Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06304


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Full Text

Anno XXVl
Sexta-feira 24
partidas sos cominos.
Goianna c Parahlba, s segundas e sextas felras.
Rio-Grande-do-Norte, (odas as quimas reiras ao
meio-dia.
Cabo, Sim -11111 :l i 111. Rio-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, noi.'ia II e 21 de cada uiei.
Garanhuns e bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flore, n 13 e 28.
Victoria, s quintas lenas.
Olinda, todos os da.
Ph.su di loa.
PHEMIUlDEV
Nova, a 2, ai 8 e 24 m. dal m.
Cresc. :i 10, as 2 h. e 2 m. da t.
Chela, a 17, as 2 h. e 33 m. da t.
Mmc. a 24, s 5 b. 57 m. da ui.
de Janeiro de 1851.
N. 19.
PBuma DE HOJE.
Primeira s 10 horas e 54 minutos da manha.
Segunda s 11 horas e 18 minutos da tarde.
.....
DAS DA SEMANA.
20 Seg. S. Scbastifio Aud. do J. dos o.f. c in. da 1.
'21 Tere. S. Ignc. Aud. da Chae, do J. da se-
gunda varado c. e dos (Wtos da frienda.
22 l.hiart. S. Vicente. Aud. do J. da 2. vara.
23 Oulnl. ?. O Desposorios de N. S. Aud. do J.
dos orf., c du m.da primeira vara.
24 Se. S. Tlicmoiro Aud.clu J. da I. v. do clvel ,
e dos feilos da (alenda.
25 ,Sab. S. Auauis. Aud. da Ch, e do J. da 2. vara
do clvel.
20 Dom. S. Policarpo.
SSt-JSf*: a "iinf 7 I-'TT"l '","TIMM"l
PHKC.O DA SUBCBIPOAO.
Por tres meses (adiantados) 4^000
Por seis metes 8*000
Porumanno 15/000
,
.
KSSMSf .'-*
CAMBIO DE 23 BE JANEIRO.
Sobre Londres, a 3o d. p. 1/000 r. 60 diai.
Paris, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 10
Ouro. -Cocas hesp.uil.olas .... 20/000 a 29/500
Moedasdc-bV400velh.il. lfi/OOO a 1(0200
de 6/400 novas 16/000 a lbfl">00
de 4*000....... O/oOO a 9/100
Prata.I'al.icocs brasileiros.... l/<20 a 1M
Pesos columiiarios..... 1/920 a 1/JMS
Ditos mexicanos........ 1/680 a 1/700

e


PARTE OFFICUL
MINISTERIO D\ PAZENDA.
DECBBTO N. 737 DI 25 DE novkmho DE 4850.
( Vidfl o Diario n. 18.)
CAPI1ULOIII. Do foro competente.
Art. 60. As seces cotnmerciaes serSo
proposUs no loro do domicilio do reo.
Art. 61. Sefrem mais de um os reos si-
multneamente obrigados, e diversos os do-
micilios, pdem ser todos demandados na-
quelle que o au'.or oscolher.
Art. 62. Todava, obrigaodo-se a parto
expressi mente no contrito a responder em
lugar certo, ahi ser demandada, salvse
0 autor preterir o foro do domicilio.
Art. 63, Os herdeiros, successores, ces-
sionarios, os chamados autora, os assis-
tenlea, oppoentes, responderlo no Toro em
que corre a causa :
Art. 64. A obrigacSo do foro do coutrato
(trt. 62.) psssa para oa herdeiros, succes-
sores e cessionarius.
CAPITULO. IV. Da acedo ordinaria t tua
propon'cio.
Art. 65. Esta iceSo he competente em to-
das as causas pira as quaes nSo estiver
neste regulamento determinad! alguina ac-
cSo summaria, especial ou execulvi.
Art. 66 A accSo ordinria seri iniciada
por urna simples pelicSo, que deve conler:
1. () no me do autor e do reo.
j 2. O contrato, InnsiccSo ou Tacto dos
3uaes resultar, segundo o cdigo, o direito
o autor e a nhngacSo do reo.
3. 0 pedido com todas as expeciflea-
fes, a estimativa do valor, quando uSo (r
detcimiiia.li).
A indicacSo das provas em que se
funda a demanda.
Art. 67. A peticSo inicial pode reduzir-
M a requerer simplesmente a citacSodo
reo para ver propor-se a acgo, cujo objec-
to e valor serSo sempre declarados.
Art. 68. Na audiencia para a qual fr o
reo citado deve autor propor a aceito, of-
ferecendo a mesma petic,flo inicial; ou uo
caso do artigo antecedente, outra com os
requisitos do art. 66.
Art. 69. Com a relio he o autor obriga-
do a ajuntar os documentos em que se ella
funda, f Ait. 720. )
Ait. 70. Se sobrevier legitimo imped
ment, i rio quil o.io possi o autor propor
a accSo na audiencia para a qual oi o reo
citado, iccusada a citacSo, ficar a proposi-
ta o da icc.au defeiida para a audiencia se-
guinte.
Art. 71. Se na seguinte audiencia o autor
nSo propuzer a act3o, ser o ro abso'vido
da instancia .
Art. 72. Sefrem muitos os reos, e oSo
puderem ser lodos citados para a mesma
audiencia, ser3o accusidas as cilaces
medida que sefizerom, ea proposicSo da
accSo ter lugar na audiencia em que fr
aecusada a ultima ctacSo.
Ar. 73. Proposta a accSo, na mesma au-
diencia se [assignar o termo de de/, das
pira a cuntestaffio.
CAPITULO V. Dtu excepciet.
Art. 74, l\as causas commerciaes s team
lugar as seguintes exceptos.
!i 1. De incompetencia e suspeicSo do
juiz.
3. De illegitimidade das partes.
$ 3. De lilispendencia.
4. De cousa julgada.
Art. 75. As oulras excepces ou dilato-
rias ou peremplorias constuem materia de
delesa, eserao allegadas na conleslacSo.
Art. 76. As excepces que respailan) a
pessoa do juiz scr3o oppostas em primeiro
lugar, e sao iuaduiissiveis depuis de oulras
ou c fio oulras.
A de suspeic,So precede a de incompe-
tencia.
Art. 77. As demais exceptes devem ser
opposlas conjunlimcnle no lermo issigna-
do para a conieslatjSo, e nSo podem ser ad-
millidas dupois uella ou do lancamento
respectivo.
Art. 78. Da excepcSo se dar vista ao au-
tor por cinco das para impugna-la, fiados
os quies o juiz a rejeitara ou teceber.
Art. 79. Sendo recebids, ser posta em
prova com urna dilato de dez dias, depois
da quual, conclusos os autos com as pro-
vas produzdas, e snm mais alIcgacOes, o
juiz juigir detinilivamente.
Art. 80. Sendo legeitida, se assiguar
novo termo ao reo para a coolestacSo.
Art. 81. A excepto de suspeicSo deve
ser opposla em audiencia, e olferecida por
advog.do.
Art. 82. Se o juiz reconiiecer a suspeicSo,
o esctiv&o olliciar au substituto, declaran-
do que Um compete a decisOo do feto entre
partes F. e .,-- por se haver reconbecido
auspeito o juiz F.
Art. 83. Seojuiz nSo reconhecer a sus-
peicSo, litara 6 le lo suspenso al decis3o
da suspeicSo, e o escrivao remetiera ininie-
dialamente osauclos auloridade compe-
tente.
Art. 84. O conbecimento da susoeicSo
compete:
<) 1. Ao tribunal do commercio.
9. A' relscSo, nos lugares onde no
nouver tribunal do commercio.
3. A' auloridade judicial a que substi-
tuir ao tribunal do commercio onde u3o
bouver rolacSo.
Art. 85. liemellidos os autos, e sendo
conclusos, decidii o tribunal prelimiuar-
Dii'iiio se be legitima a suspeicSo.
Art. 86. A suspeicHo he legitima sendo
fundada nos seguintes motivos :
1 1 nimisade capital.
2. Auiizido intima.
3. Parentesco porconsanguinidade ou
fflnidade al o segn lo grao, contado se-
gundo o direito cannico:
4. Particular interesse na deciso da
causa.
Art. 87. Mo sendo legitima a supeiciio,
seri a parte condemnada ms cusas em
tresdobro.e a causa proseguir seus termos.
Art. 88. Sendo legitima a suspeicSo, o
tribunal ouvir aojuiz aprasando-Ihe ter-
mo rasoavel.
Art. 89 Findoo termo da audiencia co-
brados os autos, sendo mistar, seguir-se-b
ililsclo das provas, que ser de dez dias,
e ouvidas as parles no lermo de cineo diss
assignado a cada urna dellas, o tribunal
decidir definitivamente e sem recurso a
.suspeiQSo.
Art. 90. Se proceder a suswqSo pagar
o juiz as cusas, e a causa ser devolvida ao
substituto.
Art. 91. NSo procedendo a suspeicSo,
proseguir a causa, e a parte pagar as
cusas.
Art. 92. As excepcOes do -- lilispenden-
cia e cousa julgada para procederem ca-
recen) do requisito de ideotidade de cou-
sa, causa e pessoa.
Esta identidade ser regulada pelo direito
civil.
Art. 93. Considera-se pendeutea nce,1o
para induzir a litispendenciaquando a ci-
ticSo he aecusada em audieucia. ( Art. 59J
Ait. 94. O tribunal do commercio, ou a
auloridade que o substilue, p le impor a
multa de 50 a 100,000 rs. parte que com
mamfesta m f e calumniosamente pro-
puzer suspeicSo.
Art. 95. A suspeirSo nao tem lugar na
execucSo, salvo a respeito dos embargos
de terceiro e presencias.
CAPITULO. VI Da conteitacrio.
Ar. 96. A contestacSo deve conler sim-
plesmente a exposicao dos motivos e cau-
sas que podem elidir areno.
A ella se devem juntar os documentos
em que se funda. ( Art 721.)
Art. 97 Na contestarlo deve o reo inse-
rir antes da allegacSo da materia dedele-
za, a arguicSo das nullidades de concilia-
cSo, acfSo, cilcSo, e de lodos os actos e
termos que tiverem oceurndo at o ponto
da contestacSo.
Art. 98. Quando da contestacSo constar a
arguicSo de nullidade, o juiz, tomando .le -
la cuuliecimenlo ver! al esummario em au-
diencia, ou mandando que os autos Ihe se-
jam conclusos, supprira ou pronunciar
a nullidade como fr de direito e se pres-
creve no titulo. Dai nullidade.
Art. 99. NSo sendo a contestacSo offere-
cida no termo assignado, seguir-se-ba a
dilaQSo das provas.
Ait. 100. Mas se o reo allegar legitimo
impedimento, ser o termo prorogsdu por
mais cinco dias, (indos os quaes sera a cau-
sa posta cm prova.
Art. 101. Olferecida a contestacSo, terSu
vista por dez das cada um, o aulor para
replicar, e o reo para treplicar.
Art. 102. Se a contestacSo, ou a replica,
ou a replica freo por negac>>, a causa li-
car logo em prova a requeriuitnto de al-
gumi das parles.
Da mesma forma so proceder quando o
autor nSo replicar ou o reo nao treplicar no
termo assignado.
CAPITULO \M.~Da reconvenci.
Art. 103. Seo reo quizer reconvirti au-
tor, propor a reconvenci simultnea-
mente com a contestacSo no mesmo ter-
mo para ella assignado. esem dependencia
de previa citacSo do aulor.
Art. 104. Proposta a reconvenci e offe-
i crida n contestacSo. se assignara ao autor
o termo de 15 dias para a contestacSo da re-
convenci e replica da aeran.
Art. 105. Vindo o autor com a re'erida
conlesUcSo e replica, seassignar ao reo
igual termo para a replica da reconvenci
e (replica da acc,3o, a finalmente so dar ao
autor vista por dez dias para a treplica da
reconvenci.
Art. 106. Se o autor e reo nSo offeieee-
rem a contestacSo, replicas a treplicas nos
termos assignados, ou ellas (oreen por
negacSo seguir se-ha o que est deter-
minado no capitulo antecedente.
Art. 107. Ao autor allegando legitimo
impedimento se conceder o mesmo favor
concedido ao reo no art. 100.
Art. 108. NSo tem lugar a reconveuc3u
no caso especial do art. 410 do cdigo.
Art. 109. A reconvencSo ser julgada
conjunctamenle com a acgSo e pela mesma
sentenca.
Art 110. A reconvencSo induz a proro-
gacSo da jurisdicSo commercial, com ex-
cepcSo da accSo civel que fr real, ou mixta
de real e pessoal.
CAPITULO VIH.--Oa autora.
Art. 111. Autora he o aclo pelo qual o
reo,sendo demandado, chama a juzo aquel-
la de quem houvo a cousa que se pede.
Art. 112. Compele a autora sement -
i|ueltr que possue em seu proprio nome.
Art. 113. Se o reo houvo a cousa de ou-
trem, requerer a su* cii ic3u na audiencia
em que fr proposla a icco.
Art. 114. Seo chamado A autora morar
na mesma provincia ou em lugar incerlo,
ser a causa suspensa al verilicar-se a cita-
qSo pessoal ou edital ;se porm morar fra
da provincia ou do imperio, proseguir a
causa, n8o obstante a expedicSo da picea-
loria. "O juiz marcar o pnso dentro do
lual deve o reo fazer essas citices.
Art. 115. Vindoajuizo o chamado au-
tora, com ello proseguir a causa sem
queseja licito ao autora escolha da litigar
ou com o chamado
com o reo principal
sutoria.
Art. 116. O chamado auloria recelier
a causa no estado em que se achar, sendo-
Ihe licito allegr o qua llie convier, e ajun-
tar documentos.
Art. 117. A evicc3o ter lugar por iccfio
competente, e a respeito della se proceder
como determina o art. 215. do enligo.
CAPITULO W.-Da o/iposicdo.
Art. 118. t) ipi siivlo he a acedo do tercei-
ro que nlervm no processo para excluir o
autor e reo.
Art. 119. A opposicSo corre no mesmo
proceso simultanoamente com a accSo s*
ne proposla antes de assignada a dilacSo
das provas : se sobrevier depois de assig-
nada a uilacSo, ser tratada em processo
separado sem prej .izo da causa principal.
Art. 120. Para a opposiQSo n3o ha de mis-
te r clagSo das partes : o terceiro oppoente
juntando procuracSo pedir vista dos au-
tos, que llio ser continuada por 5 dias de-
pois da treplica da ac(So.
Ait. 121. Proposta a opposicSo, se assig-
narSo ao autor e ro por seu turno para
contestaren] o replicaren), e ao oppoenla pa-
ra treplicar, os mesrnos termos xados no
capitulo 6.
Art. 122. A final arrrazoar primeiro o
oppoente e depois e successivamenle o au-
lor e reo, e a acgSo e opposicSo serSo simul-
tneamente julgadis pela meS'na senlcnco.
CAPITULO X.-Doaisitente
Art. 123. Assistenle ha aquella que inter-
vm no processo para defender o seu direi-
to juntamente com o do aulor ou reo.
Art. 124 Para ser o assislenlu admittido
he preciso que elle allegue o interesse ap-
pareute que lem na causa, como se he lis-
do:, socio, cousenhor de cousa indivisa
vendedor da cousa demandada.
Arl. 125 0 assislenlu p la vir a juzo
antes ou depois da sentenca, mas recebe a
causa no estido em que se ella acha, e de-
ve allegar seu direito nos meamos termos
que compelem aquella a quem assisle.
Art. 126. O assislente nSo pode allegar
incompetencia ou suspeicSo.
CAPITULO .VI.-ta diluido das provas.
Art. 127. Posta a c usa en prova, issig-
nar-se-ba na mesma audiencia urna sdi-
lacSo de 20 dias, e esta dilacSo correi iude-
pendantemenle de qualqner citacSo
Art. 128. Sualgumas das parles, ou na ae-
c,3o ou na contestacSo, liver protestado
pelo depoimenlo da parle contraria, a de-
mora que esta liver em depr nSo prejudi-
ca a outra paite.
Art. 129. Para ver jurar as teatemuohac
ser3o citadas as partes ou seus procurado-
res, com designacSo do dia e hora, o hem
assim do lugar se nSo for o do costuene.
Esta citaeflo poda ser logo feita na mesma
audiencia em que a causa se pe em prova.
Art. 130. O rol das leslemunhas com os
respectivos caractersticos sera depositado
em m3o do escrivao 24 horas antes da in-
qunelo, sempre que a parte o requerer.
Art. 131. Tendo alguma das parles lesle-
munhas fura do termo, dever protestar por
carta de inquiricSo ou na accSo ou contes-
tacSo ou em audiencia, mais nunca depois
de assiguada a dilacSo das provas.
Nesse protesto devem ser indicados os
artigos ou fados, sobre os quaes serSo in-
quirida! teatemunhas.
Art. 132. Na carta do inquiricSo, alm da
insercSo do protesto a indicucSo dos arti-
gos ou fados sobre ul quaes ueve de versar
inquiricSo, se l'ara declararlo da dilacSo
que o juiz assignar, conforme a distancia v
dilli.ii l,|.,il.'s da coiiiinnniracao.
Art. 133. A caita de inqun u;.e. no p I.
ser denegada para dentro ou lora do impe-
rio, senSo nos casos em que o cdigo nao
admita a prova (estemunhal.
Art. 134. A carta da inquiricSo para den-
tro ou fora do imperio s he suspensiva :
1. ilavendo accordo das partes por tur-
nio nos autos.
2 (ju nido o contrato ou o fado que fo
reui oiijecto principal da demanda tiver
acontecido no lugar para o qual se pede
caria de inquiicSu, e aojuiz parecer essa
prova necessaria.
Art. 135. Se a carta de inquiricSo, quan-
do be suspensiva nao chegar uo lermo as-
signado, proseguir o processo, su a parte
o requerer.
Art. 136. Quando a carta de inquiriQSo
for suspeosiva e ver depois do lanc,ameiilo,
ou quando nSo for suspensiva, se juntara
aos aulos como documento ou com as alle-
gacoes linaes, ou com as rases de appella-
e..io, ou com os embargos que sSo admissi-
veis na causa e execucSo.
Arl. 137. Dentro da dilacSo ser3o citadas
as partes ou seus procuradores com indica-
cSo do da, hora e lugar para exlrac(So ou
conferencia dos traslados e publicas lumias.
(Arts. 153 8 154)
CAPITULO XII. Das provas.
Art. 138. SSoadmissiveis no juizo com-
mercial as provas seguintes :
1. Asescripluras publicase instrumen-
tos, que sSo como taes considerados pelo
cdigo commercial e leis civis ;
2. Os escriplos particulares ;
3. A conlissSojudicial;
4. A confissSo exlrajudicial;
5. O juramento supletorio ;
<. 6. O juramento iu lueui;
7. As lestemuuhas ;
;. 8. As presumpees;
|. 9. II ibilrament. ;
10. O depoimenlo da parte ;
11. Asvestorias.
Art. 139. A respeito das provas dos con-
tratos, guardar-se-ba o que est proscripto
no cdigo commercial a respailo dos con-
tratos em geral lit. V. parte I.), a de cada
umdellesem particular.
IBCCAO I-Dos instrumentos.
Arl. 140. Conatitue prova plena absoluta:
j I, ASescript iras, instrumentos pbli-
cos e os actos que sSo como laes considera-
dos pelo cdigo (artl. 21, 52, 569, 586, 587 e
633) e pelas leis civis ;
2. Os actos aulhenticns passados em
paizes astrangairos, conforme as leis res-
pectivas, competentemente legalisados pe-
los cnsules hrasileiroa.
Ari. 141. Consliluem prova pleua re-
lativa :
I. Os instrumentos particulares dos c >n-
tralos commerciaes entre as partes que os
asignaren :
2 Os escriplos de transaeces commer-
ciaes de qualquer valor contra o convner-
ciante que os assignar 'art. 22 e 426 do c-
digo) ;
3. Os livros commerciaes, nos casse
pela forma regulada nos arts. 20, 23 e 54*
lo cdigo.
Art. 112. A prova plena absoluta ou re-
lativa admiti prova em contrario.
Ait. 143. A presumpcSn que a prova pio-
na absoluta induz he extensiva ios lerec-
ros, quanlo existencia do contrato, e dos
lacios e actos certificados no instrumento
pelo nflicial publico, por se haverem passa-
lo na presen;* dola e das leslemunhas.
Arl. 144. A pr. sumpcSo que s prova ple-
na relativa induz he restricta as partes en-
trantes c seus herdeuos, e comprehende
nSo i- a existencia do Contrato, c los actos
e fados certificados no nstrnmenlo pelo
llicial publico, por se haverem passado
lia presenta della e das leslemunhas, mas
tainli mu os adose fados refer los, narra-
d s ou enunciados, sa elles teem relacSo
directa com o contrato.
Em todo o caso os actos e (actos referidos,
narrados ou enunciados fazein prova ple-
na cunt a aquel.o que os ref re, narra cu
enuncia.
Ait. 145. NSo leen fe em juiz.ios instru-
mentos pblicos ou paiticulares a quaes-
quer documentos caucellados, raspados,
ciscados, burrados em lugar substancia
suspeito, salvo provando-se que o vicio foi
feto pela parla iuleressada nelle.
Ait 146. Tambein nSo produzram elToilo
os inslrumi utos pblicos ou particulares, e
|Uaesquer documentos emenda los ou en-
Irelinludos em lugar substancial e suspei-
to, uo sendo a aneada competentemente
resalvada.
Art. 147. SSo iuadmssiveis no juizo com-
mercial quaesquer escriplos commerciaes
de o:.i ig. co"- e -ii11 aludas uo territorio
brasileiio, que nao forem exarados no idio-
ma do impeiio; salvo sendo eslrangeiros
t idos os cu i ii aii nte-, e ueste caso daverSo
ser a: resultados completamente tra.luzidos
em ling.ia nacional. (Ait. 125 cdigo.)
Arl. 118. A liaducc,So, salva a dlSposicfio
do art. 62 do cdigo, sera (cita pelos inter-
pretes Horneado- palo tribunal do commer-
cio, e na falla ou impedimento dosl s por
um interprete u..meado pelo juiz a a:i,i/i-
mento das parles' (Arts. 16 o 62 cdigo.)
Art. 119. A IraduccSo feita na forma do
artigo antecodento lem fe publica. (Art. 62
co ligo. )
Arl. (50 O original ser exhibido logo
que alguma das (.artes requerer.
Art. 151. Asdisposiccs dos artigos ante-
cedentes sSo extensivas aos actos autlienli-
cos, escriplos de obrigacoes commerciaes
passados em paiz e-trangeiro, e a quaes-
quer documentos e livros escriplos em di-
versa lingo.i,
Art. 152. Entre os escriplos particulares
que servem de prova no juizo commercial,
ou por si sos ou acompanhados de oulras
provas, comprehende n-se :
1. Os instrumentos de contratos ;
2. Os escriplos de Iransaccas commer-
ciaes, e notas promissorias;
i. \ correspondencia epislolar ;
j 4. As quitares e recibos ;
^ 5. As conlas commerciaes, batneos,
facturas, minutas de contratos e negocia-
Cfles, ou n3o reclamadas, ou escripias, ou
ssignad s pelas i m tes contra as quaes se
produzcm ;
6. As notas do capitSo do navio, o rol
di equipagem do matricula, f Arl. 543 co-
ligo. )
Arl 153. Ajuntando-se copia, publica for-
ma, ou BSlrstu da algiim documento origi-
nal, feito sem eilSCAo da paita, (Art. 137
nSo farSo prova, salvo sendo conferidas
com o original na presenta do juiz palo es-
cnvSo da causi. ou por oulroqua fr no-
mado para esse lim, citada a parto ou seu
p ocurandur, lavraudo-se teimo da confor-
ini lade ou difl'erencas encontradas.
Se a parta iuleressada couvier em que
seja dispensada a conferencia, as sob'edi-
l'S copias, publica forma, ou extracto, va-
ler.io coulra ella, mas nSo contra lercciro.
Ait 154. As cerlidis eitrahidas das o-
las publicas ou dos autos pelos lahelliSes e
escrivSes (azem prova iiidependeuleiiienle
da conferencia.
secca i. Dv confiisdo.
Art. 155. A confissSo smente vale sendo
iivre, clara, certa, com expressa causa, ver-
sando sobre o principal o nSo sobre o acces-
orio, sendo feita pela parla cm pessos, o)
por eeu procurador bastante o cun pudores
especiaes.
Art. 156. He indivisivel, pira nSo serarci-
ta em parle, e rejetlada em parle, se outra
prova uSo houvor.
Arl. 157. Consliluem prova plenarela-
tiva. eso pode ser retratada por erro de
laclo.
Art. 158. Sana e revalida o erro da accSo
e do processo, salvo o prejuizo de terceiro.
Art. 159. NSo pode supprir a escrplnra
publica e particular, quando ella he da es-
sencia ou substancia do contrato, como no
caso dos arls. 265, 301, 303, 468, 569,589,
633 e 666 do cdigo.
Art 160. S pode ser feita pela pessoa
que esta na livra a IministracSo .los seus
bens.
Art. 161. Smente prnjudica ao confiten-
te, aos herdeiros, e nSo ao terceiro, ainda
que soja roherdeiro, coobngado ou socio.
Art. 162. A COnfissRo tem lugar ou por
ter .o nos autos ou em dapoiinenlo, ou mis
respostas ao juiz, ou no acto da concil-
liacSo.
Art. 163. A confissSo extrajuiiici.il sendo
verbal so he admissivel nos casos em que
o cdigo nao esigea prova lit'.eral.
0 Juiz lbe dar a fe que, conforme o di-
reito ella merecer
Ait. 1 t*. A confissSo extrajudicial por es-
cripto lera a mesma fe qu compete so ins-
trumento em que (r ella (eita.
Art. 165. Sendo a confissSo vagaeequi-
voca, o juiz mandara que a parte a declare
'explique, e se recusar ser interpretada
contra alia.
srgca Mi.Do juramento suppletnrio.
Arl. 166. O juramento suppietnrio s-
menle ha admissivel ou nos casos expressos
no cdigo ( ait. 2o e 412 ), ou as deman-
las cojo valor nSo exceder a 4011,000 rs.
Art. 167. .NSo p le ser deierido senSo
lelo juiz.
Arl. 168. NSo tem lugar ou quando a
prova be pl na, ou quando nilo ha prova
alguma.
Arl. 169. A rerursa do juramento impor-
ta perempcSo da accSo ou BXCepcSo.
Art. 170. S p ib ser deierido pessoa
|ua tenha rasSo de saber do fado.
Art. 171. Ha susceplivel di i'npugnacSo
a OJUII plerejeiti lo.
sec^a iv.--/>i juramento in litcm.
Art. 172. O juramento m litem tem lu-
gir quando o ro deixa de restituir ou de
a presen taro deposito, ou o penhor. (Art.
272 (o ligo ou quando aliena cousa liti-
gios!.
Arl. 173. 0 juiz previamente informado
por peritos, establecer a laxa at a qual
smente pode ser criado o jurami nio do
autor.
Art. 174. Esla juramento s pode ser
prestado pela propria parte.
SFcrjii) V ~'us trstemunhai.
Art 1"j, As testemunbas devem ser ju-
ramentadas conforme a religiSo de ca-.la
urna, excepto su forem de tal seila quo pro-
hiba o juramento.
Art. 176. Davain declarar seus nomes,
pronones, Idsdes, proflssio, estado, domi-
cilio ou residencia, se sSo prenles, em que
grao, amigos ou inimigos, ou dependentes
le algunas das partes.
Art. 177. .NSo p lem ser testemunhas o
ascendente, deseen lente, marido, mulher,
prente consanguneo, ou alini por direito
cannico al o segundo grao, o escravo e o
menor de 14 anuos.
Arl. 178. Se alguna testemunhs houver
le ausentar-so ou por sua avancada dada,
ou estado valetudinario bouver receio de
que ao lempo da prova ja nao exista, pnde-
ra, citada a parte, ser inquirida a requer-
mento dos interessados, aos quaes ser en-
tregue o depoimenlo para della so ser. rem
quando como Ibes convier.
Art. 179. As leslemunhas serSo pergun-
tadasou reperguntadas smenle sobre os
lacios allegados na accSo, coii'esta^So, re-
plica, e i replica, o suas circumslancias.
Arl. 180. As leslemunhas po lem com-
parecer inlapend lilemente di citaeSo ;
mas se forem citadas a u3n comparecerem
serio conduzJas debaixo da vara, e o juiz
proceder contra ellas conformo os arts.
212 2." do Cidigodo processo criminal,
e 53 da le de 3 da dezembro da 1841.
Arl. 181. As leslemunhas serSo inquiri-
das pelas proprias partes que as produii-
rem ou por seus advogados ou procurado-
res, e reperguntadas e contestadas pela par-
te contraria, ou por seus advogados, ou
proco i a do i es : os depoi metilos serSo es-
criplos pelo escrivao e rubricados palo
juiz que assislir a inquiricSo para defe-
rir Juramento s testemunhas, e mantera
ordem.
No aclo da inquirigSo poder o juiz fazer
as leslemunhas as pergunlas que julgar
convenientes.
Arl. 182. IIj inadmissvel a prova taste-
munhal :
^ 1. Para prova dos contratos que, con-
forme o congo, s podem ser provados
por escripto, uu cujo valor excoJer a res
400,000.
2. Contra ou alm do conleudo do
instrumento de sociodade ( art. 300 do co-
dlgoj:
Ait. 183. Qualquer que seja a quantia do
contrato, a prova teslemuulial he admissi-
vel romo subsidana ou cumplemetilar de
outra prova por escripto.
sicc,a si.Das presumpcdts
Art. 184. As piesu(Upi,es lagaes ou .-So
absolutas, ou coudicionaes.
Art. 185. S3u presumpees legaes abso-
lutas os fados ou ados que a le expressa-
meiite oslabelece como verdade, anda que
baja prova em contra no, comoa causa jul-
gada-.
Art. 186. PresumpcSo legal condicional
he o lacio, ou actos que a le expressamen-
ta eslabelececomo verdade, emquanto nSo
ha prova em contrario( arls. 200, 305, 316,
432, 433, 434, 476, e oulros do cdigo. )
Estas presumpees dispensan) do onus
de prova queiles quo as leem em seu
favor.
Art. 4.87. Presumpees communs sSo I-


Fl
;'M.ixjg-3iihwhhh 'liilii un ii lili 'njjHjMriirjl
oauy

quell*g que le nflo estabelecc, mas se
fu dam naquillo que ordinariamente acon-
tece.
Estas presumpcOes devem ser deduziJa-
pelo juiz, conforme as regras lodireilo, c
cura prudencia e discernimento.
Art. 188 As presumpeo s communs (So
ndmissiveis nos mnsmos casos em que o li
a prova testemunhal
m ;m"> vii.--Do arbitramento.
Art. 189. O arbitramento tt-r lugar 011
nos casos e*pressos no cdigo. ( Arla. 80,
82. 95. 194, 201, 209, 215, 217, 749, 750, 770
e outros, ) ou aliando o facto do qual de-
pende a decisio final carece do juiro, infor
iracRo ou avalladlo dos bonicos da arte, ou
peritos.
Ait. 190. Quando as parles ennvier o ar-
bitramento, devem reqnerc-lo na na?5o,
contesUcflo ou allegares finans.
Art. 191 l'ruceder-se-ha ao arbitramen-
to na dila^So probatoria, sendo anterior-
mente requerido peUs partes, ou nos casos
emqueo cdigo o exige : lera porm lu-
gar a final quando fr decretado pelo juiz
ou cz-oflicio ou a requerimento das partes
Arl. 192. A louvacSo ser feita na audi-
encia aprazada, Horneando oda uma das
partes os seus arbilradores em numero
igual. Este numero ser marcado pelo
juit, salvo se as partes accordarem cm
mu I.
Arl. 193. Na mesma au liencia nomea
i Bo as pa-les o terceiro arbitraiior, e se nflo
se accordarem sera a nomeat-flo feila pelo
juiz d'entre as pessoas propostas por elles
em numero igual.
No caso de revelia de algumas das partes,
a nomeseflo do terceiro sefaisein depen-
dencia de proposla.
Art. 194- Ao juiz compele a nomea-
c!io dos arbilradores ou revelia das par-
tes, ou quando o aibitramenio fr ex-olli-
cio, ou quando houver segundo arbitramen-
to por divergencia dos tres arbiliadores
( art. 200.)
Art. 195. No me-.mo acto e audiencia, de-
pois da louvtcSo das parles ou nomeaeflo
do juiz, pdem as mesmas partes averbar
de suspeito o arbitiador ou arbilradores,
louvados ou nomeados.
A suspeicSo s pode fundar-se nos moti-
vos declarados no art. 86.
Art. 19?. Ojuiz na mesma audiencia ou
at a seguinte lomar conbecimenlo verbal
do su n inh i ni da questflo.reduzmdo a ternio
a suspeicSo, interrogatorios, inquirirlo
demais diligencias a que prcceierea sua
decisio, da qual nflo bavera recurso.
Art. 197. Os tres arbilradores consulta-
rilo entre si, e o que resolveren por plura-
ildade de votos ser reducido a escriplo pe-
lo terceiro arbitrador, e assignado por lo-
dos, cumprindo ao vencido declarar expres-
samenie as raides de divergencia,
Art. 198. -Se uenhutn accorJo bouver, e
furem <>s tres arbilradores de opimSo di-
versa, cada un escrevera o seu laudo co-
mo eulender, dando as rasoes e n que se
funda e impugnando os lau los contra-
rios.
Art. 199. O arbitramento no caso de ac-
cordo, ou os laudos bavendo divergencia,
sprlo escriplos em termos claros e preci-
sos, e conforme aos quesilos propostos.
Os quetilos dos adwigados serlo apresen-
lados na audiencia da luuvac^o, e os do juiz
man insertos ou mencionados no despa-
cho pelo qual loro aibilameiilo decreta-
do ou aprazado.
Art. 200. O juiz nflo he adstriclo ao arbi-
Iramento, e pode mandar proceder a segun-
do, no caso de divergencia dos Ires arbi-
lradores. ( A'l. 198. )
Art. 201. ,\ou,cados os arbilradores, se-
)'3o nolilicados para prestar juramento.
Se nflo aceitaren) a Humearlo proceder-
sc-ha a novo arbitramento.
Arl. 202 Prestado o juramento, se nflo
cnmpaiecerem no dia e lugar designado,
ou nflo derem o laudo, ou concorrerem pa-
ra que o arbitramento no seja feto no
termo assignado, que o juiz piorogai ra-
soavelmeiile, serlo mullados de rs. 50 a
100,000, e pagarflo as cusas du lelaidanieu-
to e despezas do novo aihiliainento, an
i|n. I se pnii'f leni nouieaiidu ojuiz oaibi-
iiajor ou arbilradores em lugar dos que
faltaren).
Art. 203. A referida mulla he municipal
o ser cobrada exi curvamente.
Art. 204. Todava sera transferido o di*
do arbitramento, ou prorogaoo o termo pa-
ta elle assignado, e nao liaverl tugara uis-
posicSo do arl. 2U2, sea parle contralla
concordar na liausferencia ou prolo-
garlo.
-Art. 205. Ojuiz deve denegar o arbilra-
meulo quaniio o Tacto depende smente do
testemunho conimum e nao do juizo espe-
cial de pe ilos, ou quando delle nSo de-
pende a decisflo da causa.
seCcAo iui.-'Do d< minenlo da larle.
Ait. 206. O depoiiiieuto da rarle prova
plenamente contra ella, mas oos favor, e
smenle i odeui depr aquelles que MlflO na
livre admiuislracSu de seus beus.
Art. 207. Se a parte nflo comparece, ou
j inelro prximo foluro, de confoimidade com
artigo 52'da constituirn,
Nao houve ncnliunia manifeslacao de senli-
nenlo. nein favoravel, nein dcploravcl : o pre-
sidente declarou encerrada a sessiio, c em
nnuena minutos a sala ficou vasia. -A noticia
lesta occorrencia foi rcccblda do publico com
indiflerencia.
Como Vine, podera ver do que cima fica
lito, a proposla para a demisaflu do iiiinislerio
iitroriuiid i na [ora copia do voto de graca
dl'crecido honlem pela opposico, foi respon
'lida por un adiamenlod* assembla durante
nin MI, o mais longo periodo a que un adia-
manto pode ser entendido. Ksle be o prximo
pasto para una dltsoluclo, a qual nao foi
adoptada, tmente porque o gorerao espera no
ajustamento las disputas pendentes, sobre
condiertes que por sen resultado nao parecem
lio indignas da Prussia como o espirito de
partido as lem representado. Os factos pdem
poli privara opposiciio de algnns argumentos,
; ni iis objectos de declamadlo e em Janeiro
nuito duque boje produi grande riTeitu na
-amara baixa sera coinparativainenle inofen-
sivo. No entretanto ver sc-ha tambera quanto
a reprnvacao violenta da politica do gabinete
feita lorilem he sustenlada pela afio ese esta
realmente se declara em favor du partido que
illinii i ser o nico protector dos seus direilos
e honra. Avallando a inlluencia moral desla
cmara enire o povo deve-se ter seniprc pre-
sente ao espirito a maneira pela qual ella esla
constituida. A cmara foi elcita por menos d.
terca parte da populacao segundo urna lei de
eleic.io que ealabeleceu tres classri de votan-
tes e uma qualiticacao de renda para cada una,
sistema que opera mui irregnlarmciite A lei
nao fui aceita por dous tercos daquelles que
ella inclue ; as cmaras eleitas de couformida-
de com ella reuoiram-se no meio da niais fra
indill'erenca. Excepto a votacao de um crdi-
to de 18:000.000 de thalers sem nculiun ob-
Jeclo especifico, e a aceitacao das modilicaces
feitas pelo re consliluicao, ella teui feito lio
pouco dorante a sua existencia que certainen-
te nao causar muilo peiar essa suspensao
de aciiviilade, a qual ha alguina raio para
crr-se he smenle a precursora de uma dis-
loluclo filial. O partido constitucional arrui-
nou sua repulacao poltica irrcmediavelineiile
em Francfort c lierlin durante as tempestades
de 1848, e nao se sabe bem por qual dos dous
extremos elle be mais aborrecido, se pelos
ultrareallstas ; se pelos demcratas. Aprsente
agitaco bellica teria sido uma arma poderosa
em suas mos, se elle Ihe tivesse lado um
certo fin determinado, porm a Unio tinha
perdido seu encanto, liavia sido realmente
abandonada moito antes que as cousas lives-
sem tomado um aspecto bellico ; nenhuin ata-
que lem sido aqu ainda feito a um so diceilo
que a Prussia possa descrever, reclamar ou
reduzir a uma forma inlelligivel e nao obs-
lante a Improprledade da medida de convocar
a forca armada do reino, o gabinete com-
. 111 mili vencido a esle respeito, nunca acredi-
ton possivel que tivesse lugar a gueria pelo
que a opposico emende por direitos e honra.
o perigo do ariiiainenio, posto que esle fosse
necessario para estabelecer nina igualdailc an-
tes re tratar, he desgraciadamente tao sucial
quanto poltico, e na llesse, no Wolslein e na
propria Prussia he agora evidente que nunca
se leve em vista lusteutar por meio delle os
lireitos conslilucionaes e as liberdades da Al-
leinanba. A COOSlIlUlclo hessiana he abei la-
mente denunciada como in. a ideiade comba-
ler por ella he repellida ; coiiiquauto os lies
sianos consideren! os Prussianos cuno seus
prolectores. Os habitantes do Uolstein sao
simplesmentc chamados vassallos em armas
contra seu soberano, sem neiihuiiia distinc-
cao engenhosa de se terem elles armado em
avnr de seu duque restricto, o re de Diua-
narca, mas nrtoobsl.iule isso a Prussia cuino
seu cainpi o ; os cunsiiliicionaes lem temado
obrigar o governo a ser anda o que elle pre-
tenden ser lia dous anuos passados, e j uao
tem entre as inassas a inlluencia necesnaiia
ara seren bem sneceddos.
Klles nao poderam Intimidar um governo
fraco e um soDerano despresado na llesse, e
tem entretanto tentado dictar leis ao mais for-
te governo da Allemanha. o da Prussia, e a
um soberano para cuja pessoa. nonie e familia
iinlliiii". de seus vassallos ainda seiitem um
respeilo lradiccion.il, oi|iialbe em si inesmo
uma l'onle de poder poltico, grande se nao
imwli un ni!. A opposico do &r. von Vinike
foi a de um partido fraco, que alardeando de
nacional, achou-sc l'iiialmeule sem o apoio po-
pular.
nicas importantes. Foi csse um sentiinento
penoso.
llnje acha-ie convenclonado que essas
questes lainbein oonvin a saber, as de Hesse
c llolslein, sero decididas por lodos os gover-
nos germnicos. Acha-sc mala convenciooado
une coiiiinissarlos da Austria e seus alllados
de uma partee da Prussia e seus alliados de
oulra, lendo iguaes direitoa e poderes se reu-
iiirao para tratar desses negocios.
k Deste modo, pois, o que o governo da
Prussia desejou, elle o obleve Smente a res-
peilo de llesse a questaofoi lao alterada que a'
ti opas auxiliares chamadas pelo soberano desse
estado tinham j eulrado no paiz. \ principio
a Prussia resisti a esta oceupaco por consi-
derases de sua posicao militar. Ns sempre
declaramos que ella nao tinha nenhuma inlen-
cao de intervir no negocios internos da iie.se.
Nunca fui Irazida aqu para ser decidida a
q i ie- (.ni de saber quem tiuhapor si a rao, te o
governo do eleitnradn, se acamara e a naco.
.Ninguein nos pedio tal decisao ; porm hoje a
qiieslo ser referida ao nico orgo legal, os
governos germnicos conectivamente. Quanto
a posico militar da Prussia, esta >l plena-
mente assegurada. Nao smente garantas suf-
fcienles lem sido dadas para o uso das estra-
das militares, seno loinbem est no poder da
Prussia sustentar seus direitos em qualquer
momento. A Prussia creu por tanto que nao
poilia ser uma lesao desset direilos confessar
que nao tenha nenhuma inlenfo de impedir a
passagem de tropas amibas a Irave dessas es-
tradas ( Marmuroi esourriio ).
o Senbores, a questo de paz ou guerra he
seria. Sel que he opinio da cmara, tatvi x
inesmo da naco, que o governo permanecera
em melhor posico, te declarasse a guerra.
Aprecio milito urna concordancia de oplnau
entre o governo e a cmara ; dou pessoalinen-
te grande valor opiniao que esla cmara ex-
pressa ; porm uiiiiha consciencia asegura-
ra c que no e-1 ido eni qne presentemente ae
acho as cousas, urna guerra nao pude ser
principiada sobre estes fundimenlos. ( tiota
iigilorii ii fKjueri/i 1.
A guerra s poda ter comecada por duat
razea, a defensa da consliluicao de Hesse Cas-
sel ; ou porque cerlat concet-des nao noi fo-
i .un de aniemo feilas pelo outro lado, con-
cestesque pdem ter anda obllas, porm
que neiihuma poiencla pode ser compelila a
fer anticipadamente. Se me dissetseit que
sera tacs ceremonias previas a paz nao poda
ser de longa duracao, que dentro de pouco
lempo a disputa deveria sr sempre decidida
pela forca c que ella aerla smente um adia-
inenlo da lula, cu responderla perguntando
qual lleude vs pode dizer quando acabar
um.i guerra uma vei comee.ida ? quaes lerlaui
os seus liiuii es .' V campan ha de un t anuo
( u.i ii ni Prussia as vidas de 50 ou (30,000
homens. Sel que isso nao deve ter uma raio
para a decisao, quando a questo he nosta
honra nacional ; Ipoiiu na posico cm que
presentemente se acham as cousas, o ministe-
rio nao pode aconselhar urna guerra por amor
los dous pontos que tenho enunciado. As opl-
nies pdem ser muilo divididas ; sel que nao
ha uingiicui nesta casa que nao esteja anlma_
do pelo mais puro patriotismo, ms peco ar-'
dentemenie acamara que peze as razes de
ambos os lados com um temperamento fro e
calmo. Creio que posso reclamar tambera al-
gom grao de patriotismo. Conheco o que devo
Prussia ; conheco o que al'rutsia deve Al-
lemanha ; respeito toda a opinio que dillere
da oiiulia, porm procurare! defender a que
sustento, a
l-.is aqui tambera a resposta dada pelo mi-
nistro ao ataque feito pelo -Sr. von Vincke :
Nao respoudcrei ao orador que acaba de
desccr da tribuua no (ursino lora no qual fal-
ln. Limltar-ine-hel a oppAr algumas contide-
raedes s suas observaves. iju.ui.lu elle diz
lineo povo de llolslein nada mais dtela do
que Ihe seja perniillido obler teus direitos a
forja de armas, creio que est em erro ; creio
que o povo de llolslein deseja muito as hen-
eaos da paz. se seus direilos poderein ser pre-
servados sera seren directamente obtidus
forca de armas. Que vassallos com armas as
iniut eitorquam direitos de seu soberano he
una policio de cousas que ceitainenle nin-
BUem pude desejar na Allemauha. ioinarei
tambera a liberdade de fazer uma observaco
sobre a i|iiesto hessiana. Muilo te falla da
felicidate dopov dos desejos do povo ; porem
quem he esse povo e em que consiste tila fe-
lieidade, eis o que s veiet he desatieotido ou
esquecido. Una conslituijo que contera era
si o germen de continuos conflictos interno!
o chete nuc e tonfuso nao he uma felicidade para ura po-
a insurreicoivo. I'ergunta-se tambera porque raio foi o
Os democratas_ escarnecem d
chama a revolucode marco urna m
e.gonhosa. edizem-lhe claramente que aban- exercitoulilmamenw convocado, a railo foi
osico eanlio por simplcsuiente porque massas ainracadorat de
donando o terreno da opposica
esse successo, elle perde toda a forca contra o
ystema prussiano. Para elles he indill'erente
que esse syslema caa uessas ou aquellas mus;
lodavia elles prrferein Manteullel a qualquer
dos conslilnrioiiaes, por ser despresador de
Hieorias da Uniao germnica em particular,
e serum justo avahad.>r do poder dos lacios.
I) Sr. von Vincke poda le- feito um forte pro-
testo contra a presente poltica do (overiio, o
qual a naco avahara como entendesse, po-
rm sendo sabido que o rei tinha ronlirmadol
tropas estavara sendo concentradas sobre as
fionteiras da Prussia, o que toruava para ella
iinpnssivcl de corresponder-te, ou negociar
como entre iguaet, Era esta uma posico que
nao teria si .o digna da Prnssia, e posso a-.se-
gurar ao uobre depuladu que est engaado se
peusa que esqurci essa posico era Olniuti
U nobie deputado nao resisti s conferen-
cias que lli liverain lugar, por isso lie que
to fcilmente falla de coucetses t nos aecusa
de termos cedido uessas conferencias. O nobre
rrin sendo saludo (iiiir u rt-i uiin* roiutrm*uo( "-.......-----, ,. .
o arraniainento de Olmulz, foi um erro pedir deputado lemb.a-nus Soln e recoinraenda-nut
dem.sso immediaiado ministerio que con- 'I'"- vigiemos que nossa fortuna n.o nos des-
cluir eaae arraniainento, poli oerumenie elle ampare ames do notan hra. Pela nimba par
J .1 .. qn ....Ii. .. i (.1(1 (. .. illli' III lili.I ( C
liavia de resistir a isso como uma tentativa de
querer governa-lo. O partido que tenlou fazer
mais do queconvinha, foi em tudo mal succe-
dido. Uma proposta como a de bnnlein reque-
ra um parlamento de longa duracao, uma na-
ca enlhiisiasiica cun exercito que a apoias-
se ; entretanto que ella tinha simiente nina c-
mara composta de officaes tmidos, um povo
indill'erente a tildo o que ella faz, e um ever-
citode 300.000 hoincnsproiiiplo a obedecer
menor palavra do ri e a dar Ihe nesse momen-
to tudo excepto o poder absoluto contra tu-
/tn. wi. jh .i i <( i i' i.."1 luinpairtc, un io tuao excepto o puui-r ausoiuro ; contra lu-
couipaitce c iiDo quer depor, he havida poi Ido isso a opposico calculou desgracadamente
confeasa. mal a sua forca.
Arl. 208. Para que a parle seja obligada
di-i ; be essenoial
1. Qi,eosaiiigos sejam claros, preci-
sos, ii'm couiradiclorios, nSo criminosos,
nSo dilamaloiios e uem iiieraineiile nega-
tivos;
5 2. Que os artigos versern sobre mate-
ria de faci, e sobre cousa certa e perten
ceule ou colineta com a causa.
{ Conlinuar-te-ha. )
EXTERIOR.
l;l.l;l.l\ 4 DE lil Zl.\ll;l;il Id. 1850.
O adiaminiu das camari.i.
Tendo sido marcada para as 11 lloras a tes-
sao de hoje, o rei chegou logo cedo de l'ust-
ilan, e convocuu um couselho dua uiiuistros
c-iii la llevue, no qual foi lavrada e assi^uada
coulra a opinio du Sr. Von l,adcnbuigu a or-
dem para o adiamento da assembla.
As galeiias da cmara baixa esiavam ebrias
de espectadores, quando pelas 11 '.2 horas o
presidente oceupou o teu assento. Nedhuiii
dos ministros eslava presente, porm o Sr.
Von iM.iuii ullel, o general Mockhausen, os
Srs Simona, von der llrydt, e von Itabe ebe-
garam quando ainda cstava scudu lda a acta
Ja tessau de honlem.
(i Sr. vuii Manteullel levautandu-se no ban-
I assarei agora a dar a V. me. a inirega da
falla do Sr. von Manteullel, da qual bonleui lile
rcmelli um extracto :
Sinto-me obrigado a fallar claramente so-
bre a presente posico dos nossos negocios,
principalmente da qi.eslo germnica, por que
presumo que ella formar o principal objecto
do debate sobre o voto de gracas.
(i Era 1849 a Prussia prnciirou obler para i
Allemanha una consliluicao que correspon
desse s suas necessidades. Kstes esforcos,
bem como foi annunciado na fallado throno,
anda nao produziram neuhiim resultado. A
uipossibihdadc de levar a ell'eito a conslilui-
cao foi reconhecida desde o mrz de oulubro.
O man successo c um projecto tem sempre
.lignina cousa de penoso em si mesmo ; os
traeos sao por elle excitados paixo ; os lor
tes pdem dar um passo atrs, porm nao per-
ii ni de vista o lim que se propiinham e procu-
rara alcanca-lo pur outro meio.
Que a constituico germnica fosee esta-
belecida pelo accordo voluntario dos governos
colleclivos da Allemanha, tal foi desdeo prin-
cipio o desejo da Prussia. O bunileitag de
Francfort oppoz-se a esse esforco no qual inul-
tos governos germnicos tomaram parte. Ful
cei'tainente cunveucionado que a decisao final
fosse tomada em uma terie de conferencias
livres ; porm a dieta reunida, crendo que es-
lava obrando legalmente emprehendeu a re-
.i,iii. o de certas quesies urgentes. A Prussia
m os seu s alliados, por que ella nao quiz (o-
Ol ...
co dos ministros, disse no meio do mais pro- mar parte nos procedimenios do bund, aliui d
fundo lilencio. a Tenho que coinmunicar lquc o futuro uo fosse prejudicado, colloca-
camara uma ordciu do re. e depois leu ojram-se na detagradavel posico de nao podei
decreto que adiava a assembla para o dia 3 de|assistir resoluco de certas questes gerraa-
dlrel ao nobre deputado que a fortuna de
ler mu assenlo neste lugar nao lie iiiuiio
para se invejar : dir-lhe-hei mais que antes
quera estar onde as bailas voassem tibi-
I indo em torno de mira do que ouvindo aqui
o soui de discursos hostis ; porm euiquanto o
rei ine ordenar, eu cuiiipriret com o raeu de-
vrr^coufornie melhor eiiieuder e puder.
l.nrri'ji.oo/i riri : do Timtl.'
fcKNAlfflBUisO
Tribunul do commercio.
ACTA DA SB5SA DO DA 16 DE JANtURO
Uf. 1851.
Presidencia do Sr. deaembargador Uartiniano da
Rocha Ansio.
As 10 horas da manha, estando presentes o
deputado sccrelario interino e os supplenles,
.enhiles Ellas llaptista da Silva e Jos Antonio
hastos, o Sr. presidente declarou aberta a ses-
so pelo toque da canipainba.
FVz-se a leiiura da acta da sesDo antece-
dente e foi appiovadt.
O Sr. presumi communicou ao tribunal
o aviso exped :o pela secretaria de estado
dos negocios da justica incluindo a tabella
dos emolumentos que devem ser cobrados
provisoriamente pelas secretarias dos In-
buuaes do co 0secretario interino partkipou que em
cumplimento da deliberaco do tribunal na
sessao passada, liavia olliciado aos niere-
liSiraos tiibiinaes do commercio da capi-
tal do imperio e da Babia dando parle da
installHCo rjeste tribunal no primeiro do
c.jrrente: eapiesentou um ollicio dirigido
pelo secretario >lu Ii ibun. I do commercio
dollio de Janeiro ; lambetn a participara
sua iiislall i(,-;ln no mesmo dia primeiro do
correnle I tem sido admitilos a matricula
pelo mesmo liibunal os negociantes esta-
blecidos naquella praga, Antonio Aivesda
Silva l'inio Jnior, Jos l'ere ira o un ligues
Faro ettililBo M.ximo deSouza.
O tribunal ficou inteirado e mandou que
se respondesse, e como alo liouvese mus
nadt a tratar deu o Sr. presidente a SelSlO
p ir encerrada, sendo uma hora o meia da
t'rdc. o mandou lavrar a presente actt, que
asssignou
En, Joao Pinto de Leinot, secretario interino
a su bscrevi. .Murlinimo da Rocha Pailai, pre-
sidente.
Repartigo da Policio.
PARTE DO l)IA 21 DE JANEIRO DE 1851
Foram presos: ordem do subdelegado
da freguezir de S. Jos, os prelos. Antonio
escravo de Oelfino Goticelves Pereira Lima
por correcfjSo; e Joo de tal, por infrtc
cao de postura municipal : e do subdele-
gado da freguezia da B<>a Vista, o escrav
Francisco, pelo mes i o motivo.
'commercio.
ALFANDEGA.
Rendimentododia23.....26:671,581
Dencarregam hoje 21 de Janeiro.
Barca -- Klitabeth laboado.
Rrigue l.-dy Falkland bacalho'
Brigue Tegner vinho, farinha e azeite.
Escuna Calante Marta -- fumo, sab3o,
zeitee grasa.
Escuna Dainia mercadorias.
Barca -- Tkomat Mellors idem.
Brigue Ariel idem.
Brigue -- Alberto idem.
Galeota Fanny idem.
Brigue -- Rhim cerveja.
Buca Columbu taitas e queijos.
CONSULADO GERAL.
Bendimeato do dia 23 ... 5:682,862
Diversas provincias...... 384,315
6:067,177
EXPORTACAO.
f)iipaeho martimo no dia 23
Rio de Janeiro, brigue brasileiro Emilia
da 159 toneladas: conduz o seguinte: 238
barricas e 988 saceos com 6,796 arrobas i
li libras de assucar, 1,000 meios de vaque
1, 12 taboas de amarello, 5 caliles doce
3saccas feijo, 9 caias cevadinha, 3 bo
celas piolines, i fardos flores de allheia, 13
caixas magnesia e 100 ditas queijos.
RECEBEDORIA DE RENDAS GEKAES
INTERNAS.
lien,lmenlo do da -j.l.....231,361
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendlmemln dodia 23 3:550,676
Movimento do porto.
Navio tahidot no dia 23.
Rio Grande do sul lirigue nacional Cot-
tor, capiaoThomaz Ferreira Lopes, car
ga assucar. Passageiros, o Portuguez Joa
quim Bernardo da Cunta e o Brasileiro
Jos Ferreira dos Santos.
Canal -- Brigue bremense Sauser, capillo
C. Iltsse, carga asssucar.
Buceo por Buenos-Ayres --Escuna sarda
F.milia, capitao Jlo Bom Senlior, carga
a mesma que troute. Conduz os mesmos
passageiros.
Liverpool pelo Aracalv Barca iogleza Dea
trice, capillo llenry D'owley, carga assu-
car. I'assagoiro, o Brasileiro I.ondroRa-
tishona.
i:i)iT\L
-- Pela iiisi ector a da alTaniega se faz pu
tilico que, no dia 28 do cor-rente, depois
do meio-dia, se ha de arrematar em basta
publica, na porta da mesma reparticlo, uma
porQlo da oslivas, linhas e toros de mtdei-
ra das obras que so reconslruiram na dita
alfandega : sor entregue a quem mais o-
ferecer, pudendo ser examinada pelos pre-
Undentes no paleo externo da mencionada
repartic-lo, on le se acha.
Alfandega de Pernambuco, 23 de Janei-
ro de 1851. 0 inspector interino, Btnt
Jote Fernanda Barros.
m
Declarayoes.
Pela segunda scele da mesa do con-
sulado provincial, se annuncia que do dia
27 do correrte em diante se principia a co-
brar o imposto de tres por cento sobre os
diversos e-tbelecimentos deconformidade
com o art. 3* & 11 da lei do orcamentodo
;inuil prximo pausado.
- Francisco de Paula e Silva, escritura-
rio da segunda secglo do consulado provin-
cial, faz trenle aos senhores proprietarios
dos predios urbanos do bairrn do Recita, ou
a quem interessar, que no dia 27 do cor-
rente principia a fazer a cnllecta da decima
do dito bairro para o correnle auno de 1851.
A sabida do vapor Impera-
Irit para os portos do sul foi
transferida para amanhla (25)
do correnle a 1 hora da tarde,
principando a fechar smalas s 10 horas
la manha, e rncebe-se correspondencias
com o porte duplo al s II.
TBATRO DE APOLLO
MOJE, 2( DE JANEIRO DE 1851.
Grande e variado espectculo de canto
italiano e baile.
Depois de exeoutar-se tima cscolbida ou-
vertura, seguir-sr-ha agrande scen, aria
da Casta Diva, e alegro da opera
NtKMA,
to maestro Bellini, execulada pela Sra.
Augusta Candiani.
A sema ser ornada como requer o li
brello, com druidas, e banda militar.
Depois do acto da Norma segoe-se a pri-
racira quadrilha no grande sallo deste Dies-
tro. A msica para o salo he compostade
trinta professores, independenlo da que to-
ci no espectculo.
Diie'o da operafelizario do maestro
Donueili, execulada pela Sra. Candiani e o
Sr. Eckfrlin.
Segunda quadrilha.
Aria da operaUarbeiro de Sevilhaio
maestro Rossini, execulada pela Sra. Can-
diani.
Terceira quadiilha.
Aria da -Paresine -do maestro Donizelti
execulada celo Sr. Ctyo Eckerlin.
Q tarta quadrilha :
Rondo final da opera l'iralado maes-
tro Bellini, executado pela Srt. Candiani.
Omina quadrilha :
Dueto da opera Figlia del Regglmento
do maestro Donizelti, executado pela Sra.
Candiani e o Sr. Eckerlin, no qual a mesma
seubora apparecer vest Ja de soldado f ran-
ee/, e fara em sema todas as manobras mi-
litares.
Finalissr o espectculo com a sexta
quadrilha.
Os bilheles do camarotes, geraes e gale-
ras, acham-se desde j a disposiglo do res-
peitavel publico, no escriptorio do roesmo
iheatro; assim como as senhas para o
baile.
Precos.
Primoira ordem 8,000
Segunda dita 10,000
Terceira dita 6,000
Geral i.000
Gtleria 1.000
Roga-se as pessoas que quizerem assistsr
o baile, o obzequio de se a presentaren! de
casaca, para o maior brilhanlismo do
mesmo.
Augusta Candiani pede ao respeitavel
publico toda a indulgencia e protecclo.
A transferencia de quinta para hoje sex-
ta-feira, foi causada por se nlo ter podido
promptificar o scentrin.
atsai
Theatro de Sanla-Isabel.
39 RECITA DA ASSIGNATURA.
SAlttDO, 2> DE JSNBlaO DB 1851.
Depois da execuclo de uma das melhores
ouverturas, a companbia nacional repre-
sentara o encllente e muilo applaudido,
drama em 5 setos ornado de msica :
A Graca Dos.
No intervalo do primeiro ao segnndo se-
to, madamoiselles Baderna e Moreau, dan-
carloo
PAS DE OEUX,
do segundo acto do -Lago dat Fada$.
Do segundo ao terceiro madamoiselle Mo-
reau executar o passo a solo do
Mu rinli eiro
Do terceiro aoquarto madamoiselle Ba-
derna dancar o
BOLERO.
Terminar o espectculo com o ultimo ac-
to do drama.
Com-cara as 8 horas.
Os bilheles acham-se venda no lugar
do costme._______________
Avisos martimos.
Qenl coiiiiiunliia le laaquetes n
vapor entre o Brasil e a tiraa
Ilretnnlia.
No dia 31 do corrente al o primeiro de
fevereiro, deve aqui chegar proceJent da
Inglaterra, o vapor da companhia Tteeed,
commandante Rwtt, o qual deve demorar-
se aqui 6 horas, para proseguir o seu desti-
no para os portos do sul: qualquer pessoa
que pretender pssssgem para qualquer dos
poitos onde o mesmo tenha de tocar, haja
dedirigir-se con antecedencia a casa dos
respectivos agentes nesla Praga Adamson
llowie & C, ra do Trapiche n. 42, para
traUr do'ajuste, que ser regulado pela se-
guinte tabella de passageiros:
Para a Babia 25 palacdci brasileirot ou hesp.
Rio de J. 50
Montevld. I lO
* Buenos A.120
O mesmo vapor deve aqui chegar de vol-
ta para a Europa no dia 15 ou 16 de fe-
viro: as pessoas portento que pretenderen!
passagem no mesmo para os portos deS.
Vicente, Tenerife. Madeira, Lisboa, e In-
glaterra, poderlo logo fazer o seu engaja-
mento, para que depois nflo aconteca que
nos portos do sul se prehencbam os lu-
gsres.
Para o Maranblo tocando no Cear,
pretende sabir uestes 8 dias o hiate Novo
linda, por ter promploej tratado dous
tercos de sua carga .- pan o resto e passa-
geiros Irtta-se com o rospectivo mestre An-
tonio Vianna no trapiche do algodlo, ou
na ra da Cruz, armazem do Sr. Manuel
Jos de Si Araujo.
Para a Baha pretende seguir viagetn
com brevidade a sumaca nacional Carlota,
mestre Jos Goncalves Simas: quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode entendnr-se com Luiz Jos de S Arau-
jo. na ra da Cruz n. 33.
Para o Rio de Janeiro segu com brevi-
dade a escuna nacional Galante Mara : para
carga, escravos a frete e passageiros, para o
i->i- lom excedentes commodos trata-se
na ra do Vigario n. 4, com Silva & Grillo,
Para Lisboa o b'iue Novo Vencedor se-
gu viagem no dia 30 do correte imprete-
rtvclmente : para o restante da carga e pas-
sageiros trata-so com T omaz de Aquino
Fonseca & Filho, ra do Vigario n 19 pri-
meiro andar, ou com o capillo na prac*-
Fara o Rio de Janeiro sahe
com a maior brevidade possivel o
patacho nacional Nereida : para o
resto da carga e passageiros trata-
se com o capitao napraca do Com-
mercio, ou com Novaes & Com-
panhia, na i ti i do Trapiche n. 34.
Para o liio de Janeiro
segu no dia 16 do corrente o bri-
gue nacional D. Affonso, s rece-
be passageiros e escravos a frete:
a tratar com o capitn bcl.niro
Baptista de Souza, na praca, ou
com os consignatarios Machado &C
Pinheiro, na ra do Vigario n. ig,
segundo andar.
Para o lio de Janeiro
segu com a maior brevidade o
brigue nacional Adamastor, por
ter a maior parle do seu carrega-
mento engajada: para o resto,
passageiros ou escravos a frete :
trata-se com os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, na ra do Vi-
gario n. 19, segundo andar, ou
com o capitao Filippe Nery deOli-
veira, na praca doCommeicio.
Leil
ao.
Dme Youle & Companhia lano leililo,
por inlervencflo do corretor Oliveira, de-
sb differenles marcas, 350 saceos com ass
socar avui nlo a bordo d'alvarenga, que O:
couduzia para burdo da galera Btalrict,


abbado. 25 ilo corrente, As 10 horas da mi-
nhSa, no trapiche do Barhoza, contiguo
assorincSo commercial desta praca.
.. O correlor Miguel Csrneiro, far leililo
segunda feira 27 do corrento as tO hora* da
manli no seu armazem na ra do Trapi-
" xen. 40, do diversos Irastes, loucas, vidros,
candieiros, ricos quadros, e uti piano in-
* glez; assim como differentes e ricas obras
para adorno de sala e jar Jim, de podras
inarmore, agath, e alabastro: principian-
I do leilo por um lindo carro novo de qua-
' tro rodas, e de muito bom gosto, com urna
parclha de cavados grandes e fortes.
-- James Crablree Companhia farSo lei-
lilo, por intervenQIo do correlor Olivejra,
de grande sorliniento defazendas inglezas,
as irnos proprias do mercado : segunda-fei-
ra, 27 do crrante, as 10 horas da manila"
no seu armazem, ra da Cruz.
OcorretorOliveira fara leilSo, poror-
demde T. Carling, capilflo da barca ingle-
za Ellen Bryton, em presenca do Sr. vice-
cnsul de S. M. Britannica, o por conta e
risco de quem pertencer, dos salvados da
dita barca, naufragaba nos rochedos deno-
minados Ponta do Touro, na sua recente
viagem procedente de Cdiz com destino
Baha, consislindoem alguns inantimentos,
o vellame inclusive urna andaina quasi no-
va, oastareos, vergas, paos em bruto, mas-
same ecordoalha miuda, ancoras e corren
tes de ferro, ditas delgadas para spparelho,
moitOes, roda do leme, caixa dn botica, a-
gulhas de marear, tintas, lampeSo de bita-
cula, fogfloe varios oulros artigos miudos,
tendo tudo sido conduzido para este porto
pela escuna nacional Emilia, oapitSo Maciel
Jnior: lerca-feira, 28 do crrante, a 10
horas da mantilla, no trapicha do. Angelo,
onde os pretendenles p lem anteci^ada-
mente examinar os referidos artigos.
Avisos diversos.
j 0 cirurgio Francisco Jos J
t> Rodrigues, declara positi-
J vamente a seus devedores <\
* que, no prazo de oito das *J
rjnfalivelmente, contados da <;
* ata dest>, se apersentein
* em sua casa, na praca da *;
a- fioa Vista, no terceiro an- -
if dar, defronte da matriz, n. ^
m
s>

ia>
i*
88, aim de ullinurem as
suas dividas. Este prazo, *\
porm, s se entende com *}
as pessoas da praca, pa- <
ra as do matto se Ibes *
conceder um mez, (indo o -el
qual se proceder contra el- ?'
les com todo o rigor das *
leis Hecife, a3 de Janeiro
J de 185o. %
AAfti'iiftAAAA Mikkfo
Pllii'Pe Santiago Jnaquim de Abreu
avisa an Sr. Manuel Joaquim l'inlu Machado
CumarAes, quedo ilia 28 do crrente em
dianle deixa deser fiador da casa da ra
do Alee i m n. 29; e para aao chamar-se a
ignorancia fz a presente declamca"o para
8eu conhecimenlo.
- Um rapaz brasileiro se olTeroce para
caixeiro de qualquer eslabelecimenlo ou
cobranza, dando dador sua rrfnducta ;
quem precisar, dirija-se ra d'Assump-
caVn. 16.
Nos abaixo assignados declaramos a
quemeonvier, que tumos dissolvido ami-
gavelmente a sociedade que tinhamos no
armazem de carne da ra da Praia n. 46,
que gyrava eom a firma de Jacintho Jos do
Amaral & Companhia, ficando o socio Ama
ral encarregado do pussivo e activo. Keci-
fe, I de Janeiro de 1851 Jacintho Jos do
A mai al. Manuel Joaquim Ferrtira da Sil-
va Braga.
Kugio, no dia 9 do crrante, do enge-
nhod'Agna, freguezia de Iguarass, um es-
cravo moleque, de 15 a 16 annos, de nome
Gabriel, btixo, espadando, ps cambados,
com um signal subre o olho esquerdo e
bastante cabelludo ; ja fui escravo nest* ci-
dade do Sr. ajudanle do escrivilo da descar-
ga da i i ni ii lega l.uiz da Veiga Pessoa :
quem o pegar, leve-o ao mesmo eugenho,
ou na pnica da Boa Vista n 32, segundo
andar, que ser bem gratificado.
Pncisa-se de uoia ama, distante desta
praca 9 leguas, i|ni: saiba bem lavar, cozi-
nliar e engommar : quem esliver nestas cir-
cumstancias, dirija-se ra do Queimado
numero 1.
OITerecc-se para caixeiro de toja defa-
zendasoa miudezas um menino de 12 an-
nos : na ra da Assumpcflo n. 16
Quem precisar de um caixeiro brasileiro
para escripluracSo.sabendo fallaras lingoas
ingli'Za, franceza ehespanhola, aprendidas
em seus pioprios paizes : annuucie a la
inorada. Previne-se qne nao tem grande
pratica de commercio, porque para outros
lins estudava, todava sera satisfeita qual-
quer commissSoque Ihe for incumbida*
0 abaixo assignado arrematante do im -
posto dos vinte por cento sobre o consumo
da agoardente no municipio do -Becife, faz
scienie a quem convier que se cha Duran-
do na ra do Bangel n. 59, segundo andar,
aonde pOde ser procurado to ios os dias, de
nimlulo at as 9 horas, e a tarde das 2 as 4.
Luis A. !U. FalcSo.
Uiutiflca-sc bein.
I'ugio no da 22 do passado mez de de-
zembio, o preto Antonio, de nacSo Cahun-
da, representa ter 45 annos de idade, altura
regular, cheio du corpo, rosto abocetado,
bstanles cabellos brancos ni caneca,'e
muito cabelludo; levou calca e jaquela de
ganga, he offica de caldeireiro da fabrica
da ra do Itrum n.28; leui sido enoonlra-
do em diversas ras desta cidade, em Santo
Antonio, Boa Visla, All'ugados e Corredor do
Bispo, ura em uina, ora em outra parte :
roga-sepois a quem o aprenhender leve o
aos Srs. do mesmo escravo Mosquita & nu-
tra, na dila fabrica que se recompensara.
Os abaixo assignaios fazem scienteao
respeilavel puhlico, que dissolveram ami-
gavelan nle a sociedade que linharo na loja
ua mii da Cadea velha n. 13, que gyrava
debaixo da tirina Torres & Campos, lieando
o socio Mu noel Moreira Campus obrigado
peto activo e pussivo. Hecife, 17 de Janeiro
de 1850. Luiz Ferreira Campo Torre.
Manuel Moreira Campo.
Antonio Francisco Corroa Cardozo,
declara quenada deve a pessoa alguma. .
Quem quizer comprar um escravo de,
nacfto, bastante robusto, peritimo ofiical
de calafate, e bom canoeiro, tinto lie canoa
iberti como de carreira : quem pretender
annuncie.
Tem de embarcar oara o Acarac a es -
crava Raymunda, crloula, pertencente a Au-
tonio Carvalho de Almeida.
-- A pessoa que anuunciou no Diario de
hontem querer oceupar-sa em cobranca da
praga, querendo fazer dita cobranca no dis-
triclo de Porto Calvo, provincia das Ala-
goas, appareca na ra da Cruz n. 8, tercei-
ro andar, que achar com quem ti atar.
A o publico.
O Manual dos '.Negociantes, an
nunciado por assignaturas na loja
do Livro Azul, alm das materias
de que j4 se fez mencSo nos an-
i:uncios antecedentes, conten mais
o seguiDte :
Urna introlucrao.
excellente discurso pronun-
ciado pelo conselheiro Jos Cle-
mente l'ereira, por occasiSo da
abertura do tribunal do commer-
cio na corte.
O regulamcnto provincial da
cobranca do imposto do fumo, ta-
baco, charutos, cigarros e sdiao.
E finalmente um almanak exac-
to e completo dos empregados jdo
meretissimo tribunal do commer-
cio e suas moradas ; da associa-
c3o commercial, dem ; d >s nego-
ciantes de grosso trato e de gene-
ros de estiva, seus escriplorios e
armazens ; dos logistas, corretores,
advogados e procuradores. A as
signatura est aberta at o dia 31
do corrente, e a obra si hir luz
nos dias primeiros de fe/ereiro im
prelerivelmente.
11 -la de s. i.oik alo de Amarante,
viii i na di l'oi'tas, na im t ja
de N. s. do l'llar.
I'.lo presente se faz ver aos devotos, quo
por motivos imprevistos mo poder ler lu-
gar a mesrna fesla no illa 26, e si ni que ser
no dia 9 do mez prximo vindouro
O detolos encarregado.
O ahaiio assignado, administrador da
imperijl capella dos Henriques, avisa aos
devotos de N. S. da AssumpcHo, quo no dia
2 de fevereiro prximo futuro se ha de fes-
tejara mesma Senhora, como.he de cosa-
me, em sua capella da Estancia, pela victo-
ria qud lli alcaiiQuu contra os llollandezes;
e como recordamos senipre este memora-
vel dia, e o prodigio que por esta Sanlissi-
ma Virgem sempre recebemos, o mesmo
abaixo assignado convida aos Srs. devotos,
que costumam dar suas esmoias para es-
te fslejo, diguem-se de o ajudar, compare-
cen lo Unto de da como a noite outro sim
avisa-seque a obra do corredor da sachris-
tia continuar. Francisco Jos de Vello.
Joaquim Antonio dos Sanios Anlr.nl.-
i!.M..nnel Dai'neii'o Leal parlicipam a seus
freguezes, e especialmente ao corpo de
commercio, que, em virtude das posturas
da cmara municipal desta cidade ler man-
dado retirar suas fabricas de caldoireiro,
sitas na ra Nova ns 27 e 33, para os arra-
baldesda mesma, reuniram as duas fabri-
cas a uina m>, que S3 acha montada em
grande escalla com todas as ollicinas per-
tencenles a mesma, caldeireiro, latoeiro,
fundicao de melaes, serralheiro, fuuileiro,
etc. ele a qual gyra sob a firma AnJra-
-le & Leal. U socio l.eal reside effeclivameii-
le na nova fabrica, na ra Imperial n. 120,
e o socio Andrade nos depsitos da mesma,
na ra Nova ns. 27 e 33. Em qualquer des-
tes lugares os prelendeutes sempre os aclia-
ra.i pruinplos para aceitar suas encommeu-
das, queseiflocumpridas a seus dasejos e
com a devida presteza.
Precisase alugar um moleque para ser-
vir a dous rapazas solleiros, nSo precisa
que seja coiinheiro, porm quesenSo em-
briague, e dous feilores portuguezes para
engenho : na rua do (Jueimado n. 6.
Precisa-se de um caixeiio do 16 a 18
annos pars venda :em Fra de Portas nu-
mero 145.
No dia 28 do crranle, na sala das au-
diencias, perante o Dr juiz do civel, ao
meio-dia, se hSo de arrematar dous escra-
vos, queficaramporfallecimento de Fran-)
cisca Maria da CooceicSo Maia : os prelen-
deutes comparecam que he a ultima praga
Desappareceu, no dia 4 do corrente,
um chale de seda prela, da casa n. 17 da rua
do Trapiche : roga-se a qualquer pessoa
quo o tenha comprado, ou empenhado, de
dirigir-sea dila. casa, que se recompensara
generosamente e se guardar segredo a
quem descubrir onde foi apanhado.
0 abaixo assignado declara aos seus
devedores, que JoBo Augusto l.emos Duar-
te no he mais encarregado do recabimen-
lo de suas dividas, e por isso de hje em
diante nflo levar em conta recibo algum
passido pelo meamo. Itecife, 23 de Janeiro
de 1851. -- Jote de Alenguer S. do Amaral.
O abaixo assignado contint a rece-
ber alguns alumnos inlcruos, aos quaes,
alm de primeiras letlras, latim e francez,
eiisinara msica vocal e instrumental, in-
clusive licOes dn piano : na rua da matriz
da Boa Vista n. 5.
l'adre Pedro [da Silva Branda.
Faz-se todo o negocio com urna let-
tra de 107,680 rs vencida desde dezem-
bro de 184S, e aceita pelo senhor do enge-
nho iteiro, na villa do Pilar da Parahiba do
norle, Jds Francisco Pcrra : a tratar em
Goianua, na botica da esquina da rua do
Amparo, ou na Boa Vista, rua da Matriz nu-
ireroi.
-- Aluga-se, na rus ireita n. 6, o segun-
do andar: a fallar no primeiro andar do
mesmo.
Aluga-se, no pateo do Terco casa n. 1,
a loj, muito propria para qualquer nego-
cio ou estabelecimento : i fallar na rua Di-
reita casa n. 6.
--OfacultativoJ.lt Casaiuiv.i, tendo de
fazer urna viagem a Franca com sua senho-
ra, declara que nada deve h mnguem, po-
rm se alguma pessoa .-e julgar sua credo-
ra, annuncie por esta falla, alim do publi-
co o conhecer, e aprsente a sua coma no
orazo de oito dias da data desle, que sera
iinmediatanienld paga. Recife, 23 de Janei-
ro de 1851.
D3o-se 200,000 rs. a juros de dois por
cento ao mez, sobre penhores deouro: no
pateo do Carino, loja n. 3, se dir quem da.
Precisa-se de urna pessoa para ir ao
malo fazer urna concliac3o : na iruvessa da
Mudrn de Ueos n. 5.
-. Precisa-se de urna ama para o semen
interno de urna casa de familia : ua rua do
Hospicio, casa n. 13. Na mesma casa pre-
cisa-se deum moleque que s-ja esperto, e
que entend de vender.
i *
|| O retratista adaguerreotypo, U
'i tendo de retirar-se com brevidade
3 desta provincia, offerece-se para du-
* ranleopouco lempo que tem de re-
residir nesla cidade, ir tirar retratos
i pelas casas das familias que os rre- 8
9. i>ii irreal, tanto na cidade como em fc
f qualquer sitio; as pessoas que pre- <&'
ten l,'ii ieieni ilirijam-se a rua da Ca- jj|
K deia de S. Antonio n. 26, segundo
andar. i)
'
-- O abaixo assignado faz publico a quem
por engaito recebeu da m3o de um preto
ganharlor, no dia 18 do corrente, lOcaixas
com charutos da Baha, queira fazer o fa-
vor do manda-las i rua da Aurora n. 28, que
se gratificar.
Custodio Alvt Bodrigue da Coila.
Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva : na rua da Concordia n. 8, i di -
nacSo franceza.
-- Quem annunciou querer comprar urna
loja de miudezas com poucos fundos, ap-
pareca na rua do Cabug n. 7.
-- Pede-se ao especulador xexeiro que no
dia 7 | lo correle fui a venda do pateo de
Sin Pedro n. 1, ver os precos eas amostras
de passas, vinno, bolaxinhas e queijos que
mandava o Sr. Joao Ignacio, morador no
pateo do .l.ivramenlo, para encomnicnlas
vindas do mato, do que resnllou nesta
mesma occasiilo levar um dos queijos para
o mesmo senhor ver se agradava, o por ter
quem informassea pessoa digna do Sr. J. I.
se Ihe confiou ; e logo que sabio se m n-
dou ver se eutrava na casa onde dizia, e
como entrasse, o portador voltou dizendo
queeracerto, e como se espern pela de-
cis3o e nfn> appareceu resposta alguma, se
mili! liiu endagar, e entroo-se no conheci-
menlo que o Sr. J. I. nflo mandou ct, e co-
mo ja se si be quem he este pelintra e nflo
se queira mandar publicar o seu nome, na-
ja quanlo antes niBinlar satisfater 1,520
rs. importancia do queijo, e se nflo o lizer
lera de ver o seu nome por extenco at
que o seu dono seja embolcado.
Precisa-se de um rapaz de 16 a 20 an-
nos para caixeiro de una casa de negocio
na villa do Cabo i quem protender, dirija-
se praca do Livramento, luja de Tazendas
de Victorino Moura.
-- Uina pessoa que da fiador sui con-
duela, se olTereco para cobrar dividas nesta
praca, mediante o que se convencionar :
quem precisar, aununcie para ser procu-
rado.
Aluga-se a casa da rua do Colovelio n.
109, que perlcnceu ao finado Quaresma, cu-
ja casa tem bastantes commodns para o ar-
ranjo oe urna grande familia, i ossuimlo um
grande quintal com dilTerentes arvoredos
de fruclos, cacimbas, tanques, senzalla pa-
ra escravos, e Gnalmente com os fundos
para o rio : quem a pretender procure as
chaves na i ua da Paz, casa n. 32.
Quem annunciou querer comprar 6
cadeiras de Jacaranda, duija-se a rua da
Cadeia do Itecife, no primeiro andar do so-
brad n. 8, das 10 horas da maiihfla at as
4da tarde.
-Precisa-se alugar urna prela, que en-
tlela de cozinharodiario de urna casa e
entornillar, para casa de familia: quema
liver para alugar anuuncie para ser procu-
rada, ou duija-se a rua da Cadeia do Iteci-
fe, no primeiro andar do sobrado n. 8, das
10 da nanti.'ia at as 4 da tarde.
-- Engomaia-se loupa com todo assein e
prompiidflo : na rua da Saiualla-Velha
n. 142.
--Precisa-sede um bom cozinbeiro cap-
tivo ou forro, pura una casa estrangeira :
no atierro da Uoa-Visla n. 35.
-- Precisa-se de uina prela forra ou capti-
va para cosinhar : na rua das l.aranjeiras
n. 23
-- D3o-so 600,000 rs a premio com liypo-
theca em una casa nesla praca, ou com
boas firmas: quem pretender annuncie.
Dflo-se 150,000 rs. a premio com seguran-
za em uina casa nesta praca : quem preten-
der annuncie.
-- Precisa-se de um sotfto ou fundos de
urna casa prxima rus Nova : a fallar na
rua das Trincbeiras, loja n. 1.
-- Quem precisar deum menino de 14 an-
nos, o qual ha filho de fra e muito bem e-
ducado, para caixeiro de qualquer arruma-
cao, dirija-se Fra de Portas n. 92, ou an-
nuncie para ser procurado.
0 abaixo assignado declara, que nin-
;-uein faca transaceflo com duas letras que
se perderam no dia 18 do corrente mez :
sendo urna de 550,000 rs. saccada em 14 de
dezembro de 1850, aceit por Joo Domin-
gues Feernandes da l.uz ; e outra saccada
em 16 do mesmo mez, de 540,000 is. aceita
por Francisco Mallos Vicira. Pernambu-
co, 20 de Janeiro de 1851.
los Antonio de liagalhies.
ChristovSo Dionlzio Barros, senhor do
engenho Queiroadas na comarca de Sanio
AutSo, de novo roga ao Sr. que compiou
o escravo Andr aoSr. capilfio Jos Mana,
que dirija-se ao mencionado engenho
bem do seu interesse.
O senhor de engenho ou propriotario
que precisar de um profesor de primeiras
letlras para ensinar seus filhos fora desta
praca, dirija-se rua larga do Bozario, lo-
ja de miudezas n. 2, que achara com quem
tratar.
-. O senhor de engenho que precisar de
um administrador com os requesilos ne-
cessarios para exercer dito emprego, an-
nuncie por esta folba para ser procurado.
Novaest Companhiairenietlem para os
porlos do sul a escrava crioula, de nome
fortnala, pertencente ao Sr. Jos Pedro de
Souza Paraizo, a entregar ao Sr. Manoel IV-
reira dos Sanios e Silva.
--No dia 25 do corrente, pelas 4 horas
Ja tarde, porta do Sr. I>r. juiz do civel da
segunda vara, na rua da Madre de Daos, se
hflo de arrematar varios escravos, mocos e
robustos, sendo alguns com oflicio, penho-
rados a A. F da S. : quem os pretender,
ii 'ii un i ee i que he a ult'ma nraca.
Compras.
-- Compram-se escravos de ambos os se-
xos mocos e do lunillas figuras : na rua lar-
gar do Bozario n. 48, primoiro andar.
Compram-se escravos de am-
bos os sexos : na rua da Cadeia do
Uecife n. 5l, primeiro andar.
'-Compra-so para urna encnmmenda es-
cravos de ambos os sexos do tO a 40 annos
de idade : na rua de Santa Bita n. 14.
Compra-se um escravo moco e robus-
to : no Forte do Mattos, rua do Burgos, pa-
llara n. 31.
Compra-se um sellim inglez usado, em
bom estado; urna preta cozinheira e en-
goinmadeira ; e urna negrota com algumaa
habilidades : na rua da Cadeia do Itecife,
loja n. 5), de Cunta & Amorim.
-- C'.o npram-se garrafas e botijas vasias
a 6,000 rs. o cento : na travessa da Madre
le fleos n. 5, ou na rua de Sania Bita n. 85.
--Compra-se urna mesa, queteulia oito
palmos punco maisou menos, que seja for-
le e em bom uso : na rua Nova n. 18.
Compra-se una escrava: na rua do
Bozario estrella n. 21.
Compra-se urna armaeflo de ouro pa-
ro oculos: nesta typographia.
-Compra-se um cavallo de estribara,
sendo grande e tendo carrego baixo ou bom
passo : ua rua da Cadeia do Becife n. 1.
--Compra-se urna negrinha ou chinitia
de 6 a 7 annos de idade : na travessa da rua
Bella n 6. nu annuncie.
Vendas.
Lei da giiitrda nacional.
Ven le-se o peculio do guarda nacional,
COnlendO a le, regula ment e o mais preci-
sa para a mesma, a 1,000 rs. cada oxnm-
olar: m prac,a da ln iependeucia, livraria
ns. 6 e 8
A pobreza.
Vendem-se cebollas amencanas pefo ba-
rato pteco de 80 a 160 rs. a restea, e a 320
rs o cento das solas : nos armazens do boc-
eo do Concalves, junto a casa da Sra. Viuva
l.asserre
Aos :,:ooi.sooo rs.
Vendem-su meios billetes da lotera de
N. S. do Livramento, cujas rolas andera
no dia 31 do crrente infalivelmenle : na
rua larga do Hozar o, botica n. 42.
-- \ .n le se a tavern do paleo do Parai-
zo n. 30, assim como urna casa terrea na
rua da itna : a tratar ua mesma (averna
Vende-se a loja de Cdlcado
di rtri Direita n. 5o: a tintar na
mesma loja.
Escravos baratos, na rua das l.arangeiras
n. 1i, segundo andar.
Vendem-se 4 prelos mor;os de todo o ser-
vico ; I mulatinho de 14annos, ptimo pa-
ra pagem ; 1 dilo do 20 annos, bom serrador
o de boa conducta ; 1 moleque de II anuos,
muito lindo ; uma linda iiiulaliiiha de 15
anuos, que cose alguma COUSl ; duas ne-
gras mocas, com habilidades ; e duas de
meia Idade, muito em conta.
-- Na fabrica de caldeireiro de Andrade &
l.eal, sita na rua Imperial n. 120, e nos de-
psitos da mesma, na roa Nova ns. 27 e 33,
vendem-se carros de inflo de mui boa cons-
truceflo, eas mu approvadas machinas de
Darosne assim como se faz qualquer obra
deC'ihre, lati e ferro.
--Venle-s-um sobrado de um andar e
solflo. sito no bairro de Santo Antonio :
quem o pretender, dirijt-se rua do Quei-
ioal<>, I "ja da esquina n. 27.
Vende-se una boa escrava cozinheira,
muito lii'l e sem vicios, assim como urna
outra mucama, costareira e engomma leira,
cuja conducta e molestias se alianca na
rua larga do Bozario, luja n. 35.
-- Vendem-se 16 escravos, sendo um dito
oplimo carreiro : um diio serrador ; 4 ditos
de lodo o servico, de bonitas ligaras ; 3 par-
dos mocos; 1 parda de bonita figura, que
cuse, entornilla bem, faz lavainlo, COZIlha
e faz doces ; urna e-crava com as mesmas
habilidades; o 7 ditas de todo o servico :
ua rua Direita n. 3.
-- Vende-se uma escrava bem apessoada,
que vende na rua, sabe cozinhar o diario di-
urna casa e tratar de meninos ; urna mesa
de iiien. de sala ; o uma cama de angico : a
tratar na rua das Mrangeiras n. 29.
Vende-se cevadinha em garrafes mui
bem conservada e nova, vinda recentemen-
te e por preco que animar ao comprador,
a vista armazem n. 48.
Baile de mascaras.
Na rua da Cadeia do Hce.ife n.
5o, loja de Cimba & Amorim, re-
cebeu de Franc pelo brigue Cezar,
um rico sortimento de veludilbas
de algodSo, de ricas cotes, pro-
prias para a prxima eslacao do
carnaval, ass m como seroulas de
meia com p : vende-se ludo por
preco commodo
Maia llamos & C, rua Nova n. 6.
Veinle n -e ricos jallos de pin i'elhna
dourada, lustres bronzeados de 6 a 12 lu-
zes, serpentinas, caudieiros d nteio de sala
de corda, e outros, lanlernas de p de
bronze, casquinho e cristal, palmatorias de
p casquinho e de vi.lro, lanlernas para
piannos, e um sortimento de galanlarias de
porcelana, ludo do ultimo gosto e preco
commodo.
-- Vendem-se tres portadas com suas
complanles vergas de arco, sendo de ama-
relio, proprias para porta de rua, a moder-
na, uma caixa para jauella de vi Iraca, uma
poreflo de teboado de pinho usado : na rua
de liarlas II. 68; lambem vendem-se os
pertences de uma venda, leudo lambem 3
pipas de arco de ferro.
A 400rl.
Vendem-se as mais superiores chitas lar-
gas, francezH.s, do todas as cores, gostos in-
teiramente novos, imitando seda, a 400 rs.
ocovado : na rua do Crespn. 14, loja de
Jos Francisco Dias.
Casa de conslR-naco de escravos,
nu rua do Hozarlo larga n. 22,
-i-.: mulo andar.
Vende-so urna bonita crioula recolhida,
de 18 annos, que sabe engommar e coser
com porfeicSo ; 3 ditas com habilidades
de bonitas figuras ; 6 prelos bous trabaja-
dores de enxada ; 1 mulatinho para pagem,
muito esperto e de bonita figura ; 1 preto
moco, bom canoeiro, que se nflo poe em du-
viladar-se para experimentar, pois he de
boa couducla; e uaiii uegriuha de 12 annos,
muilo linda e com principios de costura.
Vendem-se lal.nbas com urna
libra de excellente cha a a'000 rs,
cada uma : :io pateo do Collegio,
casa do Livro Azul.
-- Vendem-se sapatos do Aracnty feitos
a capricho : na rua larga do Bozario n. 35.
Vende-se um moleque de 16 annos, de
bonita figura o robusto; um preto de 40
annos, de meflo, bom canoeiro e bstanlo
possante, por preco rasoavel : na rua de
Apollo, armazem n. 34, se dir quem vende.
-- Na livraria da rua da Cruz n. 56, -
cham-se a venia, por prec.o coinmolo, al-
guns ejemplares das seguales obras, che-
gadas ha punco : cdigo commercial do im-
perio do Brasil, segu lo dos regulameulos
do mesmo cdigo, 2 vol. em 12, ptima edi-
efio ; lei n. 602 de 19 de novembro de 1850,
queda nova organisaeflo a guarda nacio-
nal, acompanbada das respectivas instruc-
res, I vol. em 12.
Seincutes de hortnllce.
Vendem-se semenles de boilalice, muito
novas, chegadas pelo ultimo navio de Lis-
li i : na rua da Cadeia, loja de farragens nu-
mero 56.
Nova pi'i'ii i ui-iia de mollinos
para caf a 6 4o rs.
Vendem-se moinhos para caf a 640 rs. :
na rua da Ca lea, loja de ferrageus de An-
tonio Joaquina Vidal.
Ven le-se urna preta moca, que des-
empenha bem todo o servico ordinario de
uma casa de familia, seudo lambem boa la-
videiia de varrella : na ni i .lo l i/.anu da
Boa-Vista, n 32.
Vendem-se ricos arreios iti-
glezes p rt imito, de um e dous
cavados, assim cimo xicotes para
os meamos: .tama da Cadeia do
Uecife n. 6o, armazem de Heiuy
Gibson.
Vendem-se ptimos lam-
peOes paia carro, dos melhores
gostos viudos a este mercado : na
rua da Cadeia do Uecife n. Co, ar-
mazem deIlenry Gibson.
Vendem-se as seguintes obras novas
em francez : Les l.iasons dancireuses, let-
tres recucilliesdans uno s iciel, 4 voluntes
com estampas por 4,000 rs. ; Le Coaipere
Uathieu, oules bigunures de l'esort hu-
main, 4 volamos com estampas por 4,000
rs. ; Choix des l.etlresda Mirabeaa a So-
phie, 4 Voluntes por 4,000 rs. ; Le Bouquet
deMariage, rvlations sur les moDurs do
sicle, par Paul Svern, 2 volumes por
1,000 rs : ra loja da rua da Cadeia do Bci-
i a. 50, de Cunta t Amorim, se dir quem
vende.
Ceca de cirn uba.
Na rua da Cadea da Becife n. 50, vnde-
se cera de carnauba em porcia e a retalho,
por pre?o coatmodo.
Ven jem-se cabreadas e lo-
ros ingl zes ; ii-i nu da Cadeia do
Kecif n. 6o, armazem de Ilenry
Gibson.
"Vendem-se duas pretas morcas, de bo-
nitas figuras, que engommam, cozinham e
fazem todo o mal servico de uma casa; 2
ditas boas quitandeiras e lavadeiras; 9
pardas -le jo mihios, de mui boas figuras,
uina corla e faz camizis de liomem muito
bem, marca e faz lavarinto ; um moleque
de 18 anuos, bom para a praca ou campo ;
1 preto de meia ida le, bom para trabalhar
em um sitio, tratar de rocas, tirar lene e
vir vender na praca, por a isso estar acos-
lumado ; e I casal de escravos bons para o
trabalho de campo : na rua do Collegio n.
21; primeiro andar.-'
Vende-se a taverna da travessa das
Cruzas n. 14, com poucos fundos, propria
para qualquer principiante, por ter alguns
comino los e estar em bom local: a lrlar
na mesma travessa n. 8.
- Vende-se cera de carnauba em grandes
e pequenal porc,oes na rua Nova n. 65.
Vende-se bacalho de esca-
ma, muito superior fjzenda, a
,5oo rs. cada barrica : no arma-
zem do Annes, no caes da alUn-
dega.
Kiixadns.
Na rua Nova n. 20, conliuua-se a vender
as acreditadas enxadas, calcadas d'aco : na
loja de Juo Feruandes Patente \ mina.
AJurruquliii.
Vende-se manoquim de todas as cores e
de boa qualidade, a 1,400 rs. a palle: ni rua
Nova n. 20, luja de Joflo Fernandos Prenle
Viaiina.
i ollia de I lanche-.
Vemlc-se folha de Flandres em poreflo e
a retalho, couro de lustro e bandejas finas
por precos mais baratos do que em outra
qualquer parle : na rua Nova o. 20, loja de
Joflo Fernandos Prenle Vianni.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
loteria do Livramento, cujas ro-
das andam no dia 3i do crlente
infalivelmente : na pra$a da Boa-
Vista, botica n. 32.
O facultativo J. B. Cssanova, tendo de
fazer uma viagem a Franca, vende varias
obras de medicina, tanto da sllopalhia co-
mo di homoeopUhia, ferros de cirurgia e
ca i tenas bomceopalhicas : na rua das Cra-
zes o, 28, segundo andar.


Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
rundirn de (erro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e fundirn de ferro.
Vende-se farinha galega em barricas e
meias ditas, velas do espermacete america-
no e cha hyson do superior qualidade, em
lotes a vontade do comprador: no cscrip-
torio de Mstheus Ausln & Companhia, ra
do Trapichen. 36.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, macbinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
\ < ii1 < r NII|>ri'iOI' tiiiinlia
(allega, em meias barricas : no escriptono
de Deane Youle& C, ou e.n seu armazem
do becco do Concalves.
A 4o rs. a caixinha.
Vende-so a melhor qualidade possivel de
palitos para tirar fugo, pelo barato preco de
40 rs. a caixinha do pao, e a 20 rs. a de pa-
nel : na rua do Queimado n. 16, loja de Jos
Dita Sioiftta.
Chumbo de municao.
Vende-se nn armazem de J. J. Tasso J-
nior, rua dn Amorlm n. 33.
Os melhores gostos, padrdes
novos.
Vendem se chitas escuras, muito (loas,
cor de brnnze, padrles miudos e ramagetn
inteiramente nova, pelo diminuto preco de
2*0 rs. o covado : na rua do Crespo n. 14,
loja de Jos Francisco Dias.
Bolicns lioniOL'opniliicns, na rnn
lo Crespo, ln.Ja n. 4.
Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, vindas ltimamente do Itin
de Janeiro, do grande estabeleeimento cen-
tral da rua de S.Jos n. 59.
Vendem-se duas travs de 25 palmos
de conipriri'rnlo el palmo de grossura, de
boa qualidade epreco con>n>odo, por ser
rsto d'obra : na travessa da Peuha, sobra-
do n. 25.
~ Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
A I.Goo rs.
Vendem-se novos corles de brim tranca-
do escuro com duas varas e tnein cada corle
a 1,600; cassa francez de bom gusto,a 2,600
rs.; pecas de esguiSo de algodao 0001 12
varas, a 2,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godSo de ci'u es, a 720 rs. : na rua do Cres-
po n. 6, loja ao p do lampeiio.
Deposito le cal \ Irg ni.
Na rua do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedr, chegada ltima-
mente de Lisboa no lirigue Tarvjo-Ttrceiro.
Cnbccndns ingleztis.
Vendem-se rahecadas ingle2as rolifas e
chatas, loros e silbas de 13a: na na do Tra-
pohe n. 10.
Aos Srs. de engenho.
Vendom-se chapeos de ralba por commo-
do i'i'i i;u : na rua da C.adeia du Itecife n. 23.
IMuitissimo barato para acabar.
Vendem-se vellas de carniha do Araca-
ly, sapa tos, courmhos, cspanailores, eslei-
rs <> charcos de palha ; ludo muito Innato
pnr se querer liquidar e vindn do Araraly
nn ultimo navio : na rua da Cadeia do llc-
r le n. 23.
Vendem-se chitas limpas 12o rs.
Pecas de chitas nipus, rxas, para lulo
aliviado, a 4,500, e 120rs. o covado ; cuites
de cambraias com 6 varas e meia, de boni-
los padies e de cores fixas, a 2,600 ; e 100
caceos novos de estopa, cada um com 2 va-
ras, por atacado a 320 rs. : na rua larga do
liuzario n. 48, primeiro andar,
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na rua do Amorim n. 35, ar-
mtzeni dej. J. Tasso Jnior.
Potatasa ln Knssin.
Vende-se potassa da Ruaaia. recenlamen-
te chegada, i1 de muito superior qualidade :
na rua do Trapiche n. 17.
Lotevin le \. S. lo l.tvranicnto.
Aos 5:oo Na rua da Cadeia n. 46, luja de miudezas,
vendeu-se o meio bilhete n 1454 da lotera
de N. S. do Livramento em que sabio a sor-
te grande de 5:000,000 rs., e estflo expos-
lusavenda os nI". i tunados bilhetxs e cau-
telas da mesma loleiia, que corre imprete-
rivelmente nodia 31 de Janeiro crente.
Iti Hieles 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Taixas para engenho.
Na fundidlo de ferro da rua do llrum,
acal i-.-e de receber um coni| lelo sorlimen-
to de i.i'\;i- de 4 a 8 palmos de bocea, as
qua.is acbam-se a venda por preco com-
ii mili, e com prompldSo embaicain-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
Na fundi^o de (',. Slarr & Companhia,
em S.-Amaro, acbam-se venda moendas,
de canna, lodas de ferro, de um modelo e
construc(3o muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de llamburgo
na rua do Amorim n. 35, armazem do J. J.
Tasso Jnior.
Grande sortlmento le charutos
la fabrica de S. Flix, no ar-
mazem de Crocco S Companhia,
rua la Cruz n. 2 1.
S5o ebegados a este armazem os verda-
deiros charutos regalos, regala, cacadores,
deputados, venus, senadoras o soberanos
de Pavana, em caixas do cem e 250, por pre-
sos rasoaveis.
i.ii|iii(lu :io le fazendas.
Na rua Nova esquina que volta para a
camboa do Carmo, loja n. 23 de Antonio Go-
mes Villar, estSo se vendendo fazehdas que
nesta loja ja existiam por menos a terca
parte de uns primitivos precos, e enlreas
muitas quilidades leem as seguintes por
estes precos.
Jarros linos do banha 1,000
Filas de sarjas, de setim e tfela
largas, vara 320
dem, de 4 dedos, vara 240
dem, de 3 e 4 dedos a 120 e 160
dem, de velludo estreita de
cores
l.uvas de pellica para senhora e
para bomem
l.eques de papel, cabo de osso
fino,
dem, deescomilha preta
llem, de papel linos, cabo de
marfim, de 4,000 a 20,000
Chapeos de palha finos,lizos, a-
bertos e bordados, de 3,000 a 4,000
4
**'<*-s.i.j(;.TWvau.. >,
120
500
640
400
Deposito de polassa e cal.
Vende-se muilo nova e superior potassa,
ssim como cal virgem e pedra, recente-
mente chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel: na la du CaJeia do llecife n. 12, ar-
mazem.
Grvalas de chitas 160
llem, de seda, pretas e de cores 320
dem, de couro de lustro para
militar 240
seiins do cores lizos, covado 640
dem, branco muilo boa fazenda 800
Sarjas de cores para vestido, co-
vado 1,200
Cortes devestidodesedabrancos
para noivas. 30,000
Mantas de setim de cores niali-
sadas 8,000
dem, de sarja, dila, dita 10,000
Chales de se.la furia cores 4,000
Luvas curias de linlio para se-
nbora, o par 160
dem, de seda a bertas para se-
nhora 320
Meias de seda abertas branca pa-
ra senhora 1,000
dem, pretas para senhora 1,000
tlem, para homem 1,000
dem, lizas para homem 1,000
llem, branca para dito 1,000
Carteiras linas de feixe 320
jalos de si lim pelos, o par 1,000
botins gaspiados, pretos e de
cores para senhora 1,000
Sapatos de Setim branco para 1,000
menina 1,000
Cbinellas de marroquim de cu-
res para homem, 1,000
Chapeos de sol de seda para se-
nhora 2,000
Lencos de cambraia de lioho, li-
zos, de 1,000 a 3.000
dem, bordados com lieos 4,000 a 20,000
i 'i ni, de seda preta e de cores
para grvala 3,000
Chicotes de junco ou cana para
carro, de 2,00o a 4,000
Mein, de balea para carro 3,000 a 6,000
(engallas linas de junco e
cana de 320 a 2,000
Chicotes finos para monta-
ra, de 1,000 a 2,000
Um grande sorlimento de flores Tinas sen-
do caixos, ramos, rosas para vestido, le-
nas de muitas dualidades, bicos de blondes
de todas as larguras, hicos de dentelle pre-
tos, estreitos c largos de muito boa quali-
dade para capolinho e mantellete,iudo mui-
to em conla.
Deposito de cal e potassa.
Cimba iv Amorim, na rua da
Cadeia do Kecife n. 5o, recebe-
rom pelos ultimes navios de Lis-
boa iVbt'o Vencedor, Carlota
Amelia barra com cal virgem
vendern, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Par fechar emitas.
Vende-se cera de carnauba, courinhos de
caba, sulla e una Palanca cun bracos, ron-
chas, correntes de ferro e pesos, prnpria pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
embatcaeflo : ludo por preco commodo : na
rua dos Tunoeiros, armazem n. 5.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica le Tocio- os
Santos na Huilla.
Vende-se, em casa deN. O. ltieher&C. ,
na rua da Cruz n. 4, algodSu transado da-
i|uella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco com-
moJo.
Vendem-se caixas com cera
em velas rio Rio de Janeiro : na
rua da Allandega Velha n. 5, es-
criplorio.
nligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no irrigue 'Iorujo 111.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, re entemente chega-
da de Santa Cathatina,em porco
ou a retall-o, per preco commo-
do ; a bordo do brigue Soares,
fundeado na volta do Forte do
Mallos, 011 na rua da Alfandega
Velha n. 5. escriptorio.
toga-sc aos fregiiezes qne tcnlinm
toda ni 11111 ai> paru o novo sor-
lmenlo pie existe na loja la
na do Crespo n O, no p do
lampead.
_ .j
covado ; zuarte de cor, a 200 rs.; riscado
de linho para casacas, a 240 rs o covado, e
nutras lumias fazendas por prego commodo.
Cal virgem de Lisboa,
da melhor que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Em-
preza : trata-se com A. C. de
Abreu, na rua da Cadeia do Re-
cife n. 37.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na praca da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendetn-so os afortunados bilhe-
tes, meios e cautelas da mesma lotera, que
corre impreterivelmcnle no dia 31 do cor-
rete mez.
Ilil heles 11,000
Meios 5,500
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Dcimo 1,100
Vigsimos 600
9WVVV?:fvV:VVVVfVfVO
:/ No deposito da rua da Moda n. 15, *
H> ha para vender superior cal em pe- -
a> dra, recentemente chegada de Lis- *
** boa, em o brigue Conceito de da- *
rci, por prego rasoavel : tambem ahi J
so vendem pesos de duas e de urna
Brroba, por preco commodo; ha
e
1
? so vendem pesos de duas e de urna jij
? arroba, por preco commodo ; ha .,,
^ tambom efleclivainente no mesaio <".
fj. deposito barrisdemel para embar-
que.
<3 A A A A A ii&fk'-i M=kl >
Cheguem a pechincha que se es-
to acabando.
Vendem-se relogios americanos, proprios
para cima de mesa, mu bons reguladores e
por preco muilo commodo para chegarein
aos pobres : na rua do Trapiche 11. 8, e na
rua de Aguas-Verdes n. 02.
Veudem-se colectes do Medico do Povo,
de 1 a 21, na rua do Crespo, loja n. 4.
Aos 5;ooo,ouo rs.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera a favor das obras da igreja
de N*. S. do Livramento, que cor-
re no dia 3i do correte mez : no
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
(mu quer 5;ooo$ooo 1
Quem quizera soite grande da ioleria du
Livramento, que inlaiivelwenle corre ni
dia 30 do correle mez, apresse-se a com-
prar algum dos poucos bilhetes que anda
resta o, as lujas da esquina da tuadoCa-
buga ns. 11 e 9, juntas a botica de JoSo Mo-
rena.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a 3,000 res
a sacca : vende-se no armazem de Campel-
lo I-11 lio, rua da Cadeia do lenle 11. 64.
-- Vendem-se 10 saccas de superior car-
nauba ; 250 courinhos de cabra ; 13 pares
d sapaies dxcuuru de lustro, mu bein
felus o de talho muderuo ; urna loalha de
1.11 lanha de liiiiio com lavarioio, n.uilo bem
acabada e lina : ludo se vende por commo-
do preco: na rua da Cadeia Velha n. 24,
primeiro andar, de iiianliila alas 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
Vende-se una prela moca, gorda e sa-
dia, queengomma hem, cose, cozinha e la-
va. o que ludo se aliauca : na rua larga du
Rotarlo 11. 46, primeiro andar.
CIDADE DE PARS.
1 "^Jl E n 1
Vendem-se cassas pintadas de cores fixas
a 260 e 280 rs. o covado ; cortes de brim
blanco de linho puro, a 1,92U rs ; ditos de
fu.-lHo milito finos, a 560 o 640 rs.; ras.a
'preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
Rua do Lioilcgio 11. l\.
Neste estabeleeimento se encontrar sem-
pre o mesmo sorli ento de chapeos de sol
ja aiinunciados, assim como sedas e pannos
em pepa para as aunado 8 servidas, ha lea-
rara vesiidos e espartilhos de senhoras.
Conccfta-se toda a qualidade de chapeos de
sol, ludo por menos preco do que em oulra
qualquer parte.
Vendem-se relogios de oti-
rocprala, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. \i.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de Santa Calharina, a
mrllior que existe no mercado, em Macal
ou sem ellas, por precu mais cmodo do que
em outia qualquer parte : na rua da Cruz
doltecifen. 40, primeiro andar.
Na rua da Cadeia velha, piimeiro an-
dar da rasa 11. -24, de Manuel Antonio da Sil-
va Anlunes, vende-se um rico sorlimento
de chapeos de palha da Italia, abertos para
senhora, camisetas de cambraia, coleri
litios, romeirss, manguitos, punhos, ludo
excelentemente bordado, bicos finissimus,
ricas lilas, caputinhos e manteletes de fil
e de seda pretos, e outros objeelos de gos-
to ; bem como um completo sorlimento de
fazendas: ludo se vende por precos muilo
ra.-oaveis.
Deposito de e-pelhosdas ma-
nafacluiasde Fraica: na rua do
l'a.-.scni n. 11,.
V ende ir.-se chapeos d> Chi-
le, pequeos, pelo barato preco de
5 e 6,< 00 is. e ditos da Italia,
chegados ha poucos dias ; na rua
Nova n. 44 fabrica de chapeos.
Um bom olicial de pedreiro.
Vende-se um escravo, preto, offlcial de
pedeiro, moco e de bonita iigura ; urna par-
da boa cozuiheira e engorumadeira, com
urna lilla de l meyes ; e un preto, 1110c.11.
robusto, bem trabalhor de enxada, propriu
para engenho ou armazem de assucar, por
le multa furca : na rua larga do liozano,
n. 48, primeiro andar.
Vende-se fio porrete, vindo do Porto ;
eaixasdepinho vasias; rodas de arcos de
nao para barricas de assucar; pregos ripaes
do Porto : na rua da Cruz n. 49, escriptono.
Na rua da Cruz n. 10> em Cisa de Kalk-
mann IrmSos, conlinua-se a vender charu-
tos de Ilayana, verdadeiros, ao prego de 8 e
20,000 rs. o cento.
Vende-se urna escrava parda, de 27 an-
nos pouco mais ou menos, fiel, que compra,
cozinha, ensaboa e faz o mais arranjo de
casa : na rua do Rangel, loja n. 5.
Em casa de Kalkmann IrmSos, vnde-
te vlnho bordeaux, cherry, rhum cognac e
vinho do reino : ludo da melhor qualidade.
He baratissimo.
Vendem-se sapalSes de couro
de lustro a l,6oo e a 2,000 rs. ,
pre;o dos sapatos ordinarios, e
livre da massada de engraxar-se :
na rua da Cadeia do Recife, loja
numero 9.
Vendem-se obras de ouro, como se-
im : puls-eiras, correntes para relogios,
brincos, alfinetes, aunis, etc. : tu Jo do
mais apurado gusto : em casa de' Kalkmann
IrmSos : rua da Cruz n. 10.
Vende-se, na rua do Crespo, loja n. I,
ao p do arco de Santo Antonio, casticacs
erateados do gosto o mais moderno, sendo
os grandes a 4,000 rs. e os pequeuos a 3,500
rs., prximamente chegados de Lisboa : a
elles antes que se acabem.
Instrumentos do msica,
como sejam : zabumbas, caixas de guerra,
arcos decampas, pratos, pandeiros, baixos
de harmona, trombones, clarina de chaves
e lisos, cornetas do chaves esem ellas, ci-
rmelas, requintas, flautas, pfanos, etc.:
vendem-se na rua da Cruz n. 10.
Vendem-se 4 lindos moleques de 8 a
18 annos; 8 pretos de 20 a 25 annos, sendo
2 peritos sapateiros e 1 oleiro ; 2 pardos de
18 a 25 annos, tendo um bons principios de
carpna ; 3 pardas de 16 a 20 annos com ha-
bilidades ; 5 pretas, sendo algumas com ha-
bilidades e proprias para todo o servico, de
12 a 25 annos : na rua do Collegio n 3.
Venda de um sobrado em Goi-
anna.
Vende-se um sobrado em per-
feito estado, sito na rua do Meio
da cidade de Goianna, por barato
preco a dinheiro : os pretenden tes
di rija 111-se rua da Cruz n. lo.
Chapeos.
Maia Ramos & C, na rua Nova n. 6, aca-
ba de receber vindo de Franca pelo ultimo
navio, ricos chpeos de seda com pluma e
tranc. para meninos e meninas, e podem
afiancarque neste genero he o melhor que
tem vindo a esta cidaJe, os quaes se ven-
dem por prefo commodo.
Com 120,000 rs.
Urna preta muito piopria para o servico
interno de urna casa, por saber bem cozi-
nhar e engommar, coitada na quanlia ci-
ma de 120,000 rs : as Cinco Tontas, ven-
da n. 141, larga do Terco.
Na ruada Cruz, casa de Kalkmann Ir-
mSos, vende-se muilo boa tinta em oleoj
por barato preco.
A sorle grande.
Vcndem-se netos bilhetes da
lotera deN. S. do Livramento,
cujas roJas andam nodia 31 do
coi rente, a 5,5oo rs. : no pateo do
Collegio, casado Livro A/ul.
Vende-se um muleque crioulode bons
costumes, a vista do comprador se dir o
motivo porque se vende : na rua da Praia
numero 2.
Attcnco.
h- Na rua da Cadeia do Itecifc n. 50, vendem-
se pessas de bretanha de 6 varas, a 2,880 rs.;
chitas de coberla muilo finase fixa 2-20 rs.
o covado ; chita frrnceza, a 300 rs. ; cortes
de cambraia de seda, a 8,000; e de cambraia
de algodSo de cr, a 2,400 rs. ; chapeos
irancezes de mafa, a 6,600 rs.; ditos de sol
de seda, a 5,000 is.; cortes de fuslSo para
eollete, a 1,000 rs. ; esguiSo muito superior,
a 1,800 rs. a vara ; fuslSo branco, a 300 rs.;
lencos do cassa amarella, a 2,200 rs. a du-
zia ; ditos francezes, a 2 880 rs. ; ditos de
cambraia para mSo, a 3,200 rs. ditos de se-
da a 1,000 rs. 1,600 rs. um ; ditos de cam-
braia de linliu, a 6,400 rs. a duzia ; luvas de
pelica para seniora, a 320 rs. o par ; man-
tas de seda para Jila, a 8,000 rs. 9,000 rs.
e| 10,000rs. muilo superiores; merm o
mais superior que ha, a 5,Ono rs. o covado,-
a oulras muitas fazendas que vista se
mostrarSo.
Vende-se a taberna do becco do Mon-
leiro n. 6, no lenle, propria para qualquer
principiante, por ter uncos futidos e estar
bein afreguezada, ou mesmo a armacSo
com os periences, independeule dos geue-
i os : a iiatar na mesma, ou na rua do Viga-
rio n. it.
Cliemgucm a pechincha.
Vendem-se superiores tinglas de por-
co do serlao a 320 rs. a libra e uuiros mais
objeelos, ludo por commodo prego: nos
quatro cantos da liua Vista, esquina de S.
i,oncailo, venda n. i. Na mesma precisa-se
de um menino para caixeiro, leudo alguma
pralica, sendo portuguez ou Brasileiro, e
prestando llanca a sua coudncla.
Aos 5:ooo,ooo iis.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento, que corre impreleri-
velmeute no lim do con ente mez : na pra-
cinha do I mmenlo n. 67, loja de Jos
Martins da Cruz.
Vende-se superior potassa,
muito nova, chegada na escuna
Galante Maa do Rio de Janei-
ro, por preco muito commodo : do
armazem de Dias Ferreir, no
caes dd Allandega, ou a tratar com
Novaesck Companhia, na rua do
Trapiche n. 34-
Vende-se um sellim de senhora, novo
e bom, com pertences : na rua Formosa na
quarta casa terrea.
Velas de cera do Rio de Janeiro.
cimento, em caixas : no armazem
de Dias Ferreira, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com Novaes
& Companhia, na rua do Trapi-
che n. 34'
Vende-se urna casa de taipa, com mu-
tos commodos e em um dos melhoros luga-
res para ter qualquer negocio, na matriz da
Varsea : os pretenderes dirijam-se rua do
Queimado n. 53.
Vendem-se arado.i america-
nos dos modelos mais approvados.-
na rua do Trapiche n. 8.
Vende-se fumo em folha pa-
ra capa e milo de charutos, por
preco muito commodo, assim como
saccas com farinha de mandioca :
trata-se nos armazens de Gouva
& Dias e Dias Ferreira, no caes
da Alandega, ou com Novaes &
Companhia, na rui do Trapiche
numero .Vi
Vende-se urna casa na estrada da Ca-
punga n. 14. em chJos proprios, perto do
rio de Capibaribe, de pedra e cal, com 30
palmos de frente,4 quartos, soiSo, cuzinha
fura, grande quintal, eoxeira para 3 cava I-
los, mais 1 quarto para escravos, lodo mu-
rado de pedra e cal, com alguna arvorodos
e porISo de ferro : a tratar na mesma casa,
ou no becco da Lingoeta, com Manoel Gon-
Clves l'ereira, n. 8.
Na rua das Cruzes n. 28, segundo an-
dar, vende-se urna serafina com 4oitavase
meia, propria para igreja ou sallOes, e um
relogo de ouro palele susso.
fgido.
Na noite de 11 para i a do
passado ausentou-se o es- |
a cravo Agostinho, pardo a- ,|
S caboclado, cabellos pretos e *
H lisos, ps grandes com os de* *!
h dos grandes grossos e camba- i
| dos para dc-ntre ; be filho do s
H serlao, muito lallador e fo- m
- ta: roga-se as autoridades
| policiaes, capitSes de eam-
H po, assim como a toda e
g qnalquer pessoa qne o en-
| conlrar, de prende-lo e con-
gt duzi-lo a seu senhor Ben-
to Jos Taveira, na rua da
I Cruz n. ao, que nSo s paga- .
9 r todas as despezas, como j
offerece urna generosa re- J
g compensa a quem o trouxer. S
Fugio, no dia 1."de dezembro de 1850,
o escravo Luiz Pcreira, pardo, estatura or-
dinaria, cor macilenta, cabellos pouco ca-
rapinhadns e alejado deum dedo de urna
das mitos ; tem o dedo mnimo deum dos
ps ligado a o oulro, aspecto pouco agrada-
vel, canhto, de 30 annos ecom offlcio de
sapaleiro: d-se 100,000 rs. a quem o levar
ao engenho Carana, freguezia de Santo
Amaro de JaboatSo, ou rua da Cruz n. 46,
primeiro andar.
~ Fugio, no dia 16 do mez prximo pas-
sado, do engenho (Inca, freguezia de Una,
um casal de escravos, de nome llaimundo e
Mara, tendo o primeiro 35 annos pouco
maisou menos, acaboclado, cabellos caixa-
dos, cara larga, com falla de denles na fren-
te, baixo, cheio do corpo, pernas um tanto
arqueadas e grossas. Este escravo ja foi da
cidade de Sobral, o qual foi vindo pelo Sr,
Manoel Concalves da Silva a Ignacio Ferrei-
ra de Mello : Mara de 25 a 30 annos, de na-
Cflo Aligla, muito ladina, baixa, corpo re-
gular e ps pequeos ; tem na testa alguna
cabellos brancos. Iloga-se, pois, a todas as
autoridades policiaes e capitSes de campo,
assim como a toda e qualquer pessoa que os
ditos pegaren), levos a seu senhor, mora-
dor no dito engenho cima, ou nesla praca
a Manoel Antonio de Santiago l.essa, mora-
dor na rua Formosa, que se recompen-
sar.
Escravos fgidos.
Nodia 24 de junho do anno prximo
passado fugio do Jardm Botnico, na cida-
de deOlinda, um preto do ganlio, de aome
Paulo, de 25 annos pouco mais ou menos,
baixo, sem barba, com deleito eui um bra-
co, que o maneja com pouca destreza ; ha
bem ladino ecostuma embragar-se : quem
dellesouber, pode dirigir-ae ao lugar su-
pra dito, que sera recompensado com ge*
nerosidade.
Fugio, na noite de 16 do corrale, urna
prela da Costa, denote Anna Hita, moca,
baixa, cor fula, sobr'olhos carnudos; lem
apparecido nos bairros de S. Jos e Boa
Vista ; levou vestido de chita preta e panno
da Costa j usado ; tem calotnbos pelas cos-
tas, signaes de sua trra : quem a condu-
zir rua de Apollo n. 27, ser recompen-
sado.
100,000 ris.
Fugio de bordo do brigue nacio-
nal Sem Param escravo crioulo,
de nome Euzebio, representa ter
i/i annos, alto ; levou cales, carni-
za e bonet azues; consta que elle
anda pelas immediacoes de Clin-
da, intitula-se forro e he condeci-
do pelo nome de Euzebio Jos l'e-
rena ; roga-se as autoridades po-
liciaes e capitaes de campo de o pe-
garen) e levar rua do Trapiche*
casa de Novaes & Companhia n.
34> que gratificar*
-.--: *> : :WIMa|||lliWlil|IP
U mulatinho Agostinho
9
11
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muito bom sor- ES JE53315E


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