Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06306


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Full Text
Anno XXVII
Segunda-feira 27
PARTIDAS SOS COBBEIOS.
fioianua e Parahba, s segundas e sellas feiras.
Jl io-Grande-do-Noi u-, todas as quiatas feiras ao
ineio-dia.
Cabo, SerlnbletDi Rio-Formoso, Porlo-Calvo e
Macelo, nol.'.a II e 21 de cada uicz.
Garanhuu .- huilln, a 8 c 23.
Roa-Vialae Flores, n I3e 2ft.
Victoria, s quintas reirs.
Olinda, todos os dia.
JPBIlUHlDEl.
Phases DI 1.DA.
'Nova, a
} Creso, a
1, as 3 h. e42m. dam.
9, a>6 h. e36 m. dam,
CIici.i. a l(i, as I h. e 9 ni. da iu.
Miog. a 22, s 7 h. e 19 m. da t.
PHEAMAK DI HOJE.
I'rimeira 1 horas e ISminutos da tarde.
Segunda 1 horas e VI un mi los da maiiliaa.
de Janeiro de 1851.
N. 21.
BIAS DA SEMANA.
CAMBIO DE 25 BE JANTEirto.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/000 n. 60 das
Pars, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
pueljo DA 8DB0BIP0AO.
Por tres meies (adiaatadosj 4/000
Por seis metes 8*000
Por un anuo 15/000
.: iar.'J;lT;TCCi?;J 7T^nSB455i:BSB
w*
27 Seg. S. Vitallano. Aud. du J. dos orf. e in. da 1'
28 Tere. S. Cyrillo, Aud. da Chano, do, J. da se-
guma vara do o. e dos feitos da fazenda.
29 yuarl S. Franc. de Sales. Aud. do J. da 2. vara. Ouro. (tucas beapliblas
30 Oulnt. n. Martinlia. Aud. do J. doj orf. e do ni.I Moedas de 6/400 vellias
da primrira vara. de 6/400 novas
31 Set. S Pedro Nolasco. Aud. do J. da 1. v. do el- de4j vel, e dos l. i tos da faienda.
1 Sab S. Ignacio, Aud. da <.h. e do J. da 2. vara
do civel.
2 Dom. Purificacao de_W._Senhra.
29/000 a 29/500
...,/n.,/. iK.niiA
Prata.Patacei brasilelrol...
Pesos columnarios*.
Ditos mexicanos,......
16/000 a
16/000 a
9/W10 a
l/W'20 a
1/1)20 a
1/680 a
I6200
lb200
9/100
1/940
1/940
1/700

PARTS? OPFICML
MINISTERIO DA. JUST1CA.
DECRETO N. 737 ne 25 de hovemuro ne 1850.
Determina a ordem do juiso no procesto cri-
minal,
( Vide o Diario n. 20.)
TIITl.O V. Dan actor* rxecutivai.
Arl, 308. Compele egl ac<;9o :
1. Aos freles de navios (tit. VI parte II,
cdigo): 2. os (Ve es e litiguis de trans-
portes poragoa ou por trra ( cap. VI. tit.
III, ptrte I, cdigo.
3. A's despezas e commissBo de corre-
Ugem (rt. 61 cdigo. )
Art. 309 Para ser concedido o mandado
execulivo he essencial que a pelicfio que o
requer seja instruida com os documentos
seguintes:
1. Com a curt de fretimento ou conhe-
cimento de fretee recibo de descarga e en
tregn, ii'> c.iso iln > l. doart. 308
9. Com a ciutella e recibo respectivo
C iris. 100 e 109 cdigo).
3. Com as facturas ou minlas das ne-
gociarles ou certidoes extrahidas dos livros
dos correctores, no caso do 3. do art. 3"8
Arl. 310. O mandado execulivo deve de-
terminar que o reo pague in continente,
ou se proceda penhora nos bens que elle
ofTerecer ou Ihe forem chulos, tantos
quant<:s bastem para pagamento da divida
e cosas.
Art. 311. Accusidi i penhon, serilo as-
sigi'idos seis dias ao reo pan allegar seus
embargos.
Art. 312. Se dentro de seis diis o reo
nSo allegar embargos, ser a penhora jal-
gada por senlenca, e se proseguir nos ter-
mos ulteriores, como na execuefio da sen-
ten?.
Todava poder o reo apellar da referid a
) sentones. _^
Art. 313. Dentro de seis dias assignados
poder o reo produzir ICsTemunlias, e pro-
testar relo depoimenlo da parte.
Art. 314. Com os embargos, documentos
e prnva teslemunhal, se houver, ser9o os
utos conclusos ao jull, que receber ou
rejeitar os embargos.
Arl. 315. Se fon m rrcehidos os embar-
gos, ojuiz Hgniri au ai.tor 5 dias para
conlesla-los : depois da contestarlo ter
| lugar a i11.nfio das provas, que si im de dez
dias e anozoanilo o autore reo, dentro de
cinco dias cada um, sera a causa julgads
alinal.
Art. 316. Se frem rejeitidos, se proce-
der na loro doart. 312.
Art. 317. Se o reo arpellar, nao poder o
autor sem fiaoQi receber o pagamento.
Art. 318. Ojiando penhora executivi
fr para pagan ento de freles, ser feila as
merca.i rias que drverem os freles, smen-
te nos casos seguintes :
1. Se liverem sido previamente embar-
gadas, ou depositadas a reqiierinienlo do
capilfio (arls. 527 e 619 cdigo ), ou pelo
commissario ou conductor.
2. Sii anda se ucharem em poder do
dono ou consignatario dentro ou fra da.
estacos publicas ("arls. 527 e CI9 cdigo, e
arl. 520 desle regulimenio.)
Arl. 319 Se as mercadoi ias depositadas ou
embargadas tiverem sido vendidas, por se-
rem de fcil deIeriora<;3o, ou de guarda ar-
riscada e despen liosa a pendura so far
de prefencia no preco dellas.
TITULO. VI. .Da* cauta* commum s acrfSes
summariai, tspeciaes e txicutivat.
Art. 3_'0. Sfio extensivas a eslas acces
as disposicOes sobre as cilacOes, suspeiQfio,
inronpetencia, conciliaQo, foro competen-
te, asHSiencia, dilac.no de provas, provas ,
allegac.0ds linaes e teulencas (tit. II, par-
le I )
TITULO Vil. Dos precetsos preparatorio*,
prevmlivos e incidentes.
CAPIIULO i.-Do embargo ou arresto
Art 321. O embargo ou arresto tem
lugar.
jj I. Nos casos expressos no cdigo, arts.
239, 379, 527 e 619 e outrt i.
2 Quunuo o devedor, sem domicilio
cedo, intenta ausentar-se ou vender os
bens que possue, ou tifio paga a obrigacfiu
no lempo estipulado.
:) (.mandil u devedor domiciliario,!.0 in-
tenta ausentar-se Tuitivamente, ou muda-
de domicilio sem iciencia dos credores 2.*
quao u muda de estado fallando aos seus
pagamentos e tentando alienar os bens que
pu-Mie exlraoidinarias ; ou conlralundo di-
vidas; ou pondo os bns em nome de tercei-
ro ou cotnmeilendo ilgum oulro artificio
-fraudulento.
4. Quandoo devedor possuidor de ben-
de raiz menla aliena-los ou hypolheca-los,
sem (car com algumou algu.sequivalentes
s dividas, livre e desembargados.
5. Quando o devedor commerciinte
cessa os seus pagamentos e sa nao apresen
la; intenta ausentar-se furtivamente ou
desviar todo ou parle do stuaclivo; fech
ou abandona o seu estabelecimento ; oc-
culla seuseffeitos e novis de cisa ; proce-
de a liqudac,0es precipitadla ; , em nome de lerceiros ; coutrahe dividas ex-
traordmai ias un simuladas.
Estas disposicOes tifio comprehendem o
negociante tnatiiculadn, a respeilo do qual
se guardar a parto III do cdigo comtnor-
ciil.
Art. 322 Pan a concessao do embargo
be necessario.
I. I'rova lilteral da divid.
^ 2. Prova lilteral ou jiisiificacfio de al-
go ai dos casos de embargo refeiidus no ar-
tigo antecedente.
Art. 323 A jusUQcc,3o previa dos casos
de embargo he dispensavel, e pode ser sup-
prida pelo juramento com protesto de pro-
va em tres Jias depois de effectuado o em-
bargo nos casos:
1. Em que o cdigo concedo o em-
bargo.
2. De urgencia ou inculcada da medida
se fusse demorada.
Art. 324. A justificacfio previa, qnindnn
[oil a considerar indisnensavel, pode ser
feila em Srgredn, verbslmente e de plano,
reduzindn-se a termos os depoimentos das
testemunhas.
A t. 325. O mandado de emlurgo nSo
sei executadn, mas licar suspenso:
I. Se o devedor olTerecer pagamento in
continente.
2 Se ai rusentar conhecimento de depo-
sito da divida.
3. Se der fiador idneo.
Arl. 326. Pan o embargo de bens que
estilo em poder de lerceiro deve o embar-
gante declira-lug esD^cificadamente, a de-
signar o nome do terceiro e lugar em que
se i cli. iii : estas declarares setfio inseras
no mandado.
A disposicSo deste artigo nSo comprehen-
de o dinbeiro do embargado eaisteote em
poder de terceiro.
Art. 327. O embargo spde ser fe:toem
tantos bens quintos bastem para segunnea
la divida.
Arl. 328. Feito o embargo, serfio os bens
leposilados em poder de terceira pessoa
que assignar o auto respectivo como de-
positario judicial.
Se nfio honver terceira pessoa ser depo-
sitario o devedor se o credor convier. ou o
credor ou qualquer pi'ssoa que elle indicar
sh sua responsabilidade, se o devedor con-
sentir. *
Art. 329. Se algum terceiro vier com em-
bargos dizendoque a cousa he su, serfio
os eajdurgos admitilos e proeesadns pela
fornurque se determina no titulo das exe-
cuooes. *
Arl. 330. Quando a opposicSo do lercei-
ro fr relativa smente slguns bens e nSo
a luios os embargados, sera a requerimento
do alguma das partes separada a opposiclo
para correr em auto a paitado progredioilo
o proresso do embargo quanlo aos onlrtts
bens a respnilo dos quaes nfie versHo os em-
bargos lo terceiro.
Art 331. O embargo (cari de nenbum
efTeiio.
S i. Se ii embargante o nSo justificar
dentro de tres das depois de eflectuado, n
casu do art. 323.
2. Se. o embargante dentro u.ii 15 dias
n'i propuzer a acc.no compelenle.
Este praso sera declarado no mandado
de embargo.
Art. 332. A fcco principal deve ser pro-
posla nu mesmo Juizo em que se fizer o em-
bargo, salvo se liii oulro o foro do domici-
lio ou do contrato ; oeste caso o juiz que
piocedeu au embargo nSo lomara cnnlieci-
meiiti) de qualqiier opposi(80 mas feilo embargo remellen os autos respectivos 10
.ni/u da cansa principal.
l-'ica enlendido que ao juiz do embargo
lie que comnete mandar levanl-lo nos ca-
sos do art. 331.
Arl. 333. Iriiu o embargo, poder o em-
bargado uppnr lim embargos Cojo conhe-
cimeiito ( art. 332) pertence ao juiz da cau-
sa principal, que os mandar contestar no
termo de cinco das.
Arl. 334. Viudo o embargado com 01
seus embargos, se assignarSo dez das para
.ipmv.i, e arrozoando io depois esucces-
siVImente o embarglo e embarganie, no
termo do cinco dias cada um, dar ojuiz a
-ui.ti'ii(,'i final.
Art. 33j. Oa senten^a que julgar proce-
Jeuie ou improcedente o embargo nao ha
ippelllc,BO, mas smenle aggravo de peti-
gao ou mili ii nenio .ni. 669 18 )
Art, 336. Posto o ombargo seja julgado
pelo juiz ila causa principal, todava sea
tratado sem, io em processo dislinclo e sc-
paiado.
Art. 337. l-'ic i salvo ao embargado o di*
reilo de pedir poraceflo comprtente as per-
las e damnos que d enibargo Ihe resulta-
rein quando o muslo be requeudo com
un f.
Art. 338. O embargo das embarcac,0es so
tem lugar nos casos e pela forma determi-
ttida no arl. 479 e seguintes do cdigo.
Arl. 339. Plem ser embargados lodos
os bens que pJem ser peuborados.
Art. 340. O embargo sendo procedente
resolve-se pela peniion.
Art. 341. Quanlo o embargo se fizer em
bens do devedor existentes em poder de
lerceiro, ser este intimado dentro de 24
huras, ou incontinente, no caso de urgen-
cia, dindo-lbe os ofliciaes da uiiigeticia con-
tra f, ou deix>Ddo-a entregue em sua casa
a pessoa da familia, ou da visiuhaii(a tifio
sendo elle encontrado ; o que ser declara-
do no auto de embargo, sb peua de uulli
dade.
Art. 342. Cessa o embirgo:
I" Pelo pagamento; 2" pela tiovacflo;
3.' i el, ti ansacej..; 4." decaluudo o embar-
gante da ai'c.iu principtl.
CAPIIULO W.Dadetencdo pesioal.
Arl. 343. A di-ieiii.au pessoal lem lugar
nos casos seguintes :
1. Quatido o devedor nfio domicilia-
rio intenta ausentar-se sem pagar di-
vid : .
2. Quando o devedor domiciliario in-
tenta ausentar-se furtivamente, ou muda
de domicilio sem sciencia duscre.iores :
3. Quando qualquer como ercianle ma-
triculado ou nfiu, un nta ausentar-se furti-
vamente, abandona o stu estabelecimento
ou se oceulta
s *
ulado
Quando o commerciinte n.lo matri-
culado cessa os seos pagimenlos e si nfio
aprsenla, nudeixa densistir pessoalmen-
te ios icios e diligencias do processo de
quehra ;
S 5. Quando qualquer devedor enntrahe
dividas o empenhns extraordinarios enm
manifesla m f em lempo prjimo ao f.l-
limentn, ou para retirar-se do lugar, ou
eommette ontro qualquer artificio fraudu-
lento em prejuizo do credor. como se t>u-
zer o bens em nome do terceiro, ou alie-
na-los simuladamente, m eseonde-los.
Art. 344 Para a coneessfio do mandado
de delenefio lie essencial:
I. Prova lilteral da divida ;
2. Prova lilteral, ou justificacHo. previa
de algum doscisos determinados no arti-
go antecedente.
Art. 345. A juslific.cfio devo ser produ-
ziila em segredo.verbalmente e do plano/e-
duzin lo-se a lertno os depoimentos das tes-
lemunlias.
Arl. 346. Sn o caso fr tilo urgente que
fique prejudicada a diligencia por nfio ser
logo pralicada, ojuiz antes de reduzir a
termo a inquiicfi mandara passar o
mandado de delencflo, continan lo succes-
siva e imniediatameule o icio da inqui-
rilo.
Art. 347. O aggnvo de peliefio no caso de
coneessfio do mandado de captura nfio be
suspensivo.
Ait. 348. Suspenie'Sea execuQo da de-
tcnQSo:
I. Seo deveder prestar Tunta judicial
ou extrajudicial.
2. Se apresentar conhecimento do de-
posito de divida ;
3. Se quiten paga-la incontinente.
Arl. 349 Cessa a delencao :
1. Pelo pagamento ;
2. Pela Hinca ou deposito ;
*; 3. Pelo decurso de dous mezes de
pi i-u ;
4. Nfio propondo o credor a aceito com-
petente dentro de dez diasconlidus da de-
tenerlo ;
5. Pela penhora ou embargo de bens
equivalentes divida ;
G. Pela nfio pronuncia ou despronun-
cia 3.e4
Art 350. Resolve-se a detencSo pela pri-
sto criminal noeiM de pronuncia por ban-
ca-rola ou eatellionito.
CAl'llUlO III.Darxhlbieo.
Art. 351. A ethinicAo dos livros e es-
eripturstjto coinmeicial por Inteiro, ou de
tiIkiicos geres de qualijuer casa commer-
cial, pode ser requerida como preparatoria
da aCQfio competente pelas pessoas s quaes
esse direito lie concedido pelo att. 18 do
cdigo.
Arl. 352 Citada a pessoa a quem os li-
vros perlencem, ou em ctijopoler esto,
para exbibi-los dentro do prazo e lugar
designado com comminacSo de prisSo, se-
r esta CiticSo aecusada em lUdiencll.
Art 353. Acrusada a citaQ-'o. ^co reo pe
dir vi>ta llie sera concedida por cinco das
para contestar, lindo os qua.s lei lugar a
dilaefio das provas por dez dias, o arnsoin-
iio o autor e ico successivamentu no tei mo
le cinco dias cada um, o juiz juljjara a
final.
Art. 354 A contestacio so pode versar
sobre o inieiesse legilimo que o autor lem
na exliih'cfio ( arl. 18 cdigo.)
AU. 355. Se ojuiz julgar procedente a
Ccfio mandara passar mandado para a ex-
lliblCBo, que lea lugar incontinente sb
pena de prisio, que sera lugoexeculada te
o ico nfiu cumprir o mandado.
Art. 356. Da senlenca que concede ou de-
nega a exhibicio tifio ha appellatfio, mas
smenle aggravo.
Quanlo s cusas si passara para seu pa-
gamento mandado de pendura.
Arl. 357. A rxhibifSo do protocolo dos
corredores ( art 50 cdigo ), dos livros dos
agentes de leilfio ( arl 71 cdigo), e de
quaesquer olticiaes pblicos, se l'ara inde-
peiidentemenle de ac^So, a requerimento
da paite inleressad, e por despacho du
juiz, que procodera contra os ollictaes que
recusarem, como desobedientes, e man
dando-os prender (iris. 18, 19 e 20 c-
digo.; .....
CAPITULO IV. Das vendasjudiciaes.
AU. 358 Nos casos expressos no cdi-
go f iris. 527, 773 e ouiros ), osempre que
os gneros ou ell'eiios coinmerciaes em-
bargados, deposiUdos ou penburados, fu-
reui de f.cil delerioracfio, ou esiiverem a-
vatiados, ou pela demora da demanda se
lomar despendiosa a sua guarda, o juiz ou
ex-ulltcto nos casos em que Ihe compete,
ou a requerimento do deteulor, depositario
ou parle inlercssada, mandan veujr-lo
cor intermedio doigenlede leilfio. f AU
70 cdigo.) ,
Arl 359. EfT.cluada a venda rera o pre-
co respectivo depositado, e Reara subroga-
uo em lugar da cousa, e t ata elle transfe-
i utas as penhoras, embargos, e quaesquer
ouus a que a cuusa eslava obrigada.
CAPITULO V.--Vos protesto*.
seca I.
Dos protesto* formados a bordo.
Art. 360. O protesto, ou processo teste-
munhivel rroudua bofdof arl. 505 cdi-
go ) consistir :
I, Notelaloriocircumstinciido do si
nistio. devendo refenr-se em resumo a der
rola al o poulo do mestiio siuislro, e altu-
ra em que elle succejdeu :
2. Na .-xpu.-ic.au m. I'va la di deteinii-
na's.iu do capitu, declarando-se se a ella
precedeu delibi-rasu das pessoas comp-
tenles ( nt. 6 foi contraria ou conforme.
Arl. 361. O protesto ou proees'o tesle-
munhavel ser eserinto pelo escrivfio ou pi-
'nln, e em falla nV|l| or pessoa que o ca-
nillo nomear, dictulo o assignado pelo
mesmn cipitfio, e por aquelles qn toma-
i a ti parte na deliheraefio, aos quaes he lici-
to declararem-se vencidos.
Arl. 362. O officiaes e nessoii qu fazem
narie r|a junta par a delibratelo ( art. 509
odigo ) sflo os pillos, C'intramesires, peri-
tos o marlnhalros mais iotelligenies e ve-
Idos no rvico dn mar
Art. 3i3. A junta se reunir, o delibe-
rc?lo ser tomada na presenta dos interes-
ados no navio, ou na crga, s algum se
aeliir iberio, os quaes todava tilo leo vo-
to, t arl. 509 00'ge )
O voto do capitn he de quali lado, pden-
lo elle obrar in lepen lenlenienie da rteli-
beraefio toma la. son su responsabilidad*
empre que julgar conveniente. (Art. 509
cdigo.)
Art. 3(i4. O proteslo ou processo teste-
ii, ii ii ti iv.-| frmalo i burdo nfio dispensa
a acta da deliheragfio ( a/ls. 504, 509 e 770
eolig'i). em a qu I, illB do fado e cir-
comstmoias occorcnles, s-devem decla-
rar os fon lamentos da deliberacfio e do
votos vencido*, assim como os motivo*
d delerminae.no do capilfio, quando f
contraria.
A iota preceder ao protesto que a ella se
devo referir, e o juiz nfio admillir n ra i i Ii
Oicfln do msmo protesto se do diario da na-
vegaefio na i constara refei ida acia. (Arts.
SOleS'SooliO )
Art. 365 O protesto e processo testemu
nhavcl (art-. 505, 526 e 7V'. cdigo ) ile-
vem ser ratifica.los n ras nteis da entrad. ( Arts. 511, 512 e 743
cdigo. ) .
Art. 366. O capilfio entrega-a dentro do
referi lo prazo ao juiz de-reitodo commer-
oio ( art. 6 ) os refer los protesto e pro-
cesso lestemunhivel, e o diario da navega*
cfio( arl. 505 cdigo. )
Art. 367 Nulificados os interesados, se
forem conhecidos e presentes, proceder o
juiz ralificacflo, admiltindo o capilfio a ju
rar ; mlerrogando-o e inquir (ido as pessoas
que assignaram o proteslo sobre o siuislro,
e suas rireomstancias.
Art. 368 Coneloi la a nquinciloserfio os
autos Conclusos, sella'os e preparado*, e
0 juizjulgara por senlenca ralilieacfio,
dando instrumento parle pata usar delle
Como e miando Ihe convier.
Art. 369 A raiilicacfio nfio he, suscenli-
vel de embargos, recursos e conlraproles-
to: vale como prova plena absoluta, pode
ser iludida e impugnada por provas em
contrario as accOes c impetenle.
( i.ontinuar-se-ha. )
GOVEKM) DA PKOVINCT4.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE JANEIRO
m i85i.
OlTlclo. Ao Ef.ni, bario, do KomArn Re-
malla inclusa para ser presente i coinmlMSO,
de que v. Exc. lie ineinbro, conla documen-
tada dos dinheii-os prrteiiceiiles a subseiipco
agenei ul.i uesta erte, que por ordem dest i
presidencia fuiam cnlregiies a varias peiioai
que eilavaill no caa de serem coniemplada
ua dillribuicfla di referida lubiCrip'So, de cu-
ja conla se vi, que endo importancia total
da sub-.ripcao de 37:050,000 rs., distribu..-ae
n nniiitla de 2S;!IT0,00O ri., restando a de ru
8:0S0.00'I rs que de conformldlde com o olfi-
cio de V. RC. de 19 de agosto do auno proxl-
inaineute lindo fui ippliollla eul beneficio d.i
hoipiUldecarldaiU deltaeldade,como V. Exc.
vera do recibo lanibcui incluso.
O respeito devido por esta presidencia ao go-
veruo imperial a Inhibe de accresceolar o s.n
louvor aus do nfimo goveroo, e que coima
do aviso de 29 de nutubro do filado anuo.
Dito. -- Aiicoiiiiuaiiilo das anuas, para man-
dar postar em frente da Igreija matrls da fre-
guesll de S.inlo Antonio no da 2 do correlat-
as nove hora* da oi.iuli.ia nina -nuda de hon-
ra para assisur a filia du Senlior lloni Jess da
lloa Seuieiica, devendo a referida guarda per-
manecer all at se linalisar o ie-Utum.
Diio. A thesouraiia de faien.la, cumiiiiini-
cando que por decreto de 5 de novembro do
anuo nroiiuio passado, segundo cuustou do
avisi domlulilerio da jmilca dalado de 7 do
iiiesmo uiez, foi nouieado o bacharel Maunel
1 le.un.lino l..u oeir.l d.l l II n ll .. pin O lugar
de juiz municipal da priuieira vara desla ci.la-
de. IVcsie sentido liieram-ie as conveuicnlts
.u.iii.iin.ii .o..'-.
Dito. A pagadoria militar, para que a vis-
ta da conla que remelle, mande pagara Jos
Luiz aloreira a quanlia de .4U0 is. em <|iie lui-
porta.i. as despezas felai cm o irauspurte da
bagagem do seitnudo baialh.io de arnlbarii a
p do vapor 7'Arlii par o quarlel da ra di Clo-
ria. lolelligeuciou se ao iuspeclur do arse-
nal de 111..1 inli.i .
Dito. Ao inciioo, para mandar Indemnlsar
acau. dooitavobaialliiiodecacado.es da quan-
lia de ri3,3 que irai.iii- em duplcala, iinporlaiii os alu-
gueisdescis cavalgadiiras que condubam a
bagagem e lolda-iol d..enies do inesino bata-
II,o dn punto de Pinduba para esta capital.
Scienlilicou se ao comn.anilo das asmas.
Illlo. Ao inspector do arsenal Ue 111.11 inh.i,
reme.o ...lo ciipia do aviso do uunislerio dos
negocios da maiinlia dalado de 20 de dezem
bro do aniioprukiuio pissado. no qual se de-
l.-i 0111.a a piesidencia, que f^ca activar a con-
clusiio do navio, que le est consliuludir ua-
iiuelle arseual.
lu.... Ao inesino, dlzendo que para poder
cumprir o aviso de 2i de dezembro ulllmo, ex-
pedido pela secretarla de estado dos uegociot
da uiariiiba, faj-se preciso que remella una
copla do plano da barca de escavaco que si-
esta cuusliuindo naquelle arseual, aliui dse
poder dar cometo as caldeiras da icferida
barca. '
Dito.-- A o director do arsenal de guerra, au-
loiisando-o a despender a quautia ne 96,320 is.
que diz ser m.......ia para compra dos obj.c
los mencionados no pedido que devulve. -- 10-
uirou-sc a pagadoria militar.
Dito. A thf sounria. d fazenda provincial,
para que vista do certificado passado pelo
director das obras publicas, manle pagar a
tlanoel Francisco Cardoso a quintil de M0#
rs..que elle tem direito por haverapromp-
lado ineladedo lanco que contraluu fazer do
aterro da casi de delencao. Coininunicou-se
ao luesioo director.
Dito. Ao iiii-iuio, pira mandar pagar vis-
i i da c mta que remetle, ao commandodo cor-
no de polica ou a pes-toi por elle auiorisad.i a
l n u 11 de 41.1(1(1 rs., em que mporlim as des-
lelas leitis cooi 01 lenlencialos reco hMos ao
respeciiV't i|.i..i.-i Scieulificou-se ao referi-
do l'M.UIl ... I lili'-.
Dito. Aoconmiodante superior di guarda
nacional de Santo Anio, dizendo que deve re.
mover os inconvenientes que lem encontrado
piia acompostcao d > conseldo de quililicacao
.la guarda nacional da fregueii i da Eacada, fa-
zendo coinpr o dito conselho com lirnentos,
cabos e guardas como penuilte o arl.go 4 das
iostrucedes de 25 de mimbro do anuo protimo
passado; e ordenando que tome nota da pon-
ca dedicacao do s^rvico que houver os ofl-
ciaes pa-a as Incluir as infoimacdei deque
trata o artigo 01 das citadas in-.iro.ru->.
Portara. Mandando dar p.issage.n para a
llahia por conla do governo em um dos lugares
do convez do vapor /nperatrit a Juao Jos de
SeuM que leve baila la jervico.
Hita. Mandando dar passagem pira a Ha-
ba no vapor Impnnlrit como pasMgelro do go-
verno ao ei-it'gtiudo aargeulo do segundo ba-
i.tl b.io de caca.lorea Claudio J-is de Souia.
Dita. Nomeando, de cnnforoti la.le com a
proposla do procurador-riscal da IhesoUraril
da 1.1/.-mi i provincial, p ira o lugar de ajudan-
tedo mesmo procurador tiieal ua c miare i do
Kio-Forunso o advoga-lo Antonio dos Santos
Vidal. -- jie-t ieniidofiieraiu-seas convenien-
tes coiiimunicaces.
Hila. -- M nidando dar p ni ig.'iu para a corte
un vapur mpcratrii, em mu dos lugares vagos
para gmageiros do estado a Joaquina Lourcn-
co de Castro e Silva.
DEM DO DI V 23.
Oflicio.--A ihesourana de fazendi, re-
coinmon lando i espedicSo de suas ordens
liara que ., inspector merino da alfandeg
desla ei la le, consinla no despacio. s ule
de direitos, de duzentos volumes, cometi-
do os obj clos mencionados no conheci-
mento que remelle, os quaes pertencem ao
oitavo baialiifio de eaeaJo/es, e foram des-
pachados na alfandega do Ido de Janeiro,
como se veda cotila que timbem remelle.
Inlelligenciou-se ao cotnmando das
armas.
DitoAo dezembargador chefe de poli-
ca, par que a vista da conla que remelte,
mande pagar a Jos Vicente Ferroira Mi le
a quintil de 19,80(1 rs., que venceu por ler
servido de pralico na entrada do piladlo
Hermina para o porto desla cida-le.Com-
municou-se ao inspector do arsenal do ma-
rinha.
Dito.--.\o director do lyceu, para que
ordene ao substituto das cadenas de pri-
neiraslellrasdicilade de lindi, qujj v
leccionar eos educandos do cllegio dos
> pbfios dorante o impedimento do respec-
tivo professor.Scientilicou-se ao director
do mesmo collegio.
Dito A pagadura militar, devolved lo
os papis perleiieentes a divi la de que pe-
e pagamento Theodora Mara da Ealta-
qSo, alimdeque nos termos di circular n.
9dolbesiuro publico de 6 de agosto de
1817, mande processar os ditos docutnen-
los, vsio petlencer essa divida a eierci-
cos hn Jos.
Into.-Ao director do arsenal de guerr*,
maular alistor na companhia de
aprendiz.es daquelle arsenal, deaois de la-
vralo no julzo de orplios o termo de que
trata o arl. 4 do regulamenlo n. 113 do 3 de
Janeiro de 1842, o menor Marcohno Jos
Pereira da Silva, quo Ihe ser mandado
presentar.-Nesta sentido olli^iou-so ao
|UI( de orpllfios.
Dito Ao commindante interino la for-
taleza do Bru n, para que mande apresen-
lar na re^artiQfio de vaccmi, em diasdeler-
niinados pra ellas, os reculas que estive-
r.-m no caso de ser vaccinados.Co nmu-
nicou-se ao i>resi Joule do cousjIIio desalu-
iii i lado publica.
Porta Mandando por emliberdadeore-
cruta Francisco Jos de Barros, visto ler
a presentado isencfio b'gal.
Com manilo das armas.
Qaartil do commamlo das arma* na rutad* do
Hecife, 21 de Janeiro de 1851.
IIDK.M DO DA N. 38.
Devendo na forma das or leus do goyer-
no imperial, a aii doqnarto batilhlo de
cacadores que se acha nesla provincia fa-
/en.lo o S'-tvco na guariiicfi.i, embarcar
para a capital do imporio no vapur Impe-
atriz, qoe ebegou do norte, o Sr. coronel
cumniandaiile deste batilhSo uessi intelli-
^oncia eslin promplo a eirecluar o embar-
que quando Ihe lo. designado
Fica por tanto exonerado di incumben-
cia Jo hospital regi ental desta cidade o
Sr. primeuo cirurgifio docorpode saude
pertenceiile ao referido quarlo balsihllo
Manuel Monteiro de "Azevedo, que boje
la.de con as formalidades dividas, entre-
gan o hospital ao Sr. segundo cirurglfio do
mesmo corpo etn servido no segundo bs-
lalhfio deirlilharia d p, l)r. Manoel Adria-
no da Silva Pontes. Tendo o Sr. lenente-
roronel do eslado-aiaior de primein cla>se
Antonio Gomes Leal, commindante di lor-
taleza do Brum, de ser empregado em com-
imssao du sor vico fra da capital, levando
em sua conipaulua o Sr. tenenle da quarla
clisse dos olliciaes do exerctlo Manoel Jo-
s di Silvi Leilo, determino que u mesmo
.Sr. icn-nte-corouel se aprsente ao bino,
sr. piesi.ieuUi desla provincia, e nuineio
para o commando interino di referida for-
taleza o Sr. capilfio do segundo bitalhSo
de arliiueria a pe Antonio Msria de Castro
liara
L-
ai


"1
,.2,
Delgado, quehoje dever apresontar-se pa-
ra receber o enromando.
Da institua em diante a guarda diari
do Bru ser comoiaudada por um subal-
terno.
lote Vicente de Amorim Bezerra.
*.
EXTERIOR.
Memorial apremiado pelo gnvtrnn prussiano ao
congrcua de principts em sua ultima suido.
A ideia principal que a l'russia irve em vls-
i.i na cunvencao ulliinamente concluida cin
Olinuu he a seguinte:
A posiciio poiilica da l'russia requer o conhe-
dinenln que nenhuina queslio germnica se-
r decidida aem a sua cooperarlo, consegulu-
temente que nein a despula a llesie, nein a
de Hulsteiuserao di unitivamente reguladas em
o nuine du bund pelus esladus reunidos ra
Franckfort rnenle.
4 posicao militar da Prussia requer que nem
entre ambas as purjoes da tuonarchia, uein na
retaguarda della urna Turca militar cstrangeira
sej enllocadasein uma extiibicao proporciona
da de sua prupria forra na mesiua locahdade.
Se ambas estas eslgenvlas ou smente urna del
las, furem recusadas, a Prussia dever deca
rara guerra; os sacrificios requer ios pores-
a propria guerra o ser perante a Europa.
Poroutra parte scamb.s estas exigencias los-
Un concedidas, se o recunliecmieuto do direl-
to que tein a Prussia de tomar parte as deci-
es dos estados germnicos fur garantido, nao
lmente em principio, senao taiiibcniein (ac-
to ; te a retirada de suas tropas nao fur exigida,
ent.io nada naver de injurioso para sua liunra
em consentir que peruianec'ui temporaria-
mente na llesse as tropas esiranijeiras cliaoia-
das pelo soberano desae ducado, e uenbum
perigo que possa justificar urna guerra, qur
perante a naco, qur perante a Kuropa.
Estas considerares sao oblidas pelos artlgos
eonclaidos em Olmuu.
O priineiro paragrapho desses arligos con-
ten o reconheciinento do priucipio'(do direito
que tem a Piussla em lomar parle as decises
dos rslados germnicos.)
nesse paragrapho o dito principio recebe ao
uiesrno lempo urna applicafo pralica pelo es
tabrle cimento de uiua cninniisso coiiiinuiu,
na qual a Prussia coiu srus alliad.ua de uma par-
te, e os estados reunidos em Francfort da un-
ir, permanecen! juntamente em Ulna perfetla
par idailr e inieii a iguaidade de direttos.
No paragrapho 3." a passugem das liopas do
bund pelas estradas militares he coucedida so.
Ore garantas espressas da Austria e seus allia
dos rdebaixo da protuessa de que os Liappen
Straeien coulinuaro ein poder da Prussia ein-
quauto a segtiranea de sua posicao militar o
exigir. A isao acvresce a oceupa^o coiumuin
da capital pela Prussia e Austria cun o conseu-
tlmeuiodo eleilor, sein o que uma tal medida
eria urna violaco directa da sobeiauia-
Por oulra parte a Pru>sia concede que a for
ca militar auxiliar chamada pelo eleltuf reata-
elrca sua autorldaile, a qual fui de faci anu
quitada, sein prejuizoda deciso liualda ques
tan. A autorldade du eleilor ser praticaluien-
te reslabelecida, e a deciso legal reservada.
Esta deciso legal fui reclamada pelo vbamadu
bundeitag de Francfort, o qual rrcusou Prua
la toda a cooperaco, excepto pelas formas re
contn i-nas por elle. U mrsmo leve lugar na
queslo de llolsteiu, na qual o bumleslag que-
ra s negociar com a Dinamarca e dar suas de-
cises pruposlas feitas pur aquella potencia
eiu o uuiue do bund de Francloi I. A l'russia
contra isso exigi que em ambas as quesles as
decises fossem turnadas em uma coiumissau
de ambas as potencias, sendo dada forja legal
a estas decises pelo asseiiltinenlo de todos os
gove nos germnicos, ^a questaode ltoUiein
a Prussia piupul esie plano em seiemuru pas-
tado, e a respeiio dos ducados ella repelidas
Tczes osuggeiio, propuudo-o formalmente pe-
la ultima vez no da i7 de outubru. tinao es-
tas pruposlas foram rejeiladas ; agora ellas sao
concedidas pelu paragiapho 2." dos ailigos de
Olmuli. Sao porlanlo agora ublidus u> mes-
mus le ni...s que foram lequeridua e relujado
eui seicmbro eoutubio.
A' vlsla deslas cuncesses a queslo reduzia-
se a saber se urna guerra deveria ser ciiine\u-
da por causa da avaucxla temporaria das Ho-
pas chamadas llesse pelo eleilor, guerra, cu-
jas cuiisi quem i s nao pudiaiu ser calculadas ;
guerra que teria collocadu us Allemaes em coii-
llictu cornos Allemaes; guerra que sendo bem
succedida poderla ler collocadu a Prussia a
.frente da Allemauha, porm que em lodu u ca-
|o teria deixado a Allrinaiilia eufraquccida e
abalada; guerra que leiia sido feila sobre u
solo germnico, que Iciia obligado a abando-
nar luda aesperanfa de uma soliico pacilia
da queslo da cuiisliluico geriuauica, quaudo
avia um prospeclo dealcauca-la.
Depois de teieui sido dadas garantas para a
segurauca de sua posicao militar e poltica o
goveruo prussiano nao quiz tomar sobre si a
respunsabilidade de urna tal guerra, tile rt-
anles que leus ubtidu pela pa ludo o que o po-
der e a lo'iira da Piussia requeren!.
A posicao dus uegocios he agora a seguinte i
1. I.ui grial a pirtenr.au du bumlest.ig a de-
cidir por si s as queslues germnicas lie pra-
ticalmente abauduuada; esse direito l,e con-
cedido aus guvernos germnicos cuilecliva-
menie, c os preliminares para tal decisu sao
feilos peloestabelccimenlude urna coiiimisso,
na iju.'I as duas potencias possuem urna igual-
dade de direilos. Messa commisso apiussia
c seus ainados periiiauecem como uinacollec-
co nuil urna igualdade de direilos contra a
culleccodos oulrus governos, osquaesat cu
lo tinli.iiu i ei laiit'ilu o diieilo de decidir pur
si sos. Ksla decisu nao ser agora dada nem
pur um neiu poi nutro, porm pur todos jun-
tamente. A Prussia nao exigi inais; porque
pra isso n.".o tinta ueubum uireilo.
Se a coiuuiisso, cuino se pode esperar, for
conquista de hmeos lo tapates e iulluenlcs
quanlo prudentes, ella ser o feliz meio de pro-
tec(o dos direilos de lodos.
Seos alllados da Prussia adherirem fielmen-
te a ella, sua cooperaco em tudas as quesles
iinpoi i.iutt s Ibes seria assegurada. A alliauca
da Prussia com elles nao he abauduuada, pur-
quanlo csse abandouo nao fui exigido pela
Austria. A xislencia da allianca para as ne-
gociates commuiis be antes praticalmente re-
conhetida pelos arligos de Ulmult.
2.* No eleitoradu da llesse as tropas chama-
das pelo suberauu nao sero impedidas de for*
iicci r o soccorro dellas retjueridu, porm a de-
ciso linal e legal de toda a dispula nao ficar
Uiais lias mos do hundes tag, e ser referida a
commisso dos governoi geiiiiauicos cullccii-
Yameuie, como a nica e mais alia autorldade
legitima da confederarlo.
;S." Km Uolstein nao ser um couiiuissario
do bundesiag que dar a lei ao paiz, porm os
cuniiuiss.ili"s prussiano e austraco requeram
que U s|..tll.llleisllijlt obseive ,uiullsi.cs i.il, i|.
ladas para ascuiar o lerriloriu do buud con-
tra todo o ataque, c que sij.ini baseadas sobre
as leis fundaiiieiitaes do buud e o tratado de
paz de idejulho. Nao pode ser justificado
pelo direito das gentes que ao passuquea con-
irili'niao tem f-ito a paz com aUiuaiinria.
um goveruo rsiabelecido pela cuufederaco
fasta a guerra alem das fronleiras de seu terri-
torio subre este principio sao baseadas as exi-
gencias feitas ao stattiallerschaft. A reilucco
to exei cito he para o niieressse du paiz e lie
em peiigo, cuino o slathaliersch>ft lem min-
ias \ les declarado, se a Jiuamarca rcduzir
aeu exercito Uiubeiu, do que bu toda a espe-
ao(a.
3Se o stathalterschaft recusar aceitar estas
moderadas exigencias, Bailo em ves de urna
inlervencao pela parle da Au-tria sdnirr.tc ou
do bundeslag, medidas sero tomdas pela Aus-
tria e Prussia em cominutn, sobre as qiiaes a
commisso descripla no paragrapho 4." lera
que concordar. Nisto nao pode haver nenlium
pefigo nem para a Prussia, nein paraHolstein.
A declso ulterior da desputa nao sera inals
emprehendlda pelo governo representado em
rVnucfort, porm proceder dos governos ger-
mnicos conectivamente. A l'russia e a Aus-
tria prolegerao juntas os direilos da conlede-
raco tanto quauto os de llolsteinn, e a coin-
inisso que deve ser estahelecida cotnecar in-
mediatamente os preliminares e negociaes co-
mo urna commisso dos governos germnicos
conectivamente.
O ducado, bem como as potencias estrangel-
ras. podem confiar intelranienle que e.sa ac-
ea coinmuiii da Prussia e da Austria nao Inva-
dir nenhum direito real e aclual.
bm sua defensa dos direilos dos ducadosi
Frussia nao permanecer inais s em relacao
cuiu i-spuiencias estrang iras, c um meio ful
adiado de fazer revivr oulra vez a aeco. ha
limito lempo, renunciada cenfederaco^sein
que a Prussia sac fique nada de sua posicao.
Ksn hcem geral a base sobre a qual assen-
(un os arligos convencionados em Ulmulz. So-
bre esta base o goveruo prussiano er que pode
mantel- a paz, e que lem achado nella os pon-
tos que tratados honrosamen e e com boa von-
laile de ambas as parles, podem tornar po vel umasoliifo saudivrl dus neg mauha Para O Ultimo fin a conferencias II-
vres sero convocadas, as quaes tero lugar
brevemente e segundo o deseja da Prussia em
Dresde.
Km mullas partes tein-se expressado o desejo
de que antes da reinno das conferencias de-
re-se-linar a base sobre a quil a dlscusso da
reunan da consiliuicao germniici lera lugar.
.\liiiiiiidescrcver.ini sem duviili como urna fal-
ta o nao ler isso sido litado pelos artigo con-
cluidos eiu Olmulz, porm urna c intlderaco
calma das circumsiauclas mostrar quo isa
fundada he urna lal aecusacao. A iutervisia
que leve lugar em Ulmulz. pela urgencia do
momento limilatla a puucas horas, nao pudia,
segundo a nalureza das cousas, eslabelecer as
liases l nuil unen i es de nuil constituyan em
Cllju arranj inientii a Albn iulia lem trabjiha-
dodousannus de balde, ella so" poderla ser di-
leda solufo da ipieslu que auieacava a ca-
da momento um coulliclo e deciso se llave
ria guerra ou paz
( Time )
Kepirl.yo da Policia.
A'fltu'o tahido no mamo da.
Parahiba llia meslre lleniique deSou?a Msfra, carga
hacallio e tinas gneros. Passageiro, o
llrasilpiro Sovariano d Coma n Silva.
PAUTE DO DA 23 DE JANEIRO DE 1851.
Fui preso or lem do subdelegado da
freguezia ds Boa Viila, o puto Domingos,
escravo ile Jos Cuines Tavares, a requtsi-
1,'iiD tli- snu similor. ^^^^^^
;io,
ALFaNDEGA.
ltendimentododia-25.....94:511,947
F)e.ienrrrgam hoje 27 de Janeiro.
(tarca Columbut ~ mercadorias.
Escuna Dania ~ gstiehra.
liare* 'lltnmas Mellors ferro,
(alela -- Fanny mercadoii >s.
Itngue Tei/ner vinho o azeite.
liarca -- Klliaelk lahoado.
Ejcuiia Ilernard mercatlorias.
K-cuna -- Emilia -- idea.
Escuna -- Calante Mar i a idem.
CUNSULMIti i.I-.Hai..
Itenilimento do di* 25. 3:28 062
Diversas provincias...... 185,912
3:474,001
EXPOItTACAO.
Despachos martimas nn dia 25.
Ilio de Janeiro, lirigue nacional I) Affon-
so, de 236 toneladas: romloz O segtlilHe:
36 Isboas de amarillo. 5 pipas iieitfl de car-
rapato, 12 pedras dj filtrar, 3.060 meios de
sola, 1 ramfles com iloCJ, 1 dito com man-
ijas, 3,000 cutiros de Cabra, 1,283 iCCKSP
390 barricas de assurar, 55 saccas algoililo
a 100 harria doce de cal la.
Genova, hi uo sanio Dnino, de 242 tone-
ladas : condoz o seguinte: 3.001 sceos
con, 15.000 arrobas de assucar e 20 quin-
laes de ferro.
Trieste com cscrU por Gihrallrar, briguc
inglcz Lalla Houkh, de 2t7 tonelada* : con-
iluz o seguinte : 2,104 saceos com 10,520 ar-
robas de assucar.
KtCEIlEliulllA DE RENDAS GERAE8
INTERNAS.
Ilenilimenlo do di* 25.....366,373
PIUCA DO RECIPE, Si DE JANEIRO DE
1851, AS 8 HORAS DA TARDE.
/tenista ummal.
Cambios- Continua a .10 d. por 1.000 rs.
Assucar tvnlrada regulara*, e vendas do
brauco eiisiicca o e embarrica-
do ordinario de 1.700 a 1,0U0 rs.,
e do fino de 2,300 a 2,70u rs. e
do mascavado a 1,600 rs. por ar-
roba.
Algodo-------Vieram ao mercado 456s*CCai
que furaiu vendidas t 7,300 rs.
por ai roba de priiucira surte e
(i '.mu a de segunda.
Racalho lletalhou-se de 8,500 a 9,500 rs.
por barrica.
Carne-iecca- Kulrou uincarregamenlnde lluc-
nus-Ayres; e as vendas couli-
nuaraiu de i,800a3,000 rs. por
arroba do Rio Grande do Su!, e
1,200 a 2,300 rs. a de Buenos-
Ayres.
Far. de trigo- Vendeu-se de 12 a I3,0n0 rs. por
barrica da de llaltemore, 14.000
a 15 000 rs. a.Ir' l'liil id. fidua,
17 a 18.000 rs. a de Trieste S.-sSK,
e de 12,500 a 13,000 rs. a frauce-
za marca /^aron.
I.ouca inglexa-ldem de 25 a 200 rs. porcenlo
de premio sobre a factura.
01. de linhaca-IJem a 1,800 rs. por galao em
cascos de uiadeira
Taboa de pin.-dem a 50 rs. o p do amriicano
e de !0 a 11,000 rs. a dutia du de
."necia.
Vinagre dem de 70 a 80,000 por pipa do
de Portugal
Vunos-------Os de Lisboa marca PRR vende-
ram-se de 140 a i -1 .mi > rs. por
pipa; e da Klgueira de 110 a
aa.OOOrs
Eiislem n" porto 08 embarcaces: sendo I
americana, 27 brasileiras, I belga, 3dinainar-
uiir/ 'S. 1 h.iliuvi i i ni i,i llame/., l, I hespaubo-
la, 17 inglesas, 3 porluguezas, 1 prussiaua, 6
suecas e 3 sardas.
Declarago.
n
.- Pe segunda MCfHO da mesa do con-
sulado provincial, se annunci que do dia
27 do corrente em diante se principia a co-
brar o imposto de tres por cento sobre os
diversos e>theleeimentos de confnrmida le
com o art. 34 11 da lei do orcamento do
auno prximo passalo.
Theatro tic Sanla-Isibel.
40 RECITA DA ASSICNATURA.
QUaaTa prira, 29 de janriro de 1851.
Espectculo variado divid lo em 3 parles,
Primeira parte.
1." Depois de dsempenh*d* pela or-
rhestra a excellente nuvertura doCavallo
de Bronze,a Sr. I'elippe Tati execulara a
grande sean* e aria lio-Roberto evereux,
dom*P8lro Donitetti.
2.*Os S'. Cpurri o Tredorieo Tati,
ranlarito o bello du-m buffi das fistolas d
miera Chiata de ltosembergh,o majsl.ro
Ricci.
3.aAs Sias. Ba lerna e Moreao'danQtrao
a carcter um psso a dotisLa Styrien.
Segunda parle.
1.Grande ouverlur, saguindo-se pela
cum lanhia nacional a represeota^o da in-
tcressinle comedia em um acto
Kniilii Iravt'ssa.
20 Sr. Fie lenco T*li cintar a ari
di Sitra da openh.rnani, do maestro
Verdi, segoindo-se pelo S'. Felippe Tati a
a aria de.lo Bolina, do maestro Doni-
setli.
3.'A Sra. Moreau executar o passo do
MVRIMIEIRI).
Terceira parte.
1."Gran le nuvertura, depois da qual
o Sr. Catiurri cantar a excelleote aria de
l'igaro da opera O Barbeiro d Sevilha,
lo inmortal Rossini; n em seguida execu-
tar t- .ni o Sr. l'eli,i|ie T i ii o duelo da mes-
ma opera -All'idra di quel metal la.
2."A Sra. aderua execulara um-/'n-
so a Solo.
3 Terminar o espectculo com a gra-
ciosa farga o
.1 ni/, de pnz da roen.
Compcara as 8 horas.
Os tullirles acham-se venda no lugar
do costme.
0 empresario previne o respeilavel pu-
blico de que nflu 1 lie tentlo si to possivel
cliegir a um accordo com a Sra. Augusta
Candiani, acaba de dar as precisas provi-
dencias pelo ultimo vapor que parti para o
sol, para svrem escripturadns na corle duas
damase um cantor, no intuito de leara
scena operas lyricss italianas, e correspon-
der C'iiilianca e liom *colhmonto qu-
lem recelndo Itftla capital, para o iue no
poupai pxforcos, e mesmo sacrificios.
0 empresario nada inais aspira do que of-
ferecrr ao puhco espectculo* diguos de
sua illuslraco e gusto.
Movimeiilo do porlu.
JVorio entrado no dta 25.
Parahiba 24 hora, hiate Exalacio, de 37
toneladas, capSn Anionio Manoel AlTon
so, equipagein 5, carga cuuros, azeite e
sebo ; ao mestno meslre. I'assageiro, o
ttrisileiro AdIodo Ertocisco Madeiri.
Avisos martimos.
Real coiiipuuliin le paquetes n
vapor entre o Brasil c a Gr
Itrelanlia.
No dia 31 do corrente al o primeiro de
fevereiro, deve aqui chegar proceJente de
loglalerra, o vapor da compauhia Tweetl,
coinmandante llwlt, o qual deve demorar-
se aqui 6 horas, |.ara proseguir o seu desti-
no ar a os | orlos do sul : qoalqoer pessoa
que preter ler passagem para qualquor dos
pintos onde o mrsino lenha le tocar, baja
de dirigir-ge ron antecedencia a casa dos
respectivos gentes nesla Praga Adamsoii
llowie&C, ra do Trapiche ti. 42, para
Irat-r iu|aii -le, que sera regulado pela si-
guinte tabella de passageiros :
Para a llahia 25 pataces bratilciros ou hesp.
Rio de l. 50
Monlevid. 110
tllenos A.120
O itiesmn vapor deve aqui cliegur Je vol-
ts para a Eornpa no dia 17 ou 18 de fe-
v.'iro: as pessois porlanto que pretenderen
oassagem no mesrno para os portos deS
Vicente, Tenerife, Uadeira, Lisboa, e In-
glalerra, poderlo logo fazer o seu engaja-
uienlo, para qoe depois uo aconleca que
nos portos do sul se prelicncham os lu-
gares.
Pava o Porto.
O Itrigue porttigoez Varia Feliz, caaitSo
l.ourenco Fernandos do f armo.a sahir mui-
to breve : qoetn no ni. smo qoizer carreggr
ou ir de passagein, podem entendor-se com
o cipilSo na ir e.i, ou com o consignatario
Antonio Joaqun deSouit Ribeiro.
Para a Rabia sahe com muita brevida-
de por ler mais de tnelade do carretiamenlo
a bordo, a sumara n nona I ('.rlala, tnest'e
Jos Gocalves Simas : para o restante da
carga e passageiros trala-se com o consig-
natario da iiii'sma l.uiz Jos de Sa Araujo
na roa da Cruz n. 33.
Para o Maianhao locando no Cear,
nrelende salnr uestes X das o hiate Novo
Olmda, por ler prompto, e j tratado dnos
tercos de sua carga; para o restoe tiassa-
griros I al -.' com o respectivo meslre An-
tonio Jos Vianua, no trapiche do algodao,
ou na ra da Ciuz, aroiazem do Sr. Manoel
Jos de S Araujo.
Para a Rilua seguir em poneos dias a
escuna nacional Emilia, deque he canino
Antonio Silvrira MaCiel Jnior, caso encon-
tr carga sulicienW at 31 do corrente :
quetn na mesina pielender carregar ou ir
de passagem, enleuder-se-h* com Jolo
toarlos Augusto da Silva, ou com o cauilo
na ra di Cruz n. 13, armazem.
Ve uJe-se o briguc brasilei-
ro Soares, bem construido, forf-
o e pregado de cobre, de carg i de
i2,ooo arrobas: os pretendentes
ii (Irm ir examma-io na volla do
l''oiie do H.tt.s, onde se aclit
prompto de todo o necessario pa-
ra seguir t|ualquer viagem, c pa-
ra tratar do negocio na ra do
Trapiche n. 5, escriptorio.
--Par* ,i baha pretende seguir viagem
com brevidade a su maca nacional Carlota,
meslre Jos GongaUes Simas: quetn Da
mosma quizer crregar ou Ir de passagem,
pode enteoder-se com Luiz Jos de Sa Arau-
jo. na ra da Cruz n. 33.
-- Para o Rio de Janeiro segu com brevi-
da le a escuna nacional Galante Marta : para
carga, escravos a frer e passageiros, para o
que lem excedentes commodos; trala-se
ui ra do Vigario n. 4, com Silva.& Grillo,
Para o Rio de Janeiro sahe
com a mor brevidade possivel o
patacho nacional Nereida : para o
resto da cirg c pjssagetros trata-
se com o capitSo na praca do Com-
mcrcio, ou com Novaes & Corn-
jianhia, na ra do Trapiche n. 3'j.
Leiles.
0 leilflo de fazendas inglezas de James
Crabtree&C. por intervencao do correlor
(lhvri-.i, minucia lu para boje 27, lira
transferido para sexta feir* 31 do crrante.
- 0 correlor Miguel Carneiro, far leilao
segunda feira 27 do correlo as 10 hora* da
manli i no seu armazem ni ra do Trapi-
xe n. 40, de diversos trastes, luui-as, vnlros,
candieiros, ricos quadros, un piano In-
gle! ; assim como diffarentes e ricas obras
para adorno de sala e jarlim, de pe Iras
marmnre, agathi, e alabastro e do um gran-
jee elegante cavallo de sella, novo e com
andares que p lo mu bem servir para um
cabriolet: principian lo o leilflo por um lin-
do carro novo de quatro rodas, ntlemui-
io bom goslo, com uma parelha decavallos
grandes e fortes.
O correlor Oliveira fara leilSo. poror-
dem de T. Carling, cipilflo da barca ingle-
za Ellen Bryson, nn presenta do Sr. vice-
cnsul lia S. M. Ilritannica, e por conta e
risco de quem pertencer, dos salvados da
lita barca, naufragada nos roche.los deno-
minados Ponta do Touro, na sua recente
viagem procedente de Cdiz com deslino a
Rahia, consisl iiiilu em alguns man nimios,
o vellame inclusive urna andsina qoasi no-
va, mastareos, vergas, paos em bruto, mas-
samee cordoalha miuda, ancoras e corren
es de ferro, ditas delgadas par* *pparelbo,
moiles, roda do leme, caixa d botica, a-
.:nId-i-; de marear, tintas, lampeo do bita-
eula, fogSo e varios outros arligos miudos,
tendo ludo sido condozido para es'e porto
pela escuna nacional Emilia, capitSo Maciel
inmor : lerra-feira, 28 do corrente, as 10
limas da nianli.la, no trapiche do Angelo,
onde os pretendentes p lem antea jada-
mente examinar os refer los srligos.
Avisos diversos.
I'riiu<;lras lettras.
0*baixo assigoado, avisa ao espeitavel
ouldico que, desde o dia 7 do corrente, -
cha-se aberta a su* aula de primeiras lollras
na roa do Mondego n. 44 O anounciante
contina a receber ponsionislas, meios pen-
sionistas e externos. Por mais de uma vez
ten elle patenleado ao publico as vantagens
que ollerece a sua aula pela rasito da Inca-
l lado, e pelas accommo tac-s que* ca-
sa aprsenla. US poupar ce la nenie es-
furQos o aununciaiite para conseguir que
os pas de familias qoe Itie confiarem seus
litios, flquem inieiramente saltsfeitos ;
nlos peio que espeila ao tralamento ,
como ao progresso inlellcclual e moral dos
inoninos. Outro sim, para evitar que os
meninos frequentem outras aulas fra da
casa, perdn lo assim lempo com prejuizo
doseostumes, oabaxo asstunado tem es-
cothilo mestre do msica vocal e Instru-
mental, e bem assim professor de lingos
latina reconhecidamente peritos nessas
lateras, para darem liQes aos alumnos
que se quizerem apphcar a ellas. Oabaixo
assignado espera do publico, e especiamen-
tn dos pais de familias moradores lru ds
praca, que apreciem os esforcos do aunun-
cianle, animando o seu nascente mais Io
til ost Francisco de Salles de Albuqntrqve.
Fogio, no da 24 do correle, do
ongenho Tapera, sito na freguezia de Ja-
hnaiflo, o esrravode nome Jos de nacSo
Naco, cujosignaes caracleristicos sSoossa-
euintes : eorpo e altura regulares, olhos sa-
lientes e vivos, sem barba e com falta de
lentes, rosto talludo, e psgiossos, repre
sonta ler de idade 30 annos, e he mui ladi-
no a vista do exposio 'ecommenda-se aos
capiSes decampo a ca tura do dito escravo,
o pelo que sero generosamente gratifi-
cados.
--S'Xta feira 21 do corrento desencami-
nhou-so um recibo de dez surcas de algo-
Ifio.' recolhidas na prensa- do Sr. Joaquim
Jos Ferreira, no da 4 de dezemb'o do an-
no fin lo, com os nmeros seguintes 6257 a
260 qatro SC o seis, n. 6267 a 6272, sen-
t 46 arrobas e 17 libras, que oabaixo as
signado comprou aos Srs. Carvalno & Maia,
com toja na ra do Ces, o ; por isso roga
a qualqoer pessoa que tal recibo acha-se
de entregar aoannunciante em sua prensa
no Fmte do Mattos, sssm como previne ao
publico, que pessoa alguma compie ditas-
.I.-/ saccas, pois que j se prevenid ao dito
S-. Joaquim Jos Ferreija para uo entre-
gar apesto* alguma ditas saccas ou seu
producto, por perleocerem ao abaxo assig-
nado. Declara ser o dilo recibo passado ao
Sr, Antonio Fernandos de tal que as venden
os ditos Srs. Carvalno & Main. Recife, 25
de dezembro do 1850.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Em 25 do correle fugio do Corredor
do Sr. Rispo, sitio Campo Verde, um cavallo
de carro, mellado, capado, estrellado, cal-
Vado da man du ma e pero* esquerda, e
tem sgnaes da coleira no pescoco : quem
lo mesuio snuher e o levar ao mencionado
sitio, cera recompensado.
Consultorio Itonioeopatlilco do fa-
cultativo .1. II. t'asanova, ra
las t'ni/.fs ii. UH.
Sendo-Die necessario fazer uma viajem a
a l'ruira, aviso todas as pessoas polnes
le Pernamhuco, que durante mjnlia au-
sencia que iiiio piiiea exceder de C 8 me-
/ s, lica incumbido da di'eccSo do meu
consultorio o Sr. Gosset Bimont, profes-
sor de liiin a-opalina pela eseola booioco-
pathica do Rio de Janeiro, pois que
em todas as parles ondo elle tem p pagado a doulrina do llaliueuiann, os po-
pobres nunca deixanm de receb r ralui-
latuenle os soccoiros do que aecessitavam
suas interinidades. Eslou pois convencido
que o Sr. Gosset Bimout, ba de tratar a po-
bresa com toa. a carida le, e que COntinQ*.
r a cumprir com este dever ssg-ado, ci-ni)
o tom frito desle que Iho foi eonferidd o
titulo do profesor de horneeinathia. ni
aodendo despedir-me pessoalmint-j de to-
los os meus amigos, e de todas as pesuas
]ue al hoje me bouraram con sua cinfim-
ca, peQo-ihes disculp desla falta involun-
una, e nfferecn-llies meu fraco preslimo
ni qualquer parte onde me achar.
Casanova.
Precisa-se alugar mensalmenle uti ca-
ooeiro escravo, paga-sebom : na ro Impe-
rial n. 125.
-, 0 Sr. segundo cadete Pe lro de Alcn-
tara Madureira, pode ir rocebor sira b xs
n livrarla n. 6 e 8, na pratja da Indepen-
dencia, oode esta depositada pela pessoa
que a achou.
Fugio no dia 21 do corrente um escra-
vo crioulo de nome Manoel, bem ronhecido
uessa prat;a, por ter sido do Sr. Cavalr.aut
juiz de paz do Recife, com os signaes se-
.uinies' : tiatxo, bem preto, com alguma
hsrba, um grande talho no rosto, de entice
que levou de um cavallo, he um pouco
alrapalhado da falla em rasSo do mesmo
lalho ; assim como tambem um par lo da
nome Tudes, que tambem foi do mesmo
sr. Civalcanti, baixo, cliro, alguma cousa
calvo, tem uma fonte haixa de uma queta
que diz ler levado ; ambos andavam na vi-
da do ganho, desconlla-se que andem no
lugar do Monteiro : quem ospegar lveos
ao Recife, em casa de Antonio Ricardo do
Reg, que sera generosamente recompen-
sado, ra do'Col|Kio n 3
UM IRIBUro DESAUflvDE.
Oabaixo assignado ex-panioular s pri-
meiro sargento do oitavo batho de caja-
dores, depois de longos annos de servico, e
lesde o aurora de seus annos, sen lo na
classiMUililarliunra.il) pelos seus superiores
com solemnes provas do amisade, tendo a
ventura de novo gozar a sua Itberdade,
vendo-se deshonorado dos sagrados deveres
da milicia ; exulta com [o inais profundo
nrazer, por dmanle tanto lempo nSo ter
mais leve offensa dos seus honrados cumpa,
nheiros d'arma. H-'Cbegadoo '.omento de
rpgressar ao seu paiz natal, suivisir as sau-
dades que laceram o seu roraciio. E coro
since'idade confessa que nSo tam cores
paia desenhar a tristeza, em que jaz inveill
a sua alma,* saudade que borda lodos os mo-
mentos da sua vida, com doces recordscOes
do benemrito commaodanle que leve, dig-
nos ullii'iars.o bellos companheiros que en-
con i um no bravo lia tu I lu > aonde servio, lio
a gratidoo inais bello sent .nentojqua orna
o cu .ic..i do liumein, e elle so ia ingrato sa
nSo lesietnuubassa o seu reconhecimento,
e nSo derramasse lagrimas le saudade no
instante da sua partida. I'n. adeos sauduso
he o tributo que liga j em lula com o pran-
to, que excita uma crivel ausencia. Em
Minas Geraes, seu berco natal, otTrecea
lodos os seus amigos o seu limitado presli-
mo, cortos de que a sincerida le Um carac-
letisa. dntonio Demetrio Goncalvet Corre-a.
Manoel Ignacio da Sil a Teixeira, com
podona na prac* da Santa Cruz, por baixo
do sobrado u. 106, continuadamente fabri-
ca escolenla pao, tanto de forma antiga,
como do proveosa, eonlro oais modeno
de massa sevada, o qual nSo faz grande
ani ii enca, poioin leva nimios f o m en I o, e
se torna uiaisagia iavel.e assitncomo to la a
qualidadede torrados, seja bolaxa turada a
, ruior.io da que vinha de l-isli, de 4,8,
16, 3i)a50em libra, bolaxinlia intitulada
ogalia, biscoulo e lanas da m.-sina massa,
a Lolaxa do commum para vendas, e para
o malo do tamaito que quizerem, os pre-
cos stloconforme a qualidade, pode mandar
entregar p0o ludos os dias de manhSacado,
a quem o encuniendar, principalmente sen-
do na Soledade, Trem e al I' s. .'i"n di
Magdaleua.Manginho, t'apunga at os a(u c-
los, e igualmente no Recife, ou podem
mandar seus portadores a paitara, aoo le o
ariiai.i das 6 horas om vante escolhido,
ou paia escolher, conforme cada um goslar.
O allano assigoado avisa ao Sr. T. G.,
que recebeu eui pagamento urna sua Jellra
.le 712,212 rs., vencida em 31 de dezem-
bro de 1818, sacada no engenlio Missanga-
iii, para que a mande pagar no prazo de ol-
io das, pois que toda Urda tica no recebi-
ii.culo da dita Lilia causa grande prejuizo.
Serve-se o abaxo assigoado deste meio de
aviso, porque de outro modo sabe que n3o
produz nt iinii ni resultado.
Francisco Cavalcanli de Mello.
Uma mulher se uffeiece para am* da
uma casa : no pateo do Terco n. 1, segundo
andar.
Tendo o abaixo assignado transferido
a sua residencia para praca da Boa Vista,
sobrado de dous andares n. 6, avisa aos
pais de seus alumnos, emais a quem con-
ver, que continua a r. rubor anda alguns
alumnos internos e externos, ensinando-
Ihes l.iiim, francez e primeiras lettras, ( es-
la ultima s aos internos ) e aUomas lic de msica vocal, de flauta, violSn s piano.
Pudre Pedro da Silva Brando.
-- Tendo a mesa regedora da n mandada
de N. S. do Terco aceitado o convito da c-
mara municipal desla cidadj para assislir
hoje, pelas tres horas da tarde, a colloca-
V,uo da primeira cdui da capella do cemi-
lerio publico, roga por isso a seus irinAos
para comparecerem a indicada hora na res-
pectiva igreja para, encorporados, dirigi-
t ein-s quelle acto.
-Napadaiia de Manoel Ignacio da Silva
Teixeira, na piaca da Santa Cruz n. 106,
ha sempre o melt.or caf inri.lo, sem ter a
menor mistura, e lamben) mugrn; ceva-
ia turrada, muida e em gr3o ; muito bom
Cha hy.suii ; assucar refinado e em torran,
uo vende mais barato que os mais, porm
pode asseverar ser simples e bo.u : quetn
duvida voiiba ver.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade,
na qualidaie de leslamenleiro e inventa-
riaule Jo casal de su tinado sogro, Jos re-
ira teixeira, leui dalo lodosos poderes
ao Sr. Jos Joaquim Lopes Poreira Guma-
raes para cobrar amigavel en juJitiaimeo-
te as dividas do dilo casal, e be com quain
de hoje em diante os evedores se uevero
entender.
Em virlu le do annuncio acim* faco ver
aosdevedores do dito casal que, nSo pa-
gando aiiiigsvelmenie, sero chamados a .
jUzo sem couletnplacao.
Joit Joaquim l/ipet Pertha Guimarda, |
-- A pessoa que aonuociou qu-rer lomar
.'.no.ni i r*. a premio com liy.uitlinra em I
urna casa na ra du Molocolouib, di rija-so I
a ra do l.ivramenlo a. 14, querellar com !
quem tratar.


O abaixo assignado compron de SOCP-
dade com o Sr. falo Antonio Cnllaeio Dias.
de Mamanguape, 3 quartos e 1 vigpsimo d*
53.'lotera da Misericordia da cp>te, con
os nmeros sppuinlrs : dous quartos com o
numero de 5.065, um dito de 1,182 e o vi-
gsimo de 2.349, cujos bilhetes ficam om
poder do mesmo ahaixo pssienado. fc
Antonio Jos Morena Povtes.
--Prec'sa-se de urna ama de dado par
destramar e tralar com lodo o ruidailo um>
menina, que spja pessoa capaz e de (ador a
S'ia conduela, quem e-tiver neslas circums-
tanrias, dirijie ao Monleiro, na casa de
Jolo Valentn Villela, ou na casa de I). Ma-
ra de Cusmflo.
- OITerece-se pira qualquer emhurcagflo
mercantil um padeiro : qupm quizer ao-
nunrie, spja para qualquer parle que fdr.
-Rogi-se a qualquer pessoa a qum forem
oflVr culos dous rplogios, sendo um de ou-
ro, descoberto, caixa um tonco amusgad,
mostrador de lempa com algumas estrala-
di'lias, eoulrode prata^'hooete, mostra-
dor de louca, esl alguma cousa sujo, e a
molla dcima um pouco Trocha,ambos com
fitas pretas e chaves de lalo, haja de an-
prehende-los, que fnram ti i r t :i 1, s da casa
deDiogoJns Leite Guimarfles, ra Nova n.
5, que ser gratificada.
~ Ao deixar as honrosas flleiras do oita-
vo balalhflo de capadores de que fiz parte,
commelteria imperdoavel Taita de graljjflo
se nflo desseum publico tesiemunho do
quanlo estou penhoradopelo comporta men-
to delicado e cheio de urbandade com que
para commigo se houve o lllm. Sr. teen le-
coronel l.uz Jos Ferreira, commandrnt
do mpsmo batalhflo e toda a sua briosa oT-
ficialiilade. Itpcubam, pois, os mesmos Srs
e mais companheiros os meus protestos da
mais alta estima e subido recontipcimento,
porque lano me penhoraram, e cortos es-
tejam deque, seja qual Tor a posiefio ou lu-
gar onde me colloque a sorte, meu coracSo
nflo mudar de sentimeiitos. Parto para r
Baha, minha provincia natal, e se presu-
mo nflo teuho. ao menos vou possuido da
melhor vontade. Da mesma Tnna agrade-
cu a lodosos honrados habiU ntesdesta po
viuda, que me hnnrarain com suas amisa-
des, os obsequios que se dignaram commi-
go prodigalisar, e conlem i ominen cierno
reconliecimento. IteciTe, 25 de Janeiro de
1851.
Pedro de Alcntara Madureira Varella.
-Pede-se S todas as pessoas que nflo
leem pago importancia de bilnetes de lote-
ra, qui do Rio de Janeiro, qur desta ci-
dade, ten lia m a hon lado de maular ou vi-
ren pagar, ra da Cadeia do KeciTe, loja
numero 24.
--(iSr.Jo.lo Francisco de Araujo l.ima
tem urna bocela, vinda do sul no vapor, em
mito de Joaquiui l'iiiheiro Jacome, do llo-
cife.
Quem pretender edificar duas
ou tres moradas de c sas, queren-
do comprar um bom terreno na
ra do -\1< crin, pode dirigir-se
ra Direita, sobrado n. 119.
- Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de loupa com tolo alacio e muita promp-
tidflo, por proco uns couimoJo do queem
outra qualquer parle : na ra de Aguas-Ver-
des, n. 26. .
Aluga-se o terceiro andar, solflo corri-
do com inultos quartos e grande cozlnha, e
dous grandes mirantes, do sobrado n. 13 da
ra do Vigario : a tralar no armazem do
mesmo sobrado.
--No dia -8 do corrente ha arremntagflu
judicial em ultima praca da loja de Terra-
gens do Aterro da lioa Visla, que Toi do ti-
nado ('.aciano Im/ Ferreira, por execugflo
de Hrander a Brandis & Companhia e Geo:
Keuiiwurtliy fl Companhia. pelo juizo da
primi un vara, esrrivflo Cunha as l'erra-
geus d-strt eslabeleci ment j Toram pra-
ca e l\ir mi vista- p r algumas pessoas, e
l'ur i-mi se estas as qulzerem ja Mbem o
que ha para ser arremata lo : a praga lera
lugar na sala das audiencias e as horas do
costil me.
i;-i -i-iptr.i'ai i o com inercia 1.
O abaixo assignado se olTereco para ir
casas particulares, mediante una mdica
remunerag.'io, ensinara esciiptnrago com-
meicial por partidas dobra las, do modo
maicailo pelo co.ligo coinniercial brasilei-
ro ; e alianca que eio mui pouc*s lices po-
ra u a I u iiiiin apto para se ene ir regar dos li-
vros de qualquer casa de negocio. Codeso;
procurado todos os dias no cscriptorio dos
Srs. C. Starr j Coro auhia, na ra da Au-
rora. Jote da Haya.
I'i cci.sa-.se de urna ama de
leite : na ra do Queimado, loja
n. 3-j A.
Precisa-se alugar um sobrado de dous
andares, que lenha quintal, as ras Nova,
Rozario larga, Cruzes, Cadoia, Collegio e
Queimndo, do bairro e Santo Antonio :
quem liver, annuncie
eseja-se Tallar ao Sr. Manoel de Fre-
tas Nogueira, que mora ou morou para as
partea de S Lourenco, assim como com o
Sr. Flix Paz da Silva, que hoja reside para
Santo Anlflo, alim de seentiegara qualquer
destes Srs. duas ca'tas de multa importan-
cia culi negocios de seus interesara: no
Palttio Publico n. 11, luja.
Quem precisar de uto moco portuguez,
solleuo, de anuos, para caixeirode ven-
da, do que lem bastante pratica ( visto o
mesmo nflo estar salisleilo na casa em que
actualmente seacha): dirija-se ao paleo
do Carmo, botica, que se dir quem he.
Tendo a lllma. cmara municipal del-
ta cldade, convidado a irmandade do Divino
Espirito Santo para assislir ao assentamen-
t da piimeira pedra da capell.i do ccu.ito-
rio put.l co em Santo Amaro, Segunda-Teira,
27 do correnle pelas 4 hora da tarde ; o
e>cnvfloda dita innandade avisa a lodosos
irmfios pelo prsenle para compareci-rem
no lugar do esiyllo as 3 horas da larde do
nT'-riiio da 27 dignando-sa os quo o
nflo poderem Tazer, de mandar entregar ao
Sr thesoun ii'n as capas quo lenliain ou
seu poder, e para nuaior brilhaiilisino, deve-
rflo comparecer de uniTorme prelo.
I'recisa-sti de um aieuino de 14 annos
com pralica de venda i no largo da Sania
Cruz, venda d. 2.
No dia 21 do corrente fui achado na
estrada sa, o moleque erioUto de idade de 9 a 10
anuos, cor Tusca, dizeudo ser do Sr. de eu-
geuho Palmeira, ao lado do Santo Anto;
s
uem Tr seu dono dirija-se ao sitio do Re-
nedio, a casa dn Maria Joaquina Machado
Cavalcanti, dando a compolente justilicaQSo
I lie ser entregue.
OTTereo-so um rapaz brasileiro, que
bo bem ler, escrever e contar, gram-
nalica e arithmelica, para ensinar me-
ninos com todo o zelo : quem de sen pres-
'irno se auizer utiltsar, dirija-sc ra es-
ireita do Rozario n. 11, que achar com
quem tralar.
vro Azul.
-- Prrcisa-se de um rnopo que saiba psere-
er com acerlo para escrever em um escrio-
torio de advogado : uo pateo do Collegio,
casa dn l.ivro Azul.
Roga-s ao Sr. JoSo Pires Ferreira o
favor de mandar pagar as cusas phi que foi
condemnado pelo juizo da segunda vara do
eivel, escrivo Santos, adm de evitar ao
bailo assignado o trabalho de requerer
Torpa s autoridades do Popo da Panella pa-
ra executaro man lado dncaptura, que se
cha j em poder dos oulciaes de justica,
cercando a casa de S. S. para effectuar a pri-
s.l.i, visto que he autor vencido. Ruga mais
nahaixn Mllgnido o favor de nflo vender
scravos, nem ny potne m-Ios, nem sublra-
hi-los por qualquer modo execuQ^o do
abaixo assignado, ou de nutras que se a-
r^ham em juizo, sem so lembrar que qua-
torze de entro ell^s esiflo hypotnecados o
penhorados, e de que S. S. he depositxrio,
contra o danoslo na le em vigor, cujo de-
posito vai ser removido a requeriinento, pe-
lo (Sartorio do escrivSo Santos, de
Antonio Gomes Villar.
-Manoel Ignacio da SiUa Teixeira, cot
nadara na praqa da Santa Gruz^ por baixo
lo sobrado n. 106, lem para vender urna
poroto de barricas vazlas, que forain de fa-
rinhh de trigo.
--OSr. ledo Antonio Ramos, com nego-
cio na cdade da Parahiba do norte, tenlia
a hondade de quando vier a esta cidado do
Itecife, fallarou mandar procurar a Manoel
Ignacio di Silva Teixeira, o que venJia ca-
l na Uavessa da Madre de Dos.
Na ravessi dos Marlyrios, casa com
Cabul i na p irla, se tinge tola qualilade
le fazenda, tanto de ISa como de Hlgoilfloe
dsela; bem como toda diversi lade de
roupo : ludo or proco mais commodo do
queem outra qualq er p-rte.
Chapeos de sol.
Ra do Passeio, n 5.
Ne.sta Tabrica ha presentemente um rico
sortimento desles objectos de todas as c-
rese qualidades, tanto de seta como de
panninho, por procos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
sao frito* pela ultima mola ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
rasa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
marles servidas : todas estas fazenlas ven-
lem-se em porcSo e a relalhn : tambein se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
nasteas de ferro como do haleia, assim romo
umbelas de igrejas: ludo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
los mais Tortes que ae pdem fabricar.
'} Consultorio hotnocoptthico, O
ra do Collegio, n. 25, O
Do II'. P. de A. /.-/'." /Hoscoso. O
Opr. Moscoso d consultas lodosos O
dias. Os doenles pobres sflo tratados "
de graca. S serflo visitados em suas &
9 casas aquallps que n3o poderem vir O
y ao consultorio, ou que suas moles- Q
lias nflo possain dispensar a presen- &
3 Qa do medico.
33OJ-3a36O3$-><30>OS>
O aballo assignado, profrssor particu-
lar de primeiras leltras, disciplinado em
nreparatorios no lyceu desta cidaile, parti-
cipa ao res.eitavel publico e aos pais d
seus alumnos, que segunda-frira, 13 do
correlo a lirio su'aula, edebaixo dessa mes-
ma iiisciplina ensina por principios a gram-
malica portugueza, latina e Trance/a, ad-
init'ndo nesse recinto pendonistas e meios
pendonistas. Os pais de familia que quize-
rem applicar seus filhos a algoma dessas
disciplinas, nodem dirigir-se ra larga do
Ituzarion. 48, si-gunio andar.
Jos Mara de Figueiredo.
Osupra assignado de ln>je em dianteas-
signa-se por J.i-e Mara Machado de Figuei-
relo, por haveroutro de igual nuine.
Casa rtc conimissao de escravos.
Na ra Direit, sobrado da tres andares,
defronte do becco de S. Pedro n 3, rece-
bem-se escravos de ambos os sexos para se
venderpm de commissflo, nflo se Ivando por
esse trabalho mais do que dous por canto,
n sem se levar cousa alguma de comedo-
ris, offerecen lo-se para isto toda a segu-
ranza precisa para os ditos escravos.
-- Os her leiros de Francisco da Silva, de-
spjando liquidare! as contas da casa de
seu finado pai, avisam aos devedores da
mesma, que quanlo anles hajam de appa-
recer para pagarem seus dbitos, pois nes-
ta dtli tem olles autorisadoao seu procu-
rador, Antonio da Cosa Ribeiro e Mello,
para usar dos meios judiciaes para com os
omissos.
-- Precisa-se arrendar um sitio pertodes,
la i mea, tendo caaa desente para Tamilia
alguna ps de arvoredos de fruto, campim
para cavallos. anda que principie o arren-
la ment do lim do crrenle ou meiado do
vindouro mez elidante : para tratar na ra
das Larangeiras n. 23.
-- Traspassa-sa o arrendameoto do enge-
iiliu Queluz, sito na Treguezia de Ipojura,
vendeiido-ae a safra no campo, o engenho
lie copeiro e bom, e lem bous cercados : a
tratar com" Miguel Augusto de Olivelia. na
sua residencia no engenho Camassari, na
Treguezia de S. Amaro JaboatSo, ou com
Theotonio da Silva Viera no engenho Ca-
xoeira da Treguezia de Ipojuca.
-- O Dr. em medicina Carlos Frederico
Muller, tendo vollada da Europa, acha-se
excrcen lo a sua ai le na sua anliga residen-
cia, na ra da Cruz n. 15, segundo andar.
I'erdeu-se, no da 3 do coirenl, urna
loneta de ourn : quem a achar a podera en-
tregar no paleo de S. Pedro, casa do cnur-
giflo Leal, que recompensar generosa-
mente.
O abaixo assignado, tendo
de retirar-se para a turopa, pelo
presente convida a todos os seus
devedores de vir ou mandaren] pa-
( ',
garsas contas al o lim do cor-
rente mez. Scafso.
--Pede-se a quem soutier, o Tavor de de-
clarar por esta folha Jpn que lugar he a re-
sidencia do Sr. JoaqWim do Figueirodo.l.i-
ma, ou quem srja nesla cdale seu procura-
dor, para tratar-e de um negocio que diz
respeitoao Sr. l.ima.
-- Filiupe Santiago Jnaquim de Aljren
avisa ao Sr. Manoel Joaouim Pinto Machado
Guimarflp.s, que do dia 28 do corrente em
dianle dpixa^dp ser fiador da casa da ra
do Aleciin. 29 ; e para nflo chamar-se a
ignoranciafTaz a presente declararlo par
seu conbeciment.
--Um rapaz brasileil'.ae offrreco para
caixeiro de qualquer etabeleci nento ou
coliraiiQa, dando liador sm conduela :
quem prpeisar, diriji-se ra d'Assump-
Cio n. 16.
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U cirurgio Francisco Jos "*
Rodrigues, declara positi-
vamente a seus devedores
que, no prazo de oito dias
infalivelmente, contados da
data dest, se a'persentem
em sua casa, na praca da
Boa Vista, no terceiro an-
dar, defronte da" matriz, n.
88, afun de uliim ireni as
suas dividas. Este prazo,
porm, s se entende com
as pessoas da praca, pa-
ra as do mallo se I lies
conceder um mez, fiado o
qual se proceder contra el-
les com todo o rigor das
leis Recife, a3 dejaneirj
de 185o.
*AA*ftftft*iA*ft**A**A4A*i
(ratinen-se liein.
Fugio no da 22 do pasudo mezdede-
zembro, o prelo Antonio, de rmcjlo Cabun-
il, representa ler 45 anuos de idade, altura
regular, cheio do corpo, rosto abocetado,
bastantes cabellos brancos ni cabera,
muito cabelludo; levou calQa e jaqoeta d
ganga, lie oflicial de cal leireiro da Tabrica
da ra do llruiii n. s tem si lo encontra-
do em diversas roas dsta cdade, em Sant
Antonio, Roa Visla, All'ogados e Corredor do
Rispo, ora em urna, ora em outra parte:
roga-se pois a quem o aprenden ler Isvno
aos Srs. do mesmo escravo Mesquila & Pil-
tra, na dila fabrica que se recompensar.
Os ahaixo as$jgna los fazem scieuta o
rPsppitavol publico, quii dissolveram ami-
gavelm nle a sociudade que linliain na luja
la la da Cadeia v Iha n. 13, que uyrava
debaiXO da firma Torres & Campos, licando
o socio Manoel Moreira Campus obligado
peolo activo e passivo. Recif-,17 de Janeiro
de 1851. Luis Ferreira Campos Torres
Manoel Moreira Campos.
A o publico.
O Manual dos Negqciantes, an-
nunciado por assignaluras na leja
do Livro A/.u. ali'iii das materias
le que \\ se i -i inencSo nos an-
nuncios antecedentes,conlm muis
o seguiDte :
Urna inlro iiicrao.
U excellente discurso pronun-
ciado pelo consellieiro Jos Cle-
mente l'ereira, por occasio da
abertura do tribunal do commer-
cio na corte.
O regulamcnlo provincial da
cobranca do imposto do fumo, ta-
baco, charutos, cigarros e s .blo.
Y. finalmente um almanak exac-
to e completo dos emprCgados do
nieretissitno tribunal do commer-
cio esuas moradas; da associa-
cao comaiercial, idem ; dos nego-
ciantes de grosso trato e de gene-
ros de estiva, seus escriptorios e
armazens ; dos logistas, corretores,
adyogados e procuradores. A as
signatura est aberta at o dia 3t
do corrente, e a obra si hir luz
nos dias primeiros de fe r-ereiro im
preleiivelmente.
Quem quizer comprar um escravo di
nario, baslaule robusto, pe it um oflicia
Deve publcar-se al odia ultimo do
corrente a seguinte e inleressante obra
Guia do Guardi Nacional.
Contendo a lei n. 602 de 19 da setembro de
1850, que da nova organsaQflo a guarda
nacional do impero, e o decreto n. 722,
com as inslrnrces para cxpciiqSo da mes-
ma lei ; a cujo dpereto e iustruccOes acom-
pnuliMii onze mappas ou modelos nflo s
relativos ao pmrcsso da i|u il iIomqui, do
ipourso de revista ele. como da economa
interna doscor.>os, organisaeflo por muni-
cipios, por batalhOes. companhia etc. Em
um volume bem impresso com lypos no-
vos. Assigna-se por 2,000 rs. cada exein-
plar no pateo do Collegio, casado livro
azul. Foixada a assignatura custar cada
ejemplar 2,500 rs.
*##*
* ''aulo Gnignnux, dentluta ?
^ frnncez. offerece seu prest- 9
'* mo no pnlilico para todos os 9
2 pdeser proenrado a qual- #
% quer hora em sua casa, na
19 i lia lar-a lo Uo/.uiio. u. 36, %
"* segundo andar. *
Aula particular.
Umhilina Wanderley Peixoto, Taz sciente
ao respeilavel publico que desde o dia 1J do
correte, arh-e aherla a sua aula de pri-
meiras leltras e bordados, na ra da Cadeia
de Santo-Antonio no segundo andar do so-
brado n. 14, na esq lina do Ouvdor, conti-
nua a recelier pensionistas, meias pensio-
nistas e exlernas Aquellas de suas disc-
pulas que se quizerem applicar a danca,
msica vocal e piano, desenho, Tranoez e
genuraphia, serflo licionadas por habis
profesores e de reconherida probi lade.
Aula.
O abaixo assignado Taz publico, que no
dia 1.* de frvereiro abrir em sua casa, ra
do Pilar n 40, a aula para meninos, j an-
nunciada por este biario. Os pais que qui-
zerem m indar a ella seus filhos, se pode-
ro entender com o mesmo ahaixo assigna-
do, no escripiorio dos Srs. G. Siarr & C,
na ra da Aurora. iosida Maya.
Carlos Claudio Tressc, fabrican-
te de ornos c realejos, na rna
das Flores n. 19,
avisa ao respeitavel publico, que concerta
orgflos e realejos, e po marchas moderuns
ileAle paz, lambem concerta pianos, Sara li-
nas, caixas de msicas, accordOes e qual-
quer instrumento que apparega, e Taz obras
novas. Na mesma casa vende-se um ogSo
proprio para capella ou altar-mr. com boas
vozes, por preco commodo.
O retratista adaguerreolypo,
tendo de retirar-se com brevidade
desta provincia, oTferece-se para du-
ranle o pouco lempo que tem de re-
residir nesla cidade, ir Orar retratos
pelas casas das Tamili's que os i>re-
tenlerem, tanto na cidade como em
qualquer sitio; as pessoas que pre-
ten i nlennii dirijam-se a ra da Ga- |
dea do S. Antonio u. 26, segundo 3!
andar. ;f
-Prerisa-se de urna ama de leite Torra
ou captiva : na ra da Concordia n. 8, refi-
iiagllo Tranceza.
0
I -Olllpl.'lS.

gosto presente, por prego mais cmodo do
que em outra qualquer parte : a ellas, vis-
ta Taz <>
Vendem-se dous terrenos, a aaber : um
no Aterro dos ATogados, do lado da mar
pequea, com perto de 800 paliios de fren-
tesob-ea ra I n^erial, o oulro em Santo
Amaro, com um lado sobre a ra da Auro-
ra e oulro sobre a esla lade Luiz do Rgo
com 200 palmos do Trente: qnjra pretender,
dirija-se roa da Cruz do ReciTe n. 51 pri-
meiro andar, s
-- Na ra estreila do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A, de i.
F. dos Santos Maya, vendem-se curdas de
tripa e bordOes para vioh'io eiabeca, e pa-
pel nauado pata msica, lado da melhor
qualidade possivel.
Ven bonita figura : na Soledaden. 9.
-- Vende-se urna escrava de bonita figu-
ra, de naca"o, que coziuha, engomma o he
quitandeira, por pre?o commodo : qem a
pretender, dirija-se ra do Crespo, loja
de livros n. II
Pan no verde invtslvel.
Vende-se panno .verde invisiyel, muito fi-
no e haralissimo, nflo se menciona aqu o
prego porque cauzaria isso urna admirarlo
aos preten,lentes, a ponto de nflo fazerem
conta, e dizere n, sem virem ver grande
uechincha, ora isso nSo pie ser panno
bom ; lie este o motivo porque s se dir a
vista dos compradores e do dito panno ;
tainbem restam algumas pegas de ganga
rrde cinza eamarella, propria para pali-
tos de meninos, que para acabar co n bre-
vidade 83 yeoderflo a 6,000 rs. a poja, e a
meia pataCi o covado : ao Alerro da Boa
Vista n. 18.
Vendem-se 30 "alqueirea de arroz de
casra, a 2,880 rs. o alqueire da medida ve-
Iha caculado : na ra do AragSo n. 14.
Na ra da Cruz, armazem n. 33, deS
Araujo, vende-se superior Tarinha de man-
dioca, a 2,000 rs. asacca para acabar; sol-
la ; couros miudos ; cimas de emi, o su-
perior cera de carnauba em saccas.
-- No becco do Congalves, armazem do
Araujo, vende-se superior farinha de man-
dioca a 2,001) rs. a sacca, chegada ltima-
mente do Cear.
Na ra das Cruzes n. 18, terceiro an-
dar, vende-se urna ptima parda, que en-
gomma, cose bem ciiSo, cozinha e lava ;
urna preta de 20 annos, ptima engomma-
dclra. cose chflo, cozinha e lava ; tres ditas
muilo mogas, que cozinham, lavam de sa-
bflo e ven lem na ra ; um dita de 30 an-
nos, propria para o servigo do campo ou de
ra ; una linda negrinha de II a 12 annos
e um molequinho de 14 mezes, ja desma-
mado e muito esperto.
-- Vende-se urna escrava moga com algu-
mas liabili la les : quem pretender, dirija-se
ao Hotel-Francisco, que achara com quem
tratar.
O (acuite*Ivo J. B. Casanova, tendo de
Tazer lima viagem a Franga, vende varas
obras do medicina, tanto da allopathia co-
mo da humee ip carteiras liOinceopathicas: na ra das Cru-
zes ii, 28, segundo andar.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos mocos e de bonitas figuras : na ra lar-
ar do Ilozaro n. 48, primeiro andar.
Compram-se es era vos de am-
bos ossexus : na ral da Cideia do
liedle n 5l, primeiro andar.
Couipra-se um sellim inglez usado, em
booie>t*doj urna preta cozioheira e en-
goiiiuiadeir.i ; c uoia negrota com algunnas
habilidades : na ra da Cadeia do ReciTe,
loja ii. 5, de Cunha & Amorim.
Compram-se nsde sapolis,
de (linli;i e algn* outrosarvore-
dos liucliU ros, plantados em c i-
xoes, que sepissam embarcar pi-
r& lora di provincia : quem tiver
para vender, annuncie, ou diri-
ja-se ra Jo Trapicha n. 5, pri-
meiro andar
Compra-se urna vacca parida de pouco
e que|de bstanle (cite: na ra de Santo
Amaro n. 16.
Compra-te tima negrinha ou cahrjnha
de 6 a 7 annos de idade : na travessa da ra
Relia n 6, ou annuncie.
aa
Vendas.
Le da guarda nacional.
Venle-se o peculio do* guarda nacional,
de calafate, e bom canoeiro, tinto de canoa contendo a lei, regulamenlo e o mais oreci-
. 1....I n..... .. i... ......... ... .. I ... I ..._______________________ ...._
abeila como de caireira: quem pretender
annuncie.
Tem de embarcar para o Actrac a es-
crava Raymunda. crinula, pertenceule a An-
tonio Carvalho de Almeida,
Precisase alugar um moleque para ser-
vir a dous rapazes sulleirus, nflo precisa
que seja coxinlieiro, porm que se nflo em-
briague, edou's Teilores poiluguezes para
engenho : na ra do Uueio)ado n. 6.
Precisa-se de um Caixeiro de 16 a 18
annos pars venda : em Fra de Portas nu-
mero149.
No dia 28 do corrente, na sala das au-
diencias, peranle o Rr. juiz do civel, a
meio-dit, se hflo de arrematar dous escra-
vos, que ficaram por Tillecimenlo de Fran-
cisca Mana .la Cunceic.io Maia : os preten-
denlesconiparegain que he a ultima praga
O abaixo assignado declara aos seus
devedores, que Joflo Augusto Lemos Duar-
le nfio he mais encarregado do recebimen-
to de suas dividas, e pur isso de boj em
(liante lio lev.oa em conta recibo algiiin
pass.ido polo mesmo. ReciTe, 23 de Janeiro
de 1851. Jos de Alenquer S. do Amural.
Precisa-se de uiu pessoa para ir ao
mato Tazer una conciliario : na travessa da
Madre de lieos n 5.
-. Precisa-se de urna ama'para o servgo
interno do urna Casa de lamilla : na ra do
Hospicio, casa n. 63. Na mesma casa pre-
cisa-so de um moleque que seja esperto, e
que ente oda de vender.
so para a mesma, a 1,000 rs. cada exem-
plar : na praga da Independencia, livraria
ns. 6 e 8
Vende-se a armagflo da pequea loja da
ra do l.ivramenio n. 34, por prego com-
modo, bem como dous tapetes proprios de
sala, muito em conta.
Na ra da Cadeia n. 4, em casa de Rea-
ne Youle & Cumpauliia, veudem-se esleirs,
vindas ltimamente da America, as mais
proprias para forrar salas por serem largas.
Veuilein-se superiores charutos, sola,
couros de cabra, peonas de ema, sapalos
brancos, ditos de couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palba : tudo isto
mais barato do que em outra qualquer
parte: na ra da Cadeia do Kecifo n. 49,
primeiro andar.
Vende-se urna excellente casa de cam-
po com ouitoscomrnoJos, a beira do rio.
com terreno de capim emais plaotagOes :
na ra deSaulo Amaro n. 16.
Vende-se, por commodo prego, urna
excellente raueca, que foi de um Italiano,
eximio pioTessor desle instrumento : oa ra
do Hangel, venda n. 8, delronie do becco
do I ruin.
Pechincha.
Na ra Nova loj n. 18. de M. A. Caj,
vendem-se pega de maoapolflo com peque-
o loque de avaria, a 2,000 rs. a pega ; as-
sim como um soriimouio de oras Teilas de
alTaiate, de lodas as qualidades, tanto linas
como mais ordinarias, ludo moderno o do
para curar da phlysica em lodos os seus
diTferentes graos ou motivada por consti-
pagoes, tosse, asthma, pleuriz, escarrosde
sangue, ddrde costase peitos, palpitagflo
no corngflo, coqueluche, bronchites dr
na garganta c lodas as molestias dos orgflos
pulmonares.
De todas as molestias que por heranga li-
en ni ao corpo humano, nenhuma ha que
mais deslruitiva tenha sido, ou que lenha
zombado dos esTorgos dos homens mais
eminentes em medicina, do que aquella
que he geralmente condecida por moles-
lia no lile. Em varias pocas do se-
cuto nassado, tendo-se ofTerecido ao publi-
co diTferentes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle lem Teito ;
porm quasi que em todos os casos a uso
tem sido apenas passageira, e o doente
torna a recahir em peor estado do que se
chava anteado applicar o remedio tSo re-
commendado outro tanto nSo acontece
com es le extraordinario
Xarope de bosque.
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesla cidade e provincia, nomeados pelos
Snrs. i!. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janero mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Snr.
Jos Mara G. Ramos, na ra dos Querais, n.
12, junto ao quartel de polica, onde sempre
acharflo o nico e verdadeiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Attenc3o.
Vendem-se superiores espadas
prateada- com punlios de cabello,
para oflciaes de Ii lei ra e cavalla-
ris, bem como lindos pares de
Inniei nas para mesas, com ps de
Miperior casquinlia, e as mangas
lias e lavradas : tudo de bom gos-
to e por commodo preco : na ra
do Queimado, loja n. 37 A.
Lotera.
Vendem-se meios bilbetes da
lotera do Livramento, cujas ro-
das andam no dia 31 do corrente
iniaiivelmente : na praca da Boa-
Vista, botica n. 32.
Vende-se uui sellim de senhora, novo
a bom, com pertences: n ra Formosa na
quaria cas terrea.



Bombas de ferro.
Yendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de ferro.
Arados de ferro*
Vcndem-se arados de ferro de
differentes modelos: na ra do
Brum ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e fundicSo de ferro.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SF.NZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na ahaverum completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vende-se superior farlnha
allega, em meias barrios : do escriptorio
b Deane Voule & C, ou en seu innazem
do heCCO do Connives.
A 4o rs. a caixinha.
Vende-se a melhor qualidade possivel de
palitos para tirar fogo, pelo harato prego de
40 rs. a caixinha de pao, e a SO rs. a de pa-
pel : na ra do Queimado n. 16, loja de Jos
DiasSimOes.
Chumbo de municao.
Vendo-seno armazem de J. J. Tasso Ju
Dior, roa do Amorim n. 35.
s melhores gosto, padroes
novos.
Vendem-se chitas escuras, muito fins,
cor de bronze, padroes miudos e ramagem
inteiramente nova, pelo diminuto prego de
240 rs. o coy a (i o : na ra do Crespo D. 14,
loja de Jos Francisco Dias.
Boticas homoeopathlcas. na ra
do Crespo, loja n. 4.
. Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu
los, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, vindas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande estabeleeimento cen-
tral da ra de S. Jos n. 59.
Veoiiem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
A l,6oo rs.
Vendem-se no?os cortes de brim tranca-
do escuro com duas varas e meia cada corle
a 1,600; cassa fraoceza de bom gosto,a 2,600
rs.; pecas de esguflo de algodSo com 12
varas, a 2,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godSo de cores, a 720 rs. : na ra do Cres-
po n. 6, loja ao p do lampeSo.
Deposito de cal virgrein.
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ltima-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Ttrceiro.
Cnbegnrtas ingiezas.
Vendem-se esbegadas ingiezas roligas e
chatas, loros e silbas de 13a: na rna do Tra-
piabe n. 10.
Aos Srs. de engenho.
Vendem-se chapeos de palha por commo-
do pri'co : na ra da Cadeia do Recite n. 23.
Aluitissimo barato para acabar.
Vcndem-se vellas de carnauba do Areca-
ty, sapatos, courinhos, rspanadores, eslei-
rs e chapeos de palha ; ludo muito barato
por se querer liquidar e vindo do Araraiy
no ultimo navio: na ra da Cadeia do llt-
d fe D. 23.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de I. J. Tasso Jnior.
Potassa la Itnssla.
Vende-se potassa da Russia, recentamen-
te chegada, e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Lotera de \. s. do Lvramento.
Aos 5:ooo$ooo,
Na ra da Cadeia n. 46, loja de miudezas.
vendeu-so o ineio bilhele n 1454 da lotera
de N. S. do .ivinii't'nio em que sabio a sor-
te grande de 5:000,000 rs., e estilo expos-
los venda os afortunados bilheUs e cau-
telas da niesniB lotera, que corre impide
rivelmenle no da 31 de Janeiro crente.
Iiil liles 11,000
Motos 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber un completo sortimen-
t de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por prego com
Oodo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-ae em carros sem despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acbam-se a venda moendas,
de canna, todas de ferro, de um modelo e
coDsltuccfio muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, ebegado no ultimo navio de llamburgo.
na ra do Amorim n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potessa,
assim como cal vjrgem e pedra, rcenle-
mente chegada de sboa, por prego rasoa-
el: na tua da Cadeia do Recife n. 12, ar-
mazem.
Grande sortimento de charutos
. da fabrica de s. Flix, no ar-
mazem de Crocco 8 Coiupuubin,
i ruadu Criix n. 21,
S8o chegados a, este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caladores,
depntados, venus, senadoras e soberanos
de lia vana, ero canas de cem e 260, por pro-
co* raioaveis.
Chapeos.
""* Maja Ramos & C, na rus Nova n. 6, aca-
ba de receber viudo de Franca pelo ultimo
uavio, fieos ch i paos de seda com pluma e
tranga, para meninos e meninas, e poden
abaogar que noble genero he o melhor qui
tem vindo a esta cjda Je, os quaes se ven-1
deni por prego enmmodo.
- Veode-se urna escrava bem apessoada, I
que vende ns ra, becozibr odiado Je l uumero 23.

urna casa e tratar de meninos; urna mesa
de meio de sala ; e urna cama de angico : a
tratar na ra das L'rangeras n. 29.
Vende-secevadinha em garrafOes mu
bem conservada e nova, vinda recentemen-
te e por prego que animar ao comprador,
a vista da sua qualidade : na ra da Cruz,
armazem n. 48.
Baile de mascaras.
*" Na ra da Cadeia do Recife n.
5o, loja deCunha& Amorim, re-
cebeu de-Franca pelo brigue Cezat,
um rico sortimento de veludilhas
de algodSo, de ricas cores, pro-
prias para a prxima estacSo do
carnaval, ass.m como seroulas de
meia com pe*; vende-se ludo por
preco commodo.
Vende-se um sobrado de um andsr e
sotSo, sito no bairro de Santo Antonio:
quem o pretender, dirija-se ra do Que-
niaio, loja da esquina n. 27.
Vende-se una boaesrrsva cozinheir,
muito liel e sem vicios, assim como urna
outra mucama,costureir eengommadeira,
cuja conducta e molestias se aflanga : na
ra larga do Rozario, loja n. 35.
Vendem-se 16 escravos, sendo um dito
ptimocarreiro ;um dito serrador; 4 ditos
de lodo o servigo, de bonitas figuras; 3 par-
dos mogos; 1 parda de bonita (gura, que
cose, engomma bem, faz lavarnlo, cozinha
e faz doces ; urna escrava com as roesmas
habilidades; e7ditas de lodo o servigo:
na ra Direita n. 3.
Escravos baratos, na ra das l.arangeiras
n. 14, segundo andar.
Vendem-se 4 prelos mogos de todo o ser-
vigo;! mulatinho de14annos, ptimo pa-
ra pagam ; 1 dito de 20 annos, bom serrador
e de boa conducta ; 1 muleqne de II annos,
muito lindo; urna linda mulalinha de 15
anuos, que cose alguma cousa ; duas ne-
gras mogas, com habilidades ; e duas de
meia idade, muito em conta.
A pobreza.
Vendem-se rebollas americanas pelo ba-
rato preco da 80 a 160 rs. a restes, e a 320
rs. o cenlo das solas : nos armazens do boc-
eo do Gongalves, junio a casa da Sra. Viuva
Lasserre.
Aos 5:ooo$ooo rs.
Vendem-se meios bilnetes da lotera de
N. S. do Livramenio, cujas rolas andam
no dia 31 do correnle infalivelmente : na
ra larga do Rozario, botica n. 42.
~ Vende-se a taverna do paleo do Parai-
zo n. 30, assim como urna casa terrea na
ra da Praia : a tratar na mesma taverna.
Yende-se a loja de calcado
da ra Direita n. 5o: a tratar na
mesma loja.
Deposito de cal epotassa.
Cunha & Amorim, na ra da
Cadeia do Kecife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de Lis-
boa Novo Vencedor, Cariota e
Amelia barris com cal virgem, e
vendern, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Para fechar cintas.
Vende-se cera de carnauba, courinhos de
cabra, sola e unta batanea com bragos, con-
chas, frrenles de ferro e pesus, propria pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
embarcg9o : ludo por prego commodo : na
ra dos Tanoeiros, armazem n. 5.
Arados de ferro.
Na fundigfto da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Habla.
Vende-se, em casa deN. O. Rieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
i] uella fabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Vendem-se caixas com cera
em velas do Hio de Janeiro : na
ra da Alfandega Velha n. r>, es-
criplorio.
Autigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue 'lami 11.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, retente mente chega-
da de Santa Catharina,em porco
ou a retallo, per preco commo-
do ; a bordo do brigue Soares,
Tundeado na volta do Forte do
Mallos, ou na rna da Alfandega
Velha n. 5. escriptorio.
Uoga-se aos freguezes pie tenbaui
toda alt nono para o novo or-
tiln uto que existe na loja du
riiti do Crespo n. 6, ao p do
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de cores fizas
a 260 e 280 ts. o covado ; corles de brim
blanco de Imito puro, a 1.92U rs ; ditos de
l'ustflo milito finos, a 50 e 640 rs.; cassa
prela propria para lulo aliviado, a 120 rs. o
covado ; zuarle de cor, a 200 rs.; riscado
de linho para casacas, a 240 rs o covado, e
outras multas fazeudas por prego commodo.
Cal virgem oe Lisboa,
da melhor que ha no mercado, e
chegada ha das pelo brigue Ern-
preza : trata-se com A. C. de
Abreu, na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 37.
Vendem-se chapeos do Chi-
le pequeos, muito linos, a 6,000
rs. cada um : na ra do Crespo,


m
Lotera-de N. S. do Livrairiento.
Na praga da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os afortunados bilne-
tes, meios e cautelas da mesma lotera, que
corre impreterivelmenle no dia 31 do cor-
rente mez. *.
Rilhetes 11,000
Meios 5,500
(huirlos 2,600
Quintos 2,100
'llecmos' 1,100
vigsimos 600
j- ,\o deposito da ra da Mooa 11. 15, 4R
9- ha para vendej Superior caUem pe- <
> dra, recenteoente chegada de l.is- "
*" boa, em o> brigue Conceitdo de Ma-
ra, por prego rasoavol : tambera ahi
se venden pesos de duas e de urna
arroba," por prego commodo; ha
> tambom efTectivamente no jnesmo
i> deposito barriada mel para embar-
. Vendem-ae colerOes do Medico do l'ovo,
de 1 a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Aos 5.000,000 rs.
Yendem-se meibs bilhetes da
loteria a favor das obras da greja
de N. S. do Lvramento, que cor-
re no dia 31 do correte mez : no
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
Quem quer 5:ooo!$ooo >
Quem quizer a sorte grande da lotera do
Lvramento, que infalivelmenle corre m
dia 30 do correnle mez, apresse-se a com-
prar algum dos poucos bilhetes que anda
resta ni, as lojas da esquina da ra do Ca-
bug ns. 11 e 9, juntas botica de J0B0 Mo-
rona.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a 3,000 ris
a sacca : vende-se no armazem de Campel-
lo Fiiho, ra da Cadeia do Itecife 11 64.
Vendem-se 10 saccas de superior car-
nauba ; 250 cuuiinhos de cabra ; 13 pares
ib- sapalOes decouro de lustro, mu bem
feitos e de talhn moderno ; urna loalha de
bretanha de linho com lavarnlo, n.uito bem
acabada e fina : ludo se vende por commo-
do prego: na ra da Cadeia Velha n. 24,
primen o iidar, de manti3a al s 9 horas,
e a qualquer llora da larde.
Vende-se urna preta moga, gorda e sa-
dia, que engomma hem, cose, cozinha e la-
va, o que ludo se alianga : na ra larga do
Rozario n. 46, primeiro andar.
Deposito de espedios das ma-
nafacluiasde Fraoc,a: na ra do
l'a.s.seio n. lg.
Um bom ollicial de pedreiro.
Vende-se um escravo, preto, ollicial de
pedeiro, mogo e de bonita figura ; una par-
da boa cozinheir e engommadeira, com
urna lillis do % im-yes; o um preto, mogo
robusto, bom trabalnor de enxada, pioprio
para engenho ou armazem de as.-ucar, por
ter ii.int.i forga ; na ra larga do Ruzario,
n. 48, piimeiro andar.
-- Vende-se fio purrete, vindo do Portoe
caixas de pinito vasias; rodas de arcos d-
po para barricas de assucar; pregos ripae ;
do Porto : na ra da Cruz n. 49, escriptorio.
lie baratissimo.
-Vendem-se sapatoes de couro
de lustro a t,6oo e a 2,000 rs. ,
puro dos sapatos ordinarios, e
livre da msssada de engraxar-se :
na ra da Cadeia do Recife, loja
numero 9.
Attencao.
Na ra da Cadeia do Itecife n. 50, vendem-
se pessas de bretanha de 6 varas, a 2.880 rs ;
chitas de cobeita niuilo finase fiza 220 rs.
o covado ; chita frjnceza, a 300 ts. ; cortes
de oimb'aia de seda, a 8.U0O; e de cainbraia
de algodSo de cor, a 2,400 rs. ; chapeos
francezes de maga, a 6,600 rs.; ditos de sol,
de seda, a 5.000 is ; corles de fuslSo para
Colleto, a 1,000 rs. ;esguiao muito superio
a 1,800 rs. a vara ; luslao blanco, a :iuo rs.;
Icugos do cassa amarella, a 2,200 rs. a du-
zia ; ditos francezes, a 2.880 rs. ; ditos de
camnala i ara milii, a 3,200 is. ditos de se
da a 1,000 rs. 1.6U0 rs. um ; ditos de cain-
braiade luiho, 6,400 rs. a duzia ; luvas de
pelica pBra srnbora, a 320 rs. o par ; man-
tas de seda paradiM, a 8.000 rs. 9,000 rs.
e| 10,000 rs. muito superiores; merm o
mais superior que ha, a 5,0oo rs. 0 covado;
outras mullas fazeudas que vista se
moslrarSo.
Aos 5:000,000 tis.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Lvramento, que corre impreleri-
velinente no lim do Correnle mez : na pra-
cinha do l.ivrameulo n. 67, loja de Jos
Mai luis da Cruz.
Vende-se superior potassa,
muito nova, chegada- na escuna
Galante Maria do lio de Janei-
ro, por preco muito commodo : no
armazem de Das Ferreira, no
caes da Alfandega, ou a tratar com
iNovaes & Com ,,aulua, na roa do
Trapiche n. 34-
Velas de cera do Hio de Janeiro.
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muito bom sor-
timento, em caixas : no armazem
de Dias Ferreira, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com Sovae-
& Companhia, na ra do Trapi-
che n. 34.
A 400 ris.
Casa de eouaignaco de escravo,
na ra do Hozarlo larg;a 11. 22,
segundo andar.
Vende-so urna bonita crioula recollii la,
le 18 annos, que sabe engommar e coser
com porfeigfto ; Sdilas cun habilidades e
le bonitas figuras; 6 pretos bous tr balita-
lores dezmada ; 1 mulatinho para pagem,
inuito esperto e He bonita figura ; 1 preto
nogo, rom canoeiro, que sen3opOeem du-
vilndar.-se para experimentar, pois he de
boa conduela; e urna negrinha de-12 annos,
aullo linda e com principios de costura.
Vendm-se latinhas com nmi
ibra de excellente cha a a.ooo rs.
cada urna : no pateo do Collegio,
casa do Livro Aznl.
Nova pecbincha de molnhos
para caf a 64o rs.
~" Vendem-se moinhos para caf a 640 rs. :
na ra da Cadeia, loja de ferragens de An-
tonio Joaquina Vidal.
Vende-se urna preta moga, que des-
empenha bem todo o servigo ordinario de
una casa de familia, seudo tambem boa la-
videira de varrella : na rus do Rozario da
Boa-Vista, n. 32.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, vende-
so cera de carnauba em porgSo e a relalho,
por prego coenmodo.
Itua do Codcgio n. 4-
Neste estabeleeimento se encontrar sem-
ore o mosmo sorlin ento de chapeos de sol
ja annunciados, assim como seds e pannos
em pega para as armagO-s servidas, baleias
cara vestidos e espartilhos de senhorss.
i '.inici'i la-so (oda a qualidade de chapeos de
sol, tudo por menos prego do que em outra
qualquer parte.
Vendem-se relogios de ou-
ro c piala, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de Santa Catharina, a
melhor que existe no mercado, em saccas
ou sem ellas, por prego mais cmodo do que
em outra qualquer parte : na ra da Cruz
o Itecife n. 40, primeiro andar.
O iintU'o barateiro do praselo
publico ii. II, loja de Flrmiano
Jos Hodrigues Ferreira.
Annuncia as seguintes fazeudas como se-
jam chitas francezas finas de ricos padroes,
a 310 rs. o covado multo larga; casimiras
superiores, a 7,000 rs. o corte ; ditas mais
abano, a 5,000 rs. ; meias casimira, a 3,200
rs. o corte ; cortes de mIum macau de co-
res, a 4,000 rs. ; panno lino preto, a 8,000
rs. o covado; chapeos de maga francez, a
7,000 rs.; setins lavrados para vestidos de
-cutiora, cassas chitas de cores, a 1,280 rs
o corle; cambraias transparentes, a 2,000
a pessa de 10 varas; gorgures de seda.
Vendem-se queijos londri-
ios, conservan, presuntos, mus-
tarda, toucinho, sal refinado, la-
tas com conservas e mais gneros
inglezes, por preco commodo, che-
gados ltimamente .- na- ra da
Cruz n. 7, armazem de Davis &
Companhia.
Pechincha.
Vondem-se ricas cassas francezas, de lin-
dos padroes e de cOres azues, rOxas, ama-
relias, cor de roza, etc. Estas cassas sao
de listras o com delicados desenhos, e tur-
na-so muito recommeodavel, tanto pela
qualidade, como pelo deminuto prego de
480 rs. a vara : na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Francisco Dias.
\u iiovjilojn de Ignacio I.uiz de
Brltto Ta borda, na ra
do Crespo n. I o,
vendem-se fazendas modernissimas e por
diminutos pregos, como sejam : cambraias
de quadros, superior fazen la, a 280 rs. o
covado ; lengos Je seda de peso, a 1,800 rs,
corles de meia casemira, a 4,000 rs.; cha-
les de cadago, escuros, a 1,400 rs. ; casene-
tas de cores, a 960 e 1,200 rs. o covado; e
muitas outras ltimamente ebegadas, que
se mostraro aos compradores, o se dei-
xam ir as a.oosiras.
*^*^S: jg #$9$:4B9S99
>:< Algodfto para saceos. f.
Vende-se muito bom algo 15o para f)
JJ saceos de assucar, por prego comino- a>>
a> do: em casa de Iticardo Hoy le, na *)
i*Jj rus da Cadeia n. 37. %
$9'9 0:*w Wl
-- Vendem-se superiores charutos, sola,
couro de cabra, pennas de ema, sapatos
brancos, ditos *e couro de lustro, cera de
carnauba e chapeos de palha : tudo isto
mais barato do que em outra qualqur par-
te : na ra da Cadeia do Recife, n. 49, pri-
meiro andar.
A files antes que se acabem.
Vendiin-sc sapales de be/er-
ro francez, feitos no paiz. a a e a
2,4oo rs. ; ditos de lustro, a
i,5oo, 3.ooo e 4oo. rs ; na ra
da Cadeia do Hccife, loja n. 9.
Vendem-se meios bilbeles des-
ta loteria, que corre impreterivel-
menle no dia 3l do corrente, a
5,5oors. : na ra da Cadeia do
Kecife n 9, loja de calcado.
Escravos fgidos.
" Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, fianccz.s, de todas as cores, gostus iu-
leirmiieiile novos, imitando seda, a 400 rs.
o covado : na rus do Crespo n. 14, loja de
I Jos Francisco IJias.
1,200 rs. o cite de colele ; cortes de colle-
tes de la e seda, a 500 rs. ; chales de 1.1 e se-
da ; ditos de cambraias blancos e decores,
luins de linho de quadros, ditos trangados
brancos e de cores, fazenda muito superior;
culins de linho para pallilores, lila supe-
rior, priuceza, lengos de cambraia de bi-
en, bicos e rendas de linho, lengos de seda
de cores, castores de cores e por |todos os
pregos; madapoles finos, a 3,200 3,500
3,600 3,800 4,000 4,800 5,n00 e 5,500 ; su-
periores chitas de todas as qualidades, e
um sortimento completo e outras i inmensas
fazeudas que se vendeio a pregos que sgra-
uarfiu aos Srs. compradores.
Vendem-se arado* america-
nos dos modelos mais approvados;
na ra do Trapiche n. 8.
Vende-se fumo em folha pa-
ra capa e milo de charutos, por
preco muito commodo, assim como
saccas com farinha de mandioca :
iraia-se nos armazens de Gouva
& Dias e Dias Ferreira, no caes
da Alfandega, ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
numero 34-
--Na ra das Cruzes n. 28, segundo an-
dar, vende-se urna serafina Com mimase
meia, propria pura igreja ou sallos, e um
relogio de ouro palele suisso.
Superiores massns para chapeos.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 46,
venden:-se superiores niassas portuguezas
para chapeos, a ellas antes que se acabem.
--Vende-se urna preluiha crioula, que
cose o faz o mais servico de una casa, sem
vicios neui achaques : na ra do Rangel n.
38, segundo andar.
Vende-se um preto crioulo, de 22 an-
nos ponen mais ou menos, perito ollicial Je
sspateiro: quem u pretender, dinja-se 4
Soledade, sitio que tem nos porlOes quatro
leOes, a qualquer hora do dia, que achar
com quem tratar.
Vende-se urna morada de casa terrea,
em chSos proprios, sita na ra da Praia do
Caldeireiro n. 11, e urna escrava com todas
as habilidades : na ra do Fogo n. 23, se
dir quem faz este negocio.
Fio para sapateiro e para saceos.
Vende-se um reslaute du ptimo fio para
sapateiro em novellos, e dito em meiadas
para saceos, por prego commodo para li-
quidar facturas : em casa de Adamson lluwie
& Companhia, ra do Trapicha n. 42.
Vende-se una porgSo de caixOes de
folha, que foram de fazendas; urna porgSo
de taboas de costadinho de amarello ; urna
porgSo do pios de sicupira, que foram de
barcaga; euma porgSo de ferros e pregos
velhos, que foram de navio : na ra da Ca-
deia do Itecife n. 51.
Cera de curnaba.
Veode-se cera de carnauba, lauto em por-
cSe como relalho : ua ra Nora u. 55.
100,000 res.
Fugiode bordo do brigue nacio-
nal Sem Par um escravo crioulo,
de nome Ensebio, representa ter
^4 annos, alto j levou cal?a, cami-
na e bonet asues; consta que elle
anda pelas immediacoes de (Hui-
lla, i.titula-se forro e he contien-
do pelo nome de Euzebio Jos* Pe-
rena ; roga-seas autoridades po-
liches e c : pitaes de campo de o pe-
garen) c levar -ra do Trapiche'
casa de Novaes & Companhia n.
34 que gratificar'
O mulatinho Agostinbo
fgido.
Na noile de 11 para la do |
passado ausenlou-se o es-
cravo Agostinbo, pardo a-
caboclado, cabellos prelos e
lisos, ps grandes com os de-
dos grandes grossos e camba-
dos para dc-ntre ; he I1II10 do
sertao, muito lallador e li-
la : roga-se as autoridades
policiaes, capilaes de eam- i
po, assim como a toda e !
qnalquer pessoa qnc o en- 8
conlrar, de prendc-lo e con- j
duzi-lo a sen senhor Ben-
to Jos Taveira, na ra da
Cruz n. 30, que nao s paga-
r todas as despezas, como
olFerece urna generosa re-
compensa a quem o trouxer. ^
Fugio, no dia 22 do correnle, da casa
n. 30 da ra do Queimado, urna negra por
nome Mara Benedicta de nagSo Congo, de
idade de 50 annos pouco mais ou menos ;
levou camisa de algodSo da ierra, veslido
de xita cor de ganga ; tem os signaeS se-
guintes : rosto comprdo e descarnado .es-
tatura alia, cheia do rorpo, desdentada na
fente, a perna esquerda mais grossa que a
direita e esta tem alguraas sicalriis, pos
e m9os bastante grandes : roga-ae perian-
to, as autor laces policiaes ou a quem a pe-
gar ter a bundade de levar .ua casa ci-
ma dita.
Tugiram 3 escravos, Antonio mualo
sseco, coi .fallas de denles na frenlo, levou
vestido caiga velha de risrado azul, cami-
sa de algodSosinlio, oulcial de sapateiro,
foi escravo do finado Canuto do Afogado.
Lua, negro de boa altura, tem falla de
denles na frente e urnas cosluas de glan-
dolas no pescogo; levou vestido caiga de
brim pardo trangado comisa de madapo-
13o, ollicial de sapateiro, fui escravo do
finado Jos Machado Frene l'oreira da Silva,
.Manuel, baiso cholo do corpo, levou vesti-
do ctlga de enflar de riscado de quadros;
he escravo do Sr. Feliciano Joaquim dos
Santos, quem os pegar leve-os a ra do Cal-
deireiro n. 56 quesera generosamente gra-
tificado.
Pbiw. ,vaTvi\ de M.r. or. Fa'-. i


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