annuncie. i "a.. "v'eii;1(,.sc Ullia parda de 30 35 annos de
All|o;il-Se. idade, milito sadia, coilnlia e lav bem, opti-
Prec;sa-se lugar um primeiro 011 segn- ma para o servlco de caes : na rua larga do Ro-
do an lar do Basa, que timba commolos pa- "rio n. 4I, segundo andar.
ra familia, em urna das rusa principaea do' .~ JT ."'"a F\ "0"1 J""" "'"' "'
, ;, ._, de'2 anuos, sadia e de l-oniia ligura, que sau
bairri de Santo Antonios quem tiver, an- engommar, coser e cozinhar o diarlo de um
nuneie para ser priicurado.
a
abe
a
I casa-.; os |orlrndroles dirijam-se a rua di
II1 urgencia do indagar-se se exisiem Guia segundo andar do sobrado n. 5.
nesta provincia os Srs. Domingos Jo>c da) Vendem-ie charutos solios de muito boa
Cunba e Anlonio Domiugues Moreia, os qualldade, ebegadoi ltimamente, em porcio
quaes, ou quem dos mesmos Srs. souber, u a retalho, por muilo commodo preco : na
fai jo favor .lando noticia no P.ecif -, rua da rua < < adeia n. 34, primeiro andar.
Calis 11. 39. para salisfazer pedidos del Vende-se um preto vclno por 150,000
seus prenles. Irs > quo he pescador, caiiiiiroeiui e da por
-- Aliiga-smens8louannualmenteiima!,lj" *<'0 rs. ; urna escrava, que cozii.lia, la-
casa de pednecul, no lugar da Casa For- rouP e a!i compras de urna casa;
te, contigua a do Sr msjor Vilella : a ira-;u'a parda de 20 anuos, que cuse, faz la-
tar com o caixeiio dos Srs. Row.i an& Me.
1 iiliii o, na la do Pi mu ns. 6, 8 e 10.
Ao |itibiico.
Al o dia 20 do corrente deve sabir a luz
importante obra
Instltnlcdes te Direilo civil Bra-
sileiro
formulada segundoo systema do insigne juris-
consulto Mello Freir, do qual se colligio tu-
do que nos he applicavel de conforml lade
addicionando-se todas
varinto, marca, veste, rentea a urna senhn-
ra, fa'. doces o bolos dollas as qualida-
des : na rua do Collegio 11 21, primeiro
andar.
Dlaya Hamos & Companhia, ru
Nova numero G.
Vende-se sarja lisa e lavrada, sedas pre-
laslavradas, luvas delorgal para senbora,
veos pretos gran les e pequemos, meias de
'sedaprela 111a homem e senhora, mante-
iiilll < nOSSO governo, nuuaiuiiiiiiuu-M- iuu.3 ,
as di* o.i{d>s das bis brasilri.as publicadas U-tea o capol.nhos pretos Cegados ultima-
at 1850, pelo Dr. Loureiico T.lgo de Loureiro, ni ule de Franca, sapSlOS do luslro do Lis-
advngado muilo conbecido nesta cidade. f) I boa a 1,600 rs ditos fianczes mullo lio-
Mello Freir de ha multo que entre nos est | vos a 2,210 rs., boneguina para senhora a
sem ulilidade por isso que a nossa organisa- | n joi) is c outras louilas f izendas, que fa-
cao jndiciaria he mu diversa da que rm Por-1 rj-10 collla 80 cumprador por SOUS uiodlCOS
lugal exista no lempo em que esta rxcrllenlc I
uio un obra, cuii|uaiilo ella he iudlspensavel,
c de inmenso recurrso e sorcorrer laiubem a
negociantes, procuradores, agentes, euiliui, a
lodos que lem que lldar no foro: assigua-se
por 5.01)0 rs. cada obra pagar-se na occ-asiao
da iiiiii i: 1 : no paleo do Collegio, casa dolivro
Azul. Depois de publicada cunar 6,4000 rs.
Pieeisa-se de nina atna secca 1 a a an-
dar com una menina de um e meio anno :
quem estiver nesus cfreomatanclas, dinja-
se rua do Cabug, loja n. 1 C, q. e so dir
quem pretende.
-- Pede-se aoSr. Paulino de Almei la Rri-
to, lente do quarto hatalliSo de amula-
ra, queira ter a bondade de pagar os alu-
gueis que licou devrndo do segundo andar
da cusa da rua do 1101 las, em que iiioruu a
ultiinw vez que estove nesta provincia, e
resgatar acaita de Maura de seu comman-
laute.
Ma rua da Madre de lieos n. 36, primei-
ro andar, precisa-so de una ama quo faga
compras e coziuhe.
vidrtgasdealcova enviJ.agadas, um espe-
ilio gmido em meio. uso, una escrava do
gento, moga, sem Vicios ni'ui aenaques : O
motivo da venia se dia no compra Jur : na
rua do Padre Floriaiiuo 11. 22.
Mala Humos ck Companhia, rua
Nova numero G,
iirali.nn de recebor um rico sortimento de
jarros de porcellana dourados, e ricas ga-
lanlaiias douradas psra cima de mesa, ser-
pentioas de 3 luzes, lustres de 6, 8 e 18 lu-
zes, lanlernascom pdevidio, caaquinhae
broiue, compoleirase maiitegueiras de vi-
dio lapidado de muilo bom gusto, um sor-
limenli. de IruUiras de varias rOrcs o gar-
ralas douradas grandes e pequeas, e ou-
lias multas faznidas. que se veoderSo min-
lu em cunta paia liquuagao Na mesma lo-
ja acuna vende-se um porlalicor cun 3 gar-
rafas e 12 clices de vidro de cores, pelo di-
minuto pretjo de 16,000 rs.
rMrriMTDAnn


-/
fcliHHDS**r.**S-..:^JM'5^ Va
_--Vcrdem-se meredianos do sol rclo-
gios) muilo proprio para queni and em
viagem, e para quem mora no multo: na ra
da Cadeia do P.ccife, loja de iniudezas do
Sr. Mello.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimenloj pro-
prio para qiialquor obra que possa rccc-
ber agoa, assim como para aljorozo Ira-
peiras, prximamente chegado do llam-
burgo, Uoibeo se vendem 11 meial barri-
cas por prego commoilo : atrs do theatro,
armazem de tabo, s do pinho, a fallar com
Josquim Lopes de Almeids, caixeiro do Sr.
JoSo Mathous.
Pecas de chitas roxas para luto.
Vendem-se pecas de chitas limpas, ordi-
narias, para luto aleviado, a 4,500 e a 120
rs. ocovado; e cortes de cambraias para
vestidos, bonitos pailrOes, a 2,600 rs.: na
ra larga do Itozario n. 48, piimeiro andar.
Vendem-se superiores livros em hran-
co, de diversos lmannos : em casa de Ralk-
ni,imi Irmios, na ra da Cruz n. 10.
mmmmmmmm m m&imsmmsmmM
:-j Na Icji do sobrado amarillo, nos ;:
W quatro cantos da ra do Queimado n.
|| 29, tem para vender un completo |,
| snrtimenlo das fazendas abaixo men-
|| Clonadas, pilo de superior quulida-
$ de e pregos muilo commodos, a sa-
$ ber.:
*g Cortes de vestidos de saija preta
ji lavrada, padies de Oiuito gusto.
Sarja de seda pela verdadeira, lies- T
?| panhola. :.'
! Selim preto maco, proprio para |
vestidos.
Manteletes ecapolinhos de chmalo- &
te e gros de aples preto, com niui
lindos i> rife i tes. 5J
Los de 11 ntio preto, bordados a seda. ^
Um completo sortimenlo de pannos
prelos para os precos de 4.000 al
12,000 rs. i|
*^ (.'asentir preta elstica para varios g
=-. it!;siitisaB--!Sisa mwmis^iKmHit
l'ara se acab-.r.
Venile-se cera de carnauba, penas de
ema, sapatos brancos, dilos de bezerro de
lustro, couros Ue cabra e superiores charu-
tos receiilemente chegados da Dahia : na
ra da Cadeia do Recife n. 49, priateiro
andar.
Chapeos oleados a l,ooo rs.
Na ra do Queimado, luja n, 3, vendem-
8e chapeos oleados pelo baratissinto preco
de dez lostOes e grvalas de mola a duis
mil ris.
- Vende-serba hysson de superior qua-
lidii.le, o melbor que lem vindo a este mer-
cado ; vcllas de espermaccle americanas ; e
meias barricas de fatinha gallega : em ca-
sa Je Malheus An-iin & Compaohia.
--Na praciiib do Livinmenlo, loja da es-
trella n. 1, de Jos Itodiigiics Cuelbo, ven-
de-se ra e irlnceza de l.is'a, a 40 rs a
oilava ; chai c.>s de sol de seda, a 6,0(i0 rs ;
panno preto lino ; selim pelo para culletes;
dito de cores ; sarja preta, a 2,200 rs. o co-
vado ; casemira pela ; Baguiflo fluo. a 1,200
e 1,400 is. a vara ; lencos de seda do coras
para grvala, 2,000 rs ; ditos de Cambra i I
de seda, a 1,(00 is. ; Hscadoi de linbo, de
2(0 a 320 rs. o covado ; .bom soiliinenlu de
chiles, a 1U0, lt'0. 200, 240 e 300 rs. ; cam-
braias de cures Dxaa, a 210 rs, ocovado;
cortes de fustflo fino para colleles, a 800 e
1,000 rs.; diales de larlatana, grandes, a
1,440 rs. ; ditos, a 2,000 rs. ; corles de cas-
ta de cores de mui lindos padiOes, a 2,800
rs.; riscado azul largo para vestidos de se-
nhora, a 2 000 rs. o covado; bretaulia de
listra, cor fia, a iOO rs o covailo ; uta lapo-
ISO sortido, de 2,800 a 5,500 is. a peca ; e
uutras multas l'.iz ndas q ie se proniettein
vender barato.
- Vende-se urna moraila de casa terrea,
*-11 a na ra do Alecrim. com muilu bons
commodos para numerosa lamilla, em
ch.tos, proprios por ter o dono do relirar-se
para o Hio Grande do Sul : quem a preten-
der, drija-S0 m 'sma ra, obrado n. 2.
Corran) a pechincha.
No Passeio Publico, loja n II, de Fermia-
nn Jos Rodrigues l'crreira, existo urna por-
cao de pegas de algodiloziiiho, muilo lar-
eos, com um pequeo loque de Ierro, pelo
barato 11*8(0 de 2,800 rs. a peca, e dos es-
trenos a 2,000 rs. : a ellas entes que se
cabera.
Vendc-se a excellenle fui mi.i de crear
gado, denominada Santo-K.slevo, sita no aas
na provincia do Itio-Crande do norte, com ga-
do, c leudo 5 leguas quadradas. Fui ahi que
na grande seca de 44 se n fugiaraiu os gados
das I ./i inl.i. vi/inlias : quem quier procure
na ra Kormoia na quarla casa terrea.
-- Vende-se um preto moco e de bonita h-
<;!.->. s m vicio n> ni achaque atguin ; na ra
Direita n. 121.
Vendein-sc barricas com baralho dees-
cama a 0,500 is. "a barrica: no armatem que
fui do llacellar dcfronlc da escadinlia no caes
da alfandega.
l.iii.'iii da matriz da Boa-Vista.
Aon 1(1 < :.:ikhi.i)imi rs.
Ka loja de iniudezas da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendein-se bilbelea iuteiros, incios,
quaitos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre iinpreterivelinenle no da 2 de junbo ou
anlri se se vender os billictcs.
i 11 in- ii-s iuteiros 10,000
Meios 5,000
Quarloi 2,0(10
gimos .Mo
Himnos I,00
Vigsimos GO0
Jioja de seis portas em frente do
J.iviMli.rnlo.
Vende-se sarja prela Hespanhola larga a (i
patacas o covado, sarja com listras prela prn-
pria para manteletes, a 3 patacas, cliamalolc a
fi patacas, cortea de vestido de nobreza pelos
por 12,(lC0rs., fil bordado de cores a 5 pala-
cas a vara, para veslid n e capolinhoa, cassa
pintada Irauc ia a 2 patacas, riscados e alpa-
cas de algodao, e outras qualidadet de fazendas
por piivn barato.
Jatja de .seis portas em i cute do
Livratnento.
Vendein-se corles de vestido com barra de
cores a 3,000 rs. por ler um ponen de ino(..
cassa piulada a 2U0 rs o covadn, cassa prela a
120 rs. o covadu, i bitas a 130, Mu. Mi, 180, 200
c 240 rs lina a 320, 40, 480 e 40 rs. a vara,
lencos de cassa para uio de senhora a 2-Ors.,
< com bicoa 400 rs., lencos brancoi de cassa
paia rabee a e para bouibios a 3z0, 400 e 480
rs., meias para) seuliora a 240, 320e 480ri., e
oiiiuis uiullas lafeoda a iclallio e em porcao
i i pr>c s baratos.
- Vi ndein-se limito superiores cliapos de
a.I de ai Ja preta, ioglexes, con cabos de ouo
a 5,500 rs., dilos de panlnbo de cores (ranee
es, armario de ferro a 7,000 rs. : na ra do
Crespo loja n. 10.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9 de Albi-
no Jos l.eilc, anda continua-se a vender as
bem conhecidas pecas de chita a 4,500 rs. e o
covado a 120 rs., ditas paracobcrla a ,00" r.
a paca, e o covado a ltl rs.,cassas para baba-
dos a 240 a vara, brins de linho azul c de cu-
res a 300 rs. o covado, cobertores de algodiio
grosso para escravos a 040 rs., meados mons-
Iros a 200 rs. o covado, chapitas de sol de panl-
nbo a 2,000 ra lencos de cambraia Unos, ro-
deados de bicos a 480 rs., ditos de seda de co-
res a 1,500 rs., grvalas de setim a 1,500 rs., e
outras militas fazendas, as quaes dcixam-aedc
annunciar para n.o oceupar lempo.
A Hendi.
Na ra da Concordia n. 6, enfeliam-se ri-
quissiinas bandejas de bollinhos fiancczes
com asseio e proniplido, aonde lem conli-
nuadamenle para se vender.
Vende-se una canoa aberla que carrrga
2 mil lijlos : quem a pretender, dirija-se ao
paleo da Matriz de Sanio Antonio n. 8.
Na loja de cambio da viuva Vieira Jt Fi-
Ihos na da Cadeia do Mecift n 24. vendem-se
bilhelesa 10.000 rs. e meios a S.OOO rs. da lote-
ra a beneficio da matriz da Boa Vista.
Vende-se um sobrado de 2 andares, silo
na ra do Parai/.o : a tratar no Aterro da Hoa
Vista, loja de ouiivcs n. (I.
Ct malte.
Vende-se eslecxcellenle chi, que (ao recoin-
inendavelse lem tornado, tanto pelo seu bou
:'i~tii. como por ser mu saudavel e dioretico,
existe pequea quanlidade : na ra da Santa-
Cruz venda n. 5, junto a ribeira.
- Vende-se cera de carnauba, couios miu-
dos, sapatos de rouro de lust'o gaspeados,
obra muilo bem feila, e por pieco camino
Jo para fechar conlas : no Itecco Largo do
llecife u. 1, segundo andar, a qualque.r
hora.
Vende-so a la erna da ra do Rosario
estreita n. 16", bem afreguezada e em bom
local : i tralar na mesma.
Bomances modernos
Memorias d'uin medico por AUxandrc Hu-
mas : segunda edlccAo, traduzida em poriu-
guez em 15 tomos encadernados 20,000
O conde de Mniile-Ghristo por Alenaudre
numas eucadernadu 13,000
A Moreninha : lerceira ediccao, ornada com
lindas estampas c a inu-ica para piano e can-
to da bailada cantada pela Moreninha no ra-
diado : I vol. ntidamente mpresao 4,000
O Mouaslicuii por A. Herculano 5,000
O Ante-Cliristo : 2 vol. i849 6,000
O Sitio da Hochella ou o infortunio e a cnn-
ciencia, 2 vol. 5,000
^ familia Klliol ou a inclinaco antiga 2 vol.
i847 encad. 9,000
A eonte de SanH-Caibcrina, 4 vol. 8,000
A Gorgnnhc : iraduzido pelo senador Vascon-
celos, 4 vol. 3,000
6
Os Misterios do Povo por Rugenut Sue :
rol. 5,000
Vendem-se no pateo do Collegio, casa do li-
tro Azul.
Nende-se urna preta moca, que eogom-
nia. cose, cusiiiha, tildo com perfeico, e um
bonito un.!. i|iii- de 14 anuos, i|ue cozinha, e
tem prluchiioa de sapateiro : na ra larga do
Itozario n. 35, loja.
-- Vendem-se 2 carrocas em bom estado e
proprias para servico da alfandega, ou eoge-
i.lri, por preco coininodo : nos Afogados ra
do Caluc venda de Joao liespanhol.
Vendem-se 4 molecoles muilo lindos de
idade de 15 a 18 anuos, 0 escravos mocol de
i.ni,ii i figura, 3 escravos com algumas habili-
dades : na ra Direita n. 3.
Vende-se, por preii.sao, UD1
lionil." preto, criotll proprio pa-
ra qiiulquer servico, muilo prin-
cipalmente para criado ou pagein ;
e alm dlSSO tem principios de co
/. nha, de rarpinleiro,' e he ptimo
fabricador de nsphalto, paraot|ue
te os necesarios conliecimenlos:
a tratar na na do Vgarion. 7,
prmeiro andar.
Bom c li.nato,
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Lcite, vendcrn-se cortes de cal-
vas, de fazendas escures, encordadas, pa-
drOes cniilaudo casemira, pilo detninuli
preco de 1,500 s : a ellos, meus amigos du
bom e barato, antes que se acabem.
Vende-se a pusse da melada da casa
terrea, sita na ra de S. Jos, em chita pro-
prio : a rallar com Antonio Francisco Ma-
cota, na cadeia desta i'i laile.
VcnJem-se uvas brancas muscatel, mu-
boas : na ra da CooceifSo da lloa Vista nul
mero 58.
Vende-se urna pedra de mar-
more bronco, com 8 palmos de
comprida, 3 le larguia e mcio de
grossura : quem precisar, dirja-
se ra da l'rait n. 55, na typo-
graplua imparcial.
Ve.ideni-.se caixas com cera
em velas do Hio de Janeiro, com
sortimenlo a vonta Je do compra-
do', e tumo em lolha do mclhor
que ha no mercado: na ra do
l'iapiche n. 5, ecriptorio.
Vendem-se superiores azei-
tonas de Alarselha, recentemente
chegadas: no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alfandega.
Vende-se na ra do Crespo loja de livros
n. 1, compendios para as aulas, uovcllas as
iii.ii-, bonitas que imaginar se pode, cartas li-
nas para voliaiele, ludo por preco coiniuodo.
Vende-se no armazem do Dias Ferreira,
no caes da alfandega saceos de milbo novo e
barato.
Faiiuha fontana,
Arroz de casca,
Karello novo,
Cha preto,
Chumbo de munico,
Cimento,
luchas de llamburgo,
vende-se ludo por precos comino los : no
-iiii/eni de i. i. Taaao Juniur, napa do
Amoritn n. 35.
Uuro
em
p
cada frasco : no pateo do Collegio,
Casa do Livro Azul.
Conlinua-se a vender agoa de fazer os
cabellos e sulssaapretas : na ra do Queimado
loja de ferragena n. 31.
Riquissimos manteletes,
e capotinhos, prelos e de corea a 18.000,
20,000 e 25,000 rs corles de teda de pezo lur-
lacores 22,000 rs., sarja preta de se.la lisa e
lavrada da melhoi qualidade que tem appare-
cido, e outras militas fazendas proprias para o
lempo presente de quaresma, por baratisslmo
preco : vendem-sc na ra do Crespo, loja ama-
relia n. 4.
Vende-se urna taberna muito afregneza-
da : no pateo do Paraizo n. 30,
Vendem-se ricas franjas e
trancas de seda de cores e pretas,
proprias para manteletes e guar-
nirles de vestidos, por preco com-
modo : na ra da Cadeia do Re-
cife, lojt de miu lezasn. 7, de An-
tonio Lopes l'ertirade Mello. Na
mesma loja t mhem vende se urna
porcao de cera de carnauba de mui
Loa qualidade, assim como urna
porcao deconros mitidos, ludo por
preco commodo.
Vendem-se por preco coinmodo os se-
guintes livros em bom uso : Diclionare, llisto-
rique, Conslin, Encyclopede e Planches, Fe-
Unto Elyseo, (.holx, Derapporls, Tablea, Cor-
respondance de Franklin, Ganilh, Dicteonnair
d'Economie, Sermoudi, Constilulions des peu-
ples, llenniquin, Voyage em Inglalerr, Paim,
lliveis Kcuis, Geographia Universal, Kufon,
Mamuiferes e F.stamp, Lacpde, Dioours,
hiographie des Conleinporains, Oeuvres de
PolhiCi, Oeuvres Completes de Domal, Oeuvres
de Filaugicre, S. Edem, Dictionuaric de la pc-
nalile, Annaiesda liarreaux Francais, Uever-
gic Medecioe Lgale, Uinthiam, Peiiips e lle-
coiupens, Muller, llistoire L'uiveruli, L'amen-
nais, f ii.ii sur l'indiference, Vatel, Droet des
Gens. Clioii, Denncillcurs Plaiduyers, Logi-
que d'um ii.lt li, Colle(ao das Leis brasileiras,
Adelom, lticard, Economia Politica : quem aa
pretender, dirija-se ao pateo do Carino, casa
n. 9, segundo andar.
Na ra das Cruzei n. 18, (erceiro andar,
vendem-se urna crioula de 20 annos, que en-
goniuia, cote chao, coiioha e lava de sabao,
urna dita de 16 annos, que engomma liso, co-
se chao, cozinha e lava, dous pretos de nacao,
ion delles he de elegante fgura, ptimo cauo-
eiro, e oulio he gauhador de ra, e una linda
crioula com todas as habilidades pan fura da
provincia ouengenhn.
itoin pomponeo dlnbelro.
Na ra do Queimado segunda loja n. 18, ven-
dem-se lencos de setim com franja para ae-
nhora a 1,000 rs., li pelos de linho grandes
a5,0u rs., ditos pequeos a 3,000 rs., los de
linho brancos a 1,500 ra., corles de cambraia
branca adamascada com inais de vara e quar-
la de largura a 2,600 rs., meias de seda de co-
res para homem a 400 rs ditas brancas a 500
rs., luvas de seda brancas e pretas, curtas e
cumpridas a 200 rs c umitas outras fazendas
por lodo pceo.
Lotera da matriz da Boa-Vista
A os I O c 4:1100.1)011 vs.
Na loja de iniudezas da ra da Cadeia do Re-
cife n. 40, vendem-se os mui afortunados I>
hii Cu-, meios, quartoi, decimos e vigsimos
da mesma lotera, que corre impreterivel-
menie em 2 de junhu vindouro, ou antes se se
veuderein os bilbetcs.
ililhetes 10.000
Meios 5,000
Quaius -'.liiin
Decimos 1,100
Vigsimos 0l0
Quem admirar
Sarja Hespanhola para vestidos.
Vende-se sarja preta muito larga e muito
encorpada limpa a2,i'80r.: na ra larga do
llo Cortes de chita.
Vendem -se em retalbos, de cores finas com
12 covados a 2,000 rs., chias fraucezas de mo-
derno gosio de cores lisas a 280 rs. o covado :
na ra do Crespo loja amarella o. 4.
Loja pernamhucana.
lie Antonio Luiz dos Santos, na ra
po Crespo n. II: vendem-se ricos
chapeos de castor brancos c pretos
da ultima moda parisiense.
Panno lino preto,
de cor fixa, e de pura laa a 3,000 rs. o covado,
dilo muilo fino a 4,000 rs. :vendcui-se na ra
do Crespo loja amarilla n. 4.
Finsimos chapo< pretos
de seda ulliiiiann ntc chegados de Parisars.
0,400 : ve mi i-ni se 11.1 la do Ciespo loja ama-
relian. 1
Vende-se una cama deanuacao de con-
dui, com os seus perteuces, por preco coin-
modo : na ra da Mangeira bairro da boa-Vis-
ta 11. II.
Vendem-se tres rotulas de amarello, a
(I.oihi rs. cada urna : na ra da Mangeira bairro
da lloaVlstau.il-
l'.nii a quaresma.
Panno preln in iflu boa qualidade e novo a
3,20(1, 4,100 e 5,00,1 rs. o covado, casimlfb preta
de dillcrenles qiialidadcs, sarja prela, setim
de macao, e outras inuitai fazendas por ba-
ratos precos : na ra do Crespo ao pe do arco
1.2.
Vende-se um pardo moco, encllente pa-
gem, por j ler servido, e multo bem no dito
olTicio, be inulto bom cavalleiro, e de muilo
bonita figura : a tratar na ra do Collegio n
8, segundo andar.
Vendem-sc 30 palmos de laceada de pe-
dra, carrinhos de infios e cascos de pipas de
Lisboa : na ra da praia de Santa Rita defron-
te da 1 iIh o j do peixe ns. 10 e 12, deposito de
licores.
Vende-se um superior cavallo que anda
bem baixo, meio e bota muilo bem sollo : na
ra da Praia, armazem n. 18.
Na ra da Senzalla Velba, padaria n.
I 00, principio que enlra pelo llecco Largo,
vende-se superior farinha de mandioca,
viuda ltimamente de Sania Catliarina ; por
cada sacca se levir ao porlador a pequea
quaulia de 2,000 rs. conduzindo utna sac-
ca nova de bom algodoziiiho, e quereudo
lescuuta-se-lho 200 rs., passando para ou-
Irs, que o portador levar.
A a,4oo ris.
Vendem-se pecas de eassa de quadros e
lislris para habadus com 8 l|2 varas cada
urna : 111 la do Crespo, loja n. 6, ao p do
lamplo.
F. dos Santos Maya, vendem-se cordas de
tripa e bordOes para violSo e labeca, e pa-
pel pautado para msica, ludo da mclhor
qualidade possivel.
Potnssn da Riissla.
Vende-se poiassa da Itussia, recentemen-
te chegada, ede muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Talxas para ciigeiiho.
Na fundiQ.lo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de recebor um completo sortimen-
lo de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego coin-
modo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
AGENCIA
, da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 4a.
Nesie estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de moendas o meias moen-
machinas de
das para engenho,
v,-.|ior, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os tamanhos,{pa-
ra dito.
Vendem-se amarras de ferro : na rus
da Senzalla nova n. 42.
Vendem-se arados america-
nos dos modelos maisapprovados;
na ra do Trapiche n. 8.
AI di-ma*, superiores.
Na fniidii'fMi de C. Starr & Companbia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de carina, todas de ferro, de um modelo e
construc<;!Io muito superior.
Vendem-se candieiros para
meio de sala, muilo ricos, com os
competentes globos, canu-los e tor
ci.las, dando a luz mais brillante
possivel : na ra do Trapiche n. 8.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. i-, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacions
rniiii'iiiln a lei, regulamenlo e todos os mo-
delos que delles dependem, a 1,000 rs. cada
exemplar completo : na prs(a da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8.
Deposito de charutos da Babia,
ra da Cruz numero 17,
Armazem de Croccock Companhia.
Silo chegados a este novo deposito os ver-
daderos charutos soberanos de llavana,
senadores, deputados, regalia, caladores,
venus e quem fumar saber. Tudos estes
charutos em caixinhas dejeif~true muito
convm aos auiadores^pls que sus quali-
dade be muilo BUperioi', e preijo o mais mo-
derado pussivel, para acabar c fzer-se no-
va iciiiessa. '
-- Vende-se n
caadas e garrafas, por preco
commodo : no Manguind, pas-
sando a ponte, primeiro sitio do
ladoesquerdo.
Bom e barato
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eite, venleui-se ricos cortes de
meias casemiras, pelo diminuto prego de
i.ooo rs. A elles, rspasiada do bom gosto,
antes que se acabem.
Madeira de Jacaranda.
Vende-se ptimo Jacaranda em poroso ou
a rctalbo, a vontade do comprador : na ra
da Cadeia de Sanio Antonio n, 18.
ilCantois l'ailhetck Companhia.|
^ Continua-se a vender no deposito 1
gcral da ra da Cruz n. 52, o ecel- as
% l-'nii'i' bem conceiluado rap areia 1
?J prela da fabrica de Ganlois Paillict & |
I: Companbia da Babia, em grandes e i|
^ pequelas porcOes pelo prego esta be-
4 lectdo. &
:i se ?:;: m?m mmwmmm&z --
Vendem-se relogios de ou-
toe prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n l\i.
CIDAD DE PARS.
bem carnizas de homem ; quatro pretas mo-
cas, com algumas habilidades; um lindo
mulalinho do 12 annos ; um dilo de 16 an-
nos ; um moleque do 14 annos ; um dito de
16 annos; dois molecOes de 20 annos ede
bonitas figuras ; um preto de 25 annos, p-
timo sapateiro do cortar o fazer qualquer
obra ; um bonito pardo de 20 annos, opli-.
mo para pagem o que enlende muito de pa-
daria ; um dito que se vende muito em con-
la sendo para o Hio Grande do Sul ou Para ;
seis cscravus mogos, ptimos para o canuto
ou para oulro qualquer servigo : na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar.
o.
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Escravos fgidos.
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51
,
Kap Paulo Cordeirodo Rio de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recntenteme :
vende-se na rus da Cadeia do Recife, loja
o. 50, deCunha & Amorim.
Kua do LodcglO n. 4-
Neste estabeleeimento se encontrar spml
pre o mesino sorli enl i de chapeos de so-
ja aiiuuticudns, assim como sedal e pannos
em pega para as arniar/i s servidas, baleias
para vesiidos o espartilhns de senboris.
Conc-'rta-se toda a qualidaile de cliapos de
sol, ludo por menos prego do que em oulra
qualquer psrle.
Cera em velas.
Vendem-se caias com cera em
velas, fahriadas no Hio de Janei-
io, sortidas ao desejo do compra-
dor, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parte;
tambem se vende cera
em Lisboa, em caixotes de oo li-
bras cada um : trala-se com Ma-
c .ado & l'mheiro, ra do Vigario
n. 19, segundo andar.
Vendein-se escravos baratos, mogos e
de bonitas figuras, a saber: urna linda mu-
latiniia de 16annos, que cose, engomma,
para se deitar sobre a escripia em
*| I 11 TU* railCIl* UU nvioi iw( nnrvjj* uw nitiiiiiof'iini'v uiuiiw ihumiii|-imiim i"i(i'i-
vez ue areia preta, por mil res|Queimado, loja demiudezas 11. 2 A, de J. ras; urna dita de 20 anuos, que cose mui
Desaparcceu na nolle do da primeiro do
crrante urna escrava crioula de nome Be-
nedicta, que fol do casal do uado Joaquim.;
denominado dal.ingoela: he de estatura alta
cor mais, ou menos fula, tem um sign.il no
roato, e representa idade de vinte c dois un
nos. Quem d'ella souber, ou aprehende-la, di.
rija-se ao l)r. Lourenco Jos; de Figueiredo, que
be seu aenbor, c reside na ra do Giqui de-
pois de passara ponte do engenho do mesnio
nome, que ser bem recompensado.
Fugio 110 dia 24dopassado do enge-
nho Tapera, silo na freguezia de JaboatSo,
o escravo de npme Jos, de nagSo Nago,
cojo ainses caractersticos s9o os seguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, com falla de denles, ros-
to lalhado, ps gtossos, reprsenla ter de
idade 30 anuos, he muilo ladino; a vista
do exposlo recommenda-se aos capitites de
campo a captura do dito escravo, pelo que
serflo generosamente gratificados.
Desappareceu no da 4 do correte do erf
genho Pintos, o escravo Antonio, cabra, cun
os ignaes seguinlea : alto, corpo regular, ps
grandes porem bem feilos, tem o hombros
deacidos, sem barba, e representa ler 18 annos
de idade punco mala ou menos : roga-se por-
lanto as autoridades policiaes a apprchensao
do mesino, e aos caplles decampo, quem
promello urna generosa gratilieaco : na ru.
Direita n. 1-21, 011 no referido engenho
csappareceu no dia 7 do corrente s 3
horas da tarde eicrava Joanna crioula de ida-
de de 2G a 30 annos, alia, e nao muilo magra',
naos e |.s grandes e bem feitos, com falta de
deules no lado de cima, levou vestido de chi-
ta roxa de listras j velbo, e panno da Cosa,
cuja escrava fol remedida pelo Sr. Antonio
ilenrique de Miranda ao Sr. Thomaz de Al.
ueida Aniiincs, e este Sr. vendeu-a nesla pro-
vincia : quem a pegar, pode dirigr-se a ra
das Larangeiras n. 14, segundo andar que ge
recompensar
Desappareceu naterca-feira.de enlrudo'J'1.'
pelas 8 horas da noite o escravo Agoslinho, ca-ft "
bra, baixo, cheio du corpo, testa camiada ''
deotes limados, com algumas marcas de bexl-
gas, tem falla descantada, e olhos amortecid
esteve ha lempos de feilor du sillo da Krinida
nglea, levou toda a sua rupa, aiguiiia e
inulher em una trnuxa : por isso roga-se a to-
das as autoridades policiaes, civis e militares,
de qualquer lugar para onde elle se dirijan
mandein capturar, e rcmelter para essa cidade
a entregar sua aenhora a viuva do Dr. Cres-
po da ra da Auroran. 2i, asalin como qnal-
quer capltao de campo, 011 pessoa do povo que
0 appreheuder serao recompensados do seu
ii.iliili.ii 1 o escravo anda de luto, mas he de
supporque lenha mudado de trajo,
-- Desappareceu una prela de nome Ma-
riaiina, de nago Mogambiqne, de 30 annos
pouco mais ou humus, altura icpiUi; o ..
ebeia do corro ; lem no 1 esquerdo urna \i
marca de ferida c ps cambados ; levou ves,- II
tido de chita branca com dous habidos: J di
quem a pegar, leve-a ra -do Passeio Pu-K'11
blico n. 5, quesr* recompensado.
No dia 5 do mi 1 rute desappareceu do
engenho Cajabuss o escravo (Gabriel, pre-
to, de nago Angola, reprsenla ler 25 an-
uos de idade, cor um pouco fula, muilo
alegre guando falla e as nemas um pouco
tollas para fra ; desconlia-se ler subido pa-
ra o serillo, aonde esteve muitos anuos em
as fazendas tlreginho e Caiaiiinba : quem o
gegsr, leve-o 00 mosmo engenho, 011 as
dilas fazendas, ou no Aterro da lloa Vista
n. 43, quesera generosamente recompen-
sado.
Desappareceu na noite do dia 6 do,
passado una escrava parda de noo;0 Luw, V-
idade pouco mais ou menos 30 annos, ro- i1
bellos corredissos, porm cortados, rosto JJ
redondo, barriguda que parece estar peja- j
da, Hijos bstanles leas e algumas iinlias 15
muito negras que parecem ler sido pisadas,' v 3
08 pl muilo esparrillados e fe ios e algu- 4
o 11 cousa irregular, levou alm da roupi '
vestida, um sacco ou trouxa, dous fios de
contas brancas ao pescogo, assim como um
rozario tambem branco, chales de cha
asul j desbotada, usa de camisa de cabe-
gflo : quem a aprehender e leva-la na
ra do Queimado, loja n. 9, sera recom-
pensado generosamente.
Desaparee
cscravu Fernn
a idade de v
naes seguintes
po, cor prela, roslo coinprido, sem barba,
sem um dente na frente, tem algumas cicatri-
ces de cidcote pelas costas e nadegas ; levou
vestido camisa de algodao asul e calca do mes-
mo : quem o aprehender o pode levar ra
do Collegio, n 1 loja do inesino sobrado, que
ser recompencado.
Desaparecco no dia 7 do correnle, o es-
cravo de n.n;.01 cacange, de nome Jcsi, que
representa ter vinte e cinco annos, baixu,
grosso do corpo, sem barba, olhos grandes c
1 i-s pequenos ; levou camisa e calca de algo-
dao de riscado americano j sujas: quem o pe-
gar leve ra do Vigario 11. 22, ou ra.
da Cadeia do Recife, n. 51, que ser recom-
pencado.
Anda esl fgida a prela Mana Jos-
quina, de idade 30 a 40 annos, nsgOo Con-
go, baixa, pori, cor retia, bixigosi,
olhos vivos, bastante ardilns*, o sagaz;
talvez ando sua luga encobeila com o nego-
cio de mtudezas, pois he no que se einpie-
gava antes da sua fuga, non sendo esta a
primeira vez que foge, oque se cncobri,
com tal negocio ; tan,bem j loi escrava le '
engenho, e ndava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula do quem era es-
crava : quema pegar levea na praga da In-
dependencia n. 17, quesera recompensado
Em a noile de 6 para 7 do corrente dcs-
fnh'riradfllapp"re<'el1 a (se'v Lvh, crioula, de 27 J
'",annos, bem parecida, roslo redondo, olhos -
grandes, quando falla entorta um pouco a
bocea para o lado diieito ; lem o cabello de
carapinha, a vqz muito branda, cor fulla,
solTrivel cozmheira e engomma alguma cou-
sa ; suppOe-se ter seguido o caminho da Pa-
radina, donde he natural: quem a pegar
queira cnnduzi-la ra do Coll egio n. 15,
que ser generosamente recompensado.
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4 f
1
ti
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1
- a ra estreita do Itozario, travessa do cozinha e sabe muito bem einpalhar cadei-
FF.P.N. rVA.TvP.DrT M.F.DRFaRIA-
i\/im ur,D trvtriv/iDi AC


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