Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06303


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Full Text
Anno XXVI1
Quinta-feira 23
'.
PARTIDAS DOS COIYUEIOS.
GolaDDa e Parahlba, s secundas e sextas feiras.
RIo-Grandc-do-Norte, todas as quintas fciras ao
melo-dia.
Cabo, Serlnhein, Rlo-Formoso, Porto-CalTO e
Macelo, nol.'.a 11 e 21 de cada uici.
Garaobuos e ttouito, a 8 e 23.
Boa-Visiae Florea, a 13 e 28.
Victoria, i quintas feiras.
Olinda, todos os dia.
raiMCAlDES.
'Nova, a 2, as 8 e 24 m. dal m.
d...... .. iCresc. a l," as 2 b. e 2 m. da t.
P.U.ES di n.0eUi a I7> ag2 b. e 33 ra. da t.
VMiog. a 24, s 5 b. 57 m. da di,
niAIMB DE HOJE.
I'rimeira slO horas e mnalos6 da manhaa.
Segunda s l boras e 30 minutos da tarde.
de Janeiro de 1851.
DAS DA SEMANA.
[20 Seg. S. Scbastio Aud. do J. dos O'f. e in, da 1.
i 21 Tere. S. Iguez Aud. da Chano, do J. da se-
gunda vara do c. e dos feitoa da hienda.
1 22 guar. S. Vicente. Aud. do J. da 2. vara.
123 Quint. 3. O Desposorio) de N. S. Aud. do J.
dos nif. e do m. da primeira vara.
fb-eooda subohipco. 24 Sest. S. Tbeiuoteo Aud.do J. da 1. v. do civel ,
Por tres meies /adiantados) 4/000 e dos feilos da fasenda.
Por seis metes 8*000 23 Sab. S. Anaois. Aud. da Ch. c do J. da 2. vara
l'oruiuaiiuu 15/000 do civel.
i 2G I>iuii. S. Policarpo.
N. 18,

CAMBIO DE 2> DE JAWEIHO.
Sobre Londres, a 30 d. p. 1/000 rs. 60 das.
Pars, 320 por IV.
Lisboa, 85 a 90
Ouro. Oncas hespanholas.....29/000 a
Moedas de 6/400 vcllias. 16/000 a
de 6/400 novas 16/000 a
, de4l000....... WR*
Prata.Pataces brasilclros.... l/^0 a
Pesos columnarios..... 'San*
Ditos mexicanos........ 1/680 a
29/500
16j200
lbO0
/IIWI
1/1140
1/U40
1/700
PARTE CFFfCIAL.
i

MINISTERIO DA FAZENDA-
DECRETO K. 737 DE 25 DE HOVEMinO DE 1850.
V ter mina a crtlem do futi no proceiso com-
mercial. ,
Il-'i por bein, usando da attribnico que
me cerniere o arl, 27, titulo nico, do cdi-
go commercial, decretar o segu ole :
PARTE PRIMEIRA.
Do processo commercial.
TITULO I.
Du juizo commercial.
* CAPI1UL0 I.
Da legislando commercial.
Art. I, Todo o tribunal ou juiz que co-
nhecer dos negocios e causss commerciaea,
lodo o arbitro ou srbitrsdor, experto ou
perito que tiver de decidir sobre objectos,
actos ou obnguctVs commerciaes, he obli-
gado i fazer applk-acSo da legislacSo com-
merrisl ios casos occonentes (Art. 21, tit.
nico, do cdigo commercial.)
Art. 9. Constituem legislacSo commer-
cial o cdigo do commercio, e subsidiaria-
mente os usos commercises ( srt. 291 cdi-
go) e as leis civis. (Arts. 121, 291 e 428 c-
digo )
Os usos commerciaes preferem s leis ci-
vis mente nss quesles sociaes (art. 291)
e casos exiressos no cdigo.
Art. 3. As leis a usos commerciaes dos
paizes eslrangeiros regulsm :
I. As quesles sobre o estado e idsde
dos eslrangeiros res'denles no imperio,
uusnlu pscidsde para contratar, nSo
sendo os mesmos eslrangeiros commerci-
antes matriculados na furnia do arl. 4 do
cdigo commercial. Todava os contratos
nSo serio nullos provando-se que verle-.
rao eni utilidade du estrangeiro.
2 A forma dos contratos ajustados em
paz estrangeiro (arts. 301, 424 e 633 cdi-
go; salvo os casos exceptuados no mesmo
cdigo (aitigo C28 cdigo), e os contratos
exequiveis no imperio, sendo celebrados
por Erasileiros nos lugares em que bouver
consol hrasileiro. -
Arl. 4. Os contratos commerciaes (justa-
dos em pslz estrangeiro, mas exequiveis do
imperio, serBo regulados e julgados pela
legislacSo commercial do Brasil.
Ait. 5. i'r. .suini-ui-.se coutrabidas confor-
me a legisIscSo do Brasil ss dividas eulre
Brasileirus em paiz estrangeiro.
(.Mil II.O II.
Dot Inbunues e juizes.
Art. 6. As altribuices conferidas pelo c-
digo sos juizes de direito do commercio, e
conhecimenlo das causss commerciaes em
primeira instancia, competen! aos juizes
municipses ou do civel, onde os bouver.
(Art. 17, til. nico cdigo.,)
Art. 7. As relares do districto sOo tri-
bunses de segunda e ultima instancia nss
causas commerciaes, e Ibes cq/npele :
t. O conhecimenlo por appellacSo das
causas commerciaes, cujo valor exceder de
duzeotos mil ris. ( Art. 26, titulo nico
cdigo.)
S 2.0 conhecimento da appellacSo inter-
pola das seutencas do tribunal do com-
mercio nos casos dos artigos851, 860 e 906
cdigo.
Artl 8. Nos lu ares em que as relceos ex-
ei cen as stlribuices de tribunal do com-
mercio (art. 1 a tit. nico oodigo) nSo podem
inlervir no julgsmento da appellac^o os
desembsrgadores que fizerem parle da sec-
(3o que substilue o tribunal do com-nercio.
Art. 9. A jurisdiccSo dos tribunaes e jui-
zes do commercio, salvo o caso da recon-
venci (srt 109,) lie restricta e improro-
gavel.
CAPITULO ill.
Da juritdicc&o commercial em raso das pes-
ios e do actos.
Arl. 10 Competem jurisdiccSo com-
mercial todss ss causas que derivarem de
direitos e obrigscOes sujeitas as disposi-
ces do cdigo commercial, comanlo que
urna das partes seja con* merci ante. (Arl.
18, tit. nico cdigo.)
Art. II. NSo basta para determinara com-
petencia da jurisdiccSo commercial quo
ambas as parles ou alguma deltas seja com-
merciante, mas he essencial que a divida
seja tambem commercial: oulrosim nSo
basta que a divida seja commercial, mas he
esencial que ambas ou urna das partes seja
commerciante, salvos os casos e exceptes
do art. 20.
Art. 12. A parle dSo comsiercianle be su-
jeita a jurisdiccSo commercial, ou iuler-
viesse no cuntalo, ou seja licrJeiro, suc-
cessor, cessionaiio, subrogado, possuidor
de mulos e papis de crdito commeiciaes
(arts. 277 e 387 cdigo), possuidor de bens
por petihor uu hypolheca obngados a divi-
das ctaimerciaos (aris. i65 e 289 cdigo,)
possuidor de beiis alienados em frauJede
dividas commerciaes (arl. 828 cdigo,), ven-
dedor no caso de eviccSu. (Arl. 215 cdigo.)
Arl. 13 As queslOes de bens de raiz,
rom excepto daquellas que occorrerem
as execucOes, ou derivarem de hypulhecas
commerciaes (arl. 269 cdigo,) ou uo direito
ds rescjsSo, que o art. 828 coufere ao cre-
dor commerciante, n3o perteneci ao juizo
commercial. (Art. 191 cdigo, 19 3* ululo
nico cdigo.)
Art. 14. Competem tambem a junsdicc3o
commercial em raaSo das pessoas e dos
acios: ,
$ |. As queslOes sobre ajustes, soldadas,
direitos, obngacOe* e respousabilidade
dos ofliciaes da iripulaio e genio do mar.
2. As quesles de ajuste, salarios, di-
re Tos, obriga(0es, responsabilidade dos
agente* auxiliares do commercio, salva a
jurisdiccSo admintistrictiva do tribunal do
commercio.
3. Os actos de commercio prstiesdos
por eslrangeiros residentes no Brasil. (Art.
30 cdigo)
Art. 15. Os commerciantes ou sBo matri-
culados ou nSo (*rt. 909 cdigo), mas s aos
matriculados competem as prerogaliva e
proteccSo qua o cdigo liberalisa a favor do
commercio. (Arta. 4, 21 e seguintes, 310 e
908 cdigo)
Art. 16. Na arrecadacSo, administracSo e
dislribuigBo dos bens dos negociantes que
nSo forem matriculados nos casos de fal-
lencia se guardar no juizo commercial
quanto se aclia determinado pelo cdigo
para as quebrssdos commerciantes, na par-
le que for applieavel. (Art. 909 cdigo.)
Art. 17. Suscitando-se questBo no juizo
commercial sobre a profissBo habitual do
commerciante matriculado (art. 4 cdigo),
sera conlestscSo decidida vista de ai-
teslados do tribunal do commercio sb in-
formacBo da praca, e contra esse attestado
he inadmissivel qualquer trova ou contes-
IMlo.
Art. 18. Contestando-se a qualidade do
commerciante nSo matriculado, ser a
conlestacBo decidida conforme as regras
geraes da prova.
Art. 19. Considera-se mercanca :
1. A compra e venda ou truca de effei-
tos movis ou semoventes para os vender
por grosso ou a reUlbo, na mesma especie
ou manufacturados, ou para alugar o seu
uso.
2. As opera res de cambio, hanco e cor-
reiagem.
3. As emprezas de fabricas, de commis-
o.-s, de dopusilos, de expedifSo, consig-
nacio e transporte de mercaderas, de es-
pectculos pblicos.
4. Os seguros, l'relarr culos, risco, e
quaesquer contratos relativos so commer-
cio martimo.
S 5. A armaefio e expedic&o de navios.
CAPITULO IV.
Da jurisdiccio commercial em raso smen-
te dos actos.
Art. 20. Serrn tambem jnlgados cm con-
formidade das dispnslcrs do cdigo, e pela
meyma forma de processo, anda que nSo
iniervoiiiiH pessna commercianie:
I. As quesles entre particulares sobre
ttulos de divida publica e outros quaes-
quer papis de crdito do governo. (Art. 19,
I. titulo nico cdigo.)
2. As quesles de companhias e socie-
dedes, (qualquer que seja a sua naturesa e
objecto. (Art. 19, 2, Ululo nico cdigo.)
3. As quesles que derivarem de con-
tratos de locaeSo cninprehenddos na dispo-
sicSo do titulo 10 parlo primeira do coJigo,
<-(im excepefto smente das que forem rela-
tivas locacSo de predios rsticos e urba-
nos. (Arl 19, 3, titulo nico cdigo )
4. As quesles relativas a letras de
cambio e de Ierra, seguros, risco e frea-
mentos.
CAPITULO V.
Dajtiridisco voluntaria e administrativa dos
juizes de direito do commercio.
-Art. 21. Aos juizes de direito do com-
mercio (art. 6." ) competem sem recurso
as altribuices seguintes:
1. Presidir numcacBn d > novo caixa
ou gerente das sociedades commerciaes no
caso de. que trata o art. 309 do cdigo.
* 2. Presidir nomeacBo da administra-
(So commercial quando algum negociante
que nao tenha socios, ou mesrroalguem que
nao seja commerciante, falleba sem testa-
mento ii' ni l rlenos presentes, e tenha
redorescomineiciantes. (Art. 3iodo cdi-
go.)
A a Iministracao que os ero.lores com-
merciantes podem requerer e nomear no
caso deste paragraplio smenlo tem logar;
N. 1. Quando oSo ha testamento ;
N. 2. Quando os berdeiros ausentes nSo
teem procurador ;
N. 3. Sendo os credores commerciantes
matriculados ;
N. 4. Sendo [a divida commercial cor-
respondente i melade dentados os crditos
liquida e constante de ttulos aulhenticos.
l) soques tro compele ao juizo de ausen-
tes, cuja juridiccS" cessar logo qua se ve-
rificaren) os requisitos mencionados.
3. Processar e julgar a justificante que
ocapitSo do navio de e fazer para lomar
dintieiro a risco e vender meresdoria da
carga. ( 515 e 516 cdigo.)
4. Nomear depositario para receber
os gneros, e pagar os fretes devidos quan-
do est ausente o consignatario, ou se nSo
apresentar o portador do conbecimento
ordem. ( Artigo 528 cdigo.)
5. Providenciar no caso de maufragio
soDre a salvacSo da gente, navio e carga,
e proceder ao inventario, guarda, ou venda
dos objectos salvados no caso defaltsr o ca-
pil ou nSo apparecer o dono, consignata-
rio ou alguem por elles. ( 732 cdigo. )
6, Autorisara descarga do navio arri-
bado. (746 cudico. 1
7. Abrir, encerrar, numerare rubricar
os 11 vi os de apontamentos e protestos de
letras. (408 e 410 cdigo.)
8. Proceder aos exames, diligencias,
arbitramentose vestorias no caso de averias
grossas, e dar providencias sobre os ell'eitos
avariados. I 772 e seguintes cdigo,)
9. Convocar e ouvir os credores sobre
a moratoria. (899 e 900 cdigo.)
Art. 22. Aos mesmos juizes competem
as provincias em que houver tribunal do
commercio, e nos termos que licarem longe
ou lora da residencia delle, as altribuices
dos arts. 87, 347 o 463 cdigo, e todas as
diligencias quo os mesmos tribunaes Ihes
incumbirem.
TITULO II.
Da ordem do juizo.
CAPITULO I.
Da conciliaedo.
Art. 23. Nenhoma causa commercial se-
r proposta em juizo contencioso sem que
previamente se tenha tentado o meio da
conciliacSo, ou por acto judicial, ou por
compsrecimeoto voluntario das parles. Kx-
cepluam-se:
1. As cansas procedentes de papis de
crdito commerciaes que se acharem en-
lossados. ( Art. 23 do titulo nico c-
digo. )
As causas em que as partes nSo po-
dem transigir ( citado, art. 23 ), cmo os
curadores flscaes dns fallidos durante o pro-
cesso da declaracSo da quebra ( art. 838
cdigo ), os administradores dns negocian-
tes fallidos arts. 309 e 310 cdigo), os pro-
curadores pblicos, tutores, curadores e
testa menteiros.
3. Os artos de declarado da'quebra.
Cit. art. 23 J
4. As causas arbitraos, as de simples
oflicio do juiz, ss execuceg, comprehen-
didrs as preferencias e embargos de terrei-
ro ; e em geral so he necessaria a conclia-
C.Bo para a accSo principal, e uo para as
preparatorios ou incidentes. ( Tit. 7." )
Art. 24. Pode intentar-so a conciliario
perante qualquer juiz de psz onde o reo fr
encontrado, anda que nSo seja a freguezia
do seu domicilio.
Arl. 25. Pode tambem o reo sor chama-
do por edictos para a concilacSo nos ca-
sos do art. 53, 1.*, e nos termos do arti-
go 45.
Art. 26. Quer no juizo do domicilio do
reo, quer no caso do art. 24 poder o autor
chamar o reo concilacSo, e nella pode-
rte comparecer as parles, por procurador
com poderes especiaos para transigir no
juizo conciliatorio.
Art. 27 A petiefo para a conciliario de-
ve conter os nomes, pronomes, morada dos
que ctame s3o citados : a exposicBosnc-
cinta do objecto da concilacSo, ea dicla-
racSn da audiencia para quo se requer a ci-
lacBo ; podendo esla ser feta para compa-
recer no mesmo dia s em caso de urgen-
cia e por despacho express > do juiz.
Art. 28. Mas demandas contra socieda-
des ou compsnhias coniniex-iaes ser cha-
mada concilacSo a pesaos que adminis-
tra ; e sendo niais de um os gerentes
ou administradores, bastar cliamsr um
delles.
Ait. 29. Nss quesles respectivas a es- guerra
taliL'l. crnenlos commerciaes, ou a fabricas 2. Que os odelos sejam afllxados nos
administradas por feiloreg ou proposlos.i lugares pblicos, e publicados pelos jornaes
otile os houver, certificando o ofllcial no
sem elle, se assim o convencionarem as
partes.
Art. 38. A eitaeao para a concilacSo, ou
o comparecimento voluntario das partes
na audiencia do juiz de paz f art. 36 }, in-
terrompe a prescripc.lo ( art. 453 n. 2. c-
digo ), e consiitue desde logo n devednr em
mora ( arl. 138 cdigo ), comanlo que a ac-
pSo seja proposta al um mea depois do
da em que se nSo verificou a concili.cao.
CAPITULO II.
Da citiicdo.
Art. 39. A citacSo para as causas com-
merciaes pote ser feta por despacho ou
mandado do juiz, por precatoria, por edic-
tos, ou com hora certa.
Art. 40. Para a oitirao requer-se :
1. Que o ofJTicial da diligencia leia
oropria pessoa que vai citar o requerimen-
tn da parle como despacho do juiz, ou o
mandado por esle assignado, dando-llie
contra-f, anda que esta nSo seja pedida.
2. Que na f da cilc3 Que passsr no
requerimenlo ou mandado declare se deu
contra-f, e bem asim se a parle citada re-
ceheu, ou nSo quz receber. .
Art. 41. A citac-lo subtende-se feila para
a audiencia seguinte, nutre i para o mesmo
lia da rilaran ; e para o lugar docoslume,
se oulro nflo fr designado.
Art. 42. A citacSo ser feta por despa-
cho, quando fr dentro da criado, villa, ou
seos arrebaldes : e por mandado quando
fr dentro do termo,
Arl. 43. O mandado deve conter :
1. Os nomes, pronomes, morada do au-
tor e do reo.
2 O lim da citadBo com todas as espe-
cilicaces que a peticBo conliver.
s 4. O da, hora e lugar do compareci-
mento, se mo fr para a audiencia.
. 5. A rubrica do juiz e subscrpcSo do
escrivBo.
Art. 41. A precalo'ia deve conter :
I. Onome d juiz deprecado antepos-
lo ao do deprecante, excepto se aquelle
fr inferior a este, esujeilo sua juris-
dicte.
S 2. O logar don le se expede, c para on-
de lie expedida.
3. A peticBo e despacho verbo ai-
rerbum :
4. Os termos rogatorios doeslylo, e
convenientes autoridade a que se de-
preca.
Art. 45. Para a'cllacSo edtal requer-se :
1. Que se jusllique a incerteza ou au-
diencia da pessoa que ha de ser citada, a-
chando-se em parle incerta ou lugar nSo
sabido.ou inacressivel por causa de peste ou
oos termos dos arts. 74 c 75 do cdigo com-
mercial, pdenlo estos ser chamados con-
cilacSo pelos actos que como taes tiverem
platicado.
Art. 30. A citacSo para a concilacSo po-
de tambem ser feta com hora certa, na tur-
ma do art. 46
Art. 31. Justificando o reo doenca ou
impedimento, poder ojuiz marcar-lhe um
prazo rasoavel para comparecer pessoal-
mente independente de nova citacSo : e na
falla de seu comparecimento pessoal nessa
audiencia, bem como em geral nos casos
do revelln a citacSo do juiz de pay.se ha ve-
ril o ss partes por uo conciliarias, e ser o
reo condemnado as cusas.
Art. 32- NSo comparecendo o autor na
audiencia para que fez citar o reo, ficara
circumducata citacSo, sendo condemnado
as costas; e nSo poder ser de novo o
reo citado sem as havero autor pago ou de-
positado com citacSo do reo para as le-
vantar.
Art. 33. Comparecendo as partes por si
ou seus procuradores ( art. 26 ), lida a pe-
ticSo, poderBo discutir verbalmente a ques-
13o, dar explicaces e provss, e fazer rec-
procamente as propostas que Ihesconver.
Ouvida a eiposicSo, procurar o juiz cha-
maras parles a um accordo, esclarecendo-
as sobre seus interesses e inconvenientes de
demandas injustas.
Art. 34.' Verificada a conciliacilo, de lu-
do lavrar o escrivSo no respectivo proto-
colo termo circunstanciado, que ser assig-
nado pelo juiz e parles, dando as cortides
que lhe forem requeridas,independentes de
despacho do juiz, a nSo seren requeridas
por terceiras pessoas.
Estas certidfles lerSo execucio nos ter-
mos do decreto de 20 de selembro de 1829.
Art. 35. Se as partes se nao coociliarem,
ou nos cssos de revellia (arU 31 ),-far o es-
crivSo urna simples declaracSo no reque-
rin.ento, para constar no juizo contencio-
so, lancando-se no protocolo para se da-
rem ascerlides quando sejam requeridas.
PoderSo logo ser as partes ah citadas para
o juizo compleme, que ser dosignado,
assim como a audiencia do comparecimen-
to, e o escrivSo dar promptamente as cer-
tdes.
Art. 36. Independente de citacSo pode-
r8o as partes interessadas em negocio com-
mercial apresenlar-se voluntariamente na
audiencia de qualquer juiz de paz, para tra-
tsrem da concilacSo, seudo o seu processo
e elTeitos os mesmos determinados nos arls.
33, 31 e 35.
Art. 37. No acto conciliatorio poderBo
as partes sujeitar-se decisSo do mesmo
juiz conciliador; e ueste caso o termo por
ellas assignado e pelo juiz tora a torga de
compromisso
O juiz como arbitro dsr sobre elle sen-
tenca, que depois de homologada, ser pelo
juiz competente executada, com recurso ou
primeiro caso, e junlsndo-se no segundo
aos respeciivos autos 0 jornal ou publica
forma do hiiiiuiico :
3. Que os prazos dos editaes sejam
marcadus pelo juiz, sendo de trinta dias
quando o roo se adiar em lugar absoluta-
ment nSo sabido, oc um prazo rasoa-
vel conforme distancia, se elle se adiar
dentro oo fra do imperio, mas em jursd-
1,'ao un' o l,r
Arl. 46. Para a citacSo com hora certa
rqquer-se:
1. Que a pessoa que tem de ser citada,
lendo sido procurada por tres vezes, se oc-
culto para evitar a citacSo, dedarando-o
assim na f quo passar o ufficial da dili-
gencia :
2 Que a hora certa para a citagSo se-
ja marcada pelo offlcial para o dia til m-
mrdialo, po novo despicho :
3. Que a hora certa seja intimada pes-
soa da familia, ou da vizinhanca n3o ha-
vendo familia, ou nao sendo encontrada
pessoa capaz de recebera cilacSo :
5 4. Que pessoa assim intimada seja
entregue contra-f com a copia da petc3o,
do despacho do juiz, da f de tor sido a par-
te devidamente procurada, e da hora desig-
nada para a i-iucao :
j 5. Que o ofllcial v levantar a hora cer-
ta, ante encontrando a parte passe de lu-
do a competente f, dando se por feita a ci-
tacSo.
Art. 47. A citacSo pessoal s he necessa-
ria no principio da causa e da execucSo
( art. 24 do titulo nico ). citando-se tam-
bem a mulher do -o ou do executado, se a
questSo versar sobre bens de raiz.
Arl. 48. Acliaulo-se o reo fra do lugar
onde a obrigacSo foi conlrahida, poders
ser feita a primeira citacSo na pessoa de
seus mandatarios, administradores, feito-
res ou gerentes, nos casos em que a accBo
derivar de actos praticados pelos mesmos
mandatarios, administradores, feitores ou
gerentes. O mesmo lera lugar a resuello
das obrigaces conliahidas pelos capilfles
ou me.-tres de navios, cunignatarius e so-
brecargas, nSo se echando presente o prin-
cipal deveJor ou obrigado ( arl. 25 do Ululo
nico.)
Art. 49. A citacSo com ora certa he
subsidiaria da citacBo pessoal, quando esla
se nao pode fazer porseoceultar a pessua
que tem de ser citada, ou seja o to, ou
qualquer dos mandatarios e proposlos de
que trata o ai ligo antecedente.
Art, 50 A citacSo por precatoria tem lu-
gar quando a parte que lem de ser citada
geacha cin juriadico l >eia ao juiz, peran-
te o qual lem de responder.
Art. 51. Cumprida a precatoria pelo juiz
deprecado, mandar este citar a parle por
mandado nos termos do arl, 43, e com hora
certa nos do art. 46.
Art. 52. Oppondo a parte citada embar-
gos precatoria, serSo estes remedidos ao
juiz dep'recante para delletconhecer, salvo
se concluirem evidentemente a incompe-
tencia do juiz deprecante.
Art. 54. A citacSo por edictos tem
lugar:
1. Quando for incerlo ou Inacessivel por
causa de peste ou guerra o logar em que se
adiar o anseate que lem de ser citado ( art.
asi.
^ i. Quando for lacerta a pessoa que tem de
ser citada ;
3. Quando deverem ser citados os inters-
sailos na avaria grossa ( art. 772 cdigo,) nao
sendo condecidos os seus procuradores :
4. Para a Inllmacao de protesto judicial ao
devednr ausente de que se nao liver noticia
( art. 452 n. 3, endig).
5. Em geral, quando forem desconhecidos
os interessadas em qualquer acto ou diligencia
judicial, quesrja necessurio intimar as partes.
Art. 54. Passadoo irru" marcado nosedilaes
com ceriido do omcial, he havida a parle por
citada, e Horneando o Juii curador ao ausente,
com elle correr o feito os seus devidos termos.
Art- 55. No caso de ser feita a citacao com
hora certa, ser admiltido o procurador que se
apresentar vofiularirinente para responder a
arcan, com procuracao bastante anterior c es-
pecial, e com elle correr a causa.
Art. 56. O artigo 47 nao coinprehende o caso
de haver procurador bastante, especial ou ge.
ral, para receber e propor aeces durante a
ausencia de seu consumile, seudo porein ne-
cessaria a citaco da mulher do reo ou do exe-
cutado, se versara queslo sobre beos de
rali, e no houver procura(o eipecial della.
Art. 57, Accusad* a primeira citacao em au-
diencia, se nao comparecer a parte citada por
si ou por seu procurador, seguir a causa a .m
revelia al afinal ; mas em lodo o caso compa-
recendo a parle laucada ser admillido a pro-
seguir no fcilo nos termos em que esle se
tenar.
Arl. 58. Nao comparecendo o autor por si
ou por seu procurador para faier aecusar a
citacao. ficar esta circuinducla, sendo o reo
absolvido da instancia ; e nao sernovamente
citado sem que o autor mostr haver pago ou
depositado as cusas em julio.
Art. 59. A citacao uncial da causa torna a
i mi-1 litigiosa, neto/ a htispendeucia, previ-
ne a jurisdiccio, salta sendo nulla ou circum-
riucta a citacao ; interrumpe a prescripeo. e
consiitue cm mora o deredor nas causas em
pie nao he necessaria a couciliaco, ( $ 1.
2., 3." e 4." do art. 23. )
( Confinuar-se-Aa. )
GOVEUNU DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 20 DE JANEIRO
DE 1851.
Oflicio.-- Ao Exm presidente das Ala-
gas aecusando recebido o oflicio de 8 do
crrente, e bem assim as copias a que elle
se refere, e recommendando a expedi(So
de suas ordens para que o engenheirn Chris-
liano Pereira de Azeredo Coulmho, lugo
que conclua a demarcacSo da colonia man-
dada levantar pelo governo imperial a-
fuella povincia, venha demarcar a desta.
Dito.-- Ao juiz relator da junta de justica
remetiendo, para depois de visto ser apre-
entado em sessSo da mesma junta o pro-
cesso verbal feito ao soldado do corno (ixo
lo Cear Manuel da Costa Theto.
Dilo. --A pagadoria militar inteirando-a
le haver o soldado do segundo batalhSo da
cacadores Dionisio Pereira da Silva, depois
de finalisarlo o seu lempo de servico con-
tratado, nos termos do deerpto e regula-
innit i de 18 lo novembro de 1848 e do av so
le 30 de outuhro do anno prximo passado,
para continuar no mesmo servico, medan-
lo a gralilicacSo de 280,000 rs. que lhe ser
paga pela forma j eslabelecida. Intelli-
genciou se ao commando das armas.
Dilo. Ao coronel chefe de legtSo da
guarda nacional do PSo-d'Alho, dizeudo que
para poJer nomear os conselhos de qualill-
eae.ni da iiiesina guarda nacional faz-so
necessario que remella com brevidade a
proposta dos ofliciaes que deven com por
os ditos consolos, conforme foi ordenado
em oflicio de 7 de deiembro ultimo.
Dilo Ao juiz municipal da primeira va-
ra desta cidade para que mande passar guia
Firmino Pereira da C isla que tem de se-
guir no patacho l'irapama, para a ilha de
Kernando, am de cumprir all sua senten-
, devendo manda-lo apresentar ao res-
iieclivo commandante. -- Neate sentido of-
ficiou-se ao commandante do referido pa-
tacho.
Dito. A thesooraria da fazenda provin-
cial para mandar examinar e pagar ao car-
cereiro da cadeia do Cabo, KstevSo dos Ao-
jos da Porciuncula aconta, que remelle,
\t importancia de 22.440 rs. da despeza fei-
ta com os presos pobre de justic da mes-
ma cadeia desde o 1.* de outubro at 31 da
lezembro do anno prximo passado. -Com-
tnunicou-se ao chefd de polica.
Dito. A cmara muuicipa1 desta cida-
de, dizendo qoepaia poder resolver acerca
lo ollicio, em qud communica haver Do-
mingos Jos de Santa Anua arrematante
de um lauco do muro do cemilerio, exl-
41 do o pagamento de urna quantia maior
a da preslacSu relativa a segunda parte, al-
legando com certificado do direotor das o-
bras publicas accresetmo de trabalno, faz-
se necessario, que informe se o mencio-
nado pagamento he ou nSo devido.
Portara.- Mandando prem liberdadeos
recrutas Jos Alve e Eufrazio Pereira dos
liis, visto terem apresentado isoures
Commando das armas.
Qaartel do commando das armas na cidade do
lleeife, emXTdejanexrodeiiiX.
OKDEM DO DIA N. 36.
O Illm. br. coronel commandante das ar-
mas, manda irauscrever na presente ordem do
\R ENCONTRADO


?
a
&


da, para que chegue o conhecimento da
uarni(iio, os avisos expedidos pelo ministerio
a guerra, as datas de 23 de dciembro do
anuo rindo, c de 3 de Janeiro do correntc, os
quaes por copia Ihe foram remedidos pelo
tm Sr. presidente desla provincia, este em
offlolo de 15, e a quelle de 16 do andante me*.
Rio de Janeiro, ministerio dos negocios da
guerra em 23 de dezembro de 1850, Illm.
r F.xm. Sr. Comformando-se sua Msgestade
o Imperador coin o parecer do consellio su-
premo militar, eiarado cm consulta sobre a
representacao da contadoria geral da guerra
respeito do disconte que dever soO'rer do
seu sold um olncial do ejercito que estiver
discontando pela quinta parte para ndenua-
jao da l'i/enda publica, entrar para o hospital,
ou em concellio de guerra, casos em que fica
redolido a trelo sold ; houve por bein o mea-
ron Augusto Sr. determinar por sua imediata
c imperial rezoluco de 11 do corrente que
quando se der o caso de algum officlal passar
a perceber somente metade de seu sold por
se achar em uina das dan hypoiheses, he de
equidadese Ihedlacoatai a quinta parte do dito
meio sold para pagamento do que'esliver a
dever a fatenda publica, e nao a quinta parte
-do sold por ioteiro ; devendo porem este dis-
conte ter lugar logo que elle tornar a vencer
o toldo por Inteiro, por haverem cetsado a
quellas circunstancias. O que co' iinunico a
V. Rae. pata seu couhecimento etecuco.
Dos guarde a V. Ele. Manoel Felitardo
de Soma e Mello. Sr. Prezideule da pro-
vincia de Pernambuco. Oumpra-se. l'ala-
cio do geverno de Pernambuco, 15 de Janeiro
de 1851. Souxa Aamot. Comfonne u ullin-
al inaior, Joaqnim Vire Machado Portilla.
a Rio de Janeiro, ministerio dos negocios da
guerra em 3 de Janeiro de 1851. Illm. Ksm.
Sr. Determina sua Magcstade o Imperador,
queV. Exc. mande Nn brevidade inspeccio-
nar de saude oscapelles dos corpos da guar-
nicllo, e fortalezas drssa provincia, remenea-
do a esta secretaria d'estido os termos d'ius-
peccao e as respectivas Ts d'olEcios.
Dos guarde a V. Esc. Manuel Felitardo
ilf Soma e Mello. Sr. Presidente da provin-
cia de Pernambuco. Cuuiprn-se. Palacio do
governo de Pernambuco, 15 de Janeiro de
1951. Souta /tomos. Coniforme o OMici.il
inaior, Joaqnim Pires Machado Paridla.
Antonio Matia labitlo.
^_____6'apilao ajudante deordens.
Cumoumicaclo.
Coiisia-nus que uu da 27 o crrenle,
tem de sor collocada a priineira pedrada
capella du cemjterio publico desta cidade,
e para esse acto lem a cmara municip
feilo os convites necessarios. Queira Dos
que este monomentosepulcliral.a tsnlo lem-
po reclamado pelas necesidades publicas,
e ltimamente emprehendido pelo Enn.
Sr. Carneiro I co, nfi'i tenha inlerrupcSo
em seu progresso, para gloria desla pro-
vincia que sevai assim compondo de for-
ii.....> eslabelecimenlos pblicos. Conti-
ne a camaia municipal na execucSo des-
la obra sb os auspicios do Etm. Sr. Con*
selheiro presidente da provincia, e do cor-
po legislativo provincial que conquistara a
sympatlua geral do povo l'ernaaibucano.
as Baaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal
ALFAitDKGA.
llendimentododia-22.....25:121,075
Descarrrqam hojt 23 de Janeiro.
Galeota l-'unny n>erca lia rea -- Mliaeth laboado.
lliigue l.ady l'alklaad bacalllo'
Brigue-- lllim pipas abatidas,
lliate limen ceblas e queijos.
Ilrigue Teijner vinno, farinlia e azeile
nica t.'iiiuwbui meicadorias.
Barca -- Tkomai Mellors idem.
Ilrigue Ariel i lem.
Escuna -- Caanle Mara fumo e sabilo.
consulado cgiial.
ltiidioieuto do dia 22. .... 3:893,502
Diversas provincias...... 110,842
4:004,344
EXPOUTACAO.
Despachos martimos no dia 22.
Canal, liriguo bremtnse Sauer, de 277 to-
ni dadas : rouduz o seguinle : 3,750 saceos
rom 18,750 arrobas de assuc^r.
Liverpool pelo Aracaty, barca ingleza
Bealrice, de 405 t|2 toneladas : conduz o se-
pilite : 2,020 saceos coni 10,100 arrobas de
assucar.
Rio Grande do tul, biigue nacional Cas-
tor : conduz o seguinle : 935 saceos cun
6,266 arrobas e 16 libras de assucar,
Ituceo e Buenos-Ayres, escuna sarda Emi-
lia, de 52 toneladas : conduz o seguiute
15,000 lijlos.
EctllEDOIllA DE RENDAS GEItAES
INTERNAS.
Reudmento do dia 22......497,340
CONSULADO PROVINCIAL.
llendimento dudia 22......1:982,277
NOTICIAS COMMERCIAES.
Briitol, 16 de dezembro de 1850.
Assucar.--Temos experimentado urna fir-
me procura para lodas as dcscripcoes no de
curso desta semana, eo mercado esl me-
Ihor supprido cornos assucares das Indias
occidentaes, as IransaccOes desde a nossa
ultima silo estimadas em 500 barricas e
barrica* grandes, a precos chelos de 6 d por
quintal adiantamento no correr da semana
psssada. Das Mauncias 3,000 caias acha-
rara compradores a precos que nSo se po-
de alcanzar anticipadamente ; oorm, as
vendas em assucares das lidias orientaes
se limitam a pouco mais ou menos 1,500
saceos, un a porr3o de um porlo para outro
sos precos anteriores. Do eslrangeiro,
transaccOes comnrehendem um carregs-
iriento de Porlo Rico, que se reli-arm de
41 s. a 42 s.; um caregamenlo sb a vela de
900 eaixas da llavana, para um refinador, a
um pieco que no se divulgou eumearre-
gamentode 1,400 eaixas, para um expecu-
lador a pouco mais ou menos de 23 s. Para
esta don i| (,lo ainda exisle urna boa pro-
cura, i ni fin, o supprimenlo lie agora pe
queno No produrlo dos refinadores se
lizeram especialmente mais negocios a pre-
sos miii cutios. A principal procura, com
ludo, be par o assucar reJuzido a p, as
orles tinas s3o ainda dilliceis de se rea li-
gar. Os assucares seceos em estufa eonli-
nuam de 53 s a 54 s.; porm estes pre-
sos apenas se poden obter. O de Treacle
contina Diste na venda.
CLASGONE.
' Algaida. Durante a semana a procura
para oalgodSo foi em una boa exleorflo
o os *i lecns de Sexta-frira ptssada foram
uliii Jos fcilmente. Os avisos viudos pelo
Cambiia, que nos recebemos, reduzem a
estimativa da safra em 1:900,000 a 2:000,000
MCCM.
Londres, lti de detembro de 1850.
Asnear. --Conduuram-se bons nego-
cios no mercado do assucar das Indias Oc-
cidentaes, e os precos oblidos sn 6 d. por
quintal mais do que os da Snxta-feira pas-
tada,tanto da parle das quali''ade< da e pe-
ciaria como do refina lo. At hontem foram
vendidas 1,550 barrica", incluindo em lei-
lo 160 barricas do Barbadoes, as quaes fo-
ram com anlmacSo a um adiantamenlo de
6 d. a 18. Iloje no houve tanto nego-
cio, dovidos grandes vendas publicas das
Indias Orientaes; todava os possiinlores
reciisaram vender aos precos inleiramenle
anteriores, as compras so de 487 barricas,
incluindo em hasta publica 205 barricas ;
15 banleas grandes, 218 barricas de SI.
Lucia, que foram vendidas a precos firmos
No decurso da semana a totalidade das ven-
das sSo de 2.029 barricas.
India Oritntaes.-- As operarles em assu-
cares de Bengala, excoderam em demasa
as da semana antecedente, e em muilos ca-
sos obteve-se um adiantamento de 6 d.
para o assucar branco de Benares, comtu-
do, os precos permanecer os mesmos co-
mo' anticipadamente. l)isposeram-se em
venda publica 5.40J saceos. Penang, rea-
lisou-se a precos mais firmes, e em leilo
2,7n0 siccos foram todos ven lidos. De Ma-
dras nenhum foi submettido venda pu-
blica ; comludo, alguma porQSo rbi vendi-
da privadamente a um pequeo melliora-
mento. Esta tarde as norcOes de Bengala
ofTerecidas a venda |publica, fram mais
consideraveis do que duranie algum lempo
passado, e orea va m por 8,580 saceos; hou-
ve urna boa procura, equasi todo foi ve-
udo, mas particularmente precos mais
baixos fram acceitos para o brando ama-
relio e para as descrp<;es das Mauncias,
entretanto, que, asoutras qualidades reali-
sram totalmente o primeiro valor. De Pe-
nang, 2,446 sacos lram todos vend los ;
para as sortea mais baixas urna pequeua
baixa foi acceita ; porm, as melhores qua-
lidales trouxeram precos cheioi.
.l/.iurici'H.-Houve mais tarde um augmen-
to na procura, tanto para ambas as descrip-
tfies da especiara, como da refiuafSo, o
supprimenlo foi limitado. Em muitos ca-
sos os possuidores poderam obter um adi-
antamenlo de6d. por quintal. Venderam-
se em hasta publica 1,925 saceos. EsU
tarde as vendas publicas fram mais ani-
madas a prepos firmes; o fino amarello rea-
lisou-se de 41 s. 6 d. a 43 s.; ordinario ao
bomde47s. a 41 s. 6d. ; o mascavado de
32 s. a 35 s. 6 d. ; o lino de 36 s. 6 d. a 37 s.;
as sortes em que se Irabalha de 37 s. a 40 s.,
e ocheio de grSosinhos de 44 s. a 45 8.
Fslrangeiro. Houve niuita procura da
parte dos exportadores, e os nossos nego-
ciantes mostraran tambem evidentemente
grande disposQSo em operar ; todava os
possui lores pedino um pequeo adianta-
mento evilaram as operaces de importan-
cia de ler lugar. Em leilSo 167 barricas;
60 barricas grandes e 93 saceos de Cuba f-
ram nicamente em parte vendidas, pom,
precos linne-i fram oblidos. 327 eaixas
de Bourbon fram vendidas a 38 s. para o
ordinario amarello especialmente cheio de
grdosiuhos. Na semana as vendas parti-
culares nream por 6.000 eaixas do amarel|o
. 1 > II iv na de i I s. a 43 S. J 5.00J saceos de
Manilha eheio de barro de 33 s. a 38s. 6 d.:
notrigueiro mascavado de 31 s. a 32 s. 6
d. por quintal. Iloje nSo houve venda pu-
blica, e piivadamuute as operares fram
de pequeua importancia; todava, os pos-
suidores nilo quizeram vender a excepfo
dos precos anteriores.
Caf. --As transaeces no do nalivo de
rey!io para as leucea especulativas fram
insignficanles esta semana, e os nossos no-
gomantes compraran! lambem com mais
caulella. Os possuidoreE nilo estilo tito fir-
mes e acceitaram 54 s. 6 d. a 55 s. para o
bom ordinario;as operares particulares nilo
excederam a1,000saccas Em leilo 280
sacras fram em parte vendidas ; porm,
510 saccas do iea| bom ordinario f arn
tomadas a 56 s. Com o da plantado o mer-
cado esl abundantemente supprido, e par-
ticularmente os presos mais baixos fram
acceitos; de 600 barricas e 1,335 saccas offe-
recdas em leilo, n3ose vendeu a melade;
porm as qualidades linas so ainda procu-
radas. A quanlidaJe do de Jamaica exis-
tenle no mercado he iusiguilicanle. O ue
Mocha esl em boa prucura particular-
mente, eos precos coutinuain firmes, re-
gulando de 70 a 78 s. para as qualidades
escoltlas, e de 80 a 90 s. pura as quali-
dades fines ; no se ollereccu nenhum em
venda publica. O de Madras esl em boa
procura, e em leilo venderam-se a pre-
cos firmes, 262 barricas grandes e 1110 sac-
cas, com os direilosde 4 d.; 199 saccas de
Mysore se efiectuaram de 53 a 54 s. para
o bom ordinal io. Compraram-se sem cau-
lella as de mais sortes das Indias orientaes;
Java de 52 a 53 s Padang e Sumatra de
46 a 49. s. Ha pouca vontade de n 'gocai
em caf estrangeiro ; porm, os precos da
semana passada se guaU-ntam, em ennse-
quencia da qumtidade limitada em off-re-
cimeiito. O valor dos carregamentos sb a
vela doltio he de 45 s. Os carregadores e
os nossos negociantes inostraram pouca
vontade de especular em caf,e de 54 s. a 55
s. he o valor mais aproximado do baixo e
bom ordinario e do nalivo de Ceyl o, em
hasta publica 9 barricas grandes e159sac-
Ciis da l'lautacd fram a precos ni-
camente auleriores de San Domingos
1,830 saccas fram tomadas de 49 a 50 s
para o bom ordinario ; 2C3 Clisas de Tel
lichery de 63 a 64 s. para o bom; 136
saccas de Mysore lram a 51 s. 6d. para o
bom ordinario, e 31 barricas grandes de
Jamaica fram vendidas a pre(os modera-
dos. Do de Costa llica urna pequea parle
. ni ule de 397 saccas foi aos presos unica-
u.eiile da semana passada.
Algodo.-- As opera(es fram de pouca
importancia no mercado por transadlo par-
ticular ; porm [os possuidores permane-
cen! firmes, e os precos antecedentes se
suslentam, com porces nicamente limi-
tadas em oirereciuieulo. Em leudo vende-
ram-se 315 saccas de Surrale e Madras de
4 l| a 5 1|4 d. As vendas parliculare
durante a semana monlam em 1,700 saccas
de Surrale do 5 1|4 a 5 3|4 d. pata o media-
nil ao totalmente bom.
George Taber, equipanem 23. carga azei-
te de poixe ; ao capitSn". Veio refrescar
e segu para New-Bedford.
/Vacio tahido no mtsmo dia.
Rio do Janeiro ~ Brigue nacional Ledo, ca-
plliio Joaquim Cnncalves Maia. carga as-
sucar, sola e mais gneros. Passageiras,
Thereza Emilia de Jess, Josefa Moreira
deSnuza e 2eseravos a entregar.
EDITA ES.
Al o v tinento do porto.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria
zenda provincial, em cuinprlmento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia de3i de
dezembro prximo passado, mandafazer publi-
co, que nos diaa 21, 22 e 23 do crreme ir a
praca perante o tribunal adujinistrativo da
me5cii.i iliesiiiirarii, para ler arrematado a
queill por menos flirr a pintura da ponte pen-
sil do Cachangi, avallada em 385.000 rs. e sb
ai clausulas eapeciaes abaixo declaradas.
As pessoaa que se propozerem a esta arre-
m.cao comparefam na sala das arsidet do mes-
no tribunal nos das cima mencionados, pelo
melo-dia, coinneteuieinente habilitadas na for-
ma do artigo 24 do regulamenlo de 7 de malo
do proiiuiu passado anno.
E para constar se inandou atixar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1H5I.
O secretarlo,
Antonio Ferreira d'Annunriacdo.
u Clausulas eipieiati da arramalacao: _
1.* A pintura da ponte do Cachangi ser fel-
fa pela forma sb as condices e do modo In-
dicado no ornamento apreaentado a approva-
co do Exm. Sr. presidente, pelo preco de ra.
85,000.
2.' As obras principiarlo no praso de 15 das,
e sero concluidas no de 40, ambos principia-
dos a contar da entrega do termo da arre-
matado.
3.' O pagamento effectuar-te -ha depois de
concluida toda a pintura, e examinada pelo eu-
genhelro.
4.* Para tildo o mais que nao est determi-
nado as presentea clausulas aeguir-se-ha o
que dlspoe o regulamenlo de7 de malo de 1850.
Recife, 10 de deieinbro de 1850!
O engenhelro chefe da 2.a da seccao,
Jodo Luis Vctor Lituthitr.
Approvadas pela directora em conselho, do
dia 16de dezembro de 1850. O director, Jota*
.l/nmnir Alees Firnlra. U. A. Uilit. J. Luis
Vici! Lieuthier.
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co, 31 de deiembro de 1850. Souta itaimu.
Conforme. O olncial, Manuel Joii Martint
Ribeiro.
Conforme. O secretario, Antonio Ferrera
d'jnnunciacio.
O illm. Sr. Inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 12 do correte, manda fazer publico
que nos das 21, 22 e 23 de Janeiro prximo
vindouro ir a praca peranle o tribunal ad-
minislraativo da mesma thesouraria, para
ser arremata a quem por menos fizer a obra
do segundo lanco da estrada do norte, ava-
hada em 8:633,966 ris, e sb as clausulas
especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado compareci na sala das tetset
do mesmo tribunal nos dias cima mencio-
nados pelo meio competentemente habili-
tados na forma do art. 24 do regultment
de 7 de maio do corrente anno. E para
constar se mandou afixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 16 de dezembro de
1850. O secretario, Antonio Ferrera da
AnnunciicSo.
Clausulara especiaes da arrematacao.
al.0 Os trahallios e obras deste lanco de
estrada serSo feilos pela forma, sobas con-
diCes, e do modo indicado no-orcamenlo,
planta e perd, apresentados nesla data a
approvaco do Exm. presidente pelo preco
de oilo conlos seiscenlos e trinta e tres mil
nove ceios e sessenta eseis mil ris (ris
8:633,966. )
a 2.a- Em todos os pontos onde a estrada
nova coincide,ou encontrar-se com o velho
camiiiho actual, dever ser dirigido o ser-
vico de modo tal que haja sempre um tran-
zilo fcil.
3."As obras principiarSo no praso de
um mez, e lindaro no de oito niezes, am-
bos contados de conformidade com o art.
30 do regulamenlo de 7 de maio de 1850
a 4.--Para tudo mais que no est deter-
minado pela presente clausula, seguir-se-
ini inteiramenle o que dispe o regulamen-
lo das arrematabas de 7 de maio.
a liecife, 25 de novembro do 1830.O en-
inheiro chefe da segunda secco, Judo Luis
Vctor Lieuthier. Approvado pela directo-
ra do conselno no dia 3 de dezembro de
1850.O director, os Mamede Altes Fer-
rera.-- Ftorianno Ditir i'ortier.Approvo.
Palacio do governo de Pernambuco, 11 de
dezembro de 1850. Souza Hamos.--Confor-
ma. No impedimento do oflicial maior, o
oSfc\ Domingos los Soar.es. >
Conforme. O secretario, Antonio Ferre-
ra a" Annunciatdo.
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, de-
legado do primeiro distrelo do lermo da
cida le do Recife de Pernambuco, por S.
M. I e C. que Dcos guarde, etc.
Facosaber a quem convier que pelo Illm.
Sr. dezembargailor chefe de polica, me foi
communicado que pela polica da provincia
das Alagss fra aprehendido um escravo
de lime Antonio, que diz pertencer ao
Porluguez Jos Antonio, cujo escravo se
achava a disposiefio do Dr. chefe de polica
daquella provincia, e para que chegue ao
miti 'cim Mito de quem for interessado,
mandei lavrar o presente, que ser publi-
cado pela imprensa. Dado o passado nesla
delegada do primeiro districlo na cidade
do Recife, aos 20 de Janeiro de 1851.
Eu, JoSo Saraiva de Araujo Galvflo, es-
envo o escrevj.
_______Francisco de Assis Olivr.ira Maciel.
lieclarayes.
-- Pela segunda scr.c..- da mesa do con-
sulado provincial, seannuncia que do dia
27 do corrente em diante se principia a co-
brar o imposto de tres por cenlo sobre os
diversos e tabelecimentos de conformidade
com oait. 34 II da lei do orea ment do
anno prximo passado.
Pela delegacia da comarca do Pao do
Alhoseacha recolhido a cadeia da mesma
um escravo cnoulo que diz chamar-so Do-
mingos, e pertencer ao tenenle coronel
Francisco Aulonio senhor do engenho Ca-
lende na comarca de S. Anio, elle he alto,
gordo, e representi ter
Theatro de Santa-Isabel.
39.* RECITA DA ASSICNATURA.
sabbsdo, 25 de lamuao ue 1851.
Depmsda exccucSo de urna das melhores
ouverturas, a companhia nacional repre-
sentara o excedente e muito applaudido
drama em 5 actos ornado de msica :
A Gra<;a de Dos.
No intervalo do primeiro ao segnndo ac-
to, madampiselles Baderna e Moreau, dan-
eaiii O
PAS DE DEUX,
do segundo acto do Ligo das Fadas.
Do segundo ao terceiro madamoiselle Mo
reau executar o passo a solo do
Marlnheirn.
Do terceiro ao quarto madamoiselle Ba-
derna dancara o
BOLERO.
Terminar o espectculo com o ultimo ao
to do drama.
Comegar as 8 horas.
Ot bilhetes aeham-te venda no lugar
do costume.
THEATUU 'fi APOLLO
SF.XTA-FKIU A, 24 DE JANEIRO DE 1851.
Grande e variado etpectaculo de canto
italiano e baile.
Dopois de exeeutar-se urna escolhida ou-
verlura, seguir-se-ha a grande scena, aria
da Casta Diva, e alegro da opera
NORMA.
do maestro Belln, execulada pela Sra.
Augusta Candiani.
A scena ser ornada como requer o II-
bretlo, com druidas, e banda militar.
Depois do acto da Norma segue-se a pri-
ineira quadrilha no grande ss!3o deste thea-
tro. A msica para o salSo he composta de
trinta professores, independente da que to-
c i no espectculo.
Duelo da operaIlrlizario do maestro
Donizetti, execulada pela Sra. Candiani e o
Sr. Eckariin.
Segunda quadrilha.
Aria da operaliarbeiro ds Sevilha do
maestro Rossim, execulada pela Sra. Can-
diani.
Terceira quadrilha.
Aria da-Prtame-do maestro Donizelti,
execulada pelo Sr. Cayo Eckerlin.
0 Jarla quadrilha :
Rondo lioal da operaPiratado maes-
tro Bellioi, executado pela. Sra. Candiani.
Quilna quadrilha :
Duelo da operaFiglia del Reggtmstlo
do maestro Donizelti, executado pela Sra.
Candiani e o Sr. Eckerlin, no qual a mesma
senhora apparecer vestida de soldado frail-
ee/, e fara em scena lodas as manobras mi-
litares.
l'inalisara o espectculo com a sexta
quadrilna.
Os bilhetes do camarotes, geraes e gale-
ras, acham-so desde j a disposicto do res-
peitavel publico, no escriplorio do mesmo
ihealro; aasim como as sentas para o
baile.
Precos.
Prmclra ordem 8,000
Segunda dita 10,000
Terceira dita 6,000
Geral 1,000
Galera 1,000
Itoga-se as pessoas que quizerem assistsr
o baile, o ubzequio de se apresentarem de
casaca, para o maior brilhanlismo do
mesmo.
Augusta Candiani pede ao respeitavel
publico toda a indulgoncia e proteccSo.
Avisos marilimos.
Novio entrado no da 22.
libas de Sandwich 100 uias, galera ame-
ricana Cantn, de 280 toneladas, capiUo I mente le pertencor Ihe ser entregue,
Keal eompanliia de paquetes a
vapor entre o Brasil e a Ura
Bretanha.
No dia 31 do corrente at o primeiro de
fevereiro, deve aqu chegar procedente de
litglalerra, o vapor da companhia Tueed,
commandante Itwii, o qual deve demorar-
se aqui 6 horas, para proseguir o seu desti-
no para os portos do tul: qualquer pessoa
que pretender pisssgem para qualquer dos
portos ondeo mesmo tenha de tocar, haja
dedirigir-se con antecedencia a casa dos
respectivos agentes n-sla Praga Adamsou
llowie&C, ra do Trapiche n. 42, para
irat-ir dolajuste, que sera regulado pela se-
guinle tabella de passageiros :
Para a Baha 25 pataces braslleiros ou hesp.
Rio de i. .'ni
Monterld. 110
Buenos A.120
O mesmo vapor deve aqui chegar de vol-
ts para a Europa no dia 15 ou 16 de fe-
veiro: as pessoas portanto que pretenderem
passagem no mesmo para os portos des
Vicente, Tenerife, Madeira, Lisboa, e In-
glaterra, po lero logo fazer o seu engaja-
luento, para que depois no aconteca que
nos portos do sul te prehencham. ot lu-
garea.
Para o Maranho tocando no Cear,
pretende tahir nestes 8 dias o hiate Novo
Olmia, por ter promptoej tratado dous
tercos de sua carga : para o resto e passa-
geiros trata-se com o respectivo mestre An-
tonio Vianna no trapiche do algodo, ou
na ra da Cruz, armazem do Sr. Manuel
Jos de S Araujo.
Para a Baha pretende seguir viagem
com brevidade a sumaca nacional Carlota,
mestro Jos Goncalves Simas: quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode entender-se com Luiz Jos de S Arau-
jo. na ra da Cruz n. 33.
Para o Bio de Janeiro segu com brevi-
dade a escuna nscional Galante Marta : para
carga, escravos a frele e passageiros, para o
que tem excellenies commodos trata-se
na rus do Vigario n. 4, com Silva & Grillo,
Para l.isha o brigue Novo Vencedor se-
gu viagem no dia 30 do corrente imprele-
riveimente para o restante da carga e pas-
sageiros trata-so ron T omaz de Aquiuo
Fonseca & Filho, ra do Vigario n. 19, pri-
meiro andar, ou i'om o capitSo na praca.
Fara o Hio de Janeiro sahe
com a ni or brevidade possivel o
patacho nacional Nereida : para o
resto da carga e passageiros trata-
se com o capito na praca do Com-
mcrcio, ou com Novaes 6c Com-
panhia, na i iii do Trapiche n. 3'j.
representi ter 35 anuos; quem Para o Hio de Janeiro
for seu legitimo donno comprela na mes- L. j. ,/: j0 corrPnti hri-
ma delegacia, que provando competente- segue no aia ao ao corrente o Dn-
gue nacional D. Affonso, so rece-
be passageiros e escravos a frete :
a tratar com o capitSo Belniro
Baptista de Souza, na prara, ou
rom os consignatarios Machado &c
Pinheiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar.
Para o Kio de Janeiro
. egue com a maior brevidade o
brigue nacional Adamastor, por
ter a maior parle do seu carrega-
mento engajada: para o ,reslo,
passageiros ou escravos a frete :
trata-se cum os consignatarios Ma-
chado 6c Pinheiro, na ra do Vi-
gario n. 19, segundo andar, ou
com o capitSo Filippe Nery de Oli-
veira, na praca do Cotnmercio.
Leilo.
J. J. Tasso Jnior fazleilSo porinter-
vnncSo do corretor Miguel Carneiro, de
30 pipas e 15 quarlolas coa vinho do (Jet-
te, em cascos colalosos, por conta de quem
pertencer, para feitar cintas : boj*quarta
feira, 32 do corrente as 10 e meia horas em
ponto : no caes da alfandega.
O corretor Miguel Carneiro, far leilo
quinta-feira 33 do corrente as 10 horas da
manhSa, no seu armazem na ra do Tra-
piche n. 40 de diversas fazendas para leixir
cuntas ; sendo a maior parte dellat com lo-
que de avaria.
Deane Youl & Companhia farSo leilo,
por ntervonco do corretor Oliveira, de,
sb differentes marcas, 350 rceos com as-
sucar avariado a bordo d'alvarenga, que os
conduzia para bordo da galera Beatrice:
sabbado, 25 do corrente, s 10 horas da ma-
ntilla, no trapiche do Barhoza, contiguo
associacSo commercial desla praca.
O corretor Miguel Carneiro, far leilo
segunda feira 37 do corrente s 10 horas da
mandila no seu armazem na rus do Trap-
xe n. 40, de diversos trastes, lou^as, vidros,
candieiros, ricos quadros, e ua piano In-
gle! ; assim como differentes e ricas obras
para adorno de sala e jar Jim, de pedras
inarmore, agalha, e alabastro : principian-
do leilSo por um lindo carro novo dequa-
tro rodas, e de muito bom goslo, com urna
pareina de cavallos grandes e fortes.
Avisos diversos.
-. Precisa-se de uina ama para o servico
interno de urna casa de familia : na ra do
Hospicio, casa o. 69. Na mesma casa pre-
cisa-se de um moleque que seja esperto, e
uue eotenda de vender.
%mmmmm.mmmmmmmmm O retratista adaguerreotypo,
tendo de retirar-te com brevidade |
desta provincia, offerece-se para du-
rao le o punco lempo que tem de re- -jj
residir nesla cidade, ir tirar retratos g
pelas casas das familias que os pre- 9
1 lenderem, tanto na cidade como em i
S qualquer sitio; as pessoas que pre- !
% tendenderem dirijam-se a ra da Ca- $
B deia de S. Antonio n. 26, segundo |j
ft andar. S
tt
#mmmwwwwwwwo
Offerece-se para caixeiro de loja de fa-
zendas ou niiuile/iis uro menino de 12 an-
nos : na ra da Assumpeo n. 16.
-- Quem precisar de um ciixeiro psra es-
cripturacSo,%abendo fallar as lingoas in-
gleza, franceza e hespanhola, aprendidas
em seus proprios paizes: annuucie a tua
morada. Previoe-se qne no >tem grande
pralica de coinmercio, porque para outros
lins eslu lava, todava ser salisfeita qual-
quer commiss3oque Ihe for incumbida*
O abaixo assignado arrematante do im-
posto dos vinte por cento sobre o consumo
la agoardenle no municipio do liecife, faz
sciente a quem convier que seacha moran-
do na ra do Rangel n. 59, segundo andar,
aonde pOdeser procurado lodosos dias, de
manliSo at as 9 horas, a tarde das 2 as 4.
Mis A. iV. Falcio.
Jos Barboza de Souza, faz publico que
a Sra, t. Joaquina Rodrigues dos Sanios,
Ihe hypolhecoii urna morada de casa nat
Cinco Pontas n. 4, e dous sitios as Crcu-
ranas; comooannuncaute por vezestem
feilo publico, e porque Ihe conste que a
mesma senhora procura venda a ditos b mis,
previne que nlnguem os compre, porquan-
lo os mesmos bens talvez nSo cheguem pan
pagamento do valor da hypotheca e juro,
tendo-te desde 1814 prevenido por annun-
ciot este negocio.
Gratiflcn-se bem.
Fugio no da 32 do passado mez de de-
zembro, o preto Antonio, de nac3o Cabun-
d, representa ter 45 anuos de idade, altura
regular, cheio do corpo, rosto abocetado,
bastantes cabellos brancos na cabefa, e
muito cabelludo; levou caifa e jaqueta da
ganga, he oflicial de caldeireiro da fabrica
da ra do Bruno n. 28 ; lem sido enconlN-
do em diversas ras desla cidade, em Santo
Antonio, Boa Vista, AfTogados e Corredor do
Bispo, ora em urna, ora em outra parle
roga-sepois a quem o aprenden ler leve o
aos Srs. do mesmo escravo Mesquila & Hu-
ir, na dila fabrica que se recompensar.
Os baixo assignados fazem scieuteao
respeitavel publico, que dissolveram ami-
ga velmente a sociedade que linbam na loja
da ra da Cadeia v Ida n. 13, que gyrava
debaixo da Urina Torres & Campos, lcando
o socio Manoel Moreira Campos obrigado
pelo activo e pativo. Recife, 17 de Janeiro
de 1850. Luis Ferrera Campos Torres.
Manoel Moreira Campos.
--Aluga-se um sobradinho na ra do
Codorniz n. 16, muilo bom para negocio de
venda : quem o pretender, dirija-se casa
11.12, na travessa do Lobato, que Oca na
ra de Santa Tiiereza.
Precisa-se de um caixeiro na ra Di-
reita n. 24, que d dador sua conducta ,
e prefenndo-se que leuda pralica do nego-
cio de padaria.
Amonio Francisco Correa Carduzo,
declara que nada deve a petsoa alguma. I
Offerece-se um ho..iem para l'eitor de '
sitio, o qual sabe tratar de arvoredosde to-
das as qualidades : procure defronle de S.
francisco, venda defronte da ordem ter-
ceira.

:.


?1

--0 abaixo assignado contina a rece-
ber alguna alumnos internos, sos quaes.
alm de rrimeiras lettras, latim e francs,
ensinar musir vocal e instrumental, in-
clusive Mofles de piano : na ra da matriz
da Boa Vista n. 5.
Padre Pedro Ida Silva Branda.
Faz-e todo o negocio com urna let-
tra de 107.680 rs vencida desde dezem-
bro de 1848, e aceita pelo senhor doenge-
nho Oiteiro, ni villa do Pilar da Parahiha do
norte, Jos Francisco Pir;rra : a tratar em
Coianna, na botica da esquina da ra do
Amparo, ou na Boa Vista, ra da Matriz nu-
irero.
Aluga-se, na ra Direita n. 6, o segun-
do a miar: a fallar no primeiro anda i do
mesmo.
Aluga-se, no pateo do Terco casa n. 1,
a loja, milito propria para qualquer nego-
cio ou eslabelecimeoto : a fallar na ra Di-
reita casa n. 6.
O facultativo J. B. Casinova, tendo de
fazer urna viagem Franca com sua sen ho-
ra, declara que nada deve a ninguem, po-
rm se alguma pessoa rejulgar sua credo-
ra, aninincie por esta folha, alim do publi-
co o conhecer, e aprsente a sua coota no
prazo de oito das da datstdesle, que sora
immediatamente paga. Recife, 23 de Janei-
ro de 1851.
DSo-se 900,000 rs. a juros de dois por
cento ao mez, sobre penhorec deouro: no
pateo do Carmo, loja n. 3, se dir quen d.
Fugio, na noile de 16 do correte, urna
prela da Costa, de nove Anna Rita, moca,
baila, cor fula, sobr'olhos carnudos; tetn
apparecido nos bairros de S. Jos e Boa
Vista ; levou vestido de chita preta e panno
da Costa ja usado ; tem calombos pelaa cos-
tas, signaes de sua Ierra : quem a condu-
zir i ra de Apollo n. 27, ser recompen-
sado.
Precisa-se de urna pessoa para ir ao
mato fazer urna conciliaco : na travessa da
Madre de lieos n. S.
Oabaixoassignadofaz publico a quem
por engano recebeu da mo de utn preto
ganhador, nodia 18 do crrente, 10 caitas
"com charutos da Babia, queira fazer o fa-
vor do manda-las i ra da Aurora n. 28, que
se gratificara.
Custodio AIvim Rodriguee da Coita.
Nodia 24 de junho do anno prximo
passado fugio do Jardim Botnico, na cida-
de de Olinda, utn preto do gento, de nome
Paulo, de 25 anota pouco mais ou menos,
baixo, sem baiba, com defeito em um bra-
co, que o maneja com pouca destreza; he
bem ladino ecustuma embriagar-se : quem
dalle souber, pode dirigir-ge ao lugar su-
pra dito, que ser recompensado com ge
nerosidade.
Preciss-sede urna ama de leite forra
ou captiva : na ra da Concordia n. 8, rwli-
naco franceza.
Quem annunciou querer comprar urna
loja de miudezas com poucos fundos, ap-
pareca na ra do Cabug n. 7.
Pede-se ao especulador xexeiro que no
dia 7 |do correte fui a venda do pateo de
S -ii Pedro n. 1, ver os oreos e as amostras
de passas, vnno, bolaxinhas e queijos que
mandava o Sr. JoSo Ignacio, morador no
pateo do l.ivramenlo, para encommendas
viudas do mato, do que resultou nesta
niesoia occasiio levar um dos queijos paia
o mesmo senhor ver se agrada va, e por ler
quem informasse a pessoa digna do Sr. J. I.
s" Ihe confiou ; e logo que sahio seman-
dou ver se entrava na casa onde dizia, e
como entrasse, o portador voltou dizendo
que era certo, e como se esperou pela de-
csSo e iio appareceu resposta alguma, se
maiiilou endagar, e enlrou-se no conheci-
ini'iito que o Sr. J. I. no mandou ca, e co-
mo ja se sabe quem he este peflnlrs e nflo
se queira mandar publicar o seu nome, ba-
ja quanto antes mandar sa lisia er 1,520
rs. importancia do queiju, ese uSo o lizer
ter de ver o seu nome por extenco alo
que seu dono seja embolcado.
Precisa-se de um rapaz de 16 a 20 a li-
nos para caixeiro de urna casa de negocio
na villa do Cabo : >|uem pretender, dirja-
se praca do Livramento, loja de fazendas
de Victorino Moura.
-- Urna pessoa que d fiador sui con-
duca, se offerece para cobrar dividas nesta
praca, mediante o que se convencionar
quem precisar, aununcie para ser procu-
rado.
Na ra da Praia de Santa Rita, no pri-
meiro andar da casa de tres ditos, aluga-se
urna ama forra, crioula, para osemeo in-
terno de urna casa, sabe cozinhar, engom-
la re coser.
Aluga-se a casa da ra do Cotovello n
109, que pertenceu ao Tinado Quaresma, cu-
ja casa tem bstanles commodos para or-
ranjo de urna grande familia, i ossuindo um
grande quintal com differentea arvoredos
de l'ructos, cacimbas, tanques, senzalla pa-
ra escravos, e finalmente com os fundos
para o rio : quem a pretender procure aa
chaves na ra da Paz, casa n. 32.
-- Quem annunciou querer comprar 6
cadenas de Jacaranda, dirija-se a ra da
Cadeia do Recife, no primeiro andar do so-
brad n. 8, das 10 horas d manlia at ai
4da tarde.
-- Precisa-se alugar urna preta. que en-
tenda de cozinhar o diario de urna casa e
engommar, para casa de familia : quem a
tiver para alugar aununcie para ser procu-
rada, ou dirija-se a ra da Cadeia do Reci-
fe, no primeiro andar do sobrado n. 8, das
10 da maiihSa al as 4 da tarde.
Deseja-se fallar a negocio de seus in-
teresses aos Srs abaixo mencionados Ma-
nuel l.uiz do Reg, Jos (ion cal ves de Sou-
za, JoSo l.uiz de Almeida, Jos Ignacio Fer-
nandes de Barros, Joaquim Fernande9 Pin-
to, Antonio Jos de Oliveira Costa, Juaquim
Jus Fiuza Lima, Manuel Jos do Reg ( que
morn om Porto de Pedras ) Maximiano Jus
de Avellar, Antonio Rabello de Abreu : na
praca do Commereio n 6 primeiro andar.
Engumma-se roupa com todo asseio e
promptidao: na ra da Sanzalla-Velha
n. 142.
Precisa-sede um bom cozinheiro cap-
tivo ou forro, pira urna casa estrangeira :
no atierro da Boa-Vista n. 35.
Precisa-se de urna preta forra ou capti-
va para cuaiuhar: na ra das Laranjeiras
n. 23
Dflo-se 600,000 rs a premio com hypo-
theca om urna casa nesta praca, ou cum
boas firmas: quem pretender annuucie.
l>Jo-se 450,000 rs. a premio com seguran-
za em urna casa neala praca.: quem preten-
der anuncie.
Aloga-se urna easa na ra da Palma
n. 6, com 2 quartos cnsinha fora : a fal-
lar na ra de San Francisco outr'ora Mundo
Novo n. 30.
Quem precisar de um menino de 14 an-
nos, o qual h filno de fra o multo bem e-
ilucadn, para caixeiro de qualquer arruma-
cflo, dirrja-se Fra de Portas n. 92, ou ao-
nuncie para ser procurado.
O abaixo asaignado declara, que nin-
guem faca transiccflo com duas letras que
se perdern, no dia 18 do corrente mez :
sendo urna de 550,000 rs. saccada em 14 de
dezembro de 1850, aceiti por JoSo Domin-
ues Feernandes da Luz ; e outra saccada
em 16 do mesmo mez, de 540,000 is. aceita
por Francisco Mattos Vicira. Pernambu-
co, 20 de Janeiro de 1851.
lose Kntonio de Magalhies.
ChristovSo niooizio Barros, senhor do
nngenho Queima iaa na comarca de Sanio
AntSo, de novo roga ao Sr. que comp'ou
o escravo Andr ao Sr. capitSo Jos Maria,
que dirija-se ao mencionado engenho a
bem do seu interesse.
O senhor de engenho ou propietario
que precisar de um profesor de primeiras
leltras para ensinar seus filhos fra desta
praca, dirija-se ra larga do Rozarlo, lo-
ja de miudezas n. 3, que aclur com quem
tratar.
O senhor de engenho que precisar de
um administrador com os requesitos ne-
cessarios para exercer dito emprego, an-
nuncie por esta folha para ser procurado.
.Novaos & Companhia reaiettem para os
portes do sul a escrava crioula, de nome
Fortunata, pertenceu te ao Sr. Jos Pedro de
Souza Paraizo, a entregar ao Sr. Manoel Pe-
reira dos Santos e Silva.
Quem precisar de urna ama com bas-
tante leite e com 10 das de parida, procu-
ro-a no sitio do porlSo de ferro, na encru-
zilhada de Bellem.
Casa de comnilsso de escravos.
Na ra Direita, sobrado de tres andares,
defronte do becco de S. Pedro n. 3, rece-
bem-se escravos de ambos os sexos para se
veoderem de commissSo, nao se Ivando por
esse trabalho mais do que dous por cento,
-- Precisa-se de um sot.to ou fundos de Muller, tendo voltada da Europa, aoha-so
urna casa prxima rila Nova : ,. fallar na
ra dasTrincheiras, loja n. I.
Offerece-se um pardo de dade de 32
anuos, para criado de qualquer casa, o qual
he milito bem comportado, muitoagil, mo
tem vicios : quem precisar, dirija-se a pra-
ca da Independencia livraria n. 6e 8, que
se dar* as i n lo-orneos, precisas.
No dia 24 do corrente, depois da au-
diencia do juizo do civel da primeira vara,
tem de se arrematar a parte de urna morada
de casa de sobrado de tres andares com s-
lito e Irapeira, sita na ra da Senzalla Ve-
Uia n. 112, con 23 palmos de frente e 92
de fundos, o cosinha nos andares, quintal
murado, portflo, cacimba meeira e chns
proorins, cuja parte val a praca pela adj jdi-
eaeilo da quantia de 3:621,568 rs. por ser
a parte do executado da quantia de rs.
4:530,708, viln ter silo avahado todo o
rdlO m 8:000,000 rs.: um terreno que
fica alm do dito quintal, parte est atierra-
do, e parte em allagado slo foreiro a-
valiadoem 250 000 rs. e tem de ser arrema-
lado pela adjudicacSo da quantia 200,000
rs. cujos bens vSo a praca por execuco de
I). Catharlna Francisca do Espirito Santo
contra Jos da Silva Braga, escrivSo Cunha
1'ivcisa-s.i de um Portuguez para to-
mar conta de um sitio perto desta praca
(com preferencia o natural das ilhas) que
saibi plantar fruteiras, verduras e enxer-
tar, etc., e fazer todo o servico que pre-
cisar o mesmo sitio, quem estiver nestas
circunstancias dirijas ao porteiro da al-
fandega desta ridade, para fazer o ajuste,
o qual ser feito a vista da prova que drr
do seu bom comportronlo, sendo o pri-
meiro que se no embriague.
Precisa-se de um forneiro que entenda
bem do odelo : na ra Direita n. 82.
-- O abaixo asaignado, professor particu-
lar de primeiras leltras, disciplinado em
preparatorios no lyceu desta cidade, parti-
cipa ao respeitavel publico e aos pas de
seus alumnos, que segunda-feira, 13 do
corrente abri su'aula, edebaixo dessa mes-
ma disciplina ensina por principios a gram-
matica porlugueza, latina franceza, ad-
e sem se levar cousa alguma de comedo- miltindo nesse recinto pendonistas e meios
ras, offerecendo-se para islo toda a segu-
ranza precisa para os ditos escravos.
Precisa-se de 200,000 rs. sobre hypo-
t lieca em urna casa na ra do Motocolomb,
pagando-so os juros mensalmente: quem
quizerdar, annuncie.
Precisa-se de um caixeiro para venda,
que tenha bastante pratica no largo da ri-
beira deS. Jos n. 1.
Na ra do Queimado n. 30, primeiro
andar, precisa-se de urna ama que tenha
bom leite : paga-se hem nSp trazendo filho.
Aluga-se o terceiro andar, soLlo corri-
do com muitos quartos e grande cozinha, e
dous grandes mirantes, do sobrado n. 13 da
ra do Vigario : a tratar no armazem do
mesmo sobrado.
Offerece-se urna preta forra para ama
de casa : na ra Direita n. 68.
Precisa-se de dous pretos captivos ou
forros, e que um delles seja-cozinheiro pa-
ra urna casa franceza : quem os tiver equi-
zer alugar, annuncie para ser procurado.
Na travessa da matriz de Santo Anto-
nio n. 26, ha urna senhora que se prope a
ensinar ni 'ninas a ler, escrever, contar bem
u coser todas as qualidades de costuras,
prometiendo em breve lempo da-las promp-
tas de um ludo que ensinar, por preco mais
commodo do que em outra qualquer parte.
: A til nono. *
1% Maria Joaquina de Oliveira Amaral, +
s> mulou a sua residencia da ra .Nova >
a> para o Recife, ra da Cruz n. 27, se- 0
% gundo andar, e contina a fazer ves- +
? tidos, manteletes, chapeos e ludo o #>
4 mais tendente a modas desenhoras : 4>
offerece, portante, seu preslimo as >
? pessoas de sua amisade, e freguezas, t>
# que sempre a acharito prompta'a exe- ?
4 cutar qualquer encommenda, com ?
* perfeicSu e mdico preco, j conhe- 0
? cido. q%
? ^ ^ ^: !* a^: ^ ^ V ^ ap ^.-aj ^ ^ (^
No dia 25 do correle, pelas 4 horas
da tarde, porta do Sr. Dr. juiz do civel da
segunda vara, na ra da Madre de Dos, se
hilo de arrematar varius escravos, mocos e
iohustos, sendu alguns com ollicio, penho-
rados a A. F da S. : quem os pretender,
comparec que he a ultima praca.
pergunla-se aos Srs. Me. Calmont &
Companhia porque motivo nSo entregam
ao abaixo assignado um vale de 18:211,000
rs., assignado pelo Sr. Francisco Jos d
Cusa, que Ihes fui dado em pagamento no
anno de 1840 como procuradores da casa
fallida de Diogo Burn & Companhia, como
consta de urna escriptura publica as no-
tas do labelliSo Bezerra, e na qual se obri-
garam a dar ao abaixo assignado a desobri-
ga de outra igual quantia com a casa do
fu 11 'col Manoel Malinas de Freitas, trans-
acc;io esta que foi solicitada com muita
instancia pelos Srs. Me. Calmont & Compa-
nhia, como se v dos seus requerimenlos
no ca tono do escrivSo Santos. Agora que
as cousas mudaiam de face, O Sr. Costa,
outr'ora com pleito crdito quebrou e diz
que nfio pode pagar, ao mesmo lempo que
o abaixo assignado foi obrigado por sen-
tencas a pagar ao dito Freitas no anno de
1850, de cujos herdeiros tem plena quita-
co de paga, motivo este porque deve-lhe
ser entregue dito vale.
Antonio Gomes Filiar.
Precisa-se de urna ama de
leite forra ou captiva, que seja sa-
da : paga-se bem : na ra Veiliu
n. loa.
O abaixo assignado faz sciente a quem
convier que mudou-se para a ra do lian
gel n. 48, junto ao becco do Carcereiro,
onde contina a ser agente do consumo de
ago'ardente. Luis Jos Margues.
No melhor lugar dos Afogados para ne-
gocio, casa tambem muilo acreditada, foi
l'eila ha oil" mezes urna padaria com todos
os necessarios, a qual em poucos das che-
gou a desmanchar seis arrobas de pSes e
tres ditas de bolachas diariamente ; porm
como o dono nflo possa continuar a asaistr
essa negocio, por ter oulro que o priva, o
que molivou muitos relaxatnentos, resol-
ve-se a vend-la, quando ja por vezes tem
engeitado muitos negocios : quero a pre-
tender, dirija-se aos Afogados, a fallar com
Theulilo de Souza Jardim propietario da
aiesina, ou na ra Direita ao Sr. Antonio
Alves de Miranda CuimarSes.
pendonistas. Os pas de familia que quize-
rem applicar seus filhos a alguma dessas
disciplinas, podem dirigr-se ra larga do
Rozario n. 48, s-gun lo andar.
Jos Maria de Figueiredo.
Osupra assignado de h'oje em diante as-
signa-se por Jos Maria Machado de Figuei-
redo, por haver oulro de igual nome.
-- Precisa-se de um moco para destrl-
buir um pouco de pSo na ra com um pre-
to, preferindo-se um queja tenha pratica e
que saiba ler e escrever : quem se adiar
nestas circunstancias, dando fiador sua
conducta, pode dirigir-se ra larga do
Rozario n. 18, que achara com quem tratar.
Quem tiver para alugar urna boa casa
com alKum sitio era Ponte de Ucha, ou da
Roa Vista para o dito lugar, dirija-se ra
do Trapiche n. 14.
Francisco Rodrigues Xanda, professor
jubilado em primeiras lettras, est resulvi-
do a leccionar alguns alumnos, dando aula
das 9 horas da manhSa ao meio-din: a
quem convier, pode procura-lo na ra do
Livramento, sobrado de um andar n. 30.
-Os Srs. Antonio Ferreira Monteiro e
Manoel da Costa tem carlas.vvindas do Por-
tugal, na loja de ourives da ra do Cabug
numero 7.
Quem tiver para alugar urna preta que
seja boa vendedeira de ra, e seja fiel,sendo
o aluguel rasoavel annuncie.
- A matricula da aula de latim do eolio-
gio das artes de Olin la, acha-se aberta na
casa do respectivo professor, la den-a da S.
O bacila r-I formado .los Lourenc
Maira de Vasconcellos morador em Olinda,
adv.iga no crimee civel: pule ser procu-
rado qualquer dia em sua casa ao peda la-
leira da Se.
--Offerere-se um hornero Portueuez para
feitor de algum sitio, o qual entenle de
plantacOes e de jardim, tambem entende
de bolieiro. quem pretender dirija-se a
ponte do Remedio, ven la de Manoel Le-
ntos, queahi achara com quem tratar.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
que saiha cozinhar, lavar, engommar e
comprar : na ra Nova n. 39, segundo an-
lar. N i mesilla casa precisa-se de urna cos-
tureira.
Furtaram, nodia 18 do corrente, na
Passagem, prximo a ponto, urna baca
grande de rame : pede-se a quem for offe-
recida, a tomein e levem-na padaria da
inesina Passagem, que se recompensar.
Bernardino Comes de Carvalho com-
orou por conta e ordera do Sr. Antonio
Moreira Viudas ( do Ico ) O meio bilhete II.
exercehdo a sua arte na sua mitiga residen-1
ca, na run da Cruz n. 15, segundo andar.
Perdeu-se, nodia 3 do corrento, urna
loneta de O;:ro : quem a adiar a poderg en-
tregar no pateo de S. Pedro, casa do cirur-
tiA'i Leal, que recompensar generosa-
mente.
Precisa-se de urna mulher que esteja
costumada a andar com negocio de fazen-
las, assim como de urna preta moca para
earregar o tatioleiro das mesmas : adverte-
se que as pessoas cima referidas devem dar
Manca as suas conductas : a tratar na ra do
Trapiche Novo, armazem n. 44.
~ Precisa-so alugar um molecote, que se-
ia forte, liel e do buns costumes, para ven-
der na ra frutas ou verduras: paga-so bem:
quem o tiver e quizer alugar, dirija-se ao
principio da estrada dos Aducios, primeira
casa terrea piulada de azul, do lado direito,
ou no Recife, ra do Trapiche Novo n. 18,
segundo andar, das 9 horas da manhSa s
3 da tarde para tratar do ajuste.
Casa de commissiSo de escravos.
Recebem-se escravos de ambos os sexos
para se venderem de commissflo, tanto pa-
ra dentro como para fra da provincia, com
a maior presteza possivel, por isso que se
offerece muita sogurmea aos meamos, tan-
to na fuga como na boa venda : a vista do
escravo se lar a o ajuste : na ra das Laran-
geiras n. 14, segundo andar.
O abaixo assignado, tenrlo
deretirar-se para a Kuropj, pelo
presente convida a todos os seus
devedores de vir ou mandarem pa-
gar suas contas at o fim do cor-
rente mez. Scasso.
-- Acha-se justa e contratada a venda do
sitio denominado Manguiira, na estrada de
Belm, pertenconle a Frederico Ctiaves ; se
houver alguem com direitu a mesma pro-
priedade, queira annunciar nestes oito dias.
Recife, 13 de Janeiro de 1851.
Na ra estreita do Rozario n. 28, se-
gundo au lar, se dir quem d dinheiro a
piemio. Na mesma casa vendem-se transe-
lins de ouro, cordes, aneles, colares,
brincos, bolis para puuhos e berlura, ro-
zlas, 1 vernica, 2 relogios patentes ingle-
zese uma crrente
--Pede-se a quem souber, o favor de de-
clarar por esta folha, era que lugar he a re-
sidencia do Sr. Joaqiiim de Figueiredo Li-
ma, ou quem seja nesta cidade seu procura-
dor, para tratar-se de um negocio que diz
respeito ao Sr. Lima.
Compras.
-- Compram-se escravos de ambos os se-
xos mocos e. de bonitas figuras : na ra lar-
ardo Rozarlo u. 48, primeiro andar.
Compra-s uma bomba de forro em
bou estado no paleo do Paraizo n. 20.
Compram-se esravos de am-
bos os sexos : na ra da Cideia do
Uecife n. 5l, primeiro andar.
Compra-se para urna encommenda es-
cravos de ambos os sexos de 10 a 40 annos
le ida le : na ra de Santa Ritan II.
Compra-se um escravo moqo e robus-
to : no Forte do Mattos, ra du Burgos, pa-
daria n. 3-1.
Compra-se um sellim inglez usado, em
bom estado J urna preta cozinheira e en-
gnrnmadeira ; e uma negrota com algumas
habilidades : na ra da Cadoia do Recife,
loja n. 5), de Cunha & Amorim.
Co "pram-se garrafas e botijas vasias
a 6,000 rs. o cento : na travessa di Madre
ie lieos n, 5, ou na ra do Santa Rita n. 85.
Compra-se uma mesa, que leulia oito
palmos pouco mais ou monos, que soja for-
te e em bom uso : na ra Nova n. 18.
-Compra-se una escrava: na ra do
Rozario estreita n. 21.
Compra-se uma armado de ouro pa-
ro oculos : nesta tynographia.
Conlinua-se a comprar garrafas vasias
a 6.000 rs. o cento: no paleo do Carmo,
ven 'a nova n. 2.
Vendas.
I.i i du aiinrda iincionnl.
Vendo-se o peculio do guarda nacional,
contoudo a lei, rogulamenlo e u mais preci-
so para a mesma, a 1,000 rs. cada exem-
plar: na praca da Independencia, livraria
ns. 6 e 8.
Attencfio
Na ra da Cadeia do Recifo n. 50, vendem-
se pessas de brelanha de 6 varas, a 2.880 rs ;
4149 da 53'lotera da Santa Casa da Mise- chitas de coberla muilo finase lixa 220 rs.
ricordia do Rio de Janeiro, o qual lica em
poder do annunciante.
Um rapaz brasileiro se offerece para
caixeiro de qualquer estabelecimonto ou
colnanca, dando fiador sua conducta :
quem precisar, dirija-se s Cinco-Pontas,
padaria n. 63.
Os herleiros de Francisco da Silva, de-
sojando liquidaren! as cenias da casa de
seu finado pai, avisam aos devedores da
mesma, que quantu antes bajara de appa-
recer para pagarem seua dbitos, pois nes-
ta da-i tem ellos autorisado ao seu procu-
dur, Antonio da Costa Ribeiro e Mello,
para usar dos meios judiciaes para com os
omissos.
Precisa-se arrendar um sitio perto des,
ta praca, tendo casa desenle para familia
alguns ps de arvoredos de fruto, campim
para cavados, anda que principie o arren-
d ment do fim do corrente ou meiado do
vindouro mez eodiante: para tratar na ra
das Larangeiras n. 23.
Traspassa-se o arrendamento do enge-
nho Queluz, silo na freguezia de Ipojuca,
vendendo-se a safra no campo, o engenho
he copeiro e bom, e tem bons cercadus : a
tratar com Miguel Augusto de Oliveira, na
sua residencia no engenho Camassari, na
freguezia de S. Amaro JaboalSo, ou com
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca-
xoeira da freguezia de Ipojuca.
Uma moca soltena, que se acha em
companhia de seus pas com todo recato e
honestidade, prope-se a ensinar a ler, es-
crever, contar, grammalica universal, m-
sica, doutrina chrisISa, coser, fazer lavariu-
lo, borJar, marcar por differeules modas e
fazer lluros, recebendo tambera discipulas
internas : as pessoas que de seu preslimo se
quizerem ulilisar, dinjam-se ra Direita,
sobrado n. 43, segundo andar.
O Dr. em medicina Carlos Frederico
ocuvado ; Chita franceza, a 300 rs. ; cortes
de camnala de seda, a 8,000; e do camhraia
de algodSo de cor, a 2,400 rs. ; chapeos
iancezes de maca, a 6.G00 rs.; ditos de sol
de seda, a 5,000 rs. cortes de fusto para
collete, a 1,000 rs. ; esguifio muito superior,
a 1,800 rs. a vara ; fuslSo branco, a 3t)0 rs.;
lencos do cassa amarella, a 2,200 rs. a do-
zia ; dilos francezes, a 2 880 rs. ; ditos de
camhraia para mSo, a 3,20o rs. ditos de so-
da a 1,000 rs. 1,600 rs. um ; ditos de cam-
hraia de Iniho, a 6,400 rs. a duzia ; luvas de
pelica para senhora, a 320 rs. o par ; man-
tas de seda para dita, a 8,000 rs. 9.000 rs.
e 10,000 rs. mello superiores; merm o
mais superior que ha, a 5,0oo rs. o covado;
e oulras muilas fazendas que vista se
mostrarSo.
Vende-sea taberna do becco do Mon-
teiro n. 6, no Recife, propria para qualquer
piiucipiaute, por ter poucos fundos e estar
bein afreguezada, ou uiestoo a armado
com os pertences, independente dos gne-
ros : a tratar na mesma, ou na ra do Viga-
rio n. 14.
Chemguem a pichincha.
Vendem-se supenures lingeras de por-
co do seriao a 320 rs. a libra e uutros mais
objectos, ludo por commodo preco : nos
qualro cantos da Boa Vista, esquina de S.
Con callo, venda n. 1. Na mesma precisa-se
de um menino para caixeiro, tendo alguma
pratica, sendo portuguez ou Brasileiro, e
prestando llanca a sua conducta.
Aos 5:000,000 teis.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramento, que corre impreleri-
velmenle no lim do corrente mez : na pra-
cinna do l.ivramenlo a. 67, loja de Jos
Marlios da Cruz.
Vade-se superior potassa,
muito nova, chegada na escuna
Galante Maria do Rio de Janei-
ro, por preco muito commo armazem de Dias Ferreira, no
caes da Alfaidega, ou a tratar com
Novae ck Companhia, na ra do
Trapiche r. 34-
Vende-so um sellim de senhora, novo
e bom, com pertences : na ra Formosa na
linaria casa terrea.
Velas de cera do Rio de Janeiro.
Vendem-se, por preco commo-
do, velas de cera, muito bom sor-
timcntO; em caixas : no armazem
de Dias Ferreira, no caes da Al-
fandega, ou a tratar com Novaes
& Companhia, na ra do Trapi-
che n. 3J.
Vende-se uma casa de taipa, cora mui-
tos commodos eem um dos melhores luga-
res para ter qualquer negocio, na matriz da
Versea : os pretenden'.esdirijam-se ra do
Queimado n. 53.
Vendem-se arado america-
nos dos modelos mais approvados;
na ra do Trapiche n. 8.
Vende-se fumoem folha pa-
ra capa e milo de charutos, por
preco muilo commodo, assim como
saccas com farlnha Je mandioca :
traia-se nos armazens de Gouva
8t Dias e Dias Ferreira, no caes
ta Alfandega, ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
numero 34.
Vende-so uma casa na estrada da Ca-
punga n. 14. em chJoi proprios, perto do
rio de Capibaribe, de pedra e cal, com 3)
palmos de frente, 4 quartos, soiSo, cizinha
fra, grande quintal, coxeira para 3 caval-
los, mais 1 qiarto para escravos, tolo mu-
rado de pedra e cal, com alguns arvorolos
o pon no ,( ferro 1 a tratar na mesma casa,
ou no becco da Lingoeta, com Manoel Gjn-
C8lvesPereira,n. 8.
Vendem-se chapeos d> Chi-
le entrefinos e mais inferiores, por
preco muito en cunta, para fe-
char contas : na na do Trapiche
n. 34, armazem de Novaes &C
\ elles antes que se acabem.
Vend m-se sapaloes de hezer-
ro francs, fettos no paiz. a a e a
i, |no rs. ; ditos de lustro, a
i,5o.>, 3.ouoe 4 r na ra
da Cadeia do Kecife. loja n. 9.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas ro-
das iiiiLim nodia 3t do corjente
infdlivelmcnte : na praca da Boa-
Vista, bolca n. 32.
Superiores mnssns para clinposi.
Na ra da Cadoia do Recife, loja n. 46,
vendem-se superiores massas portu^'uezas
para chapeos, a ellas antes que se acahem.
Lotera de N. S. do Livramenlo.
Vendera-se meios bilhetes des-
ta lotera, que corre impreterivel-
nienie no dia 31 do correne, a
5,5oo rs. : na ra da Cadeia do
Kecife n 9, loja de calcado.
Vendem-se dous relogios, sendo ura
patente inglez eoutro palele suisso : na
ra Nova n. 18.
Vonlem-se velas de carnauba de supe-
rior qualidade: na iravessa da Madre de
lieos n. 5.
. O facultativo J. B. Casanova, tendo de
fazer uma viagem a Franca, vende varias
obras de medicina, tanto da sllopathia co-
nin .11 ti 111 (i- ipiihni, ferros do cirurgia u
carteiras ho mo 'pallucas: na ra das Cru-
zes 11, 28, segundo andar.
a na das Cruzas n. 28, segundo an-
dar, vende se urna serafina com 4oitavase
meia, propria para Igreja ou sallOus, e um
relogio de ouro patente suisso.
Attenco.
Vendem-se superiores espadas
iiMteada-com punhos de cabello,
para olliciaes de lileira e cavalla-
ria, bem como lindos parei de
lanternas para mesas, com ps de
superior casquinha, eas mangas
lisas e lavradas : ludo de bom gus-
to e por commodo preco : na ra
d(> Queimado, loja n. 'S-j A,
Vendem-se duas travs de 25 palmos
de comprmanlo el palmo de groMiira, de
boa qualidade o proco conmodo, por ser
resto d'obra : na iravessa da Penha, sobra-
do n. 25.
[Na loja de seis portas, em frente
do Livramento,
continua-se a trocar fazendas por sedulas,
a pi ecos rasoaveis, como soja : cassa pinta-
da de dilTerentes cores, a 200 e 240 o cova-
do ; chitas, a 120,140, 160, 180 e 200, de
bous pannos e gostos; esguiOes de algu-
d3o, a 2,-210 a peca de 12 jardas, proprios
para carnizas de senhora e homem, por ser
mais largo que madapolSo ; cassa lisa, a
400 a vara ; cambraia lisa, 1 400 e 480 a va-
ra i riscado monstro, a 200 e 260 o covado,
muito largo ; corles de cinta preta com II
covadus, a 1,280; cassa preta, a 120 o cova-
do ; lencos brancos para oan de senhora, a
240 ; sarja prela larga hespauhola, a 1,920 o
covado ;e todas as mais fazendas por pre-
c,os que satisfazeai aos compradores.
Vendem-se superiores charutos, sola,
couro de cabra, peonas de ema, sapatos
brancos, dilus ie couru de lustro, cera de
carnauba e chapeos de pilha : ludo isto
mais barato do que em uutra qualqu<*r par-
te : na ra da Cadeia do Kecife, a. 49, pri-
meiro andar.


'--------------------------------------------------------------------1
fe*. II"

Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brutn ns. 6, 8 e 10,
fundirn de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
difieren tes modelos: na ra do
Brtim ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e fundirn de ferro.
Vende-sefarinha galega embirrie*! e
meins ditas, velas de esperncete america-
no e cha hyson de superior qualidade, em
lotes a voiitade do comprador: no escriu-
torio de Mntheus Auslin & Companhii, ra
do Trapichen. 36.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SF.NZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
ma a ha ver um completo sorti-
tnento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixss de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vcnrte-se superior fnrinha
gallega, em meias barricas : no escriptorio
de Iteane Voule& C, ouem seu armazem
dobecco doCongalves.
A 4o rs. a caixinba.
Vende-se a mclhor qualidade possivel de
palitos para tirar Topo, pe'o barato prego de
40 rs. a caixinha da pao, e a 20 rs. de pa-
pp|: na ra do Queimado n. 16, loja de Jos
DiasSimoes.
Chumbo de municSo.
Vende-se no armazem de J.J. Tasso J-
nior, ra iin Amorim n. 33.
Us melbores gostos, padrSes
novos.
Vendem se chitas escuras, muito fins,
cor de bronze, padres miudos e rimagem
inteiramente nov, pelo diminuto prego de
240 rs. o envido : ni ra do Crespo n. 14,
loja de Jos Francisco Das.
Boticas hiiiiiuopnthicns, na rila
rto C-respo, ln.j n. 4.
Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, viudas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande estabeleeimento cen-
tral di ra de S. Jos n. 59.
Enzofre.
Na porta da alfandega, arma-
zem n. ao, vende-se enxofre em
caixas, muito barato.
Vendem-se amarras de ferro : na ra
da Senzilla nova n, 42.
A I,(ioo rs.
Vendem-so novos cortes de brim tranca-
do escuro com duas varas e oieia cada corte
a 1,600; cass franceza de bom gosto,a 2,600
rs.; pecas de esguiSo de algodSo com 12
varas, a 2,400 rs. a pega ; cobertores de il-
godflo de cores, a 720 rs. : na ra do Cres-
po n. 6. loja ao p do lampeSo.
Deposito Na ra do Torres u. 12, lia muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Ttretiro.
Cnberndns inglczas.
Yendem-se cabegadas inglezas rolicas e
chatas, loros e silbas de 13a: na rna do lia -
piahe n. 10.
Aos Srs. de engenho.
Vendrm-se chpeos de palha por commo-
do preco na ra da Cadeia do Itecife n. 23.
Muitissimo barato para acabar.
Vcndem-se vellss de carnauba do Araca-
ty, sapatos, courinhos, estaadores, eslei-
rs e chapeos de pallia ; tudo muito barato
por so querer liquidar e vindo do Araraly
no ultimo navio: na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 23.
Vendem-se chitas limpas 12o rs.
Pecas de chitas linipus, rxas, para luto
aliviado, 4,500, e 120 rs. o covado ; cortes
de cambriias com 6 varase meia, de boni-
tos padtOes o de cores usas, a 2,600 ; e 100
Fceos novos de estopa, ced um com 2 va-
ras, por atacado a 320 rs. : na ra larga do
ItoZario n. 48, primeiro andar,
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de I. J. Tasso Jnior.
Potlisstl ;la Kussia.
Vende-se potassi da Kussia, recentamen-
te chegada, e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
I.(tirria (Ir i\. S. (lo I.m runenlo.
Aos "t:i.....n......,
Na ra da Cadeia n. 46, lija de miudezas,
vendeu-se o meio hiltieie n 1454 da lotera
de N. S. do Livramento em que sanio a sor-
te grande de 5:000,000 rs., e estilo expos-
los venda os afortunados billieUs e cau-
telas d u.esma loteiia, que corre imprele-
rivelmente no da 31 de janeiro crente.
Rilhetei 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tai mis pura engolillo.
Na fumlicOo de ferro da ra do llrum,
acaba-se de reeeber um completo sortimen-
to detaixasde 4a 8 palmos de bocea, as
(jua.is acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptid0o embaicam-se, ou
carregam-se em cairos seui despezas ao
comprador.
Mocmlna superiores.
Na fundicSo de C. Slarr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se 1 venda moendas,
de raima, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de llamburgo.
na ra do Amorim n. 35, armazem de J. i.
Tasso Jnior.
Deposito de pola&sa e cal.
Venue-se muito nova e superior potessa,
issim como cal virgem e pedra, recnte-
nteme chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel: ii" la da Cadeia do Itecife u. 12, ar-
mazem.
Grande sortimento de charutos
da fabrica de S. Flix, no itr-
inu/.riii de i rorro S i (iinpa n liia .
rna da Cruz n. 21.
SSo chegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regilii, cacadoreg,
deputados, venus, senadoras e sbennos
de llivini, em ciixas de cem e 250, por pre-
sos rasoaveis.
Uquldacao de fazendas.
Na ra Nova esquina que volta pira a
camboa do Carmo, loja n. 23 de Antonio Go-
mes Villar, estro se vendendo fazendas que
nesla loja j exisliam por menos a terca
parte de uns primitivos precos, e entre as
muitas qualidades teem as seguintes por
estes precos.
Jarros linos de hsnha 1.000
Filas de sarjas, de setim e tafet
largas, vara 320
dem, de 4 dedos, vara 240
dem, de Se 4 dedos a 120 e 160
dem, de velludo estreila de
cores
Luvas de pellica para senhora e
pan liomem
Leques de papel, cibo de osso
fino,
dem, deescomilha preta
dem, de papel finos, cibo de
mrfim, de 4,000 a 20,000
Chapeos de palha finos,lizos, a-
bertos e bordados, de 3,000 a 4,000
4
120
500
640
400
160
320
240
640
800
1,200
30,000
8,000
10,000
4,000
160
320
1.000
1,000
1,000
1,000
Cravatas de chitas
dem, de seda, pretas e de cores
dem, de couro de lustro para
militar
Setins de cores lizos, rovado
dem, bruen muito boa fazenda
Sarjas de cores pira vestido, co-
vido
Cortes devestidodesedi brincos
pira noivas.
Mantas de setim de cores mati-
sadas
dem, de sarja, dila, dita
diales de seda furia cores
Luvas curtas de linho pin se-
nbon, o par
dem, de seda abertal para se-
nhora
Meias de seda abertas branca pa-
ra senhora
dem, pretas pin senhora
dem, para homem
dem, lizas para homem
dem, branca para dito
Carteras finas de feixe
ai ates de M tiin pelos, o par
liotins gaspiados, prelos e de
cores para senhora
Sapiitus de setim branco para
menina
Chinellas de marroquim deco-
res para liomem.
Chapeos de sol de seda para se-
nhora
Lencos le cambraia de linho, li-
zos, de 1,000 a 3.000
dem, bordados com bicos 4,000 a 20,000
I lem, de seda preta e de cores
para grvala 3,000
Chicotes de junco ou cana para
carro, de 2,00o a 4,000
dem, de baleja para carro 3,000 a 6,000
((engallas linas dejuuco e
cana de 320 a 2,000
Chicotes finos pra monta-
a, de 1,000 a 2,000
Um grande sorlimento de flores finas sen-
do cantos, ramos, rosBSpara vestido, pe-
nas de muitas dualidades, bicos de blondes
de todas as larguras, bicos de dentelle pre-
tos, estreilos e largos de muito boa quali-
dade para capotinho e manlellete.tudo mui-
to em eoiit.-i.
Deposito de cal e potassa.
Cimba & Amorim, na ra da
Cadeia do Hecife n. 5o, recebe-
rom pelos ltimos navios de Lis-
boa Aovo Vencedor, Carlota e
fundeado na volta do Forte do
Mallos, ou na ra da Alfandega
Velha n. 5. escriptorio.
O mitigo barateiro do parsselo
publico ll. 1 I, lula dr l'iiniluno
Jos Itodrigues Perrelrn.
Annuncia as seguintes fazendis como se-
jam chitas francezas finas de ricos padre.es,
a 340 rs. o covado minio larga; casimiras
superiores, a 7,000 rs. o corte ; ditas mais
abiixo, a 5,000 rs. ; meiis casimira, a 3,200
rs. o corte ; cortes de setim macsu de co-
res, a 4,000 rs.; panno fino preto, a 8,000
rs. o covado; chapeos de maca francez, a
7,000 rs.; selins lavrados para vestidos de
senhora, assas chitas de cores, a t,280 rs.
o corte ; cambraias transparentes, a 2,000
a pessa de 10 varas ; gorguroes de seda ,
1,200 rs. o corte de colete ; cortes de.colle-
tes de III e seda, a 500 rs.; chalet de 18 e se-
dal; ditos de cambraias brancos e de cores,
brins de linho de quadros, ditos trancados
brancos e de cores, fazenda muito superior;
cutins de linho para psllitores, lili supe-
rior, princezi, lencos de cambraia de bi-
en, bicos e rendas de linho, lencos de seda
de cores, castores de cores epur|todosos
precos ; madapoles finos, a 3,900 3,500
3,600 3.800 4,000 4,800 5,000 e 5,500 ; su
periores chitas de todas as qualidades, e
um sorlimento completo eoutras immensas
fszendas que se veinteno a precos que agri-
daro aos Srs. compradores.
Vendem-se queijos londrinos ltima-
mente ebegados de Liverpool na galera Bo-
nita, assim como conservas de carne e fruta,
e mais utios gneros ltimamente chega-
dos, por preco rasoavel: na ra da Cruz n.
7, armazem de awis & C.
Cal virgem ein pedra
chegada de Lisboa na barca Carlota t Ame-
lia, vende-se a preco commodo : no arma-
zem de Silva Barroca, na ra do Brum, nu-
nie: o 28.
liosa"!' aos fregnezes que tertham
toda attenca para o novo sor-
tlineuto que existe na loja da
i na do Crespo n. G, ao p do
lampead.
Vendem-se cassas piuladas de cores fixis
a 260 e 280 rs. o covado ; cortes de brim
blanco de linho puro, a 1,920 rs ; ditos de
fustn muilo finos, a 560 e 640 rs.; cassi
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado ; zuarte de cor, a 200 rs.; riscado
1,000 de linho para casacas, a 240 rs o covado, e
320 outras muitas fazendas por preco commodo.
1.00i Cal vii geni de Lisboa,
i,ooo da inellur que ha no mercado, e
't000 chegada hadias pelo brigue Ern-
preza: trata-se com A. C. de
Abren, na ra da Cadeia do He-
cife n. 37.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na prag da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os afortunados bilhe-
les, meios e cautelas da mesma letona, que
corre imprelerivelmente no dia 31 do cor-
reute mez.
Bilheles 11.000
Meios 5,500
Quartos 2,600
Quintos 2,100
1 lee i III(ii 1,100
Vigsimos 600
ffffffff:fVf:fffffVfVfi
1,000
1,000
2,000
Amelia barra com cal virgem, e
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
He barntissinio.
Corles de cazemira a 3,200 ris, cambraias
de seda a 900 lis o covado, meias de seda
prela e de cores para homem a 600 ris o
par : na ra do Crespo loja n. 2, ao p do
a ico.
Para fechar emitas.
Vende-se cera de carnauba, courinhosde
cabra, sola e urna Palanca com bracos, con-
chas, correntes de ferro e pesos, propria pa-
ra armazem de carne, venda ou bordo de
embarcico : ludo por prego commodo : na
ra dos Tanoeiros, armazem n. 5.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito la fabrica de Todos os
Santos na Bnliia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
i|iiella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Vendem-se caixas com cera
em velas do Hio de Janeiro : na
ra da Alfandega Velha n. h, es-
criptorio.
Vende-se farinha de trigo
franceza de Rlarseile, a melhor do
mercado, chegada ltimamente as
casas de Lasse e do Saporiti: a
fallar como barateiro jilva Lo-
pes, na porta da alfandega.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapicbe, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue Jarujo 111.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, recentemente chega-
da de Santa Catharina, em pon ao
ou a relalbo, por preco commo-
do ; a bordo do brigue Soares,

<-
*
r

<
*
T
4
> .\n deposito da ra da Muela u. 15,
.;> ha para vender superior cal em pe-
> dra, recentemente chegada de Lis-
H> boa, em o brigue Conceico de Ma-
'-* ria, por prego rasoavel : lamhem ah
*" so vendem pesos de duas e de urna
arroba, por prego commodo ; ha
lambem elTeclivamente no mesmo
"y deposito barril de mel para embar- <-
que-
Bom e barato.
Na ra do Passeio-I'ublico, loja n. 9, de
Albino Jos Leile, vendem-so chitas roxas,
a 4,500 a peca e em cortes a 120; riscados
monslros, a 200 rs. o covado; cassas de
quadros para babados, a 240 rs. a vara ; co-
bertores dealgodSo para escravos, a 720
rs. ; chales de chita, a 500,800 e 1,200 rs.;
chapeos de sol com armacSo de en e as-
teas de balis, 2,000 rs.; e nutras muitas
fazendas, que nao he possivel anniniciar-
se para nao oceupar tempo.
Cbeguem a pechincha que se es-
tSo acabando.
Vendem-se relngios americanos, proprios
pan cima de mesa, mui bons reguladores e
por prego muito commodo para chegarem
aos pobres : na ra do Trapicbe n. 8, e na
ra de Aguas-Verdes n. 02.
-- Vendem-se colegOes do Medico do Povo,
de i a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Aos 5.ooo,ooo rs.
Vendem-se meios bilheles da
lotera a favor das obras da igreja
de i\. S. do Livramento, que cor-
re no dia 3l do corren te mez : no
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
Quem quizer a sorle grande da lotera do
Livramento, que infalivelmente corre nc
dia 30 do correle mez, apresse-se a com-
prar algum dos poneos bilheles que anda
restam, as lujas da esquina da ra do Ca-
bugi ns. 11 e 9, juntas botica de J0B0 Mo-
re ira.
Novo trein para cozlnlia.
Vendem-se chaleiras, cassarollas, fregi-
deiras e panellas de ferro forradas de por
cellana, bacas de rame para hanho, lacas
e garfos com cabos de marllm, e tambem de
osso muilo linas, colheres de metal do prin-
cipe para terrina, assucar, sopa ech, ma-
chinas para fazer caf, bul"8 e cafeleiras de
metal: na ra Mov, loja de ferragens n. 16,
de Jos Luiz l'eraira.
I crido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na roa da Cadeia n. 5a,
vendem-se por alacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farinha a 3,000 ris
naba ; 250 courinhos de cabra ; 13 pares
l sapatOe de couro de lustro, mui bem
feitoa o de taino moderno ; urna toalha de
bretanha de linho com livarinto, n.uilo bem
acabada afina : ludo se vende por commo-
do prego: ni rui da Cadeia Velha n. 24,
primeiro andar, de minba at s 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
Vende-se urna preta moga, gorda e si-
dii, que engomma bem, cose, cozinha e li-
va.o que todo se allanga : na ra larga do
Rozarion. 46, primeiro andar.
Deposito de epelhos das ma-
nafacturas de Franca : na ra do
Passeion. 19.
Vendem-se chapeos do Chi-
le, pequeos, pelo barato preco de
5 e 6,000 rs. e ditos da Italia,
chegados ha poneos das ; na ra
Nova n. 44 fabrica de chapeos.
Um bom oliicial de pedreiro.
Vende-se um escravo, preto, ofllcial de
oedeiro, mogo e de bonita figura ; urna par-
da boa cozinheira e engommadeira, com
urna lilln de 4 mezes; e um preto, mogo,
robusto, bom tribilhor de enxadi, proprio
01ra engenho ou armazem de assucar, por
ter muita Torga : na ra larga do Rozario,
n. 48, primeiro indir.
Vende-se fio porrete, vindo do Porto ;
ciixis de pinho vssias; rodas de arcos de
pao para barricas de assucar ; pregos ripaes
do Porto : na ra da Cruz n, 49, escriptorio.
Na ra da Cruz n. 10, em casa de Kalk-
mann Irmos, rontinua-s a vender charu-
tos de llavana, verdadeiros, aopregode8e
20,000 rs. o cento.
Vende-se urna escrava pardi, de 27 an-
uos pouco mais ou menos, fiel, que compra,
eo/inha, ensiboi e faz o mais arranjo de
casa : na ra do Ringel, loja n. 5.
Em casa de Kalkmann IrmSos, vnde-
se vinho bordeiux, cherry, rhum cognac e
vinho do reino: ludo da melhor qualidade.
Vende-se urna preta de nagSo de idade,
propria pira ra, ou mesmo para dentro de
casa por de ludo entender: na ra da Con-
cordia, sobrado n. t.
lie baratissimo.
Vendem-se sapates de couro
de lustro a 1,000 e a 3,000 rs.
preco dos sapatos ordinarios,
livre da massada de engraxar-se :
na ra da Cadeia do Hecife, loja
numero 9.
Vendem-se obris de ouro, como se-
|am : pulseins, correntes pin relogios,
brincos, ilflnetes, aunis, etc.: tu lo do
mais apundo gosto : em casa de Kalkmann
Irmos : ra da Cruz n. 10.
Vende-se, na ra do Crespo, loja n. I,
ao pe lloaren de Sanio Antonio, castiga
.rateados ilo gosto O mais moderno, sendo
os grandes a 4,000 rs. eos pequeuos a 3,500
rs., prximamente chegados de Lisboa :
elles antes que seacabem.
Instrumentos do msica,
como sejam : zabumbis, caixas de guerrs,
arcos de campas, pratos, pandeiros, baixos
de harmona; trombones, clarins de chaves
e lisos, cornetas de chaves esem ellas, ci-
rmelas, requintas, flautas, pfanos, etc.:
vendem-se na ra d Cruz n. 10.
-Vendem-se 4 lindos moleques de 8 a
18 anuos; 8 prelos de20a 25 annos, sendo
2 peritos sapateiros e 1 oleiro ; 2 pardos de
18 a 25 anuos, temi um bons principios de
carpina ; 3 pardas de 16 a 20 annos com ha-
bilidades! ; 5 pretas, sendo algumas com ha-
bilidades e proprias para todo o servigo, de
12 a 25 annos : na ra do Collogio n 3.
Venda de um sobrado emGoi-
anna.
Vende-se um sobrado em per-
feito estado, sito na ra do Meio
da cidadede Goianna, por barato
preco a dinheiro : os pretendentes
dirijam-se ra da Cruz n. lo.
Milho novo.
Na ra da Senzalla Nova n 22, vendem-se
saccis com milho, editas com farinha da
ierra muito boa, por commodo prego.
Chapeos.
Maia Ramos & C, na ra Nova n. 6, aca-
ba de reeeber vindo de franca pelo ultimo
navio, ricos chapeos de sedi com pluma e
tranga, pan meninos e menims, e podem
ifiangar que neste genero he o melhor que
lem vindo i esti cidiJe, os quies se ven-
dem por prego commodo.
Com 130,000 rs.
Urna preta muito propria para o servigo
interno de urna casa, por saber bem cozi-
nha r e entornillar, coitada na quantia ci-
ma de 120,000 rs : as Cinco Ponas, ven-
d n. 141, larga do Terco.
Ni rui di Cruz, casi de Kalkmann Ir-
mSos, vende-se muilo boa tinta em oleo,
por barato preco.
A sorie grande.
Vcndem-se tneius bilheles da
lotera de N. S. do Livramento,
cujas rodas andam no dia 31 do
corrente, a 5,5oo rs. : no pateo do
Collegio, casa do Livro Azul.
Aos Srs. bahuleiros.
Vendem-se alguna meios de sola, propria
para forrar malas, a precos mui rasoaveis :
no Aterro da Boa Vista, loja n. 58.
Vende-se urna preta de bonita figura,
de 24 linios, com algumas habilidades: na
ra do Vigaro n. 19, segundo andar.
Vende-se um muleque crinlo de bons
costumes, a vista do comprador se o ira o
o,olivo porque se vendo : na ra da Praia
numero 2.
*
umoveslido de chita de lista azul, outro dito
derilita esverdeado de lista, novos. um dito
o eciscadinho escuro j usado, saia preta,
um panno fino preto, dous corles de ves-
tidos, um de cambraia branca e outro de
chita encarnada, la/en lo de tu lo urna tro-
cha .- roga-ja as autoridades polciies et.i-
pitSes de campo quo a aorehendllo e levem-
m a Tora de l'oitas n. 145, que serSo gene-
rosamente recompensados do seus servigos.
Fugio, no dia 18 do corrente, um mo-
leque, crioulo, de nome Cosme, de 16 an-
nos pouco mais ou menos, rosto comprido,
pernas finas e ps grandes; quaodo falla
tem a bocea um tanto fechada ; levou caiga
de casemira j usada e camisa de rlscadi-
nho azul; levou mais urna caiga de algodSo
azul e outra de listras. urna camisa de algo-
dSo branco americano e outra de riscado
azul: roga-se a todas as autoridades ou a
outra qualquer pessoa que o apprehendam
e o levem nos quatro cantos da ra do Quei-
mado n. 30, que se gratificar generosa-
mente.
--No dia 12do corrente fugio de urna
olaria dos Remedios um escravo canoeiro,
de nome Caetano, de nagSo Cabinda, esta-
tura regular, cor um pouco fula, rosto re-
dondo e picado de bexigas, pouca barba e
com um signal Oe caustico no lugar do va-
li, pelo que se pode conhecer bem, he
quebrado e representa ter 24 annos pouco
mais ou menos: roga-se a qualquer auto-
ridade policial ou pessoas particulares, por
quem possa ser encontrado, o apprehen-
dam e levem-no ra larga do Rozario, pi-
da i ia n. 18, que se gratificar com genero-
sidade.
-- Fugio, em flns de outubro de 1850, do
engenho novo deS. Jos, freguezia de S.
Amaro de JaboatKo, um cabrinha de nome
Hay mundo, do II a 13 annos, porm, como
seja muito emperrado no cresciment, sup-
pe-se ter 6 palmos e 4 dedos de. altura ;
levou camisa e seroula nova de algodSo da
Ierra, e chapeo de palba meio usado; he es-
padando, cabellos vermelhos, e o mais cla-
ro signal que tem he urna listula na barri-
ga que parece ter sido urna estocada, po-
rm foi urna postem, parece ter oa dous
denles da frente largos e denlugo, segundo
os clculos parece ter ido para o serian, he
muito ideioso, e por isso pode ter mudado
o nome, porquanlo j urna vez fugio e an-
dava inlitulando-sn por forro por ser cabra:
quem o levar ao dito lugar, recebar 30,000
rs. de gralificagSo. Como senlior do dito
cibriuhi me issigno.
JoSo Antonio da Cotia Figueiroa.
100,000 ris.
Fugio de bordo do brigue nacio-
nal Sera Par un escravo crioulo,
de nome Euzebio, representa ter
a 4 annos, alto ; levou cal^a, carni-
za e bonet azues; consta que elle
anda pelas immediacoes de Olin-
da, intitula-se forro e he eonheci-
do pelo nome de Euzebio Jos l'e-
rena .- roga-se as autoridades po-
liciaes e ci pitaes de campo de o pe-
garen) e levar ra do Trapiche*
casa de Novaes & Companhia n.
34, que gratificar1
Fugio no dia 10 do pastado o escra-
vo crioulo, de nome Jos, de 40 annos, al-
tura regular, cheio do corpo, dlhos ama-
rellos, rosto bexigoso, ps chatos egrosos;
levou caiga de 13a escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do Pelourinho, ns. 5 o 7, de Ro-
mSo Autopio da Silva Alcntara.
wwwtimwmmwiwmmwwmwmwm
U mulatinho Agostinho
fgido.
Na noite de 11 para i a do
I passado ausentou-se o es-
cravo Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos prelos e
lisos, ps grandes com os de-
dos grandes grossos e camba-
dos para dentro ; he fillio do
ser tan, muilo lallador e ilo-
ta: roga-se as autoridades
l

Escravos futidos.
Fugio no dia sabbado 18 de Janeiro as
8 horas da noite, urna escrava de naciiu Re-
bollo, elisia do corpo, rosto largo, oltios
grandes, nariz chato, bocea regular, quan-
do risse faz barrocas no rosto, levou vestido
de cassa asul com pregas por bnxo, e na
beira das pregas tem bico francez e tranga
encarnada, e no ropiuho tambem tem pre-
a saces : vende-se no armazem de Campel-lgas com bico e trangas da mesma qualida-
lo Fiiho, ra da Cadeia do Itecife n. 64. I de, levou panno da Costa azul novo com
Veudem-se 10 saccas de superior car-llistas de diversas cores, outro dito velho,
roga-se as
policiaes, capitSes de eam-
po, Bssim como a toda e
qnalquer pessoa qne o en-
contrar, de prende-lo e con-
duzi-lo a seu senhor Bru-
to Jos Taveira, na ra da
Cruz-n. 20, que nao so paga-
r todas as despezas, como
offerece urna generosa re-
compensa a quem o trouzer.
Fugio, no dia 1. de dezembro de 1850,
o escravo Luiz Pereira, pardo, estatura or-
dinal i a, cor macilenta, cabellos pouco Ca-
rapinhados e alejado de um dedo de urna
das mos; lem o dedo mnimo de um dos
ps ligado a o outro, aspecto pouco agrada-
vel, canbto, de 30 annos ecom officio de
sapateiro: d-se 100,000 rs. a quem o levar
ao engenho Carana, freguezia de Santo
Amaro de Jaboito, ourua da Cruz n. 46,
primeiro andar.
-- Fugio, no dia 16 do mez prximo pas-
udo, do engenho Ouca, freguezia de Una,
um casal de escravos, de nome llaimuodo a
Mara, lendo o primeiro 35 annos pouco
mais ou menos, acahoclado, cabellos caixa-
dos, cara larga, com falta de denles na fren-
te, haixo, cheio do corpo, pernas um tanto
arqueadas e grossas. Kale escravo ja fui da
cidade de Sobral, oqualfoi viudo pelo Sr.
Manuel Congalves da Silva a Ignacio Ferrei-
ra de Mello : Mar ia de 25 a 30 annos, de na-
gSo Angola, muito ladina, baixa, corpo re-
gular e ps pequeos ; tem na tesis ilguns
cabellos brincos. Itoga-se, pois, a todas aa
autoridades polciies e capitSes de campo,
assim como a toda e qualquer pessoa que oa
ditos pegarem, leve-osa seu senhor, mora-
dor 110 iiilo engenho cima, ou nesla praga
a Manuel Antonio de Santiago Lessa, mora-
dor na rui Formosa, que se recompn-
sala,
Pf:itw. n\Ty>.df. M.F.df: Fakia.


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