Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06332


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Full Text
Anno XXVII
=
Quarta-feira 26
FAHTIDAS SOS CORBEIOS.
Oolanna e Paral)iba, s segundas e sextas felras.
RIo-Grande-do-Norte, todas as quintas feiras ao
meio-dia.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
lloa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dias.
EFHEMI&lBZfl.
Nova, a
Cresi
2, as 10 h. e 55 m. da t.
p..,t n. ,_, Jrese, a 10, as 7h. e 25 m. da I,
VMIng. a 24,sllh. e 6 m. da m.
rsUHAB SE HOJE.
Priraeira i 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda 1 hora e 42 minutos da manha.
de Fevereirode 1851.
N. 47.
MECJO DA SBSCJltrrjAO.
Por tres raeies /'adianlado)
Por seis mexes 8*000
Pornmanno 15VO0
das da semana.
24 Seg. > S. Mathias. Aud. do J. d'orf. e m. da 1 v.
25 Tere. S. Cezario. Aud. da Chae. do J. da se-
guirla vara i o. e dos fritos da fi/.cnda.
2(i C'uart S. Tor'iuato. Aud. do J. da 2. vara.
27 Qulnt Leandro. Aud. do J. dos orf. edo m.
da prirnrira vara.
28 Sext. S Itunaj. Aul.do J. da 1. vara do civei,
c dos feftos da fazenda.
1 Sab. S. Adrijo c Jovila. Aud. da Ch. e do I. da
2. varado clvel.
2 Don), da (luinquagesiina. S. Simplicio.
CAMBIO DI 25 BE riTEBEaO.
Sobre Londres, a 30 i!, p. 1/000 rs. 60 das.
a Pars, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
Ouro.-Oocashespanholas.... 28/000 a 28J500
MocdasdeO/HOOvelhas. IG/OoO a IJ20O
. d* rj/40n novas 16/000 a 1<>*200
, dc4J000....... 9/u00 a 9/100
Prata.Patac5es brasileiro..... 1/M20 a 1940
Pesos columbarios..... 1/920 a 1/940
Uitos mexicauos........ 1/680 1/70O
PARTE OFFICUL.
REGULAMENTOGARA O
CEM TERIO I'UCLICO
O Presidente da Provincia, em
virtude da attrlbuieo, que th<
foi conferida pelo artigo I 1 da
J.ei Provincial n. 1)1 de 1 de
flato tle 1841, resol te que se
observe o seeuinte regulamento.
TITULO t.*
Do Estabtlicmento, e do lervico em geral,
do i'tmiltrio.
Art. 1. O Cemiterio tundado no lugar deno-
minado S. Amaro em virtude da le provin-
cial n. 91, ser destinado s inhumacoes dos
cadveres de pessoas fallecidas na cidade do
Jtecife, e seut suburbios, Em quanto porm
nos lugares vlslobos nao houver cemiterio pu-
blico, podero ser sepultados ahi os cadve-
res das pessoas nelles fallecidas, precedendo
este caso expressa autorisacao do Chefe de
Polica.
Art. 3. As lnnumaces serao fcilas em se-
pulturas communs, sepulturas reservadas, e
catacumbas.
Art 3. A impeceo do Cemiterio pertence
Cmara Municipal do Recife, que ser a
administradora ; mas sem prejuiso d'esta poiicao se permitlir s Irinandades, Confra-
rlas, e Ordens Religiosas, que pelo seus com-
promissos tiverem presentemente obrigaco
de dar sepultura seus Irniaos, e confrades,
o estabelccimcnto de catacumbas, e cenil-
terios privados dentro do Cemiterio publico,
comas condicOes que em oulrolugar serao
expressadas.
TITULO 2.
fo penoal do Cemiterio
Art. 4. llavera mu administrador, un jar-
dinriro, om porteiro, dous guardas, os ser-
ventes e coveiros, que forem necessarios.
Art. 5. O Administrador ser nomeado pelo
Presidente da Provincia, ouvindo a Cmara
Municipal. O jardlneiro, o porteiro e guardas,
serao nororados pela Cmara Municipal, ou-
vindo o administrador. Os serventes e covei-
ros sern comeados pelo administrador, mas
aeu numero ser fixado pela primeira vez pe-
la Cmara Municipal, e nao poder ser augmen-
tado sem autorisacao do Presidente da Pro-
vincia.
Art. 6. 0 Administrador vencer animal-
mente o ordenado de 800f0000 rs ; os gu ir-
das, e porteiro o de 5O0#O0 rs.; o jardinriro o
dcouO/rs. A Cmara Municipal marcar pela
primeira vez, sb proposta do Administrador,
o sallarlo que devein perceber os coveiros, e
serventes, mas nao o poder elevar sem aulq-
risac.no do Presidente da Provincia.
Art. 7.1'in regulamcnto especial definir as
altrlbuicdcs de taes empregados, e dispor o
inais que convier a sen respeito.
TITULO 3.
Dei inhuwurBei em ealoeumba, t epullurai
reiervada, e communs.
Art. 8. As catacumbas serao construidas na
circunferencia do Cemiterio, conforme o pa
no e planta do mesmo.
Art. 9. S passados tres annos poder ser
Inhumado na mesma calacumba oulro cada-
ver, e em caso nrnhuin se conceder lii se-
pultura perpeluidade.
Art. 10. As catacumbas podem tambem ser-
vir para deposito dos cadveres que tenhio de
ser inhumados em sepulturas concedidas
perpeluidade, e as quaes ainda nao estejo
construidos osjazigos; c n'estes casos serao os
cadveres depositados em uin canfn de chum-
bo ou zlnco bem soldado, e collocado este
dentro de outro de amarello convenientemen-
te fechado.
Art. 11 As concessdes para sepulturas re-
servadas serao por 3 annos, ou perpeluidade
hereditaria.
dar proceder a inhumacao, e nao se retirar
sem que ella esteja concluida.
Art. 21. Nenhum cadver ser admittido a
inhumacao sem que esteja encerrado em ata
de ou caixo de madeira, convenientemente
fechado.
Art. 22. O preco d'uma catacumba ser
50/ rs ; d'uma sepultura commum, ou reserva
da .tyOOO rs. sendo por 3 aunos, c 200/ rs.
sendo perpetuidade.
Art 23. Quando o terreno concedido per-
petuamente abranger o ospagq de 2 sepulturas
custar 500,000 rs. de trez 90O000 rs e de qua-
.-- Art ">
I O i. |UU,UV<
Art. 24. O deposito em catacumba custar
at um anno 20,000 rs. at 2 annos 40,000 rs.
at tres 50,000.
Art. 25. Tero sepulturas gratis.
. 1.' Os cadveres adiados em qualquer
logar publico, quando nao se posso desco-
brir seus prenles, patrdes, amos ou senho-
res, ou cheles, e que nao forem reclamados
por alguem.
. 2. Os pobres, cuja indigencia for attes-
tada por o parocho, ou pela autoridade poli-
cial da freguezia.
. 3. Os que fallecerem dentro dos Hos-
pitaes do Carldade, c que ahi tiverem sido
tratados como indigentes, e que uo forem
reclamados por alguem. -
4. Os suppliciados, e os presos pobres.
TITULO 4.
Dai medidas de ordem interna, de prevenfo,
l leguranea.
Art. 26. O publico tera franca entrada no
Cemiterio desde as seis horas da manha at
as 6 da tarde ; e s durante este espaco ser
permiltido em tempo ordinario receber ca
daveres.
Art 27. A entrada no Cemiterio interdicta
aos meninos que nao estivercm acompanha-
dos, s pessoas ebrias, aos marchantes ambu-
lantes coni suas mercadorias, s pessoas ca-
vallo, e de carro, ou argida* de caes ou ol-
aos animaos domsticos.
Art. %. As pessoas admiltidas no Cemite-
rio, c que ahi se nao condii.irem com o res-
peito devido, ou que iiifiingiiem as dlsposi-
coes deste Regulamento, sero expulsas pelos
guardas.
Art. 29. He prohibido: 1. escallar o muro
do circuito, as grades ou cercas das sepultu-
ras i atravessar os canteiros plantados e subir
pelas arviire-, ou sobre os monumentos ; fu-
mar ; senlar-se sobre a relva ; escrever qual-
quer cousa sobre os monumentos ou pedras
tumulares ; cortar ou arrao-ar as llores plan-
tadas sobre as sepulturac,n e em flu prali-
car qualquer acto de q*)e venh i damno ou
prejuizo s construeces, ao decoro, e bom
arranjo do Cemiterio : 2. depositar iinmun-
dices em qualquer lugar do Ccmilerio, ou v-
.siulianva dos muros.
Art. 30. Os guardas sao competentes para
tesleiniinliar e>las inl'racfes, e dard imme-
il 1.1 lamen le parle ao administrador para provi-
denciar de conformidade com as disposifdes
deste Regulamento.
Art. 31. He tambem prohibido enllocar so-
bre as sepulturas qualquer objecto que possa
tentar a cupidez dos malfeitores.
Art. 32. Qualquer prssoa que der suspeita
de levar sem auturisajo regular um ou mal
objectos proveniente das sepulturas, ser con-
vidada pelos guardas a entrar no escriptorio
do administrador que verificar o facto, e en-
tregar o delnqueme juslica, se estiver no
caso de ser processado.
Art. 33. Os caminlios de clrculaso interior
do Cemiterio serao constantemente entrelidos
com limpesa, de modo ilai em commodo tran-
zito s posnas que tiverem de percorre-los ;
os conductores de carros fnebres, ou carro-
cas de rondn can de materies parar, a lim
de que posso passar os acoinpanhameutos
mas nunca Ibes sera permiltido permanecer
estacionados nesses caiiiinhos, sem que para
isto baja necessidade.
Art -34. As arvores plantadas sobre as bor-
das dos esminhos devero ser resguardadas
Art, 12 Sobre as sepulturas concedidas tem-
porariamente nao se poder,levantar monu-
mento, ou carneiro, e apenas se poderao col- de qualquer estrago ; e por isto ne proniuiuo
locar pedras tumulares, cruses e quaesquer nellas amarrar cordas, encostar instrumentos
outros objectos accomodados, que slrvao para
distingui-las, e separa-las, e que posso com
facilidade ser tirados, lindo o lempo da con-
cesso.
Art. 13 As concessdes para sepulturas per-
peluidade hereditaria nao podero comprehen-
der inais terreno que o destinado para quaj
tro sepulturas.
Art. 14. Os terrenos concedidos perpe-
tuidade devero ser asslgnalados pelos enn-
cesslonarlos, licando o administrador sem res-
ponsabilidade pelos inconvenientes que do
deleixo d'elles provierein,
Art. 15. Sobre taes terrenos be permettldo
levantar monumentos, enllocar signes fun-
reos, e edificar carneiros com a solidez que
aprouver aos interessados.
Ari. 16. Em urna mesma sepultura nunca se
poder inhumar outro cadver sem que haja
uccorrido o espaco de 3anno*, sendo a sepul-
tura reservada, e 5 sendo commum. Findo
esteprazo o administrador proceder exhu-
ina;ao; os restos mortaes que nao forem
reclamados sero recolhidos com cuidado e
respeito, e inhumados no lugar destinad o para
as sepulturas communs, com niaior prolun-
didade que a destas; e as pedras tumulares e
quaesquer outros objectos sobre ellas, bllo-
cados litaran pertencendo ao cemiterio. Mas
o* resto* mortaes d'homens celebres, que nao
tiverem prenles, ou amigo que os reclamen),
sero depositados em lugar conveniente com a
precisa destineco para a todo o tempo serem
conbecidos, de ordem do Presidente da Pro-
vincia e requlsiyo da Cmara Municipal.
Art. 17. Logo que decorrer o praao de 3 an-
nos da inhumacao em sepultura sendo reser-
vada, ou catacumba, e 5 annos sendo sepul-
tura commum, se publicar com os precisos
esclareciineiilosesta circuinstancia afim de que
as pessoas, aquem inlereisar, no prazo de trez
mezes procedi exhuiuaro dos cadveres,
e deem deslino aos restos mortaes.
Art. 18. Em nenhum caso ser permltlido
ao* concessionarios negociar os terrenos que
tiverem oblido para sepultura de pessOas de
sua familia.
Art 19. Logo que o enterro tiver chegado
lugar conveniente, dentro do cemiterio, sera
o caixo ou ataude conduzido com respeito, e
a pastos lentos scu destino, e o carro ser
iuimediatametite levado para fora do cemiterio
sem esperar-se pelo Km da ceremonia.
s rt 20. Terminada a ceremonia, a pcssa
encarregada do enterro entregar ao guarda
presente o cadver ; e este sewdeinera uiau-
ou andamie, ou em seus troncos depositar
materies de construeco.
Art, 35. O transporte dos materies de cous-
truccao, e de Ierras procedentes de escavanes,
nao poder ser feito no Cemiterio senao em
carro*, cujas pinas tenho pelo menos 5 pol-
legadas de larguia.
Art 36. Os concessionarios ou constructo-
res, que daiiiuilcareui os caminhos do Cemi-
terio, descarregando os materies, ou por
qualquer outro modo cauzarem alguin estra-
go, aiuda mesmo sepulturas que estiverem
a cargo de particulares, serao obrigados re-
por logo as cousas em seu primitivo estado, e
quando o nao faco, se proceder reparaco,
a sua custa.
Art. 37. Todas as vezesquese construlrem
carneiros para nelles seren recolhidos os cada-
veres, baver no fundo urna catacumba subter-
rnea coberta por urna pedra, que constituir
o fundo do carneiro ; e essa pedia dever ser
collocada 6 palmos pelo menos de profundida-
dc abaixo do solo; e o espaco que houver des-
de a pedra, que serve de tapar a catacumba
subterrnea, at a entrada do carneiro, ser
cheio de Ierra bem socada ; devendo Isto ser
praticado apenas for posto na catacumba qual-
quer cadver.
Art. 38. Todo aquelle que quiser mandar
coustruir um monumento, ou carneiro em lu-
gar, que ihe for concedido a perpeluidade,
devera fazer declarado ao administrador, pelo
menos, 3 dias antes de comejar a obra, aHni
de que este vigic os irabalbos de coiistrucyo
de inaneira a previnir que se altere o plano
do Cemiterio, ou cause qualquer oulro pre-
juizo.
Art. 39 Para que esta vigilancia se torne
inais fcil c exacta, o concessionario que tiver
de emprehender alguma construeco, a indi-
car circunstanciadamente em huma ininuta
escripia, que depois de vista e examinada pelo
engenbeiro da Cmara Municipal, ser apre-
seutada rubrica do- administrador, e archi-
vada. Todas as veses que na execucao a obra
se temar prejudicial ser embargada de pro-
prla autoridade pelo administrador, e a ques-
lo decidida pela cauara Muuicipal depois
do exame de huma cominissao composia de 3
Kngenheiros. *
Art 40. prohibido que dentro do Cemi-
terio se i illiem ou jirepai em pedras destina-
das coiisiruccao de monumentos, carneiros
&C. devendo os materies de qualquer natu-
resa entrar j preparados e promplos para
sereu postes os lugare competentes.
Art. U Os materies atsim preparados para
a construcro, e a trra proveniente de esca-
vapo sero depositado* em lugar designado
pelo administrador, quando nao posso ser
accomodados dentro do terreno concedido.
Art. 42. Todo o andaline para o trabalhn
de ennsi mi ;io dever ser feito de modo a nao
damnificar as construeces visinhas, ir-m as
|ilant.iciies existentes sobre as sepulturas ou
outros lugares ; e nenhum deposito, mesmo
momentneo, poder ser efl'ecluado sobre as
sepulturas visinhas.
Art. 43. Nao ser permiltido sob qualqur
pretexto, mesmo para facftar a cxrcuc.1i
dos trabalhos, deslocar, ou Urar os signaos
funreos existentes na vislnhanva da conslruc-
e.in, sem autorisacao das familias queni esses
siguaes pertencerem. Esta autorisacao ser
por escripto, e sujcila rubrica do adminis-
trador.
A't. 44. Os concessionarios ou constructores
sero obrigados a conforinar-se com as dispo-
sirdes, que Ibes forem prescriptas nao s pelo
administrador como pelo engenlieiro da a-
mara Municipal relativamente as escavanos,
precauces tomarem, e cmfiiia ludo quanto
tender conservaco das sepulturas, bom ar-
ranjo, e ordem de Cemiterio,
Art 45. Os concessionarios ou constructores
devero fazer tirar e cuudusir sem demora
para fora do Cemiterio aterra proveniente das
escavaces, e que n'ellas nao tiverem de ser
outra vez laucadas, ou de outro modo aprovei-
i nas : o mesmo se observar a respeito d;
calina, pedras tijollos, c quaesquer outros ob-
jectos que sobrarcm, ou restaron depois de
concluida a obra.
Art, 46. Os obreiros e serventes oceupadn*
na construeco de qualquer monumento, que
se elevar por cunta de particulares, s pode-
ro penetrar no Cemiterio munidos d'um car-
to assignado pelo administrador e que apre
eutaro ao porteiro na entrada, c sabida. Os
carles de entrada noseio concedidos senao
pedido dos concessionarios ou constriictoies.
Art. 47. As familias entrelcro em bom esta-
do os monumentos, pedras, e outros siguaes
funreos existeutes sobre as sepulturas, que
llies pertencerem ; as ruinas que resultaren'
do abandono e falta deeiitreteniiuentu das se
pulturas, no podeio ser imputadas ao admi-
ni irador ; todava os uuirdas, desde que nb-
servarein algum indicio de dainnilioae.au sobro
|iialquer sepultura,avisarn an administrado
para o fazer constar aos interessados; c na
falta de providencias de sua parte se procede-
r a demolico, havendn perigo ilumnente de
mina ; o que se verilicir por exame do enge-
nhelru da Cmara Municipal, lavrando se huiu
acto circunstanciado, para assisti- an qual se-
ro avilados com antecedencia ao. inciios de 24
horas os interessadus.
Art 48. Sendo os domingos das santos
de guarda, e de finados, inais Ispccialiuente
consagrados polas familias s visitas, que lasen,
ao cemiterio com o lim de bonrareiii a me-
moria dos morios, todos os trabalhos de oons-
tinovan ou cultura sero suspensos; as fami-
lias poreni, qne desrjarein por si mesinu cui-
dar da cultura das Dures existentes sobre as se-
pulturas de seos prenles ou amigos, o pode-
ro lser.
Art, 49. As planlafes sern feilas, sem ex-
cep(o alguma, no Interior da ona alTeola a
cada sepultura, c devero fstar dispostas de
modo a nao damnificaren!, por suas salienci-
as, as sepulturas visinhas, e nao euibarac,arrm
a vista ou passagem dos caminhos, ou interva-
los de separado.
Art 50. Tuda a plantaco, que for reconhe-
eiil.i nociva, dever ser esgalhada ou abatida,
se necessario se tomar, logo que o adminis-
trador o requislarj^e no caso do concessio-
nario nao prestar-re requisico do adminis-
trador, depois que se lavrar um termo do ac-
coi riilii, que elle assignar reiuetlendu copia
ao concessionario, a plantac.o ser esgalhada.
ou abatida.
Art. 5l. Nenhutna inscripVHO, ou epitaphi
ser feito sobre qualquer cruz, pedras tumu-
lares ou monumento, nem ser adiuittido n
Cemiterio sem que ten'ia sido antecedentemen-
te appro vado pelo CbVfe de Polica, que u'esti
caso rubricar a copia, que Ihe houver sid
subuiettida.
Art. 52. Mo interior do Cemiterio nao sern
perinitlidos depsitos de ciuses, grades, ou
quaesquer outros objectos funreos com desti-
no especulaco commercial.
TITULO V.
l)at exhumaces.
Art. 53. Extemporneamente neiiliiiina ex
huinaco se farseni ordem por escripto de
auloridade competente. Quando oadininistr,.-
dor entender que d'ahi resultar prejuizo a
sade publica representar mesma auclori-
dade com as rases que Ihe occorreicm, sem
perda de tempo; masexecutara sem inais rclle-
xo o que ulteriormente for deliberado.
Art. 54. As exhumaces, assim ordena-
das, sero praticadas em dias fixados pela mes-
ma. aucturidade, e sempre ni for possivel an-
tes das 6 horas da manha : os coveiros tero
o malor cuidado em nao descobrir os cadve-
res visinhos ; e a este acto nao assistiro mi-
tras pessoas alem das designadas pela aucto-
ridade que o houver ordenado.
Art. 55. As exhuina{es, nos devidos lem-
pos, sero praticadas de auctoridade do admi-
nistrador, ou cuidado das familias com auc
torisaco do mesmo administrador ; c n'esle
caso a'despeas dos salinos dos coveiros, e uiei-
os de desinfeceo que forem prescriptos, Ac
cargo dos interessados, c ser paga uo cofr
da Cmara Municipal.
Art. 56. Terminada qualquer exhiiinac.no
judicial, os restos inoi taes, e delles nao pre-
cisar a auctoridade que a niauduu proceder,
sero reinhumadus no logar, em que se
achavo, procedendo-se como na primeira i-
uliumaco. .
TITULO VI.
Da Capilla
Art 57 llavera no Cemiterio publico urna
Capella, sb a invocaco do SenhoHoni Jess
da ltedempco, onde se celebraro mlssa-
pelo repouzo eterno dos que furem all sepul
lados, e os inais actos religiosos, para que pre-
ceder faculdade da Cmara Municipal e cen-
ca da autoridade ecclesiaslioa competente.
Art. 58 Uuin dos guardas, designado pelo
administrador, lera seu cargo o sel vico da
i.apella, poudo todo o cuidado no seo accio e
na conservavo das alfaias, e inais objectos
ella pe tenci utos.
Art 59 Em cada anno, no dia da coinincino-
racao doa defuuclos, se celebrar na Capella
un cilicio pela alma dos que houverem sido
sepultados no Cemiterio, expensas da (ama-
ra Municipal c das Irmandadcs, Confiaras, e
Ordens Religiosas, que tiverem nblido terrenos
para cemiterio* particulares.
DISPOSICOES GERAES.
Art. G0 Peitenc. ndo a Cmara Municipal a
inipecc.5", adiniljeslraco do Ccmilerio, deve-
la olla villar em sua conservafo, promover
seo inelhoramenlii, fornecendo ao Estabeleci-
inento ledos os objectos uessesarlos para as ir
liuuiaces, exhuinacOei planto de arvores,
celo do t eniilerlo.
Art. 6i Organisar annuatuiente o orfamen-
lo da recrita, e despesa do Criniterio, para
ser submellido approvaco da Assembls
Provincial, quem tambem animalmente dar
eo utas.
Art. 6! Para que seja adniitlido inlinnia-
(o algum cadver dever a peisoa, que disse
tratar, pagar boca do cofre Municipal a
Iii.inlia eslipulada, havendo do procurador
um recibo extr-ihido do mu llvro de talao. que
ser aprosenlado ao Administrador para que
este espeja as providencias precisas ao por-
teiro, guardas coveiros. O procurador da C-
mara (tara praticar o aclo, deque se falla, ex-
gira que primeiro se Ihe aprsente declaracSo
da autoridade policial respectiva de que iuo
ha motivo para moderar-so a InhutnaeSo. Es
tas declaraces seio archivadas
Art 63 Alem disto devero os cadveres es-
tar encerrados em caixo ou alade conveui-
en tomen te fechado...
Art. 6i as sepulturas communs os cad-
veres, encerrados em atades ou caixes do
pinlio. seto enllocados nos unidos aos muros,
mas nunca sobrepostos. Estas sepulturas sao
destinadas especialmente pala os casos de que
trata o art. 25
Art. 05 Os oscravosfallecidos sero inhuma-
dos tambem em sepulturas coiumuns nos
quaileires para isso destinados, mas sepra-
los nos que s rvein para a iiihumavfio de pes-
soas livn-s.
Art. 66 No Am oe cada trimestre dar o
Procurador coma da recelta c despesa, que se-
publicada pela Iniprensa.
Art. 67 A Cmara Municipal convencional i
com o procurador sobre a grailficacao mere-
cida pelo ai o eseiino de trahalho.
Art. 68 A renda anecadada tira ippllcaefli
especial maoutenco do estabeleelmento, sen
ineihnrauentn < ainortisacSo da divida prove-
niente delle.Posteriormente a Asseinbla legi-
slativa Provincial regular o que mal* conve-
niente fr esto respeito.
Art. 69 fara o asseniainento dos bitos ha
vero dous livros abertos, numerados, rubri-
cado*, c encerrados polo pre*idenle do
'amara Municipal, que sero escrlpturadoi
pelo propiio pnnli do niliuiuslraiior. um
das pessoas lines, e oulro dos escravnso
O a-si ni imoiiiu do obilo das pessoas livres
dover conter a do claraco do nonio,naturali-
dade, idade, estado, prolisso, residencia ao
lempo em que fillecoo,assim como o numero
da i al ioiin.il i, ou si 'pollina reservada em que
fazer.Cada unidos auentamentos serassigna
lo pelo adiniisirador. e lera maigem em que si
possa lanear pelo inesuio unido as observace*,
que occoriereiii sobre a exhumacSo O as
enlmenlo respectivo esclavos contera a
doclaraf.io do lime do fallecida, edo seo SC-
uhor, da idade, estado naturalidadce mulostia.
jue leo causa morle.
Art 70 Sempre que a Cmara Vunicipal jul-
gar conveniente, e ao menos una vez em cado
auno, noiueara urna comiiiissao de trez
ineinbros, probos, intelllgeules, e elosus do
publico trrico para visitar o Cemiterio, ex-
aiuiuar os livros, e ver se os diversos emprc-
ados tem bem desenipenhado suas obriga-
fes, expondo na mesma occaslSo lodo* os
un II101 noenio. que entender ueecssariso ao
eslaboleoimenlo.
Art. 7i At o lim do mez de Janeiio de cada
innu.e fura disso qdaudo expressauente lliefoi
eligido, far a Caiuaia lluoicipalao Presidente
la Provincia 11111 rotatorio cireiinistanciado dn
estado do Cemiteiio e dos mrlliorainenlos 111
urgentes, acumpaiiliado dos niappas, que pre-
cisos forem, para explicar os servicos durante o
anuo lindo.
\i \i abertura de sepulturas, construe-
co de catacumbas, de carneiros, jazigos,
uionuiiiciilos, e quaesquer outros objectos,
permitlidol, para nistinguir as uiesiuaa sepul-
turas, nao pemiiiii.li> alterar a planta, plano
: i!, -ei i| > ao do Cemiterio, approvados pelo
Presidente da Provincia e que fas. 111 parte
desto Hegulameulo. Aiuda depois de concluida
a obra, sempre que for possivel, se dever re-
pr as cousas 110 seu otado normal, custa
dos interessados.
Art. 73 He prohibido despojar os caixes de
seos ornatos, eos defuuclos de suas vestimen-
tas, ou de quaes quer objectos com que estivo
10111 adornados.
Art. 74 A Cmara Municipal designar em
edital, que sera publicado pela Imprenta, o di a
em que 110 Cemiterio se hade coinecar a rece-
ber os cadveres, c eulo licaio prohibidos
os ente) 1 .linntus em qual quer oulro lugai
dentro da compiebenso da cidade du Hecili
e deseos suburbios, excepto os dos Princi-
pes, e liispos
Art. 75 Fico pertencendo ao estabelcciinen
lo do Cemiterio os cairos fnebres, e lodos
os inais objectos c pe teneos nccessailosaos en-
terra* e fiiuercs.
I iiini regulamento especial marear a quali-
dade e inais circunstancias dos misinos, as-
sim como laxar seo preco, e reguUr ludo o
mus que convier este servifo.
Art, 76 As Irmandadcs, 1 onfrarias, c Ordens
Religiosa*, que quizeroin til sar-sc do liouefi-
co do art .'!" ioiiicilai.iu da Cmara Municipal
1 concessfio, e depois de haverom accordado
na qu iiilid.ulo do terreno, se lavrar termo
ospecilicado, em que se declare, que fura do be-
neficio do citado artigo, fico contos particu-
lares sujeitos a lodas as dispnsi(es do presento
regulamento e das altcraces que pusterior-
nenic forem feilas em virtude de Icl pro-
vincial.
Art 77 As corporace* de que trata o arCgi
antecedente iico sujeitas laxa dos arts 22.
23, e a devero pagar do iiiesuio modo que
os particulares, coi a uiiicadillcreuc.i, que
>or cada cadver inhumado em suas catacum-
bas pagaio smente 5.000, sem inais des
peza.
TITULO NICO.
Diepotitrs Trnntitoria*.
Art 1 Em quanto o Estabeleelmento' do
Cemiterio nao estiver no caso de poder fornc-
cer os carros fnebres, e lodos osniais objec-
to*. e perlences necessarios para ns enleiro*,
foneres, a ('amara Municipal cnnlrat-r
com um 011 inais empresarios este forneci-
mento, pre^otaxadn, parase evilarem abusos
e extorses, coiiiminando aspenas, em que 11
enrrerem, ouporexigirem de nials 011 por se
ir i n -ai > 10 ao fnrnooimento enm a proinptido
ilevida, e estipulando entre outras conriieres
ada conrtneedo gratuita dos cadveres dos pre-
sos pobres e das | essoas menciona das nos 3
primeiro* do artigo 25.
Art 2 "a (amara Municipal mandar,
desdo ja, construir as catacumbas siifiei-
entes para orcorrer s necessidades do ser-
vlco do Cemiterio, c ir pfoporcao das mes-
nas necessiiadcs augmentando o Art. 3 Se pnrem o rilado do cstaboleci-
inento nao poder supportar esta despesa, po-
ler-se-ha com auoi.n i.o. a > do Presidente da
Provincia, elevar durante os 3 primeiros an-
uos, i|ur vo decconer, o preco das catacum-
bas at cobrir o seo custo,
Art. 4 Us individuos proposlo* para os ein-
pregos na lormadn are 5 entrarn logo em
exercicio intrriuanienie, al que 011 ejo
noiiioados outros cni SCO liu ir.on definiliva
mente approvados.
Palada do Governo de Pematnbuco 17 de
Kcvcreiro de 1851
Joi lldrf- n. de Souia Ilamoi.
EXT^^OR.
poi
Re
Art. 78 A Cmara Municipal prover,
su u posturas, liel observancia d'este
gulaincnto, commiuando a> penas, para que
a aulorisa a Lci do seo Regiment,
o brasil r: ROSAS.
Pars, 27 de dezembru tic 1850.
Septinoopg n lu'; s noticBs reevhnlas do
llrasil. o povernn ini| erial lem mnslrailo
or seu* scios rcenles que ert ecidido a
"Zer vigotosameiil a guerra conlia Rosas,
su por amsn o rompinii tilo dit lunuilico, cu-
as parlicularidades ja c miamos vier linal-
iiienli' a lem inar na guea/a Esta siluarjfi'',.
igamo-lo de pftisogurn, ptreco forneeer
11 in arguu ento ui|uollss que cnstiram entre
mis conclusSo dn iii-vo t'Kiailo Le P lnnr
a as preparan! para iconsellisr a no racii-
neiici") du tr.esn o pela iisemblt. An ver
les-es hallis politiCOl teriainos devi le a
levemos i n i a tiiar partido dos dous emlia-
1 coi de l .as, para exigir delle tu loo na-
ta eiMicei.r-iiiiv Esleargumento (180 i-m
leudo um valor taparelo, puiquniilo, no
.lia em que lixossemoa diapvsdo o primeiro
aiiiifio cotilra liu 1 os-Ayri s, loriamos, por
issiiu iii/oi. assignado pardu gov<'in.i ,.r-
,'"inii,11 Com o llrasil. i! 1- -s c,i i. lie I 1 uno
se leiia pii.-lu 11 luacos rom iliins injniiffS
10 mesmo lempo; e o Rrasil ilo su pirle,
epreseniando u papel que os adversarios do
Iratsdo Le Pfdou iieonceihain Trama, se
1 ria de I-un gia lo aproveitmlo ds con.pli-
eat'S de 1 ossa qm slfo para terminara sua.
lia ali'in dissn (mu todasessas iutr>"s imc-
ficanas, quaesquer quas jam as lionsrela-
' s que as liguem rom 1..1 uu tal potencia
la Euro 1 a, una especie de 1 alriolismo do
lii'iiiispliprio, um patriotismo do novo inun-
o 1 m f ce do antigo esse scntimenlo ame
ricaniii teiia liieililailo ni.....eluso da paz
.'litro as dius naijOes americanaa em presi n-
a .lo iinii. (nena da Franca contra Rosas.
Volteo os quesillo do Brasil, o BrasJ
sla prepaia lo e ai mado, A partid u tiltil
tno paquete, r. u 11 toes ruii-i ieraveis delro
isa linhan si o operadas e um curco des
hll lionioiis eslava leuntdo na fr.nileira dc-
baixo do coiitti.iiti.lo do ioiiioii| Cadaval,
Desdo 11 da em que as iiustili 'mies torera
declaradas, cMo esercito estar promplo pa
a entrar em campanha. De outro lado, o
i lar nenliiiiiia occasiflo de aperfflifoarsuas
ttialituicOeS i; de fortificar son po ler. acaba
lo enviar 1 Euro a um de S'iis militares
nais .!slinetos, i) o......el Reno llanos com
, nii.s.s.i de eugajar um corlo numero do
ijuciaes e soldados iar* as urinas esp-cias.
l-'sta medida, cu jo alcance no lem aidojua-
men'o apreciado ior algmis liouiens po-
lticos, nao prova contra a uiganisacfln tni-
ilar du llrasil matado que o emprejgo de
ma IcgiSo estrangeira ou deregimentog
OSS08 piova contra a Torc/a do cerlui exer-
citos eijro, cus. Finalmente, no llrasil como
ni Franca, as tropas assim 1 jigajadas nao
podem servir *on3u na frontoira e contra o
traiigeiro. lie esla urna das oun in.i s da
le ctu virtude .la qual cases engajamenlos
levetn ser operados.
SBo lacios ile sabia previ lencia, os quaes
polein sutvir para faser apreciar a poltica
lo joven Imperador I). I'c lio II e tos est-
dial s distinctos que o assislem cun seus
eonsell'liS O llrasil tem (lilla vanla-etis
mui raras lis Europa, o qne lallam ccrla-
mente a todos ns oslados dn America do sul;
elle tem urna excedente cunstitui^ao e um
xeoilont.' governo. O que val asna consti-
tuigilo iiina exti 'liencia decisiva o lem pro-
vado. O lira il, novanieute emanci. alo ,
tova que passar pela prova a man .lillieil
para os povos, urna dess>s prova*, que am-
ia iiiusu.o nal velbas inuiia cines, eram
quasi sempre o signal de int.is o despeda-
ineiiliis hilemos ; ellealievesinu una 1111110-
ridado e urna regencia de dozo anuos A
oiistiticilo brasileira sabio victoriosa des-
sa piovit,,1.i ; o principio monarcliico qus
Ihe se> ve de Lase foritficou-seem vez daen-
1 ai'i.i'f' 1, e o 1 i o. a 1.11 l). Pedro ao lomar
os.se do goveino, tifio rchou no povo que
iinlia laudado o eu berg.i si'nflu um aug-
iii 1,lo de synipatiiM e ciic,ir;5o.
O tegimen constitucional funecinna no
Brasil em Cola sua pleuitu.le Os ministros
lo Imperador sSo 01 liomeiis parlamentares
que seu meriio eminente reaummanda es-
culla do principe, e quo dirigem a maioria
lu cemiiras. U prcsijenlo do conselho
MUTILADO


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a-w*aswm*msmmwmmtmMmsMms^m
ministro do mppt io vsconde de Monto Ale-
gre, foi membro da regencia trina e lasca-
ra em todos os pazes por um dos homens
irais versados na sciencia poltica c parla-
mentar. Quanto ao minislro dos negocios
estrangeiros, o Sr. Paulino de Souza, nos ja
dissemos oque elle he. Snas lonjas dispu-
tas com lord Palmerston c seus agentes no
Itio, a respeito ilas piratarias dos crusa lo-
res inglezos. tem demonstrado a firmeza
deseo carcter, a rectidilo de seu espirito
os recursos infinitos do seu talento de di
plomat. Suas olas ao cenrral Cuido silo
tima obra prima de bom sensoe deeloquen
cia : ellas pem o ultimo scello a sua lama
de estad sia. O rr.inistro da justics, o' Sr.
Ku7ehio de Queiroz, o qual comecou su
carreira coreo magistrado, lie um dos ora-
dores ni is distinclos da cmara dos depula-
dos, a ello se (leve a organissco da polica
ni. ciilade do llio, a qual nada tem queen-
vejar sobre este ponto ao regiment das
grandes cidadesda Europa.
O r. Felitardo. ministro da guerra, he um
oflrial do corpo de engenheirns, mui distincto.
o qual fez suas proras na admiuislracao supe-
rior de militas provincias. O ihqbUo da fa-
?cnda, o Sr. Kodrlgucs Torres he um desses ve
teranns do poder, do qual nentiiima combina-
rlo ministerial se pode privar, tan grande lie a
autondade <]iie llie d a sua esperiencin- tile
he o liomeiu do hrasil que melhur entende
qnesloes econmicas, fui muito lempo minis-
tro da marin*, e he ao sen irlo lofatigavrl
que o lirasil deve em mui grande parle a cn-a-
Cita de sua armada, a qual e aclia hoje em mu
pe respellavel. tanto no material comu no pe-
anaf. t) actual ministro da inariiiha o Sr. Tos-
ta, contina com inlelligeiicia e vigor a obra de
sen predecessor ; elle he ao iiiesmo lempo um
administrador hbil e um boiiiem de iniciativa
< de areno.
Taes sao os homens que govcrnam presente-
mente o Krasil, e que reerbem da alia inlelli-
gencia e do carcter decidido do Senhor l>. Pe-
dro II a direccao esclarecida e firme com o soc-
corro da qual o Urasil vai avancaudo a pasaos
largos no caminho do progresso.
Dciiiu-nns por um momento ao trabalbo de
comparar : j que se trata de una guerra possl-
vel entre o imperio do.llrasil e a repblica Ar-
gentina, comparemos a siluac fio dos dous esta-
dos e vejamos de que lado esto as probabili-
dades de bom successo.
Km Huenos-Ayics ha um homcn, nada mais
que um homem, Rosas, nada mais que Rosas.
Procure quem quizer as instiluicoYs, procu-
re os estadistas do governo argentiuo que na-
da achara, absolutamente nada, senao o dicta-
dor. Rosas he alguina cnu>a ; ceitaiuenle o
lioiiiein i|ue lirou a ordem do chaos, o huinem
que, ha vinle anuos, tem sabido inaulrr-se lir-
ii.r s bre o solo movedizo dessas repblicas da
America dosul.nflo he um personagein de me-
diocre valor; mas rinfiui um hoiueiii passa, el-
la se esgoia, elle canea, elle morrr. Urna vez
que Rosas disspparefa, o que restar a rep-
blica Argentina, a essa cuulcdciaco illusoria.
a qual uein meaiiio tem estados confederados ?
Nada, absolutamente nada, porque ella per-
dera com Rosal o scu legislador supremo, o
seu diplmala, o seu general, o seu magistra-
do Km ueuos-Ayrrs ludo depende da vida
de um s hoincm, bem como toda a orgauisa-
(o ficticia do Paraguav dependia da vida do
J)r. Francia. Kssas repblicas da America do
Mil sao destinadas a fazer-nos ver entre outras
inaravilhas, o absolutismo elevado a sua mais
alta potencia.
Eis-aqui os dous paizes ein presenca um do
outro. Nao se comprehende como Rosas leve
o ii i 11 pensameutode suscitar uina un qucslao
ao Hiasil, du qual, em rasiio da communlio de
interesses sul-americauos, elle drveria ser o
inais natural alliado. Comprehender-se-hja
multo menos anda como ella sem motivos se
Uportt aos riscos de una guerra que nao po-
de deixar de ser-lhe fatal ; porquanto o lirasil
* 111 nuil lula armada contra o governo argenti-
no, tem sobre as potencias europeas a iiniiieii-
sa vanlagem de poder atacar huenos-Avres por
lena.
Qualquer que seja a determinar/o ulterior do
dictador argentino, as sympatliias da Kuropa
nao fallaron ao erasil uesta occasiio) mas (luc-
remos crer que Rosas, o qual tem dado tantas
provas de bom seuso e Ue liabilidae, ofio dar
agora mu desmentido a toda a sua vida, Se elle
quizer que a historia se oceupe (delle, se
quizer deiicar atrs de si algiiina cousa, de-
ver fazer uutra cousa que uu guerrear sem
rasan como brasil.' elle tem que dar ordem
que lundou em unios-< yres, baies dmaduu-
las, tem que organisar all o poder eaaou
nisiraC'O, tem que lazer em una palavra que
ilrpois de si pcrinanrca em p adunia cousa
densa cnofederacSo argentina, a qual se elle
(les.-.ppareccssc agora, nao seria iicm mesmo
um nomo.
(Ciwtlitutiontl.)
!Q.
MTtKiOrt.
".ORIlK.M'OMlKV.U l)(l DIARIO liE PLR-
NAMBUCO.
Par, Ki de fetereiro ilc 18.il.
Coz a piovinea de cnnuileio socego,
Das inda luamos com a epidemia ilo ati-
no passndn queall c ain la oseslrangeiri
as tusa i ii.li.-iic.H i'i >. Ainhou hoja um
navio ingb'z, que segundo dizem lrnz tola
a trii ulac.au iloenti; : elle bavia sabido lia
Ires para quiltro dias.
O ConiOiercio continua animado, tem
cre-culo as rendas geraes e provinciaea, mas
a gonima elstica, que pareca conservar-sc
em preco subido, sofireu estes dita rlguma
baixa. Dos geeros de pnmeira nec ssi-
dade a familia he que tem (aludo, e con-
servo o preso de 3,000 a 3,200 res o al-
queire.
O ongo presidente emprega lodos os seus
exforcus para a concluzSo de algumas
obras, e tem empreheiulido novas, que
'rain de urgente noessid-do. Dos per-
mita que o governo central reconhecendo
as ti- cc.-Milaiii's desta provincia, Iomega os
meios de acu lir-lhes, e se apruvete de um
administrador zeluso e ititellige.ile como o
que temos.
As garcas da capital fexcepto o 13 ele
Mato ) va ni se entregando ao campo das
descom naturas ? o Van-la mesmo, que se
aprigoava lodo ordeiio o cotnmedido, des-
bouv-'-'-e d senda que principiara.
DIAHIU HE PHWlIBDIiO.
atore, 25 o riviattao de IS51.
Falleceu hoje e foi sepultado na igreija ma-
triz de San Fre Pedro Gonr.alves o reverendo
vigario da uicsma freguezia r'iancisco Ferrel-
ra Harrcto. Sacerdote distincto por seus co-
iiliecimeutos e por seu genio candoso, excel
lente parochoe bom amigo, uSr. Ferrelra Jr-
relo encoiitrou nos seus ltimos dias uina bem
significativa retiihuico da parle dos seus
parochianos pelo zelo, com que sempre os tra-
tara ; poi que acliai.do-sc em um estado de
completa pobreza, loi por elle alimentado Ju-
rante sua molestia, sendo que al as liornas
fuuebie lueioiaiu feitas poi elle e por mais
alguns amigos: he esta una perda que o clero
brasilciro nao pude deixar de sentir vivamente.
O vapor San SebatliXo entrado h-ijc do norte
trnuxe-nos gazelaa do Para que alcancam a S do
correntc, do Maranho a l3cdo(Jearaa 15.
O Para conlinuava no goto deinalteravel so-
reg nao olfereceodo emsua marcha nenbuma
noyidade desfavoravel. A carta do notso cor-
respondente, transcripta em lugar competente,
cnntm algumas particularidades relativas ao
mercado da provincia, assim como a trif no-
vs, dequeainda por all contina a febre ama-
relia, que regularmente acommette todos o
estrangeiros chegados de novo. O 7'rere di
Mnio .ni iiiinci i em termos que niio sao destitui-
dos de (mercase, a viagem dollr. I'alroni para
a Europa; eis como se elle exprime dando ao
mesmo tempo urna ideia do lim de sua gigan-
tesca lli I -sin :
( O brigue porluguez Tarujo II, sabido desle
porto un di.-i.JS do mez lindo, levou a scu bordo
de pissagem para Lisboa o Paraente r. Filip-
pi Alberto Palroni Marttni Maciel Prente c sua
familia. Ksle dlslincto brasilelio, ornado de
profundos conhecimcnlos litlerarins, drige-se
a to longiquas plagas com o firme propoiilo, di
elle, r/". uiici ideia fira, de fazer urna revolu-
(;ao nosystrma polilico da Europa, e cspecial-
menle deolferecer a rainha de Portugal os aeus
importantes projecios de inelhoraineiilos, e re-
oascimenlo da(|iielle reino. Permita Dos
|ue a sua empresa seja alfnrtunada, porm
muito duvidamos do bom exilo delta, e triste-
mente agouramos do sorle do Sr. I'atr ni.
No Marauhao proccdla-se a elelcjfo dosdnus
deputudos, coui (|ue foi augmentada a respec-
tiva rcpresenlacao na sseinhla geral, sendo
pepas conheel.io o resultado la volacao do
culleglo elclioral de San-I.uiz que he se-
pilile : Os Srs. Antonio de Karros e Vascou-
ce los (ch( fe de policial 50 votos, Gregorio Ta-
vaie Maciel da Josla 44, Frederico Jos Cor
reia 12, Francisco Raymundo Crrela deFarias
Sobrinhoc Jos MariinsFerreira I.
O Progresto refere no seu numero 9 a seguin-
le des^raca acontecida a inn> pobre prela:
lia poucosdias atirou-scueut'o de um poro
no Apicum das Lavadeiras, e afogou-se logo
uina prcta eseiava por noine Joanna, lavadei-
ra de prolisso e de 4o anuos de idade. Referi-
ram-nos o laclo da inancira seguinte :
A prela tendo a lempo recebido de oulra
inulher nina porco de roupa para lavar, recu
-.n.i restilui-la sob futeis pretestos. Km con-
sequencia disto foi se adoua da roupa queisar
ao subdelegado da t^onceicao, que uiandou lo-
go um soldado busca-la presa a sua presenca.
A infeliz ao precentlr a approxinaco do solda-
do, que acompanhava a dona da roupa, e re-
celando a presenca desle subdelegado, que se
ha coui raso tornado o terrror da freguezia,
prclerio o suicidio a passar pelo casngoarbi
trario, a que tem sido uijrias innmeras ou-
Ir.is vi'tioi.is nodesiricto da (.onceic /; e nesle
proposito precipila-se no poco, sem que pessoa
alguina lenlasse iinpedi-la nu se apressasse
a subministrar-lbc os soccorros, que a urgen-
cia do caso exiga. O proprio soldado impassi-
vele iudiHerenie presenoiou o drama de lulo,
Oo Ccar apenas nos cansa ter iiavido um
assassin.no na I uni.l.i do Retiro comarca do
Sobral, na pessoa de um vaquelro de Jos G -
mes Prente, sendo indigilado como asassino
outro vaquelro de Joao Rodrigues da Cunta
de nome Joaquini llibeiro da Silva.
Por carta do Rio Grande do norte sanemos
terse all ellcctiiado a eleico de um deputado
assembla geral, redimido os votos sobre o
Sr. Joo Carlos Wauderley._____________
VaKIdaii;.
CONCP.F.SSO DE MUI.HERES.
0 socialismo tem proiluzido na America
os'melhores resultados. O* alfmaies, sipa-
teirns, e os oulros homens de ollcio lana
bi'in lein (ello os seus meetmgs, desejaodt)
orgtnsaro munilo industrial conforme o
eu capricho. Vamos porm fallar deou-
tra reuiiiSo que anda que de diverso as-
pecto iii'im pur isso deixa de ser summa-
mente curiu.sa. Trata-sede urna convenci
I ue em 23 de novembro fize ni fcei las mu-
Hieres em vVorcestri*, aspirando revIndiCa
guns .lireuos do seu sexo, usurpa los, no
seu molo de pensar, pelo imperloavelegn
ismo dus linmens. N'iriii pal vra, urna
' UM' .i;.; i de inullierus enfrascadas tas
ideas do socialismo.
Todos os estados da Unido fonal convo-
cados para esta assembla, purm nica-
mente dezenleiideran convenitjnte mandar
all as snas delegadas, e fo am :--Nival York
--Nova JerseyP nilvania--Ohio--Mss*a>
chioselts Rbo.le Irland -- Connectienl
Vei inolNova lian p isluree Maine lis ou-
lros esta los por motivos que no aioanea-
'i,os, mas que deviam ser poderosos alleu-
lenio-se a gravidade da materia perma-
nrc-i.iiii sunius ao clinuiii nidltO. Viii nina
s das suas Olhas se apre>entou na arena
a quebrar litigas pela causa da liberdade
feuiinil.
Todava, a reun lo foi nurne-osissima nfio
se excluiudo pessoa alguxa qualquer qu
losseoseu sexo, i lailc, cor, ou classe;
assim desde as nove e meia da manliila
em queso abri o salSo destina lo para es-
te lim, foram acudilo as iluzias tantas
tilo distinctas pessuas, que em breve a as-
sembla olTeruce um luxo de variedades
nunca visto.
I'ni.i ci ladoa do Worcester, mistriss Ear-
le, leve a honra de convocsi para a tssSu
as amaveis representantes. A presidencia
fui cunlia la a mistriss Pauliua W. Davi
de Ithode Island, e Win. II. CaoniDg, de
li'istou, e Sarsb Tyn 'ale da Pensilyania fo
nuil investidas na diguidade de vice-i resi-
dentes, a eleisSo de secretarias recahio ein
I! mu M DaSlmglOn, e Joseplla ('.. Ilalbway,
a prioieira Ja Pensilvauia, e a segunda de
No va-York.
Almo a sessiio um discurso da presiden-
ta, ein que seeX|.6z com algumas palavras
mais das necessariaso objeelo da reuniao,
0 os pontos quo deviam disculir-se, invol-
vendo grande numero de ritlexOes ediOcao-
les miIii i; a cuudigSo social da mullir ueste
iiiuiijo de miserias.
lia quem diga que a oradora grangeou
com a Ma eloqiiencta as syinpatbus do au-
ditorio; mas algui-m Mstenla que mais
laiuno causou ao sexo feio com os seus hel-
lus- uilios azues, coiu a sua branquissima
pelle o os seus cabellos louros.
Sahio logo a campo urna nova guerreira
ni iii.i a de poni em branco, e com a lanca
em risle. Era urna Lucrecia Dott, que tem,
segundo um chromsla da assemba, a phy-
Miinoiiiia de (erro de Suwarrow, sendo a
sua (igura scomposla de ossos, msculos
e i-e>oiucnii 1 E quem seria capaz de repe
1 ir i.; palavras que sabir un de seus labios
maneia le urna torrente que em na la
repara, e ludo atropclla ? Ab.-lemo-nos de
emprenender seuielbaute tarefa ; porque
aigutna cousa dovemos conceder a exalta-
codo momento, e multa desCilpa lein a<
ideias emitlidas por mis. Dotl pela cir-
cumstaucia de teieui mullos mandos as-
sistido e approvado as suas rroposices,
e tambem nSo poocos irmflos e pren-
les d8 representantes dosis convenQSo ri-
dicula.
Fez Inmbem um papel muito principal,
urna menina de Nova-Voik, do origem Irn
cezs, chamada Ernestina L. Rose. Mais in-
sliilgenlo para com o hornero, que as duas
anteriores nflo leve a bem deprimi-lo com
sarcasmos e dictorios, e limitou-se a sus-
tentar o direito que tem as mulheres de ver
o fallar, urna vez que Dos lhes concedeu
olbos e lingos como a todos os bichos v-
venles. NSo ha cousa mais justa nom mais
rasnavel!!
Como nos falta espaso para referir alguna
pormetiores curiosos, vamos contar um dos
mil dparates que all se ouviram, o que
bastara para formar urna ideia de tudo o
mais. Como a representante M. VVendelle
i'hilippe susteiitas-.i> quo a mulher era es-
cava, porque assim o quena ; pois que ao
COnlralltr o matrimonio promedia amar,
honrar e obedecer a seu marido, pedio a pa-
lavra mistriss Abby K-lly Postre, e contou
a anedocta de nuslnss llancorft, que na
occasiito do casamento, e no auto do sa-
cerdote pronunciar a palavra obedecer
respondeu com resoluco ~ Nao farei
tal s Todas as mulheres, aecrescentou a
oradora, deviam imitar este exemplo.
Nao sabemos o efTeito que causaram es-
las ultimas palavras em todos os homens
que assislirau) assemba. Oque parece
ccilo be que Mr. Foster, esposo da orado-
ra, nao s leve bastante fleugma para as
ouvir, nas ale asapoiou Este, he o Tacto.
Nossos lilores que o avaliem como inten-
derem.
A Chronica de Nova-York accrescenta o
seguinte acerca desla celebre assemba.
o So ha realmente peccados que em si
mes no- levem a penitencia, a convensao
das mulheres celebrada na capital de Man-
cuusetts, uo pode deixar de ser um p c-
cado desse genero. Os priuci|iios de que
aih se le/ alardo e os planos de dissolusSo
sucial, que discutirn) e applaudiram como
nutras tantas reformas ligttinias e necessa-
rias, mostram o estrago i|in vilo fazendo
nesle palz as ideias niveladoras da poca.
.Nossos I. limes pdem julga-lo pelo que vai
ler-so.
.Mistriss Foster que os leitores j conho-
cem como urna das oradoras mais fogosas
da conveneo, disse entre outras aiiiabili-
lades do mesmo genero, o seguidle : Eu
u.iu fallo como mulher : so teulio ss.i ca-
tbegoria, fallo como um ser humano e dos
tiomens e das mulheres cumo seres huma-
nos. Sio veuho pedir igualdado de dirci-
los, mas reclama-los, nao venho solicta-
los, mas exig los....Sos temos direilos, e
entro elles o de fazer rcvoluc,es ecoitar
caberas una vez que os homens o fazem
tambem o.11 defesa dos seus. Somos iguaes
por natureza, e s desiguaes por escra-
vidilo.
NSo ha cousa mais justa, e se havemos de
tor verdugos 13o formosos estamos promp-
tas a entregar a cabera !
A.io silo menos curiosos os paragraphos
que exliahitnos "m coiilinuajao de varios
oulros discursos.
Devenios dizer a verdade crua, deixan-
do-nos de conten ulac,es, e sem andar pela
rama lovelrios aturdir os ouvidus do ho-
mem lyrai .o, pela degradarlo em que por
lautos seclos, lein ii.in a mulhersepulla-
da.a-Convitnos, a fianqueza primeiro que
ludo, e em quanto ao argumento dos gritos
de que usuu a oradora, confessamos, que
nos convence.
c A mulher deve gozar iguaes direilos polti-
cos, iguaes franquas e privilegios que o ho-
M ni. Esta be uina verda le como um templo?
(.'ue bem nao (icaria a urna mullici un uuilor-
mc de lambor-iiir, urna balina de padre ou
um chapeo redondo?
Oa estamos no caso de derrubar o despo-
tismo feudal e religioso, isto he, as leis c a bi-
blia, e iorinar os aticcrccs de urna nova socie-
dade.a deguudo isto as leis e a biblia nao
sao mais do que papel pardo. Para que preci-
samos dcllas '
> O pulpito e S. Paulo por tercio entinado a
obediencia das mullii res, tio os culpados da
cscravido do nosso lexo.n Venha San-Paulo,
e lodos os pregadores havidos e por haver, pa-
ra seren castigados como merecein
(iPorquauto agrande lei lundamenul da ver-
dade que diz que os seres iutelligentes c no-
raes esto obligados a obedecer a lieos primei-
ro que ao homem, comprehende tanto o ho-
ineiu como a mulher, e segue-se que (odas as
mulheres cst*o no imperioso dever de obede-
cer Minente ao que llie dictar a sua prnpra
CoDtciencla -em uecessidade do cnseoiiinen-
lo de seu pai ou marido,
tsia claro que as mulheres devem exigir
assegurar: l. Urna iustrucco oas escolas
primarias e superiores, nas universidades ou
instintos jurdicos, mdicos e religiosos to
completa e esmeradamente quanto aejam sus-
cepnveis de a receber. 2." Prdcipacao nos
iiali iiinis e lucros, riscos e remuneraedes da
iiniiisii ,i pi oiloiu v. i em "lililes limites pros-
criptos pelo gosto, juizo intuitivo, e pelo vi-
gor physico ou mural. 3 Urna parle igual
ua lormaco c adininislraco das leis rnunici-
paei do estado, e uaciouaes nas assembl.is le-
gislauvas, tribunaes. etc. 4. Uina uniao cs-
pi'itual e social cooi que possam ser guardas
dos costuiues puros e honrosos um alio tribu-
u il de apprllacao em casos de ullrage, em que
nao i. un un nciii possam ter interveuco as or-
gaiiisa(es ecclesiasticas e civit, como agora
succede, e um meio de exprimir os penaamen-
tos mais elevados de juslica dictados pela coas-
ciencia humana, e saucciuiiados por tantas ins-
plraces. Soberbc! Nao lia cousa mellior que
por io ir. as cou-as ao nivel!
Oesde o principio a mulher tranitornou
todas as cousas desle mundo por ter comido
do pomo vedado, e agora cuinpre arranja-las
de novo. A pi nucir parle he inconteslavel,
a segunda he que pode ser posta emduvida.
(ue importa ser o remedio peor que o mal ?
Seria nunca acabar se fossemosa Iranscrever
todos os desatinos que sibiram da bocea da-
quellas esliniaveis cidadoas, possuidas das
ideias do sucialisuio, e ebrias com a ancia de
om modo de ser imposslvel. Todava he pre-
ciso sermos justos. A parte feminil nao foi a
mais ridicula na conveucan ; algumas pessoas
do genero mascnliito tambem entraran! no de-
bale e em laes termos 'que |uasi tiveram que
arrebatar a palma do desvario presidenta, a
inisli iss i'usier, a mistriss Rose e algumas ou-
tras oradoras de salas.
Coube esta gloria a Mr. f'baoning, a Mr. Buf-
loiii, Mr. Fosier, e algum oulro mais, cujos no
mes mereciain ser esculpidos em marmore e
no bronze em raso da aua condescendencia ;
porque os nossos leitores nao devem perder de
vista que o ultimo dos notneados he marido da
que mais griluu contra a iv rainuia marital.
Seria para desejar que o tal Mr. Fosier com-
preheudesse o equivoco que leve com elle a
atureza eque tralas.se de o remediar no pos-
sivel. Porque uo faz presente a sua digoa uic-
tade da sua casaca, calcas e tois arraujos va-
ronis, trocaodo-os pelo vestido, challe e mais
adornos de sui mulher ? Islo serla oomprehen-
der melhor o papel que cada um dasles ama-
veis esposos esta chamado a representar no
grande theatro social!!!
[Peridico dos pobre no Porto)
'ynetrjn !!>! !! llll gll [IWIIIBUMMI,
Repartigo da Policio.
PARTE DO DA 20 DE FEVEREIRO DE 1851
I man presos: ordem do chefe de poli-
ca o Portuguez JoSo Jaciotho de Souza
Valle, para averiguarles polciaes, visto ter
sido encontrado fora de horas vestido com
urna farda do artilharla, banda de inferior,
e bonet do segundo b italbao de cacadores:
ordem do subdelegado da freguezia do
S. Jos, Joiio de Dos, por offenvas pbi-
siess ; Joao Gualberto de Santa Anna e
rrancisco Rodrigues Barboza Seixas, sem
leelaracSo do motivo.
COfflfflERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia25.....14:2-20,516
Detcarregam hoje 26 de fvereiro.
Rrigue frunce/ Columbe mercaduras.
Riigue americano --Rusemund-- farinba de
trigo.
Patacho dinamarquez Henriqve o resto.
Rarca americana John Farnun farinha.
(tarca americana-- Muikingen -- couros.
iirigue americanoPhenix bacalbo, breu
pixe.
Rrigue francez -- Guarda Nacional vinhos.
Patacho portuguez Espadarle merca-
dorias.
Patacho brasileiro Emulacdo -gnerosdo
e palz.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 25.., ... .
Diversas provincias.. .. ,
4:972,857
120,919
4:493,776
EXPORTACAO.
Despachoi martimos no dia 25.
Rio de jai ciro, brigue nacional Suarcs, de
196 toneladas : conduz o seguinte : 1,240
saceos e 240 barricas com 8,027 arrobas e
24 libras de assucar, 1,000 cocos de comer,
4,204 oieios de vaqueta, 40 canas velas de
carnauba, 4 saccas arroz, 51 saccas com 307
arrobas e 23 libras de agolo e 3 caitas
com 201 duzias de sapalos de marroquim.
viole nburgo, brigue inglez Pearl, de 294
toneladas : conduz o seguinte : 3,800 saceos
com 19,000 arrollas de assucar.
(.lucl-iadl, escuna diuamarqueza llols-
tim, de 174 lonoladas : conduz o seguinte :
2,000 saceos com 10,000 arrobas dfcassucar.
KECEBEDORIA DE RENDAS GEIlAKS
INTERNAS.
Rendimento do dia 25......2:167,174
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dn dia 25 2.279,417
.MoMnenlo (lo [Mirlo.
Navios entrados no dia 25.
Para e portos intermedios 14 dias e 12
liorus, e do ultimo porto 15 horas, paque-
te de vapor \'erh%mbucina, de 240 tonela-
das, cotnuiandaiiie Joilo llenriques Olten,
equipagein 29 Pass-geiros: para esta
provincia, os Brasileiros Antonio de Mou-
ra Rolim com sua familia, Jeronymo Ma-
cario Figuera de Mello, Ugulino A yres de
Freitase Albuquerque, Jos Mariano Al-
ves Serrlo, Joo Men les de Almeida, Fer-
nando Vieira de Souza, Felippa de burros
Vasconcellos, Francisco Jos Florencio,
Tbeolonio Cerqueira Carvalho, Francis-
co Al ves de Souza Carvalho, Francisco
Ezaquiel Rarboza, Renjamin Frauklin
Torriao lia i ros, Antonio Francisco de 01 i
veira, Antonio de Souta Carvalho Cma-
ra e 2 escravos a entregar, os PMlUgue-
zes M iiinul Pereira de Araujo Vianna e
Manoel ConQalves Cill : para o Rio de Ja-
neiro, 7 engajados para o arsenal de guer-
ra, 6 recrutas para o exercito e 2 escravos
a entregar.
liba de S Miguel 30 dias, patacho portu-
guez Espadarle, de 128 toneladas, capilao
Joiiquiiii Jos Teixeir., equipsgom 17,
carga lastro e encommendas; a Oliveira
li'inaos & Companhia. Passsgeiros, os
Portuguezes Severino Baqueiro, Manoel
Carcia, Rita Amelia da Silva. I.uiz Perei-
ra Raposo, Francisco Cabral. Francisco
Alberto de Medeiros .Machado, Manoel An-
tonio de Vascuncellos. Jos Maria Barbo-
za, Cbristiano Jo-e Armand Jnior, Ma-
noel da Ponte do Ar hijo, Manuel Ignacio
da Silva com sua senbora, Antonio Joa-
t| nuil Nuues da Silva, Joo de Lima, Julio
Maria de Bitancoutt L. Antonio Jos
Carcia, rcenlo Augusto Celestino da
Costa Plmenlel, Antonio Jos de Souza ladoDr. LourencoTrigo de Loureiro,
Cruz, Jos de Souza Cruz e Manoel Ra-
pozo.
Bsltimore 27 dias, barca americana Acli-
ve. de 332 toneladas, capitSo C. L Bo-
xwell, equipagein 15, carga fariulia ; a
i) vine Vi me O Companhia.
Boston 33 das, brigue-escuna americano
Adelphi, de 183 toneladas, capilao O.
(.01 liaiii, equipagein 8, Carga farinha, ba-
calhao e taboado ; a Deane Youle & Cotn-
panqia.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio de Janeiro -- Brigue brasileiro Soares,
capilSo Jos Antonio Cabral, carga assu-
car e na i gneros. Pas-ageiros, Joao Xa-
vier Ribeiro dcAndradecom sua familia
e 6 escravos, e urna escrava a entregar.
KD1TAE8.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, que no dia 28 do currente, se hSo
de arrematar em basta publica, depnis de
meio da, a porta di mesma repartirlo, 7
palitos de alpaca, do valor de 6,000 rs. cada
um, lotal 42,000 rs.; appretiendidos pelo
aju lano do guarda mor Luiz Comes Fer-
reira, no acto de visita do pataxo hanove-
riano Uernard, por nao se acbarem mani-
festados ; e bem assim 56 pares de remon-
tes para botins,uo valor de 700 rs. o psr, to-
tal 39,200 rs., lambem appreuhendidos pelo
mesmo ajudanle do guarda mor, a bordo do
brigue sardo Esperanza, por nao eslsrem
manifestados; seudo a arrematacSo livre
de direilos ao arsematant).
Alian lega de Pernambiico, 25 de fve-
reiro de 1851. O inspector interino,
liento ose Fernandei Barros,
'- Pcrante a admiatragao >i. mesa ao con-
sulado se faz saber, que no dia primeiro de
margo prximo futuro se bao de arrematar
aporta da mesma, duss sacas de algo i-i o
com 10 arrobas o 20 libras, no vallor de rs.
71,093, spprehendilas polo archiador Joa-
quim Ignacio de Barros Lima, sendo a arre-
matacSo livre de direilos ao arrematante.
Mesa do consulado de Pernambuco, 25 de
fvereiro de 1851. O administrsdor,
loUo Xavier Carneiro da Cunha.
v*
Declaracoes.
Acamara municipal desta cidade, pre-
cisa de altigar carrosas e serventes para o
trabalho de limpesa das ruas.praiss, etc.,
qnem se quizer contratar dirija-sesos Srs.
vpreadoresM. C. Soares Carneiro Monleiro,
o Jos Pires Fereira, que estao aulorisados
ac ontratar.
As malas qoedeveconduzir
O vapor /,cm(im6MCriia nara os
portos do sul, principiam-se
a fechar hoje f26) a 1 hora da
larde, e recebem-se correspondencias com
o porte duplo at as 3 horss.

P ii b ca coes I Mera ras.
MACBKTH.
DRAMA EM CINCO ACTOS
Por Shakpcare
Vertido em Portugus por *
Macbeth heoesforco mais grandioso di
imagiuaco Rumana, o heroismu aub imj
da intelligeneia, o derradeiro verbo da iit-
teratura dramtica. O seu maior elogio ne
o nome de Shakspesre, o qual, anda no
mais longiquo porvir da humanidadeha da
recollier o sufragios da admirarlo entliu-
sastics das gerscO-s vindorss.
Vende-se na livraria n. 6 e 8da praca da
Independencia, a 2,000 rs.
Tem desahir luz embrave tempo a
Acidalia Pernambucana, romance por F. Jan-
sen de C. A. Jnior, em um volme. Quem
para a iaipressSo ds dita composiQfloquizer
assignsr, i de dar o seu nonio na Inja de
livros iis. fi e 8 da praca da Independencia,
declarando o logar de sua residencia para
facilidade da entrega ; sen lo o preco da as-
signatura 9.000 rs. pagos ao receber-se um
exemplar.
Iiiisiini, .i le direito civil bra.
siiCU'O.
At o dis 15 de marco prximo futuro ha
de sahir luz o primeiro volumo da obra
intituladaInstitutores de direito civil bra-
sileiro-, dividida em dous volumea.eformu.
lada segundo o systema do jurisconsulto
Paschoal Jos de Mello Freir, do qual o
seu autor colligio tudo, que nos he applica-
vel segundo a forma do nosso governo e dis-
posir;0es dss leis posteriores e propriamee-
te brasileiras, addicionando-lhes as dispu-
sieres destas applicaveis s materias expli-
cadas pelo citado distincto professor. 0
dito primeiro volume comprehende, slm
de tolos os ttulos do segundo livro do mes-
mo professor, com exclusSo do titulo ter-
ceiroDe Patriciis, Equibus, et Pltbeis,
os cinco primeir os ttulos do terceiro livro;
e o segundo volume ha de comprehender,
alm dos restantes ttulos do terceiro livro.
com exclusSo do titulo noveD Successione
Mujoratus, e do titulo dez.~e Capellis,
os cinco pi i luciros ttulos do quarto livro.
Sobscreve-se para o primeiro volume a
5,000 ris : na casa da residencia do Dr.
Lourenc,o Trigo do Loureiro, na ra da Sau-
dade defrotiie do Hospicio, bairro da Boa
Vista ; e na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8, at o dia 15 de marco pr-
ximo futuro, e dahi por diante se vender a
6,400 rs., aos que nao tiverera subscripto.
Nos mesmos lugares vende-se s 5,000 ri
o compendio de Pratica do Processo.
ndice chronologico da lcgi-la-
lni ;io brnsllelra.
Rogs-se aos Srs. assignantes dondice
cbronclogico da legislado brasileiraque
se sirva ni mandar buscar o terceiro volume
dessa obra, na casa da residencia do Dr.
l.oui eiieu Trigo de Loureiro, na ra da Sau-
dade defronle do Hospicio, bairro da Boi
Vista. Ahi mesmo conlinua-se a subscre-
ver a 34,000 rs. para essa obra, a qual ha
de comprehender em oito at dez volumes
a parte dispositiva^ vigente de todas as leis
brasileiras publicadas de 1822 at 1848, e
ofTerecendoa mesma utilidad, hecomtudo
muito mais commodo.quequalquei dtscol-
IcrfOes existentes, e de menor custo.qoe c-
da urna dellas, na rasao de mais tresquar-
las partes.
Contimiaco da segunda serie do
ndice clironologleo.
Os Srs. que comiraram a segunda serie
do-ndice chronologco-comprehend ndo o
cdigo diicommereio do imperio, schsm-
so a venda por 2,000 rs na casa da resi leo-
na
roa da Saudade defronle do Hospicio, bair-
ro da Boa Vista, a continuado da dita se-
gunda serte, contendo alm de oulros actos
lo poder executivo, o decreto n. 696 d 5
de setembro d 1850, dando instrueces
para a ele$So dos mombros dos tribunaes
do commercio.e o decreto n. 737 de 25 de no-
vembro de 1850, dando' regulamento p.raa
ordem do juizo no proc SS cominerrial, e
o decreto n. 738 de 25 do m.smo m-z e sn-
no, dando regulamento para os tribunaes
do commercio, e para o processo daqulles.
-


Avisos martimos.
Para o Porto sahe por todo o mez de
marco a velelra econhecida barca Eipirito
Sanio : quem na mesma quizer carregar ou
ir de passagem, para o que ofTerece excel -
lentes commodos, dirija-se ao seu consig-
natario, Francisco Alvos da Cunha, na rus
do Vigario n 11, primeiro andar.
Para o Porto, sshe nas prximas sgoss
o brigue i/aria Feliz, por se echar carrega-
do, recebendo algumas miudezas, ou passa-
getros, para o quo tem bons commodot: os
que isso llie convier, su entenderSo com o
capitSo do mesmo, na praca, ou com Anto-
nio Joaquim de Sooza Ribeiro: e pede-so
aos Srs. carregadojes queirarq mandaros
conhecimeiitos psra se spromplar o mani-
fest.
Segu psra o Rio Grande do sul o mui-
to velbeiro brigue nacional Carolina, o qual
recebe alguma carga a frete e escravos:
quem preteuder procure no escriptorio da
viuva Gaudino&Filbo, ra da Cruz n 66.
A barca portugueza Ligeira, sshe psra
Lisboa no dia 16 de margo : para o resto da
carga e passigeiros irata-se com F. S. lis-
bello Filho, ou com o cap tao da mesmt
na praga do commercio.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO





I


--Para Babia segu com brevidade por
ter parte da carga, o patacho Sania Cruz :
para o reato c passageiros trata-ae ao lado
do Corpo Santo n. 25, ou com o capitOo Ha-
noel Jos Pcstrello.
Para o Rio de Janeiro segu
com brevidade o brigue-escuna
nacional Olinda : para carga, es-
cravos e passageiros trata-se com
Machado & Pinheiro, na ra do
Vigario n. 19, egundo andar, ou
com ocapitSo Manoel Marciano
Ferreira, na praca do Gommercio.
Para o Porto aah cora brevidade a bem
conherida e veleira barca EipirUo Sanio, de
primeira marcha, forrada e encavilhada de
cobre : quem na mesma qulzer curegar 011
ir de passagem, para o que tem excellentes
commodoa : dirija-so ao son consignatario
Francisco Alvea da.Cunha, na ra do Viga-
rio n. II, primeiro andar.
Para o Porto sabe com a
Biaior brevidade possivel, por ter
parte do seu carregamenlo promp-
ta, a linda e veleira barca portu-
gueza Bracharense, da qual he ca-
pitao lodrigo Joaquim Correa ;
tem excellentes cimmodos para
passageiros : quem na mesma q'-i-
zer carregar ou ir de passagem, d-
rija-se ao capitao na Frica do
Commercio, ou a Novaes & Com-
pnnlrn, na ra do Trapiche nu-
mero 34.
Para o Rio Grande do sul sahe em pou-
cos diaa por ter o carregamento prompto o
pataxo nacional Euterpe, pode recebor al-
gumas niiudi>zasf passageiros e escravos a
frete : trata-se na ra do Apollo, armazem
n. 14,'ou corp o consignatario do mesmo
Luiz Jos de S Araujo, na ra da Cruz nu-
mero 33.
Espera-se da ilha de San Miguel at fins
do correnle o patacho portuguez Espadar-
te, e segu para a mesma ilha com a maior
brevidade possivel, por ter a maior parte da
carga prompta : para o resto e passageiros
trata-se com os consignatarios Oliveira li-
tnos & Companhia, na ra da Cruz n 9.
C_i_f_____
Leiles.
O correlor Miguel CarneiroTar leililo
no dia quinta-feira, 27 do correnle, as 10
horas da manhfia, no seu armazem, na ra
do Trapiche 11. 40, de rento e tantas barri-
cas com enxadas de Trro de 2 112, 3, 3 l|2 e
4 libras ; ser urna boa occasiSo para os se-
nitores de engenho, sendo estas enxadas
nnii Tortea e de bonitas formas, as quaes se-
rio vendidas a vonlade do comprador e pe-
lo prazo do costume. Vende-sepor todo o
preco por serem para Techar contas, etam-
bem lera a venda urna porcSo de fechadu-
as para portas de tres lmannos, do ludo as
amostras arham patentes para exame dos
compradores.
JofloK ller & Companhia Tarlo leilo,
por intervengo do corretor Oliveira, de
grande variedado de Tazendas de todas as
qualidades, inclusive algumas proprias pa-
ra tojas de miudezas : quiuta-fein, 27 do
corrente, as 10 horas da manhSa, no seu ar-
mazem, ruada Cruz.
da matriz da Boa Vista, com 6 quartos. 2
salas, corredor ao lado e quintal murado
com cacimba : que-n a pretftn-ler, dlrija-se
padaria Trancla do Sr. Brrelier, no Ater-
ro da Boa Vista.
Precisa-se de um caixeiro para venda :
no pateo do Torco n. 139.
- Precsa-se alugar um moleque, que
saiba cozlnhar o diario de urna casa : quem
tiver, annuncie, 011 proeure Tallar na ra da
Madre de Dos n. 31, que se dir quem pre-
cisa.
Pretende-se Tallar com os abaixo men-
cionados a negocios de seus interesses, os
quaes se poderSo dirigir ra das Laran-
geiraan. 23. queahi acharlo a pessoa que
Ihes pretende Tallar, e o negocio q"ue pre-
tende : Jo fio Clemente de Souza Crrela,
Antonio Jos Lopes de Miran-la, Claudino
Jos de Araujo, Manoel Joquira Delgailo,
Francisco Jos do Sales, Jo.se Jorge Rodri-
gues, Alexandre Jos dos Santos, J0S0 Vc-
tor de Coito, Francisco Antonio de Carva-
Iho e Silva, Paniel Antonio dos Iteis, Do-
mingos Antonio Concalves, J0S0 de Lima
Bastos e KaTael Comes.
O Sr Florencio da Costa Oliveira quei-
ra ter a hondide de dirigir-se a rua doAIe-
cri i', sobrado n. 2. para tratar sobre nego-
cio dn seu interesse.
--Deseja-se fallar ao Sr. Joaquim Mar-
ques de Santiago 1 na travessa das Cruzes
n. 10.
Francisco Gomes de Oliveira embarca
pana o Rio Grande do Sul o pardo Antonio,
escravo de Jacralho Jos da Silva, viudo do
Para.
-- OsSrs Francisco Jos AlvesCama, An-
tonio Francisco de Souza Magalhflas o An-
tonio Rodrigues Baracho queiram mandar
resposta das cartas que se Ihes tem escrip-
to, ou irem ao Aterro da Boa Vista, sobra-
do n. 10.
O Sr. estudante de Olinda, ltimamen-
te vtndo no vapor 5. Sebaslido, ou outro
qualquer passageiro do mesmo vapor, que
por engao tiver conduzido em sua baga-
ren) um bahu com letreiro a entregar a
llenrique Jorge, queira ter a bon lade de o
mandar trazer loja n. 3, ao p do arco de
Santo Antonio, que ah se pagar a despe-
za que houver.
Pede-se encarecidamente ao Sr. fiscal
de Santo Antonio tenha a bondade de ap-
plicaras penas do art. 1. tit. 6." das pos-
turas vigentes a moradora da casa n. 36
da ra do Cannn, pois se S. Senhoria se d ao trabalho de ah entrar, ha dn ver em um
estreilo e aperlado quintal mais de 16 ani
uiaes suinoa, que ah se criam, e ha de ver
que esta casa reclama altamente a sua al-
inelo ; pois uo seria mao proceder mes-
mo a um exame sanitario.
s Srs. socios do baile de
Hialinos, que seja (lilis ll'" o sem vicios,
para oservico externo de orna cusa do pou-
ca familia dirija-se a na das Trincheiras
11. 19 sobrado.
Precisa-se do um forniro : na pada-
ria atrs da malriz da Bon Vista n. 22.
No dia 28 do amianto mese, Tinda a au-
diencia do lllm. S'. Dr. juiz do diroilo da
primeira vara do commercio Custodio Ma-
noel da Silva GuimarSas, se ha de arrema-
tar um sobradinho de dous andares na ra
ostreita do lio/ario n 6, avahado em ris
2-200,000, por execucSo do legitimo celor
de Jo 01 Ignacio Rodrigues da Costa e sua
mulhnr. II a ultima praca.
Aluga-ae, e lambem vende-se 011 per-
mota-se por urna casa nesla ci dado, un si
lio na ra Direita dos ATogalos, com casa o
commodos aufficientes, todo murado, com
tres cacimbas, tendo urna deltas um tan-
que, sendo o terreno proprio : na ra Di-
reita n. 78.
WilliamClihurn subdito Britnico re-
tira-se para fora da provincia.
Precisa-se de um caixeiro queenlenda
de pharmacia : na botica da ra do Ran-
gel n. 64.
DSo-se 200,000 a premio de dous por
cenlo ao mez, sobre penhoresde ouro : no
pateo do Carmo, loja n. 31, se dir quem d.
Deseja-se fallar com o Sr.
\ntonto Vicente Garcez, vindo no
ultimo vapor do sul: na ra do
Collegio n. 1
branca, e paga-se generosamente, a vista d'o
seu trabalho e zello : na ra da Cadcia do
Recite n. 5t.
A Henean.
Irmandade de Santa ititn.
Tendo-se do tratar de negocio importan-
tsimo que muito pode inleressar a todos
os irmSos, a actual mesa regedora con-
vida pelo presente a todos os irmios.m ge,-
ral, para que comoarer^am no consistorio
26 do corrente, as 3 1(2 horas da tarde, aflm
de deliberaren!.
Tendo chegado a esta cidado o Hesps
nhol P^dro Alvares Garca, profesor djiia-
no e canto, se propfte a dar lices do sua
arte, podendo para esse lim ser procurado
a qualquer hora, na ra do Trapiche n. 15
-- Precisa-se de um feilor para um sitio
peito desta praca : na ra da Cruz n. 46.
Preeisa-se de urna ama para cozinliar
em casa do um homem solteiro: a tratar
na ra da Cruz, loja n. 49.
Joaquim ile Magallies e Firmino Fer-
reira Leal subditos poituguezes, retiram-se
para a Europa.
Arrenda-se um Sitio porto da [iraca,
que tenlia commodo para 4 vacas de leite,
casa de vi venda com 4 qiartos, e cozioha
quem tiver o quizer alugar dirija-se ao si
lio da torro em Belcm, a Tallar com Jos
llsnriquea M*xdo.
Precisa-se de pfficiaes de sapateiro, na
travessa do Corpo Santo, loja de calcado n.
29, confronte ao lado do passo que lica de-
~Roga-so a todas as pessoas que estilo lrr""1" ''" rua da c"ie"' velha. pagan lo-se.
- 'Iikiii a n l .... .1 nt .,1,,.. ,i ,..!,... .tnll.i.1
Avisos diversos.
HUMUfiUPATHLA.
Respondendu as pergunta-, que me sSo
diii.'idas em um annuncio do Diario de
honte-n, quebrireio proposito, que tenho
feitode nSo responder anonymo nenhum,
visto que com a ininlia resposta poderei es-
clarecer a quem quer que posas inleressar
o curso de hou.ceopalhia, que me proponho
dar.
Ao i. quisilo, rcipondo -. que sendo esse
curso destinado a esclarecer os que ignorara
a homooopathia, esl claro que podem ser
ad muidos os mdicos allopalhas, urna vez
que se comprometam a respritar-me, e
manter a neceasaria decencia e urbanidado
e sesujeilem nos onu., a que s3. obligados
OS estudanles de limen,' ipa lina.
i4o 2 reipondo : que ou eu, quem se pro-
pfle n lecciunar alguma Cousa, que sel, em
beneficio dos meus semelhanies,, e do me-
ihor modo que as acluaes circunstancias o
exigirem nao perdeudo comtudode vista
convidar pessoas habilitadas para me aju-
darem neste trabalho.
i4o3, quenSo ignoro as leis existentes
relativas a medicina, em um artigo das
quaes se permiti o tnsino livredestas mate-
rias m que possa haver oppos*cdo da parle
da* facilidades, e que insisto, e insistire
sempre em pedir a asseoibla provincial,
que, por acto seu, crie nesla capital un a es-
cola hoiiiccopaltnca, valo que ella o pudo
fazer, aaaim como rreou. e se acna prvida
una cadetra de obslectrieia rom .lucilo de
dar aUealudos as parleiras paia que possam
exereer sua pro/itsdo sem opposicao do con.se-
Iho de talubridade.
Ao 4." queiilo, respondo : que os ttulos que
eu pausar aoS taludantes Ue homcoopathia
hilo de ser validos em toda a parte;, porque
provam que o seu portador n3o lie um sim-
ples curioso, e si 01 um homem, que sabe
melhodicamente couhecer modestias, e cu-
r-las cuiii criterio e prudencia. E se a as-
.seiiiiilc.i 11S0 deOrir favoravelmente meu re-
queriuiento, teremos lodos de ver continuar
a inliHcg.lo da lei com notavel escndalo ,
porque os curiosos auguientam cada da
pela lata muito sensivel demedeos ho
moeopalbas.
Suppouho ter salisTeito ao meu interro-
gante. Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito.
Precisa-se de urna mulher forra ou
captiva, que saiba cozinliar, e que se aub-
jeitea fazer as compras diarias para urna
casa de ponca familia, e fazer todo o mais
aervifo de portas a dentro : a Tallar na rua
do yueiinadn, loja 11. 18.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho
embarca para o MaraoUo os escravos par-
dos, de nomo Nicacioe Paulino, a eutregat
all a seus donos, sendo do primeiro o lili".
Sr. coienel eo.i.mandante superior Seve-
ri.no de lurrus e Vasconcellus, e do ultimo
n lllm. Sr. coiniiii'Udadur FeruaudO Anto-
nio Vieira de Souza.
Aluga-se urna casa terrea na rua atrs
socios
mascaras no theatro de Apollo po-
dem procurar os seus carines em
casa do tliesoureiro, rua da Ca-
deia do Recile n. 5o.
Desappareceu. no da 16 do corrente, a
preta Joaquina, de nafo Catango, que re-
presenta ter 40 annos, baila, corpo regular,
cOr fula, com carno sobre os ollios, nariz
chato, Talla de dous denles, peilos peque-
nos e mrenos, cora algunas sicatrizes d>"
relho as costas ; tem as uadegas ura tanto
empinadas para tras, que mais mostra
quamlu auJ ; levou vestido novo, porra
sujo, com assento azul; consta que usa de
panno da Costa. Esla preta quando foge tem
por coslume andar pelos arrabaldes desta
pra(a : roga-se as autoridades policiaes,
capnSes de campo, ou oulra qualquer pes-
soa, que a apprehendam e levem-a a seu
seuhor Domingos da Silva Campos, na rua
das Cruzes n que graliiicara genero-
samente.
--AUsentou-se, na tarde de 9 do corren-
te, o mulatinho tlraz, natural do sorUo, de
16 anuos, estatura regular, cabellos um
tanto crespos o olhos pretos ; levou caiga
do riscado de quadros miudos, carniza de
inadapolSo e bonet de riscado : roga-se as
au oridades policiaes, capil3es de campo e
mais pessoas particulares o apprehendam e
conduzam-no rua do Colovello n. 133, que
se gralilicar.
Desappareceu do engenho Massauass,
no dia 17 do corrente, um preto, escravu, de
nonie Ad3o, alio, cr bem preta, pouca ou
nominilla barba, tesia alta, desdentado, ps
grandes, uatuial de Angola : rogase a lo-
dos os senhores propietarios e autoridades p'*gi as cautelas premiadas
policiaes, olido a ..parecer Jilo esclavo, de
u maudar apprehender, e com seguranga
leinetter ao dito engenho, queserSo pagas
todas as despezas.
Aos capit3es de campo.
Desappareceu, na noile de 23 para 24 do
correnle, o escravo de nome Antonio, do
na$3o Angola, pelo, que reprsenla ler 40
auiios puuco mais ou menos, baixo, rosto
abocetado com dous calombinhos, bastan-
te ti 11 ti.., porm corlada, barregudo e com
urna ouva cima das cadeiras ; levou cami-
sa ue algodSo blanco grosso e caifas do
mesmo delintras : quem o pegar, love-0 a
rua eslreita do Rozario n. 13, que sera re
compensado, l'.slu escravo erado eugenho
Aralanji do Sul.
Oue'mquizer comprar um sitio com
terreno pro, rio e sem onus algum, unten-
da-se com Jos Cypriano de Moraes Luna,
na rua Nova n. 19.
* precisa-se de um criado brasilero ou
estrangeiro : quem esliver nestas circuns-
tancias, dirija-se ao paleo da Santa Cruz
n. 106.
Precisa-s alugar um cozinheiro Torro
ou caplwo para urna casa estrangeira de
pouca lamilla : paga-se bem : na rua da Au-
rora n.8, segundo andar.
Arrendamento.
Dona Cathanna Francisca do Espirito
Santo, arremii o trapixe denominado com-
panilla : quem o pretender diiija-se ao.seu
pr ocurador bastante Flix Francisco ue Sou-
za MagalhSes, no paleo do Carmo n. 16.
Aluga-se o segundo andar e armazens
da casa de Francisco Alves da Cunha da rua
do Bruui : a tratar na rua do Vigario n. 11,
no escriptorio do mesmo.
A peasoa que annunciou querer com-
prar urna Tronha de lavarinto, dirija-se a
rua da Madre de Dos n. 34; na mesma ca-
sa vendera-se pares de azas, v.lo-se aojos,
ensina-se meninas, loma-se poicioni.Ua e
meias porcionisias ; tambera alugam-se
preparos ,aia alijos, lauto para praya Como
para fora della, ludo por comii.ouo preco.
Precisa-se alugar um moleque de 14 a
devendo na taverna da rua ca Aurora n.
18, hajam de satisfazer seus dbitos no pra
zo de oilo dias : do contrario. terSo de ver
seus nomes por extenso nesta Tolha, em-
quanto n5o o flzerem. Itecife, 24 de feve-
reirode1851.
--Precisa-sede umcozinhoiropara urna ca-
sa estrangeira de pouca familia, que seja li-
vre ou escravo : quem se achar as circums-
ancias de servir, dirija-se rua da Cruz ira
mero 1.
-- Declaro, a bem doSr. Carlos Frederi-
co Marques PerdigSo, que o negocio, a que
foi elle chamado a rua do Rangel, n ni ver-
sa senSo sobre a entrega de urnas carias,
viudas do Rio de Janeiro, e urna encommen-
lo Sr. seu pai, ReciT", 25 de Tevereiro de
1851 Manoel de Souza GuimiirSes
as Cinco Puntas n 61, precisa-se de
um rapaz que queira ven ler um peridico.
Roga-se a tilma, cmara municipal des-
la cnlaile ou conselho de salubridad, de
lanCarem suas vistas para as aguas esiagna-
las e immun las que existe em ura terreno
enlre as ruasjda Concordia, e Cal leireiro ao
lado da do PocintlO, que as occasies de
sol exalam terrivel clieiro, e lalvez que por
esta causa vam soiTrendo as pessoas por ali
vsinhas graves molestias, e so se podera
sanar semelhantn mal allerraiido-se aquel-
lo lugar onde fazem jonccSo ditas agoas.
Um que tem .sido vilim 9.
Fugiram do sitio de S. Jos do Mangui-
nho, os escravos segutnl'S : Jo3o de naeSo
Haca, estatura aciraa de regular, rosto
nheio, que parece estar lachado, cor fulla,
olhos pequnos, levando duas camisas
nn 1 de azulSo e oulra de baeta ; outro de
nom MUlnas de DaQAO RebolU), do casal do
tinado Manuel de i;.n v.ill,11 V/leiroS, leVOll
du is camisas v. si idas, una az il e oulra por
tiaixo de riscadinho azul, sendo de estatura
liaixa. niauro muito Tallador o sempre esla
embriagado : quem os pegar leve-os ao di-
to sitio cima, ou ao escriptorio de viuva
Gaudino & Filho, que generosamente si
gralilicar.
~ .Na padaria da rua do Rozario que To
lo Sr Cunha. da-se a pretos rcspouJeodo
seus senhores, p3o de vendajem.
Piecisa-sede urna ama seca, para urna
casa de pouca familia : no paleo de S. Pe-
dro n 7.
Precsa-se de um feilor : no Hospicio,
sitio de pinino verde, junto do da viuva
Cunha.
Precisa-se da urna pes.-oa que saiba
polar parrei'as: no Hospicio sitio de por-
13o verde, junto do da viuva Cunha.
cnutclisla ^alustiano de
Aquino Ferreira fazsciente aores-
peitavel publico, que no dia pri-
meiro de marco vin'louro, das 9
oras da manliaa al s 6 da tarde,
de N.
5. do Liviamento, que ha de se
extrabir em 28 do correnle mez,
na pra?a da Independencia n. 4i
loja de miudezas, etambem se pa-
ga qualquer premio que saliir nos
billietes e meiosque loram vendi-
dos na mesma loja, e igualmente
na rua da Cadeia do lenle n. 46,
loja de miudezas.
Precisa-se de urna ama estrangeira ou
nacional, para o servieo interno de una ca-
sa de pouca familia : na rui do Cabug, lo-
ja de ounves n. 9.
O Sr. Termino Pereira Leal, que an-
nunciou no Diario de 24 do corrente reti-
rar-so para a Europa, queira antes deassim
obrar, dirigir-se rua da Cadeia do Recite
o. 7, loja oe miudezas de Antonio Lopes
Pereira de Mello.
O ab ixo assignado vai fzer urna via-
gem fr a da provincia, eleva em sua coru-
paniia sua senhora Monica Senho'inha da
Silveira, e como criada a pre forra, de no-
me Marcellina. Narciso Jote da Cosa.
-- Precisa-se de aprendizes de clii-rulei-
ros ou de tiradores de fumo : pagase bem :
na rua Imperial 11. 35.
-- Roga-se as peaaflas que tica rara a devor
ao fallecido Antonio Das Sonto, hajam de
vir pagirseus dbitos no prazo denlo
dfas, em casa dos Srs. Manoel Francisco
Martina & IrmSo, na rua da Cruz n. 62 ;
bem as obras, conforme a prfee"io dellas,
lamben si; d obras para fora a fazer, dan-
to pessoa de lianza; na mesma loja se
compram obras felas de toJas as quali-
dades.
Precisa-se alugar urna prela que seja
lele saiba vender na rua : na travessa do
Corpo Santo n. 29, ou annuncie sua mora-
da para ser procurada.
Precisa-se alugar urna casa terrea com
quintal e cacimba, as ras das Larangei-
ras, estreita do Rosario, ou larga, Cruzes
ou Direita ; tambera precisa-se fallar com o
Sr. Rolrigo Mendes de Araujo ; quem delle
tiver noticias, tenlia a bon lade de aunun-
ciar para ser procurado.
Engnmma-se e lava-so toda a qualida-
le de roupa com todo asseio e muita prorap-
I nio, pui -proco maii comino lo do queem
nutra qualquer parte : na rua de Agoas-Ver-
des, n. 26.
Precisa-se de um feilor para um sitio
perto da praca o de Irahalliado'es do enxa-
rada : a tratar na rua do Collegio n. 13.
0 Consultorio lioinoeopatliico, O
Q rua do Collegio, n. 25, 9
O Do />'. P. de A. Lobo Hoscoso. *
Olr. Moscoso da consultas lo los os Q
L dias. Osdoenles pobres silo tratados J".
degrada. S ser3o visitados em suas *
^J casas aquelles que n3o poderem vir O
-' ao consultorio, ou que suas moles- O
& lias n&O possam dispensar a presen- ft
O Ca do medico. {J
OOOQOOOt&OOt&3^>Oa
va provincial no resolver ac?rca do um
requerimonto, que ni prxima utura rou-
ni3o tenho do dirigir-lho a Ura do e crear
nesta capital urna escola horneejpathi-
ca: Tomei a deliberaSo de abrir um
curso de homoeopathia, no qual se apren-
der3o essas disciplinas do melhor modo
queasactuaes circunstancias nos permit-
tlrem. Conhecendo que o estudo da ana-
toma be a base sobre que assenta todo o
edificio, medico, e n3o sendo permitlido
trabalhar-SB sobre cadveres fra das es-
colas de melicina, comproi para meo uso
particular um maniquim de anatoma clns-
sica do Dr. Azonx (em l'arisj, onde tolos
os orgos sao vistos com tola a possivel
naturalidade sem incommodo nenhum
comparativamente ao que se experimenta
com a terrivel presenpa de um cidaver na-
tural. Essa pessa que nenhum medico no
Brasil possue a excepto de mi ni o das
faculdades de medicina da Bahia, e Rio de
Janeiro, Tica dispoetcSo dos estudanles
de liomceopalhia nesta capital para n>-llo
apr.ni erein a OrganisaQSo 1I0 COrpo huma-
no. Ninguem ignora que he gravissimo o
iraballio, que me prop inh 1 sem nenhum
interesse meu, e s em beneficio dos meus
semelhantes; mas devendo nos Pernam-
lineinns urna grande parle do que sou,
e do que loo de ser, me he doce amorti-
sar esta divida com o sacrificio do meu
lempo, o do meu commodo N3o se ad-
miti a matricula, senSoatlO estudan-
les, os quaes deverlo ja saber as lingoas
piirtugutta, latina, e frnncea. e as scieueas
ph'losophia, arilhtiflica, geometra, c geo-
gmp/ua As aulas se abnr3o no da 20
de maiQO prximo futuro em urna das
sallas dn C'tnsuttiirio central homneopalhico
de Pcrnambuc), no trapiche novo n. 15.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Compras.
X
panno, em
na praca da
Compram-se, orellos
grandes e pequenas porc,6e
Independencia n. 19.
Compramseadragonas con: franjas,e
bandas em mo estado, ou do modelto mi-
go, assiro como galoes usados, por-n ver-
daderos : na praca da Independencia n. 19.
Compra-se urna parda ou preta reco-
llii la, de 16 a 20 annos, qu engomme e co-
sa muito bem cho : na loja de Carlos llar
dv, jua Nova n. 34.
" Compra se urna negrinba de 10 a 12
annos : na rua yelda n. 71.
Compra-se uuia cain'ia, que carregm:
400 lijlos de alvenaria grossa : nos Coe-
llins, na olaria que se esl concertando,
jumo da pinguelia.
Compra-se um* en tora qoe esteja em
bom oso : na roa Nova, loja 11. 20.
mem^^^Km
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao.000,000 ris,
Na loja de miudezas da praca da
Inde-
, pendencia n. 4, vendem-se bilhetes intoj-
--Oahaixo assignado pioTessor pailicu- ros. meios, qoa'los e vigsimos, a beneficio
lar de primelras letlras, disciplinado em da cultura das amoronas, cre>(3o do bicho
preparatorios no lyc.en dest citado, pa- ti- t da seda. Na mesma loja recebem-se I ilhe-
ciea ao respeiiavel publico e aos pas de tes premiados cin troca dos que tem a
seus a lu'unos, que desde 13 de Janeiro des-j vend.
te auno abri sua aula, e debaixo dttsss I Vende-se rap de Lisboa em
mesma disciplina ensina por principins' ., 1 ,_, j_
agrammatics portugueza, latina e Trance-! oilavas, e raixas com charutos de
za ; admiltindo nesse recinto porcionistase1 San Flix, por preCO COlIimolo :
meio porcionistas. O* pais de familia que t> i-.:r ..
qu'zeremauplicar.seo.slill.osaalKUmades- "9 rua da Cadeia do HeClle. mi-
sas disciplinas, plem dirigir-se a rua lar- mero i5.
ga do Rosario n 48, segn lo andar. ri,irr.im a linal a hm do.
ot Nuria Machado de 1 igneiredo. Wifgaram a nnai as tao ae-
--Precisa-se de um Tenor qoe entenda'sejadas n.ascaras de cera e rame,
dejardim: na rua da Cadeia do Itecife nu-que sj ven(lera0 por precos Com-
inero 37. I ai i. 1 J
-l'recisa-se de um feilor capaz para o'modos : na rua Nova n. 8, loja de
servi?o seguinte: tomar conta do um "I Jos Joaquim Moreira ck Oom-
tio peqoeuo na Magdalena, e trulialhar l ef-! *
leeiivanieiiie duas semanas ou o'tempo que p*nhia.
fr preciso' para por o sitio em ordem, ej Vende-se urna canoa que carrega 900
depois eiit.oi vir s urna vez pdr semana, tijollos, a qual se acha virada: a iratar na
Quem quizer procure no mesmo sitio do rua de S. Francisco, casa apalafada.
Sr. Manoel Alves Guerra. Vendem-se supeiiores livros em bran-
Pede-se aos devedores de Jos Con- co, de diversos tamaitos era casa de Kalk-
galvs Maia de Azevedo e Joaquim (on-
(alves Maia de Azevedo, de virem satisfa-
zer seus dbitos, na rna Nnva 11. 50, pois
aln se acha pes-oa habilitada a receber, isto
10 prazo de 8 dias a contar da dala desla, e
uo o 1 /einiii 1 o de vrseos nomes de-
clarados nesla tull, e sei o execuladas na
forma da lei
Piecisa-se de um Teitor queenlenda de
bem
mann lrmos, na rua da Cruz n. 10.
Aos 2:00o,' 00 ris.
Na pra^a da Independencia, Inj* n. 3, con-
fronte a do Crespo e Queitnado, vendem-se
bilhetes da lotera do Rio de Janeiro, cujas
ro las ja curreram ; c pelo primdtro vapor
espera-se a lista.
Na rua .las Cruzes n 18, terceiro an-
dar, vende-se urna o, tima parda do 26 an-
jardim c aivoredos de espinos, liem como, | f(,ju enominadeif, quP cose eliSo,
enchTlar e podar : no pateo de S-Pedro,
n 4, ou em Parnaiueinm, sitio
do ctrur-
gi3o Leal.
Traspassa-se o arrendamento do enge-
nho Quelu7, silo na freguezia de Ipojuca,
vendendo-se a safra no campo, o engenho
lie copejro e hora} e tem bous cercadus : a
T7 renda, co/inba o lava de sab3o ; urna
preta de Anela, de 20 annos, quo cozinha
e lava bem de Sabflo ; um elegante escravo
de Angola, de 21 anuos e ptimo canoetro ;
um dito de 30 anuos, ptimo ganliador de
rua ; urna linda cnoula de 2G annos, permi-
ta eutiomniadeira, que cose bem ch3o, Taz
iratar com Miguel Augusto de tilivera. na,bem )avi)rjlll0 mtTCH Cllllna o lvi do sa-
sua residencia no engenho Camassan, na M v;de.se para ,ora da provin-
Treguezia de S. Amaro JaboalSo, ou com engenho
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca
\0e11a da Treguezla de Ipojuca.
Aluga-se ou traspassa se o arrendamen-
to do teiceiro andar do sobrado da rua da
Cruz D. 3i, com grande solfio, muito Tresco
e com commodos para familia : trata-se na
praga do Corpo Santo n 2, primeiro andar.
- Precisa-so de dous peritos officiaes,
prefeiindo-se francezes. sendo um pintor de
ca 111 -los e o outro Irabalhador de forja no
mes'iui servicn, sendo par se eugajareni
em um eatabelecimento 11 Babia, pga-se-
Ib-'s passagem e bom ordenado : quem es-
liver nestas ciri unistancias, procure a Jos
Saporiti, na rua do Trapiche Novo n. 18,
segundo andar, que se acba autorisado pa-
ra isso.
lim curso g-i-ntuito de. Iiomoco*
putliia.
Altendendo falla absoluta de mdicos
n4f,j;-^-0r;:;;;---^^
diciua, muito particularmente as comar-
cas do interior. Altendendo a na vonla-
de que nioslram os medico* allopalhas em
24 de fevereiro de 1851,
Precisa-se de ura pequeno'de 13 a 14
annos para caixeiro de venda assim como
de um Irabalhador de masseira : na rua Di-
reta n 26.
Precisa-se de urna mulher que seja
idosa, para ama de casa de hornera soltei-
10, que saiba engoiMiiar, coser, cozinliar,
fazer doce, a todos mais arranjus com per-
leicSo, tomando a si o cargo da casa, (ois palhicas, devetu de comnetier orros gr- t co. "pela upiiina ferramenla que contm :
na mesma extsie escravos para trabalho, e I vea, prejudiciaes a liumani lade e a sci-na loja de Estima & Ramos, no Aterro da,
que seja de boa conduta, preferindo-se 'eocia. Em quanto a asaembla legislan-1 Boa Vista n. 54.
adoptar a salvadora medicina de llaline-
niann ; e pralica-la publicamente em pro
veito da humanidad! 81 Aradora. Alten-
dendo que os curiosos sera nenhum co-
nliecimenln das -ciencias aCcessorias, nem
da anatoma, plnsica, douirinas hon ceo-
enge
l'ara voltarete.
Vendem-se supcifinas cartas, por prego
commodo -. na rua doQueimado n. 25.
Vende-se muito nova farinlia
de mandioca de Santa Catharina :
a b rdo ilo briyue Sagitario, fun-
deado defronte do Treui, por pre-
co intuid < uTii 1 oilo.
- Vende-se, na rua do Crespo, loja de
miudezas n II, carias tinas francezaa sel-
ladas, e livros para as aulas, por precos
comnio los. como sejara : D. SebastiSo, ro-
mance Insto-ico em seis Cantos e outras
poesas, por 160 rs. ; o Genio da 1,'ia, ou
n.edii.u/M-i sobre a morle, por 80 rs.
) #** ?> ?:#,*f,##
Na rua do Queimsdo, loja n. 19,
vm leso muilo tumi fianquilim %|
preto, proprio para Saias e tiu.Oes, f)
Tazenda inuitomel or do que a lila e %t
muito mais larga, pelo pre^o de 400 *J)
lia o covado; lambem he ptimo t
para cal(as, jaquetas e aobrecasacas. &
Para eogenheiros ou architectos.
Vendem-se eslojos para desenlio, pro-
prios paia qualquer engeuheiro ou arclii-
MUTILADO


Lotera de N. S. do Livramento.
A os*
11,000
5,500
2,600
1,100
600
11,000
5,500
2,600
2,100
1,100
600
nos b 000,000 rs.
Na ira da Cadoia n 46, Inja de miudezas,
ven lpu-se o hilhele intniro n. 951, em que
sabioa sortn de 1:500,000 rs., e eslSo ox-
postos A vnda os bilhete.* o cautela dn.
mesma lotera, que corre mpreterivelmen-
lc no (lia 28 do corren le.
Rilhetcs
Me i os
Quartos
Decimos
Vigsimos
-- Vende-so cobre em folha para forro,
em casa de James Crabtree & C na ra da
Cruz.
Vende-so a verdadeira griixa n. 97 em
casa de James Crabtree & C. na ra da
Cruz
Lotera de N. S. do Livramento.
Na botica da ra do Rosario Larga n.
42, vende-se bilhetes iuleiros, e meios, cu-
jas rodas andSo nodia 28 de fevereiro.
Lotera de L. S. do Livramento.
Na botica da ra do Rosarlo Bstreita n.
10, vendem-se bilhetes inteiros, e meios,
rnais baratos que em oulra qualquer par-
te, cujas rodas andflo no da 28 de feve-
reiro.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na loja de fazendas debaixo do arco
da Concrico n, 6, vendem-se bilhetes In-
teiros, o meios, cujas rodas ando no di
28 do fevereiro.
J Janeiro
em la las c frascos, chegado recentemente :
vende-se na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, deCunha Amorim.
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recife n. 50, venden) cal virgem em pedra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por meaos preep do
que em outra qualquer parte.
Bom gosto.
Vendem-se trancas para manteletes de
differentes gostos, bem como para guarni-
eres de vestidos, por preco comino.lo : na
ra do Queimado, loja de miudezis n. 25.
Lotera de N. S. do Livi-nnieiiio.
A os 5:ooo!$ooo va.
Na loja de miudezBS da praca da Inde-
pendencia n. 4. vendem-se bilhetes, meios,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre impreterivelmente nodia28 do cor-
rente.
Itilhetes inleiros
Meios
Quarlos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Snpales de lu.stro.
Vendem-s sapatOes de bezerro de lustro
a 4,000 e a 3,500 rs. muito bem feitos : no
Aterro da Boa Vista, loja de calcado n. 58,
junto ao selleiro.
--Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento, 5,500 na ra do
Cahug, loja de miudezas n. 9, junto de
ourives.
Sortimento liarato.
Vendem-se jarras mui bem feitas, resfria-
dores, quailinhas, rroirigues, copos, gar-
rafas brancas para resfi iar agua, louca vi-
drada, alguid ires, panellas, cacarolas com
cabos, hlalos para ensillar nieiiinus a an-
dar, ditos para costuia e ditos para com-
pras : na ra da Cadeia do Recife n. 8.
lima bonita escrava de qo annos.
Vende-se urna escrava crioula, de bonita
figura, ha pouco vinda do serlSo : na ra
larga do Rozario n. 48. primeiro andar.
Vendem-se duas moradas de casas ter-
reas na ra Imperial, assim como urna na
ra do Padre Florianno e urna na ra das
Agoas Veides : vendem-se por preco com-
modo, na ra do Crespo n. 10, na loja de
Ignacio Luis de Brito Taborda, pessoa esta
que est autonsada a vende-las
Chita escarate u 320 rs. o
corado.
Defronle do beccodo Peixe Frito, loja n.
3, vende-se chita escarate pelo haratissimo
preco de urna pataca o covado. EsU fazen-
da lurna-se i elos seus novos desenhos re-
ron.meuJavel, nao 60 para cortinas e cober-
tas, col tiinbem para vestidos de se-
nhora,
Aos genitores chefes de familia.
>a loja da ra do Queimado n. 3, deron-
te do becco do Peixe Frito, ven lem-so pe-
cas do algodSozinho muito encorpado, e
camhraia lisa muito fina, com uin peque-
no loque de avaria : de ludo se darSo os
precos a visla da fazenda ; assim como dar-
fe-ha amostras com o competente penhor.
A a,4oa ri*.
Vendem-se pecas de cassa de quadros e
listras para babados cooi 8 l|S varas cada
una : na ra do Crespo, loja n. 6, ao p do
laropeSo.
L)m escravo Lom trabalhador de
enxada.
Vendc-se um preto moco, robusto, bom
trabalhador de enxada e machado, proprio
para engenho : na ra larga do Rozario n
48, primeiro andar.
Vcnde-se um moleque bom cozinneiro
e copeiro ; una esrrava de bonita figura,
com as habilidades precisas para una casa
de familia ; um mulahnho do 12 annos; e
um escravo de todo o servico : na ra das
Cruzes, venda n 20, se dir quem vende.
No armazem de S Araujo, na ra da
Cruz u 33, vende-se superior familia de
mandioca a dousn.il ris a sacca, bem co-
mo sola, couros iniudos, reuns de erna,
tijollos para llmpar meUes, ele.
Bom e burato
Na roa do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eile, vendem-se ricus cortes de
meias casemiras, polo diminuto preco de
1,600 rs. A elles, rapasiada do bom gusto,
ames que se acabem.
I'iu inln Fontana.
Vende-se farinha daquella acreditada
marca, sent a ultima chegadaa este mer-
cado : a tratar com J. J. Tooso Jnior, ra do
Amorim ti. 35.
-Vende-so um rico e [completo ap;iare-
lli'i do porcelaiu branca para u.esa e sobre-
mesa, por preco muito commodo : em casa
deJ. I'. Adour & Compauhia, na ra da Ca-
deia 11. 52.
Vcnde-se um preto de An-
gola, ptimo cozinbeiro en tudo
e de boa conducta : quem o quizer
comprar, dirjanse ao Sr. Francis-
co Antonio Coelho, no hotel Fran-
cisco.
Lonas.
Vendem-se as afamadas lonas, todas de
linho, muito l'rgas, propWas para carras
de vento e encerados, por proco commodo :
nm casa de Jos Saporili, ra do Trapiche
Novo n. 18, segundo andar.
Mysterios do Povo.
Chegou i livraria do pateo do Collegio n.
6, deJofoda Costa Dourado, o stimo vo-
lnme do Myslerio do Povo : vendem-se es-
tes 7 volumes por 6,000 rs.
-- Vende-se em ca de Me. Calmont &
f.ompanhia o seguinte :
Cobre de forro e pregos para o mesmo,
Folha de Flandres sortida.
Ferro inglez em barra sortido,
Arcos do forro sortidos,
Chumbo em lencol,
Hilo de muri'cSo sortido,
Suecos de aIgodilo proprios para ensac-
car farinha.
Praca do Corpo Santo n. 11.
Vende-se um forte piano de Jacaranda
e de escolenles vozes, que muito agradar
-io comprador : na ra da Cadeia n 5*.
Vende-so mol de furo novo a 300 rs. a
ranada : no pateo do Paraizo n. 20.
A 8oo ris.
Vendem-se sapalfies hrancos do Aracaty,
'anto para homem romo para meninos, a
800 rs. o par : no Alerrn da l'oa Vista, de-
fronte da bonecra n. 14.
Na ra da Senzalla Velha, padaria n.
100, principio que entra pelo Itocco Largo,
vende-so superior farinha de mandioca,
vinda ltimamente de Santa Calharina ; por
cada sacca se levar ao portador a pequea
quintil de 2,000 rs. conduzindo urna sac-
ca nova de bom algodSozinho, e querendo
lesconla-se-lhc 260 rs., passando para ou-
tri, que o portador levara.
Superior Pal Brandy.
On sale, a lew cases containing
nne dozen each, also bottle
Port, sherry & madeira, at E. II.
VVyall's OlTlce, ra do Trapixe
Novo, n. 18.
Vendem-se, por precisan, dons escra-
vos da Costa, muito mocos, sem vicios ncm
achaques, hons serventes de pedreiio 0U
outro qualquer servico, e que pagam cada
um duas patacs por da, vendem-se juntos
ou separados : na ra eslreita do Rozario,
venda n. 47. so voltar pira o Carmo.
Cteguem ao Inrato.
Vende-so couro de lustro franrez, de mui
hoa qunlidade, pelo barato proco de 2,560 a
pelle : na roa larga do Rozario n. 26, loja
le miudezas do Joln Francisco Maia.
-- Ni ra do Collegio n. 16, taverna de
Antonio Joaquim Ferreira da Silva, vende-
so superior farinha de mandioca em boas
accas a 2,000 rs. cada urna : este proco be
Dra quem se quizer approveitar desta pe-
cliincha, por isso que u3o pule durar.
Bombas de ferro.
Vendrm-se bombas de rppuxo.
tienilulas e picota para cacimba
na ra do Brum ns. C, 8 e io
fundieo de Ierro.
Vende-so um bom quarlo russn, mui-
lo nasseiro, proprio para cangalha : na ra
Direitl, venda n. 18.
-- Ven lem-so sote torcas, madeira de mui
boa qualidade, com 32 palmos de exlensfto
o 9 pollegadas de grossura : quem as pro-
tender, dinja-se Soledade, sitio dos qua-
Iro loos, a qualquer hora do dia. que far
iodo o negocio, a vista do mo Jico preco da
mesma madeira.
Livrc-s baratos.
LegislacHo brasiloira do anno de
1822 a 1836 em 12 vol. cada vcl. a
ndice alphabeiico das leis do Bra-
sil al o anno de 1831
LegislicSo porliiguoza de Delga-
do oin 6 vol. gros Ilerortorio das leis extravagantes,
por Fernandos Thomaz, 2 vol. en-
cadernados
Coursde code civil, par Delvin-
couit
Obras de Lobao.
Segundas linhis, disimo, pensOes ecclo-
siasticas, diroito emphitoutico, processo
exocutivo summario, censos, scntenqas. fa-
cisculo, casas, dissertacoVs, damnos, direi-
tos dominicaos, expostos o engeitadns
morgados, ccOes summarias, interdictos|
agoas, ndices, denuncias, etc. etc. cada
vol a 1,500
Summa da institua por Bem Fer-
reira, 2 vol. 4,000
Direilo comtnercial, por Silva Lis-
boa 8,000
Vendem-se no pateo do Collegio, casa do
Livro Azul.
O barato.
Aos Senhores encadernadores.
Na livraria do pateo do Collegio n. 6. de
JoSo da Costa Dourado, vende-so papel pa-
ra cncadernar, de 18 pollegadas de compri-
doe 12 ile largura, por 40 rs. a folha, ou
900 a niHo.
Hita do Livramento n. lo.
lie chegado esta loja um novo sorlimen
lo decambraias a Escocia, o miis fino que
setem visto para vestidos de senhora, a
280 rs. o covado, ou 480 rs. avara; assim
como um completo sorliuiento do chitas li-
nas, as quaes se vendero por menos do
queem outra qualquer parte. Esta loja es-
tar aberla al s 8 horas da noite, para as
pessoas que quizerem comprar Uo boa pe-
chinehi.
Caiteiras para algibeira a 24o rs.:
vende-se n livraria do paleo do Collegio
n. 6, de JoSo da Costa Dourado.
< '.(irlas francezas para vollarete.
Vende--se fi.issinias caitas francezas
chigadas ltimamente de Franca, e por
que prego? a800is. o barallio na ra do
yuiraado loja do miudezas do barateiro
junto loja uc cera n. 33.
Materas ordinarias.
Vende-se mascares orinarias proprias
'4
preco de 500 rs. na ra do Queimado lo-
ja de miudezis do barateiro junto loja
de cera n. 33,
Carnauba de orimeirn ^orte
a 7.000 rs i arroba em saccas, courinhos
miu los, pennas de emi, sapatos de couro
do lustro em porclo por proco muito com-
modo, sapalinhos de meninos de 10 a 12 mi-
nos em porco, umi toalhi de bretinhi,
propria para baptisado, cousa boa, urna di-
ta aberti. sem bico, 3 temos de medidas
de folha e um dito de pao, tudo em bom
uso : vende-se na ra da Cruz do Recife,
numero 24.
Chumbo de munico.
Existe um grande sortimento de chumbo
de munieflo inglez, o melhor que ha de B,
BU, Bill!, e miudo de ns. 1 110 : vende-se
por prego muito risoavel, no irmazem n
45, da ra da Cadeii do Recife.
-' Vende-se um preto moco, proprio pa-
ra todo o servicn ; e urna moleca de 14 an-
uos, de bonita figura, com habilidades : na
ra do Livramento n. 14.
Os excellentes e apreciaveis charutos
verdadeiros de San Felin, acham-so ven-
da na ra Nova, loja n. 8, i 3,000 rs. a cai-
xinhade 100.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 3o:ooo,opo ris.
Na CASA FELIZ, nos qoatro cantos da ra
do Queimado n. 20, vondem-se os mui afor-
tunados bilhetes, meios e cautelas di 6.'
lotera a beneficio di cultura das imoroi-
ras e creacSo do bixo di sedi, cuja lista che-
ga no primeiro vapor.
Ven?:em-se pontes suissos de alisar,
para senhora, e para suissas, bigndes e ci-
hellode homem, a 60 rs cada um; corrents[gniiJo de algodSo com
il'oco fino para relogios,
1,000
1,000
50,000
7,000
6,000
. 500 rs. : ns ra
do fiangel n. 8, defronte do becco do Trom
Vende-se urna escrava de 28 annos, por
ella o pedir, excellente veodedein, sem vi-
cios e bem conhecids : nos Afogados, piteo
da Paz n. 21.
Defronte do trapiche do algodilo, arma-
zem do Guerra, vende-se por mdico proco
superior cal virgem, chegada nestes das de
l.isl Tu pela barca I.igeira.
--Vendem-se meios bilhetes da lotera
do livramento, cujis rodas andam no dii
28 do correte, a 5,500 rs. e decimos a rs.
1,200 : na ra do Livramento, loja n. 11.
Por i.-ooo.ooo ris.
Vende-so um terreno com 53 palmos de
fronte (lugar para edificar 5 moradas de
casas), temi de fundo desdes rui da Au-
rora it a ra do Hospicio, e se convior
tambem se far negocio com outros 53 pal-
mos juntos ao mesmo terreno, os quae-
dilo lugar para edificar-se 15 moradas de ca-
sas : para tratar, na praca da independen-
cia n. 17.
Vende-se por 3,000 rs. boas sacras com
milho: no Becco Urgo do Recife, venda
que volta para a Senzalla Novi.
Deposito de charutos da Babia,
ra da Cruz numero 17.
Armazem de Croccoc Companhii.
S3o cliegadosa este novo deposito os ver-
dadeiros charutos soberanos do llavana,
senadores, doputados, regala, cacadoros,
venus e quem fumar saber Todos estes
charutos em caixinhas de com, que muito
C'111 vrn aos amadores, pois qu sua quali-
dad ho mui'o superior, e prco o mais nio-
leraiio possivel, pira acabar e fzer-se no-
va romessa.
Agnlhas nglezas.
Vendem-se agulhas inglozas muito finas :
na ra 1I0 Trapiche Novo n. 18, escriptorio
de E II. Wyatt.
-- Vendem-se meias de linho da ps gran-
des ; barris de 4 e pipas de superior vinho
do Porto, proprio para engarrafar; arcos
para barrica: ; presos de todas as qualida-
des, do Porto ; e retroz : tudo por precos
commodos: na ra do Vigario n. 11, casa
de Francisco Alves da Cunha.
Semenles deortalice.
Vendem-se sementes de ortali-
ce muito novas; tanto em porcao
como a retalho : na ra da Cadeia,
loja de ferragens n. 56.
Madeira de Jacaranda.
Vende-se ptimo Jacaranda en porclo ou
a retalho, a vontade do comprador : na ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
Vende-so um carrinho de mflo, novo e
muito em cunta : na ra do Crespo, loja n.
16, esquina que volta para 1 ra das (rozos.
-- Vende-so urna pret* crioula, de 20 an-
nos, de bonita figura, que engomma algu-
ma causa e he muito sadia ; urna pardinha
escura, que parece preta na cor e que coso
chiio : na ra do Rangel n. 38, segundo
andar.
Para acabar.
Vende-se a 2,000 rs. o milheiro de cebo-
las, e a 240 rs. o cento, cousa boa : na ra
da Cadeia de Santo Antonio, armazem de
tijollos n. 17.
Novo deposito tic col virgem.
Na ra do Apollo, armazem n. 2 H, ven-
de-se superior cal virgem em pedra, ltima-
mente chegada de Lisboa ni birc Ligeira,
por menos 500 rs. a barril do que em outra
ualquer parte.
Estribos de metal fino.
Existem linda algnnspares destes elegan-
tes estribos : no escriptorio de E. II. Wialt,
ra do Trapiche Novon. 18
He bom e barato.
Vende-se camisas de meii brancas, e
de cores de muito bonitos pairos a 1,200
rs.; meias de laia para padres a 2,000 rs. ;
pentes de tartaruga pan mirrafi 800 rs.
0 pir; luvas prelas de torcal fazenda
muito superior a 1000 rs.; touquinhas de
seda pretas para creancas a 50o rs, ; ca-
1 quitas de seda preta para homem 1 640
rs.: babado de linho iberio a 120 e 240
rs.; carleirinhss com algibeiris 320 rs. ,-
caixinhas com seis papis de agulhas fran-
cezas a 320 rs.; linissimos pentes de ba-
lis para alisar a 100 rs ; ricos tuuciilo-
res proprios para senhoraa>se pentearem
1 3,000 rs. ; agulbeirinbos de vidrode bo-
nitos pudines a 200 rs.; chicotinhosfinos
a 6H0 e 800 rs. ; bonitos juros em ponto
pequeo a 800 rs. I e outros muilos calun-
guinhas de porcelana proprios para cima
de mesa a 640, c 800 rs. ; e mais um sor-
Quem admirar,
Venha ver e comprar.
Na nm do Crespo loja da cs-
qnlna ojnc volta para a
Cadeia.
Vendem-se pannos finos pretos muito
superiores a 3,000, 3,>00, 4,000, 4,500.
5,000 rs. o covado ; dito azul a 3,000, 4,000,
e 5,500rs.: dito cor de rap a 3,000, e
3,500; (ditos verde a 2,800; cortes de
coletea de setim de cores a 1,600 rs.; di-
tos degorgurSo de sedi a 1,280; ditos
de fusto de cores a 320, 500, e 640 rs.;
ditos de brim trancado pardo de linho
puro a 1,500, e 2,000 rs.: ditos de brim
brinco trancado a 1,600, 1,800, e 2,000 rs.;
ditos de cores a 800, e 1,280 rs. ; cortes
de cmbrala branca de quadros a 8,000 rs.;
ditos de cores muito bonitos a 3,000 rs.;
ditos com listras de cores muito finos a
3,500 r..; cortes de colete de veludo mui-
to bonitos a 2,000 rs ; cimbnii lisa a
2,720 rs. a pessa com 8 1|2 varas; cm-
bralas de cores para vestidos a 280 rs. o
covado; cassa preta 1 2,000 rs, o corte;
dila a 120 rs. o covado ; riscadinho de li-
nho a 220 rs. o covado ; dito a 320 rs.;
picte muito encorpado pan escravos a
200 240 rs. o covado ; algodilo de listra de
cores a 180 rs.; chitas de cores (xas pa-
ilies alegres a 160, 180, e 200 rs. o co-
vado ; melins de cores pan forros a 120,
" 140 rs ; riscads francezes para vesti-
dos a 240 rs. ; dito monstro a 220 rs. ; zu-
arte de furia cores a 200 rs.; ditos azues de
vara de largura 1 240 rs.; lencos de cassa
para gravati 1 240 rs.: dilps com listras
de seds a 400 rs.; sarja de seda preta
muito superior 1 2,240 e 3,000rs.; es-
10 1|2 varas a
2,400 rs. a pessa ; cuberas de tapete
para escravos a 720rs.; chapeos de sol
de panninbo com asteas de balea 1,800
rs.; meias para meninos a 1,000 rs. a
duzia.
-- Vendem-se 2 pretos canoeiros, e 2 ca-
noas iberias, que levam mil equinhentos
tijollos cada'urna : na ra dis Larangeiras
numero 18.
Vendem-se sacos com farello,
chegados no ultimo navio do Ha-
vre ; larinha Barn, primeira qua-
lidade, e muito nova ; verde fran-
cez em p ; cabos de linho ema-
nillia, muito bom sortimento ; li-
vros em hraheo e pautados, de to-
dos ostamanhos ; pennas d'aco d*
muito boa qualidade ; chumbo
em lencol; e oleo de linhaca em
barril ; tudo por preco muito em
conta : na ra do Trapixe n. II.
Vendem-se 10 escravos : sendo I pti-
mo oflicial de pedreiro, eentendede issen-
tamento de engenho ; outro dito oflicial de
cirpina; de bonitas figuras: urna pardi-
nha de idade de 12 a 14 annos, que cose,
engomma, faz lavarinlo, marca de linhi ;
urna escrava de idade de 18 a 20 annos, en-
gomma, cose, faz lavarinlo, marc de li-
nha, cozinha, o faz toda qualidade de doce;
2 ditas pan todo o servico ; e 4 escrivos de
servico de cimpo : na ra Direita n. 3.
-- Vende-se urna casa sita na ra do Ale-
crim, cem muito hons commodos para nu-
merosa faroilha, em chSos proprio, por ter
o dono de retirar-se para o Rio Grande do
sul : a tratar na mesma ra, sobrado n. 2
--Vende-se um jaque novo, que pode
servir de farda pan o corpo de polica por
preco commodo na luja de alfaite u. 35, di
ra Nova.
Vende-se urna corrente de ouro de
lei, muito moderna, para relogio, nrais cm
conta do que as lojas de ourives :' ni rui
larga do Rozario o. 35.
Vende-se mel de furo, em
caadas e garrafas, por preco
commodo .* no Manguinho, pas-
sando a ponte, primeiro sitio do
ladoesquerdo.
Vendem-so 12 cadeiras, 1 mesa redon-
da de meio de sala, 2 banvjuinhas, tudo de
anglco, porfeito e com pouco uso, 1 com-
moda grande, 1 dita mais poquena e em
bom estado, 1 carteira nova, 1 mesa de jan-
tarde amarello perfeita, 4 mangas de vi-
dro lisas e de bnnito modelo, 4 castigaos de
vidro, urna redoma, 1 oratorio pequeo,
porm moderno, com 3 faces de vidro, com
alKumis imagens : no largo do Carmo,
quina da ra de llortas n 2, segundo an lar,
das 1; as 9 horas da manhSa, e das 3 da tar-
de em dianle.
Na ra do Rangel n. 36, primeiro an-
dar, na para vender relogios novos, de ouro
e prata, todos paleotes, por preco commo-
do, e muito bons reguladores.
Vende-se um mohno e um torrador de
caf com seu competente fogSo, e com al-
gum prejuizo por se ter precisSo do seu im-
porte : na ra larga do Rozario, padaria nu-
mero 48.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacional,
contendo a lei, regulamenlo e todos os mo-
delos que delles dependem, a 1,000 rs. cada
exemplar completo : na praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se a 5,500 rs. meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas rodas andam
infalivel mente no dia 23 do corrente: na
ra Direita, loja de ourives n. 124.
A 1,60o e a l,8oo rs. a vara.
Vende-se panno de linho para leles,
de muito boa qualidade, com a delicadesa
de vara meia dar um elegante lencol sem
costura, muito commodo para nSo magor
o corpo: na ra do Crespo n. 12.
barateiro do pnsseio publico,
loja 11. I I I huiiaiu) .lose liodrl-
gues Kerreia.
Vende superiores sarjas espantadas, mui-
to largas, a 2,400 rs. o covado ; setim ma-
can superior, a 3,200 rs. o covado; panno
lino de todas as qualidides ; lencos, los
pretos, chai eos de massa francezes, brins
de todas as qualidades, casen iras a todos
ns precos, meias ditas, ISa pan caigas, lona
da Itussia, brim do quadros, ditos de algo-
Ido, riscads francezos, cassis xitas, cortes
^M"iMM'^M'MWMlMiai>l 'o lu
I
zendas baratas, quo se nSo annuncia para
nSo tomar lempo aos freguezes, porque a
'sta deltas so far toJo o negocio, s afiai
do so apurar dinheiro.
Lotera do rtio de Janeiro.
Aos o:ooc,ooo rs.
Ocaulelista Selustiano de Aquno Ferrei-'
ra faz sciente ao respeitavel publico, que as
suas mui afortunadas cautelas da sexta lo-
tera das amoreiras estilo venda na ra do
Crespn. 16, loja do fazendas, obriga-se,
a pagar qualquer premio que nellas sal ir
sem ganancia alguma.
Quartos 5,500
Oitavos 3,800
Vigsimos 1,300
Aos 20:000,000 ris.
Ra da Cadeia do Recife n. 24, loja de
cambio da Viuva Vieira&Filhos.
Receberam-se as listada 12.a lotera do
Iheatro de S. Pedro e 16.' da casa de correc-
cSo, e igualmente os afortunados bilhetes 1
da sexta lotera a beneficio da cultura das'
amoreiras e creado Jo bicho de seda, da<
quil vira 1 lista no primeiro vapor.
Toucinho california.
Na ra da Cruz, armazem n. J3, vendem-
se pequeos birris (de toucinho, o melhor
que al hoje tem vindo a este mercado, e o
mais alto e claro que be possivel, tendo
apenas 100 libras cada barril. Este excel-
lente toucinho ia de encommendi parla
California, e foi aqui vendido porque o ca-
pitSo do navio que o conduiia (o hiate Dra-
co) leve receios de proseguir sua vagem,
em rasfio da estacSo ser ja um pouco des-
favoravel. Os apreciadores do bom devem,
fazer um passeio ao tal armazem, onde de
bom grado se trocar por moeda corrente o
famoso e aqui anda nSo visto toucinho ca-
lifornia.
Kua do Collegio 11. 4.
Neste estabelecimento se encontrar sorel
pre o mesmo sortiaionto de chapeos do so-
ja annunciados, assim como sedas e pannos \\
em peca para as armui s servidas, baleias
para vestidos e espartilhos de senhoras.
Concerts-se toda a qualidade do chapeos 1U1
-ol, tudo por menos preco do que em uulra
qnalquer parte. \
Vendem-se relogios de ou-
roe prata, patente inplez : na tua
da Senzalla Nova n. 42.
9CQ:'!O0$>$ :0$O
0 Jos Joaqun Moreira&C. O
?> cun loja na na Nova >
> numero 8, 01
0 icibam de receber um sortimento a
de rundo ims denominados Eco- n
q nomicos moderadores muito pro- f
rt prios pira quem l e escreve, -ou es- 2?
j* tuda de noite, tanto pelo aceio di luz
* como pela claridade que d3o, acres-
O cendo alm disto que o seu preco he &
o mais mdico possivel, porque nSo O
0 excede de 4,000 rs cada um O
g>Q:OQ3:Qq *10:OOQOQO
Escravos fgidos.*
Desappareccu na noite do dia 6 do
corrento urna osera va parda denomeLuiz,
idade pouco mais ou menos 30 anuos, ro-
bellos corredissos, porm cortados, rosto,,
redondo, barriguda que parece estar poja-
da, mSos bstanlos leas e algumas unhas
muito negras que parecem ter sido pisadas,
os ps muito esparrillados e feios e algu-
ma cousa irregular, levou alm da roupa
vestida, um sacco ou trouxa, dous flus da
emitas brancas ao pescoco, assim como um
rozario tambem branco, chales de chita .
asul j desbotada, usa de camisa de cabe- f
a
para brincar entrudo, pelo baratissinio'u. 33.
tmenlo de galantarias que se vendem I de colletes de setim, ditos de sarjas, challes
milito baratas na ra do Queimado loja delde todas as qualidades e gostos, madapol3o
muidezas do barateiro junto i de cera |fino e outros muilos de dillerenles precos ;
(So 1 quem a aprehender e leva-la na
ra do Queimado, loja n. 9, sor recom-
pensado generosamente.
--Fugio no dia 24 do corrente do enge-
nho Tapera, sito na fregueza de Jaboatao,
o escravo de nome Jos, de naeilo Nig,
cujo simes caractersticos sBo os seguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes o
vivos, sem barba, com fall de denles, ros-
to tslhido, ps grossos, representa ter de
idade 30 annos, ho muito ladino; avista
do exposto"recommenda-se aos capilSes de
campo 1 captura do dito escravo, pelo que
serSo generosamente gratificados,
- Fugio, ante-hontem, o escravo Ventu-
ra, de naeilo, que reprsenla ter 20 annos,
baixo, reforcado do corpo, rosto redondo,
cabello aparado e com falta de alguna den-
tos da parte inferior ; levou camisa de ,na-
dapoiiio e calca de algodSozinho riscado,
com algumas marras de alcatrSo: quemo
pegar leve-o 10 armazem de cabos de Rra-
ga & Companhia, que sera recompensado.
Anda est fgida a preta Mana Joa-
quina, de idade 30 a 40 annos, nicflo Con-
go, baixa, gorda, cor retinta, bixgosi,
olhos vivos, bastante ardilosa, o sagaz ;
talvez ando sua fuga encoheita com o nego-
cio de miudezas, pois he no quo se empre-
gava antes da sua fuga, n3o sendo esla a
primeira voz quo foge, que se encobra
com tal negocio; tambem j loi escrava de
engenho, e andava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula de quem en es-
crava : quem a pegar levea na prac da In-
dependencia n. 17, quesera recompensado
do seu tiahallio.
assim como um completo sortimento de la-
Phfw.' rVATYP.w: M.rVR Faria.
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