Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06335


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Full Text
Anno XXVII
Sabbado 1
FABTIDAS DOS COMIMOS.
".olanua c Parahiba, s segundas e cxtas felras.
0.Grandc-do-Norte, todas as quintas felras ao
. melo-dla.
Garanhuns e Bonito, ieW.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
lyicuria, s quintas feirat.
lOnUa, todos os dia.
IPHMIHlDU.
'Nova, a 2, as 10 b. e 55 m. da I.
pH.-, ... jCreec. a 10, as 7h. e 25in. da I.
Piusas di t.0MCheU- i7i ,oh.e 59 m. dam.
\,Ming. a 24, as I lh. e 6 m. da m.
tBBUiAB DI HOJE.
IPrimeira s 3 hora e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 hora e 6 minutos da manhaa.
de Marco de 1851.
W
w.
fbeoo DA soiiscaipqo.
Por tres meses fadlaBttdoa) 4/000
Por seis meses 8|000
Por um anno 15/000
das da semana.
24 Seg. S. Malinas. Aud. do J. d'orf. e m. da 1 v
25 Tere. S. Cexsrio. Aud. da Chae. do.J. da se-
gunda varado c. e do feitos da uenda.
20 Quart. S. Torquato. Aud. do J. da 2. rara.
27 Qulnt. S. Leandro. Aud. do J. dos orf. edo in-
da prlmeira vara.
28 Scxt. S. l'.Din i > Aud. do J. da 1. vara do clvel,
e dos feitos da fasenda. '
1 bab. S. Adrlao e Jovita, Aud. da Ch. e do J. da
2. varado civel.
2 Dom. da Quincuagsima. S. Simplicio.
Iklaf
DIARIO
CAMBIO UC 28 BZ FEVEREIRO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/000 rs. 60 das.
Pars, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
Ouro, Oncas haspanholas.....28/000 a
Mocdas de 6/400 velhas. 16/000 a
de 6/400 novas. 16/000 a
' de4|000....... 9/000 a
Prata.-Patacoea braslleiros.... J/M a
Pesos columnanoj..... j/j a
Ditos mexicanos........ Vo0" a
28/500
16j200
16,200
9/100
OM0
1*'M0
1/700
MBM10
a bbbbbi uissasoisasMi
.'
PARTE OFFICUL.
G0VEKNO DA PROVINCIA.
[EXPEDIENTE DO DIA 20 DE FEVEFIE1RO
DE 1851.
Ofliclo. Ao commando das armas, conce-
V
I
tropa
rar ao alvo.
Dito. Ao mesmo, devolvendo fin cumpri-
f nto ao aviso do ministerio da guerra datad
Je 7 do correte, afim de efue seja instruido
orina do decreto n. 89 de 31 de Julho de 1H417
rrquerimento em que o teen ti -coronel com-
naiidanle do segundo baialhao de cacadores
ntonio Maria de Souza pede ser condecorado
oin comineada da ordem de San /rento, e
o J mullicando para que o faca constar ao alfe-
ea quartel-mealre do mesmo balalhao Vicente
e Paula de 01 i ve i ra B los; a ue segu ndo declara
cilado aviso, foi lndeferlda a petlcao ein que
ase odela! pedia passagem para acompanhia
is decavallarla desla provincia.
Dito. A.* thesouraria de faienda, inteiran
o-a de haver concedido tres inezes de licenra
un o respectivo ordenado ao desembargador
relacao joao Lopes da Silva C'outo par Ira-
r de sua aaude. Coinmunicou se ao Kxm.
residente daquelle tribunal.
Portarla. --Concedendo a dlmissao que pedio
Pantaleao de Slquelra tavalcanll do cargo de
Subdelegado da frrguezla de Cimbres. Intel-
Igcnciou-se ao desembargador ebefe de p-
tela
Dita. Mandando por em liberdade o recru-
a I). mingos Candido Xavier Ferreira por ter
presentado isencao legal.
IEM liO DIA 21.
(illicin. Ao comoiandante das roas,
int'irando-o de haver o Exm. presidente
dasAlagas parlicindo, que o segundo es-
dele do segundo batalhSo de artilharia a p,
Alejandre Cosme DamiRn, aprrsenlou-se s
quplla presidencia no dia 8 de Janeiro ul-
timo, dais em que nSo havis ain la excedi-
do a licenca que obleve, eque lendo sido
addido ao terceiro batalliSo de artilharia a
te si I i existente, is ser desligado del le pa-
ra partir par esta capital na primeira oc-
casifioi
Dito. Ao director do arsenal de guerra.
concedendo a autorisaeflo que pedio para
despender a quantia de 76,000 rs. com a
compra de um mastro de quarenta palmos,
~iara substituir o que se acha collocado em
irnii! daquelle arsenal, por estar elle arrui-
jado, e do deas handeiras imperiaes de l-
jele, sendo urna de dous pannos e a outra
Ideju-is, esta t>ara o portan do mesmo arse-
sro aquella para o guindaste. Inteirou-
a pagadoria militar.
Dito. A toso Theodoro Paes de Lira,
Iubsiituto Ido juit municipal e d'orphSos
o termo de Sanio Aniso, dizendo que de-
Te rerolher i thesouraria de fazenda
quantia de 849,500 rs. que o tenente-coro-
nelllenrique Marques l.ins ex-curador dos
odios da aldeia da Escada em ajuste de
cotilas presenlou de saldo a favor dos mes-
nos Indios, eque est em poder de S. me
Dito. A cantara municipal do Recife. A
cabo de recebero rnelo da cmara municipal
dacidadedo Recife, com data de 10 do con en-
te, em qoe respondendo portara desla pre-
sencia de ? do mesmo mez, pela qual se re-
eoui icndu mesina cmara municipal a sus-
prnsuo da obra do descalcainento c novo cai-
tamente da ra da Poa- vista at ser examina-
da pelo eogenhelro director das obras publi-
cas, diz a uiesnia cmara que so depois de ou-
vir pessnas que parecem ter voto seguro na
materia, foi que se deliberou seguir o sysle-
ina reprovado na dita portarla, e que no enten-
der da cmara municipal lie sem duvlda mals
econmico e duradouro, accrescendo que a ca-
ara se julgou autorisada a pieferlr um a ou-
ro lystema, por que o 18 do artlg* 8.* da le
'o orcaiuenlo municipal nao designou este ou
tiuelle syslema a seguir. 6'onclue acamara
municipal dizeudo, que em eiecucao a ordem
lesta presldeucia uiandou suspender a dita
obra, mas que nao requisitou qualquer exanie,
u esclareclmeiito do engenbeiro director das
obras pubilcas, porque a obra cin queslo,
mandada fazer pelo sysieiiia seguido, em vlrtu-
'de de dellberaco sua, nao pode ella adoptar
' inodieacao alguma sem qne parta de ordem
:Jpressa des ta presidencia, quem todava pre-
vine, que para obras desta natureza teiu enge-
nbeiro seu, podendo dispensar o concurso de
al;>Am outro.
Trnlio de declarar a cmara municipal, que
rasoavelmente devendo ae entender que so tem
voto seguro na materia as pessoas proflsslonaes,
be este disfavoravel obra comecada no ater-
ro da Boa Vista, como veri do parecer do en-
genheiro director das obras publicas, pensan-
do do ineanao modo, segundo me consta, os de-
..inais engenheiroi da provincia
Hecrito que a lei do orcamento municipal
'nao designa o systeina de calcada a adoptar-ae,
"em o evia designar, por ser Isso eslranbo
Iris de senielhante natureza, mas nein por isao
est aulorisado o despnalo da quota consigna
do de outio modo que na seja o mais vanido-
so ao servico publico, e suppondo regularida-
le mis trabalhos da cmara municipal, enten-
d que visto ter ella um eugeulieiro, como an-
da agoia traz a leiubcanca, o tiuba ouvido so-
bre o objrcto. sendo delte a dlreccao da obra,
nest supposico discretamente nao se podia
encumblr au mesmo engenbeiro oexamedos
defeitos argidos obra ; de anister era ouvir o
i parecer de um terceiro, e niugucm mala com-
petente do que o engenbeiro director das ob>as
publica!, uo so pelas suas habililaces legaes,
rom,, pela sua recoubeclda pericia as mate-
Has de sua piossio, e sobre ludo pelo selo
coinque se cosluiua a prestar aiudoquuto
lenae aos inclboramentos pblicos e Ihe he in-
cumbido.
outra, na opinio do engenbeiro director das
Obras publicas, prejudicial. Em taes circuns-
tancias lenlio resolvido declarar cmara mu-
nicipal : j
I.' Que nao deve continuar a distrulcao do
antigo calf amento da ra do Aterro, o mellior
e mals commodo que ha nesta cidade.
2.* Que debaixo da dirtccSo do engenbeiro
endo a pennissao que pede, para mandara- acamara municipal, deve-se corapor do me-
estrar em lugar apropriado fra da cidade, a "hor modo a parte em que foi o calcamento
ropa deW em Pirdelo de fogo e em atl- M<>. >< rroj",1H0',,",1I
por agora Impedido, at que habilitada a ca
i,i,ii d com os meioi necessartos possa empre-
reparo de todo o calcamento da ra
"o actual:
pra a disposicao da lei do orca-
ferencia ao calca-
ai, dan
do Ten
-- ."\oine
com
iresidente do tr
ligares de escri
mo tribunal a Na
Joo Facundo da
erlnamente de con
do desembargador
coiiiincrcio, para os
seojetarla do mes -
FrWcsco Duarte e
_ Guimares; para os de
amanuense a Gustavo A4ull' Ramos Ferreira e
Jos Francisco do Reg Rangel, servindo o pri-
inriro destes conjunctamenle de iuterprete, e
O segundo de archivista, e para o de continuo
e ajudante do porteiro a Aureiiano Augusto Pe-
reirade Carvlaho. 6'oiiimunicou-se ao mes-
mo presidente.
Dita. Mandando dar passagem para s Pa-
rahyba no primeiro vapor que seguir para o
norte ao primeiro cadete Jos Perelra de Aze-
vedo Jnior, que deve ser entregue ao Exm.
presidente daquella provincia.- Intelligenciou-
seao commando das armas.
Commando das armas.
Quarltl do commando das armat na cidade do
Recife, *m 28 de fevereiro de 1851.
ORDEM DO DIA N. 52. .
o lllm. Sr. coronel commandaute das ar-
mas, determina que no nia i de marr^o pe-
la manh&a, o corpos do exercito existen-
tes nesta guarnico, passem revista de mos-
tra nos seug respectivos q arlis, pela tna-
neira seguinte: As 6 horas, o segundo ba-
lalii.lo de artilharia a p ; as 6 e l|2, o oila-
vo de caladores ; as 7, a companhia ilxa de
ca vallara; as 7 l|2. a de ai Mices ; as 8, os
remitas em deposito na fortaleza do lirum;
as8l|2,o segundo batalhSo de cegadores.
Determina outro sim que o segundo ba-
tallino de catadores, amauhSa pelas 10 ho-
ras do dis se achara postado em grande uni-
forme no I que funncciotiaa assembla legislativa pro-
vincial, allm de solemnisar o acto de sua
abertura.
Leopoldina da Silva e Jsevedo,
Primeiro teoente, ajudante d'ordens.
Appellante, o Julto; appellados, Jones Patn
6i C-
Ao Sr. desembargador Souza as seguinte ap-
pellacdes em que sao :
Appellante, Antonio Gregorio de Na nano; ap-
pellado, Manoel de Palva Das.
Appellante, Joao Tavarcs Cordeiro; appellado
Antonio Azevedo de Miranda Guimares.
Ao Sr. desembargador Rabello a seguin-
te appellacao em que sio:
Appellante. o julio ; appellados, Jones Patn
ai C,
Ao Sr. desembargador Luna Freir o se-
guinte aggravo em que sao i
Aggravante, Joaquiui da Silva Mourao ; aggra-
vado, o julao.
Levantou-se a sessao a hora e ineia da tarde
IIMIll IIR PRNAUBlICli.
u A le provincial Invocada pela cmara iniini-
I -pal nao desigaoo (nein podia designar) o sys-
eina de calcamento, mas se entende bem que
te deve ser o mals conveniente, c favorecido
^clrcuinalauclai, designou porcui o lugar,
l dn f Preferencla este devla ser lello, o pateo
J :'ertl e nocabendo as attrlbuicdes da
- "'Uuicipal alterar as dlsposices da lei,
u '.ndia ella prescendir daquella obra, sem
u"a algmu* a mais urgente, para comecar
TRIBUNAL DA RKLaGAO*.
SESSA'O DE 25 DE FEVEREIRO DE 1851.
fRESIOBNCIA DO EXM. StRBO* COSSE1.HE1RO
ZEVKOO.
A's 10 horas da manhaa, acbando-se presen-
tes os senhores deseiubasatadori-s Villares,Has-
tos, LeSo, Souza, HabellaPKaoa Freir, Telles,
e Coulo, e declara aberta a svsso.
JULi; AMENTOS.
Rtcitnos critnei.
Recorrente, Jos Cavalcantl Ferraz de Azeve-
do : recorrido, o juizo de direito. NSo to-
maram conhecimento por ser apresentado
fra de tempo.
Recorrente, All'onso Jos de Albuquerque ;
recorrido, o juizo de direito. Julgaram im-
procedente o recur'o.
Appellacti riveli.
Appellante, Ignacio do Reg Medeiros ; appel-
lado, Henrique Pereira deLucena. Desprc-
saram os embargos.
Appellante, Ignacio Manoel Viegas ; appellado,
Joaquim Viegas. dem.
Appellante, Jos Rodrigues do Paco ; appella-
do, Manoel de Souza Guimares. dem.
Appellante, Manoel da Silva Lopes ; appellados,
o curador neranca jacente de Fr. Caelano
de Santa Engracia c outros. Foram recebi-
dos os embargos.
Appellante, Maria Francisca do Carino; appel-
lada, a parda Pulcherla por seu curador. --
Julgaram por sentenca a desistencia.
niLioancits.
Appellante, os herdeiros de Adiio Jos dos
Santos; appellada, a fazenda publica.--Man-
daran! com vista ao Sr. desembargador pro-
curador da corda.
Appellante, Gaspar de Mcnezes Vasconcellos de
Drumond ; appellado, Manoel Nonato Con-
tal ves Guerra. Designaran) o juiz do clvel
para proceder as diligencias ordenadas no
accordam, deferida assitn a peticao do ap-
pellante.
Appellante, a administraco do patrimonio dos
orphaos desta ciade; appellados, os herdei-
ros de Maria Candida Pina. Foram apresen-
tados pelo Sr. desembargador Souza para se-
ren novamente destribuidos visto ter elle de
oraciar como procurador da coi a.
aavisoes.
Passou do Sr. desembargador Villares ao Sr.
desembargador Bastos a seguinte appellacao
em que sao:
Appellante, Manoel Romualdo de Lira; appel-
lado, Estevo Jos Paes uarreto.
Passou doSr. desembargador Luna Freir ao
Sr. desembargador Telles a seguinte appella-
cao em que sao:
Appellante, Manoel {tunes de Barros; appella-
do, Antonio Nunes de Barros e outros
Passou do tnes.no Sr. ao Sr. desembargador
Bastos a seguinte appellacao em que sao :
Appellante, Antonio Alves Viauua e a santa
casa da misericordia de Lisboa; appellada,
a fazenda publica.
Passou do Sr. desembargador Cotilo ao Sr.
desembargador Villares a siguite appellacao
em que sao:
Appellante, Malheus de Araujo Caldas Xexeo ;
appclladas, Helena Dias e Maria Uaudina.
ntsTMBOIcaBS.
Ao Sr. desembargador Villares a seguinte
appellacao em que sao :
Appellante, o juizo; appellado, Vicente rer-
reira da Costa e outros.
Vppellante, Jos da Silva Mendonca Vtanna ;
appellado, Manoel Jos Ferreira.
Ao Sr. desembargador Leo a seguinte ap-
pellacao em que sao;
As datas da primeira destas provincias
nlcHiignm a24 do corrente e as da segunda
a 23 : ambas gozam de completo socego, e
dis sitas gszetas nonhuma noticia colhemos
de ulerosM- para os leitores.
A imprensa bahna contina om urna lula
sss animada, e em abonoda verdade de-
vemos confessar, que nella so discuten) se-
riamente qoeslOes de grande momento e
interesse para o paiz sendo para senlir-se
queaindana tinham sido di apresados in-
leiramenle a acremonia e os ardil, com
que os part los no calor do combate cos-
lutnam soccorrer a defesa da causa que
abraca 81,
VlISCRLLANKv
BBCirE, 98 DE FEVEKEinO DE 1851.
Pelo brigue inglez Siuon, chegado hon-
tem de Liverpool recebemos o 7ots de 10
e II de Janeiro prximo passado, os quaes
poucas noticias dSo que lenham algum in-
teresse.
Em Franca continuava anda a crise mi-
nisterial, por nSo ter podido o presiJenle
da repblica encontrar nenhum individuo
.do partido moderado que queira aceitar a
pasta da guerra com a condiejio por elle
imposta de assignar a demiss3o do general
Chiugarnier. Entretanto os seus adversa-
rios na assembla tem tomado lanto a pel-
lo a sustent'fSo do general Changarnic
que resolvern! nomca-lo presidente da
mesma corpora;So, logo que frdemittido
do commando em chefe do exercito de Pa-
rs, em substituicSo de .Mr. Duptn, o qual
dever resignar o posto que actualmente
oceupa.
Os adversarios de Luiz NapoleSo empe-
nham-se emnomearo general Changarnier
para presidente da assemblo, porque elle
como tal ple tomar sobre si ocomman;
do da iii-ca que julgar oecessaria para a
protecfSo da mesma.
Luiz NapoleSo, sibendo de um tal plano,
'ini ni, ni chamar ao Elyseu os Srs. Odillou
Barrol, Duplo, Mole, Tliiers, Berryer, Mon-
talemhert, e Bro^lioe declarou-lltos que,
visto achar-se abandonado pela maioia.
ia encarregar a Mr. lllault da orgamsar;3ti
db ministerio, pois estava determinado a
nao permanecer mais debaixo da domina-
co do general Changarnier. Elleaccres-
centou que estava prompto para racttfcar
a nomear;fio de qualquer general que a as-
sembla julgasse acertado nomear, que a-
ceitaria mesmo o general Cavaignac, po-
rm que por nada se submetteiia aos icta-
mes do general Changarnier.
Mr. KiIUlII, o qual o prosidentc da rep-
blica declarou que ia encarregar da orga-
nisacSo do ministerio, posto que talvez nao
seja| decididamente vermelho, todava na
opinSo do correspondente do Times est
mais a.limitado do que Mr. Dnl'aure.
NSo obstante lo.ta essa dcsintelligencia
entre o poder executivo e o legislativo,
todava Pars permaneca perfeitamente
tranquillo.
Os cinco porcento ficaram naquelia cida-
de a 94 francos e (76 cntimos ; os tres por
cento, a 56 fr. e 87 c.
O Piemoute fcra em paz. Cartas de Turn
datadas de i dejrneiro, noticiam que morrera
ltimamente em Aleppo o general polaco.
"i ni, o qual permanecer al aofim na f mu-
sulmana e fura sepultado comhonras militares. I
Segundouiua cana de Roma publicada pelojMSB doctor ChikapolT, que chega a dizer ,
iiorymmiode Turlm com dala de 28 de de- que a pPquenel t8 doses na0 he essencial a
zeinbro, conflictos sanguinosos occorrem cons-
tantemente entre as tropas fraucezas estaciona-
das naquella cidade e as pontlliclas,seiido mor-
ios ullimamente varios individuos das primei-
ras nos quarteirdes do borgo e //anchi,
A caria accrescenta que a plebe romana a-
poia aeiupre nessas occasies os soldados do
papa, e que em consequencia de taes occorreu
cias o general francs julgra prudente aban-
donar os poslos secundarios, e concentrar os
seus soldados navisiubanca do caslello de San
Angelo.
O governo pontificio tinha entabolado nego-
ciaces com o re de aples para o fm de ub-
terdelle urna guarnico napolitana para Roma,
porm corra que essas negociaedes linham si-
do infructferas.
Na Austria, Prussia e mais estados germni-
cos nada de extraordinario liona lido lugar, so-
inrnte em Wurlemberg parece que ha para re-
ceiar-se a reproduccao dos acontecimenlos que
em o anno prximo passado liveram lugar na
Hesse clrinii.il.
Com ell'eito a commisso permanente da die-
ta daquelle reino (a qual, segundo as ca tas dos
estados germaulcoa ineridionaes, he nomeada
para o flu de vigiar sobre a guarda da consli-
luico durante as ferias da mesma) protestou
por urna proclamacao datada de 3 de Janeiro
contra duas medidas tomadas pelo goveruo,
como incouslilucionaes e illegaes, KsastjR-
didas sio um novo regulamenio para a impreci-
sa e um decreto, o qual auturlsa a imposicao
de tribuios e faz applicacao das rendaa pu-
blicas.
Dos outros estados da Europa s da Grecia
temos que dar nina noiicia desagradavel.
Quasi todas as provincias gicgaa acham-se
Infestadas porbaodos de salteadores, os quaes
alacam, nao j casas isoladas, porm villas Hi-
taras,i I u/. do sol, Vara que os leitores facam
urna ideia exacta do numero dos ladres, dn -
Ibes-hemos smente que urna partida de 90 via-
jantes que se diriga para Tripolisa, fra ultl-
inainenie atacada e roubada em Gorlyna.
Em Londres os consolidados flcaraui a 96 3/4;
os fundos braslleiros a 89 e 1/4, os argentinos
a49, os dinamarquezes a 75, oaqnalro emeio
por cenlo russos de 96 1/4 a 96. os dous e ineio
por eenlo bollandezcl a 57 5/8 e os quairo por
cento ditos, de 80 1/2 a 01-
Recebemos hojo os jornaes da Baha vm-
dos pelo Imperador, asnini como o Correio
O CHARLATANISMO MEDICAL.
Sabendo n fraco do povo
O ganhador chartatao
Procura o maravilhoso,
llccorrc a reliyiio.
OSANDR SOItTIMENTO OF. SAStlICES, ul. 0 ME-
DICO DO POVO R, 12.
O nosso patricio o padre mostr Lopes
Cama entre outros argumentos para combs-
ter a liirrii'nl blasfemia da comparatjSo en-
tre a hostia consagrada, e as dses homcoo-
pathicas, ha via dito Se as ilses infinit-
sima estivesse a vitmle de corar o corpo,
como no sacramento do altar, est a de sal-
var a alma ; lieos, que he Omnipotente, e
que quera symholisar a lei evanglica, or-
denara, que o conteiro Pascal fossereduzi-
do amonadas; que os israelitas assim ns
tomassem, e mo que o comessem allopathi-
camente ( por assim o dizer J; ei commu-
nhSochristS pelo lado simblico dever re-
duzir-se a albornos.
Queresposta daria a isto o capatlocio Jan
Bixente, que al em materias religiosas se
melle, para omitido, asnear ? Eis aqu um
pastel dn sandices. -- Mas o cordeiro Pascal
dos Israelitas que era comido ellopathica-
menle. como com tanta gracia dizeis, hoje
foi reduxiilo a pequenissimas dses na com-
munhSo chrstS ; pois a greja nos diz, e eu
crein, que no mais pequettino fragmento da
hostia consagrada est lo lo inteiro, e indi-
visivel ocorpo,lma,edivindsdedeMossoSe-
nlior Jess Christo ISn real e perfeitamente,
como est nos nlios Co. Allopalhicamente
eommuogam os protestantes e o< pedreiros
livres. Mas esta sorte de argumentos, e de
exemplos vem de que vos queris compre-
hender toda a homesopathia na pequea das
dses, quando a pequeiiliez das dses nSo
he mais que um eperfeicoamento no empre-
go dos remedios honiccopathicos. NSo he
na pequenhez das dses, que consiste a ho-
mceopalhi
Onie se vio que a commnnhSocatholica
seja tlaila aos (ieiaem dses tenuissimas ?
A caso poder-se-h assim chamar a hostia,
que o padre consom no sacrilco da missa,
ou mesmo a partcula da communho?
Alm dislo, se pelo maior dos milagres no
mais pequeo fragmento do hostia consa-
grada esl o propro Jess Christo real e
perfeitamente, do mesmo modo o est na
maior hostia,o que se nSo di a respeilodas
dses hoirceopalhicas, que per.lem loJa a
vrttide segundo o system, se excederem
decerla quantidade. Na igreja grega, cuja
comuohSo he ISo verdadeira, como a noss,
usa-se do pSo fermentado, que se reparte
em fatias pelos fiis, e assim se prallcou na
primitiva igreja. Portento, esta sabida de
Jan Rixenle he urna esperteza de rato.
Que 1111(111.1 da propria homecopathia tem
homocipalhia .' A (enuidade das dses me-
dicamentosas he urna deducf,1o lgica, he
un corolario do principio fundamental do
systema de HahneiTiann, isto he, quo a subs-
tancia medicamentosa cura; porque pro-
duz no enfermo urna molestia artificial se-
mentante ; e sendo assim necessario se faz
que as dses sejam o mais diminutas possi-
veis para tornar os symptomas produzidos
por estas inferiores om forijs molestia na-
tural, e ao mesmo passo que lenhatn as ditas
dses a energa piecisa para provocar im-
medalaoiente depois de tomadas sympto-
mas um pouco mais intensos que os seus.
O medicamento homceopathico em cada di-
visSo, ou diluirn adquire pelo a trelo, ou
pelo vascolejo um novo grao de po-
der Uto enrgico, que ltimamente a expe-
riencia forcou-me C diz o proptio llahne-
manu ) a reduzir a dous o numero dos vas-
colejos, quando d'antes eu prescrevia dez
para cada .liluitSo. ( Qrganon da traduccSo
de Mr. Jourdam pag. 320.)
O principio do timilia simiiibus, e as d-
ses infioitesimaes sSo indubilavelmente os
dous pontos carJiaes da doutrina hon ceo-
palhica. Mas se os reformadores de Hahoe-
tnannja nSo sostentam a_ necessidade das
monadas, ou albornos s lica em p o simi-
lia simil'bus : e enlSo ah temos j a ho-
mceopathia capitulando, e abracando-se
com a medicina racional ; s com a diffe-
renca de dar por absoluto este principio,
que a mesma medicina racional tambem
d por verdadeiro em cerlos casos. Os es-
pectadores da iiomceopsthia oquequerem
he galibar, embora impinjam gato por le-
bre : edaqui vem mais forlissitno argumen-
to contra essa nova traficancia de curandet-
ros homceopalhicos ; porque que crdito de
ingenuidade e de puresa merecem essas car-
leirinhas, boticas homccopallucas da fabri-
ca do gatuno' Jam Rixenle ? Qual ho a ga-
ranta, que nos possa> assegurar de que seus
do esses curan eiro's medicse bolicatios
ao mesmo lempo, e uto estando os taes vi-
ilrinlies sujeiloa a exame algum, hajam
muitas velhacarias em taes appiracot>s, ta-
zendo o que se cos urna chamar guipro quol
A verdade be, que certos elTetos, que tem
apparemdoem muitos doentes, com a appli-
ca^So das carapectinhas n8o podem prvi-
dos medicamentos, e das diminutissimas
dses da homceopata legitima. Finalmente,
qualquer desses senhores dos estojinhor
boticas pode a seu bel prazer onvenenar a
quem quizer, sem que possa haver a mni-
ma prova legal a mnima responssbilidade.
Esse bobo Jam Bixente he tSo misravel,
que no mesmo paragrapho sustenta a efllca-
ctada tenuiiade das dses, accrecentamio
> seguinte: Se me dsserem, que isto he
incomprehensivol,eu direi tambem que sim
mas, por mais incomprehensivel, que se-
ja, 11 "i > deixa de ser um fado ja agora ave-
riguado e incontestavel Mas com que des-
caramento diz este paparrotSo, que essa
caraminhola he um facto averiguado e in-
contestavel E o que accrescenta immedia-
tamente destroe de lodo a sua errnea ar-
bitrara, e absurda assercSo. Diz assim o>
pedante : Se em contrario me quzerem ap-
presentar autoridades de grande monta, eu
lenlio om confrontarlo igual numero de
autoridades da mesma qualidade. Ora,
ilize-me cu, palhaco Jam Bixente : se de
jarte a parle lia o mesmo numero de au-
toridades de igual valia ; o que em boa l-
gica se segu he, que a materia tica em es-
lado de duvida : e he evidente, que um
facto quo tem pro e contra testemunhos i-
gualnenie ponderosos nSo pode ser averi-
guado e incontestavel. Srs. homoeopathas,
sabem que, mais? Esse seu advogado rbu-
la Jam Bixente deitou-lhes a perder a causa
nao veio a l' rnamiiac, senSo para desacre-
ditar completamente a homcBopathia.
VARIEDADE.
Ot fados iwmmopathieos.
Entre os mdicos honrados, e os charla-
tSes ex'stem caractersticos, diflerenciaes
em todos os seus modos de proceder: ne-
nhum porm he tSo dislinclivo, quanto o
dos escriptos de mis, e outros.
O medico conscieocioso, e honrado diri-
gin lo-se Minime s inU-lligencias Ilstra-
las, o capazes de perceber, e julgar o me-
recimenlo, e utililade real de suas prodc-
eles, imprime os factos, ou theorias, que
julga novas, nos peridicos scientificos,
procuradas, e HJos ISo smente pelas pes-
soas habilitadas para discernir o valor des-
ses factos, e as verdades, que por ventura
existei naquellas theorias.
O chailalSo ganhador (o Jan Bixente)
recorre nicamente aos Diarios, ou peri-
dicos polticos, piefei ni lo aquellos, quo
tem maior numero de leitores, e usando de
lingoagem proporcionada s intelligencias
vulgares, e arteiramente calculada para
captar a benevolencia do povo, ou pira ex-
citar o seu fanatismo contra as verdades
opposlas a seus interesses, limita-se a lou-
var, e exaltar o objecto da sua especula-
cu, a deprimir, e insultar ludo quanto Iba
he opposto.
O me Jico honrado communica is acade-
mias, e mais corporaces scientilicas as
leorias observacflrs, ou inventos, que sao,
ou Ihe parecem novos ; e submette-se ao
juizo desses ttibtmacs nicos competentes
para lies julgamenlos, eque nunca dao a
sua linal senlonfa sem precederem as ne-
cesarias experiencias. '
O rila l latan OU I Ittlil ta-Sl! 30S S6US M-
nuncios nos Diarios polticos, ou se algu-
i a vez se dirige is corporales scienlill
cas, he nicamente no intuito de apadri-
nliai- as suas especulaces : e como falha-
Ihe o calculo ; porque as sociedades dos sa-
bios conhecem asarlmanhas dos cavalltei-
ros de industria, e sabem refreia-las, tonta
substituir a falta desse apoio por insultos,
calumnias, e injurias, que profusamente
derrama sobre essas veneraveis institui-
5<3es.
0 medico honrado publica observacoes
verdadeiras, e completas, para que o leitor
possa colher dellas o possivel proveilo em
qualquer sentido.
0 charlatn so publica o quo pieconvr
i especulacfto, trucan lo as observarles,
tornando-as incompletas de proposito, e
at algumas vezes mentinJo descarada-
mente.
0 medico honradonunca jamis occulla
os casos terminados pela morle ; antes
quando falham os romedios, abre os cada-
veres, procede a lodos os exames, e recor-
re a todas as consIderaqOes, que pdem a-
l.ii o a i-.is.'io dessa fallencia, sendo conse-
quencia ordinaria desses trabalhos ou re-
conhecer-se a tncurabilidade do caso, ou,
aperfeir;oar-so o me.thodo r iralivo.
ti CharlatSo nunca falla nos casos termi-
nados pela morle, inculcando com seu per-
tinaz silencio, que os seus remedios sSo
iiil'illiv ms. ou pelo menos, que sSo rarissi-
nos os casos de morte, s publica pois ca-
sos de curas, sejam ou oflo dividos aos seus
remedios; e quanto mais extraordinarias
e milagrosas as pode apresentar, tanto me-
Isaor para o sou nico proposito, que nSa
h de cerlo o piogresso da scieucia ; mas
iSo smente chamar freguezia, e ajuntar
dinheiro.
A verdade denlas proposites deve ser j
hoje evidente para os habitantes desta pro-
vincia ; purque todos tutu sido lesleou-
nhas presenciaos dos fados, em que se fun-
dan) ; e esses lacios sSo quotidtanos, e quasi
sem mierrupQSo desde que a peste do char-
latanismo nos foi por ci iulroduzida pelos
discpulos do celebre colonissdor de Sania
Calherina, do mgico pbaleiislenco Dr.
Mure, que de pesstmo colonisador conver-
t: u-se em o timo chai lata hoinceopatha.
Os leilorea dos peridicos no interior da
provincia tem sido completamente Iludi-
dos pelos milagres puhlicadus pelos espe-
culadores da hooceopatuia. Lendo s cq-
MUTILADO
II FGIVEL


S<$>!
ras milagrosas Inm cabido nos anzoes dos
ikivos pesca loros, Dea podiam dcisar de
cahir, faltando-lnes o mesmo lempo o cri-
terio da .ciencia, o a protoccSo do governo,
uniros freios, que conter pdem o impelo
amilico do charlatSo inleressoiro.
Pareceu-nos, que de algum modo rene-
diaria essa falla do critorio scientilico, o d
pi'otecQo das autoridades a publcacSodns
rasos de molestias, em que a normeopalhia
se mostrou impotente, ou funesta. Ilavendo
ja centenares e centenares desses casos,
nio nos he possivel cxpo-los circumstancia-
damente ; pnis lodo este perio garia s para esse artigo. Publicaremos
pois serva/U servandis os nomos do do "ntes.
as lual moradas, e quanto fr possivel, as
molestias, que tinham e o resulta lo do tra-
ta ment.
Parafesta obra de verdadeira caridade
rogamos a todas as possoas, em quem o
egosmo anda nlo BMOa as ultimas raizes
do amor do prximo, nos atixiliemcom os
Tactos, quetiverem observado, entregando
suas nolis, quanto possivel seja, aulhenti-
cadas nos lugares onde se distribue este pe-
ridico.
Trotimentot homceopathicos.
Coronel Joaquim Jos Luizrua da Au-
rora--dilatacSo da aortacongesto >s cere-
braeshomoenpathia--perda dos sentidos
mnrle eminente suspenslo da homocoua-
thi.i sangras copiosasrestabelecimento
do doente, que Irte permittio ainda alguns
annos de vida
Vicente Ferreira Fontes, branco, casado,
morador rio Salgadinho-pnumonites--pro-
messa de cura por um charlallloseis fras-
eosnovo tratamento homceopathico por
oulro cliarlal.to--dous frascosmorte.
Mnleque pertencentn ao Sr. JoSo l.eite de
AzevedoPraga do Corpo Santotolano es-
pontaneo promessa de cura de um charla-
to administragSo de varios frascos
unirte
Manoel Joaquim de Albuqueique Lins,
senhor'de engeiiho das Alag valla, casa do Sr. Joaquim Hibeiro Fontes--
ophtslwia ulcerativa homceopalhia do im-
postor Jan Kixente--, que produzio obro de
sangue por espado de Xoat, sem melliora
alguma dos olhos, antes peioraRecorreu a
medicina racional, e fcou bom dos olhos,
em menos de um mez.!
Mulato pertencente ao Sr Brito do Caju-
cicottano traumticohomceopalhia de
erlo charlatSomorte.
Mara, branca, fllha do Sr. Joo Nepomu-
ceno I -erren a de Mello morador no Salga-
dinho febre aman lia homceopalhia
norte.
Carlos Jos de Mello, pardo morador no
Campo Grande laryngites chronica 4
frascos homceopathicos, dous por um, e
dous por outro especuladorficou, como
eslava.
Francisco filho doSr. JoSo iS'epornuceno
Ferreira de Mello, morador no Salgadinbo
--febre amarella huiroopathiamorte.--
Padre Domingos Germano Regueira-he-
patites-homceopathiamorle.
Npgro pertencente ao Sr. Gabriel Affonso
Itigueira-kisto sanguneo do ventreho-
ma;opalhiamorte.
Jjs Per ira dos Santos Junipr, ra ds
Cadeia do Itecife n. 17 febre d'Angola
lionio.'ipalliia de cerlo especulador, a qual
produzio vmitos por eipaco de 36 horas sem
utilidad.; alguiiialionioBopathia do tratan-
te Jan Bsenlo, que adimnistrou seis fiascos
em muilo poucos das, dando ceiteza de
curaAerando se sempre na mesina, re-
coneu medicina racional; e parou-lho a
Jehre em 48 horas.
MuUtniia pertencente ao Sr. coronel Bri-
to Inglez, ra eslieira do Rosario ttano
espontaneoliomcDupallii petaras pro^res-
sivas, e perigo eminenterecurso a medici-
na i ai'iniial- -i-ura da doente rom moilu rus-
to, e depois de algumas semanas.
( Continuar-s'-ha. )
BELLA DISCL'SSAO' SOBRE A llo.MDKOTIIIA
KM ACADFMlA DF. MEDICINA HE l'AIIIS.
residencia de Mr. Lisfranc.
(1 ministro da inslruegSo publica anuuti-
ria academia, que a suciedade homecopa-
tlnca formada em Pars solicita do governo
a aolorllaoBO) sem a qual ella nSo polera
legalmente existir. Do seu projeclo de re-
golamento resulta o propOrse ella a esta
belecer immedialamente um hospital, onde
to tos os enfermos sejam tratados gratuita-
mente pelo methoio homo: >palhico. O
ministro pergunta a academia, se convi a
autonsalos na capital, lerniina'rido por es-
tas palavras.I\'3o se trata aqui d'uma opi-
nilo puramente scicnlifica, mas d'uma
questSo de polica medical, que devo exci-
tar tuda a solicitude do governo.
A mesa p'Ope para a commissSo os Srs.
Ins. Ilusson, Reuaul >hi, Gueueau de Mus-
sy, I lierminier, Boulay.De l.ens.e l.isfihnc.
M'. Meiniiault desejara, que a commis-
sflo fosse rumposia mi tade uc nicmbrosque
11.em. ea nutra melado dos que n<1ocreem
na homecopalhia. (gargathadas universau).
Mr. Deneux lequer, une Mr. Maingault haja
de indicar a academia os membros cren-
tes ( risadas
Mr. Maic. prope, que na CommissSo
subsii'ua-se Mr. Boulay por Mr. Andral fi-
lho, que se ha occupa'du muilo da honoco-
palliia : que nessa commissSo parece-llie
intil um pharmaceutico. ( Vivas reclama-
rles. Multas vozes : vm pharmuceutico lie in-
di spensatel. )
Mr. Lodibert. -Se ha urna pharmacopa
Iionccopathica, quem a examinar, -e n.lo
um pharmaceutico ?
Mr. Andnel pai.lie preciso propor urna
queslo previa. Eu quizera saber antes de
ludo, se um ministro da instruccSo publica
pode pedir a urna corporacSo sabia, lhe fa-
ca um rotatorio sobre urna cousa absurda.
Se o permillisse o regiment, eu reclama-
ra a ordetn do dia sobre o ollieio do minis-
tro. Proporei ao menos, que o Sr. presi-
dente, ou a mesa escreva directamente ao
ministro, exprimindo-lhe todo o seu pensa-
menlo sobr'essa traficancia cohonestada
rom o nome de medicina nomceopathica.
Mr. Londe,He preciso, que o Sr. secre-
tario seja encarregado de escrever ao mi-
nistro, dizendo-lhe, que se ha illudido a
sua fe : que seria vergonhoso para a acade-
mia o oceupar-se de semelhante charlata-
nismo. Veris, que so h3o.de aproveilar
deste passo para publicar ja amantla pelos
jomaos, que a academia esla-se eiilretendo
coni a non cenpathia, para o que at no-
meara urna commissSo.
Mr. I.epellelier ( du Mans ). Eu pens pe-
1 i contrario, que a nomeag.lo dessa cotu-
da boma-opalina. Os Srs. homcuopathas
atiro-nosa luva ; he preciso apanha-la.
Mr. Kerandren.Soria apropositado, que
a academia por intermedio, da sua mesa
se pozesse em correspondencia com as so-
ciedades d'Allemanho. ( Vivas, rcclamacSes;
interrupeB-s.) Ali h* onde na verdade a ho-
mceopalhia tem feilo m|is progressos (No-
ra interrupedo.)
Mr. Maro. Pelo contrario n'Allemanha a
homreopathia tem cabido no ultimo des-
prezo a ponto de conversando eu a esso
respeito com um celebre professor de Ber-
ln, ter recebido esta resposla. Sr. em to-
lo Berln ha 13o s-nenle tres homcoopa-
thas, isto he, um velhaco, e dous ignoran-
tes. (Risada geral.)
Mr. Breschet. Ha alguns mezes aclian-
do-me n'.\ii"inaiilii em urna reuniSo de
perlo de 600 mdicos, um destes proten-
dendo suscitar a quesillo da homcooiialhia,
nSo hnuve um s, que ao menos a qui-
zesse ouvir.
Mr. Keraudren. NSo comprehenderam
o meu pensamento : eu quil dizer, que as
sociedades sabias n'Alleiianlia, que un-
nimes rejeitam a homecopalhia, tem es-
tado mais no caso, que nos, de reco-
Iher Tactos para assentar o seu juizo : e as-
sim a academia tirara vastas instruc(es
para ajuizar igualmente hem. Po'e-se a vo-
las a qroposla de Mr. Andral. )
Mr Itenauldin : faz observar queaacade-
tiH nilo poda despentir de respond ;r ao
iiiinislro : que alm disto este mesmoteve
o cuidado de arredar de nos a questSo sei-
entiiica, liraitando-a a de polica medical.
Muilo bem. )
Mr. Mire falla no mesmo sentido. A r.om-
missSu proposla pela mesa he pos a a vo-
tos, e approvada. Muios membros pedem,
que se lhe ajunlem os Srs. Andral filho, Ad-
clon, e Andral pai.
Mr. Cornac.Se se nomeiam todos os
membros, que sSo contrarios homceopa-
lliia, pertencemos todos a commissOo.
He definitivamente adoptada a commis-
sSo com os tres adjunctos.
(Do iornal de medicina de Pars. /
SAUDADES HOMOEOPA.THICAS DE
JAN B1XENTE.
Parodia.
Jan Bixentej psrtio :
Mi t meu Dos consola^So
Para lodo o velhacSo !
EparaamSi.que o pari !
Meu Jan Bixente
E's 13o capaz
i orno |.amella
Como Gil Iti-a/.
ttuve benigno
Tal conlissSo,
Adeus, meu bobo,
Meu charlatSo.
Jan Bixentej parti :
(,)ue cruel separa(3o
Para lodo o coracSo,
Que a Iioii iiv,|iaiina seguio.
K's ISo larapio,
T;1o gengote,
Une merecas
l ni bom chicote.
Ouve benigno
Tal conlissSo,
Adeus meu bobo,
Meu charlatSo.
apresentar dexand de oumprir estas dnas
condic>s, ser expe llido do theatro.
9. Ninguem poderi i oceupar o lugar dos-
tinado para ascontra dances, emqaanto el-
las so flzerem eesti s serSo dirigidas pe-
lo administrador do theatro, ou por pessoa
para esse fin por elli i designada.
10. A autorldade p< >Hcial, encarregada da
inspeccSo do theati o, dever vigiar que
dentro delte, ou no r ecinto destinado para
t> baile se observe a ordem, decencia e si-
lencio necessario, fa zendo expellir doli os
que o merecerem, prendendo-os, proce-
dendo na forma da lei, se ocaso assim o
oaerecer.
Secretaria de polica de Pornambuoo, 27
de fevereiro de 185t -O c'iefe de polica da
provincia, leronymo Martiniano Figueira di
Mello
PARTE DO DIA 24 DE FEVEREIRO DE 1851
Foram presos : i orclem do chefe de noti-
cia. Cypnano Correia Lima, por ter delxa-
do roubar e conduzir por um Portuguez o
Africano livre de nomn Tniago, que sb sua
guarda andar ao servico do arsenal de
guerra : a ordem do juiz municipal da se-
gunda vara deste termo, Bernardo Francis-
co Soares, para cumprir sentenca de dous
annos primeiro distncto, Relarmino Joaquim de
Freitas, para averigu>(Oes policiaes: or-
dem do subdelegado da freguezia de S.
Frei Pe IroGoiiQalves-do Recife, o preto An-
tonio, escravn iln IW- Antonio Cabral, por
uso de faca de pona : ordem do subdele-
gado da freguezia dft S. Jos, Victorino da
Costa, por desordem : e a do subdolegado
da freguezia da is.'ni Vista, o Portuguez Jos
Cabral Pereira, por uso-de armas.
Matriculas do'curso jurdico e car-
tas de hachareis......
Lcgitliiiacoe..........
''ello liso, e proporcional .
i'ii'inio doi depoaltos pblicos
Emolumento de certldej .
Imposto aobre toja, e casas de des-
cont .........
Dito aobre aegea ....
Dito aobre barbos do interior .
Taia de escravoi......
Multa por int'raccoes do regulamen-
to. ........
091^500
245*287
3/200
491/490
27^X)0
19/200
t:/2l8C
11/156
jT>:845#56I
ommtcio.
Al.FANDUCA.
Rendimento dodia 28 ... .-.11:562,757
Descarregam hoje 1 de marco.
Brigue Calumbe O resto.
Barca Muiklngtn courn-s e ponas de boi.
Patacho EmutarOo cciuros.
Rrigue iMrenia -- bacalhao.
Brigue General Worlh Tarinha e bola-
chinha.
Rrigue Wai idem.
Brigue Suiam mercadorss.
Patacho Espadarle o resto.
Escuna Aictphy taimado.
RENDIMENTO NO MEZ DE FEVEREIRO
DE 1851.
Rendimento total 324:880,638
RestituirOes 196,990
Rcis
ANEDOCTA IIOMDKOPVTHICV.
Hum doente que ouvira fazer grandes
elogios a Hahnernann, l'.n consltalo, ig-
norando inlelraraente os seus methodos
curativos. Onvio-o o doutor attentamente,
e depois foi buscar um vidriuho, quecon-
tinha glbulos brancos, e tirando-lhe a ro-
Iha, disseCheraiO doente assim o fez ;
mas nada sentio ; e quz tirar-llic da mSo o
vidiiiibo para engulir o seu conlelo
a NSo he slo ( disse-lhe lladnemann ) eu ja
vos administrei o que he preciso: pagai-
me, e vOltai daqui a tres semanas. E itSii
o doente julgando-se cassoado, tirou d'al-
giheira utn escudo, levou-o ao uariz do
doutor, e disse-lhe cherai ; e melte-o
onii'.i vez n'nlgiheira, accrescentando estas
palavrasPago-vos, como vos me curastes-
A consequencia nSo he rigorosa ; mas nao
deixa de ter sua grafa.
( Do supra-citado Jornal.)
Direitos de consumo
Dito de 1 por cento de reexporta-
cao para os portos estrangeiros
Dito dito para os portos do imperio
Dito de baldeaco
Eipediente de 5 por cento dos g-
neros com carta de guia
Dito de 1/2 por cento dos gneros
do pai'
Dito de I 1/2 por cento dos gene-
ros livres
Armazenagera de 1 por cento dai
mercaduras
Dita da plvora
Premio do 1/2 p. c. dos assignados
Mullas calculadas nos despachos
Ditas diversas
Patentes dos despachantes geraes
Ditas do despachantes especiaos
Feitiodos titulo* dos inesinos, dos
caixeiros despachantes, e aju-
il.iMies dos despachantes
Tata Klliollllllt'lltos de ceidnos
324:692,048
317:050,882
11,201
387,144
2,500
Recebedorla, 1 de marco de 1851.
O escrivao,
Manoel Antonio Simdes do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmnntn do dia 28.....1:641,680
RENDIMENTO NO MEZ DE FEVEREIRO
DE 1851.
Direitos de 3 por cento sobre o asau-
car exportado 37:807,800
Direitos de 5 por cento sobre o algo-
idem
Capatasia de 320 rs. por aacca de
algodo
Dcima urbana
Mei alia de escravos
Novos e velhos direitos
Cinco mil rs. por eacravo despachado
Emolumentos de passaportes de po-
lica
Selo de herancas e legados
20 p. c- do consumo d'ago'ardente
Matriculas do Ijceu e seminario
Ditas do crainiiiatica latina
Dito de i por cento sobre diven
estabeleciuientos
Multas
Juros
Mesa do consulado pro
rod 185i. O escrlv
Joao Ignacio do llego ^ 1M o vmenlo do porto.
Navios sahiios no da 28.
Portos do norte Vapor Imperador, com-
mandante o primeiro lente Jos Leo-
poldo de Noronha TorreiBo. Alm dos
passageiros que trouxc dos portos do sul
para os do oorte leva a seu bordo: o ca-
dete Jos Pereira de Azevedo Jnior, Jo-
s Maximiaiio Barroso e 3 escravos a en-
tregar.
Parahiba Mate nacional ConeeicOo Flor
das Virtudes, mostr Elias do Rozrio,
carga carnee mais gneros.___________
ED1TAES.
8 Aria da operaGemma de Vergy,--!t0
0 mnoj)s Donizelti, peloSr. Capurri.
3." Grande aria da operaParissina, -do
maestro Donizetti, peloSr. Fetppe Tati.
4. Grande Ouverlura pela orcbeslra.
5.* Excedente aria da opera/rnaiii',-.
do maestro VerJi, pola Sra. Csndan.
6. Duelo da opera Attila, do maestro.
Verdi, pelos Srs. Frederico Tati e Capurri.
7 0 bello romance da operaMaria ilt\
Hudenz,o maestro Donizetti, pelaSr. Fe-
lippe Tati.
8." Grande terceto da operaGasza ti
dra, do mmortal Rosini, exee.ntada pcl
Sra. Candiani, Eckerlin e Capurri
9. Grande simphonia pela orchestra. *
10. Duelo da opera Marino Fatliero,~ilr
maestro Donizetti, pelos Srs. Capurri
Eckerlin.
11. Grande quinteto com acompanha-
ment de orchest'a da opera Cenerent'.'i j
do immortai Rosini, executado pela Sra \
Candiani, Felippe Tati, Capurri, Eckerlin e
Frederico Tati.
O acompanhamento ser a pianno forte
pelo maestro cavalleiro Joaquim Giannini.
Terminada que seja a academia, o meslre
sala dar signal para comecar o baile, no
qual s pdenlo danzar as pessoas que es-
uverem mascaradas.
Novas quadrilhas serSo executadas pejl
orcbeslra. O theatro achar-se-ha decena-
mente decrala e Iluminado.
Pretos dos camarotes.
1.a Ordem 8.000 J
2.' 10,000
3." < 8,000
4." < 4,000
Entrada geral 2,000
As pessoas que comprarem camarotes to-
rfiodireito a duas entradas. *
Terca feira, 4 de marco de 1851, lera
lugar o segundo baile, cujo programma se-
r annunciado circunstanciadamente.
Os bilheles vendem-se desde j no escri-
torio dotbeatro.
Os Srs. asslgnantes que quizerem os seu
camarotes, queiram ter i bondade de o
mandar buscar ao escriplorio do theatn
al sabbado 1 de marco, as 11 horas da ma-
ntilla, depois dessa hora os que restaren se
rSo expostos a venda.
Avisos maritimos.
0:558,426
487.360
7:032,897
1:250,6X0
273,898
40,000
54104,377
.al, 28 de feverel-
prlmeira secf ao.
iTTTn
595,968
135,944
12,048
1:310.190
0.750
4:011,833
315.1)38
94.000
100.000
12,500
4,800
320
35,000
Repirtico da Polica.
O chefe de polica da provincia, atten-
I > r 11 > aoque lm- reprosentnu o administra-
dor e empresario do theatro publico de
Santa l/M>el, e q'ierendo que nos bailes
malcarados, que elle pretende dar nos dias
2 e 4 de marco haja toda a orden; regula-
ridadee decencia, que he mistar em tnes
divertimentos, para que delles senSo ori-
inom queslOes e rixas, que obsUloaos seus
fius, determina que se observem naqueltes
bailes o seguinte :
1. Ninguem poder fumar se nSo nos cor-
redores de baixn, ou no salSo da entrada,
onde o solo se acia lagiado.
2. Smente as pessoas mascaradas he
permiltido o tomar parte as dantas do
baile.
3. Menhuma pessoa mascarada podera
enlrar nos camarotes sem consentimento
previo das pessoas, ou familias, que os oc-
cuparem.
4. Nenhum mascarado poder dirigir a
pessoa alguma, ainda mesmo mascaradas
ditos ou insinuadnos que possam conside-
rar-so injuriosas,acerca de sua conducta ci-
vil e moral eoqueofizerser* immediata-
mente expellido do theatro, ou recolhido a
cadeia, se a offenss for grave, a juizo do
jnspector do theatro.
5. He inleiramente prohibido o jogo do
intrudo, ou tancar sobre os circunstantes
tinta, goma, agua, ou choiros de qualidado
alguma ; e aquello que o fzer ser imme-
diatamente lancado forado theatro.
6. Ninguem poder arrancar a mascara a
pessoa que a troucer ; e aquelle qve o con-
trario liaer sera inmediatamente preso
minha ordem.
7. Em urna reuuiSode pessoas desconfe-
odas pelo seu disfarce eiige a boa or-
dem, que tenham urnas para com as outras
a maior alteni;So o urhanidade ; e portadlo
aa pessoas, que tiverem comportamento op-
posto, serio immedialamente expulsas do
theatro.
8 No vestuario com que os mascara Jos
se disfarcarem, nSo se far aluzSu a nenhu-
ma pessoa conhecida,"*liem asclassese cor-
Ris. 324:092.648
as seguinles especies.
Dinheiro 120:088 385
Assignados 204:004,203
Receita extraordinaria.
Novos o velhos direitos
recebidos dos einpre-
gados
Depsitos.
Em bataneo no ultimo
de Janeiro
Entrados no crreme
me?.
Sabidos no correntc mez
32,000
3:401,930
929,817
4:331.747
4:18,890
Eilsteotea Ris
as t-guintcs especies.
Dinheiro 1:059,247
Lettras 2:833,610
3:892,857
A lleude-., de Pcrnambuco. 28 de fevereiro
de 1851 O escrivao interino, Francisco de Pau-
la (oncolve da Siiea.
CONSULADO GERAL.
Rendimeoto do dia 28 .... 2:785,112
Diversas provincias....... 246,791
3:031,903
RENDIHF.N TO DO MEZ DE FEXEREIRO
DE 1851.
Consulado de 7 p. cento 85:545.900
-------------- 85:545,900
Ancoragem para forado
imperio 8:327,250
Dita para dentro do dito 286.703
Direitos de 5 por cento 80,000
Expediente das capatazias 714.085
Multas 150,000
Selos I:304.270
Emolumentos de cerlidoes 12,700
poracOes da provincia, e so procurara,que o
mesmo vestuario seja sempre decente, co-
iiss3o lie o iuais seguro mio de dar cabo' mo convena reuniSo publica. Uuem se
Diversos provincias.
Dizimo do algodo do
Rio Grande do norte 15,534
Dito dito da Parahiba 347,347
Ditoaijf assucar da Para- <
hyBa 054,813
Dito dito das Alagoas 3:365,934
10:875,734
Depsitos sai. idos
Ditos eai sientes
238.720
1:043,599
4:383,628
100:805,202
Mesa do consulado de Pcrnambuco, 28 de fe-
vereiro de 1851. O escrivao, Jacome Heraldo
Maria Lvmachi de Mello.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 28.....2:455,048
RENDIMENTO DO MEZ DE FEVEREIRO.
Foros de terrenos de uiannha
Sisa dos bous de raiz.....
Declina addlcional das corporales
de mu morta.......
Direitos novos e velhos. e de chan-
cellara .........
Disima da dita.......
Jolaa das ordena honorficas. ,
18(590
2:609/443
304/911
825/004
128/924
l200
A cmara municipal desta cidade do
liedle Taz publico, que, de conformidade
com o artigo 1. do titulo nico do regula-
menlo do cemiterio, tem contratado provi-
soriamente com Manoel EstevSo do Nasci-
mento Qunteiro & IrmSo, residente na ra
Nova n. 63, o fornecimento de carros fne-
bres e mais pertences necessarios aos en-
terro*, sendo o preco de carro de primeira
ordem 40,000 rs., de segunda 30,000 rs. ;
deveudo os individuos incumbidos dos en-
terramentos entender se como referido em-
presario, depois de haverem pago na cma-
ra municipal as tachas estabelecidas no re-
ferido regulamenlo E, para que chegue ao
conhecimentodelodos.se mandou publi-
car o presente. Paco da cmara municipal
do ReciTe, em sessSo de 28 de fevereiro de
iSii. Francisco Antonio de Oliveira, pre-
sidente. Manoel Ferreira Accioli, secreta-
rio interino.
O lllm Sr. inspector da thesouraria da
Tazenda provincial, em cumprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia ,
de 26 do corrento, manda Tazer publico que
nos das 11,12 e 13df marco prximo viu-
douro, ira a prae,* parante o tribunal admi-
nistrativo da mesma thesouraria, para ser
arrematatado a quem por menos fzer os
conoc ios da ponte do Sanfo Amaro deJa-
boatSo avadados em 440,000 rs. e sb as
clausulas especiaos abaivo declaradas.
As pessoas que se propuzerem a esta ar-
remalacSo. comparecam na sala das ses-
ses do mesmo tribunal nos das cima
mencionados pelo meo dia, competente-
mente habilita los na forma do art. 24 uo
rogulamento de 7 de inaio do prximo pas
sado anno.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 27 de Janeiro de
1851. O secretario,
Antonio Ferreira da Annundacdo.
* Clausulas especiaes da arrematando. :
1.a O concerta da ponte de Sanio Amaro
JaboalSo sera feilo sb as condices e do
modo indicado no orcimeutn apresenlado
nesta data approvac,8o do Exm. Sr. presi
denle da provincia pelo preco de 440,000 rs.
2.a As obras principiado no praao de um
mez, eacabarSo no de 3 mezes, ambos con-
tados da approvac,3o do contrato da arre-
mitacSo
3 O pagamento do importe da arrema-
tarlo realisar-se-ha em urna s prestacSo
depois da obra recebi la pelo engenbeiro da
seccSo.
4.a A segunda mo tanto de tinta como de
alcatrSo nSo poder ser botada antes do en-
genbeiro respectivo ter examinado e rece-
bido a primeira, o que constar por ollieio
do engenbeiro ao arrematante.
5.' Para ludo o que nSo esta disposto as
presentes clausulas, seguir se-lia o que dis-
pe o regulamenlo vigente de 7 de maio
de 1850.
Feitas e approvadas pela directora em
conselho de 25 de fevereiro de 1851. O di-
rector Jos Mamede Alves Ferreira. H. A.
Millet.J. L. Vielor '.t'eu(Aier,--Approvo. Pa-
lacio do governo de Pernambuco, 28 de Ja-
neiro de 1851. .Soicru Ramos. Conforme.
O oflicial-maior, Joaouim Pires Machado tor-
tilla.
Para a Baha segu no dia 8 do corren-
te o patacho Santa Crut; para o resto da
carga e passageiros trata-se ao lado do Cor-
po Santo, loja de massames n. 25.
Paraailha de San Miguel, o patacho
portuguez Espadarte, CBp\i&o Joaquim Josa
Teixeira, sabe no dia 16de marco: quem
no mesmo quizercarregar ou ir de passa-
gem, dirija-se aos consignatarios, Oliveira
IrmSos & Companhia, rus da Cruz n. 9,
A barca portuguesa ligeira, sahe para
Lisboa no dia 16 de marco : para o resto da*
carga e passageiros trata-se com F. S. (ta-
bello & Filho, ou com ocapitSo da mestni
na praca docommercio.
Para o Rio de Janeiro segu"
com breviil ule o brigue-escuna | \
nacional Olinda : pira carga, es- I
cravos e passageiros (rata-se cotn
Machado 8c Pinheiro, na ra do
Vig^rio n. 19, tegurido anrlar, ou
com o capitao Manoel \larciato
Ferreira, na praca do (jommercio^
Para o Porto satis com brevldade a bei

t1
i
condecida e veleira barca Espirito Santo,
primeira marcha, Torrada e encavilha 1a dt
cobre : quem na mesma quizer cirregarou
ir de passagem, para o que tem excellenle*,
commodos : dirija-se ao seu consignatario
Francisco Alves da Cunts, na ra do Viga-
rio n. 11, primeiroan lar. -. .
Para o Rio Grande do sul sabe em pnu
eos das por ter o r-arregamento promptuo
pataxo nacional Eulerpe, pode receber al-
gumas miudezas, passageiros e escravos 1
Trele : trata-se na ra do Apollo, armazem
n. 14, ou com o consignatario do mesroo*
Luiz Jos de S Araujo, na ra da Cruz no-'
mero 33.
f
Avisos diversos.
i
t
d
t
1
1
Offerece-se urna mulhcr para ama sec-
ct de urna casa de pouca familia: na mi
atrs do quaitel da polica, por cima de uta
billiar.
Os abaixo assignados fazem publico,
quo os Srs. Manoel dos Reis Quaresma, ln-
quim de Souza P reir Brito e JoSo Fran-
cisco de Souza Lima deixaram de ser seus
caixeiros de hoje em diante. Recife, 28 de
fevereiro de 1851.
Ferreira IrmSos & Companhia.
AAAAAAAAft AAAAAAA4)*
-* Precisa-so de urna ama forra on es- sW
4 crava : na ra das Cruzes n. 28, se- a>,
; gundo andar. #>'
?*f f f f f f f f t Vf f f ff f
Desappareceu, 00 di 12 do pas-adf, 4
um preto, de oome Antonio, alto, com fal-
ta de dous denles na frente, da parle supe-
rior, barbas pintando, ps cambados de bi-
chos, e o esquerdo cuchado levou caifa de
riscado de algo ISo escuro, camisa dealgo-
d9o e chapeo de patn : quem o appreheo-
der, leve-o cidade de Olinda, ra da Boa
Hora n. 22. f
Casa de commissSo de escravos. ,\ *
Gompram-se & vendem-se es*
Theatro de Santa-Isabel.
I'riiiuio baile inascarodo,
precedido de grande academia de msica vocal
e instrumental.
DOMINGO, 9 DE MARCO DE 1851.
As 8 horas precisas s orchestra, que ser
augmentad, dar romeco a academia por
una magnifica ouvertura, seguindo-se os
seguidles pe.lagos de msica executados
polos ai listas da companhia lyrica :
1*0 recitativo e duelo da o,tmRober-
cravos, e resebep-se de commis-
sSo, tanto para .a provincia como |
para lora della,' para o que ole-
reeem-se muirs garantas a seos, ,\ j
donos : na ra das Larangeiras n. ]
1.'l, segund andar. \
irecisa-se atugar um preto para o ser- ,
vigo interno e externo de urna casa de pou-
ca familia, pagando-se bem conforme 0 1
ajusta que se lizer': na ra do Urum, casa ,
terrea defronte da' fundigSo iogleza.
Santa Izabet.
No botequim de Santa Izabet haver, nos
das de baile de mascarados, presunto de^
Hambre e outras diversis comidas, ohsmpa-
nhe, vinhosengarrafados e outras diversas
bebidas, assim como haver um lugsr re-
servado para as senhoras, ludo com acelo e
decencia.
- Dao-se 200,000 rs. a premio de 2 por

to Deeerux, do maestro Donizetti, pelal emito ao mez sobre penhores deouro ; no
Sra. Candiani e Feliqpe Tati. | palco do Cirmo, loja n. 3, se dir quem aa.
MUTILADO
11 Fr:i\/n


k
do
O tenonlo-ooionel graduado commandan-
e interino do quarto bUalhSo de artilha-
, ses ofliciaes e cadetes abaixo assigna-
dos. obre modo gratos ao tratamento que
rccebrm bordo do vapor Imperador, pelo
se digno commandante o lllm. Sr. primei-
ro tenenteJos Leopoldo Noronha TorresRo-
'r0-l faitaria'" e um dover so nSo manifestassem
rri.| o sea recpnhecimento fasendo publico, que
''el tiveram a satisfacflo de merecer toda atten-
Fe-(J ^5o do referido 8'. commandante, oqual
teve o maior disvello no tratamento do to
to#tas o familias prestando-lhes os melhores
elaVccnimodos, o que he na verdade devido aa
J511 as manoiras delicadas, o a sua cuidadora
li edueag.to. Recite. 38 de fevereiro de 851.
i el (|nente-cnronel graduado commandante
interino; Jos Lzaro de f.arvalho, caritUo
'- i mandante ; Francisco Carlos Boeno Des-
H, i champa, capilSo: Severiano Muniz da Fon se-
ra, ca, I.* tenente; Jofln Mara de Almeida Fei-
n jo. 1.*tenente; Enifaeio Borges de Menezes
Dnrea, 2. tenente; Jos Ignacio Colmbra.
2 c tenente; Caitano da Silva Prannos, 2 "
tenente; Feliciano de Souza Aguiar, 2. te-
nente ; Joaquim Faliricio de Mallos, 2.* te-
nente; Joe Nones Marques. 2. tenente; Ma-
noel Deodoro da Fonaeca, 2.* ente ; Pan-
lino de Almeida Britto, 2. tenante; Firmi-
nci llerculano de Moraes Ancora, 2 tenente;
I)r. Prxedes Gomes de Sonza Pitansa, 2.
riruraiSo ; Pedro da Cunha Barbnza de Vas-
concellns. 1.* cadete; Carlos Agostinho dos
Santos, l. cadete; C.rarlndo Pinto nibpjro
7 da BulhOea, t cadete; Horacio Alves da Sil-
va, 1. cadete; Prudencio de Abreu Carvalho
outranhag, 1.* cadete ; Silverio da Costa
Sorgos, 2 cadete ; Bodolnho Pinto Bibeiro
de Bulheg, I." cadete ; Carlos Rsleves de
i^eitasGuimarSes 1.' cadete; Maritano Mar-
telino de Souza Guimariles, 2. cadete; Joa-
quim Alvea de Freilas, 2."cadete; Jolo Gou-
galves Ponce de LeSo, 2. r tete; Mannel Jo-
s Gonsalves, 2 cadete; Francisco Thon ,
do Menezes Setubal, 2 cadete; Francisco
Augusto Alves da Silva, l.cadeto; Canndi-
do Augusto de Seixi, i cadete; Francisco
aria de Almeida Seixas, 1 cadete; Jos
Joaquim Ferreira de Paiva,1,cadete; llenri-
que Kveraldino de Bitteiicourt Tourinho,
1 cadete; Antonio d Vera Cruz Dores, 2
cadete; JoSo Funes de Araujo Sudr.
Domingo, 2 de marco, pelas 3 horas da
_* unli', terSo lugar na povoagao da Boa-
Viagem magnificas cavalhadas. Oscavallei-
ros se apresentarSo esplndidamente traja-
dos, ejulga-se que excederSo em ludo por
'J tutio a todas as corr las que lulo lia vi lo es-
teinno. Assim, toda a gente amiga do bom
e do bello, se nSo devc privar de Ifio extra-
ordinario passatempo; be u ultimo saudoso
adeus do carnaval.
Quem precisar de um mogo para cai-
xeiro de qualquer estabelecimento, dirja-
se ao Forte do Mittos, ou na ra do Codor-
niz, n. 10, que achara com auem tratar.
m*mmwmmmm mm-nmmmmmm
Tentlo chegado a esta cida- m
de o llespanhol Pedro A Iva- I
res Garca, professor de pia- m
no e canto, se proprGea dir
lices de sua arle, podendo i
para esse fm ser procurado |
a qualquer hora, na ra do j
rapiclie n. l5.
HHMHHP WWW *HW flf WSS
w O secretario da irmandadc de N. S. do
V I.lvramoutn, por ordem da mesa, convida a
7 todos os irmilos da mesma irmandade a
I comparecerem hoje, pelas 4 horas da lirde,
( enr o consistorio da referida irmandade,
l \ afim de que, reunidos em mesa geral, se
, '. possa resolver sobre negocios de urgente
, I neressidaiie a bem de todos os irmSos.
O procurador da cmara municipal do
\ Itecfe, em virlude do rligu 62 das dispn-
) I :ig<5eggeraes do regulanienlo do cmilerio
, 1 publico, recentemente publicado no Diaria
, I de Pernambuco n. 47, avisa a todas as pes-
! \ .-oas que ci.m o mosmo tiverem de seen-
%,' tender para o que diside o mencionado ar-
t'go, que o podem procurar todos os das,
. das 8 as 9 horas da manhla, e das 3 s 6 da
(I tardo, na ra da Conc So do bairro da
Boa Vista n. 42, e das 0 horas da man tifia
s 2 da tarde, no pago da mesma cmara.
-- O abaixo assgnado, administrador in-
terino do cemileno publico dest ciJade,
convida as pessoas que se quizerem con-
tratar para coveiros, me liante o salario de
1,000 rs diarios, e serventes de 640, a com-
parecerem amanhila, na casa de sua resi-
dencia, na ra da Aurora n. 38, at as 9 ho-
ras da manhSa, edesta hora ein diante no
referido ceraiterio-, para o lim indicado. Be-
cife, 28 defe'veieirode 1851.
Manuel Luis VrJes.
*
:
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o
<:


ai
I
IIun las ( ru/.rs ii. 2H. 0
Cuntutlorio homceopalhico do faculta- (
tivo J. B. Caianova. gt
Gratis para os pobres.
Na ausencia do facultativo J B. Ca- j?
sanova, o professor de homceopathia \[
Gosset Bimonl continuar com os V
fJ trabalhos do mesmo consultorio, on- O
O de poder ser procurado a qualquer O
O hor. O
-- Deseja-se saber nesta cidado onde mo-
ra o Sr. Manoel Jos Vieira Braga, para ser
procura lo a negocio de seu interesse.
Precisa-se construir a porta de um vi-
veiro em um sitio no Manguinho : o mestre
pedreiro que pretender dita obra, dirija-so
i nii;.i do Corpo Santo n. 2.
Ueseja-se alugar um preto de boa con-
ducta, que saiba cozinhar sofTrivelnienle,
para una casa cstrangeira de pouca fami-
lia : na ra do Trapiche Novo n. 6.
As pessoas que assistiram as cavalha-
das da Capunga nos (lias 26 e 27 do mez
de janeiro prximo passado, e levaram ca-
deiras para se assentarem, e no lim con lu-
ziram as ditas suas cadeiras trocadas, que-
rendoas destrocar; dirijam-se a vendado
mesmo lugar, ou a casa do inspector llufino
que all achara com quem destrocar as di-
tas cadt iras.
-- Quem precisar de um feitorpara sitio,
que (em prlica de toda a planta : dirija-se
fundicSodoMesquita, na ra do Brum.
-- Desappareceu do lugar de Caboc, per-
de casa de
m cavallo ru-
._ pretos, inagreir3o e ro
grao, oqual levo sobrecenas lias roSos, e
em urna dellas urna reladura, bocea coni
I to da povoagSo do Monteiro,
IhoiiiFialicisro da lloclla, um
dado-claro, c......s pretos, inaa
signal de corte de bride, dinas o cauda
brancas : quem o pegar, leve-o ao mosmo
lugar, que ser generosamente recompen-
\ Tlf t$lf V^^-.f y^^f l{?l(l'V y^i
? Consultorio homceopalhico. *
Ra Nova, numero 58,
primeiro andar.
Consulhs gratuitas para
os pobres, todos os dias uteis J
desde s8 horas da manhaa J
r at urna hora da tarde.
-- Aluga-so urna boa casa com grande
quintal, earvoredo de fruta e parreiral de
uvas e excellente cacimba d'agna de beber,
no principio da estrada dos Aflictos, ao p
do Manguinho d-lronta do sitio do bom
successo : trata-sena trempe sobrado d. I,
que tem venda por baixo.
Relojoeiro Suis o na ra Nova
numero al.
J. Germann avisa aos seus freguezes o ao
publico, que tem despachado e>tes dias
um rico sortimento de bons relogios de to-
las as qtialidades, com especialidadede pa-
tente inglez, e outros de nova invencSo de
machina, que sem abrir e sem chaves da-se
corda e acerta-se as horas, o raais um mag-
nfico sortimento de obras de ooro de novo
goato muito moderno e em moda em Fran-
ca, sendo pceiras, brincos, adorecos,
chaves para relogios, ricas cadeias etc. que
vender* por muito comuiudo prego, por ter
recebido directamente.
Precisa-sa de urna ama de leite, forra
ou escrava, piga-se qem : dirija-se ;. ra
lo Bangel n. 19, ou ao hotel commercio
na ra da Cadeia de Santo Antonio.
Na Camboa do Carino n. 14, precisa-
se alugar 3 pretos, promete-so bom trata-
ment e salario.
As tres horas da tarde do dia
3o de dezembro prximo passado
esappiireceu da casa do deposita-
rio Francisco Jos Arantes, o ca-
bra de nomo Pedro, pertencente
ao Sr. Dr. Pedro Bezerra Pereira
de Araujo Beltrao, com os signaes
seguintes : cabellos caixsdos, bra-
co esquerro alejado, cicatrizes na
p e no braco esquerdo, e outra
no estomago de um faccada ; quan-
do falla finge ser gago, muito pro-
sista c.mti ilor 5 levou camisa de
riscado azul e calca de algodo
transado, listrado, americano: ro-
ga-se a polica e aos capilaes de
campo, se o virem, de o pegar e
leva-ln mata da Torre, sitio do
LeSo, ou no l\ecife, ra da Cadeia
de Santo Antonio, armaztm de ti-
lo
Precisa-se de um fcitor, que trabalhe,
soja idoso, sendo casado inelhor, brasileiro
ou portuguez, que lome conta de um sitio
perto ila prnca e d fiador sua conducta
quem estiver neslas circumslancias, dirija-
se a mala da Torre, sitio do l.eSo.
- Alugam-se dous quarlos de carga pa-
ra sorvicos dentro da cidade ou cm sitios,
exigindo-se garantia do quem os aluyar :
na roa da Gloria n. 11.
Precisa-se do urna ama do leite, que o
tenha bom, forra ou captiva, paga-se bom :
as Cinco Puntas n. 21.
Perdeu-se, na noite do dia
25 do corrente, no theatro de S.
Izabel, una pulseirade ouro, toda
lavrada, (ingindo escamas : quem
a achou, querendo restitui-la, le-
ve-a ra da Aurora n. aG, em
casa de Francisco Antonio de li-
veira, que ser recompensado
Madame Theard, modista, france-
za, com loja na na Nova n. 32, participa ao
respeitavel publico que tem recebido pelo
ultimo navio viudo de Frauga, um completo
sortimento de objectos para baille, bem
comoguarnicOea para vestidos, de todas as
qualidades, de llores do velado e lo seda ;
guarnieres para enfeites de cabeca, de
velludo e de flores ; ditas de dill'erentes
larguras, sedas i ara vestidos, cipe de dif-
ferenles qualidades, e outras mullas cou-
sas, emfnu tu lo que he preciso para una
ennora apresenlar-sj em um baille, e ludo
mais em conla do que em outia qualquc.
parle.
Precisa-se arrendar um sitio perto da
praga. tendo boa casa de vivenda, capim
para cavallns e alguns arvoredos ,de fruto :
na padaria n. 48 da ra larga do Rozano,
se dir com quem dove tratar.
Precisa-se alugar um sitio na Capun-
ga, que tenha arvoredos de fruto : quem o
tiver e quizer alugar por anuo, aonuncie,
ou dirija-se ra do llozario larga n. 22,
segundo andar.
I'recisa-se de um portuguez de 12 an-
nos, dos chegados ltimamente, anda mes-
mo sem pratica, para se admit ir em um
deposito de padaria : a tratar na ra do Mur-
tas ii 18, ou na ra do CotoveIJo n. 29.
Appareceu urna trouxa de roura lava-
da, conlendo pegas finas de homeo e sc-
nhora : quem for seu dono, dando os sig-
naes cerlos e pagando o annuncio, I he ser
entregue : no pateo da SoleJade n. 48, das
6 s 9 horas da manhSa.
Cusa rte cominlsso fe esernvos.
Na ra Direita, sobrado de 3 andares, de-
fronle do becco de S. Pedro n. 3, recebem-
se escravos de ambos os sexos para se ven-
derem de commissSo, nSo se levando por
este trabalhomaisdo que dous ;or cento,
e som se levar cousa slguma de comedorias,
oflerecendo-se para isto toda a seguranga
precisa para os ditos escravos.
Na ra Direita, sobrado de um andar
n 33, ao pe da botica, fazem-se fllhs de se-
ringa de lindo modelo e mu bem Mos, en-
commendados logo de vespera para se aze-
remeom muita perfegSo; tambem su Ta-
zem bolmhos, bandejas enfeitadas com llo-
res, ramos, figuras e ttulos, pastis de na-
taodecarno rtarnuo-r rawlh podios, m-
padas, tortas, doces d'ovoi de ililTerentes
qualidades, ditos de caj, de ,;rovele muito
lindo, mangaba, sidrio, Inrar-ji e tambem
de calda : ludo muito bom e barato.
Precisa-sede um menino i ara caixei-
ro ; na ra do Pilar, venda n. 113, prelerin-
do se que tenha alguma pratica.
-- Manoel Corroa da Costa retira-se para
forado imperio, por se achar doente de
l'rialdade.
Perdeu-so.no dia 25 a noito, urna pul-
ceira deoiro, da ra Nova at o arco do S.
Antonio : roga-se a pessoa que a achou,
nuerendo restituir, leve-a ra Nova n.
17, que receberi 10,000 rs. pelo seu tra-
balho.
~ Pretende-se alugar um preto para todo
o servigo : 00 becco do Azete do l'cixe n.
16, segundo andar ; assim comoaluga-se o
terceiro andar da mesma casa, com muito
bons commodos, boniti vista para o mar e
bem arejada
Jo; Feliciano Portella declara, que el-
le contina na plena administragSo dos
tona de seu casal, como be de direito ; por-
quanto n3o est devorcado de sua inulher
por sentrnga, na conformidade da lei.
Aluga-se mensalmenle urna canoa do
carreira, que possa carregar de 6 a 8 pes-
soas : quem a livor, dirija-se 00 pateo da
matriz de Sanio Antonio n. 8, que achara
com quem tratar.
--JoSo Pedro Ferreira da Costa, subdito
portuguez, vai a Lisboa.
Archebard Me. Callum, retira-so para a
Europa a tratar do sua sade.
Precisa-so de um feilor qun entenda
dejardim: na ra da Cadeia do Itecife nu-
mero 37.
Precisa-se de oflicaes de sapoteiro, na
travessa do Corpo Santo, loja do Calcado n.
29, confronte ao lado do passo qun lica de-
fronto da ra da Cadeia velha. pagan lo-sc
bem as obras, conforme a perfeiciiu dellas,
iami o 11 so d obras para fora a fazer, dan-
do pessoa de hanga; na mesma loja so
compram obras fetas de tolas as quali-
dades.
Precisa-se alugar urna preta que seja
liel e saiba vender na ra : na travs.a do
Corpo Santo n. 29, ou annuncie sua mora-
da para ser procurada.
Precisj-sede um feitor pira um sitio
peito desta praga : na roa da Cruz n. 46.
('mo l.aimioi\- dentista
I francez, offerece Bell prest. 9
ni...... pnblleo para todos os S
j mlsteros <\<- sua proftssfto: i
pode ser procurado a pial- <>
9 quer hora cm sua casa, na &
j roa larra do llorarlo, u. :i(>, #
t> segando andar.
t0Aftfjj#9ft9ftft 9*1)9 HAfJ>*Ji9
Quem quizer comprar um sitio com
lorreno pro;To e sem onus algum, enten-
.la-se com Jos Cypriano de Moraes Lima,
na ra Nova n. 19.
Arrendamento.
Dona Catharina Krancisca do Espirito
Santo, trrendi o trapixe denominado com-
panhia : quem o pretender dirija-se ao seu
procurador bastante Flix Francisco de Sou-
a MagalhSes, no pateo do Garmo n. 16.
Precisa-se alugar um moleque de 14 a
16 annos, que seja diligente e sem viyios,
para o servigo ext rno do urna casa de pou-
ca familia : dirija-se a ra das Trincheiras
n. 19, sobrado.
Precisa-se de um feitor : no Hospicio,
sitio de poitflo verde, junto do da viuva
Cunda.
Precisa-se d urna pessoa que saiba
polar parrei'as: no Hospicio sitio de por-
tilo verde, junto do da viuva Cunha.
Precisa-se dosprsndise do charutei-
ros ou ile tiradores de fumo : paga se bem :
na ra Imperial 11. 3">.
Pergunta se ao Sr. testnmenteiro do
fallec lo Joaquim remandes Cama, porque
cartorio esta proceden-lo o respectivo in-
ventario, e quando faz lengSo pagar ns ili-
vi las que o mesmo fallecido coiitrahio do
mez de selombro do auno prximo passado
quando era director do collegio dos or-
phSos, isso lhe pergunta um Credor.
Consultorio central lionio-opa-
thieo de l'crnanihuco,
dirigido pelo Dr. Sabino Olegario l.udgero
Pinho,
ra do Trapixe Novo n. 15.
Todos os dias tteis se da ro consultas e
remedios de graga aos pobr. s, desde pela
manhSa ht as duas horas da tarde. AS(
correspondencias o informagOes poderfiol
ser dirigidas verbal mente, ou por eseriplo,'
devendo o doente indicar: 1., O nomo,,
idade, estado, proBssBo e ronstiluigo ;9--
outra qualquer parto : na ra do Agoas-V'er-
des, n.'26.
Compras.
panno, em
na praga da
Compram-sfl orellos do
grandes e pequeas porgOas :
Independencia n. 19.
Compram-se adragonas con: franjas, o
bandas em mao estado, ou do modello anti-
go, assim como galoes usados, porcm ver-
dadeii'JS: ni praga da In lepeiuteuca n. 19.
Compra-se urna negrinna de 10 a 12
annos : na ra Velha n. 71.
Compram-se patacOes mexicanos a rs,
1,700: no largo do ('.armo, esquina da ra
le;ilortasn. 2, venda.
Compram-se
escravos bon'ls robustos para dentro e
fura da provincia : na ra larga do lozario
n. 48, primeiro andar.
-. Compra-se orna obra de Faublas, tra-
duzi la em portg"ez : quem tiver, an-
nuncie. ....
Compra-se urna taboadinlia para pilo-
tgom e um oitante pequeo : oa 1
ta n. 55, loja de sapatei'0-
Co.iipram-se 200 palhas de coqueiro
( ve:des ) no Alerro da Uoa Vista n. 57.
Compra-so umbilhar por prego com-
moilo : quem o tiver, annuncie.
-Compra-se larinha, feijBo cmilho, que
sirva para sustento de porcos : quem tiver,
annuncie.
Compra-se um casal de porcos de Ma-
ceo 011 llii s : quem tiver annunci''.
Vendas.
do l\io de Janeiro.
ta om muito bo-n lugar, o m^sm porqno
ter apenas um cont o quinhonlos a dot
contos, inclusive armago : na ra do Que*-
mado n. 20, toja do Sr Mondonga, se dir'
o nde he a loja que so vende, o com quem se
faz o negocio, o qual ser o prazo ou a di-
nheiro. como convier ao.compra tor.
9Q90(r99099999WQ
0 Fiindico de sinos c ontras
O qnaesqner obras de metues _
0 ein ponto ande, na ruado t
1 lliiiiu de Mcsqiilta ftUntr. ry
-i* Fabrica de caldeirero.latoeiro.funi- O
5r lero.vidraceiroe serralheiro na ra &
9 do Itrum n. 2t. Este estabelecimento fj
y acha-se completamente montado pa- Q
A ra construir quaesquer obras, do r
j Trro, follia, lalSo o cobre, com ,j
gj promptidilo e zelo, volitado do ^
yi comprador; assim como ja tem _.
f^oteria
Aos 20:0011,000 ris.
Na loj 1 de miudezas da praca da Inde-
pendencia 11. 4, veridem-se bilheles nlni-
ros, meiOS, quartos, oilavos e vigsimos a
beneficio da 13 lol-ria do theatro do S. Pe-
dro de Alcntara Na niesmi loja recebem-
se liilhet-'s premiados om troca dos que tem
venda.
Loteria do Uio de Janeiro.
Aos 20:000,000 ris.
Na praga da lia le;endencia, loja n 3, que
volta para as ras do Queima lo e Crespo,
vendeovse os mui afortnalos bilheles,
m-'ios, quirtos, oilavos e vigsimos da 13.*
lotera de S. Pelro de Alcntara. Na mes-
ma lo] 1 esta patente a lista da 6.'' das anio-
reiras.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20.000,000 ris.
Na ra estreita do Rozarlo, travess.i do
Queiina lo, loja do miudezas n. 2 A, do J.
A. dos Sanios Maya, vendem-se os mui afor-
tunados bilheles, meios, quartos, oilavos e
vigsimos da 13 lotera de S. Pedro de Al-
cantara. Na mesma loja esta patente a lis-
ta da sexta das nmoreiras.
Lotera do tio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs
Na casa feliz da roa do Qunimado, loja de
fazendas 11 20, vcivlem-se os mu afm tuna-
dos l'ilh 'les, 111 'ios e cautelas da 13.a lote-
ra do theatro de s. Pedro de Alcanlara, cu-
j 1 lista chega no primeiro vajior. Ni ines-
ma loja se mostraa li>ti da 6.' loteria das
amoreiras e croagllo dos bixos Ja seda, bem
como todas as passadas.
Clu oi ole idos a 1,000 rs.
Na roa do Quciinsilo, loja n. 3, ven lem-
se chapeos oleados pelo baratissimo prego
de dez tostes e grvalas de mola a dois
mil ris.
IJotn e har lo.
Vende-se cOra de carnauba, couros da ca-
bra, peiinns de ema, sapal'.s brancos, be-
zerro de lustro e superiores charutos, che-
gados lia pouco d:i Haba : na roa da Cadeia
do Itecife n. 19, primeiro andar.
Vndese una preta, que engomma,
cose, cozmha e faz 0 mais arranjo, lano de
Casa como de ra com milita perfoigao na
ra lar^a do llozario n. 35, loja.
Pecas de chitas roas para luto
Ven le n-se pegas de chitas limpas, ordi-
narias, para lulo Hleviado, a 4,510 e a 160
rs. ocovado; o coitos de camliraias para
vestidos, bonitos pa lides, a 2,60:) rs.: na
ra larga do llozario o. 48, primeiro andar.
Vende-te arroz do c menos do qun em outra qualquer parto : no
nrinazem da esquina do caes do liamos nu-
mero 1.
Vende-so urna preta crioula de 20 an-
nos, que engomma algu'ii cousa, cose
chito e Cuzinlia o diario de urna casa, e urna
>s molestiasquelem ti lo e os remedios to- ipariljl,a lscura do 10 anuos, cose, faz reli-
mados ; 3.0, a poca do apparecimonto i 1,1, ,, |aVariolO : na ra do Itangel, n. 38, se
molestia actual, e a discripgfio minuciosa
. e
Jos signaos ou symptomas que solTre.
Dr. Sabino Olegario Lud/ero Vinho-
- Traspassa-se o arrciidaineulo do enge-
nho Quelu7, sito na froguezia d Ipojura,
venden lo-se a safra no campo, 0 engenbo
he copeiro e bom, o lem bons cercados : a
tratar com Miguel Augusto de Ulivelra, na
sua residencia no engenho Camassari, na
freguezia de S. Amaro JaboalSo, ou com
Theolonio da Silva Vieira no engenho Ca-
xoeira da freguezia de Ipojuca.
Q Consultorio homoBopathico, O
5>
9
9
i
9
ra do Collegio, n. 25, &
Do Dr. P. de A. Ltbo Hoscoso. O
ODr. Moscosod consultas todos os O
das. Osdoentes pobres silo tratados "
de graga. S serfio visitados em suas J*
casas aquellos que no poderem *ir O
ao consultorio, ou que suas moles- O
lias nlo possam dispensar a presen- O
& ga do medico. 0
~0 abaixo assgnado professor particu-
lar de primeiras lettras, disciplinado em
preparatorios nolyceu desla cidade, parti-
cipa ao respeitavel publico e eos pas de
seus alumnos, que desde 13 de Janeiro dos-
le anno abri sua aula, e dcbaixo dossa
mesma disciplina ensilla por principios
a gramoialica portugueza, latina e trnce-
la ; admiltindo nesse recinto porcinistas e
meio porcinistas. Os pais de familia que
quizerem applicar seus lilhos a alguma des-
sas disciplina, pdem dirigir-se a ra lar
ga do Itosario n. 48, segundo andar.
os Baria Machado de 1'igaeireilo.
- Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com lodo asseio e muita promp-
lidfio, por prego mais commodo do que em
promplas burras
1 de'erro do segredo, *
s francezas ; machi- j~
gundo andar.
Vendc-se 11 m cavallo mellado, bon car-
regador e muito manledo : na ra da Flo-
rentina, coxeira do Sr. SebasliSo.
Muito baratoe mu lindas
mascaras de cera paia os bailes do carnaval,
que teem principio boje : a ollas antes que
so acaliem 1 na ra da Cruz do llecile n. 52.
--Vondein-se e.-cravos baratos, mogos o
de hoiila- liguras, a saber : urna linda mu-
latinha de 16 annos, que cose, engomla,
cozinha e sabo muito bem einnalhar cadei-
ras ; urna dita de 20 anuos, que cose mui
bem carnizas de homem ; quatro pretas mo-
gas, com algumas habilidades; um linio
ii 11111 iilio da 12 annos ; um dito de 16 an-
nos ; um moleque de 14 annos ; um dito do
16 annos ; dois molecOcs de 20 annos e de
bonitas figuras ; um preto de 25 anuos, p-
timo sapaiciro de cortar e fazer qualquer
obra ; um bonito pardo de 20 annos, pti-
mo para pagem c que eutende muito de pa-
daria ; um dito que se vende muito cm con-
ta sendo para o tio Crando do Sul ou Para ;
seis escravos mogos, ptimos para o campo
ou para outro qualquer servigo : na ra das
l.arangeiras n. 14, segundo andar.
-- Voude-se urna escrava : na ra do Cal-
deireiro n. 50.
Luvas de mascaras. *
Vendem-seluvas de pellica com pequeo
toque do avaria, a 800 rs. o par, ptimas
para os diletlanles 30 afligurarem com ellas
nos prximos bailes de mascaras, e poupa-
rem 1,200 rs. que domis dariam por ou-
tras luvas, quo de noite, e mosmo da'dia
nflo fazem inelhor ell'eilo : na ra do Hoza-
ro larga, loja de miuj|e/as 11. 38.
IMegocu de vautagem.
Vendo-se urna loja Jo fazondas, muito
propna para um principiante, poreslar si-
jt leltiMS, guaess iiauuocas im>vi-
" as de I)>-rosne muito bem constru- v
Q das, alambiques de carapuga, laxas e
O toda a qualidade de cobres para o O
) servigo de engenho, e carros de m5o Q
Q de ptima construegto. O
Q Francisco Antonio Correa Cardoso. f^OOOOOOO OOOQOOOOOp
Na ra do Collegio n. 16, taverna do
Antonio Joaquim Ferreira da Silva, vnde-
se sunerior larinln do mandioca en bois
saceas, a 2,000 rs. cada urna este prego ne
para quem so quizer aproveitar, porquo es-
la pochincha n3o p le durar.
-- Ven le-se urna porg.lo de caixOos de pi-
nlio, de (landres, e algumas caixas do pinho
do Porto : na ra do Hozarlo larga n. 36.
-- Vonde-se urna commoda d'oleo por
jrego commodo : na ra da ConcorJia, in-
do da ponte, ladodonascenie, primeira ca-
sa terrea.
Vendem-se Soscrtfsi de bonitas ligu-
ras, sendo una parda do 22 annos, que sa-
be eoziiiiiar o diario de una casa e tem bom
rineiplo do engommar e coser; urna prela,
que tambem cozioh 1 o he propria para ven-
der na ra ; urna oila para lodo o servigo :
na ra do Queimado n. 14, se dir quem
ven le.
Vcnde-se um terreno com 40 palmos de
frente-e trezontos e lanos de fundo, no lu-
nar da estrada nova da Soledade que vai pa-
ra o Manguinho, por prego coinmolo-, a
tratar com Hiplito Jos Elias, na ra Velha,
numero 105
Na ra do Krum n. 28, existe para ven-
ler-se urna inoenda de engenho com todos
os seus pertences cem bom oslado : o seu
preCO he o mais rasoavel possivel.
Mascaras.
0 pequeo resto d >s mui exeellentes mas-
caras de cera, com molas, turbas, etc. se
estSo vendondo por mui commodo prego,
imr menos do que em outra qualpier par-
to : na ra da Cadeia do Itecife n. 31, pri-
meiro andar.
Vendase urna oscrava boa oozinheira,
engommadeiri e lavadoira desabito : na ra
lo Colorniz n. 10, na venda. Na mesma
vende-se mate viudo prximamente do Itio
Crando do Sul.
Ven le-s-, por pres-o commodo, um si-
tio, na estrada que vai para B'beribe, com
boa casa de vivenda de podra e cal, baixa
liara capim e alguns arvoredos : quem o
pretender, dirija-se a ra Nova, loja de cha-
pos n. 46
-- Vendem-se tres moradas do cisns i>'-
quenas na ra do Jasmin, por tras da San
Gonealo, em chilos proprios, com lo la a
commodidade, lvres o desembrcenlas,
por barato prego, as ques nodem agora
18,000 rs. : quem as preten ler, dirija-Be
travessl da Concordia, sobrado n 5.
Veidem-se duas moradas de casas ter-
reas, na ra Im erial ns. 4 e 6, assim como
urna na rua do Podre, llonanno n. 30, 00-
ira na ra dn Agois V rdos n 15, por pro
gos commodos: a tratar na ra do Crespo
n 10, loja de Ignacio l.uiz deBritO Tabor-
da, pesso esta que est aulorisada a ven-
de-las. .
Vende-se rap de Lisboa em
oilavas, efaixas coin charutos de
San rVlix, por preco comino Jo :
na ra da Cadeia da Uecil'e. nu-
mero i5.
Vendem-se superiores livros em hran-
co, de diversos tamanhos : em casa de lUlk-
mann Irmfios, na ra da Cruz n. 10.
Ven le-se a parlo de um sitio e casa no
otilo da igreja do Monteiro, que foi do fal-
lec lo tono ito-coronel Jo> do llego llar-
ros :a trnlarna la do Cal leireiro n. 12, so-
gundo an lar.
Vendo-se um moleque de nagilo, de 20
annos, que cozinha o diario de urna casa, e
ginha ua ra ; a tratar na ra do Hangel
n 37. segundo andar.
Vendem-se 12 cadeiras, um jogo de
hanc-s o orna mosii demeio do Sla, ludo
de Jacaranda e com algum uso : na ra Au-
gusta, casa do Pacheco.
Vetide-se a taverna da ra da Aurora n.
32 : a tratar na ra Nova n. 65.
Vende-so urna preta anda moga e com
algumas habilidades : os pretendentos di-
rijam-so ra do llozario larga n. 18, que
ahi se dir quem vende.
Vcnde-se una casa, com grande quin-
tal, que tem para mais de 40 pos de laran-
geiras, Iotas soletas e de embigo e outras
frutoiras, cacimba, tanque para banho, cem
muilos commodos esotoo, lu lo em cliflos
proprios e allano lugar da Solo lade n. 42,
tefronle do muro do Sr. coronel l.emenha :
luem a pretender, entcn la-se no tecif na
ra da Crpz, no armazem n. 46, do Sr. Cor-
re'"-
A l,6oo res.
Vendem-se pellos do marroquim preto, a
1,600 rs.: na praga da Independencia ns.
13 e 15, loja do Arantes.
Vende-se urna linda escrava de 19 an-
uos, prela, que engomma, cose o cozinha o
diario de urna casa, sem nenhum defeito,
sendo para fora da provincia 011 para fura
da cidade : na ra de Sania Hita, sobrado
numero 14.
Vende-se um mulalinho de bonita figu-
ra, de 12 annos, o qual he proprio para pa-
gem ou copeiro, e tem principios do alfia-
le : quem o prnder, dirija-se a travessa do
calabougo n. 38.
Vende-se urna prelidi bonita ligura,
que cozioha e vende na ra : vende-se por
preciiilo : na ra do Pilar, cm l'ia do Por-
tas, 11. 101, so diiaquvm veude.


Rap Paulo CordeirodoBio de
Janeiro
era latas e frascos, chocado recenlemente :
vende-so na ra da Cadeia do llecife, loja
11. SO, de Cunba & Amorim.
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha & Amorim, na roa da Cadeia do
llecife n. 50, vendem cal virgem etn pedra,
chogado pelo nllimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos prego do
que fin outra qualquer parte.
Vendem-se duas moradas de casas ter-
reas na ra 1-nperia], assim como urna na
ra do Padre Florianno e urna na ra das
Agoas Verdes : vondem-se por prego com-
modo, na ra do Crespo n. 10, na loja de
Ignacio Luis de Brilo Taborda, pessoa esta
que est autorisada vende-las.
Chita escarate a 320 rs. o
covado.
Defronte do becco do Peixe Frito, loja n.
.1, vende-so chita escarate pelo baratissimo
proco de urna pataca o covado. Esta fazen-
da torna-se pelos seus novos desenbos re-
i'ommonJavel, nilo s para cortinas e cober-
tas, cono tambera para vestidos de se-
nhora,
Ao8 senhores ehefes de familia.
Na loja da ra do Queimado n. 3, defron-
te do boceo do Peixe Frito, vendem-se pe-
gas de algodSozinho muito encorpado, e
c-h ni lira ia lisa muito fina, com um peque-
o toque de avaria : de ludo se darSo os
pregosa vista da fazenda ; assim como dar-
se-ha amostras com o competente penhor.
A a,40 ti,
Vendem-se pegas de CMM de quadros e
listis para babados com 8 1|2 varas cada
urna : na ra do Crespo, loja n. 6, ao p do
lampeSo.
No armazem de Si Araujo, na ra da
Cruza. 33,-vende-se superior farinha de
mandioca a dousn.il ris a sacca, bem co-
mo sola, couros iniudos, rennas de ema,
t f julios para limpar nielaos, etc.
I{(iin e barato
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eite, vendem-se ricos cortes de
meias cisemiras, pelo diminuto prego de
1,600 rs. A ellos, rapasiada do bom goslo,
antes que se acabem.
Farinha Fontana.
Vende-se farinha daquella acreditada
marca, sendo a ultima chegada a este mer-
cado : a tratar com J. J. Tasso Jnior, ra do
, Amorim n. 35.
Na ra da Senzalla Volha, padiria n
1 00, principio que entra pelo Becco Largo,
vende-se superior farinha de mandioca,
vinda ltimamente de Santa Cathariua ; por
cada sacca se levar ao portailor a pequea
quantia de 2.000 rs. conduzindo urna sac-
ca nova de bom aIgodSozmho, e querendo
desconta-se-lhe 260 rs., passando para ou-
tra, que o portador levara.
Vende-se mel de furo novo a 300 rs. a
ranada : no piteo do Paraizo n 20.
Superior Pal Brandy.
On sale, a few cases containing
one dozen each, also bottle i
Port, sherry & m; deira, at E. II.
Wyatt's Qfflce, ra do Trapixe
Novo, n. 18.
Ven-'em-se pentes suissos de alisar,
para senhora, e para suissas, bigodes e ca-
bello de horneo), a 60 rs cada um; correlos
d'ago fino para relogios, a 500 rs.: na ra
do hangel n. 8, defronte do becco do Ti. m
Carnauba de primeira sorte
a 7,000 rs. a arroba em sacras, courinhos
nimios, polillas de ema, sapatus de couro
de lustro em porgSo por prego muito com-
mo'io, sapatinbos de meninos de III a 12 an-
nos em porgSo, urna toallia de bretsnha,
propria para baptisado, cousa boa, una di-
ta berta, sem bico, 3 temos de medidas
de folln e um dito de pao, ludo em bom
uso: vende-se na ra da Cruz do Hecife,
numero 24. >
Chumbo de municSo.
Existe um grande sortimento de chumbo
le muiiigSo inglez, o melhorque ha de It,
l:i, mili, e iiii.ido de na. 1 a 10 : vende-se
pnr prego muito rasoavel, no armaem n
45, da ra da Cadeia do llecife.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. G, 8 e to,
fundicao de ierro.
O barato.
Aos Senhores encadernadores.
Na livraria do pateo do Collegio n. 6. de
JoSo da Costa Dourado, vende-se papel pa-
ra encadernar, de 18 pollegadas de compri-
mo e 12 de largura, por 40 rs. a follia, ou
mu a mSo.
-- Vendem-se meios bilhetes da lotera
do livramento, cujas rodas andam no da
28 do corrente, a 5,500 is. e decimos a rs.
1,200 : na ra do Livramento, loja n. 11.
Por 1.000,000 ris.
Vende-so um terreno com 53 palmos de
frenle( lugar para edificar 5 moradas de
casas ) lendo de fundo desde a ra da Au-
ro'aat a ra do Hospicio, e se convier
tambem se fu negocio com outros 53 pal-
mos juntos ao mismo terreno, p's quaes
dSo lugar para edificar-se 15 moradas de ca-
sas : para tratar, na praga da Independen-
cia n. 17. \
Deposito de charutos da Buhia,
ra da Cruz numero 37.
Armazem de Croccoc Companhia.
Sito chegadosa este novo deposito os ver-
daderos charutos soberanos de llavana,
senadores, depulados, regala, pagadores,
venus e quem fumar saber Tudos estes
charutos em raixinhas de cem, que muito
convm aos amadores, pois que sua quali-
dade he muito superior, e prego o mais mo-
derado possivel, para acabar e fizer-se no-
va remessa.
Madeira de Jacaranda.
Vende-se ptimo Jacaranda em porgSoou
a retallio, a vonlade do comprador : na ra
da Cadeia de Santo Antonio 11. 18.
Para acabar.
Vende-se a 2,000 rs. o milheiro decebo-
las, e a 240 rs. o Ci uto, cousa boa : na ra
tijollos n. 17.
Vende-se niel de (uro, em
4'
caadas e garrafas, por preco
commodo no Manguinho, pas-
sando a ponte, primeiro sitio do
ladoesquerdo.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacional,
contendoa lei. regulamento e todos os mo-
delos que dolles dependom, a 1,000 rs. cada
esemplar completo : na praga da Indepen-
dencia, livraria na. 6 e8.
Novo deposito de cal virgem.
Na ra do Apollo, armazem n. 2 B, ven-
de-se superior cal virgem em pedra, ultima-
mente chegada de Lisboa na barca Ligeiro,
por menos 500 rs. a barril do que em outra
qualquer parte.
Estribos de metal fino.
Exislem ainda algunspares destes elegan-
tes estribos : no escriptorio de E. II, Wiatt,
ra do Trapiche Novon. 18
Quem admirar,
Venba ver e comprar.
Na ra do Crespo loja da es-
quina que volta para a
Cadeia.
Vendem-se' pannos finos lordos muito
superiores a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500,
5,000 rs. o covado ; dito azul a 3,000, 4,000,
e 5,500 rs.; dito cor de rap a 3,000, e
3,500; Idilos verde a 2,800; cortes de
coletea de setim de cores a 1,600 rs. ; di-
tos degorgurSo de seda a 1,280; ditos
.le fuslSo de cores a 320, 500, e 640 rs. ;
Jilos de brim trangado pardo delinlin
luro a 1,500, e 2,000 rs. : ditos a^ptrim
branco trangado a 1,600, 1,800, e 2,WJ0 rs. ;
litos de cores a 800, e 1,280 rs.; cortes
de cambraia branca de quadros a 2,000 rs. ;
ditos de cores muito bonitos a 3,000 rs ;
Jilos com listras de cores muito finos, a
3,500 r..; cortes de coleto de veludo mui-
to bonitos a 2,000 rs ; cambraia lisa a
2,720 rs. a pessa com 8 1|2 varas; caui-
braias de cores para vestidos a 280 rs. o
covado ; cassa preta a 2,000 rs, o corte ;
dita a 120 rs. o covado ; riscadinho de li-
iilm a 2-20 rs. o covado; dito a 320 rs. ;
picte muito encorpado para escravos a
200 240 rs. o covado ; algodSo de listra de
cores a 180 rs.; chitas de cores fixas pa-
rtios alegres a 160, 180, e 200 rs. o co-
vado; melins de cores para forros a 120,
140 rs ; riscads franceses para vesti-
dos a 240 rs. ; dito monstro a 220 rs ; ZU-
arte de furta cores a 200 rs.; ditos azues de
vara de largura a 240 rs.; lengosde cassa
para grvala a 240 rs. : ditos com listras
le seda a 400 is.; sarja de seda preta
muito superior a 2,240 o 3,000rs.; es-
guiSn de algod,1o com 10 1|2 varas a
2,400 rs. a pessa ; cobertas de tapete
oara escravos a 720 rs.; chapeos de sol
de panninho com asteas de balea a 1,800
rs.; meias para meninos a 1,000 rs. a
duza.
Vendem-se sacos com farello,
ebegados no ultimo navio do Ha-
vre ; larinba Barn, primeira qua-
lidadc, e muilo nova ; verde fran-
cez em |, ; cabos de linboe ma-
nilba, muito bom sortimento ; li-
vroj em branco e paulados, de lo
dos ostamanbos ; pennas d'aco de
muito boa qualidade ; chumbo
em lencol ; e oleo de linhaca em
barril ; ludo por preco muito em
cenia : na na do Trapixe n. 11.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se a 5,500 rs. meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas rodas andan.
infalivelmenle no dia 24 do corrente: na
1 na lumia, loja deourives n. 124.
A l,6oo e a 1,800 rs. a vara.
Vende-se panno de linho para lenges,
de muito boa qualidade, com a delicadesa
le vara e meiadarum elegante lengol sem
costura, muito commodo para nao magoar
o curpo : na ra do Ciespo D- 12.
O harateli-o do passcio publico,
loja ii. I l. I ruiia 110 .1 os Kodri-
fflICS I eiTeiii.
Vende superiores sarjas espanholas, mui-
to largas, a 2,400 rs. o covado ; setim ma-
co superior, a 3,200 rs. o covado; panno
fino de todas as qualidades ; lengos, los
pretos, chai eos de raassa francezes, luios
Je todas as qoalidades, casen,iras a todos
os pregos, meias ditas, 13a para raigas, lona
da Itussia, brim do quadros, ditos de algo-
dSo, riscads francezes, cassas xiUs, corles
Je colletes de setim, ditos de sarjas, challes
de todas as qualidades e gostos, madapolSo
fino e outros muilosde diferentes pregos ;
assim como um completo sortimento de fa-
zendas baratas, que se nao annuncia para
nSo tomar lempo aos freguezes, porque a
lista dolas se far todo o negocio, s afim
Je se apurar dinheiro.
Vndese,uonkfio muito novo ede boa
casta : na ra doJRozario da Boa Vista n. 2.
Vendem-se candieiros para
meio de sala, muito ricos, com os
competentes globos, canucos e tor-
cidas, dando a luz mais bullanle
possivel : na ra do Trapiche n. 8.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
consUucgSo muilo superior.
Na ra eslreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, de J.
f. dos Sanios Maya, vendem-se cordas de
iripa e bordos para violSo e labeca, e pa-
,.el paulado para msica, ludo da melbor
qualidade possivel.
AGENCIA
da fundidlo Low-Moor.
I'.I'A DA SENZAUaJ MiVA N. 42.
Meste estabeleeimento conti-
ngento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Chumbo de muidlo.
Vende-se no armazem de J.J- Tasso Ju-
ntar, ra do Amorim n. 35.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Vendem-se arados america-
nos dos modelos mais approvados:
na ra do Trapiche n. 8.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 52,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Deposito de espedios das ma-
nafacturas de Franca : na ra do
Passeio 11. tp.
Deposito de cal virgem
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Ttrctiro.
Potassa da Itussia.
Vende-se potassa da Itussia, recentamen-
te chegada, e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da ra do Rrum,
acaba-se de receher um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaas acliam-sea venda por prego com-
modo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fondigfio da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica de Toilos.os
Santos na llalli a.
Vende-se, em casa de N. O. Hieber&C. ,
na ra da Cruz 11. 4, algod3o transado da-
quella fabrica, muilo propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Cal virgem de Lisboa,
da melbor que ha no mercado, e
chegada ha das pelo brigue Ern-
preza : trata-se com A. C. de
Abren, na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 37.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimento, pro-
prio para qualquer obra que possa rece-
her agua, assim como para aljeroz e tra-
peiras, prximamente chegado de llani-
burgo, tambem se vendem as meias barri-
cas por prego commodo : airas do theatro,
armazem de taboas depjnho, a fallar com
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
JoSo Mutilos.
Vendem-se queijos londri-
nos, toucinbo em mantas, ervi-
Ihas verdes, conservas de todas as
qualidas, cha preto, pos ( ara p3o
sem fermento, baldes para com
pras e mais gneros: ludo ltima-
mente chegado de Londres : na
ra da Cruz n. 7, armazem de Da-
vis & Companhia.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em
velas, fabricadas no Mi de Janei-
10, soi tillas ao desejo do compra-
dor, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parte;
tambem se vende cera fabricada
em Lisboa, em caixotes de 100 li-
bras cada um : trata-se com Ma-
c ado & Pinheiro, ra do Vigario
n. 19, segundo andar.
o covado; dito de algodSo, a 180 rs. o co-
vado ; pecte muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs. o covado; castores
muito cncorpados, a 280 rs. o covado;
brim transado branco de linho, a 1,920 rs.
o corte; dito escuro, a 1,600 rs. o dito ;
eaguiSo de algodSo de 19 jardas, a 2,400 rs.
a pega ; cortes de fustSo, a 560 rs.; cober-
tores escaros de algodo, grandes, a 720
es. ; cassa preta, a 120 rs. o covado; chita
de corea fixas, a 160 e 180 rs. o covado : na
ra do Crespo n. 6, ao p do lampeSo.
A a4o rs. o covado. #
Vendem-se chitas francezas finas,
depadroea miudinhos e cores fixas,
> pelo barato prego de 240 rs. o cova-
0 do: na ra do Crespo, loja de qua-
a>.) tro portas n. 12. #
mmmmmmmmm #&
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
caras de cera e
commodo : na ra Nova n. 8, lo-
arame por precrS f
1
modelos, assim como americanos
com camb3o de sicupira e bracos
de ferro : na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
*>
i-
,>
>
>
Aiani( lito- e eapoliiilios. <-.
Na loja do sobrado amarello, nos *-
qualro cantos da ra do Queimado^
11. 29, tem para vender manteletes e S
capotiolios para senhora, de chama- S
luto e groa de Napolea de cores, oa ^
mais modernos e de mais liados en- feitcs que tem vindo. #
Novas msicas para puno ebega-
das ltimamente do Hio.
Duelo do segundo acto da opera
Norma srranjado para piano 2,000
Duelo do militare vivandeiros pa-
ra piano e canto 4,000
Novas modinhas brasileiras.
Arvoredo tu j vistes 800
Era ja bem alto dia 800
Bonita walsa, saudades de Anda-
r h y 400
Vende-se no paleo do Collegio, casa do
Livro Azul.
Obras completas para piano e
canto.
Sonnambula de fielline,
fiellisario de Donnisetti,
Ernani de Verde,
A una Bollena de Donnisetti,
II Pirata de Belline.
Vendem-se por pretos commo-
dos, no pateo do Collegio, casa do
Livro Azul.
Para engenbeiros ou architectos.
Veiiilerii-se estojos para desenlio, pro-
prios para qualquer engenheiro ou archi-
tocto, pela ptima ferramenla quecontm :
na loja de Eatima & Hamos, no Aterro da
lloa Vista n 54.
liosac aos Sis. freguezes do ba-
rato que leiam o segiiintc
annuncio.
Vende-se brim de quadros de linho, a
Algodao para saceos. V
# Vende-se muito bom algodSo para #
fe saceos de assucar, por prego commo- fe
& do: em casa de Iticardo Itoyle, na fe
. ra da Cadeia n. 37. fe
Qvw^999'W>WW) "W:wWW
Fio para sapateiro c para saceos.
Vende-se um restante do ptimo fio para
sapateiro em novellos, edito em meiadas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas :em casado Adamson llowie
Companhia, ra do Trapiche n. 42.
3,00) rs. para a pobreza.
Vende-se excellente farinha de mandioca,
receotemente chegada de Santa Cathariua,
em boas saccas novas de bom algodSozi-
11 lio : na praga da Boa Vista, venda de Joa-
quim de Paula Lopes n. 18: approveilem a
occasiSo antea queapparega o especulador
para a usura.
Vende-se um carro de quatro rodas,
muito leve, e que da commodos para qua-
tro pessoas, e por isso mu i proprio para
quatro Srs. estudantes, que queiram ir a
Olinda todos os di>s : na cocheira do Fran-
gois, becco do Capim.
Mmmmmmmm m mmmmmmmmmm
S Na loja do sobrado amarello, nos
ij quatro cantos da ra do Queimado n.
3 29, tem para vender um completo
jj| sortimento das fazendas abaixo inon-
tj donadas, ludo de superior qualida-
^ de e pregos muilo commodos, a sa-
l *)"r :
I Cortes de vestidos de sarja preta
i: lavrada, padres de muito gusto.
2 Sarja de seda preta verdadeira. Iies-
, panhola.
; Setim preto macio, proprio para
vestidos.
Manteletes e capotiuhos de chamalo-
te e gros de aples preto, com mui
lindos enfeites.
Los de linho preto, bordados a seda.
Um completo sortimento de pannos
pretos para os pregos de 4,000 al
12,000 rs.
Casemira preta elaslica para varios
pregos
ja de Jos Joaquim Moreira & C.
Toucinho de Santos,
a 140 rs. a libra, ainda novinho o fresco : Da
ra larga do Rozario, padaria n. 48.
Meias de linho.
Na ra do Queimado, loja n. 19, vendem-
so meias de linho para hornera e para moni-
nos, ede algodfio decores tambem para
liomem e para maninos, por pregos com-
modos. ,
Vende-se um bonito pardo, de 18 an-
nos, bom boleeirn, me sabe tocar qua-
tro cavallos, he de muito elegante figura o
de boa conducta, o que se afianga : na ra
do Rozario larga n. 22, segundo andar.
Escravos fgidos.
--.
m mar-, y.
u vea- lf
ir gin- i*1.1
r.ap- P'
niia a baver um completo sorti->320ra. o covado ; riscado de linho, a 220rs.
Desappareceu, no dia 23 do correte, a
preta Luiza, conhecida por Hozalia, de 30
annoa, cabellos um pouco corridos e gran-
des, baixa, groaaa, algum Unto preta, ros-
to o mais corpu todo crivado de recentes
bexigas ; levou vestido de riscado largo azul
e amarello, e panno da Costa azul com lis-
tras brancas : quem a apprebender, leve-a
ao sobrado de dous andares, no pateo do
Paraizo n. 8, bem defronte do cbafariz, que *
ser* gratificado.
Desappareceu, no dia 24 do corrente,
urna escrava de nnme Joaquina, de nagSo
Rebollo, de 22 a 23 anooa, a qual levou ves-
tido de chita de listras desbotado : roga-se
a lodos oa capitSes de campo, u autorida-
des policiaea, que a apprehendam e leveoi-
no a ra do Pilar, em l'ra de Poitaa n. 145..
que aerto recompensados.
Desappareceu, no dia 12 do corrente, a*
parda Victoria, baixa, cabellos crespos, ros-
to picado de bexigas, denles da frente po-
dres, ps pequeos e grossos, olhos peque-
nos e alutnagados, e tem de idade 30 annos
pouco maisou menos ; levou vestido de chi-
ta e panno da Costa azul novo : quem a
pegar, leve-a i ra de Agoas Verdes n. 23,
que ser bem recompensado.
Desappreceu no da 27 do corrente
mez de feveroiro, urna mulata de no me llo-
sa ,clara, magra,cabello incarapinhado,tem
urna perna epe nudo,al tura regula r;pei tos
seceos, levou veatido de chita de florea cor
de rosa, chale de 15 com florea amarellaa, e
em urna trouxa um vestido de riscado ro-
seado e 2 camisas : roga-se a todas as au-
toridades policiaca que a encontrar a per '
guem e conduzam a sua senhora no largo
da Trem.e sobrado n. 1, que tem venda por 1
baixo, que sera bem recompensado: roga-
se tambem a todos os Srs. capilfies de na-
vios ou mestres de barcoa que conduzem
escravos pra fra da provincia, examinem
enre os que Ihe apreseniarem 0B0 aeja ella
um di los, e no caso de acontecer, a mandar
entregar no llecife ra da Cadeia n.25 no se- {
Rundo andar onde mora a irmS da dita se-
nhora, que ae pagar* com generosidad?
quaesquer despezas que se teoho feilo;
prolesta-se contra qualquer pessoa que Iba
lc entrada e agasalho em sua casa, de sa
proceder com todo o rigor da lei.
Desappareceu, no dia 25 de fevereiro,
a noite, a preta, escrava, de noine Joanna,
de nagSo, baixa, grossa do corpo, com mar-
cas de bexiga e olhos grandes; levou
tido velho desbotado, e tem o andar
gando : qualquer pessoa que a pegar,
de levar ra larga do Rozario n. 21, fabril
ca de licores, quesera recompensada.
Desappareceu, no dia 8 do crrente, o
preto Antonio, Baca, por alcunba Caxaug :
roga-se s autoridades policiaes e capitSes
de canno hajam de appuhend-lo e condu-
zi-lo casa do senhor, morador na estrada
dos Afilelos, junio capella.
Em jaueiro prximo passado deaappa-
receu da fundigSo da Aurora, em Santo'
Amaro, o preio Antonio Songo, de altura '
regular, ebeio do corpo, mal encarado, boc-
ea grande com falla de denles, barbado,
com marcas de bexigas, ps apalbetados,
falla muito manga; levou duas carnizas e
duas caigas de algodSo de listras : descon-
fia-se que lenha ido para Macei ou lugarea
vi-/iulios, sedozido poralgucm ; por isso ro-
ga-se a quem o pegar, de o levar fundi-
gSo cima dita, que sera devidamenle re-
compensado.
Desappareceu, no dia 12 de Janeiro pr-
ximo passado, dosillo denominado Arag,
junto a ponte dos Remedios, um escravo,
canoeiro, de nome Caelano, de estatura re-
gular; cor fula, rosto redondo e picado de
bexigas, pouca barba, alguna signaes de
panno pelo venlre, sendo um dellea a mar-
ca de um caustico por occasiSo de ter um
pleuriz e he quebrado de urna daa vorilhas ;
levou camisa e caiga de algodSo de fra.
Kste escravo, dizem ter levado em sua com-
panhia urna preta moca, de nome Juliana,
baixa, cheia do corpo, muito esplicada no
fallar e lem um signal de taino no canlo da
bocea da parte direita : roga-se a todas as
autoridades policiaea, ou a quem o conbe-
cimenlo desle possa interessar, e a pessoas
particulares que os possam encontrar, oV
mandem apprebender e entrega-Ios na ra
dos Quarleis de polica, padaria n. 18, que
serSo ah gratificados com 50,000 ra. alm
de alguma pequea despeza que possa ha-
ver para sua seguranga.
--Desappareceu na noite do di 6 do
corrente uma escrava parda de nomoi uiz ,
idade pouco mais ou menos 30 annos, ro-
bellos corredissos, porm coitados, roato
redondo, barriguda que parece estar pcja-<
da, mSos bastantes feias e algumaa unhas
muito negras que parecem ter sido pisadas,
os ps muito espsrralhados o feios e algu-
ma cousa irregular, levou alm da roupa
vestida, um sacco ou trouxa, dous flus de
contas brancas ao prscogo, assim como um
rozario tambem branco, chales de chita
asul j desbotada, usa de camisa de cabe- ,
gAo : quem a aprehender e leva-la na
ra do Queimado, loja n. 9, aera recom-
pensado generosamente.
Fugio no dia 24 do cprrente do enge-
nho Tapera, silo na freguezia de Jaboalo,
o escravo de nome Jos, de nagSo Nag,
cojo sinaes caractersticos aSo oa seguintes:
curpo e altura regulares, olhos aliente o
vivos, aem birba, com falti de (lentes, ros-
to talhado, i<* g'ossos, representa ter de
idade 30 annos, he muito ladino; a vista
do exposto recommenda-se aos capitSes de
___ Vendem-se relogios de OU- campo a captura do dito escravo, pelo que
roeprata, patente ingle: na ra erSo generosamente gratificados.
da Senzalla Nova n. 4a- ia^jjjjjjj-" Conlinuam-se a vender mas-1 ntita:m!fMVitMff}iiit!Mi\i i
Q
&
O
O
o
Na ra Nova, em casa de Auguste
Colombiez,
vende-se um grande retrato de S. II. Im-
perial o Sr. 1). Pedro II, com nquissima
moldura, obra do insigne pintor Lechevrel,
cujo apresentou na ultima exposigSo das
bellas arles no llio de Janeiro, obras detfio
subido merecimento, que Ihe valeu ser pre-
miado por S. M. com o habito de Christo, e
ser-lhe comprado por ordem do mesmo au-
gusto Senhor um pninel, representando a
rainha de Inglaterra Elisabeth, o qual cha-
inou a altengSo de todos os mestres e en-
tendedores pela sua primorosa execugSo.
OOO0O^OO0OO :OOO0
j Jos Joaquim .Moreira & C. Q
com loja 11a ra Nova r5
numero H,
acabam de receber um sortimento
de candieiros denominados Eco-
nmicos moderadores muito pro-
prios para quem l e escreve, ou es-
O tuda de noite, tanto pelo aceio da luz
O como pela claridade que dSo, acres- O
O cendo alm disto que o seu prego he O
0 o mais mdico possivel, porque nSo 0
r% excede de 4,000 rs cada um. O
Vendem-se colleec5es com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do.Hecife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de Olinda,a ponte do Ca-
chang, l'oco-da-Pauella, e a ra
da Cruz com o arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Fernambuco: na ra da Cruz, n.
10. cas 1? Kalkmaniis Irmao.
Vende-se um grande sitio no lugar do
Manguinho, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, cora grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um anda j.
Deposito de tecido* da fabri- *
ca de Todos os Sanios, *
na Babia.
Vende-se em casa de Domingos Al- *
vea Matheus, na ra da Cruz do Re- *
:-> cife n. 52, primeiro andar, algodSo
* transado daquella fabrica, muito pro-
* prio para saceos e roupa de escra-
? vos, asaim como fio proprio para re-
61
a>
a
*
f

i
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Jes de pescar e pavios pare vellaa, 43
por prego muito commo lo.
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MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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