Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06330


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Full Text
Anno XXVII

i
Segunda-fera 24
FAUTIDAS DOS COBBaUOS.
Goianna e Parahlbs, s segundas e sextas felras.
Rio-Grande-do-Norte, todas as quintas felras ao
ineio-dia.
Garanhuns e bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas fciras.
Olinda, todos os dia.
' EPHEWinlDU.
'Nova, a, 2, as 10h. e 55 m. da t.
Partan n. im jrese, a i0, as 7b. e 25m. da t.
PBISBS Di LD*./Chelj a ]7(M ,01| c 59 m_ da(n
IMing. a24,sllb. e 0 m. da m.
ratiMAB dz hoje.
I Primeira s 11 horas e 42 minutos da inanha.
Segunda s 12 horas e (5 minutos da urde.
de Fevereirode 1851.
N. 45.
FREqo DA StTBSCBIPoiO.
Por tres meses (adiantados) 4/
Por seis meses 8000
Porumanno 15/000
das da semana.
24 Seg. >j< S. Mathias. Aud. do J. d'orf. ein.dal v.
25 Tere. S. Osario. Aud. da Chano. do J. da se-
gunda varado o o dos feitos da fuenda.
26 o un!. S. Torquato. Aud. do J. da 2. vara.
27 Qulnt. Leandro. Aud. do 5. dos orf. edo m.
da primeira vara.
28 Sesu S. Itouiao. Aud. do i. da 1. vara do civel,
e dos feitos da fasenda.
1 tiab. S. Adrlo e Jovita. AuJ. da Ch. e do J. da
2. varado civel.
2 Dom. da Quinqusgcsiina. S. Simplicio.
- tu
CAMBIO DE 32 9E FEVERKRO.
Sobre Londres,,a 30 d. p. 1/QOO rs. 60 das.
Paris, 320 por fr.
Ouro. -ODcai hespaoholas------g00 a 28/500
Moedas de 67400 velhas. IWW0 a 16.200
. de 6/100 aovas 16*000 a IW200
de4J000....... !>/00 a 9/100
Prata.Pataces brasileiros.... l/'-jO a aJHO
Pesos columnarioj..... l/>20 a M940
Ditos mejicanos........ 1/680 a 1/700
DIARIO
i unas ii ii
PAWTE OFF1CUL.
Commanilo das armas.
Quarlel do commando da arma na eidadt do
Recife, em 18 de fevereiro dt 1851.
ORDEM DO DA N. 50.
Ilavendo o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia concedido por despacho de 14 do
corrente ao Sr. capitSo do segundo balaltiflo
de artlharia a p Antonio Maris Rabello,
permissSo para ir a corte do Rio de Janeiro,
am de matricular-se na escolla militar, e
concluir neste anno o curso respectivo, as-
sim o fsqo constar a guaroicjlo ; beni Como
qneo mismo Sr. capitSo deixa nesta data
por tal motivo de exercer as funeefles do
emprego de' ajudante de ordens interino
deste commando, que passam a ser desem-
penhadaa pelo Sr.primeiro lente do quar-
to bstslhSo da mesma arma Leopoldino da
Silva Azevedo.
Por esta occasiSo agradeco ao Sr. capullo
Rabello, e Ihe rendo os devidos elogios, pe-
lo modo distinelo com que servio o referi-
do emprego, no qul mostroua par la se
tividade, o zello, intelligencia, e honradez
que o esrseienss.
lote Vrenle de Amnritn Rezerra.
INTERIOR.
S. Paulo 30 dejaneirb de 1851
Betn quizera hoje possufir a espirituosa
delicadeza com que as muiheres preparSo
o animo da pessoa aquem vilo dar urna no-
ticia mi : seria agora occasiSo de empregar
este talento especiallssimo para disp-lo a
receber novas que cortamente hilo de fa-
zer-lhe assomar s faces a glida pallidez do
sutlo, para ser logo substituida pelo calido
rubor da colera.
Purece-me que o eslou vendo soflrego e
offrgsnle sallar linhas e periodos para filar
a estrondosa noticia, precedida de 19o cam-
panudo prembulo : nSo se sfllija, que isto
he um gracejo : mo passa de urna capri-
chosa imitscSo dos reclames com que as
folhas parcienses desafian) a publica al-
teneflo sobre as mais insignificanlll eonsas.
E se assim nSo fra, como se dara atteneflo
s cousas insignificantes ?
Ora bem: j o preparei, como Dos me
ajudou, para receber a tmpreiio : agora
elsocsso. Saber que o seu Jornal do Com-
vitrao anda poraqui em muilo risco de
solTrer um auto de f; e se escapar das
chammas, por corto n9o escapa de ser lan-
zado no fatal ndex, como os anligoslivros
ou escriptos que nflo agradavSo ao santo
tribunal da inquisiclo.
E quer saber a razam ? Pelo desaforo de
publicar urna serie de carias de S. Paulo !
Note porm que rulo accusSo essss carias
porconlerem doutrina perigosa, oujuixos
contrarios os interesses da parcialidade
queixosa : o nico crime he suspeitarem
que sSo escripias por um individuo que
nSo partilha as ideas do partido dominan-
te, e a quem, com a mais flagrante injusti
qs, appellidSo de energmeno.
Tenho c meus remorsos de ver que al-
guem padece injustamente por minha cau-
sa ; e tambem nflo deixo de ler meus cui-
dados por Vm., que tanto capricha em vi-
ver neutro entre os (artidos, e que agora
vai ineo'rer no desagrado dos taes censo-
res : vale-lhe porm a qualidsde e o peque-
no numero dclles. Ora, isto he realmente
um i7i(}ue que Vm. nSo esperava. As taes
cartas contem apenas noticias de factos oc-
corrldos, embora alguns, neste pequeo
circulo, adquirSo as proponjJes de negocio
politico, nflo os discuto porm, nem os
julgo ; ese alguem os apreciar de um mo-
do desagradavel a quem quer que seja, a
culpa nflo he de quem os refere, nem de
quem os publica. Se alguma vez discuto
he sobre negocios induslriaes e scientiicos:
logo nflo se poderia sensatamente qualificar
de correspondencia poltica, e votada a in-
teresses de partido, as cartas que Ihe te-
nho escruto. Se querem porm que eu
nflo conle certas cavsai, anda que nfin se-
jam capazes de notar urna s inexaclidflo,
entflo boulrocaso; mas eu duvido que
Vm. quera outro tanto ; porque julgo que
pouco mais Ihe teria a contar do que as
mudencas da temperatura, e accidentes
meteorolgicos se me fosse vedado dizer-
lhe, por exemplo, que publicou-se urna
nova folha saquarema; intitulada Clurim,
que he mal escripia e tem sido mal re-
cebnla pela parte mais sensata do partid
que quer representar na imprensa. Estou
quaai adivinhando que esta noticia fui a
causadas iras, eque o facto de Vm. a pu-
blicar flcou alta mente repostum Acon-
tece poim que, para melhor abonar a mi-
nha eiactidflo nesta ponto, o propno nu-
mero do Clarim em que Vm. he a pregoado
como herege por causa de ininhas cartas,
publica a declaracflo de mais dous perso-
nagens saquaremas que asseveram nao to-
reen parte alguma na redacSo de tal folha.
E queran que eu nSo dissesse que a
parle mais esclarecida do partido uSo ac
lheu bem essa nova publicac,Bo perlodic- ?
NSo sei como me hei de haver: Vm
quer que Ihe communique tudo quanto
possa iuteressar saber-se, e oulros querem
queeu guarde segredo! O Conservador tam-
bem d-lhe sua denladazinha; mais esse
he mais tnmrralheiro, e parece que, como
deatro esgador, sabe por os citt na moila...
O que porm nSo me est agradaudo em
tudo isto, be que estou vendo que ardo em
dous fogos; porque tambem lenhu vistos
alguns mais rdeme opposicionisias f*a-
rem ca fitas de mao agouro, quando lem
minhas cartas; e cuido at que, na opiuiflo
de alguns, sou tido por um ditfarcado sa-
quarema ; tanto assim, que foi mister que
da quise retiraste o Dr. Pacheco para es-
capar paternidade desta correspondencia.
Assim he o mundo : mas para de urna vez
acabar com esta discossSo, que a fallar a
verdade nSo mereca a pena, autoriso-o
a promelter aos nossos censores um bom
premio cada vez que provarem afalsidade
de urna noticia queeuder, com a.condi-
qo que apaobsro urna duzia de bolos
cada vez queeu Ihea p'ovar urna imputs-
cilo calumniosa contra o crdito de minhas
narra (Oei,
Falla-se por aqu que o Sr. hispo de Cry-
sopolis vira reger esta dicesi; he a melhor
noticia que ba muito lempo tenho visto
correr; e por isso mesnno desconfo que se
nflo verificara ; o mesmo succede a todos
aquellos (e sao muitos) que veran com
muito prazer curar a viuvez da igreja pau-
listana por urna tam acertada escolha E
tambem he preciso convir que j vai tar
dando a nomeseflo de um hispo, e nSo pode
ser contestado que esta falta causa grave
transtorno aos negocios esDirtuaes e tem-
poraes. Crescido he o numero das paro-
chas desprovidas de pastores, e ha milita
gente habilitada para o aacordocio, que so
espera um hispo para tomar ordens. Anda
qnaodo se concdiam dimissoras para os
ordenandos irem tomar as ordena ahi, o
mal era menor ; mas de certo tempo a esta
parte o capitular as tem negado geralmen-
tJ, dizem que por exigencia do presidente;
de sorte que muitos mocos que tinhaa
concluido seus esludos acham-se emnraza-
dos, sem saber o que ham de fazer at que
cosse a vacancia da docese.
Temos j por aqui bom numero de pane-
adores que dahi vieram gozar da amenida-
de de nosso clima, fugindo aos rigores da
eslaeflo, qiiesSoahi aeompanhados de um
fonebrt cortejo d enfermidades, todas de
m catadura; alguns tem-se applaudidn
tanto do acertado passo que deram, que
estSo dispostos a comprarem chcaras nos
pitorescos arrabaldes, para lgarem-se in
timamcnle ao paiz que tambem os recebe.
Principio querem as cousas, e por pouco
que se v conheceodo a facilidade e eco
nomia com que se pode vir passar c o
veram, espejo ver multa gente tomar esle
partido.
So faltava que o trajelo entre Santos
e esta cidade podesse ser feito em carros
ou mnibus, o que nflo sepOdeainda con-
seguir, apezar dos continuos esforcos da
assembla provincial. Tomos, he certo,
melhorsdo extraordinariamente, pois que
a estrada est ncomparavelmente melhor
do que em 1810 e por ella passam ja an-
nualmente mil carros, conduzmdo ma-
deiras ; porm, anda assim, nflo se presta
ao transito de seges para viajantes. Com
a cessaco do trale^o de escravos he prova-
vel que abunde n os capitaes j e enlSo So-
ria nm bello ensejo de dar-lhe urna appli-
cc3o duplicadamenle til, dirigindo-os a
empresas tendentes a melhorar nossas vas
decommunicaeflo.
E nflo temo ser contestado quando sflir-
mo que urna das estradas que melhor se
presta a brmacao de urna companoia he a
de Sanios para o inlerior deila provincia ;
pois quo o terreno j est sullicientcmente
estudsdo, e o seu cresente transito afianga
sos empresarios crescenles lucros.
Existe ahi quem poderia prestar a csse
respailo as mais bem fundadas informa-
coes : he o habilissimo engenheiro polaco
Chrisllno \\ y/w-ky, que aqui servio algum
lempo com muita distinrQflo, e fo obrigado
a solicitar sua demissflo por motivos que
anda mais o abonflo no conceito dos que
oconhecem. Se eu fra capitalista, e ti-
vesse decomlar meu dnheiro a alguem
para urna empresa deste genero, (icaria
bem satisfeito sea visse dirigida por esse
eogenheiro ; e os excedentes artigos que
elle lem publicado no Jornal do Commerclo
sobre esta materia provam que, alm dos
conhecimentos proflssiooaes, possuea pra
tica dos trabalhos doste genero, adquirida
em bo.. escola.
Esta provincia tem empregado militare*
de conloa de res em estradas, desde a crea-
C3o das sssemblas provinciaes ; mais, an-
da que se possa dizer que he a que as pos-
sue melhores, considerando a lotalidade,
entretanto o proveito nao corresponde a
grandeza do sacrificio ; e a razBo est na
falta desystema com que se lem procedido.
Anda bem nSo-est explorada urna estrada,
anda nflo se assentou a melhor direcfSo,
nflo h um orcamento consciencioso, e ja
se decretflo fundos para a sua factura; e
o que resulta muilas vezes be conhecer-se
que nSo presta, ou que poda ser muito me-
lhor, quando bastantes contos j eslam gas-
tos. Tambem e grande numero de estra-
das a ramilicacVs be um erro que obsta a
perfeicSu de cada urna: repare em urna
la do aramia, olera una idea approxima-
tadeu'iia carta lopographica que repre-
smosse as estradas da parte mais povo ida
la provincia. O que a contece he que, em
vez de concluir-se com perfeicSo urna ou
mais estradas de mor importancia, temos
muilas mal acabadas, e gastamos em su
conservacAo quasi tanto como gastaramos
com a factura em regra e com a possivel
perfeigSo, eaptidSopara melhores vehcu-
los.
E esta vereda em que me internei he tam
extensa pelo menos como tudas as estradas
da provincia, sommadss juntamente ; e as-
sim, se eu quizesse percorre-li, notando
tudo quanto ha digno de nota neste impor-
tantisaimo ramo de admmistracfio, duvido
que houveste alguem disposio a acompa-
uhar-mo; por isso Caco alto aqui, e pode
ser que em outra occasiSo diga mais algu-
ma cousa. (Carla pnrticulnr.)
(Do Jnrno' do CnmmerrioY .
Correspondencia.
Snr. redactores. Queiram por obse-
quio declarar abaxo desta so son ou o au-
hor dos Communicados que tem apnare-
cido em seu Diarlo assignados O apren-
diz do Carapu^ss para que possa provar
( nicamente por amor da verdade ) ao Rvd.
Padre Mestre Lopes Gama, que claramente
me attribue a paternidade de|ls em sua
correspondencia impressa no Diario n. 43
deste anno, que as suos bem que vehemente*
suspeitas a tal respeito silo destituidas A-
todo o fundamento, nflo passando per liso
de um mero juizo temerario, que Ih'o per-
do pelo amor de Dos. Com esle favor
muilo obrgaram ao seu constante leitor.
Jos Nicolau llegueira Coila
OSr. Dr. Itegunira Osla, nSo he o autlior
tos artigo que menciona O* HR.
MlSUtLLAttti
O ANTI-CHAItLATA'O.
Sabendo fraeo do pavo
Oganhndor charlatn
Procura o maravilhoso,
Recorre a religido.
Mais despropsitos do secretario perprtuo
do instituto hotnaiopathico no seu Medico di
Povo n. 11.
Tenham paciencia os meus benignos lei-
tores : este n 11 do Medico do Povo he um
p itozi de sandices, de imposturas, de men-
tiras, que entendo, devom ser analysadas, e
provadas segundo o programla do meu
peridico. Jim Bixente, que nada sabe me-
tilo ticamente, o por principios, esse esga-
narello, que com o destacamento proprio
dos charlatues havia dito da medicina ra-
cional o que Mafoma nflo disse do touci-
nho, chamando-a do errnea, estpida,
barbara, materialista, e o diabo a quatro ;
agora ronfess, que oj medico conseguiran
mu tos curas imporlantiisimas, antes que hou-
vesse hiiinicoptitlnH ; porque antes que esta fos-
se descobertaja existia, e lora reonheada por
hipocrates, ele .
Sendo isto verdade, como he, toda a dif-
lerenca da medicina racional homocopa
thia est em queesia poo por principio ab-
soluto, osimilia similibus curanlur, que a-
quella admitte ; mas nAo como nico e ab-
soluto. Allopathia, sto ho ; urna medicina,
que estabeleca por base do seu systema n
principio exclusivo do contraria conlrariis
curanlur, he cousa, quo nunca existi, foi
urna calumnia de Halmemaiin para desa-
creditar a medicina racional, e poder for-
mar a plena coutrariedale entre urna e ou-
tra. Se he falsa poroppostaa experiencia
de lodosos seculos a doutrina absoluta do
contraria contrarii ; tambem igualmente o
he, e ainda mais, a do similia similibus, co-
mo nico principio tberapeulico.
A nalureza nflo est subordinada s con-
jecturas, s hypotneses aos syslemas dos
homeos, a cujo espirito limitado muito a-
grada a simplicidade. querer reduzir tu-
do a um nico principio lem trazido innu-
meraveis erros phisica, rsycologia,
moral, e poltica. O que a experiencia de
todos s lempos, e poizes lem mo-.ir.iu> he,
que se algumas vezes curam-se infUuuna-
c.'s com substancias medicamentosas esti-
mulantes ; oulros vezes, e confrmeos or-
gflos. as causas, e as circunstancias do do-
. ule mi cedem a applica(3o de medicamen-
tos brandos, e ante flogislicos. A quaulos
milhares de pessoas uo estado pletorico nflo
lem salvado a sangra .' Tirar s-.ngue oh /
que peccado para o puro, brando, mavioso,
anglico, e ortlioduxo corceo do milbafie
Jan Bixente'. Derramado o sangue do pr-
ximo, de nossos irmSos isso nunca. En-
tre tanto a mesma natuieza as vezes nos
esta ensinando esse remedio pelas esponta-
neas hemorragias, que tem salvado a vida a
muilas pessoas, e que peiiodicamenle a
conserva na outra metade dos entes da nos-
sa especie.
Caa um homem de grande altura ; nflo
o sangrem immediatamenlef, e appliquem-
Ihe s as taes lendeBsinlias homcoo,'tili-
cas ; e vejam, se 1 lio pdem salvar a vida
Aqui occorre-me f>zer uina pergunta aos
s nhores da Iiomceopathia : segundo.a-vos-
sa doutrina qual sei a substancia med
cameutosa, quejase haja experimentado,
que no corpo de um individuo robusto, e
sao produza urna molestia semelhante a de
urna grande queda, ou de urna boa piza de
pao? Fra dus que vflo kilos na especular i
booioeopaimca ningueni oir, que a arinca
serve para tudo islo. E poder-se-ba negar o
promplo, e salutarissimo efTeito de un
caustico convenientemente applicado? En-
gula qualquer pessoa urna poigilo do subl
mado corrosivo, por exemplo; nflo seja lo-
go vomitado para expellir a substancia ve-
nenosa que Ihe vai corroendo o estomago ;
recorra aos vidrinos da pelotica boinceopa-
thica ; e djgam-me, senflo Ira infallivelmeu-
te ad paires.
Re, non verba, Tactos, e nSo palavras : he
o pomposo estandarte dos honioeopatbas.
Mas por quem sao esses factos devidamente
observados de maneira quo o seu complexo
forme um lodo de doutrina nflo s verda-
ueira, se nflo exclusiva '! Factos / Uuerem-
nos niaia univcrsaes, mais constantes, mais
numerosos do que os em favor dos vomito-
rios, e purgantes do Le Hoy '! Factos Nflo
correm impressos por loas a parle os do
xarope do bosque, os das piulas vegelaes,
a salsa parrilha de Sands!* Qual he o eli-
xir, o panchresto, a panacea de todos os
charlalfles pretritos, e presentes, que nSo
exiba um calleninode factos miraculosos
cm seu favor ? Serflo tndus a verdade pura,
o a pura da verdade ? Que diz a islo vossa
cari.la lo, irmflo donato Jan Rixte?
Segundo os espuculadorcs homoeon&tlios
n5o ha curativo possivel, se nflo por mnio
dos semelhantes, ue lie o que m^snio sig-
nifica ho" ccopalhia : e se se duvida da e-
in rali lude deste nrlncinio, gritam a arre-
bentar Re non verba : vamos aos Tactos.
Mas nflo vedes, senhores meus, que nflo lia
curan Imro, que nflo possa dizer outro tan-
to das suas drogas ? A ver lad* pura da vus-
a hoiiiii'o|iat'ia nflo tem Olltro prova, se-
gundo vos mesmos, senflo os Tactos : mas
oulros muitos, e quotidianos Tactos de-
monstra n a prolii ma lo da me mci na ra-
cional, que vos dizeis sir diaoiPiralmenl
opposta : logo t 'Oos duas cousas dame
tralmnn'.e oiipostas, e ambas ver laderas
ejusiem, de eoiem, et tubeoiiem reptot%: o
querem a sro mosiiio, que un circulo
quadra lo.
Mas o nos
fez lodos estes argumentos com quatro pala-
vras, d -en lo, quo os curativos alcancadns
pela medicina racional sfloperTeitamentcho-
iiniMaailiia: ahsu doquecorrespondeperTei-
tmente a esl mitro,que p le um cousa ser.
e nflo sor ao mesmo lempo; e se se Ihe exige
i prova do I o eslravagante disparate, nfl i
Mhtl deste i e lenlo SarilllO. A liirnu' i :i-
thia lie a verdade pura, e a mira da ver la-
de--he a mfli do filho, e o filho da mfli : he
janella de pao de pinho, de pao de pinho ja-
nella : E esse Jan llixente he o ho-nem, que
ndl por tona a paite desafiando a g-'nle
para discusses sobro a hornee ipailiia ? Sim
he o mesmo, queapavonalo escrfeveu no
sou n. 10 estas haforadas d'i orgullio, o de
uaiiiliceNSo sou doutor ( nflo precisava di-
z-lo ; que j to los ubemos ) nem mesmo
tenho doaejoi de o ser, por ser cousa ho|e
i ."i o fcil do aliMiira-, quo nflo vale apena
de urna viagem Helgica, Allemanlia, ou
i Italia, e pr liro viajar para meu recreio,
n para ir esclarecendo os povos a resucito
do homocopalhia.
Ora o certo lie, que infelizmente nessas
academias vendem-se cartas, ou ptenles
do medico a qualquer animal de dous ps
snm pon as sol) a onaiecBO de nflo exercer
por I a a arle do curar, ou de malar. 11' isso
em venlade uti grave abuso ; mas quo cerlo
nflodnvri tornar despresivel o grao acad-
mico, quando licita, o proveitossmente ad-
quirido. Nem esses Dulcamaras doutores
improvisados, e ad hunorem, ou antes ad
horrorem nos Tariam mal seo Brasil nflo fos-
se, como he, um Teudo, urna granja, uina
Tazenda do quanto eslrangiru saliimbaii-
co, e gerigote o quer desTruclar, s entre
nos se cumpnsso a le, que ordena, que ne-
nhum formado em qualquer parle do mun-
do possa exercer por ca a medicina sem
passar nor exames em alguma das duas aca-
lemias do imperio. D'aqui evideniemeiit-
se conclue, que taes papel tas d'eitranjaa
ninguo ii auliirisam para armar-so d car-
teinnha, e metter-se na trificancu Iioiucoj-
pathica.
So nflo fra essa nossa incuria, essa nos-
sa iiiqualiiicavel miseria, o mesmo peloli-
queiro, Jan Bixente nflo se sppresenlana iih
capital d imperio os barbas do gOVflrn,
pregoando-se pr salvador das gentes,
exeicen lo a profissao de medico, e cirur-
giflo, euriquecendo com os-suas ariimanhas
linmocipaihica; a despeito, e com iosolenti
UeSpreio das nnssas leis. Em outro qual-
quer pail lan Bixente seria perseguido le-
galmenle, como um charlatn pestitero :
no Hrasl Taz alarde das suas tam oluns,
nriquece cusa dos pasiranos, u descom-
po aos brasileiros .' !! t) quo quer dizer-
Institulo homceopalhicobrasileiro do qual
uTaiia-se esse impostor de ser secretan
perpetuo? Por ventura ha entre nos algu-
ma lei, que aulonse o uso desse systema ?
Nflo he pelo contrario prohibida toda e
qualquer clnica, que nflo lr exercida por
mdicos legtimos? Este escandaloso dea-
ejo corre parelhas c>m o d'aquellc, que
po'/o-s em sua morada orno tablela com
o lelreiro-Casa de jugo-Que torra desgra-
rada que he o Brasil nosso mais no noiu,
do que na realidado .'
Jan Bixtnte accrescenla, que prefere via-
jar para seu recreio, e par ir esclarecen-
do o povo a respeito da humccopalhia lie
Milord Chikapouff que viaja paro divertir-
le empolgando o dnheiro dos inexpertos,
quo o procuran! ; ho o pedante excaciieiro
ijue anda instruindo o povo n'iima giri qu
i.-lle diz ser sciencia ; mas que nflo tem ys
lema, n'uma sciencia, que elle mesmo ja
disse, que era um quer que seja, ou o nflo
sei que diga, ou o diabo, que o ature/ A
ler taes hoiracheiras desse capadorio qual-
quei homem do povo mas de bom senso,
devora ilizer-lhn como a criada Marimba
as preciosa* ridiculas do g *Toulcequevous prtehsutji croii bel et bou;
Mais e ne saurois, mois, purler votre jargon
lacio, que o que pregaes he bello, ho bom ;
Mas des-a vo-sa giria ignoro o toill.
Tomara que algum Jan Bixonte me ex-
plicasse como he, que um medicamento,
que me mili ou allopalhico pela boc e fui
ter ao meu estomago, depos de estar ca
Jentio, nflo s niudou de dso para inllni
lamento menos, se nflo que sendo capaz de
excitar em mim symptomas contrarios, ad-
quiri a virlude do os suscitar semelhan-
tes, que oestes diversus elT-iios be que Con-
siste a allopathia, e a houiccopalbia. A
hoinceopatbia como medicina impinca polo
ir vi vendo sob o favor da creduiiJade do
povo ; mas como sciencia conten princi-

pios inlragaveis, absurdos quo nSo p-
dem resistir urna ver la lers discussflo
Vejamos a ultima palada do heme das
eartaiiinhas no mesmo n. 11. cande arma-
ren fin san lieos a qu-l mais gronelra, mais
burlesca, mais estulta.
Tinhadiln o meu amigo -Assim a serpen-
tn do bronzo prefigurava J 'SU- Chriatn no
Calvario, O sacrificio de Isaac, o sacr flojo di
cruz ; a oasehoa dos lsraelistas s'inatitni-
Qao e mysteri ) da Encliari-tia.Que res-
uos'a .Uria Jan Risente esta VPrdale?
v'Ode Srs. leitnres, co ivencoi-V'iS ca la es
naisdi ig'inrnici'i, n iunoi'iavnl canilacis-
'no desse miquelelR presa lor liimd! ipat'ii-
co das gent s. Ki-la.-Ku nflo v > ntHS
Ci)"ioaraC(os outra causa mais, do que o
combate do esplritualismo cont-a O nvte-
lialisuio en duas nocal b"m lisliuctas,
loando ora necossarln inspirar um trror
-anio aos bomens para os Tazer ahandonar
a idolatra, e quando se Ihes mosirav, quo
I 'os to lo e -i e-aiiato, e ver la I s i identi-
fica v no ho'iic n I ao bo'nomli asneara:
i.lontificar-so can o ho nem sim) para ro-
coii.iii/.-io aos cos,d'ondo o p-ecaln os
x uI-ara. B vejo c*ta *i mais si- iphflca-
los, cida venais desodos da matTiu os
'iieiosde levar ao fmi ISo s bl ne oh a, do
um puro amor. Que thoologi i buf -lu-
mco ipatica !
Aon le -' i nos palavras snpracilodas
COUBa alguma, quo si refira ao es lirilualis-
nio, ou ao materialismo ? Tu lo alli ha fis -
no: a serp'iiii, Ciiriatu no Calvario, osa-
cilicio de Isaac, ele, ele. Pelo dlzer d Jaq
itix-inie conclue-ss estar est- bobo poraua-
dido, que a serpelo de bronZH, o sacrificio
le Isaac, n apischoa dos Israelitas eram
OUlrOS lautos ObjOClOS ile i lu it'i* lessfl
povo. Para que lia da Jan Bixente mettar-ae
a fallar em tu lo, ps a di/.er tanta asnoiri ?
Vm ca palhacjo do Dr. Mure, abro a Ks-
orlptura Sigrila, o la -achiras, que a s.-r-
penti da brome un deserto, o sacrin&io
le Isaac,- a pa-cllo i dos ju leas Toi tudo
ordenado por Daos por Intermedio dt
r-vellacio a Abrahflo e n Moyss; o
o lieos nSo man lua cortamente insti-
tuir a idolatra. O coico fiaal nao h me-
nos notavl. Onde apren leu *sae Tartufo
hornee ipalba, que Dos oela lei da grata re-
cunduzio o hume II aos c 'S. d'oil le lora ex-
pulso pelo paecdo ? AdSoeEva nunca es-
tiveram nos c6us anda mil -s lo tranagre-
direm o preceito do Sinhor: eram sim
iesljuados para isso: o que foz o sou pe-
cado Tui prvalos desse Teiicissimo destino.
POS e-se rapoeira citador la Biblia, tao
isteulador de ascetismo, e de cari lude evan-
glica na i sabe nem o catbeciamo, nem a
doutrina cbrslfla '! I. que escreviulia lor
que he esse ba lameco
VARIF.DADK.
Experiencias sobre Experiencias acoinpanhada de iodos oa dis-
vcllos e garantas posalvela foraui tentada* em
Mapolea em 1830; e o llr. Panvlno apresenlnu
os seus resultad!* em uina obra sobre tiiuio
-- Os qaarcntit di'is ilachnici hithica. --
"lao que apparece do exaino deste asoripta an
tlienlico.
I'i ioirn.ion nir ensainu-se a medicina expec
lame em 10 enfermos que a medicina homo: i-
pathica pretenda tratar e esle Sararam. llou-
! o cuidado de apartar lodos aquellos que pa-
c un precisar de um irauuieiil activo, e eli-
ja vida corra risco por essa espfcta'fo.J
Seis casos de all'vcos ligelraa tratadas lio-
iioi ipatliicaiuente luram curadas, sem que se
puilesse reoonhecer oesse traUmeuto, diz o Ur.
I'auviiii, neiihiim doa eflVItol allrbululos aos
remedio* homceupathlcos: e esse* caso* (uSo
mal* le seis eram: duas iiplilllalini.is. dous
rlieiiin.iti-iiiin, uina blenoorragla simples, e
uni.i lebre gstrica ligetra, mo|eilas que indas
piidiam Curar-se si) p la lela o ale' -oui ella.
as casos mal* graves equeexlgipi a assl*-
teucia d'.nie medicina houioenpatUica inos-
lrnu-se inleiraueiiie noli a/.. I'.nlre essas uio-
eilia* cmilavani-se plourn.es, alio..coes syplii-
liilcaa, phlalmla, Interltea, as quaea lo Ua jd-
oiiirirao mu 'araul.-r mais grave durante u Ira-
i.uiieiiiu hoiiKBopathlco, lauto que loi iniater
recorrer inediiina racional. Kinalineuie o
resultado desse 40 das de iral.iiin'ni.i bouiOiO-
pailncii frito sol) a mais escrupdl -sa lu*pec(o
4t OOinuilsaio uomeada pelona de apla* loi
0 rcconh'L-er-se |ue tal tiaiaineiilo era de ne-
iiIiiiiii II'iui; e pie para certas molestia* li-
aba o grave inconveniente de retardar a appli-
cacao 'lo- remeaios que as podlain curar. (Uo
inrnal iu eohrininlos mrdirun )
Extracto da Malo ril em lO de marca de 1S.'!4.
Mr Adrlon leu um relatarlo (abre pelicoes
felas pela associacao hiiuia,'ipalliica. N>*.sse
rotatorio prpe-sc, se responda ao govcnm
|no por uiieressc da saudo publica ca mister
negar a auioi isaea para est ibelrcciein-se ein
Paria una botica e mu liospiul. omle todos os
iloeiiles loasen iraudos gratuitamente pelo
incihtido buuia'o(iatiiico. -- K'*e relatarlo era
seguiti de um projeclo de rcspnsia ao Minis-
tro religida nu nenliilo d*acadeiu1a eipriniir
o voto de que lose.n concedido* assuciavo
hoiiicsop.iiliica oulros qaaesquer inelu* de pro-
|iaai ejusulicar a sua dnuliin i pida Imprenta,
pelo ciisiuo, pelas iliscus-iV's ipie ella goasse .
em auiiiuia de ludas as laclitlides pie caracie-
risam o noaao secul de pro^resso ede lu/.es.
Fcila esta leitura |ue foi esuulada com im-
perlubavil ntlenco, e seguida de numerosos
applausos, fui aborta a discossau. Oi. itoui-
Ihaud, tomando a palavra, pedio que a acade-
mia se prouunciassc cuntra essa pe 119.10 le bo-
ticas o I1.1-.pu.ios. I.11 Uo taino, disse elle, o
reproche de querer restringir a liberdaic;
por|ue os que me conhecem bem sabem e eu
o merefo. Plena liberdade as doutrina ista tim;
mal cm aviilicaccs Ido male/iau nunca ; que ndo
quero te d liberdade para millar, ta i|ueui lema
allligir a euilegas, |ue estu em erro : o.a-na
aliis vos, seubores, que ha entre esses lio
o.' p ni. 1- mu a i-ou-a, do que illu.hdus, e .;us
u /. "'..' ./i .i/na he o refugia dot ckarlatdei e dos
vclhacos ? (.Vumrroso apuiados.) Nao, nada de
buticas ; nem rececis ue as haja: oque quiz
aassocia9ao bomiKopatbica loila'.cr-sc tallada.*

--
. ~-




4..JJ ip

B!W
2'

Mi
Itespnsta pffifSa i/os />>>>! .;, una rediqida pelos
Itri. Ooublo, llonillaul, Deleni t unnimemente
approvada.
Sr. mililitro. A lioiiwopatMa que hoje ee
vos aprsenla como una novidaric prcacnle-
mrnte, t que pretende revestir ,e deale carc-
ter, na i he couaa nova nein para a sciencia,
nein para a arte. II > perto de 40 annoi que ea-
Se jystcina erra d'aqui pira all, primeiro na
A11 -ni mil i. depnis na Pmssia, .mata tarde na
llalla, hoje ein Franca, procurando por toda a
partee empre em vo entrnduiir ae na medi-
cina. Delle se tein a academia por militas ve-
les, e por largo lempo cntrelirii). Mtn de que
apenas haver alguna membros desla, que nao
tenh ni tomado por dever o aprolunda as sas
bases, a sua marclia, sens processos e seus cf-
eilos,
Entre nos como em ontros lugares a homo'o-
p.iln i foi subiiicttida proneiro aos rigorosos
inelhodos da lgica, e des le logo a lgica de-
monslroii nessi igslema mulla contradirces p paveii, muii.n den" tntraga eii absurdas, que in-
fatlivelm'nte amiinim a tO'/ni o falsos suitemas
aos olhns dos hnmioii ittattradas ; mis que nem sem-
pre nin su/ficienle obstscul/ pitra a credulidade da
muli'f.io.
F.mre nos, como nos mais lugares, a hoiiioio-
nathia tem passado pela prova da investigaban
Jos lacios e pelo cadinho da experiencia ; c en-
tre nos, como nos mus lugares, a observarlo
fielmente interrogada tem apresentado as mais
severas e calhegoricas resposlas; por quaulo
se se preconisaui alguns ejemplos de curas du-
rante os iratanieotos houicenpalhicos, bem se
sabe alliial que de urna prteos prreonceitos
de una imagmacao fcil, c de outra as torcas
mrdlcailoras do organismo cora Justo titulo re-
vendieam Ibes o b mi auccesso. Pelo contra-
rio a observafaV lia mostrado os perigos mur-
taei de laes procesaos nos casos frequentes e
graves da nossa aite, onde pode o medico can
"ir tanto mal, e nao menos damno demando de
obrar, como obrando erradamente.
A rali! poli, e a experiencia lem-se reuni-
do para repellir cun lo .as as fufas da melli-
geneii tal syuema, c para aonselhar que arji
ab indoii ido a si indino, e entregue a seus pro*
prios ineioi. Os systemas, uiornieulc em me-
dicina por In'fmu da verdade. e por propria
vaiiiagem delles nao deven ser nein atacados,
nrm defendidos, ueni perseguidos, neni prote-
gidos pelo poder. Una lgica a be a mais se-
gur* inquiriciio : seus junes miuraes MO ol
fictos; sua infallivel pera de loque be a ex-
periencia. Forcoso be, panamo, o.ixa-loa li-
vre aeriio do lempo arbitro soberano dessas
materias; porquesi elle fa juslifaa vas lino-
ras, s elle asseuta com raUDIIIdade na scien-
cia as verdades, que devein constituir o seu do-
minio.
OepoU das boticas c bnspitars para o bron-
nismo e para o magnetismo aniuial, tainbeui
ns li ivi inris d- icrpara a huinceopalhla, e bem
is-im para todas as cuucrpcdes do esplillo hu-
mano Aprecie a admiiiialrafu as coii-rquen-
cias de lal proceder l'or estes motivos con-
sideraces julga esta academia que > gove no
deve iudefeiir a petico em favor da liouireopa-
Ibia.
N. B. Urna academia ioteira c tao illusir.,da,
como he a de Pars, nao denomina a huiiiccopa-
thia. seuao um sysieuia de medicina, o Un-
Ulipon Jan : ixeute diz e repele, e leima que
lal n.ij ha; que a btiiaioaopallila nao be um
sysleuia de medicina ; lie um qaer que ...y... <.ii
se tradu/. umu esperle:a para peicar.
-.------------------ / ,^>.-1. aa
Rep irligo da Polica.
Couros O precoa afrouxarain c apenas
obtiveram 125 r. por libra,
Aieite-doce Vendeu-se de 2 a 2,:00 rs. por
galio,
Racallio----t hegaram dous carregamentos
com os quaes o deposito anda
por 9,500 barricas : retalhou-se
de 8 a 9.01 0 r>. por b>rrica.
Cabos de linho Vcnderam-sc a 28,000 rs. por
quintal.
Carne-sccca O mercado foi supprido com tres
carregamentos, com os quaes o
deposito hoje andar por 2 ',000
arrobas : vendeu-se de2 a 2,300
rs. por arroba da do Rio-Grande,
c de 1,300 a 1,800 rs. a de Iluc-
nos-Ayres.
Carv. de ped Vendeu-se de 7,500 a 8,000 rs.
por tonelada.
Far.de trigo- O deposito foi elevado a 14,000
barricas, inclusive ,o50 barri-
cas da marca galego, e 200 ditas
* franceas : relalhou se a Ib.OO
rs. por ii ni H-i da de Richinond,
de 12 a 13,000 rs. a de rlaltimo-
re, de 13 a 15 000 rs, a de Phda-
delpliia, a 17,000rs. a de Trieste
marca SSSF e a 11,500 rs. afran-
cesa de Marseille
Ferro da Sue.-Vendeu-se a 8,400 rs. por quin-
tal-
Ficiram no porto 42 embarcaedes : sendo 3
americanas, 1 austraca, 10 brasileiras, Sdina
marquetas, 2 franceas, 1 hespanhola.6 ingle-
ia*i 4 porluguezas, l russiana, 1 sarda e 2
uecas. ________________
PARTE DO DA 18 DE PKNEllEIRt) DE 1851
Poram iroso; aurletii do sub Llegado
da fiegmi-.il de S. lo4, o Choulii Jerony-
rao AgoSti ihu o Mello, uara averiguaCdes
policiales; e H i noel Jos Alvos da C.u<,
por ebrio : e a do subdelegado da fregue-
Zia 'la Bi Vista, o l'oitiiguez JOS Juaquioi
da Silva Guiniaifies, Kiiipju du tal, c J m-
Ilini i le til, por ilesor li'in
a^ ...........a
ERCI
Al.KAMIECA.
I.nndimentn dodif22.....6390,185
Dfscnrreqam hoje 21 de ferereiro.
ltrigue franoez -- Columb meicadorias.
liare p> ruigueza -- i.iqra ceblas.
!.;i cu austraca Diugns o resto.
Escuna dinamarqus Utmrick siten-
lo.
Barra francesa -- Jules -- n resto.
Burea iii,i-i ir mi -- lvtkiiif/en couros.
Burea anieriC' na Jolm I uruun familia
de Irigo.
|>cuna ingleza --Mercurio hacaio.
IValaclio bratileiro -- Emulaco ---couros.
Ui.NSUI.ADii UKHAL,
lemlimento do dia 2.
Diversas provincias .
u>;205.389
a5",5C6
2:462,955
M o vintenio do porto.
Naviot entrarlas no dia 22.
liba de Fernando 41 horas, transporte nacio-
nal patacho l'irapama, commandanle ('.mullo
de Lellis Fmiseca. Transporta a ordem da
hxm. Sr, presidente o amustiado Kduardo
Francisco [Sogueira Angelim e sua familia o
se leuciado poltico Antonio Feitosa de Mel-
lo, o cx-eapellao padre Viceule Ferreira do
llego, 22 pracal do quarto baialho de arli-
lliarii e os paisanos Manoel Thomaz dos San-
tos c sen filiio, Francisco Xavier dos Santos.
Manoel Lobo de Miranda llenriques, Juao
Lardoso Brrelo, Francisca Rosa de Un.
com urna escrava, 1 escravo du Dr. Mello,
vem com lastro de pedras de calcar.
Marselha 38 das, brigue francez Culambe. de
147 toneladas, capitn Leroy, equipageiii 8,
carga vinho e mais gneros; a I.uiz Biu-
guere.
Bio Grande do sul 29 dia, brigue nacional
Feliz Viajante, de l82 toneladas, capitao Ma-
nuel Ooocalves de Araujn, ei|uipagem 17,
carga carue secca; a Amoiim I rumos.
i\avios tnhtdos iw meimii da.
i.ainaragibe Hiate nacional Caprichoso, mes-
Ire ilipuiilo Jut da Silva, carga bacalho e
mais generoa.
anal pela Parahyba Rrigue nglez Arabrlla
Twbel, capinio Rechard Keanney, carga I> i -
callio e lastro. Pa>sageiro brasileiro Joo
Luii Pereira Lima
dem -- llrigue iugle Rhini, capitao W. Alian,
caiga assucar.
Buruos-Ayres -- Br'gnC dinamarqus da ai,
capitn b. Bock, curga assucar.
I\aviwt enlrailoi no lita 23.
Richmond- 33 das, hiate americano fosamond,
de ilN toneladas, capilao F Tobey, equipa-
gem G, carga fariuha ediuheiro; allenry
Fnsleri U.
!t slon 30 ias, brigue americano Choenix de
I4'J toneladas, capilao P. Paine, equipagem 7,
i .u ..i bacalho e mais gneros ; a llemy Fo>-
ter n C.
Navios sahidusno mesmo dia.
Parahyba Hiate nacional 'xadiruo, uiestre An-
Ionio ti i noel Mluuso, equipagem 4, carga
carnee bacalho.
Rio Giande do sol Brigue nacional Social,
capitao Francisco Jos de Olivcira, equipa-
gem 13, carga assucar e sal.
Trieste llarca austraca Milinka, capitao An-
tonio Guirovitk, carga assucar.
Assu pelos portol do sul Galiota nacional
.Vnidjwiii:! Tundid-, capitao Joaquim Jos
Maitins,
KJD11AKS.
EXPORTAGAO.
D**pmekt>t mat'lttnit no dia 22
Cainaragibe, dale brasilriio Caprichoso, de
15 t' neladas, condui o seguinle:
5 barricas haralhio, mel barril manteiga, 1
caixa pascas, 2 ai robas cliumbo de iiiunicno, I
coiihi-le com poma a, I garralu azeiie-dnce,l
i i mili uiii'i ran, lia. lo bordoea de violto, 11
iiv i-, i h iinins, 5 ditas subao, I saccacaf, 2
b-inis vinho linio, I c.aixao diversas mercado-
lias, 1 narrica bidachlllha, 1 pacolinho fazeu-
das, i barrica fariuha de trigo, I calal plvo-
ra e chumbo, I pelle de couro de lustro, un
cai-o plvora e cliumbo, lll libras de rap,
mcia arroba de vellas de
n-ubi.
I .niin li.i, hiaie brasileiro ralaco, de 37
toneladas, condiiz o seguinle:
4 barricas com ginepra, um einbriilho cou-
ros rleliistin, 150 bariicas bacaihn, um bail
vinho. 10 i|u mu s de chumbo, urna pipa vina-
gre, 20 bul jas ate i le-dore. 800 um bas de car-
ne, urna pipa visillo, (i barns e li ditos inaioies
iiiauleiga, iiiii.i barrica cddinlios, 2 barias de
zinco. 'i lentoes c ti fulhas de cubre, ditos de
Ierro. 2 lenes VerguioliaS, 29 libras de rame,
um braco ile balaiiea, um lencol de cobre, 4
airi ellas e 8 lollias dito, Iti lilnas de ir.inic.9U0
ai lobas de carne, onze bernias com 4ol gar-
rafas de licor, 2 saceos com 10 arrobas de ai rot,
50 laixnsde cobie, um caisu objectoa de dito.
'Iiiesle, li ni a ,iii-i11.-o a Slilinku, dt-3l0 tone-
ladas, coniloz o seguinle :
3,750 sanos mu 18,750 arrullas de assucar.
r.i.i.i.i.r.liiilti A iik ni. \Iia.s i,l.I, ai ,
IM ERNAS.
Betidimento dodia 22.....1:107,554
CONSULAi, HROVINCIAI..
Beiiiliiiniitn ,li, ,!i. o.....1:770,929
PRACA DO RBCIPR, 22 DE FEVEREIRO DI
1851, AS 3 IIiiRAS HA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Furau, de pequea monta as
transacfes da semana, tendo
por base .o cambio de 30 d, por
1,000 rs.
Assucar As entradas nao Imam avolladas
e i' i, iiii -' de 1,700 a 2,2(10 is
ji'i ai roba do biauco ensat-cado
e emborricado, e a I,5u0 rs. o
mascando.
Algodo- A> 564 sacias viudas ao mercado
i oa ni vendidas de li.BO a 0,8 ill
rs. por arroba do de I.* son.
-- Facjo saber a quem ronvier que fie
ilesigmido o dia 28 do correnti niez pelas 9
horas da nianha para o concurso da cadei-
ra de francez e iuglez do collegio das artes,
visto lerein licado frustrados os dias marca-
dos anlerioiinente por falta de concurren-
es. E par constar inandci xllisar este
nos lugares do cost ime e publicar pela im-
piensa. (i,nula, 20 de l'evereiro de 1851.
Vtsconde de Goianna.
Pela inspectoria da allandega se faz
. ublico, que no dia 25 do Correnle, depois
de meio da, se bSo de arrematar em hasta
publica, a porta da mesnia repartirlo, 29
parrs de sapalos gaspiados para crianza,
com avaria d'agoa salgada, no valor de ris
5,8ti0,aprehen lidos a,bordo do brigue fran-
cez Paulina, pelo sjudante. do guarda i. r,
por nao se tcharem manifestados ; sendo a
arrematac3 li.vre de direitos ao arrema-
lanlc.
Alfandega de I'crnsmbiico, 22 de feve-
reirjdel851. > inspector interino,
lenlo lote FetnaXdet Barros
Oconselho de qualilicacAo da guarda
nacional da freguezia da Boa Visl, leudo
linalisalo os seas trabalhos da primeirs
sessSo, publica para cnuliecimeulo dos in-
l'ie.s.saihn, ,ui' a lista dos OldadSo quali-
(i-ados no sei vigo aclivoeosda eserva se
cha aiixi la no Curpo da igreja matriz,
^ara i .i ii'irin l'.i/.i'i as devi.ias reclama^Oea
na un ii.a da lei, sendo o da 10 de mai^o
lido ao desertor Martinho Ribeiro Pinto,
na occasido em que foi preso, e porque ge
suspeita ser furtado, prevne-se ao dono le-
zitimo para o reclamar.
Tlieatro tic Santa-Isabel.
RECITA EXTRAORDINARIA, I.IVRE DA
AS'sIGNxTURl.
TER(A FEIR, 25 11K FKVKBKIrlO DE 1851.
Espectculo lyrico.
A campanbia italiana executar depoia da
introducc9o, a opera do maestro Bellioi:
Norma.
Em um dos intervallos as Sras. Baderna e
Moreau dancarJo
A Polka.
Os Srs. assignantes que quizerem ficar
com os seus camarotes, podem mandar
busca-los no escriptorio do Iheatro at no
dia do espectculo as II lloras; dessa hora
o empresario dispor dos que restaren!.
Grande baile malcarado.
0 empresario previne ao respeitavel pu-
h|ico que pretende dar nos das 2 e 4 de
marco, magnficos bailes de mascaras, pre-
ce lidos de grande academia de msica vo-
cal e instrumental. O programma ser br-
mente annunciado, bem como os precos dos
camarotes e ntralas.
treatro u'b apollo.
DU 25 DE FEVEREIRO DE 1851.
COMI'XMIIA FRtNCBZA.
Familia Ucrtcaux.
Primeiro acto.
Grande dainji de corda execulada pelo
joven Carlos, pelo intrpido Bimond, me-
nino de 8 aiimis, e por mademoselle Gennie.
INs-i 1 ,in(;,i Iit n i na ;i por varios passos
te rlrtvagSo, cxecutai!os por mademoselle
Si;r;i (ili i ni.,'
Segundo acto.
O Grupo |>ii-aiiiiilal.
execulado por tola companhia.
ENTREMEZ DE l'HISIC\ EXPERIMENTAL,
execulado por Mr. Klorion, discpulo de Mr.
Busco, primeiro nhisico de Franca.
Tercetro acto.
U Trapezio,
ejecutado pelo menino Rremond.
Quarto neto.
GRANDE LO rA DE PUGILATO
OD
OS DOUS GLAP.IAUOBES ROMANOS,
execulada por Mr. Mf Her ti Mr. Ricbard.
Quinto acto
Os JogoM Icarios,
por Mr. Berleaux e seus dous lilaos.
Sexto acto.
OS D0S TANOEIROS DRSt. CLOD ,U
pantomimo em um acto,
execulado por Mr. Richard, Mr. Marin. Mr.
Myller, Mr. Garles, Mandemoselle Geonie e
Mademoselle rlense.
Stimo ultimo acto.
As [lOMcoes plsticas,
execuladas por toda a companbia.
PREfOS DOS IIM.UKTKS.
Camarotes da primeira galera 8,000 rsw
ditos da segunda 10,000 rs ditos da lorcei-
ra 6,000 rs platea 1,000 rs galera 6i0 rs.
Os ditos bilholes eslarao a ven la das 9 horas
la ni. nlma, mu diante no escriptorio do
mesmo theaVo.
(o ni'mira ns 8 horas da noite.
Publicticdes Iliterarias.
MACBIQTII.
DRAMA EM CINCO ACTOS
Pur SbaUptare
IVrtelo em Povtugnex por *
Macbeih heoesfur(o mais grandioso da
imaginaran humana, o herosmo sublime
da inlellgenea, o derradeiro verbo da lil-
teratura dramtica. 0 seu maior elogio be
o i uiii' de Shakspeare, o qual, anda no
mais liingiquo porvir da humanidade ha de
recolher ot sufragios da adiiiiraQflo entbu-
siastica das gerarfles vindoras.
Vende-se na livrana n. 6 e 8 da prarja da
Independencia, a 2,000 rs.
Tem de sabir a luz em breve lempo a
Acidalia Pernambucana, romance por F. Jan-
sen deC. A. Jnior, em um volunte. Quem
tiara a ioipressSoda dita composiQoquizer
assignar, i de dar o seu nomo na loja de
livros ns. 6 e 8da praga da Independencia,
'I-clarando o lugar de sua residencia para
lacilidade da entrega ; sen lo o prec,o da as-
signatura 2.000 rs. pagos ao recebei-se um
exemplar.
Intsitulcdes de dlrelto civil bra-
sileiro.
Al o da 15 de mareo prximo futuro ha
inl'uladaInstitmcAts de direito civil bra-
sileiro-, dividida em dous volumeS,e foi mu-
lada segundo o systema do jurisconsulto
Paschoal Jos de Mello Freir, do qual o
s"ii autor colligio tudo, que nos he applica-
vel secundo a foro do nosso governo e dis-
11. > n. A i s das leis losteriores e propriameo-
te brasileiras, addiciunando-lhes as dispo-
sicoea de-i is applicaveis as materias expli-
cadas pelo citado dstincto professor. 0
lito primeiro (yolume comp-ehen-ie, alm
de lotos os li, loa do sr gundo livro do mes-
mo professor. (mu i'xciii.sin do titulo ler-
ceiroDe Patririis, Kqwbus, et Plebeis,
pioximo futuro o designado para esse liiu
Sessao do coiisellio de quaiiiica(ao iioos'cinco"prireiros"tliiios do Vrceir ivro!
consistorio ^|;clialr^wd," ,,1ua.Vl)!;u-^ '/(e ( segundo volume ha de Comprehender,
alriii dos estanles litulns do li'tc 'it'o livro.
i'un exrlusao do titulo noveDe Succew'one
Majoralus -, e do titulo dez.De Capellis,
os cinco piimerus ttulos do quarto livro.
Si.Iisci'vi'-si' para o primeiro volume n
5,000 res : na casa da residencia do Dr.
I.ourenco Trigo do Loureiro, na rus da Sau-
dade di li mu; do los icio, bairro da Boa
vista ; e na iv aria da prsca da Indepen-
dencia n. 6 e 8, ate o da 15 de marco pr-
ximo futuro, e dabi por dimite se vender a
6,400 rs., aos que nSo tiverem subscripto.
Nos meamos lugares ven le-se a 5,000 ri
o compendio de Pratica do Processo.
ndice ehronologico da lcglsla-
lacao bi'Msileira.
Roga-se aos Srs. assignantes dondice
chronclogico da legislado biasileiraque
se sirvam mandar buscar o teiceiro volume
dessa obra, na ea.-a da residencia do Dr.
Lourenco Trigo de Loureiro, na ra da Sau-
dade defioute do Hospicio, bairro da lio-
Vista, .mu nii'Miio cuuiiuua-se a suhscre-
ver a 34,000 is. para essa obra, a qual ha
de entup i-he.....i em oilo at dez volumes
a paite dispositiva^ vigente de todas as leis
brasileiras publicadas de 1822 at 1848, e
oQereceudo a mesma ulilidade, hecomtudu
l'evereiro de 1851 Rodolfo loao Huala de,
Almetda, lenle coronel presidente.AJo-
ximiano Fruncisco hwirle, Ctpilao g Crela-
rio.--/-Ui; Antinio Rodrigues de Almeida,
major vogal.-->oie llernurdo Ventura, leiieu-
le vogal.--yoojuioi Correia da Costa, teueu-
te vugal. ______
mmsmmmmswmm jmmsamemaaBBm
Declarador.
Acmala municipal desla cilade, pre-
cisa de alugar Carrogas eserventes para o
liabaliio de limpesa das ras, pralaS, elC. ,
quem se quizer contratar dirija seaonSis.
y, readores M. C. SoareaCarneiro MoniOl'O,
e Jos Pues rereira, que esto aalonsadus
ac oulralar.
Pela procuradura fiscal da fazenda na-
cional, se avisa que iienliom dos emprega-
dos do juizo dos leitos poje receber diuliei-
i ns ou pagamento dos deveres da mesnia la-
zeii la, e quem aos dilos enpregados entre-
gar ou pagar qualquer quaiiti, lera de re-
. eur u pagamento, se o embregado abusar,
e convoiler em seu proveilo o dinlisiio re-
cebido.
__pela subdelegacia de Olinda, foi reco-
Uudo a deposito um cavallo ruco, apret-
tmiilo mais commodo.quequalquer dascol-
lec^Oes existentes, e de menor eusto.que ca
da urna deltas, na rasSo de mais trosquar-
tas partes.
ContiniiacSo da segunda serle do
ndice ehronologico.
Os Srs. que compraram asegunda serie
do-Indce chronolo(5co-comprehendando o
cdigo do commercio do imperio, acham-
se i venda por 2,000 rs., na casa da residen-
cia do Dr. LoorencoTrigo de Loureiro, na
ra da Saudade defronte do Hospicio, bair-
ro da Boa Vista, a continuacSo da dita se-
gunda serie, contendo ajm de outros actos
do podr exeutivo, o Secreto n. 696 de 5
de setembro de 1850, dando instruccOes,
para a eleiijlo dos membros dos tribunaes
docommeroio.ep decreto n.737 de 25 de no-
venibro de 1850, dando regulamento para a
ordem do juizo no proesso coimnercial, e
o decreto n. 738 de 25 do mesmo mez e an -
no, dando regulamento para os tribunaes
do commercio, e para o processo daqulles
^imsima m m li li-----T
Avisos martimos.
Para o Porto, sahe as prximas agoas
o brigue Harta Fetis, por se adiar carrega-
do, recebando algumas miudezas, ou passa-
geiros, para o que tem bons commodos : os
que isso Ihe convier, se entenderSo com o
captSo do mesmo, na praca, ou com Anto-
nio Joaquim de Souza Ribeiro: e pede-se
aos Srs. carregadojes queiram mandar os
oonhecimentos para se apromptar o mani-
fest.
Segu para o Rio Grande do sul o mul-
lo velheiro brigue nacional Carolina, o qual
recabe alguma carga a frete e escravos :
qumti pretender procure no escriptorio da
viuva (', uiilino Killto, rus da Cruz n 66.
A barca portugueza Ligeira, sahe par
Lisboa no dia 16 de marco : para o resto da
carga epa hello & Filho, ou com ocspitSo da mesma
na ra do commercio.
Para Bahia segua com brevidade por
ler parte da carga, o palacio Sania (rus :
para o resto c passageiros trata-se ao la lo
do Corpo Santo n. 25, ou com o capilSo Ma-
noel Jos Pestrello.
Para o itio de Janeiro segu
com brevidtde o brigue-eacuna
nacional Olinda : para carga, es-
cravos e passageiros trala-se com
Machado &c finheiro, na ra do
Vigirio n. 19, eguado andar, ou
com o capilao Manoel Marciano
Ferreira, na praca do Commercio.
Para o MaranhSo tocando no
Cear sahe em poucos das o vc-
leiro brigue-escuna Laura : para
o resto da carga e passageiros tra-
ta-se com o capitao na praca do
Commercio, oo com Novaes &c C. ,
na ra do Trapiche n. 34.
Para o Porto saha com breni.lade a bem
conherida e veleira barca Espirito Santo, de
primeira marcha, forrada e encavilhada de
cobre : quem na mesma quizer carregar ou
ir de passageo, para o que tem excellentes
commodos : dirija-se ao seu Cnnsignatario
Francisco Alves da Cunha, na ra. do Viga-
rio n. II, primeiro an lar.
Para o Porto sahe com a
maior brevidade possivel, por ter
parte do seu carregamenlo promp-
ta, a liiiil. e veleira barca portu-
he ca-
pitao Koarigo Joaquim Correa
tem excellcntes c ,111 minios
ia, iiiiua c vciciiu uiiiC'i pu
gueza Bracharense, da quU h
pitao ttodrigo Joaquim %ri
para
passageiros : quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, di-
rija-se ao capilao na l'r.ci do
Commercio, ou a LNovaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche nu-
mero 34'
Para o Rio Grande do sul sahe em pou-
cos das por ter o carregamento prompto o
palazo nacional Eulerpe, pode receber al-
gumas miudezas, passageiros e escravos a
frete : Irata-se na ra do Apollo, armazem
n. 14, ou com o consignatario do mesmo
Luiz Jos de S Araujo, Da ra da Cruz nu-
mero 33.
Espera-se da i 1 lia de San Miguel al fins
do correnle o patacho portuguez Espadar-
le, e segu para a mesma ilha com a maior
brevidade possivel, portera maior parte da
carga prompta : para o resto e passageiros
trata-so com os consignatarios Oliveira Ir-
infios k Companhia, na ra da Cruz n 9.
Leilo.
Preclsa-se de urna mulher que seja
idosa, para ama de casa de homem soltei-
ro, que seiba engommar, coser, coznnar,
fazer doce, n todos mais arranjos com per-
felcflo, tomando a si o cargo da casa, pois
na mesma existe escravos para trabalho, e
que sej de boa conduta, preferin lo.-se
branca, e paga-se generosamente, a vista do
seu trabalho ezello: na ra da Cadeia do
Recite n. 5*. ...
Pergunta-se ao Sr. fstamenteiro do
fallecido Joaquim Fernandas Gama, oorque
cartorlo est procedenlo o respectivo in-
ventario, e quando faz lencjio pagar as di-
vidas que o mesmo fallecido contrahio do
mez de setembro do anno prximo passado
quando era director do collegio dos or-
1 lulos, isso lhe pergnnta um
Cridar.
James Crabtree& C tarSo leilio por
intei vemflo do correlor Oliveira, do um es-
plendido sortimento de fazendas inglezas,
as mais proprias do (lmenlo : terca f ira,
25 do rorrent-, as 10 horas da mauhSa, no
seu armazem na ra da Cruz
Avisos diversos.
Atenco.
Na ra do Collegio, luja numero 9, acha-
se a venda o primeiro numero do Diabo
no Recife, traz os seguintes ariigos :
I troducQfio,O diabo negociando na sua
loja de livros, O meii lbum, 'Corres-
pondencia dirigida ao amigo Isbozeth,
Poesae diversos annuncios, sendo o pri-
meiro todo em verso, sem faltar o compe-
tente descibrio-se a final, e o segundo com
a excellenle quadrinna adiada entre os avi-
sos diversos do Diario di Pernambuco :
Acho me nesle palacio
Por causa do meu amigo,
a Algum dia liei de rir-me
Se o vi r no mesmo perigo.
A elle gente do bom goslo, que ainda se
d por 80 rs.
I'recisa-se de una feilor para um sitio
peito desla prrea : na ra da Cruz n. 46.
Preeisa-se de urna ama para cozinliai
em casa de um "homem solleiro: a tratar
na ra da Cruz, loja ti. 49
Joaquim de Magalhes e Firmino Fer-
reira Leal subditos portuguezes, reliram-se
para a Europa.
Coimiltorlo central liomosopa-
thicO le Pernambuco,
dirigido pelo Dr. Sabino Olegario Ludgero
Ptnho,
rus do Trapixe Novo n. 15.
Todos os das utei8 se darSo consultas e
remedios de graga aos pobres, desde pela
manhaa at as duas horas da Urde. As
correspondencias e ioformacoes poderSo
sr dirigidas verbalmente, ou porescripto,
devendo o doenle indicar: 1., o nome,
idade, estado, profissSo e constituico ; 2 ,
as molestias que tem lido e os remedios to-
mados; 3., a poca do apparecimento da
molestia actual, e a diseripcilo minuciosa
dos sisnana ou svmntomaa que solTVe.
" Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Attencan.
' *" lrmnnrtade de Santa Rita.
Tendo-se de tratar de negocio importan-
tissimo que muito podeinteressana tolos
os irmJos, a actual mesa regedore. con-
vida pelo presente a todos os irmSos em ge-
ral, para que comuarecam no cinsisiorio
da mesma irmanda le no dia quarta feira,
26 do correnle, Is 3 horas da larde, afim de
deliherarem.
Snrs. redactores. NSo linha intenpSo
de o importunar, e nem mes-no o publico
com asminhas palavras a nflo ser instado
por Iinmens, que inculcando-se protectores
da caridade tiram-lhe a ultima gota de san-
gue : pnrm a muito que estou de travez
a es ireita, e sahenlo os meios que tem
ampregdo dous capadocas para urna infe-
liz tractar de um inventario do qual sud-
pOnm ellester algum interesse, para isso
tem elles esgotado os meios, que lnn he pos-
sivel : sen lo a sua primeira arma a calum-
nia, e intriga, que com amaior infamia tem
elles urdido; e mais declara o abaito as-
signado, que nSo cuidou no inventario,
que Iba competa fa/er; porque os bens
que existem mal podem chegar para as divi-
das, e sem esse trabalho cada um queren lo
poda, e pode tomar conta do que lhe
couber, advertindo ao Snr. depositario
quenSo he preczo ir cobrar os alugaels
(cousa nunca vista) empregando os meios
de terror para mis fcil receber o diohei-
ro. Porm lembro que os meamos mora-
dores pelo abaixo assignado estam preve-
nidos para nenhum dar a esse intruso de-
positario. Va trabalhar, nSo esteja com os
ollios filos nos bens e suor alheio, tome
sua jaquela, deixe-se de impostura mze-
ravel, que bem o conhec^mos: e que-
ris saber ? Snrs quem he esse deposita-
rio, fazei iti, he Jos Virissimo relojoeiro.
e a sua parelna Z-ferino nariz de sera. Estou
danoslo aiuda a voltar.-Seu aliento vene-
rador, Iho-naz Caetano da Lu.
[Tin curso gratuito de houioeo
patilla.
Alteiiden lo falta absoluta de medios
homceopalhas para soccorrer os enfermos,
que procuram os beneficios da nova me-
dicina, muito particularmente as comar-
cas do interior. Altendeiido a na volita-
do que mostram os mdicos allopalhasem
adoptar a salvadora medicina de Hahne-
mann ; e pratica-la publicamente em pro-
veito da humanidade Soffredora. Atten-
dendo que os curiosos sem nenhum co-
nhecimentodassciencis accessorias, nem
da anatoma, prsica, e doulrinas homceo-
pathicas, devem de commetter orros gra-
ves, prejudicises a humani lade e a sci-
encia. m quaulo a assembla legislati-
va provincial nSo resolver ac -rea de um
requermento, que na prxima futura reu-
niSo lenho do dirigir-lhe a fim de se crear
nesta capital urna escola homoBopathi-
ca: Tomei a deliberacSo de abrir um
curso de homoeopatliia, no qual se apren-
derlo essas disciplinas do melhor modo
que ns adunes circunstancias nos permit-
tlrem. Conhecendo que o esludo da ana-
toma he a base sobre que assenta todo o
edificio medico, e nSo sendo permitlido
trabalhar-se sobre cadveres fra das es-
colas de medicina, comprei para meu uso
particular um rjianiquim de anatoma das-
sica do Dr. Azonx (em Paria), onde todos
o* orgSos s3o visios co toda a possivel
naturalidad.! Sem iieommoto nenhum
comparativamente ao que sn experimenta
com a lerrivel presenca de um cadver na-
tural Essa pessa que nenhum medico no
Rrasil possue a exepco de mim e das
faculdades de medicina da B Janeiro, Oca a disposicSo dos eatudantes
de homcenpalhia nesta capital para n- lio
apren no Ningueni ignora que he gravissimo o
trabalho, i que me pruponh > sem nenhum
interesse meu, e s em beneficio dos meus
smelhantes; mas devendo aos Pcrnam-
bucanos urna grande parte do que sou,
e do que hei de ser, me he doce amorl-
sar esta divida com o sacrilicio do meu
lempo, e do meu commodo NSo ae ad-
rnitte a matricula, senSoattO estudao-
tes, os quaes deverflo ja sab t as lingoas
portuguesa, latina, e francesa, e as seieocias
philosophia, arilkmelica, geometra, c geo-
graplua As aulas se abrirSu no da 20
de maira proxi.no futuro em urna das
sallas do consultorio central homoeopathieo
de Pernambuco, no trapiche novo a. 15.
Dr,A'a6ino Olegario Lwlgiro Pinho.
-- Ruga-se ao Sr. Carlos Fre lenco Mar-
ques Perdigan, que teiiha a Don lade de ap-
parecer na. ra do Rangel n. 36, primeiro
andar, a negocio de muito seu interesse.
D. Callianna Francisca do Espirito
Santo, arreuda o trapixe denominado com-
panhia : quem o pretender dirija-se ao seu
procurador bstanle Flix Francisco ue Sou-
i M ,,'lliiles,iio paleo du Carino n. 16.
Tendo chegado a estacidale o Raspa-
tihol Pedro Alvares Garca, professor da pia-
no e cauto, se propfle a dar lices da sua
arle, poden.lo para esse lim ser procurado
a qualquer hora, ua ra do Trapiche o. 15.



Arrendi-se um sitio perto da praga,
que lenhn commodo para 4 vacas de leite,
caa d" vivenda com 4 qoartos, e cozioha :
quem tiver e quizar lugar dirija-se ao si-
tio da torre em Belm, a fallar com Jos
Henriques Maxado.
Precisa-se alugar um preto para vender
fszeri'la na ra : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 95
-- Preclsa-ae alegar urna preta escrava,
par o servido interior n 'exterior de urna
casa de pouca familia : na praga da Inde-
pendencia d. 19.
-- O Sr. capitno JoSo Antonio Teixeira da
Rota, tem urna carta vinda de Lisboa : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Precisa-se de ofliciaes de sapateiro, na
travesa do Corpo Santo, loja de calcado n.
29, confronte ao lado do passo que Pica de-
frnnto da ra da Cadeia velha, pagando-se
bem as obras, conforme a prrfeco deltas,
tumben se d obras para fora a fazer, dan-
do pessoa de lianza; na meama loja se
compram obras feilas de todas as quali-
dades.
Precisa-se alugar urna preta que seja
fiel e saiba vender na ra : oa travessa do
Corpo Santo n. 29, ou annunciesua mora-
da para ser procurada.
Joias modernas.
Simfio Luiz & M. Norat tem a honra de
annunciar ao respeitael publico, princi-
palmente aos aeus aniigoa freguezes, que
acabam de chogsr receotemenle do Rio do
Janeiro esta cidade, com um grande e ri-
quissimo sortimento de obras de ouro e
prata, diamante e brillantes, bons relpgios
de patente, de ouro e pmta ; sendo tudo" do
nltimo gosto, e venderflo por procos muito
commoiios; trocar So igualmente ouro e
prata velha : porlanlo esperara que as pes-
soas que queiram ticar bem servidas em
quaesquor (lestes gneros, tanto em prego
como em qualidade, se dingirao a casa da
sua residencia ra do Trapixe, hotel Fran-
cisco.
D. Mana JosdeJezos Cunta CuiroarSes,
mull' r de Domingos Antonio CuimarSes.
de quem se est divorciando, Taz publico
que pouco antes des 9 horas da nuite de
lionlem 20 do correnle, lora accommettida
por dous toineiis desconhecidos, que arma-
dos de urna pistolla e urna faca de poul>, a
obrigaram assignar varios papis, ja escup-
ios, sem que ella os lesse, estando a annun-
ciante no primeiro andar da casa de sua
mSi, na ra de S. Francisco, e em occasiSo
de estar s na sala da frente, sendo que de
maneira alguma poude chamar m Seu soc-
corro a familia de sua mSi, asistente no
segundo andar, e nem as escrava* que a
serven), que existiam na cozioha. Esses
papis nenhuma validado terSo, e as assig-
naturas mostram bem o estado de coacg3o
e terror em que ella se achava quanloas
fizera. Rccife, 21 de fevereiro de 1851.
Dezeja-so alugar um escravo de boa
condula, qun saiba cozinba r sofTrivelmen-
te, para urna casa estrangeira de pouca fa-
milia : a Halar na ra do Trapixe Novo
n. 16.
-- Precisa-se alugar 2 ou 3 pretos canoei-
ros, por mez,dando-se o sustento, comtanto
que naos-jam iucerlos uo servigo, tambem
se pagar algum maz adiantado, fazendo
conta : na ra do liung.il, a fallar com Luiz
Jos Marques.
-- Precisa -se de urna ama : na ra do
Itangel n. 25.
O abaixo assignado vai Europa tra-
tar de sua sa Je, e, durante sua ausencia'
deixa por seus procuradores encarregados
de seus negocios os Srs. Victorino Jos de
Souza Travasso e Manopl Rodrigues Costa.
Jos Antonio Correia Jnior.
Toma-se conta de roupa para lavar e
engonimar com aceio epromptidSo, fican-
do-se responsavel pelas faltas que houve-
rem ; tambem marca-se de todas as quali-
dades, faz se lavarinto e costuras chaos, lu-
do muito bem feilo e mais em conta do que
em oulra qualquer parte : na ra da Praia,
becco do Carioca, sobrado da esquina acha-
ra com quem tratar.
Ao publico.
Acho-me neste palacio
Por causa do meu amigo,
Algum dia lu de rir-me
Se o vir no niesmo pertgo.
Aviso a todas as pesso ia que se julgarem
ere loras da venda sita na ra da Cruz, es-
quina da I.mgoela n 41, que queiram lera
bondade deapiesentar suas cuntas lgaos,
para seren pagas ; e igualroento declaro,
que encarreguei ao Sr. Bernardino de Sou-
za Pinto para me fazer todas as compras e
pagar : lulo iato em nome do abaixo assig-
nado. liento Jote Rodrigues.
- Aluga-se urna sala e duas alcovas pro-
pria para esciiptorio ou hornera solteiro:
na ra do Vigario n. 25.
He pouco servico.
Precisa-se de urna ama para servir a urna
familia de duaa pessoas, que compre o na
cessario i ara casa, cozinhe e engorante :
na ra da Aurora n. 42.
Precisa-sede urna preta ca tiva para 0
servigo de casa : na prega da Independencia
n. 3
Precisa-se alugar urna escrava para o
servigo interno de urna casa,aqual saiba
eogommar e cozinhar : quem tiver annun-
cie. ou dirija-se ao Atierro da Boa Vista loja
n. 48.
Toalha de lavarinto.
Em dezemhro prximo passado perdeu-
se, do Chura-M-uino at a estrada do Reme-
dio, urna toalha de brelanha, usada, circu-
lada de lavarinto e guarnecida de bico bas-
tante largo, poiai muito grosso, embrulha-
da em um lenco de chila. Rigorosamente
valere a toalha 6,000 rs.; porem a vanla-
gem que olTere.ce a mesma a quem a perdru
faz dar 20,000 rs de gralilicagno a quema
levar a ra da Santa Cruz n. 36
Precisa-se alugar urna casa terrea com
quntale cacimba, as ras daa Larangei-
ras, estrella do Roiario, ou larga, Cruzes
ou IHreila ; tambem precisa-se fallar com o
Sr. Rodrigo Mendes de Araujo ; quem del le
tiver noticias, lenha a bon lade de annun-
ciar para ser procurado.
Engomma-se e.lava-se toda a qualida-
de de roupa com todo asseio e inuita promp-
HdSo, por preco mais commodo do queem
outra qualquer parte : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
Precisa-se de um feilor para um silio
perto da praca e de trabalhadorrs de enla-
zada : a tratar na ra do Collegio n. 13.
Jos Beuto Gouva retira-se para fra
do imperio.
-- Precisa-se do urna ama de leite, forra
ou cativa: na roa larga do Rozario n.35
Precisa-se de 800,000 rs. a juros sb
hyootheca em casas terreas nesla cidade,
por espago de 18 mezes : quem quizer, au-
nuncie.
A abaixo assignada faz sciente ao pu-
blico, que seu maiido Jos Feliciano Por-
lella deixou de ser seu procurador, e que
portanto d'ora em diante sSo de nenhum
elicito as transacgOes que elle houver de fa-
zer sobre os bens da annunciante. Casa For-
te, 18 de fevereiro de 1851.
Anna Florencia de Siqueira.
O padre JoSo Capistrano de Mondonga
tem aberto no primeiro andar do sobrado
n. 18, na ra das Cruzes, um curso de rlic-
torica e potica, e outro de geographia e
historia : as pessoas que os quizerem fre-
quentar, o poder0o procurar na menciona-
da casa a'qualquer hora, excepto das 8 s
10 da raanhfia.
Q Consultorio hotnceopathico, O
O ruadoCollegio, n. 25, O
O Do Dr. P. de A. Lobo Hoscoso. O
$ ODr. Moscoso d consultas lodosos
j. das. Os doentes pobres sSo tratados "
j? de graca. S serio visitados em suas 9
~ casas aquellos que nSo poderem vir O
v ao consultorio, ou que suas moles- O
& lias nBo possam dispensar apresen- O
O ce do medico.
O abaixo assignado professor particu-
lar de primeiras letlras, disciplinado em
preparatorios no lyceu desta cidade, parti-
cipa ao respeilavel publico e aos pas de
seus alumnos, que desde 13 de Janeiro des-
te anno abri sua aula, e debaixo dessa
mesma disciplina ensina por principios
a grammalica portugueza, latina e france-
za ; admiltindo nesse recinto porcionistas e
uieio porcionistas. Os pas de familia que
quizerem applicar seus II pos a alguma des-
sas disciplinas, ptem dirigir-se a ra lar-
ga do Rosario n 48, segundo andar.
los diaria Hachado de t'igueiredo.
Gasa de cotnmissSo de escravos.
Compram-se e vendem-se es-
cravos, e recebem-se de commis-
sSo, tant i para a provincia como
pira lora del a ; epira os mesmos
se ufferecem muilas garantas aos
seusdonos : na ra das Larangei-
ras n. i4, segundo andar.
Precisa-se de um feilor que entenda
dejirdim: na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 37.
Precisa-se de um feitor capaz para o
servico seguinte: lomar conla de um si -
lio pequeo na Magdalena, e Irabalhar l ef-
fectivamenle duas semanas ou o lempo que
for preciso para por o sitio em oMem, e
depois entilo vir s urna vez por semana.
Quem quizer procure no mesmo sitio do
Sr. Manoel Alves Guerra.
Pede-se aos devedores de Jos Gon-
olv's Maia de Azevedo e JoaquimGnn-
galves Maia de Azovedo, de vmviii salisfa-
zer seus dbitos, na rna Nova n. 50, pois
ahi seactia pes-oa habilitada a receber, alo
no prazo de 8 dias a contar da data dota, e
nilo o fazendo terSo de ver seus uomes de-
clarados nesla folha, e serSo executadas na
forma da lei.
Precisa-se de um feitor que entenda de
jardim e arvoredos de espinhos, bem como
enchertar e podar : no pateo de S -Pedro,
n 4, ou em Parn meirim, sitio do cirur-
gi3o Leal.
Chapeos deso. gp.
Rus doPasseio, o 5. "JffC
\esta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por pregos commodos ; ditos pa-
ra senhura, de bom gosto: estes chapeos
s3o tt i tus pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas frnjasele retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
maces servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em.porcSo e a retalhu : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igrejaf: ludo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar,
rrinii iras lettras.
O abaixo assignado, avisa ao tespeitavel
publico que, desde o dia 7 do crrante, a-
cha-se abarla a sua aula de primeiras lottras
na ra do Mondego n. 44 O annunciante
contina receber pensionistas, meios peo-
sionistas e externos. Por mais de urna vez
tem elle pateoleado ao publico as vantagens
que oflerece a sua aula pela ras.lo da loca-
lidade, e pelas accommodac>s que a ca-
sa presenta. NSo poupar certamenle es-
forens o annuncianto para consnguir que
os pais de familias que Itie confiarem seus
filhos, flquem inieiramenle satisfeitos ;
nSos pelo que respeila ao tratamento,
comoao progresso intellectual e moral dus
meninos. Outro sim, para evitar que 'is
meninos frequentenv outras aulas fra da
casa, perdendo assim lempo com prejuizo
dos costuraos, o abaixo assignado tem es-
colhido mestre de msica vocal e instru-
mental, e bem assim professor de lingua
latina reconhecidamentb perito* nessas
materias, para dareni liees aos alumnos
que se quizerem applicar ellas. O abaixo
assignado espera do publico, e especiameu-
te dos pais de familias moradores fra da
praca, que aprecien! os estorbos do annun-
ciante, animando o seu oascente mais 13o
til CSl-ln'lci illlenln .
Franciuo de Salles de Albuqnerque.
3G9m999999kG0Q*9&
0 i'aulo Gnt^noiiX) dentista #
f> lianc/.. offerece sea prest- #
nio ao publico para todos os #
tt misteres de sua proflaso : #
pude ser procurado a qual-
quer hora em sua casa, na
rna larga do Kozario, n. 36,
? segundo andar

m
V;i a quem toca.
Antonio Joaquim Vidal, com
loja de ferragens na ra da Ca-
deia do Uecife, pede aos seus de-
" af
vedores, que se juIj; m iom tem-
po bastante de 'spera, que Ibes
v5o pagar seus dbitos o mais bre-
ve que poderem, rutes que seja
Toreado a procurar ser pago pelos
meios judici es, para oque ja d^u
poderes bastantes a um procura-
dor part este lim.
Traspassa-se o arrendamenlo do enge-
nho Quelur, sito na freguezia de Ipojuce,
vendendo-se a safra no campo, o engenho
lio copeiro e bom, e lem bons cercados : a
tratar com Miguel Augusto de Olivelra, na
sua residencia no engenho Camassari, na
freguezia de S. Amaro JaboatSo, ou com
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca-
xoeira da freguezia de Ipojuca.
OOOOOOOOO OGQOf^OOO
t> Rna das Cruzes n. 28. q
fX Consultorio homaopatnico do faculta- ja
a tivo J. B. Catanova.
X Gratis para os pobres. J*
5 Na ausencia do facultativo J B. Ca- J*
J? sanova, o professor de homojopalhia J*
^ Gosset Bimoot continuar com os O
9 trabalhos do mesmo consultorio, on- O
6 de poder ser procurado a qualquer O
O hor-.
Aluga-se ou lraspassa-se o arrendamen-
lo do terceiro andar do sobrado da ra da
Cruz n. 34, com grande soto, muito fresco
e com commodos para familia : trata-se na
praQa do Corpo Santo n 2, primeiro andar.
O Sr. inleressado na casa de Fresen as
que tantas vezes tem annuciado que preten-
de vender meus engenhos, e que estou na
posse de trras de'.sua casa, queira decla-
rar o motivo porque lenfio tirn prestado a
demarcar os seus com os mous engenhos,
para o que mais de urna vpz tenho convi-
dado um dos intpres.sados Sr. lente coro-
nel Jos Rodrigues de Senna Santos .' Sr.
annunciante, seja franco, declare seus ro-
deos, que outro re o alcance de seus an-
nuncios, ecumo sera mullo osforQo da ner-
meueutica pude comprenender o sen oto iln
suas palavras, cumpre-me declarar para in-
tclligencia de quem convier, qun anda mes-
mo estando eu no timo; proposito de ven-
der os uieus engenhos, deixo de faze-lo, e
desl'arle neutralisar que alguma esporanga
ou gosto que alguetn teria en me ver
marcar passo era sollo xtranho.....n.'u
sendo esla a primeira vez que as a mecas do
annunciante lem agotado os liquos le mi-
aba prudencia. Afogados, 20 de fevereiro
de 1851. Joi Pedro \rlluz > d JnnoGonQalvos dos Ral, Capitilu do
patacho nacional E*terp?, leva em sua com-
panhia para o Rio Grande do Sul o seu es-
cravo, cr molo, de no ne Antonio.
ODr. J de Oliveira Soua ensina, no
Atorro da boa Vis a n. 82, a traducir, fallar
e escrever a lingua franceza.
-- Precisa-so de urna ama de leite sem
cria : na ra Nova n. 41, primeiro andar.
-- Desappareceu honlem t19 do correnle y,
polas 6 horas da maiihSa, a escrava Jos f,
crioula, de 20 anuos pouco mais ou monos,
alta, grossura me liana, Cabellos crescilos,
nariz chato, labios grossos, os do i-, dedos
pollegaros com as unlias ruidis e pesa pro-
porcSo do corpo ; levou vestido do risca lo
ilion.tro \:\ usa lo e camisa de algodilozi-
nho : quera i pegar elevar s Cinco Pon-
tas, venda, n. 82, ser 'generosamente re-
compensado.
Precisa-se de dous perilos ofliciaes,
prpferindo-se francezos. sendo um pintor de
carrinhus e o outro trabalhador de forja no
mesnoservido, sondo para se engnjarera
em um esialielecimonlo na Babia, paga-se-
Ihes passagem e bom ordenado : quera es-
tiver nestas cir- unistaucias, procure a Jos
Saporili, na ra do Trapichu iNuvo n. 18,
segundo andar, que se acha autoi isado pa-
ra i sso.
Precisa-se de urna ama de leite sem
cria : paga-se bom : na ra da Concordia
numero 8.
TeiQ-feira, 25 do correnle, na porta
do Sr. Dr. Custodio da Silva Guimares,
juiz da primeira vara do rivcl, pelas qualro
horas da tarde, se ha de arrematar um mo-
leque de D. Anua lahel da Silva Neves, por
oxecu^ao de Joflo llermenelgido Borges
Deniz.
Jos dos Santos Neves, com-
merciante eslabelecido e residen-
te nesta cidade a (Pinta e tres an-
uos, roga ao Sr. de igual nome,
queaqui cliegou no dia 16 do cr-
tente, vi 'do de passagem no va-
por S. Sebaslio, que lenha a
bondade de fazer alguma differen-
9a em sua linm, para livrarde en-
gaos que podem occorrer.
Perdeu-se urna leltra da quantia de rs.
68,000, aceita em 12 de aptembro de 1845 a
12 mezes precisos, e vencida em 12 do mes-
mo me/ de 1846 : ruga-se prtanlo a to la o
qualquer pesso, que nflo ta<* negocio com
a referida leltra, por quanto j seaelia pre-
venido o lllm, Sr. Dr l.uiz de Carvaiho Paes
de Andrade, encombido de pagar dita lel-
tra pelo aceitante : outro sim, roga-se a
quem a tiver arhado de a entregar ni roa
Nova n. 28, poque pe tonco ao abaixo as-
signado. Antento l-'erreira da Costa Braga.
Novaos & Companliia renioltun pa a o
Rio de Janeiro o escravo Domingos, cnoolo,
perleueente ao Sr. Jos Martina de Souza,
na Bahia.
Na ra do Hospicio n. 13, precisa-se
alugar urna preta quitandeira ou um uio-
loiiue : quem tiver, ui'ija-se a dita casa.
ao pateo do Carmo n. 16, que se dir quem
a pretende._______________________
Vendas.
Compras.
Compram-se orellos de panno, em
grandes e pequeas purces : na prafa da
Independencia n. 19.
--Compram se adragonas com franjas, e
bandas em mo estado, ou do oodello anti-
go, assim como gales usados, porem ver-
dadeiros : na praca da Independencia n. 19.
Compra-so una parda ou prtta reco-
Ihida, de 16 a 20 anoos, que engomme e co-
sa muito bem cbflu : na loja de Carlos llar-
dy, jua Nova 11. 34.
Compra-se urna escrava que saiba co-
zinhar e ongommar, e que seja de boa con-
ducta e sera vicios : quem a tiver, dirija-se
Cartas francezas para voltarete.
Vende~se finissimas cartas francezas
choga las ltimamente de Franca, o por
que preco? a 800 rs. o barallio na ra do
uimado loja de miude/as do barateiro
junto loja de cera n. 33.
'Maseras ordinarias.
Vendo-se mascaras ordinarias proprias
para brincar entrudo, peto baralisMino
prego da 500 rs. na ra do Quei.nado lo-
ja de miudezas do barateiro junto loja
de cera n. 33,
He bom e barato.
Vende-so camisas de meia brancas, e
de corps de muito bonitos palres a 1,200
rs.; meias de laia para pa iies a 2,000 rs. ;
pentes de tartaruga para marrafa 800 rs.
o par; luvas pretas de toivi fazeuda
muito superior alOOOrs.; louquinlias de
seda pretas para cranlas a 50(1 rs. ; ca-
rapucas de seda preta para homem a 640
rs.: babado de linbo aborto a 120 e 2t0
rs. ; cnrteirinlias com algibeiras a 320 rs. ;
caixinhascom seis papis de agulhas Irau-
cezas a 32u rs.; flnissimos pentes de ba-
leia para alisar a 400 rs. ; ricos loucalo-
res prop ios para senhoras se. penlearem
1 3,009 1. ; aguilieif inlios d-i vidro (ie bo-
nitos palres a 2u0 rs. ; cbicoliniios linos
a 600 eSOOrs. ; bonitos j.rros em ponto
pequeo a 800 rs. 1 e outros muitus cilun-
gunibas de poredana propnos para cima
de mesa a 640, e 800 rs. ; e mais um sor-
timento de galaulan'S que se vendein
iniiil.o baratas na ra do Quoimado \o* de
rauidezas do barateiro junio de cera
11. 33.
Quem admirar,
Venba ver e comprar.
Na rna do Crespo loja da es-
quina que volt a. para a
Cadeia.
Veo lem-se pannos fios oretos mullo
SUnnrJorM a 3,00t), 3.500, 4,09o, 4,500.
5.000 rs. o covado ; dito azul a 3,000. 4,0u,
e 5.500 rs.; dito cor de ra> a 3,0)o, o
3,500; ditos de cOr a 2.80; cories le
es de sHini d c6r's a 1.60 rs. ; di
tos dogorgurio de se la a 1.280: dilus
do fost io de cores a 320, 500, e 6t0 rs. :
ditus do li'i n IraoQ.lo parlo de liolm
puro a 1.500. e 2,0i)0 rs. : ditos do brin
branco liaucaloa 1.600, 1,8'H. o 2,000 rs. ;
ditos de co es a 800, e 1,280 rs. : cortes
di cambraia branca de quadios a 8.091 rs.;
ditos de cures muito bonitos a 3.010 rs ;
ditos com huirs de coras muito liaos
3,500 -..; cortes I- coleta d* Vellido inul-
to bonitos a 2,000 rs ; cambraia IIa
2,720 rs. a pi*sa con 8 1|2 varas; cm-
bralas de cores para voslid-s a 280 rs. o
cova lo ; eassa prpu a 2,00 I rs, o corte;
dita a 120 rs. o covado ; riscaliiilio de li-
aba a 20 rs. o covado; dito a 320 rs. ;
picte muito encorpa lo para escravos a
20 1 210 18. o covado ; al jo ISo do listra de
cores a 180 rs., cintas do Coro* tisis pa-
1I1OS alegres a 100, 18), o 200 rs. o co-
vado; melins 1I0 cores par* turros a 1-20.
o lio rs ; riscads francezos para vesti-
dos a 21o rs. ; dito monstro a 220 rs ; (li-
arla de furia cores a 200 s. ditos a/uos do
vara Je largura a 210 rs. ; lengua do cas-a
para gravata a 240 rs. : ditos Cun listras
de roda a 401) rs. ; sarji de sola preta
muito superior a 2.240 e 3 000 rs. ; es-
guiSn je alg idiJo com 10 l| varas a
9,400 rs. t pessa ; roberas de tapeto
para oscavos a 720 rs ; chapeos de s.il
de pamii' lio com asteas de balea a i.snu
rs.; meias para meninos a 1,000rs. a
duza.
Na rna da Cadeia, loja de
miudezas n. 17, vendem-sa mas
caras para domin.
Vendem-se 2 prelos canooiros, c 2 ca-
noas ? bertas, que levara mil e quinbenlo
tijollos rada una : na ra das l.aranyeiras
numero 18.
~ Vemle-se urna preta moga, sera vicios
nem achaques, que sabe cusor costura gru-
Qa, lavar, engoiiiuiar algum 1 c usa, o cozi-
nhar : na ra da Cadeia, loja n. 17.
Vendem-se sacos com firello,
ebeg^dos no ultimo navio do Ha-
vre ; larinba Barn, primeira qua-
lidade, e muito nova ; verde fran-
cez em p 5 cabos de linbo ema
nilha, muito bom sortimento ; li-
vroj em branco e paulados, de to
dos o.-.tnm a 11 los ; pennas d ac de
muito boa qualidaiie chumbo
m lencol ; e oleo de linbaca em
barril ; ludo por preco muito em
conta : na ra do Trapixe.n I I.
--Vende-so rap do Lisboa, em frascos,
ehpgado agora pela barca por ugueza Li-
geia. os Srs. fregu>'Zs que estilo acoslu-
mados a tomar a boa pila la, nao deZarfli
de mandar buscar ao largo da asS'tmbl
numero 4.
Vendem-se 10 escravos: sendo I pti-
mo "li-i 11 'le iiio'ioi, e eulende de asseii-
tameulo de engenho ; nutro dilo olllcial le
carpma ; de bonitas (guras, urna pariti-
niia de idade de 12 a 14 annos, que cuse,
engomina, faz lavarinto, maica de linliai
una escrava ue 1 tale oe 18 a 20 anuos, eu-
gomma, cose, faz lavrmlo, marca oe li
ola, cozioha, e faz 10 I qualidade le loce;
2 uias p-ra lo lo o servico ; n 4 nscravos ue
sei neo de Campo : na ra Huella 11 3.
a Passagem da Magdalena, caminho
que vai par u Lucas, passaudo a ponto pe-
quena, o trino no sillo a diieila, vendeni-
e 2 vacas paridas, de bezeiros novos, mui-
tu bas de le te, ma gas, acoquinada os
oeste pasto : quem as pieleuder dirija-se au
mesmo silio.
Vende-se urna casa sita na ra do Ale-
crn), com muito bons comino ios para nu-
merosa Lu'illia, em rbaos pr.ipno, por le
o dono de relirar-se para o Rio Grande do
sul : a tratar lia mesma roa, sobrado 11. 2
-- Vendem-se scs de 1111I110, a 2,000 rs',
comprando de 10 sacas p.na cuna : na ra
da Cadeia n. 18.
-- Vende-se um jaque novo, que pode
servir de farda para o corpo de policia por
prego commodo na loja do alfaite n. 3r, da
ra Nova ,'
Vende-se urna correte de ouro de
loi. muito moderna, para relogio, aris ern
conta do que ns lojas de ounves : 51 ra
larga do Rozario o. 35.
Vene-se niel de furo, em
caadas e garrafas, or prfo
commodo; 110 Manguinho. pa9-
sondo a ponte, primeiro sitio do
ladoesquordo.
O buratetro do paaaeto publico,
loja n. 1 I, Flrntlno .!ou;-. itodrl-
ftues t''erreta.
Vendo superiores sarjas ospanholas, mili-
to largas, a 2,400 rs. o covado ; setim ma-
co superior, 11 3,200 rs o covad 1 : panno
lino do todas as qualidades ; lencos, los
pretos, cha is da massi francnea, brina
de todas as iiiiali la les. caso niras a tilos
os prc 's, mei 18 litas, 13a pan calesa, lona
da Itussia, brini le qoa Iros, ditos-dealgo-
dSo, nscadoi francezas, cassisxiiis, cortes
.ie rolletes de setim.dito de.sa'jis, challes
detoilasasquali la les e oslos, un la 10IS0
Dn 1 e outros m lit >s le lf-r mies p 1; w
assim como um cmplelo ortlownto de fi-
zedlas b tratas, quo e nSo annuncia tura
11S0 lomar to upo aos freguezea, porque a
vi-la dellai se lu-a tolo o negocio, s afl 11
do so. apurar dinltoiro.
Vendem-se 18caderas, t mesi redon-
da de meiodesala, 9 banq dnhas, tu lo do
angico, pereito o eooi no ico uso, I cim-
nuda gran le, t dita mais pequea e em
bom estado, 1 CarleM nova, I masa do jad-
lar de auiarello perfeita, l mangas le vi-
Iro lisas e da bonito rao lelo, i oastic 1 is do
vidro, urna redoma, t oratorio pequeo,
po'm moderno, com 1 faca le vido, com
alguraas linagona no larao do Carato,
quina da ra de Hurtas 11 9, segundo un 'ar,
las 6 as 9 horas da manlia, e das 3 da lar-
de em dianie
Na ra do Rangel 11. 36. primeiro an-
dar, ha para ven ier relogios novos, de ouro
e prata, lodos patentes, 1 or preco commo-
do, e muito bons reguladores.
Vende-se un mollino o um torrad.>r de
caf com son compdente fogo, ncim al-
gum projui/o por s! ter jrecisS i do son im-
(o le : na ra larga do Rozario, pa lan 1 nu-
mero 48.
Livros em branco.
Vendem-se livros em branco de
muito boa quililile, pof prern
coiiiinodis : njaruiazeui la ra da
(jruz 11. lG.
Goarda nacional.
Vende-se o peculio logUardi mciOTl,
contend) a lei, regulmnto to las os m 1-
lelosq ie dell'Sd-ponlen.a 1,099 rs ci li
(emular com d lo : u 1 .raga da In lepe 1-
leiu.ia, Itvr-irta "S. 6 e 8.
Veilein s-* 3 10 cooros da cabra : no
Uorroda II ia Vista n. 11.
-- Vende se 11 ni exc -II ol" c vallo de car-
ro : na ra eslreila do R >z trio n. 22.
Aos 5 0011,00 1 re*.
Vendem-se a 5,50 rs. m ios bilheles da
lotera do Lnnm n'o. cujis rolas audim
inf.ilivelmente no lia 9s do co>rente : na
ra llireita, loj 1 deOUriVAJ II. 12i.
A l,6oo e a 1,8o r-, a vara.
Vende-se panno Me lintio pan hogrea,
do mui'o boi qualid le, com a I-lio ilesa
levaiai meia dar um ciega it" lenQOl sem
costura, muito comino lo para uto magoar
o corpo : na ra do Crespo n 19.
__Ven bse um escravo Opli no para pa-
gom, 'le 25 annos pOUCO mais ou menas e
bom olTi'ial de sap.tiro para tolas as
obras: quem opreten-ler, dlrije-so ra
llireita. loja de sapateiro n. 61, que adiara
com quem tratar
Aos a<>;oo Ra da Cadeia do Reeifa n, 21, loja do
cambio la Viuva Vieira & Kiltios.
Rpcobeam-se as lisias da 12 lotera do
ihoat:o ile s. Pedro o 16.* da casa de corre-
nlo, o igualmente os afortunados bilhetes
da sexta lotera a heiielicio da cuitara das
araoreiras e croar; in do bicho dsela, da
qual vira a lista 110 primeiro vapor.
Touciiilio california.
Na ra da Cruz, arnazem 11. 13, vendom-
se iiequenos barris do toocinlio, o inelbor
1 in1 at h"je tem vin lo a esie merca lo, e o
mais alto e claro que no posaivel, leudo
apenas 100 libras cala barrd. Esto exe-d-
I -nte loucinbo ii 'e eiicoui nenda pa-a a
California, e fu aqu ven ti lo porque o ca-
ldillo do navio quo o coudiuia fo Inal Ura-
co) levo recejos de proseguir sua viagam,
0111 raso da estac/to ser ja um pouco des-
favoravel Os apreciadores .to bom de'em
fzor um passeio ao tal armart 11, 011 lo de
bom gradse trocara por rao id 1 correnle o
famoso e aqui anda 11.V1 visto louciohu ca-
lifornia.
Loteria do rtio de Janeiro,
Aos ao:ooG,ooo rs.
Ocaulelisla S'lusiiano de Aquino Ferrei-
ra laz scienle ao reSoeitavel publico, qa' as
suas mu afortuna las cautel tera das araoreiras estSo a ven la in roa do
Crespo 11. 16, loja.do faZendaS, e obnga-se
a pigar qual |uer premio que nellas sahir
sem ganancia alguma.
Quaitos 5.500
Ullavos 2,800
Vigsimos t,30O
linm gosto.
Vendem-se Irangas para manteletes de
differentes gosto-, bem como para guarni-
goS do vosti los^ por pieco coiinno 10 : oa
ua doljueiinado, loja de miudezas 11. 25.
Veude-se carnauba, tamo em sacca co-
mo a relallio, por prego commodo, aasnn
como um laixo de cobre, grande, que serve
para reluiagSo : na otnc,* da Boa Vista 11. \i
ILEGIVEL


--'Vendem-se pegas de chitas pardas, co-
res lixas, 4,500 rs. e a retalho a 120 rs. ;
cortas de cambraia, mu bonitos, cores li-
sas, a 2,600 rs. ; o 100 soceos de estopa no-
vos, com duas varas cada un, a 320 rs.: na
ra larga do lozario n. 48, primeiro andar.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Narua da Gadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas quadadcs,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos..
Deposito de espelhos das ma-
nafacturas de Franca : na ra do
Passeion. Ip.
Tinta pora escrever.
Vende-se excellente tinta para escrever,
om frascos de mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasco : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia
Vendem-se candieiros para
meio desala, muito ricos, com os
competentes globos, canu los e tor
riiias, dando a luz mais brilhante
pos-vel : na ra do Trapiche n. 8.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. t-, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligera.
Moriidas superiores.
Na fundigilo de C. Slarr & Companhia,
om S.-Amaro, acham-se a venda moendas.
de ranna, todas de ferro, de um modelo e
cnn.slriicc.3o muito superior.
finuU sortimento la i'iIm ira le s. Flix, no ar-
mu/.ini (le (rorro & Coilipn lili ia.
rna la c.ru/. n. 21.
SSo chegados a este armazem os verda-
deirns charutos regalos, regala, cagadores,
depulados, venus, sanadoras fl soberanos
de llivana, em caixas de cem e 250, por pre-
gos rasoaveis.
A pobreza.
Vendem-se cebollas americanas pelo ba-
rato prego de 80 a 160 rs. a rostea, e a 320
rs. o cento das solas : nos armazens iJo hec-
codo Concalves, junto a casa da Sra. Viuva
Lasserre.
AGENCIA
da ftindicao Low-lMoor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
ISeste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, lie lodos os tamaitos, pa-
ra dito.
Chumbo de municao.
Vende-se no armazem de J.J. Tasso J-
nior, ra do Amurim n. 35.
--Vndemete amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Vendem-se arado) america-
nos dos modelos mais approvadjs;
na ra do Trapiche n. 8.
Deposito *W cal Virgem
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ltima-
mente de Lisboa no hrigue Tarujo-Tercciro.
I'olassa la Itussia.
Vende-se pnlassa da Itussia, recentomen-
te chegaila, >de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Taixas para engenliO.
Na fundigo de ferro da ra do lirum,
acaba-se de receber un completo sortimeu-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
qua;>s acham-se a venda por prego com-
mndo, e com protnpti Io embarcam-se, ou
carreg"n-sa em carros sem despezas so
comprador.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
ven lem-se arados Je ferro de diversos mo-
delos.
Deposito la fabrica de Tortosjos
Santos na Haliia.
Vende-se, em casa de N. O. Iti- na ra da Cruz n. 4, algndilu tiausado da-
quella fabrica, multo pruprio pBr saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
mojo.
Cal virgem de Lisboa,
da inilii M que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Ern-
preza : trata-se com A. C. de
Abreu, na rua da Cadeia do le-
cife n. 37.
Na rua estreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja (le miuilezas n. 2 A. de J.
F. dos Sanios Maya, vendem-se curdas de
tnp e hordOes pira \ mio e rabeca, e pa-
pel pautado para msica, ludo da melhor
qualidade possivel.
I'io para sapa Ir iro c para saceos.
Vende-se um reslante do ptimo fin para
sapaleiro ero novellos, e dito em meiadas
para saceos, por preco commodo para li-
quidar facturas : em casa de Adamson lluwie
4 Companhia, rua do Trapiche n. 42.
botera de v. s. Linimiento.
A os ."1:11110*0110 rs.
Na loja de miudezas da praga da Inde-
pendencia n. 4. vendem-se bilheles, meios,
quartos, quintos, decimos vigsimos, que
corre imprelerivelmeute nodia28 do cor-
rente.
liilhetes inleiros
Meios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
rua da Cruz n. 7, armazem de Da-
vis 8t Companhia.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5ooo,ooo rs.
Na rua da Cadeia n. 46, loja de miudezas,
vendeu-se o bilhete inteiro n. 951, em que
sabio a sorte de 1:500,000 rs., e ostSo ex-
postos v 'inla os bilhetes n cautolas da
mesma lotera, que corre improterivelmen-
te no dia 28 do corrente.
Bilhetes 11,000
Meios 5,500
Quartos 2,600
Hicimos 1,100
Vigsimos 600
4
Algodao para saceos.
Vende-se muito bom algodSo para
saceos de assucar, por prego commo-
do : em casa de Iticardo Itoyle, na
rua da Cadeia n. 37.

11,000
5.500
2,600
2.100
1,100
600
Vendem-se queijos Ion (ir i
nos, toucinho em mantas, ervi-
lhas verdes, conservas de todas as
quaiidas, cha preto, pos para pao
sem fermento, baldes para com-
pras e mais gneros: tudo ltima-
mente chegado de Londres : na
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundico da rua do
Brum ns. G, 8 e 10.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimento, pre-
tiri para qualquer obra que possa rece-
er agoa, assim como para aljeroz e Ira
.leiras, prximamente chegado de llam-
'mrgo, tambero se vendem as meias barri-
os por prego commodo : atrs do theatro,
rmazem de taboas de .inho, a fallar com
loaqnim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
I0S0 Matheus.
lloga-se aos Srs. [fregiiezes lo ba-
rato pie lelam o seguate
anniincio.
Vende-se brim de quadros de linho, a
320 rs. o covado ; riscado de linho, a 220 rs.
o covado ; dito de algodSo, a 180 rs. o co-
vado ; pecte muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs. o covado; castores
r.uito encorpados, a 280 rs. o covado;
hrim transa 10 branco de linho, a 1,920 rs.
ocitejdiio escuro, a 1,61)0 rs. o dito ;
esguiao de algodilo de 12 jardas, a 2,400 rs.
a pega ; cortes de fusiiio, a 560 rs. ; cober-
tores escuros de *l>rodo, grandes, a 720
rs ; cassa preta, a 1-20 rs. o covado ; chita
i" crtres lixas, a 160e 180 rs. o covado : na
rua do Oespo n. 6, ao p do lampeo.
~ Vende-se cobre em folha para forro,
em casa do James Crablree & C na rua da
Cruz.
-- Vende-se a verdadeira graixa n. 97 em
casa e James Crablree & C. na rua da
Cruz.
Lotera de N. S. do Livramento
Na botica da rua do Itosario Larga :i.
42, vende-se bilhetes inteiros, o meios, cu-
jas rodas aud3o 110 dia 28 de fevereiro.
Lotera de L. S. do Livramento.
Na botica da rua do Itosario Estreita n.
10, vendem-se bilhetes inleiros, e meios,
mais baratos que em oulra qualquer par-
le, cujas rodas audfio no da 28 de feve-
reiro.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na loja de fazendas debaixo do arco
da Conceigo n. 6, vendem-se bilhetes in-
leiros, e meios, cujas rodas an.io no dia
28 de fevereiro.
Kapc Paulo Cordeiro do Rio de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recentemente :
vemle-se na rua da Cadeia do Itecife, loja
n. 50, de Cunta Amorim.
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia do
Itecif^ 11 50, vendem Cal virgen) em podra,
chegado pelo ol uno navio de Lisboa, e po-
tassa de boa quali lado, por menos prego do
que em outra qualquer parte.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se a 5 500 rs. meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas rodas andaqi
nialiveluiente 110 da 28 do corrente: na
praga da boa Vista, botica n. 32.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se meios bilhetes da lotera a fi
vor das obras da igreja de N. S. do Livra-
mento, que corre, a 5,500 rs. no Aterro
Ja lloa Vista, loja de calcado n. 58.
Vendem-se, por prec i eom-
modo, no armazem de Dias Fer-
reira, no caes da Allandega, os se-
guintes gneros : potassa em bar-
riqiiinhas muito nova, fumo em
folha j.ara capa e inolo de clnru-
t s, chocolate de Lisboa e fari
uli.i de mandioca muito superaor,
chegada a poucos dias do Ho de
Janeiro : tra'a-se no mesmo ar-
iii .em, ou com Novad & Com-
panhia, na rua do Trapiche n. 3'|.
?nmt!m #>#
9 A 2^0 rs. o covado. #
9 Vendem-se chitas francezas finas, 8
Tf de pailrOe, mudinhos e cores fixas, W
t p--lo barato prego de 2i0 rs. o cova- 4
aj do: na rua do Crespo, loja de qua- <
fe tro portas n. 12. %
Sapal5es de Iti.stro.
Vendem-se sapatOes de bezerro de lustro'
a 4,000 e a 3,500 rs. muito bem feitos : rio
Aterro da lioa Vista, loja de calcado n. 58,
junto ao sellejro.
Vende-se fazenda de palha da India,
muito propria pira jaquetas e palitos, a 120
rs. o covado : na rua do Crespo n. 23.
Vende-se na loja nova na rua do Crespo
n. 10 de J. L. de II.Taborda superiores corles
de casemira france/a do lindos padrOes pe-
lo barato prego de 7.000 e 7,500 rs., dllos
de nina dita a 3,.Vio e 4,000 rs., riscados
l'ranc-'zes a 280 rs. o cavado, lengos de so-
da com franja, para senhora, bunitos pa-
drOes e superiores qualdades a 4,000 rs.,
chapeos de sol de seda para sonhora a 4.00V
rs., dilos para homem, pretns e de cores a
6,800, e lengos de pura seda a 1,700, 1,800
2,000, e 2,240 rs ; superiores mantas d
seda do nliii o goslo a 13,000 e a 14 000
rs., chales de cadago a 1,300 e 1,400 rs. ;
corte de cambraia de seda tambera do ul-
timo gosto a 10,000 11,000 e 12.000 rs., e
ontras muitas fazendas de superiores qua-
ldades, quesevondem por diminutos pre-
gos.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento, a 5,500: na rua do
Cabuga, loja de miudezas n.9, junto de
ourives.
3,003 rs. para a pobreza.
Vende-se excedente farinha de mandioca,
receotemente chegada de Santa Catbarina,
em boas saccas novas de bom algodSozi-
nho : na praga da Boa Vista, venda de Joa-
quim de Paula Lopes n. 18 : approveitom a
occa93o antes quoapparega o especulador
para a usura.
Vende-se um carro de quatro rodas,
muito leve, eque da commodos para qua-
tro pessoas, e por isso mui proprio pira
quatro Srs. eitudantes, que queiram ir
Olnda todos os di .s: na cocheira do I'ran-
gois, becco do Cap m
Sorliinento barato.
Vendem-se jarras mui bem feitas, resfria-
dores, quartinhas, moringues, copos, gar-
rafas brancas para resfriar agoa, louga fi-
ltrada, liquidares, panfilas, cagarolas com
cabos, balaios para ensinar meninos a an-
dar, ditos para costura e ditos para com-
pras : na rua da Cadeia do Recife n. 8.
Nao ha cousa mais barata.
Ven Je-se, no Aterro da Boa Vista, taverna
n.80, junio ao deposito da padaria do Sr
Durflea, cera em pao para Limas a 1,000 rs.
a libra ; os amadores jde tal genero no se
de lima bonita escrava de 30 anuos.
Vende-se urna escrava crioula, de bonita
figura, ha pouco vinda do serlSo : na rua
larga do Kozario n. 48, primeiro andar.
Vendem-se duas moradas de casas ter-
reas na rua Imperial, assim como urna na
rua do Padre Klonauno e urna na rua das
Agoas Verdes : veudem-se por prego com-
modo, ua rua do Crespo n. 10, na loja de
Ignacio Luis de Brito Taborda, pessoa esta
que esla aulorisada a vende-las
,u mar^h* &M ^. .-.fflHWI *S
^ Na luja o soiiraJo amarello, nos J
ij quatro cantos da rua do Queimado n. a|
|: 29, te"' uara vender um completo j^
g sort'uieulo das fazendas abaixo inen- |
,- cion^das, tudo de superior qualida- p
^ dee pregos muito commodos, asa- j,
Z ""'- b
i Cortes do vestidos de sarja preta g
^t lavrada, padrOes de muito gosto. jw
; Sarja de seda preta verdadeira, lies- ,
b panhola.
i Selim preto maco, proprio para S
S vestidos.
t Manteletes e capotinhos de chamalo-
tee gros de aples preto, com mui
lindos enfeites.
4 Los de linho preto, bordados a seda.
H Um completo sortimento de pannos
>t pretos para os pregos de 4,000 at 1
1 12,000 rs. W
p Casemira preta elstica para varios 9
j pregos. ___^ if
i'. -- ~"~ -r?* tSWWW&M^f&SSw
Na rua Nova, em casa de Auguste
Colombiez,
vende-se uro. grande retrato de S. M. Im-
perial o Sr. 1). Pedro II, com riqulssima
moldura, obra do insigne pintor Lecbevrel,
cujo apresentou na ultima exposigo das
bellas arles no Itiu de Janeiro, obras de Ulo
subido merecimento, que Ihe valeu ser pre-
miado por S. M. com o habito de Christo, e
ser-lhe comprado por ordem do mesmo au-
gusto Seuhor um p i id, representando a
riiinlia de Inglaterra Elisabeth, oqual cha-
mou a iite.nc'io de todos os mestres e eo-
londedores pela sua primorosa execugSo.
A I na na I. (popular,
conten lo multa e interessanles noticias, in
ti-, rus 1 vei-, a qualquer pessoa : vende-se
ua livraria do pateo do (Jollegio n. 6, de
JoSu da Cosa Uourado.
Chita escarate a 320 rs. o
covado.
Defronte do becco do Peixe Frito, loja n.
3, vende-se chita escarate pelo baratissimo
prego do urna pataca o covado. Lst 1 fazen-
da lorna-se pelos seus novos desenhos re-
coiiiinendavel, uo s para cortinas e cober-
las, cono tambem para vestidos de se-
nhora,
\os -rnliorrs cliefes de familia.
Na loja da rua do Queimado n. 3, defron-
te do becco do Peixe frito, vendem-se pe-
gas de algoJSozinho muito encorpado, e
cambraia lisa inuilo fina, com um peque-
o toque ou avaua: de ludo so dario OS
pregos a vista da fazenda ; assim como dar-
se-ha amostras com o competente pephor.
A 2,4o > ris.
Vendem-se pegas de cassa de quadros e
listras jara babados com 8 1|2 varas cada
urna : na rua do Crespo, loja n. 6, ao p do
lamplo.
Vende-se,ou loma-sea quantia de tres
contos de ris sOb hypotheca em urna parte
de 1 engenho distante desta praga 5 leguas :
quein pretender, dinja-se rua da Praia,
armazem n. 46 B, que achara com quein
tralar. s,'
Um escravo bom trabalhador de
enxada.
Vemie-se um preto mogo, robusto, bom
Irabalhador de enxada e machado, proprio
para engenho : ua rua larga do lozario n
48, primeno andar.
-.> Manteletes e capotinhos. -K
'> Na loja do sobrado amarello, nos *
> quatro cantos da rua do Queimado *
* n. 29, tem para vender manteletes e 3
? capotinhos para senhora, de chama- 2
j^ lole e gros de aples de cores, os ^
."> mais modernos e de mais lindos en- ^
^ feites que lem vindo. - 2iiAi*A** f MAiAA*
Vende-se um moleque bom coziulieiro
ecopeiro; urna escrava de bonita Ugura.
com as habilidades precisas para urna casa
de familia ; um mulalinho de 12 anuos; e
um escravo de lodo o servico : ua rua das
Cruzes, venda 11. 20, se dir quein vende.
Cera em velas.
Vendem-se caicas com cera em
velas, fabricadas no IIio de Janei-
ro, sortidus ao desejo do compra-
dor, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parte;
em Lisboa, em caixotes de 100 li-
bras cada um : trata-fe com ala-
ciado & Pinheiro, rua do Vigario
n. 19, segundo andar.
-- No armazem de S Araojo, na rua da
Cruz n. 33, vende-se superior farinha de
mandioca a dousmil ris a sacca, bem co-
mo sola, couros mludos, peonas de ema,
tijollos para limpar metaes, etc.
Bom e barato
Na rua do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se ricos cortes de
meias casemiras, pelo diminuto prego de
1,600 rs. A el les, rapasiada do bom gosto,
antes quo se acabem.
Farinha Fontana.
Vende-se farinha daquella acreditada
marca, sendo a ultima chegada a este mer-
cado : a tratar com J.J. Tasso Jnior, rua do
Amorim n. 35.
Vende-se urna propriedade de casa ter-
rea, sita na rua Velba : quem a pretender
dirija-se rua do Sebo n. 17.
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Bahia.
a>
a>
m
m
m

Vende-se em casa de Domingos Al- 4!
ves Matheus, na rua da Cruz do Re- **
cife n. 52, primeiro andar, algodilo "f
transado daquella fabrica, muito pro- ^
prio pira saceos e roupa de escra- J
vos, assim como lio proprio para re- ^
des de pescar e pavios pare veilas, ^
por prego muito comino lo. 41
Albft'Si AAAliA AAAAAAAAV
Val ha-me Dos !
Grita va um pobre homem na rua Um des-
tes dias, esfregando com frga urna canella,
por causa de um soflVivel trambulbSo que
dera pelo lerrivel esquecimenlo que leve de
Irazer os oculos. He incontesiavel a utili-
.la le ilelles, porque uo S aproximam OS
olijecios, evilam a poeira nos olhos, senao
tambem dSo certo ar de importancia ; os
mogos passsm por estudiosos, os velhos
nar sabios; nfn ha mesmo exemplo ou no-
ticia, que um homem de oculos flxos fazen-
ilo-sr annunciar em qualquer parte o man-
dassem esperar no palamar da escads, ou
na porta da rua, e s sim na sala de espera,
assentado, etc., etc. ; ordinariamente o me-
nor tratamento que recebe he o do senho-
ria, em suma s&o os oculos o antidoto das
quedas, trambolhes, toupadas, canelladas
o outras catastrophes a que o genero huma-
no esta subjeito; he por isso que so avisa a
quem os qu'izer, qur de vista curta, qur
cangada, os va comprar na rua larga do Ito-
Z8rio o. 35, loja.
9999^9)9''999 9^999 wwwww
9 Na loja le Jos Joaquim Mo- #
?;. reir t Companhia, na f
t lina Nova 11. H, 9
9 vendem-se manguitas e meias man- 9
9 gas de fllde linho e cambraia, cou- 9
9 sa de gosto eque muito se usa em 9
9 vestidos de cassa, cambraia e seda, 9
9 custando o par 2,000 rs. comente; 9
fe. cabegOes ou romeiras de fil de li- 9
fe nho, tanto para senhoras como para aj)
fe* meninas, pelo baratissimo prego de n
a> 4,000 rs. ;camizinbas de fil e cam- 9
ti braia ; lalhos de bico de seda ou blondo, tanto pretos como brancos ; ;fe
capotinhos de cha malote e setim mi- aj
cao ; mantas de garga brancas, mui- 4
to proprias para noivas ; capellas e n
ramos de flor de laranja ; chapeos $
de palha arrendados e lisos para se-
nhoras e meninas ; e oulras fazendas 4
mais, que na mesma loja se vendem tj$
j muito em conla. aj)
*: mmm :*
UHESTOL SALSA PAIIIIILIIA AMERICANA.
Melkor e mais extraordinaria do mundo.
Preservaliva infallivel contra as febres.
A salsa parrilha original egenuia de Bres-
lol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm de um es-
tado de impureza desangue das secreeges
morvidas do ligado e estomago, e em to-
dos os casos que necessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Km to-
dos os casos de, escrophulas, erisipelas, li-
nda erupges cutneas, manchas, bilis, rn-
flamagSo o debilitado nos olhos, nr-haeo
das gandolas, dores lombares, affeeges
rheuii.iiticas, dores nos ossos e as juntas
nydorpesu, despepsia, islhmo, dearrbea,
'tesenloria, tosse r do pulmdes phlhisica quando provm da
obstrugUo dos bronchios em pessoas escru-
pulosas, enfluenza, Indigstelo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das molhe-
res enfermidades beliosas, e em todas as
afeeges provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emprega
com efllcacia em lodos ossobreditos casos,
e he remolienda como a melhor medicina
que existe. Os frascos de salsa de Brisiol
teem mais de quatro tamaitos dos de sal-
sa de Sands entretanto que os de Bristol
se vendem por 5,000 rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no llio de Janei-
ro, casa de Vilal Uapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Mara Gongalves Ramos,
na rua dos Quarteis pegado ao quartel de
policia.
Vende-s um grande sitio no lugar do
Manguind, que lca defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixadecapim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coborto para banho bas-
tantes arvoredos de fruclo : na rua da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um anda j.
Vendem-se colleecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do lceiic com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de 01inda,a ponte do Ma-
changa, Poco-da-l'anella, e a rua
da Cruz com o arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na rua da Cruz, n.
11 Kalkmanns lrmao.
Lonas.
Vendem-se as afamadas lonas, todas de
linho, muito largas, proprias para camas
de vento e encerados, por prego commodo :
em casa de Jos Saporil, rua do Trapiche
Novo n. 18, segundo andar.
Mysterios do Povo.
Chegou livraria do pateo do Collegio n.
0, de Joo da Costa Dourado, O stimo vo-
nme do Mysterio do Povo: vendem-se es-
tes 7 volumes por 6,000 rs.
Vende-se um preto de An-
gola, ptimo cozinheiro em tudo
e de boa conducta : quem o quizer
comprar, dirija-se ao Sr. Francis-
co Antonio Coelho, no hotel Fran-
cisco.
Vende-se em casa de Me. Calmont &
Companhia o seguinte;
Cobre de forro e pregos para o mesmo,
Folha de Flandres sortida.
Perro inglez em barra sortido,
Arcos de ferro sortidos,
Chumbo em lengol,
Dito de munigSo sortido,
Saceos de algodilo proprios para ensac-
car farinha.
PragadoCorpoSanton.lt.
Vende-se um forte piano de Jacaranda
e de excellentes vozes, que muito agradar
ao comprador 1 na rua da Cadeia n. 54.
Sortimento de Iivros em branco.
Na livraria do pateo do Collegio n 6, de
Joo da Costa Dourado, recebeu-se multo
bous Iivros em branco, sendo de difieren-
tes tamanhos e com differenles quanlidades
de folhas; tambem ha Iivros proprios para
registro de leltras: vendem se muito em
conta.
Diccionario geographico,
histrico, poltico elitierano do reino de
Portugal e seus dominps, obra bastante
importante, por Paulo Perestrello da Cma-
ra, 2 vol. in 4.: vende-se ni livraria do pa-
leo do Collegio n. 6, de J0S0 da Costa Dou-
rado.
Bsteiras americanas de 6 1 \' pal-
mos de larfrnra:
vende-se na livraria do pateo do Collegio
n. 6, de J0S0 da Costa Dourado.
Vende-se urna botica com todos os
seus perlences, 110 Aterro da Boa Vista n.
76 : os pretndanles dirijam-se a mesma
botica, qu acbarflo com quem tralar.
Vendem-se cordasde tripa para pesos
de relogios de sala : na prsgi da Indepen-
dencia n. 3.
Escravos fu "idos.
10. cas
Desappareceu, no dia 16 do corrente,
a preti Joaquina, de nago Cagange, repre-
senta ter 40 annos, baixa, corpo regular,
cor fulla, com turne sobre os olhos, nariz
chato, com falta de dous denles, peilos pe-
uenos e mrenos, com algumas cicatrizea
erelho as costas, nadegas om tanto im-
pinadas para traz, que mais mostra quando
anda ; levou vestido novo, porm sujo, com
ausento azul, consta que usa de panno da
Costa. Esta prela quando fogecostuma an-
dar pelos arrabaldes desta praga: roga-se
as autoridades policiaes, capilfies de campo,
ou outra qualquer pessoa que a apprehen-
dam e levem-na e seu senhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Cruzes n 40, que
serSogenerosamente recompensados.
Desappareceu no dia 18 do corrente o
escravo de nome Adrio, crionlo, cujos sig-
naes caractersticos s3o os segumtes : cor-
po e altura regulares, cor fulla, olhos upa-
dos, lingos grossos, sem barba, com falta
de denles, ps grossos, um lalho no pulso
do brago direilo, reprsenla ler de idade
20 a 22 annos, levou vestido jaqueta preta
j deshotsda, camisa branca, calsaderis-
cadinho azul, e chapeo de palha, he muito
ladino ; a vista do exposto recommenda-se
aos capitSes do campo a captura do dito es-
cravo : quem o pegar lev-o ao Mondego,
sitio n. 78, que ser recompensado.
Cralifica-se com 20,000 rs.,
A quema preender o preto eecravo de
nomeGuilherme, de nagSo Congo, be bai-
lo, quebrado da verilha esquerda, onde
traz sempre funda, tem os dedos mnimos
de ambos os p- defeituosos, e costuma
muito embriagar-se; fugio em dia'de s. A mu-
ro, 15 do corrente, ondeandou lodo o dia :
quem o pegar leve-oa rua da Senzalla ve-
Iba n. 94, que receber a gralificagSo cima
de Joo Alves de Souza ; o dito escravo
lera 25 a 30 anuos de idade.
Desappareceu na noite do dia 6 do
corrente urna escrava parda de nomo l.uiz ,
dade pouco mais ou menos 30 annos, ro-
bellos corredissos, porm corlados, rosto
redondo, barriguda que parece estar paja-
da, nios bastantes leas e algumas unhas
muito negras que parecem ter sido pisadas,
os ps mullo esparralhadoa e feio e algu-
ma cousa irregular, levou alm da roupa
vestida, um sacco ou trouxa, doua flos de
cuntas brancas so pescogo, assim como um
rozario tambem branco, chales de chita
asuI j desbotada, usa de camisa de cabe-
(;o : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja o. 9, ser recom-
pensado generosamente.
~ Fugio no dia 24 do corrente do enge-
nho Tapera, sito na freguezia de JaboaUo,
o escravo de nome Jos, de nago Nag,
cujo sinaes caractersticos s3o os segumtes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, com falla de dentes, ros-
to talbado, ps grossos, representa ter de
idade 30 annos, be muito ladino; a vista
do exposto recommenda-se aos capitfies de
campo a captura do dito escravo, pelo que
sero generosamente gratificados.
Desappareceu, no dia 16 do corrente, o
pardo Itaymundo, remettido pelo Sr. Joa-
quim Jos Barboza( do Cear) no ultimo
vapor, com os sigues seguintes : baixo, ca-
bello bastante grande e corrido ; levou cai-
ga de 13a, camisa de algodilo branco, cha-
peo de palha; e urna porgSo de roupa em-
brulhada em um lengo encarnado ; he mui-
to de suppor que nSo seguase anda o ca-
minlio do serlu por dello ter pouco conhe-
cimento, e mesmo s se se encontrou com
tambem se vende cera fabricada |deia n. 52.
alguns camaradas: roga-se, portanto, as
autoridades policiaes a captura do mesmo,
bem como pessoas do povo e capitSes de
-Vende-se um rico e completo appare- cam p0,queniSe gratificar generosamen-
II10 de porcelana branca para mesa e sobre- te na TU. Cruz n. 33.
mesa, por prego muito commodo : em casa j
de J. P. Adour & Companhia, na rua da Ca-
Pf.iN. VA.TVP.Dr: M-F-nn Fakia.
MELHOR EXEMPLAR


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