Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06308


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Full Text
Anno XXVII
Quarta -feira 29
PARTIDAS D03 COBRZI03.
Golann.i e Parahiba, s segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Nortc, todas ai quintas feira ao
melo-dia.
Cabo, Serinhacm, Rio-Formoso, Porto-Calvo c
Macelo, nol.*,a II e 21 de cada mea.
Garanhuus e bonito, a 8 e M..
Boa-Vina e flores, a 13 e 26.
Victoria, s quintas feiras.
Oiinda, todos os diat.
PHEinrnlDH.
Piusas DA LO.
'Nova, a
ICresc. a
I, ai 3 h. c--2 m. dam.
as6 b. e36 in. dam,
Cheia. a 16, a I b. e 9 in. dam.
Aiing. a 22, s 7 b. e I in. da 4.
raiaiua de hoje.
Priineira s 2 horas e 54 mininos da tarde.
Segunda s 3 horas e iK minutos daiuauha.
de Janeiro de 1851.
N. 23.
da da semana.
27 Seg. S. Vitaliano. Aud. doJ. dos cf. c m. da 1*
28 Tere. S. Cyrillo, Aud. da Chae, do, J. da se-
gunda vara do c. e do* feltOl da fuenda.
! 29 t>uart S. Frane. de Sales. Aud. do .1 la ?. vara.
30 'Jnioi. &, M it noli, i. Aud. do J. dos iiii. e do m.
Ja |n niirir.i vara.
CAMBIO VI 28 DE JANEIRO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/00.0 W. 60 das.
Pars, 320 por fr.
n Lisboa. 85 a 90
Ouro. -Oncas hespanholas 29/100 a JW500
Moedasdeb.fl00velhas. IWuOO a 16*200
de 6/4011 novas 16/000 a 169200
% ~*tyJKMm7ttl9JtHl\M
parpo da sUBCniP(?AO 31 Seu". S PedroNolasco. Aud.do J. da 1. v. do ci-l dejOOO ....... 9/WM) a 9/HH)
Por tres meses ("adasnladusj 4/000 vel, e dos feitos da fasenda. Prata.Patacdes brasileiros.... l/''2o a l/lM(i
Por seis metes Sjcuiii 1 ."-ab. S. Ignacio. Aud. da Ch. e do J. da 2. vara Pesos columnarios..... 1/920 a 1/!MU
Poruuianno 15/000 do cirel. Ditos mexicanos........ 1/680 a 1/700
2 om. Purlficacao de N. Sentir.________________'______________________________________ _
limo
IMBliGO.
:ainr.t' .i..ue *- \w^o>ras*sssrwsraaar*"

TltlbUNAL DA KI-.LaCA'.
SESSA'O DE 21 DE JANEIRO DE 1851.
PIESIDENCIA DO E\M SWHO COMELHKIllO
iivrao.
A's 10 lmras da inanhSa, achando-se presen-
tes n aenhnres deaembargadores Villares,'".as-
tos, LeSo, Souza. Rabello, Luna Freir, eTelles,
oSr. presidente declara aberta a sessio.
J0LOMENTOt.
W.i*fas-enrpm.
De Andre Gomes de Soma. Concederam a
soltura.
/iVrurm rriml.
Recrreme, Antonio Eneas Gustavo Galvo;
recorrida, a jii.tic... Confirmaran! o despa-
cho de pronuncia.
AppHro>erme.
Appellante. o juizo; appellado, Pedro Antonio
do Rosario. Wandaram a novo jury
Appel ante, o Julio ; appellado, Jos Mara doslogove
Santos Cavafcantl. dem.
Appellanle, o julio; appellado, Joaquim lly-
j.ulllo Vercusa. dem.
Appellncti rireli.
Appellante, Jnaquim Antonio dos Santos An-
drade appellado, Amonio Rotelho Pinto de
Mesquila. Julgaraui a desistencia por sen'
tenca.
Appellanle, o juizn ; appellada. Anuida da Sil
va Maya. t.'nnfirniaram a sentenca.
Appellantes, Joo Daniel Wnlphp tt C. appel-
la io, a viuva de Jos Prancisco Uorja e
outro Confirmaram sentenc.
Appellanle, D. Francisca Thomazia da Concel-
cao 6'uuha appellados, Joan kellcr.v C.
dem.
dilgihcus.
Appellantes, Manoel Mara Ferreira da Cunha
e uniros ; appellidos, Antonio Galdlno A Ivs
da Silva e nitros. Mandaran) averbar o
imposto de d<>u* por centn
Appellante, Adriao Jos.' dos Santos ; appellada,
a fazenda publica. Foram recebiJos os ar-
tigo! de babelitaco.
umt&u,
Passaram do Sr. deseinbargador Villares an
Sr. desemb-rgador llastos as seguintes appel-
lafoes .'ni que sao :
Appellantes, Herculano Alves da Silva e sua
uiulher; appellado, Vicente Jos de rito.
Appellantes, A mirada & limaos; appellado;
Ant oiio Ricardo do Reg.
Appellante, Domingos Pires Ferreira,-', appella-
do, Augusto Ficlier.
upprllanie, .\uoo Mara de Scixas ; appellada,
U Marlanna Joaquina da Silva.
Appellanle, Joo Manoel de barros Vanderley ;
appellados, Manoel Ignacio de Oliveira e ou-
trus.
Passaram do Sr desembargador Rastos ao
Sr. desembargador Leo as seguintes appella-
coes em que sao :
Appellanle, Antonio Jos Salgado; appellado,
o juizo.
nppellanle, Antonio da Cunha Snares Guima-
res: appellado, Jos Jacoiue Tasso Jnior.
Appellanle. F. Pouvier; appellado, Puumate.iu
Appellanle, Jos Rodrigues Ferreira; appel-
lado, o juizo.
Appellante, l.uiz dn Reg Monteiro ; appellado,
Manoel Cantoso do Nascluiento.
Appcilautr, D. Br'les Sebastiana de Moraes;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Passaram do Sr. desembargador Leao ao Sr
desembargador Souza as aeguintes appellacdcs
em que sao:
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Jos
de Azevedo,
Appellante. Anna Elliabet Adelle Poerson ; ap-
pelladu, Alfonso S. Martin.
Appellante. Alexandre Jos Gomes; appella-
dos, Jos Antonio Comes Juuior, por si e
mino..
Passaram do Sr. desembargador Souza ao Sr.
Ha 'ama coma perfeitamente evidente para
todos o que observan! lientamente esta si-
tuar; o, e vem a ser que della nao pode nascer
imi nediatamentea paz.
"Iiiiios o acreditan! com ludo, porque a paz
11 e urna necessidade universal e urgente, e o
desejosse ennvertem em esperanzas, e as espe-
ranca em T. 0 negociantes, pie vem o seu
ciiiiimerrio parado; ... fazendeiroa que vm
suas herdades destruidas e seus gados disper-
sos ; os arqueadores, que nao po lem iraba-
Ihar; os proprleiaring, cujas propdedade* im-
productivas itimintie.il nolavrlinenle de valor ;
avra.lnres, ae.n inelos de livrar e sem se-
Kiiranca d>* colheita ; os operarios, se.nohris;
todas as clisses einfini soli'rem p-.-ju zos conii-
deraveis cooi a guerra e todos deseja.n a paz
Mas a pa/. be Imposslvel e.nqusnto o dictador
de iluenos-Ayres, o activo prouiotnr e instiga-
dor das geas, conservar a pnsic.iu que hoje
tein e com ella o poder le arrastar estas popu-
lafdes contra a sua vontade aos campos de ha-
ladla.
Supponhamos, nao como urna probabllida 1e,
ma Smente para seguir a argnm'iitaran, q
ooovertjfc. i'iau. ./. aceitasse o tralid.i Le Pr-
dour. ^L-atit'u-a^io rjeste tratado nao traria a
l> .i. iiiHfn.i o signal de uin armamento ge-
ni contado i'r.isil e contra o Paraguay; e nao
sabemos por queraso o goveruo oriental su
bscreve.i i a mu tratado em que nao fui parte
!|Ue sacrifica as pe.so is e os interess.-s dos de-
fosores de Montevideo e a independencia el
f.-ciiva da repblica, sem trazer sequer os be-
neficios da paz. Nao pretendemos, nem nos
toca auto ij> >r o seu juizo, mas lie nossa opini*.
que empregaria enlao lodos os ineios que tem
ao seu alcance, e aquelles que a nova silua(o
Ihe der. para resistir at onde a resistencia be
materialmente possivel.
Tambem nao comprehendemos a raso por
que D. Manoel Orine, que est haoito anuos
acampado a urna legoa da pra(a sem poder tu-
ina la, poderla apoderar-se della, quandn ne-
vase grande* coinplicacaies vierem chamara
sua atleuco e tornir necessara a presenta do
seu exercito na rroutetr., ao p^ssoqne o gover-
n i terii pura resisiir ao pretndeme novos e
poderosos inelos de defensa
A-.iui, o faci provavel em que alguns fuu-
l.ini suasesperanfas de paz iuiuiediaia nao le-
ria outra consequencia sean a de dar guerra
outra aspecio e outra marcha ; nao remediara,
antes augmentara e prolongarla sem termo u,
prejuizos causados e o uial-cslar actual tiestas
|.o|uilat;.ies. Semp.e temos csiislderado o Ira-
lado pendente como um pallialivo applicado a
nina enfermidade gravissima, cuino uina pre-
|>araran einolieute sobre mu cancro
Mas, se suppomos que o goveruo francez re-
pelle o prujeclo deste anno, como repeliio o do
anuo anterior, e une estes d.ius irmos de pal
e mal, to difuruics e to parecidos, lie.un em
coodico de abortos sem vida, haveria ento
iduliit iv. luiente guerra; mas, <|iialquer|iie
fosse a forma de laz-la, uinguem |H>ile duvi-
dar, nem do b mi xito, nem da prouipiidam
com que se obteria um resultado deliuilivo,
firme e duradouro.
Kstamns, poli, esperando o que se chama
paz. para entrar em urna longa e complica lis
sima guerra ; ou o que se chaina guerrf, para
obler proinuiameme urna paz solida.
Entreunto, as tropas da guaruleo conser-
mu m- ni um estado mu satisfactorio de dis-
ciplina. Domingo passado deram una prova
.la sua li iluIt.ia le lias minubr.is, e da sua des-
treza nos exercicios de fogo. Quairo batalhO
e urna batera manobraran! na praia.sob a ha-
b) direccu do coiiiinaudaiite geial das armas
Uina guerra de oito aunus dimintiio o numero
dos defensores da praca, mas dos que ticaram
fez soldados em cujo valor e pericia se pode
ter iiii.it i emiliaiu, i.
Os li .t iilies csirangeiros cnnservam o en-
thusi is.uo dos [u i un: 11, lias desta lula, om
pustos de operarios e lavradores, lem soll'rid.i
as fatigas da guerra, e o que he tiltil, Istias lido
constancia para permauecerem orginisadus,
quando, sem terem o estimula doi combsles.
nem encontrado trabadlo na cidade sitiada, se
deseinbargadnr II a lie I lu as seguintes appella-1 emprega urna setlucco activa para dissolvlos.
Ces em que sao : I A presenta dos soldados da rrpublica Irauceza
Appellanies, Manoel Gomes Venanla e outro ; conlribuio para firmar a sua deci.o e robuste-
appelladus, Agostiuho Muuiz Uarreto e ou- cer o espirito de coipuiaco
Appelante, o juizo; appellado, Pedro Curcino
Freir
Appellanle, Antonio Jos Pereira ; appellado,
Luiz Rodrigues .sillico.
Appellante, Pedro Alves Pires appellado, Jos
de Ai aujo Lima.
Passoii doSr. desembargador Luna Freir ao
Sr. desembargador Telles a seguioteappella-
eao em que sao:
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Andr
Cardoso.
niSTiiiBUir.flES.
Ao Sr. desembargador Villares o seguinle
recurso eih que sao :
Recorrepte. Joaquim Lobato Ferreira; recor-
rido, Manoel de Almelda Lopes.
Ao Sr. desembargador Souza a segulnte ap-
pellaco em que >o :
Appellante. nas Coelho Cintra; appellado,
Domingos Caldas Pires Ferreira,
Ao Sr. desembargador Rabello a seguio-
te appellafio em que sao :
Appellante, Francisco Jos Theophllo ; appel-
lada, Ignacla Mana de Azevedo.
AoSr. desembargador Luna Freir a seguln-
te api" liaran em que sao i
Appellante. Matheus de Araujo Caldas Xexeo ;
apprlladas. Elina Das e outro.
Ao Sr. desembargador Telles a seguinle ap-
pel laca em que sao:
Appellante, Jos Antonio Pereira da Silva; ap-
C filado, o juizo.
evantou-se a sessao asduas horas da tarde.
EXTERIOR.
SITUACA DO RIO DA PRATA.
Montevideo, 23 de dezeuibro de 1850.
Cnegamos a urna situaco vcrdadeirainente
singular, enllocados entre uina guerrra de
oito anuos que se extingue e oulra gravissima
que se prepara, eque della dimana, os amigos
lldadores e os que novauenle se apromplam
para entrar na lua ficaro suspensos e em inac-
fio. Montevideo, Oribe, a r i aura e o brasil, o
araguay e as provincias de Currieuteg e Entre-
mos, armados todos e em linha, esperum des-
cantando sobre as armas, a nova marcha que
tem de tomar os successos e o lugar por onde
tem de romper-se o equilibrio desta calina pre-
cursora de tempestades.
Quanlo s tropas di repblica franceza que
se aehaill enl.e nos, a sua perleita disciplina a
sua conduela para com a populara.., nao s ir-
repreheusivel e circumspecla, seuo franca e
amigavel, so muilo superiores a qiial.|uer elo-
gio que pudessemos fazer-lhes. OIHclaes e sol-
dados lem graugeado a estima sincera de lo-
dos os habitantes, nao tanto pelo uobre encar-
go que desempenhain, como por sua* quald.-
tles pes.oaes, pelos seilt.llieulos que lem 111 is-
tia.lo a favor da emsa de M-rntevi leo, e pelo
prazer r boa vontade com que dao a iiumeusaa
familias indigentes uina parte das suas rarurs
Qualquerque srja asiluacao, nibre ou desas-
trosa, em que as ordena do seu goveruo venhain
collocar esta forca, pode estar segura da conii
.leravan e aprecu com que lie vis.a pela popu-
laran desta capital E isto apeiar de todos os
cslmcos que tem feilo os nossos iuununs para
f.imeutareiiio odio ao eslrangeiro, que he urna
das divisas de Rosas, e um dos pontos mala
iirufiiuiif ntes da sua poltica, lodo aquelle
que nao vota odio ao eslrangeiro, que nao ap-
plaudeas violencias de Rosas e de srus leneu-
les, que nao se mihmelle abjecta degia.l irn
que estes caudilhos impdein aos seus sequazes,
he aecusado de falta ti.- patriotismo, e denomi-
nado traidor. Mas he preciso que saibam que
seus sophismas a ningueiu couvencem, nem
mesiiiu aquelles que Ireui a desgrana de geiner
b a sua tyramuia. Nos somos os primeiros
a proclamar esta mxima de patriotismo euc-
mo: l'rh homo ji'iii; rom romo ou um illa ;
mas Rosas e a rrpublica Argentina, Oribe e
o estado Orieulal, nao sao .smente cutidades
distioclas. sao diametralmente. oppustas. As
desgranas sem couta que pesain sobre aquella
repblica, easqueaiuda a auieacani. devein-
se dictadura Inepta e perversa que a oprime.
A devastaran do estado Un. nial deve-se pre-
tenco de 1). Manoel Oribe de ser presidente
toreado deste estado. Como pdde, pols, ser
um acto de patriotismo o auxiliar a esles candi
Ihoi para couiiuiiareiii e completaren^ a sua
ulna de imqnid.ide .' Pelo contrario, o dever
que a patiia uiipde a todos os Orieutaes e Ar-
gentinos be o de laucar mo de quantas armas
permiltidas possaiu ter mo para resistir a
estes usurpadores, e extirpar o caucro que de-
vora a vida desles povos e Ibes arranca todas
as horas um gemido.
.\ iiguein te engae a este respeito ; e aquel-
les que Invocis o patriotismo para servir as
vistas de Rosas, falum verdadt para servir a
seus interesses eas suas paixdes.
Aisi.ii. a presenca das innii francezss no
Rio da Prata, alhei.-is de ainbicn, longe de en-
contrar resistencias, tem achado syinpathias
ardentes, e as encontrarla mnltn inalorea, se
resolv las a hnstili.areiu llosas esein tenentes.
(indesseiii servir de apoio popillafio que en-
tao se levantT ii em todas as pirtes por verda-
deiro sentimento de patriolisuio, pela necessi-
dade da propria conservacao. para cahir com
todo o peso da existencia nacin il que hoje se
aeha utid*, sobre os malqueridos verdugos
destes paizes.
llosas, que (onwiu o luulo ri liculo de rfe/>n-
or o c.ifiim-ntV americano, vale-se Ar tod is 01
neios que Me dan a sua pusican e OSsyiesoil os
lo povn, de que dispde a seu bel prazer. para
indiizir a Europa em erro, pintando assonlia-
las resistencias que encontrarla nestes paitan
una lenlo si.arao enrgica la sua parle, e
nio cessa de intrigar com ni gnveruos america-
nos para obler declaracdes que l ivm., un as
suas vistas.
No homo numero de 18 do corrrente nubil
ciiios uina nota do general D. Thoiuaz Guido,
ultimo ministro plenpoteuriirio argentino no
Rio de Janeiro, escripia com o fim de lusulicar
1 seu pr.icediineiilo oIRcial, e de pedir inime-
lai imeiite penliio dos acias que iluham pro-
.1 i/idou profundo desagrado que Ihe manifes-
tara o dictador. All ple ver-se provadn que
Indos os arligos que tem apparecido as folbas
brasileiras, repruvaodo a intervenrao europea
no Kio da Prata, eram escriptos pelo mesino
Guido ; <|ue nao exprimiam a opino dn Bra-
sil, e sim ai vistas dos iiiiuUlros do dictador.
Ponitera tambcui Guido os trabalhos que em
prohendeu com os ministros e com os cortezos
do Imperador, e com os hoineus de influencia
no Hlo de Janeiro, para ali anrar o inesuin fim ;
mis como obler declaracdes officiaes nao he
to lu il como escrever arligns de peridicos.
iu.ilq.ier que fosie nesta parte habiliilade do
digno negociador, os seus alaos nao tivera.ni
u,n xito feliz.
Neste particular somos di opinin de Rosas.
Una ai i,ao ni,i.iiiu a. t de .legrad .r.i.,, nu una
mentira, nao se conseguem com raciocinios ou
boas palavras, e sim cun golpes, naos tratos,
ou groase ras que sao os grandes meios e o se-
gredo da sua pulitic.i auiericaua. rs i posivo
euiquc se cullocou obrou bcui reprehendeiido
o seu ministro por uno ter empregado para
e.iui o governo imperial o procedimeuto selva-
geni que elle Ihe prescrevia,
Veja-se,como prova disto, o que Rosas con-
seguoslo goveruo de bolivia, e os anteceden-
tes a que isso se deve. Em 1817 iiiiudou assas-
sinar ni praia ao encaregado de negocios bo-
ivi.iuu II. Manoel Rodrigues; recusan receber
.enfilen leiusullus ao iniiilsiio pleuiputen
< 111 io. o general Gallarte; niindou que usgo-
vernos de Salla eTucuiuau laneasMn direilos
laes sobre o counnerci > de llolivia, que boje
lie impussivel ludo e qualquer trafico; na lllli
na mensageni aos seus representantes instil-
lou do modo mai. grosseiro ao general ..anta-
Cruz, niini-.li.. boliviano junto de varias corles
da i ni ..pa, e maulle-i .u seu desagrado e re-
provafn por ter o governo daqnella repblica
dado a este general o carcter olhcial que hoje
tem, como se o dictador Hosas fosse um supe-
rior do governo de bolivia, Cuuiu se os cliania-
dos lepreseiitantes de Yuenos Ayres livessem
.le ser junes dos actos administrativos daqu.lle
governo, ou como se o ridiculo titulo de uV/rn-
ur ilo camnenle americunii fosse cousa seria que
Ihe desse supremaca sobre os de ni ais guverii
lio lmente, o gov e. no de llolivia, calando-se
liante de lautos ultrajes, .n re Ilion ju i u do
dictador a l>. Raioou Muoz como eucarrega.lo
de negocios, e este iudividuo peruiancceu oito
meses em Bueuo-Ayres Cssendu loda a casia
de diligencias para ser rccebido no seu carc-
ter olhcial, sem conseguir nem este recouheci-
ineulo, mu u .o es. lu i o lavorde ser apreseulado
a Rosas, nem inesuio a honra de una resposla
qnaliiuer, seuo depois de estar embarcado lia-
ra Muir. Saino de Hueuos-Ayres cuno entrn,
sem obler explicado de um procedimemo ulo
injurioso.
Tal he a conducta de Rosas para com a Boli-
via ha tres anunsaesta pane, Mili contar com
a prolectjao que deu a Vela-co, pretndeme .
presidencia daqnella repblica, e a ingerencia
activa que leve all ua guerra civil. K quai fui
o resultado? Veja o beiu o general Guido, e
a pi en da com o seu mestre em diplomacia. N .
Ultima intus ig.mi do presdeme ao congresso,
o ministro dos negocios estraugeiros declarou
loe linha dado iuslrucces ao general Santa-
Cruz para <|ue favorecease as vistas de Hosas
oppoudo-sea inlerveueaio francesa, e declaras-
se qoc uo caso de levar-su a elidi, llulivia cuu-
II il.un 1.1 para .1 resistencia.
11c esta a nica declaraco olficial que oble-
ve Rosas paia fazer acreditar ua tu ropa a sup
posta reprova{io da America, a qu. a Prauca
coopere para a dcslruicao deste selvag.-m que
lodos os das causa escndalo ao muudo eow
seus actos polticos e privados.
A esta declaraco, se alguma cousa valcsse,
podiam oppor-se os desijos da maior paile da
repblica argeutiua, do Brasil, du Paraguay,
do estado O leutal; goveruos e individuos que
leem iuteresaes. vouladi e poder para lomar
una parle activa ua qucsiao.que esuio uo lliea-
iro dus acouteciineulos, e tem em p exeicilos
prompios a obrar ao passo <|ue Solivia, situa-
da a adecenta* leguas do Rio da Piala, sem ..
menor poder para obrar no exterior, e ua ne-
cessidade deempregar hoje todos os seus meios
e toda a sua energa para hruiar a ordein in-
terna, seriamente anie-nada, nao ponera de
nodo uenhum figurar nestas quesioca.
Mas a'cni dcsla iuipossibilidade material,
eremos que essa singular declaraco nao lie
siusera, e uu tem por objecto seuo applacar
com palavras vas o desagrado mamleslado pe
lo dictador uasua meusjgnn.para ver se des-
te modo se diJpe a fazer justifa s uuuierosas
reclamares que lem de apreseutar-llie aquel-
le goveruo. As rases que temos para assiiu o
acreditar sao que niugucn proiuetie um lavor
a quein o insulta com animo de cumprir o que
prometa 1 que a desapprovaco do dicladoi e
do seu sj.sieuia esta ligada a um dos mais iui-
p.ul.ules interesses de /ollvia, au primeiro ob
je. inda poltica de todos os seus gove nos, a
ideia lisa de lodos os Koliviauos, a urna com-
ui u iucar.au com o mar.
Aquella governti sabe, cuino todos, que
otnquaulo llosas exisiir eslaro fecnados
para Lodos os uiag tlicos nos que cruzsiu
usa parle da Ametlca e desagusm no Rio
da PrU ; que eslss copiosas luules de ri-
queza sSo hoje rom pinta menln improduc-
tivas, o o er3o nrnqiianlo o dictador <>sti-
ver no poder. Para variar pste estado de
ennsas, e i r as provineiss orietlUM de Mi-
livia em ennlartn enrn estes C*n*M dn civi
l'S'fai e lt'M| i.vi. OS a::.'iil."s pblicos
la.j i-Ha repuhlira fizoram du-'arue s e
iherttir-as p.t: l'.-ii un-til i contrarias que
'ioj so faz.
enllocados nestes dous termos conlra-
'ictnrios, s podn.nns crer que sejam sin-
soras as decla'aciles aunostSo dt accnrdn
isiirn a lioiira e co n os iiit'-resses ilo eover-
.in hnli >ano ; hm que. c imo j* disseinos.
i situar.lo dess repblica a pnnha boje in-
teiraoienle fra da qtie.siSn, ni qual liSn
n'eria estar nnm para betn nem para
nal.
A r*sp0ifn da enerr que se prepara con-
tra o liras I p nutra o Paraguay he mu dig-
na de observare a con lucia dirTcrent
que lem as partes mu ui lentes. Rosas,
lepois de tpr derramad.i a mnscheiss os
insultos e a< amr;ss ns sunsunias illi-
ciaes, n msuR Oa$ttn, e por meio de seus re-
pregent'fllPS, tlcpoisd provocara guerra
uo' lulos os n-eius que n'il.'m irritar, e
tornado impossivel iimfl conciliaejlo, per-
man"Ca em urna inacqi ttompleta, s-m di-
ntar os preparativos necessarios para urna
fuerra to grave Como essa que tirovocou.
NSo tem soldados que merecRin este noma
alem daquelles que conserva no EslsdoOl-
enlal, e nio vemos que forme outro*, nem
,u lome medidas que iti.lnsueai a reunilu
n organisaQlo de um exercilo.
l'iMi-am ul jumas iiessoas q le provfl isto a
rlisansieAo em que esl de procurar o ajuste
deslas queslfies nos meios pacficos, e nro-
teiidem tirar um argumento de um f-ct
extraordinario occurriilo h< das, e he o se-
guinle : No da '.' de le/emlilil, lilil h.l
leril situada na cosa de Rueims-Ayres tleu
urna salva .le21 tiros, cuja significcito nin-
guem nlendeu, porque nBo era da de fes-
la nacional nem era resposla a oulra sal-
va, nem se linha dalo o mais pequeo
viso que nlicasse a quein se.diriga esta
lo miusirae.i de honra.
0 Dirrin di avisos nos tirou de duvi la pu-
blican.lo, cousa que nfio fez a Cazila. que
essa salva pa dirigid* a festeisr o innver-
sario nalalicin dn Imperador do llr.sil.
K>la oflieiiisi la.le desusada de celebra
as feslas de nagOns estrsngeirst, lauto mais
no'avcl quanlo iio havia no porto de ne-
nos- Ayres vaso algum de guerra hrasilei-
i'i, quan lo pitucos dias aules a Maslpirca
linia prndig*lissdO pelas ras os maores
insultos a pes.iia do Imperador, por u.otiv
da retirada do ministro argentino, llAn
prova em nossa o iiii.1i> senilo urna das
nuitis esliavagancias ridiculas, que silo
um dos caracteres m>is prue uinentes du
genio lo dictador Rusas. Assim tambem
pOi lulo e mandn por a todos uS seus em-
niegulos pela til..re do duque de Can
bridge oomtl se ste senlior foS seu p-
renle c os emprega los pessuas da sua fa-
milia.
A salva rodo significar qualquer cousa ,
menus seiitimentns de paz.
Tomos alcmdisso de muilo boa origoi)
que na mensaifin que esl preparando par
a presentar chamla sala dos represenUn-
tes un i de janei n, soiiritara aulorisacfi
para fazer a guerra ao brasil.
Separa elli nio se pre ara, nilo he por
filia de .lesejos, e sim porque nBo p le.
O brasil, por sua parte, f-z mais prepara-
tivos do que realmente necessiaria par*
vene ir se as hostilidades se rutnpessem. Ag
(lomera "* piovincia do Rio Grande lodos
os batabOes de llalla queeslavam dissemi-
uados etn varma pontos do imperio ; fsz all
g.andes depsitos dosarlgos de guerra que
po lem ser nectsssrios em omi grande cam-
aiiha ; levanta na liOnUira praQasdear
tn s que i dem guardar com seguranca es-
tes ileposilos; oigallisa a su cavsllaria e
nan la sis vasos de guerra para o Rio da
Prata, que vem augmentar a frrja martima
que o brasil aqu lem.
O Paraguay, por sua parte, conserva 15
mil liomens acampado sobre a margein du
Paran, os quaes, segundo os antecedentes
|ue temos, obiaro le aecrdo com o llra-
lil, II. mitins que estas tropas estn en.
campos de nslruccao, e devenios suppo'
que SBO soldados Algumas ds suas divi-
sOes lem fe Uo uicursas al ao Uruguay ein
perfei a ordein n.ililar. 'leu.-se excuado
em alguns iecontros e OumprirSo o objec-
lo desles destaca lientos.
Moje temos noticias, a que damos inteiro
ere.uto, qne assegur-m que ss tropas para-
guayas acampadas na uiargeiil esquema do
Paran lizeraiu u ua incuraao sobre Cor-
rientes ate a distaOCia de 3U legoss da Cipl-
lal bem que iguoieaios qual fosse o fim
lesla expedico.
Assim. pois, o Brasil e o Paraguay, q.M
leseja n sincera mente adiar un.a s.iiidw
pacifica a esta iluatjfto eaUo em perleilo p
le gueira ; e Ilusas. Cujo.s actos e al .vu.is
, respiram guerra, dlspe smeule do
soldados que boje so acbam as ordena d..
seu lente Gribe, e que por sem duvida
sao insullicientes paia alacar ou defon-
der-se.
lie cousa singular, e que chamou sempre
a nossa alliM.eau, quAo l.u'ii seria, equo
p.uicu cn.siai.il desfazer para sempieiSse
poder que inaiilem ha vitne anuos a.s guer-
ias e desolaijo no Rio. da Piala, que iii-
commoda a Iojusos seus vlziuhos epreju-
Jicaa loiltisosque Irequeniam esles paizes;
e quSo diDlcii ecaro he m ti.oi comeileus
proccduneiilose relegues que be de Coslu-
uiti ter fum os goveruos uivilisados.
(toinmerceo del tlata.)
{Do iornal do Commreioy
INTERIOR.
RIO l)K JAM2IKO.
RhWOU o enrreio de Minas e s recebe-
m >s o Conciliador, de 2 do correle, de que
transcrevemos o seguinle artigo, para que
o leilnr possa avahar o estado diacousss,
e o progresso dos mexericos a que recorrer
os incorruptiveis para desvairar o espirito
publico.
A In'ira inf'Tnal.
i Se n.To depo*>tssemos lanta confianca
no hnm senso o illustracSo da provincia de
Minas Ceraes fcilmente nos persuadira-
mos que as rousas caminham para um novo
10 de jiiiiliu.
Ao menos a onposir;Sn ou de caso pen-
sado ou irrpf|cii.lamente, cega polo odio
que vota aclualila le prepara-se para dar
a situaran om tal desfecho.
A concitac.lo, as paixOes ms das clssses
menos refi-elidas, o primeiro e o mais pe-
rigoso instrumento dos molina populares,
tem sido fatalmente einmegada em longa
esc.la. Esccve-se para todos os pontos da
provincia, que a lei das Ierras in.io i a
c.nisiiiiin-,1,1, acabando com o direito de
pr.ip'iedade, que a le da guara nacional
militarlas o piz e o entrega de inflo o ps
atados ao pol4r, que a leda MOpTOMlo lo
Irafego foi calculada de proposito para ser-
car as ftiles da producefio agrcola, O mais
poderoso elemento de nossa riqueza.
llest'arte a opuosieflo promove urna
f.Hispir nv'ui terrivel de todos os interesses
e.una a polines dominante.
Se pm 1812 excdava as pix5es pelo Is-
lo da I i borda le los sentrnentos mais no-
ires e elevados do coracjlo humano, com-
laten lo a lei das reformas, tasan.lo-a do
insiruinento de escravi 19o social ; hoje no
s emprega ese meio de acrjilo, como vai
ferir a parle interesseira e egoeslici de nos-
sa iiatureza, pnnloem alarma o sentimen-
to poderosissimo da proprie lade.
An lado dessa crusa la terrivel contra a
i '* t i. 11111 ule, ella promove anula outra, des-
tinada a auxilia-la as suas tendencias de
anaichia e dissolucflo social. Nito confia
na legalidad^, nem nos recursos facultados
nelo sy.stema representativo s minoras
contra os excesos e abuso das maiorts.
Arranca com ini|iialificivel scepticismo as
esperanzas que pdem germinar no fun lo
i em ..i/.-- descontentos do prsenle, o s
ustenta depositar confianza no emprego
dos meios materiaes.
Kuilmra pela contradjefio permanente
le suas idetas e de seus actos, seja visivel a
insinceridade com que propala laesdoulri-
u.,s, ne ii po- isso ellas lendem menos
lerversilo lo instinclo do bem que cumpre
fo lilicar as u.assas, nem por isso ellas leu
U'iios por fi n acc.miniar combustiveis em
que urna cuotelha despresaJa pode alear o
loen lio.
E essa centelha a opposqSo a busca em
luda a parteen no que leV.la por urna for-
ca cega lo insiincto d destroieflo. Vede
rom i ella procura por em contactos inle-
iesses mais opposlos a ver se do choquere-
sulia a ceiitelha que ludo abrase. Em um
oaiz em qu a le permute a escravidflo a
i i.prensa o.posiciuniala sem a menor re-
serva propala principios que ros pdem le-
var a conspqtiencias fstallissimas. Aqu
culpa o governo e as cmaras por suopos-
las tendencias de einaut-1 pac. Vi f ni referen-
ci a urna |ioca dada ; alli entrega pu-
i'lu'nl .de felos que deviam permanecer
occnltos, como certos recursos intentados
peran'e a legcflo ingleza. F. a opposicSo
nio v que o inimigo nos rodela do todos os
lados, que ha homens lio pessim>s e egos-
tas que sflo capazes de lanQar o fogo casa
lo visiuho psra nal brazas coserem o seu
1.110(1, que Chima bate s portas de
liorna .'
Ai daquelles a quem nSo tiverem ap-
pr.iveitadn as lic,es la esperiencia .'... Con-
IribuirAo para que se roproduzam as sco-
ii...-- de istj, sem nenhuma vant^gem nem
para si, nem para seus principios.
Se a oppo>icflo subir ao poder, legitima
ou Ilegtimamente, hade ver-se em lodo o
caso ohnga la a sustentar essa le das tr-
ras contra a qual concita as paixes ms da
populacho, porque essa le he necessara e
inilispensavel a prosperidade do paiz, por-
que be o resultado da experiencia e da ob-
servaos > do quo se lem passado entre lodos
os povus que lem Ierras incultas quu distri-
buir, po'que a opposicSo ha de envergu-
nhar-se de propor a revugaijo de sem. llian-
le lei I Nem ella o poderla fazer porque
aeus correligionarios os mais Ilustrados,
como por exemplo, o Sr. Souza Franco, a
julga lio necessara ao paiz como o susten-
to para quem tem Tome.
Os crdulos pdenlo anda por urna
vez confiar naa promeasas daquellea quees-
cruvetu para toda a parte que convm en-
vidar estoicos em nrdem a eleger-so urna c-
mara opposicioniata que levogue a le das
ierras, podeiSo sacrificar seus interesses os
nais caros ao tfiumpho da opposi(3o ac-
tual mas o que nos Ihe podemos asseverar
com loia a foica da mais robusta convie-
rto he que a lei nSo se ba de revogar.
.Vio fatemos essa injuria i illusiracfio do
nosso paiz, nem uiesuiu a da opposiCjSo.
(Corrtio da Tard*.)
lAKI UK PIKMIBLIO
izciri, as DI JABIEIBO X IBM.
Verificou-se hontem pelas 5 horas da Ur-
de a hencio collocavao da primaira pe-
ILEGIVEL
-


mC
dra da capeila do ccmiterio desta cidade :
. assistiram aoaeloos Extns presidente da
provincia e hispo djocesano. os Srs. coni-
iiuiulaiil' s ii;is armas, commandante supe
rior da guarda nacional, I> i de policia,
vcreadores, religiosos das ordena aqui exis-
tentes, e diversas contrarias.
Abaixo transcievemos o termo que por
ocrasiAo do acto se lavrou.
a Termo de assentamenlo da primeira pedra
da capilla do cern tu w publico dula ciiude
do Red fe.
No auno do nascimentn de Nosso Se-
iiliH Jesus-Christo de 1851, trigsimo da
independencia e do imperio do Brasil, aos
27 das doniozde Janeiro, anniversario da
restaurado de Pernamhuco do dominio dos
Hollandezcg, pela 5 horas da tarde, no lu-
gar denominado Santo-Amaro, freguezia
do Sautisaimo Sacramento do hairrn da
Boa-Vista degta cidade do Itecife, capital
desta provincia, presentes o lllm. e F.xm
Sr. conselheiro Jos Ildefonso do Souza
Ramos, presidente da mesum, o Exm. e
Revdm.Sr. I). JoSo da PuriflcacSo Marques
Perdigan, hispo degta diocese, o lllm. e
Exm. Sr. Jos Vicenlede Amoiini llezerra,
commandante das anuas, o lllm. e Exm. Sr.
coronel Francisco Jarintho Poreir, com-
mandaule superior da guarda nacional (les-
te municipio, os III'US. Srs. deputados as-
semhla geial e provincial, os lllmg. Srs.
vereadores da cmara municipaldcsla ci-
dade, o Itevd. clero, os religinsug dos con-
venios du Carmo s S.-Fiancisco, diversas
corpuracdVs religiosas, desemhargadores
da lelacSo, chefes de repartieres, autorida-
des civis, o hacliari'l Jos Mamode Alves
Ferreira, encarregado da direccSo scieniiti-
ca da ni i.i dn ceniiteno publico, e Cidadus
desta capital; pata o lim de lestemunha-
rem a bcuQli soloinne, e colloCac,o da pri-
meira pedra da capeila do mesmo cemile
rio, mandad.> construir pela let provincial
n. 91 de 7 de maio de 1811, e por portara
de 7 de marco de 1850, oo lllm. o Exm Sr.
conselhei'o de estado, Honorio llermto
Carueiro Leilo, entilo presi leuie desta pro-
vincia : o Exm. e Itevdra. Sr. hispo diocesa-
no bengeo solemnemente ein altar decente-
mente preparado, e o lllm eExiu. Sr. pre-
sidente da provincia coliocou em lugar pa-
ra isto destinado a referida pedra em pre
senca de todos, dentro da qual eslava gra-
vada em urna lamina de ziucoa seguiule
inscripcSo:
Au Senhor Bom Jess da Redempco,
sendo Imperador o Senhor I) Pedro II.
Aos 27 e j-neiro de 1831, trigsimo da in
dependencia e o imperio ilo Brasil, anni-
versario da restaurado ile Pernainhuco do
dominio dos llollaudezes assentaram os
lilas, e Exms. Srs. conseliieiro presidente
da provincia, Jos Ildefonso deSou/.a Ita-
mos, e Itevdui. bispo diocesano. I). Jo3o da
Piiiiticaco Marques Perdigilo a primeira
pedia desta capeila do cemiierio publico da
cidadedo Hccile, fundada pela cmara mu-
nicipal em Milu i- da le piovinrial n. 91
de 7 de maio de 1841, na conlormiiade do
plano organisado pelo eiigeulieiro civil, o
bacharel Jos Mamede Alves Ferreira, di-
rector das obras pubncas.s
Epara constar ge inandou lavrareste ter-
mo em livto especul, em que assigiiaraiu
as pessoas presentes.
Declaro, que lamben) assistiram a este
acto os IIIii.s. e lixiiis. Srs. chele de polica
e bardo de Suassuita
tu, Manuel Ferreira Accioli o escrevi no
impedimento do secretario da cmara mu-
nicipal.
Correspondencia.
2-
Consta-nos por carta de pessoa fidedigna
da corte, que o Sr. juiz de direito Firmi-
no Pereira llonteiro acha-se Horneado des-
embargadorda r. lacSo desta provincia.
F.ntrou hoje djs poitos do norte o vapor
ftiihianu, Irazendo-nos gazela.s do Pa', cu-
jas dulas alcancen) a 9do corrente, doMa-
ranliao a 14, e do Ceara a 18
Todas estas provincias gozavam soreg.
No Par loi ai r. hendida no dia 2 co cr-
reme peloiespeclivo chefe ,:e pulira, spoz
do algumas diligencias, una machina de
cunhar u.oeda decobte, na cesa demora-
da de um livreiro de mue Candido Jos de
Lemos ; a qual i eileicis, segundo confes-
sou esle, a JosSimOes de Magalhaes, por-
tuguez lerreiro, em cuja ofliciua e-leve
montada, e trabalhou por umitas vez. s, gli-
do empiegado n'esse Imbalho um mame-
luco de no me Jos l.uiz.
N'esse mesmo da foram presos os inli-
viduos cima referidos, e mais um ex.ar-
gento de ai lilliaria indiciado co no Cottso-
Cio da mesina fabrica, h licava-se a espea
do competente su untarlo.
No Maratihilo contiuuava a seguranza in-
dividual a ser sacrificada ao furur e malva-
deza dos assassinos.
O Cenrense de 11 do crrente, referi lo
se a fulhas daquelle lugar, da coula dos se-
guidles attenlados :
O Tetegrapho refere um assassinato
que leve lugar no liiirny crtenle em UOi
guarda nacional, que an.lava em lima escol-
ta recrulaiido. EiiCoiilratn-se duas desla re-
des ie pescaiia humana, e cada qual quer
rectular a oulra ; disso resullou um confl c-
to, e a mor te de um guarda. Que furor de
recrutameuto .'
Um correspondente do Proqressoconta
que no Codo fra as-assiuado Aiilumo Ma-
tlieus, i tu 3o do Norberlo ior o andado dos
assassinos deste, leceiusos de que elle lo-
masse vingauca da molledo irmSo !
a Em l'aslos-llons deu-se um laclo hor-
ro.'oso, que caralensa vivamente o estado
de silvageria em que infelizmente ainda
se conserva una grande pori,uo dos uossus
seiles. Eiscouioo refere progresso.
< Um sujeilo, ou antes urna lera rom for-
mas humanos pretende em l'aslos-Bons
raptar urna tapatiga da casa paterna, e co-
mo encontrasse obstculo da parlo do pai
desta, assentou de removc-lo, assassinaii
do o pubre homeo, neste proposito encon-
trando-o descuidado, aggrede-o com urna
mito de pililo, que o ptosira em cottliuen-
le, e ueste estado arremessa-se sobre elle,
acabado liiar-lue a vida crivanio-o de Ta-
cadas, e termina O negro felo, mutilan.lo-
Iheas partea guenlaes !! A viuva do infeliz
chama pelos vizinhos, que acudirn) en.
lempo de poder aiirar suhrea fera, que ca-
bio morta. Dizem que os geus prenles pre-
param-se para vingar-lhe mu le. Dos
sabe onde hir islo ter.
as lolhag to Ceara nada encontramos
relativamente a mesilla provincia, que me-
reja sor mencionado.
Sri. redactores. Annarecendo boje no
il Diario n. 22. dn 28 do andante, a des-
cripcSo da CStastrooh" acontecida no di
2fi, ao meu ciixeiro o Sr. Joan Ignacio Pi-
nhelrn ; o como por elTeitn de urna cari
que ella dejxnu sem direcQi'o. SO possa jul-
gar que foi effiln de mo Ir-lamenlo ou
Calta de cunv rmenlo de trato no ajusto qu
cot elle Rz vocalmente, passarci a escl-
recer o publico, asseverando e podendn
provar com o testemunho do pessoas re-
neitave.ii, que 0 cinleudo de tal escripto
he falso, e filho u"'caticnte d* urna cane-
ca alienada, por efTeito do padecimentos
chrnnicos
Desd'quediss'olyi a soeiedade que tinha
com o Sr. Antonio Marques de Amorim,
tralei con o f'ltec.do Sr. Pmheiro, de ge
encarrenar da gerencia do meu armazem
de assucar, ao que cot gosto se prestou,
pelos ilms 16 ou 18 de deveuih-o do anno
lindo, disse-mo que de forma algnma poda
continuara tratar daquelle estabelleeimn-
to. por motivo de molestia, e que tal era o
estado em que se achava, que coilia de lo-
dos os seos interesses, para que eu conhe-
cesse, que s o estado le sua saude, o tibri-
gava a um tal procedmento ; disse-lhn que
os geus ntftresses haviam de ser regulados
al ao fim do anuo passado, c que po lia (i-
car em minha c^sa, com o ordenado de ris
700,000 annuaeg, a cuitar do primeiro do
correte mez, qie tr.ihalh is-e quando qui-
zesse, ese disirahisse como poderse; as-
sim continuamos na mehor harmona, n3o
i.-iiilii eu nunca profer lo urna palavra ou
fetT um gesto, que podosse desgos ar o
Sr. Pinbeir.i, de quem era vetdadeiro
sympathico amigo, e >to Ihe agsegure por
muilag ve/es, quando se laslimav.i de haver
perdido a sua carreira, asseverando-lhe do-
mis quese lica-se bom e eu precisasse, que
continuara no mesmo ramo de negocio
\o dia do suicidio, esi vemos (tabalhando
no escriptorio al as 11 Horas da manhaa, e
no me deu mosirsa de nenhum immine'nte
lesarranjo menlal ; s II e mea vistio-se
8 gahio para a tu ', eu sihi ao meo dia, e
perto de 2 horas fui c lamado com instan-
cia porom meu escravo, para ver urna pes-
soa que tinha adoeci lo em minha casa ;
para ella voltei immediatamente achando-a
ja com muta gente, que tne asseverou que
O fallec lo se tinha suici Idado pono antes.
Kis o que leoho a dizer para esclareciinenlo
do publico.Sou Sis. redtrtorea, de Vmc.
uiuiio allencioso, venerador criado.
Hocife, 28 de Janeiro de 1851.
Manuel do Nascimenlo Pereira.
Reparlico da Policia.
PAUTE DO DIA 25 DE JANEIRO DE 1851.
Foram presos : a ortem do delegado do
nrimeiro islricto oeste lonno, o crioul
Ronediclo Antonio dos Iteis. porcrimede
,.(Teosas physicas : nnjein do sub li lga-
lo da fregu.zia de S. Fre Pedro Congalves
lo Recife, Eustaquio Joaquim Izidoro, por
uso de armas ; Jos Ignacio da Silva, por se
inesuniir escravo ; o l.uiz, escravo de lulo
lo- ile Ca valho Horaea, a requiscAo de
seu senhor : ortem do subdelega \o da
Creguezia de S. Anlonio, o l'orluguez Ma-
tioel Jos 'lo Barros Vianna h Jo>c llamo*
h Sania Auna Mangueira, por furto do es-
eravo ; Antonio (ornes da Silva, e Thoui,
......aui de Francsco Ca neiro da Cuiili
l.ima, sem deelar.cjio do molivo : e aiv-
lem dos ubdolegado da freguezia da lloi
Vista, Anua Joaquina do E-pnlo Sanio,
por crime de turto ; e o prelo Mmocl. es-
cravo do Dr. Feloza, por ctij.e de ollen-
sas phvsicas.
DEM DO DI* 27.
Foram presos: a orden do chefe de po
licia, Nicolao dos Passos, porcime, de fur-
to: a ordem do subdelegado da fr gue/ia
le S. Fre Pedro Goncalves, o pardo Floren-
cio, escravo de Amonio Jos Coin", a re-
OjnisicBo de seu enhor: a ordem do sub-
delegado de S. Antonio o escavo lodo, PO1
crime de furto ; seteno e Fernando, poi
ciime de olensas i'by-eas : e S do suhde
lega lo da Cr. gue/ia da lloa Vista, o parto
Francisco, escravo de Joaquim J .venci da
Silva, pelo mesino crime ; e 0 prelo Joilo,
escravo de Ignacio Francisco dos Sanlus
por fin to.
d Araujo Vianna. Joflo Vieira de Azeve-
do, Joaquim Florindo Pereira l.ima. Cijs-
todio Domingues dos Santos, Joaquim Jo.-
s Rodrigues da Cunha, Pedro Antonio
i; -t, ;k.tino, o vice-consul Francisca Fer-
reira de Novacs e J.ciiillio Jos le Me lei-
ros Correos, os llrasileiros VictorinoCoe-
llio da Silva Maia com I espravo, Victori-
no Pereira Maia, Manuel rVindsct) da Sil-
va Couto, Francisco Seralim da Silva Mou-
ra, Manuel Pcifiio Aranha, Jos da Sil-
va Neve.s, Antonio dosj|Saiitos Coelho, An-
tonio Alves de Souza Carvalho, Jo Ma-
Ximiano Rarro-o, M*noel'Jn#rs>ereira Pa-
checoKu padre /vntontff Joi de Carvalho,
0 alf res Manoel Joaquim r1e1T% 1 cabo de
esquadra e 1 sol lado doquarlo batalhto
de caQadores: para o sul, os majo'es An-
tonio de Dos e Cosa, e Nicolao Tnlenti-
iio de Vasconcellos, os capitSes Fermno
Jos da Silva Braga com 1 escravo, Gui-
1 hit ue l.eopol lo de Freitas e Jos Paz de
Snii/a, Manoel Theodoro Callado, Domin-
gos Jos Pereira Pacheco, Francisco de
Salles Pereira Pacheco, Bernardinode Se-
na Pereira Pacheco, Jaaquim Antonio Al-
ves Rbeiro^a primenos cadetes, 1-2 pra-
Qas para o exeicilo, 1 para a mariulia e o
Ingle/. E 1 nardo PoWer.
llama 30 das, lendu arribado em Cotin-
guiqa, o irazemlo deste 17 das, hiale na-
cional Ctiramur, de 69 toneladas, in"s-
tre Fortunato Jos da Moraes, equipagem
9, carga caf, madeiras e mais gneros ;
a Manoel Duarte Rodrigues.
Navios taidos no mes mu dia.
Genova Briguesardo aino, capillo Erna
nuelllozano, carga assucar.
Rio de Jaiieuo Brigue nacional Slinirva.
c.i pUo Jo-e [Ma luis da Silva, Carga as-
sucar, sulla e couros.
Acarar Hiale nacional Aguia, mostr
Francisco Jos da Silva Ralis, caiga fa-
zendas e mais gneros. Passageiros, o
Dr. Jos Antonio de Figueiredo con 1 es-
cravo e Cezario Pereira Ibiapina.
Porlos do norte Vapor l'ernambucana,
commandante JoSo llouriques Otien. A-
lui dos passageiros que trouxe dos por-
los do sul i ara os do norte leva a seu bor-
du : para oCear, o alfares Joo Carlos
del,. Al ei la, Antonio de M ni ni Holln,
Urasileitos: para oMarauhBo, o Francez
Ahx Foruier.
Oburvaeao.
lo-enili ii--" da cu......-sao o vapor de
guerra Thetis, commandante o capilSo te-
ueuie Auionio Francisco Pereira.
eclaracoes.
iW
Pela segunda secijflo da mesa do con-
sulado provincial, se annuncia que do dia
27 do conenle ert olete se principia a co-
brar o imposto de tres por ceuio gohre os
diversos e-lhelecimeolos de conformida le
com oart. 34 II da le do orcameiito do
anuo prximo passado.
P-la sublelegacia da freguezia da Roa
Vista fui a prelieiidido um quarlao mella-
do : quem Cor seu dono compreos na mes-
illa subdelegada, que, dando os signaos,
Ine sjia eulregie.
Pela sublelegacia do S. Jos do Reci-
.-linm-aoVecoHii.log a Cintel' os pelos de
nactio, Pedro e IziJ o, e nflu dzetn os OO"
mes de seus senhores : quem a ellos li'i'i
direilo, comprela n-sla subdelegada com
seus ttulos legaes, que. lli serflo entregues.
A matricula o'aula de pniloso.lna do
collegio das ailes esta abeita em casa do
respectivo professor, em Olinde, todos os
dus otis, de hoje al o ultimo de margo,
le coiiioi uii'lade com os estatutos do curso
jurdico.
\r. I a da obstetricia.
A matricula eslat abeita desde o primei-
ro al o ultimo de fevcreiro, e no dia 15
|u n i,o.iin as lines.
smalas qufl deve condu-
zir o vapor llnlinna para os
porlos do sul priicipiaiii-se a
lechar boj i ( 29 j as horas da
tar.ie, e r-cebem-se correspondencias com
o porle d iiiln ale as 3.
L'OSf*
ALFANDECA.
Rendimentododia27.....18:531,829
licscaneqam hoje 29 de Janeiro.
Calcla-- h'anny mercaduras.
Escuna Ihinm cimento.
Barca Caluinlwl o reslo.
Barca -- Klisnlieth ferro.
Barca -- Tilomas Mellon i Jen.
Escuna Bemartl o reslo.
Hrigue lihin mercadorias.
Escuna -- Otmdn -- fumo e charutos.
MiW I.AD-i KI'.Al .
Ilemlimento do dia 28.....4:110,731
Diversas provincias...... 163,033
4:273,774
BXPORTACAO.
Despachos martimos nn dio 28
Bio dp Janeiro, brigue nacional Minerva,
le 154 3,4 toneladas : conluz o seguimo i
529 meios de sulla, 1.200 cocos de comer,
34 ancoretas com 147 arrobas e 25 libras de
iii mo nulas, 2 ciiiM'i-'s com 332 espanadores.
2 nilbos co'ii 400 couros de cabra, 940
saceos e 264 barricas com 6.7U9 attolies e
29 libras ue assucai. 10c-x0es com plan-
tase MOcaixas com 200 arrobas de sabo
Gulnenl'Urgo, brigue sueco Lxnnea, de
264 toneladas : condiiz o seguintn : -.-.aii i
saceos com 12,500 arrobas de assucar, ao
saccas com 110 arrobas e4 libras de algo-
dSo e 1,000 cuuros salgados Cun 31,928
libras.
HtCEBEDORIA DE RENDAS GEUAES
INTERNAS.
Ilendimento do dia 28.....230,968
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimento do da 28.....1918,109

Movimento do porto.
Navios entrados no dia 28.
Para e porlos intermedios IB liase do ul-
timo pono 12 horas, vapor IIihimni com-
maudaiiie o primeira teuenle segundino,
equipagem 28. Passageiros : para esta
provincia, os Porluguezes Manuel Pereiraj
Thealro de Santa-Isabel.
40.' RECITA DA ASIGNATURA.
iiiiji:, 29 ni. jANFiao de 1851.
Espectculo variado divid lo em 3 partes
Primeira parte.
1 'Depois de deseuipenhada pela or-
cheslra a encllenle oiivertura do--Cnpo//o
de Hronze,-o Srs. Felippe Tati e Augusta
Candiani i'iiniai o o bello duelo do primei-
ro acto da opera-- Torquato Taita do
maestro Dnnizeti.
2.Os Srs. Capurri e Frederico Tati,
(untaran o bello diu-lo InilTo dus Pillla! da
opera Chiaru de ltosemberyh,iio maestro
Iticci.
3.'As Sias. Baderna e MoreauMancirUo
a carcter um passo a dousLa Styrien.
Segunda parle.
1.Grande ouverlura, seguindo-se pela
c.'in..aniiia nacional a representa^ad da in-
leressanle comeda em um aclo
I mi lia tiavissa.
2.OSr. Frederico Tati cantar a aria
di Silrada operiHrnani,do maestro
Verdi, seguindu-se pela Sra. Augi'sta Can-
diani a grande aria da opera Nabucodono-
lor do maestro verdi.
3.'ASta Mureao ejecutar 0 passo do
MVRINIIEIRO.
Ttrctira parte.
1.'Grande ouverlura, depois da qual
o Sr. Capurri caiilxr a excellente aria de
Fgaro da opera O Uarbeiro d* Sevilha,
do iiiiii.....al l lara cum o Sr. Feiippe Tan o duelo da mes-
ina u|i, ia itl'idta di quel melalto.
2."A Sra. Baderna secutara amPal-
io a Solo.
3.Terminar o espectculo com a gra-
ciosa tarea o
Juiz de paz da roca.
Comccata as 8 horas.
Os Inltn-ios achaiu-se venda no lugar
do cu-I u ue
Ignorando o empresario deste Iheatro
que a Sra. Augusta Candiani havia anuuido
no da 25 do correnle ao"desejo do regpei-
tavel publico d-sla capital, aceitando o con-
trato pina o mesmo, declara que o molivo
que o obrtgou a declarac9o qu fez nos jor-
uaes de 27 e 8 do Crrenle, fui para SallS-
fazer a obngacoa que esl subjeito para
com o mesmo publico.
Avisos martimos.
Renl oompanhia do paquetes a
vapor/ entre o Brasil e a t!ra
Itretanlia.
No da 31 do corrente at o primeiro dr
fevereiro, deve aqui chegar proce lente de
Inglaterra, o vapor da companhia Tweed,
commandante Rvrtt. o qual deve demorar-
se aqui 6 horas, para proseguir o seu desti-
no para os porlos do sul : qualqoer pessoa
que pretender passagem para qualquer dos
portos onde o mesmo tenha de tocar, haja
dedirigir-se cot antecedencia a casa dos
respectivog apeles nesla Praga Adamson
llnwe&C., ra do Trapiche n. 42, para
tratar d(iau-te, que sera regulado pela se-
guinte tabella de passageiros:
Para a Baha 25 pataco braillelrotou heap.
Rio de I. 50
Mnnlevid. I 0 .
a Buenos A.120
0 mesmo vapor deve aqu chegar de vol-
ta para a Europa no da 17 ou 18 de fe-
veiro: as pessoas portante que pretenderen!
oassagem no mesmo para os portos deS.
Vicente, Tenerife. Madeira, Lisboa, e In-
glaterra, po torio logo fazer o seu engaja-
(uento, para que depois no aconlefa que
nos poitos do sul se prehencham os lu-
gares.
Para o Porto.
O brigue portuguez Maria Felis, capilSo
I .ou renco Fernandos do i n r uio.ii sahlr mui-
lo breve : quem no mesmo qmzer carregar
ou ir de passagem, podein entender-se com
0 capilSo na pra^a, ou com o consignatario
Anlonio Joaquim de Souza Ribeiro.
Para a Babia sahe com muita brevida-
de por ter mais de melade do carregamenlo
a bordo, a sumaca nacional Carlota, mest'e
Jos Gocalves Simas : para o restante da
carga e passageiros trala-se com o consig-
natario da mesilla l.uiz Jos de Sa Araujo
na ra da Cruz n. 33.
I'ara o l.io de Janeiro
segu com a maior brevidade o
brigue nacional ddamastor, por
ler a maior p u !< do seu carrega-
menlo engajada: para o reslo,
passageiros ou escravos a frete :
Irata-se com os consignatarios Ma-
chado & l'inheiro, na ra do Vi-
galio n. ii), segundo andar, ou
com o capilo Filippe Nery de Oli-
veira, na praca doCommeicio.
Para o MaranhSo tocando no Cear,
pretende sahir nesles8dias o hiale Novo
Olinda, por ter proaiplo, e ja tratado dnos
lerdos de sua carga ; para o resto e passa-
geiros i'M.i-.e com o respeclivo meslre An-
lonio Jos Vianna, no trapiche do algodo,
ou na ra da Cruz, armazem do Sr. Manuel
Jos de S Araujo.
Para a B escuna nacional Emilia, de que lie capil.lo
Anlonio Silveira Maciel Jonior, caso encon-
tr carga sulicieole al 31 do correntu :
quem na mesilla pretender carregar ou ir
le passagem, euteoder-se-ha com Joo
Carlos Augoslo da Silva, ou com o capilSo
na ra da Cru li. 13, armazem.
Ve ide-se o brigue brasilei-
ro Soaies, bem co.istruido, forra
io e pregado de cobre, de carg i de
!.>.,non arrobas: os prelendeutes
p dciii ir examina-io na volla do
1 o te do Millos, onde se aclu
protnpto de todo o necessario pa-
ra seguir qualquer viagem, e pa-
ra tratar do negjcio na ra do
Trapicbe n. 5, escriptorio.
-- Para o Rio de Janeiro segu com brevi-
da le a escuna lucioual Galante Maria : para
caiga, esciavosa fete e passageiros, para o
I no lem excelleines comnioios. trala-se
loa ra do Vigano D. 4, com Silva & Grillo,
I'ara u l'uo de Jaueiro sabe
com a m.tiur brevidade possivel o
paUcbo nacional Heida : para o
resto da carga e passageiros trata-
se com o capilo na praca do Coin-
mcrcio, ou com Novaes 6c Com-
|ianliia, na ruado Trapicbe n. 34.
e muilfls outrbs objectos, inclusive um ca-
bra captivo, ptimo rozinbeiro, at de mas-
sas : sabbado. 1. de fevereiro, 10 lloras
la manhSa, na ra da Aurora n 58, orimei.
o andar, casa do Sr. Ilerculauo Alves da
lva ... :______
Avisos diversos.
A o Publico.
Arhandn-me A* residencia em meu sitio
in lugar do Cordeiro, o Ocando feicliM* a
cisa que habito nesta edade, no palco do
Carmo, na qual tenho o m.'U escripiorio,
aeconteceo quefoise multada na uoita de
domingo para segunda feira, 26 p ra 27 do
curr-enlfl mez. abrindoos roncadores a po-
ta da roa, e arromhando as portas do escrip-
torio, cuja chave no podendo f >rcar, des-
p'egaram as do bradicas, ese apoderaram
le quaulofoi encntralo as carteiras, que
lambem arrombaram, levando a burra de
ferro, dentro da q>nl elavam devosila-
ls divorsas letrag, recibos, diversos na jis
d'importancia, e aquantia de 1,158,000 em
linheirn. Apenas ch'guei casa na ma-
nira de27, e conheci o roubo me dir ge
aoHIm. Sr. Delegado, que solicito se tras-,
uutlou ao lugar do delicio, e f % as pesqui-
sas necessarias para verificar a existencia
il 1 crime, I o colher as nformaQdes. que se
podessem obter para descobrimealo de seus
autores, proceden lo ao* exames que serSo
publicados, logo que' for dada a cerlido
que pe i|.
(I roubo, que snf ri foi de muita conside-
ra(,-o, e me lem posto na maior consterna-
estado apenas nosso lomar as providencias
que sSo mais obvias. Segundo osmeusli-
vros commerciaes, que felizmente foram
deixados no escriptorio, sem duvida por-
queeram sem valor para os roubadores, as
ultras extraadas moutam na quantia de
135,339,818 rs. segundo a especiflctcSo,
que consta da rela(3o que ser publicada
com esta sucinta exnosicSo. Ain.la vem
augmentar a minha nf.iC/io a necestidade,
eni que me vejo enllocado de publicar o
11011111 de uiens deve lores, oque nSo lara,
se nao em ene 1111 stancia liio ponderla,
como a em que me vejo; espero por n que
me servir de completa excusa a necessi.
dade que teuho de fazer esle negocio pu-
blico para evitar que meus devedores pa-
guen! indev lamente, ou se fagan outras
quaesquer trausarcO-s, as qnaes, como il-
llCllas ueiiliuin 1 Ifilo podem produzr.
Aproveito esta occasiSo para tranquilisa
meus credores, apesar do profundo golpe
que Mill'ieii minha fortuna, espero em D-
os que pagarei as dividas pelas quaes sou
responsavel, no lempo de seus vencimen-
los, e se 111 pedir a hale iilgun : farei SaCri-
licio dos leus que me reslam, dispure do
que era dislina lo para meus lilhos, com
lauto que salisfaca os meus empenhos, e
in 1 -ola o crediclo, de qu-) feliz uente
sempre g tsei, e que he o meu nico recurso
11a acl 1 tuda -e. sada 11.ais me he possivel de
acresceotar : o lllm. Sr. Delegado esta pro-
ceJeo-o as pisqiuas necessarias pira que
,0 descubra o roubo, e espero que sera
coadjuvauo por lo los os que po loreui for-
tecer quaesquer informagOes, 1 a a que no
fique impune crime com no1 ti.lo con (a-
iianlia audacia, e quu veto gravemenle
couipreiiiuller a fortuna de nuia familia,
que cu.ii.ivi 1' mi um patrimonio seguro,
e quesa ve repeiitm.mente delle despojt-
do, lliulim li puiiiic ir um anuncio, em
que pioiiiellla dar a quantia de I.MOI rs.
a qjeui descubrisse o roubo, ou d'.-ssi in-
toi ni n, 1 exactas para q te Ios-e, descoher-
lo; reitero o mesmo o flerecim-nto; aces-
ee dan lo que ilar.-i IIIuIS a qua li < (| I-' f il'
adiada do que exista em dinhe.ro. lia cou-
v uiciie tus meus interesses particulares
cuuiu a juanea publica que este negocio
leuda a maior puldicidade a q tal inr.-i
dando as circumstancias qua ocorrerein,
a li tu de quu cheguo ao ronhecunenio di
lodos R.cie, 28 Jejaneiro de 1851. Ga-
briel Amonio.
Leiles,
O capilSo Thalcher, da escuna ameri-
cana Draco, tara leilo, por iiitcrvcnco do
corretor nliveira, de boas porcOes de cebo-
las, charulosda llavana, fumo da Virginia,
carne de porco salgada em lu iris nleims e
meios, nozes, manleiga. vassouras, agoas-
ardenles ( lian ly e whiskey), genebra, con-
servas de ceblas, cevadinha, lijlos, pre-
suntos para hambre, lingoigas, lampeCesde
patente, e nmeros arligos mu vendaves,
quanlo apeleciveis, destinados ao mercado
da California, para onde est indeciso se
proseguir sua viagm : quinta feira, 30 do
correte, s 10 horas da manhSa, 110 arma-
zem de Deane Youle & Companhia, becco
doGou(a|ves.
Arlhiot, denlisla chegado ltimamen-
te a esta ci I de, e lendo de retira r-se para
lina da provincia, faz lellflo por interven
(3o do corretor Miguel Cirneiro. no da
Sexta-I'eira 31 do correte as 10 horas da
mantilla em sua casa na ra da Cruz n. 43,
segundo andar, de una completa mobiliae
iiini de cozuiha.
-- O corretor Olivoira far leilSo de es-
plendida mobilia e obras de prata, consis-
lodo em urna mesa de jaula r nova'elsti-
ca para 21 pessoas, um guarda-lou^a gran-
de, cama de ferro para casados, duas ditas
mais pequeas, um rico aliar dourado com
as comptenles banquetas, um excellente
piano dos m.liiores autores inglezes, um
loucador grande de mogno, urna comoioda
ie Jacaranda com puchadures de prata, ca-
deiras de Jacaranda, qualro lindas serpen-
tinas de ver la.lena lollia de ca-.quinha, me-
sa de mogno redonda Cun tampo de pedra,
Vasos de brotue douradus para flores, lin-
d is qua iros de vistas na llalla e retratos de
altnia los autores julianos, serpentina de
duus glubus para cima du mesa, um rico re-
lugiu dourado dito, garrafas e copos de
cryslal, tigellas roxas dito para sobremesa,
Nota das letras que fnrem roubada a Gabri-
el Antonio, em 27 de Janeiro de 18J I.
lio ua letra aceita por Jos Luiz de Cal-
das Lins, vencida cin 30 de dezeinbro de
1830 de 1:484.000 ; rs. iim.i dita aceita por
Manoel Joe Ferreira Machado, vencida em
14 de dezembiode1832 de 245,460; rs.}
urna dita aceita por Jits do Rugo Danos,
vencida em 3 do de outrubro de 1838, de
3:400.000 res unta dit< aceita porChiisto-
v.ui d'llolanda Cavalcante vencida em 28 de
fevereiro de 1838, de I35,4a6 res. unta
dila aceita por Goncalo Fiancisco Xuv el Ca-
va rl canloUxoa, vencida em 24 de maio de
1838, de 1:392,651 rs.; oulra aceita pelo mes-
mo, vencida 0111 24 de maio de 1839 de
1.605,089 ; res. urna dita aceita por Manoel
Pereira Uarbozu, vencida em 1 de Janei-
ro de 1839 du 020,000 rs. ; oulra aceita pe-
lo mesmo, vencida em 1 de abril de 1838 de
100,000 rs.; uma.aceila por Jos Candido Ro-
drtguesllainos, vencida ein 1 do dczembto
de 1838 de 1!925,000rs.; una dita aceila por
Antonio Hbciro Pessoa vencida om 2 do
malo de 1838 de 345,938 rs. ; urna dita
aceila por Manoel Dcllino de Almeida, ven-
cida em 20 de Junha de 1836 de 157,760rs.;
uina aceita por Manoel Flix de Luna Fteire,
vencida em 19 de novembro de 1839 do
1:400,000 rs ; oulra aceila pelo mesmo,
vencida cm 12 dejulho do 1839 do 230,000
rs.; urna dila aceita por Anlonio Jos Perei-
ra de Meudonca, vencida em 30 de marco
de 1839 de 1:298,266 rs. ; uina dita aceila
por iiiuocencio Comes Pinto, vencida era
14 de Janeiro de 4840 de 770,000 rs.; oulra
aceita pelo mesmo, vencida em o I de Ja-
neiro 1840 de 1:250,000 rs. ; oulra aceita
pelo mesmo. vencida em 1 de j un lio de 1840
de 1:250,000 rs. ; unta dita acuita por Fran-
cisco Carlos llisla vencida cm 2 do Feveri-
ro de 1810 de 300,000 rs.; oulra aceita pe-
lo mesmo vencida cm 31 de Janeiro de 1840
de 660,000 rs.; unta dila aceila porSeba.-
iio bezorles de Hrros, vencida om 26 de
Janeiro de 1840 de 170/000 unir dita acei-
la por Dom ngos Lopes de Seuna, vencida
em 27 dujaneiiode 1840 de 2:750,000 T.;
urna dila aceilt por Jos Anlonio da Siiva e
Jos Maria Raudoira de Moura, vencida ein
9 de selemnro de 1839 do 500,000 rs.;
unta dila aceila por Leonardo Hez.-na de Si-
queia Carvarlcanle, vencida em do I uiaico
ie 1841 de 13:180 435 rs. : urna dita acei-
ta por Anlonio da .-silva Unto e Dernar.li-
dmo J.* Arantes, vencida ein 3 de Feverei-
ro 1842 de 2.078,240 rs : unta dila aceita
por Antonio Curios Francisco da Silva,
vcucida em 6 de juuuo Ue 1840 do 645,000:
/


- J-*.^u.
i
r. : urna dila coila or Rstevflo Jos Pnes
Brrelo, vencida m 28 'lo Fevereiro de 181-2
do 1:725,000 rs. : nina dita aceita por
Jos Claudino I.eite, vencida em 2> de fe-
vereiro de 1843 do 3:932,250 rs. : urna (lila
aceita por Manoel Maria de Caldas Rran-
dflo. vencida em 13 d'ahril de 1837. d-
488 G60 rs. : lima dita aceita par Joaqun)
Corre a deAraiijo vencida em 26 do liczoin-
brodel "43de 164,692 ; res. urna dila aceita
por Jos Alves de Souza Rangel, vencida
em 17 de Oulnliro de 1844do 98,005 rs.: ou
tra dita aceita pelo mosnio, vencida
em 17 de abril de 1845 de 103,255 rs.:
oulra dita aceita pelo mesmo, vencida em
17 'le nulnb'O do 1845 do 108,506 rs. outra
aceita pelo mesmo, vencida em 17 de Abril
1846 de 113,756; oulra aceita pelo mesmo
vencidaemi7dooutiibro d-1846 de 119,006
urna dila aceita por Francisco Goncalves da
Jloxs. vencida em 28 de fevere ro do 1845
de 1:584,874; nutro dita aceita pelo mesmo
vencida em 29 de jnnho de 1845 de a 1:7601
outra dita aceita pelo mesmo vencida em
29dejimbo de 1846 de 1;920.000 rs.; oulra
dila aceita pelo mesmo vencida em 29 de
junhode 1847 do 2:080,000 rs- outra dida
aceita p>lo mesmo vencida em 29 de junho
de 1818 de 2:136 500 rs. urna dila aceila por
Joflo digo Tilomas das Nevrs e Silva, ven-
cida em 23 de jane ro de 1846 de 177*000 ;
urna dila aceita por Antonio Joaquim.de
Mello e Silva, vencida em 11 do Fevereiro
de 1846 de 1 .'572,330, rs. urna dita aceita por
Bcrnardinn Jo- Arntes, vencida em 9 de
fevereiro de 1846, do 2:391,971 ; nu'ra dita
aceita pelo mesmo, vencida em 20 de Abril
1846, de 5061,767; oulra dita aceita por
Manoel Bczerra Cavalcanto, vencida em 9
De fevereiro do 1847, de 1:100,000 ; rs. urna
dita aceila por M noel Ignacio do Scqueira
Cavalcante, vencida em 31 deMaio do 1847
de 3:356,250: urna dita aceita por Manoel
das Ncve Gurjflo, vencida em II de fevo
reiro de 1817 de 2:591,450 rs. ; urna dita a-
ceita por Mximo Candido Rezerra do Vas-
concellos vencida em 22 do dezembro de
1846 de 114,940 rs.; urna dita aceita por
Antonio Jos Gomes de Almeida, vencida
em 5 de Agosto de 1845 de 173,861 rs.; urna
dila aceila por Manoel de Baos da Rox<
Wanlerley vencida em 5 de fevereiro de
1847 de 2:366,349 rs.; outra dita aceita pe-
lo mesmo, vencida em 5 do maio do 1847
de 2:474.938 rs.; urna dita aceita por An-
tonio J is Alves Ferreira, vencida em 9 de
marco do 1847 do 300,000 rs. ; urna dita
aceila pelo Padre Jonqunn Pinto de Campos
vencida em 12 d fevereiro de 1847 de
290,000 rs.; urna dita acita por Jos Mura
Celar doAmaial vencida em 15 de maio
de 1847 d 50,0c0 rs.; urna dila aceila por
Antonio Perelra da Muth, vencida em 29
de dezembro do 1847 de 471,000 rs.; urna
dila ceila por Joaqun) Hiplito de Verco-
za vencida em 6 de Janeiro de 1848 d-s
124,650 rs ; tima dila aceita por Manoel
Heniiques W-nderley, vencida em 22
de abril de 1848 de 1:701,410 rs. ; una d la
aceila por Francisco das Chgas Cavalcan-
le vencida em 15 do Janeiro do 1847 de
200,000 rs ; urna dita aceila por Manoel
Ignacio de Sjqueira Carvalcanle, vencida
em 30 de maio de 1847 de 1:643.750 rs. ;
umadit< aceita por Joaqun) Francisco
Carvalcanle de Albiiquerquo veii> ida em
8 de novembro de 1844 ao 157,040 is. ; uina
dita aceila por Gabriel Antonio do Souza,
vencida em 10 de dezembro de 1848 de
155.640 rs ; oulra dila aceila pelo mesmo
vencida em 25 de fev-reiro de 1847 de
233,90 rs. ; una dila aceita por Jos Rafael
da Silva Pau Brasil vene da em 15 defe-e-
reirode1848 de 1:067,500 rs.; onlra di aceila ielo mesmo vencida em 15iie feve-
reiro de 1849 de 3:483,177 rs ; urna dila a
re la por Jos Ignacio Calmil vencida em
31 de maio de 1848 de 647,66) rs ; oulra
dita aceila pelo mesmo vencida em 1. de fe
veiciro.de 1849 de 723,120 rs ; umaditaacei-
ta p' r Francisco das .t.ln-gas Cnvalcanto,
vencida em 27 do dezembro do 1847 de
1-135,000 rs ; urna dila aceita por Manoel
HenriquesVVandei ley vencida em 22 de maio
de 184s de 1:450,820 rs.; una dita aceita
p< r Gabriel Anl nio de Souza vencida em
II de margo de 1848 de 260,326 rs ; outra
dita aceita pelo mesmo vencida em 24 de
maio de 1848 de 448,826 rs.; urna dita acei-
ta por Manuel Alejandre de Souza vencida
cm 30 de maio do 1850 de 884,000 rs.; urna
dita aceita por Jos Antonio'da lincha,
vencida em 15 de fevereiro de 1850 de
4:611,050 rs ; oulra dila aceila pelo mesmo,
a vencer em 15 de fevereiro de 1851 do
4:9it0.0 a vencer om 15 de fevereiro de 1852 de
5:6*0,000 rs ; oulra dila aceita pelo mesmo a
vencer em 15 do fevereiro do 1853 de
6:340,000 is.; oulra dila aceita pelo mesmo
a vencer em 15 de fevereiro de 1854 de
7:060,000 rs.; um dila aceila por Jos Maria
de Vasconcellos Rourbon vencida em 20 de
fevoreiro de 1850 de 163,610 rs.; outra dita
aceita pelo mesmo vencida em 20 de de-
zembro do 1850 de 1.000,000 rs., oulra dila
aceita pelo mesmo, a vencer em 20 de de-
zembro do 1851 de 1:000,000 rs ; outra dita
aceila pelo mesmo, a vencer em 20 de de-
zembro de 1852 de 1:000,000 rs.; oulra dila
aceita pelo mesmo, vencer em 20 de de-
zembro de 1853 de 1:000,000 rs.; uina dita
aceita por-Manoel Alexandre de Souza, a
vencer cm 28 de fevereiro de 1851 de
1:027,580 rs ; urna conla coirento assigna-
da por aulonio Jos dos Santos cm 13 de
julbo de 1846 con) o saldo de 8:880,709 rs ;
um recibo de Leonardo Bczerra de Sequei-
ra Cavalcanie de urna Iclra de 4:975 628 rs.
aceita por Luiz d'Araujo Cavallante; um
recibo d'Agoslinho llenriques da Silva, pas-
sado eui2ile julho de 1850 de 1l:226,06urs.;
un dito do mesmo em 9 de agoslo dilo de
4:000,000 rs.; um dilo domesmo em 25 de
agosto dito, do 1.080,930 rs.: urna letra
passada a favar de Antonio Francisco do
llego Barros, aceita por Jos Mauricio Wan-
derley, e dada em pagamento a Noi borlo
Joaquim Jos Guedes pela viuva do mes-
mo I). Maria Marroquina de Jess Na-
zareno de 700,000 ,ts.; uina outra da
iiiesnia quanlia e igual processo acim,
o mais uina de 200,000 rs.; urna brida e
picadeira de prata ; unas reli ,uias, viudas
de Roma ; incia pe(a de panno de linbo do
Porto ; uina porreo do lectbos pascados por
diversa pessoas; varias contas correlo as-
siguadus por diversas pessoa*; urna letra
aceita por Felippn Santiago de Senua, de
100,000 rs.; ja vencida : una porfo de letras
por mi ni aceitas e pagas, e unirs de deve-
dores que se acliaiu reformadas, o pagas.
Declaro que as letras cima mencionadas,
tom a ahalnr-so urnas pequonas quantias
quo tenho recebido por conla, dasqua.es
pass-i recibo as respectivas datas.
A pessoa que actiou uan can, escrip-
ia om moia folha de papel e som litulo,''
qual i "ii no (im a data Para,* 10 de Janei-
ro d 1851 e esl com "o nomo riscado1,
tenhx a bondade da a trazer A osla ty,>o-
graphla.
Precisa-se lugar dons pro'os robustos:
paga-so bem, mi mesmo dous homons for-
ros que queiram trah*lhr : na ra da Con-
Oordia, redruejo francez n. 8.
Precisa-so de um feiior hbil para um
ongenho perto da praca : 'tratar na^rua
lo Cadeia velha, bulica n.6l, de Vicente
Jos de I', 11. i.
Aluga-se o armazem da ru do Torres
. 8, multo proprio par socar assucar, por
| ter tido o mesmo esthelecimonto, ees-
lar com caixfl necessario para o dito estalecimenlo : a
tratar no mesmo srmazem, ou na ra da
Cadeia do Recite, sobra Inn. 1.
II nbelina da Silva Queiroi declara ao
respeitavel publico cara que pessoa algu-
ma nflo compre nem faca qnalquer negocio
com t Mana da Penha Turros, viuva de
loaquim Jos da Costa, e infle d* declaran-
te, sobre um* morada de casa torrea n. 36,
n ra da Seozalla Nova do bairro do Recife
testa ci u le, visto ser ella somante uso-
fruturaria dos ren lmenlos da dita casa : e
pra que no acont-Qi qua pessoa mil in-
tencionada a induza a fizer algu-n nego-
cio fraudulento, faz o presente aununcio.
A inda os tolineiros.
Com elTeito, ha tolineiro tSo sem vergo-
nha, que se Introduz no camarote, toman-
do o primero lugar da frente campan lo
de assignante. Tolineiros ha tilo esperto*
Iue ja -.ni, ni quantns pessoas vflo para car-
tos camarotes, e vendo que falla uma, vai
entrando pelo camarote o diz : eu venho em
lugar do Sr. F.....o quando mais tarde esse
Ia*.....apparece, o tolineiro vai-se deixando
estar, porque palavra do re nflotorna atrs.
Na recila passada esleve isso um pnuco me-
Ihor a respeito dos lot.ileiros, porque al-
iim insis ou) leslo leve reccio de ser visto
o reconhecido como tal, talvez estej espe-
rando para hojn, veremos oque apparece.
O incommo linio.
O padre JoBo Capistrano de Mendonca
participa aos seus aluinnus, que a sua aula
particular, esiahe en la no primeiro anlar
do sobrado n. 18 da ra das Cruzas, abre-se
no dia 3 do fevereiro. Qualquer Sr. estu-
danle queso quizer novamento matricular
em qualquer das malarias que elle ensina,
o poder procurar na mencionada cas, das
9 lloras da mandila ale As 2 i da larde,
-- No Aterro da Ro Visti, loja n. 70, se
lira qiiem da dinhniro a juros com hypo-
tlicca em casas terreas.
~ Na noite de 20 para 21 de Janeiro do
correnta anno desaparecen do engenho
Mor-no o pardo IM nardo, que representa
tur 23 annos, cabellos cumplidos e sollos,
rosto largo, de estatura n carpo regulares;
foi comprado ao Sr. Jos Kaptist Riheiro
de Faria, em cujo noder existe um irmflo do
lito escravo : quem o pegar, pode lea-lo
ao refer.lo engenho a Joflo Manoel de B ir-
ros Jnior, ou nesta praca ao Sr Jos Pe-
reira Vianna,quesera bem recompensado.
Hoje, 29 do corr-nte, pelas 4 horas da
tae, a porta do Sr. juiz da segunda vara
docivel, na ra da M i lie de Dos, se hflo de
arrematar os escravos mucos e rohulos,
ja ano melados, peuhorados a Arcenio For-
tnalo da Sil va quem os pretender com-
iiareca que ha a uliima prac.a.
Prerisa-sn de uma ama quo lenh bom
e bstanle leile, e que nao lenlia lilho, rara
crear um menino : na ra Augusta n. 22.
-- Na pa> i'iii'iin, na p- ac da Santa Cruz n. 106,
precisa-se alugr um prelo ou rooleque pa-
ra o S i'vico ordinario de padaria, porin
que nao beba muilu : paga-se 12,000 rs.
por mez.
Desappareceti, no dia 19 de
novembro prximo passado do cn-
genbo l ai na cidade de Coian-
11 1, o pelo crioulo Luiz, de 28 an-
uos, bastante ladino, estalura re-
gular, bem preto, inuito ha ludo,
cabelludo pelos peilos, clieio do
corp i, o branco don olhos bastan-
te alvo, bons (lentes, fecoes re-
gulares ; be dllici il de pedreiro e
carreiro; julga-seestar nesta pra-
ca, por ter nella bastante conbeci-
mento, ou para es partes de Agoa
Freta, onde bavia pouco tinha an-
dado como pagem em companbia
de seu senbor Miguel da Cunha
Araujo Finheiro ; roga-se, pois,
a qualquer auloridade ou capilo
de campo que o apprehender, o
laca chegar ao dilo engenbo Cat,
que sei recompensado.
Faz-se almoco e jantar para fra com
muito asseio e psrfeiQlO : na ruada Praia,
becco do Carioca, sobrado da esquina. Na
mesma casa loma-se conla de roupa de
hornern solleiro para te lavar e engommar,
e cosem-se todas as quahdades de costura.
A pessoa que pretende ps de 'pinhni-
ra e oulras plantas para embarcar, pode di-
rigir-ae a S. Jos do Manguind, defronle
da entrada nova da Capuuga.
Fugio, 00 dia 21 do crrente, do enge-
nho Mussuuil na ni na' c i de Goianna, um
escravo de nouio Pedro, serUneju, fula,
liaixo, crioulo, ps ecorpo grossos, pouca
barba ou inntiuma, de 35 anuos pouco mais
ou menos ; levou camisa e simula conipri-
das de algo ,3o, tendo na camisa uma cruz
cuino maica; he de natural sesudo e falla
pouco : quem o pegar ou souber noticias,
pie dirigir-so a ra do Crespu n. 4, que
>era bem lecumpeusado.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello,
co nuie/ciaut e inuradur na villa do Porto
Calvo, comarca deAlayas, fazsciemea to-
las as pes-oas com quem lein negocios,
que Sua casa, desde o 1 de jauei'o Currrll-
tri, licara pviiin 11 debaixo da tu 111a Joaquim
Rodrigues l'avaitsMliinflo, pois que 110..U
dala leudo dado SOCiedade a uieii mano Jo-
s RoJngues lavares de Mello.
NusiliodoMonJegocasa n. 147, app.

MI
SMS
recu um carneiro a illas, quem Mr snti
dono, dando os signaos ccrl s ,^e Ihe entre-
gara.
-- O Sr. T Artau 1 n su Sinhnra, cidadSo
francez, reliram-se para Franga.
-- Precisa s 1 de um ama de leite : na
ru da Assuaipc.no n. 94
i 9- Alugm-se e vendem-se bixas de II1 m-
, Durgo : na ru do Aragio n. 21. loja de bar-
beiro de Titeadlo Ferrolra deSampaio.
Joflo Jos loCarvalho Mor>os emhrca
par o Rio de Janeiro n pardo escuro de no
mo l/iiz, escravo do Sr. Antonio Jos Gui-
niai''es, do iembalii, por ordem do mos-
mo Sr.
--Urna p/ssoa muito cipaz, quo darA in-
furmQfj"s de sua conducta, se offereco pa-
ra caixeiro de loja ou armazem de assucar :
qiiHm u pretender nnuncie, 011 o procure
einUlinda, na venda por haito do sobrado
de dous andares, naifua do Vara.ion -n.
Roga-se ao sr. Joto Pires Ferreira o fa-
vor de mandar entregar os 14 escravos quo
se acnam hypothecados e peuhorados, e de
que S.S. he depositario, por execucfli do
abaixo assignado. afi n de ser removido o
deposito para onde por lei competir, fisto
que S.S. nflo tem cumpruln com os seus
deveres, subtrahindu os (tilos escravos a
avallado, e mmlando-os Iralnlhar para a
reguezia do Cabo, e queira nflo epelir o
mesmo que fez com a excoiC/lo de M. A. na
qual nomeou escravos a penMora, que ja
eram morios, resultan lo deludo isto que
mais dias menos das haverflo mandados de
prisSo contra S. S. ~ -Inono Gome Villar.
Vicente Tboinaz dos Santos
e Francisco Joao de Barros decla-
ram, que no dia 31 de dezembro de
i85o dissolveram amigavelmente
a sociedade commercial que li-
nliam nesta praca, sb a raso de
Santos, Barros & (Jornpanhia, li -
cando a cargo do socio Barros to-
da a liquidaco da mesma SOCeda-
de, por que se responsabiltsnu,
tinto no activo como no pafsivo
della. Hecife, 27 de Janeiro de
i85i.
O abaixo assignado tendo de retira--se
para uutra provincia deste imperio, pede a
todos os seus leve,lo es que, por obsequio,
teutiam a bondade ie vlrou mamlarem pa-
gar suas coulas no prazo de oito dias. Tam-
ben) lein para ven ler a armac^o da luja de
seu eslabelecimenln, nu Aterro da Roa Vis-
ta 11. 38, esla armaeflu hade amarello, em
inulto bom estado, e p le servir para qual-
quer negocio. Recife, 28 de Janeiro de 1851.
J. Denz.
Antonio dos Santos Cordeiro, sublito
Poituguez, relira-se uara fra do imperio,
levando em sua compauhia o seu irmflu
Joflo dos Santos Cardoso tambem Por-
luguez.
No dia 31 do correte se levantar a
bandeira de N. S. dos Remedios, que sabira
do sitio do Cajueiro conduznla por oito
meninas lecenirtniento Vestidas : roga-se
aos devotos da mesma Senhora, que quize-
rem acompauhir dita banleira, que se
llvenlo acuar no lugar da partida As 4 hu-
ras em punto.
U cautelista Salusliano de
Aquino Ferreira faz snente ao re>-
peitavel publico, que no dia 1 de
fevereiro vindouro, pelas 9 horas
da iiMiili.i at s 6 da larde, paga
as cautelas premiad
de N S. do Livrameolo, que Ita
de se eftrahir em ,'i 1 do crrenle
na praea da Independencia
oja de uiiudezas, e tin.bem
^e pag qualquer premio que sa-
bir un- liiln' es e huios que l'.i-
raTi vend dos na me.sma loja.
Quem quizer comprar um eciavu de
nac.au, baslaule robusto, peritimu odicial
de calafate, e bom canoeiro, t abeita como de caireira : quem pretender
anuuncie.
-. Precisa-se de uma ama para o servico
inlernodeuma casa de familia .- na ra do
Hospicio, casa n. 63. Na mesma casa pre-
cisa-se de un ni deque que s J1 es, crio, e
que ent.'iida de vi n ler.
A na,
0 abaixo assignado faz publico, qua no
dia 1.* de fevereiro abrir em sua cas, ra
do Pilar n 40, a aula para meninos, ja 111-
nunciada por este liiario Os pais que qui-
zaren) mindar a ella seus lilhus, se pode-
r .lo entender com o mesmo abaixo assigna-
do, no escriplorio dos Srs. C. Siarr t C.*,
na ra da Aurora. ioii da Maya.
Precisa-s6 de uma ama de 1,lacle para
desmamar e tratar com todo o cuidado uma
menina, que seja p ssoa capaz e d dador S
sua conduela: quem estiver nestas circums-
tancias, dirija-so ao Monteiro, na casa de
Joflo Valentim Villela, ou na casa de I). Ma-
ria de Gusmflo.
Olferece-se para qualquer embarcarlo
mercantil um padeiro : quem quizer an-
nuncie-, seja para qualquer parle que fr.
-Roga-se a qualquer pessoa a quem forem
offerecidns dous relngios, sendo um de ou-
ro, descoberlo, caixa um pouco amassada,
mostrador de louca com afumas estrala-
dellas, e oulro de prata, Sbonete, mostra-
dor de louca, esl alguma cousa sujo, e a
molla de ima um puuco frocha, ambos com
das preta e chaves de lalflo, hj de ap-
prehende-los, queforam furia los da casa
Je Diogo Jos l.eiie Guimarfles, ra Nora n.
5, quesea gralilicada.
Santo Antflo, adm de se entregar a qualquer
deslos Srs. cluas Ct'tai de inuil importan-
cia com negocios do seus iuleresses : no
Passeio Publico n. 11. loja.
Quem precisar de um moco porluguez,
solleiro, de 22 annos, parg caixniro de ven-
da, do que tem bstanle pratica ( visto o
mesmo nflo estar sallsfeito na casa em que
aclualmentca se ach 1 ) : diriji-se ao paleo
do Carmo, botica, q ib se di'a quem he.
Precisa-se de um menino do 14 annns
com pradea do venda: no largo da Santa
Cruz, venca n. 2.
-- Olferece-se um rapaz brasileiro, que
Sabe bem ler. escrever e contar, gracli-
mtica o arithmetica, para ensinar me-
ninos com lodo o zelo : quem do seu pres-
umo se quizer ulihsar, dirija-so a ra es-
trella do Rozarlo 11. tf, que achara com
quem tratar.
Manuel Ignacio da Silva Teixeira, com
nadara na prai;a da Sania Cruz* por baixo
do sobrado n. 106, tem para vender uma
.....t:i'i de barricas vazlas, que loram de I 1-
rmiia de tritio.
Na niv.ii dis Martyrios, casa Onoi
retabillo na porta, so tinge tola quali lade
de fazenda, lano d-i Ifla como do algodfloe
dsela; bem como loda diver>i lade de
roupu : ludo or preco mais cummodo do
i| icecii oulra qualq 1er prte.
- Joaquim Antonio dos Santos Andrade.
na quah ia le de lestamenleiro e inventa-
rianln lo ca*al de seu linado sogro, Jos l'e-
refia Teixeira, tem dalo lodosos poderes
ao Sr. Ju- Joaquim Lopes Pereir Guima-
rfles para ccibraramigavel ou judirialmen-
te as dividas do dito casal, o he com quem
de boje em diaule os devedores se deverflo
enten ler.
Em virlu Je do annuneio cima fac,o ver
aos devedores do dito Casal que, nflo pa-
gando amigavelmente, serSo chamados a
juizo sem contempladlo.
Jos Joaquim l.opei Percha Guimnres
A pessoa que aonnnciou querer turnar
200,000 rs. a premio com hypolbeca em
U.na casa na ra do Motocolomb, dirija-si
a ra do l.ivramenlo n. 14, que achara con
quera tratar
-- Precisa-se lugar um sobrado de dous
andares, que leuda quintal, as ius Nova,
Ro/ario larga, Cruzes, Cadeia, Collegio e
Queimado, do bairro de Santo Antonio :
quem liver, aununrie
-Pede-so a ludas as pessoas que nflo
teem pago Importancia de brinetes de lote-
ra, qu; do Rio de Janeiro, qur desta ci-
dade, tem,'ii a bondade de man lar ou vi-
re en pagar a ra da Cadeia do Recife, loja
numero 24.
OSr. Joflo Francisco de Araujo Uma
tem uma bocela, vinda dosul no vapor, em
inflo de Joaquim l'inbeiro Jacome, DO Re*
crie
Quem pretender edificar duas
011 (res moradas de cisa.s, queren-
do comprar um bom terreno na
ruado I ruin, pode dirigirse
Compram-se p4de sapotis,
de [linlia. e alguns outrosarvore-
dos fructferos, plantadcjs em ci-
xes, que se poasam embarcar pi-
ra lora di provincia : quem tiver
para vender, annuncie, ou diri-
ja -s na do Trapichen. 5, pri-
meiro andar
Compra-so um piano de arma(flo em
dom estado e por preco cimm'ilo: no ar-
mazem da ra do Vigario n. 25.
Vend
as.
mez,
n. 4,
Ksarlptnraco commercial.
O abaixo assignado se olferece para ir
casas parliculaies, medianie uma mdica
remuiieracao. ensinar a escripturacSo com-
mercial por partidas dobralas, do modo
marcado pelo cdigo commercial brasilei-
ro ; e adanca que em mili poucs liges po-
la u alumno apio para >e encarregar dos li-
vros de qualquer casa de negocio. Pode ser
procurado lodos os dias no escriptono dos
Srs C. Siar rora. Jote da Haya.
Deseja-se fallaran Sr. Manoel de Frei-
ta.s .Nogueira, que mora ou miirou para as
partes de S. l.ourenco, assim como com o
ra Direita, so ralo n. 110.
Fugomma-se e lava-se toda a qualida-
de ele roupa com lo lo asseio e milita prnmp-
lidao, por prego mais Couimolci do que em
oulra (inalquer parle : ua ra de Agoas-Ver-
des, n 26.
O abaixo SSSiRnsdO avisa ao Sr. T. G. ,
que reeebeu em paga nenio urna sua lellra
de 712,212 rs. venc la em 31 de dez-m-
bro de 1818, sacada no engenlio Massanga-
na, para que a mande pagar no prazo de cu-
to das, pois que toda ln lama no recebi-
menlo da dita lettra causa grande prejuizo
Servse 0 abaixo as-ifina lo deste nielo de
aviso, 1 urque de out-o modo sabe que nflo
produz ncli'uim resultado
Frotii-isco Cavaleanti de Mello.
Tendo o abaixo assignado transferido
a sua r-.ilencia para a praga da Boa Vista,
; sobrado de dous an lares 11. 6, avisa aos
n 1- de s os huimos, emais a quem con-
vier, que continua a receber ainla alguns
alumnos internos e externos, ensinanjo-
Ibes lalim, francez e pnmejrs lellras, ( es-
la ultima s aos internos e alitumas iicc'i >
dd msica vocal, de danta, violan piano
Pudre Pedro da S'loa llrnnd,'in.
Napadaiia de Manoel Ignacio di Silva
Teixejra, na piaca da Santa Cruz n. 100,
ha sempre o mellior caf moidn, sem ter a
menor mistura, o tambem em grflo ; ceva-
da torrada, uioida e em giflo ; muito bom
cha dy.on ; assucar relio do e em torrflo,
nflo vende ais barato que os mais, porm
I1" l>- asseverar ser simples e do n : quem
duvida venba ver.
O abaixo assignado, prnfessor particu-
lar de primeiras lettras, disciplinado em
preparatorios no lyceti desta cidade, parti-
cipa ao res eilavel publico e aos pais ci-
scos alumnos, que segunda-feira, t3 do
correle abri su'aula, e debaixo dessa mes-
ma disciplina ensina por principios a gram-
matica 1 urlugueza, latina franceza, ad-
mit ndo in--.se recinto pencionistas e meios
pendonistas. Os pais de familia que quize-
rem applicar seus dlhos a algunia des.-as
disciplinas, podem dnigir-sea ra larga do
Ruzario n. 48, sc-gun lo andar.
Joi Mara de Figueiredo.
O supra assignado de boje em diauteas-
signa-se por Jos Maria Machado de Figuei-
redo, por haver oulro de igual nome.
-- Os her leiros de Francisco da Silva, de-
s. jando liquidarem as cuntas da casa de
seu tinado pai, avisam aos devedores da
mesma, que quanto antes bajatn de appa-
recer para pagaren) seus dbitos, pois nes-
ta cd.t 1 tm olles autnrisado ao seu procu-
rador, Antonio da Cosa Ribeiro e Mello,
para usar dos meios judiciaes para com os
umissos.
Ti aspassa-se o arrendaniento do enge-
nbo Queluz, silo na freguezia de Ipojuca.
veudeudo-se a safra no campo, o engendo
d copeiro e bom, e tem bous cercados : a
tratar com Miguel Auguslo de llliveia, na
sua residencia no rngei.hu Camassari, na
freguezia de S. Amaro Jboaiao, ou com
Theolonio da Silva Vieira no eugeuho Ca-
xoeira da freguezia de Ipojuca.
Precisa-se alugar meusalmente um ca-
noeiro escravo, pagase bem : na ru Impe-
rial u. 125.
Precisa-se fallar aoSr. Francisco Af-
fonso Bolelho a negocio de seu inleressu :
na ra da Aurora 11 52.

Com
pas.
Con prm-se escravos de ambos os se-
xos mocos e de bonitas figuras : na ra lar-
sr. Flix Paz da Silva, que hoje reside para I gsr do Rozarlo u. 48, primeiro andar.
Le da g;iinrda nacional.
Ven lo-se o peculio do guarda nacinnl,
'un I en.lo a lei, regula nenio o o mais preni
-o para amsna, a 1.000 rs. cada exem-
nlar: n praca da Independencia, livraria
ns. 6 e 8
Casa de consi;rnaco de escravos,
na rila do Itozari larga u. 22,
egiimio andar.
Vendem-se oito escravos mocos, bons
trahalhadores de euxada ; dous moleques
le bonitas dguras, de 18 annos, sendo um
liocn carreiro ; e dus negrotas do bonitas
ligurss com afumas habilidades.
Vendem-se semenlea >le inliames : no
l'ombal, sitio que Coi do fallec Jo Antonio
Jos da Costa Ribeiro.
Vende-se uma porQo de doce do pelu-
xo a 12.) rs. a libra, vindo da villa do Cabo :
ua luja de Antonio Fernandos Velloso, ra
da Madre de Dos.
Para vestido de senhora.
Vendem-se os mais asseiadus punhos e
manenlos de lilo e cambraia bordados com
bico : na ra do Queimado n. 9 : dflo-se
amostras.
~ Vende-se um prelo de inicuo Angola, do
0 a 24 annos, bom odicial de chap-leiro e
le mu boa conduela : na praca da Inde-
pendencia o. 4, se dir quem vende.
teste **$i .mmmmmmm:
U Aos 5:000,000 rs.
4 Venlom-si tldeles e meios ditos JJ
:JI da loleria do l.ivramenlo, q ce corre i:
se infalivelmeule no dia 31 du crrente: h
J a el les sotas que se ac nem, pois res-
? tam poneos: na esquina da ruado
( alinea, loja n. II, junio a botica do
Sr. Joflo Moreira.
atn-t-.....tml-iS -"-avWW
4 Na ru Nuva, loja franceza n. 10, ha
para vender, para as seuhoras de b.im gos-
to, sapa tos de selnn preto, da uliima mola
da Paris.
Graxa n. Q7.
Vende-se a ver.la lena graxa n 97, milito
em conla : na ra da Crut n. 42, a fallar no
arinaznm de fazendas.
Vandem-se 15 a cees1 da companhia de
Beberibe: na ra da Cruz n. 52
Vendem-se 2 moleques pessas, ambos
oplimus olliciaes de sapateiro: quem os
preleuder procure na ra Oireila sobrado de
um andar n. 115, murando as lujas um al -
fai.le.
V 11.1.'' urna parda de 28 annos, en-
m'iiiii:i e lava com pe f icjo, cuse, preua-
ra un. Sala Com ludo o as,el l e Cuidado,
do muito cariuliosa para meninos, sem vi-
cios, o inntivu da venda se dir ao compra-
dor : na roa do Hospicio, casa terrea com
solflo, defronle da cas n 17.
fauno vente imi-inl.
Vende-se panno verde invisivel, muito d-
co e liaralissnno, nflo se menciona aqu o
preco porque cauzari isso um admiraclo
aos piolen lentes, a ponto de nflo fazerem
conla, e dizeie n, sem vi re m ver a grande
oechiiicha, ora isso nflo p le er panno
bom ; he este o motivo por que sci se dir a
vista dos compradores e do dito panno ;
larnhem restam algomas pegas de ganga
cor de cima e amarelia. propria para pali-
ic'i- de meninos, que pra acabar con bre-
vidade si yenderflo a 6,000 rs. a pe, e a
nc-ni pal -o ocovado: no Aterro da Boa
Vista n. 18
Vende-se urna escrava moca com algu-
nas lia Inii la les : quem pretender, dirija-se
ao rliiU-l-Fraiicisco, que achara com quem
Halar
cNo becco do Goncalves, armazom do
Araujo, vende-se superior firinha de man-
lioca a 2,00) rs. a sacca, ebegada nllima-
iinule do Cear.
Vende-se uma escrava muito moca o de
bonita ligura : na SoleJade n. 9.
Venlem-se duas prelas mogas, de bo-
nitas Dguras, que engommam, cozinhain e
fazem todo o mis servigo de una casa ; 2
ditas boas quitandeiras e lava.lenas ; 2
pardas de 20 annos, de mu boas figuras,
mu corta e faz carnizas de homem minio
bem, marca e faz lavarinto ; um molrque
de 18 annos, bom para a praga ou campo;
I prelo de meia ida le, bom para trabalhar
em um sitio, tratar de rocas, tirar leile e
vir vender na praca, por a issu estar acos-
tumado ; e 1 casal de escravos bons para o
irabalho decampo: na ra do Cullegio o.
21; primeiro andar.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
loleria do Livramento, cujas ro-
das andam no dia 3i do correte
infaliveImente : na iraca da Boa-
Vista, botica n. 32.
Vendem-se 30 alqueires de arroz de
casca, a 2,880 rs. o alqueire da medida ve-
lha cacula lo : na ra do Aragflo n. 14.
Ma ra da Cruz, armazem 11. 33, de Si
Araujo, veode-se superior fa rio ha de man-
dioca, a 2,000 rs. a sacca para acabar ; sol-
la ; couros u.unios; cunas de ema. o su-
perior ceia de carnauba em saccas.
Vende-se bacalho de esca-
ma, muito superior fazenda, a
6,5oo rs. cada barrica : no arma-
zem do Annes, no caes da alhn-
dega.
Na ra das Cruzes n. 18, terceiro an-
dar, vende-se uma ptima 1 arda, que en-
gomla, cose bem chao, cozmh e lava;
ma prelado 20 annos, ujlima engomma-
d. ha cose cho, co/inha e lava ; tres ditas
inuiio mocas, que cozuhan, lavam de sa-
biio e venlem na ra ; um (lita de 30 an-
uos, propria para o si rvir,o do campo uu de
ra ; uma linda ue gruida de ti a 12 annos
e un molequinho de 14 mezes, j desma-
mado e muito esperto.


rm
m ari.ra
'


i'

Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundido de (erro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum ns. 6, 8 e 10, fabrica
de
machinas e fundicjo de ferro.
AGElSCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Weste estabeleeimento conli-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro* batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vende-se superior farlnha
gallega, em rucias barricas : no escriplono
de Oeane Youle & C, ou edi seu armazem
do beCCO rio tornea! ves.
Chumbo de municSo.
Vende-tre no armazem de i. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim n. 35.
Boticas lmimvopntliicns, na vita
do Crespo, lo.ta n. 4.
--Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, con) os seus com-
pelenles livros, vindas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande estabeleeimento cen-
tral da ra de S. Jos n. 59.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
A i,(>oo rs.
Vendem-se ivos corles de brim tranca-
do escuro rom duas varas e mp < cada corte
a 1,600; cass* franceza de bom goslo.a2,600
rs.; pecas de esguiSo de alitodAo com 12
varas, a 2,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godSo de cores, a 720 rs.: na ra do Cres-
po n. 6, Inja ao prlo lampean.
Deposito le cal virgem
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ltima-
mente de Lisboa no Irrigue 'farvjo-Terceiro.
Cabecadns infflczns.
Vendem-se cahegadas inglezas roligas e
chatas, loros e silhasde 13a: na rna doTra-
piahe n. 10.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na rna do Amorim n. 35, ar-
mazem de ). J. Tasso Jnior.
Potassa da Kiissin.
Vende-so pntassa da Itussia, recenlamen-
te chegada, 6 de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Lotera de \. S. do Llvruiuento.
A OS .">:.....iSiriin,
Na ra da Cadeia n. 46. Inja de miudezas.
vendeu-seo nieio bilhele n 1454 da lotera
de N. S. do l.ivr amento em que sahio a sor-
le grande de 5:000,001 rs., e eslSo expos-
tosa venda os afortunados bilheUs e cau-
telas da mesma lotera, que corre imprele-
rivelmenle no da 31 de Janeiro crenle.
Rilhelea 11,000
Me l os 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tnlxas para ciiKCiilio.
Na fundigilo de ferro da ra oo llrum,
acaba-se de receber urn completo sortimeu-
to de laixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaes acliam-sea venila por prego cum-
i odo, e com pruniptidilo embacain-se, ou
carregam-su tai carrossem despezas ao
comprador.
MoenditN superiores.
Na fundarlo de C. Marr Companhia,
em S.-Amaro, aeham-sea venda moendas.
de canna, todas de ferro, de um modelo e
eonslruccilo muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de llamhur^o
na ra do Amorim n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa,
*ssim como cbI virgem e pedra, rcenle-
mente chegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel: na la da Cadeia do. Itecife n. 12, ar-
mazem.
Grande sortimento de charutos
da fabrica de S. Flix, no ar-
mazem le Crocco & Conipanlila,
ra la Cruz u. 21.
Silo rhrgados a este ai mazem os verda-
deiros charutos regalos, regala, cca depuladus, venus, senadoras e soberanos
de IIvana, em caixas de cein e 250, por pre-
(os rasoaveis.
Chapeos.
Mia Ramos & C, na ra Nova n. 6, aca-
ba de recelier vindo de Franca pelo ultimo
navio, ricos chpeos de seda com pluma e
ti .ini;, para n mimos e meninas, e poden
afiancarque neste genero he o nrelhor que
tem vindo a esta cidaJe, os quaes se ven-
den) por pre^o commodo.
Vende-se cevadinha em garrafCes mu
bem conservada e nova, vinda recenlemen-
tee por preco que animar ao comprador,
a vista da sua qualidade : na ra da Cruz,
armazem n. 48.
Vende-se urna hoa esrrava cozinheira,
muito fiel e sem vicios, assim como urna
oulra mucama, costureira e engominaJeira,
cuja conduela e rnoleslias se afianza : na
ra larga do Rozaro, luja n. 35.
A pobreza.
Vendem-se cebollas ameiicanas pelo ba-
rato preco de 80 a 160 rs. a reste*. e a 320
rs. o cento das solas : nos armazens do nec-
eo do Cuncalves, junto a osa da Sra.Viuva
Lasserre
Aos 5:oo>.$ooo rs,
Vendem-se meios blneles da lotera e
N. S. do Livramento, cujas rodas andaiii
no dia 31 do crrenle infalivelmente : na
ra larga doRozario, botica n. 42.
Deposito de cal e potassa.
din ha 8 Amorim, na ra de
Cadeiri do Kecife n.
boa Novo Vencedor, Carlota e
Amelia barril com cal virgem, e
venden, tanto a cal como a po-
lassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Para fechar contas.
Vende-se cera de carnauba, cnurnhos de
cabra, sola e urna Palanca com bracos, con-
chas, correntes de ferro e pesos, propria pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
embarcagSo : ludo por preco commodo : na
ra dos Taimen os. armazem n. 5.
'.nulos de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica le roaos os
Santos na Bahia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprtO para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Vendem-se caixas com cera
em velas do Kio de .l.ineiro j na
ra da Alfandega Velha n. 5 es-
criplorio.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Tiapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue lami 111.
Vende se muito boa farinha
4
Vil
Lotera de N. S. do Livramento.
Na praga da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os afortunados blne-
les, meios e cautelas da mesma lotera, qu*
corre imprelerivelmente no dia 31 do cor-
rente mez.
Ililhetes 11,000 ,
Meios 5,500- ?
Quartos 2,600
Quintos 2.100
Decimos 1,100
Vigsimos 600

No deposito da ra da Mocil* n. 15,
ha para veoder superior cal em pe- "J
rlra, recentemente chegada- de Lis-
boa, em o brigue Conceico de Va-
ria, por prego rasoavel : tamben ah
ge vendem pesos de duas e de urna
arroba, por prego commodo; ha
lambem efectivamente no mesmo
;> deposito barrisdemel para embar-
ga que.
Vendem-se colecfles do Medico do Povo,
de 1 a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Aos 5:ooo,ooo rs.
Vendem-se meios bilhetes da
loleria a favor das obras da igreja
'de N. S. do Livramento, que cor-
re no dia 3i do corrente mez : no
Aterro da B01 Vista, loja de cal-
cado n. 58.
(ruin qner 5;ooo$ooo 1
Quem qnizer a so- te grande da olera do
Livrainento, que infalivelmente corre n
da 301I0 corrente mez, apresse-se a com-
prar algum dos poneos bilhetes que anda
restam, as lujas da esqu na da rna do Ca-
de mandioca, recentemente chega- buga ns. 11 e 9, juntas a botica de JoSo Mo-
da de Santa Catharina, em porco
ou a relalho, por preco commo-
do : a bordo do brigue Soares,
Tundeado na volla do Forte do
Mallos, ou na ra da Alfandega
Velha n. 5. escriplorio
Itogn-sc oos fregueses que tcnliam
tola nttenen paru o novo sor-
tiiueuto pie existe na loja da
ra lo Crespo n. 6, ao pe lo
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de cdrrs fixas
a 260 c 280 rs. o covado; corles de brim
bianeo de linho puro, a 1,920 rs ; dilos de
fu.-iau minio linos, a 560 a 610 rs. ; csssa ;
reir.
Tecido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duaa qualidades,
pioprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a a,000 ris
a sarca : venle-se no armazem de Campel-
lo Fiiho, ra da Cadeia do Recife ir. 64
Vendem-se 10 saccas de superior car-
nauba ; 250 eourinhoi de cabra ; 13 pares
da sapalOes decouro de lust'o, mu bem
feiios ede talho moderno ; urna toalha de
bretanha de linho com lavarnlo, n.uilo bem
I acabada fina : ludo se vende por comino-
'preta propria para loto aliviado, a 120 is. o
covado ; zuarle de cor, a 200is. ; riscado
.le linho para casacas, a 240 rs n covado, e
uulrasmuilas fazeoual por preco cununodo.
Cal vigem de LisLa,
da melhor que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Em-
preza : trata-se com A. C. de
Abren, na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 37.
Vendem-se chapeos do Chi-
le pequeos, muito linos, a 6,000
rs. cada um : na ra do Crespo,
numero a3.
\iivii i>i cilindra de mollinos
para enf a 64o rs.
Vendem-se monillos para caf a 640 rs. :
na ra da Cadeia, Inja de ferragens de An-
tonio Joaquini Vidal,
Mor 1 na lo-i l'anl>. modista
brasileira, ru Nova n. 34.
Annuncia ao publico e pariicularmente
aos S"Us Ire^uezes que lem para vender um
Completo soriimento de g'osdenapl* de
furia cftr o preto muito superior, assim co-
mo sarja e chamalole preto de primeira
i|ualidaiie; finos ri tes iie grosdenaple de
fulla cor adamascado lauto para mantele-
tes com o para capolinhus) ricas franjas e
reqofe de seda de fuit eAr, proprio i>ara
inleites dos oiesmos, a qual se vender
comprando alguma porgAo da fazemla ci-
ma ilna ; um 11C0 sorlimenlo de mantrlc-
les, capolinhus e palns de grosdenaple de
fuita Cf e dechamlotH pr>io, ludo t'o.
muita consist ncia e feuos ern Fianga ; ca-
polinhus de fil do linho preto ; tilos paia
iiieuiii's de 4 a 8 anuos ; um variavel sorli-
menlo de bolillos chapeos de serla de todas
as cores ; ditos de lina paltia de Dalia para
enhora e menina, elevantes chai osinhos
descra com lindos inf> ites iropros para
baplsados ; ditos de oplima pallnnha para
menina e menino ; os melliores e mais tom-
modos esparlilhos que tem chegado a esta
praca ; nuvas e riquissiinas capellas muito
proprias para Casamenlose bailis; ricos
cachos de flores para nfenar chapeos de se-
nhora ; luvas de pellica com infeitesde su-
peiior qualidade para senhora .- dii s de di-
ta curtas para homem e senhora ; um gran-
de so' lmenlo do bonitas lilas e ae difleren-
les rres; chapeos de sol para senhora;
ner fumaras linas ; a mi ai Ora pretase bran-
cas para chapeos de senhora ; gurgurS de
cores proprio para chapeos de dita ; sapa-
los de selim branco ; c^misnhas e roua iras
para senhora : e ouiras muilas lazendas do
gosto moderno.
do prego: na ra da Cadeia Velha n. 24,
Itua do Colegio n. 4
Neste estabeleeimento se encontrara sem-
pre o mesmo sortia ento de chapeos de sol
ja annunciados, assim como sedas e psnnns
em pega para as armacO I servidas, baleias
para vestidos e esparlilhos de senhorrs.
1 iini-ii la-sr (oda a qualidade de chapeos de
sol, tudo por menos prego do que eui oulra
gualquer parte.
Na ra rstreta do Rozaro, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, de 1.'
y. dos Santos Maya, vendem-se corlas de
5o,
recebe-I r'P' e ''or,loe8 laraviolSo eiabeca, e pa-
, I pe paulado para msica, ludo da inelbor
rain petos ltimos navios de Lis-|qUaiidade poMivel,
primeiroandar, demanbSa alis 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
Vende-se urna preta moga, gorda e sa-
dia, que engomla hem, cose, coznha e la-
va, o que ludo se alianga : na ra larga do
Rozaro n. 46, primeiro andar.
Deposito de e-pelhosdas ma-
nafactuiasde Franca: na ra do
Passeion. 19.
Um hom official de pedreiro.
Vende-se um escravo, preto, oficial de
pedeiro, mogo e de bonita ligura ; urna par-
ila boa cozinheira e engorurnadeira, com
urna lilha de i mrzes ; e um preto, mogo,
robuslo, bem trabalnor de enxada, piopno
para engenho ou armazem de as-ucar, por
ler muila Torga : na ra larga do Rozarlo,
n. 48, piimeiro andar.
Vende-se lio pnele, vindo do Portoe
caixas le pnho vasas ; rodas de arcos ds
pao para barricas de assucar ; presos ri pac ;
do Curio : na ra da Cruz n. 49, escriplurio.
He baratissimo.
Vendem-se sapuioes de couro
de lustro a 1,600 e a 3,000 rs. ,
preco dos sapatos ordinarios, e
livre da massada de engraxar-se
na ra da Cadeia do becile, loja
numero 9.
Atteneflo.
Na ra da Cadeia do llecifo n. 50, vendem-
se pessasde bretanha de 6 varas, a 2 880 rs ;
chitas de coheita muid) finase fxa 220 rs.
o covado ; chita fruteca, a 300 rs. ; cortes
de r;in I..... ile seda, a 8.U00; e de Cariibrai-
de algodSo de cr, a 2,400 rs. ; chapeos
Irancizesde maga, a 6.600 rs.; ditos deso,
de -:.., a ;>.(mu is ; (orles de fuslo para
Cnllrl", a 1,000 rs.; esguiflo muito sinerio
a 1,800 rs. a va 1 a ; lui-tflo lira uro, a 300 rs.;
lentos do cassa amarella, a 2.200 rs. a du-
/ : diios fraocetw, a 2 880 rs.; ditos de
ramhraia 1 ara rrflo, a 3,20u rs. ditos de se
da a 1,000 is. 1,6(10 rs. um ; ditos de cam-
braa de linho, a 6,400 rs. a duzia ; luvas dr
prlica paia senliora, a 320 rs. o par ; man-
tas de seda paradit<, a 8.000 rs. 9.000 rs.
e 10,000 rs muilu superiores; merm 0
mal- sopiriorquo ha, a 5,0o0 rs. o covado;
e outias muilas fazendas que vista se
mostrarSo.
Aos :"):00o,000 ris.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento, que corre impreieri-
velrnenle no lim do corrente mez : na pra-
rinha do I mmenlo n. 67, loja de Jos
Mal luis da Cruz.
Vende-se superior potassa,
muilo nova, hegada na escuna
Caanle Alaria do Kio de Janei-
ro, por preco muito commodo : no
armazem de Das Ferreira, no
caes il 1 A lia dega, ou a tratar com
iNovaes & Comi.anhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Velas de cera do Kio de Janeiro.
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muito bom sor-
timento, em caixas : no armazem
de Das Ferreira, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com Novaes
& Companhia, na ra do Trapi-
che 11. 34.
A 400 ris.
Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, francezas, de todas as cores, gustos iu-
l-ir.. rni-nii- mi vos, imitando seda, a 400 rs.
o covado : na ra do Crespo n. 14, loja. de
I Jos Francisco Das.
Vendem-se arado* america-
nos dos modelos mais approvados;
na ra'do Trapiche n. 8.
Vende-se fumoem folha pa-
ra capa e milo de charutos, por
prrro muito commodo, assim como
saccas-com farinha de mandioca :
trala-se nos armazens de Gouva
k Dins e Diss Ferreira, no caes
da Alfandega, ou com Nova es-ck
Companhia, na ra do Trapiche
numero 34-
Superior'* massas para chapeos.
Na ra da Cadeia do Recife, luja n. 46,
vendem-se superiores massas portuguezaa
oara chapeos, a ellas antea que ae cahem
Vio para sapntelro e para saceos
Vende-se um restante de ptimo fio para
sapateiro em novellos, e dito em meladas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas : ein casade Adamson llowie
& Companhia, ra do Trapiche n. 42.
Cal vii'(ri-iii em pedra
chegada de Lisboa na barca Carlota Ame-
lia, vende-se a prego commodo : no arma-
zem de Silva Barroca, na ra do Brum, nu-
mero 28.
Peehlncha.
Vendem-se ricas cassas francezs, de lin-
dos padrOes e de cores zoes, rxas, ama-
relias, cor de roza, etc. Estas cassas sSn
de Huirs e com delicados desenhos, e tnr-
na-se muito recommendavel, tanto pela
i|iialidade, como pelo demuuto prego de
480 rs. a vara : na ra do Crespo n. 14, loja
le Jos Francisco Das.
Ka nova loja de Ifrnaciu Luiz de
liritio Tnhorda, na rita
do Crespo n. lo,
vendem-se fazendas modernssimas e por
diminuios pregos, como sejam : cambraias
le quadros, superior laven la, a 280 rs. 0
ovado; lencos de seda de peso, a 1,800 rs. j
corles de mi ia casemira, a 4,000 rs.; cha-
les de cadsgo, cacuros, a 1,400 rs. ; casene-
las de cores, a 960 e 1,200 rs. o covado; c
muilas nutras ltimamente chegadas, que
se mostraro aos compradores, e se de-
tam ir as amostras.
9 Alg;odo para saceos. s>
H Vende-se muito bom algo 19o para t
f$ saceos de assucar, por prego comino-'%,
* do : em casa de Iticardo Itnyle, na e>.
^ ra da Cadeia n. 37. >
Vendem-se superiores charutos, sola,
couro de cabra, pennas de ema, sapalos
hrancos, ditos *e couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo isto
inas barato do que em outra qualqur par-
le : na ra da Cadeia do Kecife, n. 49, pri-
meiro andar.
A elles antes que se acahem.
Veiidtin-.se sapaldes de be/er-
ro francez, fetos no paiz. a a e a
2,'i00 rs. ditos de lustro, a
i,5oo, 3oooe4i00o rs .- na ra
da Cadeia do h ecife, loja n. 9.
Vendem-se meios bilhetes de.-;-
ta lotera, que corre impreterivel-
nienle no dia 31 do correnfe, a
5,5oo rs. : na ra da Cadeia do
Kecife n 9, loja de cacado.
-. Na roa da Cadeia n. 4. em casa de Rea-
ni' Youle & Companhia, vendem-se esteiras,
"in-las ltimamente da America, as mais
proprias para forrar salas por serem larcas.
Vendem-s superiores charutos, sola,
couros de cabra, pennas de ema, sapalos
i>rancos, ditus de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo isto
mais barato do que em oulra qualquer
naite: na ra da Cadeia do liedlo n. 49.
primeiro andar.
Vende-se urna excellente casa de cam-
po com a mos eunuco los, a beira do rio,
com ici-M-no de capim e mais pUutagcs :
1 ra de Sanio Amaro n. 16.
Vende se, por commodo prego, urna
excellente ratieca, que foi de um Italiano,
miiiiii professor desle instrumento : na ra
10 llangel, venda n. 8, defronle do becco
lo Tren.
Vende-se urna pretn moga com 1 cri
le 20 nie/cs, a pn u cose, engomma hem,
corintia o diario Je urna casa e faz lodo o
nais servigo : ua ra do Cabug, loja de
ourites n. 9.
Vende-se um mnleque croulo, de 17
annos e de bonita figura : no f aUo do Ter-
co, palana 11. 30.
-- Vendem-se duas escravas crioulas, mn-
c-i s e sem vicios, urna das quaes he recolhi-
la, engomma e coznha o diario, que se
vende por motivo, que se patenleari an
Comprador ;a oulra he de campo, ptima
trabalhadeira de enxada : na praga da Hoa
Vista 11. 10.
Vendem-se caixaa de charutos de San
Flix de 50 a 100 a 2 e 4,000 rs. : na ra da
Cadeia do Recife n. 15.
\ al lia-me Dos !
Gritava um pobre homem na ra um des-
tes dias, esfregando com frga urna canda,
porcausadeum soffrivel trambulhflo que
lera pelo lerrivel esquecmentoque leve de
trazerosoculos. He inconlestavel a ti 1 i I i
ilude driles, porque nSo so aproxmam os
objeelos, eviiam a poeira nos olhos, seno
lambem dSo certo ar de importancia ; os
mogos passam por estudiosos, os velhos
par sabios ; nn ha mesmo exemnlo ou no-
ticia, que um homem de oculos fixos l'a/cn-
do-si" annunciar em qualqner parle o man-
dasseiu esperar no palamar da esrada, ou
na porta da ra, e a sien na sala de espera,
assentado, etc. ele ; ordinariamente o me-
nor tralamento que recebe he o do senho-
ria, em suma silo os oculos o antidoto das
quedas, IrambolhOes, toupadas, canelladas
o outras catastrophea a que o genero huma-
no esta sul j'ito ; he por isso que so avisa a
quem os quizer, qur de vala curta, qur
cangada, os v comprar na ra larga do Ho-
zarlo n. 35, loja.
Vendem-se as segmntes casas : urna na
ra de Agoas Verdes, com sotSo ; oulra na
ra do l'adie Florianno; e duas na ra Im-
perial, livrese desembargadas ; a tratar na
ra do Crespo n. 15.
Vendem-se dous tollina em meio uso,
com todos os seus accessorios quasi notos,
por 20,000 rs. ambos : as Cinco Pontas nu-
mero 62.
Vende-se superior manteiga ingleza, a
720 rs.; dita franceza, a 610 rs.; dita, a
240 rs.; o veidadeiro cha de Lisboa, a 2,880
rs. ; dito da India, a 2,000 rs. ; letria, a 280
rs. a libra ; macarriio, a 240 rs. ; farinha de
lapioc, muito alva, a 160 rs. ; ospermace-
le, a 720 rs. ; chocolate de Lisboa, a 400 rs.
a libra ; bolachinha de araruta,-; 320 rs.;
vinho do Porto, muito veltio, engarrafado,
a 480 rs. ; dito em barril, a 320 rs. a garra-
fa ; dito muscalel, a 400 rs.; urna flauta no-
va apparelhada de prata ; um diamante de
corlar vidros, por mdico prego : na ra
da ConceigSo, venda nova n. 8, junto ao ar-
mazem de sal, assim como ouLros muilos
gneros
Vendem-se cordas de tripa e bordos
para rabeca e viol.to, papel pautado para
msica : tudo de superior qualidade e che-
gado prximameutd : na praga da Indepen-
dencia, loja n. 3.
Gomma superior.
Na concitara da ra do Rozario estrella
n. 43, vendem-se saccas de superior gom-
ma por commodo prego.
Tinla pura escrever.
Vende-se excellente tinla para escrever,
em frascos de mais de garrafa, a 4*0 rs. ca-
lla um fra.'Co : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia.
Vende-se una escrava da Costa, de 32
anuos, quilandt'ira, lava desabito, engom-
ma pouco e he bastante diligente para o
servigo de campo : na ra de S. Francisco
numero 68.
Veude-se um preto de figura, corpo-
lenlo, de 35 a 40 annos pouco mais ou me-
uos, propno para qualquer servigo, e que
serve lambem para andar embarcado pur
ter disto alguma pa tica : quem o preten-
der, dirija-ae ra da Cadeia Velha, luja
numero 7.
Loleria do Livramento.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento a 5,500 rs. : na luja de
eucadernacSo da praga da Independencia
numero 12.
-- Vende-se urna preta crioula, de 28 an-
nos, de bonita figura, muito sadia, sem vi-
cio algum, com principios de engommado,
coziniia o diario de una casa, ensaboa bem
e he muito diligente para qualquer servigo
le casa ou mesmo de ra : na roa Augusta
n. 9, sobrado de um andar e solSo.
Vendem-se chapeos do Chi-
le entrefinos e mais inferiores, por
preco muito eai cunta, para fe-
char conlas : na ra do Trapiche
n. 34, armazem de Novaes & C.
Vendem-se dous terrenos, a saber: um
no Ateiro dos Afogados, do lado da maro
pequeua, com perlo de 800 palmos de fren-
te sobre a ra Imperial, e outro em Santo
Amaro, com um lado sobre a roa da Auro-
ra e oulro sobre a ealiada de Luiz do Reg
com 200 palmos de frente: qnan pretender,
dirija-se ra da Ciuz do Recife n. 51 pri-
meiro andar.
Vende-se urna escrava de bonita figu-
ra, de nagllo, que cozinha, engomma e he
quilandeira, por prego commodo : quem a
pretender, dirija-se ra do Crespo, loja
de livros n. 11
Veude-se algoJo em carogo muito su-
perior, por piego rommc/do : as Cinco
Ponas, sobrado de um an lar n. 36, sendo
a vonlad do comprador, t
Escravos futidos.
__ Fugio, no dia 24 do correle, do
nngenho Tapera, silo na freguezia de Ja-
boa'flo, o esrravode rtnme Jos de nagSo
Naa-, cujosignaes caractersticos sSoos s.>-
guinles : corpo o altura repulares, olhos sa-
lientes e vivos, sem barba e com falta da
denles, rosto talhadn, e psgiossos, r-epre-
si-iita ter de idade 30 annos, e he mu ladi-
no a vista do exposio icinminciola sj aos
capies decampo a captura do dito escrvo,
e pelo que serSu generosamente gratifi-
cados.
100,000 ris.
Fugio de bordo do brigue nacio-
nal St-ni Par am escra o crioulo,
de nome Ensebio, representa ter
j4 annos, alio ; levou calca, carni-
za e litinel tiznes; consta que elle
anda pelas immediacSes de Cun-
da, ir.titula-se forro e he conheci-
do pelo nome de Euzebio Jos l'e-
rena .- roga-se as autoridades po-
liches e ca pitaes de campo de o pe-
garen) c levar ra do Trapiche'
casa de Novaes & Companhia n.
34, que gratificar*
mwmwwmiBwwiwmwKwwmwit1?.
0 iiiuhuinlio Agostinha
fgido. ',
{ Na noile de 11 para tajdo
passado ausentou-se o ka- J
' cravo Agostinho, pardo? a- g
1 cRboclado, cabellos pretdls e j
," lisos, ps grandes com os ile- 5
* dos grandes grossos e camba- |
1 dos para dentre ; be filho do |
serlo, muilo lallador e lio- -i
i; ta: roga-se as autoridades j
9 policiaes, capilSes de eatn-
po, assim como a toda e
qnalquer pessoa qnc o en-
contrar, de prende-lo e cbn-
duzi-lo a seu senhor liejo-
to Jos Taveira, na ra ida
Cruz n. 20, que nao s paga-
r todas as despezas, corno
olTerece urna generosa e- j
compensa a quem o trouxe-r. %
mmmmmt.mmmw-.mwmw*tmm#w
i
}'r v \>Typ.df M.F.i)f:Tai:ia.
MUTILADO


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