Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06309


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Full Text
>
Anno XXVII
Quinta-feira 30
F4BTID4S DOS COBMIOS.
Goianm e Parahiba, as segundas e sextas felras.
Rio-Grande-do-Norle, todas as quintas fciras ao
roeio-dia.
Cabo, SerinhiJem, Rlo-Fortnoso, Porto-Cairo e
Macelo, nui.",a II e 21 de cadames.
G ii .1 [ilitiiis e Honilo, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintan fciras.
Olinda, todos os da.
raininiDii.
Nova, a 1, as 3 h. e42 m. da m.
Cresc. a 9, as (5 h. e3 in. dam,
Chela, a.16, .si h. e m. da ....
Miog. a 22, s 7 b. c 10 m. da t.
raiAMiR BE HOJE.
Primeira l 3 horas e42 minutos da Urde.
Segunda s 4 horas e 6 minutos da'manha.
de Janeiro de 1851.
. N. 24.
das da semana.
CAMBIO DE 29 BE JANEIRO.
rv
VBEOO BA STJBOBIPOiO,
Por tres meses fadiaolados) 4/000
Por seis meses BjOOO
I'oruinaiiiiu 15/000
r.a-jMEricr.-.a
mmmaamrsuiasKEazxH
27 Scg. S. Vilaliano. Aud. doJ. dos o/f. e m. da V Sobre Londres, a 3o d. p. 1/000 rs. 60 das.
28 Tere. S. Cyrillo, Aud. da Chano, do, J. da se| Paris. 320 por fr.
guma varado c. e dos (Vitos da f.zcnda. Lisboa, 85 a 90
29 Ouarl. S. Franc. de Sales. Aud. do J da 2. vara. Ouro. Oucas hespanholas .... 29/000 a 29/500
i 30 gul.it. a. Uartinlia. Aud. do i. do. orf. e do m. Moedas deliriOO velhaa. 16/000 a I6j2(i0
da primeira vara. de 6/101 novas 16/000 a I6S200
31 Sen. S. PedroNulasco. Auil.doJ. da I. v. doci- de 4*000....... 9/uOO a 9/100
vel, e dos fritos da faiendi. Prata.Patacde brasileiro..... 1/M20 a 1/910
1 Sab. S. Ignacio. Aud. da t-h. e do J. da 2. varal Pesos columoarios..... 1/920 a ljKMU
do civel. Ditos mexicanos........ 1/680 a /700
2 Duin. Purilicacao de N. Sentir.
Sil -
V u ..-xaaUSBBV

PARTE OFHC^L.
Commando das armas.
QmirM do commando das armat na citlade do
Recife, em 25 de jnneiro ae 1851.
(U'.liEM no l)l.\ N. 39.
Tendode embarcara manh,1a para a cor-
te em cumplimento de ordem do governo
imperial, a ala direila do quarto listall.no
de caladores, convido aog Srg. comman-
datiies de corpos da guarnir/So para rom
seus i lliciaes jrmos assislir e abracar em
drsi eiii ii o 8c, coronel Francisco Xsvier
Torres, enroman lante do referido balalh8o,
seus olliciaes e mais pracas que o acomi s-
nhim. Por esta occasiflo rendo ao Sr. co-
ronel commandante todos os mais cama-
radas, o devido elogio e agradeciaiento,
pelo lu'tn que se portaram, e pela dircipli-
na militar que souberam otenlr durante
o lempo em que coadjuvaram os outros
corpos no servico da prava, provando desla
arte os puros senlimentos de ordem moral,
qUe Ibes fbram inspirados pelo seu digno
chefe As pracas do mesmo balalhSo que
aqui lican por doenles, passarflo addidas
aooitavo da mesni arma At-signado,
los Vrente de Amonta Beserra.
TRIBUNAL Lia KKLaCAO'.
SKSSA'O DE 25 DE JANEIRO DE 1851.
raisioHciA do axil, sinno conselheiro
AZKVKDO.
A's 10 horas da manh.'a, achando-se presen-
tes os tenhores desembargado, es Villares,Has-
tos, Leo, Souza, II a bel lo. Cuna Freir, e Tclles,
oSr. presidente declara abena a sesso.
JOLGaMENTOS.
Decurso crime.
Recorrente, Joaqui.n Lobato Ferrelra ; recor-
rido, Manoel de Almeida Lopes. Conumia-
raio o despacho de que se recorreu.
wiminiiti
Apprlianies, Antonio Pire Ferrelra eoutros
appellado, Lulx Pires Ferrelra. Mandaran,
ouvir o curador geral.
Appi'llsnte, Joio Haptlsta Alves Monteiro ; ap-
pellado, Domingo t.arneiro de Liiua.-- Alan-
dal am ouvir o curador geral.
DK-lr.SA(,OPS.
Appellante, Jos Velloso Soaret; appellado,
Lu/ Gomes Ferrelra.
Appellante, o guardiao do convento de San-
Francisco, tutor da menor Carlota; appella-
da, a faienda publica.
Appellante, D. Maria Felismina do Reg Gomes;
appellados, Joaqui.n Aurelio Pereira de t'ar-
vallm e sua inulher.
Appellante. Aleandre Jos Gomes; appella-
dos, Jos Antonio Come Jnior, por si e
oulrns.
Appellante, Antonio l'ezerra; appellado, o
juiso.
Appellante, o julio ; appellado, Hanoel Andr
Lardoso.
Appellante, o juizo; appellado, Pedro (..'ursino
Freir.
Appellanles, Manoel Maria Ferreira da Cunha
e outros ; appellados, Antonio Galdino Alves
da Silva.
rkvisOfs.
Passara.it do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador llastos as seguintes appel-
lacdes em que sao :
Appellante, Antonio Francisco Cordelro de
Larvallio ; appellado, Francisco Manoel da
Silva'lavares.
Dia deapparecer em que sao:
Appellanlc, ot Moreira da Silva ; appellados,
Delna Rosa da Fonseca e outra.
Appellaules, James Lrabtree & C ; appellado,
Joaqun. Jos de Faria.
Passaram do Sr. desembargador llastos ao
Sr. desembargador Leo as seguintes appella-
co> em que sao :
Appellanles, Herculano Alves da Silva e sua
iniilhrr; appellado, Vicente Jos de Hrilo.
Appellante, 1). Amalla Josephina de Mello Ac-
cioli e outros; appellados, Manoel Marques
da Cost* loares e outros.
Appellante, a sauta cas., da Misericordia de
Lisboa t Antono Alves Vianna ; appellada, a
faicada publica.
Appellante, Francisco Vaz da Silva, como lutor;
appellado, Jos Joaqui.n Corris da Lux.
Recorrente, Antonio Moreira da l osla Guiuia-
res; recorrida, a fazenda nacional.
Passaram.do Sr. desembargador Leo ao Sr.
desembargador Souza as seguintes appellar.de
em que san:
Appellante, Joo Baptlsta Pereira Lobo, appel-
lada, a jusilla
Appellante, Maria do Amparo, curadora de seu
I i ll.ii; appellado, Vicente GnedesGondim.
Appellante, Joaqui.n Lobato Ferreira; appel-
lado, Manoel de Almeida Lopes.
Appellante, Antonio Pires Ferreira e outros;
appellado. Luiz Pires Ferreira.
Passaram do Sr. desembargador Rabello ao
1 Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
1 appellacdesem que sao:
I Appellaules, Manoel Gomes Ventana e outro ;
appellados, Agoaliulio Muuiz Uanelo e ou-
tros.
Appellante, Antonio Jos de Medeiros Kitan-
cou.t; appellado, Jacint'.o Nogueira Covas.
Appellante, Francico Ge raido Moreira Tempo-
ral como tutor; appellado, JoaquiuiAntonio
da Sllvelra.
Appellante, Manoel Flrmlno Ferrelra; appel-
lados, l altar si Uliveira.
Appellante, Jos de barros Wanderlev ; appel-
lado, Filippe de Santiago Vleira da Cunha.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Villares as seguintes appella-
fes em que sao :
Appellante, liento Jos Nunes do Valle; appel-
lada, a justica.
Appellante, Ignacio do Reg Medeiros ; appel-
lado, Henrique Pereira de Lucena.
Appellante, Joo Antonio Soare de Abrru ; ap-
pellado, Manoel Gnncalvra Valente.
Appellante, D Rachel Caelana Alesandrina de
Mello; appellado, Joaqun. Pedro do Re-
g e sua mulher.
Appellante, U. tirites Sebastiana de Moraes; ap-
pellado, Anacleto Jos de Mrndonca.
Appcllaute, fclia Codito Clutra; appellado,
Domingo Calda Pires Ferreira. Foi man-
dad para o cartorlo em virtude de j Ihe ter
sido no.ne ado relator.
niSTiunuiefiFS.
Ao Sr. desembargador Villares a seguinle
appelhfSo em que ao :
Apnellanle e appellado conjuntamente, Jos
Francisco Relm e Manoel Jo Correa.
Ao Sr. desembargador Bastos as seguintes ap-
pellacdes em que sao :
appellante, Jos Antonio Pereira da Silva ; ap-
pellada, a faienda.
Recorrente. Luiz llorges de Cerqueira ; recor-
rida, a justica
Ao Sr. desembargador I.eo a segulnte ap-
pellaco em que sao :
Appellante, Joaqui.n Antonio do Forno; appel-
lada, Conitantlna Jacintha da Mota.
Ao Sr. desembargador Telles a seguinle ap-
pellaco e.n que sao:
Appellante, The.noteo Ferrelra Lima, adminis-
trador dos bens de Nossa Senhora da Palma ;
appellado, o juizo de capella.
T.evantnu-e a sessao a meia hora da tarde.
A'. B. O Sr. ilesen.b arcador I..i..a Freir pas
sou ao Sr. desembargador Telles a seguinle ap-
pellacao e.n que sao ;
Appellante, Antonio Ricardo do Reg; appel-
lado, Pedro Beserra Pereira de Araujo Ucl-
trao.
EXTERIOR.
MEMSACEM
i
DO PRESIDENTE TOS ESTA-
DOS-UMDOS.
ConcidadJos do tenada e da cata do* refrt-
senlanles, chamado repentinamente no
meio da ultima segallo do congresso por
urna di>posi(,o penosa ds Divins Providen-
cia estscil i responsavel em que boje me
acho, contenlei-me com fazer a legi-latura
aquellas communicscoes que a exigencia
do momento pareca requerer. O paiz esti-
va coberlo de d pela perda de seu venera
do magistrado supremo, e lodos os cora-
Cues eslavsm trapassados de dor. Neo o
lempo, nem a ocras'flo pareciam exigir ou
justificar de minha psrte nenhum annun-
cio dos principios que me haviam de dirigir
no cumprimentu dos deveres, a cijo des-
empenho eu linha sido 13o inesperadomen-
te chamado. Por tsnto confio que nflo se
julgar improprio que eu aproveite a pre-
sente reunifio do congresso psra dar co-
nheccr de urna maneira geral os meus sen-
limenlos a respeilo da poltica que deve
ser seguida pelo governo, assim em sua cor-
respondencia Com as na^Oes eslrangeiras,
enmo no manejo e admiuisliacSu dos nego-
cios internos.
As nafOes, bem como os individuos no
eslado da natureza, silo iguaese indepen-
dentes ; rorm cm virtude dn suas relar/Oes
necessarias e inevitaveis, ellas possuem
certos direilos e silo obrigadasa cerlosdc-
veres, urnas para com as outras, poslo que
no baja nenhuma autoridade humana
commum que proteja esses direitos, nem
faca rtimprir rs-es devores. Sim, a parle
injuriada nSo tnm outro tribunal para o
qual posta sppellar sen9oojuizo desinto-
ressado do genero humano, o por fin> o ar-
bitramento da espada; mas no obstante
isso esses direitos e esses deveres obrigam
em moral, em consciencl, e em honra.
Um dos diieitos reconhecidos das nacfies
he aquelle que cada ums tem de eslabele-
cer a forma de governo que julgar mais
conducente felicidade e prosperidade de
seus prnprios ciiladSos ; de mudar essa for-
ma segundo o exigirem as circumsiancias ;
e de dirigir seus negocios internos confor-
me sur propria vontade. O povodosK>la-
dos-Unidos reclama esse direitu para si e
promptam. nle o concede aos oulros. Il^
por tanto para nos um dever imperioso nao
intromeller-nos com o governo ou com
poltica interna das outras nsc,6V?, e com
guamo possamos symputhisar com os infe-
lizes e opprimidos de (oda a parte em suas
lulas pela hberdade, nossos principios pro-
In l em-nos de tomarmos partes em taes con-
lesiacOes eslrangeiras. Nos no fszemos
guerra para promover ou para prevenir
successOes a thronos ; nem para manter ne-
nhuma teora de equilibrio de poder, nem
para supprioiir o governo actual que qual-
quer paiz resol ve estabelecer para s. N-
tiai. nsiigamos revolur0es, nem consenti-
mos que expediedes militares lioslis se pre-
aran, nos Estados-Unidos para invadir o
territorio ou provincias de urna uafSu
amiga.
A grande le de morilidade deve ter urna
*pplcc3o nacional tanto como pessoal e
individual. Nos devenios obrar para com
as outras nai;ocs como desejsmosque ellas
obrem para coro nosco ; e a justica e cons-
cieticia devrm formar a regra do conducta
entre os governos, em vez do mero poder,
inleresse proprio ou odesejodeengrande-
ciniento. Manter urna restricta nentralida-
denss guerras eslrangeiras, cultivar rela-
(es amigaveis, corresponder a todo o acto
nobre e generoso o cunip'ir exacta e es-
crupulosamenle toda a obriga^Su contra-
liidii por tratados, taes aao os deveres a
que estamos obrigados para com os oulros
estados, Cumprindo com esses deveres, ad-
queriremos mais valiosos ttulos a sermos
tratados por ellas igualmente, e se isso, en.
qtialquer casA for recusado, poueren.os en-
tilo com justica e consciencia Iranquilla
empregsr a loica para suslentafo de nos-
sos direilos.
Im nossa poltica interna a constituclo
serta minha guia. NasquestOesduvidosas
eu a inierpretarei citigmdo-me as decisdes
judicaes desse tribunal que fui eslabele-
cldo para explca-l, e aos usos do governo
sanecionados pela acquiescencia do paiz
Consioero todas as suas dispusieres como
igualmente obi igatuiiss, i os en. todas as
suas partes tila be a vontsdedo povo ex-
piessa pela forma i mais solemue, e ai au-
toridades constituidas ndo snsenSo agen-
tes enesrregados de lear a effeito essa von-
(ade. Todo o poder por ella concedido deve
*er ejercido psra o bem publico ; porm
nenhum pretexto de utilidad'1, nenhuma
convicr;So honesta, ainda mesmo do que
po>sa ser conveniente, p le justificar o uso
de qualquer poder por ella nlo concedido.
Os poderes conferidos ao governo e sua lis-
tribuiefio pelas differentes repartigies silo
to claramente expressados nesse cdigo
sagrado qnsnlo o pode permiltir a imper-
feiciln dt lingo'gem humsns, e julgo do
meu primeiro dever no prem questSo
sua sabedoiia, nada accrescentar s suas
(I isp'sico''<, nflo illudir suas exigencias,
nem nulliflcsr suas orden*.
A vos, conciddflos, como representantes
dos estados e do povo he sabiamente confe-
rido o poder legislativo. Eu cump'irei com
i meu dever apresenlando-vos de quando
" quando toda a iiifnrm'Cflo que lr cal-
culada para habililar-vos a desempenhar a
alta e responsvel tarefa qun vos fui impos-
ta em beneficio do vossos communs cons-
't'iinles.
Mii has opinifies serflo franesmente ex
nressadas sobre os prineioaes assumptns de
legislacfln, o se, nflo antecieo nada, algum
acto passar as duas casas dn congresso, o
qual me pareen inconstitucional ou um
usurparlo dos justos poderes das oulras
repartiefleg, ou que contenha disposi^es
irreflectidamenle adoptadas e proprias pa-
ra produzir consequeneias injuriosas e im-
previstas, nflo recuarei diaute do deverde
vo-lo devolver juntamente com as minhas
rasoes para que o tomis outra vez em con-
siderar/So. Fra da devida execueflo destas
>briga(0es constitucionaes, o respeito que
lei.bo legislatura en sentiment de pro-
priedade o3o me permittirSn nenhuma ten-
lativa de inspeccionar ou influenciar o vos-
so procedimento. Em vos est o poder, a
'"un ,. e a responssbilidade e legislacHo do
paiz.
O governo dos Estados-Unidos he um go-
verno limitado. Elle he restricto ao exer-
eicio de poderes expressamente concedi-
dos, e duquelles que pnssam ser necessarins
para lear esles a effeilo ; lie por tanto em
todos os lempos um dever especial seu guar-
dr-se de lazer qualquer infraceflo aos di-
reilos dos estados. Sobre olijectos e as
mi ni i tu-; cot.liados ao congre-so a autorida-
de legislativa desle be suprema, porm ah
si'lin.it i essa autoridade, e todo o cldadflo
que ama verdadeiran ente a constituicifo e
deseja a contnua(flo .! sua existencia e
de suas benifles resistir resoluta e firme-
mente liiila a Inlervi'iit; oilo mesmo nos
negocios particulares que a c msliluicfln
clara e expressamente deixou a (Otoridl 'e
exclusiva dos estados, e amal leroara a ir-
iiiaclo intil entre os diversos memhro-
daUuiiloe tambem toda a ex. mi.rueo e
crimina(;3o que tendam a alienar urna por-
e,I o do paiz da outra. A belleza do nosso
syslema degnverno consiste, n sua segu-
ranca e duraQflo devem consistir em evilai
coilisOese uurpcoes reciprocas, bem co-
mo na acr;3o regular separa la de lo los, en-
tretanto que cada um gira em sua propria
rbita.
A constituieflo impz ao presidente o de-
ver de vigiar que as leis sejam belmente
executadas. Em um governo com i o nosso,
no qual todas asIeissSo approvadas pela
maiona dos representantes do povo, e es-
ses representantes escolbidos por periodos
les que luda a le injuriosa ou m pode
em puuco lempo ser revogad, parece i.i-
provavel que se sebem muilos bomens que
eslejam promptos para resistir a exeeuQfiu
das leis, poim devemo-nos lenibrar q.ie o
paiz he eslenso, que pode haver interesses
ou precoiiceilos locaes que lornein oJiosa
em urna paite urna lei que o nlo be em
outra, e que os insensatos e 'inconsidera-
dos, desvairados por suas paixdes, ou poi
suas iiiiaginar.des pdeni ser induziJos a
deser pronriamente exereido, e a negli-Ido Chili esuas cargas foi suspensa,-em vir-
gencia do dever, bem como a incapaci ladejiude das disposii;0es do acto do congresso
nflo serflo toleradas nem nos individuos no-
meados por oulros, nem mesmo naquelles
que por mim o tiverm sido.
Folgo de po ler di zar que nenhuma mu-
daiic desfavoravel em nossas relarjies ex-
teriores tem ti lo lugar dei-ois da ultima
sessflo do congreso. Estamos em paz com
todas as nacoes e gozamos em um grao emi-
nente as heneaos dessa caz em um commer-
cio prospero e crfcet.te e em todas as for-
mas de correspondencia nacional amina
Vel. O crescimenlo sem exemplo do nosso
paiz, o numero prsenle de sua populacho
n seus ampios meios de proteceflo a-segu-
ra n-lho o respeilo do todas as nacOes ao
nasso que elle confia que o seu carcter
lustieelrq e o respeilo que consagra aos di-
reilos dos oulros estados f.irn que esse
reipeito Ihe seja com promplido e boa
von'ade pago.
lima convrncan foi negociada entre os Esta-
dos Unido e a Gran Hreanlia em ab.ll prxi-
mo passado, para o fin de facilitare proteger a
COnatrucfSo de um canal entre os ocanos
Atlntico e Parifico, r para oulros fins mais
l-.ssi ciu.vencao foi depoi* ratificada pelas par-
les contratantes, sua troca fui j effeiluada c
sua prorlamaco devidaniente fe.la.
Em adicao s eitlpiilapes comidas nessa con
vencao, dous oulros objeclos reslam para ser
Inplelados entre as potencias conirala.ites.
O primeiro h a desig.iaco e o estabelecimen-
to i e um porto livre cm cada exiremidade do
canal. O s> gunrlo um ajuste que lixe a distan
ca da praia dentro da qual asoperaedes mar-
timas belligeranles nao ser.o eteeuladas. So-
bre estes pontos ha punca duvida t\c que os
dous governos cliegiiem a un aeoordo.
A companhiade cldadnsilns Ksiados-Unidns
que adquiri do estado de Nacaguara o privi-
legio de construir un canal entre os dmis
ocanos pelo territorio daqnelle estado, tem
feilo progressos em seus arranja.lenlos prrli-
inina.es. Estando agora en. operafio, n trata-
do entre o Estados-Unidos e a Gra.i-Hrel.inha
ile 19 de abril prximo passado, ao qual me te-
nho referido he de espetar que as garant is que
elle ofl'ereee sero sulTicieiiIfs para assegurar
o complemento da obra rom toda a breviilade
pnssivel. He obvio que esle resultado seria In-
definidamente adiado, se para o ajusliinenlo
das rerlamafoes contrarias acerca do territorio
naquella parte fosse.u adoptadas outras medi-
das que lio fossem as pacificas ; empregarei
portant lodos os esfircos para fizer com que
quaesquer outras negocia\des di parte deste
governo, as quaes po^sam s^r necessarias para
e-.se lini, seja.o diiigidas de sorte que produ-
/ im urna terminar;.." proo.pta e felie.
Algu.ua demora inevitavel tem occorrido,
proveoienle da distancia e da dilfculda'le dt-
cnmiiiunicacao entre esle governo eo de -Nica-
guara ; porm como ha pouco recebemos no-
ticiada uouieaco de um enviado extraordina-
rio e ministro plenipotenciario daquelle go-
verno pira residir em Washington e he de
crer que elle cl.egar brevemente, rspera-se
que nenhum e.nharacn mais sc. experimenta-
do na pro...pa irausaccao do negocio entre os
dous governos.
Cidad.iosdos Estados-Unidos leu. emprehen-
dido a uuiao dos dous ocanos por meio de
um caini.lio de ferro atrases do isllnno de Te-
huanlepec, debaiso de coi.cessoes (citas pelo
governo mexicano a un. cidadau daqUella re-
publlca. Son Informado que "la ll.teira plan-
la do camiiilio da ciiiiiiuniea^jio val ser lirada
equeha toda a raso para esperar que se pro-
argir i.e-sa obra con. caracterstica energa,
especial.nenie uiiaiidu aquelle governo con-
cluir co.n o dos Estados-Unidos as estipulacoes
necessai i..8 para Imprimir um seiillinentode
segura.ira nos individuos que ciiipregarem
seus fundos nessa emprea. Negnclacoes eslo
pendentes para a consccUyo desse nbjecto e
esperase que quando o governo do Mlico se
tornar deiidanirn.e sensivel s vanlagens que
aquelle pai/ nao pode deixar de tirar dessa obra
e souber que o governo des Ksla--os-Uuidos
deseja que o direilo da soberana do Mesico no
isibmo | er ni.i io ( i illeso. as eslipulates a que
me refi.o se.o cu..cedidas com alegria
Pelas ultimas noticias do Mxico, parece com .
ludo que o governo faz fortes objecces a al-; letn se lzeudo-se isso poder ganbar-se nina
! i lie o ai i de Ih-28. II de esperar que
esta medida dar um novo impulso aocom-
merrio entre os dous paizes o qual cora
mutua vaniagem das parles lem sido ulti-
namente mutln augmentado, especialmen-
te depois que a.lqtieriinos a California.
0 guano peruano tem-s<- trnalo um ge-
nero tilo desejavel para o inleresse agricula
los Esla los U lidos que he do dever do go-
verno empregar lo los os muios ao seu al-
ance para o fin da fazer com que elle seja
ioiporla-lo no paiz por Uol preco rasoavel.
Nada s; ra omitilo de minha parle para con-
seguir este desejav-l (im. Eslou persuadi-
do que, renioveiido as restnccOes que, pe-
sain sobre esle trafico, o goverdo peruano
promovis seus melhores interesses, ett-
[i i i.ini i ;i i dna urna prova de unta dis-
poslfflo amigavel para com esle paiz, a
qual si r devidameiiie apreciada.
( tratad entre O Estadus-llnidos o S. II.
o ledas i'bas hawaianas, oque foi recen-
touieiiio publicado, ci-so que lera tim ef-
feito benfico sobra relajos existentes
entre os dous paizes.
As relceles entre aquellas partes da illu
de S. Dniingos que foram a priuci ii>co-
lonias da despatilla e da Franca respectiva-
mente, achau-se ainia em urna c ndieo
nSo regulada, a proximidade dessa in
aos Esladol-nidoS, torna desejavel que II
queslAes delicadas, eiivollas na controversia
all existente, seja ai permanentese promp-
' -kiln-nl.- resolv las. O I Mime--.', d Innna
nilade e iln coiiiinetcio geral tamben, exi-
K * sentimento tero sido recebida dos uniros
governos, espera-se que algmn plano ser
brevemente pro..oio para a consceucSo des-
te oii i-i.i, de una maneira propris a dar
gTdl saLi-lae ni O goveriiD dos Eslados-
Uni los inin li'iv: ra .le Iwcr pelo exerciCio
de todos os ollictos smtgaveis que formu
proprius ludo quinto i inler para por h u a
gueiri destruidor que tem aasolaao asdif-
eienles paites daquella ilha, e'betil assim
assegurar a ambas os beneficios da paz e do
comu.eicio.
.No relatorio do secretario da fazen la a-
chareis una rxpositfio circuiusUuciada de
estado do DOMO lliesouro
A reCeila total no auno que acaba a 30 do
juulio i iiimiiio passado foi de 47,*I 74S.90
c. A despeza total d.iranio o mesmu perio-
do foi de 3,002,168,90 0.
A divida publica fui amorlisada depois
do ultimo r,Jalono annual feilo pela repar-
liffio da fazen.la na quanlia de *95,76,79 C
Pela 19' M'i'e.. do aclo de 28 de j.neiro de
1847 os productos das vendas das Ierras ihj-
blicis foia.ii empenlia.ls pelos juros e
principal da divida publica, A rau le som-
ii..i dessas lenas subsequentemenle conce-
dida pelo COIIgreMO .ara ice..m,cus i mili-
lares, cie-se que satisfar as exigencias
publicas por muilos anuos luimos, e nSo
pouca coiilUoca purUnlo .le ser collo-
dda sobre essa ale aquifructifera foute
de ren ia.
a.mu das depezas perinaiienles aonuses,
as quaes necessariamenle lem mutio aog-
uietiU lo, llevis pruvideiictar quti dentro
dos dous prximos anuos fin nceiros seja
p-.ga tima narle da divi la publica na mi.i.ui i
de S,7J,9SC,59 c Serta mulla par dosejar
que esta exigencias pulesse o ser -, 11 ^i. i
las sem ser preciso recoircr-ae a novos eOt-
presiimos.
Toda a experiencia tem demonstrado a
sabe lona e poltica de litar unta grande
palle da soilima ii'-cessana paiu a suslenla-
(fiu do gnvui no dos direilos imposius sobre
os gen ros i i.portados, ti poder de estabe-
lecer esses direilos lie inquesliotiavel, e seu
principal ObjectO heenclinr o lliesouro, po-
gi im. i. das eailpulaccs que a paites inieressa
das no projecto do caiiiinho de ferro julgain
neeessa.as para -ni prolrcyao eseguranca,
He de esperar que mais cunsideraeo ou algu-
resistir luucainenle aquellas leis que elli.|lna modifu-ncao de termos possa ainda re.-on-
desaprovam. Taes pessoas devem lembrar- ciliar as difirrencas i|ue exlsteui eutre os dous
se que sem lei nflo pode haver liberdade
real e pratica ; que quando a le he calcada
aos ps a (minia guverua, qtr ella appa-
re(a ua forma de un. despoli.Miiu militar,
quer na de violencia popular. A lei he
nica proteceflo segura para o fraco, e o
nico freio rllicsz pra o futle. Quando im-
parcial e fielmente administrada, ninguei
est debaixo de sua proteeQflo, nmguem
acuna de sua inspeccSo. Vos senbores e
paiz podis estar ccrlus que em todos os
lempo eem tudos os lugares vigiare! al
lentamente, e empregarei os poderes que
me foram confiados para que as leis sejau
fielmente executadas. No desempenhu des-
te dever que solemnemente me fui iiiipost.
pela consli tuico e pelo jutamento que pres
le, nflo recuarei diante de nenhuma res-
pnsabilidade e procurarei encontrar os
contecimenlos, quaesquer que possam ser,
com firmeza e tambero cun prudencia e
discripc3o.
Upuder de nomear he um dos mais deli-
cados de que o executivo se acha revestido.
Eu o considero como um depustto sagra 10
que oeve ser exerciJo smeniepara o li.n
de promover prospeiidade du povo. Fa-
.ei lolos osesforgus psra el varo estan-
darte do emprego ollicial, escolhendo para
os lugares de Imporlsiicta individuos ha-
bilitados por sua recutiliecida integridade,
talentos e virtudes. Em um puz tflo esten-
io e com to grande populacho como o no.
so, poucas p.-.isuas non.cadas para empre-
gos poden, ser coubecidas do poder que
nomeia, por isso nflo obstante o inaior cui-
dado algumas vezes inevilavelroeule erros
lero lugar e nomear,oes uifelizes serio leu-
las. Em lees casos o poder de deinillir p-
goveruos a este respeilo
Novs instruc(es fora.n recente.nente dadas
ao ...ilustro dos Kstados-Unidos no Mxico, o
qual esl prosegiiiodo nesie negocio com
prouiplido e habil.dade. Co.nqiiaiilo as negn-
clacoes com Portugal para o pagamento das re
clamacoes feilas por nidados dos Eslados-Uui
dos contra aquelle governo nao U'uham anida
tido cu resultado um Iratado formal, todava
u.na proposta feila pelo governo daquelle pii
para o ajuste final e pagamento dessas recla-
maces receoiement* aceita por pane d
E-i.ulos-l unI. J. Sinlo grande prazereni dlzer
que Ur Clay a que.u a negociaeo por parte
dos Eslados-Uuidos foi confiada, desempeohou
essa con.misso com muita babilidadee dis-
crlnfao, obrando sruipre dentro das iuslruc-
edes de seu governo.
Kspera-se que una convenrao regular ser
iiiiuir.li.il.inicnio negociada para levar a ellei-
to o ajuste (eito entre os dous governos.
O coinmifsano numeado segundo o novo
acto do congresso para levarla ell'etlo
couventflo celebrada com o Brasil em 27 de
Janeiro .le IK49, entrou no deseitipenliu dos
develes que Ihe fOran impostos por esse
aclo, e espera-se que lodo eslara arranja in
denlro do lempo que elle prescrevo. 'lo la-
na os documentos que o governo imperial
hrigou-se pelo tercetro arligoda conven-
Qflo a fornec.r ao governo dos Estados-Uni-
dos, anida uo Im .mi recebidos, e como se
|. e.suine que esses docuineiilos serflo es
senciaes para a correla disposicflo das re-
cla i..ai,o-, lalv z seja uecussariu que o con
giesso eslemta o periodo limitado da du-
i..(,o da i'iiiiiiiiis-.hi A souitiia qusegun-
do o Sil. 4.' da c.iti'.ei i; o dcvia s.'l 'paga a
este guverno ja foi tecebids,
A cbranla nos purlos dus Estados-Uni-
dos de direilos dillerenciaes sobre os navios
Vaulagcui iie mais pela atiimaclii da iudus-
Irii do nossos propiios cidadaos, be do nos-
so tlever aperoveilar essa vanlagero.
Um direitu laucado sobre um genero <|.ie nao
pdc ser p.udu/ido no pala, bem como o cha
ou o caf, aug.nenia o custodesse genero, c he
principal ou iiilt-iraiucule pago lelo consu-
midores, poico/ um direilo lenlo sobre um
genero que poje ser produzido un paiz. esti-
mula a pericia c iudustrla de nossos proprios
cuucidadaos a produ/ir esse genero, o qual he
lia/.i.lo ao increado em competencia co.u oque
vcn de Idr, e o Importador he assim obrga-
do a abaixar o seu preco ao nivel daquelle pe-
lo qual o genero do pal/, pdc ser vend Jo, fa-
endo dcsle modo pesar una parle do direilo
sobre o producto do genero estrangeiro. A
cniiinii.ic deste processo cra a pe icia c con-
vida o capital, e finalmente habilita-no a pro-
duzir o genero por milito menor preco do que
aquelle pelo qual poderla ler sido tiazido de
i.na, beneficiando assim o productor e o con-
sumidor nacionaes. A consequencia disso be
que o artista e o ag cultor in un ligados, pro-
porcionando cada mu un pruuiplu mercado
para o producto do outro, o paiz todo lorna-se
prospero, e a habihdade de produzir tudo o
que be necessario vida, torua-uos iudepen-
.1. ule na guei ra nem como na paz.
I .na alta tarifa nao pdc ser permaneute,
porquaulo causar desgnstos e sera uccessaria-
meiiie mudada, illa exclue a competencia e
por esse nielo alrahe o emprego de capilars pa-
ra as manufacturas em lal excesso que quando
mudada ella pioduz a desgrana, a bancarrota e
a ruina de tudos os que l'..i .un illuddos por sua
uliel proleccao. Oque o uianulaclureiro quer
he uiiilur.uidadc e permanencia para que pos-
sa ler cooliaoca un que nao sera arruinado por
o o. la o c i- i c|. cuii ua-, porm para fazer una
tanta uniforme e pinna nenie nao be s neces-
sario que a lei nao seja alterada, be lambeui
necessario que os direitos nao sejam lluctuao-
les. Para ellrituar isso, todos os direilos de-
vem ser especficos quando a ualureza do ge-
ueru for tal que permita isso. O direitos ad
.-.o o. ni lluciuaui com o preco e oll'ereceui for-
te Icuiatca fraude e o perjurio.
Os direilo especficos, pelo contrario, sao
1
s


HP
iguaes r un foi nu-; em todos os porlos e fin lo -
dos os lempo9 e ofl'rrecein um lurte niolivo pa-
Ta resolver o Importador a trazcr s melhore6
genero*, porqnautn nao paga mais direilo por
este d.-i que peina de Inferior qualldade Re-
coniinendo, pois. fortemrnte urna inodifcacan
Da presente tarifa, a qual iem prostrado algu
mas de no. inanufactiiras, e que direitus especifico* sufl-
cenles ocjam imposto* para elevar a renda
convenirme, fazeudu ein favor das empleitas
industriara de nosso paiz discriminates taes
que animein a producto nacional soin excluir
a competencia estrangeira. He tambein im-
portante que una disposic.o inleliz da lTifa
actual, a qual impoe sobre as materia* pilmas
que entiam em nussas manufacturas um direi-
to uiii'io mats a'to do que sobre o genero ma-
nufacturado, seja remediad.
Os documentos que acompanhain o rclatorio
do secretario dafizcuda iev. iaru fraudes ten-
tadas sobre a renda em vnii. d ule e soiniua tao
grandes que justlfloam a enneluso de que he
iinpossivf I debaixo de qualquer syslema de di-
reitos advnf jrem (aneados sobre o custo ou va-
lor estrangeiro do genero, assegnrar urna ho-
nesta observancia e una adiuiuislracao efBcas
das leis. Os ineios frauduleulos empregados
para illudira lei, os i|tiaes leui sido descuber-
tos pela vigilancia dos avaliadores, nao per-
millein dnvidar deque velhacarias semelliau-
tps pralicadas coin bom successo tenham suh-
trahidu ao paiz grandes ominas di sde que foi
p.>su fin execuco a lei hoje em vigor.
Este estado de colisas leiu j lidu urna infln-
cncia prejudicial sobre as pessoas empregadas
no coiumercio estrangeiro. hile leude a apar-
tar o negociante honrado do comiiiercio de im-
puiiav.o, e a laucar esse Importante ramo de
cinprego as mjs de homeus sem esciupulo
esem honra, os quacs sao todesrespeitadores
da lei como das obrigaces de um juramento.
Por estes ineios as intencoes do cougresso
taes quaes se acham o-pressas na lei, sao dia-
riamente illudidas. Todo o motivo de poltica
e dever por tanto impellein-iue a chamar a at-
tencao do cougresso para este objeclo. Se elle
julgar imprmente tentar na pteseule eslacao
quaesquer mudanf as liuporiaiiies no syslema
dedireitos, sei sempre iiidisponsavel para a
proteceo da renda, que sejam e urna vez ap-
plicadoi aquelles remedios que no juizo do
mesmo poderem mitigar os males que acabo
de expor.
Bem como j tenho dito, os direitos especfi-
cos concedeii.iin em ininlia oppiuio o remedio
mala effitaz para este mal, porin ae vos nao
cuncordreis com isso, ento prcu iicenca para
lemlirar que em vez de lomar a factura do ge-
nero estrangeiro como o nielo de drieriniuai o
aeu valor aqui, sendo a exactido dceea factura
em limites casos nipossivel de verilicar-se, a
leldever ser de tal surte alterada que exija
tima avaliaco felta aqui, a qual devei ser ic-
gulada de maneira que d, quaulo lor pralica-
vel, uniformidade no9 diversos porlos.
[Continuar-te lia.)
BBMSDDUC
Cnmn un icario.
Todasas luces Imiii policiadas, sempre
tiveram em gn-nde considerar/fio o com-
mercio, e foi sempre 0 principal objeclo da
alten? :o dos governos, bem como dos tra-
badlos e escriptos ifos venladeiros amigos
da patria, que curatn do seu engrandeci-
mentoe illustrac,;ln. Nilo ha pois, por as-
si'n o di/ermos, rano algum, qun nSo te-
nha dado nascimenlo a expelientes obras
intellectus.es. Economa, poltica, jurispru-
dencia civil, caminal e commercial, ludo
ha sido valo, tratado, snalaado e desculi-
do. Coniluto, cnmpie convir, que em ge-
ral os publicistas se em dedicado inais, al
as nossns illas, a firmar habis commer-
cianles, e descubrir mananciaes, que o coiu-
mercio poda nlTerlar industria e a fortu-
na, do que esclarecer sua jurisprudencia
Nada comludo mais importante do que este
objeclo.
A crassa ignmancia ilos principios mais
vita' s, e da legislacSo sobre esta lo im-
portante materia, ha sido urna fonle pere-
ne de abusos, de pleitos, e da infernal chi-
can, que constrangem o commerrio, f-iti-
gam-titi, e i urna ni rada da a boa le, lisu-
ra e probidade, vilimas da velliaciia o da
cubica.
As que! ras dolosas e fraudulentas, vista
a illOlculdade da materia, tem aislado des-
gracadamente os jurisconsultos desto pre-
cioso trahalho. l>< Cdigos Cnmmorciaes
que OXistem promulgados nas diversas iij-
llos, ain la ti.'in attingiram ao grao de per-
Iticto que tanto se lianhela.
NSo r< cean os asseverar, que de todas as
pai tes de quesa forma o vasto campo da ju-
risi ni'!' un t t- l'p a ii.c mi cultivada, e
lalve/ o spra sempre I. .
As leis civise criminaps bam eneonlrado
sabios interpretes: cxtslem excedentes
tratados sulire todas as parles da DOUS le-
gislarlo; florea Ionios bem poucas obras,
verdadeiranieute uteis, sobre as leis com-
nerciaes.
A i|'i ni i, .111 do nnsso coligo commer-
cial, que leve execucSu no pinnpiro de Ja-
neiro deste crlenle anno de 1851, lie um
campo vasto a explorar, e confiando na ca-
paci la.l.' de mu aliahsa los jurisconsultos,
ilhos de Minerva, nilo duvidamos convda-
los, a que i id be ni algumas horas aosseus
afayeres quOlldianOS, alim de queasdedi-
quem a tilo til 11 n 11. 11. < Cotn a qual fazem
prosperar a patria cotrimutn, illusttando-a,
e nilo menos o nosso corpo do cmmercio,
que vegeta na mais Completa ignoiaueia de
seus direitos e ueveres. t.om i referencia
convidamos as seguintes capacidades, spiii
offensa de quaesquer nutras que descunhe-
leiiiii: Br(. liaiii'i-iM Carlos Bramliu, An-
tonio Viceule du Nascimento Feiloza, Jos
Francisco de Paiva, Jos Bernardo GalvSo
Alcanloia lo e o \> Me Chalas.
Como quer que seja, o nosso cdigo do
comiuercio, introduziido um novo direilo
gutbrat e buncnroiat, delerminou as forma-
lidades que devein ser | rehenchidas nesla
materia : a maior parte destas formalida-
des nflo exisliam nas antigs leis eslra-
vaganles.
.Vio foi bastante facultar ais cnmmerci-
anles urna legislar;3o civil, que adoptada a
tudas suas necessidades, se esla pnmei-
ra parle du novo coligo, nAuhouvessosido
fortemenle sanecionada \e\t\ lei sobre at
yutbtui e buticurotat Sem e-las medidas
de (iioicciao e du severidade, nosso sysle-
ma do legishieo ron iiiim i. I, at entilo
intil por falta de furaialidades cu n\ lelas,
encei lariain em si niesmo, um principilo
de eslerilidade, e o comiuercio nSo cessa-
ria e levar ao teu seio um gei nien de des-
organisacfio : a cubica ta fraude de m9us
dadas, conse varia ni sempre u poder de fa-
zer urna gLeira deslruidura ao trabalho,
indusiria e boa f : as especulacOcs mais
honestas, seiiam constalilemenle a me*ca-
das, pelas mala culposas epecula<,Oes.
Os iiosss legisladores eslaudo colloca-
dofl entre o duplo esclito de urna perigosa
trzx.
indulgencia, ou de om excpssivo rigor, seus
voos s elavaram al as consideraco -s de
tima orden auperior, e nada desprezaram,
para que a linha que sei'ara o oommurcian-
te probo e infeliz, do homem de m f, toa-
se exactamente indicada e fcilmente vi-
si vel.
Mus encaramos as quebrat dt bancarota*
lebaiio do trplice aspecto ilo immediato
interesse da sociednde em geral, do inleres
se inh. rente aos ere lores, e do interessp
ue respeita necossariamente ao devedor
honrado.
I'orventura podiaro os nossos legislado-
ros ilespresar o exame escrupuloso d'um
aconteciinento, qun aprrela a desorlein
na circularlo continua do commercio,
sem animar por mel de urna escandalosa
indilTerenca lodas as queb-ai, as quaes
cotiduz urna pessima irregnlaridade, ou
que a immoralidade medita ?
Riles conceberam. que um estado de des-
orden! estragara essencialmente os bons
disimiles pblicos, empecendo o desenvol-
vimento da industria e da riqueza nacional.
Bem sabemos que o titulo du quebrare
bnncarotM, n3o ha sido iseulo de faltas.
Algmnas pessoas vociferaram contra o ex-
cesso das formalidades, nesto nosso seculo
das luzns e do nrogresso, tornan lo-se alm
disso dispendiosas: outros enrontraram
basianles lacunas: e outroi Analmente
grandes imperfic,Oes. Nada mais fcil do
que a critica I .
A estes zoilos, que de tudo mascam e des-
dnnham, pargUDtiremoe, so se achassem
fulli cadus na altura convenietitp, ou alto
en iii de legislador, como conceheriam e
a ni'i'i.iriaiii em tola a sua exlensito, a
debaixo de lodas as suas relac,o>s, o sysle-
ma desta novissima legislacflo entre nOs ?
A lingoagnm particular desla lei es cern,
ou excepcional do direilo commnm, as mais
.las vezes mal entendida, arrebata e enuana
aquejles a quem ella nflo ha familiar :
daqui nascem decisOes esiranhase subver-
sivas de lodos os prii.cipios : daquiasap-
plicacOes ostranhase errneas que rslra-
_ mi lulas ideias : daqui a couspqueiicia
des er preciso emendar, alterar, substituir,
emliiii refundir o cdigo do commercio !....
A i ii-11> i cao esta fura do dominio da Iris-
La e misrrima humanldade! Oxai quo
ueste pequeuo cominuiiieado podesse ofT-ir-
laraos seusleitoresdeulroe fu do imperio,
untos coiihecimeiilos professionaes, como
temos de zelo pela prosperidade deste nos-
su paiz !...
TlTlV!
A de Pernambuco saca contra II de Lon-
dres, ledra de catnbib 1000,,-,,- or-
ilem de C, de quem recebeu o valor. B li-
nha em seu poder 1800,,-,,- pertencentes
a A, logo exista proviaflo de fundos em po-
der do saccado R. Um Riel depois deste
saqu A quebra. B imha aeceito a l-ltra ;
porin deixa de a pagar no vencimenlo por
saber da quebra de A.
I'ERCU VTA-SE.
A provisflo de urna lettra de cambio, que
"Xiste, ou dever existir nas mos do sac-
cado B, ser adquirida ao portador, de for-
ma tal, que a quelua do saccador A, acon-
tecida antes do vencimenlo da lettra de
cambio, nilo impede ao porla lor dd rece-
ber esla proviso, com exrlusilo da massa
luscedores da quebra, por haver ptevile-
gio sobre aquella Mnima ?
A quem deve peneucer aquplla somma,
o portador oa lalliaou massa fallida ?
21

Liverpool--Guien ingiera Serafina, capi-
iu John Guthing, carga assucar e 4l-
godSo.
Parahiba--llate nacional Espadarte, mes-'
tre Manuel Jos do l'aiva. Carga asS'ucar e
louf. 1. Passageiro, oPortuguez Francisco
Jos da Silva,
THEATO*'DE APOLLO .
SIX.UNDV FEIBA. 3 DEFEVEREIRO DE 1851.
Tercoiro espectculo que da neste thea-
tro a cantora Augusta Candiani, sendo estr
do seu pnmeiro contrato.
Depois de urna escolliida ouvertura se-
suir-se-ha o grande rondo da opera
VESTAL,
do maestro Giannini, expressamenle com-
oslo e dedicado a Sra. Can Jiaui, e por ol
execulado.
Aria da Gemmadi Vergi, do maestro Do
nzelli, execulada peloSr. Eckerlin.
Cavatina e alegro da dpera Beatriee di
rnuia, execulada pela Su. Augusta Can-
diani.
O mu distincto artista o Sr. Previg, por
obsequio a Sra. Candiani eiecutar no pia-
no forte urnas variaron.
Aria da opera Burbclro di Sevilha,
Sra. Augusta Candiani.
Dueto da mesms opera, pela mesma se-
nhoraeoSr. Eckerlin.
O mu distinto artista Pernamhucano o
Sr. Pedro Nolasco Baplista, por obsequio a
Sra. Candiani, tocara nos intervallos dife-
rentes pecas ile msica.
Aria do ro, do maestro DonZ3tti, exe-
culada pelo Sr. Eckerlin.
A Sra. Candiani, cantar a pelillo de mui-
las essoasa modinha brasilnira
Atlorei urna alma impura.
Finalisar o espectculo com o multo ap-
plaudtdo duelo da op -ra
FIGI.IA DEL RECCIMENTO,
no qual aparecer a Sra. Candiaui vestida
de soldado francez, execulando em scena
lodas.is manobras militares.
Os bilheles de camaroles, acham-se des-
de j a disposic^o do respeilavel publico,
no escripiorio do mesmo iIumI'o.
Augusta Candiani, pe le toda a iudulgen-
cia e priiteecno.
UJJW
L,y?;
IS'\
Cb
ALFANDEGA.
ltondimentododia-29.....35.2H.238
fesearregam hoje 3D de Janeiro.
1; 1'pola -- Tanny o reslo,
Hiigue hin mercaduras,
liaren -- h'.lisiibeth lahoa.lo.
lirigue Sima Malklldt farinlia de trigo.
Escuna Galante Varia-- mercadorias.
Escuna -- Dania o resto.
CONSULADO GBRAI.
Ilendimento do (lia 29 ... 2:893,903
Diversas provincias...... 3(8,35 >
3:24i,255
EXPOI1TACAO.
Despachos tnarilimvs no -fa 29
Lisboa, brigue pnrtuguez fono Vencedor,
de 228 toneladas : conduz o s-guinte. : 1,908
saceos. 2 eaixas, 68 bar icas e 4 meias ditas
com 10.159 arrobas e 18 libras de assucar.
300 saccas arroz, 22 ditas com 120 arrobas
e libras de algo 18o, 12 tahuas de Bmarel-
lo, 6 barricas vtdros partidos, IfiO couros
seceos, 141 cascos com mel e 3 fatdos dro-
gas.
Ilio rde Janeiro, brigue brasileiro Fe//
Deslino, de 199 toneladas: conduz o se-
giiinle : 984 barricas rom 6,317 arrobas e
12 libras de assucar, e 2 hcelas com doce
de caj.
Liverpool, palera inglpza Serafina, di 429
toneladas : conduz oseguinle: 3,400 sue-
cos cotn 17,01)0 arrobas de assucar c 766
saccas com 3,748 arrobas e 25 libras deal-
godflo,
Ilio de Janeiro, brigne nacional I). Alfon-
so, de 236 toneladas : conduz o seguiuie :
36 laboas de nmsrello, 5 pipas azeile de
carrapalo, 12 cedras de filtrar, 3,060 mis
de sola, 4 caxoes com dore, 1 diio cwm
mangas, 3,000 couios de cabra, 1,283 sac-
eos e 39o barricas assucar, 55 saccas algo-
d.o e 100 lian is doce de calda.
Havre, brigue francez Cesar, de 231 to-
neladas : conduz o seguiule 2,400 saceos
com 12,000 arrobas de assucar e222 saccas
com 1,267 arrobas e 9 libras de llgodfio.
Genova, polaca sarda Vincenza, de 196 to-
neladas : con Juz oseguinle: 2,270 saceos
com II,350arrobas de assucar.
KbCEUEDURIA DE RENDA GEIIAES
INTERNAS.
Keudimento do dia29.....634,271
CUNSULAIH PROVINCIAL
Kendlmento dodia29......1.065,179
Moviniento do porlu.
Navios saludos no din 29.
Porlos do sulVapor Bahiana, comman-
iiai.le Segundino. Alm dos passageiros
que truuxe dos porlos do norte para os
do sul leva a seu bordo : para Macei,
Jos Goncalves da Silva : para Baha,
Franklu Washington Souza llego n Do-
mingos Jos Vieira : para o Rio de Janei-
ro, 22 recrulas e 2 cadetes du quinto.
Golhenburgo Brigue sueco l.inna, capi-
tao A. Olsson, carga assucar.
msm
Avisos marilunos.
Ileal companhla le paquetes a
vapor cufie o Brasil e a Gr
Bretanha.
No dia 31 do curenle al o primeiro de
fevereiro, deve aqui chegar proceJente de
Inglaterra, o vapor da cumpauhia Ttceed,
cotnmandante Itwtt, o qual deve demorar-
se aqui 6 horas, para proseguir o seu desli-
110 para os cortos do sul: qualquer pessua
que pretender passsgem para qualquer dos
poitos ondeo mesmo tenha de locar, haja
le dirigir-se cot antecedencia a casa dus
respectivos agentes n^sta l'raca Adamson
llowie&C., ra do Trapiche n. 42, para
tratar dojajuste, que sera regulado pela se-
auinte tabella de passageiros:
Para a Baha 25 pataces brasileiroi ou hesp.
Blo de I. 50 >
Mootevld. 110 .
Buenos A.I20
U mesmo vapor deve aqui cliegar de vol-
ts para a Europa no dia 17 ou 18 de fe-
veiro: as pe.ssoia porlauto que pretenderen!
nassagem no mesmo para os porlos deS.
Vicente, Tenerife. Madeira, Lisboa, e In-
glaterra, poJero lugo fazer o seu engaja-
tuento, para que depois n.lo acntela qoe
ios pulios do sul se prehencham os lu-
gares.
A escuna nacional Emilia, de qun he
capitilo o pratico Antonio Silveira Maciel J-
nior, deve seguir para o Pai por estes dias
para cuju potto ain la pode receber algu-
na carga e passageiros, at o dia 31 d
crrenle i os pretndanles dirijam-sea rui
da Cruz n. 13, a fallar com Joo Carlos Au-
gusto da Silva, ou com o referido va pililo
0 hiale Aoi'o (linda recebe ate o dia 31
docorrenle a carga que tiver de conduzir
para o Maranhilo, e al o dia I de feverei-
ro a carga que huuver para o Cear, e con-
(iv no dia 2 : os Srs. carrogadores queiiam
man-lar os conlieeiiiipiitos no armazem de
Manuel Jos de Sa Arauju, na ra da Cruz
lo Iterife n. 24.
Para a Babia sabe com omita brevida-
de por ler mais de tnelade do carregamento
a burdo, a sumaca nacional Carlota, mest'e
Jos Gocalves Simas: para o restante da
carga e passageiros trata-se com o consig-
natario da mesma l.uiz Jos de Sa Arauju
na ra da Cruz n. 33.
I'ara o Uto de Janeiro
segu com a maior brevidade o
brigue nacional Jdamastor, por
ter a maior parte do seu carrega-
mento engajada: para o resto,
passageiros ou escravos a frete :
trata-se com os consignatarios Ma-
chado &c l'inbeiro, na ra do Vi
gaiio n. 19, segundo andar, ou
com o capilo Filippe Nery de Oli-
veira, na |>raca doComme ci
Para 0 Maiaiiliilo locando no Cear,
pretende sabir uestes 8 dias o hiate Aovo
Olinda, por ter proaiplo, e j tratado dous
le cus de sua carga; para o resto e passa-
geiros trata-se com o respeclivo mestre An-
tonio Jos Vianna, no trapiche do algodSo,
ou na ra da Cruz, armazem do Sr. Manoel
Jos de S Arauju.
- Para o lliu de Janeiro segu com brevi-
da le a escuna iitciunal Galante Noria : para
carga, escravos a li ele e passageiros, para o
que lo 111 excellentes commudos; irata-se
fna ra do Vigano n. 4, com Silva & Grillo,
I'ataoliio de Janeiro sabe
com a maior brevidade posaivel o
patcbo nacional A/ereida : para o
resto da carga e passageiros trata-
se com o capito napraca do Com-
mercio, ou com Novaes & Com-
uanliia, na ruado Trapicbe n. 3'j.
"i.
Leiles.
O capiSo Thaleher, da escuna ameri-
cana Draco, tara leilflo, por inlervenco do
conelor nliveira, de boas porcOes de ceb-
las, charutos da Havana, fumo da virgiuia,
carne de porco salgada em bajris inteiros e
muios, nozes, manteiga, yassouras, agots-
ardentes (bandy e whiskey), genebra, con-1
servas de ceblas, cevadinna, lijlos, pre-
suntos para Hambre, lingoicas, lampeOes de
pente, e nmeros artigos mui vendaveis.
Iiiaiilo apeleriveis, destiiviiios 110 mercado
la California, para onde est indeciso se
arosejfirl sua viag*m : quinta feira, 30 do
p,orrent|. s 10 horas da manhSa, no arina-
r.em delteane Youle & Companhia, becco
lo GoncSlves.
Arthiut, denlisla chflgado ltimamen-
te a estacilade. e tendo deretirar-ae Para
fra da provincia, faz leilfiu por inlerven-
i;."iu do correlor Miguel Carneiro, no dia
Sexla-feira 31 do corrente as 10 horas da
manlia em sua cisa na ruada Cruz n. 43,
segundo andar, de urna completa mobilia e
tremdecozinha.
O corretor Oliveira far leilSo de es-
plendida mobilia e obras de prata, consis-
lindo em urna mesa dejantar nova elsti-
ca para 24 pessoas, um guarda-louca gran-
de, cama de ferro para casados, duas ditas
mais pequeas, um rico altar dourado com
as. competentes banquetas, um encllente
piano dos melhores autores nglezes, um
loucador grande de mogno, urna commoda
de Jacaranda com puchadores de prata, ca-
deiras de Jacaranda, quatro lindas 8erpen-
tinas de verdadeira olha de casquinha, me-
sa de mogno redonda com lampo de pedra,
vasos de bronze dourados para flures,- lin-
ios qua Iros de vistas na Italia e retratos de
afamados autores italianos, serpentina de
dous globos para cima de mesa, um rico re-
logio dourado dito, garrafas e copos de
cyslal, tigellas roxas dito para sobremesa,
e tnuilos outros objectos, inclusive um ca-
bra captivo, ptimo cozinheiro, al de mas-
sa s 1 labbado. i.o de fevereiro, s 10 horas
da manhAa, na ra da Aurora n 58, prime!
ni andar, casa do Sr. lleiculauo Alves da
Silva.
-O corretor Oliveira fr leilSo, por or-
dem deT. Cailing, capitSoda barca ingleza
Elltn Brysan, em presenca do Sr. vice-con-
sul de S. II. Britannica, e por cotila o risco
de quem pertencer, dos salvados da dita
barca, naufragada nos rochedos denomina-
dos Ponta do Touro, na sua recente viagem
procedente de Cdiz com deslino Baha,
consist mi n em lodo o panno, inclusive urna
andaina quas nova, mislarus vergas, paos
em bruto, ancoras grandes e pequeas,
crrenles grossss, dilas miudas, faleixas,
agulhas de marear, mantimentos, ferra-
gens e inultos outros attigos, bem como
um oplimo chronometro, o qual, nio che-
gando a preco rasoavel, ser reexportado;
mas eniquanto aos referidos salvados, se-
rio infalivelmenle vendidos sem limites :
segunda-feira, 3 de fevereiro, principiando
s 10 horas da mandila mpreterivelmeule,
no trapicho do Angelo.
-- Terca-feira, de fevereiro no armazem
le Campello lilho, haver leilSo de carca de
280 saccas com familia de mandioca a me-
Ihor que ha no mercado, e em perfeito es-
lado, em lotes de 5 e 10 saccas, ou a volita-
da dos compradores; sendo esla vendaef-
fectuada para liquidacSo de cootas. A
qualidade pode ser com antecedencia exa-
minada no referido armazem.
Avisos diversos.
N
a camiioa do Carino n 14 precisa-e alu-
gar pretus para irabalharem em paita-
ra, prefere-se aiuolles que j tenham pr-
tica, ou homens livres que trabalhem na
masseira e tenham alguma Treguezia da
po ; assim como de um homem que seja
verdadeiro padeiro.
o bolequim de Santa Izabel haver todas
as noiles de especlaculo.sorvete.lemhra-
si aos (reguezes o troco dos bilheles, para
evitarse os engaos; e assim so serSu ser-
vi ios em primeiro lugar aquelles que apre-
sentaram bilheles.
- itelacu dos bilheles premiados da lo-
tera da Misericordia, vendidos na loja de
cambio da viuva Vieira & Ftlhos : na ra da
Cadeia do Recife n. 24,180 os premios se-
guinles: US. 16394:000,000 rs. 2,209
1.000,000 rs. 5822 400,000 rs. 4659
20.000 rs. 4IO 100,000 rs. 2027-
100,000 rs. 038 40,000 rs. 4876
40,000 rs. 2,095 40,000 rs.
Aluga-se os a los e baixos de um pe-
queo sbralo com sot3o, na esquina da
ra dos Burgos n. 16 : na iravessa do Loba-
to da ra de Santa Thereza n. 12.
Preeisa-se de dous olliciaes de sapateiro
quequeiram trabalhar em urna loja de cal-
gados: na ra lureila n. 56. defroule da loja
de selleiro do Sr. Carneiro.
Urna pessoa que relira-se para fra da
provincia, deseja comprar um escravo ofli-
cial de inarcineiru: na cmba do Carino n.
3, taberna.
Precisa-so de um sitio pequeo perto
da praca que esteja perto da mar : quem
tiver du ija-su ao atierro da Boa-Vista n. 66,
padaria.
Urna senhora solteira, maior de 40 an-
uos, com bastante pralica deensinar a ler,
escrever, contar, dontrina clirUtSa e coser
liso, se offerece para ir eusipar em qual-
quer engenho perto desla prca : quem de
seu presluio qmzer ulilisar-se dtrija-se a
ra do Livrametito primeiro andar do so-
brado n. 2 1.
Cusa ite ciiiiinils.-ao le escravos.
Na ra larga du llozario n. 48, primeiro
andar, recebe.ni -su escravos para serem ven-
didos pur conta de seus donos, assim como
se compra ni e vendem-se os mesnios, todos
us dias uteis a qualquer hora.
PeJe-se ao caixeirode um Francez da
ra da Cruz, que venha pagai u importe de
um anal que comprou na ra do Calinga, lo
conirariu ver o seu uotue por eslenso oes-
te ornul.
A arrematarlo da loja de ferragensdo
lina lo Caelano l.uiz Ferreira, nao tundo si-
do foila na sala das audiencias por incon-
venientes que occorreram, ter lugar na
mesma loja, sibbado i de fevereiro, as II
horas do dia,as farragens aciam-ae avalla-
das multo em conta.
Os Srs. AniouioJose de Roxa e Veris-
simo Antonio de Mallos, o primeiro mora-
dor em algum lempo no Abreu de Una, e o
segn lo uesta praca, queiram se dirigir a
1 ua .Nova 11. 50, a uegucio que Ules diz res-
petlu, ou alguein por ellos.
Na passagem, entro as duas pontes, pri-
meiro sobradu do lado direilo, aluga-se urna
escava, que cozinha, eusabu, cuse chao a
faz renda.
-- Precisa-se alugar um moleque para
conduzir janiares e aliiiocus para fra : na
ra larga do Kozario, boliquim defroule da
botica.
Convida-g ao? apaxonados da caca,
que se dirijam ao pateo da Magdalena,
principio da estrada nova, e ah acharSo a
oessoa que Ihas in'licar o lugar onde exis-
te urna onca, cojo dono dar 50,000 rs. a
rjaaco mata-la. e apanhando-a viva, far-se-
na um ajuste, hoje pelas 4 horas da tarde,
No dia 26 da Janeiro de 1851 fugio do
engenho Mussumb um escravocrioulo, de
nomo Pedro Sertanejo, de 35 aoAos pouco
mais ou menos, baixo, fula, choto do cor-
no, ps grossos, moito sisado e callado ;
levou chapeo de palha usado, carniza de al-
godSo, tendo abaixo da abertura urna cruz
servindo de marca, lencol e siroulas com-
pridas de algodSo : quem o pegar ser bem
pago ; advertindo-se porin, se for preso
para o sul, levem-no ao Sr. Jos Gomes
Leal, morador na praQa do Recife, e se for
para o norte, conduzam-no ao dito engenho
Mussumb, comarca da cldade de Goianna,
ao padre Luiz Jos de Figueiredo.
Sabbado, 1 de fevereiro, i porta do Sr.
I)r. juiz municipal da segunda vara, a hora
do costume, se hSo de arrematar, por aer a
ultima praca, aa dividas pertencentes a Ma-
noel Ferreira (tamos, penhoradas por exe-
cucilo de seus ero.lores.
O abaixo assignado faz sciento, que
desde o dia 28 do corrente mex deixou de
ser caixeiro da sua loja de cera, no Aterro
da Boa Vista, o Sr. Joaqun da Cruz Lima, e
por isso dessa data em diante nSo se res-
punsabilisa por qualquer transaccSn ou re-
cibo que o mesmo faca em seu nome.
Augusto Duarte dt Mourm.
LicOes de traduzir, fallar e escrever
correctamente o francez, tnglez e porlu-
guez : no Recife, ra da Cruz n. II, primei-
ro andar, das 8 horas al ao meio-dia, on-
de se ensinar tambem geographia.
O Sr. Theofllo Jos de Lomos lem car-
tas na ra do Queimado n. 22, vindas do
Aracaty.
Precisa-se de um fritar : no
pateo do Collegio, casa do Livro
Azul.
No da 23 do corrento ausentou-se o
preto Jos, do gento, meio baixo, cheio do
corpo, cara bastante cheia ; tem um calum-
bo em um pe, junto ao tornozelo, da parte
de dentro, de nascenca ; nesse dia saino
com um mllio de esleirs de carnauba pa-
ra veo Jer ; levou carniza de riscadinho en-
carnado de quadrinhos miudos j desbota-
da e caiga de p de riscadinho de lislras
azu.'s miudinhus tambem j desbolada :
quem o pegar, leveo-o a sua senhora, na rus
Velha n. 92, que ser recompensado.
No dia 22 do prximo passado dezem-
bru desappareceu de um malulo que eslava
compran Jo urnas fazendas em urna loja, na
ra do Crespo, um quarlo rudado com urna
fang ilna, o qual tem o ferro ero cima d'an-
ca ; julga-se ler ido em procura de outros
cavallos, que linham eulrado juntos e es-
ta vam nos armazens de assucar: se alguem
o pegou e o quizer restituir, leve-o ao pa-
leo do Livrameoto, casa de Mximo Jos
dos Sanios Andrade, que llie pagar as des-
pezas e ae gratificar.
Pede-sa ao Sr. subdelegado de Santo
Antonio haja da dar as providencias ecos-
sanas, para que a praa de San Francisco
seja rundada. vislo que lodas as noles ha
desordens e meelingues de negros fra de
Horas, iucommodando e assustaudo os mo-
radores. -- O espa.
--.Precisa-se de um bom amassador ; na
ra Imperial, padaria n. 37.
Quen precisar de urna ama para todo
o servio,,1, menos 'o de comprar, para urna
casa de homem solleiro, dinja-sa ra do
Alecrim, n. 39, casa no fundo das do Sr.
Jos Mua.
Quem annunciou a venda de um es-
cravo canoeiro e calafate, procure |na ra
largajdo Hozar 10 n. 48,pi imeiru andar, para
ej lisiar.
-- Precisa-se de embarcar urna porclo de
gneros para a povoaco do Pillar, provin-
cia de Alagas : quem pretender receber di-
tos gneros, dinja-se praga do Corpo San-
io n. 2, primeiro andar.
Carolina Cyriaca Perera dos Santos
substitua das cadeiras de primetras leltras
desla culada so, propon! a ens nar primeirsi
letlras, toda, a sorte de costura msica vo-
cal : as pessoas qoe se quizerem ulilisar de
seu preslimn, dirijam-sea casa de sua re-
sidencia na ra do Aragflu n. 37.
No bairro da Boa Vista, ra da Con-
cuicilo n. 44, precisa-s- de urna criada para
o servico interno de urna casa.
OSr. Joaquini Alves da Silva queira
dirigir-se ra Nova n. 35, a negocio de seu
interesse.
O padre Manoel Adriano de Albuqoer-
que Mello avisa ao publico, e principalmen-
te aos pas de seus alumnos, que a sua aula
de primeiras letlras, sita na ra do Jardim
n. 43, se acha em exercicio.
D-sea premio a quantia de um cont
de ris, todo ou em partes, sendo sb pe-
nhoros ou hypotheca em predio livre e des-
embarazado : na ra das Lsrangeiras n. 23,
se dir com quem deve tratar.
Precisa-se de urna ama forra pira o
servico interno de urna casa de pouc fami-
lia : na ra das Lsrangeiras n. 23.
Joaqui n Antonio dos Santos An Irado
e Manoel Carneiro Leal participan! a seus
freguezes, e especialmente ao corpo de com-
mercio, que, em virtud das posturas da
cmara municipal desla cidade ler manda-
do retirar suas fabricas de caldeirero, s-
tas na ra Nuva ns. 27 e 33, para os arra-
baldes da mesma, reunram as duas fabri-
cas a urna s, que se acha montada em
grande escalla com todas as olTicinas per-
tencentes a mesma, caldeirero, .latoeiro,
fu 11 lic.io lie molaos, serraltieiro, funileiro,
etc. etc., a qual gyra sOb a firma Andra-
de e Leal. O sucio Leal reside efeclivamen-
te na nova fabrica, na ra Imperial n 180, e
o socio Andrade nos depsitos da mesms,
na ra Nova ns. 27 e 33, em qualquer des-
les lugares os pretendenles sempre os acha-
ran promplos para aceitar suas enoommen-
das, queser&ti cmprelas seus desojse
com a devida presteza.
No dia 22 do corrente fugio do sitio de
loilo Ferreira dos Santos um escravo de na-
cSo Congo, de nome Manoel, baixo, obeio
do torpo e bastante ladino: pede-se aos
Srs. capitaes'de campo, ou algum particu-
lar, caso o peguem, levem-no ao dito sitio
em Bem-Fica, ou na ra da Cadeia do Re*
cife, loja de ferragens 11. 56 A, de Antonio
Joaquim Vidal, que recompensara.
--Precisa-s.) de urna ama deleite:
ra da Asumpeau n. 24.


V

-
--Na fabrica decalderero de AndradeeV
Leal, na ra Imperial n 120, e nos deposi-
to da roesm, na ra Nova ns 27 e 33, ven-
dem-se carros de mio de mu boa cons-
truccSo, e as mu aoprovadas machinas do
Dercsne, assim como se faz qualquer obra
da cubre, la tilo u Trro.
Na ra de Sania Thereza n. 8, ha urna
par 'n forra, que se aluga para engommar.
Precisa-se alugar una ama para com-
prar e cozinhar: na ra da ConceicSo da
Boa.Vista n. II.
O Sr. Francisco Xavier Carneiro da Cu-
nha Compeli e Froderico C. Elster tenham
a bondade de dirigir-so esquina da ra do
Cabug, loja n. 11, a negocio que nflo ig-
nora m.
OODOOOOOOOGOOO600O
O Ul)r. J. S.Santos Jnior, O
medico homoeopatlia mora &
na ra Nova.n. 58, nrimei- O
ro andar. 0
0t>OOO0<<>0fi>00t&O
-l9o-ae 100,000 rs. apremio de dous
por ceno s6b penhores deouro ou prata :
no Atorro da Boa Vista, paitara n. SO.
Gratlflcn-se bem>
Fugio no da 22 do pasalo mez de de-
lembro, o preto Antonio, de nacSo Cabun-
d, representa ter 45 annos de iade, altura
regular, cheio do corpo, roalo abocetado,
bastantes cabellos brincos m 'cabrea, e
minio cabelludo; levu calQa e jaquela de
ganga, he official de caldeireiro da fabrica
da ra do (Irum n. 28 ; tem silo encontra-
do Pin diversas mas deata ciilade, em Santo
Antonio, Boa Vista, Allegados e Corredor rio
Bispo, ora em urna, ora em outra parte :
roga-se poit quem o aprenhender lave o
os Srs. do mesmo escraro Mesquila & Du-
tra, na dita fabrica que se recompensar.
O abaixo assignado, tendo
de retirar-se para a Europa, pelo
presente convida a todos os seus
devedores de vir ou mandarem pa-
gar sus contas al o lim do cor-
rente mez. Scasso.
I'ede-se a quem souber, o favor de de-
clarar por esta folha, em que lugar he a re-
sidencia do Sr. Joaquim de Figueirodo Li-
ma, ou quem seja nesla cidade seu procura-
dor, para tralar-ae de um negocio que diz
respeitoao Sr. Lima.
Um rapaz brasilero se olTerece para
caixeiro de qualquer estabeleciment ou
cobranca, dando Dador i sua conducta :
quem precisar, dirija-se a ra d'Assump-
(9o n. 16.
Ao publico.
Deve sahir do prelo em poucos das a se-
guinte inlereasanle obra :
Manual los Negociantes,
contando toda a legi-lacSo moderna, que
pJe inlereasar ao corpo do comaiercio, a
saber :
O cdigo commereial do imperio do Braril
O novo regulamenlo do sello.
Ortgulamenton. 737, de 25 de novembro
de IHjn, estahelecen lo a forma do proces-
so no juizo commereial.
O rrgulamento n. 738 para os Iribunaes do
commercio, e para o processo das quebras
Novas d tposicies legislativas tendentes a
reforma das alfandegas e varias unirs dts-
posicOes de fazenda.
O regulaminlo provincial -para a cobranca
do imposto sobre o fumo, tabaco, charutos,
cigarros esabSo.
Concluindo com um almanak exacto e
completo dos empregedos do merelissimo
tribunal do commereial, da ass nacAu com-
mereial, negociantes degrosso trato, locis-
tas, corretores, advogados e procuradores,
com seus noniea, moradas, escriplorios, lu-
jas n armazens.
Precedido d urna advertencia sobre a
utilidad deste manual, e do discurso pro-
nunciado pelo conselheiro de estado Joa
Clemente l'ereira no aclo da installaco do
tribunal do commercio do Rio de Janeiro
eo> presenca de S. M. o Imperador.
Este manual lorna-se urna necessidade
momentos pra cala pessoa do commer-
cio, porque abrange toda a legislacflo a res-
peito, nao so pelo que loca aos negocios do
foro commereial, como da administra^So
da fazenda publica, a cujos tribunaes ou
repartieres raro he o da, em que nSo le-
nhamos necessidade de occorrer para as-
sumplos do nosso propro inleresse. Reu-
nida assim a legislado compeleule .ole
ser consultada por qualquer pessoa sem ne-
cessidade de occorrer as grandes collecoos,
difceis de possuir-se pelo seu alto preco
e lambern incommodas para consultar-se
pela multidaodeoulras disposicOes incoo-
nexas, que nenliuma relajan loi com as
leis puramente fiscaes.
Nesle caso, allendendo-se a grande des-
peza, que foi mister fazer-se para con-
leguirmos urna obra ntidamente impresas,
abiirnos una assignalura pelo preco de
6,000 rs. caria exemplar, contendo as mate-
rias cima mencionadas. Fechada a assig-
nalura costar cada exemplvr 8,000 rs. As-
signase no paleo do Collegio, casa do Li-
no Azul.
A ta, morador na ra do Ituzario eslreita, que
venha quauo antes ao Forte do Mallos cum
prir o que promelteu so abaixo assigna-
do ; do contraro, se far publico o nego-
cio. -- Joaquim Sttndet d Soma Ferreira.
Fsta fgido, desde 16 do corrente mez,
o escravo Manuino, de uag3o, alto, magro,
bezudo, desdentado na frente e embigo
bastante grande, o qual costums, quaodo
foge, escunder-se nos engenhos Caulista,
Jaguaribe, Mussupinho e Aginar, por ues-
tes engeiihos ter morado ; por isso pede-se
encarecidamente aos senhorea dos ditos en-
gcnhos.que leuhan a bondade de o mandar
procurar e conduzi-lo ao Monteiro Jos
Camello do Reg Barros, quesera pago o
portador com generosiriade.
Manuel Marques Fernandos mudou o
seu eslabelecimenlo para a ra da Concei-
cfion.8.
-- No dia 16 do corrente fugio do enge-
nho Sapucaia, freguezi de Jaboalfio, dous
escravos parrius, um de nome Paulo, de 26
annos, baixo, grosso, bastante barbado, ca-
bellos pixaiin e cum urna belirie pequea no
ollio esquerdo j Vicente, quisi prelo, de 25
anos, alto, de bonita figura eeom signaes
de castigo as nadegaa. Os mencionados
escravos sSo oaluraes do Ic, he mu lo rie
{iftwaiuir lerem para aiii seguido, ou par* a
povoacSo dos Patos, em Srid, onde tom o
Paulo prenles livres : quem os capturar te-
r de gratificado a quantia de 100,000 rs.
OOOeJ9{->P>J09S>e>Of>O>
$ Itua dM Crnzcs n. 28. f>
ifj Consultorio homaopathieo do faculta-,f4
ft livo ). B. Casanova. q
f\ Cratis para os pobres. %
Na ausencia do facultativo J B. Ca- X
^* sanova, o professor de homoeooathja **
v Gosset llimout continuar rom os v
O t/abalhosdu mesmo consultorio,on-
O de poder ser procurado a qualquer O
O non. O
OOOOOOOOGOGOO0OOO
-- S*xta ioira 21 do corrente desencami-
nhou-se um recibo de dez stress dealgo-
dilo. recolhidis na prensa do Sr. Joaquim
Jos Ferreira, no dn 4 de dezembrodo au-
no (Indo, com os nmeros seguintes 6257 a
6260 quatro SC e se.is, n. 6267 a 6272, sen-
do 46 arrobas e 17 libras, que o abaixo as-
signado comprou aos Srs. Carvalno & Maia,
com loja na ra do Crespo; por isso roga
a qualquer pessoa que tal recibo acha-se
de entregar aoannunciante em sua prensa
no Forte do Mallos, assim como previne ao
publico, que pessoa alguma compiedilas
dez saccas, pois que j se prevenio ao dito
Sr. Joaquim Jos Ferrea para n&o entre-
gar a'pessoa alguma ditas saccas ou seu
producto, por pertencerem ao abaixo assig-
nado. Declara ser o dito recibo passado ao
Sr. Antonio Fernandos de tal que as venden
aos ditos Srs. Carvalno & Maia. Recife, 25
de dezemhro de 1850.
Manuel Ignacio dt Olivtira Lobo.
Primeiras lettrns.
O abaixo assignado, avisa ao espeitavel
publico que, desde o dia 7 rio corrente, a-
cha-se aberta a sua aula de primeiras lollras
ha ra do Mondego n. 41 O annunciante
contina reeeber pensionistas, meios pan-
sionistas e externos. Por mais de urna vez
tem elle palenteado ao publico as vtnlageus
que olTerece a sua aula pela rasiio da loca-
lidad, e pelas sccommodacovs que a ca-
sa aprsenla. NSo poopara cortamente es-
forjes o annunciante para conseguir que
s pas de familias que I no confiaren) seus
filhos, flquem inieiramenle satisfeitos;
nlos pelo que respeila ao tralamento,
comoao progresso intelleclual e moral dos
meninos. Uotro sim, para evitar que os
meninos frequentem outras aulas fra da
casa, perdendo assim lempo com prejuizo
loscostumes, o abaixo assignado tem es-
colhido niestre de msica vocal e Instru-
mental, e bem assim professor de lingus
latina reconhecidamente peritos nessas
materias, para darem lindes aos alumnos
que se quizerem applicar ellas. O abaixo
assignado espera do publico, e especiamen-
ta dos pas de familias moradores fra da
praca, que aprecien) os esforcos do annun-
ciante, animando o seu niscente mtis IHu
til eslabelecimenlo.
Francisco de Salles d Albuqnergue.
Em 25 do corrente fogio do Corredor
do Sr. Bispo, sitio Campo Verde, um cavallo
de carro, mellado, capado, estrellado, cal-
cado da mSo direita e perna esquerda, e
lem signaes da coleira no pescofo : quem
do mesmo souber e o levar ao mencionado
sitio, ser recompensado.
Manuel Ignacio da Sil a Teixeira, com
poderla na praQa da Sania Cruz, por baixo
ilo sobrado n- 106, coiiliuuaria'nenle fabri-
ca txcellente i Su, tanto de forma antiga,
como de provensa, eonlro oais modo no
de massa sevada, o qual nflo faz grande
apparencis, porm leva menos fermento, e
se torna mais agr lavel.e assim como toda a
qualidadede torrados, seja bolaxa furtda a
i>ropi>e3n da que vinha de LisbOa, de 4, 8.
16, 30 a 50 em libra, bnlaxinha intitulada
regala, biscouto e falias da masma massa,
e a bolaxa do commum para vendas, e para
ornato do tamanho que quizerem, os pre-
sos s3o conforme a qualidade, pode mandar
entregar p9o todos os das de manhSa cirio,
a quem o encomendar, principalmente sen-
do na Sulodade, Trempe at Passagem da
Magdalena,Manginho, Capunjfa at os Afile-
los, e igualmente no Recife, ou podem
mandar seus portadores a padaria, aon le o
eharfid das 6 horas em vante escolhi lo,
ou para escolher, conforme cada um goslar
0000GGOOG>000
O Consultorio liomoeopathico, O
> ra do Collegio, n. 25,
O Do !>'. P. de A. Lobo Hoscoso. O
& () lir. Hoscoso d consultas lodosos Q
,';l das. Os doentes pobre 9o tratados -
? de graca. S serflo visitados em suas J
9 casas aquelles que nSo poderem vir w
9 ao consultorio, ou que suas moles- O
O lias nflo possam dispensar a presen- O
9 ca do medico. O
Deve publcar-se at o da ultimo do
corrente a seguinte e interessante obra
Guia do Guarda Nacional.
Contendo a le n. 602 de 19 de setembro de
1850, que U nova organisaco a guarda
nacional do imperio, e o decreto n. 722,
com as nstruccOes para execucBo da mes-
ma lei ; a cujo decreto e nslrucces acom-
panham onze mappas ou modelos nSo s
relativos ao pmeesso da qualilica(3o, do
recurso de revista etc. como da economa
interna doscorpos, organisacRo por muni-
ripios. porba.lalh0es. companhla etc. Em
um volume bem impresso com typos no-
vos. Asslgna-se por 2,000 rs. cada exem-
plar no pateo do Collegio, casado livro
azul. Feixaria a assignalura custar cada
exemplar 2,500 rs.
-- Precsa-se alugar dous pre'os robustos:
pagt-se bem, ou mesmo dous homons for-
ros que queiram trabalhar : na ra da Con-
cordia, reflnaQflo francezn n.8.
precisa-sede um fetor hbil para um
engenho perto da praca : a tratar na ra
do Cadei yelha, botica n.6l, de Vicente
josn ui! Brlu.
Aluga-se o armazem da ra do Torres
n. 8, muilo proprio para socar assuc.ar, por
j ter tdoooiesmo eslabelecimenlo, ees-
lar com calxfies promplos e ludo quant he
necessario'para o dito estalecimento : a
tratar no mesmo armazem, ou na ra da
Cideia do Recife, sobrado n. 1.
No Alerro da Boa Vista, loja n. 70, se
dir quem ddinheiro a juros com bypo-
Iheca em casas terreas.
-- Precisa-se de um ama que tenh bom
e bastante leite, e que no lenha Olho, para
crear um menino : na ra Augusta n. 22 .
-- Na pallara de Manuel Igiucio da Silva
Teixeira, na praca da Santa Cruz n. 106,
precisa-se alugar um preto ou nmlaqiie pa-
ra o serviso ordinario de padaria, porm
'
~ -%------------------
que nSo beba muito > pa^a-i' 12,000 rs.
por mez.
Faz-se almoc e jantar liara fiira enm
muito asseioe porfeipo : n:i mida Praia.
Secco do Carioca, sobrado da esquina. N
nesma casa' toma-se conta de roupa de
hornero solteiro paraselvar e engommar,
e cosem-se todas as qualidades de costura.
A pessoa que pretenle ps de pinh-n-
rae outras plantas para embarcar, pdedi-
rigir-se S. Jos do Manguinho, defronte
da estrada nova da Capunga.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello,
commerciante e morador na villa do Porto
Calvo, comarca de Alag**, fas asienta a to-
las as pessoas com quem tem negocios,
que sua casa, desde o 1 de aneiro corren-
te, Picara gyrando debaixo da iirma Joaquim
Rodrigues Tavares & I1 inflo, pois que nesla
dala tenlio dado socedade a meu mano Jo-
s Ro trigues Tavtres de Mello.
No sitio do Mondego casa n. 147, appa-
receu um carneiro j'a das, quem l'r seu
lono, dando os signaes.certos ,se Ihe entre-
gara.
O Sr. T Artaud e sua Senhora, cidadSo
francez, retiram-se para FranQa.
F O cirurgio Francisco Jos jj
# Rodrigues, declara positi- ?
mente a seus devedores 2
vai
que, no prazo de oito dias "9
* infaliveliuente, contados da <
%. data deste, se apersentem
> em sua casa, na praca da *-;
s> Boa Vista, no terceiro an-
J dar, defronte da matriz, n. *
:* 88. alim de tiltimirem as
iaW afi
;> suas dividas. Ksle prazo, ^
* porm, s se entende com J
a> as pessoas da praca, pa- <
* ra as do matto se llies j|
a> conceder um mez, findo o
% qual se proceder contra el-
* les com todo o rigor da *
> lis Hecife, i3 dejaneiro
de 185o. %
9%%hkkkhh%M*9 ft*4******'*
- Alugam-se e vendem-se hixas de llam-
burgo : na ra rio Aragto n. 3t. loja de bar-
beiro de Theofilo Ferreira deSampaio.
Urna pessoa muitn capaz, que riar in-
formacd'S de sua conducta, s > olTerece pa-
ra caixeiro rie loja ou armazem de assucar :
quem o pretender annunce, ou o procure
emOlinda, na venda por haxo do sobrado
de dous andares, na ra do Varadouro.
Vicente Tliomaz dos Santos
e Francisco Joao de Barros decla-
ram, que no dia 31 de dezembro de
185o dissolveram amigavelmente
a sociedade commereial que li-
nhan nesta praca, sb a rasao de
Sanios, Barros ck Cotnpauhia, li -
cando a cargo do socio Barros lo
da a liquidacao da mesrna socieda-
de, por que se responsabilisou,
tinto no activo como no pa;sivo
della. Kecife, 37 de Janeiro de
i85i.
0 abaixo assignado tendo de retirar-se
para outra provincia deste imperio, pede a
todos os seus devedores que, por obsequio,
tenham a bondade de vir ou mandarem pa-
gar suas coutas no prazo de oito dias. Tam-
bem tem para vender a armacflu ria loja d
seu estabelecimenlo; no Alerru da Boa Vis-
ta n. 38, esta armado be de amarcllo, em
muito bom estado, e pode servir para qual-
quer negocio. Recife, 28 de Janeiro rie 1851.
J. enis.
Antonio dos Santos Cordeiro, subdito
Poituguez, retira-se para Tora do imperio,
levando em sua compaulna o seu trmSu
Joflo dos Santos Caldoso tamben! Pur-
tuguez.
Precisa-se de urna ama depilado para
ilesmamar e tratar om todo o-e\ii la^lo urna
menina, que seja p'ssna capaz e ri fia lor
111a conducta: quom e-tiver neslas circums-
l ineias, dirijaio ao Monteiro, na casa de
I iflo Valenlim VilUla, ou na casi da I). Mi-
ria de Cusmflo
-Rnga-se a qualquer pessoa a quem forem
offerecidosdous relogios, sent um de ou-
ro,descoborto, eaita irn poueo massa la,
mostrador de louca com al r. 1 nr. estrala-
dellas, o oulro do prata, sabonete, mostra-
lor de louca, est alguma cousa sujo, e a
Tioll.i de cima um puuco Trocha, ambos com
(tas pretal e chavos de Uifl 1, baja de ap-
prehenrie-loa, que foram furia.los da casa
de Diogo J is Leite Guimarfles, ra No/a D,
5, quo s-'ia gratilicada.
P#B'P*B*B#air di fe G& ^?#
9 Paulo Galgnouxi dentista
9 francez. olTerece BOU |n-ti-
A 1110 no pni'liio para indo-o- * ini-lrn- le -lio 1 > 111 ti--o (i (0
4 pili'-< 9 quer hora em sua casa, na
& rna lnrea lo Hozarlo, 11. 36,
? -1 muido andar.
yaBjwfte tai*ffjB^^^i9-f3as ^ne^anjii^w^Biie^*"^,
~l)eseja-se fallaran Sr. Manuel de Frei-
tas Nngueira, que mora ou morou para as
parles de S. I.ourenco, assim como com o
*r. Flix Paz ria Silva, que hoja reside para
Santo AntSo, alim de se entregar a qual<|uer
lesses Srs. duas caitas de mulla importan-
cia com negocios rie seus interesses: nu
l'asseio Publico n. II, loja.
Quem precisar de un moijo portiiguez,
solt-iro, de 22 annos, pt'a caixeiro da ven-
ia, do que tem bastante pralica ( visto o
ni'.ino nflo estar salisfeilo na casa em nf
10 Girino, botica, q le se lira quen he.
Manuel Ignacio ria Si Na Teixeira, c.im
oariaria na praeja ria Santa Croi por baixo
lo sobrado 11. I06, lem para veiiiler urna
uorcSo de barricas vazlas, que foraiu de fa-
rinlia de trigo.
Na travossi dos Marlyrios, casa c im
Cabul 1 na p irla, se tinge tola qualilade
le fazen la, tanto d>) lila como de algo 13 e
le se la ; liun COIIIO toda il IV t-i lado lie
roupo : tudo )o^ preajo mais commodo do
queeT) outra qualq ier p-rle.
-- Precisarse alugar um sobrado de dous
andares, que lenha quintal, as ras Nova,
Ito/.ario larga, Cr117.es, Carina, Collegio e
Qoeimarin, do bairro de Santo Antonio :
|iiem (ver, annuucie
Pede-se a todas as pessoas que n<1o
teem pago iiaportancia rie bil.ieles rie lote-
ra, qur do Rinde Janeiro, qur riesta ci-
dade, tenham a bou dad" rie man lar ou vi-
re n pagar ra da Cadeia do llu'cife, luja
numero 21.
Aluga-se o terceiro andar, soto corr-
lo com minios quarlos e grande cozlnha, e
dous grafldei mirantes, riu sobrado n. 13 da
iua do Vigario : a tratar no armazem rio
mesmo sobrado.
Precisa-se alugar mensalmente um ca-
noero escravu, paga-sebem : ua ra Impe-
rial 11. 125.
Precisa-se faliar ao Sr. Francisco Af-
fonso i', iiedio a negocio de seu inleresse :
ua ra ria Aurora 11. 52.
E'igoiiinia-se e lava-se toda a qualida-
de rie roupa com 10 lo asseio e inuila prunip-
tidfiO, por preco mais comino lo do queem
nutra qualquer pnrle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
-- O abaixo assignado avisa ao Sr. T. G. I
que recebeu eui pgamento una sua ledra
lentos diram-se ao passeio publico, loja
n. II, que se fara to lo o tiegooio.
Ven le-so urna preta rie nacitn, mo^a,
. 1 lii, cozinha 0 diario do umi cisa. en-
gomla al zoma cousa, elava bam; com
lamh^m urna pretinha : na ra do Ringal
n. 38, segundo anda'*
Mobilia d'oleo nova.
Vende-se urna marqueza ri'oleo, urna meia
commoria lo amarello, um cama de dito o
mais riiversos trastes, por prego eommorio :
na rna da 1: dei.i rie Santo Antonio n. 18.
Na rjesma casa precisa .se rie dous aprendi-
ces para aprenrierem o ::!'.; do marcinai-
ro e de um envernisador.
mmm,^^^m>mMmmmMmmvmw9
Manteletes e eapoiinhos.
% Na loja rio sobra lo amar II >, nos 3-
% quatro cantos ria ra rio Qnainiario
! n 29, ha para vender-se um cumple- *f
lo surtimenlo de manteletes, capoli-
3 nhose palitos para senhora, prelose 'p
4 de cores, os mais modernos e de me- m
g Ihor oslo, lano em cores romoem |
ai enfriies dos quo aqu tem viudo. %i
i6Ta*s nttifii&fm ilrt ssV^iWe*
Vendem-se pado sapotys, plntalos
em caixiJes : no l.ecco do FseNh-iro, pri-
meira casa, ao entrar pela estrada do Jo3o
de Barroi,
lilli li s do Itto ile Janeiro.
Aos a o: 000,000 rs
Loja de cambio da V. V. Filhos, ra da
Cadeia rio Recife n 21.
Pelo vapor Paraense, ent ra rio dos portos
lo sul no dia 26 do crrente, rec-bemos os
mui afortunados blhet*s e malos da i* lo-
tera rio theatro rie S. Pedro do Alcntara,
cujas rodas rievein tur anda lo nidia 2i do
corrente me/., e cuja lista dovo vir pelo pri-
uieiro vapor.
Corre manlnt
a lotera do N. S. do l.ivramento ;os ul-
ti oos bi I Deles aclia n-se a venda 110 paloo
lo Collegio casa rio livro .\zul.
5> I mi iii:u) le sinos c outras
.5 piaesipu-i' obras lo. metaei O
\j) em ponto sraiide. na ru do f^>
$ IIiii 111 le. .Mesquila feDiitra. >
I Fabricadacaldeireiro.latoeiro.funi- $
3 leiro.vi Iraceiro e serralhero na ra fl
i do Rrum 11. 2< Esie estabelecirnenlO f\
acha-se complelar -
c^ ra construir qi
.-j ferro, l'olba, laUw uuuro, nu ^.
it promptilflo e zelo, vontade do Jj*
^ cu'u,n>lor j assim como ja tem *
.^ prometas burras rio erro .la segre lo, O
^ lelfas,Jguaes &s francezas machi- G>
J as del) tos 10 niiito bu n constru- O
3 das, alambiques de carap ic, taxis e Q
(i> tola a qualidade do cobres para o 3
0 servido ile engaito, e canos da inflo q
3 rie oplima construcc^lo. rj
U.SIB HMail-ieciuieiiiu r^
pitamente montado p- /s
quaesjuer obras, rie
lilflo e cobre, com ~f
i retratista adaguerreolypo,
I tendo de retirar-se com brevidade i
i desla provincia, olTerece-se para riu- <-
i ranleo pouco lempo que tem de re- fe
9 residir tiesta cidade, ir tirar retratos *
li pelas casas das familias que os 1 re y
af lenriereiu, tanto na cidade como em &
S qualquer sitio ; as pessoas que pre- 9
4 leo den rieren dirijam-se a ra da Ca- -j.
Jt deia do S. Antonio n. 26, segundo
i andar. :j.
i *
smm9wmmWmm9ymwwmm9m
Quem quizer comprar um esciavn de
nacflo, bastante robusto, peritimo official
de calafate, e'bom canoeiio, tanto de canoa
abeita como de ca reir: quem pretender
annuncie.
-. Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de familia : na ra rio
Hospicio, casa n. 63. Na mesma casa pre-
cisa-se de um muNque que seja esperto, e
que entenda de vender.
Aula.
O abaixo assignado faz publico, que no
da I.' de fevereiro abrir em sua casa, ra
do Pilar n. 40, a aula para meninos, ja an-
nunciada por este Uiano Os pas que qui-
zerem mandar a ella seus filhos, se node-
r3o entender com o mesmo abaixo assigna-
do, no escriplorio dos Srs. C. Siarr t C,
na ra da Aurora. Jowto Haya.
O cautelUta Salusiiano de
A quino Ferreira faz sciente ao res-
peitavel publico, que no dia 1 de
fevereiro vindouro, pelas 9 horas
da manha at s 6 da tarde, paga
as cautelas premiadas da 4o*cria
de N. S. do Livramento, que ha
de se extrahir em 3t do correle
mez, na piara da Independencia
n. 4) loja de miudezas, e tan.bem'
^e paga qutlqurr preo.io que sa-
hir no- hilhetes e meios que fo-
ram vendidos na mesma loja.
de 712,212 rs. vencida em 31 de dezem-[ ^OOOO^O OQQQOOQOQ
bro de ISI8, sacada no engenbo Massanga-
na, para que a mande pagar no prazo rie ni-
todias, pois que loria tardanza no recebi-
mentoila ilila Ultra causa uramle prejuizo
Serve-se n abaixo assignado deste nieio rie
aviso, porque rie noto modo Sabe que nflu
produz nelitiiiiu resultado.
Francisco Cavalcanti de Vello.
Tendo o abaixo assignado transferido
a sua residencia para a praQa ria Boa Vista,
sobrado de dous andares n. 6, avisa aos
pais de seus -lumnos, e mais a quem Con-
fiar, que continua a reeeber anda alguna
alumnos internos e externos, ensinandu-
lll 'S lalim, francez e primeiras lellras, ( es-
ta ultima s aos interno! ) e alguma! lictjeg
de msica vocal, rie flauta, violflo e piano
Padre Pedro da Silva llrand,'io.
Napudaiia ileManoel Ignacio di Silva
Teixeira, na pi ne.i da Santa Cruz n. 106,
lia sempre o mellior caf muido, sem ter a
menor mistura, o tamlieni em grito ; ceva-
ria turrada, molda e em grSu ; muito hnm
cha byson assucar reliando e em torrflo,
nSu vende .1 ais barato que os mais, poroi
pode asseverar ser simples e bom : quem
duvida venha ver.
Os berdeiros de Francisco da Silva, de-
sejando liquiriarcm as cuntas da casa rie
seu ui.idu pai, avisam aos devedores da
mesma, que quanto antes tmjam de appa-
recerpara pagarem seus dbitos, pois ties-
ta dala lem clles autorisario ao seu prucu-
ra lor, Antonio da Cnsta Rtbeiro e Mello,
para usar dos meios judiciaes para com os
omissos.
Compras.
Corrpram-se escravos de ambos os fe-
xr>8 mocos e de bonitas figuras : na ra lar-
gar do Rozarin n. 18, crimeno andar.
Cnmpram-se cadeiras usadas, e tam-
hem se trocam por novas, e mais diversos
trastes : na ra da Cadei) de Santo Anto-
nio n. 18.
Compra-se um piano de armar;So em
bom estado e por preco commodo: no ar-
mazem da ra do Vigario n. 25.
Compra-se um violflo : na ra Nova n.
20, loja de fe 1 raucos.
Vendas.
Na ra rias Cruzes, venda de Pomiiuos
da Silva Campos, ven lem-se e alugam-sj
as mnlhores bixasde llimburgo, tanto en
porco como a reWlho, por precocommo lo.
Vendem-se dual crnicas c un pipas rie
carregar agua, e que po 1 in ser cniverti-
das em oulro mister : em i-ra rie Portas,
ra .lo Rrum, casa da vinva rio Raspar.
I 111a escrava puna, moca, co-
7. i 11 lie ira.
Vende-so urna bonita parda, do 21 annos,
boa coznibeira rie Torno e cugo ninadeira,
nflo tem vicios nem achaqu llel, o que ludo se afianca ao comprador;
na ra larga rio llozario u. 4S, prioieiro an-
dar : a eacrava lem urna lillnlia do qualro
mezes.
.3(3
O
&
&
o
9
0
Caaemlras. q
Na |0ja do sobrado amarello, nos >
quatro cantos ria roa rio Queimado q
n. 29. vendem-se corles rie calca rie j
oiea casemira, hons'piriiVs, a 3,500 *L
rs ; ditosd casemira decores, gos- &
tos muito mininos, a 7,000 ris, O
leudo muito onde os freguezes es- Q
colnerem. 0
Venrie-se urna carroca nova rie um bol:
na ra do llozario ria Itoa Vistl 11. 2.
lie de graca.
Vendem-se 60 >olumes da di-
versas obras de direitoe lilleralu-
ra, em bom estado c e.icaderna-
d"S, por 5, Collegio, casa do Livro Azul.
Vendt-se por preco com-
modo um prelo, ptimo para lodo
e qualquer servico externo e in-
terno de mu 1 casa por entender al-
guma cousa de cozinha tambem
serve para engenho, do que lem
muito pralica, he oleiro de Caer
formas e lellr.s, e carreiro : nos
qualro cantos 1 ra do Queima-
do, luja n. 2o, de Jos Joaquim
l'ereira de .'leuJunta : o motivo
da venda he porque, tendo o seu
natural senhor tpmado-o em pa-
gament nao necessita de seus
servicos.
i' iiriiilia de mandioca.
Vende-se na ra da Cruz n. 40, primeiro
andar, farinha te Santa C-tlianna em sac-
cas a 2 ea 2,200 rs. mullo superior.
-.- Vende-se um carro de rius ro las, mui
e Cu ni torios os ar-
l.ri da guarda nacional.
Venrie-se o peculio do guarda nacional,
contendo a lei, regulamento eo mais preci-
so para a mesma, a 1,000 rs. cada exem-
plar: na praca da Independencia, livrara
ns. 6 e 8
Vendem-se os trastes seguintes: urna
secretaria com urna estante em cima de ja-
caranda, una mesa rie n.eio rie sala rie di-
to, urna carteira d'oleo, urna escadinha de
subir para cama, ludo com uso e um par
rie laucas rie dito na toa ria Caueia rie: forte, piula 10 rie novo
Santo Antonio n. 18. reos nece.-s.rios : Iralar na ra da Auro-
Veii.ie-se o estabelrciinenlo da casa do ra 11. 4s, segn lo andar.
pasto, na ra do Su1 11. 23, com torio quan-i Veude-se Urna escrava muito uioca eda
to existe dentro da mesma casa, os prelen-'buuiu ligura : na Soledaden. 9.




Bombas de ferro.
Vendem-se Lombas de repuso,
pndulas e pirota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundir o de ierro.
Arados de ferro.
"Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e fundirn de ferro.
AGENCIA
da fundrao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste eslabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os la ni a olios, pa-
ra dito.
Venderse superior fnrinhn
gallega, fin nii'ins barricas : no escriplorio
le lleane Ynule& C, ou em seu armazem
do beCCO lio (Inora I vrs.
Chumbo de municSo.
Vende-ce no armazem do J.J. Tasso J-
nior, ra do Amorim n. 33.
UoticiiR honia-opntliicns, na ra
lo Crespo, loja n. 4.
Vendem-se holicas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, vindas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande esUbelecimento cen-
tral da ra de 8. Jos n. 59.
~ Vendem-se amarras de ferro: na rus
da Senzalla nova n. 42.
A 1,600 rs.
Vendem-se novos cortes de brim tranca-
do escuro com duas varase mein cada corle
a 1,600; cassa franceza de bom goslo.a 2,600
rs.; pecas de esguiSo de algodSo com 12
varas, a 2,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godSo de cores, a 720 rs.: na ra do Cres-
po n. 6. loja an p do lampeo.
Deposito le cal virgem.
Na ra do Torres n. 12, ha muito su pe-
rior cal nova em pedra, chegada Ultima-
mente de Lisboa no brigue Tarujo-Terceiro.
Cnberadas inglezas.
Vendem-se cabecadas inglezas roldas e
chatas, loros e sillias de 1.1a: oa rna do Tra-
pijlic n. 10.
SS|F.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de I. J. Tasso Jnior.
Potasa* Vende-se potassa ra Itussia, recenlamen-
te chegada, 'de milito superior qualidade :
na ra do Trapiche 11. 17.
Lotera de N. S. do Livranicnto.
Aos 5:oooooo,
Na ra da Cadeia n. 46, loja de miudezas.
vendeu-se o meio bilhele 11 1454 da lotera
de N. S. do l.iviamenlo em que sahio a sor-
te grande de 5: tosvenila os a fortunados bilhelus e cau
telas da rresma lolena, que corre imprete-
rivelmenle no din 31 de Janeiro crente.
Rilhetes 11,000
fttVioa 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tuixas para cnarcnlio.
Na fundifio de Ierro da roa do llrum,
acaba-se de recebar um completo sortinien
to de laixa de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
n odo, e com promptiilflo eniliarcain-se, OU
carregam-se comprador.
Moeudas superiores.
Na fundicno de (".. Marr & Comnanhia,
em S.-Amaro, aclmm-se venda moendas.
de canna, todas de Ierro, de um modelo e
constiuccSo milito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior rmen-
lo, chegado no ultimo navio de llamburgo:
na ra do Amorim 11. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
eposilo de potassa e cal.
Vende-se muilo nova e superior potassa,
assim como cal virgem e pedra, rcenle-
mente chegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel: na 111a da Cadeia do llecife n. 12, ar-
mazem.
Grande sortinicnto de charuto*
da fiiliiicn de S. Flix, no nr-
111 r/.r 111 de Troceo Sl Com pan lila,
ruada Cruz 11. 2
SSo rhegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caradores,
deputados, venus, senadoras e soberanos
de Havana, em caixas de cen e 250, por pre-
sos rasoaveis.
Chapeos.
Maia Ramos & ('.., na ra Nova n. 6, aca-
ba de receher vindo de Franca pelo ultimo
navio, ricos chpeos de seda com pluma e
tranca, para meninos e meninas, e poden*
nanear quu nesle genero he o nielbnrque
tem vindo a esta cida le, os quaes se ven-
dem por preco commodo.
Vende-secevaiimha em garrafOcs mui
bem conservada e nova, vinda recentemen-
tee por preco que animar ao comprador,
a vista da sua qualidade : na ra da Cruz,
armazem 11. 48.
Vende-se urna boa esrrava cozinhera,
muito liel e sem vicios, assim como uoib
outra mucama, costureira e engomma4eira,
cuja conducta e molestias se afiance : na
ra larga do Rozario, loja n. 35.
A piiiii < /a.
Vendem-se cebollas americanas pelo ba-
rato preco de 80 a 160 rs. a restes, e a 320
r*. o cento das solas : nos armazens Jo Ded-
eo do Concalves, junto a casa da Sra. Viuva
Lasserre.
Aos 5;ooo$ooo rs.
Vendem-se mcios brinetes da lotera de
N. S. do Livramenlo, cujas rodas andam
no da 31 do crrente infalivelmente : na
ra larga do Rozario, botica n. 42.
Deposito de cal e potassa
Cunha & Amorim, ni ra da
Cadeia do Kecife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de La-
Amelia barris com cal virgem, e
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer purte.
Para fechar contas.
Vende-se cera de carnauba, cnurinhosde
cabra, sola e una batanea com bracos, con-
chas, correntes de ferro e pesos, propra pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
emharcico : ludo por preco commodo : na
ra dos Tanoeros, armazem n. 5.
Arados de ferro.
Na fundicHo da Aurora, om S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Babia.
Vende-se, em casa deN. O. Rieber&G. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transaiio da-
qnella fabrica, muito proprio para saceos do
assucar e roupa de escravos, por preco com-
modo.
Vendem-se caixas com cera
em ve la- do Iio de Janeiro / na
ra da Alfandega Velha n. 5, es-
critorio.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue '/orujo 111.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, recentemente chega-
da de Sonta Cathaiina, em poreo
ou a retalbo, per preco commo-
do a bordo do brigue Soares,
tundeado na volta do Forte do
Mallos, ou na rna da Alfandega
Velha n. 5. escriplorio.
Rogarse aos fregnezes que tenhan
toda nttencao para o novo sor-
tinn iiii) que existe na loja da
ra do Crespo 11. 6, ao p do
lampead.
4
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
9- No deposito da ra da Moda n. 15, -0
a> ha para vender superior caf em pe- <-
<
i
& dra, recentemente chegada de Lis
boa, em o brigue Conceicdo de Va-
* ria, por preco rasoavel : tambeo abi
, se vendem pesos de duas e de urna
^ arroba, por preco commodo ; ha
_r tambem cfTeclivamente no mesmo
gt deposito barris de mel para embar-
e> qe- -m
mili qner 5;ooo$ooo 1
Qtiem quizera surte grande da ioteria do
Livrament, que infalivelmente corre o<
da :i(l dii crrente mez, apn-sse-.se a com-
prar algum dos poucos bllhetes que anda
restam, as lujas da esquina da ra do Ca.
bug ns. II e 9, juntas botica de J0B0 Mo-
reira.
i eriJo de algoilao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a 3,000 ms
a saces : vende-86 no armazem de Campel-
lo filio, ra da Cadeia do Recife 11 64.
Vendem-se 10 sacras de superior car-
nauba ; 250 courinhos de cabra ; 13 parea
de sapalOes de couro de lustro, mui bem
feilos e de talho moderno ; urna loalha de
brelanha de linliocom lavaroto, n.uitobem
acabada efina : luilo se vende por commo-
do preco: na ra da Cadeia Velha n. 24,
prmeiroandar, do manliAa ateas 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
-- Vende-se urna preta moca, gorda e sa-
dia, que engomma bem, cose, cozinha e la-
va, o que ludo se allanes : na ra larga do
Rozario n. 46, prmeiro andar.
Deposito de e-pelhosdas ma-
nafacturas de Franca : na ra do
Passeion. 19.
Um bom olhcial de pedreiro.
Vende-se um escravo, preto, offlcial de
pedeiro, moco e de bonita (gura ; urna par-
da boa cozinhera e engommadeira, com
urna lilha de i tnezes ; e um preto, moco.
ai
les de cadaco, cacuros, a 1,400 rs. ; casene-
las de cores, a 960 e 1,200 rs. o corado; o
muitas outras ltimamente chegadas, que
se mostraro aos compradores, e se dei-
sim ir as amostras.
99#9:9 8k###:###|
U Algodaopara saceos. aV
fe. Vende-se muito bm algodSo para ?/
t) saceos de assucar, por preco comino- >.
'''" do.": em casa de Ricardo Hoy le, na 0;
* ra da Cadeia n. 37. 4>

j-A-^ijt-ttKaw,) 1 j^
Vendem-se cassas pintadas de cores fixas robusto, bom trabaltior de enxada, proprio
a 260 e 280 is. o covado ; corles de brim para engenho ou armazem de assucar, por
blanco de 111 lio puro, a 1,9-20 rs ; ditos de ler muila Torca .' na ra larga do Rozario,
ru-ifiu inniiii linos, a 560 o 610 rs. ; cassa n. 48, prmeiro andar.
preta propra para luto aliviado, a lO rs. o Ven covado ; zuarte de cor, a 200 rs.; riscado
de Itlitio para casacas, a 240 rs o colado, e
outras mullas fazemias por preco commodo.
Cal vigem de Lisi,,
da iiiclli 11 que ha no mercado, e
c"
egada ha dias pelo brigue Ern-
preza : trata-se com A. C. de
Abren, na ra da Cadeia do le-
nle n. 37.
Vendem-se chapeos do Chi-
le pequeos, muito finos, a 6,000
na ra do Crespo,
is. cada um
numero 23.
Nova peeliiiicba de inoinlios
para cal a (i 4o rs.
Vendem-s moinhos para caf a 040 rs. :
na ru:i da Cadeia, loja de ferr8geiis de An-
lunio Joaqun Vidal.
Na ra estreita do Rozario, (ravessa do
Queiu ailo, luja de miuilezas 1. 2 A, de i.
V. dos Santos Maya, vendem-se curdas de
tripa e bordoea iara violto eiabeca, e pa-
1 el pautado para msica, ludo Iu melhor
qualidade pussivel.
O antigo ta ral ciro do praselo
jiublico 11. I I, loja de ririuiaiio
.los ltodrig;ucs I en eir.
Auuuiicia seguintrs fnzendas como se-
1.,ni chiia-. franelas linas de ricos padres,
a 310 rs.ocovailo mullo laiga; casimiras
superiores, a 7,000 rs. o corle ; ditas mais
liaizo, a 5,000 is. ; meias casimira, a 3,200
rs. o coit ; corles de setim macan de co-
res, a 4,P00 rs. ; panno lino preto, a 8,000
rs. o covado; chapeos de maca fmirez, a
7,000 rs. ; selins lavraros para vestidos dfl
senhora, cassas chitas de cflies, a 1,280 rs.
o corle; cambraias transparentes, a 2,000
a pessa dr 10 varas; gorgureii de seda, a
1,200 rs. o corte de colete r corles de colle-
tes de 19 e seda, a 500 rs. ; chales de Ifl e se-
da ; dilos de cambraias luancos e decores,
liiins de linho de quadrus, ditos trancados
brincse de cores, hienda mwilo superior;
cutios de linho para pallilores, lila supe-
rior, prinreza, lencos d umbrala de Id-
eo, bicos e rendas de linho, lenfOS de seda
de cores, castores de cr^s e per; todos es
precos ; madapol0,s finos, a 3,200 3,500
3,600 3,g00 4,000 4,800 5,o<>0 e 5,500 ; su-
peiiores chitas de todas as qualidades, e
um soi'lmenlo completo emitas nnu eusas
luzeiiiia- que se veudeao a precos que agra-
arflu aos Srs. compradores.
Vendem-se relogios de ou-
10 e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \:>..
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de Sania Calharina, a
melhor que existe no mercado, em saces
ou sem ellas, por prego mais cmodo do i,ue
em outra qualquer parte : na ra da Ciuz
10 Recife 11. 40, prmeiro andar.
i.olma de N. S. do Civramenlo.
Na praca da Independencia 11. 4, loja de
nnu,le. a.-., >endem-se os afortunados bilhe-
les, meios e cautelas da niesma lotera, que
corre ia>preteiiveliiieiile no da 31 do cor-
rete mez. .
Hilheles 11,000
Meioa 5,500
y i, ni tos 2,600
Uu 111 los 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
-- Vendem-se colecfles do Utiicodo Povo,
de 1 a 21, na ra du Crespo, loja 11. 4.
Aos 5;ooo,ooo rs.
Vendem-se meios bilhetes da
loleria a favor das obras da igreja
de N. S. do Livramento, que cor-
caixas de piulio vastas ; rodas de arcos ds
pao para barricas de assucar ; pregos ripae ;
do Porto : na ra da Cruz n. 49, escriplorio.
He baralissimo.
Vendem-se sapa!5es de couro
de lustro a 1,600 e a a,000 rs. ,
pteco dos sapatos ordinarios, e
livre da massada de engraxar-se !
na ruada Cadeia do Hecife, loja
numero 9.
Vende-se superior potassa,
muilo nova, chegada na esenna
Galante Mara do Wib de Janei-
ro, por preco muilo commodo : no
armazem de Dias Ferreira, no
caes da Alfar.dega, ou a tratar com
Novaes ck Com(,auhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Velas de cera do lo de Janeiro.
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muilo bom sor-
timent, em caixas : no armazern
de Dias Fereir, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com Novaet
& Companbia, na ra do Trapi-
che D. 34.
A 1 miris.
Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, francezas, de todas es cores, gustos iu-
leiramente novos, imitando seda, a 400 rs.
o covado : na ru do Crespo n. 14, loja de
Jos francisco Dias.
Vendem-se arado) america-
nos dos modelos mais approvados.
na ra do Tfapfche n. 8.
Vende-se fumoemfolha pa-
ra capa e milo de charutos, por
prreo muito rommodo, assim como
mu cas com farinha ile mandioca:
trala-se nos armazens de Gouva
N Dias e Dias Ferreira, no caes
da Alfandega, ou com Novaes &
Companbia, na ra do Trapiche
numero 34-
Superiores massas para cbnpos.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 46,
venden:-se superiores massas portuguezas
para chapeos, a ellas antes que se acaben*
Kio para sapa tetro e para saceos.
Vinde-se un restante de ptimo fio par
sapateiro em novellos, e dito em meiadas
para saceos, por preco commodo para li-
quidar facturas : em casa de Adamson llowie
& Companbia, tua do Trapiche 11. 42.
Cal virgem em pedra
chegada de Lisboa na barca Carlota e Ame-
lia, vende-se a preco commodo : no arma-
zem de Silva Harinea, na ra do Brum, nu-
111 ei o 28.
I'eeliiiieliii.
Vendem-se ricas cassas Irancezns, de lin-
dos padi Oes e do cores azues, rozas, ama
relias, cor de roza, etc. Kslas cassas sSo
de listrase com delicados desenhos, e lor-
na-se muilo recommendavel, lauto pela
qualidade, como pelo deiiiinuto preco de
480 rs. a vara : na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Francisco Das.
Mnnovaloju de Ignacio Lulz de
llriiio laliorda, na ra
* lo Crespo 11. lo,
vendem-se fnzendas modernissimas e por
diminutos precos, como sejmii : cambraias
de quadius, supenor l'azen la, a 280 rs. o
covado; lencos Je seda de peso, a 1,800 rs.;
boa iSovo rencedor, Carlota el re no da i do corrate mez : no | corles de meia caseanira, a 4,000 rs.; cha-
Vendem-se superiores charutos, sola,
couro de cabra, peonas de ema, sapatos
brancos, ditos de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo isto
mais barato do que em outra qualqur par-
le : na ra da Cadeia do Recife, n. 49, pr-
meiro andar.
A riles antes que se acabem.
Vendem-se sapatoes de Liezer-
ro francez, fetos no paiz. a a e a
i,4 "<* i ditos de lustro, a
i,5oo, 3.000 e 4ooo rs : na ra
da Cadeia do Kecife, loja n. 9.
Lotera deIN.S. do Livra ment.
Vendem-se meios bilhetes des-
ta lotera, que corre impretervel-
mente no dia 3l do corrente, a
.1,5(10 rs. : na ra da Cadeia do
Kecife n 9, loja de mirado.
Vendem-se superiores charutos, sola,
couros de cabra, peonas de ema, sapatos
brancos, dilos de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo isto
mais barato do que em outra qualquer
parte : na ra da Cadeia do Recife n. 49,
prmeiro andar.
-- Vende-ae, por commodo preco, urna
expeliente rabeca, que fui de um Italiano,
Iximio professor desle instrumento : na ra
o Rangel, venda n, 8, defronle do becco
Jo Tren.
Vende-ae urna preta moca com 1 cra
le 20 mezes, a preta cose, engomma bem,
cozinha o diario de urna casi e faz todo o
mais semen : na ra do Cabug, loja de
ourivea n. 9.
-- Vende-se um moleque crioulo, de 17
annosede bonita figura : no raleo do Ter-
co, padaria n. 30.
-- Vendem-se duas escravas criouha, mo-
cas e sem vicios, urna das quaes he recolhi-
Ja, engomma e cozinha o diario, que se
vende por motivo, que se palenteara ao
comprador ; a outra he de campo, ptima
trabalhadera de enxada : na praca da Roa
Vista 11. 10.
Vendem-se caixas de charutos de San
Flix de 50 a 100 a 2 e 4,000 rs. : na ra da
Cadeia do Recife n. 15.
Vendem-se as seguintes casas : urna na
ra de Agoas Verdes, com aotSo ; oulra na
ruado Padre Florianno ; e duas na ra Im-
perial, livres e desembaladas ; a tratar na
ra do Crespo n. 15.
Vendem-se doussellins em meio uso,
com lodos os seua acceasorioa quasi novos,
por 20.000 rs. ambos : as Cinco Pontas nu-
mero 62.
Vende-se superior manteiga ingleza, 1
720 rs.; dita franceza, a 640 rs.; dita, a
240 rs.; o veidadeiro cha de Lisboa, a 2,880
rs. ; dilo da india, a 2,000 rs. ; letria, a 280
rs. a libra ; macan flo, a 240 rs. ; farinha de
lapioc-', muito alva, a 160 rs. ; ospermace-
le, a 720 rs. ; chocolate de Lisboa, a 400 rs.
a libra ; bolacltinha de ararula, a 320 rs.;
vinlio do Porto, muito velbo, engarrafado,
a 480 rs. ; dito em barril, a 320 rs. a garra-
fa ; dito moscatel, a 400 rs.; urna flauta no-
va appaielhada de prata ; um diamante de
cortar vidros, por mdico preco : na ra
Ja ConceicSo, venda nova n. 8, junto ao ar-
mazem de sal, assim como ouiros mutos
gneros
Vendem-se cordas de tripa e bordles
para rabeca e viol.lo, papel paulado para
msica : ludo de superior qualidade e che-
gado pioximameiite : na praca da Indepen-
dencia, loja n. 3
Tinta para escrever.
Venrie-se excellente tinta para escrever,
em frascos de mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasco : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
Ca da Independencia
Vende-ae urna escrava da Costa, de 32
annos, quitandeia, lava desabito, engom-
ma pouco e he bastante diligente para o
servio de campo : na ra de S. Francisco
numero 68.
Vende-se um preto de figura, corpo-
lenlo, de 35 a 40 annos pouco mais ou me-
nos, proprio para qualquer sorvico, e que
serve tambem para andar embarcado por
ter disto alguma pralica : quem o preten-
der, dirija-se ra da Cadeia Velha, loja
numero 7.
Lotera do Livramento.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramenlo a 5,500 rs. : na loja de
encailernc3o da praca da Independencia
numero 13.
Vendem-se chapeos do Chi
le entrefinos e mais inferiores, por
preco muito em cunta, para fe-
char contas : na ra do Trapiche
n. 34, armazem de Novaes & C.
Vendem-se dous terrenos, a iaber : um
no Ateiro dos Afogados, do lado da maro
piqueua, com pe lo de 800 palivos de fren-
te sobre a ra Imperial, u outro em Santo
Amaro, com um lado sobre a ra da Auro-
ra e ouiro sobre a esada de Luiz do Regu
com 200 palmos de frente: qnsai pretender,
dirija-se ra da Ciuz do Recife n. 51 pr-
meiro andar.
Vende-se algodio em caroeo muito su-
perior, por preco commodo : as Cinco
Ponas, subrado de um andar n. 36, sendo
a voolade do comprador.
CuMi d( eoiisisnaeao de eacravos,
na ra do Kozario largan. 22,
segundo andar.
Vendem-se oilo escravos mocos, bona
trabalbadures de enxada ; dous moleques
de bonitas figuras, de 18 annos, sendo um
bom carreiro ; e duas negrotas de bonitas
liguras com algumas habilidades.
-- Vendem-se semenles de inhames : no
l'oml .il. sitio que lu du fallecido Aotonio
Jos da Costa Rbeiro.
Para vestido de senhora.
Vendem-se os mais asseiados punhos e
u auguitos de tilo e cambraia bordados com
bico : na ra do Queimado n. 9: dflo-se
amostras.
Vende-se um preto de naclo Angola, do
20a24annos, bom oflicial de chapaleiro e
de mui ba conducta : na praca da Inde-
pendencia n. 4, se dir quem vende.
^^^W^^ frJt^^a^^W Wlr^W^i^'^aW 4^^M*14rl^^^ijWa)W^^,*^^^a^piajJ
% AOS 5:000,000 I*. ft
% Vendem-sa bilhetes e meios ditos
g da Ioteria do Livramento, que''corre
g infalivelmente no dia 31 do correte: i
S a el les antes que se ac bom, pois res- *
* tam poucos 1 na esquina da ra do %
' Cabug, loja n. tt, junto a botica do %
f Sr. Jnilo Moreira. %
wwmmmwwmw mm&mwmw*
Na ra Nova, loja franceza n. 10, ha
para vender, para as senhoraa de bom gos-
to, sapatos de setim preto, da ultima moda
de Paria.
Graia-o. 97.
Vende-se a verdadelra graxa n. 97. muito
em conta : na ra da Crux n. 42, a fallar no
armazem de fazendas.
Vendem-se 15 aeces da companbia da
Reberibe: na ra da Cruz n. 52
-- Vendem-se 2 moleques pessas, ambos
ptimos olllciaes de sapateiro : quem os
pretender procure na ra Direila (obrado de
um andar n. 115, morando as lojaa um al-
faitte.
Vende-se urna parda de 28 annos, en-
gomma e lava com perfeicSo, cose, prepa-
ra urna sala com todo o aiseioe cuidado,
he muito carinhosa para meninos, sem vi-
cios, o motivo da viinTa se dir ao compra-
dor .- na ra do Hospicio, casa terrea com
aoto, defronte da casa n. 17.
Panno verde invlslvel.
Vende-se panno verde invisivel, muito fi-
no e baratissimo, n.lo se menciona aqu o
preco porque cauzaria isso una admiracSo
aos prelendentes, a ponto de nSo fazerera
cunta, e dizerem, sem virem ver a grande
pechincha, ora isso nSo pode ser panno
bom ; he este o motivo por que s se dir a
vista dos compradores e do dilo panno ;
tambem restam algumas pecas de ganga
Cor de cinza eamarelia. propra para pali-
tos de meninos, que para acabar com bre-
vidade as yendero a 6,000 rs: a peca, e a
meia pataca o covado: no Aterro da Boa
Vista n. 18.
-- No becco do Connives, armazem do
Araujo, vende-ae superior farinha de man-
dioca a 2,000 rs. a sacca, chegada ultima.
mente do Cear.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
Ioteria do Livramento, cujaa ro-
das andam no dia 3i do corrente
infalivelmente : na praca da Boa-
Vista, botica n. 32.
Vende-se bacalho de esca-
ma, muito superior fazenda, a
G,5oo rs. cada barrica : no arma-
zem do Annes, no caea da alf.n-
dega.
Escravos futidos.
Na noitP de 20 para 21 de Janeiro do ;
corrente auno desappareceu do engenho
Moreno o pardo Eduardo, que representa
ter 23 annos, cabellos compiidps e sollos,
rosto largo, de estatura e/corpo regulares;
foi comprado ao Sr. Jos llaptista Ribeiro
ile Faria, em cujo poder existe um irmUo do
dito escravo : quem o pegar, pode leva-lo
ao referido engenho JoSo Manuel de Bar-
ios Jnior, ou nesta praca ao Sr Jos l'e-
reira Vianna, quesera bem recompensado.
Fugio, no dia 21 do corrente, do enge-
nho Mussiinil'i, na comarca de Goianna, um
escravo de nome Pedro, sertinejo, fula,
baixo, crioulo, ps e corno grossos, pouca
barba ou nenhuma, de 35 annos pouco maia
ou menos ; levou camisa e simula compri-
las de algo lo, tendo na camisa urna cruz
como marca; he de natural sesudo e falla
pouco : quem o pegar ou souber noticias,
p le dirigir-so a ra do Crespo n. 4, que
ser bem recompensado.
100,000 res.
Fugio de bordo do brigue nacio-
nal Sem Param escra o crioulo,
de nome Euzebio, representa ler
?4 annos, alto ; levou caira, carni-
za e bonet azues; consta que elle
anda pelas immediacoes de Dun-
da, intilula-se forro e he conhec-
do pelo nome de Euzebio Jos l'e-
rena .- roga-se as autoridades po-
liciaes e ci pitaes de campo de o pe-
ga re m e levar ra do Trapiche*
casa de Novaes & Companbia n.
34, que gratificar*
mwwwmmwmmw&w.mmw-muw
!U mulatinho Agostinho
fgido.
Na noite de 11 para 11 do
. passado ausentou-se o es-
cravo Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos pretoa e
lisos, ps grandes com oa de-
dos grandes grossos e camba-
dos para dentre ; he fillio do
aerlo, muito tallador e flo-
ta: roga-se as autoridades
poliriars, capilaes de eam-
po, 8ssim como a toda e
qnalquer pessoa que o en-
contrar, de preride-lo e con-
duzi-lo a scu senhor Bea-
to Jos Tuveiiu, na ra da
Cruz n. ao, que n9o s paga-
r todas as despezas, como
offerece urna generosa re-
compensa a quem o trouxer.


Full Text
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