Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06316


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Full Text
I1
AnnoXXVU
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Sexta-feira 7
PARTIDAS DOS CORRSIOS.
Golann.i e Parahiba, s segunda! escitas feiras
Rio-Orande-do-Norle, todas as quintas feiras i
roclo-dia.
Garanhuiis.e bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a l.'l e 28.
Victoria, s quintas/eiras.
Olinda, todos os diaa.
. ,i .
tPHEMinlDEI.
PlUSKS Di LU.
Nova, a
Cresc. a
I, as 3 h. e42 m. da m.
9, as 6 b. e36 iu. da ni.
Chcia. a 10, as 1 h. e 9 m. dam.
Miuj. a 22, s 7 h. e 19 m. da t.
FHIAMIR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhiia.
Segunda ai 10 horas e 30 minutos da tarde.
de Fevereirode 1851.
N. 31.
EcoB* sUB|fiprAo.
Por tres meses fadiaaettdoi) 4/000
Por seis metes
Porumanno %
EJHS*p*ia:
1I./U1I
m
das da simava.
3 Seg. S. Brai. Aud. do J. dos o'f. e m. da 1. v.
4 Tere. S. Andr. Aud. da Chae, di, J. da se-
gunda varado o. e dos feilos da fizenda.
5 i 11 ir t S. A Ouliil. D'roiitea. Aud. do J. dos orf. c do m.
da primeira vara.
7 Sesi. S. Romualdo. Aud. do J. da I. v. do civel,
e dos feftos da faienda.
8 Sab. S. Joo da Malta. Aud. da Ch. e do J. da
2. vara do civel.
9 Dnin. A. Apullonia.
20/000 a 29/3011
CAMBIO 1)1 6 DE rVEREIRO.
Sobre Londres, a 30 |,d. P- 1/000 rs. 60 das.
Paris, 320 por fr.
Lisboa. 85 a 90
Ouro. Uncas hespanholas....
Modas de 0*400 velhas
de 0/40(1 novas
de 4.1000......
Prata.Patacas brasileiros....
PesosKnliiiiiiiarioi..
Ditos ni vii mi.......i
10/000 a
lU/ooo a
y/WK) a
l/v20 a
1/930 a
1/680 a
ii'- '">>
161200
8/100
1/1I0
1/910
1/7(10
BflEW-f. '
S^,.j- MK^ssfe minutar''i smisiiiii i>aygt^ Jwa-y'-^HiWMaiLsaj
ata.
aesBK'i '
PARTE GFFICML.
MINISTERIO D/\ JUSTIC*.
DSCRrro N. 737 nE 25 de novf-mbro db 1850.
Determinad ordtm do j triso noprocesio com-
merical.
( Vi1e n Diario n. 30.)
PARTE SECUNDA.
Qa execuc&o.
TITULO I.
Do tUUtUQ 'la execucclio. .
CANTLO I.'
Da extraedo da sentenca.
Art. 476. A carta de sentenca smente he
necesssria quando a causa excede a alfada
do juiz.
Se a causa cabe na aleada nSo se extrahe
sentenija, mas mandado executivo em o
qual dev ser inserta a sentenca do juiz.
A'l. 477. Tambem nSo he necesssria a
sent nc i. e basta o mandado do juiz quan-
do a parte vencida se confurms cun sen-
tenca e quer sslisfazer a condemnacSo.
Art. 478. A certa de sentenca deve ser
pausada rom as formulas usadas do furo
civil.
Arl. 479. Se asentenca for da primeira
instancia a carta contera.
1. A autoacSo.
9. A conciliaco.
v, ;i. A pclicSo inicial.
4 A da citacSo.
5. A peticSo, ou artigos da acc?o ,
nfln sendo a pelicSo da accSo a mesma iui-
miclal.
6. A contestaeflo.
7. A replica a treplira
8. a sentenca e documentos em que se
ella fundar.
Art 480. Se a sentenca fr em causa
summaria a carta contera.
i-;i. A autoacSo.
v- 2. A petiefio inicial.
| 3. AconciliacSo
4.' A contcslaenn.
. t 5. A sentenca e os documentos em que
se el'a fundar.
Art. 481. Sea sentenca for- em {fraude
appellaclo, a carta de sentenca contera,
alm das pecas mencionadas :
S 1. A inlerposicSo da appelacSo.
2. 0 accordSo em relacSo e os docu-
mentos em que se fundar, se nSo frem os
mesmos em que so fundou a sentenca ap-
pellada.
Art. 482. Se a sentenca fr obtida em
grao de rovisla, sendo esta denegada, a
carta somente contera.
I. A iiierpnsiciloda revista.
2. O accordSo que donego a revista.
Art. 483. Concedida a revista, confirmada
pela relicto revisora a sentenca recorrida,
so deala j se houver exlrahido JJJantenca
antes da remessa dos autos para o supremo
tribunal de Justina, a carta smente con-
tera:
1. A intorposicSo de revista.
2. O accordSo do supremo tribunal que
a concedeu.
3. OcccordSo da relacSo revisora eos
documentos em que se fundar, se frem di-
versos daquelles em que se fundaram a
sentenca da primeira instancia e accordSo
em grao de appellacSo.
Ait. 484. Nilo se tendo exlrahido senten-
ca, ou sendo reformada pela relaco revi-
sora a sentenca recorrida, a carta contera
alem das pec"s mencionadas no art. 481,
1. A ioterposicSo de revista.
j 2. O accordSo do supremo tribunal de
jusiica.
S. O accordSo da relc3o revisora o do-
cumentos em que se fundar, se frem di-
versos daquelles em que se fundou o accor-
dSo em grao de appellacSo.
Art. 485. A carta de sentenQa de embar-
go de lerceiro deve cooter :
1. O auto da penhora.
2. Os embargos de lerceiro.
3. A sentenca e documentos em que se
fundar."
Art. 486. A carta de sentenca de artigos
de preferencia deve conler :
1 Conhecimenlo do deposito. .
i; 2. Auto da penhora.
$ 3. PelicSo e citacSo.
S 4. Artigo*.
5. ContestacSo.
6. Sentenca e documenros em que se
fundar. .
Art. 487. Em qualquer caso, bavendo na-
bilitacSo incidente, a carta dever tambem
conter: os artigos de nabililacSo e a senton-
es que os julgar com os documentos em que
se ella fundar.
Art. 488: Alm das pecas mencionadas
nos arligus antecedentes, pJem as parles
tjunlar como documentos, as certidesde
nutras quaesquer pecas que lhesconvierem.
Art. 489. Apresenlada a caita de senten-
ca au juiz competente ( art 490,), esle Ihe
pora o -- cumpra-se PO seudo por elle
proferida e sera o execulado citado para a
execucSo.
S a primeira citacSo da execucSo he pes-
soal fart.47).
CAPITULO II.
Do juiz e partes competente! para a execucio.
Art. 490. He competente para a execucSo:
. I. O juiz da causa piincipal ou aquello
que o succeder.
2 O juiz do termo cm que estSo situa-
dos os bens precedendo Carta precaloria
ejecutoria do juiz da causa principal.
Art. 491. A'execucSo compele:
1 A "parto vencedora.
2. Aos seus herdeirus.
3. Ao subrogado, cessionario e suecos-
sor singular.
Art. 492. lie competente a execucSo
contra :
1. A parte vencida.
S 2. Os herdeiro-, ou successores uni-
versaes.
3. O fiador ( art. 496 e 591 ).
4. O chamado autora.
5. O successor singular sondo a acQSo
real.
6. O'comnrador ou possuidor de bens
hvoothecadus ("art. 269 $ 2. cdigo ): segu
ra'dos ( art. 676 cdigo ) ; ou alienados em
fraude de execugo (art. 49); e em geral
contra lo los os que recebem causa do ven-
cido, como o comprador da lieranea. .
7. Todos os qne detem os bensem no-
mo do vencido, como o depositario, o ren-
deiro e inquilino quanlo a esses bens s-
mente.
8. O socio (art. 497, 498 e 499):
Art 493. A respeito dos bens da mulher
casada e do menor, nSo f/ommerciaotcs ,
guardar-se-iha o direito civil.
Art. 494. Consideram-ae alienados em
fraude d execucSo os bens do excutado :
I. Quando sSo ligitiosos ou sobre el les
pende demanda.
2. Quando ;i nlM'iiacSo lio feita depois
da penhora, ou prximamente i ella.
3. Quando o possuidor dos bens tinha
rasio para saber que penda demanda, e ou-
tros bens nSo tinham o execulado por onde
podesse pagar.
Art. 495. A senten?' nSo he exequivel
contra o lerceiro que possue bens do com-
merciante fallido, allienJosem fraude dos
rredores (art. 828 coligo), mas he essson-
cial contra o rhosmo lerceiro accSo compe-
tente e directa.
Art. 496. Sendo o fiador execulado, pode
offerecer penhora os bens do devedor se
os tiver desembargados, mas se contra el-
las apparecer embargo, ou oppnsiclo, ou
nSo frem sufflcierUes, a execiiQSn correr
nos proprios b^ns do fiador al effeclivo e
real embobo do exequenta ( art. 261 c-
digo )
Art. 497. Os bens particulares dos socios
nSo plem ser oxecutados por dividas da
sociedade, senSo depois de executados lo-
dos os bens sociaes( art 350 cdigo )
Art. 4S8. Ocredor particular de um so-
cio s ple executar o fundos lquidos,
iiue o devedor peasoir nacompanh'uio.u o-
ciedade, nSo teodo esleoulros bens des-
embargados, ou se depois de executados, os
que tiver nSo frem sufllcientes para o pa-
gamento C art. 292 cdigo.)
Art. 499. Tambem nSo pode ser execu-
lado nenhum navio na sua totalidad uor di-
vidas particulares de um comparte : mas a
execucSo lera lugar no valor do quinhSodo
'devedor, sem prejuizo da livre navegado do
mesmo navio, prestando os ntais compartes
Cianea idnea ( art. 483 cdigo).
Art. 500. Sa o execulado nSo tem bens
nO termo da causa principal, ou os que tem
flo insufilcieiites; eXpedirse-ha carta pre-
catoris executoria, dirigida ao juiz do ter-
mo on le sSo situados os bens para proceder
penhora, avalizo earrematac1* delles
Art. 501- A decisSo dos embargo" oppos-
tos no fOro da situscSo dos bens, compete
ao juiz dt causa a quem serSo remettidos
sem suspensSo.
Art. 502. Se o execulado possue bens oo
termo da causa principal e em oulro termo,
a execucSo delles nSo sera simultanea mas
successiva.sendo executados primeiramente
uns e depois outros, salvo se os bens de
um e oulro termo frem manifestamente
nsuhcierUes.
( Coitfinor--Ao. )
TRIB N aTT)"" S EL a C AO .
SESSA'O DE 1. DE FEVEREIHO DE 1851.
PRESIDENCIA 1)0 XM SESUOR COKSBlHElaO
AZEVEDO.
A's 10 horas da manha. achando-se presen-
tes ossenhores desembargadores Villares.Has-
tos, LeSo, Souza, llabello, Luna Freir, e Telle,
oSr. presidente declara abena a sesso.
JULGAMENTOS.
ApptllacOet erimei.
Appellanics, Manoel Gomes Ventana e oulro
appellados, Agos.linho Munl Brrelo e ou-
lro. Mandaram a oovo jury.
Appellaote, Broto Jo Bunes do Valle ; appel-
lada, a jusiica. Julgaraui improcedente a
anpcllacao.
ippeaf eiv*U.
Appellante, Pedro da Cunha e Albuquerque e
outros ; appellado, Jos Fernando da cruz.
Despresarain os einbargoa.
Appellante, .Alcsandre Jos Gomes; appella-
dos, Jos Antonio Comes Jnior, por si e
seus lillios e outros. dem.
Appellante, Albino Jos Plinenlel; appellado
Manoel Thomaz Perelra. Conllrinaraui a
sentenca.
Da de apparecer em que sao:
Appellantes, James Crabtree & C i appellado.
Joaquhn Jos de FarU. Jwlgaraui dezerla
e nao seguida a appellac5o.
Appellanie, Jos Moreira da Silva ; appellados,
ellina B.osa da Funaca e outros. dem.
D1LICIBCU8.
Appellante, Themoteo Ferreira Lima, adiiiiiiis-
Viador do patrimonio de Mossa Senbora da
palma de llaturil ; appellado, o juizo.Man-
darain ouvlr o promotor de oapeilas.
Appellante, Jo Antonio Pereirada Silva ; aj-
pellada.o juliod. fasendadas A lagoas.-Maoi
'liii.ini com visuao Sr. deiembargador pro-
curador da cora'
oesiomacOks.
Appellante, Antonio Jos Salgado; appellada,
ApVelanlV, o juio ; appellado, Antonio Jos
de Azevedo. u
Appellante, D. Brtea Sebastiana de Moraes;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Appellante, Antonio Ricardo do Reg; appel-
lado, Pedro Beserra Pereira de Araujo Bel-
trao.
nppellanle, Antonio da Cth* SnaresGulma-
res : appellado, Jos Jaeoine Tasso Jnior.
Vppellante, Joaqulm Cacnelro de Souza Lacer-
da; appellados, Fraridscm Mkria dos Anjos
e Joaquim Jos Ferreira.
Appellante. N. O. Bleber C.; appellados, os
administradores do patrimonio do orpbaos
dcsta cidade e outros.
rrvisOes.
Passaram do' Sr. deaembargador Villares ao
Sr. drscmbHigjdor Bastos as seguintc appcl-
laces em que sao :
Appellante. Ignacio Manoel Viegas ; appellado,
Joaiiuim Viegas.
Appellinte, Francisco de Paula Pires Ramos;
appellado, Manoel Alves Guerra.
Appellante, Jos Rodrigues do Paco ; appella-
do, Manoel de Souza Guimares.
Appellante, Bdrao & Macedo ; appellada. Jo-
sefa Mara de Jess Coutlnbo.
Passaram do Sr. desembargador Bastos ao
Sr. desembargador Leao as tegulntes appella-
rTii's em qua sao -.
Appellante, Andrade i trmao; appellado, An-
tonio Ricardo do Regn.
Appellante, Antonio Francisco Cordeiro de
Carvalho ; appellado, Francisco Manoel da
Silva 'Cavares.
Appellante, Manoel da Silva Lopes ; appellada,
a faicnda nacional.
Appellantes, Antono Alves Vianna e a santa
casa da misericordia de Lisboa ; appellada
a fazenda nacional.
Appellante, Ignacio do Reg Medeiros ; appel-
lado, Henrique Perelr de Lucena.
Passaram do Sr. desembargador Leao ao Sr.
desembargador Souza as seguintes appellacocs
em que sao: <
Appellante, F. Pouvler; appellado. Poumateau.
Appellante, Joaquim Antonio do Foruo ; appel-
ladj, Coiisianlina Jacinlha da Mota.
Appellantes, D. Amalia Josephina de Mello Ac-
cioli e outros ; appellados, Manoel Marques
da Costft boares e outros.
Passou do Sr. desembargador Souza aor. S
desembargador Rabello a seguintc appellaco
em que sao i
Appellante, Luiz do Reg Monteiro; appellado,
Manoel Cardoso do .Navinenln.
Passaram do Sr. desembargador Rabello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
appellacdes em que sao:
Appellante, Joaquim-Lobato Ferreira; appel-
lado, Manoel de Almeida Lopes.
Appellante, Jos Rodrigues Ferreira; appel-
lado, o julio.
Appellante, Antonio Pires Ferreira e outros;
appellado. Luiz Pires Ferreira.
Passaram do Sr. descnibargadior Luna Freir
ao Sr. deaembargador Tclles as seguales ap-
pellacdes einqueso :
appellante, Antonio Jos Pereira; appellado,
Luiz Rodrigues Samico.
Appellante, Franci-coperaldo Moreira Tempo-
ral; tutor dos orpbaos li.im- do finado Joo
Ignacio Rlbeiro Roma ; appellado, Joaquim
Antonio da Silveira
Appellantes, ArTonso Jos de Albuquerque. e
outros; appellados, os ludios de Arroucher.
Passaram do Sr. desembargador Tellcs ao Sr.
desembargador Villares as seguintes appella-
9es em que sao :
Appellante, Manoel Romualdo de Lira; appel-
lado, F.sievao Jos l'aes Brrelo.
Appellante, Antonio Ferreira do Valle e outros;
appellados, Eugenio Jos de Santa Rita e ou<
tros.
Appellante, Anna alaria de Miranda Castro e
oulro; appelladas, Joanna liarla de Miranda
Castro e o solicitador dos residuos.
Levantou-se a sessao a una liora da tarde.
mmmmmmu i i ib
EXTERIOR.
Ceremonia da impoiic,~to do Barrete Cardtna-
licio a S. Exc. o eardeal D Pedro Paulo
de Figueirtdo da Cunha e Mello, arcebiipo
metropolitano ie Braga, prima dat Uespa
nhan, a qual leve lugar n'i real capetta do
Paco dat Dleeesiidad no dia 5 de desembru
de 1850, pelai II hora da manltda.
Ilavendo o governo de Sua Magestade Fi-
delissima a rainha a senhora D. Mara II
pelido a Santa S Apostlica o barrete do
eardeal para o Senhor I). Pedto Paulo de Fi-
gueiredo da Cunha e Helio, arcebispo me-
tropolitano de Braga, primaz das llespa-
nhas. o sanio padre Pi IX anuuindo de
'boa vontade aos votos de Su Magestade Fi-
delsima, creou Cirdeal Presbytero o mes-
mo illuslre prelado no consistorio qne leve
em Roma no dia 30 de srlembro de 1850,
por letlras apostlicas da mesma data, d
rgidas a S. Kxc. e que compcanGravitsi-
mai inter curassua sanlidade se dignou
parlicipar-lhea sua nomeacSo e elevacSo
digoidade cardinalicia. O governo pontifi-
cio participou ofTIcialmenle ao governo de
Sua Magestade Fidelissima a elevacSo do
Sr. arcebispo primaz dignidade cardinali-
cia, e acredilou o Sr. Thomaz Mara Anto-
moro, camarista particular do sua sauli Ja-
de, ablegado para apresen lar o barrel a S.
il. Fidelissima, que sua sanlidade mandou
pelo seu grjirda nobre, conde Paulo Canal!.
Da ordem de sua santidado o Sr. Ablegado
pedio ser aprsentado a S. M.^d fui apreseu-
tado no dia 7 de novemliro e pedindo-lh
em nome do santo padre se dignasse de im-
r o barrete cardinalicio ao Sr. cordeal ar.
cebispo primaz, e designaase o dia, S \l
desigoou o dia 5 de dezembroas 10 lima-
da mauhSa.
S. M. Fidelissima querendo dar um leale-
nbo publico do alto aprecoemquo tem a
pessoa de sua sanlidade, e a graca fe la ao
illustro e digno prelado, cujas virtudes 8.
II. tem em muita cunta, ordenou aos seus
ministros; e especialmente ao ministro e
secretario de estado dus negocios ecclesias-
ticos e de jusiica, que se fizesse esta cere-
mouia com tudo o apparalo e publicidade
possivel: maodandu que os coches e estado
de sua real casa conduzissem i capelU real
e ao paco o enunentissimo eardeal e o Able-
gado de sua sanlidade com a maior digni-
dade e pompa.
Acspella rea! ? irtDOU riOMMlV fo-
ram convidados o corpo diplomtico, os
grandes do remo, os ministros conselhei-
ros de-estado, os camaristas deS. M., oaju.-
ilen'e de campo de el-re, os ofiiciaos mo-
res da i i vi, o lo la a cOrte.
Um esquidrSo de csvallaria foi posto de
guarda de honra para acoTipanliar o emi-
nentissimo eardeal, e o Ilustre Able-
gado,
Urna guarda de honra com bandeira foi
collocud a porta do p*cn,-e um fo'te des-
tacamento a porta da real capella.
Os soldados da guarda real dos archeirns
guarnC''rm o atcio e escadaria do paco
real, assim como a capella, na qual eslava
levantado o thrnno de S. M. Fidelissima, P
junto delle urna credencia ricamente arma-
da, com duas salvas de ouro cohertas dp
um rico veo carmes semeado de estrellas
le ouro, e defronte do throno duas ricas
cadeiras de vellido carmesi agaluadas de ou
roe lmofHl>-, urna para n eminentissimo
eardeal patriarobt de Llabd*, e outra pa-
ra o eminentissimo eardeal arcebispo
orinaz.
Para tornar a ceremonia mais pomposa S.
M. Fidelissima convidou para assistirem, a
S M. Imperial a senhora Imperatriz do r. <-
sil, viuva e duqueza dn Uraganca, Sua Al-
teza Imperial a senhora pnnceza, I). Ma-
ra Amelia, e Sua Alieza real a serensi-
ma senhora infanta I), l/.abel Mara.
Punen depois de 10 horas da manilla.
ChegO o Exm. eardeal arcebispo primaz
cmn o lllm. Ablega lo de sua sanlidade eaa
um coche da casa real pucha lo a oito, c
nelle o brrele cardinalicio. S. eminencia
foi recebidn com as honras militares devi-
las a sua alta gerarchia o om repiques de
sinos.
Aps deste coche vinham outros dous da
casa rcil puchados a seis com os ecclesi-
asticos perlencente ao eminentissimo ear-
deal.
A este tntnpo estavam na real capella os
ministros e conselheiros do estado, olll-
ciaes-mres da casa, arcehispos, bispos, ti-
tulares, grandes do reino etc.
as tribunas do lado do altar-mr esta-
vam S. Exc. o internuncio apostlico e a
maior parte do corpo diplomtico.
S. eminencia Toi recebido porta da ca-
pella pelo F.xceHenlissimo duquede Palmel-
la, capilSo da guarda real dos arelieiros i-
outros glandes simo I). Prior de Cuiniarflns esmoler-mr
lo S. M., acompanhado do capellSo da mes-
ma augusta senhora. S. eminencia e o lllm
Xblegalo foram comluzidos capella do
Santissimo Sacramento, onde fizeram um
breve orncSo. Suhiram depois capella-
mr e ah o Sr. Ablegado Thomaz Mara An-
tomoro, depnsitoii n'uina salva de ouro o
barrete cardinalicio do purpura, e na outra
as leltras pontificias e estes objecto* foram
cobertos com um vo de seda carmesi. Lo-
go o emineniissiino are hispo Primaz, e
lllm. Al'legsdo .lomaran! nssenlo nos luga-
res que Ibes estavam destinados.
Tendo o esmoler-mr participado a S. M
Fidelissima, qil tudo eslava prompto na
real capella para comecar-so missa e ce-
remonia, a mesma augusta senlmra den or-
dem ao seu mor lo nio-mr o Exeelleulissi-
mo duque da Terceira, para que poiesse o
prestito em ordem o caminhassem para a
capella rnal, o que se I /, indo no fim do
prestito S. M. Fidelissima. Suas altezas o
principe real, o o Sr. infante II. I.uiz, du-
que do Porto, S. M. Imperial a senhora du-
queza de Uraganca, Sua Alteza real a se-
nhora infanta I). Izahel Mara, o Sua Alte/a
Imperial a sennora II. Mara Amelia. Estas
tres augustas seuhoras ficaram na tribuna
real. S. M. a ranina, ia acompanhada da
Iaui. duqueza camareira-mr, e de mais
oito damas effeclivas n honorarias, alin
dos seus camaristas. Officiaes-mres da ca-
sa, e anudantes da campo do el-rei. Che-
gados "a capella-mr o eminentissimo ear-
deal patriarcha deu agoa benla a Suas Ma-
gostares, e allozas o foram todos a capella
do Sintissimo Sacramento aonde de jo -
Ihos, com toda a devocSo fizeram omcSo
breve, o tornando cauella-mr, Suas lli-
gestades o Suas Altezas o principe real e o
Sr. infante duque do Porto, sutura n ao
throno, e suas eminencias nca/areal patri-
archa e Lisboa e o eardeal arcebispo Pri-
maz, a-siin ciiinu ii lllm. Ablegido dess
sanlidade, tomaiam os seus especlivos lu-
gares. Cmiii'cnu a missa rezada pelo Itvd.
Aulonio Pedro de Brilo Villar, capellSo de
S. M. e thesoureiro-mr da real capella. No
fim do Evaugelho o esmolcr-mr deu ;. bei-
jar a Suas Mageslades e Altezas o livro dos
Evangelhos, e o beneficiado Henrique De-
ziderio, mestre de ceremonias da patriar-
chai, deu o Evaugelho a beijar a suas emi-
nencias. Suss Magestades o Altezas reco-
beram a paz, beijarido a parta pax, o suas
eminencias lize>Hin o mosino. Acabada
missa o Celebrante relirou-se para a sacris
lia. Suas Magestades e Altezas senlaram-
se, e osemineutissiuios cardeaes lizeram o
mesmo.
Logo depois o lllm. Ablegado Thomaz
Mara Antomoro tirou da salva de outro o
breve pontificio que comeca gravluimas n-
ter curas, e o entregou ao cavalheiro Filippe
Bemvenulo, camareiro secreto da espada e
capa do Sautissi mo padre Pi IX, e secreta-
rio do mesmo lilil- Ablegado, que o leu
em voz alta na augusta presenca de Suas
Magestades e Altezas, de suas eminencias e
da corte.
Com luida a leilura do breve, o lllm.
Ablegado chegou lieironle do throno, fela
reverencia a ba Magestade a rainba, re-
cilou um pequeo discurso em lallm, o
qual traduzido em purtuguez be o se-
gu inte :
Senhora! Crnndissimo hpsem duvida
ojuhilo de que me sinto possnido neste di,
que para mim venturozo raio, e no qual
por graca do summo pontifico Pi IX, te-
nho a desempenhar o honroso cargo de
seu delegado na presenca de V, M. nesto
gloriosissimo reino de Portugal, sen lo eu,
para esse fim, preferido a tantos outros,
aqu enviado.
He na verdade, que nenhum cuidado
houve mais importante para o soberano
pontifico, que Dos guarde por amitos an-
uos, apenas se vio restitu lo a sua antiga
sede, pela Divina Providencia, cooperando
0S principes calliolicos com as suas armas,
e conselho, do que distinguir e honrar, por
monumentos do sua particular benevolen-
cia e ; i al i.l i ', a cada urna das tneflbn, que,
por admiravcl uniformi ls.de, qnizeram se-
gurar p, proteger'os dircitos da Santa S
Apostlica.
Por estes motivos, satisfazemlo aos
desejos do V. M determino eleger eardeal
o arcebispo de Braga, Pedro Paulo Figuei-
redo da Cunha 0 Mello, vario dotado de to-
das as virtudes o leltras, ordenan lo-me,
uno ( apezar da minha falta de merecioiPii-
los ;apresentss as insignias .lus-.i sagra-
da gerarchia, com as quaes agora perteoce
V M. dec ira-lo.
Em prova da minha miSsSn, as rcaes
mSos de V. M. deposito as lellras apostli-
cas, e o barrete purpuieo, em quanlo su;i-
nlicoa Heos prospere e felicite sem uro em
ludo a V. M., a seu augusto espozo, i fa-
milia real, ea todos os portuguezes
EulSo o lllm. ablegado, depositando O
barrete de purpura as augustas mSos do
S. M. a Itainha, o Exm Cardeal arcebispo
Primal, ajoelltou dianle da rainlia. que Iho
p Exc. levautande-se tirou o barrete, o foili
profunda iocllnacSo, recitou a seguinto
falla :
Senhora.' Desde quo V. M.subbioao
throno, tenho recebido as maiores e as m lis
exuberantes provasda sua real benevolen-
cia. Despachado leute de prima da facul-
lad.i de caones ni univorsilalo de Coi m-
bra, nomeado depois arcebispo Primaz da
S da Braga, fui ltimamente pela mu al-
l e poderosa proteccSo de V. M. eleva lo
uelo sautlssi.no padre PO IX a eminento
dignidade de eardeal da Santa lrej Hu-
mana,
SSo na verdade gran les satas motivos
para a minha gratidn.i, e re^onhociinnt(i ;
mais o da detioje, ein que V. M. pn> fazer
re i lea r esta miulia nova dignidade, quiz in-
vestir-'iic da purpura cardinalicia, este pa-
ra mili Iffo fausto da, que nSo seriscira
jamis d minha lembranca. roo a cur i a
o remate i tantos beneficios, e a tantas
honras com que V. \\. se tem dunan lo en-
grauJucer-mo, o exaliar-me. Ah .' Que mais
po'ie.na desejn, so de honras fora ambicio-
so Claramente conheco, senhora, e ingi-
DUaaiente COOfeSBO queinefiltun os dotes,
e qaalidades qu i exige to alta dignidade.
NSo Iu em mim oulro iiierilu, seno o res-
peito, amor e deiidadc, quesempreconsa-
gre! augusta pessoa ilo v". M. : mas Daos,
que la do alto esta ven lo lunilla humildade,
nSo permitlira que en deslustre o sacro
i'oliu,io, chcio d vardS por lautos ttulos
reapeitaveis.
Isento em todo o tempo de amhicSo ; so
hoje m glorio, o comprazo cun esta dig-
nidade, hu principalmente pelo lustre es-
plendor quo dalla resulta a Sinla l,reji do
Itraga. Esta Primaz das llispinhas, na lon-
gi e bnlhante serie do arcehispos, conta
|u iti-.i, que liunr .dus com a purpura cardi-
nalicia, sSo outros tantos ornamentos da-
i| ii'lla S ; e so eu em nada me possu com-
parar com l5o esclarecidos e venerandos
prelados, seroi ( como tal me repulo ) um
frac i iiislrumenlp do que V. M. se dignou
servir-se para manifosiar o religioso zlo
com que so empeuia em Ilustrar aquella
to nobre o amiga diocose. DdSle molo, se-
nil ira, esta para mim ISo honrosa exalta-
Cao sera ao mesmo lempo um novo brazSo
de honra para a minha igreja,, c um monu-
inouto de gloria paaa V. M.
a Por e-tes motivos por mim, cen no-
me da igrja Bracarense, dou a V. 51 humil-
des Igrac'S, por tantas o ISo singulares de-
monsirsces da sua real benevolencia, e
cheio da maior submissSo, rrspeito c aca-
ta(lenlo, renov e confirmo na sua augusta
presenca os mais solemnes o sinceros pro-
testos da minha graldSo, amor a tideldsda
a V. U.f a el re ea luda a familia real.
Logo Suas Magestades e Allozas descerara
do throno o fram a capella di Sanlissimo
Sacramento ondo com suas eminoucias, o
a corle fizdrain breve oraefio, o voltaram as
salas do Paco da mesma maneira qua ti-
uham viudo, ficando na capella o emiuen-
tissimo raidual arcebispo Primaz al qua
lulo eslivesse em ordem uo Paco para ser
uilroduzido, e receber as honras do infante.
Estando no thiono Snas Magestades o Al-
tezas, o na sala os grandes do reino ulli-
ciaes-mroi, damas, ministros o consellioi-
ros de estados os prelados e toda a e te,
s.iino da capella o eminentissimo cardoal
arcebispo Primaz, eacompaubado do lllm.
Ablegado entrou no cocho rico em que viera
e fui conduzido ao Paco. A' porta estavam
o duque do Palioella, capiUo da guarda, e o
conde dePenaei, serviudo de mestre sala,
os quaes inlroduziram sua eminencia na
sala ilu ll.runo ; S. M man tuii pelo mordo-
mo-uir, cubrir a corte, o emiuentissimo
carJeal fez as Ires coitezias do costume,
Suas M.igi-slades e Altezas sentarau-se, e a
ranilla mandou ao eardeal quo so senUsse,
oque elle fez, e depois da breves palavras
se levaularam e assim acabou a ceremonia,
e audiencia publica e solemne dada poj
1


-
...

T-- '
----
>*m

"*
S. M. Fdellissima so ominentissinio e rev"
ren ii-Mcii.i cardeal arcehispn de Braga, Pri-
DKH llespanha*. I) Pedro Paulo do Fi-
gueiredo Cunhti e Mello.
S.H. I'idelissima so dignou convidar um
esplendido almoco o cardeal arcebispo, o
lllm. Ablegado, ocardeal pntriarca, a* da-
ma, os grandes dignatarios da cjea e reino,
ouiciaes-mres, camaristas, ajOdantes de
campo de el-rei, ministros o conselheiros
d estado. Pela hora e nieia da tarde sus
eminencia seretirou com o mesmo cortojo
rom quo viera.
( Diario do overno.)
( D) Peridico dos Pobres no fot lo. )
*>!
Gom-^unicado.
O 1'AliREMESTRF. E OS SIU0E4.
Qui polesl cnpere, capia!.
Temo iido com a DeceaiarladerofAo a sodifi-
cantes jeremiadas dn padre-mettre di Imprenta
ronslituinli: Ipinns notado o csforeo com que
procura desviar o povo (o povo por quem c pi-
ra quciii elle s vive .') ala tremenda embifade*
l.i da mrnifireni/i constitarional repretenlativa:
temos visto a lu i que o novo Uubois tem ira*
vado nos unimos I .'en pos com tolos e cerca
de ludo, sem pxceptuar homceipattias e ho-
rnee ipaihiai, o lagarto e sua medicina, dansa-
nuas, landos, fidos, etc.; c nada nos tem ad-
mirado, como nao nos admirar, que o patlre-
mcflre da Imprenta constituir/le ileieiida ao mes-
1110 tciupo fe nao ser a priiueira ve/.'.) uproeo
contra, lu i-etanlo, em termos o prurido de
eterever, que devora e atonneiiia o padremes-
ter, somos ubrigados, com a leilura da impren-
ta de hoje, (dia de San-liraz] a lanzar mao de
um expediente que desembarace nussa gargan-
ta de algumas palavras, que ainiintoaiUs ahi
puderiatu cail9ar-n'is (com a devida venia do
patlremetlre de omni scibit, ti postibili) una la-
ryngile, bronchocelle, ou colisa que o valha.
La vii, pois, o nosso discurso, all.M nao ou
com aja pedida venia) o guer que seja, que me-
llior Hume receba do padie-mesln, que Iva Jitu
entre nos, multo em segredoj beiuo pude fa/er
deyraca para desencargo de conscieucia, por
dous motivos bem simples: l., porque o pa-
dre-mettre a pretexto de ter rnsluado ri iboiiea
no sceulo passado esl chuxindo, em santo ucio,
do thesouro bem bous cubres; e por fallar uis
to, (esta v entre parentliescs) nao acha, padre-
ineslre, que hedilcil de tragar que nao teulia
que comer quem traballia, c que o p-iVe-inrj-
Ir coma sem trabalhar ? Pois tome nota desle
u jumento ; esponha-o com o geito que Ihe he
, .mili c i.lo, ao seu (uerido poco, e veraquanto
se ba de augmeniar o j crescido uuuiero de
cousliliiiutes 1, porque. porque o autor
de una obra intitulada Hoqucucla Nacional
-- (uuica fotile pura ueste genero} esta em falla
jiara com o respeilavrl publico, concorrendu
.issiin para que nossa ignorancia seja invenci-
vcl. Diremos inaior leseiivolviineiilo a esta
rasao de outra ver, se I'or necessario ; por ago-
ra basta de cavaco.
Levou luuilo a mal op.idr-mfrre (ja se sabe
da impreusa conslituiile, o mesilla de qucui
allegoricaiuenle temos fallado : nao se pense,
que trala-se de algum ministril de Chritlo por-
dia e de verdade).... Ora a inania das explica-
cues un .o nos para.... para onde '! para o pa-
lrr-mfsfre. Poiscoulinuenios com elle, Levuu
mullo a mal o padre-meilre que os correspon-
dentes do Vidrio, qur di Babia qur do II10-
de-Jauriro, a que denomina SimSes, em
vea de chorar a miseria do povo afilelo,
visto que o pavo j cansou de chorar, mosircm-
se mullo contentes, e (oh peccado reservado
ao papa!) reliram os cantos melodiosos uuvi-
dos no iheatro de 5au-Pedro, e os encantos e
feilicarlai da Sra. badeina. U sublime trecho
que nos occtlpa agora, il assim: t> mas en-
tretanto os si nliores coi'respoudeuti s, ,i < ,
nos rclerimos (os do Otario) longe de lastimar
a miseria em (|ue nos aclianius, longe de uuir
suas vozes ao de um povo anhelo, para pedir o
remedio a uossos males, para iudica-los mes-
no, milito se ufana em referiros cantos melo-
diosos que ouvio no thcatro de San-Pcdru, ele ,
ele Ksla dicco nao pode ser de un pndre-
mestre jubila lo ; e como o objeclo do artigo be
de pura invenco e phantasia. devenios crer
que o compositor entendeu de si para si que
Ihe era licito inclter tambriu sen bedelUo. As-
sim eniquanto nao passarem i s di.is da lei c do
eslylocm (|ue de ve appaiecer a Kriaia -- nao
portereinos saber, se opnifre-me-lrf quiz com-
prebender ainDuS os correspondentes, ou un
s, inda que um delles est longe do tlieatr
de San-Pedro ; mas isso nao importa ; he ape-
nas urna cirrumstaiicia de lugar, a que bem si
pode desatlender, par.* lomar mais brilliaole
n discurso- nao he assim, padre metlre'! K de-
inaij, o padrcmeslre, que tem os ouvidos alor
doados pelos gritos descoinpassados da gente
do poder, quf squer pristi, recrntaiiieu-
tn, proceso, deporlaco, murle c sangue qoau-
tn pussa baver ; nao est em estado de deli-
berar, merece toda a desculpa.
Vamos ao caso : seja um ou dnus os dilleani
do thealr" de Saii-Pedro, os amadores dos cn-
cantose feitlcarlai da Sra. Hadema, isso he m-
diffciente; mas nao achamos raso no pndrv-
mr>Ir>qiiaiilo a ngerisa que loinoii a laes co'r-
respondenies. Nein iodos teein acubeca, o cn-
i i. ... c a barriga do padre-mettre, e as ililferen-
tas phisicas pode li.....seguir-sc a diversidade
da opinian (nao diga o padre-metlre que sumos
Inalerialislas; fazemos prvflffau de le em sent
do contrario )
Nao admira que os correspondentes do Dia-
tio n0 enxerguem a miseria (|iie nao cxisie,
nao ou. mi os brados descoinpassados do poder
que squer priso, recriilaiueiilo, processo.
ilejwu i.i. :iu, sangue e mais sangue ; por esla-
rem contentes com a sua sorle, e nao tereui
perversidade bastante para especular com a
credulid.ide do povo, illiidiudo-n, illaqueaudo
sua boa f, para arrasta-lo perdico, com o
tinicu I i 111 de alif izer a ainbicu de nieia du-
vm de D'iif da patria que querem eamer tem tra-
bahar, ouqur sao insaciaveis; insaciaveis, sim,
Br., pois o padre mettre, sem duvida, couhece
algutm, que bem se parece com os tubares,
que srguudo se diz, quaulo mais comcm, mais
disposico '.i ni para comer.
O padre-rneitre se he por acaso o sujeilo que
pensamos, no lempo do rri vclho; e quaudo li-
uli i lauta rubusle qiiaula a <|iie custuma d ir o
refeitoiio dos frdettnntost nao dispeiisava^o/i;
]-nstova de ouvir cantar, c ale em momentos
Je |ioesia e enlliusi.isuio, qtiauUs vezes nao o
oiiviiuos enloar elle uiesoio endechas amorosas
lo senslveis, doces e pe fumadas como as ri-
nas do Anoslo e lasso !: Anida hoje. como se
liuii.un lora nos recordamos (e como uossa
mente se deleita I) das seusares agradaveis que
nos ni cisiona va sua voz iiii-li lina acoiiipauhada
pelo bartnonioso violo, especialuienie naquel-
la uiudiuha que cbaiuavaiuos a favorita do
jiadre-ineslie.
s instantes que nos restaiu,
Linda Man ia, aproveiteinos;
Instantes lo venturosos
Sabe o co quando tetemos lo
Hoje no sino, neste lempo da munarr/iiaeonz-
ilucwnal tepretentativa, a que lana ogeiisa
tem o pudre-ffitstre (sen> duvida p rque nao he
representante), nu manila seu quinho ao vi-
gario, e em vez de chorar com o povo aliclo,
lie ndefictitelno ibeatm de *-anta Isabel, e
a A mui'j muitdu houvera la f/irydro.
Para que. pois, ba e o padre mittre zangar-
se tanto, porque o povo tem urna distraccao ?
Kuiindt ra o padre-mettre, que csi a niela ra-
j.io, e que devem todos viver mergulhados na I
listeza, at que elle diga : estou firle ? Ora
isto em verdade he exigir multo. Nem tan cal-
va padre-meilre ; tenha senlido com o milas
As travessuras do padre-metre tein-nos leva
do longe ; coiivm concluir.
0 seguintc trecho fol que principalmente oc-
casionou a presente escriplnra:
Das noticias mais importantes que vieram
da corte nesta quinzena, notam se duas, que
com eiTeito devem utilisar muilo ao paiz.
primeira he, que- SS. MI. j voltirain de Pe-
(ropnlis, asegunda he, que o amigos do Sr
Ruzebio, seui lugares lenles as provincias,
com bem poucas e honrosas excepces, eslo
feilos desembarcadores.' liso he que be go-
veroar, o mais he escrever na areia. Abram-
se as portas da relaco desla provincia a mais
estes amaveis magi-trados, cujoi feilos e cuja
ignorancia superlativa de algiius, multo e inui-
io os devem recominendar ao governo paternal
do Imperador.
1 iei\ ii em k de parte a Injuria que com mao
prodiga prelendeu o padre-meitre laucar sobre
11 el icio de Periiamhuc e sobre 09 novosdes
enibirgadores; porque o pidre-mettre nao se
dlffnou apuntar os cujut ffitot, nem perionalisou
a ri/i'i ignonnria deatijun (assiin est no texto.)
Oeste modo para ferir a out'em, basta ter deu-
les caninos: mas o padremettri tem raso;
sini, senhor, tem lo li a rasa 1 ; o caso he mes-
mo defazervir agoa a b>cca! Melhor fra que
eises ordena.los viessem para a algibeira de
um tabio e honrado polriodi, do que servir para
1 subsistencia desses ettapidot c veth icot desem-
hargidoree; e este argumento sendo como he,
de milita forca a fivor da eoiisiituiute.com
que o pni/re-merirequer felicitar esta trra, nao
.jcvla licar 110 esquccimeuio. hlas, segoudo
reaa o caihecismo >la padre-mettre a oonsll tu lo-
te catuc la;, o obsequio de n io eipensar o
Imperador; a que propisilo, iiois, veio IO vol-
ver o pidre.ntC'lic ms suis chalacas e dialribes
a SS. MU.'! K .Ir,o ... ; demos o caso de que
algum malicioso se lembra de leVaular una
cilamnia alrocisiiina. e qualilicando o pidre
mettre, deseovolve a grande lista de seus mu-
los, condecoraces e empregos, nao ser un
escaudalo ? uo se tornar verdadeira a chala
causada pelo pidre-mcilre -- de que estamos
prostituidos ?
s.' i o, .11 j 1 -11.1 ni he o melhor passa-lcmpo
para o padre-mettre, excrca-a etubora coutr
lauta gente honesta que ahi ha. e que desafia
os boles dos invejosos; porm respeile ai|uell
1 quem lodos us brasileos devem acalamento,
priucipalmeule o padre-mettre, pelo menos em
quaulo viver dos cofres pblicos, M.-lhor fra
que o p idre-mestre, seuo lem o que fazer, re-
zasse, e, em vez de ameacar-nos com a colera
celeste, orasse a Deo por todos qu unos vivcn
as irevas. sem atinar com o cauuulio 1I1 paz
e verdadeira felicidade, imitando o psalmisi.i.
Iluminare, domine, 11$, gui ia lencftrit. rl in
umltra moitittcdenl.....ujdtrtgendot pedes nostros
in viam p icts.
Por buje basta.
O aprendiz de earapucat.
Sua casa ',1 de feverelro de l.l.
/'. S. lie natural, mais que provavel, que o
padre-mettre caia sobre mis com ludo o peso de.
sua maca d'lieicules, pois que tem o pao ga-
ndo, cao levaolar-se n 1 tem que prof;nr se-
uo o -- eut nobit /iot ol-i fecil. Por nossa
parle promeilc nos-Ule que se por causa de
uussas necupacoes, uo Inr prouipta a nussa
resposta, sei certa in-iis cedo ou mais larde;
islo poslo -- au revoii, muehrr.
fubli
caya
l a
pedido.
SONETO
Ufferecilo nn Sr. Antonio los Ditirte Cohn
bra, na occatiati dedesempennar a parle de
jito Gothier as .Memorias do Diabo.
AfTectos excitar mover piix>s
< Jo ni arte, com primor, e liabilidaJe
O vicio golpean lo, e n inaldado
A virtudc plautuiijo nos corar;0es
Fazer sentir sensaces
Com mu alto s.iber e agilidado
Entinando seguir a sfu verdade
A honra tribuiar adora^ou.
S tu pules CniMBRt sabiamente
Depoit do m ojtre seu iiolire Gcrmano
A scena h: i.ha.itai bizarrauenli'.
Arollie pois Coimbra, se -ila ufano
Este vol sincero e reverente
Que, te oll'erece um leal I'ERnxmuuoano.
v^anvraaii3Atiirt-:r,2!a--or*;KiTiSLrrT'ffir/i^L,-rti
I\ep n-ligo da Policia.
PARTE DO IA 1 lK HEitllHD l)K 1851
Poram presos : h ord-'m do Subslelegado
da tregueill de Krei Pe Iro fonr;alve.s do
llecife, o Portugiinz Jos Perri-ira, por cn-
ine de fuilo ; e VppiiIu Jix Ferreira, smo
leclaraqflo do motivo : do subdelegado
da freguezll da lina Vista, o llespaniiol
Mminel Jos da Coat Cuimarais, taubcm
Sem (li'ClaracSn do unitivo.
O stihilelegado da freguezia de B'rreiros
o a 1 tici.iou ao chefe de policia em olTicio de
20 de ileii'ii.liru ultimo, que 110 dia 9 liavia
sido assassinada una inullier rom dezoilo
uiuli I id e que ao depois de inuilas pes-
iui7as pote ser preso o assassino, prooe-
lendo-si ni forma da lei aceica de seme-
Ihsiile ficto.
DEM 00 Dl\ 3.
Foram presos : a ordena do delegado, g
Crioula Matildes Hoza Mam dos Prazeres,
para averigalo s policiaos : ordem do
subdelegado da fregu.-zia de S. Antonio,
Jos da Osla Maia e Antonio Mannllu Fal-
OflO, 1 or hnga : e a do subdelegado da fre-
guezia dBoi Vista, 0 preto Fstev.lo, esfia-
v.i de Manuel Antonio Gouqalves, a requisi-
cijo de s-u senhor
DEM 1)0 DI \ 4.
Foram presos i a ordem do subdelegado
da freguezia de S. Fre Pe Iro i.un.,- ilves do
Hecife, Sebastiu Franei-co Gomes, por uso
> fioa de punta ; e Manuel Jnaquim, por
eorrerQo : e do Suli lelegailo da fregue-
zia da lina Vista, os subdilos belgas, Joan
de tal e Jozeph, por leularem entrar em
urna casa lora de horas, contra vunUde de
seu dono ; l.uiz Manoel Huzendu deltrito,
por Ci une de furto ; e o preto Joaqun), es-
cravo de Manuel Cardozo, por currecr,ao.
'1 ii'"T
'. :*.;.v',_r .!'./
ALFANDEGA.
tentiimentd dodia 6.....12671,675
Itesenrtegdm hoje 7 de feveretro.
Brigue -- Vestal bacalliao.
Ilrigue Ith'n ferro.
Itarca -- Luida-- mercaduras,
itarct -- Elplrito Sanio -- ceblas.
Ilrigue liona Mathilde farinha. *
CONSULADO CEKAL.
Heudiraeoto do dia C.;.:... 3.285,875
REGEREDORIA DF, RENDAS GERAES
INTERNAS.
Uendimento doSia 6......774,760
TONSULADO PROVINCIAL,
iiiindlmnntn do dia 6 2:122 072
1 -: ..: -s-*-=msW^af&3^^s^B&f
Moviniento do porto.
Navios entrados no dia 5.
Mar Pacilco, ten lo ssliido de New-York
25 mezes, galera amerieans Splendei, de
V73 toneladas, capito 8- R- Poarson, e-
ouipagem 25, carga zeita de peixe ; ao
c*pil.ti>.
Rabia -- 12 das, bsrea sarda Liberft, de 200
toneladas, cpilSo G. Msrengo. equipa-
gem il.nin lastro ; Oveira Irmos.
Santa Catharina --M das, brigue nacio-
nal Sagitario, de 266 toneladas, capilSo
J0S0 de Dos Perera, equipagem 12, car-
ga f .rnha ; a Antonio Francisco Garet-
eo. Dardarou tr sido registrada por um
vapor inglex'de guerra, na altura lo Rio
de J meiro, a vista da llha Grande.
Navios sahidas no mesmo dia,
Aracaly lliale nacional Duvidot, mesire
JoSo^leuriquS de Almeida, cargs faz in-
das e larnna. Passagciroa, os Rrasilei-
ros F.stevo da Porciunculae Manoel An-
tonio de Pinho, e o llespanhol Antonio
Ferreira Aoleru.
llha de Fer.iando --Transporte nacional Pi-
r-ipimn, cnni uanlaiiie Gamillo de Lehs
Fonseca : con luz mantimentos. Passa-
geiros, 37 pravas do segundo batalhSo de
arlilharia a p, o referen lo Joaquim da
Cuoha Ca/slcitnte, capellflo da mesma
iiha, Manuel Tliouaz dos Santos com I
escravo, Manoel Lobo de Miranda delin-
ques Jnior, I escravo a edtregBr e 23
presos do justica.
Cans Ilrigue prussitno Alberto, capilSo
l.iackfeld, carga assucar.
wnmmsfmtm
itOlTA'ES.
0 Dr. Jos Riymundo da Costa Menezes,
juiz municipal su iplente n^sta malo do
RecifedeP-'rnmbuco por S. M I. e C.
que Dos guarde, etc.
Faco salnr aos que a presente cirta de
editos virem, edella noticia tiverem, em
como Gabriel me dirigi por escripia a pe-
1 n.- ',.1 do teor seguinte :
o Diz Gabriel Antonio que havendo sido
rondada a sua casa na noite de 26 para 27
de jsneiro e esUaviados diversos papis,
entre elles foram as" lettras constantes da
relatarlo junta e queren lo o supplicante
precaver o sou direito, quer fizer citar os
responsaveis por ditas lettras para learem
entendidos do estravio, e uso pegarem se-
no ao supplicante, ou a pessoa por ello le-
oiiun im.-ii'e aulorisada, sb pena de reoe
lirem 0 pagamento que in levidamente llze-
rem, dignando-se V. S. de mandar faer a
citaco por edlos pela permissSo do para-
-.' iphn 2 da ordensQSn do livio 4, titulo 43.
ain de que sej 1 juluada por senlenr;a e pro-
duza os devnluelTeitos. Pede ao Sr. Dr.
juiz municipal mande passar editos para o
lm requerid', e fazendose nelle especili-
cada menco do cada urna das lettras, sua
importancia,1 vencimientos e devedores. E
It. M Alcanforado.
Nada mais conim dita policio, na qual
profori o despacho s-guinte :
Selados os documentos e depois de des-
tritiulia psla. faca u-se as citaces em ter-
mos. Recife, 31 do Janeiro de 1851.Cos-
a Men'.ses.
Nada mais oontm dito meu despacho,
depuia do que sendo a petic,io destribuida
ao escivKu que este ba de subcrever, viera
o mesmo escrivo coi a duvida seguinln :
lllm. Sr. Dr. juiz municipal.Como o
despacho d.) V. S. seja concebido em ter-
mos, e como alguna dos devedores po lem
estar presentes no termo oujui.'.o, por isso
pego pxclarecimento se devo passar a ca ti
lo ediles incluindo toJos.os devedores-
mencionados na relucho. Cidade do Reci-
fe, 1 de f-verero de 1851. --0 escrivSo,
Cedro Tertuliano da Cunha.
Nada mais cojilm diia duvida, sobre 1
qual o supplicante fez a replica sguinte :
i lllm. Sr.--A duvida do escrivflo nSo
procn-le, porque sen lo a cititjlo edita I re-
querida em rasfio de se rem muitos os cita
lo--, Pereira e Suuza, ola 203 he evidente
que punco importa quo sejamaqui ou em
nutro lugar moradores, e por isso espera
que V. S. mande proceder pela forma reque-
rida, nfio obstante a duvida. E R. M.Al-
canforado. B
Cuja duvida e replica sendo-nio presen-
tes dei u 11.en despacho seguinte :
Passea carta eumprehendendo todos os
deve les. Recife, 1 de fevereiro de 1851.
Costa Menezes.
Nada mais se conlinlia em dito mou des-
pacho ; e h ) o teor da relscao dos devedo
res que devem ser citados o seguinte :
Relacao dai letlrat que faltam das que foram
n,11'indas a G-briel fulo na noite de 26 para
97 do corrate.
lima le tira aceita por Manoel Jos Eerrai-
ra M diado, vencida em 14 de dezemhro d
1832 de 245,460 rs.; urna dita aceita po
Jos Candi lo lio Irigues Ramos, venc ia.em
o orimeiru de dezemhro de 183S, de ris
I025,000; una Ula aceita por Antonio Ri
beirn Pessoa, venc la em 2 de mai'o do 1838,
.le 345.9H r. ; uma dita acula por Jos
Antonio da Silva e Jos Maria Bandeja de
Mouri, venciJa em9do setombro de 1839.
de 500,000 rs. ; urna dita aceita por Jos
Claudino l.eile, vencida em 25 de fevereiro
do 1843, de 3 932,250 rs. urna dita aCiita
por Manoel Ignacio de Siqoeira Ctvah-anli.
venc'.a em 31 de tnaio de 1847, de 3:356,25b
rs. ; ouira dita aceita pelo mesmo e venc
da nomesmodia mez eanno, de 1:bl3.75ti
rs.; uma dita aceila por Jos Mana Ue Vas-
concelos Uourbon, vencida eui 20 do eve-
relro de 1850, do 163,610 rs. ; outra dita
aceila palo mesmo, vencida em 20 de de-
zemhro do 1850, de 1:000,000 rs ; oulra di-
ta aceila pelo mesmo vencer em 0 de de-
zemhro de 1851, do 1:000,000 de rs.; ou-
tra dita aceita pelo mesmo a vencor om 20
de dezemhro do 1852, (de 1:000,000 de rs. ;
outra dita pelo mesmo, vencer em 20 de
,iczeinbrode1853, de 1:000,00i) de rs. ; urna
couta crrenle asignada por Antonio Jos
ios Sanios como Saldo em 8 880,709 rs
Como advocado, ot Bernardo alvio Al-
can forado.
Nada mais so continua em dita relacSo a
^nal seachacKiipelenlemciite s-lada. E
em cumprimeiilo do meu dito despacho se
passou a presento carta do editos, nos ter-
mos da lei, pelo teor de qual hni por cita-
das a todas as pessoas constnt8 da rela-
tjSo que nesta 'vai inserta, para que flquem
scienles de todo o conteudo na policio do
supplicante que tamhem vai inserta coi a
pena na mesma conminada. Pelo que toda e
ijualquer pessoa, prenles, amigoseconhe-
cidos das referidas oessoas as poderSo fazer
scientes do que cima lica exposto; e o
porteiro do auditorio publicar e Hitar a
prsenle no lugar do costume, sendo pri-
mairamente publicado pelo jornal.
Dado nesla cidade do Recife do Pernam-
iiiion, em o 1 de fevereiro de 1851.Pedro
Tertuliano da Cunha, escrivSo o sobscrevj.
Jos Hoy mundo da Coila Vtnezee.
ODr. Custudio Mmoel da Silva GuimsrSes,
juiz de direilo do civel e provedpr dos
residuos e capellas nesla cidade do Reci-
fe e seu termo, por S M. I. e C, que
Daos ouardn etc.
Faco saber aos que o presente edilal vi-
rem, que para dar cumprimnnto ao aviso de
15 de julho do anno passadi), expedido pola
secreta 1 i a de estado dos negocios do im Do-
rio, que me foi communicado pelo Exin.
presidente da provincia, sSo chamadas to-
das as irmandades, confrarias, e quaesquer
oulras corporales de mSo mora erecas
neste termo, para que no prazo de 5 das
contados da intimacSo do oflicial desle jui-
zo, para as.que esliverem dentro da cidade,
e 10 das para as de Tora, apresentem urna
reliarlo dos bens, que eonstituem o seu
patrimonio, acompanbada de todos os t-
tulos, que justifican) a posse dos mesmos
b ns, sb a pena de desobediencia, e se-
questro em todos os bens que se Ibes en-
conlrarem.s, E o presento ser publicado
pela mprr-nsa. Dado e passado nesti ci-
dade do Recife de Pernambuco. em 4 de fe-
vereiro de 1851. Eu, Galdino Temistocles
Cibral de Vasconcellos, o escrevi.
Custodio Manoel da Silva Guimnrdrs.
wm
Oeclar.igo.
-- Perante a administrac^o da mesa do
eonsulado do Pernambuco, se lude arre-
malar em praca no dia 10 do crrente, 2
saccas com algo loo, pesando 1 orrob8 e 25
libras, com carneo, a 1,775 ris a arroba, e
9 arrobas em pluma de segunda qualidade,
11 7,100 ris. aprehendidas pelo arquiador,
servin lo da fetor Joaquim Ignacio de Bar-
ros Lima, por estar o algodSo viciado, sen-
do arrematacSu livre de despezas ao arre-
matante.
Misa do consulado, 5 de fevereiro de
1851. 0 administrador, JoaS Xavier Car-
neiroda Cunho.
Tlieatro de Sana-Isabel.
43. RECITA DA ASSIGNATURA.
siBBtDO, 8 ne pevp.rf.iro de 1851.
Espectculo variado.
Dramtico, canlo e danca.
Depois do rxeculada pela orchestra uma
das melhores ouverturas, a companhia na-
cional representar o bello e muilo np-
plaudido drama em 3 actos,
A f>ni*galhaln.
No intervallo do primeiro ao segundo
acto as Sras. Baderna e Moreau, dnicario o
oasso a dous -
Os jardlneiros.
No intervallo do segundo ao terceiroos
Srs. Tali e Capurri cantar3o o excellenle
duelo de
Lucia de Lamermoor,
do maestro Donizetli.
No (im do drama o Sr. Tati executar a
bella secna e aria do
ROBERTO DEVEREUX.
Finalisr o espectculo com o grande
terceto da operaClara de Rozemberg,tio
maestro Bicci, pelos Srs. Capurri, FieJeri-
co Tati e Cayo Eclikerliro.
Comecara as 8 horas.
Os bilhetes acham-se venda no lugar
do costume.
Publicnces litterarias.
--Tem do sabir a luz em breve lempo a
Acidalia Pernambucana, romance por F. Jan-
sen de C. A. Jnior, em um volume. Quem
para a impressSoda dita composi<8oquzpr
assignar, pode dar oeeunome na toja de
hvros ns. 6 e 8 da praqa da Independencia,
declarando o lugar de sua residencia para
facilidad da entrega ; sen lo o preco da as-
signatura 2.000 rs. pagos ao receber-se um
esemplar.
= O bacharel formado Jo.o de Barros l'al
cao de Albuquerque Maranbo, socio corres
ponritnte do Instituto histrico de Franca, da
sin ieil.nli- auxiliadora da Industria nacional e
Runenlo Klladiense na academia dos renles
de Roma, acaba de couapor mu idvllio deno-
minado O Asunte e a pxtoks --(poema ly
iii-ni'iii que respira a deliciosa harmona de
Bowles.tao conhecido na sua patriacoino o pri-
meiro e sublime orculo das almas ternas), e
repousando no acrisolado patriotismo eseusi-
bilidadc das illuslradas naedes brasileira e por-
lugueza, cuja ponulacao excede a lOunlhes
de h.ilutantes, colina, que com toda a espon-
1 ain-iilaili-, concorrero para ser publicada es-
la sua 1.11 11111 acao, subsc i-vi-lulo no Brasil pelo
valor de 1.000 rs.,' em Portugal por 600 rs.
cada esemplar. Este poema pastoril he dedica-
do as senhoras, que lauto se deslinguem, co-
mo o mais bello e melindroso seso, que eons-
tituem as (raras do dia, a quem a "noite as ama
como o orvalho, e tsem a gloria e doce orna-
mento do hoiiiem, que nascc do seu ventre,
paia se suspender de seu seio e de sua bocea ;
bocea anglica, que proferc palavras mgicas
que adormecein todas as dores. O auor do
idvllio, por dever de gratido, manifesta ao
respeilavel publico, que as idolatra extremo-
samente, pois que ao perto vivifican) seu cora-
cao, e ao longe cruelmente o dilaceran!.
Subscreve-se no balrro da boa-VIsia ra do
A Ierro, loja n. .'>!, as boticas ns. 2, 24 e 32, na
ra do Arago botica n. 10; na ra da Santa
Cruz, botica n. 4. No balrro de Santo Antonio,
pracada Independencia, loja ns. 6 e 8; travs-
sa da ra do Rosario loja n. 2 ; na ra estrella
do Rosario, botica n. 23 ; na ra larga do Ro-
sario, botica n. 1!, loja n. 35; na ra do Quei-
nado, loja n. 30, na botica n. 40; na ra do 1.1-
vr.iinrulo, botica 11. 22 ; na ra Direila, sobra-
do n. 5, 110 primeiro andar; na ra das Agoas-
Verdes, sobrado n. 46, ng segundo andar ; no
paleo do Terco, loja o. 33'; na ra .Nova, lojas
us. 11 e 51; na ra do Collegio, loja de livros n.
9. fVo bairro de San-Frei-Pedro-Ooncalves, ra
da Cadeia Ve.ha, boticas ns. 3, 0'j e US, loja de
Cardoso Ayres, n. 31; na ra da Cru, luja de
Joaquim Antonio Oarnelro de Souza szevedo e
na botica n 50'
Avisos mananos.
~A escuna nacional wu7o,deque be ca-
ptoepratioo Antonio Silvaira Mtciel Ju-
nior.deve seguir para Para pnr estas diis,
para cojo pnrlo ainda podo recabar algums
carga e pasxageiros ; oa pretendentes diri-
jam-se a ru di Cruz n. 13,a fallar com Joo
Carlos Augusto da Silva, ou com o referido
capilSo.
Agencia da companhia dos vapo-
res inglezes.
O vapor Tet-ol, capilSo Ri-
velt, deve aqu estar de volta
psra a Inglaterra no dia 17
do crrante pelas horas da
manilla, e partir as 10 horas do mesmo
lia fazendo eacala pelos porlos ja annun-
ciados de S. Vicente, Tenerife, Madeira e
Lisb: as pessoas que prelenderam passa-
gens ou carregar para qualquer dos indi-
cados porlos queiraffl tratar com a necessa-
ria antecedencia no oscriplorio da respec-
tiva agencia. ra do Trapicho n. 42. Adver-
le-se que as cartas deverSo ser postas no
correio, enonaagan'cia, aonlese es nflo
recebem.
Para o Rio de Janeiro '
segu com brevidade o brigue-escuoa Olin-
da : para o resto da carga, escrayos e pas-
sageiros, trala-so com os consignatarios,
Machado S Pinheiro, na ra do Vigario n.
19, secundo andar, ou com o capino Ma-
noel Marciano Ferreira, na praca.
--Para o Rio de Janeiro seguir no dia 9
do crranle a bem conheci la escuna nacio-
nal Caanle Marta s recebe passageiros o
escravos a froto, para o que trata-se com
Silva & Grilo, na ruado Vinario n. *.
0 brigue brasileiro Srores segu im-
prelerivelmenle para o Rio de Janeiro no
dia 15 do crrente : pode anda receber al-
guma carga, escravos e passageiros : quem
pretender, dirija-se ra do Trapichen. 5,
escriotorio.
Para o Maranho sahe com a maior bre-
vidade possivel o brigue escuna Laura, tem
expelientes commodos para passageiros,
quem no mesmo quizer carregar ou ir da
passagem, entenda-se com o capito a bor-
do, ou com Novaes & C na ra do Trapi-
cho n. 3.
Para o Rio Granda do sul sabe em nou-
cos dias por ter o rarregamento prompto o
pataxo nacional Eutirpe, pode receber al-
numas miudezas, passageiros e escravos a
frele irala-se na ra do Apolle, armazem
n. 14, ou com o consignatario do mesmo
Luiz Jos de S Araujo, na ra da Cruz nu-
mere 33.
-- Para Lisboa sahe com brevidade o bri-
gue poituguez Va/os, capilSo Jos Thomp-
son, quem no mesmo quizei carregar ou ir
de passagem para o que lem excellentes
commodos, dirija-se ao referido capito,
ou aos consignatarios OJiveira Irmo & C. ,
na ra da Cruz n. 9.
Seguir para o Rio Grande do sul bre-
ve o brigue denominado Social, por ter
parte de sua carga prompta : quem no mes-
mo quizer carregar, embarcar escravos, ou
ir de passagem, para o que tem bons com-
modos, pode entender-se com os consigna-
tarios Amorim IrmSos, ra da Cadeia n. 39.
Para O liiodc .Janeiro.
Segu em poucos diss o brigue nacional
Adamastor, para o resto da carga, escravos
e passageiros trala-se com os consignatarios
Machado & -Pinheiro na ra do Vigario n.
19, ou com o cora o capilSo Felippe Nery de
Oliveira na praija docommercio.
lo tle Janeiro.
O patacho Sania Cruz segu com brevids-
de : recebe carga e passageiros ; trala-se ao
lado dn Corpo Santo, loja de massames nu-
mero 20_____________________
Leiles.
Ocorretor Ollveira fsr* leilo, por or-
dem e perante oSr. cnsul da confederaclio,
sir.'sa, dos bens do iinado relojoeiro Ulys-
seDroz, subdito suissn, coosistindo em 20
3 logios de ouro, 59 deprata, e outros de
metal dourado e de parede, vidros, mostra-
dores, chaves, grosas, limas sorlidas, pos
para limpar, bornidores, escovas, rolos de
latflo e d'aco, serras pequeas, palhetas,
cabos de paos, compassos, tornos de man,
alicates, tenazes, ditas de limar, marlellos,
cerdas frsncezas, ponteiros, cabellos, ce-
lyndros e rodas destes, mollas em caixi-
nhas, ganchos, paraiusns, rohins e diaman-
tes, cordas de tripa, arcos de halis, ps d'a-
co, ferros e instrumentos de furar, caixa
com productos chimicos, e numerosos ou-
tros artigos pprtencentes a aite de relcjo-
eiros ,- o assim mais de alguma mobllia, co-
mo seja, uma marqueta, cadelras, commo-
da, lavatorio, banco com dous lomos, mesa,
camas de amarello, alguma louca e garra-
fas de punco valor ; sexta-feira, 7 do cr-
renle, ns 10 horas da insulina, nu armazem
de E. liulli, ra da Cruz n. 51.
O corretor Miguel Carneiro, far lei-
lo terga-feira II do corrente no seo ar-
mazem na ra do Trapiche n. 40 de diver-
sos trastes, um rico altar com seus perten-
ees, um jugo chinez, quadros com ricas es-
tampas, relogios de cima de mesa, ditos pa-
ra algibeira de ouro e de prala, patentes
iuglnzes, espingardas, pistolas e outros
muitos objectos que se entregar a quem
mais lancar.
Avisos diversos.
0 pa ir Tbomaz de Santa Marianna de
Jess Magalhfles tem aberio aula para ensi-
nar primeiras lettras e 1 liid, segundo o
systema adoptado as Milus publicas deste
imperio, na casa de sua residencia, na ra
do Rozario da Rob Vista n. 48, e recebe
alumnos, nSo s externos como meio pen-
sionistas, e ta 11 bem pensionistas, e soobri-
ga a dar hom tralamento j escusamlu pmm
de nionciunar precose qualidade do trala-
mento, porque com os pas, tutores, ou cu-
radores se entender : o que, porem, pro-
meti he o adiantamento dos seus alumnos
e a boa edncacSo.
Declara-se ao autor do annuncio in-
serto no Diario de Pernambuco ns. 25,26 e
27, que o papel que diz ter chegado ao seu
coiiliecimeiito de lia\er sido sellado, nSo se
enlende com S. S., porq iianlo que he com
Joiio Alves do Souza, sem ser padeiro, e
mesmo porque este nao est desonerado da
obriga^o de qualquer titulo, como acon-
tece co.n S. S. I
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com lodo asseio e muita promp-
lido, por preco mais commo lo do que em
outra qualquer pnrle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
\


*p
m0tt_
-
I
.V m
Ao filustre corpo de commercio.
O Manual dos Negociantes an-
nunciado por nssignaluras no pa-
l'o do Collegio, casa do Li>ro
Azul; ii i ni das materias de que j
se fez mencSo nos annuncios ante-
cedenfps, contera mais
A. tabella dos emolumentos que
devem ser cobrados pelas secre-
tarias dos tribunaes do commer-
cio, cuja tabella baixou em 3i de
dezembro, e veio do Hio pelo ul-
timo vapor. Esta tabella he de
urna tiecessidade momentosa para
as pessoas do commercio.
O Manual saIrire luz imprete-
rivelmente no dia 8 do corrente.
No dia 7 fechar-se-ba a assigna-
tura ; depois de fechada custar
cada exemplar 8,onors.
Roga-se no Sr. Jlo Pires Ferreira o fa-
vor de mandar entregar os 14 cscravos que
se acham hypothecailos o pcnliorados, e de
que S. S. he depositario, por execugo do
abaixo assignado, afim de ser removido o
deposito para onde por lei competir, visto
queS, S. nSo tem cumprido cum os sous
deveres, subtrahindo os ditos escravos a
avalingao, e mandando-os trabalhar para a
freguezia do Cabo, e queira nflo repetir o
mesmo que IVz com a exccuc3o de M. A. na
qual nomeou escravos a penhora, que j
ram morios, resultando deludo islo que
mais das menos das baverSo mandados de
jirisSo contra S. S. Antonio Gomes Villar.
O Consultorio hoinccopathico,
0 ra do Collegio, n. 25,
O Do l>r. P.d A. lobo Hoscoso. O
tSt ODr. Moscoso d consultas lodosos O
dias. Osdoentes pobres s3o tratados
de graga. S serSo visitados em suas
2 casas aquellos que nSo poderem vir O
O ao consultorio, ou que suas moles- O
y tas nao possam dispensar a presen- Q
O C do medico. 0
cooooo>o(&ooe>>03t&e>
Traspassa-se o arrcndame'ilo doenge
nho Queluz, silo na freguezia de Ipojuca,
vendendo-so a safra no campo, o engenho
lie copeiro e hom, e lem bons cercados : a
tratar com Miguel Augusto de olivelra, na
sua residencia no engenho Camassari, na
freguezia de S. Amaro JaboalSo, ou com
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca-
soaira da freguezia de Ipojura.
^. Casa He com mi<;io te escravos.
Na ra larga do Rolarlo n. 48, primeiro
andar, recebem -se escravos para serem ven-
didos por conla de sous donus, assim como
se compram e vendem-se os mesitios, lodos
os dias uleisa qualquer hora.
Desappareceu, no dia 19 de
novembro prximo passado do cn-
genho Cal, na cidade de Goian-
na, o preto crioulo Luiz, de 28 an-
uos, bastante ladino, estatura re-
gular, bem preto, uiuito barbado,
cabelludo pelos pellos, ebeio do
corp o branco dos olhos bastan-
te alvo, bous dentes, feices re-
gulares ; be ollicial de pedreiro e
carreiro y julga-seestar nesta pra-
ca, por ter nella bastante conheci-
iiKMito, ou para espartes de Agoa
Preta, ondebavia pinico tinha an-
dado como pagem em companhia
de scu senbor Miguel da (Junha
Aiaujo Finbeiro .- roga-se, pois,
a qualquer autoridade ou capilao
de campo que o apprebender, o
laca ebe^arao dito engenho Cal,
que sei recompensado.
Chapeos de sol. -a.
Ra do Passeio, n 5. 2K
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimegto destes objectosde todas as c-
res-e quulidades, lauto de seda como de
panninho, por presos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
sao fritos pela ultima moda; seda adamas-
cada com Ticas franjas de retrozi Na mesma
casi se acha igual sortiuiento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
magoes servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em porgSo e a retalhii : tambem se
concerta qualqu-ir chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como do haleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por prego com-
inodo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para f.-itores do engenho, por serem
dos mais lories que se pdem fabricar
l'aulo (nlsnoux, dentista #
9 francez, offereee seu prest-
* 1110 ai) publico para todos os <*> misteres le. na prollssiio : <*
9 pode ser procurailo a jiml- *
quer hora em sua casa, fia i
4 ran larga lo lo/ario. 11. .36, #
<*J segundo andar. #
O abaixo assignado faz sciente aoSr.
arrematante do imposto de ago'ardente e
espirito de producefio hranleira, que de bo-
je em diante no contina a vender lies
gneros em sua taverns, na esquina que en-
tra para a Carnuda do Carmo n. 46. Recife,
31 de Janeiro de 1851.
Joaquim Sperirlido da Silva Guimardes.
-- l'recisa-se de um homem para feitor
de campo, que seja estrangoiro ou nacional,
dando fiador a sua conducta : quem esliver
nestas circumstincias, dirija-se ao enge-
nho Pereiras, freguezia de Santo Amaro de
Jaboatilo.
Na ra dos Tanoeiros n. 26, se dir
quem d dinheiros a juros sb penbores,
hypotheca em casas terrease lellras de boas
firmas.
= Ruga-se.encaracidaincnle a cerloa senlio-
resque iiiorain em propiedades do Sa mis,lino
Sacramenio de Sao 10-Antonio, equeporma-
eoira alguma leiu sido poisvel pagar s alu-
gueii das mesmat casas, hajun quanto antes
reinlrem srus ereditot, do contrario se l.n' pu-
blico, c isio no praso de olio dias conttdos de
boje.
- Roga-se a um Sr. Inglstado largo do I.ivii
ment, o favnrde demorar-se menoi temptf fO-
ra de eu estabeleclmento. interrump'*'idn o
negocio de nutros, que sendo de miudos tein
colhldo lucros grandes, oi|ue n'o podem fa7.er
cnin sua presenta pela peqiiinhe da loja que
sseus ps atravancam e lervem de tropejo a
quem quer entrar.
Um da ra do icramenlo.
Precisa-si de urna ama, que saiba co-
/.n!i;ir hiMii e engomme alguma cnusa : a
fallar na hotica de tiartholome, ra do Ro-
zario n. 36.
-- Os Srs. Ernesto Moreira de Souza, An-
tonio da Silva Jnior e Antonio de Lima Lo-
bo teem cartas na praca da Independencia
ns. 13 e 15.
E. de Mornay retira-se para Inglaterra.
Nodi 3 do corrente desapoareceu a es-
crava Rnnedicla, erioula, de 18annos; le*
vou solitarias de ouro as nre'lias, vestido
de chita azul-claro j desbotado e panno da
Costa, a qual sabio a vender em urna ban-
deija, com duas loalhs de bretanha de la-
varinto e bico lias ponas : protesta-se usar
lo rigor da lei contra quem a tiver oceulta,
assim como se aflanca boa recompensa a
quem a levar seu senhor, na ra do Hos-
picio, casa n. 5.
Na rus de Agoas Verdes n. 36, ha urna
ama forra pava servigo do casa, menos para
ra e cozinhar.
Precisa-se de uta escravo bom cozj-
nheiro, que no te'nha vicios, para homem
solteiro : na ra do Queimado, loja n. 17.
Di-se pSode vandagem a pretal e mo-
eques : paga-se bem : na padaria defronto
da fo>taleza das Cinco Ponas n. 154.
OSr. Miguel Corris dos Santos quei-
ra, no prazo de 15 dias, resgatar o seu pe-
ntiorque tem empenbado, na ra Augusta,
venda a. 1, lu dous annos, e lindo dito pra-
zo, no o tiranJo, sera vendido para paga-
mento do principal e juros, ficando o Sr.
Sanios obrigado pelo restante, no caso de
nSo chegar o dito penhur. Kecife, 6 de fe-
vereirode 1851.
O Sr. Antonio de Moura Bastos deixou
ile ser caixeiro do abaixo assignado desde o
dia 5 do corrente.
Juio Carlos Augusto da Silva.
Precisa-se de urna pessoa pa-
ra ozinhar em urna casa eslran-
geira deponca familia, assim co-
mo de um criado para o servico da
mesaia : os pretindentes dirijam-
se ao escriptorio de lUissell Mel-
lors&CompanliH, na ra do Tra-
piebe, esquina da Lhgoeta n.' 3a.
-OITerere-se urna mulbor para ama de
casa de homem solteiro on viuvo : no Bec-
co Tapado, segundo sobrado, adireita.
Precisa-se lo um rapaz de 12 a 14 an-
nos para caixeiro de venda no largo da
Santa Coi 11. 2.
ftlnslcns para quem nao sabe 11111-
slca.
Vai imprimir-ae o indicador geral dos
accordos para violSo, e para que se faga
ideia da sua utidade, vamos dardella
seguinte noticia Foi organisado o indica-
dor dos accordos de proposito para quem
nfni sabe a msica, aprsenla reunilos os
accordos pertencentes a urna cadencia,
coma qual se acompanha o canto ou a ou-
tros instrumentos; os tocadores de ouvido
C vulgarmente chamados) podero verifi-
crseos que j tocam e aprender oque
Ihes fallare as pessoas que 11S0 sabem mu-
sica e nem tocam de orelba pdem com
poucas licOes e sem mestre aprenderem o
estyllodeacompanharem, o que por msi-
ca levariam annos. Asslgna-sena livraria
da ra do Collegio n. 9. e no pateo do Ter-
co n. 22, ra do l.ivramento n. 27, na Boa-
Vista loja do Sr. Estima a 2,000 rs. por
exemplur, depois de destribuida aos Srs.
atsignantcs custar avulso 4,000 rs.
Urna pessoa sullicientemente habilita-
la para arranjar qualquer oscripturacSo mi-
litar, qur de expediente ou conUbilidade,
iur de mappas de todos os ttulos, como
estalisticos, criminaes, mensaes, de farda-
mento, etc., seofe'ece para esse servico,
mediante urna gralificagilo rasoavel, a vista
1I0 sseio, presteza e rectidSo da escripia
que Ihe incumbirem ; e bem asim para re-
querer e procurar preiences igualmente
militares, tratar de justilicacrtes dos Srs.
caileles das dillerenlesclasses, defender am
conselhe de guerra, eemfim todo o servi-
co tendente a mililaoca, qur do exeretto,
qur da guarda nacional, sendo que a islo
se prope, com o fin de subsistir com sua
familia, sem que seja pesado a uinguem :
na ra da Roda n. 24.
Srs. redactores.tenia lido urna tabella,
na qual S. Exea, reverendissima, no titulo
3 determina os emolumentos por actos f-
nebres aos adullos, manda que se d aos
parocbos de suas tcenlas 960ris, por urna
missa |iara um defunto 800 ris, para a fa-
brica 400 ruis, e para o sachnstSo aisislir
com cruz 400 ris, o que ludo somma ris
2,560; com admiraeflo vejo que liran-
do-se urna licenfa para a fallecida Ida-
lina Augusta Mana no dia 3 do corrente, le-
vou o prioate padre Jos Grigorio da Silva
Carvalho 3,560 ris, exturquiudo assim ris
1,000.de mais conlra a tabella. Que tal.'!!
Dizem ao depois que o Sr.Hispo assim man-
da. Veja V. Exa. Reverendissima o que
suporloos pobres paruchianos.
Precisa-se -fallir com o lllm. Sr Jos
Cordeiro de Carvalho Leite sobre negocio
do urgencia e inleresse seu 1 na ra Nova 11.
41, primeiro an.ur.
U .bacharel Viceole Ferreira Gomes ad-
voga no loro civil e criminal, e lom o seu
escnplurio na ra liireiia u. 32.
A irmandadede N. S. da Concei(3o'de
Beberibe, teiid*o transferido a fesla da mes-
ma Senhora para domingo, 9 do crrenle,
roga a lodos os fiis que coucorram com sua
presenta, aflu de toruareui o acto mais bri-
Ihanle.
No dia 8 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, aporta do Sr. l)r. juiz municipal da
segunda vara, na ra da Madre de Dos, se
na de arrematar um sobrado de um andar
e sotao, por sera ulliuia praca, na ra de
S. Francisco u. 5, penhorado por executSo
de Ueane Youle & Compaa, contra Anto-
nio da Cuuha Sosres GuimarSes, escnu&o
Cunta.
Aluga-se e tamboril vende-se urna casa,
terrea sita na ra to Moudego o. 139: nal
ra Nova n. 49. 1
Precisa-se de um caixeiro que entenda
bastante de vender Biudas. n que do fia-
dor a sua conduta, prererndo-s dn 15 at
90 annos, quam esliver habilitado dirija-se
a ra do Calinga n. 9, a tratar na mesma.
Desaparecen no lia do orrenle mez,
o mulemie por nome BirlliMomeu, idade
1e 10 a II annos, ct fula, beicos grossos,
pernas um pouro arquiadas, levou vestido
cara de casemira do q"dros j vilhn, ca-
misa asul com iislras brancas, chapeo de
pa|h : roga-se as autoridades policiaesou
capilSes de campo u outra qualquer pes-
soa que oencotrar de prendero o leva-lo
ao seu senhor na lenda de marcineiro na
ra da Cadeia n. 18. em S. Antonio, que
ser generosamente recompensado.
Precisa-se alugar ui> sobrado de dous
andares, que tenha quintal- e sej fresco, no
bairro de Santo Antonio : quem tiver an-
nuncie.
Precisa-se alugar um sitio on cas que
tenha i aniio perto, nos logaras do Monlei-
ro, Apioucos, Caldeire'iro, Beberibe, Capun-
K", ou em oulro qualquer lugar, que seja
fresco : na ra da Cadeia do Itecife n. 54.
Q lina das Crnzes n. 28. jj
Q Consultorio homaopalhtoo do faculta- Q
g tivo J. B. Catanova. q
px Gratis para os pobres.
5? Na ausencia do facullativoJ B. Ca- J
5? sanova, o professor de bomoeopathia J^
Gosset Bimont continuar com os 9
O trabalhos do mesmo consultorio, on- O
> de poder ser procurado a qualquer &
hor>.
O000030030tf>0000>
OSr. Ventura Joaquim da Roza, cai-
xeiro do Sr. Francisco Jos GalvSo, baja de
fazer ou de ir pagar o'que est dovendo a
mais de dous annos, e n3o o fazendoser
sempre lembrado.
Desappareceu do sitio do
Caldeireiro um caxorro pequeo,
cor de raposa, baixo e comprido,
raca ingleza, tem tantos cabellos
na cabera que Ihe cobre os olhos,
porin menos no resto do corpo :
qiiem o pegar e levar rui do
Trapiche, casa da esquina da Lin-
goeta n. 32, -i'i.'i recompensado.
Propfle-se a administrar qualquer en-
genho, sendo mesmo em outra provincia,
nm brasileiro solteiro, que tem bastante
pralica deste estabelecimento, entende per-
fetamente do inetbodo de fazer sssucar, e
sabe dirigir qualquer obra perlencente ao
mesmo estabel cimento, a.ssim como tem
habiliilade de curar escravos com algumas
enfermidaddes: quem de seu prestimo
quizer su utilisar, dirija-se a ra Nova, loj<
ti. 49
Attencao.
Pede-s ao lllm. Sr. subdelegado de S.
Antonio haja de dar as providencias neces-
sarias para ser rondada a praia de S. Fran-
cisco, visto que continua haver barulhos
todas as noites, islo quem pede be morador
da mesma praia. ***
Precisa-se de urna senhora, que queira
ir para um engenho distante desta cidade 9
legoas, e que tenha as habilitacOes n......s-
sarias para ensinar algumas meninas, lilhas
do senhor de engenho, alocar piano, ler,
escrever, contare grammalica portugueza,
sn.irr, bordar, etc. : quem pretender este
arranjo, pode dirigir-se pra;a do Com-
mercio n. 6, escriptorio de Manoel Ignacio
de (Hivira.
Precisa-se de um feilor pa-
ra um sitio pequeo perto da pra-
ca : em casa de ussell Mellors &
Gompanbia, ra do Trapiche, es-
quina da Lingoeta n. 3i.
Precisa-se de um minino de 12 a 14 an-
nos, que tenha pralica de. vonda, ou sem el-
la, e que d fiador sua conducta, prefe-
rindo-se que n3o tenha pas, e que saiba ler
e escrever: no pateo de S. Pedro, veuda n u-
mero 1.
-- Roga-se ao Sr. Raymundo Jos de A-
rauj'o de apparecer na ra Nova n. 50, a ne-
gocio que Ihe diz respetto.
Furtaram, no dia 4 do corrente, um ca-
vallo caslanho, grande, de cauda aparada,
cimas em p, cum urna m3o branca, as mu-
nhecas grussas, em grSo, carregador baixo
e um tanto pesado : qjem o achar, leve-o
ao Monleiro a Jos Camello do llego Barros,
que ser gratificado.
O abaixo assignado. nSo se lembrando
a quem empreslou a obra intitulada Jul-
io! Ilivisorios roga a pessoa que a pos-
soe, haja de Ih'a mandar, visto ter della pru-
cisSo. Antonio Epaminondas de Mello.
O Sr. Antonio Jos de Carvalho Santia-
go tem urna carta, viuda da Bahia, na ra
do Trapiche n. 5, escriptorio.
Aos Miiluiirs logistas.
Urna pessoa, com as habilitares preci-
sas, se offereee para oigahisare fazer qual-
quer escrpturar3<> e casas de negocio,
qur por partidas dobradas, qur por par-
tidas simples, examinar e verificar conlas e
transaccoes commerciaes, acompanhando-
as de relatorios quando lor necesario ; tu-
llo isto por mdicas gratificares A mes-
ma pessoa tambem se prestara fazer co-
brancas nesta praca, amigavelmente, ou
por Justina, mediante rasoaveis porcen,la-
gens ou gratificacOes : quem de seu presti-
mo se quizer utilisar, dirija-se ra larga
do Roza rio n. 40, segundo andar, que ah
se dir quero he.
Precisa-se de dous officiaes de marce-
neiro : na ra da Cadeia de Santo Aulonio
numero 18.
Aluga-e osfgundo andar do sobrado
da ra Direita n. 6 : a fallar no primeiro an-
dar do mesmo.
-- O professor publico de latim do bairro
do Recife avisa a quem convier, que a sua
aula se acha aberta desde odia 3 do cor-
rete.
-- Desappareceu, no dial.* do corrente,
urna preta de nome Thireza, nic&o Angola,
de 48 annos pouco mais ou manos, estatu-
ra regular; levou vestiJo preto etem dous
tslhos em um braco: queme pegar, leve-a
a ra do Collegio n. 14, que sera recom-
pensado.
-- Pelo juizoda primeira vara do ctvcl,
escrivSo Cunta, lindos os diss da lei, tem
de ser arrematado em praca publica, um so-
bradioho de dous andares, na ra estrella
do Rosario p. 6, por execucSo do legitimo
II \j n i 'i-i
'ergunta-se aos testmentei-
Jos ferreira da Silva Lei-
crelorde Jo.lo Inacio Rodriguos da Costa
e loa multar. Oescripto acha-se em poder
do porteiro do jnizo
Pe
ros de
te o motivo por que no tem pago
aosoredorea: islo desed saber um
dos credo res.
-- Vicite Jit'onymn Wanderley, llr. em
medicina, acha-se residindo no Aterro da
Boa Vista n. 8.
. No pri.iieiro andar da casa de tres di-
tos, da ruada Praia deSnnta Rita, ha urna
ama erioula para o servigo interno de UIM
casa, a qual enzinha, cose e engomla.
O abaixo assignado professor particu-
lar de primeiras letlras, disciplinado em
preparatorios no lyceu desta cidade, parti-
cipa ao respeitavel publico e aos pas de
sous alumnos, que desde 13 de Janeiro des-
te anno nbrio sua aula, e debaixo dessa
mesma disciplina ensina por principios
a grammaliea portugueza, latina e franee-
za ; a I mil 11 o lo neS4H recinto porcionistes e
meio porciooistas. O pas de familia que
qu'z-rem applicar seos lilhos a alguma des-
sas disciplinas, p lem dirigir-se a ra lar-
ga do Rosario n. 48, segn lo andar.
lose Diaria Sachado de ligneiredo.
Na ra eslreila do Rozario n.-28, se-
gundo andar, se dir quem d dinheiro a
premio ; na mesma casa, vomlein-se 2 pa-
res de brincos. 2 tranc-lins, 3 OorJOas, 1
vernica, 2 aneldos, argolas, cruzes, dous
relogios patentes de ouro o corrente, 1
appaielho de prata para cha, 1 faquetro, 1
salva, l par de castiga!, t patena, e outras
obras.
Compram-se e venlem-se escravos, e
recebem-se ile commiss.lo, tanto para f.ira
como para Dentro da provincia, com preste-
za e seguranca aos mesmos : na ra das
Lsrangoiras n 14, segundo andar.
Precisa-se de um feilor Iqufl entenda
de jardim : na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 37.
U abaixo assignado temi de retirar-se
para outra provincia deste imperio, pede a
todos os seas devedores que, por obsequio,
lenham a bondade le virou mandarem pa-
gar suas conlas no prazo de oito dias. Tam-
bem tem para ven ler a armatjOo da loja d
seu estabelecimento, no Aterro da Boa Vis-
ta n. 38, esta armario lie de amarullo, em
milito hom esta lo, e po le servir para qual-
quer negocio. Kecifef 98 de Janeiro de 1851.
J. Denis.
-Vende-se urna preta de naco. do 25
annos, sem vicios nem achaques, que coz.-
n".eengonon solTnvelmeme : o moliw
por que s vende so dir ao comprador na
iravessa da Madre de lieos, venda u. 1.
Compras.
--Compra-se urna carrosa coin arreios
para cavallo, sendo bastante leve : na ra
da Cadeia do Recife n. 1.
Comiira-se um cachorro de lila, que
seja bastante bravo e novo, e de casta gran-
de, para urna encoromenda : na ra de Hur-
tas n. 52, se dir quem compra.
Compra-se urna canda decarreira, que
conduza de 8 a 10 pessoas, mesmo em mao
estado : quera tiver, anuncie, ou dirija-se
miiio Amaro, venda ao p do Sr. Car toso.
Compram-se dous pelos c mofliros que
tenham boa conduela na ra Imperial nu-
mero 167.
Compra-se um sitio que seja parto da
praca, que tenha pasto para cinco a seis vac-
cas de leite, agoa de beber, casa em clisos
proprios e arvoredos de fruclo : quem li-
ver, annuncie.
Coinpra-sa um escravo que sej ofli-
cial ile carpina nu pedreiro : paga-se bem,
comanlo que nilo tenha vicios nem acha-
ques : na ra da Cadeia, em Santo Antonio,
n. 19, serrara.
Compra-se urna espada e la-
lim por preco cain ;.odo : quem ti-
ver, annuncie.
Compra-se urna negrinha de bonita fi-
gura, que tenha 6a 8 annos, ainda mesmo
de menos idade : na ra Direita, venda nu-
mero 14.
Compra-se urna morada de cusa, na
ra Direita ou Cinco Ponas: a tratar no
Beccodo Lobato n. 27.
Compra-se um jogo de pistolas de al-
gibcira em bom estado eumfacfio de tra-
zer-se na ciutura na rus Direita, venda nu-
mero 14.
Compra-se um sobrado de um andar e
sotlo, que tenha commodos sullicicnles, ou
um de dous andares, que sejain no bairro
de Sanio Antonio: quem tiver annuncie,
ou dirija-se a ra do llangel n. 36, a fallar
com M iiini'l de Souza Guimares.
Vendas.
Vendem-se duas carrocas das que car-
regaui pipas, em bom estado de trabalhar,
por prego Comino lo : na povoacfto dos A To-
gados, ra do Catuc, a tratar com J.i.io
ll.'sp niiioi, na mesma rui, primeira venda.
Vende-se, por muilo commodo prego,
um sobrado de um andar e sotlo, sito uu
bairro de Santo Antonio, e igualnente se
aluga : quem o pretender, dirija-se ra de
San Francisco n. 39.
Vendem-S4 150 meias barricas vasias,
que furam de farinha : quem as pretender,
dirija-sea padaria de Jo.ioi.ui/ Ferreira lli-
beiro; no paleo da Santa Cruz n. 6.
Vendem-se queijos londrinos, ditos
flamengos, ditos guier, presuntos para fi-
ambre, ditos para panella, frascos com con-
servas, dilos com ni u -1 i da, latas com sar-
diniias, ditas com i-vil las, potes com sal
refinado, liarns com doce de calda, vinhos
do Porto particular, xeiez, champagne,
bordeaux, rarcavellos, brnxelles, madeira
secca, muscatel, selobal, fronlignou, cog-
nac, licores soiliaos e todos os mais gne-
ros de venda : na u Nova n. 3o, venda de
Antonio Ferreira Lima & Companhia.
Vende-se, um calix rico e duas estolas
tambem ricas eem conta : na ra do En-
cantamento n. 11, por baixo do sobrado do
reverendo vigario do Recife.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira e bromos
de ferro : na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e io,
Vende-se urna preta de nacSo, de bo-
nita liguia e sadia, que sabe cozinhar e eu-
gommar alguma cousa i na ra da Cadeia do
Recife u. 14.
Vendem-se bilhetes inleirns, meiose c?u-
tftlaa da 16.' lotera a beneficii) das oliras da
casa de coriec.lo da ril", quo Corren a 4 do
corrente, pcuja lista espera-so pelo vapor
iuglez, que aqu devn chngir a 18 do rnes-
mo : na loja de cambio di ra da Cadeia do
lieeif < n. 21, da Viuva Vieira & Filhos.
Vende-se um muUtinlio de 13 anno*,
sadio, vistoso o sem vicios; nos Afogados,
paleo da Paz n. 21.
(i monto.
Vondem-se barricas com cimento, pro-
prio para qualquer obra quo possa rece-
her agoa, a.ssim como para aljeroze Ira-
peiras, proxiniamenle cliegadi de llmi-
burgo, tambem se veodem as tneias barri-
cas -por preQ i commoto : atrs do theatro,
annazem le labias de pinho, a fallar com
Joaquim Lopes de AlmuiJa, caixeiro do Sr.
lo.io Malheus.
I'or 1:000,000 rs.
Vemle-sn a posse de 53 palmos de terre-
no, com a frente para a ra da Aurora e os-
fundOI uara a ra do II igploto : trata-so na
praca la Independencia n. 17.
*V'V' v v V v I I I I I v"/ v: -: v V *
:> Deposito de tecidus da labri- 5
ca de Todos os Santos, *'
* na Bahia. <*
4
> Vende-se em casa de Domingos Al- *?
ves Malheus, na ra da Cruz do Un- *
* Pife n. 52, p'imeiro andar, algodo
J transado daquella fabrica, milito pro-
^* prio para saceos n roupi de escra-
; vos, assim como lio proprio para re-
S des de pescar e pavios para veilas,
> I,or ireco muilo conimn lo.
Na ra iias Cru/es n. 18, lercoiro an-
dar, vende-se una ptima parda de26 an-
uos, que e"goinma, coso chSo, cozuha e
lava de sabio ; urna oatima preta ile 22 an-
nos, queengo-nma, cozmha o lava ; tres di-
tas milito mocas, que cozinliam, lavain de
sa b5o e vendem na roa ; una erioula de 24
annos, uuo engomina, coso chito, cozinh 1 e
lava ; timbem se vend! urna crionli, di lin
da figura, dp 24 annos, com todas as habi-
lidades, sendo para fura da provincia ou pa-
ra engenho.
i^fHW'**:'?* iv' A Na loja de Jos Joaqnlin Mo %
t>i reir {SS Rnn Nova 11. N, <|
*-venlem- gas de fil de bullo e cambraia, c 111- >}
$> f de goslii e que n.uito su usa en
>J> vestidos de eassa, cambraia o s'la,
#> ciistnndo o par 2,000 rs aomfliile;
$) cabi'co-s ou romniras de lilo de li-
^ nho, tanto para s.iiihoras como para
' meninas, palo baralissiroo iirogo do
*
>
?
i
4,0(10 rs. ; caini/iiih is de fil e cam-
braia ; tainos de luco de seli ou
blonda, tanto preto como branco;
capotinllos de chamalolee setiill m 1-
co ; mantas de garca brancas, mui-
lo pioprins para noivas ; cap das o
ramos de flor de laranj* ; chapeos
de paiha arrendados e lisos para sc-
nhoras e meninas ; o muras fazendas
Q piis, que na mesma luja si ven le n
i- muitu em cunta.
:#:
-- Vende-se duzia e meia de ca leiras, mu
logo de bancas, um sof e urna mea da
meio de sala : ludo de jacaran la o por pre-
so Coiliinodo : na ra do Amorim n. 36.
Venfcm-SJ sellins inglezes
muito bons, brides, arreios para
car os de um e dous cavallos, tu-
llo recente::ie>te chegado le In-
glaterra e de superior qualijade.-
ein casa de Hidgway Jamiesson ck
Companhia, ra do Trapiche No-
vo n. 13.
Vendem-se superiores ervilhas muito
novas para os amantes dos bons peliscos,
e lu-uhem servem para plantar-se, tanto
em libras como em garrafes, por prego
muilo commodo : na ra do Rozario larga,
venda n. 25.
Casa de eonaif nacao le escravos,
mi 111:1 lo Itozarl luisa 11. 22.
scg;tiiiilo andar.
Vendem-se olio escravos mogos, bons tra-
bajadores de Anuida ; 2 lio los molecoles,
sendo um bom carreiro e de boa con lucia;
urna inulatinlia de 14 anuos, com prendas
de coser e engommar ; duas negrotas de 16
annos e de lindas figuras; urna negrinlia
de 12 annos, com principios de costura ;
urna 1 icia boa quitandeira; duas ditas de
meia idade, que sabem cozinhar e vender
na ra ; um preto da Cosa, de meia idade,
proprio para trabalhar em sitio, por estar &
isso acoslumado.
,^ ,y,mm ~> *** i*~ '>*>
Rape americano.
Tem-se nielliorado este rap, eello Sf
i ha v| fagSo de ludos os amadores da boa
ai pilada: vende-su comodantes em lo- M
i tes de urna e meia libra, no Recife, j
-^ em casa uos Srs. Davis & Companhia, i.
. jj Raymond & Companhia, Fonles & jg
^ IrmSo, em Santo Antonio, em casa ^
^ do Sr. Lody, ra do Rozario larga, e t.
, na Boa Vista, no Aterro, era casa do L.
Sr. Manoel JosGuedes de Maballies. jK
Venue-se um bom cavallo de carroga e
duas varandas de feno por prego commo-
do : na ra Nova n. 61.
Graxa o. 97.
Vende-se a verdadelra grasa n. 97, muito
em conta : na ra da Cruz n. 42, fallar un
ar&szcs 4o fasosUas.


- A
tm
lU-j[---mairitirf^ajs^._ }*
No becco do (.encalves, armazem do
Araujo, vpnde-se superior firinhn do man-
dioca a 2,001) rs. a sacca, chegada nltima-
menle do Cear.
A 400rels.
Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, francezas, de todas 8 cores, postas in-
teiramento novos, imitando seda, a 400 rs.
o covado : na ra do Crespo n. 14, loja de
Jos Francisco Das.
Vendem-se aradot america-
nos dos modelos mais npprovados;
na ra do Trapiche n. 8.
AGENCIA
da fundico Low-TMoor.
UL'A IU SENZALLA NOVA N. 42.
TSeste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vnpor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Chombo de municSo.
Vende-seno armazem de J. J. Tasso J-
nior, ron do Amorim n. 35.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n, 42.
Vendc-se por pree's.ln e preco comino-
do urna parda de 25 a 30 annos, de bonita
(pura, ptima lavadeira de sahflo evnrrela,
refina assucar, faz todas as qualiitades de
doces, cozinha o diario do urna casa e he
ptima pBra o servido decampo por ter dis-
lo grande ortica : quem a pretender, diri-
ja-seaos Afogados, na ra do Motocolomh
numero 9.
Deposito de cal virsi-in.
Na ra dn Torres n. 12, lia muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no hrigue Tarvjo-T.trceiro.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amurim n. 35, ar-
nuzem de I. J. Tasso Jnior.
Polassa dn lussla.
Vendc-se polassa da Russia, recentamen-
te chegada. <* de muito superior qualidade :
na ra do Trapichen. 17.
Tnlxas puro eiiirenlio.
Na fun dimito de ferro da ra do llrum,
acaha-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 4 a R palmos de bocea, as
quass achani-sp a venda por preco com-
n odo, c com promptidSo embarcain-se, ou
carregBm-se tro carros sen despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
Na rundiqlo do C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas.
do canna, toda* de ferro, de um modelo e
construCfSo muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de llamburgo:
na ra do Amorim n. 35, armazem de i. i.
Tasso Jnior.
Deposito de polassa e cal.
Vende-se muilo nova e superior polassa,
issn conio cal virgem e pedia, recente*
mente chegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel : i a la da Cadeia do Itecife n. 12, r-
ma leo.
Grande sovtinicnto de charutos
da fabrica le S. Flix, n ar-
unzrin de Crocco S Coinpanliia
rna la Cruz n. 2 l
SSo rhegadts a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caladores,
deputados, venus, senadoras e soberanos
de liavana, em caixas de cein e 250, por pre-
sos rasuaveis.
Chapeos.
Maia Hamos & ('.., na ra Nova n. 6, aca-
ba de rccelier viudo de Franca pelo ulltmi
navio, ricos chapeo* de seda com pluma c
tranca, para n cuinos e meninas, e poden
iiiaiicar que ncsle genero he o nn llmr que
trm viodo a esta cidaJe, os quaes se ven-
den.! por prego commodo.
'. iiobre7.a.
Vendem-se cebollas amencanas pelo ha-
lato prego de 80 a 160 rs. a reslea, e a 320
is. o cento das solas : nos armazensdo hrc-
co do Cnngalves, junto a casa da Sra. Viuva
Lasserre.
Deposito de cal e polassa.
Cunha ck Amorim, na ra da
Cadeia do ttecife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de Lis-
boa JSovo Vencedor, Carlota e
Amelia barris com cal virgen), t
renden), tanto a cal como a po-
, oiitra qualquer parte.
Irados de ferro.
Na fundic.no da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito la fabrica le Todos os
Santos na Huilla.
Vende-se, em casa de N. 0. llieber&C. ,
na ra da Ciuz n. 4, algodiio transarlo la-
quella fabrica, u uito pioprto para saceos de
assucar e roupa de escravos, por piecocom-
IDOJO.
nigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I", ha
muito superior c .1 nova em pedra,
chegada ltimamente de Li>b;i
no brigue 7orujo III.
Cal virgem te Lis! a,
da melhor que ha no mercauo, e
chegada ha dias pelo brigue Em-
preza : trata-se com A. C. de
Abreu, na ra da Cadeia do He-
cife n. 37.
Na ra- estrella do Rozario, travessa dn
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, do J
F. dos Santos Maya, vendem-se curdas di
mpi e 1'OnlOes para violSo eiabeca, o pa
pe pautado para msica, ludo da ineltio
ualidade possivel.
'lo pura sapa te ir e para saceos.
Vende-se um restante do ptimo fio para
11,000
5.500
2,600
2,100
1,100
600
1
sapateiro em novellos, c dito em meiadas
para saceos, por proco commodo para li-
quidar facturas : em casa dn Adamson llowie
& Companhia, ra do Trapiche n. 42.
Manteletes e capolinlios.
"r Na !"ja do sobrado amarillo, nos
!i quatro cantos da ra do Queimado !
T: n. 29, ha para vender-se 11 m comple-- *
t% to sortijientn de manteletes, capoli- 3*
~T nhos e palitos para senhnra, pretos e
de cores, os mais modernos e de me- jiS
^ Ihoreosto, tanto em corps como em $*
4H enfeiles dos quo aqu tem vindo.
Lotera de \. S. do Livrameiito.
A os 5:>oo$ooo rs.
Na loja de miudpzas da praga da Inde-
pendencia n. 4. vendom-se hilhetes, meios,
quartos, quintos, decimos 1 vigsimos, que
corre impreterivelmente no dia 28 do cor-
rente.
Rilhetes inteiros
Meios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Vendem-se seliins inglezes
elsticos, ditos com borrenhas,
chegados pelo ultimo navio : em
casa de Geo renworthy & Com-
panhia, 1111 da Cruz 11. 2.
era em velas.
Vendem-so caixas com cOra em velas, fa-
bricada no Itiode Janeiro, surtidas a vonta-
de do comprador, e por precn mais barato
do que em outra qualquer parte. Trata-se
com Machado & Pinheiio na ra do viga-
i.io n. 19, segundo andar.
Vendem-se pecas de chitas pardas, co-
res lixas, a 4,500 rs. e a relalho a 120 rs. ;
cites de camliraia, tnu! bonitos, cores li-
xas, a 2,600 rs. ; e 100 saceos de estopa no-
vos, com duas varas cada un, a 320 rs.: lia
ra larga do hozaiio 11. 48, .rin.eiro andar.
>> No deposito da ra da Mocda II. 15, <
> ha para vender superior cal em pe- <*<
* dra. recentetnente chegada de i.is- <
3> boa, em o hrigue Conceicdo de itla-
* ria, por pretjo rasoavel : tambeai alii
*" se vendem pesos de duas e de una
^ arroba, por pre^o commodo ; ha
. lanibein efectivamente no niesmo
Zp deposito bar is ile niel para e 111 bar- ^
:> que. -^
TeciJo de algodao tiancadona fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. :">.,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias jara saceos de assucar e roupa de
escravos.
Deposito de e-pelbos das ma-
nafactiiiasde tranca 1 na ra do
l'asseion. lo.
Tinta para escrever.
Veinle-se PXCelknte tinta para escrever,
em frseos di! mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasca : na livrai ia ns. 6 e 8 da pra-
(1 da Independencia
l'eeiiincha.
Vendem-se ricas cansas francezas, de lin-
dos pailioes e de cores zoes, i'oxas, ama-
relias, cor de roza, te. F.sias cissas silo
de listrasc com delicados desenlies, e tor-
na-se muito reconiineudavrl, tanto pela
qualidade, como pelo deminuto pieco de
480 rs. a vara : na ra do Crespo u. 14, luja
de Jos Francisco Das.
--Vendem-se cortes de chitas linas com
12 covados, pelo barato preco de 2,600 is ;
liani;as pretts para eapotinhns; bonetes
para criaucas, e turbantes muito lindos 1 a-
ia baptizados : la da Cadeia velba, casa
11. 24, primeiro andar.
Algodo pura sacros. p
Vende-se muito bom algo ISo para ^
sarcos de assucar, por precu con 1110- tg
do : em crsa de Iticardo Itovlc, na \?
4 Iiia da Cadeia n. 37. $
:*#-# *
Lonas.
Vendem-se as afamadas lonas cruas, ludo
linho, de largura das da Itussia, proprias
para encerados e camas de vento, por >e-
lem de umita dllafSo, por preco romo 0-
do : em casa de Jos aponti, na ra do
Trapiche Novo 11. 18, pnmeiio auJar.
Farinha de mandioca
de San Mathcus, superior qualidade, che-
gada ltimamente neste pono, e por menos
prec;o do que em outra qualquer parle, em
sarcas ou granel, a vonlade do compra-
dor : na ra da Cadeia do Itecife, luja de
Joaquim Itibeiro Tomes.
V'inlctn-se eseravon baratos, de
aiubos os sexos, inoru- e le
bonito* tlgfiiras,
entre estes ha una pela de 20 annns, de
bonita figura, linda e de una conducta ra-
ra em escravos, que engomma muito bem
e coznha magnficamente, a qual tem urna
cria de ili.ii- ni' vi s, muilo linda, que por
ter muito e bom lene, e ser muito limpa,
lide servir para creat alguma enanca: na
ra das Larangeiras 11. 14, segundo andar.
A I 600.
Vendem-sc peitos de carniza bordados
em camhraia, para senhoras, I Cjlico pala-
cas cada um : na luja de seis portas, defion-
tedo Livramenlo.
A 04o rl,
Na luja de seis portas, em frente do l,i-
vranieiilii, vnide-so piii.ceza preta a duas
patacas o covado, propna para luto ou
qualquer faci preto.
I'anno verde invisivel.
Vende-se panuo verde invisivel, muito li-
no e baralissiino, nSo se menciona aqui o
preco porque cauzaru isso urna admiraCilo
aos pietendenles, a ponto de nfio fazerem
conta, e dizerem, sem virem ver a giande
pecbilieba, ora lllO nao pode tr panno
bom ; lio este o mulivo por que s i- dir a
vista dos romprailores e do dito panno ;
tambem realam algumas pegas de ganga
cor de cinza o amarella, propna para pali-
tos d Dienuios, que para .cabar com bre-
vidaue se yenderflo a G,0o0 rs. a pe<,a, e a
meia pataca o covado : no Aterro da lloa
Vista 11. 18.
Lei da suarda nacional.
Vende-se o peculio Uo guarda nacional,
g
contendo a lei, regolamento e o mais preci
so para a mesma, a 1,000 rs. cada exem-
nlar: na praca da Independencia, livraria
O Case miras. Q
Q Na loja do sobrado amarello, nos Q
q quatro cantos da ra do Queimado q
\ n. 29, vendem-se corles decalca de A
*f meia casemira, bons padrOes.a 3,500 J*
O rs.; ditos de casemira de cores, gos- w
O tos muilo modernos, a 7,000 ris, O
& tendo muito onde os freguezes es- O
0 colfierom. O
09000:000:00 00:00000
fina escrava parda, moca, co-
zinlieira.
Vende-se urna bonita parda.de 21 annos,
boa cozinhpira de f >rno e engommadeira,
n.lo tem vicios nem achaques e he muilo
fiel, o que ludo se alianca ao comprador :
na ra larga do Rozario n. 48, primeiro an-
dar : a escrav&tem urna filhinha de quatro
mezes.
Vende-se rap Paulo Cordeiro, muito
fresco, chegado ultimameiite : na ra da
Cadeia do Kecife 11. 51, loja de Jo3o da Cu-
nta Magalhfles.
Vendem-se queijos londri-
nos, touciaho em mantas, ervi-
Ihas verdes, conservas de todas as
qualidas, cha preto, pos para pao
sem fermento, baldes para com-
pras e mais gneros .- tudo ultima-
mente chfgrdo de Londres :' na
roa da Cruz n. 7, armazem de Da-
vis 8 Companhia.
Vendem-se dous seliins inglezes com
todos os pertences e em perfeito estado,
sendo um para montara de senbora e mi-
li o de homein : na ra da Cadeia do hairro
de Sanio Antonio n. 25, segundo andar.
Vende-se um cameiro muito grande :
na ra larca do Itozario n. 22, loja de miu-
dezas de Victorino tGuimarSes.
Jarras lina-.
Vendem-se jarras, quartinhas, morin-
goes, ic^friadetras, tullas, copo, garrafas
rom prato brancas para resfriar ago, as-
sim Como tambem a bem conhecida lou<;
vidiada de Maiselha, como arla, alguida-
res, patiellas, cacerolas com cabos de todos
ostamanlins.halaios para ensinar meninos a
ailar, ditos rom lampa para compras, di-
tos para costura, ditos com p rara fructas
011 flores, ddos brancos grandes e quarti-
nhas pequenas para folguedn de mouinos :
na ra da Cadeia do Recife n. 8.
Ven le-se urna carroga nova, toda de
secupia e muilo bem coustruida, assim co-
mo um par de rodas da mesma madeira : na
ra de Santo Amaro n. 10.
Vende-se urna preta de naQo, moca
e de bonita figura, que coznha, lava, en-
gomma alguma cousa e he quitandeira : da-
se em conta por precislo : na ra do Itan-
gel n. 38, segundo andar.
C'beffueiu un barato.
Vende-se chita franceza,com quatro pal-
mos de largura, cores lisas, com algum lo-
que de molo, a 160 rs. o covado e a 5,000
rs a peca ; e limpa, 220 rs o covado ea
7,000 rs. a peca no l'asseio, loja n. 21.
-- Vende-seespiito de vinho al60rs. a
garrafa : na traves-a da matriz n. 20.
-- Vende-se urna preta de bonita figura,
que faz lodo o servico de campo : na praci-
nna Vende-se um escravo preto, alto e le
honila figura : na ra Direita, venda n. 14.
l.oti'i i.i de .V S do Liviame.to.
Aos 5 000,000 is.
Na ra da Cadeia n 46, loja de miudezas,
vendeu-se o hilhetp inteiro n. 951, em que
Sabios surte de 1:500,000 rs. e eslflo ex -
postos v -nda os hilhetes n cautelas di
riipsma loleiia, que corre impreterivelmen-
te no dia 28 do corrente.
Hilhetes 11.000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tinta superior.
Vende-se muilo superior unta para es-
crever pm frascos maiores do que garrafas,
pm porefio e a relalho, por menos do que
em outra qualquer parte : na ra da Ca-
deia do Recife n. 34, primeiro andar.
Vendern- se dous pardos de 20 a 25 an-
uos, sendo bous muriuheiros, e um tamv
bem bom coziulietio: na ra do Collegiu
numero 3.
Qucm quizer poupar venha ver e com-
prar, pois o gaiiho de qucm vende fica pm
oiTui dos compradores, e sempre ficam lo-
grados seus mus ou seus senhores. Na ra
AOVS, venda ao p da ponte n. 71, e no Ater-
ro da lloa Vista, venda n. 54, ao p da loja
do Sr. Ksiima, vende-se manleiga ingleza,
a 640. 560 o 480; cha, a 1920 ; espermacete,
a 72 e 640 vellas de carnauba, a 320 ; le-
iria ihiiiio nova, a 240 ; macarrilo e talha-
11111, a 200 ; tapioca, a 120 ; farinha de. Ara-
ruta, a 200 ; cal eui grito, a 160 ; toucinho,
a 160; holacliiuha ingleza, a 280 ; azeito-
nas novas, 1 2U0 rs. a garrafa e a 1,400 a an-
corela de mais de urna caada; milho al-
pista, a 960 a cuia ; painso, a 640; azeite
doce, a 640 a garrafa ; arroz, a 70 rs. a li-
bra ; e outros mullos gneros, que se dar
0 preQoa vista do comprador.
lasa le modos francezns, Aterro
la lina Vista 11. I.
Madame lluessard Millochau tem a honra
de participar as sus freguezias, quo pelos
ltimos navios viudos do Havre, Ibc chega-
rain modas novas de l'arts, como sejam :
ricos tealidoa para noivascom os cahecOes
8 veos. Vestidos pare bailes e Iheatros, da-
teos, maiitelli tes, capoiinhos, enfettes de
CabeQa, llores linas, um sortiiueulo muito
grande, de lilas e lucos, cabecees de bico,
camizinhase colariuhos bordados, chapus
de pallia para senhoras e meninas, transas
e franjas, esparltlhos, luvas de pellica coin-
pridas para casamentse baplisados, lenfos
du camhraia de linho, btcos de blonde lar-
gos eestreitos, veos o manlllhas de blonde
verdadeno, bicos de linho veidadeiio, cam-
bratas bordadas, fitas lisas e bordadas, lu-
vi.s, etc. ele : tudo por prec,o commodo.
I'.ll'ctivaiiieiile faz-se chapos, vesiidos, e
em geral lo tus os adornos de senhoras.
-- Vende-se una prela crioula, e 20 an-
nos, sen: vicius nem achaques, que coznha,
Uva e engomma sull'iivelnnuto : o motivo
por que so vende se dir ao comprador : na
ra .Nova, su lirado de um andar u. 51, jun-
to a igreja da Concei(3o.
Cobertores liespanlies
de cores, muito fortes e de todos os lama-
nhos: vende-sena ra do Crespo ti. 11.
Casa de conslgnacfio le escravos,
na rna do Rozarlo larga n. 22,
segundo andar.
Vende-se urna mulalinha de 14 annos,
que cose soffrivel e engomma ; urna negri-
nha de 12 annos, com principios de cos-
Vende-se na ra da Senzalla Velha,
padaria n. 100, ao entrar pelo Becco Largo,
superior farinha de mandioca, vinda lti-
mamente de Santa Catharina ; por cada sac-
ca pagar o portador a pequea quantia de
2,000 rs., leva urna sacca nova de bom al-
godSozinho, e querendo.desconta-se-lhe 260
rs. passando para outra sacca que leve.
Vende-se por preco com-
modo um preto, ptimo pera todo
e qualquer servico externo e in-
terno de urna casa por entender al-
guma cousa de cozinha, tambem
serve para engenho, do que tem
muito pratica, he oleiro de fetzer
formas e telh.'is, e carreiro: nos
quatro cantos da ra do Queima-
do, loja n. 2o, de Jos Joaquim
Fereira de Mendonca : o motivo
da venda he porque, tendo o se ti
natural senhor tomado-o em pa-
gamento, n5o necessita de seus
serviros.
Na ra das Cruzes, venda de Domingos
da Silva Campes, vehdem-se e alugarn-se
as melhores bixas de llamburgo, lanto em
porco como a relalho, por preco commodo.
ATLAS topographico e administrativo
do imperiodo Brasil pelo visconde de Vil-
liersdeL'lle Adapi : recebem-se assigna-
turas para o mesmo, na ra da Cruz, arma-
zem n. 13, onde se vende em separado o
mappa topographico desta provincia.
Vendem-se saccas com alqueire de mi-
lho : no Becco Largo do Recife, venda que
volta para a Senzalla Nova.
Vendem-se cinco lindos moleques de 8
a 18 annos ; oito pretos de 20 a 25 annos,
sendo dous peritos sapateiros e um oleiro ;
quatro pardos, sepilo um ptimo marinhei-
ro e um com bons principios de carpina, de
18 a 20 annos ; duas pardas de 16 a 20 an-
uos, com habilidades ; oito prelas, algumas
com habilidades e outras proprias para to-
do o servigo : na ra do Collegio n. 3.
Vende-se a taverna que foi do Jacintho,
no lugar da Passagem, entre as duas pontes,
em rasSo do duno retirar-se do lugar, bem
afreguezadae propria para um principian-
te por ter poucos fundos : a tratar na mes-
ma, ou na ra da Madre de l>.:os, venda nu-
mero 36.
Vendem-se 18 escravos, sendo um p-
timo carreiro ; um dito serrador; quatro
ditos de todo o servido e de bonitas figuras ;
tres pardos mocos ; urna parda de bonita fi-
gura, que cose, engomma bem, faz lavarin-
to, cozinha e faz "doces; urna escraya com
as mesmas habilidades ; orna mulalinha de
13 a 14 annos, que co-e, engomma, faz la-
varinto, maica de linha e he de bonita figu-
ra ; 6 escravas de to.lo o servido : na ra I il-
cita n. 3.
Gominn de engoinmar.
Vendem-se saccas com gomma de en-
gommar, muito alva e em saccas grandes,
por preco commodo : na ra do Queimado,
luja n. 14.
-- Vende-se um bonito mulalinho de 10
a 12annos; urna preta de 18 annos, en-
gommadeira e cozinheira ; um lindo escra-
vo de elegante figura : na ra das Cruzes n.
20, venda : estes escravos vendem-se para
liquidado.
Vendem-se seliins, brides e arreios
singellos para carrus de um ou dous ani-
maes : na ra do Trapiche n 12.
Hoin c barato.
hua do Passeio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos Leite, vendem-se riscados mons-
tros, a 200 rs. o covado ; cassas para baba-
dos, a 240 a vara ; madapoln, a 3,000 a pe-
ca e a 120 a vara ; chitas, a 4,500 a peca e a
120 o covado ; chapeos de sol, lano de ar-
iiiaco d'acocomode baleia.a 2,000 ; len
eos de seda de cores, a 1,500 ; luios de li-
nho azul e de cores, a 300 o covado ; cha-
les de chita, a 500 e 640 chita para cober-
ta, a 160 o covado ; eoulras minias fazen-
das, que se deixam de annuuciar para nSo
occupar lempo.
~ Vendem-se relogiosdo ouro patente de
um dos melbores e mais acreditados fabri-
cantes de Liverpool 1 no esenpterio de Itus-
sell Mcllors i\ Companhia, ra do Trapiche,
esquina da l.ingoeta n. 32.
Vendem-se, por preco commodo,-qua-
tro toalhas de lavanolo muito ricas : quem
as preleuder, dirtja-se ra da Cadeia do
Itecife, loja n. 48.
Vendem-se ricos manteletes de cores :
na loja do Hilarte, na ra do Cabuga.
Vendem-se duas saccadas, uo.a verga
de pedra da Ierra, 18 ditas de Lisboa com
6 palmos de couiprimelo e tres de largu-
ra : a tratar na ra a l'raia, sobrado n. 55.
--Vendc-se um ptimo escravo de boni-
ta figura, de 25 auuos pouco mais ou me
nos : na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia.
Vendem-se candieiros para
meio de sala, muito ricos, com os
competentes globos, canudos e tor-
cidas, dando a luz mais brilhante
rin.s.ivi i : na ra do Trapicha n. 8.
Vende-se um | reto de na<;no, de 18 an-
nos, muilo Lo .iia figura e sem achaques :
uo becco dos Maiiynos n. 2.
--Vendem-se mantelletes furia-cores, e
ricas toucas para baptizados : na ra do Ca-
buga, loja do Duai le.
Vende-se tai ello em saccas
muito superior, a a,000 rs. t no
armazem de Joaquim 'inheiro Ja-
come, travessa da Aladre de i)eos
numero q.
Vende-se um bonito escravo moco, ro-
busto, prupno para euxada e machado, ou
.11111.1/eni uu asquear, pur ler nimia turca :
na ra larga do Itozario 11. 48,1." andar.
Vende-se urna armacao de loja de miu-
dezas toda de louro, por prego curaaiod :
na ra do Cabuga, loja n. 9.
-- Na ra do Brum n. 28, existe para ven-
der-se uma moenda de engenho com todos
os seus pertences o em muilo bom estado :
oseu oreco he o mais rasoavel nossivel.
Veode-se um escravo do 18 annos. pe-
rito ofiicial de pedreiro, e que sabe traba-
Iharem assentamenlo de engenho : na ra
Direita n. 3. .
Vendem-se chapeos do Chi-
le pequeos, muito finos, a 5,000
rs. cada um: na ra do Crespo
numero a3. _________^
Escravos fgidos.
-No da 12 de Janeiro prximo passado
desappareceu um preto canoeiro, que anda-
va em canoas de tijollos do Remedio para o
Recife, de nomeCaelano, naco Cabund,
estatura regular, representa ter 25 a 30 an-
nos, cor um pouco fula, roslo redondo e
picado de bexigas, "pouca barba ; tem om
signal de caustico nolugardovasioe he que-
brado da verilha esquerda : roga-se a lodos
oscamtSesdecampo, ou pessoas particu-
lares o apprehendam e entreguem-no na
ra do Rozario larga n. 18, que se gratifi-
car com generosidade.
Desappareceu um escravo de nacio, de
dade para cilla de -to annos, denome Pau-
lo, baixo, grosso, barba serrada e cara pi-
cada de bexigas; levou calca de alpodo
azul transado e camina branca ; quem o pe-
gar, leve-o ra do Cabug n. 16, que ser
recompensado.
No dia 30 do prximo pissado, pelas 7
e meia horas-da noite, desappareceu urna
escrtva criouta, de nome Benedicta, baixa,
oheia do corpo e dentes da (rente podres ;
levou vestido de chita branca j usado e
lenco encarnado no pescoco: roga-se a
qualquer pessoa que a pegar, leve-a a seu
senhor J0S0 Caelano Coelho, na ra do
Amorim, sobrado n. 19, que ser bem re-
compensado.
Desappareceu no dia 2 de fevereiro do
corrente anuo, do engenho Rede, fregue-
zia deS. AntSo, a escrava crioula de nome
Luzia, a qual foi encontrada nos Afugados,
e nesta ocrasio perguntando um conheci-
do delta para onde ia, ella rospondeu que
uinha para o Itecife, por islo he muito de
suppr que eslej na praca, por j ler silo
vendida aqui paraomailn, o senhor que
a vendeu foi o Sr. Dr. O'idio Saraiva He
Carvalho ao Sr. Miguel Joaquim de Santa
Anna, que foi o senhor que a tem possuido
at a occasiHo de sua fuga ; levou no pes-
coco um cordSo de ouro francez, as ore-
Ihas brincos da mesma qualidade, nos hom-
bros um chales brauco decBSsa bordada,
um lenso de chita com ocampo amarello e
flores brancas, ella he bas desfajada quan-
do falla com quer pessoa, cor fulla, estatu-
ra regular, psutn tanto cumpridos e sec-
eos, levou 2 ou 3 vesiidos. de chtla, e 2 saias
de algodao asul ; por isto roga-se a todas
as autoridades polictaes e capitSes de cam-
po que apegarcm leve-a a pracinha do Li-
vramento n 1, loja de fazendas, ou no lar-
go do Carino, venda do Sr. Antonio Francis-
co de Azevedo Campos.
No dia 3 do corrente desap-
pareceu de casa d.; seu senhor a
escrava Uufina, de nacao Costa, de
i\ a 18 annos ; levou vestido
rouxo, panno da Costa branco com
listras azues, j usado e duas carni-
zas, sendo uma por cima da outra,
estatura regular, corpo franzjno,
falla muito atrapalhada ; esta pre-
ta costumava andar com outra a
vender fazendas. Recommenda-
se a quem a pegar de levar ra
do Vigirio n. 19, segundo andar,
que ser recompensado.
U mulatinho Agostinho
I fgido.
m Na noite de 11 para tido |
s passado ausentou-se o es- !
y cravo Agostinho, pardo a- gj
9 caboclado, cabellos pretos e j
5 lisos, ps grandes com os de- S
U dos grandes grossos e camba- $
I dos para dc-ntre ; he ilho do j
serlao, muito tallador e fio-
S ta: roga-se as autoridades
f policiaes, capites de eam-
[ po, sssim como a toda e
jjl qnalquer pessoa que o en-
3| contrar, de prende-lo e con-
H duzi-lo a seu senhor Beo-
r to Jos Taveira, na ra da
I Cruz n. so, que n3o s paga
p r todas as despezas, como
g offerece uma generosa re- j
P compensa a quem o trouxer. ^
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Fugio no da 22 do passado mez de de-
zembro, o preto Antonio, de nacao Cabin-
da, representa ter 45 annos de dade, altura
regular, cheio do corpo, rosto abocetado,
muito cabelludo nos peilos ; levou calca e
aqueta de ganga azul, heollicial de caldei-
reiro da fabrica da roa do Hrum n. 28 ; tem
sido encontr.'do em diversas ruasdesla ci-
liado, em Santo Antonio, liia Vista, AfToga-
dose Corredor do Hispo, ora em uma, ora
em outra parte, e ltimamente leve-se 11-
ormacan queseguio para as partes de San-
io AntSo : roga-se, pois, a quem o appre-
n he nter, leve'O aos senhores do mesmo es-
cravo, Mesquila & Dutra, na dita fabrica,
quesera generosamente recompensado.
Fugio no dia 24 do crranle do enge-
nho Tapera, sito na freguezia de Jaboato,
o e.scravo de nome Joa, de nagSo NagO,
cujo sinaes caractersticos s5o os seguintes:
corpo e altura regulares, olhos salientes e
vivos, sem barba, com alU de dentes, ros-
to talhado, ps grossos, repsenla ter de
idado 30 annos, Lo muilo ladino; avista
do exposto recoinmenda-se aos capit&es de
campo a captura do dito escravo, pelo que
serao genel usa mente gratificados.
PfitN. vVTvi'.de M-F-nn (arta.-


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