Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06307


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Full Text
Anuo XXVII
Ter^a-fera 28
PARTIDAS DOS COB.REIOS.
Goianna e Parahiba, as segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Norle, todas as quintas feiras ao
ineio-dia.
Cabo, Scrinliaem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo e
Macei, nol.'.TH e 21 de cada uici.
Garanhuns e Honilo, a 8 e 23.
Boa-Vista c Flore, a 13 e 26.
Victoria, s quintas feiras.
Oliuda, todos os da.
PlUSES Di LOA.
PHCMlnlDES.
Nova, a 1, as 3 h. e42 m. da m.
I !-1-. a 8, as h. e 36 ni. da m,
Cheia. a 16, as I h. e 9 in. da ni.
Mu-, a 22, i 7 h. e 19 m. da t.
fSIAMAB DE HOJE.
Prlmelra 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda 2 horas e 30 minutos damanhaa.
de Janeiro de 1851.
N. 22.
das da semana.
27 Scg. S. Vitaliano. Aud. do J. dos o'f. e m. da I"
28 Tere. S. tyrlllo, Aud. da Chano, di, J. da se.
nda varu do c. e doi fritos da f.izcnda.
CAMBIO 1IE 27 DE JANEIRO.
Sobre Londr>s, a 30 d. p. 1/000 rs. 60 dias.
Pars, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
gunda varu do c. e ani lellos da l.rzenua. i Lisboa, SO a '.iu
29 yuart. S, Pranc. de Sales. Aud. do J. da 2, vara. Ouro. Oncas hespanholai.....29/000 a 29/500
30 gulnt. Uartinlia. Aud. do J. doi orf. e do ni. Moeaas de 6/400 velha. 16/000 a }oW0
PB.ECO DA 3B0RI pp AO.
Por tres ini'irs fadiaaUdusJ
Por seis'mcies
Porumanno
da priinelra rara
31 Sexl. S. PedroNolatCQ.Aud. do J. da 1. v. do cl-
4/000 vil, e dus feitos da faaenda.
s nioii 1 \-i!>. S. Ignacio. Aud.da Ch. e do J. da 2. Tara
15/0001 do clvel.
1 2 Uoin. Purilie.ivjo de N. Senhra.
de (i/100 novas l/000 a Id2u
de 43000....... 9/000 a 9/100
Prata.-Pataces brasileiroi.... >/'0 a 1/910
Pesoa columuarios..... 1/920 a 1/840
Ditos mexicano........ 1/G80 a 1/700
INTERIOR.

COBUESPOiNDEMCIl HO DlAttlO DE PEH-
NAMBUCO.
Rio, 5 dejantiro de 1851.
Prlio hootem a (arde o Paraense, segun -
do pira essa provincia urna paqueas, po-
rm ccolhida companhia decanto a M-i-
rietta Baderna. J \\i. as considerecas basi
ttnlas stilire qoe aria' rieessari a respailo de cada om
dos membrfl* que a compOe no entanto
sej-me permittido agora espandirum sen-
timenlo que nSo posso abafar.
lima saudade me compunge, que so acha
liuilivo na certeza dos applausos que espe-
ram divitidade suhlrahid aos bastidores
de 8. Pedro. Quem poda olvidars doces
imp'esOes, a inania delfilavcl, sensuali-
dad*, fc ex tases, o arrebalamento d' alm
na conlemplacflo do lago das fada pela fci-
ticeifa Baderna / A Silphide. surgiu.io co-
mo venus das escumas do mar e, qual vsio
anglica fluctuando sobre as ondas, brinca
contente na conchinha dourada que a sus-
tenta : livri-, como lie livre a flor dus cam-
pos, eomche livre quem n3o ama; ella quer
felicitar a trra que a cobija e. em noite de
luar brilhante, mysterosa e triste deixa a
concha.....toca i Ierra ligeira, rras 11B0- pi-
sa. ...a. Mil oulras cooipanheiras engra-
nadas tomam rartcn'um baile de delicias,
ondeas bellas sao deusas e a msica--a so-
nora harmona da muda natureza. Maravi-
lloso espectculo! S vendse conceb';
so sanie quem o \, puis na conteirrplaQu
ver be gozar.
A Innocente fada nSo suspeila asciladas
do inimigo encBsinadoda humanidade 1 o
amor, o ceg amor dirige os passos a um
joven que ludo ve e que por isso se apodera
do veo encantado que logo o abrasa, como a
tnica de Hercules. Fatal cunquista Puis
querendo descangar das fatigas da lansa
busca a silphide respousu nos seius dos
mares ; mas em vao procura o veo quo lu-
do pode., sem elle, estar con.tcmnada 1
vagar na trra sem destino e sem poder
Enlouquec !.. e rnlouquece tambero 1
quem a ^fi Ticillanle e temerosa, pois
assim
Quem rdo v-la sem querer ama-la
Quem pode ama-la sem morrer de amores ?
Niio acompanharei as vicissiludes da faila,
ontSo sii- ))les mortal, e para concluir de-
pressa direi apenas que : depois de mil as-
tucias e de pi ganar o emhabacado amante
(o que qirslquer moga faria ISo bem ) ; de
posse do perdido veo, eis de novo a fada
que transforma e que reina.
A fantasa nunca achou'nada melhor nem
mas tocante que o palncio'no lago. I'ode-
rei eu ilescever o maravillioso, o sublime
desse painel sobrehumano '. Nao de cer-
to, que niinhas iracas express'S nada po-
derlam, quando at no palacio das fadas
<> vidro ordinario se converle em cristal
fino.
(.07, desfruta Vene7 hrasileia a magni-
ficencis dessa concpr;Jlo divina : connno-
vc le coma exi cucan inimilavel do genio
como ainda nao vistes, e, quando esse ge-
nio cornado de verdejanles palmas abando-
nar ag margens do capibsribe ameno, des-
falece...Chora o pranlo da saudade queen-
ebe o leito do rio.
A dirpccQo do Iheatro de S. Izabel nunca
alcanzar liiuniplio mais biilhante, se ven-
cendo multiplicados embaragose difllcul-
dades offererer o espectculo sobcibo do
Lago dos ludas ao povo que precisa elevadas
diali cc, s : elle nilo ser ingrato aos sa-
crificios da empreza, pois se nos campus,
em guerra, sabe vencer osperigosdas ba-
lalhas, em paz na sua cidado bella sabo re-
compensar os beneficios que Ibes fazem.
Hoje nada n .1 s accrescenurei a liome-
nagem rendida por mima daucirina que
vai brilhar no theat.ro do Itecifa.
Idtm, 7.
O anniversano nalalicio de S. M. I. foi
com pimpa solemiiisudo em Sabara. OSr.
I ai lo do mesmo nome, tilo devotado a au-
gusta pessoa do imperador celebra lodos os
annos este dia (So cha o aos brasileiros.
Ao despuntar da aurora urna banda do
msica tocou o hymno imperial, ao mesmo
leu po que se 1-vaiilava a bandeira nacio-
nal na praQ d:i Constituidlo. A Salva do
eslylo, dispertando os S.harenses, lem-
brava-lbe* q'je rain va o da 2de dezembro.
Depois da paiada, commandada pelo ba-
rfio, dirigio-se a guarda nacional a igreja
do Carino, onde foi cantado um Te eum
laudamus em acc,So de grabas pela conser-
vacflo da preciosa vida do imperador.
-- O vapor 5 -Salvador, procedente dos
portos do norte, chegou esta corte 5,
nao trouxe nuvidades da Babia. O calado
das oulras provincias ho sabido ahi : s do
Mar 11 ti10 he lamentavel a falta de seguran-
za individual e de propriedade.
O iurnal do Commercio pubticou o ofli-
Cio diiigldo pelo pn sidenle1 di'!...:: provin-
cia aos Srs. Joflo Pinto de Lemos Jnior e
Jos Pires terrena agradecen.lu a ufferla
que lizeram diversos negociantes, nacio-
naes e eatrangeirus, de urna casa mobflia-
da para uso du tribunal do commercio. Es-
ta generosa doacSo, queS. Exc. promel-
leu levar ao conhecimenlo dogoverno im-
perial he com efleito digna dos inaiores en
comios.
A institiii^ao de um tribunal do commer-
cio, cuja aecesaidade cr cacen te desde o mo-
mento em que nos constituimos na^fio li-
vre, indepeiidenle e comniercial nao poda
ser aCiila sem geial ali gria. Sem duvidase
deve altribuir a decadencia do tinsao com-
mercio aos ucuuveuieutes de urna licen^a
desregrads : era um optimemeio de espe- .tomar um refresco gella.ao, frente de sua
culicHo em que a fraude e a m f se tor-I tribu nonoaya, nos aalOis de Palermo, pa-
navam moedas de maior valor qoe a pro- Ice dictatorial de ana Feajpa Argontlns.
hidadee o escrpulo. As banca-rotas, tan-I Foi concedido a
tas vezes escandalosas, que na desmorali-lde Castro privilegio
sacllo achavam certo indulto se nn. antes, I nos par o fabrico e ve*
acorocoamento e proteCQo, no tinnam delna de sua invencffn, pi
passar por outro juizo mais severo e com- da frca de dous homfJH
ptente quo a opiniBo publica, que nessn
caso, ou se deixava fcilmente Iludir 011
ilnpeuitH por benevolencia a punieflo do
tratante que a menospresira.
NSo ser* prro dizer-sequea decadencia
do DOMO commercio he devida i escassez
de capitaes, a reserva 011 indisposigo dos
legociautes, ao alrazo de nossa lavoura 011
quaesquer oulras cousas de ruina daquella
fon le das riquezas publicas ? Por certo :
ludo melhorava entre nos desde que ao ego-
i-ta e bolorenlo ouro porluguez subslitui-
ro grossns capitaes de Indas as parles do
globo. Emprezas atrevidas mil vezes
mais lucrativas que os carregamentos
eoloniaes deviam levar ao mais alto grao
de peifi iciin essa que pOe em contado
os povos, que promove o seu bem-es-
tar, augmenta soas riquezas importando o
que precsame desfazendo-os do que Ihos
sobra. Mas no Brasil faltavam condiccoes
escencaes para isso: apenas libertado do
mi frreo que prenda a metropole, anda
cheio dos prejuizos da sua longa ignoran-
cia e no podendo vencer antigos abusos,
O commercio nunca passaria decontraban-
lo irresponsavel se leis restrictas nSo po-
sessem cobro aos desvarios de aveoture-
ros sem consclencia.
Assim, foi urna das salvacOes de que pre
cisavamos, a creac^o do cdigo do com-
mercio: elle nos garante de abusos infini-
tos e de tristes consequencias. Nlo poda
portanto deixar de ser aceito com lodos os
lavo es um liibunal que julgasse com o
spirilo desse cdigo completo, elabo-
rado pelo dislinclo e benemrito Sr. I)r.
Sabuco.
-- Paran dmitlidns pelo chafe de poli-
ca o pedestre e o ollicial de Justina que ti-
nham sido encarregados le levar madama
Cu.Iin a presenca do subdelegado da fie-
guezia do Sacramento na tar.le do dia 2 de
ilezcmbro p'oximo passado.
Essa acontecimeiito lilo fallado aqu e
que por motivos nilo r. feri anda, deve ser
condecido ja nessa provincia.
Madama Gudin tinba acabado um vesti-
do para a lignora I.la figurar aquella noite
110 Iheatro de S. Pedro. Por desconflani;a
ou qualquer oulro motivo nilo quiz a Gu-
din entregar o vestido sem o seu equiva-
lente : talvez podesse ella dizer que galo ei
entilado tem mtdo de agoa fra. Mas se foi s
por um pequeo capricho de mullier quem
negara que era dus menos eslravagantes "
l>e lacil conclusSo, este negocio de mais
ou menes f, tornou-se grave, e de vi la ou
mor le ; tomn o carcter proprio de urna
verdadeira quesiflo de Iheatro. Interveio a
j.isiic( 1I0 forte, logo que as burras no se
quizerain abrir : o subdelegado man Ion v.r
a sua pieenca a desconliada ou recalci-
trante 1,11.Iiu para conseguir pelos meio>
possives oque o dinheiro poderia ler feto
por melliores modos. Infelizmente os en-
carregadus da honrosa missilo de acompa
nhar a modista da fama quizeram lera ufa-
na de mostrar-lhe que desdunhava laes
honras quem nunca leve boa educaeflo :
mail ina Gudin, e com ella as mu las, furam
arrastadas pelas ras mais publicas, no
puchada por dous civallos em decente car-
ro, mas badoada por dous burros imperti-
nentes. Esta affronta devia molestar pro-
fundamente urna senhora delicada, que, co-
mo ella, eslava em relaces e quas em con-
tacto com as melhores familias daqui : com
effeilo molestou-se bastante guardando a
cama por muilos dias.
Comludo he sem rasao e infundada a res-
ponsabilidade que alguem quera empres-
tar ao subdelegado, que devana ser antes
louvado pelas boas iutenses de sanar dif-
liculdades, Cuja inevitavcl cunsequencia
era o encomaiodarein-se SS M.M. II. que
teriam de se retirar sem arristirao espe.-
laculo. Quinto a mu), a nica falta grave
em que eucurreu aquella autoridade, fui o
desagradudas faceiras coilezSas : ao mei-
nnlio e ao pedestre cabem as hunras da es-
Iraiada.
He notavel e curinsssima a chegada
esta corte de dous cacique da aldea de
Monoahy em S. Paulo. O maioral chama-se
Antonio Prudente; he de estatura regu-
lar, airoso e de boas mamas : o oulru he
seu immedato e prente.
O director da al lea que he de t,400 al-
mas puuco mais ou menus enyiou-os ao di-
rector geral, brigadeirq lose Joaquin de
Audrade Neves, para seren apresoutados
o presidente que, accedendo ao grande
Jesejo manifestado por clles de ver e com-
primentac-ao imperador, mandou-osa cr-
II, Conseguirn) os indios o seu desider-
tum, sendo j apresentados a SS. M.M. ; e o
maioral he hoje um ligurBo melamorpho-
seado em capitao-inr das mauricias, com
farda vennellia e o competente calatao;
arrebenta de vaidade contemplando o ma-
ravilhoso effeilo de suas vestes cortezaas
com que se orna a cada Instante : o seu ri-
co uniforme e. arma n.eiilo silo para elle pro-
digios que nilo se verSo na exposi;So muii.-
li o de Londres.
Estes indgenas poderiam prestar bons
si" vlcus se o famoso defensor do couiinmtt
americano quizessu arrancar de seus bus-
ques a arvort extica da Ierra de Cabral ; e
para issu clles vilo se adexlraudo cun as
espingaidas de dous canos com que os mi-
moseaiam. Se coutiDuarem na carreira de
aveuluas e prosperidades talvez cuegum a
herto Joflo Hipar
isvo por 16 an-
de urna mael-
qual e por meio
se consegue des-
cascar, abanar e brunirf arrobas de caf
em 10 horas.
Um vapor de goevw> ingtez, aprisio-
nnu o brigue hrtsileirn indgena, dasoacha-
lo para a Baha e salii lo no mesmo da
desta porto : fe-lo seguir para Santa Helena
a 6, entregando a tripularlo s autoridades
hrasileiras.
Pelo menos este, se nSo foi apanhado em
flagrante, tinha provas cnnvicenlcs de pre-
medilaQSo alm de anipcdenla suspeitn
so. l>*baixo do nome de antiptico foi en-
contrado urna vez no trafico ; e vendido
em praca, dispunha-sa agora a procurar
110ni mercado ao carregamenlo de pipas va-
zias que levava.
dem 11.
Houve honlem cortejo no paco da ci-
lade, por ser o snniversario do dia em que
S. M. I., o Sr. D. Pedro I. declarou que fi-
cava no Brasil.
O jury condemnou honlem pena de
unirte sem recurso algum, o reo Francisco,
crioulo, por haver assassinado.. a su se-
nhora sem que para isso tivesse precedido
o menor motivo. N > interrogatorio oreo
disse que, longe de ser malvado, era boa
pessoa ; e linh antes confessado que, ten-
cionandoa multo lempo matar sna senhora
s o fizara quando cliegoil a su hora.
Que fatalista, e que escollante rapaz!. .
As per;as de acrusacao e de deres, silo
elisias d-i ricas consideraccs : concela-me
que a resuma quantn me fr possivel.
O lr, promotor ponderou qua deviam ser
(unidos com todo o vigor da lai crimes da
quella ordem, de que a benevolencia neca-
sionava tantas vezes a reprliQio funesta.
Nolnii que, alm da conlissilo espontanea
do reo, existem provas testamonhaes de es-
cravos e pessoas livres que o apanharam em
flagrante delicio, e que a fallecida sempreo
inJigitara como autor da sua mo-le;eir-
cn 'i -1 uicias laes comprovava) R cul|iabili-
dade do reo,que incorria na pana de niorta :
llisse qu3 s por fatalnla le Oirco f r con-
demnado a gales pernetu', .1 acunselDa
aos jurados iiue se mu lein I.' ..m paiz, on-
de naquella liypolhese nilo ha seguran;,
sonde qualquer deve cunsilarar o seu es-
cravo como seu inimigo : quasquar priva-
Ces em outro lugar seriam preferiveis a
13o eoiinenles riscos. No libelo nilo havla
o promotor mencinalo circumstancias
agg(avantes, porquanto ent< ndeu niio se-
ren nc'essanas quando, a legislacio penal
estaheleenl 1 p^lo corpo legislativo, que
conhecendo a< circu r.stancias peculiar, s
do Brasil entendeu dever p urna bariei'a
a crimes constantemente priticadoa por as-
cravos as pessoas de seus S mliores OU fei-
tores, marcava a pena de. morio para o pri-
me de homicidio ou ferimenlns graves pe-
los inesmos escravos : essa lei lie a de 10
de juulio de 1835.
O curador do reo, deseuipenhando as
nobies funeces de advngado e, como que
se inlerpo ido entre o aecusado e o proces-
so da promoloria, entre o seu cliente e a
OeUMCBo q,ue sobre ello pesava pela Carla
le lei ne 10 de junho, la deffender os direi'
los daquella que, nem por ser escravo dei-
xava de ser liuuiem : o Icfellt, qualquer
que seja, deve sempre gosar da lo los os reitosquea humanidad ea jnslica recla-
111 un para o desgranado. Entendia nilo se
iini dever applicsra pena de morleque, so-
undo a opiniiu de mullos jurisconsultos ,
nunca era ligitima nem necessaria ; pelo
menus, he grande o inconveniente dessa
pena irrevogavel quando caito sobra a ca-
bera de um innocente. A lei de lOdeju-
niio lint pareca pouco philusufica e em des-
narmonia coma illusiraciio doseculoXIX:
ipeeseiitnii esse respeito observarles a-
preciaveis se se tratasse de urganiaar um no-
vo Coligo criminal. .Mas, s nos cuinpre
baixar a cabera, respeitar e applicar com-
,iel. nlem'lile as penas eslabelecidas no c-
digo que temos U curadur no esperava
iie.111 pudia esperar a absolvilo do reo ,
quena commular a pena, e pur isso lamen-
meniava alguns defeilos do processo que
nao tratou de indagar os motivos queai-
lucinaram o escravu ponto de matar
sua senhora, pois uo ha effeilo sem causa.
Alm disso, urna cousideragao grave milita
em favor du ecusadu : sahe.-su que 1 mouo-
aion accoffimlle cih frecuencia algu-
mas pes.-oas, produzmdo urna es'peci d'
alliunaco mental que as vezes degenera
em accesso de furor. Francisco poderia es-
lar sobre esss influencia 110 momento do
crime ; e, nesae caso, s um luxo de casti-
go acoiiselharia a pena de morte, 110 que
nada lucrada a sociedade. Invocando a
disposicSo do art. 91 do'codigo criminal ,
elle eslabelece a pena de galt perpetuas.
O l)r. promotor refulou estes argumen-
tos, demonstrando a sua inprocedeocia. V.
o curador, depois de breves reflexes, con-
. lino supplicando a benevolencia dos jura-
dos e pediudu-llies que altendam posiefio
du aecusado que cuinmelieu o crime fura
do uso de suas l'ic.laades iiilelleluaes :a
imposifode urna pena irrevogavel acurre-
Una grandes remoraos.
Diz o jornal de 9. Consta-nos qne o
subdito sardo Vctor Manuel Purelo lr
intimado para sabir do imperio dentro de
25 das. Parece haver sus. citas vehemen-
tes doler feito o.trauco de escravus e oe
sor proprietario do vaso apresado pelo va-
por Urania.
o Sr. mareehal Seira, commn-
dante do ejercito do sol, chegou ao Rio
Grande no dia 30 da dezemhro o pretenda
seguir para a capital no dia 2 de Janeiro.
IVahi marchara inmediatamente para a
campanh.
a Consta qne Innacio Oribe fra chamado
ao Cerrito par commandar oexercitoque
o.'enpi a campanha oriental, em cottse-
quanca de so havar agravalo a anfarmi-
dada que padece ha anuos o general Manoel
Oribe.
Um soldado defuxileros que veio no
S Sebasliin, istanlo deitado na caix da
roda, cahioao maramuma noita tormento-
sa parto de Santa C.atharina, nao sendo pos-
sivel salva-lo.
Tamham de urna janalla do hospital da
misericordia cabio um preto que alii dor-
ma. Sa podassamos responshi|gar os
morios, assn preto nlo sera desculoado.
O brigue escuna sardo Independenza,
foi apresado pelo llarpy, vapor de guerra
inglez : eslava daspachado para o Buceo.
A policii o tinha impedido porsuspeitoe
ignoro o motivo que a resolv.u a desem-
pedi-lo.
Por urna carta particular, transcripta
no Jornal du Commercio, consta qua em S.
Paulo a npposico fazia conferencias alim
da discutir a railni;!lo dos artigos de f pu-
blica qua se propunha, e qua seriam pu-
blicados depois de seren deliintivaineiile
adoptados.
O pmgramma constara de duas partes
distinctas : reforma da constituicOo para o
fin de dpcretsrem-se reformas polticas e
administrativas ; e revisilo d varas les or-
gnicas alterado dellas, e decretado de
oulras puramente adminislralivas.
A' primeira rlasse diz a carta, pertenaam
as reformas eloitnral a parlamenlar, havan-
do da mais nntavel nesta, a proposico para
a temporaridade do senado, a das inenmpa-
iiiuli la.les am larga escala. A' segunda
classe pertenppm a reforma judiciaria d
leglslaQBo militar, da guarda nacional, da
le agraria, da legislarlo li nucir, da ins-
IrucgBo publica etc. lia', porm pontos
nspeoiaei que merecom particular mencBo,
OU pela sua novillada, ou pelo interesse
presentaneo que offerece, O primeiro he
a lei 1 da creac;flo de urna autor-Hade admi-
nistrativa a Ijunla ao presi lenta da pro-
vincia. Humeada pelo goveruo central, com
i ntervencBo ou proposti dos poderes pro-
vinciaas, com dnraco lixa, e especialmente
ancarregada do manejo dos principies ra-
mos da adininstracao proviiirial, como ins-
Irncc 1 publica, rendas e obras publicas,
spm intervengo algiima na com.iosnjo a
empresa na forc publica, o sujeila sempre
alta Inspeoaflo do poder execulivo geral
a de seu delegado na provincia. O segun-
do punto lia o coinpromisso para a extinc-
c.lo do iralico e subsliluicilo dos bracos es-
cravo < por livre em tulas (Sindustrias, O
ulti no ponto que me parece mais iinpor-
t'lante, diz sempre a mrsma caria, he o voto
manifestado pela destmieo das cosas
quo e II.i.'.im os brasileiros em con liclo
inferior aos eslrangeiros no manejo dj di-
veis is 1 ii.lnslnas.
i o singular me parece asa noticia que
nilo posso isentar breves reflex-s.
No duvido que em S. Paulu a opposicio
trate da fonnul ir uin prograiurna,mas o que
rio creio ha que o partido o acuite. E, co-
mo suppr qua boje se organise regular-
mente, que se prescreva certas e determi-
nadas nielas um paiulo que s se oppu
-- O Sr. Ilirde Butenval, ministro plani"
polencariu de Franca nesta corte, foi no-
meado para substituir ao Sr. Fernando Bar-
rol, ministro plenipotenciario em Turin.
No Villede II o veio de passagem o Sr.
Jos Marques Lisboa.
Consta que o almirante RanoHs. eom-
mandanle em chefe das frirqas navaes in-
glezas nesta pslaco. expedir ordem a tres
los vasos da sua esquadr que se achavam
cruzando na costa ao sul e norte desle por-
to, para seguirem para a Baha.
-- O vapor de guerra Hecife aalr'o hontem
a tarde em commissSo. I'resuma-se que
segqio para a Baha. O vapor Ajfonso tem
ordetu para estar prompto a sabir, e diz-su
oue partir no dia 16 para o mesmo des-
tino.
A visita de polica do porto desta capi-
tal determina que a datar do dia 15 do cor-
rente nioz em diante, todas ss ambarcaces
quer nacionaes, quer eslrang'iras, devarilo
aureseniar no aclo da revista de sahida,
listas da seus passageiros e equipagam,
com declaracSo de nnnws, naturalidades e
empregos, o que igualmente pralicarBo
entrada naste porto.
Ha da presumir que o primeiro hata-
Ihilo de artiluana embarque para o sul, ou
siga agora part a Baha, pois em conse-
quencia de urna or 'em do Sr. general com-
uiandaute d s armas, com recommeodai;So
ao coronel .Solidonio, de conservar-se
prompto, aquella balallio trocou o aquar-
telamenlo comoquarloda mesma arma,
que seachava na fortaleza da Praia Ver-
mellia.
0 negociante nilo matriculado J0S0
da Silveira Hoza Faial, est considerado co-
mo fallido por ter desapparoclo desde de-
zambro prximo passado. Talvez esleja
viajando pelo systema de Mr. Pelln, pois
que nao se encontra c no mundo !
~ Falleceu em Assumpc,ao o celebre Ar-
tigas, precismenla no da em que comple-
lava o trigsimo annvorsario em (que de-
mandara asylo aquella repblica.
Ha noticias le que Oribe ficava mor-
te. Se com este aconlecimenlo n/ausio li-
vesso de ser corlado o n gor lio da grande
qUeSlSO siil-.Hiiel H'all 1 111 US di! Il'll milllSO
de vivos se regosijaria. Mas nSo he prova-
vel qua Hozas abandone lao cedo a con-
quista de Montevideo. O Insignificante mo-
tivo da murta do praiirnfe legal nSo far
desapparecer a ambicilo que vive com Ho-
zas : s a gera p le desputar os diraitos
a que esse tjraniio se arroga ; s a victoria
dicisiva de urna balalha obstar a que um
deseen lome, um dos collaturaas, ou antes
um escolhido de Itozs suceda na presi-
dencia lgale hereditaria d Oribe.
liosas sabe que o Brazil no couccnlir
no perjuizo de um tratado que o empenha
a manter Ilesa a independencia de Monte-
video ; sabe que o imperio se aclia mais
d 'e das negociaQOus dissimilladas do ante-
sclvijen unitarismo : reeonheco que nilo llie
pode re-istr-lhe, cornos recursos que tem
acluulmente, e por isso quer contemporisar
desconfiando da adhCQo Jo um povo que
traz humilliado mas que o detesta e quer
liticrliir-.se, 0 gtnclio espera levantar uina
cruzada,formar huma santa alianca contra o
Brasil.
Nem outr.1 cousa so pode conclu' da no-
meago do general Guido para huma missilo
especial, equesediz, destinada a Bolivia,
Per e Novi-Granada.
O objecto dessa missilo no transpira,
i'"o'goveriio para"he opi.r"obs"ta"cuios mas be de fcil intuiQo. Tambom uo
anuo para chama-lo a jusiica e aos seus podo ella ser dirigida ho Brasil : O
leveres, indicando o caminho da raa
iiiian lo aggredisse aos desvarios desle
Higo mais, he quasi i npussivel a conver-
silo dessa partido que Iracou a propria der-
rua em Sania l.uzia que declamando ,
ioeitaodo, proclamou a rebelliao praeira,
eque, nilo contento com o maoi fleilo da
eil'u-,1 i do sangue brasleiro pactuuu com
o esli'iingciro que arrasava uussas forta-
lezas, a mais larde, tiumilhando-se n-
liiiencia du argentino astucioso que por fa
se atrevera a reapparacer no lugar que ver-
gonliosamenle abandonou, sendo coin ha-
bilidado vencid > e derrotatlo pelo noaso va-
lentozo ministro. Sabem todos como oSr.
Paulino supplantou as insidias das argu-
menti<;es (asistas : sabe-se como elle fez
triiimphar a rasilo, a honra e a dgnidada
nacional sobro as pretent;oes aleivosas do
imitador de Tnusaintque iiucria ser o ItepO
leo da America. Alem disso o pacha do
Prata quiz confirmar o descrdito c lixara
a quiz
rssbilii.
nalUmo*em duoida imprudente para auqmen- inposiblidade da volta a essa corle aosou
ex ministro plenipotenciario.
T!in-so manifestado muita satisfaQlo
nesta cidade pelas providencias tomada
bem da hygiene publica. O ministerio com-
cedeu, a cainaia municipal ordenou e cada
morador ter de executar, a limpesa na
frente de suas casas. Nilo asseguro a pon-
tualidade da parte dos enciclopedistas ou sull'
torios.
Eu, porem. tenho ouvido algumas sen-
suras nilo so pela insutb'ciencia do meio
de irrigaQilo das ras, como principalmente
da negligencia dos seus encarregados.
I ir ii'ii elemento de trmmpho de gloria gue
vivamente anhetava para seu paiz, epara o il-
lustre chefe qw. a elle preside procurava fo-
mentar pela Imprensu o pelas suas re/ace.
urna u..|iiiikii) qud currespodessa as suas
tonc'S ...
lies noi alisar O goveruo, eufraqueco a
sua .ceiio por todos os meios, eio o pro
granima seguido at boje. Mas, conc'deu-
do una p oli.siio de f publica resta sa-
ber si entrara as vas picilicas, cuja in-
ienc:o llio allnhue o autor da caria a que
uiC reliru. O lempo ou a discussao duaar-
tigus dorograunia que se premedita mos-
trara se'istt tlsPossivel. En aguardo me-
Ihur occaso para volflf ai-majeria.______
dem, 14.
Foram nomcados deseinbargadores para
a i el,nao da provincia de Peinsinhuco o
Srs. Caelanu Jos da Silva Sanliagu, Seve-
ro Amonin du Valle, Jo9o Lopes da Silva
Coulo e Jeionyino M.dimano Figueira de
Mello ; e para a do MarauhSo o Sr. Juaquim
Franco de S.
Por decreto de 1 do correte foram
promovidos a commendadores da ordem
da Hoza osoficiaes da mesma ordem Cas-
tao Alberto Soares. Francisco Ignacio de
i.arvaiiio Morena o IrenCu Evangelista de
sonza e Humeado.-, ulliciaes d,i Olla ordem
Jos Thoinaz > a Mico de Ai aujo e Carlos
Juaquim Wylep, memhros da commissOo
eiicairpgaoa da coufeC(ao dos regulamen
ios pina uxecugao o cu .i.o coinmer al
-- ii Hi. Haymuiido Antonio Teixt-ira fui
condecuradu coui o liabilu da imperial or-
dem da Hoza,
dem. 15.
- *..k rin,wnnn.
i- i... j ...'.*;. .^...
MtC esejana me riar SiS sfr>-v-
dencia, mas supplico-lhe que tenha pacien-
cia.
Eu tinha pronvtido discutir alguns prin-
cipios do programma que, segundo urna
carta particular, a opposicilo em S. Pau-
lo aiioi.iv.i Niio he occaso opportuua
para isso. Mas como perlendesse essenci-
almente negar as inteu96.es pacificas que
Ihe lava o autor da carta, julgo-me quasi
dispensado de lomar esse irabalho avis-
ta du artigo do Conciliadoriie 2 do cor-
rente.....
Em S. Calharna alguns indios selva-
gens a commetlerima fazenda do coronel
Viera, e assassinaram quatro crianzas. O
goveruo deu providencias para a defeza da
colonia projectada as Ierras do lote da se-
renissima senhora princeza de Joiuville.
- Desculo iu-se liontcui na alfandega
urna fraude de rs. a:t>3y/000 comraettida por
meio da falcilicaio das firmas do fiel 9
MUTILADO
1


TSP
^-a
^""
'
thcsoureii o e do amanuense pralicanle, un
carregaJodo livro le registros.
Foram promovidos a Mglindo Toncntcs
os guardas marinhas habilitados para sso.
OJofio Vrenlo Martina, apenas chega-
do aqu, foi logo.
Ameassando-a, torra, o mar e o mundo
nBo perlendc poupar aos campees quoar-
rastarem seu dezafo. Ja est pegado com
alguns.
BAHA, 2S Db'JvNRMO DE 1851.
Escrevi V. me. no dia 10, porteraqui
aportado a 9 tarde o vapor Varaense
fiorin nao se demorando aqu aquel-
e vapor senflo 2* doras, nSo pode a
minha carta ser Tomellida por aquella via,
pelo que Ihe aera entregue com mais demo-
ra, sendo laucada no corrcio para ir por
embarcacOo que liouver para alii, depois do
dia tO,
A actvidailo de que precisa a correspon-
dencia do governo, he causa sem duvida de
niio se demoraren! agora os vapore', que
vm do sul, seiilo _* horas, o que he um
grande inconveniente para o publico, o
qual couco pode utilisardesse meiodecom-
municac/iO para as relaciOes de todo genero.
Ainda nesta parto o nosso i>aiz est em um
atraso sensivel e prejudicavel Parece que
se poderla occorrer a necessidadequesen-
tem actualmente os povos, de mais fraque li-
tes e regalares commtiuicacuos, ostanelc-
cendo nos porlos das cilla 'es mais populo-
sas ou de com mercio,n relacOes mais activas
Pyrographos ou vapores d stinadosa parti-
rem para outros pontos emdias certos.
Daqui parti no dia 15 a barca pniluguo-
za Horda Amisade, conduzindo graude nu-
mero de portuguesas e varios brasileiros
para a colonia de Mossamedes. Assogura-se
queexce leran do200, e he de crer que assim
seja. Dos.os leve em sua guarda, e Ihes
proporcione naquell i nova pat iao bem-ser
que aqui no Ihes precem adiar. Me
parece todava que muitos tornarilo pa-
ra a Europa e pra aqui mesmo, pois nito
ne crivel que urna.colonia principiante of-
fen ca pmporertes mirlo vanlnjos-s para
prosperar-se com facilidade. Porquanlo all
tudo devees'ar por fazer ; para se fazer s;1
de mister capitaes, e estes s o rommercio
ea lavroura heqne cri que a lavroura nilo p le dar um pass > sen
a pre-islencia oe capitaes e do commercio,
e amlias as cusa, deveni de eslar all en
principio.
C ntina aqui a intriga sedca da oppo-
scSo pa" a-sular as massas cooira os Por-
tuguezes. O mita aproveitou-se da ques
too da nncinnalisacdo do commercio, para cm
tres columnas muito de-compasadas c cheias
de phr-ses as, nsseverarcom toda a segu-
ranza falsidades taes quaes esta-:-Que os
Por uguezes dizem por aqui a nuem o. quei-
ra ouvirque este Urastl he dilles, e que os
peridicos de Poitogal proclainam que fot/o
O capital movel do llrasil perlence aos Poilu-
guetes; que es'es nilo cessam de propalar
que todo o ovro do IInuil he ilelles e que ufa-
nos de sva influencia n.i llrasil, ainda se dei-
xam adornieciT ao saudoso embalar da poltica
errada, anda se alegram com o snnhnr da re-
conlonisacno ; que o precilrgio, de que comecn-
ram aaomr desde quand.i o Itrnsil iiugou vnle
mithes -le cru nidos a Portugal para recoahe-
cimento de direilo de sua independencia, Ihes
deixoufrancas as portas para a accumulacao
fraudulenta dos capitaes, os qnaes leem por
origen, nio a economa, mas sim a espotiardo !
Ergo: O coinmeicio no Brasil lie feiio por
monopolio; r'rgo ; Todas as cousas no Bra-
sil depen lem da voni tugueze-; Krgo : Os Portuguezcs forniam
Ilim partido colonisador do llrasil, e isla he vin
mal incutculavct, que convmcortarpela raz,
extinguir, anniquillar complelamcntet^W e ja
ei! E vai ainda mais longo a mcompara-
rave) lgica do insigne publicista ; o ac-
cre-cenla este ultimo c inesperado corola
rio : t^F* A independencia do llrasil ndo est
feiia : he necaiano fa::e-la.
Perde m-, mu amigo, de aqui 1 lio apre-
sentar esse ext'artu de artigos que V. me.
lera no papel Secuto. He bom, que asasnei-
raa dos escriptores da opposio.io i niiam
toda a publicilade possivel, para desenga-
ar o povo, quando viles niio crem de pe-
jo de escever para um publico sensato so-
melllantes dispara'es.
Assim que saibam os habitantes dessn
provincia, saibam os povos do imperio Ame-
ricano, que a sua independencia nSo es .
fel-,quehe necessario fazO-la ; que care-
cem de armarein-se de novo do Amazonas
ao Prila para favercm a independencia i
porque una ppquena parcelli dos capitaes
do Br. slprrteiice a l'ortuguezes, dos qu-es
ma boa parle silo edadlos brasileirus,e ou-
tros aqui residentes por toda a vida,casados
com brasileiras, tendo filhosque Ihes devem
suceedei .' Meus Deus lero taes homens
perdido a razSo?
\ mo anuos antes, em 1831; qumdo os o-
diosedes*flcc/es do povo colmaos seus an-
tigosdomina'oresachavarn-seainda accesos,
e-ta linguagem, estas propositos d > Secuta
condiziam mui bem com as circumstancias
da sociedaae brasileira e das eousas polti-
cas de entilo. Ocliefi a naco nilo era na-
tural do paiz, e isto tornava sua situacuo
delica 'a Por maiores provas que elle lives-
se dado de sua r'enlilicaco com o espirito
e os sentinientosdos brasileiro-, a sua nn
nacionaiidade havena de-sera arma favorita
e a mais lorie, do que se livessem lodos os
demagogos revolucionarios, homens turbu-
lentos, e o inexpertos e incaut s, para
tramtornar a ordent publica e revolucionar
opaiz. Naociam de mister militas rduprii-
P.f'", ari-qn&Vdescbilnij'a'appaTeCcS-
se"ntreos governados e o impe ante; os
actos mais justse innocentes necessa ia-
mente iiaveriain de ser desfigurados, o ser-
vir aos desauectus do geverno paia guerrea-
ren) a auloridade, e mais larde ou mais co-
do o libertador do Brasil, a lirados com um
partido iiiiinigo, com a demagogia de al-
guns corypb'os oa opposicOo, com o espi-
rito democrtico de arriscar o futuro da familia imporial e do
Brasil; einpregando mcios lories para con-
solidar o Un uno que a opposifSo amea^ava
deitar por ierra.
I'reseiite'i ente os homens desapaixonailos
e imparriaes fazem juslica ao cora; mi e ao
espirito do seiripre chorado libertador do
Brasil e de l'oiing I, aos sentimentos lilie-
raes e generosos do fun-iador na uionar-
cbia brasiliense, do principe pbilosopho,
que outhorgou uuas cousuiuiciies baseadas
nos principios mais conformes com o direi-
to social moderno. Que d'go ? Ahdicon
lous septros, deu a Portugal urna consti-
tuicilo libcti"a para um paiz europeo, e
fiindOU no Brasil s insliluicoes democrti-
cas, por urna constituicilo que nfio lem do
soverno momrchico, senoo que era abso-
lutamente iniispcnsavel para garant* da
ordom publica.
Sim, meu amigo, so os nossos publicistas
das opposic,cs que lem cnsanguentado tan-
tas vezes o paiz, fossnm homens conscien-
ciosos e de boaj, haveriam de ver e con-
fessar que a forma de governo quo eslabe-
lecess a constiluijiio do imperio, he a de-
mocrtica repreneutittivq, o systema republica-
no com um chete hereditario. Isto he urna
verdado fcil dejconliecer-so pela simples
loitira da nossa c nisliltiicfio poltica. He
hastanto para se provar osla vedade o fazer
ver quo todos os brasileiros, nicamente
com urna excepcflo relativa fls con.l^Oes de
liberto e ingenuo, poder aspirar a lodos os
cargse empregos civis e politices, sem
outra nifferenca que nflo seja a de seus ta-
lentos e virtudes, ao passo que para barrei-
ra da ijemag igia e evitar as guerras intesti-
nas e pertubacOes, que co turna causar
urna eleicSo do chefe de estado, c-te se aclia
irrevogavelmente determinado pela ordem
succ ssoria cm urna familia, com a qual
nem urna outra poder jamis competir.
Sera pouca essa 1 beidade para fazer a feli-<
cidade d s povos ?
Na minha antecedente noticiei-lhe que do
Banco Commorcial baviam-se retirado al-
guns fondos. Ainda nio l'o apresentado
peladireccio respectiva e relaiono que nos
deve orientar exactamente, e csnero que
ssoter lugar na prxima reuniAo da as-
sembla goral domesmo para a qual foi mar-
cado odia 31 ilest me/.
He ceno todava, quo Um-se retirado o
co'itinuam a retirar-sc sommas avu ladas.
Ha de saber V. me. que a garanta qic of-
fereceo conceitn bem merec *o do banco
commercal desta provincia, fez aflluirem
capitaes para n 11^ ileposilareai-se vencen-
do simplesm lite o juro legal. Isto ora sem
duvida urna c'cum>tanca mui faveravol ao
banco, pois que augmentando progressiva,
emaisoum nosconsideravelinent os seus
fundos poda dar inaior ampliude s suas
iransaih.rio-. e negociando com capitaes
alheios. lalvez tirar duplicados lucros, se
nilo maiores, pela possibilidad* de fazer
urna emissiln d bilhcles duplicada ou tri-
plicada, rolativamcnle aos capiUcs de que
era depositario.
(i ost iliriori culo, porm, daraixacom-
mercial veio desviar daqucll outro eslalv-
locimentode ero ito os capitaes que para
clleconcorreriam. K como a caixa commer
cial tem apresentado ullimamenle lucros
inesperados, maiormenle depois dos emha-
raros, em que a administrucSo transada
coll >cou a caixa econmica, o qua diz-se
lerdado lugar a caixa commercial elevar a
laxa dos seus descontus ou os premio* dos
capitaes que empresta, os capitalinas qu
linbam fundos em deposito no banco, os
lem em nao icquena eso.la retirado jara a
caixa commercial.
Esta he a c usa prxima dssa retirada de
fundos do banco. Mas lainhcm da caixa eco-
nmica sal I rain muitos fundos no anuo que
acabou, e lodos esses nao leem entrado pa-
ra a caixa commercial. Prtenlo, ha Sem-
pra um pisan retrogrado na marcha dos ca-
pitaes, e nao posso crer que esse encareci-
mento dos mesmos seja elle i lo d>- inaior
desenvolvimenlo da lavoura e da imhisirii.
Persisto, pois, em crer que em parle esse
mal he devido deminuii.no dos capitaes,
dos qiines s-in duvida urna parte se lem
ausentado, e outra se acha paralysada as
nulos deseos dnnns, cm vez de allliiircn pa-
ra al rentar a lavroura a industria do paiz,
e por sua conc irrencia fazer baUar ocurso
dos premios, baixa que he um dos ma ores
honelicios que provorciouam aquelles esta-
be'eimentos de crdito
As f slas deste anuo lem sido ass;gnaladas
pela intraiuc.no de grand qnantidade de
papel falso, especialmente de 5^000'rs. Os
induslri. sos neato ramo nflo donnem c lo la
a vigilancia da polica tem sido e ha de ser
pouca, emquanto t idas as garanlias forom
paraos la rOos, os perversos, os perturba-
dores, e os criminosos de todas as elasses
A opposicio nilo deixara de clamar contra
a po icia, mas niio se da ao cuidado de de-
nuncia ou informar o que sube acerca dos
introductores de papel fdso, assim como
brada e dilata do trafico de Africanos.
Kli i Ifin la suas lases. tila bem cnnliece
os magistrados prevaricadores, que aqu ven*
ileui a juslica a quem inaior pague, e que dau
voloi purvalus, assioi coiuu couhece qneui 1 ni
feilu fortuna BolosMl por toda a lurte decrlines,
especialmente pelo de inlruduccu de mue-
da de papel falso; ella bem cunliece O Intro-
ductor mor dcllo, o inaior muedeiru falsa, pie
tem exiltido e lia de existir na Uahia, a qucl
le que em una provincia du norte leve a capa*
cidade de intruduzir contenasde cintos de ris
at n.-is i-i ii .les publicas. Porm ella tem suas
rases para os nao incoiuiuodar com seus br.i-
dus patiioiicus. Sao seus oan u'.eis corri-li-
giooaiios, o inaior prevaricador iua||litrado do
imperio, o grao-cruz da ordeni da veualidadc,
e o falso inoedeiro em chefe do llrasil.
Ambos prreorrem Impvidos os lugares mais
pblicos, as n-iinioes mais numerosas, e tem
valiosus amigos em lodos os tribunaes e repar-
licea publicas, porque sao creores de mullos,
e o poilem ser de muitos outros por sull'iagios
em i'li-i(ii s, e declses em tribunaes. llavera
paii alguin do mundo eiuquc semelbanles phe-
oomenos se apreseuleiii na ordem social ? Ilri
de diier, e repetir mil vetes, meu amigo; ms
circumstaucias aciuacs do nosso paiz, e em-
quauto se nan emendar a mao, as oiigrus ijfjs
( i un i.i-, dos males da uussa socieilade sao n.
ii/iuiu da imprenta, at eleicei e ij Iribuml do wu,
taes quacs luda ^je Tcliiif euire n, apezu"
dos graiCi ineihorameuios que leve este de-
pois da lei de 3 de deiembro de 1811.
Ua eleicao para leador o que constava-
ine at SO do correte, remilunie da>|inra^ao
particular de 32 coliegios era o seguiultf :
Usaenborcs Monle>um.i I,33
lunoceucio Marques 8'JU
Pacca 8 a
l'inU iro 7tf-
lirilo 559
A pposi(Aoai|ui vai ein progreiso de calum-
nias, faUidadea mauifestas e iinpruilcnles, cao-
Imanas e denuncias contra os Portugoezes, c
contra as autoridades priucipaes aos luglezes;
e depois clamaiii ot seus orgos contra os de-
fensores do goveruo, da ordem publica, que
ellea fazem quaulo pudem |.a .i lima......i.
A mu lia carta de t'S de deseiubro l'ui astunip-
to para o Secuto invectivar atrozmente a una
peaaoa respeuav I, a quem tilitralintnlt auri-
buio a i ai i iiiil.nlr da correspondencia, un car-
la supiadia. liiui podra eu applicar-lbe o
Sic vos non voiiit ulltra [ertit oces.
pejase contra quem quiz toda na colera ou de 24 para 25 annos, coro um golpe de navalha
atrabile, fez-me honra confundlndo o meu es- no pescoco, do qual fallecen lioniediataiucnte:
tylo secco e descarnado com o faceto que me segundo uim caria que ihe foi adiada na algl-
nao lie dado imitar, e que caracteriza a pexoa
que tan dcspropositidamenleagredlo Nao obs-
tante lastimo, que a iipposicao assim proceda.
aii i. i mi'i Iao acrimoniosamente pnrsuspeltas
tao infondadai. yo vocabulario do Secuto Isso
i- 11 i oiioine di- mniiioi: outros Ibechainarlam
calumniar. Eu porm dlrel, qie Isso inostra
quinto sao si;o cin-suas iurpuiaces e invectivas. Mas
deixeinos os g.mid-is do co liumnadn. file assim
que sem certeza do Tacto o redactor do Secuto
trata ao aupposto autor da carta.)
Mu, pnriii, que nao costuioo faier imputa-
ees coniij -as do Sieitlo, vou referir-lhe alguns
factiis, para que Vine, ajuise da veracidade da
oppnsicao dv Isalija.
Km um artigo transcripto no Argos akianno
n 34 de 15 do crrenlo, exlrahido i;nii vrbit do
irgoi Sunl-Amariisi, l-se o aegulnte :
u O Argos sabe que no dia 21 de ootoliro, ao
p- u'iri r, aqui chegou o Sr. presidente da pro-
yiucia com um grande numero de Africanos
novus em um barco, e os cooduzio logo para o
seu engenlio, e aafou-se na nfima noite para a
capital, ofim de niio er sentida no palacio a sua
falla.
(ira, he bailante o iniciado de lmelhante
asnatica deuuncla dada contra a primeira au-
loridade da proviocla em negocio da inaior
ponderacao, para ser condecida a calumniosa
l il-.nl.tili- do iao e asqueroio eicriplor; tanta
protervia, lauta desvergonha cm mentir e ca-
lumniar passa toda a coucepcao.
Note o meu amigo que a viagein d'aqui da
capital pira a cidade de Sauto Amaro, em os
barcos, niio se faz eui rueos de tres horas com
vento fresco, e que porianto, para o barco alli
cliegar ao escurecer, nao podia partir d'aqui
muito depois das qualro horas da tarde, bs-
cusado he fazer coiumentario algum a urna tal
denuncia.
Veja porm o que se seguio, O presidente
da provincia, nao obstante as ameacas que llie
fez o Argot llahiono de na rrlacao da Uahia a-
char o Aigot Sat-Amarentc toda a prolecco no
caso de ser chamado responsabilidade *l,
mandou pur meio do Dr. Jos Mendes da Coila
Correa, chamara responsabilidade o editor do
.S'iiii- i un i mi'. K que prnsa Vmc. que pode
haver acuuiecido? Maudaudo o llr Mcudea In-
timar oedilor diquelle csoiiplo, liulia-se pos-
to tudo uos verdes, redactor, cdiior, impie e a typographia s havla fechado Isto me
lem relerido pessoai de crdito, e que tciu ra-
ides para eslareiu bein iufurmadas a respelto.
He faci virgem anda nos annaes das opposi-
(os do nosso paiz. Saiba agora de outra de-
nuncia do mesino eicriplor apresenlada aute-
lioriuenle.
. Coma no por jxuoa fidedigna que os Pnrlu-
guezes desta cidade (Santo Amaro) estao fabri-
cando grande poredu de cartuiaiues atteudei
liriu, M'i.lmi i il i polica attendei bem, po-
vo brasileiro grande porco de car tunamos.'
e tabemot onde sr fundeiu as bailas, e as calas
alvoradasem Irein de guerra! lia
He possivel ser algum mais despejado e mais
impudente e perverso, do que quem aprsenla
leoielliaule denuncia tao inepta, e ao ineuno
lempo iao venenosa para as masas ? Quer iiiaii
claro, qur inais faelos para prova da infamia
Mus ni o i os, de queseseive a opposico para
perturbar tudo e desconceituar a quem Ihe pa-
rece com tuda a sorledefalsidades e Calumnias?
Mas, que mcios pode ella empregar seuao
dessos ? bu desali ao redactor do Secuto, que
me tacha de mentiroso, para que prove cum
lacios o que diz, e para que desmiula, se Ihe
hepossivrl, aos eicriptorca do partido da or-
dem, mostrando fados iguaes aoi que acabo
de referir, exlrahidos dos seus propnos corre-
litiioiaiius, dkiisqu.ei elle mesmo se ha feilo
echo de taes a mlices. O partido da ordem res-
pella a sua piop i i dignldade e o bom seuso e
criterio do publico, e nao desee ao lodacal, em
que se rcvolveiu o escriptores da oppnsicao
ciualmeiite. Ja vou-iue faiendo em extremo
importuno Vmc, mas ante: de por termo a
esta, permita que Ihe refiru um faci de tuda a
itravidade possivel, c de que agora iitesino pu
de iei noticia mais individuada,
Oocorreu ltimamente um incidente que es-
capun de lornar-se trgico Tendo aqu apor-
tado algumas einli n oioos portuguezas, enton-
leu o iiuiin.iuil.niio do vapor de guerra ingiez
'.'urmoianl, que poda forjar urna chicaua para
di-lles se ,ip .dorai. I'relendeu que a construc-
ciio da |ii,-lias embarcaces era a dos barcos
.lo.un i lo. ao trauco de escravos, e que por-
lanto podia apresa-los. Nao ha meio uielhnr pa-
ra prejiidicar a oiiocio, com esperanca de pro-
voito proprio, e a pretexto do bem da humaui-
dade.
U que ha de mais singular he. que o tal Sr.
comuiandante do vapor m-le/, queria fazer do
presidente da provincia o instrumento dcil e
cogo de iemelhante usurpaco e com insolen-
cia digo, com imoltneia, ccreio que he a qua-
liin a; .i.i 1111 mol ou o seu procedfinento, prin-
cipaluienie para com o presidente ; porquanto
brira, foi a Isso iuipellidu pela diminul(ao de
ordenados que splfreo, e pelo recelo de serin-
(i-iimiento elcluido do sorvien do eicriptorio,
em que trabalhava, tendo alias certeza de nao
poder galibar, em consequencla do estado de
sua o.lu i, que coinecava a desva rar, um or-
dena o enm que podeise ser ulil a s e a sua
familia; era calxeiro do Sr, Manuel do Nasci-
neiilo Pereira, e habitava no lobradd n. 13 da
ra do Trapiche, onde foi encontrado mono
por seiiicouipanheros que mal Ihe apercebe-
i-ain umgeinido.
Falleceu no dia de hontem afolado no rio
''. ipibarbe. no lugar da Ponte d'Uchoa, um li-
lliu mi'ii'ir do Sr. liento Jos da Costa, que alli
se eslava banliando.
Na nolle dene mriuio dia aziago foi invadi-
da por ladros a ca* do pateo do Carino, ein
que inora o Sr. Gabriel Antonio, o qual a ene
lempo le achavaem seu litio : depois de terein
aberto com chave falsa a porta iuferior, arrom-
barain os ladros ai de dentro, comrguindo
deste modo tirar-lhe urna burra de ferro que
coniiiiha um cont e treientos mil ris ein di-
uheiro, aniui como uiuitis lettrai e papis de
valor- ______^^
Pelo vapor Pirnambucana entrado do sul
recebemos jornaet do Rio de Janeiro com
data al 15, e da Baha at 23 do crranle
A cuta do nosso correspondente da cor-
te, que vai transcripta em lugar proprio,
contm ludo quo de mais intersasete en-
contramos nss fui los daquelle lugar ; i
ella pois remellemos os leilores, a quem
julgaiuos salisfazer com as seguales pe-
qnenas addices :
SS. M\l. II- linham chegado de Patropo-
les no da 8 do curente pola manhSa, mas
teuciuiiavani regressar no dia 10
A lista aprsenla Ja pelo supremo tribu-
nal do juslica ao governo imperial, e da
qual lora ui escull idos os 4 desembargado-
res paiaa relacSo dest* provincia, el para
a do Mammian, compunha-se ido* seguin-
tes seohorea :
l. Lotirenca Gaelano Pinto.2.* Francis-
co Peieira utra.3." Antonio Henriques de
Miranda.4. Domingos Marlius de Faria.
5 Caelauo Jos da Silva Ssnliag fesco-
iiiido .tt." S-vero Ainoriin do Valle (esco-
mido).7 JoSo Querino Hodrigues da
Silva 8 Joao Lopes da -Silva Ouuto (es-
colhido). 9." Jeronymo Marliuiaoo Figuei-
ra de MollJ fescolliidu).10 Joaquim Fran-
co de Si fescolhidtv.
O [ioi io lien llrasil, que tinlia susiicndido
a sua publicaban, reappareceu sdli a rc-
.laoc.io do Sr. I.uiz Antonio Navarro de Au-
drade.
Foi Horneado secretario da junta de hy-
l'gieue publica o Dr. Ilerculano Lassance da
Cutida.
L-se no Jornal do commercio de 15 do
emento, o seguale desastroso aconleci-
inenlo :
a llontem de manlrna, o subdito francez
K.luaido Kavoiii, coznheiro do hotel da
i'i'ai,'H, situado ua ra d Alfandega, acnan-
ilu-sea urna jam lia do prmeiro andar brin-
cando, por meio de urna lila, com urna cn-
auc,! que eslava janelli do segundo an-
dar da mesina casa, subi a grade, e per
deudo o equilibrio cahio a ra Ficuu 13o
in.iliiat i id, que meo grado lodososesfor-
tarde, na sania casa da misericordia.
Da Uahia tivemos Unas cartas do nosso
correspondente, o ao que ellas encerram
apenas temos que accrescentar o seguinle :
I-'..i re novido por decreto do 9 do corre-
le da relac.lo desta provincia para daquel-
la o Exoi. conselbeiro Francisco Gonfalves
.Mr luis actual presidente da mesilla
llouve no da 21 do crrenle um pequeo
incendio em urna laverna sita no largo da
Saude, causado por unn pipa de Cixac,
que pegou logo: a propriedade eai queas-
senlava a laverna, e que era casa terrea, li-
(oo de todo destruida, sssim como arrui-
nado em parte um sobrado, que llm licava
contiguo
Comuiunicado.
Os applautos a Maditmoiselle Badtrna i a
Sra, Mnrrau.
Que bem merecidas palmas que tem tido
a joven Kalerna em o nosso theatro de
respondeiido-llie este, que jamis podia con- Santa Isabel.' Todo o mundo a consilera
sentir em um tal designio, pois que o inari- como a primeira, a mais insigne dansirina.
nhero iiigle> quera que elle Ihe inandasse en-
tregar os barcos, ameacou-o o inarinheiro de
o fazer, mao grado da auloridade do paiz. Di-
zein-iue que leve una resposla lirme da pre-
sidencia, em eons queiicia do que au se ani-
uo.o a rcalisar o leu intento.
COMIa lmbelo, que os negociantes Inglezei
aqui residentes pioiestiram contra aquelle ma
que por aqu lem apparecido? e a Sra. Mo-
rcan timben he urna artista de mrito.
Mis visto o extraordinario accolhiniento,
que ambas tem obtido do respeitavel publi-
co Pernambncauo, a taino me vem urna in-
nocente pergunia a queai souber, o qoizer
responder-me. Pirque rasflo he ISo fervo-
riuheiro, e representaran) contra elle aoseu rosamente acceitae applaudida a dansa des-
sis mulheres; eacham-se proscriptos no
governo, e que o cnsul ingiez olHcira a res-
peitoao ministro de Inglaterra no Itio de Ja-
ueno.
O certo he, que esse e outros insultos po-
dem coiuprometler limito e muito O! subditos
da raiuha Victoria no llrasil, ppia niio he posii
volque a moderaco d> povo brasileiro seja
senipie nio grande i|ue nao se vingue nos lu-
glezes dos ultrajes luios dignidade da naco
iii .i.ili na pelos mal iiilieiro, da luglaterra. Se-
ria para deplorar qualqucr acto de viuganfa
em que.o nem una culpa lem : uiai as paixes
nao laciociuam, nem se applacam fcilmente
com rasos.
Aqui chegou hontem, alm do vapor que se-
gu para o uorlo, o I) Affonso, que regresia
par., o Itio, o ahVma-ie fra enviado pelo go-
verno por le haver representado cita provincia
como Inundo cm desordena civil, e ao mesmo
lempo a braeo cooi una i'iisurfelcao ou c.Jni
roCeis u'o iu'siirrcicao por tramas secretos dos
luglezes. .chmenle est a provincia em io-
cego, e nao ha recelos preseulemtnle de dei-
oi den de ii i ii i o/..i .ilginua, apelar da boa voli-
tado de alguns especuladoras e_de outros apai-
xonados du partido da opposlfao.
At outra vez. O leu amigo, ele.
Sim io.
IHAHil) ul PIINAIIDCU
HEOirE, 27 DE JAMEIBO II 1S51.
Hontem pelas dual horai e meia da tarde
suicidou-se o ni rapaz Porluguez de noine Joao
Ignacio Piuheiro natural de selubal, de idade
(*) Note Vine, quanto tem de nquisiia leme-
Ihame ame i;.i feila poruin eicriplor magisira-
do, como he sabido! Compre dizer que he
enlstame que o proildeute da proviucia d'aqui
saino pela maiihaa com outras pe>aoai, e vol-
lou na larde do mesmo da a vsia e face de to-
da a gente, que nestetempn percorreui os caes
da cidade, e o concurso de povo uaquelles lu-
Poii, cota quanto o redactor do Siculo des- [gare he graude a todu as horai do dia.
theatro a titulo de indecorosos e immcraes
os nossos fados, landu.ts, ou bahianos, que
silo dausas brasileiras P
Em um theatro, onde essas dansarinas
silo admiiii las, e tilo enthusiasticamento
festejadas,parece nSo se deverSo prescrever
por torpes, e deshonestos os nossos lan-
duns. u fado mais rebolado, o haitiano
mais sacudido, p olor.o olTendcr lano o
pudor, e por outra paito explicar tanta
paixSo ertica, sccender tantos fogos libi-
dinosos, como i p'esenc/i de duas mulhe-
res nil'uroceiiilu aos vidos Olhos dos ho-
mniis as furm is ano lo ida las, e graciosas
de tolo o seu curpo des le os ps al a ca-
b"i;a, cum tola illuso oplici de urna
( niipi'ia nueza ? Qual ser o passo, o me-
neio, o mrbido requebr do mais luscivo
landum, que comparar so possam s passa-
gens, on que a delicada Baderna, ligeira
qual urna sylphde, escancara as pernas,
como se se quiz-sse partir cm duas ? E no-
ta-se bem, que a essas pozicdis he que
crepItSo as palmas, e os applausos torfit sj quasi um furor !
Eslare em erro; masquer-me parecer,
que iio.niiiiiiia senhors, que lem frequenta-
do o lliealro, e visto essas dansas, teri dei-
xado do sentir assomarem-se-lhes as faces
as rozas du pudor. E vennain-me c pregar
certos romnticos einpe>ligado<, que os
theatros sao escolas de moral I N.'o sei se
diga, que se ellos assim fossem, seriam iu-
lucoinparavelinenle menos frequentados.
Coucluirei pois dizendo, que se me afirma-
ren!, haverein-so elimina Jo os laudos pur
desengrarjados, moiiotouis, e sobielulo
pur sr dansa nossa, e nSo estrang-ira, con-
cordare) sem ililli. ul i do : mas por inde-
centes, libidinosos, iriiinories, isso nSo
porque a dar-se esse motivo, alias mui it-
lendivel, u2o se devera consentir a dansa
mais que ertica das duis mnciondas ar-
tistas. Finalmente so a rgida morad nao
aondeainaaesla, muito menos dove con-
lemnar os landuns brasil-i'os. Este o
liumil le pensar D'um dileclanle.
vi
ALFANDEGA.
Uendimentododia27.....28:514,650
Descarreaam boje 28 de ianeiro.
F.scuna Be.rnard mfrrcaddris.
Ilirc Cnlumbut i.lem.
Fscuna Dania cimento.
Barca -- Thoma* Mellors ferro.
Birca Klisabelh idem e carvSo.
Brigue Tegner o resto.
iCscuna O/uida farello e cominhos.
Galeota fannq mercsdoriis.
Escuna Emilia gneros do paiz.
CONSULADK GERA.L.
Itendimento do dia 27. 4:503,83a
Diversas provincias...... 212,006
4:7I5"8"5
REGEBEDORIA DE RENDAS GEHAKs
INTERNAS.
Itendimento do dia 27......624,229
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dia 25......1:681,776
dem do dia 27 2.339,2*8
UlO-DE-JANEIBO.
CA-nalOI NO DIA. M DE JZHBlaO.
Londres, 30l/4a 30 1,2d. estril, por l/n.
Parii. 308 a 312 rs. por franco.
Lisboa 88 a 90 por cento de premio,
llaiubiireo. 570 rs. por mareo banco.
METAF.3 E rUNDOS PUhLICOS.
Metaes. Onca hespanhlas 29JO00 a 29/250
da patria .
Pecas de 6/400. velhas.
Mondas de 4/1100. .
Peso hespanhes. .
.. da patria .-
Palinos ....
Apolices de 6 por cento .
proviuciaes .
Jornif do Commercio )
uahia.
CAMIlOi NO DI 21 DE JAMKla.0.
2WA,00 a 29#v50
ISM00 '
9/000
1/900
1/S50
r-
Londres........
Paris........
Ilamburgo.......
Lisboa e Porto .
METtES. Dni, i- despalillla-..
mexicanas .
Peca de 6/400 .....
a novas ......
Modas de 4/000.....
Palaces brasileiros. .
a hespanhes .
a mexicanos.
30
320
593
n un.
3i /0i)0 a 30/200
29JKO0 a 30/000
10/001)
l/000
8*1)00 a 9/OIH)
l/M-20 a i/mIO
1/920 a 1/910
IjSSU a 1/900
(Mercantil.)
Movimeiito dopoltu.
A'netoi entrados no dia 26.
Rio de Janeiro-25 das, brigue dinsmsr-
quez Immanutl, de 200 toneladas, capilao
L. C. Iljerseng, equipagem 11, em lastro ;
Amurm I maos.
Trieste--62 |dis. brigue austraco Buona
Malhilde. de 20 toneladas, capitao Lodo-
vico MaITce, equipagem II, carga laiinna
esal ; a N. O. Rieber ot Compsnhia.
Rio de Janeiro e Babia -- 10 dias, vapor Per-
nambucana, commandante Ollen.
A'ne/ris sabidos no mesmo dia.
Porlos do sol Va|ior nacional Imperatz,
conimandaiile o primeiro teutrnte Joi-
quim Saloai Ramos de Azevedo. Alm
dos passageiros que trouxe dos porlos d0
norte para os do sul leva a seu bordo : i
alia direitadoquirto balalhflo de cea-
dores de primeir linha com 205 pracas:
pira Macei, William Voule : pira Babia,
Joilo Pinto de l.emos Jnior com 1 eicra-
vo, Bernarlo Jos Affonso, Jos Miria
Pestaa, Minoel Alves Ferreira Serra, Er-
nesto F. Castro Menezes, 1 segundo sar-
gento, t ex-cadete, 10 placas e Antonio
Demetrio Coucalves'Feireir : para o Hio
do Janeiro, Carlos M. Almeida Lobo, Ma-
ris da Silva, um imperial marintieiroe 0
slfores toureoco da Costa Vascdncellos.
Trieste por GihraltarBrigue ingiez l.alla
Hookb, capilSo Gio Macisravck, |carga as-
sucar.
Observacao.
Em commissflo do governo vapor de guer-
ra Thetis, commandante o cspitSo lenle
Antonio Francisco Pereira.
Navios entrados no dia 27.
Baha 10 dias, brigue escuna O linda, de
184 toneladas, capitn Mano! Marciano
Forreira, equipagem II, carga madeira e
slgodilo, a Machado & Pinheiro. l'-s-a-
geiros, os Brasileiros, Salusliano Moran-
do de Arsujo Costa e Andr Xavier Vi-
auna.
Guerusey 36 dias, brigue inalaz Lilij, de
152 touelsdss, capililo John Marlin, equi-
pageui or.ze, em lastro ; a Le Bretn
Sciiraninii & Companhia.
Camaragibe 2 das, hiite nscinml Capri-
choso, de 35 toneladas, mostr llypnlilo
Jos da Silva, equipacem 5, casga assu-
car ; a Lino Jos de Castro Aojo. Pas-
sageiro, Pedro Antonio de Farias.
dem -- 2 dias, hiate nacional Novo Destino,
de 21 toneladas, mostr Estevo Rih-iro,
equipagem 3, carga assucar. Passageiros,
os Brasileiros, Prache les da Silva Gus-
ino, JoSo Jos da Costa Frreira, Ernos-
to oe Aquiu.i Fonseca, Felismins Maria
da Aiiiiuiioiacao e u na crisis.
Navio sahido no mesmo dia'.
Bio de Janeiro Brigue I) Affonso, capito
Belmiro Baplisla de Suuza, carga assu-
car e sulla. I'assageiro, 1 escravo a en-
tregar.
wmm
Declura^oes
Pela segunda secano da mesa do con-
sulado yrunr,eti>\, seannuncia que do dia
27 do "cnrninte em diante se principia a co-
brar o imposto de tres por cento sobre os
diversos e-tubeleeimentos deconformidaJe
comoart. 34 11 da lei do orcameuto do
auno prximo passado.
-- Pela subdelegada da freguezia ds Boa
Vista foi apprelieudido um quartao mella-
do : quem fdr son dono comparec na mes-
illa subdelegara, que, dando os signaos,
he ser entregue.
As malas que tem de condu-
zir o vapor Pernainbucina prs
os porlos do norte principian!-
se a f char boj i (-28; do cor-
o-dia, e s so recobo u corres-
pondencias coji o porte duplo al utni hora
da larde.
o i.l ao
MI ITII ADO
.aaaraC WM




Aula da listel riclu.
A matricula estira berta desde o primei-
ro at o ultimo dtvfevcroiro, e no dia 15
principiaran as ligOes.
As pessoas que langaram na cbxs da
administraglio do correio as ditas cartas
segiiintes para os Sr. A,"tonio Pan lino
Olimpio da Abren o Frederico Augusto dos
Santos Xavier, no Rio deJ'niro, queiram
comparecer na mesma administracflo slim
do satisftzer s3us portes para poderom se-
guir seus destinos.
Cartas seguras paraos Srs.': An'onio
Joaqnim da Silv-i Paula Anlonin de Souz
Marllns, Firmino Antonio do Sonza, Jacin-
thn Fnrreira Ramos, Joaquina Mara da Con-
ceigln, Jos Antonio de Fgneiredn, Mannei
Ferreira Chaves Jnior, Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
Thealro de Santa-Isabel.
?O.' RECITA PA ASS1CNATUIU.
OUABTA 1'IIIU, 29 DK JAM-.lllil DR 1851.
Espectculo variado divid lo em 3 parles.
Primeira parte.
1.*Depois de desempenhada pela or-
chestra a excellente nuvertura doCnvallo
de lironze.n Sr. Felippe Tati executata g
grande scens o aria de~ltoberlo Devereux,
domaestrn Donizelti.
8.*Os S's. Cpurri e Fradorieo Tati,
cantarfln o bello Mielo bufo das l'inlolat da
opera Chiara dt HottmbergK, do maestro
Ricci.
3.aAs Stas. Raderna e Moreau'dangirflo
a carcter um passo a dous La Styrien.
Segunda parte.
i.* Grande ouverlura, saguindo-se pela
com nulna nacional a representarlo da in-
teressanle comedia em um acto
Emilia trnvessn.
2 OSr. Fie.lenco Tal i c mi n H a ana
di Silra<\* operi Ernani, do maestro
Verdl, geguindo-e pelo Sr. Felippe Tati a
a aria deluna Bolena,-^do maestro Doni-
setti.
3.ASia. Mureaii ejecutara o passo do
MUtlNHEIRO.
Terceira parle.
i.'Crin le ouverlura, depois da qual
0 Sr. Capurri cantar a encllenle aria de
Fgaro da opera O llarbeiro di Sevilha,
do mmnrial Rossini; e em seguida execu-
tar curo o Sr. Felippe Tati o duelo da mes-
ma opera Alfid'a di quel melallo.
2.aA Sra. Raderna execuiar un 'at-
eo a Salo.
3 "Terminar o espectculo com a gra-
ciosa ture i o
.lili/, de paz la roca.
Comegara as 8 horas.
Os bilhetes acham-se venda no lugar
do eos ionio.
O empresario previne ao respeitavel pu-
blico de que nlo Ihe tendo sito possivel
chegir a um aecurdo com a Sra. Augusta
Candiani, acalia de dar as precisas provi-
dencias pelo ultimo vapor que pulo para o
sol, para seren eseripluradns na corte duas
damas e um cantor, no intuito de levara
scens operas lyricas italianas, e correspon-
der contiang e lioin acolhimento qu
tem reci linlii o sla Capital, para o no nao
poupar exfnrgns, o nipsmo sacrificios.
O empresario nada mais aspira do quo of-
ferecer ao publico espectculos dgitos de
su a illuslragflo e gusto.
Carlos .Vut!oslo da Silva, oa com o capitrio
na ra da Cruz n. 13, armazem.
Ve ide-se o brigue brasilei-
ro Soares, bem construido, frra-
lo e pregado Je cobre, de cargt de
12,000 arrobas: os pretendentes
o-dem ir examina-io na volla do
Porta do Mitins, onde se ach
prompto de torio onecessario pi-
ra seguir qualquer viagem, e pa-
ra tratar do negicio na ra do
Trapiche n. 5, escriptorio.
Para a Rabia pretende seguir viagem
com brevidade a sumaca nacional Carlota,
mestre Jos Goncalves Simas : quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode entender-se com Luiz Jos de S Arau-
jo, na ra da Cruz n. 33.
Para o Rio de Janeiro segu com brev-
ia le a escuna nacional Galante Maria : para
carga, escravos a fele e passageiros, para o
que lom excellonles commodos traU-se
na ra do Vigario n. 4, com Silva & Grillo,
1'araoUio de Janeiro sahe
com a miior brevidade possivel o
patucho nacional Nereida : para o
resto da cirg e passageiros trata-
se com o capitao na praca da Com-
mcrcio, ou coai Novaes &c Com-
anhia, na nmlu Trapiche n. 3'j
Leil
oes.
Avisos martimos.
i
Keal conipanliia tic paquetes a
vapor cutre o Brasil c a (ira
Bretanha.
No dia 31 do correnle at o primeiro de
fevereiro, deve aqu cliegar procedente de
Inglaterra, o vapor da Companhia Tueed,
commandante llwlt, o qual deve demorar-
so aqu 6 horas, para proseguir o .seu desti-
no para os portos do sol : qualquer pessoa
que pretender passagem para qualquer dos
poitos onde o mesino tenha de tocar, haja
de dirgir-se cu .o antecedencia a casa dos
respectivos agentes nesla Praga Adamsoo
llowie & C.| ra do Trapiche n. 42, para
tral r dotaju-de, que sera regulado pela se-
guinle tabella de passageiros:
Para a Itahia 25 pataces bradleiros ou hesp.
Rio de I. 50
m Moni.-vid. 10 a .
a Buenos A.120 n
O mesiiio vapor deve aqui cliegar de vol-
ts para a Europa no dia 17 ou 18 de fe-
veiro: as pessois portarlo que pretenderen
passagem no mesino para os portos deS
Vicente, Tenerifo, Madeira, Lisboa, e In-
glaterra, poderflo logo fazer o seu engaja-
tuento, para 'que depois nflo acntela que
nos portos do sul se prehenctiam os lu-
gares.
Para o Porto.
O brigue portuguez Slaria Feliz, capilflo
Lourengo Fernandos do I ai mu,a sahir mui-
to breve : quem no mesmo quizer carregai
ou ir de passagem, podem entendor-se com
o c ipil fo na i rica, ou -com o consignatario
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
Para a Babia sahe com muita brevida-
de por ler mais de mnlade do carregamento
a bordo, a sumara nacional Carlota, mest'e
Jos Gocalves Simas : para o testante da
carga e passageiros trala-se com o consig-
natario da mnstna l.uiz Jos de Sa Araujo
na ra da Cruz n. 33.
Para o lio de J tneiro
segu com a maior brevidade o
brigue nacional Adamastor, por
ter a maior parte do seu carrega-
mento engaja la : para o resto,
passageiros ou escravos a frete
tratase com os consignatarios Ma-
chado &c l'inheiro, na ra do Vi-
gano ti. 19, segundo audar, uu
com o capitao Filippe LNery de Oli-
veira, na praca doComme co.
Para u Maranhflo tocando no Gear,
pretende sahir oestes 8 dias o hiato Aovo
Olmda, por ter proaiplo, e ja tratado dous
tercos de sua carga; para o resto e passa-
geiros tiala-se com o respectivo ilustre An-
tonio Jos Vianna, no trapiche do algodelo,
ou na tua da Cruz, armazem do Sr. Manuel
Jus de S Ai a ujo.
Para a Biltia seguir em poneos diag c
escuna nacional Emilia, de que he capitfli
Antonio Nilv.ua MuClel Jnior, caso encon-
tr ca'ga suficiente al 31 do correnle :
quem na mesma pietender carregar ou ii
de passagem, entender-se-ha com J0B0
OcorretorOliveira fara leilflo, poror-
dem de T. Carling, ctpilflo da barca ingle-
za Ellen Dryson, cm presenta do Sr. vice-
cnsul dd S. M Brilannica, o por emita e
risco de quem pertencer, dos salvados da
lita barca, naufragada nos rochedos deno-
minados Punta du Tuuru, na sua recente
viagem procedente de Cdiz com deslino
Kahia, cnnsistindo em alguna mantimentos,
u vellame inclusive urna andaina quasi no-
va, maslareos, vergas, paos em bruto, mas-
same e cor lo 11 na miuda, ancoras e corren
'es de ferro, ditas delgadas para apparelho,
muitOes, roda do Irime, caixa d> botica, a-
sulhas de marear, tintas, lampeSo da bita-
'11U. fogSoe vario* ouiros arligos miudos,
tendo ludo sido conduzido para e*'e porto
lela escuna nacional Emilia, OapitB Macinl
luiiior : terga-feira, 28 do correnle, asi
Itoras da iiiaiiliSa, no trapiche do Angelo,
onde os pretndentes p lem aliterada-
mente examinar os referidos artigos.
O capitao Thalcher, da escuna ameri-
cana Draco. fara leilflo, por intervenidlo do
corretor oliveira, de boas oorrjes de ceb-
las, charutosda llavana, fumo da Virginia,
carne du porco salgada em hairis inlciros e
nejo-', nozes, manleiga. vassouras, agoas-
ardenies C ban ly e wlaiskevj, genebra, con
servas de ceblas, cevadiniia, lijlos, p e-
s mos para Hambre, linguic/is, lampr ,1
patente, e numero artigo mui vendaveis.
qnaulo apeleciveis, destititdos ao mercado
di California, para otile esta indeciso se
p oseguira sua viag >m : quinta fera, 30 .lo
coi. ente, s 10 lloras da tnanhfla, no arma-
zem de lieane Youle & Coutpanbia, berco
do Gonc. alves.
O corr. tor Oliveira fara leilflo de es-
plendida niohilia e obras de prata, consis-
1 io lo o o o n 1 mesa de juntar nova elsti-
ca para 2% pessoa, um guar la-louQa gran-
de, cauta de ferro para casados, duas ditas
mais pequea, um ric > altar doura lo com
as cottipolenUs banquetas, um etcelleat 1
piano dos melliores autores inglezes, um
limo olor grande de mogoo, urna comino la
d Jacaranda com pochadores de prata, ca-
deiras de Jacaranda, quatro lindas serpen-
tinas do verdadeira follta de ca-quinlia, me
sa de inogno redonda com lampo de pedra,
vasos de bronze dourados para flores, lin-
ios igu.i iros de vistas na Italia e retratos de
afama los autores italianos, serpentina de
dous globos para cima de misa, um rico re-
logio dourado dilo, garrafas e copos de
cryslal, tigellas roxas dilo para sobremesa,
e muilns oulros objectos, inclusive um ca-
bra captivo, ptimo cozinheiro, at de mas
sas : ialibado, l. de fevereiro, s 10 horas
la tnanhfla, na ra da Aurora n 58, primal
roandar, casa do Sr. Herculano Alves da
Silva
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -,..'
--Precisa-se fallar jo S'. IVancisco Af-
l'nosii llolelhu a negocio de s 11 uteresse :
na ra da Aurora n 52.
Antonio dos Sanios Caldoso, subdito
Potingue?., retira-se para lora do imperio,
levando em sua comp-nihia o seu irmflo
J0S0 dos Santos Cardoso tambem Por-
tuguez.
Pede-se ao Illm. Sr. Joa-
quim Facundo de Castro p oh;e-
quio demandarenU^gar urna car-
ta que receben em Micei deGui-
tliermc Josc daGraca para Anto-
nio Branda da ttochi, na rtia do
L'repo n. IG, ou annunciar sua
morada para ser procurado.
Aluga-se um pequeo sobrado na es-
quina da ra do Rurgo n. 16, com solflo e
vflos em baixo : no beceo do Lobato n. la.
Oesappareceu no da 19 de novemliro
prximo 101-si.lu do eiigenli.i Cal, na e-
dadede Goianna o preto crioulo l.uiz de S8
"nnos, bastante ladino, estatura regular,
li'in preto, muito barbado n cabelludo pe-
los peitos, cheio do corpo, o branco dos
olhos bastante alvo, bous denles, feicoes
regulares, offlcial de peJreiro, o carreiro
Jwlga-s
mez,
.4,
n praca da Independencia
oja -fte 1 lindezas, e tambem
e pagt qualqu r pre 110 que sa-
Itir rio; bilhe es e meios que fo-
ran vendidos pa mesma loja.
M 1 .u I Marques Fer.tandes mudou o
eu estabelecirnnlo para a ra da Goncei-
^ilo n 8.
- No tlia 16 do crrente fugio do enge-
Valha-me Deo !
Gritava um pobr> homem na ra um des-
le dias. Mfregaa lo com fd'C uma canella,
por causa dn um soffrivel tramhulhflo qua
dera pelo tnrrivel esqu'Cimentoque leve de
trazerosoculos. Hi inconteslavel a ulili-
dade delles, porqo nflo s aproximam os
objectos, evitam a poeira nos olhos, sanio
tambem dflo certo ar df importancia ; os
mocos passam por estudiosos, os valhos
par labios ; nflo ha mesmo oxemolo ou no-
nho Sapucaia, freguezii de J.hoaiflo, dous tioia, que um homam deocnlo lixos fazen-
scravos pardos, um donme Paulo, de 26 (|0-sc annunciar em qualqnor parte o man-
Avisos diversos.
-No da 28 do correnle ha arroma tacto
judicial em ultima praca da loja de ferra-
gens do Aterro da B >a Vista, que fui do fi-
nado ('.aciano l.uiz Ferreira, por execueflo
de Rrander a Rrandis & Companhia e Geo:
Keoitworthy &-Companhia, pelo juizo da
primeira vara, escrivflo Cotilla: as ferra-
aens desta eslahelecimento j foram pra-
i,-a c foram vistas p>r algumas pessoas, e
por isso se estas as qnizeretn j sabem o
que ha para ser arremata lo : a praca lera
lugar na sala das audieucies cas horas do
costme.
Gabriel Antonio avisa a todos os seus
devedores, quer por lelttas, quer por outro
quilq 1er titulo, que nflo paguen) qualqii"r
tiulo., que Ihe fr apresentado, visto que
fui a sua casa rouhada, levan lo os ladrOei
lo los os papis que acharam, ass m como a
burra em que estavam deposita las lilas le-
tras o outios papis de importancia e pro
testa repetir o pagamento de quem indevi-
lamente pagar. Oolrosim, se compromet-
a a dar a quantia de 1:200,000 rs. a quem
Ihe descubrir o roubu por modo que Ihe,
possatn vir as ni flus os objectos roubadus
-- Precisa-sede um luno amsssador : na
ra Imperial, padaria n. 37.
Quoji precisar de uma ama para todo
o serni;.i. menos 'o de com rar, para urna
casa de hornero solleiro, di ija-se ra do
\lecrini, 11. 39, casa no fundo das do Sr.
Jos Mara
Joaquim Antonio Carneirct comprou
por cunta e ordetn do reverendo vigario do
Acarac Antonio Xavier de Castro e Silva,
0 uieio bilhale n. 5593, da 12.* lotera do
tiie.ilio de S. Podro de Alcntara d corle.
Qiiem annonciou a venda de um es-
cravo canoeiro e calafate, procure jna -ra
Urgajdo llozario n. 48,primeiro andar, para
ajualar,
-- Precisa-se de embarcar urna poreflo de
eneros para a povoacflo do Pillar, provin-
cia de Alagas : quem .iretonder recelier di-
tos gneros, dirija-so a praca do torpo San-
to 11. 2, primeiro audar.
sa estar nesta prarja, por ler nella lias-
lante conltecimento, ou para as caries de
Agoa Preta, onde havia poucotinlia andado
como pagi'in em companhia de su Sr. Mi-
guel da Cimba Araujo l'inheiro roga-se
poisa qualquer autoridade ou capitflu de
campo que o apprehender, o fag cliegar n
lilo engenho Cal, onde sera recompen-
sado.
Carolina Cyriaca Pereira dos Santos
substitua das cadeiras da primeiras leltras
desta cidade se prope a ens nar primeira
leltras, toda a sortn de costura e msica vo-
cal : as pessoas que 18 quizerem ulilisar de
seu prest i mu, dirijam-se a casa de sua re-
sidencia na ra do Aragflu n. 37.
No bairro da Roa Vista, rus da Con-
ceicflu n. 41, precisa-s de uma criada para
o sei vi cu interno de urna esa
No dia 31 do crrente se levantar a
han leira de N. S. dos Re nedios, iue sahira
lo sitio do Cajueiro conduztda por oito
meninas lecenlemenlo vesltdas : roga-se
aos devoto da mesma Senhora, qua quize-
rem acompanhir a dita bandeira, que se
leveiflo acttar no lugar da partida s i ho-
ras em nonio.
0 Sr. Joaquim Alves da Silva qiieiru
lirigr-so ra Nova n. 35, a negocio de seu
interesse.
Precisa-se de serventes; na
obra da nova matriz.
--O padre Manoel A Iriano de Albuquer-
que Mello avisa ao publico, e principalmen-
te ao pai de seo alumnos, que a sua aula
le primeira leltras, sita na ra do J.ndiin
n. 43, se aclia em exercicio.
D-sa a premio a quantia de um corito
de ris, tolo ou em partes, sendo sol pe-
ohoras 011 hypotheca em predio l'vra e des-
emb iiagado -. na roa das l.araugeiras n. 23,
se dir com quem dave tratar.
-- Precisa-se le uma ama forra p^ra o
ervigo int-rno da orna casa de pouc 1 fami-
lia : na ra das l.arangeiraa 11. KS.
Joaquim Antonio 'los Sintos An.Irado
e Manoel Carneiro l.eal pirticipam a seu
freguezes, e especialmente ao curpo de com-
mercio, que, em virtud das posturas da
cmara municipal desta cidad* ler manda-
do retirar snas fabricas de caldeireiro, si-
tas na ra Nova ns. 27 e 33, para os arra-
baldes da mesma, reuniram as duas fabri-
cas a uma mi, que se acha montad 1 em
grande escalla co'it todas as olcinas per
lencenles a mesma, caldeireiro, latu-iro,
fundioflode metaos, serralneiro, funileiro,
etc. etc., a qual gyra soh a firma An Ira-
de c l.eal. O socio Leal reside efieciiva tien-
te na nova fabrica, na ra Imperial n. 120, e
o socio Andrade nos depsitos da mesilla,
na ra Nuva ns. 27 e 33, ein qualquer de
tes lugares os pretendemos seinpro o acia-
rflo prompto para aceitar suas eucominen-
das, quesenl 1 compridas a seus desejos e
com a devida presteza.
Na fabrica de caldeireiro de Andrade &
l.eal, na ra Imporiil n 120, e nos depsi-
tos da mesma, na rus Nova ns 27 e 33, ven-
dem-se carros de mflo de mu i boa cous-
Iruccfio, e as mui approvadas machinas do
Derusne, assiin como se faz qualquer obra
de cubre, latflo uu ferro
Ni ra de Santa Theroia n. 8, ha urna
parda forra, que se aluga para enguinmar
Precisa-se alugar unta ama para com-
prar e cozmlnr : na ra da Conceigflo da
Roa Vista n. 11.
OSr. francisco Xavier Carneiro la Cu-
nta Campello e Fredericp C F.ister ten'tam
a hondtdc de dirigir-se a esquina da ra do
Gabug, loja n. II, a negocio que nflo i^-
noram.
l)flo-se 100,000 rs. a premio de dous
por cento sl> petthores deomo ou prata:
110 Aterro lia Roa Vista, padmia n.50.
Advnrte-se aoSr. Jos Joaquim da Cos-
ta, morador na ra do Rozario estrell, que
veala* quanlo antes ao Folia do Maltos cum
jrir o que promelteu ao abaixo assigoa-
do ; do contrario, safar publico o nego-
cio. -- Joaquim Mendei de Suuaa Ferreira.
Precisa-se co|irar 80 minias do Ifli
para o segundo Tta all u ile cacadures :
quem as Mver para ven lor, dirija suas pro-
postas e amostras au conselho adiitiuislra-
livo, na secretaria do iresmo, d 30 do
crrenle.
-- Esta fgido, desde 16 do enrrente mez,
o escravo Mximo, de oagflo, alto, magro,
ii.igi.ilo, desdentado na frente e emttigo
bastante gran le, o qual costuma, quandu
foge,. eseander-se nos engenhos Paulista,
Jaguanbc, Mussupinho e Agolar, por ues
les engenhos ler morado ; por isso pede-se
encarecidamente aos senhores dos ditos en-
gentos.que ten ha 111 a buitda le de o mandar
procurar e cooduz-lo ao MunleA a Jos
Camello do R;go Uarros, quesera pago o
portador com generosidado.
caiitelistu Salustiano de
A quino Ferreira faz sciente ao re ,-
peitavel publico, que no dia I de
levereiro vindouro, pelas 9 horas
da manlia at s 6 da tarde, paga
as cautelas preini.id.is da loen:
de L\. S. do Livramcnto, que ha
annos, haixo, grosso, bi-tait- barbado, ca-
itellos piXaiiM c.uin.uioa blido pequea 110
ilho esqtterdo ; Vicente, quasi preto, do 25
1 linos, alto, do buni'a figura e c.un signaes
le castigo na ndelas. 6 mencionado
escravos sflo naluraes do Ico, he inuito iie
iires,imir teram uara all seituilo, ou para
Dovoagllo dos Palos, em Sirid, onde lom o
Paulo oarenles hvres : quem os capturar te-
19 de gratilafago a quantia de 100.000 rs.
^s3G>3 oaao>a>
-> Hila (Ins CiU7.cs 11. 2S. O
^. Consultorio homct^palhico do faculta- a
(1*00 J. li. Caianova. n
Gratis para os pobres.
Na ausencia do facultativo J B. Ca- .?
lanova, o prafeuor de liomoepaitiia 9
Gusset Itiinoil continuar com os v
traba'lhosdu mesmo consultorio, on- Q
de po lera ser procurado a qualquer &
mr O
-- No da 22 do crranla fugio do sitia do
Ioilo Fe reir dos Santo* um escravo de na-
i'o 1 o -o, .1 11 1111 Manoel, baixo, cheio
lo curpo e pastante ladino : pede-sn aos
Srs. capilfles de campo, ou algum particu-
lar, raso o pegiicm, lev.-m-no ao dilo sitio
em Rem-FIca, ou na ra da Cadeia do II
cile, loja de ferr.getts n. 56 A. de Antonio
Joiquim Vidal, que recompensara.
O I)r. em medicina Carlos Frederico
lluller, leu lo vollada da Europa, aclta-se
exercoo 10 a sua ai le na sua anliga residen-
cia, na rita da Cruz n. 15, s 'gnu tu andar.
Purleu-Sd, no da 3 do crente, uma
loneta de ouin quem a acllir a podara en-
tregar no pateo de S, Pedro, casa do cu ur-
giflo Leal, que recompensar generosa-
me.ile.
O abaixo assignado, tendo
de rctiii.r-ss p ra a liurop, pelo
prsenle convida a todos os seus
deved .ios Je vir 011 unndarem pa-
garsnas con tas ate o lim do cor-
rente mez. Scasso.
Pedd-Se a quem SOUber, o favor de de-
clarar por esta lollia, em ijue logar be a re-
sidencia do Sr. Jo iqm o de Figueirodo Li-
ma, mi quem seja nosla cidade seu procura-
dor, pira tratar-se de un negocio que diz
respeilo IO Sr. Lima.
- Um rapaz brasilolro se olTeroce para
caixeiru do qualquer estabeleci nenio ou
cobrauga, dando liad.ir a la conducta :
quem precisar, dinji-so a ra d'Assumji-
gflo 11. 16.
d)OO&f35>0OOOOO 669&0
9 Ullr. J. S. Santos Jnior.
1 ii- .1
3 medico homo20|iatna mora ^
'^ na ra i\ova,n. 58, primei- &
5 ro andar. *>
Gratiflease bcm.
Fugio 110 .lia 2J 'lo :as.a io mez de de-
zeniltiu, o preto Antonio, de nac8 1 Cabin-
l, representa ler 45 anuo de idtde, altura
regular, cheio du corpo, rosto abocetado,
bstanles caballo brinco ni cabeca, e
uiuito cabell ido ; lev.tu caiga e jaqueta de
ganga, be nlDcial de cal leireiro da fabrica
la ro .lo Rruui n. 2S ; lem silo enconlrj-
10 em diversas roas 1 -sla 01 1.1 lo, em Santo
tntotlio, Boa Vista, AtTogadoa e Corredor do
Itis.o, ora em uma, ora em nutra parle :
rogi-sepoi a quem o aprenhen ler lavo-o
nos Srs. do mesmo eseravo Mesquita & !>u-
tra, 111 dia fabrica que se recompensar
Compras.
Cor, pram-si) escravos de ambos o se-
xos mogos o de bonitas figuras : na ra lar-
gar do llozario n. 48, primeiro andar.
Compram-se escravos de am-
bos o sexos : na ra da Cdea do
Kec fe n 5l, primeiro andar.
-- Conipra-St um sellim inglez usado, em
bom estado J urna pela cozioheira e en-
goutmadeira ; euma negrota com algumas
haliilmades : na ra da Cadoia do Recifu,
loja n. 50, de Cunha & Ainorim.
(jompram-se psde sapotis,
de pinlia< ealguus outrosarvore-
dos fnictiftros, plantados em c i-
xoes, que .se possam embarcar pi-
ra Iota (11 provincia : quem tiver
para veniler, annuncie, ou diri-
ja -s i ra lo Trapiche n. 5, pri-
meiro arriar
Gompra-se um piano de nnnagflo em
li on esta lo e por prego commolj : no ai
mazeiii da tua do Vivario II 25
Vendas.
de se extrauir em 1 do corrate
l.'.-l da miartiii iiacioiinl.
Ven le-se o peculio do gualda nacional,
conlendo a le, regulamenlo eo mais preci-
so para a mesma, a 1,000 rs. rada eximi-
la r: ni piagad.i In lo, endeuda, livralia
ns. 6 e 8
\. 1111 s uma preta moca com 1 cria
de 20 mezes, a preta cose, engomuia betn,
co/inha o diario de uma casi e faz lodo o
mais serjucojM ra do Cabug, loja de
ounvesVn. 9.^*^-------------
Vende-se um moleque crioulo, de 17
anuos e de bonita figura : no | aUo do Ter-
gn, [.alaria n. 30.
-- Vendet-se duas escravas crioulas, mo-
cas e sent vicu.s, una das quaes he recolhi-
vende por motivo, que se patenteara ao
comprador ; a oulra he do Campo, oplima
11 llalli leira de euxada : na juaga da Roa
Vista o 10.
Vondem-sc caixas de charutos de San
Flix de 50 a loo a 2 o 4,000 rs. : na ra da
Cadeia do Itecife o. 15.
dassam esperar no palamir da escala, ou
na porta da ra, e s stm na sala de espera,
assentado, etc. etc ; ordinariamente 0 me-
nor traiamonto que recebe he o do taaho-
ria, em suma sflo os oculos o antidoto dis
quedas, trambolhOas, toncadas, canalladas
o outras catastrophes a que o genero hu na-
no est sutij tito ; ha por isso que so avii a
quem os quizer, qu- de vista curta, qur
caneada, o va comprar na ra larga do Ro-
zarlo n. 35, loja.
Vendem-se as segumtes casas : uma na
ra de Agoa Ver les, com sotflu ; outra na
ruado Paire Florianno; o duas narui Im-
perial, livrese desembarcadas ; a tratar ni
ra do Crespo 11. 15,
Vendem-se dou sellins em meio uso,
com lo lo os seus aoeeaaoHoi quni novos,
por20.001) rs. ambos : 11 s Cinc Ponas nu-
mero 6-2.
Na ra do Hospicio, sobrado n. 15, ven-
de-se assucar retinado -jom ovo, senln o
le primeira sorie a a lo si 1I0 e tez r, a libra, e 0 di segunda a
tilo pataca a arroba ea quatro vilense
dez rs. a libra.
- Vende-se superior manteiga ingleza, a
720 rs. ; dita france/a, a 610 rs. ; dita, a
240 rs.; o venia leiro cha de Lisboa, a 2,88
rs. dito d ln lia, a 2,000 rs. ; tena, a 28')
rs. a libra ; m-carrflo, a 240 rs. ; farinha de
lapiuC', mullo alva, a I60 r ; oipermace-
le, a 720 rs ; cttocolaie de Lisboa, a 40 ) rs.
libra ; bolacliioha de ararula, a 320 rs.;
vinlio do Porto, muito velho, engarrafado,
a 480 r. ; dito em barril, a 320 r. a garra-
fa ; dito muscatel, a 400 r. ; u 11a nauta no-
va appaielii i.l. da prata ; um diamaiue de
cortar vi Iros, por inoilico prego na ra
a* Gonceico, venia nova 11. 8, junto ao ar-
mazem de sal, assiin como OUtroi mullos
gneros
Ven letn-se cordas de tripa e bordOes
para rabeca e violo, papel pautado para
msica : ludo de superior qualidade o che-
gado proximamenti: na praga da Indepen-
leucia, luja n. 3.
Gomma superior.
Na confeilaria da ra do Rozario estreita
n. 43, vendein-su saceas de superior gom-
ma por Clin modo pego.
Tinta para escrever.
Vende-se excellente tinta para escrever,
em frascos de mais de garrafa, a 480 rs. ca-
da um frasco : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia
Ven le-si! uma escrava da Costa, do 32
annos, quiUtuleira, Uva desabflo, engom-
is poucu e be bastante diligente para o
servtgn de campo : na ra de S. Francisco
ituuieto 68.
Vende-so um prelo de figura, corpu-
lento, de 35 a 40 anuo pouco mais ou me-
nos, propno para qualquer sorvigo, o que
serve lambe.II paia au lar embarcado por
ter disto alguna ptaiica: quem o preten-
der, dirija-ae ra da Cadeia Vellta, luj
numero 7.
Lotera do Livramcnto.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
ti. S. do I.im .ni cutu a 5,500 rs. ; na loj t de
eiicadernacjo da praca da Independencia
1111111.0 o 12.
Vende-se urna preta crioula, de 22 an-
uos, de bonila lisura, muitu sadia, se 111 vi-
cio algum, com principios do eugommadu,
Coziitha o diario de unta Casa, ensalma bem
e he ntuito diligente para qualquer servido
de casa ou iiiesnio de ra : na tua AugUsti
n. 9, sohrailu de um andar u solflo.
-7 Vende-se algo lo em carogo muito su-
perior, por prego cummodo : as Ciooo
Puntas, sobrado de um anJar 11. 3(>, sondo
a vontade do comprador.
Vendem-se chapeos d (hi-
le culi idinus e mais inferiores, por
preco muito en emita, para 'e-
ciiar contas : Da rua do Trapiche
n. 34 armazem le Novaes & G.
Vendem-se duas pretas mogas, -de bo-
nitas liguras, que engommaui, cozinbam e
fazem todo um >ia servtgo de urna cana; 2
ditas boas quilandeiras e lavadeiras ; 2
pardas de 2U anuos, de mui boas liguras,
uma curia e faz carnizas de homem muito
bem, marca e faz lavatinto ; um moleque
de 18 annos, bom p.ra a praga 011 campo ;
1 preto de meia idade, bom para trahalhar
em um silio, tratar de rogas, tirar lene e
vir vender na praga, por a isso estar acos-
lumado ; e 1 casal de escravos bons para o
trabalho decampo: na rua do Gollegio o.
21; primeiro audar.
Lotera.
Vendem-se meios hilhetes da
lotera do l.ivramento, cujas ro-.
das andam no dia 3t do corrente
inialivelmente : na pratpa da Boa-
Vista, hu tica n. 32.
Vendem-se 30 alqueires de arroz de
casca, a 2,880 rs o alqueire da medida ve-
Iha ca ola 10 : na rua do Aragflu 11. 14.
Na rua da Cruz, araiazem 11. 33, deS
Araujo, vende-se supeiior farinha de 111..11-
dioca, a -2,1:1 o rs. a sarca para acabar ; sol-
la ;couros miudos; cunas de eina, e su-
penor ceta de carnauba em saceas.
Vtnde-se bacaiho de esca-
ma, muito superior fozenda, a
t,5oo rs. cada barrica : no arma-
zem do Aunes, no caes da allan-
dega.
Na rua das Cruzes n. 18, terceiro an-
dar, vende-se urna oplima parda, qua en-
gomla, cose bem ctiflo, cozinha e lava ;
urna preta de 20 annos, ptima engomina-
dilra. cose chflo, cozinha e lava ; tres ditas
muito mogas, que cozuiham, lavam de sa-
bio e ven icio na'rua ; um dita de 30 an-
uos, propria para o servigo do campo uu de
rua ; urna linda n.-gi inii.i de II a 12 anuos
e uu uiolequinho de 14 inezes, ja desma-
mado e muito esperto.
L_
i


"",
>J
4
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota, para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differenles modelos: na ra do
Brum ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e fundirn de ferro.
AGENCIA
d fundiciio Low-Moor.
RA DA SF.NZALLA NOVA S. 4a.
Wcste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vende-se superior fnrinlia
gallega,.em iiiims barricas: no escriptono
de Oeane Youle & C, ouem seu armazem
do becco do ('.encalves.
A 4o rs. a cMxinha.
Vende-se a melhor qualidade possivel de
palitos para tirar fogo, pelo barato prego de
40 rs. a calxinha de pao, e a 20 rs. a de pa-
pel : na ra do Queimado n. 16, luja de Jos
Dias Simfies.
Chumbo de munido.
Vende-seno rmazem de J.J. Tasso J-
nior, ra do Amoiim n. 35.
Boticas lioinceopathieas, na ra
do Crespo, toja n. 4.
Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, gratules e pequeas, rom os seus com-
petentes litros, vindas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande eslbelecimento cen-
tral da ra de S. Jos n. 59.
Vendem-se amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
A l.Goo rs.
Vendem-se novos corles de brim tranca-
do escoro com duas varase meia cada corle
a 1,600; cassa franceza de hnm gusto, a 2,600
rs.; pecas de rsguio de algodSo com 12
varas, a 9,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godSo de cores, a 720 rs. : na ra do Cres-
po n. 6, loja ao p do lampeo.
Deposito de cal virgem.
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada iiltima-
mente de Lisboa no brigue 'Tarvjo-Ttrctiro.
Cabccailns iuglezas.
Vendem-se cahegadas inglezas rolicas e
chatas, loros e si lias de la: na rna doTra-
pishe n. 10.
Aos Srs. de engenho.
Vendem-se chapeos de palha por comino-
do prego : na ra da Oadeia do Recife n. 23.
Muitissimo barato para acabar.
Vcndem-se vellas de carnauba do Araea-
ty, saratos, couritihos, espanadnres, eslei-
rs e cha|eos de palha ; ludo omito barato
por se querer liquidar e viudo do Araraly
no ultimo navio : na ra da Cadeia do lie-
dle n. 23.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
nuzem de J. J. Tasso Jnior.
Potassa (In l ii :-
Vende-se potassa da Itussia, recentamen-
te chegada, .i de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Lotera de V S. do Llvramento.
Aos 5:ooo$ooo,
Na ra da Cadeia n. 46, loja de miudezas,
vendeu-se o meio feilhele n 1454 da lotera
de N. S. do I.ivamento em que sahio a sor-
te grande de 5:000,000 rs., e esto expos-
los a venda os afortunados bilheUs e cau-
telas da ir.esma lotetia, que corre imprele-
rivelmente no da 31 de Janeiro crenle.
I!11orll-S 11,000
Mejos 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tnixas para engenho.
Na fundigo de ferro da ra do llriini,
acaba-se de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
qua.is acham-se ventla por prego com-
modo, e com promptidSo embarcatn-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
* Na fundigo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de caima, todas de ferro, de um modelo e
CoostruccSo muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de llamburgo:
na ra do Amorim n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior putassa,
assim como cal virgem e pedra, recente-
mente chegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel: na la da Cadeia do lira le n. 12, ar-
mazem.
Grande sortliirenlo de clinrutos
da fabrica de S. Flix, no ar-
mazem de Crocco S Companhia,
ruada Cruz n. 21.
SSo chegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, cegadores,
deputados, venus, senadoras e soberanos
de llavana, em caixas de cem e 250, por pre-
sos rasoaveis.
Chapeos.
Maia Ramos & C, na ra Nova n. 6, ara-
ba de receber vindo de Franca pelo ultimo
na vio, ricos chapeos de seda com pluma e
tranr, para meninos e meninas, e poden,
aflancarque neste genero he o melhor que
tem vindo a esta cidaJe, os quaes se ven-
den) por prego enmmodo.
Vende-se cevadinba em garrames mu
bem conservada e nova, viuda recenleineu-
te e por prego que animar ao comprador,
a vista da sua qualidade : na ra da Crua,
armazem n. 8.
Baile de mascaras.
Na ra da Cadeia do Recife n.
5o, loja de Cunta & Ajnorim, re-j
cebeu de Franca pelo brigue Cezar,
um rico sortimento de veludlhas
de algodSo, de ricas cores, pro-
prias para a pr.xima estadio do
carnaval, assim como seroulas de
meia com p : vende-se ludo por
preco commodo.
Vende-se urna boa escrava cozinheira,
muito riel e sem vicios, assim como urna
outra mucama, costureira eeogommadeira,
cuja conducta -e ujlestias se afianga : na
rus larga do notario, loja n. 35.
Yrmlem-so 16 escravos, sendo um dito
ptimo carrejroV; um dito serrador ; 4 ditos
de todo o servido, de bonitas figuras ; 3 par-
dos mogos; 1 barda de bonita figura, que
cose, engomis bem, fax lavarinto, cozinha
e faz doces ; orna escrava com as mesmas
habilidades; e 7 ditas de todo o servigo :
na ra Direita n. 3.
Escravos baratos, na ra das l.arangeiras
n. 14, segundo andar.
Vendem-se 4 pretos mocos de todo o sor-
vico ; 1 mulatinho de 14 anuos, ptimo pa-
ra pagem ; 1 dito de 20 annos, bom serrador
e de boa conducta ; 1 moteqne de 11 annos,
muito lindo ; urna linda mulaliuha de 15
annos, que cose alguma cousa ; duas ne-
gras mugas, com habilidades ; e duas de
meia idade, muito em conta.
A pobreza.
Vendem-se cebollas ameticanas pelo ba-
rato preco de 80 a 160 rs. a restea, e a 320
rs. o cento das solas : nos armazens do bec-
co do Concalves, junio a casa da Sra. Viuva
Lasserre.
Aos 5:ooo$ooo rs.
Vendem-se meios bi|netes da lotera de
N. S. do I.ivrametilo, Cujas ro las aiulam
no dia 31 do correnle infalvelmenle : na
ra larga do Rozar o, botica n. 42.
Vende-se a loja de calcado
da ra Direita n. 5o: a tratar na
mesma loja.
Deposito de cal e potassa.
Cimba & Amorim, na ra da
Cadeia do Kecife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de Lis-
boa Novo Vencedor, Carlota
Amelia barris com cal virgem, e
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Para fechar emitas.
Vende-se cera de carnauba, courinhosde
caba, sola e una balanca com bracos, con-
chas, correntes de ferro e pesos, propria pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
embarcicSo : tudo por prego commodo : na
ra dos Tanoeros, armazem n. 5.
Arados de ferro.
Na fundirlo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica de Todos os
Sontos na Habla.
Vende-se, em casa deN. o. Hi^ber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado ila-
quella fabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Vendem-se caixas com cera
em velas do liio de Janeiro : na
ra da Alfandega Velha n. 5, es-
criptorio.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue 7orujo 111.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, recentemente chega-
da de Santa Catharina, em porcSo
ou a retalho, por preco commo-
do ; a bordo do brigue Soares,
Tundeado na volta do Forte do
Mallos, ou na ra da Alfandega
Velha n. 5. escriptorio.
Roga-se nos fregueses que tenbam
toda aiiiiuiiip paru o novo sor
liiu uto que existe na loja da
ra do Crespo n. 6, no p do
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de cores lisas
a 260 e 280 rs. o covado ; corles de brim
blanco de linho puro, a 1,920 rs ; ditos de
l'ij.-ifm muito linos, a 560 e 640 is.; cassa
prela propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado ; y uarie de cor, a 200 rs. ; nscado
de linho para casacas, a 240 rs o covado, e
mili as minias fazendas por prego commodo.
Cal vigem de LisLa,
da melhor que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Ern~
preza : trata-se com A. C. de
Abren, na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 37.
Vendem-se chapos do Chi-
le pequeos, muito finos, a 6,000
rs. cada um ; na ra do Crespo,
numero s3.
Casa de consignacuo de escravos,
na ra do Hozarlo larga 11. 22,
segundo andar.
Vende-se urna bonita crioula recolhida,
de 18 annos, que sabe engommar e coser
com perfeigflo ; 3 ditas cun habilidades ..
de bonita! figuras ; 6 pretos bous trabaja-
dores de enxada ; I mulatinho para pagem,
muito esperto e de bonita ligura ; 1 preto
mogo, bom canoeiro, que se nao pOe em du-
vdadar-se para experimentar, pois he de
boa conduca; e un,a iiegrinlia de 12 annos,
muito linda e com ptincipios de costura.
Vendem-se iatinhas com urna
libra de excedente cha a 3,000 rs.
cada urna : no pateo do Collegio,
casa do Livro Aznl.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na praga da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os afortunados bilhe-
les, meios e cautelas da mesma lotera, que
corre impreterivelmenle do da 31 do.eor-
renle mez.
Bilhetes
Meios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
!^ o deposito d
w
11,000
5.5Q0,
?,_ 2,600
2,100
1,100
600
ra da Moda n.15
*
ha pera Vender superior cal em pe-
a-
dra, re'eentemente cheg*ra de Lis-
boa, em-o brigue Coneetcode Va-
ria, por prego rasoavel : tamben alii r?
se vendem pesos de duas e de urna ^
arroba, por prego commodo; ha ^
tambera effecli va mente no mesmo ^
-_- deposito barris de mel paraembar- ^
9- que-
OAft*M**:*A*lr)*:****5
Vendem-se colegOes do Medico do Povo,
de 1 a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Aos 5.-000,000 rs.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera afavordas obras da igreja
de N. S. do Livramento, que cor-
re no dia 3t do crlente mez : no
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
O.ni 111 qner 5;ooo#ooo 1
Quem quizer a sorte grande da ioleria do
Livramento, que infalvelmenle corre nr
dia 30 do crrente mez, apresse-se a com-
prar algum doa poneos bilhetes que anda
resta01, as lojas da esquina da tua do Ca-
bug ns. 11 e 9, juntas botica de J00 Mo-
reir.
Tecdo de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado, duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a 3,000 ris
a sueca: vende-se no armazem de Campel-
lo Fiiho, ra da Cadeia do Recife n. 64.
Vendem-se 10 saccas de superior car-
nauba ; 250 rom inlios de cabra ; 13 pares
ib- sapales decouro de lustro, mu bem
feitos e de taino moderno ; urna loslha de
bretanha de linho com lavarioto, n.uilo bem
acabada o lina : tudo se vende por commo-
do prego: na ra da Cadeis Velha n. 24,
primeiroandar, de mandila als 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
Vende-se urna preta moga, gorda e sa-
dia, que engomma bem, cose, cozinha o la-
va, o 011 todo se atianga 1 na ra larga do
Rozario n. 46, primeiro andar.
Deposito de e-pelhosdas m-
nafactuiasde Franca: na ra do
Fasseio n. 19.
Um bom oillcial de pedreiro.
Vende-se um esrravo, prelo, oillcial de
pedeiro, mogo e de bonita figura ; urna par-
ila boa cozinheira e engooimadeira, com
nina lilla de 4 mezes ; e um preto, mogo,
robusto, bom trabalhor de enxada, proprio
para engenho ou armazem de assucar, por
ler imilla Torga i na ra larga do Rozario,
n. 48, piimeiro andar.
Vende-se fio porrete, vindo do Portoe
caixas de pinito vasias; rodas de arcos ds
pao para barricas de assucar ; pregos ripae ;
do Porto : na ra da Cruz n. 49, escriptorio.
He baratissimo.
Vendem-se sapales de couro
d lustro a l,6oo e a a,ooo rs. ,
preco dos sapatos ordinarios, e
livre da massada de engraxar-se :
na ra da Cadeia do Kecife, loja
numero 9.
Attencao.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, vendem-
se pessas de bretanha de 6 varas, a 2.880 rs.;
chitas de cubera muilo finas o flxa 220 rs.
o covado ; chita franceza, 300 rs.; cortes
de cambraia de seda, a 8,000; e de cambras
de algodSo de cOr, a 2,400 rs. ; chapeos
francezes de maga, a 6,600 rs.; ditos de sol,
de seda, a 5.000 is ; cortes de fuslo para
cutirte, a t.OOO rs. ;esgui8u muito suoerioi
a 1,800 rs. a vara ; lustilo branco, a (800 rs.;
lengos do cassa amarell, a 2,200 rs. a du-
zia ; ditos francezes, a 2 880 rs.; ditos de
cambraia para mSo, a 3,200 rs. ditos de se-
da a 1,000 rs. 1,600 rs. um ; ditos de cam-
braia de linho, a 6,400 rs. a duzia ; luvas de
pelica para senbora, a 320 rs. o par ; man-
tas de seda para dita, a 8,000 rs. 9.000 rs.
e 10,000rs. muito superiores; merm o
mais superior que ha, a 5,000 rs. o covado;
e outras muitss fazendas que vista se
iiiuatraru.
Aos 5:ooo,ooo ris.
Vendem-se meios bilhetes da loteria de
N. S. do Livramento, que corre impreleri-
veltneiite no lim do correnle mez : na pra-
riiida do I.mmenlo 67, loja de Jos
Mailins da Cruz. -
Vende-se superior potassa,
muito nova, chegada na escuna
Galante Alaria do liio de Janei-
ro, por preco muito commodo : no
armazem de Das Ferreira, no
caes di Alfandega, ou a tratar com
\ovaes \ Comieanhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Velas de cera do Kio de Janeiro.
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muito bom sor-
tmenlo, em caixas : no armazem
de Dias Ferreira, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com iNovae
& Companhia, na ra do Trapi-
che n. 34.
A 400 ris.
Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, francezas, de todas as cores, goslus in-
leiramente novos, imitando seda, a 400 rs.
o covado : na ra do Crespo o. 14, loja de
Jos Francisco Dias.
aasaasaaaj-Ji"-!"''"""
Nova peen inclu We moi olios
para caf a 6 4o rs.
Vendem-se moinhos para caf a 640 rs. :
oa ra da Cadeia, loja de ferragens de An-
tonio Joaquiai Vidal.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, vende-
se cera de carnauba em porgo e a relalho,
por prego commodo.
Vendem-se arado 1 america-
nos dos modelos mais approvados:
na ra do Trapiche n. 8.
Vende-se fumoem folha pa-
ra capa e milo de charutos, por
preco muito commodo, assim como
saccas com farinha de mandioca :
trata-se nos armazens de Gouva
& Dias e Dias Ferreira, no caes
da Alfandega, ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
numero 34*
Superiores ntassas para chapeos.
Na rus da Cadeia do Recife, luja n. 46,
venden:-se supetiores massas portuguezas
para chapeos, s ellas antes que se acabem.
Vende-se urna prelinha crioula, que
cose o faz o mais setvigo de urna casa, sem
vicios iiem achaques : na ra do Rangel n.
38, segundo andar.
Vende-se um preto crioulo, de 22 an-
nos pouco mais ou menos, perito offlcial Je
sapaleiro: quem o pretender, dirija-se
Suledade, sitio que tem nos por loes quatro
leOes, a qualquer hora do dia, que achara
com quem tratar.
Vende-se urna morada de casa Ierre
em chitos proprios, sita na ra da Praia do
Caldeireiro n. 11, e urna escrava com todas
as habilidades: na ra do Fogo n. 23, se
dir quem faz este negocio.
Fio para sapateiro e para saceos.
Vende-se um restante de ptimo fio para
sapateiro em novellos, e dito em meiadas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas: em casa de Adamson llowie
& Companhia, ra do Trapiche n. 43.
Vende-se urna porgo de caixdes de
folha, que foram de fazendas ; urna porgSo
de taboasde rostadinho deamarello; urna
porgSo do pios de sicupira, que foram de
harcaca ; e urna porgo de ferros e pregos
velhus, que foram de navio : na ra da Ca-
tieil rio Recife n. 54.
UMFXrOL SALSA PARRILHA AMERICANA.
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
['reservativa nfallivel contra as febres.
A salsa pai r illiu original egenuia de llres-
tol possue todas as virtudes para curar to
das as enfermedades que provm de um es-
tado de impureza desangue das secrecgfles
morvidas do ligado e estomago, e em lu-
los escasos que necessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Km lo-
tos os casos de escrophulas, erisipelas, li-
nt)! erupgoes cutneas, manchas, bilis, en-
llama tilo o debilidade nosolhos, inchaco
das glandolas, dores lumbares, affecgOes
iheumticas, dores nos ossos e as juntas
nydo- r-m, despepsia, aslhmo, dearrhea,
desenteria, tosse refriados, enflammago
lo pulmSas phlbisica quando provm da
ol sliueau dos bionciiirs em pessoas escru-
pulosas, enflueuza, indigrsUo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das molhe-
resenfermidades beliosas, e em todas as
afecgOes provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emprega
com efllcacia em tirios os sobredilos casos,
e he re condecida como a melhor medicina
que existe. leem mais de quatro tamanhos dos de sal-
sa de Suris entretanto que os de Rristol
se venden por 5,000 rs. eos de Sanris por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vil a 1 l.apupe, e em Pernambuco
oa bulica de Jus Mara Gungalves Ramos,
na ruadosQuarleis pegado ao quartel de
polica.
Cal virgem em pedra
chegada de Lisboa na barca Carlota e Ame-
lia, vende-se a prego commodo : no arma-
zem de Silva Barroca, na ra do Brum, nu-
mero 28.
Vendem-se queijos londri-
wammtmmammmmmmm^mKammim ^ ^
),5o3, 3.ooo e 4ooo rs ; na ra
da Cadeia do Kecife, loja n. g.
Vendem-se meios bilhetes ties-
ta loteria, que corre impreterivel-
menle no da 3l do correnle, a
5,5oo rs. : ha ra da Cadeia do
Kecife n 9, loja de calcado.
-Vende-sea armago da pequea loja da
ruado Livramento n. 34, por prego com-
modo, bem como dous (apeles proprios de
saja, muito em conta.
Na ra da Cadeia n. 4, em casa de Ura-
no Youle & Companhia, vendem-se cstoiras,
vindas ltimamente da America, as mais
proprias para forrar salas porserem largas.
Vendem-se superiores charutos, sola,
couros de cabra, pennas de orna, sapatos
brncos, ditos de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : ludo iato
mais barato do que em outra qualquer
parte : na ra da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro aodar.
Vende-se urna excedente casa de cam-
po com mullos commodos, a beira do rio,
com terreno de capim ornis planlagOes :
na ra de Santo Amaro n. 16.
Vende-se, por commodo prego, urna
excellente rabeca, quefoi de um Italiano,
eximio professor desle instrumento : oa ra
do Rangel, venda n. 8, defronte do becco
do Trem.
I'ecliincha.
Na ra Nova loja n. 18, do II. A. Caj,
vendem-se pegas de madapolilo com peque-
no loque de avaria, a 2,000 rs. a pega ; as-
sim como um sortimento de obras fetas de
alfaiale, de todas as qualidades, tanto finas
como mais ordinarias, ludo moderno e do
gusto presente, por prego mais cmodo do
que em outra qualquer parte : a ellas, a vis-
la fax f.
Vendem-se dous terrenos, a *aber: om
no Aterro dos Afogados, do lado da maro
pequea, com perto de 800 palmos de fren-
te subre a ra Imperial, e oulro em Santo
Amaro, com um lado sobre a ra da Auro-
ra e oulro sobre a esliada de Luiz do Rrgo
com 200 palmos de frente: qn-im pretender,
dirija-se i roa da Cruz do llecife o. 51 pri-
meiro andar.
Na ra estrella do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 9 A, de J.
F. dos Sanios Maya, vendem-se cordas de
tripa e bordOes para violo e tabeca, e pa-
pel paulado para msica, tudo da inelnor
qualidade pOSSvel.
Vcnde-se urna escrava de bonita figu-
ra, de nago, que cozinha, engomma e he
quitandeira, por prego commodo : quem a
pretender, dirija-se ra do Crespo, loja
de livros 11. i I
Vende-se urna escrava muito moga ede
bonita figura : na Suledade 11. 9.

nos, conservas, presuntos, mus-
tarda, toucinho, sal refinado, la-
tas com conservas e mais gneros
inglezes, por preco commodo, che-
gados ltimamente ; na ra da
Cruz n. 7, armazem de Davis &
Companhia.
I'ecliincha.
Vendem-se ricas cassas francezas, de lin-
dos padies e de euros azues, rxas, ama-
relias, cor de roza, etc. Estas cassas so
de lislrase com delicados desenhos, e lor-
na-se muito recommendavel, tanto pela
qualidade, como pelo deminuto prego de
480 rs. a vara : na ra do Crespo o. 14, loja
de Jos Francisco Dias.
Na nova loja de Ignacio Luiz de
I trillo Tal) o rila, lia coa
do Crespo m lo,
vendem-se fazendas mudernissimas e por
diminutos pregos, como sejam : cambrtias
dequadrus,superior fazenJa, a 280 rs. o
covado; lencos Je seda de peso, a 1,800 rs.;
corles de meia casemira, a 4,000 rs.; cha-
les de cadago, escuros, a 1,400 rs. ; csene-
tas de cores, a 960 e 1,200 rs. o covadu; e
muilas outras ltimamente chegadas, que
se moslraro aos compradores, e se dei-
xam ir as amostras.
( Algorio para saceos. ft>
fc Vende-se mullo bom algodSo para %
log saceos de assucar, por prego comino- %
.*: do : em casa de Ricardo Itoyle, na flf
9 ra da Cadeia n. 37. a>
t :9
-- Vendem-se superiores charutos, sola,
couro de cabra, pennas de ema, sapatos
braneos, ditos de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo islo
mais barato do que em outra qualqu*>r par-
le : na ru* da Cadeia do Recife, n. 49, pri-
meiro andar.
A elles antes que se acabem.
Vendem-se sapaldes de Le/er-
ro francez, feitos no paiz. a a e a
a,4oo rs. ; ditos de lustro, a
Escravos futidos.
Fugio, no dia 24 do correnle. do
ongenho Tapera, silo na freguezia de J-
hoatSo, o escravode nome Jos de nago
Najo, cujo signaes caractersticos so os sa-
Kuintes : corpo e altura regulares, olhos sa-
lientes e vivos, sem barba e com falta de
denles, rosto talhadn, e ps gt ossos, tepre-
senta ler de idade 30 annos, e he mm ladi-
no a vista do exposlo recommenda-sa aus
capilSes de campo a captura do dito escrayo,
e pelo que sero generosamente gratifi-
cados.
100,000 ris.
Fugio de bordo do brigue naci-
nal Sem Par um escra.o crioulo,
de nome Euzebio, representa ter
a4 annos, alto ; levou calca, carni-
za e bonet azues; consta que elle
anda pelas immediacoes de ((lin-
da, intitula-se forro e he conheci-
do pelo nome de Euzebio Jos Fe-
rena ; roga-se as autoridades po-
liciales e c-ipilaes de campo de o pe-
garen) c levar ra do Trapiche*
casa de Novaes fv Companhia n.
34, que gratificar*
wmmmmrnkw&wBwmmmtmm
U mulatinho Agostinho
fgido. ,
C Na noite de 11 para ti do 1
passado ausentou-se o es- |
cravo Agostinho, pardo a- g
caboclado, cabellos pretos e
lisos, ps grandes com os de-
t dos grandes grossos e camba- j
| dos para dentre ; he filho do i
* serlao, muito rallador e fio- ~
:t ta: roga-se as autoridades y
S policiaes, capilSes de eam- 4
* po, assim Como a toda e !
Sqnalquer pessoa qne o en- 41
. contrar, de prende-lo e con^ |
!t duzi-lo a seu senhor fien- 1
i-' to Jos Taveira, na ra da
S Cruz n. 20, que nao s paga
i; r todas as despezas, como
9 olferece urna generosa re-
ijg compensa a quem o troiuter. 1\
mmmmwiimwmmmmmmwmmmm
Fugiram 3 escravos, Antonio mulato
secco.com fallas de denles na frente, levuu
vestido caiga velha de riscado azul, cami-
sa de algodosiuho, oillcial de sapaleiro,
fui escravo do finado Canuto do Afogado.
Luiz, negro de boa altura, tem falta de
denles na frente e urnas costuras de glan-
dolas no pescogo; levou vest lo caiga de
brim pardo trangado comisa de madapo-
18o oillcial de sapaleiro fui escravo do
finado Jos Machado Freiie l'ereira da Silva.
Manuel, baixo chafo do corpa, levou vesti-
do caiga de enflar de riscado de quadros ;
he escravo do Sr. Feliciano Joaquim dos
Sanios, quem os pegar leve-us a ra do Cal-
deireiro o. 56 que ser generosamente gra-
tificado.
PRRW. NATvP.DrT M.f'.nF: Pmm A.


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