Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06327


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Full Text
Anno XXVI1
Quinta-ieira 20
partidas dos connzroi.
Golanna e Parahlba, s segundas e sextas feiras.
Hio-Grandc-do-Norte, todas as quintas feiras ao
meio-dia.
Garanbuns c bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os diat. *
EPHEMHIDBS.
'Nova, a I, as 3 h. e42 m. da m.
jCresc. a 9, as',6 h. e36 in. da m,
Piusas d i.OA. \Ming. a 22, s 7 b. e 19 ni. da t.
FBEAMAn DE BOJK.
Primeira s 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segunda s 8 horas e 54 minutos da Urde.
de Fevereirode 1851.
N. 42.
pheooda. snBscairqo.
Por tres meses fadiantados)
Por seis metes
Porumanno
SI AS BA S* MANTA.
17 Seg. S. Silvio, *ud. do J. dos off. c m. da 1
18 Tere. S.Shcolortlo. Aud. da Chano. do J. da
segunda varado c. e dos feilos da f i/.emt a
19 Quart. S. Conrado. Aud. do J. da 2. vafe.
2'J Qulnt. Eleulerio. Aud. do J. dos orf. e do m
da prneira vara.
21 Sext. S. Maximiano. Aud. do J. da 1. v. do civel,
4/000 e dos feitos da faienda.
8^000 I 22 Sab. 8. Margarida e Jovita. Aud. da Ch. e do J.
15/000 da 2. varada civel.
23 Dora, da Sexagsima. Lzaro.
gftMH
CAMBIO DE 19 DE VBIIRO.
SoDreXoadres, alo d. p. 1/000 rs.60 das.
Pars, 320 por fr.
* Lisboa, 85 a 90 .,
Ouro.-Oocas hespanhola.....28/000 a 28(500
Moedas de 0*400 velhas. 16/000 a 16j20(
. de 6/100 novas 16/000 a 16200
de4|000....... 9/0O0a 9/100
Prata.Patacdes brasileiro..... J/920 JG2
Pesos columnarios..... 1/920 a l/VW
Ditos mexicanos........ 1/B80 a 1/700
PlTElU^
MBM10.
*&
PAUTE OFFICUL.
MINISTERIO DOS NF.G0CI0S ES-
TRANCEIBOS.
QUESTA0 DO OOstiuiumiO nK AFRICANOS.
feipona do Sr. Paulino Jos Soare de Souza.
Rio re Janniro.--Ministerio dos negocios es-
trangeiros, em 28 de Janeiro de 1851.
O abaixo assignado, rio conslho de S. M.
o Imperador, ministro e secretario de es-
tado dos negocios pstrangeiros, recobeu a
nota que em data de 11 do correte Ifio di-
rigi o Sr. James liudson, enviado extraor-
dinario e ministro plenipolenciario dn S. M.
Britnica, na qual decsra ler expirado
sospensBo provisoria das ordens dadas sos
cruzadores britnicos para visitar e aprisio-
nar nos mares territoriales do Brasil, e an-
da mesmo nos seus pnrtos, e dehaixo das
baleras de suas fortalezas, os navios que os
ditos cruzadores houverem como suspeitos
de se empregarem no trafico.
Se o Sr. iludson se limitasse em sua nota
a fszer essa declaragBo, o abaixo assignado
se limitara tambem a respnder-lhe que o
enverno imperial (cava interado, porque
um procedmenlo semelhanle arreda de
urna vez todas as esperangas de juslign da
par* de quem o exerce. Mas o Sr. Iludson
procura juslifics-lo, e por isso o abaixo as-
signado se julgs na necessidade de entrar
na refutagSo dos fundamentos daquella no-
la, porque essa refutarlo lora de constituir
urna justificacBo do goverrio imperial pe-
raote o seu paiz, e peranle o mundo. E he
essa justificacBo que vai escrever.
Por causas e circunstancias que o abaixo
assignado nflo averiguar aqui, o trafico de
Africanos tomou nestes ltimos annos, e
principalmente do 1814 para c (os docu-
mentos apresentados ao parlamento brit-
nico o provam) um incremento extraordina-
rio, creando avullados inleresscs em mui-
los pontos do imperio o laucando estes por
quasi todo elle profundas raizos. Por ve-
les tentou o governo imperial entender na
sua repressBo, mais as dificultades inter-
nas e as cooiplicag 's das pocas, a heroi-
Jade dos remedios indispensaveis para ex-
tirpar um cancro tBo inveterado e medo-
nho, e cuja applicagBo poderia complicar
tnais o estado interno do paiz, a pouca du-
ragBo de alguna ministerios, que mal po-
dan conceber e nr em execucSn um sys-
tema pratico e eflicaz de repressBo, a opi-
nifio muito geral no que a agricultura, ni-
co genero de industria no Brasil, perecera
a mitigoa de bracos, extinelo o trafico, lo-
ra m cortamente as principaes causas poi
que al o anno de 1850 nunca teve elle urna
repressBo seguida, completa, permanente
esyslematics, mas apenas fraca e intermi-
tente.
Demais, essa repressBo era impossivel
sem urna legislado apropriada, e o Brasil a
nao tinlia Comoapprehender urna embar-
caefio preparada e destinada ao trafico, se
nenhuma leiou regulamento ( quesmente
pode ser feito pelo governo para execucSo
do le ) marcava os signaes iudicalivos
daquelle preparo e destino?
A admioislragSo actual entendeu ser che-
gada a poca de a Afrontar aquellas dtllicul-
dadfls,e que o primeiro passo que Ihe cum-
pria dar era solicitar e obler do poder le-
gislativo urna le que para isso o habilitaste.
0 abaixo asignado o declarou cm seu rela-
loro airesentado s cmaras legislativas
em Janeiro do aono prximo passadu. Ah
concliie pile, d,epois de enumerar rarias la-
cunas da nossa legislagBo sobre o sssumpto
em questSo :
Torna-a* portanto necessaria a adopcSo
de providencias que esolvam essas duvidas
csaiisfacam a ohrigacBo que contrahimos
pelo arl. 1 da couvencBo de 23 de novrm-
bro df 1826. Um projeclu que existe pen-
dente da discussBo da augusta cmara dos
Srs. debutados pode a meu ver, mediante
algumas emendas, sutisfazer essa necessi-
dade. *
No mesmo sentido se expressava oSr. mi-
nistro ua justics no seu lelstorid, tambem
apresentado em Janeiro do anuo passado.
Uizia elle :
O trafico de Africanos tem at boje zom-
bado das diligencias contra elle emprega-
das : entreunto, os compromisos a que
nos sellamos ligados, altamente reclamam
medidas promplaa e efllcazes > ara reprim-
lo... Existe um projecto nesta casa, cuja
discussSo esta bastante aUianlada ; carece
elle por certo de importantes aiodilicagOus,
que o governo promette subacler a vussa
cuusiderag&o quando del le vos oceupar-
des.
Esse projecto, mediante algumas emen-
das que o melhoram no sent Jn da repres-
siio, be boje a lei de 4 de selembro do auno
passado.
Muito antes que ebegassem a esta corle
as ultimas rdeos aos cruzadores britni-
cos para que lizcssem visitas e apr. sarneu-
tos nos mares lerritonaes e pyrtos do Brasil
(como se fossem de primeira occupacBo o-
sem dono !) m u i lo antes que o gove no im-
perial suspeiUssii que sementantes ordeos
seriam expedidas, o abaixo assignado com-
muoicou por vezes ao Sr. Iludson, em con-
versarlo, a iiilencilo em que eslava o go-
ven.o imperial de empregar lodos os seu
estorbos perante as cmaras legilslalivas
para obler da sua dedicagBo ao seu paiz
medidas para a reprsalo do trafico no sen-
tido dessas que se acuam consignadas ua
lei de 4 de selembro.
Muito antes que o governo imperial sus-
peilasso a expedicBo daquellas ordena, e
portanto mullo antes que occorressem os
deploraveis acontecimentos de l'aranagu,
Guaraparim e outros, tinha o abaixo assig-
nado concordado oom os seus collegas so-
bre s indeclinavel necessdade de empregar
todos os esforQos para que fosse adoptada
na sessBo legislativa de 1850 o projecto ci-
ma alludido, e sobre as emendas qu convi-
nlia por-lhe, e que, sendo depois adoptadas,
formaran) com elle a lei de 4 de selembro
do anno passailo.
Chegou o mez de unho, e nnlle trouxe o
Sharpskootir as ordens do governo britani-
eo aus.cruzadores .inglezes para cviaUW3''
navios preparados (fttted) para o iratlco, em
qualquer parte onde fossem encontrados,
anda mesmo nos porlos e bahas do Brasil.
j Essas ordens, os acontecimentos do l'ara-
nagu e out'os que deltas foram conseqtfen-
cias, pozeram o governo imperial nos maio-
res emharacns, e excilaram ao mais alto
p.mto a indignacBo de todos aquelles llr.isi-
leiros que prezam a honra, a dignada e a in-
lependencia do seu paiz.
O governo imperial tinha diante de si
las alternativas : progredir no system*
que resolver encelar, ou, tomando conse-
Ihos de paixOes, posto que justas e nohres,
lesistir del le, at que o governo respeitisse
o territorio do inmerjo. Ambas essas alter-
nativas offereciam gravissimos inconve-
nientes.
Na primeira, tudo quanto o governo m-
oerial llzesse seria considerado como arran-
cado pela forca. s seus actos appareceriam
aos olhos de quasi to los sem aquelle mere-
cimento e forc< moral que s podem dar a
espoataneidade, e a convcc,3o em que esta
le que cumpre por termo ao trafico, nBo
tanto pela obrigacBo resultante de urna
simples proposicBu escripia emum tra-
tado (nica que Moje subsiste^, eque a In-
glaterra tem considerado 13o elstica
que at nella compreheude o sacrificio da
iodependencia do territorio do imperio,
mas porque a continuacHo do trafic he
um mal, um gran le mal, um grande peri-
go futuro, urna grande desmoralisaco para
o Brasil.
Adoptada a segunda alternativa, o proco-
dimento do governo imperial seria apresen-
lado aos olhos das outras naco s como urna,
asquerosa connivencia com os traficantes,
e parecera justificar os violencias do gover-
no britnico.
Alm disso, acorocoaria o trafico, que se
julgaria protegido, e o goveno imperial
concorreria assim indirectamente para o
contrario daquillo elle entende que convrn
e he indispensavel ao seu paiz. I'iciria per-
dida a espranos ea occasiSo do restabele-
cimento das boas relaces entro o Brasil e a
Gran Bretanba.
o governo imperial nBo hesitou em adop-
tar a primeira alternativa com todas as suas
desagradaveis consequencias, pensando,
como anda pensa que assim servia bem o
seu paiz.
Besolvido a progredir no systema que tra-
gara para a repressBo do trafico, era-lhe,
urimeiro que ludo, preciso obler para es-e
lim medidas legislativas. E am ellas meios
indispensaveis para rooseguir o que se pro-
pozera, e um seguro penhor da siuceridade
de suas intenges.
Cuino porm obler essas medidas duran-
te a efieclividade das ordens dadas aos cru-
zeiros, e na presenga de acontecimeotos
semelhaules aos de ParansguS ? Era impos-
sivel.
EntBo teve o abaixo assignado comoSr.
liudson a conferencia verbal do julho do
anno passado.
Nella Ihe fez ver que o governo imperial
persista na intencBo (anteriormente mani-
festada) de p> lim ao trafico por urna serie
de medidas esseuciaimenle dependentes de
ouiras legislativas; masque ju|gava impos-
sivel le-lase po-lasem andamento, sendo
Unas visitas e apresamentos ao alcance
das lialeii-s das l'oilalezas, e dando seo pe-
rigo do conflictos entre essas fortalezas e os
cruzadores, como acontecer em Parana-
gu. EntBo lornou a referir ao Sr. HuJson
a natureza das medidas que o governo pre-
tenda pedir s cmaras, e que eram as que
constam da lei de 4 de selembro do anno
passado.
O Sr. liudson, depois de se entender com
o vice almirante e commandante das torga
navaea de S. M. Britnica na estagSo uo
mares do sul da America, deca i ou ao abai-
xo assignado que bavtam tomado sobre si
a responsabilidade de suspenderem tempo-
rariamente as ordens recebidas para captu-
rar navios ;empregado no trafico em qual-
quer parle onde fossem adiados as costas,
portos e agoas do Brasil.
U abaixo assignado aceitou essa declara-
gao, e assegurou ao Sr. Iludson que o go-
verno Impela! ia tratar de obler das cama-
ras as medidas a que cima alludio, allm de
entrar em um systema de repressBo do
trafico que podesse com o lempo Irazer a
sua extiucgSo, ou concorrer para ella pode-
rosamente. E acrescentou (na hypothese de
urna suspensao permanente daquellas or-
dens) que esperava que as ditas medidas e a
sua execugao fossem coadjuvadas depois
pela celebragSo de urna ronvengSo para a
roprescuug.Ui do trafico, que acautellasse
quesl 'S e desavengas futuras.
Habilitado com aquella deelaragBodo Sr.
Hudson, apresentou-se o abaixo assignado
na cmara dos Srs. diputados no da 15 de
julho do anno passado,e disseque tinha fun-
dadas eaperangas de que as violagescom-
mellidas no territorio do imperio iam
cessar.
Essa decliragSo, na opiniBo do abaixo as-
signado levo grande influencia na adopgo
da lei de 4 de selembro
Foi aquelle cima referido o compromisso
verbal que teve lugar entre o abaixo assig-
nado e o Sr. Hudson, e que nBo foi reduzido
a escripto entre ambos e revestido de suas
assignaturas.
Na discussfio verbal em que teve lugar es-
se compromisso,o abaixo assianado nada as-
segurou de novo ao Sr. Hudson. Dnclarou-
Ihe o mesmo que em conferencias anteriores
Ihe havia declarado, e antes que, em vr-
tude das ordens trasidas pelo Hhvrpihoatir,
tivessem tugaros acontecimentos de Para-
nagua, e outros semelhantes.
Estabelece o Sr. Hudson que por aquelle
compromisso ficou entendido.
1." Que o abaixo assignado apresenlaria
ao parlamento hrasileiro um projecto de li
que habilitasse o governo imperial para en-
tregar a juslica os navios e pessoas empre
gadas no trafico.
Ha aqui um equivoco, alias de pone, i con-
sequencia. O abaixo assunado nunca disse
aoSr. Iludson que o governo imperial pre-
tenda apresentar um novo projecto de lei,
mas si m pedir que continnasse a discussBo
do que fora adiado em 1848, e que, melhn-
rado por meio de emendas, preenchia o lim
desejado.
E com efTeito continuou a discussBo desse
projecto, que pissou com emen las, e he
bojea lei de 4 de setembro de 1850.
Negar o Sr. Hudson que ess* lei habilita
o governo imperial para entregar a jintica
is navios e pessoas empregadas no trafico?
OSr. Iludson leve conheeimenlo do projecto
e das primeiras emendas, que corren) im-
pressas desde o anno de 1818, remetteu-as
ao seu governo, e em diversas conversagOes
que teve com o abaixo assignado manifes-
ou sempre opinifies favoraveis sdisposi-
roi's que se 'onie n na lei.
2.* Que as penas que tivessem por lim pre-
venir o equipamento de navios para o tra-
fico seriam augmentadas, e que urna finnga
mais pesada seria exigida dos navios desti-
nados para viagens frica.
Ha aqui outro equivoco. Anlesdaleide
de sel. '.mino de 1850 tlSo estavam regula-
das as condiges de equipa.....nlo, iiein para
o caso de equipamento estavam impostas
penas algumas, e nem a obrigagBpde pres-
tar Manga para as viagens de frica. NBo po-
diam, portanto, ser augmentadas penas e
liaue rs que nBo exisliam.
Koram a lei de 4 de selembro, cuja adop-
gSo foi pedida pelo governo imperial s c-
maras legislativas, e o regiilamriito de 1* de
ontubro ultimo, que nnpoznram.'taes penas,
que regularan) as condigOes de equipamento
o a obrigagBo das liaugas, como se v do seu
texto.
3. Que seriam adoptadas medidas para
prevenir que navios costeiros levera de um
para cutio porto artigo deshilados para o
equipamento de embarcagOes negreiras, e
que preslariam Piles una cauca o de seren
licitas as suas viagens, e legal o uso de taes
artigos suspeitos que possam levara bordo
As medidas de que aqui falla o Sr. Ilud-
son foram Com efTeito adoptadas pela le do
4 de selembro e pelo regulan eulo de 14 de
oulubro prximo passado. Bastara ler as
soas disposigOes e confronta-las com o pa-
ragrapho cima da nota do Sr. Hulson.
4." Quo o trafico cessaiia quando o go-
verno imperial se acbasse anuadu cornos
poderes que V. Exc. preteodia pedir sopar-
la ment brasileiro.
U abaixo assignado examinar este ponto
em todo o decurso desta sua resposta.
Todas estas providencias que Qzeram o
objeclo de varias cunversagoes entre o abai-
,\n assignado e o Sr. Iludson, anda mesmo
miles de juiilio do anno passado, mereceram
o assenlimeuto das caoiaras I
foram comprehendi I
loo. NBo lizeram parle
cagSo de que trata aquella relagSo da-seco
mo entrada no da 7 de outuhro, e o regula-
mento, sem o qual a le nSo podia ser exe-
cutacl i, pe demora e nxaines que exigi a
sua nrganisago foi publicado aqu no llio
do Janeiro no da 1 do mesmo mez.
Ora, he o mesmo Sr Iludson que declara
que, pelo trato da 13 de julho. ficou enten-
lido que o trafico seria reprimido quando
o governo imperial se achasse armado com
os poderes que o abaixo assignado preten-
da pedir ao parlamento brasileiro.
'.iii'l i.uiii o reguiamellt oai .i a exncu-
cRo da lei de 4 de setembro no foi poblica-
do, nBo se podia julgar o governo imperial
armado com aquelles poderes ; e facloi an-
teriores sua publicagBo, e mesmo da
lei, n.ii poleo), sem a mais clamorosa in-
jusliga, ser considerados como um quebran-
ta ment do referido conoTomisso.
O abaixo assignado remelteu logo ao pre-
sidente da Baha aquella nota o relagSo que
a acompanhava, com novas ordnns as mais
terminantes, para a mais completa e sevora
repressBo.
Accrescenta o Sr. Hudson que sote navios
S'< estSo ueste momento preparando, ou es-
iflo prepara ios na Baha para o trafico, e
smemenle esperam a retira lada de'um dos
navios de S. M Britannica all estacionado
para partirem para suas viagens illegaes.
As coininunicages quo o abaixo assigna-
do acaba de receber do presidente da Ba-
ha, datadas de I do correle mez, Rffoa-
companhailas de dous ollicos originaos,
juntos por copia que Ihe dirigiu o commdn-
dantc do Cormorn!, de S. M. Britnica, da-
tados de 8 e 12 do mosmo mez, e pelos
quaes requisita ao dita presidente a deten-
gao pelas autoridades brasilciras de hia-
tos OU p.illiahales, cu os iiome-, sao : I/ ante, Ver Mara-atii-vcr, Formn* e Aniori-
nha. Naqucllos ollcios nBo allega o com-
mandante do Cormorant que taes navios es-
tejam preparados ousepreparcm para o tra-
fico.
Das communicagoes juntas por copia, e
dos autos de exame tambe n por copia,a que
mundou proceder o dito, presidente, e feitos
na presenga do cliefo de polica c auditor de
marinlia, se v que cm nenhum daquelles
navios foram encontrados signaos quo os
tornem legalmente suspeitos de se desti-
narem ao trafico. Dcsconfia-se do que fo-
ram remetlidos para a Baiiia, lim do se-
rem abi vendidos para esse lim ; mas essa
ile-coiiii-Miga, cojos l'iiinl -meiitos oahaixo-
ussigna lo nBo pode bem apreciar, sendo
bastante para quesejam vigiados cuidado-
samente, exigindo-se dos meamos todas as
segurangas admiltidas pelas leis, no he
siillicicnlc para a sua captura, e muito me-
nos pode servir de argumento contra n s n-
ceridade c lealdade com que o governo im-
perial e seus delegados se einpcnham na
repressiio do trafico
floze barracOes, accrescenta o Sr. liud-
son, onde Africanos sBo publicamente ex-
postos a venda, exislem cm plena activida-
ile dentro e perto d Babia.
U Sr. Iludson ha de perinittir que o aliai-
yo assignado duvide das informages em
que ello se bascou para esta' eleeor urna as-
sergo semeltiantc, ao monos 6.nquanlo a
nBo averigua. He cortamente para notar
que, leudo o Cormorn! ido a Babia re-
quisiiar ao pre-idenlc a apprchensBo dos
cinco navios cima mencionados, nBo diga
o sen i.....inundante em sua corresponden-
cia ollicial una s palavra allusiva I taes
barracOes, cuja existencia, sondo co-
mo dissedSr. Iludson, seria em verdade
r.lnA^lmit?iTlo orno imperial noticia alguma, e-cr,
%JZ2?E si h.i "I" ^sta da correspondencia do presidente da
asignado e o Sr. Hud-i n_. .' ______. ... ... -___.n,..
ao qual too avia j foram expedidas
-um entre o abaixo i-ssignadu dvji.--i
son ( que alias uBo assevera o contrario cla-| '
pendente, o legislativo. O abaixo assigna-
lo limitou-su a ex or ao Sr. Iluosou as
dras e vistas do governo imperial, e a f
zer-lhe ver que seria impossivel realisa-las
ni presenga da continua gao da violagSo do
territorio do Brasil pelos crusadorvs in-
ilzes-
Antes que pssse a diante, julga o abaixo
asssignado dev<-r ractilicar um trecho da no-
ta do Sr. Hudson.
0 abaixo assignado disse ao Sr. Iludson, e
o repele novainenle, que se continuasen* a
violencias e vexames contra a navegagBo
te cabotagem do Brasil, o governo imperial
nBo tena duvida alguma eui pedir aulunsa-
gSo ao corpo legislativo para conceder por
meios de tratados a nages mais poderosas,
cuja bamleira fosse respeilada, a naveg*-
g.lo de cabotagem do i-upeno median le al-
gumas segurangas e com,iensagOes.
Pa'a justificar a declaragBo que se conlm
no final da sua nota, prelende o Sr. Iludson
Jemonstrar que o govorno imperial faltou
ao compromiso de 13 de julho prximo pas-
sado.
O abaixo [assignado acompanhara o Sr.
Hudson nesse exame, do qual decorrre una
conclusBo nteiramenle contraria. Feliz-
mente trala-se de factus.
Tem chegadoe sabido da Babia, dizoSr.
Hudson, navios empiegados no trafico, sen-
lo-lhes noloriainenlo permittido proseguir
nesso trafico illegal.
Em data de 6 de novembro prximo pas-
sado dirigi o Sr. Hudson ao abaixo assig-
nado urna nota acompanhada de urna rela-
g.lo de uavius uegreiros entrados no porto
da Babia no correle anno. Mas anda quau-
lo as informagoas em que se baseou aquel-
la relagBo fossem todas exactas, revelara
Observar que esse fados se deram antes
que a lei e o seu rcgulaineulo fossem posios
em execugao na Babia. A ultima cuibar-
om sua ola, que sele navios estava'n-so
preparando, ou preparados para o trafico.
0 commandante do Cormorn! somonte falla
do cinco, e csses mesmos nem eslBo prepa-
rados, nem se estao preparando. Dal a se
podo concluir com razBo que eingual nex-
actidBo laboran) as informages dadas aoSr.
Hudson sobre os barracones.
Pelo que respeita ao Indgena, presin
elle na mesa do Consulado desia corto lian-
ga dequeo vaslhamo que le.vou nao seria
empregado no trafico, na forma do art 33
do regulamento do 14 de outubro prximo
passado. Carregou, alm de outras merca-
dorias, cinco pianos e 500 caixas de sabflo
de fab ica nacional, quo certamente nBo
ndicavam quo o seu destin fosse para a
Cosa d'Africa.
Houve, comtudo, negligencia na visita,
porhaver o secretario della mandado fazer
o exame dossignaes, ndidos no regula-
monto cima citado, a dous remadores do
seu escaler o um pedreslrc, pelo que acaba
de ser domittido.
Km segundo lugar, prosegue 0 Sr. Hud-
son, fie u entendido que lodos os Aira-
nos desembarcados no Brasil depois do tra-
tado de 13 de julho seriam apprehendidos
pelas autoridades brasileiras.
O que licnu iuiici.ili lo, ou para mclhor
dizer, o que se podia edevia colligir nos
termos do projecto e emendas que hoje for-
man) a lei do 4 de setembro, be que o go-
verno imperial empregaria lodosos meios
de que esta lei o arma para apprehender os
Africanos que desembarcassem as costas
do imperio. Era isso una consequencia da
lei. Obrigar-se a apprehender todos, era
um impossivel.
Segundo assevera o Sr. Hudson, nos l-
timos 6 me/es do anno que acaba de lindar,
desembarcaran! para cima de5,000 Africa-
nos nesta provincia o as adjacenles.
Na conferencia do 4 do crtente o Sr. Hud-
son, declarou ao abaixo assignado :
Que nos ltimos 6 mezes do anno de 1847
noli a u desembarcado 24,000 Africanos i
Nos 6 ltimos mezos da 1848 27,000;
Nos 6 ltimos mezes de 1849 98,000 ;
N >S 6 ltimos de 1850 5,000;
Nos 6 ltimos meses dos-tres annos ante-
riores, 1817, 1818 o 1849, houvc portanto
um excesso de 18 a 20,000.
K cumpre notar que a ultima lei sobre o
trafico smente fi publicada cm 4 de se-
tnibru; que o regulamento ndlspensave!
para a sua cxecugBo smenle o foi em I i
de outubro ; que era necessario lempo para
chegarem ao conhecimento das autoridades,
c pura que suas operage* comegassem a
produzir cffeito. Nos quatro mezes de ju-
lho, agoslo, setombro e outuhro, nao po-
dan) aquella lei e regulamento p ir estor-
vos ao trafico. Nesses quatro primeiros me-
zes nosc podia verificar urna condig.loes-
sencial d i compromisso de 13 de julho, se-
gundo o Sr. Iludson que o trafico seria
reprimido quando o governo imperial se
achasse armad > com os poderes que o abai-
xo assignado pretenda pedir ao parla neo-
to liras 1-iro a NBo bastaba ter essas facul-
dades escriptas na le d i 4 de s demhro, ha
preciso que seu jogo pratico podesse ter lu-
gar, e que o regulrmento e ordens podes-
sem ch-gar s localidades ecomegaj a ter
ucllas execugBo.
0 abaixo assignado esl convencido do
que a quasi totalidado da luelles S 00 Afri-
canos, quando esse algarismo seja exacto,
dase ol.iic ir un nos 4 primeiros mees.
U Sr. IIa-No i no ignora quo apenas o
overuo imperial levo denuncll de dous
desembarques em Uanguinhos o na Mangi-
raliba, fez nnmediatamentu salir iliius va-
poras que frelou para isso por elevado pre-
go, levando o primeiro a seu borde o cliefe
de pulicia da provincia, com Torga s iITlcien-
te, o o segundo forga commandada por um
ollicial do confianga, escolhido pela presi-
dencia da provincia.
Essas diligencias mallogram-se por cm
sa independen! da vontade, e fra di al-
cance das providencias do governo impe-
rial, visto que o toinpo decorrido entre &
chegada da denuncia ao conhecimento do
governo, a sabida dos vapores o sua chega-
da aos pontos que eran) destinados, deu
lugar a qu .i-. Africanos podessem desem-
barcar, sor distribuidos c internados. Os va-
poros sabiram no mesmo da em que a de-
nuncia chegou ao conhecimento do go-
verno.
E n Manguinlios smente poderam ser ap-
prehendidos 23, porque os outros j havia m
podido ser internados e oceultos. Quom.
conhecer o ponto d- Manguinhos, oollootr
lo em una costa bravia e des >ovoada com
diversos camiuhos pelas matss que se in-
ternan) no sertlo, reconhecer que era im-
possivel ao Chefede Polica o forca qno
ievou intor iar-se pelas matas e por lo ares
Jesconhecid >s, procura dos Africanos,
que lie de crer liouves-cm ja sido distribui-
dos em lotes c seguido para diversos pon
los.
0 Chefe de Polica procedeu aos necesa-
rios interrogatorio para a avoriguaclo do
caso ; expediu ordens le prisBo contia An-
dre C.oucalves da Graga e Joaquim Servulo
doOliveira, trouxe presos o caixeiro oo fei-
tordodilo Andre, apprehendeu o remetou
nara a Corte tres lanchas apparelhadas pira
desembarques, bem como umV porgBo do
emos, velas, cabos, lonas e.outros objec-
to-perlencentes as lanc ias ou ao briguo
que conduzira os Africanos, e que fra in-
cendiado pela sua 'ripolagBo. E nBo leudo
pndi lo, por falta do lempo, mandar appre-
hender as pegas de artilharia o destruir as
atalaias que alh cncomrou, deixou para
isso as ordens necessarias.
Nota o Sr. Hudson quo smente fossem.
aprehendidos 3 Africanos n'essa dilgencia
mas esquecc que de outubro de 1819 at
boje le-n sido apprehen dos pelas aulori-
dados o cruzadores brasilciros na Baha do
Itio de Janeiro, cm Santos, np Jurujuba,
em Cabo Fri, em Macah.' e pela Urania,
mais do 1,200, e que em nenhuma pica
forilo mais freqnenies e numerosas as appre-
hengOes Por ventura os cruzeiros bntan-
nicos lem feito maioros apprehengOes du-
rante esse lempo, e nos pontos da costa cor-
respondentes ?
Pelo que toca diligencia Paita em Man-
garaliba, segundo as communicagoes do
Presidente da Provincia, o ollicial que a
commandoo fez todas as diligencias ao seu
alcance para aapprehengBo dos Africanos
mas foi tarto, e ja havia decorrido tempo
satficicnto para seren internados e oceul-
tos Apenas chegou, fez cerc.r as casas,
e armazens suspeitos de sorvirem de dep-
sitos, o nada ahi encontrn. Seguiu para,
a fa/enda de Joaquim Alves da Silva Braga,
onde su suspeitava lerem sido depositados,
mas pelos examos a quo se procedeu nBo
foram encontrados vestigios de all lerem
estado.
Das communicagoes ofilciaes nSo consta
que eslivessem na fazenda da ConcoigBo,
de Joaquim Jos de Souza Breves.
O Presidente da Provincia demittitiu in-
mediatamente o Delegado de Polica do ter-
mo, por nBo haver providenciado a tem-
po, ou reclamado as providencias que nBo
eslivessem ao seu alcance; ordenou ao Juiz
Municipal, magistrado intelligente e ho-
nesto, residente na Villa de llaguahy, que
passasse a residir na de Mangaraliba, a Um
de empregar ahi toda a vigilancia e todos
os esforgosao seu alcanco para impedir a
continuagB de desembarques de Africanos,,
iip[uetieii lendo-os logo, e capturando os
-
?;
M


' ,
msm
! cmplices no crimo de imprta- sfcnndo a ropeito do estrtngeirojoaquim
ra o coadiuvar mandn p.'.r as su-"*J'"'t0^a Vonsec, e do Paretto, aquelle
nina Poicado Corpo l'olicial^om- roaiij;iiC7,.e este ullimo Sardo. Nao se
' 0
,
autores e
c,Ho. Para
as orden
mandado por nm oflirial ce conlianga, e o
Sr. Ministro da Guerra man 'ou augmentar
a puarnc>odo forte da Villa.
A iisscrcflo de que nenlium processo foi
comecado contra Ornea he inexacta. Esse
processo comecou em 20 de novembro p.
p. jii Auditoria de Marinha, Tevc de ser
intorrompido o seu andiimento, em eonse-
quenria do processo da barca franceza
lovvilfe, c do ultimo apresamento fcilo
pelo vapor Ihonm, que exigirn) umitas
c minuciosas' diligencias, havendo 15 pea*
toa* presas Apenas est>'.s dous ltimos
procera- s tenham o conveniente andamen-
to, pn seguir o de Grasa.
N.m hiini piocesso existe contia Joaquim
Jos de Souza Itr ves, porque nenliama pro
va foi contra elle colinda que llic possa
seivir de liase.
Tem sido concedida immunidade, accres-
centa o Sr lludson, nos proprielarios, mes-
tres c negociante que tem parte no corre-
gimiento do Astro, Sagaz e Julia, Cala",
filchnviido. Tres Amigos e Eleonor, que
sdo todos perleramente conhecidos.
Sr. lludson engana-se ; nenhuma immu-
nidade Ihes tem sido c ncedida. Se sio
contiecidos por denunciantes particulares
que se esconden), e nao apieseutam a au-
toridade os dados que tem, e os meios in-
dispensaveie para o descobrimento da ver-
dado, como requeren! as leis e as forn.as
do processo ; se lia qiiein, infirmado das
especolacOes a que se destinavam aquelles
bsrc-S, 88 denuncie em partieul r a Lega-
Cflo Britnica, tifio tem esse conlieeimenlo
cliegado anida ao Governo Imperial e as
auloi lados competentes.
Sr. lludson sab'- polifilamente que os in-
dividuos envolvidos em urna especulacflo
dotialico uto ilennnciam os seus cmpli-
ces, neni fornecem provas contra elleS e
contra si. Que os tratos que fazcm, ou
nflo sao reduz dos a escripto, ou ser sao,
s"io f- ilos em nomc de lerceiios, e coni
as devidas cautelas. Que apenas urna
embarcarlo negreira lie proseguida, faz
desapparecer todos os papis que i odem
compionietter e servir de piova contra as
pessoas env- lvidas na espccula^fio. Que
se um ou oulro mdescre'o refere em pa ti-
cular o que sabe da especulado, nega-o
perante a autoridad*.
0 Astro foi incendiado pela sua tripola-
efio, depois de ler desembarcado 08 africa-
nos, e nao se tem encontrado aindo piova
alguma que cucamiuhe as indagares con-
venicnles.
O Eiielmnudo foi apresado em Cananea
pelas autoridades imperiaes, c remetlidu
pura esta Cute c?m a sua tripolaciio pre-
sa Procede seas convenientes averigua-
<5es para o descubrn euto dos individuos
compli adfiS no criinc de impoila^Ao de
africanos que fez. Quautn aos ontros,
nada se tem anda descuberto; mss o Go-
verno Imperial esla na firme resoluC,9o,
para cumplir as leis do seu paiz, d fazer
rastrear quaesquer indicios que foiem ap
parecen-io.
t'.in urna das ultimas conferencias dcc'a-
rou o Sr. lludsoit ao ahaixo assiguado
ip e nao duvidara pora dtsposicfiodo go-
verno imperial navios brilannicos para
transportar os Africanos julgados llvres
paia a frica. O aliaixoassiguado respon-
den que llie pareca que es-a prono Vfio se-
ria acei a, sendo OS dilus Africanos reex-
portados a cus' do governo biitannico, e
para a costa d'Africa. Que no caso, poiin,
em^que o agente mandado pelo gOVi-riiO
imperial para a Libeiii Ivesseja ajus'ado
com n governo d'es-a repblica a reexpor-
tadlo para o seu territorio de alguma por-
ceptuados, porque o que se houvesse trata-
do bavla de ser cumplido. Que comludo
pa'ecia io abaixo assiguado que nada ha -
Vel ia anda ajustado, ou que o ajuste liavia
de limiiar-se por ora a um numero certo
de Africanos, por que o governo imperial
exiga que o go>erno da libara pagasse
i"da, ou pelo men s urna parte que seaju
las.se, ilas des ezas da rcexpoi tac,ao, como
ra deTazTio, porque assini 0 governo l.i-
beriaiio adquii ia um augmento de popula-
-C'iuq o lhu_coiivm 0 ahaixo assiguado
nao allii un u7 pin tanto que o governo da l.i-
beria liavia de pagar infallivelmento todas
as despe/as, paa que o Sr. 11 mis 11 con-
cilla d'aln q' e se mandn propor a Libe-
rta um impossivel. 0 agente brasileo foi
examinar, para informar e ajuslar o que
osseporoia possivel e conveniente a am-
bos os paizes.
A le manda fazer a recxporiacao dos
Africanos llvres, e esss reexporta;o ba de
luz.-r-se logo queseja pssivel
O ahaixo assignado tem por vezes declara-
do ao Sr. Ilud.son que u governo impela
nflo est resulv do a ir desenterrar o pas-
sado, e abi prescrutar inquisiloialente,
com graviasimo damno para a trauqurli-
dade do paiz quaes aquellos individuos que
em pocas anteriores se involvorain cin es-
pecul (,'Oes ja exmelas do Iralico. Seria
una tarifa, alem de leiigosa, impossivel.
Mas dsse- lie lamheni, e o repele aqu al-
to e t om bom, que o governo imperial es-
ta na nahalavel resolui;"io e perseguir as
especulaqoesdo trafico com tod< s os meios
que Ibe ila a nova le e sen regula ment, e
na forma d'ellcs. Se a experiencia mos-
trar que as leis CX1'tente sao inellicazes
em um ou oulio poni, recorrer ao po-
der legislativo para q- e de lemedio.
E poique esgracadaueme muilos es-
trangeiios, pela maior parle avenuieiros,
proeuiam este pai/, para nYllo seentiega-
rem ao iralico, levados pela cubica do for
marem n'essa lotera loituiias colossaos,
sem Iraballio, c tapidamente, atlialn do
sobre o impciio, em paga da hospitalidad
que n'elle recebem, a llju-Ca e a violen-
cia brilai nica, o governo Imperial esta te-
blviiio a fji^e-los i eiseguir com todo o ri-
gor da-leis. IO quando estas, poique se
acobei Irin elles de modo que escapem a
-na ;.c(fio e foi muas, nfio os alcalicen), e
baja c. intuilo fundadas razes para cre
Sue icci-i.lcni ule se envolveram no lia-
co, sci fu 11 odo.-, lora do imperio, sem em-
bargos da agencia iiiysleriosa de que falla
o Sr lludson, agencia qu> o aballo asig-
nad., nflo condece, nao coiiiprchciie, e nao
quer inesmo COinprobender, para no le
ue responder a casas expiesses.
Iiesde que sepoz em execusfio a lei de
4 de setembro, somente se derain as razfies
rumiadas de que aciuiafallou o ahaixo as-
jtilganilo oss vul obter provas suflicientes
para o leiPhjlganH'nio o condemncflo pe-
c.me o- tribunaes. foram m bir do imperio'. Nflo apparereram nimia
efflcazespor largos annos, criado vallados In-
lereaacs, excitado multas ambifdes e que >e -
nlia perdido multas fortunas, linli.i criado ou-
iras cr>lossae9, cujo exemploera um incentivo
irrfsistivi'l para a coblca. Que tinha excoglta-
dii lodos os meios de iliudir as teis e as autnri
dades de chamar unas a si, de dominar outras
pelas rrlacde, pela conviccSo, pelo inedo c pe
iguaes fumlamontos a respeito do outros, i la influrucia. Que tiuha generalisado no paiz
para n'ejles rundar-sc igual proced monto, a crenca deque a ctinecao do trafico lhe tra-
Tendo o governo razos para crer Valen-' "a _a miseria, pela ce.sacao de bracea para a
pJO(P rluguezdc nacflo:, seria absoWido: Jru,,ur"' unlco SCD" e "'du8tria *>uc
pelo jury, o sendo notonam-te envolvido quc a nitaem que o governo Imperial ia en-
no Iralico, ordenou que, verilicando-se a j trar |iara repruni-lo era inmensa, dlfficil e la-
absolv QO, fosSO mandado sabir do Impe-, boriusisslma; que os primelros actos de re-
ro. De l'rugoni, e do Subdelegado de pressao seriam apena" nina experiencia; e que
Guaiapim, tratara o ahaixo assigna o na
esposlaque val dar oulras notas do Sr.
Hudson que d'elles se occupain especial-
mente
ricou entendido, diz o Sr. lludson, que os
smente depois de alguin lempo, e com o au-
xilio da opioiao, se poderia colher resultados
s;ili-l.iclol ios.
Que o ni o lempo irla o governo imperial a-
perfeicnando os meios empregados, desenvnl-
vrndo-os e fazendo-os auxiliar pnr outros, de
bal races ou depsitos para as vendas de Atri- mndo reciprocamente se coadjuvassem.
canos, sel I un fechados pelas auiorulaurs bra- r........ a__*__i ....i. ..ir......... ........
sileiras, e rnuii.era varios pomos da costa desla
provincia c da de San Paulo onde aiuda existem
depsitos para aquelle liiu.
O que entende o Sr. lludson por barraedes
ou depsitos? (.'ertaiueiiie edilicios, que na
maior parle dos casos tem oulras applicaces
e militas vezes seivem oceasionaliiienlc para
acuiher Africanos, que pouca demora tem ues-
ses pontos, porque ao logo destribuidos. Qual-
quer armazem destiiiadu para tet'eber gneros
pode ler essa applica;o. i\a falla dos que ac-
liialuiente aiem, nao laltariam onlios edilicios
paia acoiumoda' Al'iicaiios por uiu,dousou
li es das
(Js edificios sao innocentes da applicacao que
se lhe mi, a lei nao oj pune, ncui aulorisasa
destaze-los.
A existencia dos edilicios, naocontendo cilcs
Afi icauos, nada prova.
Y... obsiaue, foram cin oulubio do anuo
passado cxpei.ias ordeus aalguus presideutes
de provitu-Ta, e aos cruzadores brasileiros para
|ue desembarcasseni nos pontos em que exis-
ten, sementantes esubeleclmeutui, e os exatni-
oassein, aliin de Informar s autoridades coin-
pclenles para que dessem providencias lenden-
les a laicr desapparecer, nao os etlilicios, mas
applicacao que se Ihes tem dado, c que er-
vissetn de base a procedimenlo 01 iininal contra
os culpados, quaudo buuvesse para isso funa-
uenlu.
Itecoricndo correspondencia de seus ante-
cessores e mesmo sua propiia, o Sr. lludson
ver que elles por varias vezes, com luiulaiiieii-
10 uu sem elle, denuiiciarain a existencia de de-
psitos de Africanos tiesta ctd.de e suas iiiiuie-
llaeoes, OSr lludson boje nao poder apou-
iar Um s, islu lie, um so edificio que sirva ac-
tualmente de deposito de Alricjuo.
NSu se pode contesiar, com alguma sombra
de lasao, que foram lomadas providencias pa-
ra evitar que as emuarcaces cosleiras se ein-
pregafsem DO iralico. hilas sao sujeias a exa-
e para verdicacao da cxi>seiicia uu nao exis-
leucla dos siguaes declarados nos ai ligos 32 e
.'U do regiilanieulo de 14 de oulobro do anuo
Irisado, siguaes estes i|ue euusliluem a pre-
sumpSo legal de que a eiubaroaco se euipre-
ga no traiteu de escravos, e que nao cslavaiii
declarad lauesdeaa* reguiamaulo.
Sao obligadas a prestar na..{a de que o vasi-
lllaine para lquidos que levan., alem do eui-
piegado na aguada ha de ler destn., licito.
U caso a Amelia, citado pelo Sr. lludson, nao
prova o contrario, a Amelia clieguuaPeruam
nuco, viudo da ...hii, no da l de juulio do
auno passado. He em veidadc uotavel que o
i. lludson aprsenle como um exeuiplu da vio-
lacaode u.u comproiui.so leilu no Hio de Ja-
uiro, e no da 13 dejullio, lacios occorridoi
na calila anteriormente, e em Periia.nbuc
lous das depois. Islo d a medida da |U8tlca
las argulfde que ao governo imperial f.zo
.Sr. UuJsou eui sua ola. Uemais, esses fados
occorreram antes da lei de 4 de scleuilno e do
eu regula.nenio
\iiid. mais. os lacios occorrldoi con a .lm-
tia piovam, como se v dos docuuiculos junios,
que as autoridades da llalna c Pernaniliuco dc-
aui lodas as providencias ao seo alc.uce. A
casas acerescein as que pela sua pane tem dado
o governo imperial.
O Sr. lludsuu est mal informado qunndo al-
l'noia (jue h Obrlgacau imposta is eu.li.ireaces
Costelrat de prestar nanea de que os carrega-
uicnlos suspeilos (o Vasidianie para lquidos)
liao de ler destino licito, nunca foi cumplida.
Pela ordem du lliesouro publico nacional de
'20 de ouiubro do anuo passado, o denou-s.' que
as .01.01 o. .i c cu
li 11 e > c essa oidein tem si lu cuiuprida.
i verdade que amanen
tem sido posla em execot.io
Que um dos meios anata efficazes para a re-
prc.-saoera, no entender do governo imperial,
a .iii. ... .o. de pri|urnaa cmbarca(dei para
i n/ o mi e guarnecertm os pontoi da costa
onde se pode fazer desembarquea.
Que o governo imperial nao tinba actual-
mente enii.ai ca. o para isso, mas que estuda-
va esse assumplo, pata por em pratica essa me-
dida, par- o que pretenda pedir fundos s ca-
mal as legislativas.
Que por nenhuma considerafo o governo
imperial atacarla o trafico de maneira que aba-
lasse o paiz.
Mas o governo imperial etn pouco mais de
tres ni.'/es nao extingui de urna ves o trafico,
nao ai 11 aun .I i espirito do Sr. Hudson o recelo
de que a repress-o actual pode cessar (porque
rniliin scuipre ba represso), e de que pode
vir una reaccao. Logo o governo imperial nao
ciiuiproocoinpromis co nicio de extinguir o trafico consiste em vio-
laremos cruzeiros brilannicos o territorio de
urna nacao soberana e independenle !! I
O abaixo assignado nao hesita em qualificar Jase. Illas M ir luis a
aaa
Commando das armas.
Quarlil do commando das armai na cidait do
llecife, era 13 de tevereiro de 1851.
- ORDEM DO DA N. *6.
O lllm. Sr. curonel cuinmandante das ar-
mas, manda declarar, que havendo o Sr.
primeiro lenle do segundo bulalhSo de
aiiiiiiai.i a i e Joflo Evangelista Nery da
l'onseca, pretextado molestias paraje es-
quivar do sorvico do batalhflo dando parte
de doente, delerminou que fosse nesta data
inspeccionado pela junta de saude, o vis-
ta do psrecer da mesma, que abaixo se
iranscrove psra conhecimento da guarni-
cSo, oidena que este Sr. olicial seja reco-
lhido preso de correeflo ao forte do Buraeo
at sua ulterior deliberarlo.
(i dena igualmente o mesmo lllm. Sr.
coronel comn sndanle das armas, que seja
tambem preso de correeflo no referido forte
o Sr. segundo cadete do oitavo batalhflo de
caladores Carlos Augusto, por haver hon-
t-m reincidido na culpa que commettera no
dia 10 do correte, desaltemlendo o Sr.
subdelegado da freguezia da Bda-Vista no
desempenho de suss funcgOes policiaes no
iiistricto de Siblo-Amaro segundo a com-
muntcafSo que boje fez o mesmo Sr. sub-
delegado.
Parecer da junta.
A junla medica militar por ordem su-
perior, passando a examinar o primeiro te-
nenie do segundo batalhao de artilliaria
pe, Joflo Evangelista Nery da Fonseca, he de
parecer que u mesmo .Sr. lenente est
prompto para o servico militar.
. Hospital na Soledade, 13 de fevereiro de
1851.--I)r Jos'Eustaquio Gomes.Dr. Ma-
noel Adriano da Silva Pontea.Dr. Miguel
Joaquim .le Caslro Mascarenhas -Dr Fran-
cisco Antonio Vital de Oliveira.Antonio
os fundamentos da nota do Sr. lludson como
meros pretextos.
O governo imperial cutnprio religiosamente
o dever que lhe iinpde a convencao de 1820.
luda quanto o abaixo assignado disse ao Sr.
Huilsou ua confereucia de 13 de julho se rea-
lisou.
i.niii,u io de igual maneira o Sr. lludson a
sua parle do coiupromisso?
Am eslo os aeontecimenlos de Guiraparim,
occorridos em 12 de agoslo, um i
daquetle coinproinisso
uaraparrm t foi aprasar a Feiliceira a duas mi-
litas de distancia pelo territorio a deulro.
U Sr. lludson declara que o governo itnpe-
tial nao compre o coiupromisso, c declara-o
depois ilas couffrencias que lve com o abaixo
assiguado uosilia*4e lOdo corrente.
Dessas coulereocias propoz o Sr. I lndson ao
abaixo assiguad'i um aecurdo, pelo qual,seudo
as lorialeas Imprtaos consideradas como na-
vios de guerra, os cruiadores brilannicos re-
quisitaria.u a sua cooperario pa a a visita das
cmbarcacdcs suspeitas defateremo trafico que
se acliassem dcuaixo da proteceo das suas ba-
teras uu da bm leira brasileira Essa coope-
ra{o seria despeinada quando as ditas fortale-
zas a uno presiassem, fazeudo os crueiros iu-
glezes sos a basca.
U abaixo as.igoado nao admitlio essas pro-
posices, parque a sua aduiissao imporlaria o
reconlicciiiieutu de dncilo uu. cruzeiros ingle-
zes de faceieiu visitas e aprcsaineutos nos por-
tos do Urasil, e debaixo das baleras de suas
fortaleca,
Notan qne urna medida aeinelliante, alem de
ser, por essa raso, impossivel, dara lugar a
quoii.lanos coulliclos, porque as fortalezas au-
mente poderftiu admitllr o apresameuto dd na-
vio, segundo as leis do paiz, quando fosse en-
contradaa bordo alguus dos sigues marcados
no respectivo regulainento, ao passo que os
cruzeiros iuglcz.es se regiilavam |ior iufornia-
(es e ordeus especiaes que liohaiu. Finalmcii-
te o abaixo assignado declarou que o governo
Imperial eslava resignad i a ludo, menos sacri-
ficar o (irincpio sagrado da independencia e
soberana du seu pala,
Decl.rou enlao o Sr. lludson, em sua nota
do da segiiinle, que o governo Imperial nao
tiuha cninprido o compromlaao de 13 de julUo.
Se o governo Imperial tivesse accedido aquel-
las pio|.osices, o couiproiulfto letia sidocum-
parilu f
O abaixo assignadu protesta contra a espanto-
*.i'l.,i.. "e.iVis.'ei.i'.r.'n'is sa eoiii|.reliensao que o Sr. Uudsou quer dar
"'aun atado de 23 de novembro de 1826. Bten-
le que a manera prai.ca pela qu.,1 |J -V. Iludsot. que elle "'"*SS^HU
nao ofl'erece toda i brltanoleos a fazer visitas e aprazameulos nos
a segurauca e garantas que sa. para d. ,ej ir ; l'url,,s e aguas do Hrasil.
m. aute. de .ec. ber a nota do Sr lludson j tf desse tratado diz Acabado, tres
,vc no imperial liavia..solv.dulixai a inanei- """ depois da truca das l>ficeSeS do pre-
Antonio Mara tabello,
Capitflo ajudant de ordens.
ALFANDEGA.
Rendimentododial9.....18:378,43*
fescarregam hofe 20 dtfevereiro.
..iez depois Brgue francez rit mercadoris.
Harpy subi o rio Itrigiie auslriaco "erajtfarioha de trigo.
' Barca portuguesa Ligeira mercadorias.
Brigue francez Yotof idem.
Baica americana ouglas bacalho e fa-
rinha.
Patacho dinamarquez ~ Hunrick merca-
duras.
Brigue inglez Arabella Tarbet bacalho
Barca franceza -- Jule -- mercadorias.
Barca americana luskengun couros.
i;ii.vsiii.,\n.i i.r.iiAi..
Hendimento do dia 19..:. 1:932,050
Diversas provincias...... 183,138
2:llo,t88
REGEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTEItNAS.
Hendimento do dia 19......413,440
CONSULADO PROVINCIAL.
Ren.llmenln .India 19 .'. .1:592,82a
ser licito aos subditas do
goveiuo i.u| .
ra ortica de eaOCUtar nesta parle o regulauen- **nte tratado, naa
lo/de son que acauellasse os incoiivenciues ""I'er.o do ll.as.l fazer o COmerelo de escra-
doiuodoea.ate.iU. |>'0i Co.ta d'AInca, deba.xo de qualquer
As lela c legula.nenlos no priuc^io da sna I l'^lexlo 00 maneira qualquer quelaga. *
exocuco qua...emprenS. apre.cnumuu. Jo- oommuaco deste eou.merc.o, ^fei lo de,,o s da
.xpe.ic.cia e abusos vao Indi- ''"a poca por qualquer pc.soa subdita de S
?.-
go pc.'lcilo. A eX|
cauoo os remedios,
Por esta lapida aualyse dos fundamentos da
ola do Sr. lludson lica patete que tiles se re-
duze.ii a meios pretextos para disfarcar a njus-
l.ca c a violencia.
1 i ni!" o iralico eslava em toda a sua forca,
quando nenhuma l.i, ueuhuiu regolamento,
ueuliuiuas piovideucias ei.ou publicad >s para
reprim-io, o goveino bi itauuico nao cslabele-
Cia praseos c.uzeiros a regia de que deviaiu
fazer apresanianioa nos portas c bahas d.. im-
perio, t^uaudo o goveno imperial, poudo-se
testa da repte sao, laz quauo pti le para redu-
zi-la a um sjslciua e tur..a-la pe. inane..le eef-
licaz, lecha os ulbus a lodos os cmbaiacos e
cou.plicaces que isso lhe pode Irazer, solicita,
e obteui las cmaras os nietos que julga neos-
sanos, fon.lula r.-guian.cutus pata desenvolver
e auxiliar a aceito da le, comeca a cxecula-la
m> lucio de Uupecosc eu.baracos (ue necease-
i i.oiu o c deve.n producir lulereSses arraigados
por tamos anuos, he <|uando, decuriidus ape-
nas lies metes e meiu da data da execuc.'.u ta
le c Seu regulaiiieulo, o Sr. lludsuu. Lindada
em alguus lacios inexactos, declara ao abaixo
assiguado qtlc nada se ten. leilo para a repres-
suo, c que por isso lia sem lil'. ito a suspeusao
dcuidc.s dadas aos c.u.ei.uii brilaiiuicus.
I. ao lucsiuu lempo declara que o iralico con-
tina iulenon.pi.lo pel cuiupressu ejercida
sobre os Iralicaules, c que tem producido unta
icpressau le.i.p'.raria. Heu.OV.de, poiCui, essa
cuu.piessao, accresceula o Sr. Ilodsou. as CO0-
hau de Vwltar o seu atiligo estado, t vita
i...... reaccao correspondente ua pane dos tra-
lLantea.
.Se o itlico esl interrumpido, se ha coin-
pressao, o trafico ten. sido reprimido. Se tem
sido reprimido, ogoveiuo imperial satislez o
e...pelillo que coiiirahiu. Como na piimeira
pane da sua nota pieteude o Dr, lludson de-
lito us ira r que o uao satislez? Mas t-Ssa can.pres-
sao pode acabar e acabando lia de vir a reac-
cao, diz o Sr. lludsuu. Logo nao be pelo p.o-
ditnenlo que o goveruo imperial tem lido
ate boje, que o Sr. Hudson declara baver e*xpi-
ludo a suspeusao das oideus dadas aos cruzei-
ios, he por supposicoes do luturo, e una vez
jue o >r. lludsuu t sta resotvido a tomar sup-
pusicoe sciuclhaiiles por llorna fio seu pruce-
Uimi uto, e p.>ra jusliliyao de novas violencias,
o abaixo as.iguaUo nao o acouipauliaia cm se-
melliaiilc uiudu de a.gumeutar.
0 abaixo assiguado dcclarou umitas vezes ao
Sr. Hudson:
Que o trauco tinha caniiultado sem tropecos
M. Imperial, ae. considerado e tratado como
pirata ria.>
Ni ausencia de oulras estipulacdes, esse arti
go aumente l.opOe ao Urasil a obrlgaco de ve-
dar pelas suas leis e nietos aos seus subditos o
Curumercio de escravos ua Costa d'Africa, e de
Co.iaidera.10 cotnopirataria.
Ksse artigo sinenle d a Gran-Ilretanha o
direito de exigir que o Urasil cumpra pelaa suas
leis c meios essa ..briga^ao.
He insusienlavel o direito que d'aht se quer
dedutir de xercer no lerrllorio do Brasil ac-
tos de jurisdiccao c soberana.
Os .lucilos de propriedade do territorio, de
jiuisilica ., iudepcndencia e aoberania, sao do
direito das genles, sao os primordiaea, baaea
de todos os outros, sao os mais aaulos, os mais
iuiportantes.
Nao se podein cutender renunciados, senao
tiiuilo expressatnenie. .
O .^r. lludson nao pode chegar a conclusao
que lira o Halado seno da seguinle maneira:
O Brasil, por esse iraUdo, obrig u-ac a extin-
guir o ti alteo, trafico nao pode ser exlincto
-nao exercend os cruzeiro, brilannicos os ac-
tos de jurisdiccao no territorio brasil. O Ira-
lado euvolve a coucesso desse direito.
Ksle raciocinio se.ia absuido.
t.om igual lgica podei-se-hla dizer: O
Brasil, pelo Halado, obrigou se a extinguir_o
trafico. 0 iralico uao pode aer falindo senao
apoderaodo.se a luglalerri do Brasil O trata.
do co.npr. hende portanto o direito de apode-
rarle a luglaterra do Brasil, c a cessao da sua
independc.il ia e soberana.
O Sr. Hudson poderla d.zer que a Inglaterra
procede assiui. porque quer e leu. torca, ts-
le argumento terla ao menos o mcrcc.mento da
O abaixo assignado fica inlelrado da deca-
ididii ihiM. UiiuUuo. ,
Kss.i decla.ayio nao deinove o governo im-
perial do proposito firme que f. i de reprimir o
iralico, porque eutende que maso la. um ser-
vico ao sen paiz. tile hilara como poder con.
as dilliculdades de las pesada larefa, e com as
novas que vai accumulat-lhe o governo brl-
"aba'iSO assignado se prevalece da occasiao
nara reiterar aoSr. Hudson as expresses da
ua perfeita estima e disliucla cous. lerajao.
Paulino Joi Soarcs de buuta.
iVJovimeulo do porlo.
Navios entrados no dia 19.
Camaragibe 2dias, blata nacional Capri-
chnto, do 35 tonel! las, mestre Hyoolito
Jos da Silva, eqnipagem 5. carga assu-
car a Uno Jos da Costa Araujo. Passs
eeiro, o Brasiliio Antonio Concilves de
M ICHiJ.
Rio Grande do Sul 40 das, brigue nacio-
nal .Varia Libania, de 195 toneladas, ca-
pilao Jos Pedro Soares Jnior, equipa-
gem 12, carga carne secca ; a Jos Parei-
ra da Silva. Passageiro, o PorlugUdZ Jos
Virtorino das Nnves.
Mar.Pacifico 49metes, galera americana
Moctizvma, de 436 toneladas, capito W.
E. Tower, carga a7eite. Veo refrescar
e segu para tNew-Be Iford.
I'arainii.i i da, blata nacional Conceigo
Flor das Firtudes, dn 2S toneladas, mes-
tre Elias du Rozario, equipagem 26, car-
ga toros de mangue ; a Paulo Jos Kap
lista. Passageiros, os Biasileiros Placido
Ferreia da Silva e Jo3o Antonio de San-
tiago.
Acarae 26 das, patacho nacional Em-
lacio, de 135 toneladas, meslre Antonio
Gomes Pereira, equipagein 12, carga sul-
la e couros saldados ; a Manoel Gonc/l-
v.>s da Silva. Passageiros, os Brasileiros
Frederieo Robigues Pimentel, Antonio
Francisco Alves, Jos Goncalves de Moura,
Joaquim Escolstico da Silva Kiheiro, Mi-
guel Francisco do Monte, Fermino Gon-
calves Freir, ITacbedes da Costa Carnei-
ro, Jos Carlos du Figueiredo Saboia, M i-
i ia Magdalena, Theodora Ignacia de .M
tietcs e o Portugus Amonio Pereira.
Terra Nova 35 dias, escuna ingleza lltr-
cury, de 150 tonela.las, capitn Richard
Simona, equipattem 8, carga bacalho; a
Crahtree i Coinpanhia.
Parahiba--24 horas, hiato nacional .Sani
Cras.de28 londadas, mestre llenrique
deSouza Mafra, equiosgam 5, carga toros
de mangue ; a Jos da Silva Mer.donc,a Vi-
anna Passageiro, o Urasileiro Joaquim
Jusliniano da Silva.
Mar-I'acific 30 mezes, galera americana
Felipe I, de 293 lonelaJas, capitSo S. C.
Woo Irulf, equipagein 19, carga azeite ;
aucamtilo Veio refrescar esegu para
New-York.
Liverpool 46 dias, barca ingleza /n^oun-
led, de 267 toneladas, capiUo W. Wlute-
nay, equipagein 20, carga la/en.las.
VeiO refrescar e segu psra Valparaizo.
Aaeicii sabidos no meimo dia.
Para -- Escuna nacional Emilia, capitSo An-
tonios Silvestre Maciel Jnior, carga as-
suoar.
I'ai iiMlia lliate nscional Tres Jimios, mes-
tre Jos I),.ai le de Souza, caiga fazendas.
Pamageiros, os Brasileiros Cypriano An-
totiio Rodrigues, JoSo Baplisla de Alhu-
querque Gama e Antonio du Albuquerquc
Gama.
California -- Vapor americano Uonunmenlel
City, capullo J. II. Nonis, carga a mesma
queirouie. Conduz os mesmos passagei-
ros que trouxe.
ui iAn.5.
ii lllm. sr. inspector da thesourana da
fazenda proviucial, em cumprimenlo da or
un do i.in. Sr. presidente da provincia de
28 do crrenle, manda fazer publico que
nos das 18, 19 e 20 de fevereiro proxnn0
vindouro ir a praca pranlo o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, por ser
rrematud'o a quem por menos flzer um
lauco de atierro da obra da casa de delen-
q3o, avahada om 4:610,000 rs. e sb as clau-
sulas especiaes abaito declaradas.
As pessoaa que ae propoaerem a esta arre-
manso ciniip.'ii ci "ou na sala daa sessdea do mes-
mo tribunal nos dias cima mencionados, pelo
mcio-di i, competentemente h.il.ilnadas na for-
ma do artigo 24 do regulatnento de 7 de niaio
do prximo passado anno.
E para constar ae mandn afiliar o presenil:
e publicar pelo il.'arto.
Secretaria da thesouraria dafazenda provin-
cial de Pcrnambuco, 29 de Janeiro de 1851.
0 secretarlo,
ilnlani'o Firrrni d"nnuneiacdo.
s Clausulas especiaes da arrtmalacio:
i* 0 arrematante ser obngado alterar
todo o espato do terreno, cotnprehendido
entre o raio do sul e o do centro da casa do
detencSo, mas o espaco em frentes eitre-
oiidade do raio do sul, e o caiSSo do raio
do centro, formando ao todo urna superficie
de 922 braras quadradas, pelo preco de rs.
4:610,000-, na rasSo de 5,000 rs. a brasa
quadrada.
2." Esle atterro ser elevado ao oivol ^
palmos cima do esteio existente no cen-
tro do edificio, no ponto em que se crutam
os eixos dos raios das prisfies.
3.* N3o poder o srrematsnte abrir cam-
ha alguma em distancia menor decem
palmos dos alicerces, e ser obrigado a at-
terrar primeiramente aquelles logares (den-
itro do espsso do contrato) que determinar
no engenheiro encarregado da obra.
4.* Este atierro lera principio no espaso
de lo dias e ser coocluido no de 6 mezes-,
a contar da data da arramataso.
5.' 0 importe desta arrematasSo ser pa-
go em qustropreslacOes iguses; a primei-
ra quando o engenhairo reconhecer estar
feila a quarta parte do atterro ; a segunda
quando ostiver feita a metade ; a terceira
quando esliver feito os tres quartos do at-
ierro e quarta quando estiver inteiramento
concluido.
(i." .Para tudo mais que nflo estiver de-
clarado as presentes clausulas seguir-se-
ha o que dispon o regulmnto das obras
publ'cas de 7 de maio de 1850.
Feilas o approvadas as presentes clausu-
las nela directora em conselho em s^sso
iln 27 de Janeiro de 1851.O director los.-
Mmate Alvis Ferreira. ~ H. A. Stillet.
Jodo Luiz Vctor l.ieulhier, Aoprovo Pa-
lacio do governo do Pernambuco, 28 de Ja-
neiro de 1851 Sourt Aamoi. Conforme.
0 nllieal-mitiiir, iouquim Pires Machado Por-
lella. -- Conforme. -- o secretario, Antonia
Ferreira da nnuneiacdo.
K'n consequencia da ordem conlida
em oflicio do Exm. presi lente da pro-
vincia, de 13 Jo corrente mez pela
qual be aulonsula a cmara municipal
desta cidade a designar o da em que devem
comesar os enlarramantos.no cemiterio
publico, fieando prohibidos os que actual-
mente se fazem em outros lugares, dentro
la compreheuso da cidade do llecife e
de seus suburbios, com exceps^o nica-
mente dos princiues e bisaos, a mesma
cmara faz publico palo presente edital,
que tem designado o dia l. de margo pr-
ximo futuro, para o icen de ditos en-
larrammilos no cemiterio, cessando a pra-
tica actual, sol penas que ouverem de ser
fulmina las s infraeses.
Paso da cmara municipal do Racife, 18
le feverniro de 1851. F. A. de Oliveira,
presidente. M. C S Carneiro Monteiro
Francisco Goncalves de Woraes:F. L. Ma-
ciel Vianna.Jo^ Camello do Reg Barros.
Pela inspeclo'ia ila alfandega se faz
publico, que no dia 20 do carrente se bfo
le arrematar em hasta publica, na porta
la mesma, depois de meio da, 175 alquei-
queires de sal que existem bordo do bri-
gue Espirito Santo, visto nao si) ler ell'ec-
luado a un a-ii ii.cdo no dia 18 conforme se
aununciou pelo edital de 17 do corrente.
Alfan lega de l'ernamhueo, 19 da feve-
reiro de 1851. O inspector interino,
Denlo ot Fernandes Barros.
iira-ina.il ... i .......a1
lieclaiiigo.
0 lllm. Sr. director do lyceu manda fa-
zer publico que est aberta a matricula da
aula de lachigraphia conforme o ullimo re-
glamento, que baixou da presidencia.
Secretaria do lyceu, 17 de fevereiro de
1851. 1. A. S. R Caneca,
professor de dezanho e secretario.
Francisco de Paula e Silva, escritura-
rio da segunda serebo do consulado provin-
cial, faz sciente aos senliores proprielarios
los predios urbanos do ti. ero de Santo An-
tonio, ou a quom enteresar, que no dia 19
lo corrente principia a faz r a collecta da
lecima do dito bairro para o crrente au-
no de 1951. llecife, 18 de fevereiro de 1851.
A camal a municipal desta ci lado, pre-
cisa de alugar carrosas e serventes para o
trabalho de limpesa das ras, praias, ele.,
quem se quizer contratar dirija-se aos Srs.
vareadores M. C. Soares Carneiro Monieiio,
ejos Pires Fereira, que estSo autonsadus
contratar.__________________
THEATl\0 B" APLLT
IHIJI), 20DEFF.VEREIRO DE 1851.
Terceiro espectculo que da nesle Dies-
tro a cantora Augusta Can lia u i, sendo este
do aeu primeiro conlrato.
Depois de urna escolliida ouvertura se-
guir-se-ba o grande rond da opera
VESTAL,
do maestro Giannini, expresssmente com-
uostoe dedicado Sra. Caniiaoi, e por ella
executado.
Aria da Cemmadi Vergi, do maestro Do-
nizetti, execuiada pelo Sr Eclterlin.
Cavatina e alegro da operaBarbeiro de
Sevilhn, pela Sra. Candan.
Duelo da mesma opera, pela mesma so-
nhora e o Sr. Eckerlin.
0 mui distinto artista Pernambucmo o
Sr. Pedro Nolasoo Baptista, por obsequio a
Sra. Candiani, executara na flauta a parte
le Adalgiza no duelo da opera Norma ,
execulando a Sra. Candiani a partete Nor-
ma, com licompaiiham.Mito de piano forie,
pelo dislinclo a aisla o Sr. Previg.
Aria do Alto, do maestro Donizatti, exe-
culada pelo Sr. Eckerlin.
Grande duelo da opera Nabucjdunotor,
-venan lo a Sra. Candiani a parte de
Jbigailte, e o Sr. Pedro Nolasco Baptista
uxcoulaia no Oiihicleide de Nabuco, coa
acompanhameulo de piano forte pelo Sr.
Previg.


wm
*m

Finilisar o espacticulo com o muito ap-
plaudido Hurto da opera
FIGIJA DEL REGGIMENTO,
no qual app ifccia a Sra. Candiani vestida
,i i soldado francez, execdtando em scena
todas as manobras militares.
O resto dos hilheles acham-se a disposi-
(8o do respeilavel publico, no escriptorio
do rresmo Ihealro.
Os bilhetes vendidos para o dia 7 tem en-
trada nesle espectculo.
.*
Theatro de Santa-Isabel.
45. RECITA DA ASS1GNATURA.
Espectculo lyrico.
SAllllAoO, 22 DE FKVKltKlAO DE 185t.
Depoisdeumi introducgflo subir esce-
na pela companhia italiana a excellente
opera do immortal Bellini
Norma.
A Sra, Augusta Cmdiini far a parte de
Adalgisa no dueto desia com Polion, no pri-
ini'iro aclo ; sendo apenas supprimidos em
toda a peca, por falta de urna segunda da-
ma, os dous duelos do Adalgisa e Norma.
Os choros serflo desempenhidos pelo? ar-
tistas da companhia dramtica, que de boa
vontade a isso se prestaran), no intuito de
sMisfazer o publico, e ajudar a empresa nos
esforcos que tem ompregado para tornaros
espectculos interessantes.
No intervallodo primeiro e segundo acto
as Sras. Baderna e Moreau dancarflo
A Aldiiuia.
to do terceiro andar do sobrado da ra da I servico interno do umi en
Cruz n. 34, com grande sotflo, muito fresco)engommar e cozinhT : quyn
Comecara as 8 horas.
Os bilhetes acham-se enda
do costume.
e com commodos para familia : trata-so na
praga do Corpo Santo n. 2, primeiro andar.
Queiii precisar de urna ama para casa
de rio.......solloiro, dirija-se ra do Fogo
n. 2, que achar com quem tratar.
--A ibaixo assignada fazsciente ao pu-
blico, que seu marido Jos Feliciano Por-
tella deixou do sor seu procurador, e que
portanto d'ora om diantn silo de nonhum
efTeito as transadles que elle houver de Ta-
zar sobre os bens da annunciante. Casa For-
te, 18 de fevereiro de 1851.
Anna Florencia de Siqueira.
O padre JoSo Capistrano de Mondonga
tem aberto no primeiro andar do sobrado
n. 18, na rut das Cruzes, um curso de rhe-
ro ea e potica, e outro de geographia e
historia : aspessoas que os quizerem fre-
quentar, o poderSo procurar na menciona-
da casa aqualquer hora, excepto das 8 s
10 da manlifla.
O abaixo assignado vai Europa tra-
tar de aua saJe, e, durante sua ausencia,
deixa por seus procuradores encarrega los
de geus negocios os Srs. Victorino Jos de
Souza Travasso e Manoel Rodrigues Costa.
Josi Antonio Correia Jnior.
Toma-se conti de roupa para lavare
engommar com iceio e prompr.id.lo, fican-
do-se responsavel pelas faltas que houve-
rem ; tsmbem marca-se de todas as quali-
I dados, faz-se lavarinto ecosturas chaos, lu-
do muito bem feilo e mais em conta do que
no
lugar
Avisos martimos.
Para l.isba sahe com toda a brevidade
a barca portugueza Ligeira, da qual he ca
pililo Antonio Joaquim Rodrigues : para car-
ga ou passageiros, para o que tem os me-
ihores commodos, tratase com os seus
consignatarios, F. S. Rabello& Filho, ou
como mesuro.capillo na praga do Com-
mercio.
Para o Rio de Janeiro segu
com brevid de o brigue-escuna
nacional Olinda : para carga, es-
cravos e passageiros trata-se com
Alachado & Pinheiro, na ra do
A'igni ii. 19, segundo andar, ou
com o capito Manoel Marciano
Ferreira, na praca doCommercio.
Para o Maranhao tocando no
Cear silie em poneos dias o ve-
leiro brigue-escuna Laura : para
o resto da carga e passageiros tra-
td-se com o capitn na praca do
t'ommeicio. oa com NovaesSc C.,
na ra do Trapiche n. '.i\.
Para o Porto san com brevidade a bem
conherida e veleira barca Espirito Santo, de
primeira marcha, forrada e encaviH.a la de
cobre : quem na mesma quizer cirregar ou
ir de pissagem, para o que tem excedentes
commodos : dirija-se ao seu Consignatario
Francisco Alv.-s da Cunha, lia ra do Viga-
rio n. 11, primeiro an lar.
Para o Porto sahe com a
maior brevidade possivel, por ter
parte do seu carregamento promp-
ta, a linda e veleira barca portu-
gueza Bracharense, da qual he ca-
pito hodiigo Joaquim Correa ,
tem excellentes commodos paia
passageiros : quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, di-
rija-se ao capilo na Piv.c 1 do
Commercio, ou a INovaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche nu-
mero 34.
Para o Rio Grande do sul sahe em pou-
cos dias por ter o rarregamento prompto o
palaxo nacional Eulerpe, pode recebor al-
gumas miudezas, passageiros e escravos a
frele : trata-se na ra do Apollo, armazem
n. 14, ou com o consignatario do mesmo
Luiz Jos de S Araujo, na ra da Cruz nu-
mero 33.
Espera-se da ilha de San Miguel al fins
do correle o patacho portuguez Espadar-
te, e segu para a mesma ilha com a maior
brevidade possivel, por ter a maior parte da
carga prompta : para o resto e passageiros
trala-se com os consignatarios Oliveira Ir-
mfios Companhia, na ra da Cruz n. 9.
Leiles.
O corretor Oliveira fr leilflo, por or-
dem do Sr. gerente do consulado da repu
blica franreza, nesta provincia, em presenta
do Sr. chanceller do mesmo consulado, sa li-
bado 92 do corrente, no Aterro da Boa Vis-
ta n. 5, por conta da liquidadlo dos (nados
Armand Niesseron e sua mulher, subditos
francezes, de urna pmgflo de obras manu-
facturadas decutelaria, como sejam facas
para mesa, facas e garfos de trinchar rom
cabo de maifim, e tambem para sob'emesa
com cabo debito e de madreperola, cinive-
tes de ilgifeira para aparar pennas, lesou-
ras para unhas. ditas para costura, cirurgia
e para alfaiale. navalhas de barbear, espo-
ras, espoletas em oaixinhas, lancetas, saca-
rolhas, barbellas d'aco, crranles de dito
para relogios, sacatrapos, ouvidos de es-
pingar tas, etc., ele., pedras para aliar, di-
tas para amolar, urna porgflo de esmeril,
urna dita de fio de rame,ele. urna arma-
dio de haleflo e vidmgas, um reloginho de
parede, una porgflo de roupa branca e de
edr para uso de honiem e do mulher, urna
mesa pequea, urna forja com rolles, bigor-
nia, lenazes, mariellos e mais penences
tendentes ao ollicio, assim cono ac fundi-
do, molas para tunis, etc. etc.
-Schafheillin &Tobler farflo leilflo por
i Hierven dio do corretor Oliveira, de grande
sorlimenlo de fazen las de toJal al quali-
dadi s e proprias do mercado : sexta-leira,
21 do crrente, as 10 horas da mantilla, no
seu aiuiazem, ra da C Avisos diversos.
-Aluga-se ou traspassa-se o irrendimen-
i'iii nutra qualquer parte : na ra da Praia,
hecco do Carioca, sobrado da esquina acha-
ra com quem tratar.
Pn cisa-se de tres a quatro contos de
ris a juros com hypolheca em urna excel-
lente casa i quem quizer fazer este negocio
anouncie por esta folha para ser procurado.
Ao publico.
Acho-me neste palacio
Por causa do meu amigo,
Algn dia hei de rir-me
Se o vir no mesmo pango.
Aviso a todas as pessois que sejulgaretn
ere loras da venda sita na ra da Cruz, es-
quina da Lingoela n 41, que qjeirim ter a
bondade deapresentar las cuntas legin,
para serem pigas; e igualmento declaro,
que encarreguei ao Sr. Bernirdino de Sou-
za Pinto para me fazer todas as compras e
pagar : tu lo istuem nomn do abaixo assig-
nado. Dent Jos Rodrigues.
-- Fugio, no'dia 16 do crrente, o escravo
pardo, de nome Luiz, de 20 anuos; tem
oma perna enchada, e quando anda corco-
va-se para diante : quem o pegar, leva-o ao
engonlio do Sr. Bernardo Antonio de Miran-
da, ou na ra das Laraugeiras n. 14, segun-
do andar,
- Aluga-se urna sala e duas alcovas pro-
pria para escriptorio ou homem solteiro:
na ra do Vigario n. 25.
Convida-se aos mocos [ quanto mais
novos), eque nSo presumam de bons ca-
valleiros. para se insliuirein em montarlas
primorosas fas quaes se enlendem ), bem
proporcionados no exercicio quando a ca-
vados, andarem em publico, correrem ca-
valha las com conhecimenlo de causa ; e
quinto nflo exercilem poderem como es-
pectadores conhecer de primores e defeilos
d quem os pralira. Nesta lypugraphia do
Diario de Pernambuco se dir'quem ensina
gratis, nicamente pelo gusto que tem de
ver os Pernambucauus peifeitos cavalleiros,
e nflo se perder a arte preciosa e nolire, a
qual est no lo lo reluchada. Dizem que no
Munleiro navera cavalhadas, a qual podera
apparecer rica, mas coui formalidades du-
vido ; lio, serflo como as da Capunga e S.
Amaro?
He pouco servico.
Precisa-se de urna ama para servir a urna
familia de duas pessois, que compre o ne-
cessario para rasa, cozinhe e engomme :
na ra da Aurora n. 42.
-- Jos llaplista da Fonseca Jnior remel-
le para o MaranhSo, a entregar a seu senhor
Jos Frazflo Varella, o escrivo Vicente,
pardo.
Desappareceu, no dia 16 do corrente,
a preta Joaquina, de nagflo Cagange, repre-
senta ter 40 annos, baixa, corpo regular,
cor fulla, com cune sobre os ollios, nariz
chalo, com falla de dous denles, peiios pe-
queos e uiiirchos, com algumas cicatrizes
derelho as costas, nadegas um lauto im-
pinadas para traz, que mais musir quando
amia ; levou vestido novo, porcm sujo, com
assenio azul, consta que usa de panno da
Costa. Esta preia quando fogecostuma an-
dar pelos rrabaldes desta praga roga-se
as autoridades policiaes, capilflesde camp<>,
ou outra qualquer pessoa que a apprehen-
dam e levem-na a seu senhor Domingos da
Silva Campos, na ra das Cruzes n 40, que
serflo generosamente recompensados.
AO PUBLICO.
Havendo um poln e innocente Diabo, de-
sojado para se instruir viajar por todo o
mundo principiou por Pernambuco e aqu
se acha aboletado no pateo do Forto das
Cinco-Pontas e para andar em ludo no gos-
to do secuto, resol ven escreveroseu Bole-
tn ou Memorias de Viaqem, mas nfloqueren-
do deixar em esquecimento urna cousa tilo
boa que poder approveitar a muilos, resol-
veu taobem publicar as su a s mem iras sb
o titulo o Diabo no Recife, e imprelerivel-
menle sabbado ipparecer o.' numero.
-- Precisa-sede urna preta captiva para o
servico de casa : na praga da Independencia
n. 3
- Mara Barbara Constancia Vianna, reli-
ra-se para fra do Imperio, levando em sua
companhia sua lia Alejandrina Severa de
Oliveira Vianna e urna criada de nome Joa-
quina.
Precisa-se de urna ama quesaiba bem
lavar e engommar, forra ou escrava para
servir em urna casa eslrangeira de pouca fa-
milia : dirija-se ao atierro da BoaVista 11.35.
O abaixo assignado declara pelo pre-
sente que tendo dado em pagamento aos
Srs. Deanne Youle & C, urua letra de rs.
2:000,000 a veucer em 30 dn novembru do
anuo prximo passado, aceita pelo Sr. Igna-
cio Luiz de Britu Taborda, e garantida pelo
n.esino abaixo assignado e pelos Srs, Lino
Jos da Castro c Araujo, e Lima Jnior & C.
dra para pagamento da sobredia letra, ou-
tra de rs. 2:200,000 aceita pelo Sr. Joflo
llermenegil jo B. Diniz, e garantida pelo Sr.
Joflo Piulo de Leinos Jumor, o que entre-'
gandu-me o Sr. Tabordi a letra eu restante
Uo dinheiro, fui a letra de rs. 2:000,000 mu-
uhsada. Recife, 19 de fevereiro ue 1851.
J. O. Main iunior.
-- Precisa-se ilugar urna escrava para o
' qual saiba
livor annun-
cie, ou dirija-so ao Atterro di IIi'h Vista loja
n. 48.
-- Deseja-se fallar.ao Sr. Antonio Vicente
Ga'rcez, vin lo no ultimo vajur da Baha :
na ruado Collegio n. 1-
Toalha de lavarinto.
Em dezemhro prximo pasudo perleu-
se, do Chora-M inino at a estrada do Reme-
dio, urna toalha de bretanh, usada, circu-
lada de lavarinto e guarnecida de bico bas-
tante largo, porm muito grosso, embrulha-
da em um lenco de chita. Rigorosamente
valer a toalha 6,000 rs.; porcm a vanta-
gm queoffnrecea mesma 1 quem a perdeu
faz dar 20.000 rs. de gratillcadlo a quem a
levar ra da Santa Cruz n. 36
Precisa-se alugar urna casa terrea com
quintal e cacimba, as ras das Larangei-
ras, estrella do Rozario, ou larga, Cruzes
ou lunilla ; tambem precisa-se fallar com o
Sr. Rolrigo Mendes de Araujo : quem delle
tlver noticias, tenha a bon lade de aunun-
ciar para ser procurado.
--Precisa-se de urna ama que saiba ta
lar de meninos, e tambem para atgum sar-
vico de casa : a tratar na ra do Vigaro nu-
mero 3.
Na Camboa do Carmo n. 14, precisa-se
lugar 3 pretos.
Desappareceu, na nolte do da 16, um
cavallo rudadO'vermelho, grande, magro,
com as dinas aparadas, urna bexiga as
costas, cum urna marca de ferida na sar-
neia, novo e com curto passo : quem o ap-
prehender, poder entrega-lo na ra da Au-
rora, sobrado n. 60, lerceiro andar, que se-
r recompensado.
Precisa-se de urna ama para casa de
homem solteiro : tratar ni ra do Sebo n.
11, das 3 as 6 horas da tarde.
Antonio Jos Soaresvai a Rahia.
Aluga-se dous preos robustos para tra-
balhar dous ou tres mezes, em un sitio per-
to da praca : na ra da Cruz 11. 26.
.- JoSo Martins Conexivas retira-se para
fra do imperio, deixando por seu bastante
procurador o Sr. Mauoel Francisco Martins
& Irmflos.
A direccao do baile de mas-
caras no theatro de Apollo, convi-
da aos Srs. socios a mandaren) -ms
propostas 5 ara convidados at o
dia ai, em casa d> thesoureiro, na
ra da Cadeia do recife n. 5o,
onde podero procurar os respec-
tivos carldes no dia a4 do cor-
rente.
Aluga-se urna preta de meia idade, que
saiba bem ven lerna ra : quem liver, .111-
nuncie por esta folha.
Precisa-se de um feilor para um silio
oerlo da praca e de irabalhadoresde enxa-
xada : a tratar na ra do Collegio n. 13.
No dia 6 do mar^o prximo futuro ir
praca, peanle o Sr. Ilr. juiz de orphans,
por venda, um moleque criuuio, de 12 an-
uos, a requerimento do tutor dos orphlos,
lbos do fallec 10 Faustino Vidal de Ne-
greiros, avahado em 300,000 rs.
Avisa-se ao Sr. Caetano Francisco da
Silva Carvallio, residente na provincia da
Parahiba do norte, morador na praia du Ca-
bo Branco, que do correio desta ci lade ti-
ro u se por engao urna Carla, a qual decla-
ra ser sua, renietlida por sua senhora An-
na Francisca Ribeiro, moradora na fregue-
zia de Santa ni .lia de Sanguedo, comar-
ca da Feira, bispado do Porto ; se quizer ser
entregue da dita carta, aiinuncie por esta
folha.
-Desappareceu o preto Antonio Bacca,
por alcunha Caxanga, baxo e de cor preta:
quem delle liver noticias, ou agarra-lo, le-
ve-o a seu senhor, na estrada dos Afilelos,
junto capella do mesmo nome, que ser
recompensado.
Tendo chegado a esta cidade o llespa -
nliol Pedro Alvares Garca, profanar de pia-
no e canto, se proi (le a dar heoes do sua
arte, pudendo para esse fim ser procurado
a qualquer hora, na ra do Trapiche n. 15
~ Em um engenho distante desta cidade
3 legoas necessita se de um homem que te-
nha boa moral, e que seja casado, para ser-
vir de mestre no latim e francez a um me-
nino, dando-se, alm do ordenado que ver-
balmenle houver de tratar-se, casa para mu-
rar e roupa lavada : quem, pois, quizer em-
pregar-se em semelhanle occupacflo, en-
nuucie sua morada para ser procurado, e
tratar-se a semolhante respeito.
- Eogomma-se e lava-se toda a qualida
de de roupa com todo asseio e umita promp-
lidflo, por prego mais commodo do queem
.oulra qualquer parte : na rifa de Agoas-Ver-
des, n. 26.
tt, ha pira verfdortoda qutliiad> do Sal-
eado para homem, senhora e meninos, as-
sim como aViamentos para sapatefros: tudo
onr presos commodos. Naamesma loja com-
ora-se calcado feito o aprotta-se qualquer
incnmnenda.
Cartas finas para voltarete.
Vendom-so superiores cartas para jogar
selladas : no Aterro da Boa Vista, loja nu-
mero 58.
Vende se um bonito caval
lo bastante gurdo : a tratar na co
cheirado Sr. mijor Sebastiao Lo
pes Guimaraes, na ra di Floren-
tina
--Na ra da Cruz do Recife n. 14, ven-
lein-s i CaixOes liteiros envidragados para
amostras de venda.
Baile de mascaras.
SSo baratissimas.
O pequeo resto das mui desojadla e ex-
cellentes mascaras de cera com molas, bar-
bas, bigndes, etc. esla se ven leudo por
milito c.mimo i-i prego, e por menos do que
em outra qualquer parte ; bem como algu-
mas de rame para domin, etc. : na ra da
Caileia ilo Recife n. 34, primeiro andar.
Urna bonita escrava de ao annos.
Veud '-se urna escrava crioula, do bonita
figura, ha pouco vinda do sertSo : na ra
larga do Hozar O n. 48, pliliielro andar.
Ven lem-se duas moradas do casas ter-
reas na ra Imperial, assim como urna na
ra do Padre Florianno e urna na ra das
Agnas Verdes : ven lero-se por prego com-
modo, na ra do Cresuo n. 10, na luja de
Ignacio Luis de Brito Taborda, pessoa esta
que est aiitnnsada a vende-las.
liaile de mascaras.
Para admirar !
s mui desejadas, procuradas e
excetlen'es mascaras de cera, com
mol is, cousa nova neste genero
entre n representando diversos
caracteres, tod 1 < circuladas de bar-
bas, big des, etc, que dispensan]
ii cabelleira, por muito commo-
do preco : na ra da Ca ieia do
Hecil'e n. 34. primeiro andar,
tratar cem Jos francisco S
Leitao.
-- Vendem-se superiores. I i vros em bran-
co de diversos tamauhos : em casa de Kalk-
inaini Irmffoi, ra da Cruz n. 10.
Mysterios do Povo.
Cbegou livraria do pateo do Collegio n
6, de Jufln da Costa Honrado, o stimo vo-
lunte do .Mysterio do Povo : vendem-se es-
tes 7 voluuies por 6,000 rs.
Vende-se um preto de An-
gola, ptimo cozinbeiro em tudo
e de boa conducta : quem o quizer
comprar, dirija-se ao Sr. Francis
co Antonio Coelho, no hotel l'ran-
csco.
-- Vende-se a taverna da ra do Ringel
n 4, com poucos funJos ; a tratar na mes-
ma venta
mmm awmuiii w ..aa *a i
3""Na l"jl do BObrido aman lio, nos ^|
I quatro cantos da ra do Queimado n. $
{ 29, tem para vender um completo
sorlimenlo das fazendas abaixo men- ^
.J cionadas, tudo de superior qualida- jj
i do e 1 recus muito commodos, asa- '
ber :
Cortes de vestidos de sarja preta a
<
ompras.
Compra-se urna fronha grande de bre-
tanha com lavarinto, que seja nova : quem
liver, innuncie.
Compn-se um temo de medidas de
pao em bom estado : na ra Velha n. 102.
Comprase um adergo de ouro : na pre-
ga da Independencia n. 3.
Compram-se osseguintes livros : arit-
mtica geometra e algebra de Beznut;
algebra de Lacrioix.o medico e clrurgiflo da
ruga manual da siude, chernoviz, ou qual-
quer outro livro de medicina popular usado,
innuncie ou dirija-se a ruada Praia, buc-
eo do Cari, ca primeira osead 1.
-- Compn-se urna couimoda de amirello
ou angico, que esleja em bom uso : a fal-
tar na ra do Rozario luga, loja de louga,
ou annuncie.
Vendas.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacin
conlendo a lei, regulamenio e todos os mo-
delos que delles depeudem, a 1,000 rs. cada
exemplar completo : na praga da ladepen-
deucia, livraria us. 6 e 8.
Nao lia cousa mais barata.
Ven Je-so, no Aterro da Boa Vista, taverna
n. 80, junto ao deposito da padana do Sr.
Duraes, cera em pflo para Limas a I ,0j0 rs.
a libra : os amadores de tal genero nao se
do-cuid.iin, pois se esta acabando.
Veudein-se coi d is de tripa para pesos
de relogios de sala : na praga da Indepen-
dencia n. 3.
-Na nova loja da ra di Cruz do Recife o.
;' lavr.-d.i, 1 adr.l 's de muito goslo.
a Sana de seda preta verdadeira, lies- E
a panliola.
5 Setim preto maco, proprio para 3
* vestidos.
M Manteletes ecapotinhos do chmalo- !!
% te e (ros de aples preto, com mui p
8 lin los enfeites.
ii Los de linlio preto, bordados a seda. Ti
$. Um completo surtimento de pannus ]a
J preos para os progus de 4,000 at &
4 12,000 rs.
I; Casemira preta elstica para varios |j
i pregos. {}
^mm^mmmmw mmmimvmmmm
Vende-se um moinho e um lorradur de
caf com seu competente fogflo, com al-
gum prejuizo por se ler precisSo do seu im-
porte : na ra larga do Rozario, pa tan 1 nu-
mero 48.
Livros em branco.
Vendem-se livros em branco de
muito boa qualidade, por precos
commodos : no armazem da ra da
Cruz n. (6.
- Vende-se em casa de Me. Cilmont &
Companhia o snguiute :
Cobre de forro e pregos para o mesmo,
Folha de Flaudres surtida.
Ferro ingle/, em barra sorlldo,
Arcos de ferro surtidos,
Chumbo em lengol,
luto de muuigSo surtido,
Saceos dealgoJflo proprios pin ensac-
cir farinha.
Praga do Corpo Santo n. 11.
-- Veude-se um forte piano de Jacaranda
e de excellentes vuzes, que muito agradara
ao comprador : na ra da Cadeia n. 54.
Surlimento de livros em branco.
Na livraria do pateo do Collegio n 6, de
JoSo da Custa Douia lo, recebeu-se muilu
bous livrus em branco, sendo de diferen-
tes tamauhos e com ditrerentes quanlida es
de fothas ; tambem ha livrus proprios para
registro de leltras : vendem-se muito em
cunta.
m Diccionario geographico,
histrico, poltico e lilierario do reino de
Portugal e seus dominios, obra bastante
importante, por Paulo Perestrello da (ama-
ra, 2 vol. in 4. : ve.ide-se na livraria do pa-
leo do Collgio n. 6, de Joflo da Cosa Dju-
rado.
10 ti: i ras americanas de G 1 [9 pal-
mos de largura:
vende-se na livraria du pateo do Collegiu
u. 6, de Juflu da Cusa Dourado.
Aos 5.000,000 ris.
Veadem-se 5,500 rs. meios bilhetes di
lotera do Livramento, cujas rodas andam
inralivelmente nodla 2 do corrente: na
ruiDireita, loja deou/ives n. 124.
Na ra Nova, em casa de Auguste
Colombiez,
venle-se um granda retrato de S. M. Im-
perial o Sr. D. Pairo II, com nqulssim
moldura, obra do insigne pintor Lecnevrel,
cujo apresentou ni ulliroa exposigflo das
bellas artes no Rio do Janeiro, obras Ja tflo
subido merecimento, qui Ihe v*Iu sr pre-
miado por S. M. com o tiabito de Christo, e
ser-lhe compra lo por ordem do mesmo au-
gusto Sennor um p W>nl, representan lo a
rainha de Inglaterra EliHbet, oquil cha-
mou a att.Mie. lo de to lus os meslras e aa-
teo le lores uela sua primorosa execugSo.
Almaia!. popular,
contento muila e intoressantes noticias, in-
dispensaveis a qualquer pessoa : vende-se
na livraria do nata 1 do Collegio n. 6, de
Joflo ila Costa lloarado.
Vende-so cal branca e preti ni ra
do Cutovello n. 17.
--Na ra de S. Francisco n. 52. ven lem-
se dous xexeos cantiilore^ : quem preten-
der, dirija-sea mesma casa.
Chita escarate a 320 rs. o
covailo.
Defronte Jo beccodo Peixe Frito, lo* n.
3, vende-se cinta escarate palo tur iiissi 110
prego de urna pataca o covado. Esta I'i/.-mi-
da torna-se pelos seus novos d^senhos re-
cominenJavel, nflo s para c iriinas e cuber-
as, cono timbeo) para vestidos de se-
nhora, .
Aon seiiltores cliefes de fainilia.
Na loja da ra do Qu-*nnado n. 3, defron-
te do boceo do Peixe Frito, ven lem-se pe-
gas de al_M 1,1 i/.iuiio ni 111 l > encorpado, n
cambraia lisa muito lina, com um peque-
no toque de avaria : de tu lo se darflo os
pregos a vista da faz-tuda ; assim como dar-
se-lia amostras com ocampeiente penhor.
A 2,4o> rii.
Vendem-se pegas de cassa dequalros e
listras tiara habados com 8 t|2 varas cili
urna : na ra do Crespo, loja n. 6, ao pe do
lampeflo.
VenJe-se, ou loma-saa quantia de tres
contos de ris sob hyputheca en urna parte
del engenho distante desta praga 5 teg >as :
quem preten ler, dirija-se ra da Praia,
armazem n. 46 B, que achara com quem
tratar.
Um escravo
de
bom tfiili llia lot
enxada.
Vende-se um preto mogo, robusto, bom
traballlidur de eilXa la enlaciado, proprio
uara engenho ni ra larga Jo Rozario n.
48, pri'ii"i u andar.
>
Manteletes 'caponnM* 5
Na loja do sbralo amarello. nos <
quatro cantos da roa do Qu-imado J
o. 2'J, tem para vender manieleies e 2
ca ion iiios para sennura, de c mu i- ^
Inte e gros de aples de cores, os ^g,
mais modernos e de mais liuJus en- ^
feites que. tem vindo. -4K
ft^-Mift%lifttA O *********
Veilte-se uui molejuo bom Coznlieiro
e copairu ; urna es Tava de bomU figura,
com as habilidades precisas para urna casa
du familia ; um mulalm'iu de 12 annos; e
um escravo de lodo o servigo : na ra das
Cruzes, venda n. 20, se dir quem vende.
Cera em velas.
Ven lem-se caixas com cera em
velas, fabricadas 110 Uio deJanei'
ni, sorlidas aodesejo do compra-
dor, e por pre?) mais barato do
que em outra qualquer parte ;
lainliem se vende cera fabricada
em I.1-I10.1, em ciixotes de 100 li-
bras cali utn : trata-se com Mt-
ciado & Pinheiro, ruado Vigmo
n. 19, segundo andar.
Vende se urna preta de nagilo de boni-
ta figura, de 25 anuos pouco mais ou me-
ios, a qual cozintia muito bem, engomm,
lava de sabflo varella, e nflo tem vicios de
quali la le aieuma. oque sealiauga : 110 si-
llo Ju Sra. Viuva Cuuha, ao po do Sr. Ar-
cenio.no Hospicio.
Vende-se urna pardinha escura de 10
anuos, muito bonilinha, jacozechflo, he
muilo sadia : na ra do Itangel n, 38, se-
gundo andar.
-- Vende-se por haver chegado fra de
lempo um rico cortinado de tit 1 de linho,
lavra lo com muito gosto, proprio para ca-
ma le noivos : na ra do Crespo n. 12.
No armazem de S Araujo, na ra da
Cruz n 33, vende-se suuenor farinha da
mandioca a dous mil ris a sacca, beiu co-
mo sola, couros miudos, pennas de ema,
ujollos pan I impar metaes, ele.
Bom e hir.iin.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, ven lem-se ricos corteado
metas casemiras, pelo diminuto prego de
1,600 rs. A ellos, rapasiada do bom gosto,
ames quo se acabem.
Vendem-se duas famosas rodas de sicu-
pira de muer mandioca, um bom quirlo
muilo novo, assim como urna excedente
preta muito boa quitandeira. que Uva de
sabflo e cuznha o diario de uma casa : quem
preten ler, dirija-se ra di Couceigflo da
Boa Vista u. 9.
Farinha Fontana.
Vende-se familia daqualla acreditada
marca, sen lo a ultima ch igada a este mer-
cado : a tratar com J. J. Tasso Juniur, ra do
Amorim n. 35.
Vende-se urna preta de meia idade,
111 1 i salre co/.iuliar, fazer todo o mais .soi-
vico le un 1 casi u lie o diiiM para amada
mesma : no paleo da Carmo, no primeiro
andar do sbralo novo,
Vende-se uirn negrinha de 12 pin 13
annos, propria para ser educada, por ter
boa conducta : na travessa da ra Bella nu-
mero 6
Vende-se urna taverna com 01 fun-
dos de 300,000 rs. na ra do Pilar, em F-
ra de Portas, o. 88 : a fallir com o dono na
mesma.
' A 1,600 e a 1,800 rs. a vara.
Vende-se panno de lioho pan lengOei,
Je muilo bo< qualidide, com a deliCiJesa
Je vara < meia dar um elega.iie lengol sem
costura, muito commodo para nflo magoar
o corpo: na ra do Crespo n. 12.
ILEGIVEL



Yendem-se candieiros para
meio de sala, muito ricos, com qs
competentes globos, canudos e tor
cidas, dando a luz mii< brilhante
possivel : na rus do Trapiche n. 8.
Antigo deposito de cal]
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.'
Moendns superiores.
Na fundigilo do C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas.
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
COnstrucgSo milito superior.
'ramio snrtlmento <1e charutos
da fabrica le S. Flix, no ar-
iiia/.i-ni de C.i'occo S Coiupanhia,
ruada Cruz 11. 21.
S3o chogados a este armazem os verda-
deirns charutos regalos, regala, cagaderos,
docilitados, venus, senadoras e soberanos
de llavana, em caixas de cem e 250, por pre-
sos rasoaveis.
A pobreza.
Vendom-se eehollus americanas pelo ha-
ralo prego de 80 a 160 rs. a roslea, e a 3-20
rs. o cont das solas : nos armazens do hec-
eo do Congalves, junto a esa da Sra. Viuva
l.asserre.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ROA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Chumbo de municao.
Vendo-se no armazem de J.J. Tasso J-
nior, ra do Arnorim n. 35.
Ven lem-se amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
Vendcm-se arados america-
nos dos modelos mais approvadjs;
jia ra do Trapiche n. 8.
Deposito le cal virgem.
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal tiova em pedra, chegada ultima-
mento de Lisboa no brigue Tarvjo-Terceiro.
Potassa la Itussia.
Vende-so potassa da Itussia, recenUmen-
te chegada. de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Taixas para engenho.
Na fundigilo de ferro da ra do Rrum,
acaha-se de reccher um completo sortlmen-
to de taixas de 4 a 8 palmos do bocea, as
quaas achani-se a venda por proco com-
nniilii, e com promptidao embarcam-se, ou
carregam-so ero carros sem despezas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fundic.Ho da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados je ferro de diversos mo-
delos.
Deposito la fabrica le Toilosjos
Santos na abia.
Vende-se, em casa de.N. O, Ri'her&C. ,
na ra da Cruz ti. 4, algodilo transado di-
quella fabrica, muito proprio para saceos do
assucar e roupa de escravos, por prego com-
mojo.
Cal virgem de Lisboa,
(I i iiielli >r que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Ern-
preza : trata-se com A. C. de
Abren, na rua da Cadea do Re-
cto n. 37.
-- Na ru estrella do Rozario, travessa do
Oueimado, luja de miudezas n. 2 A, de J.
F. dos Santos Maya, vendem-se curdas de
tripa e bordos para violSo o labeca, e pa-
pel pautado para msica, tudo da aieltiot
liialidade possivel.
V\o para sapatelro e para saceos.
Vonde-se um restante de ptimo fio par
sapateiro em novillos, e dito em meiadas
para saceos, por proco commodo para li-
quidar facturas : em cusa de Adamson llowie
t Companhia, la do Trapicho 11. 42.
Loteria le IV. S. lo Livrainento.
Aos 5:ooo8ooo rs.
Na luja de miudi'zas da praga da Inde-
pendencia n. 4. vondom-s bilhetes, nulos,
quartos, quintos, decimos o vigsimos, qu-
corro impreterivelmenle no dia 28 do cor-
rente.
Rilhetes inteiros 11,000
Meio 5 500
Quarlos 2,000
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Cera eni velas.
Vendem-se caixas com ccr em velas, fa-
bricaba no Rio de Janeiro, surtidas a volita-
do do comprador, e por prego mais barato
do que emoutra qualquer parte. Trata-so
com Machado & Pinheiro : na rua do viga-
rio n. 19, segundo andar.
Vendem-se peg-s de chitas pardas, co-
res lisas, a 4,500 rs e a relalho a 120 rs. ;
cites de camtiraia, mu bolillos, cores li-
sas, a 2,600 rs. ; e 100 saceos de estopa no-
vos, com duas vara cad um, a 320 rs.: na
rua larga do llozaiio 11. 48, trimeiro andar.
Tecido de algorio trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 52,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
t Deposito de e-pcllios das ma-
nafacluras de Franca : na rua do
l'asseio n. 1q.
mo quatro vidracas para loja de miudezas
ou tfe sapateiro: tudoem conta : na rua lar-
.:a do Rozario, loja n. 35.
Vndejn-se queijos 'londri-
nos, toucinho* em mantas, ervi-
Ihas verdes, conservas de todas as
quilidas, cha preto, pos para pao
sem fermento, baldes para com-
pras e mais gneros; tudo ltima-
mente chegido do Londres: na
rua da Cruz n. 7, armazem de Da-
vis & Companhia.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5 000,000 rs.
Na rua da Cadeia n 46, loja de miudezas,
vendeu-so o bilhete inteiro n. 951, em que
sabio a sorte de 1:500,000 rs., e estilo ex-
postos v>nda os bilhetes o cautela da
nesma lotera, que corre imprcteriveimen-
te no dia 28 do corrento.
liilhetes 11,000
Meios 5,500
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
itnni e barato.
Itua do Passoio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos l.oite, vendem-se nsc.idos mons-
iros, a 200 rs. o cova lo ; causa para liba-
los, a 240 a vara ; madapolilo, a 2,000 a pe-
ga e a 120 a vara ; coilas, a 4,500 a peca e a
120 o cova lo ; chapos de sol, tanto do ar-
magiio d'acocomode baleia.a 2,000 ; len
eos de seda de cores, a 1,500 ; luins de li-
nho azul o de cores, a 300 o covado ; cha-
les de chita, a 500 e 640 ohila para colier-
la, a 160 o cova 10; e outra muilas l'azen-
las, que se deixam de annuuciar para n3o
oceupar tem.io.
Vljodo para saceos. fei
/ Vonde-se muito boa algo 100 para fe
sfccoa de assucar, por preco comino- #V.
Hoyle,
<4
do : em casa de Ricardo
rua da Cadeia n. 37.
na
Tinta para escrever.
Vende-se excellente tinta para escrever,
em frascos de mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasco : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia.
Vende-se urna escrava cozinheira, s*-
dia e sem vicios, o que se afianca, assim co-
Ardos le ferro,
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americano
com cambao de sicupira e brucos
de ferro : na fundicao da rua do
Brum ns. G, 8 e 10,
Cimento.
Vendem-se barricas com cimento, pro-
[ii 10 para qualquer obra que possa reco-
der agua, assim como para aljeroz n Ira-
yeiras, prximamente ebegado de llam-
luirgo, tanilieni se vendem as meias barri-
cas por prego commo.io : airas do theatro,
trmazem de tabnas de inho, a fallar ernu
loaqiiim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
Iii.mi Matlieus.
Roga-se aos Srs. fresuezes lo ba-
rato pie leiam o seguinte
aniiiincio.
Vende-se brim de quadros de linho, a
320 rs. o covado ; riscado de linho, a 220 rs.
o covado ; dito de algodo, a 180 rs. o co-
vado ; peclo muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs o covado; canoros
muito encorpados, a 280 rs. o covado;
brim transa 10 branco de linho, a 1,9211 rs.
ocite;di!o escuro, a 1,600 rs. o dito ;
esguiSo de algodSu de 12 jardas, a 2,400 rs.
a 1 cea ; cortos de fusiflo, a 560 rs. ; cober-
tores escuro de algodilo, grandes, a 720
rs. ; cassa preta, a 120 rs. o covado ; cbila
de cores lixas, a 160 e 180 rs. o covado 1 na
rua do Ciespo o. 6, ao p do UmpeSo.
Cheguem a pechincha que se ts'
acabando.
Vondom-se rologios americnos, proprio
para cima do moza, muito bous regulado-
res, e por prero muito commodo, para ehe-
garem aos pob es : na rua do Trapixc 11.
8, e na rua das Agoasverdes n. 62.
-- Vende-se cubre em folha para forro,
m casa de James Crablreo & C na rua da
Cruz.
Vende-se a verdadeira graixa n. 97 em
casa Je James Crablree & C. na rua da
Cruz.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na botica da rua do Rosario Larga n.
42, vende-se bilhetes inteiros, o meios, cu-
Jal rodas andflo no da 28 de fevereiro.
Lotera de L S. do Livramento.
.Na botica da rua do Rosario Estrella 11.
10, vendem-se bilhetes inteiros, e meios,
mais baratos que em oulra qualquer par-
te, cujas rojas aidSo no da 28 de feve-
reiro.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na loja de fazendas debaixo do arco
da Conceico n. 6, vendem-se bilhetes in-
l' iros, e meios, cuj^s rodas andSo no dia
28 da lrv. ini .1.
Vende-se mnito nova fari-
nha de anta Catharina : a bordo
do brigue Sagitario, fundeado
defronte do trem, por preco mul-
to commodo.
Itap Paulo Cordeirodo I\io de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recentemente :]
vende-se na ruada Cadeia do Recite, loja
n. 50, de Cunta & Ainurim.
Lnroa b., ratos.
No Atierro da boa-visia, loja n. 54; na
rua tstroila do Rosario, loja n.l5 ede
fronte do trapich- novo, casa n. 6, ha a
venda as seguintes -publicaies :
Memorias de um Donio por Lopes de Mon-
donga ; Leitura Repentina, por Ciatilhoj
Culos ao 8er9o, por Ribeiro de Sa; o Preso
polo dito; Curso A'Instrucgo da Historia
(tatural j Poesas del). Luiz Riverac; Re-
vista Militar contendo os conhecimentos
necessarios a esta nobre classe; Elemen-
tal de aritbmelica; Jornal das bollas ar-
tes; Almanaks populares; Vista do Cerco
do Porto; Cartas da India eChina; Duas
Dianas, romance de A. Do.nas ; Panorama
de Lisboa ; A SemaiM, jornal acienlilico : o
Thenue, dito ; Revista Universal Lisbonen-
se, dilo; Universo Pito.esco, dilo; Vistas
de magmlicos edilicios ; Retratos du pea-
soas celebres.
Deposito de cal virgem e potassa.
Cunha & Arnorim, na ruada Cadeia do
Recifn n. 50, vendem cal virgem em pelra,
chegado polo ultimo navio de LishOa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos'prego do
quecm outra qualquer parte.
Vendem-se escravos bara
tos como seja 3 negrotas de i\ an
nos ; 6 pretas mocas de bonitas (i
guras e com algumas habilidades ;
2 pretas ptimas quitandeiras, de
3o annos ; 1 dita quecozinha mui-
to bem, por preco muito em con-
ta ; 5 pretos mocos, ptimos para
qualquer servicu ; i mulatinho de
i5 annos ; i preto que entendede
fazersabao, por j ter trabalhado
em urna grande fabrica no Mara-
nhaa : na rua das Larangeiras n.
l4 segundo andar.
- Chapeos de moia a 5,5oo rs.
Na loja de seis portas, em frente do Li-
vramento, vendem-se chapeos de mola, a
5,500 rs de boa qualidade.
Fil bordado a l,toors. a vara.
Vende-se fil de cores bordado, proprio
para mantelete e vestidos, pelo modicp
prego do 1,600 rs. a vara : na loja de seis
portas, em frente do Livramento.
Ao< 5:ooo,ooo rcis.
Vendem-se a 5 500 rs. meios bilhetes da
loteria do Livramento, cujas rodas andam
infalivelmente no da 28 do crrante: na
praga da Roa Vista, botica n. 32.
Aos 5:ooo.opo rcis.
Vendem-se meios bilhetes da loteria a fi
vor das obras da igreja u N. S. do Livra-
mento, que corre, a 5,500 rs. no Aterro
da Boa Vista, loja de calgado n. 58.
Vendem-se, por preci eom-
modo, no armazem de Dias Fer-
reira, no caes da Alfandega, os se-
guintes gneros : potassa em bar-
riquinhas muito nova, fumo em
folhi a r,i capa e milo de chato-
t s, chocolate de Lisboa e fari-
nha de mandioca muito superaor,
chegada a poucos dias do lio de
Janeiro : tra'a-se no.mesmo ar-
mazem, ou com Novae& 6k Com
panhia, na rita do Trapiche n. 3$.
A a4o rs. o covado. w
* Vendem-se chitas francezas finas, ^
f? de padro, miudinhos e cores lixas, 9
t) po barato prego de 210 rs. o cova- i
do: na rua do Crespo, loja de qua- <
*> tro portas n. 12. lasocs de appellacao
interposla pelo l)r. Filippo Lopes Netto da
decisflo do j iry para a relagilo do distric-
to, com obsoivagds sobre o accordSo, que
conlirmou a ilecisao appellada pelo Dr. Ma-
nuel Menes Ua Cunha Azovedo, 1 vol. por
1,000 : no paleo do UOllego, Casa do Livro
Azul.
Vende-se urna escrava de nag3o, mo-
ga e boa quitandeira, que lava e cozinha
alguma cousa : na rua d'Apollo n. 27, so-
gumlo andar.
--C J. Astley & Companhia teem para
vender, em seu armazem, na rua do Trapi-
che n. 3, zincoem folha, proprio para forro
do navios e cobertas de casas, leudo tanta
consistencia como a folha de cobro, o pela
terca parle iln prego ; assim como folhas do
niesmo metal furadas, as quaes leem appli-
cagSo |ia a differonles ohjectos.
- Vendem-se dous sellins mglezes novos,
sem uso algum e com tolos os pertences,
son lo um para montara de senhora, .obra
mullo rica, e oulro para homem na rua da
Cadeia de Sanio Antonio n. 25.
Vasos.
Vendem-se vasos de vidro de cores, de
diversos tamanhos, a 2,000 e a 5,000 rs. o
par: no Aterro da lloa Vista, defroule da
bonecra, n. 14.
Sapatoes de lustro.
Vcndem-s sapatoes de bezerro de lustro
a 4,000 e a 3,500 rs., muito bem foitos : no
Aterro da lloa Vista, loja de calgado n. 58,
junto ao selleiro.
-- Vende-se fazenda de palba da India,
muilopropria para jaquetas e palitos, a 120
rs. o covado : na rua du Crespo n. 23.
Vende-se ufha preta moga, que engom-
ma, coso, e he perfeila cozinheira e vende-
deira de rua : na rua larga do Rozario, lo-
ja n. 35.
Vendo-se na loja nova na rua do Crespo
n. 10 de J. L. de B.Tahorda superiores corles
do casemira france/a de lindos padrOes pe-
lo barato prego de 7,000 e 7,500 rs., ditos
de meia dita a 3,500 e 4,000 rs., riscados
i'iam /es a 280 rs. o cavado, leogos de se-
da com franja, {tara senhora, bonitos pa-
drOes e superiores qualidades a 4,000 rs
chapeos de sol de seda para scobora a 4,001
rs., ditos i ara homem, pretos ede cores a
6,800, e lengos depura seda a 1,700, 1,800
2,000, e 2.210 rs ; superiores mantas de
seda do ultia o gusto a 13,000 e a 14 000
rs., chales de cadago a 1,300 e 1,400 rs. ;
corte de cambraia de seda tambem do ul-
timo goslo 10,000 11,000 e 12.000 r., e
outras muilas lazendas de superiores qua-
lidades, que so vendem por diminuios pre-
gos.
Vende-seo engenho Amparo, na fre-
guozia de Santo Anulo do termo da Victo-
ria, moeiite e corrente, com boas maltas,
cercado espagoso, tetras bem productivas
para todo o genero de lavouras, e especial-
mente de caimas, de que se pode safrejur
anualmente mais de dous mil piles de as-
sucar, sendo actualmente deanimaes, mas
com todas as proporgOes e oplimos lugares
para se formar d'agoa, com u.oenda nova e
todos os demais preparo. Tambem se ven-
de urna propriodade de trras contiguas ao
engenho Moclo, confinante com o Amparo,
leudo em urna listada meia legoa, e as
oulra menos alguma cousa, como se far
conliecer dos lilulos respectivos, com ma-
las, oplimes vargens, e as melhores propor-
eOes para se construir engenho d'agoa
Igualmente arrenda-se por tempo conveni-
com agudes abundantsimos, d'agoa, com
varias casis o sitios de lavradores, grandes
cercados, em partes de vallada : qunm pre-
tender urna ou outra cousa, dirija-se ao
mesmo engenho Mocot, na fregunzia de
Santo Antto, ou a Jos- da Silva Loyo, na
rua da Cruz do Recife, coofronte o chafa-
rjz, ou na rua da Cadela de Santo Antonio,
casa n. 10, confronte o theatro de S. Fran-
cisco.
Pentes de tartaruga para marrafas.
Vonil 'in-se superiores pentes de tartaru-
ga para marrafas, a 800 o par : na rus do
Quei.nado, loja.de miudezas, junto a de co-
ra n. 33.
--Vendem-secaixas com charutos de 50
a 100, os melhores de S. Felit: na rua da
Cadeia do Recife n. 15,
Luvas de pellica para senhoras.
Vendem-sa snperiores luvas de pellica
para senhora e para homem, a 1,000 rs. o
par : na rua do Queimado, loja de miude-
zas, juoto de cera n. 33.
Vendem-se meios bilhetes da loteria do
N. S. do Livramento, a 5,500 i na rua do
Cabng, loja de miudezas n. 9, junto de
ourlves.
' a,ooi rs. para a pobreza.
Vende-se excellente farinha do mandioca,
recentemente chegada de Santa Catharina,
em boas saccas novas de bom algodflozi-
niio : na praga da Roa Vista, venda de Joa-
qun! de Paula Lopes n. 18 : approveitom a
occasiSo antes quoapparega o especulador
para a usura.
Na rua do Livramento n. 10,
vendem-se superiores cambraia da India d
cors, proprias para vestidos de senhoras,
pelo diminuto prego da 320 rs. o covado ;
assim como chitas de riquissimos padrOes,
240, 280 e 300 rs. o covado, sen lo essas
quasi urna seda ; casemiras do ultimo gos-
io. pro-.irias para a rapaziada ir a festa de
S. PantaleSo no Monteiro, a. qual s com es-
tas casemiras podar se tornar mais bri-
Ihante ; lengos de seda para grvalas, a
2,000 rs.; e outras muitas fazendas, que sa-
rao annunciadas empresenga dos fregue-
zes, pois do contrario seus pregos ciusa-
riam admirago ao publico.
Luvas pretas le torgal.
Vendem-se superiores luvas pretas de
trogal, tanto para senhora como parame-
ninas, pelo baratissimo prego de l,o00 rs.
o par: na rua do Queimado loja do miude-
zas junto a de cera n 33.
f>rnvatas le mola.
Vendem-se superiores grvalas de mola
oelo diminuto prego de 2,000 rs. e 1,600 rs.:
na rua do Queimado loja de miudezas Junto
a de cera n. 33.
oti jotos para mesa.
Vendem-se ricos jarros de porcelana dou-
rados, em ponto pequeo, a 1,600 rs. o par:
e outras e,i 1 ungas de diderentes goslos tam-
bem muiio baratas : na rua do Queimado
loja de miudezas junio a de cera n. 33.
t 'arla francezas para vol trete
Vendem-se finissimas cartas francezas
para vollarete : na rua do Queimado loja de
miudezas junt a de cera o. 33.
Vende-se um carro de quatro rodas,
muito levo, eque da commodo para qua-
tro pessoas, e por isso mui proprio para
quatro Srs. esludantes, que queiram ir
muida todos os ''S : na cocheira do Fran-
gois, becco do Capim.
Ao resto da pechincha.
Na rua do Queimado, loja n. 17, vende-
se um resto de cambraias de 15a abertas, q>
Ululadas Huizarin cados, a 360 rs. o cova lo ; e outras fazen-
das por diminuto prego.
Fil de linho preto.
Na rua do Queimado, loja n. 17, vende-se
fil preto lavrado para manteletes, a 2, 3 e
4,000 rs a vara.
Gantois l'ailliet .\ Companhia.P
Coutinua-se a vender no deposito |
I; geral da rua da Cruz n. 52, o excel- *
S lonlee bem conceituado rap areia $1
Ai preta da fabrica de Gantois Pailhet & |
H Companhia da Baha, em grandes e
fS pequelas porgues pelo prego oslabe-
te *mmmmmm wwwimwi
CIDAPDEPARLS.
I ^ J>E 7." II
Itua do Collegio n. I\.
Neste estabeleeimento se encontrar soml
pre o mesmo sorlimento de chapos de so-
ja annunciados, assim como sedas e pannos
em pega para as armagrs servidas, baleias
para vestidos e espartilhos de senhoras.
Conoc ta-se toda a qualidade de ella peos de
sol, tudo por menos prego do que em outra
qnalquor parto.
Vendcm-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. 3.
Vende-se um rico e excellente piano
de Jacaranda por prego muito rasoavel : a
entender-se com o corretor Miguel Car-
netro.
Vende-se um proto criouloainda mo-
go, boa figura, sem vicios nein achaques de
qualidade alguma, vende-se por seu dono
querer retirar-se : na rua dos Marlyrios uu-
mero 18.
Vende-se urna preta crioula de 2S an-
nos com algumas habilidades : quem a pre-
tender, dinja-se a rua da Soledade ( sahin-
do pela traversa) n. 5, que achara coa.
quem tratar.
Vende-se um escravo de 18 annos, de
bonita figura, quecozinha eengomma per-
feitamente : no becco dos Marlyrios, conti-
guo a casa n. 3 ; a Iveite-so, poim, que s
se venda para o mato.
Vende-se utu cavallo, grande, rugo-
cardSo, bonito, rsquipador, com bons an-
dares e muito novo : a tratar na rua do
Queimado ti. 27, priineiro andar.
Cheguem ao barato.
No Passeio Publico n. 11, loja de Fermia-
eutd o engenho Mocot, moente e corrente, I no Jos Itodrgues Ferreira, vendem-se pe-
a^ajgp.*HamuabgaivhqUu <^b
gas do algodSozinho muito eocorpado, com
um pequeo toque de avaria.ao prego do
2,000 rs. a pega.
Camisa* le meia Vendem-so camisas da meias de muito
bonitas cores, pelo baratissimo prego de
1,200 rs.: na rua do Queiuiado loja de miu-
dezas junio a de cera n. 32.
Guia da guarda nacional
completa, com todos esclarecimentos neces-
sarios para bem de'sempenhar estes deve-
res : vende-se nadoja de livros do pateo do
Collegio n. 6, de Joflo da Costa Dourado,
por 2,000 rs. cada exemplar.
Continua-se a vender milbo em saccas :
no Becco Largo do Recife, >enJa que rolla
para a Senzalla Nova.
Sortimento barato.
Vendem-sa ja/ras mui bem feitas, resfrii-
dores, quartinhas, moringues, copos, gar-
rafas brancas para resfriar agoa, louca vi-
drada, alguidares, panellas, cagarolas com
cabos, baaios para ensinar meninos a an-
dar, ditos para coatura e ditos para com-
pras : na rua da Cadeia do Recita n. 8.
Escravos fgidos.
Desappareceu no dia 6 do corrate urna
pardinha de nome Collecta, ida le 12 a 13
annos, magra, bons denles, porm um
quebrado na frente, faltas de cabello! na
cabega do sarnas que teve, signal de um
golpe em um dos pulsos, levou vest lo de
algodSo trancapo asul de lislras, e panno
da Costa usado 1 as autoridades policiaes,
o capiioes de campo, roga-se a sua captura,
e entrega no caes da alfandega, armazem
numero 5.
-- Desappareceu na noite do dia 6 do
corrento urna escrava parda de nome Luiz ,
idade pouco mais ou menos 30 annos, ro-
bellos corredissos, porm cortados, rosto
redondo, barriguda que parece estar paja-
da, maos bstanlos leas e algumas unhas
muito negras que parecem ter sido pisadas,
os ps muito esparralhados e fcio e algu-
ma cousa irregular, levou alm da roupa
vestida, um sacco ou trouxa, dous flos da
contas brancas ao pescogo, assim como um
rozario tambem branco, chales de chita
asul j desbotada, usa de camisa de cabe-
go : quem a aprehender e leva-la na
rua do Queimado, loja n. 9, seri recom-
pensado generosamente.
wmmmmtwHMWwwwmwm'Bw
t U mulalinho Agostinho
fgido.
$ Na noite de 11 para is do
|f passado ausentou-se o es-
m cravo Agostinho, pardo a-
I caboclado, cabellos pretos e
I lisos, ps grandes com os de-
dos grandes grossos e camba-
I dos para dentro ; he filho do
I sertao, muito lallador e fio -
ta: roga-se as autoridades
' policiaes, capitaes de eatn-
! po, assim como a toda e
tqnalquer pessoa qne o en-
contrar, de prende-lo e con-
fe duzi-lo a seu senhor fien-
S to Jos Taveira, na rua da
Cruz n. 20, que nao s paga-
r todas as despezas, como
offerece urna generosa re-
compensa a quem o trouxer.
iimmmmmmmmm-.mmmmwmmif 1
Fugio no dia 24 do corrente do enge-
nho Tapera, sito na froguezia de Ja boa tilo,
o escravo de nome Jos, de nagSo Nag,
cojo sinaes caractersticos silo os seguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, com falta de denles, ros-
to tal hado, ps giossos, representa ter de
idade 30 annos, he muito ladino; avista
do exposto recommenda-se aos eapitaes de
campo a captura do dito escravo, pelo que
serflo generosamente gratificados.
-- Oesapparoceu, no dia 16 do corrente, o
pardo Raymundo, remottido pelo Sr. Joa-
quim Jos Barboza( do Ceara ) no ultimo
vapor, com os signaos seguinles : baixo. Ca-
bello bastante grande e corrido ; levou cai-
ga de Illa, camisa de algodilo branco, cha-
peo de palha e urna porg0o de roupa em-
hrulhada em um lengoencarnado ; he unii-
to de suppnr que nSo seguissa ainda o ca-
minho do sertSo por doli tor pouco conhe-
cimento, e mesmo s se se enconrou com
alguna camaradas: roga-e, porlanlo, as
autoi idades policiaes a captura do mesmo*,
bem como pessoas do povo e capitAes de
campo a quem se gratificar generosamen-
te, na rua da Cruz n 33.
Thomai.
No dia 13 do mez passado ausentou-se da
casa doSr. W. Raymond, no Recife, o es-
cravo de nome Thomaz, que alli eslava alu-
nado ; e como at agora nao tenha aepare-
eido, roga-se s autoridades policiaes ba-
ja ni de o mandar peear e entregar a seus
sonhores, na rua do AragSo n. 12, segundo
andar. O escravo tem ossignaes seguintes :
estatgra ordinaria, bom preto, olhos fuma-
centos, cabega comprida para tras, pernas
zambias e ps chatos, equando anda pisa
quasi sobre os tornozellos ; ha poucos dias
foi encontrado no chafan/ do paleo do
Cerno,
25 ooo rs. de gratificagSn a quem pren-
der o proto crioulo do nome Paulo, altura
menos que regular, grosso e espaduado,
bem preto, e at dos b> igos, bons denles,
bastante barba, com urna marra fulla em
orna das mogas do rosto, ps largse apa-
Ihetados, em urna das pernas tom tros ta-
Ihos ; consta que mu lem andado aqui pelo Recife trabalhando
de sei vente de pedreiro, e pelo Manguinho,
l'onte de, l'clioi e Tamami-ira, anda cons-
tantemente a fumar, e he muito regrisla ;
ost fgido desdo 4 do corrente, e ainda
conserva a roupa com que sahio, que foi
lea azul de algodo trangado, camisa
branca, e bonete ; quem o aprehender con-
luza-o rua da Unio, quarta casa do lado
do nascente; ou a roa da Aurora n. 52, loja
de marcioeiro.
Pr.v. n\Tvp.1)f, M.F.dr V/kiv *


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