Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06326


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Full Text
Anno XXVII
Quarta-feira 19
PARTIDAS DOS CORRE IOS.
Golanna c Parahib, s segundas e sextas fpiras.
Rio Gr.indc-do-Nurte, todas as quiulas feira ao
ini'io-iiia.
Garanhuus p llonito, a 8 e :>'l.
Ba-Visla e Flores, n 13 e 2d.
Victoria, as ([mu is fcitas.
ada, todos us di.ie.
Piusas di loa.
tPHEnmlDU.
Nova, a 1, as 3 h. eW m. da m.
Cresc. a 9. as (I h. e30 Chela, a 10, as I h. e 9 m. da ni.
Mu:;, a 22, s 7 h. e 19 ai. da i.
PatAMAR DE HOJE.
Prlmelra s 7 horas e 1! minutos da ni.mlifu.
Segunda s 8 boras e 6 luiuutus da larde.
de Fevereirode 1851.
N. 41.
das da sznaiva.
17 Seg. 8. Silvio. Aud. do I. dos o-f. c m. da 1 v.
18 Tero. S.Shcotouio. Aud. da Chae. d> J. da
-.;! i varado c. e dos fritos da fi/.enda.
i9 Ouart S. Conrado. Aud. do J da 2. vara.
2) iiiiii. s, F.leuteiio. AuJ. do J. doi orf. edo m
da primeira vara.
MEOODAaOBScmpgXo. 21 Seu. S. Maxiuiiano. Aud. do J. da 1. v. docivel,
Por tres meses fadianlados) 4^000 e dus lejos da l'aiend).
Por seis metes s.-mn 22 >..l> 3. ilargirida c Jovita. AuJ. da Ch. e do J.
Por um auno 15/UO da 2. Tirad civel.
_________[23 Duni. da Sexagsima. Lzaro.
MSLjfuatBrgT' jsiiiii'imissBagawwsWL 'ihjhwC
CAMBIO DE 18 E PEVDnEtriO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/0 rs. 00 das.
r l'aris. 321 |ir fr.
Lisboa. 85 a 90 MlrM
Ouro. Oncas lie*p-nholaJ .... zsuOO a 26/Tiufl
MoCiiasdelilOOvellias. lOOO a IIMU0
de aeiu.1 uovas 10>0II0 a ll3200
de 4i00..'..... WuO a 9/nii
Prata.Pataces brasileiro..... l/fiiO a MJM0
Peso, columbarios..... 1/920 a 1/Hl
Ditos mexicanos........ 1/bSO a 1/700
.i Sil
MvSMBaMMsnssflMBafcSSBBMNBMassaBMnvaMaHPMHBaBar.i''-*-"''
RIO 0
i'...ja&aKXt
1*B
si i1 ni ni iTii ii '! nniwsji i"i y sasri g-g.iwiaau la
V
'C'-'-j
pmn oFFicnt.
-e
N. 2. LegacSo Rrilannica. -- Rio d
Janeiro 11 de Janeiro de 1851.
Exm 5r.--Tendo passado no parlamento
Brasileiro, e sido sanecionada porS. M. o
Imperador 0. Pedro, a lei contra o trafico
de Africanos, de 4 de setemhro ultimo, as
autoridades civis e militares da rainha nes-
te paiz estavam no sen direito, de esperar
que ogoverno brasileirn, cuja mlssfio he de
cumprir a vontade e H imperial, puzesse
effectivamente em execucSo contra os trafi-
cantes de carne humana aquella lei e a de 7
de novembro de 1831.
Tcndo medito V. Exc. em 13 de julho ,
que nSo teria duvida de por a navegaqfic do
vosso paiz debsixo da proteccSo de urna
bandeira estrangera, se os navios negr-eiros
fossem apprehendidos pelos de S. M. as
agnas hrasileiras de accordo com as estipu-
lacAes de um tratado.
E tendo eu dito que se V. Exc. fizesse
executar as vossas proprias leis contra os
traficintps de escravos, sem favores ou par-
cialidades, tomara eu sobre mi-n a grave
responsabilidade de recommendar a sus-
pensSo dasordens, para capturar os navios
empregidos no trafico em vossos portse
mares.
Depois de haver reduzidoa escripto esse
compromisso, (leamos oa intelligencia, V
Exc. eu, de que a vontade e lei imperial se-
rum fiel e devidamenle executadas.
Que nfin haveila conletnplafSo alguma
com os traficantes de carne humana.
Que o trafico de escravos, esta maldicSo
para o Brasil, e deshonra para o nossn se-
culo, cossaria no imperio pela accSo da
atitorldade publica, islo he, de V. Excede
seus collegas, guardas da honra desta na-
rjflo, e os que praticameiile explicatn eexe-
cutam suas leis.
Pergunto agora a V. Exc. qtial de nos tem
guardado, e qual deixou de observar aquel-
lo compromiiaso ?
Este aasumpto he serio. NSo he simples-
mente urna questS de compressSo exercida
sobre um pequeo bando de piratas e la-
diOes, que, por tneio de alguma misteriosa
agencia, permitte-se que fxQ*m do Brasil
seu quarlel genetal ; mas sun se os servi-
dores dascoifS da CtS-llrclanha edo Bra-
sil respectivamente lem frito o seu dever
E com a quesiSo que loo sobrevem refe-
re-se s condicOi-. com que consent em to-
mar sobre mim a resposabilidade de sus-
pender asordensde que se trata, he justo
que examiemos o compromisso em quo
entrei coro V. Exc.
As leis deste imperio e o Irat'do entre
a (rfia-B'Ptanha e o Brasil para a repressilo
do trauco de escravos, ohrjgaram a V. Exc.
a faz-lo cessar sendo feto por qualquerlcarrevampnios do Astro, Sagaz e Julia, Ca-
na l'.ahia por tentar infringir a lei di navo-
gacio, a municipal do imperio eosregula-
mentos do porto da Baha : sea intento era
urna msnifesta violceo daquellas leisere-
gulamentos; sua carga o preparos clara-
mente destinados ao trafico para que podes-
se Iludir a vigilancia e fugir a punicSo.
Qual porm o motivo porque nflo sSo os
outros navios e seus proprietsrios sujeitos
a um sen elhanti; processo '!
V. Exc. sabe que no dia 6 do correte um
grande navio, o Indgena, largou este porto
efoi fra dflllaappreendido : tinha promp-
ta urna coberta para escravos, e o seu vasi-
Ihame, repartimentos e escotilhas cora xa-
drezes, eram dos queso usam os barcos ne-
greiros. NSo se procurou faz-lo examinar
oelas autoridades neste porto, ou indagar
sobre a natureza dos preparativos que ti-
nha a bordo.
Em segundo lugar flcou entendido que
todos os Africanos desembarcados no Brasil
depois do accordo que houve entre mime
V. Exc. seriam apprehendidos pela sutori-
dade publica
V. Exc na verdade mandou um agente a
Liberia para saber se aquelle estado con-
sentir em receber Africanos que tem sido
illegalmento importados no Brasil, com a
condicSo, segundo entend hontem do V.
Exc, de que a Liberia pagasseasdespezas
do transporte daquelles Africanos. condi-
cSo que creio ser um impossivel, attenden-
do-seaos recursos da Liberia, e data de
sua existencia como estado independente.
V. Exc, porm, sabe que para maisde
5,000 escravos africanos tem sido introdu-
zidos nesla e as provincias visinhss de-
pois do accordo de 13 de julho, e que as au-
toridades apenas apprehHmleram 23, po to
que a frga militar que foi mandada para
os apnrehender viesse a estar a 3|i da urna
legua de distanria de grande porcSndelles,
como aconleceu na fazenda pertoncente
Craca, en Manguinhos, como he notorio,
qual ochefe de polica desta provincia des-
creveem sen rea torio odleial nSo se desti-
nar senSo a receber os Africanos importa-
dos illegalmente e na Knzenda da Cnncei-
cSo pertencentes a Brpves, que he situada
3|*de urna legoa do Sscco de Mangarati-
ha ondea fo'^< policial desembarcou para
capturar os Af icauos do Eitltnundo e Carne
Secca.
V Exc. tem sem duvida ouvido dizer que,
posto teiiln sido C.t.,qi denunciado pelo c'ie
fe de polina oesla provincia como trans-
gressordas leis imperiaes, nenlium proces-
so tem sido ou est para ser encelado contra
elle.
A niesma immunidade he concedida a
Brpvps.
Alm destes, ahi estSo os propietarios,
carregadores e traficantes complicados nos
maneira ; mas, alm deste motivo para as-
sn.'i i-roceder, bavia tatnbom o compromis-
o cima refeiido.
Segundo esto compromisso, do dia 13 de
julho ultimo ficou entendido:
1.* Que V. Exc. aprrsenlaria ao Parlarren-
lo biasileiro um projeclo de lei que habili-
tasse o governo imperial para entregar
justica os navios e pessoas embregadas no
trafico.
2." Que as penas que tivessem por fim
prevenir o equi,.amemo de navios para o
trafico seriara augmentadas, e que una fian
ca mais pesada seria exigida dos navios des-
tinados para viagens Afira.
3. Que seriam adondas medidas para pre-
venir que navios costeiroa levem de um
para oulro porto arligos destinados para o
cquipamento das emharcaOes negreiras e
que prestaran) elles urna caucho de seren
licitas a suas viagens, e legal o uso de taes
artigos suspeitos que possam levara bordo.
4. Que o trafico cessana quando o gover-
no imperial se achasse armado com os po-
deres que V. Exc. pretenda pedir ao Par-
lamento brasileiro.
Taes eram os principaes artigos do com-
promisso com que entrei cora V. Exc., ha
agora seis me/es, e que foi seguido dos dis-
cursos de V. Exc. na cmara dos deputa-
dos e no senado, da passagem da lei de 4 de
selembro, e daquellas seguranzas relativas
repressfio do trafico, segundo os desejos
de V. Exc. remetti ao meu governo.
Tenho agora de considerar e de fazer ver
em que V. Exc deixou de se conformar com
as vossag proprias leis, com o espirito e in-
tento de dosso mutuo ciiiiiproinisso, e com
O tratado de 1826.
Em primoiro lugar conconlou-se em que
todos os navios preparados para o trafico
de escravos nos po' i es ou mares brasileiros,
seriam apprehendidos pela autoridade pu-
blica do Brasil.
Tenho-rae visto no dever, depois que en
tre comV. Exc.no ajuste de que se traa,
de 13 de julho de chamar mais de urna vez
e publicamente a attencSodeV. Exc. para
o iiutuero de navios ne'greiros que chegara
e saliera da Baha, e para a pennissao que
notoriamente se Ibes concede de prusegui-
rcm um seu trafico llltcilo.
Sele navios se aciiam neste momento pre-
parando ou estilo preparados na Babia para
o trafico, e soienle esperam a retirada de
um dos navios de S AL, ora ali estacionados,
para parlirem para suas vi>gens i Ilcitas.
Dose barracOes, onde Africanos sao pu-
blicarme expostos venda, exislem em
plena actividade dentro e perto da Babia.
A autoridade publica nada fez para acabar
coro elles e resliiuir os Africanos ali exis-
tentes aquella librdadea que lera direito
pela le, e para perseguir seus donos pela
grave e flagrante violceo das leis tnipe-
riaes e obrigac,des inleruaciouaes.
Um navio, be verdade, foi condemntdo
Io, Edelumdo, Tres Amigos e t/ecnor, os
quaes sSo todos befln conoecidos.
V. Exc. informou-me hontem que o go-
verno imperial resolver mandar sahir um
padeiro sardo, de nome Parelio, deste paiz,
por ser um estrangeiro que noloriau.ente se
so prega no tiaucode escravos. Entretanto,
os proprietanos dos navios Degreiroa que
mencionci a V. Exc. sSo tambem lo ios .-.s
trnngeiros, lodos tSo criminosos con o esse
miseravel padeiio, e igualmente sujeites a
ac^So das leis hrasileiras, enfiomeconst
que teniia o governo imperial inlencSude
puni-los.
V. Exc. nSo pode cortamente consentir
que homens como Valencio e l'rugoni, no-
torios traficantes de escravos, ambos sus-
os traficantes, e que tem prodnzido tima
repressSo temporaria ; mas, removida a
compressSo, vemos que tornando-so ante-
rior apathica indifferenc pelas estimilacdes
das lis e dos tratados, vira urna correspon-
dente reacQSo da parle dos traficantes.
V. Exc, considerando o procedimento
das autoridades de S. M- neste paiz, ver
que em nenhum caso desviaram-se ellas da
lettra e espirito do ajuste em que entrei
com V. Exo. em 13 de jiriho,
O vice-almirante e en, procurando con-
sultar os desejos do gabinete imperial, con-
cordamos em toraBr sobre nos urna immen
sa responsabilidade ; mas como vemos que
aquelle nosso procedimento ou nio sa apre-
cia, ou he mal interpretado, e tem sido bal-
dados o nosso esforcos para induziro go-
verno do Imperador a razar curr prir de mo-
tuo propino as SUs mesrnas leis, a vontade
do seo soberano e as obrigac/Ses quo tem
pelos seos tratados,nenhuma oulra linlia de
conducta no9 resta, consistente com o nos-
so dever, senSo reassumir aquelle procedi-
mento que esperavamos, a bcqSo do gabi-
nete imperial torna-se desnecessara, e
cumpre-me porlanto declarara V. Exc. que
cessa a suspensSo provisoria das ordens
para aprenhender navios negreiros, era
conformi lade com o espirito e lettra do tra-
tado de 1826.
Aproyeito-me desta occasSo para reite-
rar a V. Exc. a seguranza de minha alta es-
tima e distincta considerado
A. S Exc o Sr. Paulino Jos Soares de
Souza, ministro espr.retario de estado dos
negocios estrangeiros, etc., etc., etc.
Jnm'S liudson. ii
Commando das armas.
Quarlel do commando das armat na citlade do
Uecife, em 10 de (enereiro dt 1851.
OKDEM OU DIA N. 43.
0 coronel commandante das armts, ten-
do em consi loracSo que o Sr. cadete do se-
gundo batalhSo de oteadores Manoel liioni-
ziodeSiuza, sohre ser cavalleiro da impe-
rial or lem do Cruzeiro, por sericos rele-
vantes prestados em campanba na provin-
cia deS. Pedro do llio Grande do lu, lera
exemplar Conducta, e as precisas habilita-
ces para fazer o servico de offi'ial, deter-
mina quo o final de sua ordeni do da 8 do
correte srth n H,$* niloe iten la cora o re-
ferido Sr. cadete, que continua como d'ao-
le a servir como subalterno.
Jo*/ fcente de Amnrim llezerra.
Externan.
A SITUACAO DO RIO DA PRAT4.
Montevideo. 14 de Janeiro de 1851
Nenhuma novidadp na poltica ou na guerra
[vinos em Montevideo desde a partida do ulti-
mo paquete para a Kurop i Coiniiido, as no-
ticias recebidas ltimamente, dando-nos fun-
dadas esperanzas de que o tratado negociad
pelo almirante Le Prdour aera repelllo pela
assembla franceza, fortalecern! a decio dos
drfensorps da praca e a confianca do povo.
E esta espera 119a he lisongeira nao sopara
nos, senao tanibpin para o crescido numero de
cidadaos c residenlesorienlacs.qiie leudo emi-
grado por causa da guerra nenhum oulro uieio
vm para o restabeleciinpnto solido da pal. He
lisongeira tambem para os habitantes do Cer-
rilo e de todos os pontos dominados por Oribe,
porque all se sent pralicamente a oppressao.
a miseria e a degradaco que produ/. o ayate
ma de Rosas, alimentadas j ueste pai pelo
seu obsequioso subdito o intitulado presidente
legal, t ni.lmenle, os que com nuil ardor de-
srj 111M1111.1 complicacaii pode'osa, que avive e
termine radicalmente a guerra actual, sao os
peitos de bavercm Se empregado no assas- proprlot residentes _de Kuenos Ayres. porque
sinalo do subditos de S. M e um delles for-
lemente suspeilo de ler Wto fogo sobre a
bandeira de S. M. era Paranagu, continuo
livremente no Brasil.
Esse corrupto magistrado Mala, deGua-
rapraim, nunca receben, que me conste, a
oais leve censura ou castigo pelo seu pro-
c dimento em permiltir, que o notorio na-
vio negreiro Feliceira, se proparassa para o
trafico de escravos, ou por haver feto fogo
sohre os botes do vapor Harpye S. N., de-
pois de ler dado sua palavra de honra de
quo a Feiticeira seria posta disposicSo do
Igoverno imperial, e processados seus pro-
prietsrios como infractores das leis deste
paiz-
5. V. Exc. e eu ficamos entendendo, e
conviemos em que os barrarfles ou depsi-
tos para a venda de Africanos, seriam fe-
chados pelas competentes autoridades, V.
Exc- nao pode ignorar que existem depsi-
tos para ease fim em Cabo Fro, ArmacSo,
Itio de S J0S0, Rio das Ostras, Macah,
Campos, Manguinhos, Piume, Mararabaia,
Mangaratiba l)ous Ros, Marabucaba, Fa-
zenda do Algrete, Itabalinga, Sombro e
Pereque.
6. Accordou-se que se tomaran) as con-
venientes cauteilas para pievinir o empre-
go de navios costeiros no trafico de es-
cravos.
O recente julgamento da Amelia em Per-
naoibuco, pt^w- extensSo com que issose
pralica, oip ultimas inroitnaeges mostram
que neiihuOi obstculo se Ihe oppoe, espe-
cialmente da Babia ao longo da costa das
AlagoasePernambuco.
Nao me consta que o aceordo que V. Exc.
teve comigo, para que os navios costeiros
prestassera urna lianga em dinheiro sobre a
legalidade do emprego desses cairegamen-
tos suspeitos que elles tao frequentemenle
transportara, tenha sido levado a effeilo.
Finalmente, be claioque emquanlo con-
tinuar este estado de cousas, V. Exc 11S0
pode pietender ler parle alguma na repres-
se do trafico de esclavos.
Este commercio continua interrompido,
he verdade, pela compressSo exercida sobre
islo Ibes daria occiclao disicodirriu para
pie urna tyraiunia que dcltstaiu.
Temos disto provns multo mais evidentes e
sincerasdo que a representaco ridiculamen-
te mentirosa que a poltica de Rueiii s-Ayre.>
fe/, assignar os cidadSos para que os cbaina-
dns representantes nSo aceilassi'm a renun-
cia que amri. luiente, faz o dictador; do qu
a extr. ordinaria represenlagio quea-signa-
ram os inglezes para o mesmo lira, 1 quo o
Sr. Southern apresoniou ofTicialtnenl* a
Rosas como urna homenagera, acorapanha-
da de expressOiis da mais exagerada adbe-
sSo, e contra a qual protestaiam os pro-
prios signatarios por raeio de una carta di-
rigida ao Sr. almirante Reynolds ; provas
.mais leaes e certas do que a represenlaQSo
que fizerarn assignar a alguna fiaucezes era
Buenos-Ayres para solicitareni da assem-
bla franceza a approva?So de ura tratado
de que os peticionarios nSo tinliaoi coObe-
ciraento. A quasi totalidade destas lirniHS
eram de vasc"S, pe6es de xarqueadas ou
operarios, absolutaoiento inhabilitados pa-
ra alcanzaren) a importancia ou resulta-
dos desses ajustes diplomticos. Mas nem
estes.netr. os mais intelligeutes sabia'm
que peihan, porque nem uns era outros
conheciara nma lettra lo tratado.
Essaa representacOes feilasera Buenos-
Ayres, onde ninguem se atreve a raamfes-
ta'r a sua opiniflo, nem um desejo que pos-
sa desagradar 110 dictador, uso provam se-
nSo a intriga daquelles que as promovein,
ea docilidade daquelles que as assignara ;
o que he, alm disso, urna condi(flu necea
sana da vida daquella cidade. Mas era op-
posiriio a essas niaiiifeslar,0ps de apparato,
vem logo as qnfiaiicas de amizade, as cu-
tas para Montevideo, as quaes se emitiera
os verdadeiros seiilimenlos ; e estes senil-
memos, qualquer quesejaa sua forma ou
ohjeclu iinmediato, partera dos negocian-
tes, que veem padas pelo syslema do dic-
tador as suas especulado uiercautis, ou
dos estrangeiros que emigraran) por causa
da guerra, abandonando aqu suas casas,
seu bem-eslar, os seus avulladps salarios ;
ou partera dos xarquoadores que nSo po-
den) cuidar em suas estancias, porque lo-
dos os pedes se acham em acampamentos
militares; ou dos bomens de industria, que
vista de abundantes elementos de rique-
za carecom da necessaria liberdado para
emprega-los ; ou, finalmente, dos homens
de intellisjencia, que soffrom mais que nin-
uem porciusada oppresso em que vi-
vera. No fundo de lodos estes clamores nSo
ha sonflo um odio concentrado contra o dic-
ta lor, causa nica do mal-estar em que
viven) todas as classes da sociedade ; um
desejn de que apnarpea a occasiSo de der-
ribsr esse poder intolloravel, que nfio tem
em seu favor non a legitimidad*, nem o a-
raor dos povos, nem outra base que nfiosej*
o prestigio lo terror.
E essa occasSo s pode vir de um impul-
so e-I i- nio, porque all as conspirarles sfio
impossiveis.
Aquelles que nestes paizesse anresentam
como sustentadores de Rosase Oribe, sSo-o
-11 nenie porque, julgando-os os mais for-
tes, temen) suas violencias. Em presenta
de outro poder, seriam us seus mais encar-
nizados inimigos.
Se em Montevideo nSo ha novidaile al-
guma, ha novidades mui notaveis em liue-
uos-Ayres, que, govemada por um tyram-
'io capricnoso, extravagante e 0OOI ins-
tinctos do fra, pode cliaraar-sea trra das
sorpresas.
l.~ auno celebrou n festa dos reis l a
seu modo. Na noitedo6 mandou ir vinte e
cinco presos para a sua casa de Paleruio, e
elles ninndou all fuzilar vintueiii uioiilSo
na madrugada de 7, sem a menor for na de
julgamento, e sem recohere u o menor au-
xilio espiritual. Assiui sautificou o da
em que foi adorado o Dos dn b uidade e
aquelle em que os anjos lujiuiiciaratn a paz
ao inundo.
Des le que fuzilou nos Santos Lugares ura
sacerJole e urna moca gravita, mandando
que pruviamenlo lii deitassem agoi pela
lioca para baptisar o fecto, bu esta a primci-
ra carnicera que couitnutle. Cumpre que o
ihivo nflo se esqueja de que o sen excellen-
te governudur BafeOO de quando em quan-
do desle nialiiiiQas, como necessidado do
seu iustincio e em exigencia do seu sys-
lema ; quo be pr ciso qui; male para estar
conleut: o para fazer-ae t.'m :r.
Nesla occasio, e por este motivo, nSo po-
Jemoa deixar de recordar a cnutura com
que o Si. almirante L" l'idour assegurava
o auno passadu ao seu governo que llosas
ti oh.1 abandnalo j o seu sys:e na de ter-
ror, e toleran os bomeBs de todas as opi-
mes. Esperamos que agora nu eslranba-
ra que nao acreditemos iuleiraniuiile ossa
milagrosa transformar;f4o.
1 "," -se em Ituenos-.vyres um nuncio
apostlico para justaros assumptos da-
liii'll 1 igreja, e Rosas esta preparando urna
Cisa para >ua habitacSo, em cujos adornos
lem gasto ja nfio poucos milbaies de pesos.
Parece ler a persuasilo deque este enva lo
do chele da igreja nSo tura uieios de alojar-
se a sua custa.
Isio nos faz pensar naturalmente no que
succedeu com o' Sr. Southern, ministro de
S M. II. ; lacios notorios nestes paites, mas
que recelamos sejam dillicilmente acredi-
ta.los uelos nossos leiloreS do uluutnar. Ao
Sr. Souillrii deu Rosas urna cusa para mu
rar, quo Un aquella onde actualmente resi
de. Mas essa Casa n.in pe Unce a Kosis, nem
ao governo, e sira a D Manoel i\ Oca, que
eslava emig'ado 110 Rr.sil. Aus dez an-
uos Je eniigrag.lu vullot com a sua familia
para BueuuS-Ayres. Rosas cuuc-deu-llie o
go ou cou>eguir que o Sr. Soulliein lito entre
gasso a casa, nem lliu pag.isse o alugUel,
m.iii Ion o goveriiador que o tbesouro Ihe
lsse nieis.ili.ente lons mil pesos, que (1.
folio 1 he -.ni pagos ponlualiiieule como alu-
_ii. I du casa em que inora o represaut.iu-
to da lamba Victoria, alera da somal de
vinle mi pesos queso lue derara de un.
ve como IndemulaacSq dos alugucis atra-
cados.
A sua quinta deve-a igualmente O Sr
Southern generosidade do dictador.
No mez de dezembro prximo passadu
mandou Rosas sua sala de representante*
urna extensa nota renunciando o governo
e pedindo encarecidamente um successor.
Nfio ha islo cortamente novo, porque todos
os nonos repele a niesma supplica com
mesilla abnegacSo, com o mesmo ardor, e
coma mesml sinc-ridade.llo Lina come-
dia tanta e sedica ; enirelanlo na renun-
cia deste auno ha alguma cousa de novo e
de nolavel. .
Quando apresentou a renuncia do anno
anterior, os seus agentes e emprega los re-
digiram urna ropresontac.lo aos seus repre-
sentanU'S, que devia ser assiguada pelo po-
vo, na qual pediam nflo seadmiltissua re-
nuncia, erahoia o d-spacbo dos negocio*
pblicos soffesse demoras grandes. Esia
repre.-enlacSo foi levada pelos joizes de
paz a lodosos bairros da cida.le e a tolos
os partidos da campanba para oblerem as-
ignaturas,' o loi logo enviada ao gover-
nador cuino ura tesleiuunlio da opiuiSo pu-
blica.
Rosas diz agora na sua nota que essa re-
preseutacflo esta mu lunge da conler nem
mesmo a raaiona das assigualuras oas pes-
soas bab-is para volar, e quo eui alguna
partidos apenas assignaram a dcima par
le. Desse fado deduz que perdeu o aproen
dos seus eoneiiladjos, e que, Como since-
ro republicano, deseja por se de acco d >
eom o voto da inajoria. Islo diz elle in-
lubitavelraenle iir zombana ou cora al-
eiiui designio sintstro ; mas o laclo que au-
uuricia be certo, e o seu raciocinio exacus-
simo.
i. -."
N'um paiz como Buenos-Ayres as assig-
naturas de semelhante petijno nSo provam
que os signatarios professem os sentimen-
tos qne ella conten ; mas osquivar-se a as-
signa-la h urna prova evidente e enrgica
do contrario. Portanlo, Rosas diz bem :
essa peticSo be um tostemunho de que a
erando mniora dos seus concidadfins o re-
pello Ha mnito lempo que elle o sabe, o
agora o diz po-quo pouen Ihe importa o
amo" ou o desaITccto dos seos governa-
dor ; desde que estabeleceu o prestigio qua
inspira, vaiopovo por onde elle o manda :
oppriine a quera quer, degolla a quera Ihe
isrece, e todos se callam e continan) obe-
lecendo-lhe.
He nma praiica eslabelecida pelo dicla-
lor, o observada sem excopcSo, abrir-se a
sua sala de representantes no 1 a de Janei-
ro com urna volumnsa mnnsagern A do
anno passado tinha 239 paginas de impres-
slo ; e desto anno conlinlia mais de 800
'inlias iiianiise 1 pt.is ( na parte das rela-
Qoes exteriores, de sorte que baviam da
passar de mil as paginas impresSIS. A farpa
devia ser long' e pesada, princioalmento
para os quo sfio obrigados a ouvir a -m
leiOira A cunosidada publica tiurta-s < ex-
citado com 0 annuncio do un espectculo
impossivel, e us ja nos enlrellnharoos a
calcular o volme que lena a resposla, se
os intitulados reiiresentsntes, seguindoo
estylo da cbaneellaria de llosas, dtBam a
sua resposla, c|>ian lo ao p da'lettra a no-
la a que res.ion liara. I'orem Rosas tova a
leiiibraiiQa de suspondor a et .ibiglo d-*ssa
1'arQa, por urna rasSo bem digna della. Por
urna coininunicacilo aos seus reureseutin-
tes, datada de 26 de dezemb>o, diz-llies
que julgou opooi tuno suspen ler a sua lei-
tura para evitar-Hios a inco nmodo quo
Ins e,ni-,1: i.i o calor da estaclo, dando-lites
entender que he um pheuo nono extrior-
linario que uo presente anuo baja calor om
Janeiro.
Quem observa o governo de Buenos-Ayrss,
est como nis trinebeirasde una praca de tou-
ros, conde as scenas mais sanguinolentas e rc-
pugoanies ae misturan) com as mais grutescas
e ridiculas.
Ito be por cerlo o calor da estacao o que o
fea suspeuJcr a meosagem, mas a torpeza que
liaba coiuinellido de niserir Bella documentos
coja publicac 1 boje seria coivplelaineute i 110-
puituoa, e de eiuilor opiuies que os aconleci-
ineuiits lem lomado redicutas e .pi-- deviaia
col!i,ca-lo u'iima -ii o n no aupremameule Ues-
pre/.ivcl e emOaracosa.
lisie paquete, pola, nao levar a iiiensagem, o
esta falta impoe-uos a obrig ico de faer una
ao nosso modo para informacao dos nossos le-
lores, nao de cerlo lo extensa, nem ln pom-
posa como as que siheiii de Palermo, mas sem
duvida mais verdaileira.
Rosas est em guerra ou era discordia com
todas as n 1 .!. que o rodeiaui, ou com qum
sC tem posto em ivlaco.
Bslein guerra abena como estado Orienlal,
com o lim de unpor-lhe pela forca um presi-
dente a seu capricho e de sua faltara.
Em guerra eminente com o itrasil. para der-
r car o seu rgimen inonarcbicu e sublevar oa
seus escravos.
Km interdicto hostil com o Paraguay, com
o qual cortou todas as coiuiiuoicaces.
Eiu discordia com a llolivia, com quem lem
tor. ado impo.sin'l lodo o comuiercio das pro-
vincias argcntio.is, pefa ras.10 de ler aquello
'overuu uoiueado o general s mi 1 Cruz, seu
uinuuo pleulpOleociario em varias cortes da
Europa, lambem em discordia cooi o Chile,
onde runenla o odio dos partidos, sobre a pos-
lessio ou dominio de alguus valles da Cor Ji-
Ibeira.
Tem estado ha annos em reclainacoes contra
0 governo britannico pelo que contra o seu hor-
iivel governo disse com juslifa Ulu peridico,
e por certas palavras de lord Paluierslnu ao mi-
nistro peruano ; eniqu luto q je o veidadeiro e
coinidcravel aggravo que tem aoIlVido a repu-
oliea argeniiua peta ocupa(o vilenla das Unas
\l ilvinas est atirado para o Calila dos papis
vellios.
Coma Franca permanece cui Interdicto,por-
que esia potencia lem (|nerido iiupedir-liie a
sua iujuslilioavel iolervenco nos negocios do-
mesiicos do lisiada Oriental, e faer loe cum-
prir a solemne obng.ico que com ella couira-
nio de respeiiar a sua ludapendencla e pasto
que tenlia celebrado um Halado de pat oii refe-
rendum, aiuda est peudeulc o ajusle deslea ue-
gocios.
Com a llespaulia tem recusado abrir as rela-
ces de paz que cslabeleceraui lodos osg:ovcr-
nos das que aniigameute lni.un colonia lie.p 1-
nliolas. Nao concede aossuudilos he.p. 1n1n.es
.. .Iiieii.i- c consideracoes que em lodo o paiz
cuito c cbrisiao se dispeusao boje aos esuau-
geiros, aiu ia que nao lenh.101 nelies um ageu-
te publico que os reprsenle e proleja ; e con-
tinua por conseguale no mesmo interdicto of-
licial que estabeleceu o estado de guerra d
|8I0. N.
Com a Austriarsambeni est em reclainacdes
por ter esta recoubccido a ludepeudeucia do
Paraguay.
Tem mi na anloga pendente com Veueiuela.
Com os Ksiados unidos eaisle lia 20 anuos
outra relativa a acoiilecimenlos das Malvinas.
Porm nao Ihe fa dar um so passo, apesar de
ser evidente a jusiica d.i repblica, e apeiar de
que, com intil grvame para o tbesouro, lea
illi lia 12 anuos a mu ocioso plenipotenciario,
1 um general a quem Umia em nuenus-Ayies,
e a quem couse va desterrado all como pre-
leslo dessa reclama{o.
Tal he o estado das relacea exteriores do
que elle chaina < onledcracao Argeatiaa, e j
se v por esle estado que quauduaspruvluciaa.
deram ao diciador de dueuos-Avie a faculdas
de de entender ao negocio de pa e ..e guerr-
da repblica, elle s tomou a ultima parte des-
te encargo.
lie parte easencial do seu lysleoa levantar
una queslu com qualquer pretexto e delsa-la
euvelbecer, evitando os iiieiua proprloa de ler-
nina-la. Para elle, que nao obedece a prlaei-
pio algum.-nem loma em coula o bem dos seus
goveruados, uo podemos descouliecer que be
una conduela hbil u ter seiupre uiua queua
e nina ekigencia nos labios.
Kiuquauto guerra, a do estado Oriental nao
adtantou uiu paiso do anuo anterior.
ILEGIVEL


A respeilo do Brasil, est bem decidido a fa-
xc-la ; mas, ou porque rncontra obstculos m
superavris para emprehende-la ou porque,
vista dos nuuierosoa preparativos do Rrasil,' c
da '"' mil 11..1 i de permanecer na defensiva,
tein calculado que a inaceio em un estado sc-
jnelhante esgotar o tliesouro imperial, c pro-
.lu/ii i disturbio no imperio que Ihe oQcrecam
nina occasio importuna de Invadi-lo, o cerlu
beque o dictador vai inuito de vagar noj seus
preparativos. Tudo o que tem feilo ueste ul-
timo me/ ir.Iu-se compra de algiiin arma-
mento e fardainenlo.
Sobre a adoilnistraco interior da provincia
de Huenos-Ayres nao alcanzamos o que poder
conter a voluinnsa uiensagem para justificar
11 ni gove o que nao e oceupa um s momen-
to cun as Decessidades do povo; que tendo
concentrado as suas nios todos os ulereases
nacinnaes, provinciaes, inunicipacs, nada fii
e nada pernutteque outros fcin
Nao tem consentido que sociedades particu-
lares faram um porto e um raes, nem o la', elle;
e a cidade mais coinincrcial do l\io da l'rata
nao tem onde abrigar as eiiil).vcaco'*s que all
vo, nem um lugar para desembarque das
mercaduras com seguiauca e asscio,
Esses acampamentos militares, situados ein
varios pontos da campanha, onde auiontoa una
grande parte da pupulico, sein rasao alguma,
porque nada tazciii nem podem faier, e sein
outro objectu que o de mantee em disciplina
militar a parte activa da pnpulaco ; esses a-
campaincnlos privain as estancias dos peOes Ue
que nccessitam para cuidar deltas, c c uisoniem
sem produiir. E como o" nanltu? Goin au-
xilios, e essacnntribuicao de marcas estranhas
que be origein dos inais escandalosos roubos ;
esse dircito que tem nscoiumandaiites de apo-
derar-se de todo o gado alheio que se eucoutra
em um campo, e pela ijual ruubam o gado de
Pedro no terreno de Joao, e o de Joao no ter-
reno de Antonio.
Disto resulta que so nsparciaes do governa-
dor podem ler estancias, ou que os que o nao
s;iii i.tii..un que comprar a sua proteceo por
carissimo preco.
commgrcio.
ISo miuisterio da guerra a uiensagein ha de
exaltar o deuodo e os louros colhidus em i850
rio exercito da provincia ; entretanto que os
ndios entraraiii quantas veies quieram, o>tem
feil impunemente fri-queiiies iucurscs nessa
infelit canipanlia, de rujo semprc pruiiietiido
arranjo se oceupar o guvernador quaudo as
suas un mensas oceupacocs Ib'o periiiiinreni.
A respeltu du minisierio da la/enda, dir que
as entradas sao abundantes, como se isio se
devesse a ouira causa loque a accideutal do
estado excepcional do Kio daPr-ta, mas nao
explicar porque sendo assim, nem ao menos os
Juro* da divida eslraugeira estada pagos total-
mente ; nem porque se ouiitie rulau uirlhurar
0 vicioso meio circulante actual; nem como
he que a beneficencia e educac> publica jai
ha doze annos em cmplelo aaudouo a pic-
lexto de falla dr luudus ; e coucluu duendo
que aprsenla as suas contas para que sejaut
cxaiulnadas com a liberdade de que all se
goza.
fe da administraco de Buenos-Arres se passa
dmiaUtracao das provincias, que o adminis-
trador tem usurpado, lomaudo arbitrariamen-
te o titulo drgoveruo supremo e a pretexto de
estar encarregado das relacoes exteriores, be
elle a o igem de todos os inaics que soll'rem in-
dcvidaiiieiite estes puvos. ,
Santa IV, I un i' -l! ni-, Corrientes, provincias
de um territorio terlilissimu, coueilodc gados
c i n ii una c\li-nsa costa sobre os (ios que des-
aguam uo Piala, nu podem n ti.t.i o os seus
abundinles producios, porque o dictador nao
2uer que dos seus pollos parlan! expedifdet
rectas para os mercados de cuusumo ; nao po-
dri rcceOcr a eimgraco industriosa que vo.t-
lia a eslaurlecer-se all, c deque lauto urerssi-
1 un, p rque nao tendo coiuiiiercio pul* aquella
rasao nao podeui olferecer aos emigrados um
trabadlo productivo ; e no meio dos elemento*
de riqueza Vegetain ua miseria, porque na em
Huenos-Ajrrs um dictador inunigo de toda a
niel hora e de lodo o bem.
A provincia de Oorduva, obrigaila a levar os
seus productos a Huenos-Ayres, tendo pelo Pa-
ran una sahida milito mais fcil c barata, sof-
Ire on Hirsutos malrs.
A Rioja.possuidora de mineraes riquissimos,
nao tem pudido confiar a sua eiploraco a urna
cmnpaiibla que se propunha fair-lo com gran-
des vautiigens para o paz, porque o dictador
nano tem querido, prrtendeudo que a disposi-
co das minas Ibe pertcnce. ISem faz, nem
delxa de fazer.
(Js frucios deste systema de destruir em to-
das as partes os gemiros .I riqurza e u bem
rio argentino que so ufl'errce vista do obser-
vador dei-povoaco, alra/o, miseria c torpe des
potismo.
He para isto que deviam olliaros represen-
tantes do povo se fossem realmente, se livessem
jiii.ior para cumprir as obiigaces que Ibei
un,!"' o s.ti titulo, anda que seja viciosa a or
gem do seu mandato
Montevideo he a nica bocea livre que tem
hnjeesta- povoacors, e o nosso einprnbo ser
i i/i i nuil os si n- lamentos, e dizer com ver-
dade quaes sao o sru estado, suas nrcessida-
des e seus desejos. Vivem no terror e na mise-
ria ni i i -su un c desejam sacudir porquahjucr
Jnelo a horrivel lyramiiia que as opprimc.
( l.iunmi irc, del l'lala.)
(Do Jur-iu/ du Coinmercio,'
alfandega.
Hendimento do dia 18.....19:785,687
Descarregam bofe 19 de fevereiro.
Escuna dinamarquez i Henry ferro o ce-
mento.
Rrigue uisi nar i -"" > ; i inha de trigo,
llarca porlueu/ /tr mercadorias.
Itrigue tranca* -- F '/ i.lem.
Barca aun' iii -- n.mglai bacalho e fa-
lillll
Brigue franc '. -- Ernest meresdoriss.
Brigue mgluz -- \raOctlaTarbet hacalho
CONSULADO GERAL.
lendi ment do dia 18..:. 3:405,919
versa* provincias...... 284,33*
3:690,253
EXPORTACAO.
Despachos maritimot no dia 1 8
Para, escuna brasilera Emilia, de 111 to-
neladas : con luz o seguinle : 56 caixas fer-
ragens, 199 saceos chumbo, 7 caisas mas-
sas, 80 ditas velas de espermacete, 20 volu-
mes mu.le/as, 1 chapa de ferro, 1 sacro
com sumagre, e pedra de filtrar, 40 volu-
mes fazendas, 2 ciixas papel, 38 ditas ar-
mas de fogo, 12 ditas espelhos, 2 litas vio.
l's, 4 ditas nhosphoros, 2 ditas hcelas,
100 cestos e 25 barris genebra, 6 cadeiras,
1 marquez*, 22> bariis assucar e 30 saceos
caf.
Canal, escuna dinamarquesa Dania, de
184 toneladas: i'.iiilu/. o seguinte : 2,150
saceos com 10,750 arrobas de assucar.
I lem, brigue inglez Yeilnl, de 222 tonela-
das : con lu o segumte : 2,900 saceos com
14,500 arrobas de assucar
KKCEMiDORIA UE NDAS GERAES
INTERNAS.
Kendimeoto do dia 18.....415,650
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmnnto do 1i 18 ... .1:61891
_. .. ____-'
Correspondencia.
Sri. redactorn. Lcndo,os Uiarioi de 13 e 14
do curn Me mei, nellcs deparei com o annun-
cio feitopelo paisano Antonio Pinheiroda Fon-
seca Jnior, residente na villa de Agoa-Prrta,
emque pedia s pracas do segundo batalhao
de ii ulli 'i 11 a i'i tratassem de indemiiisar-
Ihe a importancia dos gneros que eitas fica-
i.iiii a dever em Sua luverna aldezrmbro do
anno prximo passado, e recoiniueudav) rjue
fosse feila essa iudeinnisa^uao seu eucarrega-
do nesla capital e evitando dest'arte a publica-
cao de seus nomes e dbitos por extenso: o
abalxo assiguado como cumiiiaudanlc interino
do batalliu, declara que nao se eiiteude um
tal........ni ni cun os i.llii ni s do -iiesmo.que na-
da fiearam a drver nai|iirlla uiesinavilla, e que
tendo prrveuidu naiiurllj villa a todos os negu>
ciantcs nao obunasst iiienero* as pi.icas do sen *-... ;_____ j .
in.erinoc........ando.pur isso que nenbu.n drs-l ';" ?<" distancia menor deCMI
Movimenlo do porto.
Marios entrados no dia 18.
Morfolk--33 dias, barca americana John
Fariium, de 219 tonela las, capitiio Wille-
1\ .' i ii.'.i 'ni 12, carga lainlii: a Ma-
I n'iis Austiu & Companhia.
Mar-Pacifico 32 mez-S, galera americana
D.iv.r, di41l tonela las, capito Cha lo-
Jeff ey, equipagem 25, carga azeite ao
capilio.-- Veio refrescar e segu para
New-London.
Havre 55 dias, barca franepz Julei, de
286 toneladas, capito Tombarel, uquipa-
gem 17, carga fazendas; a J. R. Lasserre
& Compinhia.
Cumaragibo Mi, biate nacional Novo
Destino, de 21 lon'dadas, mestre Estevilo
Itibeiro, equipage n 3, carga assucar; a
Jo- Manuel Mattins. Passageiros, os Bra-
sileiros Flor -ncio Jos de Onvcira Figuei-
redo, Antonio Jos de Athaydi e 2 escra-
vos a entregar.
Navios taidos no mtsmo dia.
.New-Vork Miste americano Draco, capi-
13o A. ThalchaHr, carga assucar.
Canal Brigue i igl /. Vestal, capito D.
Gray, carga assucar.
Trieste Brigue ingloz Lily, capito J. Mar-
tin, carga assucar.
Canal Escuna linamarqueza Dinia, ca-
pilflo P. Breckw lili, carga assucar.
I'ortos do n >rtu Vapnr S. Sebastiao, com-
mandante o primeiro tenenie Antonio
Xavier de Muronha TorrezSo. Alm dos
passageiros |u trouxo dos portos do sul
para os do nurle leva a sen bordo : Pedro
Amonio I; i n.ii 'iinii. Francisco Ferreira
de .Novaes J iclnth ) J i.s le Ueileiroi C ir-
reia, Dr. E PoWir, Dr. AfTdnso Arihur de
Alineida Albuquerque.
Obitrvne'io.
Fun learam no l.ameirao para acabarem
de carregar a barca ingleza Prrcmerance, e
rt brigue) da mS'na nacSn Miraaret.
iCiiJ/1 lAI'iS.
Olllm. Sr. inspector da thesoiirana da
fazenda provincial, em cumprimento da or
Jem do Exm. Sr. presidente da provincia di?
28 do correnle. manda fazer publico que
nos dias 18, 19 e 2D de fevereiro prximo
vindouro ira a pracit perante o tribunal ad-
ministrativo da niesiua Ihesonraria, por ser
.irr.'iniii i] i a lanco de atierro da obra da asa de deten-
erlo, avahada em 4:610,000 rs. e sdb as clau-
sulas especiaos abano declaradas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
iii. .lu couiparecam na sala das sesses do men-
ino tribunal nos dias cima mencinanos, pelo
ineio-dia, coinprlrntemenle habilitadas na for-
ma do artigo 24 do regulamento de 7 de maio
do prximo passado auno.
F. para constar se mandou affixar o presente
e publicar pelu liiario.
Secretaria da thrsouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 29 d Janeiro de 11*51.
< O secretarlo,
Antonio Ferreira d'Anntineiafdo.
Clausulas etpeeiaei da arrtmatafao:
1." O arrematante ser ubrigado alterar
todo o espado do terreno, comprebendido
enlre o raio do tal e o do centro da casa do
detenc3o, mas o espado em frente a extre-
mla le do rain do sul, e o CaitSO do raio
do centro, formando ao todo urna superficie
de 9-j-2 brajas qua Iradas, pelo preco de rs.
4 610,000, na rasao de 5,000 rs. a braga
quadra ta
2.a Bate atierro ser elevado ao nivel 7
palmos cima do esteio existente no cen-
tro do edilicio, no ponto cm que se cruzatn
oseixoa dos raios das prises.
3.' Nilo poder o arrematante abrir caro-
Ie27 dejaneiro de 1851.O director los
Nnmede Alvtt ferreira. ~ H, A. Millet.
iodo Luis Vctor Ueulhler, Aoprovo. Pa-
lacio do governo de Pernambuco, 28 de-ji-
neirode 1851. -- Soma Ramos. Conforme
O officisl-maior, oaguim Pires Machado Hor-
tella. Conforme. -- O secretario, 4nfono
Ferreira da Annunciacdo.
I ti consequencia di ordem contida
m olficio do Exm. presidente da pro-
vincia, de 13 do correte mez pela
qual he autorisada a cmara municipal
lesta cidade a designar o da em que devem
comecar os enterra montos no cemiterio
publico. Picando prohibidos os que actual-
mente se fazem em outros lugares, dentro
la compreheusilo da cidade do Recife e
de seus suburbios, com excepto nica-
mente dos principes e bisos, a mesma
cmara faz publico pelo presente edital,
que tem designado odia 1." de marco pr-
ximo futuro, para o comeQo de ditos en-
lerramntos no cemiterio, cessando a pra-
tica actual, sb penas que ouverem de ser
fulmina las s infraci;0es.
Paco di cmara municipal do Recife, 18
de fevereiro de 1851. F. A. de Oliveira,
presidente. Ai. C S Carneiro Uontciro
Francisco Goncalves de Moraes.F. L. Ma-
ciel Vianna. jo. Camello do Reg Barros.
O Dr. Angelo llenriques da Silva, supplente
em oxerciclo do juizo de nrpbSos e au-
zentes nesta cidade do Recife e seu termo,
por S M. I. e C. que Den? guarde etc.
Fago saber aos que o pres-nte elital vi-
ii"n, que ten lo fallecido Jo9o Antonio dos
(Prazeres, subdito Brasileiro, nalural desta
provincia, contramestre do brigue porlu-
;iuv /.*, no dia 2 de dezembro de 1849,
em viajem de Quillimane pira Mogimbiqu ,
e sido leiiiettido para esta provincia pelo
cnsul gerai do Brasil om L'sbfjs, o espolio
daquelle finado, que foi postoa minba dis-
uosigilo por olfidi do Exm. presidente da
nrovincia de 3 aT coTente mei, sSoporo
presente chamados lodos aquelles que di
reilo uverem ao referido espolio, para vi-
ui habiliiar-se na forma da lei, no praso
de 60 das, contados da dala deste ; avissu-
do-sea lodosos parentes, amigos, e conde-
cidos dos nii'T'i'.s-aiiiis, para quo Ibes parti-
cipe doconteudo nopresentoe lital,que ser
publicadi pela imprensa, e afllxado no lu-
gar mais publico desta cidade- Dado e pas-
sado nesla cidade do R elfo de Pernambu-
co, em 4 de Fevereiro de 1851. En. Galdi-
no Temislocles Obra I de Vaconcallns, es-
crevi. Angelo Henrigues da Silva.
cont podia etl'eituar em seus veiiciuieiitos, tm
face das dispo-i^des imperiars em vigor, e n'e-
nhuiua : ; :.-!" i.ide existe de sua parte,
visto que o aiinuncianlc proerdeu em Contra-
rio a sua adverteucia, para drsonerar-se dos
gneros que liuha ein sua tkvrr'ua; puisque
as pracas ruin pagas de srus sidos em lempo
competente, efornrcidasdiariaiueute de etape
da mclboi quili l.ul. ,
O leueute-coronel cominandanle,
llyginoJoi Cotlho.
Uepariico da Polica.
PARTE DO DIA 14 DE l'E\EI(EIRO DE 1851
Kol preso: a orJem do1 ebefe de Mili-
cia pelo capilao do coi p'o de polica Ma-
nuel Aiiini.ni Mailins Per. ira, Joaquioj Ma-
nuel Uo Espiiitu Santo, para recrula.
DEM lu i.l, 15.
l\ao occorreu novidade alguma nesta ca-
pital.
palmos dos alicerces, e ser obriga lo a .t-
terrar priineiramenie aquellrs lugares (den-
tro do espaco do contrato) que determinar
o engenheiro encarregado da obra.
4 Este atierro ter principio UO esparjo
de 15 diase sei concluido no de 6 mezes,
a conial' da dala da ai r.-iiinluran.
5.a O importe desta arrematarlo ser pa-
go em qnatro prestarles iguaes; a primei-
ra quando o engenheiro reconhecer estar
feila a quarta parte do alieno ; a segunda
quando estiver feila a melade ; a terceira
quando estiver feito os tres quarlos do at-
ierro e quaita quando estiver iuleirameute
concluido.
6." Para tudo mais que no estiver de-
clarado lias presentes clausulas seguir-se-
rta o que dispOe o regulamento das obras
publicas de 7 de maio de 1850.
Feitas e approvadas as presentes clausu-
las pela directora em conseltio em sessSo
Ueclarac&o.
0 IIIm. Sr.director do lyceu manda fa-
zer publico que esta aberlaa matricula da
aula de tachigraphia conforme o uliimo re-
gulamento, que baixou da presidencia.
Secretan do lyceu, 17 de fevereiro de
1851. J. A. S. R Caneca,
professor de dezenho e secretario.
Francisco de Paula e Silva, escritura-
rio da segunda sercAo do consulado provin-
cial, faz scienle aossenhores propietarios
dos predios urbanos do bairro de Santo An-
tonio, ou a quem enieressar, que no dia 19
do correte princiuia a fazer a collecta da
decima do dito bairro para o crente au-
no de 1951. Itecife, 18 de fevereiro de 1851.
THB \TI\*)rrXHOLLO._
QUINTA. FEIRA, 90 DE FEVEREIRO DE 1851.
Terceiro espectculo que da ueste tliea-
tro a cantora Augusta CanJiani, sendo este
do seu primeiro contrato.
Depoisdetima escnlhida ouve-tura so-
guir-se-ha o grande rond da opera
VESTAL,
do maestro Giannini. expressamente com-
posto e dedicado Sra. CanJiani, e por ella
executado.
Aria da Cemmadi Vergi, do maestro Do-
nizetti, execuiada pelo Sr. Eckerlin.
Cavatina e alegro da operaBarbeiro de
Sevilha, -pela Sra. Candiani.
Duelo da mesma opera, pela mesma so-
nhoraeo.Sr. Eckerlin.
O mu distinto artista Pernambucano o
Sr. Pedro Nolasco Bapijsla, por obsequio a
Sra. Candiani, execulara na flauta a parte
de Adalgiza no duelo da opera Norma --,
executandoa Sra. I'audian a paite de Nor-
ma, com acompanliameiilo de piano forte,
pelo disiinclo a lista o Sr. Previg.
Aria do Azzo, do maestro Donizjtti, exe-
culada pelo Sr. Eckerlin.
Grande dueto da opertNabucodonosor,
ex.'rutan lo a Sra. Candiani a parle de
ibigaitle. e o Sr. Pedro Nolasco Baptisia
execulara no Ophicleide d'e Nabuco, com
acompanhamento de piano forte pelo Sr
Previg.
Fiualisar o espectculo com o muito ap-
plaudtdo duelo da opera
FIGI.IA DEL REGCIMENTO,
no qual apinrecera a Sra Candiani vestida
de soldado frunce/., execulando em scena
lo las as manobras militares.
O resto dos bilbeles acham-se a disposi-
r;3o do re-peitaw'] publico, no escriptolio
do mesmo iheal'o.
Os hilhetes vendidos para o dia 7 tem en-
r*da inste espectculo.
Publicaydes litterarias.
MACBKTII.
DRiMA EM CINCO ACTOS
Por Bbakpaare
Vertido em l'ovtuguexpor *
Macheih he o esforco mais grandioso da
imaginaran humana, o herosmo sublime
da intelligenria, oderradeiro verbo da lil-
teratura dramtica. O seu maior elogio he
o tiome de Shakspeare, o qual, ainda uo
mais longiqio norvir dn liumanidade ha de
recolher otsufraeios da almiracSoenlhu-
sia-lici das geraifies vindoras.
Vende-se na livrana n. 6 e 8 da praga da
Independencia, a 2,000 rs.
Tem de sabir a luz em breve lempo a
Acidalia Pemambucana, romance por F. Jan-
sen de C. A. Jnior, em um volume. Quem
para a ioipressSoda dita composicSoquizer
assignar, i de dar o seu nomo na loj* de
livros ns. 6 e 8 da praga da Independencia,
d-clarando o lugar de sua residencia para
facilidad^ da entrega ; sen lo o prego da as-
signatura 2,000 rs. pagos ao receber-se um
exemplar.
Avisos martimos.
Para Lisboa sabe com loda a brevidade
a barca portugueza Ligeira, da qual he ca-
pitn Antonio Joaquim Rodrigues : para car-
ga ou passageiros, para o que tem os me-
l'iores commodos, tratase com os seus
consignatarios, F. S. Rabello& Filho, ou
com o mesmo capillo na praca do Com-
mercio.
Para o Rio de Janeiro segu
com brevidsde o brigue-escuna
mcional Olinda : pira carga, es-
cravos e passgeiros trata-se com
Machado &c Finheiro, na ra do
Yigirio n. 19, seguido andar, ou
com o c.ipitfio Manoel Marciano
Ferreira, na pr-iri doCommercio.
A galiota Si'. Trindade sabe para o As-
s por estes 5 dias, recebe carga a frea e
passageiros : a tratar com o consignatario
Francisco Alves da Cunta, na ra do Viga-
rio n. 11, primeiro andar.
Para o MaranhSo tocando no
Cear 8nhe em poucos dias o ve-
leiro brigue-escuna Laura : para
o resto da carga e passageiros tra-
ta-se com o capito na praca il 1
Commercio, ou com Novaes & G.,
na ra do Trapiche n. 34.
Para o Rio de Jmeiro segu viagnm
nesles das o brigue brasileiro Soara : an-
da recebe alguma cara, passageiros e es-
nravos : os pretendemos, dirijam-se ra
do Trapiche n. 5, escriptorio.
Para o Port 1 sane nesles 8 dias o bri-
gue portuguez *fro Filis, capitSo Miguel
Fernandes do Cirmo, por so acbar quasi
prompto, faltando somante cnusa de du-
zenlas barricas : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, para o que
tem bons commodos, dirija-se ao consig-
natario Antonio Joaquim de Souza Itibeiro,
ou ao capito na praca.
--Para o Porto sah com brevidade a bem
conhecida e veleira barca Espirito Santo, de
primeira marcha, l.iira.la e eucaviP.a la de
cobre : quem na mesma quizer c irregar ou
ir de passagem, para o que tem excellentes
commodos: dirija-se ao seu consignatario
Francisco Alves da Cunha, na ra do Viga-
rio n. 11, primeiro an lar.
Para o Porto sahe com a
maior brevidade possivel, por ter
parte do seu carregamenlo promp
ta, a lindi e veleira barca portu-
gueza Brochar en se, da qual he ca-
pito hodrigo Joaquim Correa ;
tem excellentes c mimodos para
passageiros : quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, di-
rija-se ao capitao na Pract do
Commercio, ou a Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche nu-
mero 34-
~ Para o Rio Grands do sul sabe om pou-
cos dias por ler o carregamento prompto o
pataxo nacional Euterpe, pode receber al
eumas mi mi. /ns, passageiros e escravos a
frete : Irata-se na ra do Apollo, armazem
n. 14, ou com o consignatario do mesmo
1.111/ J.i-e .le Su Aiaiij. 1, na ra da Cruz nu-
mero 33.
Espera-se da ilha de San Migurl at fins
do con ente o pilladlo portuguez Espadar-
le, e segu para a mesma ilna com a maior
brevidade possivel, por ter a maior parte da
Carga prompta : para o resto e passageiros
trata-se com os consignatarios Oliveira Ir-
mflos & Cumpa nina, na na da Cruz n. 9.
cr: m--------------------------- "------ "3i
Leiles,
-- O corretor Oliveira far leillSo de urna
porcilo de salsa parrilha, recentemente
ebegada do Par pela escuna Emilia : quar-
ta feira, 19 do correnle, as 10 horas, no seu
escriptorio, ra Ja Cadeia do Recife.
-- 0 corretor Oliveira far leilSo, por or-
dem do Sr. gerente do consulado da repu
blica franceza, nesta provincia, em presenta
do Sr. chanceller do mesmo consulado, sali-
bado 22 do correte, uo Aterro da Boa Vis
ta n. 5, por cunta da liquidacSo dos finados
Armand Miesseron e sua mulher, subditos
francezes, de urna poicSo de obras manu-
facturadas de cutid un, como sejam facas
para mesa, facas e garfos de trinchar rom
cabo de maifim, e tambem para sob emesa
com cabo de dito e de madreperol, caive-
tes de algiheira para aparar pennas, tesou-
ras para unhas. ditas pata costura, cirU'gi
e para alfaiale. navalnas de barbear, espo-
ras, espoletas em caixinbas, lancetas, sac>-
lolhas, liaih. lias il'.ico, curenles de dito
para relogios, sacatapos, ouvidos de es-
pulgaras, etc., etc. pedras para aliar, di-
tas para amolar, urna porgo de esmeiil,
urna dita de fio de rame, etc., urna arma-
cao de balrSo e vldrucis, um reloginho de
parede, urna porcSo de roma branca e de
cor para uso de homeui e do mulher, uina
mesa pequea, urna forja com fullea, bigor-
nia, lena /es, mailellos e mais perlences
trllenles an ollicio, assim co 1 o ago fundi-
do, molas para fuu las, etc., etc.
Avisos diversos.
Precisa-se alugar uina escrava para o
servico ii.temo de urna casa, a qual saiba
eugommar ecuzinhar : quem tiver anuun-
cie, ou irija-se ao Alieno da boa Vista loja
n. 48.
-- l)eseja-se fallar ao Sr, Antonio Vicente
Garcez, vin 10 110ult1.no vapor da Babia :
na iua do Collegio n. 1.
Oabaixo assignado. tendo liJo nos n-
meros 36 e 37 deste V.iaiio u.n annuncio in-
serido pelo paisano Aiiloiiio'.Piiiitiro da
Fonseca Jnior, morador na villa d'Agoa
Preta, com respeilo s pravas do segundo
bataliiao de artilbaria a p, que Ibe licaram
a dever, convida ao annuuounte para de-
clarar por este mesmo Diario se na redac-
cao do seu annuucio se comprehende sua
pessoa, visto ser elle praca do mesmo ba-
la linio. Opiimeiro cadete,
Antonio dos Santos Caria
Toalba de Uvarinlo.
Em dezembro prximo passado perdeu-
se, do Chura-M 111110 al a estrada do Reme-
dio, nina loaliia de breunha, usada, cncu
ladi de lavartnto e guarnecida de bico bas-
tante largo, porm muito grosso, embrulba-
d em um lenco de chita. Rigorosament
valer a toalha 6,000 rs.; porm a vanta-
; m que nlfer.ice a mesma a quem a perdn
faz dar 20,000 rs. de graliHcac^o > quem a
|.;var ra da Santa Cruz n. 36.
Precisa-se alugar urna casa terrea com
quintal e cacimba, as ras das Larangei-
ras, estrella do Rozario, ou larga, Cruzes
ou Oireita ; tambem precisa-se fallar com o
Sr. Rolrigo Mendes de Araujo : quem delle
tiver noticias, lenha a bon lade de annun-
ciar para ser procurado.
Oabaixoassignado fazsci'nte ao res-
peitavel publico, que deixou de ser caixei-
ro dos Srs. Silva & Irmao des la 17 do cor-
rente. Jote Bernardo GoncalvesViiira.
--Precisa-se de urna ama que saiba tra-
tar de meninos, e tambem para aigum ser-
vido de casa : a tratar na ra do Vigario nu-
mero 3.
Na Camboa do Carmo n. 14, precisa-so
alugar 3 pretos.
Francisco de Paula Pereira de Andra-
de embarca para o Rio Grande do Sul o es-
cravocarpina Antonio, crioulo, de 22 an-
nos, de propriedade de Jos Felinio Pereira
de Lira, senhor do engenbo Ju, no termo
de Nazarelh.
Precisa-se de urna ama para casa de
homem soiteiro : a tratar na ra do Sebo n.
II, das 3s 6 horas da tarde.
Antonio Jos Soaresvai a Baha.
Alug-se dous pre'09 robustos para tra-
balhar dousou tres mezes, em u n sitio per-
to da praca : na ra da Cruz 11. 2G.
J0S0 Martins Gonrj'lves retira-se para
fra do imperio, dmxando pO' seu b-Stsnta
procurador o Sr. Manoel Francisco Marlias
& Ir.iiii is.
-- Precisa-se de um bom feilor para um
sitio peno da praca : na ra de Sinto Ama-
ro, venda que faz esquina da praca do Ca.
pim.
A direccao do baile de mas-
caras no theatro de Apollo, convi-
da aos Srs. socios a mtndarem -ms
propostas para convidados al o
dia 21, em casa d > thesoureiro, na
ra da Cadeia do itecife n. 5o,
onde podero procurar os respec-
tivos carines no dia a4 do cor-
renle.
O abaixoassignado faz sciente aos ere-
dores do Sr. Manoel Pacheco da Resende,
que tiflo tendo-lhe sido possivel at o pre-
sente Fazer o dividendo em rasSo de no ler
recebido o importe das lellras, por ler fal-
lecido Jos Ferreira da Silva Leite, a quem
o abaixoassignado vendeua taverna dn re-
ferido l! s- n le ; e por no se ter fchalo
ainda o inventario do dito fallecido, e como
lenha o abaixo assignado de fazer urna vig-
gem lora da provincia, d dxa 0 seu procu-
rador o Sr. Joaquim Francisco de Azevelo,
le accor lo com o Sr. Luiz Jos da Costa
Amorim, encarregados de realisarem esse
uegocio, logo que tenham recebido o im-
porte das leiiras do testa nenteiro do falle-
cido Leite. Narciio Jos da Costa
AluL'a-se urna preta de meia id ule, que
saiba bem ven-lerna ra : quem tiver, an-
nuucio por esla folha.
Precisa-se de um feilor para um sitio
oerto da praca o de trahalhadores de enxa-
xada : a tratar na roa do Collegio n. 13.
-- O rapaz que se off.receu no Diario de
sexta-feira, 14 do correte, para ser criado
ou bolieiro, queira apparecer em Olinla,
ladeira da S, em casa do Sr. Dr. Jos l.ou-
renQO Meira de Vasconcellos, qun"sear
com quem contratarle infalivelmente fazer
negocio.
Targino Gomes Pereira resi-
de na ra do Alecrim n. 6.
No dia 6 de marco prximo futuro ir
praQa, perante o Sr. Dr. juiz de orphos,
por venda, um moleqoe crioulo, de 19 an-
nos, a requerimento do lutor dos orphflos,
filhos do fallec lo Faustino Vidal de Ne-
greiros, avahado em 300,000 rs.
-- Desappare'ceu, no dia 16 do correte, o
pardo Raymundo, remettido pelo Sr. Joa-
quim Jos Barboza ( do Cear) no ultimo
vapor, com os signaes seguintes : baixo, ca-
bello bastante grande e corrido ; levou cal-
ca dn 13a, camisa de algod.lo branco, cha-
peo de palha e urna porcff.i de roupa em-
bruihada em um lene, encarnado ; he mui-
to de suppor que n3o seguisse ainda o cu-
n i nlio do sei tlv. por dello ter punco con he-
r 111e11l.11, e mesmo s se se encontrn com
aliiins rain 1 ra|.is : ruga-ae, porlanto, as
autoridades policiaes a captura do mesmo,
bem como pessoas do povo e capites de
campo a quem se gratificar generosamen-
te, na ra da Cruz n 33.
Avisa-se ao Sr. Caetano Francisco da
Silva Carvalho,-residente na provincia da
Parahiba do norte, morador na prai do Ca-
bo Branco, quedo correio desia ci lade li-
rn se por engao urna c irla, a qual decla-
ra ser sua, remettida por sua senhora, An-
na Francisca llil. -in., moradora na frgue-
zia de Santa ni.lia do Sanguedo, comar-
ca da Feira, hispa lo do Porlo ; se quizer ser
entregue da dita carta, annuncie por. esta
folha.
-- Desappareceu o preto Antonio Bacci,
por alcunha Caxanga, baixo e de cor preta:
quem delle tiver noticias, ou agarra-lo, le-
ve-o a seu senhor, na estrada dos Afilelos,
pinto capel I a do mesmo nome, que ser
r'Compensado.
- Ten lo chegado a esla cidade o Hespa
nhol P.-dro Alvares Garca, prof>ssorde pia-
no e cauto, se propfte a dar ligiVs di sua
arte, podendo para esse fim ser procurado
a qualquer hora, na ra do Trapiche n. 15.
Em um engenho distante desta cidade
3 leguas necesstta se de um homem qun te-
nha boa moral, e que seja casado, para ser-
vir de mestre de latim e francez a um me-
nino, dando-se, alm do ordenado que ver-
balmente houver de tratar-se, casa para mo-
rar e roupa lavada : quem, pos, quizer em-
pregar-se em semelhanle occupaQao, an-
nuncie sua morada para ser procurado, e
tralar-se a semelhanle respeilo.
' Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com lodo asseio e muita promp-
lidflo, por preco mais commoJo do queetn
nutra qualquer parle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
I'assapnrtes.
A anliga e bem conhecida agencia.da ra
lo Rtngel, sobrado n 9, continua a tirar
passaportes para dentro e fra do imperio,
despachar escravos e correr folhas, tudo
por prego muito commodo, e aclividade.
ILEGIVEL


--0 pa 'rpJThoTmz da Santa Marianna de
Jess Maga I hiles tem abertn aula para ensi-
llar primeiras lettras e htim, segundo o
systema adoptado ras aulas publicas tleste
imperio, na casa de sua residencia, na ra
do Rozario da Ito Vista n. 48, o recebe
alumnos, nSo so externos corno meio pen-
sionistas, e tambern pensionistas, e soohri-
ga dar hom tratamento ; escusando pnrm
de mencionar pregse quahdade do trata-
iii.-' to. porque com os pas, tutores, ou cu-
radores se entender : o que, porem, pro-
meta he o adiantamcnto dos seus alumnos
e a boa educagSo.
Z> Consultorio homceopathico, O
O
O
0
O
&
o
ra do Collegio, n. 25,
Do Dr, P. de A. Mo Voselo. O
O Dr. Moscoso d consultas lodos os Q
dias. Os doentes pobres sSo tratados "
de graga. S serSo visitados eoi suas 9
cusas aquelles que n9o poderem vir
ao consultorio, ou que suas moles- 0
tias nSo possam dispensar a presen-
O (a do medico. 0
O G09(&05&
O ahaixo assignado prnfessor particu-
lar de primelras lettras, disciplinado em
preparatorios no lyceu desta cidade, paiti-
cipa o respeitavcl publico eaos pas de
seus alumnos, que desde 13 de Janeiro dog-
to anno abri sua aula, e debaixo dessa
mesma disciplina ensina por principios
a grammalica portugueza, latina e france-
za ; admlttindo nesso recinto pnrcionistas e
meio porcionistas. Os pais de familia que
qu'zerem applicar seus filhos a alguma des-
s.is disciplinas, pem dirigir-se a ra lar-
ga do Rosario n 48, segn lo andar.
ot Mura Machado de Figiteiredo.
Casa de cotnmisao de escravos,
Compram-se e vendem-se es-
cravos, e recebem-se de comxis-
sSo, tant j para a provinria como
para lora del'a ; e pira os mesmo-
se ofFerecem muilas garantas aos
seusdonos : na ra das Larangei-
ras n. i4, segundo andar.
Precisa-se de um feitor qun entenda
dejardim: na ra da Cadeia do Recite nu-
mero 37.
Precisa -se de um rapaz que tenha bas-
tante pratica de luja de miudezas : a t'ai ir
na ra rio Cabula, loja n 9, ou no Alterru
O O Ur. J. S. Santos Jnior,
0 medico homoeopatha mora
9 na ra Nova, n. 58, primei- O
Q ro andar. r,
Precisa-se de 11 mi feitor capaz para o
servico seguntn : tomar conta de um si-
tio pequeo na Magdalena, e trdhalhar la ef-
fectivmenle duas semanas ou o lempo que
fi'ir preciso para por o sitio em or.lem, e
depois entSo vir s urna vez por semana.
Quem quizer procure 110 mesmo sitio do
Sr. Manoel Alves Guerra.
I'e.ie-s? ios devi-dores de Jos Con-
c>lv s Maia de Azevedo e Joaquim Cnn-
galves Maia de Azevedo, de virem satisf.-
zer seus dbitos,-na rn Novan. SO, pois
iihi seacha pes-oa habilitada a receher, isln
no prazo de 8 dias a contar da dala desta, e
nao o Iazendo I' 1.01 ilc Ver Seos nonios ele
clarados nesta folln, e serSo executa las da
10 ina da le.
Temi o abaixo assignado escapado de
ser victima do punhal assasssino em nnite
de 7 do corrente, pelas 9 horas pouco maia
ou menos, depois que voltara da casa de
seu visintio o Sr. Jo3o Jos de Amorim na
Passageni da Magdalena, aonJo eslivera de-
vertindo at aquella hora; e havendo oc-
corrido a grave circunstancia de teroas-
sassino se approveilailo da occasio em que
o mesmo abaixo assignado se achava ceian
do,e se introduzido no gabinete de sua casa,
entrando pela porta principal que se achava
aheria, sendo ali encontrado por uma es-
crava que a mandado de sua senhora tora
ao lilo gabinete buscar objeetns do servico
de casa ; o que deu lugar a (car toda sua
familia em sustos, eaos seus gritos acudir
visinhanga, conseguiudo todava escapar-
se o referido assassino, apesar das diligen-
cias que f>z o ab'ixo assignado para pren-
d-ln, na supposigilo de que anda o podara
coi'......-ir no gabinete, ou em alguma par-
te do sitio; roga o mesmo abano assigna-
do a to.ioa os seus visinhos do um e outro
lado do rio Capib-rihe qu tenham a bun-
dadede mandar correr os seus sitios, alo a
hora de agasalliarem-se para evitar que o
mesmo malvado, ou outro de igual calibre
S introduza pelos referidos s luios, e con-
siga realisar seu plano infernal ; e com lato
preslar'10 um importante servico ao abai-
XO assignado, que alm de ser pai de fa-
milia, he amante do socego e obediente a
lei. Jo Fernandes Eiras.
Precisa-sede um feitor que entenda de
jardn, e arvoredos de espinhus, bem como
encherlar e podar : no pateo de S -Pedro,
n 4, ou em Parn meinm, sitio do cirur-
giao Leal.
A pessoa que annunciou dar um cont
pe risa premio sobre hypoteca- em casas
nesta praga, dirija se ao AUerro da Uua
Vista n. 21, que se dir quem precisa.
Chapeos de sol.
Ra do Passeio, n 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res e qualidades, lauto de seda como de
panninho, por precos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de hom gusto : estes chapeos
sao fritos pela ultima moda ; seda adamas
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas,' para cubrir ar-
maefles servidas todas estas fazendas ven-
dem-se em porreo ea reUlh : tambem se
concerta qualquer chape de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por preso com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol.
de marca maior, de panno e de aeda, pro-
priospara fritoresde engenho, por serem
dos uiais fortes que se pdem fabricar.
Priiuelras lettras.
O abaixo assignado, avisa ao espeitavel
publico que, desde o da 7 do crrenle, 1-
cha-se aberta a sua aula de primaras lultras
na ra do Mondego n. 44 0 annunciante
contina reeeber pensionistas, meios pen-
sionistas e externos. Por mais de uma vez
lem elle patenteado ao publico as vanlagens
iue oflerece a sua aula pela rasSo da loca-
lidado, e pelas accommolaces que a ca-
sa aprsenla. .Nao poupar cortamente es-
forens o annunciante para conseguir que
.18 pais de familias que Ihe confiaren) seus
filhos, flquem inieiramenle satisfeilos;
nao .-o pelo que respeita ao tratamento ,
como ao progresso intellectual e moral dos
meninos. Outro sim, para evitar que os
meninos frequentem outras"aulas fra da
casa, per.leudo assim lempo com prejuizo
los costumes, o abaixo assignado tem es-
colhido mestre de msica vocal e Instru-
mental, e bem assim professor de lingua
latina reconhecidamente peritos nessas
materias, para darem hges aos alumnos
que se quizerem applicar ellas. O abaixo
assignado espera do publico, e especiamen-
te dos pais de familias moradores fra da.
praea, que apreciom os esforcos do annun-
ciante, animando o seu nascente mais (9o
til estllele! intento.
/'rancheo de Salles di Albuqnerque.
# 'aillo Gnlgnoux, dentista
fe francez.oflTerece seu prest- 9
1110 ao pnbllco para todos os %
S mlsteres de sua proflssao: *
? pude ser procurado a qual- *
9 aaer hora em sua casa, na
ra lardado Hozarlo, n. 36,
(* "pffnndo mullir.
' ,1 11.. 5-i
de infantina para uso las guardas
nacionaes. Uin vulutne liem im-
presso em typus novos, por 2,000
rs. o exemplar : vende -se no pa-
teo do Collegio, casa do Livro
Azul.
Aluga-se "urna casa terrea
para pequea familia, nos bairros
de S. Antonio t paga-sc bem :
quem liver, annuncie.
Precisa-se .Mugar um sobradinlio ou
uma casa terrea, prxima a ra Nova, que
nSo exceda a 10,000 is., propio para fami-
lia: n fallar na na Nova, ven la 11. 5.
i
i
o
Para collegio de meninas.
Uma senhora que possue as hal>ilitac necessarias por ja ter sido empreada sete
annosem um collegio da corte, off para ensinar a lingoa franceza, bordar, e
lodos os trabalhos deagulha : quem pre-
cisar annuncie.
Antonio Gomes da Silva subdito brasi-
leiro vai ao Rio de Janeiro.
Nova fabrica de latoeiro, ra Im-
perial n. 181.
O abaixo assignado avisa a todos os seus
i'io_'.ie/. 's tanto de loja de ferragens como
selleiros, que na fb'ica se acha prompto
um compli-to sortimento de estribos de to-
los OS I Humillos e de molde franco/, lisos e
le conxas l" a ules e pequeas ; esporas de
correas, ditas de tarraxa, ditas de molla ;
esrrevaninhas com campanhias e sern ellas;
11 mol'un/es de lo los os lmannos ,- tornei-
ras para alambiques e tanques d'agoa ; as-
sim como avisa-se aos senhnres de engenho
que precisarem 'le alguma obra de concert
em seus alambiques, tanlu simples como
maquinas de Drosne, n3o le n mais do que
mandar em sua casa um portador com dous
cavallos para conduzir a ferramenta o o of-
licial que vai preparar a obra, ficando cr-
ios que serSo bem servidos e por p'eco ra-
suavel Antonio Fernandes Braqa.
A pessoa que annunciou por este Dia-
rio querer comprar um silio perto da praca,
e capaz p8ra ter 8 vacas de lele, e arvore-
los, quereudo um com todas estas propor-
coes, pode dirigir-se a ra do Queimado,
luja 11.10.
V a quem toca.
Antonio Jonquim Vidal, com
loja de ferragens na ra da Ca-
deia do Uec fe, pede aos seus de-
veJores, quesejulg*m com lem-
po bastante de espera, que Ibes
vo pagar seus dbitos o mais bre-
ve que poderem, antes que seja
forcado a procurar ser pago pelos
meios judici*es, para o que ja dsu
poderes bastantes a um procura-
dor pan. este fim.
Ra das Cruzes n. 28. rj
Consultorio homaopathtco do faculta- ra
tivo J. B. Catanova. g.
Gratis para os pobres.
Na ausencia do facultativo J B. Ca- X
sanova, o professor de homceopalhia J*
Gosset Bimont continuar com os O
trabalhos do mesmo consultorio, on- O
& de poder ser procurado a qualquer O
G hor. O
OOOOOOOOOOGOOOGOO
Acha-se fgido des le o dia 6 de Ja-
neiro do crrente auno, o escravo Gabriel,
de nacSo Benguella, de i la.le 30 anims,
pouco mais ou menos, estatura regula!,
preto, cabeija axatada, olhos vermelhns por
effeito da caxassa, pois he bnbado, bastan-
te ladino, denotando muita viveza, e he
muito contador de petas, e por isso se co-
nhece fcilmente fallan ln-si com elle, he
cozinhairo, barb uro e pe treiro, fui escravo
do capHSo lente francisco Xa vi t ile \l-
eaniara ( commandanlc da cuverla Janua-
ria), o ved'lido pelo capilo tente Anto-
nio Garlos' de Figu^ra Figneiredo (cotn-
mandantedo Caliopt), ao raajor Antonio da
Silva Gusmilo, imj seu legitimo senhur
quem pegar leve-o ao referido major
GnsmSo, no Atierro dos Afogados, que pa-
gar generosamente, e mesmo a quem der
delle noticia.
Compras.
Gompra-si urna fronha grande de bre-
tauha com lavannlo, que seja nova : quem
a tiver, annuncie.
Compra-so um terno de medidas de
pao em bom estado : na ra Velha n. 102.
Comprm-se as Ordenaces do Reino
em algum uso : na ra rio Apollo o. 15, ou
na ra do Queimado n. 17.
-- Compra-se uma commoda de amarello
ou angico, que este-ja em bom uso : a fal-
ar na ra do Rozario larga, loja de louca,
ou annuncie.
Vendas.
laile de mascaras.
Para admirar !
As mu dse jadas, procuradas e
excellen'es uscaras de cera, com
molas, cousa nova neste genero
entre ni, representanil diversos
caracteres, todas circuladas de ftr
bas, bigodes, ele, que di al cabelleira, por muito commo-
ilo preco : na ra da Ca ieia do
Hecife n. 34. primeiro andar, a
tratar cem Jos Francisco S
Leito.
Vende-se um preto crioulo ainda mo-
50, boa figura, sern vicios nem achaques de
-ma'pessoadeboa conducta que sabe qualilade alguma, vende-se por seu dono
bem le ecrever. contar, grammatica por- querer retirar-ae: na ru. dos Uarly. ios nu-
tugueza, eescripturar por partidas dobra-
las, ofTrece-se para qualquer escriptura-
co quem de seu prestimo se quizer ulili-
sar annuncie.
-- Aluga-se o sobrado da ra do Vigario
n. 13, tres andares, solo corrido, dous
grandes mirantes, que por sua posiQSo ele-
vada domina o mar de nortea sul, e com
s maisexcellentesaccommodaces; aluga-
se tambem separados os ditos andares, as
chaves existem no armazem do mesmo
sobrado.
Precisa-sede um caixeiro que tenha
bstanle pratica do ferragens e miudezas :
na ra Nova n. 20, se dir quem precisa.
Sabio luz a importante 0-
bra Manual do Negociante ou
oilleccto da legislaco fiscal e ad-
ministrativa do imperio do Brasil,
contendo toda a legislacao mo-
lerna. que p le interessar ao cor-
i)o do commercio e ao foro : ven-\ co
*. ......___i- f_i 2: nr
mero 18.
-- Vende-se uma pela crioula de 2S an-
uos com algumas habilidades i quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Soledade ( salun-
do pea travessa) n. 5, que achara con.
quera tratar.
Meias delinlio.
Vendem-se na ra do Queimado loja n
19 muito superiores meias de linho, por
;u ei;.i commodo.
(3 |.'iuulir;io de sinos c outras w
3 quae-squer obras le metues O
em ponto grande, na nu do O
151 n ni de Mesqiilla &L>utra. Q
Cuia da guarda nacional
eompleta, com todos esclarec lientos neces-
sarios para bem desempenhar estes devo-
res : vend-se na loja de livros do pateo do
Collegio n. 6, de Jo.lo da.Costa Dourado,
sor 2,000 rs. cada exemplar. .
Contintia-se a vender milho em saccas:
no Becco Largo do Becife, *enJa que volla
para a Seuzalla Nova.
Guarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacional,
contendo a lei, regula ment e todos os m-
telos que delles dependen), a 1,000 rs. cad
xemplar completo : na praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8.
mmn -mmmm m m m%mm%nm %
^ Na loja do sobrado amarello, nos
\: quatrocantos da ruado Queimado n. a
f29, tem para vender um completo &
sortimento das fazendas abaixo men- %
I donadas, tudo de superior qualida- j*|
^ bar : cortes de vestidos de sarja pre- $
i ta lavrada, pa.lioes de milito gosto; ^
' sarja re seda preta verdadeira, lies- ^
* panhola ; setiin preto macao, propno *
1 para vestidos ; manteletes e capoti- 1
'; nhos de chamalotee gros de aples 1
^| pretos, com mui lindos enfeites ; los i
i. de linlio preto, bordados a seda ; um I
completo sortimento de pannos pre- i
tos para os precos de t al 12,000 p
1 rs ; casemira preta elstica para va- p
?j| rios nreeos.
T '; Ven lem-se supnno'es livros em bran-
ca de diversos taminhos : em casa de Kalk-
nann Ir.n.los, ra da Cruz n. 10.
Sortimento barito.
Vandeii-so jarras mu bem feitas, resfria-
lores, (|iiartnhas, morin^ues, copos, gar-
'afas brancas para resfriar agua, louga vi-
.l'.i.ii, al.'ui.l iros, panellas, cagarolas com
cabos, hlalos para ensinar meninos a 1 ri-
lar, dit is para costura e ditos para com-
pras : na ra da Ca Ieia do llecif-s n. 8.
Ruado i.ivi'iuiiMili) n- lo.
Ha chozado a esla luja u n novo sorli mon-
to le cunhraias da Escocia, o mais fino que
s tem visto, para vestidos de senh iras, a
280 rs. o cova lo, ou 4S0 rs. a vara ; assim
como um completo sortimento de cuitas fi-
ns, as quaes se ven lero por menos do que
m outra qualquir parta. Esla laja eslara
aherta at as8 h iras da noite pira as pes-
soas que quizerem comprar t3o boa pe-
chincha.
Chita escarate a 320 rs. o
covado.
Defronte do becco do Peixe Frito, loja n.
3, vende-se chita escarbile pelo haratissimo
ireco de uma pataca o covado Est taZen-
ja lorna-se pelos seus novos desenhos re-
commendavel, no s para c .inas e cuber-
as, co no tambem para vestidos de se-
nhora,
Aos genitores cliefes de familia.
Na loja da ra do t,)u o na lo n. 3, defron-
te do boceo do Peixe Frito, ven lem se pe-
gas re algoliluzinho muit 1 eiicorpadi, e
cambraia lisa muito fina, com um peque-
no toque de avaria : de lulo se d.ir.lo os
recos a vista da faz-nda ; assim co no .I.ir-
se-ha amostras com ocompeienlo penhor.
A 1,4o0 ru.
Vendem-se pegas de cassa do qua Iros e
listras jara habados coui 8 1|2 viras Cida
uma : m ra do Crespo, loja n. 6, ao p do
lampeSo.
Vende-se um preto de An-
gola, ptimo c izu iri'i em tudj
e de boa conducta : qu^m o quizer
comprar, dirij t-se ao Sr. Francis-
co Antonio Coelbo, no hotel Fran-
cisco.
Ven'e-se,ou toma-sea quantia de tres
contos de ris sb hyp theca en un parte
le 1 engenho distante desta praga 5 leguas :
quem pretender, dirlja-se ra da Praia,
armazem n. 46 B, que achara com quem
tratar.
Um escravo bom trabalbador de
enxada.
Vende-se um prelo mogo, 'obusto, bom
traballi.dor de enxada e machado, proprio
1.ara eiicnho : ni ra larga do Kozario n
?8. primeiro an'lar.
f v' V v V y v V v v v y y
a>. Manteletes e capoliiilios.
Fabrica de caldeireiro.latoeiro.funi- O
leiro.vidraceiro e serralheiro na ra Q
0 do Kriim n. 28. Este estabelecimenlo
0 acha-se completamente montado pa- Q
q ra construir quaesquer obras, de q
n ferro, folha, latSo e cobre, com ,-,
K _____.:j*. --1- 1 ___i..l J- '
rle-se nicamente no pateo do Col-
legio, casa do Livro Azul, por
8,000 rs. o exemplar.
Traspassa-se o arrendamento do enge-
nho Queluz, sito na freguezia de Ipojuca.
vendendo-se a safra no campo, o engenho
he copeiro e bom, e tem bons cercados: a
tratar com Miguel Augusto de Olivelra, na
sua residencia no engenho Camassari, na
freguezia de S. Amaro JaboalSo, ou com
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca-
xoeira da freguezia de Ipojuca.
Acab de sabir do prelo a
seguinte e interessante obra
Guia do Guarda Nacional,
contendo a lei n. 60a de 19 de se-
tembro de 185o, que d noa or-
ganisacaoa guarda nacional, o de-
creto n. 73 com as instrueces
para execuco da mesma lei, a cu-
10 decreto e instrucc5es acompa-
tibatn onze mappas ou modelos,
nSo s relativos ao processo da
pjalificac3o, do recurso de revis-
ta, etc. como da economa dos
corpos, organisacao por munici-
pios, por batalhSes, companbias,
etc. e fioalmente as nstruccSes
promplidSo e zelo, a voinsua uu *t
" comprailor; assim como ja tem S
. promptas burras de erro de segredo, 9
9 lelfas, iguaess francezas ; machi- w
O as de Derosne mullo bem constru- O
O das, alambiques de carap iga, laxas e O
Q lo l a quahdade de cobres para o Q
Q servigo de engenho, e carros de ni3o >
0 de ptima consirucgSo. gj
Q Francisco Antonio Correa Car doto, $
Vende-se um escravo de is aunos, de
bonita figura, que cozinha eengomma per-
feitamenie : no becco dos Martyrios, conti-
guo a casa n. 3 a iveite-se, poim, que s
se vende para o malo.
Vende-se uin cavallo, grande, rugo-
card0o, bonito, esquipador, com bons an-
dares e muio novo : a tratar na ra du
Queimado 11. 27, primeiro an lar.
Camisas de niela le cores.
Vendem-se camisas de meias de muito
bonitas cores, pelo haratissimo prego de
1,200 rs.: na ra do Quei.iiado loja de miu
dezas junio a de cera n. 32.
Gheguem ao barato.
No Passeio Publico n. II, loja de Fermia-
no Jos Rodrigues Ferreira, vendem-se pe-
gas de algudSoznho muito eocorpado, com
um pequeo loque de avaria, ao prego de
2,000 rs. a pega.
Fara acabar.
Vende-se por 2,000 rs. o milheiro de ce-
bolas, e a 2*ti ra. o cenlo : na ra da Ca-
deia de Sanio Antonio, armazem do Mjol-
los n. 17, e junto ao arco da CoucoigSo, ar-
mazem que foi do finado Braguez.
>
->
>
a>
>
Na loja do subrado onar.-llo, nos
qualro cantos da ra do Qi;aimido
n. 29. lem para vender nianleloies e
capolinhos para sennora, de chania-
loleegros de aples le cores, os
mais modernos e de mais liados en-
feites que lem viudo.'
*Ai,ftAftAftft4. A?J.AAM***
Vende-se um moleque hom cozinheiro
e copeiro ; urna es ra va de bonita figura
com as habilidades precisas para uma casa
le fami 1 ; um niul.'iiiiri.i do 12 anuos; e
um escravo lo todo o servico : na ra das
Criizes, venda n. 20, se dir quem vende.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em
velas, fabricadas no Ido deJanei'
ro, sortidas aodesejo do compra-
dor, e por prec> mais barato do
que em outra qudlquer parte;
tambem se vende cera fabricada
em Lisboa, em caixotes de 100 li-
bras cada utn : trata-se com Ma-
c iado & l'iniciru, ra do Vigario
n. 19. segundo andar.
-- Vendem-se travs de louro, de 36 a 40
palmos de cuiuprimento ; e ti pias parn
lillral agoa : na ra da l'raia, serrara de
Cardeal.
Vi-n le-se um terreno sito na ra da
Praia, com 40 palmos de frente, e perto de
300 de fundo, pe.iras para caes, pono de
e.nba iua da l'raia, serrara de Cardeal.
-Vende se uma preta de nag3o de boni-
ta figura, de 25 anuos pouco mais ou me-
nos, a qual cozinna muito bem, engomo,
lava de sabSo e varella, e o3o tom vicios de
quali Ja le alguma, oque se aliauga : no si-
llo da 8ra. Viuva Cuuha, ao p do Sr. Ar-
ceuio, no Hospicio.
Vende-se uma pardinha escura de 10
anuos, muito bonitiooa, jcoze chao, he
muito sadia : na ra do Rangel n. 38, se-
gundo andar. ,
-- Vende-se por haver negado tora de
lempo um rico cortinado de lili do linho,
lavra4o com muito gosto, oroprio para ca-
ma de noivos : na ra do Crespo n. 12.
No armazem de S Araujo, na ra da
Cruz n 33, vende-se suiierior farinha de
mandioca a dous n.il ris a sacca, bem co-
mo sola, couros miudos, peuoas de ema,
' ijollos parl li m par nielaos, ele.
Bom e b Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Le te, ven lem-se ricos cortes de
meias casemiras, pelo diminuto prego de
1,000 rs. A elles, rapasiada do bom gosto,
amosqese acabein.
Vende-se cera para lima de
cheiro, a 1,000 rs. libra : na ra
do Rangel, sobrado n. 5i.
-- Vendem-se duas famosas rodas de 9icu-
pira de moer mandioca, um bom quartao
muito novo, assim como uma excellente
preta muito boa quitandeira. que lava de
sabSo e cozinha o diario de uma casa : quem
pretenler, dinja-se ra da Conceigo da
llua Visla n. 9.
Farinha Fontana.
Vende-se farinha daquella acreditada
marca, sen lo a ultima cimicaria a esle mer-
cado -. a tratar com J. J. Tasso Jnior, ra do
Amorim 11. 35. *_
Vende-se uma preta de meia dale, a
quai sabe cozinhar, fazer todo oias ser-
vigo de uma casa e he o ilim para iini da
mesma : no pateo drf c. irmu, no primeiro
andar do sobra lo novo,
Vende-se umi negrintn de 19 para 13
annos, propna para s^r educa la, por ter
boa conducta : na travessa da ra Baila nu-
mero 6
Attencao.
Vendem-se, na ra do Crespo,
loja n. 1, e na ra do Collegio,
loja da i'.slreil.i n. I, casticaeo pra-
tiM'l >s, de gosto o miis moderno,
vinil.is ltimamente de Lis 101 ; a
elles antes que se acabim, ou que
se remettam pira a Bihia. is
mesmis lojas tmbem vendem-se
metliodos piraviolo.
Vn le-se urna taverna cora os fun-
dos de 300,000 rs., na ra do Pilar, em F-
ra de Portas, n. 88 : a fallar como dono na
mesma.
A 1,600 e a l,8oo rs. a vara.
Ven le-se panno de linio pan l^ngOas,
de muito I101 quali.1 ule, com a delici-lesa
dn vara e meia dar um elegaite lengol sern
coslu'a, milita commido para no inagoar
o corpo : na rui do Crespo n. 12.
Pichincha a 1,400 rs.
Na ra Nova, loja de fe ragens n. 2, de
Jo5o Fernandes Prenle Vrauna, cnegou
novo sortimento de raaro|uim, ecmii-
nua-se a vender pelo diminuto preg da
1,401) rs. a pelle, a elle freguezes anies q 10
se acabe.
Ven.le-se uma escrava moca
com umi- cria de 7 meses, cuj
escrava cozinba, lava e engomma
o diario de uma casi ; tambem
se ven le um escravo moco, pro-
prio para qualquer servico, por
ser possante : na ra da P.aia
n. 3i.
--Na ra das Crozes n. 18, terceiro an-
dar, vundem-se, uma ptima escrava parda
d 1 26 annos que engomma bom, cose chSu,
cozinha e lava de satio ; orna preta de 20
annos, que cozinha, lava e vende na ra;
um elegante escrivo de Anguila de 22 an-
uos, ptimo canoeiro; um dito do nac3n
de 30 anuos, ptimo gaohador de ra e
mesmo para campo.
Vendo-s<* por precisSo uma parda de
boa figura de 1 la le de 25 a 30 annos. boa
lavadeira de sabiioede varrella, refina as-
sucar, faz lo la a quali.lade de doce, cozi-
nha o diario re urna casa, ptima para o
servigo do campo, pois disso lem grande
urlica : quem a pretender dirija-se ao Afo-
gado, na ra do Mutucolnmti.
Isto he que be bom barato.
Vendem-se ricos cliicniinhos, pro irios
para senhora, a 800 rs. ; ditos para humera,
a 8u0 e a 600 ; ctiaruteiras finas, a 1,800 ;
ricas 0alias para rap, a 2,000 ; caixinhas
com 6 papis d" gulhas francezas, a 320;
.litas com bi inqtie.los pira m -nios, a 480;
tesnuriiihas mullo linas, a 00 ; superiores
escevinhas para dentes, a 160 rs ; linhas
de peso, muilo boas, a 60 e a 100 rs. a
melada; agulhas cantufas, a 60 rs. o pa-
pel ; pentes de baleia para alisar, o mais
lino que se pode encontrar, a 400 ; ditos pa-
ra segurar cahellus, tanto abertos como fe-
chados, a 360; hengalinha de junco, a 200;
lu los maracas para mancas, a 240 e 120?
aaulheiios de vidro, de mui bonitos pa-
ilres, a 200 ; barretes pintados pra ho-
5 .-ns e meninos, a illl ; baba los de linno,
a herios, a 120 e a 140 rs. a vara ; carapugas
ile seda prela, ptimas para quem fur calvo,
a 640 ; loucas de seda pr.-la pra mangas,
a 500; linhas re carretel de 200 jardas, at
n. 150, a 80 e 100 ; caixinhas proprias para
guardar juias.de 320 a 480 ; luidos touca-
Jores, on timos para as senhoras se pentea-
rem, a 3,000-; e outras muilas cousas bara-
tas : na ra do Queimado, loja de miudezas,
unto de cera n. 33.
Vendem se cordas de tripa e bordos
para rabeca e vioi.io, papel pau'ado para
msica, tudo de superior quahdade, che-
gado prximamente, : na praga da Iu le-
pen, lencu, loja de miudezas n. 3.
-- Vende-se rap de Lisboa em frascos,
chegado agora pela barca Ligtira : no largo
da asseiiibla n 4.
Meias de laia para padres.
Vendem-se superiores meias de laia para
padres, pelo diminuto prego de 3,000 : na
ra do Queimado, loja de miudezas, junto
de cera, n. 33.
Attencao.
Na ra do Queimado, loja n. 17, sSo che-
n los os mais modernos manteletes, capo-
linhos e palitos de nobreza de seda preta e
de cores, cada um em seu carlSo, por pre-
go 13o barato que faz admirar a quem lem
vontade de comprar.


vt
ai
AGENCIA.
da fundirn Low-lMoor.
ni'A DA SF.NZAI.LA NOVA N. 42,"
Neste estabeleeimento conli-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o tneias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de lodos os lmannos, pa-
ra dito.
Chumbo de mimicSo.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra iln \ -tiiii i ni n. 35.
--Vendem-se amurras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo milito superior.
Grande sortlmento de charutos
da fabrica de S. Flix, no ar-
ma/.ini de < rocen s Compantiia,
ina da Cruz n. 21.
SSo chegados a este armazem os verda-
deiros charutos regalos, regala, enea lores,
deputados, venus, senadoras e soberanos
de Havana, em caixas de cem e 250, per pro-
cos rasoaveis.
. A pobreza.
Vendem-se cebollas americanas pelo ba-
rato prego de 80 a 160 rs. a resina, e a 320
rs. o canto das solas : nos armazens Jo bec-
co do Concalves, junto a casa da Sra. Viuva
Lasserre
Vendem-se arados america-
nos dos modelos mais approvados;
na ra do Trapiche n. 8.
Deposito de cal virgt-m.
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no brigue Tarujo-Terceiro.
Potassa da Rtissia.
Vende-se potassa da Russia, recentamen-
te chegada, o de muito superior qualidade :
na ra do Trapichen. 17.
Taixas para cngciiho.
Na fundicilo de ferro da ra do Itriini,
acaba-se de receber um completo sortimeo-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidflo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas 80
comprador.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica de Todosjos
Santos na lialiia.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz 0. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco cum-
modo.
Cal virgem de Lisboa,
da mclhor que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Em-
preza : trata-se com A. C". dr
Abreu, na ra da Cadea do He-
cife n. 37.
Na ra estreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, de J
F. dos Santos Maya, vendem-se eordas de
tripa e bordes para viol3o e labeca, e pa-
pel pautado para msica, ludo da uielhoi
qualidade possivel.
Fio para sapateiro c para saceos.
Vende-se um remante do ptimo fio par
sapateiro em novellos, e dito em meiada.-
para saceos, por preco commodo para li-
quidar facturas :,.em cusa de Adamson llowie
& Companhia, ra do Trapiche n. 4-2.
Lotera de N. S. do Livramento.
A OS ."1:0(10 Sum r-.
Na loja de miudezas da praga da Inde-
pendencia n. 4. vendem-se bilhetes, meios,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre impretervelmente no da 28 do cor-
ren le.
Itilhetes intuiros 11,000
Meios 5.500
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Ora em velas,
Vendem-se caixas com cera em velas, fa-
bricada no Rio do Janeiro, sortidas a vonta-
de do comprador, e por prego mais barato
do que em oulra qualquer parte. Trata-se
com Machado & Pinheiro : na ra do viga-
rio n. 19, segundo andar.
Vendem-se pegas de chitas pardas, co-
res fixas, a 4,500 rs. e a relalho a 120 rs. ;
cortes de cambraia, mui bonitos, cores fi-
xas, a 2,600 rs. ; e 100 saceos de estopa no-
vos, com duas varas cada um, a 320 rs. i na
ra larga do Rozario n. 48, primeiro andar.
Tecido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadea n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
propriaa para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Deposito de e-pelhosdas ma-
nafacltnas de Franca : na ra do
Passeio n. 1q.
Tinta para escrever.
Vende-se excellente tinta para escrever,
em frascos de mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasco : na livraria ns. 6 o 8 da pra-
ga da Independencia.
Vende-se urna escrava cozinheira, s-
dia e sem vicios, o que se adunca, assim co-
mo qualro vidragas para loja de miudezas
ou de sapateiro; tudoem coala : na ra lar-
ga do Rozario, loja n 35.
Vendem-se queijos londri-
nos, touciaho em mantas, ervi-
Ihas verdes, conservas de todas as
qualidas, cli preto, pos para p3o
sem fermento, baldes para com-
pras e mais gneros.- ludo ultima-
mente chegado de Londres: n,
ra da Cruz n. 7, armazem de Da-
vis & Companhia.
- ?endem-se candieiros para
meio de sala, m'iito ricos, com os
competenteN globos, canudos c lor
cidas, dando a luz imis bnihinte
possivel": nt.rm doTraptch ; n. 8.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra.
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Lotera de N. S. do Ltvramento.
A os 5 000,000 rs.
Na ra da Cadeia n 46, loja de miudezas,
vendeu-se o bilheteinteiro n. 951, em que
sahio a sorle de 1:500,000 rs., e eslSo ex-
postos v -nda os bilhetes o cautelas da
mesma lotera, que corre impreterivelmen-
le no da 28 do corren te.
Bilhetes 11,000
Meios 5,500
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Uoiii e barato.
- Iiua do Passeio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos Leile, vendem-se riscados mons-
tros, a 200 rs. o covado ; rassas para baba-
dos, a 240 a vara ; madapolSo, a 2,000 a pe-
ca o a 120 a vara ; chitas, a 4,500 a pega e a
120 o covado ; chapeos de sol, tanto de ar-
niago d'aco como de baleia, a 2,000 ; len-
cos de seda de cores, a 1,500 ; luios de li-
nho azul ede cores, a 300 o covado ; cha-
les de chita, a 500 e 640, chita para cober-
ta, a 160 o covado; e outras muilas fazen-
das, que se deixam de annunciar para uSo
oceupartempo.
Algodao para saceos.
di Vende-se muito bom algodSo para %$
saceos de assucar, por prego comino- #>:
* do : em casa de Ricardo Royle, na ay
a ra da Cadeia n. 37. ty
l+w&t*^.&'-&'*9 Gr^W'.^^wW'Q si
Lei da g:uarda nacional.
Vende-se o peculio do guarda nacional,
contendo a lei, regulamento e o mais preci-
so para a mesma, a 1,000 rs. cada oxem-
plar: na praga da Independencia, livraria
ns. 6 e 8.
Na ra das Cruzes, venda de Domingos
da Silva Campos, vendem-se e alugam-sd
as melhores bixas de llamburgo, tanto em
pon;."io como a relalho, por prego commodo.
Arados de ferro.
Vendem-searados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupra e bracos
de ferro : na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Cimento.
Vendem-se barricas com cimento, pro-
prio para qualquer obra que possa rece-
her agoa, assim como para aljeroz e tra-
peiras, prximamente chegado de II,mi-
hurgo, lamben se vendem as meias barri-
cas por prego commodo : atrs do theatro,
armazem do laboas de inho, a fallar eofli
Joaquim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr.
loSo Matlieus.
itoga-se aos Srs,'fregnezes do ba-
rato que leiam o seguate
niiniincio.
Vende-se brim de quadros de linho, a
320 rs. o covado ; risrado de linho, a 220 rs.
0 covado ; dito de algodSo, a 180 rs. o co-
vado ; pecle muito encorpado, proprio pa-
ra escravos, a 180 rs o covado; castores
n mo encorpados, a 280 rs. o covado;
brim IraoMUO branco de linho, a 1,920 rs.i
ocite; dilo escuro, a 1,600 rs. o dito ;
esguiflo di- algodSo de 12 jardas, a 2,400 rs.
a peca ; cortes de fustSo, a 560 rs. ; cober-
tores escuros de algodlo, grandes, a 720
rs. ; cassa pela, a 120 rs. o covado; chita
de cores lixas, a ICOe 180 rs. o covado : ua
ra do Ciespo n. 6, ao p do lampeSo.
Cheguem a pechincha que se est
acabando.
Vendem-se relogios americanos, proprios
para cima de meza, muito liona regulado-
res, e por preco muito commodo, para che-
garem aos pobres : na ra do Trapixe n.
8, e na ra das Agoasverdes n. 62.
-- Vende-se cubre em folha para forro,
em casa de James Crabtree & C na ra da
Cruz.
~ Vende-se a verdadeira graixa n. 97 em
casa e James Crablree & C. na ra da
Cruz.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na botica da ra do Rosario Larga n.
42, vende-se bilhetes iuteiros, meios, cu-
jas rodas andSo nodia 28 de fevereiro.
Lotera de L. S. do Livramento.
Na botica da ra do Rosario Estreita 11.
10, vendem-se bilhetes inteiros, e meios,
mais baratos que em oulra qualquer par-
te, cujas rodas andiio no da 28 de feve-
reiro.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na loja de fazendas debaixo do arco
da Conceigo n. 6, vendem-se bilhetes in-
t' iros, e meios, cujas rodas andSo no dia
28 de fevereiro.
Vende-se muito nova fari-
nha de Santa Catharina : a bordo
do brigue Sagitario, fundeado
defronte do trem, por preco mui
to commodo.
llap Paulo Cordeirodo Rio de
Janeiro
em latas e frascos, chegado recentemente :
veudu-se na ra da Cadeia do Recite, loja
n. 50, de Cunha t Anuo 110.
Vendem-se bilhetes da lote-
ra do Livramento; as Cinco
Pontos n. 1 3g.
Livros baratos.
No Atierro da Boa-visia, loja n. 54; na
ra Estreita do Hosariu, loja n. 15; ede
fronte do trapiche novo, casa n. 6, ha a
venda as seguales publicacOes :
Memorias de um Doido por Lopes de Men-
lonca ; Leu 11ra Repentina, por Castilho;
(Jonlos ao Sei Ao, por Ribeiro de Sa ; o Preso
vista Militar contendo os oonhecimentos
lecessirios a esta no>r cas; filamen-
tos de hrilhmetica ; JJrnl das bellas ar-
i: Almanaks populares; Vista do Cerco
lo Porto; Carlas da India el'.hini ; linas
Dianas, romance de A. Du.ns ; Panorama
I Lisboa ; A Suman, jornal scienlilico : o
Thenue, dito; Revista Universal Lisbonen-
se, dito;Universo Pitorsco, dito; Vistas
lo magnficos edificios ; Retratos de pes-
Deposito de cal virgem e potassa
Conha Amorim, na ruada Cadea do
Recf< n. 50. vendomol virgem em pedra,
chegado plo ultimo navio de LishOa, e po-
tassa de boa qnalidade, por menos preco do
queem nutra qualquer parta.
Veadem-se escravos bara
tos como seja 3 negrotas de i4 an-
uos ; 6 pretas mogas de bonitas f
guras e com algumas habilidades ;
2 pretas ptimas quitandeiras, de
.'.i anuos ; I dita quecozinha mui-
to bem, por preco muito em con-
ta ; 5 pretos mocos, ptimos para
qualquer servco ; 1 mulatinho de
i5 anuos ; 1 preto que entendede
fazersabao, por j ter trabalhado
em urna grande fabrica no Mara-
nliaa : na ra das Larangeiras n
14, segundo andar.
Pechincha.
'Na loja nova da ra do Crespo n. 10, do
J. L. de li. Taborda, vende-se alpaca preta
de tolas as qoalidades. a 640, 710, 800,
1,000 e 1,200 rs. o cotado; cotes de brim
escuro de linho paro de 2 1|4 varas, a 1,000
res.
Chapeos de mola a 5,5oo rs.
Na loja de seis portas, em frente do Li-1
vramento, vendem-se chapeos de mola, a
5,500 rs de boa qualidade.
Fil bordado a 1,600 rs. a vara.
Vende-se fil de cores bordado, proprio
para manteletes e vestidos, pelo mdico
prego de 1,600 rs. a vara : na loja de seis
portas, em frente do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo res.
Vendem-se a 5.500 rs. meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas rodas andaii
inlalivelmente no da 28 do correte : na
praga da Boa Vista, botica n. 32.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se meios bilhetes da lotera a f
vor das obras da igreja de N. S. do Livra-
mento, que corre, a 5,500 rs. no Alerro
da Roa Vista, loja de calgado n. 58.
Vendem-se, por preci com-
modo, no armazem de Dias Fer-
reira, no caes da Alfandega, os se-
gintes gneros ; potassa em bar-
nquinhas muito nova, fumo em
folha jvara capa c milo de dimi-
ts, chocolate de Lisboa e fari
nha de mandioca muito superior,
chegada a poucos dias do Kio de
Janeiro : trata-se no mesmo ar-
mazem, ou com Novae> & Com-
p -nl-ia, na rita do Trapiche n. 34-
idS*:*** 99 : 9
te A >.'\<> rs. o covado. *
Vendem-se chitas francezas finas, 3
de padrOei miudinhos e cores fixs,
> p lo baraU prego de 210 rs. o cova- ,'sj
* do: na ra do Crespo, loja de qua- i
> tro portas n. 12. s)
S #:* '*'fe
Hasoes de appellacao
interposta pelo Dr Filippe Lopes Netto da
deciso do jury para a ie!ag3o do distric-
to, com observages sobre o accordSo, que
confirmou a decisSo appellada pelo Dr. Ma
noel Menes da Cunha Azevedo, 1 vol. por
1,000 : no pateo do Collegio, casa do Livro
Azul.
Vende-se urna escrava de nagSo, mo-
ga e boa quitandeira, que lava e cozinha
elguma cousa : na ra d'Apollo n. 27, se-
gundo andar.
C. J. Astlc & Companhia teem para
vender, em seu armazem, na ra do Trapi-
che n. 3, zincoem folha, proprio para forro
de navios e cobertas oe casas, tendo tanla
consistencia como a folha de cobre, e pela
lerga parte do prego ; assim como folhas do
mesmo metal furadas, as quaes teem appli-
cacSo pa a difTerenles objeclos.
Vendem-se dous selliris Inglezes novos,
sem uso algum e com lodos os pertences,
sendo um para montara de senhora, ulna
muito rica, e oulro para bomem na ra da
Cadeia de Santo Antonio a. 25.
Vendem-se 5 lindos moleques de 8 a
18 anuos 8 pretos de 20 a 23 anuos, sendo
um ptimo sapateiro, oulro oleiro e um ca-
noeiro ; qualro pardos, sen 10 dous ptimos
inarinheiros e um com principios de carpi-
na ; duas pardas de 16 a 20 anuos, com al-
gumas habilidades ; 8 pretas de 15 a 25 tu-
nos, algumas com habilidades, e asoulraa
proprias para todo o servigo : na ra do
Cullcgio n. 3.
Vende-se urna grande quantidade de
bolijOes, muito barato, que servem para de-
positar aieile de coco, ou oulra qualidade
de azeite ou oleo: no Aterro da Boa Vista,ar-
mazem n. 24.
Vasos.
Vendem-se vasos de vidro de cores, de
diversos tamaitos, a 2,000 e a 5,000 ra. o
par: no Alerro da boa Vista, defroute da
bunecra, n. 14.
Sapa toes de lustro.
Vendem-se sapslOes de bezerro de lustro
a 4,000 e a 3,500 rs. multo bem feilos : no
Aterro da Ba Vista, loja de calgado n. 58,
jonto ao selleiro.
Muranla Rosa Hardy, modista
biasiieira, ra Novan. 34.
Annuncia ao publico e particularmente
aos seus freguezes que tem para veuder um
completo sortimeuto de grosdenaple de
furia cor e preto multo superior, assim co-
mo sarja e chamelote preto de pnmria
qualidaae; linos cortes Oe grosdenaple di
furia edr adamascado tanto pada mantele-
infeites dos mesmos, a qual se vender
comprando alguma porglo da fazen la ci-
na dila ; um rico sorlimento de mantele-
te, caeotinhos e palitos de grosdenaple de
fuita c' e dechamulote preto, tu.lo de
Tiuita consistencia feuos em Fianga ; ca-
aolinhos de lit do linho preto ; ditos para
meninas de 4 a 8 anuos ; um variavel sorli-
mento de bonitos chapeos de seda de todas
s cores; ditos de fina palha de Italia para
enhora e menina, elegantes chaposi ohos
leaeda com lindos infetes proprios para
baplisados; dilos de ptima palhinha pra
menina e menino ; os melliorea e mais com-
modos espartilhosque lem chegado a esta
praga; novase rquissimas capcllas mullo
proprias para chmenlos e bailes ; ricos
cacos de llores para infeiiar chapeos de se-
nhora ; luvas de pellica com infeiles de su-
perior qualidade para senhora ; diias de di-
ta curtas para homem e senhora ; um gran-
de aortimento de bonitas filas e de difieren-
tes cores; chapeos de sol para senhora;
perfumaras finas ; armagOes pretas e bran-
cas para chapos de senhora; gorgurSo de
cores proprio para chapeos de dila ; sa pa-
tos de setim branco ; camisinhas e romeiras
para senhora : e outras muitas fazendas de
gosto moderno.
Deposito de tecidos da fabri- 9
ca de Todos os Santos, na Bahia.
Vende-se em casa de Domingos Ai-
> ves MatMeus, na ra da Cruz do Re-
'*" cife n. 52, primeiro andar, algodSo
> transado daquella fabrica, muito pro-
9 prio para saceos e roupa de escra-
? vos, assim como lio proprio para re-
0. des de pescar e pavios para vellas,
9. por prego muito commodo.
Vallia-me Dos !
Critava um pobre homem na ra um des-
tes dias, estregando com frga urna canella,
por causa de um soffrivel IrambuIhBo que
dera pelo terrivel esquecimenlo que leve de
trazer os oculos. He inconlesiavel a utili
dade delles, porqne nflo so aproximam os
objeclos, evitam a poeira nos olhos, senSo
liiinbem dilo certo ar de importancia; os
mogos passam por estudiosos, os velhos
par sabios; nao ha mesmo oxemplo ou no-
ticia, que um homem de oculos lisos fazen-
do-so annunciar em qualqner parle o man-
dassem esperar no patamar da escada, ou
na porta da ra, e so sim na sala de espera,
assenlado, etc., etc. ; ordinariamente o me-
nor iralamento que recebe he O dO Senllo-
11a, em suma s9o os oculos o antidoto daa
quedas, trambolhOes, toupsdas, canelladas
o outras calaslrophes a que o genero huma-
no esta sudjeito ; he por isso que so avisa a
quein os quizer, qur de vista curta, qur
(angada, os va comprar na ra larga do Ho-
zarlo n. 35, loja.
pelo dito; Curso A' InstrucgSo da Historia I tes como para capotinhos; ricas franjas e|2,000, e 2,240 rs.; supenoi
Natural; Poesias del). Luiz Riverac; .Re- Irequife de seda de furta cor, proprio para I seda do ultimo gosto a 13,
t Na loja de Jos Joaquina Alo-
>. reir & Couipanbin, 11a -*
% 0 Ra Nova 11. *. <
*n vendem-se manguitas e meias man- f
;i gas de fil de linho e cambraia, cou- '<
4- .a de gosto e que muito se usa em
% vestidos de cassa, cambraia e seda, s)
4> cuslando o par 2,000 rs. smente;
r cabegOes ou romeiras de lil de li- *
fe nho, tanto para senhoras como para 4
f: meninas, pelo baratissimp prego de -a
te- 4,000 rs. ; c.iini/iiilias de fil e cam- 4
*j) braia ; talhos de bico de seda ou -
t, blondo, tanto pretos como brancos ; :*)
A capotinhos de cha malote e setim ma- ^
p cao ; mantas de garga brancas, mui- .j
a>; to proprias para noivas ; capillas e 9
i> ramos de flur de larauja ; chapeos )
de palha arrendados e lisos para |se- i
t, nhoras e meninas ; e outras fazendas )
#>r mais, que na mesma loja se vendern 4
%) muito em conla. ^
aaSjpa9:9p^jp ts'^0:^^7^)
BIIESTOL SALSA (PAKRII.IIA AMERICANA.
Methur e mais extraordinaria du mundo.
I'ieservativa iufallivel contra as tabres.
A salsa pamlha original egenuia de Hi es-
tol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm de um es-
tado de impureza desangue das secrecgOes
11101 villas do ligado e eatomago, e em lo-
dos os casos que necessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Em lo-
dos os casos de escrophulas, erisipelas, ti-
ulia erupgOes cutneas, manchas, bilis, en-
Damacflo o debilitado nos olhos, inrhagSo
das glndulas, dores lumbares, alTecgOes
rheuuitcas, dores nos ossos e as juntas
nydorpcsia, despepsia, asllimo, deanhea,
desenteria, losse rtsfriados, enflammagSo
do pulradds phlhisica quaudo provm da
obsliugflodos brouebios em pessoas escru-
pulosas, enfluenza, IndigeslSo, ictericia
debilidade geral do iyslema nervoso, tabres
agudas, calores, enfermidades das molhe-
resenfermidades beliosas, e em tudas as
afecgOes provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emprega
com eflicecia em todos os sobreditos casos,
e he reconhecida como a melhor medicina
que existe. Os frascos de salsa de Brisiol
teem roais de qualro tamaitos dos de sal-
ga de Sands entretanto que os de Brislol
je venden por 5,000 rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vital Lapupe, e em Pernambuco
na botica de Jos Mara Gongalves Ramos,
na ra dos Quarteis pegado ao quartel de
polica.
5,000 ris.
Vendem-se chapeos do Chile
pequeos e tinos, a 5,000 rs. ; na
ra do Crespo n. n'.
Vende-se lazenda de palha da India,
muito propiia p*ra jaquetas e palitos, a 120
rs. o covado : na ra do Crespo n. 23.
Veude-se urna prela moga, que engom-
la, cose, o he perfeila cozinheira e vende-
dejra de ra : na ra larga do Rozario, lo-
ja o. 35.
Vende-se na loja nova naraa do Crespo
n. 10 de J. L. de B.Tauoida superiores corles"
de c.isenm a france/a de lindos padrOes pe-
lo barato prego de 7,000 e 7,500 rs., dilos
francezes a 280 rs. o cavado, lengos de se-
ta Com franja, para senhora, bonitos pa-
iros e superiores qualidades a 1,000 rs.,
chapeos de sol de seda para senhora a 4,001.
s., ditos 1 ara homem, pretos edecoiea a
6,800, e lengos de pura seda a 1,700, 1,80o
ores mantas de
000 o a 14,000
rs., chales de cadacoa1,300 e 1,400 rs. ;
orto de cambraia de snd 1 lambem 1)1 ul-
timo gosto a 10 000 11,000 e 12 0011ra, e
o-.tras iiiiiil s fazendas dt< superiores qua-
lidades, queso venJem por diminutos pre-
go.
Vende-seo engenlio Amparo, na fre-
guezia de Santo Anillo do termo da Victo-
ria, moenlo o correnle, com hoas maltas
cercado esoagoso, trras bem productiva
para lodo o genero de lavouras, e especial,
mente de caimas, de que se pode safrejar
annualmente uiais de dous mil pues de as-
sucar, sendo actualmemo de aniniae, mas
com todas aa pronorgOes e ptimo lugares
para so formar d'agoa, com uiocuda nova e
todos os domis preparo. Tambem se ven-
de urna propriedadede trras contiguas ao
engenho .Moclo, confinante com oAmparo,
tendo em urna testada* meia lego, o as
outras menos alguma cousa, como se fari
conhecer dos ttulos respectivos, com ma-
tas, ptimas vargens, e as melhores propor-
goes para se construir engenho d'agoa.
Igualmente arrenda-se por tempo conveni-
ente o engenho Moclo, moente e correte,
com agudes abundantsimos d'agoa, com
varias casas e sitios de lavradores, grandes
cercados, em partes de vallado : quem pre-
tender urna ou oulra cousa, dirija-se ao
mesmo engenho Moclo, na freguezia da
Santo AntSo, ou a Jos da Silva Loyo, na
ra da Cruz do Recife, confronte o chafa-
riz, ou na ra da Cadea de Santo Antonio,
e n 10, confronten theatro de s. Fran-
cisco.
,
Escravos futidos.
Desappareceu no dia 6 do corrate umi
sS pardinlu de notne Collecta, ida le 12 a 13
annos, magra, bons denles, porm um
quebrado na frente, faltas de cabellos na
cabega de sarnas que teve, signal de um
golpe em um dos pulsos, levou veslido de
algodSo trangapo asul de listras, e panno
da Costa usado 1 as autoridades policaes,
e capitfes de campo, roga-se a aua captura,
e entrega no caes da alfandega, armazem
numero 5.
JiWllsItMWPiCilWyillWWliliWsi
U U mulatinho Agostinho
fgido.
,'ji Na noite de 11 para 11 do
H passado ausentou-se o es-
p cravo Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos pretos e
S lisos, ps grandes com os de-
fe dos grandes grossos e camba- i
I dos para dentro ; he filho do |
; serlao, muito lallador e fio- 1
m ta: roga-se as autoridades
8 policaes, capitaes de eam- -f.
1 po, assim como a toda e |
fqnalquer pessoa qne o en- ft:
conlrar, de prende-lo e con- j
^ duzi-lo a seu senhor len- g
I to Jos Taveira, na ra da *
5 Cruz 11. ao, que nao s paga-
ft r todas as despezas, como fg
9 olerece urna generosa re- j
6 compensa a quem o trouxer. 3
wmmmmmmmmm mmmw&mmm
Fugio no dia 24 do correnle do enge-
nho Tapera, silo na freguezia de JaboatSo,
o oseravo de nome Jos, de nagSo Nag6,
cojo sinaescaractersticos sao osseguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, cum falta de denles, ros-
to talhado, ps giossos, representa ter de
idade 30 anuos, he muito ladino; a vista
do exposto rerommenda-se aos cap tiles de
campo a captura do dito escravo, pelo que
seno) generosamente gratificados.
Thomaz.
No dia 13 do mez passado ausentou-se da
casa do Sr. W. Raymond.no Recife, o es-
cravo de nome Thomaz, que all estava alu-
cilo ; e como at agora nlo tenha appare-
cido, roga-se s autoridades policaes ha-
j ni de o mandar penar e entregar a seus
senhores, na ra do AragSo n. 12, segundo
andar. O escravo tem ossignaes seguintes :
estatura ordinaria, bem preto, olhos fuma-
cenlns, cabega comprida para tras, pomas
zambias e ps chatos, equando anda pisa
quasi sobre os toroozellos; ha poucos dias
foi encontrado no chafariz do pateo do
Carao.
_-- Desappareceu no dia 7 do correte um
escravo por nome Paulino, de idade de 26
annos, altura baixa, suissas por baixo do
queixo, falla de alguns cabellos nos cantos,
o cabello da cabega 11 ni tanto grande, meia
irrigada a gafurina, ofllcial da sapateiro,
levou tres camisa, urna de xita preta, urna
de riscado encarnado, e urna branca ; levou
5 caigas, urna de xita prela, urna dila de
lila preta, urna dila de brim trangado par-
do, e urna -Uta branca; levando um bonete
de panno azul de palla, com urna tira de
coro de lustro .por sima : quem o pegar
leve-o so Atierro da Boa Vista n. 59, qua
ser recompensado.
25.000 rs. de gratificagSo a quem pren-
der o preto crroulo do nome Paulo, altura
menos que regular, grnsso e espaluado,
bem preto, e al dos beigos, bons denles,
bastante barba, com urna marca fulla em
urna das mogSs do rosto, ps largse apa-
Ihetados, em urna das pernas tem tres ta-
lhos ; consta que mulou o nome para J0S0,
tem andado aqu pelo Recita trabalhando
de.seivei.t-> de pedreiro, e pelo Manguiuho,
Ponte do Uchda eXamarinelra, anda cons-
tantemente a fuiiar, e he muito regrista ;
est fgido desde 4 do crrente, cnula
conserva a roupa com que sahio, que foi
caiga azul de algodSo trangado, camisa
branca, e bonetes quem o, aprehender con-
duza-o la da lniflo, quarta casa do lado
do nascente; ou a roa da Aurora n. 52, loja
de loai cineiro.
Desappareceu, na noite do dia 16, um
cavallo rudadovermelho, grande, magro,
cota as dinas aparadas, urna bexiga as
cusas, cum urna marca de tarida na aar-
neia, novo e com curto passo : quem o ap-
prehemier, podei entrega-lo na ra da Au-
rora, sobrado n. 60, lerceiro andar, que se-
r recompensado.
m


Full Text
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