Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06299


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Full Text

*
:"-
-


Anno XXVII
k
Sabbado 18
PARTIDAS DOS COnilEIOS.
Golanna e Parahiba, s segundas e sextas feiras.
RIo-Grande-do-Norte, todas as quintas feiras ao
rocio-dta.
Cabo, Serinhiiem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, nol.,a 11 e 21 de cada mcz.
araohuns e Honito, a 8 e ?..'!.
Iloa-Vistae Fjorea, n 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Dunda, todos, Os dial.
ranmiDzs.
'Nova, a 2, as 8 e 24 m. da m.
Cresc. a 10, as 2 h. e 2 m. da t.
Chela, a 17, a. 2 h. e 33 m. dat.
Mine, a 24, s 5 b. 07 m. da tu.
Prlmeira sG horas e 6 minutos da manha.
Segunda s 6 horas e 30 minutos da tarde.
de Janeiro de 1851.
N. 14.
BIBBBfJ B9J
VBE90 DA SUBC1T.IPC A.O
Por tres metes plantados) 4/UUO
Por seis metes OOO
Porumanno 15/1)00
das da semana.
13 Seg. S. Hilario. Aud. doJ. doso 14 Tere. S. Fellt. Aud. d.i Chano, di, J. da se-
gunda vara do c. c dos feitos da fuenda.
15 '.iiiiri. S. Amaro. Aud. do J. da 2. vara.
Mi '.'nuil. 9. bernardo Aud. do J. dos or'., c do
m. da prlmeira vara.
17 Si-ii. S. iii.i. \mi. e dos ffios da (atend.
18 mIi A c. de S. P. cm R. Aud. da Ch. c do J. da
2. v.do c.
19 li.iin. o SS. Nome de Jezus.
vukuauPK > -i-*.i.iiaK<^ffiwc-.i.iyi

CAMBIO DE 17 DE JANEIRO.
Sobre Londres, 29 '|,a 30 d. p. 1/000 rs. 00 dias.
Paris, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
Ouro. Once* hcspanholas ....
Modas de GlOO velhas.
de 6/400 novas .
.1. i4.ll '.......
Prata.PalaciVs brasilrirns....
Pesos cnlumnarios.....
Ditos mexicanos........
PSS3TN'JrZjBtfit-----:." ^l-
29/000 a 29/500
16/000 a 16*200
16/000 a. lo200
y/i.oo a /mo
1/:i20 a l/i-Kl
1/020 a 1/9111
1/6X0 a 1/700
_ -a^Ji35CK2MBtFBV3^PC:
MR7JL&FFICUL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
KSTRACTO DO EXPEDIENTE DO Dlt 16 DI DR-
ZEM1RO.
Ao director geral do crrelo, declarando-
se que devem .sempre transitar livres de
porte todas as gazetas inglezas, qualquer
que seja o ponro da partida e o d chega-
di, por ser .isso conforme ao ordenado em
avisode ti do passado, e ao ajuste que ha
com o governo de Sua Mageslade liritanm-
ca. Communicou-se ao Sr. ministro dos
negocios estrangeiros.
MINISTERIO Dk FAZENDA.
DECRETO K. 7*4-----DE 18 DE DF.ZEMDRO DE 1M50.
Acornpanha as Inslrucces para os exames
e coneursos para o preenchimento dos
lugares vagos do thesouro e tbesou-
rarias.
Hei por bem ordenar que oos eximes e
concursos para o preenchimento dos luga-
res vagos do thesouro nacional e thesoura-
rias das provincias se observem as inslru-
cOes que com este baixam, assignadas por
Joaqtiim Jos llodrigues Torres, do meu
conselho, senador do imperio, ministro e
secretario de estado dos negocios da fzen-
da, o pr-sideute do tribunal do thesouro
nacional, que assim o tenha entendido e
tara ejecutar. Palacio do Hio-de-Janeiro,
pm 18 de dezembro de 1850, vigesimo-rjo-
no da independencia e do imperio.--Com a
rubrica de S. M. o Imperador loaquim lo-
s Rodrigue Torres.
LNSTRUCCOES A QUE SE REFERE O DE-
CRETO 5UPPRA.
Art- t. Para se preencherem as vagas dos
lugares de praticantes no thesouro nacio-
Bil, ou tbesourarias de fazenda, fir-se-hao
aiinuncios por editaes publicados nos jor-
naes e com anticipadlo de nula dias do
que fr designado para fazer-se o exame
de que trata o art. 3., convidando os pre-
tendentes a presentaren) spus requeri-
nienlos instruidos com certidSo ou jusliU-
cacSo, por onde proven) que completaran
18 annos deldade; e as habilitacOes que
tiverem para taes lugares
Art. 2. Ningiiem seri Horneado pratican-
te sem mostrar, por via de exime, que te-
nha boa letlra e saiba ao menos os princi-
pios da grammatica da lingos nacional, as
quatro especies, a theoria de quebrados e
fraccOes decimaes, devendo ser preferivel
os que souberem os principios geraes de es-
criptiiracfio por partidas dobradas. O exa-
me ser feito no thesouro perante o direc-
tor geral da contabilidade, e por um dos
contadores que o ministro desiguar ; e as
tbesourarias perante o inspector, e pelo
contador, ou um dos chefes de seceso D-
menlo pelo presidente da provincia.
Art. 3. As provas desle exame serflo da-
das por escripto, assignadas pelos preten-
dentes, e rubricadas no thesouro pelo di-
rector geral da contabilidade.; e as tbe-
sourarias pelo inspector, os quaes as trans-
miltirSo so ministro da fazenda com as
suas Informscues acerca da idoneidade dos
pretendentes, acompanhadas dos requeri-
mentos e documentos por lies apresenla-
dos; allmdeserem nomeados os que me-
jores habilitacOes tiverem.
Art. 4. Havendo vagas de quintos escrip-
turarios no thesouro, ou de quartos as
thrsourarias de primeira ordem, proceder-
se-ha, para o preenchimento delUs, ao con
curto entre os praticantes nos termos do
art. *5 do decreto n. 736 de 20 de noveinbio
de 1850.
Todos os praticantes que tiverem dous
annos de pratica no thesouro so obriga-
dos a epreseotarem-se em concurso, e os
que forero reprovados duas vezes serflo de-
mittidos.
Art. 5. O concurso versara sobre as ma-
terias designadas no art. 45 do referido de-
creto, o ser feito com toda a publicidad
em urna das salas do mesmo thesouro, ou
tbesourarias, sb a presidencia, uaquelle
do director geral que o ministro designar,
e neslas do respectivo inspector.
Art. 6. O ministro da fazenda na corte,
o os presidentes nas provincias, nomearao
tres examinadores ; um de escripia e gram-
matica da lingoa nacional, outro de arilb-
inelioa, e o lerceiro dos principios e prati-
ca da escripturaco por partidas dobradas,
devendo nesta parle mostrar-se o pralcan-
te conhecedor ds formulas seguidas no the-
souro o Ihesourarias.
Ait. 7. A' hora aprazada serSo aatnitli-
dos todos os praticantes que podereip ser
examinados uo uiesmo da, e tomarSo as-
sento em urna mesa fronleira dos exami-
nadores.
Art. 8. Comecaroexame pela escripia,
dictando o exao-inador em voz alta, e es-
crevendo o candidato, alguma passagem de
qualquer obra classica
O que o candidato assim esorever sera i in-
mediatamente presentado ao presidente, e
depois ao examinador, quo poden lzer as
necessarias perguotas sobre as diversas par-
tes da gracnmalca.
Art. 9. IX mesmo modo, e em acto suc-
cessivo, ser feito o exame das oulias ma-
terias, devendo o candidato n.1o s resol-
ver por escriplo os problemas de arithme-
lica e de escripturaefio que Ihe forem da-
dos pelo examinador, como responder ver-
balmente s perguntas que este Ihe izer,
tanto sobre a theoria das operac.oes que
bouver pralicado, como sobre os principios
geraes dellas.
Art. 10. Oexsme de cada materia durar
o tempo que ao examinador parecer neces-
sario, quando nSo seja prorogado pelo pre-
sidente, qne poder tambem indicar outras
questOes que devam ser propostas, ou mes-
mo prop-las.
O candidato dever datar e assignar a es-
cripia e nperacftes que tiver pralicado.
Art. 11. Findos os exames, flcarSo os
examinadores sos, e paesarflo a conferir en-
tre si sobre a approvaefloou desapprovaclo
de cada um dos candidatos : devendo dar
por escriplo o seu parecer sobre a capaci-
dad de cada um delles, vista das provas
escripias e oraes, coa as rasoes em que
fundamentaren) o juizo que formaron), e as
notts de approvacSo ou reprovacSo que
derem.
A formula.das notas ser a seguinte :
llom por tantos votos ; soffrivel por tan-
tos votos ; nSo satisfez por tantos votos.
Art. 12. Este parecer ser apresentado
com os mais papis do exame ao ministro
da fazenda, devendo o presidente do con-
curso interpr tambem o seu parecer por
escriplo.
Art. 13. Concorrendo diversos preten-
dentes a um mesmo lugar, e blenlo todos
ou mais de um igual approvacSo, ser esco-
Ihido o que por outras circumstancias pare-
cer preferivel.
Do mesmo modo se proceder, se fOr mais
de um o lugar que bouver de preeneber-se,
e superior ao numero delles o de candida-
tos igualmente habilitados
Art. 14. Aos exames feitos no thesouro
assislir um ofllcial da secretaria de estado
dos negocios da fazenda que o ministro de-
signar, para lavrar em livro proprio urna
acta dos que se lizerem em cada dia, a qual
contera a inlrega dos pareceres dados pelo
presidente e examinadores, e ser assig-
nada por files. Nas tbesourarias servir
um ofllcial da secretaria designado pelo
inspector.
Art 15. Os concursos para o preenchi-
mento das vagas de quartos escriturarios
nas tbesourarias de primeira ordem pode-
ro fazer-se uo thesouro, quanuo assim con-
venha.
Art. 16. Sao applicaveis a todos os con-
corsos que se fizerem para preencher as va-
gas que existirem no thesouro e tbesoura-
rias at que sejam preenchidos o qua-
dros de seus respectivos empregados as
disposicOes desta inslrucces nos arls.
I., 4, 5.', 7, 8., ., 10, II. 12,
13 e 14.
Arl. 17. Os exames e concursos de que
iratam os arls. 2. e 4.* serflo Mos nos das
marcados, na corle pelo ministro da fazen-
da, e nas proviocias pelos inspectores das
Ihesourarias.
Rio-de-Janeiro, 18 de dezembro de 1850.
uagvim os Rodrigues Torres.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 13 DE JANEIRO
DE 1851.
OITlcio. Aojuiz relator da junta dejus-
tica, transmiltindo para ser presentado em
sessSo da mosma junta o processo veibal
feito ao tambor do segundo batalhlo dear-
lilharia a p.Ceneroso Antonio deSiqueira.
Intelligenciou-se ao commando das ar-
mas.
Dilo. Ao director do arsenal de guerra,
concedendo a aulorisaco que pedio para
despender a quanlia de 188,000 rs. com a
compra de 400 varas de brim branco liso
para se promplificar 400 embornaos de que
precisa o segundo batalhSo deartiiharia a
p, como se ve do pedido que devolve. --
Communicou-se a psgadoria militar.
Dilo. -- A psgadoria militar, para que por
cautella mande adiantar ao director do ar-
senal de guerra a quanlia de 400.000 rs. pi-
ra as compras de cal. tijollos, areia e ou-
tros objeclos, alim de dar-se principio ao<
reparos e augmentos de que necessila a ca-
sa do deposito deartiiharia a cargo daquel
le arsenal, devendo a mesma cautolla ser
recalada a vista da conla que for aposen-
tada da mencionada obra. Communicou-
se ao referido director.
Dito. A tbesouraria da fazenda provin-
cial, para mandar pagar ao commandante
do corpo de polica a quanlia de 42,000 rs.,
importancia do aluguel de tres cavados,
que conduziram da comarca de Pajeu de
Flores para esta capital tres soldados inv-
lidos do referido corpo -- Scientificou-se
ao mencionado commandante.
Dilo.-- Ao commandante do vapor 7"A/
dizendoque deve entregar ao chefe de po-
lica o patacho, quelendo sido appresona
do na provincia da Parahyba, por conduzir
arcanos livres, foi remettido para esta ca-
pital.
< ireular a lodas as autoridades das cmal-
os do Honito, Caranhuns, Flores e rejo.
At agora teru esta provincia estado priva-
da de receber os direitos, que se ai recae
na provincia de Alagas na expor
algodo desu a producQ3o;lem por ~
posto diuTculdadu em assignalar
da mercadoria entretanto que y direitos
sobie oassucar de producco^Hs Alagas
para squi exportado sao eiaetamente reco-
Ihidos dos cofres daquella provincia. lti-
mamente concordel co.n a presidencia da
provincia d'Alagas em assignalar a ori-
gen) do uosso algodflo por meio das pro-
vicencias consUntantes do incluso regula-
menio, e evitar-se assim a continuado do
nosso prejuizo. Os nosso agricutores e
exportadores le algodJo nenbuui onus sof-
frem com a ponlual execugao das ditas
providencias, e concorrein assii) para que
par os nossos cofres e nao para os da pro-
vincia d'Alagas seja anecadada a imposi
r-ao qne em lodo o caso be a mesma ; e pe-
la sua violceo licarSo sujeitos as penas
rigorosis do artigo 177 do cdigo criminal,
em taes circumstancias cstou hom conven-
cido de que nenhum s exportador se reru-
sar a guardar o que est disposlo no dito
regulamenlo at porque procurei facilitar
o mais possivel a obtenclo das cuias, for-
necendo at os preciaos exempUres ; assim
fac Vmc. dar toda a pnbliculade ao regula-
menlo de que tenbo fallado, e oso conve-
niente dos inclusos exeeiplares das guias,
distribuindo-as mesmo na quantidade cor-
respondente as suas erecjses reos agricul
lores que enviaren) anas assignaluras. Se
porm, ( o que nSo ha de esperar) alguem
houver que a despeito do ponderado deixar
de guardar como cumpre as provnlenries de
quo se trata, haja Vmc. de promover con
todo o esforco a sua responsabilidade.
Regulamento a que so refere a circular l-
cima.
O presidente da provincia para execuQo
la lei provincial n. 187 de 10 de de/embro
de 1816. resolve :
Art. i.o O algodflo que se exportar desta
provincia para a d'Alagas alm de levar a
marca Pernambuco exigida pelo regu-
lamento de 14 do inaio de 1847, devera ser
acocnpanliado de tIoih guia conforine o
nodello ao dianle mencionado : os expor-
tadores que violaren) esta dtposicUo serflo
punidos com as penas do art. 177 do cdigo
criminal.
Art. 2. SSo competentes para assignar
taes guias.
1." Os agentes fiscaes da provincia.
2." As autoridades jndiciarias e policiaes
das respectivas couiaicas, termos e dis-
tricios
3 o Os inspectores dos quarteires e os
proprios agricultores ; que man larem suas
assignaluras a secretaria do governo, puB
que sejam Iransmitti.las das A|agose
conhecidas na reparlicflo Fiscal daquella
provincia.
Arl. 3 Os conductores do [algo<13o de
Pernambuco deverflo na cidade de Macelo
entregar as guias ao agente desta provin-
cia e nos outros pontos aos commissarios,
que elle estabelecor, apontando-se no
verso dellas nessa occasiflo o deslino que
bouver tido o algodflo, que a acomp^nhar.
Art. 4.* Estas guias servirflo para aulhen-
licar o algodflo de producto desta provin-
cia para a arrecadarflo do n./o-lo qun Ihe
perlence. (
Art. 5. Pela thesnuraria da fazenda pro-
vincial sero fomecidos os exemplares pro-
CiSOS das guias numeradas e rubricadas por
um euipregado .jue o inspector designar.
Art. 6.a 0 presente reglamento sera pu-
blicado nos disinclos onde convier e 15
dias depois lera sua execueflo, devendo as
autoridades policiaes e os destacamentos
fazer dah em liante a apprehensflo do al-
godflo que for exportado sem a marca e
guia, para ter execueflo o que fica disposto
no artigo prnneiro.
Modelo a que se refere o regulamento
supra :
Cuia n.
Provincia do Pernambuco, districto de
do termo de........4o mez de |.s .
Acornpanha para a provincia d'Ahgas ...
.. saccas de algodflo com a marca--Per-
nambuco,--produzido na fazenda denomina-
da ..........pcilenceotesa......para....
F
(DesignacJo do cargo ou posieflo. )
DEM DO DI A 14.
Ollicio. Ao cumulando das armas en-
vendo o requenmenio do ex sargento \n
Ionio Franca de Attahyde Hoscoso, a que
se refere a informacflo que remelle do com-
mandante interino dosogondo batalbflo de
aitilhariaa p, alim de que mando corrigir
os engaos que porvenlura tiverem ocror-
rido no ajuste de conlas do fardamento do
mesmo ex-sargenlo, fazendo recolber ao
sobredito batalbflo as pecas de armamento,!
^quipaineutoo fardamento que ain la exis-
tirem em seu poder.
Dilo. Ao desembargadnr chefe de poli-
ca, remettenJo copia do ollicio, em que o
F.xm. presidente da Paran iba communica a
remessa do patacho Bermina, bem como
dos respectivos mestra e contra mestre, e
de 22 africanos firn de serem julgados
nesta provincia, de confornfidade com o
art. 19 do decreto n. 708*1,: 14 de oulubro
do anno prximo patsado.^
Dilo. Ao juiz relator da junta de justi-
Ca, transanittindo para er apresentado em
sessflo da mesma j^nta o processo verbal
feito ao soldado do segundo balalbflo de ar-
tilbaria a p Ifruo Cravo. Communicou-
se ho commando das aitnis.
Dilo. A pagadura militar, inteirando-
a de basr em vista da sua InformacSo da-
tada >e bonlem deferido favoravelinente
o ro/furrmenlo, em que o lente de pri-
...ira linba reformado Aodr Nones Cardu-
zo solicita permissflo para consignar nesta
proviocia metade de seu sold a Antonic da
Silva Gusmao Jnior, al o completo da
quanlia de 200,000 rs. que est a dever ao
mesmo Cusmflo.--lnielligenciou-se ao com-
mando das armas.
Ono. A mesma, remetiendo os papis
relativos a divida, de que pede pagamento
o subdelegado do primeiro districto da fre-
guezia de Jaboatflo Jos Francisco Pereira
da Silva, aflrn de que faca processar seme-
Ihautes documentos de conformidad com a
circular n. 9 de 6 de agosto de 1817, do tri-
bunal do thesouro publico, visto pertencer
essa divida a exercicio lindo.Mesle senti-
do olliciou-se ao desembargador chefe de
Pu's|a- t
Dilo. A mesma, inteirando-a de baver o
paisano Feliciano llezerra de Santiago con-
tratado, nos termos do decreto e regula-
mento de 18 de noven.bro de 1848 e aviso
de 30 de octubro ultimo, para asientan
praca como voluntario na companhia fixa
le cnvallaria desta provincia mediante a
?ratliracfle de 200,000 quesera Daga pela
forma j esiabeleeida. Scientificou-se ao
colmando das armas.
Dito. A mesma, transnitindo os papis
reUlivns a divida, de que nedo pagamento
LU! de Franca Rodrigues Ramos, para que
depois Je organisada a respectiva cunta, fa-
ca (processar aemnltiatiles documentos de
conformidale com a circular n. 9 do tribu-
nal do thesouro de (> de agosto de 1R17.
visto pertencer essa divida a exerci io Im
Dito. Ao director do arsenal de guerra
approvando a proposla quo fez do tenente
do estado maior da segunda classe Jos
Ign icio de Medeiros Reg para exercer o lu-
gar de eucurrega lo do laboratorio daquol-
le arsenal, duranio o impedimento do se-
gn lo tenante reformado Jos Francisco
dos Santos.-Fizerani-.se neste sentido as
convenientes communicaces.
Dito. Ao mesmo, aulorisando-o a des
pender a quanlia de 176,000 rs. coma com-
pra i.- ton c.ivados ib- baetilha para a promp-
tilieaca.i de saceos de dilferentcs calibres de
artilliana para o presidio da ilha de Fer-
nando.Communicou-se a pa^a.loria mi-
litar.
Dito. -- Ao primeiro suppilente do
juiz municipal da primeira vara para fazer
paasar as guias dos sentenciados militares
Frederlco Carlos de Araujo, Amaro Ferrei-
r, Fernando Jos dos Santos, Jos Fellippe
do Nascimeiito e Pedro Antonio Manuel,
que se acbam na Cadeif desta cida le alln
de seguirem opporluuamenlo para a iltia
de Fernando a cumprir as seut'iicas, que
Ihes fn-am impostas pela junta d.i juslica.
Dito Ao agente da comoubia das bar-
cas de vapor para mandar por a disposicSo
do coronel commandante das armas os de-
sertores do segundo batalliflo de arlilbari
a p, Paulo Alfonso do Mascimeuto c Da liel
Augusto Saraiva e o sagundil de cacadores
Manuel Machado que vieram das Alagas
un vapor Puraense. liilelligonciou-se ao
mesmo commandante das armas.
Dito. Ao promotor publico da comarca
do l.imociro para quo quanlo antes mande
solicitar na secretaria da presidencia o ti-
tulo de ajudante' do procurador fiscal da
Ihesouraria provincial nessi comarca, para
que fura Humeado, alim de entrar uo ex-r-
cirio visto n io o ler anda feito Idn-
tico ao coronel lo- Mana de Albuquer-
que Mello, nomeado paia a comarca do
rabo.
Dito. A cmara municipal desta cida-
de, auturisando-a a pagar a quanlia de rs.
450,000 dfl uina Idtra que se venceu prove-
niente da metade do pieco do urna casa situ
na rui do lio/ario da Hoa-Vista,que do con-
\viii;'i i com a e.i npaiibia de lieberibe, coin-
prou para ser demolida.
Portara. O presidente da provincia em
execuclo do disposlo no 10 do arl
2ii do regulamento n. i-.odo3i de Janeiro
de 1812, designando a ordem, pela qual
os juizes municipaes deverflo subslituii
os de direilo das diversas comarca, deter-
mina que se observe o seguinte :
Arl 1." Comarca do Recife.
Primeira vara do crune.
1 O juiz municipal da segn la vara.
2." O da primeira vara.
3 o II de Olin la-
4." O de Iguarass
Segunda rara do crime.
1. O juiz municipal da primeira vam.
2.' O da segn la vara.
8." OdeOlmla.
4. O de Igua^s.
Fura civel.
1 O juiz municipal da primeira vara.
2. Oda segunda vara.
3 o de 01 inda.
4.* O de Iguarass.
Comarca do fonito
1 O juiz municipal de Caruar.
2.0 O do Honito.
Comarca da Boa- Vista.
1." Ojuiz municipal da Roa-Vista.
2." O de Ouncury
Comarca do Rio-Formoso.
t. O juiz municipal do Itiu-Formoso
2.' Od'Agoa-Preta.
Arl. 2. Nas de mais comarcas, que nito
vilo especificadas por conlerem Um s jui-
municipal seiaesle o substituto do juiz de
direilo, e assim neslas cono nas outras
sonare que os juizes municipaes est i ve-
ris impelidos subslituirflo aosde direilo,
os seussupplenles. seguindo-se para pre-
ferencia das turmas, havendo mais de urna,
i oidem, em que foram enllocados os
juizes.
Arl. 3." Continuar em obseryancia o
mais que foi determinado na portara de
2S de Janeiro Jo anuo prximo lindo, e quo
ufloseaclia contrariado pela presento. -Fi-
eram-se as convenientes communicaces
TRIBUNAL DA REL GAO.
SESSAO' DE 14 DE JANEIRO DE 185i.
PHESIOBSCIA DO KXM. SIKUOR COaSEUHEIRO
AZIVEDO.
A's 10 horas da manhr.a. achando-se presen-
tes os senhores deseinbargadores Villares, Has-
toa, Lelo, Souxa, Itebello, LuuaFreir, e Tilles,
oSr. presidente declara aberta a sesso.
JULG4MBNTOS.
Aggravo.
Aecravante, Mano I AlvesCuerra ; aggravado,
Hcnto Jos Ferreira Kabello. Nao loinarain
cunheciinento do aggravo.
Urcurm crimei.
Hmnin.tr, ojiitto de direilo do Natal ; recor-
ridos, Francisco de Paula Soares da Cunara
e ouiros. Coiilirmarain o detpacho de que
aeiecorreu.
Uecorrrntc, o promolor publico do Natal; re-
corrido, Jos Flrmlano do llego. Confir-
maram o despacho de que se recorreu.
Recorren te, O juizo,' recorrido. Lourcnco Be-
ierra Carnefro da Cunba. dem.
Apptllnc""crimei.
Appellante. Manuel Joaqulin da Silva! appcl-
lado. O Jalao. Julgarau) improcedente a
appcll.icao.
Vppellante, o juitn ; appellado. Germano don
Santos Cavaleanll, Modilicaram a pcn:i em
favor do reo.
Afprllncti ricis.
Appellante, Pouinateau; appellado, F. Pouvier.
Desnreaaram > embargos.
Appellante, Maria da JMernidadr-da Invenco
da Santa <7rut; appellada, Maria Manoela de
Jess. dem.
Appellantes, Manoel Lopes de Sonta e outros;
appellados, JoioZefermode llollanda Caval-
canli e sua nulber. dem.
Appellante, a adinlnlstracflo do patrimonio dos
orphosdestaeldade appellada, o Kxm. his-
po de Marianna. dem.
Appellante, o Julio ; apprllado, Antonio Jo?t;
de llosas. dem.
Appellante. I-lias Coelho Cintra; appellado,
Agostinho Henrlques da Silva. Receberam
os embargos para rel'otinar o accoidaui em
parle,
Appellante, Joaqulm Antonio dos Santns An-
drade appellado, Amonio Hotelho Piulo ife
Mesqulta, Julgarama desistencia pjr sen-
leuca.
disio>:cifs-
Appellante, Francisca Thonia/ia da Concelcao
(.'iinli.i; appellados, Jo i Keller h C.
Appellante, o juizo appellada, Agulda da bll>
va Maya.
Rr.visns.
Passaram do Sr. desembargador Villtres ao
Sr. desemb.rgador Itastos as segulntea appel-
lacoes em que sao :
Appellante, I). Hritea Sebastiana de Moraes;
appellado, Antonio Jos Pereira.
Appellante, Jos Rodrigutl Ferreira; appel-
lado, ojuito.
Passaram do Sr. desembargador llastos ao
Sr. desembargador Lelo as,segulntea ap'pella-
edea en) que ao :
Appellante, Antonio Peicria; appellado, o
Julio
Appellante, Joaqun) Lobato Ferreira ; appel-
lado, Manoel de Almenla Ferreira.
Appellante, liarla do Mnparo, c seu lilho me-
nor; appellado, Vicente GuedaaOondlw.
Passou do Sr. desembargador Souxa ao Sr.
Jesembargador Itabello .. seguate appellaco
fin que sao :
Appellante, Antonio Jos de Medeiros ftilan-
couri; appellado, Jacinl'io NogueiraCovas.
Passaram do Sr. desembargador Itabello ao
Sr. desembargador Luna Freir as siguiles
appellacdes em que sao:
Appellante, o juizo a|ipellado, Joaqun) Hy-
pnlito Vercosa.
Appellante, Albino Jos Pineutel ; appellado,
Manoel Tboinax Pereira.
Appellante, Maria Francisca do Carino ; appel-
lada, a parda Pulcberia por seu curador.
Appellante, Antoui.i Ricardo do llego ; appel-
lado, Pedro Beterra Pereira de Araujo bcl-
IrSo.
Vppellante, Jos Velloso Soarcs; appellado,
Luit Gomes Ferreira.
Passou do Sr. desembargador Luna Faeire ao
Sr. desembargador Tellea a seguinte appella*
cae cu que sao :
tppellaute, o juizo appellado Pedro Antonio
do Rosario.
Passaram lo Sr. dcsembarijador Tellea ao Sr.
desembargador Villares as seguales appella-
cdes em que s;io :
Appellante, o jiiiio ; app liado, o prcto Anto-
nio escravo de Jniio Pedro da Silva.
Appellante, Francisco Acciole de Goveia Lins ;
appellado, Joaqun Jos de Sonta.
Appellante, o julio ; appellada, D. Josefa Nctta
Ferreira de Jesil.
IIISTRIDUICES.
Ao Sr. desembargador Villares a seguinte
appillacao em que sao : ...
Appellante, a jusllca; appellado, Jos Joaquuu
de >anl'Aiina.
Ao Sr. desembargador Bastos a seguintes ap-
pellacfles em que sao :
Vppellante, Antonio Jos Salgado; appellado,
ojuito.
Appellante, Lolz do llego Monteiro ; appellado,
Manoel Cardosn do Nascinicnto,
Recorrido, o jui/.o; recorrido, Antonio Jos
Ferreira
Ao Sr. desembargador Leao as seguinte*
causas cm que sao:
Appellantes, Antonio Pires Ferreira e outros;
appellado, Luii Pires Ferreira.
Appellante, o juito ; appellado, Antonio Jos
de Aievedo.
no Sr. desembargador Souia a seguinte ap-
pellaco em que sao:
Aiipe'llaiile. o juizo ; appellados, Agostinho Mu-
ni/. Itarreto c oulro.
Ao Sr. desembargador Rabcllo as seguin-
tes appcllacocs em iuc sao :
Appellante, o juito; appellado, Manoel Andre
Lardoso.
Recrreme, Antonio Einmas GustavoGalvao ;
recorrido, o juito.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a seguin-
te appellaco em |uc sao i
Appellante, Ment Jos Nunes do Valle ; appel-
lada, a juslica.
Ao Sr. desembargador Telles a seguinte ap-
pellaco em que sao:
lleeorrenle, o Juito ; recorrido, Francisco Xa-
vier Cavalcauli.
Levautou-se a sessao a urna e meia horas da
larde.
INTERIOR.
S. PAULO.
S. Paulo, I de deze/nbro de 1850.
Depois da ininlia ullima, nada occorreu
que merece especial mencao ou que exija
..referencia : porque, por exemplo, um tiro
dado pelo subdelegado supplente de Naza-
retb, Lucio de lal.cm urna especie deUulca-
mar que por all anda, nlilulando-se me-
ti, do nome Barcelona, he um faci quo
flo eipanta, quando se atiende a que a u-
toridade nSomata as propeuses e paixes
do homem, antes mu las vestes as foi tilica a

MELH0R EXEMPLAR ENCONTRADO


itabfc
MW*
i^^*mfr.
*

lO
exacerba. He certo que o tal Barcelona deu-
lhe o troco, ferindo o aggressor coro a pro-
pria faca que este (razia, e que as autorida-
des estro prncesssndo por este ferimento.e
nao cuidilo de processar sobre o tiro; mais
isto naturalmentn procede de nflo tereste ti-
ro acertado no alvo; e,como nflo houve mal
pbysico, certamentea autoridade nflo actiou
em que fazer corpo de delicio ; e isso d>>
mal moral, resultante da intencjio manifes-
tada, he cousa muito metbaphysica para em-
pregados de polica que nSo e-tudaram esta
sublime sciencia, M-mais, a opposicflo fez
tan.anho rumor contra a le da reforma ju-
liciaria, encareceu tanto o arbitrio do que
eslo investidos ns empregados da policia,
que estes cliegaram a convencer-se de que
a lei foi I iIh para proteger a autoridade
nicamente, e que seria um grande escn-
dalo se alguma soffresse qualquer incom-
modo por ter usado do despotismo que Jul-
gam legal contra um insobordinado.
\ mi agora mostrar-lhe que sei cumprir
o que prometi. Achara junto urna copia
do contrato que serve do constiluicflo co-
lonia que est fundando o senador mu/.
Queiruz as suas fazendas de S. Jeronymo e
Santabrbara. Ver que poucu difiere do
contralo do senador Vergueiro cun seus
colonos sempre que trata das condic,Gas da
sociedade ; mas ha urna alteracflo impor-
tante no ponlu ein que garante aos colonos
o aforainenlo Je terreno* por um mximum
previamente fizado. Inconleslavelmeule
essa protnessa ou compromisso concorrer
poderosamente para facilitaros engajamen-
tos, pois quo conslilue por certo um seduc-
tor incentivo para homens que encaram
como a suproma felicidade a posse de urna
propriedailo territorial, equasi impossivcl,
na Europa para a parle da populacho que
deve fornecer os colonos. Para o propie-
tario brasileiro nflo vejo senflo vantajens no
aforamento, porquanto, de ordinario, pos-
sue maior porfo de Ierras do que a pode
rasoavelmente cultivar ; e se cousoguir es-
tabelecer nellas urna renda permanente,
qual a que tlrariam dos foros, pareo-me
que muito melhorana a conslituicflo da so
ciedade pela maior eslabelidade das for-
tunas.
Hiij he raro ver urna fortuna grande fa-
zer a opulencia dos netos do que a soube
amontoar : au contrario, a regra mais geral
he serem pobres os netos de avs riquissi-
, mos; e nflo raro he ver este faci realisar-
se na curta trsnsaccflo de pais a lillius. A
causa nSn he oceulta : para acha-la basta
ponderar que duas tergas parles da fortuna
do agricultor brasileiro cousiste uo valor
dos escravos, e que este desappaiece com a
morte dos meamos. Ora, se DOMO* prop te-
tarlos conseguissem fundar, pe is a!ora-
nentos, urna renda perpetua, ain la que iu-
ferior a que tiram da cultura directa de
suas trras, parece-me que minio ganha-
nniii suas familias.
Vejo porm urna diiculdade na RsaQo
do mximo de afiiramoulo por braca qua-
drada ; porque he taiuaiilM a vuiieuado oo
valor das mi-.as Ierras, cunfunue o genero
de cultura para que serven), que sena iin-
possivel, de antemflo, fizar urna regra ge-
ral. Em urna mesma U/en la hatoiras de
duas e mais qualidades ; os terrenos muilo
elevados, proprios para a cultura do cafe,
por serom livres de geadM, valemodobro
de igual porc,flo de terreno baizo, pruonos
para manlimentos e outras culturas que
n9o sffrem lantu com as guadas. As bas
trras dos eitgeiihos de Bssucar valem ris
400,000 por quartel (le Calina, que lid unta
superlicie de 25 bragas de fenle com 50 de
fundo; o premio mais mdico, nesta pro-
vincia, he de 12 por cento ; porlaulo um ca-
pital de 4,00,000 rs. deve render anualdien-
te 48,000 rs.
Supponha-se porcm que o lavrador, ti-
rando i ffectivamente este producto de um
quartel de canna, computa eui nietade os
gastos da produceflo; aindi assnn 2i,0ju
rs. por auno seiia um f o pesadissiuiu pa-
ra igual eztensflo de terreno.
Estas reflezOes silo em lulo applicaveis
aos terrenos proprios para caf; eacon-
sequencia que dellas tiro he que um mxi-
mo ou minalo previamente tizado para os
fios seria inconveniente, tanto para o pro-
prieUrio como para o colono. Cuido que
todos os inleress s Hcavam muito uielnur
defendidos, su para Cada urna Uas qualida-
des de trras mais geioes, se marcasse o
mximum do foro por Praga qnadiada ; p"is
que a distincgSu olingava.avariagilo da laxa,
e o colono, depois de estabeleeido, esco-
Iherii aquella especie para que mais se in-
clinaste. Tainbein he opimflo de alguna que
converia mullo estipular um prazo lixo para
a residencia obngada dos colonos Da fa-
zendas ; o temor de coalisOes eulre elles,
ou grande parte, para abandonaran o la-
zemleiro depois de quites, delermiua esla
disposieflo. Eu, purm, loulio mulla con
lianza no espirito de familia que necessa-
riamente ha de embarazar essa capricnusa
nioiulidido dos Culonos: um ou alguus
oltrtros pude rao fazer grive ; mas os casa-
dos com lillios hflo de encontrar embaraza
na difliculdade e remover urna familia, 3
na perda dos commodos que ja gozava n,^
colonia. E 13o certo he isto que na do se-
nador Vergueiro tem-se observado que
quasi lodos aquelles qu s abauonaraui no
cometo vi.ltaram, e alguus nao leui siJo
admillidos, apezar de instantes peuidos, a
que se oppOe a quasi unauiindade dos
colonos. 'I uiia va nao vejo graude mal em
que algum fazendeiro, mais cauteloso, in-
Sira noseu contrato aquella obrigaco.
Desculpe se enlru neslas Jiscusses de
detalhe sobre objeclos de Coljiiisaijo :
minha defesa esla no meu quasi faiulisuiu
nesta materia, e na couvicgSo em que ealou
de que a exposicao de factos ja cousutn-
mados e applicagSo dos seus bellos resulta-
dos sSo o melhor argumento paia Conven-
cer os Urasileiros ila ezcr-lleucia e praltca-
bilidade das ideas que desejo ver uuiveisal-
oieiite aceitas. as quesles que locaiu nua
inleresses domsticos de cada,um os punios
de vista mais pra icos s3o o meliior aanealo
para a discuss3o.
Estou rec< iaudo muito que a guerra em-
tre o sul e norle de Allemaulia veulia crear
obstculos a emigrado, ou aueugajameulo
dos colonos posto que espeie que a enor-
me massa de inteiesscs europeus, lauto
materiaes como polticos, cumpronieliiJu3
ni'Ssa queslflo, tenliaui anda sullicieule
mi(;.i para o deai'iivulvimenlo d' guerra.
Hoje, ao ineio-dia, enlrava pela ras desta Diversas proviucias
c'daUe um frade Iranciscauo, escoltado por uiu |
rlicial e doua soldadoi. Agufou-se a curioai- i
dade publica, e nao poucos egnir.tm a escolta I
at o palacio do governo. para onde se dirigir,
('arta um procurou logo acercar-ae de algum
doi soldados, que parece que nao csttvain l
muito bein informados do motivo da prisao do
riaile. e pregavain, a respeitu suas pelas inno-
centes, visto que erain forfados a responder a
repelidos e instantes interrogatorio!. O que pu-
de collier dos mais bein informados he que o
frade chama-se Joudo Lado de Cristo Pibuhei-
ro, natural do Cear e conventual da llahia ;
que andava pregando por commissao de sua
ordem, ha alguns annos, eque seu m.io fado o
levara ltimamente a Goyai, onde parece que
suas prrgacSes nao agradaran! ao presidente,
por envolverein discussiin poltica, e que este o
liera prender ordem do ministro da juliya.
e o remette para a cric. Isto he o que diz o
frade, e me he referida por pessoa que coni elle
conversou nomosteiro de San Bcnto, onde loi
recoliiido Dizem outros que linha fgido do
convento, e por isso foi preso. O olllcio, po-
rcm do presidente de Guyat ao desla provincia
nada diz, se nao que vai preso para a corte a or-
dem do ministro da Justica. Consia que hou-
'JXPORTACAO.
Dltpachlt marilimm no dia 17.
I.isbds, barca portugueza Carlota t Ame-
lia : conduz o seguinte : 2,05 saceos, 7 cai-
xis. 31 feixose 16 barricas com 11,246 ar-
robas o 19 libras de assucar, 59 pipas e 5
barris ago'ardente, 160 barris mol, 150 co-
cos e 6 mllios de paos.
Canal, brigue lubequene Hunrieh Guilav,
le 356 toneladas: conduz o seguinte :
,260 saceos com 21,300 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL,
'temllmentn dodia 17.....1:667,598
700,000
96.000
I MI,000
501.000
96,000
vcqucm se Icinbrassc de pedir Aaoeus-eorpui
para o frade, visto nao constar o motivo de sua
prisao, que elle mesmo declara ignorar, por
nao Ihe ser coininunicad >; mas desislirain di-
anle de tres rasdes, cada urna das quaes era suf-
ficienlissima: I.', nao estar na trra ojuizde
direito.quc foi aojury ein Jacarehy ; 2. ter o
governo ordenado que o paciente siga ama-
h.i.i para Santos, para embarcar no vapor
portador desla; 3.', ser a prisao em noine do
iiii ii i stro da justica, e portanto nao haver auto-
ridade superior para conceder kabeai-corpui.
i-11 .-:[..-. ir i--.il ip ni aos autores da le de J de
dezembro de 1841; mas como o resultado he
haver mais uina difliculdade para o uso daquel-
I. principal garaniiados povos que teeiu cuiis-
tituices chamada livres, duvldo que elles se af-
lligissein muito quando dessein pela omisso.
Paro aqui, porque sinto-ine boje com uiua
invencivcl disposi(ao para entrar ein argumen-
tos polticos, e receio comprom mi que nao gosta disto.
(Do Jornaldo Commereio.)
Correspondencias.
Advertido pnr alguns amigos, apenas che-
guei a esta cidade, de que na minha curta
ausencia desta provincia, o Sr. Dr J de
Aquino Fonseca publicara em o Harto di
l'ernambuco um communicado, em que
sem fallar em meu miras, me injuriava bas-
tante, fazendoalluses torpes, por suppor-
me o autor de urna correspondencia, pu-
blicada no Correio da Tarda da cArte ; foi
meu primeiro cuidado ler ess communi-
cado ; e por que visse, que Sobre mo tu-
ca r-me a paternidsde de dita corresponden-
cia, que tSo iroso tornou o Sr. Ot., nSo po-
diain caber-me as allusOss ahi feilas ao cor
respondente do citado jornal, deixei-me
tranquillo, crendo que se havi.nu engaado
as pessoas que me julgaram o alvo de chas-
cos i:"i-i ridiculos.
Agora, porcm, que acaham de dizer-me,
que o proprio Sr. Dr. Aquino declara em
particular, que sou eu a pessoa a quem al-
ludio no seu artigo, devo confessar a esses
nii'iis amigos, que fui eu o engallado, quan-
do me persuadi, que nunca leudo injuria-
do, nem offeudido por modo algum a esse
Sr. Dr., devia achar-me fra do alcance de
sua habitual e canina malidicencia, sem
lembrar-me que outros tamben) no mesmo
Caso nSo liveram essa felicidade ; porquan-
to, o homem aue rao agredi he bem conhe-
cido de todos, pelo seu carcter rixoso e
atrabilario .'
Parece quo, fnriJo do modo pelos redac-
tores do llecreativo, sem a coragem e liabi-
lidade precisas para responder-Ibes com o
mesmo vigor, esse homem precisa de urna
viciima expiatoria de sen revez, sobre
quem descarregue sua colera ; e ei-lo quo
sobre mun se volta queren Jo arraslar-me
ao lamafal injurias em que se eucha-
furda / Engana-se, porm, se pensa que
o acnmpanharei ; pois que anda mesmo
i muido me nflo presasso bastante para des-
cer a esse ponto, faltava me esse estylo, em
que por inteiro se reOocle a alma e o carc-
ter do Sr. Dr. Aquino, e alias conveniente
para os homens de lal jaez.
.Minha nica resposla, pois, a todas as in-
jurias asquerosas, a todas as calumnias
torpes, a lod-s as allusOes ridiculas, que
contra mim quira escrever o Sr. Aqui-
no ser o mesmo despreso em que tenlio
o proprio Si. I i. J -i -qiii.n .le Aiininu Koii-
seca.
17 de Janeiro de 1851.
/". Raphael de Mello Reg.
Sr. redactor. Ha nao poucas vezes silencio
de tal manciraespresslv, que deiando-segos-
tosainente interpretar, faz com que a raslo pe-
netrando noi acrarios d'alma, nada ahi deie
de mysterio, capai de envolver a verdade no
escuro equivoco de um aentimento incerto !
l-.sie respeiloso silencio devia sem duvida s.-r
o seguro signal de iiiinba doce gratid.iu t'e-
nhorada porm por to decididos fav res. com
que a bnudade do illuslrado publico desta ci-
dade se ii-iu dignado honrar-me, tirmanilo ge-
nerosamente ineus tmidos passos uesla, sobre-
iiiod.i, dilli. 11 carrvira, simo a torrente de mi-
nha gratido transbordar meu pcito e minha
alma de arrebatada prerompe em signaes de
agradecida!
Mas nao ha palavras que elevar-se possa at
que se nivelem com a sublime altura, ein que a
bondade deste genegoso pnblico, to nobre, re-
parte seus supremos beneficios e nem eu mes-
illa tan fcil creio encontra-las, que suIHcien-
les exprlinam os doces aDalos de minha seusi-
bilidade!
Publico bein feltor, os favores com que me
acnlhesles ein as noltesde 2i dedeiembro* e 14
do corrtnle, por occaiiao de ineus beneficios.
a vossa mi mina bondade, mull impQe sobre
ineus deveres, e muito de mim devc'm eligir,
mas nao posso ollitar-vos mais, nem outro
signal tem a minha gratido a dar-vos que al-
tos esfbr(os empenhados no suave bem de agra-
dar- vos sempre ; isto be mui pouco, mas vos
sabis que quein torna grande as limitadas
uferrndas he a graudesa daquelles a quem ellas
se dirigein!
Acellai, pois, ineus esforcos e protejei-me.
Jui;iiiiu Candan!.
Movimento do porto.
Noviot entrados no da 17.
Sazharbor 30 das, palhibole americano
Draco, de 96 toneladas, capitfio A. That-
char, oquipagem 7, carga presuntos e
queijos ; a Deane Youle& Companhia.
Newcastle 51 dia;, hrigue inglez Pearl,
de 188 toneladas, capitSo Anderson, equi-
pagem 9, carga carvSo; a Adamson llowie
& Companbia.
Stockholmo 63dias, barca sueca Elisa-
belh, de 286 toneladas, capitlo I. H. Kooll,
equipagem 17, carga ferro e mais gene-
ros ; a N. O. Bieber & Companhia. Passa-
geiros, os Suecos II. T.T Eison, S. W.
Kosander e S. A. F. Jacobsson.
Marselha -- 33 dias, brigue sueco 7cir, do
217 toneladas, cspitflo Mattsson, equipa-
gem 11, carga farinha e mais gneros ; a
Me. Calmontat Companhia.
Liverpool 29 dias, galera ingleza Colum-
bui, de 319 toneladas, capitilo II. Goble,
equipagem 21, carga fazendas e mais g-
neros ; a Me. Calmonti Companhia. Pss-
sageiros, os Inglezes C. Astley com sua
familia.
Navio sabido no metmu dia.
Canal -- Brigue inglez Barkhete, capitSo
Francis Collius, carga assucar
tlilTAtS^
O lllui. Sr. InspectoTaa thesouraria da fa-
xenda provincial, em cuinprlmento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia de3i de
dezeinbro prximo passado, manda fazer publi-
co, que nos dias 21, 22 e 23 do corrate ir a
prafa peranle o tribunal administrativo da
mesma thesourari., para ser arrematado a
quem por menos fixer a pintura da ponte pen-
sil do Cachang, avaliada ein 385.000 rs. e sb
as clausulas espeefaes abalxo declaradas.
As pessoas que se propozerem aeata arre-
nifo comparecain na sala das srssdes do mes-
mo tribunal nos dias cima mencionados, pelo
ineio-dia, competentemente habilitadas na for-
ma do artigo 24 do regulainento de 7 de malo
do prximo passado auno.
E para constar se mandou afiliar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 3 d Janeiro de 1851.
O secretario,
ilni'inio Ferreira d'Annuneiacdo.
u Clausulas etpeeiaei da ammalacao:
I." A pintura da ponte doCachaag ser fei-
[a pela furnia sb as condices e do modo in-
diesdo no orcamento apresentado a approva-
caodoExin. Sr. presidente, pelo preco de rs
85-p0- A i.
I." As obras priaclplarao no praso de lo dias,
e serio conclu4}S no de 40, ambos principia-
dos a contar dakentrega do termo da arre-
lllllia I i
3." O pagamento elrectuar-se -na depois de
noluida luda a pintura, o caminado | 1 cu-
geiiliejro,
4.a Para tudo o mais que nao esla determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha o
que dispeo regulaiucnlo de7 de maio de 1850.
Recite, 16 de dexembro de 1850.
O engeolieiro chefe da 2.a da sec^o,
Julo /.ni Fletar Lituthier.
Approvadas pela directora ein conselho, do
dia 16de dezeinbro de i850. O director, Joe
iUam Hctoi Lieulhiir.
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co, 31 de deiembro de 1850Souia Kamni.
Conforme. O ollicial, llanoel Jos Marlini
Ribeiro.
t:onforme. O secretario, Antonio Ferreira
d'Annuncinco.
Itodollo Joo Karata de Almelda, cavalheiro da
imperial ordem da Rosa e da de Christo, te-
nente-coronel coininaud.inte do quarto bala-
I lia i de guarda nacional do municipio do Re-
cite c presidente do conselho de qualicaco
da guarda uacional da parocbla dos Santis-
simu Sacramento do bairro da Boa-Vista.
Faco saber, ein virlude do artigo 8. do de-
creto n, 722 de 26 de mimbro de 1850, que no
ilecluio-quinlo dia, contado da dala deste edi-
tal, ter principio a reunio do conseibo de
qmliucar.io desla parochia, no consistorio da
mairi, ao qual, as pessoas inleressadas devem
allegar seus direitos na forma do mencionado
regulamento.
E para que chcgiic ao conhecimento de lo-
dos se passou o presente que ser afiliado nos
dilferentes districtos desta parochia e publica-
do pela iiiiprensa. Ilecife, 16 de Janeiro de
1851.
Hoiolfo Jo.o Barata de Almeida.
Dita dita cor al lojas o. 9
Dita atraz do Calhabouce n. 2
Dita dita n. 13
Dita Nova n. 43
Una da Gloria n. 65
Adminlstracao geral dos estabelecltnentoa
de caridade, i5 de Janeiro de 8il.
O escrivSo.
Antonio os Gomei do Correio.
Vlee-consulado Je Espaa en
Pernambuco.
Habiendo la Legacin de S. M. en Ido de
Janeiro, remetido a este vico-consulado co-
pia de la Real instruccin para formar el
alistamento y matricula de los espaolar
subditos de S. M. residentes en esta provin-
cia, se previene a los mesmos debern pre-
zentarse, los que se hallen en esta capital,
y sus mediaciones en el termino de un
mex, y los que estn mayor distancia, en
el de dos meses, por ai per apoderado le-
gal mente autorizado al efecto cumplir
con las determinaciones de la expresada
instrucion. Pernambuco, 16 de Janeiro de
1851. Juaquim Baptiita Mtreira, cnsul
de Portugal, l'iizendo as vezes de vice-con-
gul de llespanha. _____
iJeclitrayrtS.
"
COMMERCOQ.
ALFAINDECA.
Kendimentododia 17.....11:526,800
Descarregam bofe 18 de ianeiro.
Barca Ester 4nn- mcrcadorias.
Barca --Sero/Jna idem.
Brigue Ariel dem.
Brigue Cesar idem.
Barca Tbomai Mellon csrvio.
Brigue -- Adamastor genebra.
t.o.\st;i.,\i>(i ci'.iij .
Iteudiaieuto do dia 17..., 2;989,1lo
.... 50,508
3:039,618
KA coman municipal desta
cidade fa* scsso extraordinaria
hoje, 18 do Jrrente.
Hl'ilUIl < (instlate,
on Monday tile 27.1b inst: ihe general Mee-
tingof thesuhj.cts ofller tiritante Majesly
qualilled un I r llie act. 6. .ico. 4 cap 87. ,
will be lieldat tlus ciMSiilate, fur the pur-
poses theretu named, at no on. Pernambu-
co, 17.ih Jauuary 1851.
Hy (hriiiopheri,
Vice-constil.
A admiiiisiraco geral dos estabelucimen-
tos de Caridade, manda faxer publico que no
dia 20 da crreme, na sala das suas sessdea, pe-
las 4 hura da tarde, continua a prafa das casa*
abaixo declaradas
Ra da Moeda n. :i i 24n.OOO
Dita do Axeite de Peiic n. 1 320.004
Dita do Hilar n. 73 06.000
Dita dua n. 70 84.000
Una do Padre Floriano n. 17 96.u hitadia n. 43 72,000
Di la dita n. 45 96,000
Dita dita n. 47 96,000
Dita dita n. 49 100,000
Dita dita n. 63 108.000
Dita do Fagundes n. 38 84,000
Hilada lr.iv.-s a de San Jos n .'. 96,000
Dita dita n. 7 96.000
DiU de Manuel Coco a. 32 96.000
Dita dita n 36 96,000
Dita diu n. 38 luO.000
lina das i.inci.Puntas n. 70 132,000
Ditada Viracao n. 7 121,000
Dita de Borlas n. 29 220,000
Dita nia n. 94 260,000
Hila de Saiil.-i Tlieresa n 7 86.000
Dita da Roda n. 3 72,000
Dita dita n. 5 68,000
Theatro de Santa-Isabel.
37. RECITA DA ASSIGNATURA.
SlnBlDO, 18 DR IlNKIRO [uK 1851.
Estra dos Srs. Felippe Tati, primeiro te-
nor do theatro de S. PeJro do Alcntara do
Rio de Janeiro, e Constante Cappurri. pri-
meiro bsixo bartono do mesmo theatro.
Depois de urna eacolhida "ouvertura, a
companhia nacional representar* o drama
em 5 actos e 6 quadros :
Alarla Joanna miilher do poyo.
No (lindo primeiro o Sr. Felippe Tati can-
tar a grande aria final da opera Anna Bo-
fena,muaica do immorlal maestro cava-
lheiro Donizelti.
No fat do segundo, o Sr. Constante Cap-
purri, cantata a aria deHeatrice di Ttnda,
msica do maestro Bellini.
No iini do terceiro, os Srs Tati e Cappur-
ri oantarSo o bello duetto da operaLucia
de La'mermeor, msica do maestro Doni-
zelti.
No flm do quartn, o Sr Tati cantara a
grande aria final da oporaO Pirata.
O canto he dirigido pelo maestro cavalhei-
ro Jimijui n ('.niiiniiii,director da companhia
lyrica do theatro de S. Pedro de Alcntara
do Rio de Janeiro.
Terminar* o espectculo com o ultimo
aclo do drama.
Comecar as 8 horas.
Us bilhetes acham-se i venda no lugar
do coslume.
THBATUU "i)l AFOLLO
Brevemente annunciar-se-ha por esta fo
lha o segundo espectculo que d ueste
theatro a cantora Augusta Candiani, sendo
decanto italiano, e baile no salSodo mes-
mo ihe-ilro com duas orcheatras e interval-
loa .le difTercnles pegas de msica, execu-
tadas por mui disltnclos artistas, que se
prestam por obsequio mesma cantora
por isso roga-se s pessoas que se dignarem
honrar o espectculo dessa imite, o obse-
quio de mandarem com antecedencia pelos
bilhetes e sentas para o baile, ra do Ater-
ro da Boa Vista n. 4, lerceiro andar. Pre-
sos ~ Primeira ordem 8,000 rs. -- segundt
10,000 terceira 6,000geraes 1,000
galenas 1.000 rs. Previne-se que nao ha
ueste espectculo platea superior.______
Avisos martimos.
--Para a.Baha pretende seguir viagem
com hrevidade a sumaca nacional Carlota,
mestre Jos Connives Simas: quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode entender-se com Luiz Jos de S Arau-
jo. na ra da Cruz n. 33.
lien! companlila le paquetes de
vapor entre o Brasil e a Orla-
Bretanha.
Agentes nesta prafa f Admason llowie &
C, ra do Trapiche n. *2.
F.sta Companhia tendo convenciouado
com o governo de Sua Magostado o Impera-
dor do Brasil sobre a conduccilo das malas,
e passageiros entre os doua paizes, tem a
honrado participar aorespeitavel publico
deste imperio, que tem escolhido para este
scrvir-,0 de entre os seus navios de vapor
que compocm a hnlia de paquetes entre a
Inglaterra e as Antilhas os seguintes vazos
7>t>'o' Commandante Rivett
Severn a Vincent
Dee Alian.
Estes navios sito todos de primeira classe,
do porte de 1500 toneladas, e de fnrr-a de
500cavados cada um, e os commodos que
ofTerecem aos passageiros sao os mais com-
pletos, que he possivel, tanto pelo espacoso
de suas enmaras, como pelo seu appurado
aceio, bu a gosto, e magnificencia : trazen
doalomdisso cada um del les a seu bordo
um clrurgi3o hbil e expedente para acu-
dir a qualquer precisito qne por ventura
possa sobrevir.
Cada um destes vapores cima mencio-
nados partir por seu turno de Sonthamp-
ton em Inglaterra no dia 9 de cada mez,
principiando ja do corrente Janeiro, o fa-
zendo escalla por Lisboa, Madeira, Tenerife,
Cabo Verde, deve chegar em Vernambueo
no dia 1 ou 2 do seguinte mez, onde smen-
le se demorar 6 horas pata entregaras
mallas, desembarcar os assageiros e rece-
ber outros para o sul, continuando a sua
derrota por labia, Rio de Janeiro, Monte Vi-
deo, e Buenos Agres.
Os mesmos vapores devem sabir de volta
do Rio de Jan.mo mi din 11 ou 12de cada
mez, devendo chegar em Pernambuco em 5
dias (no dia 16 ou 17) d'onde depois de urna
demora de. 6 horas seguir para Inglaterra
com escalla por S Vicente (no Cabo Verde)
Tenerife, sladeira, e Lisboa.
Estes vapores tambem recebem carga a
frele em Sonlhampton para os portos do
l!ia-il, e destes para S. Vicente, Tenerife,
Madeira, Lisboa, e Sonthampton; assim
como de tins para os outros portos do Bra-
sil em que tenham de tocar; advertindo
porcm, que nflo recebem os gneros so-
guintes: oleo, azeile, assucar, algodflo,
tnel, espiritos, vitriolo, plvora, e oulra
qualquer materia de naluroza indamavel.
Junto vilo notadas as tabellas que de-
vem regular os leles e passagens nos mea-
mos vapores, e para oulra qualquer in-
formarflo os pretenden tes podem dirigir-
se aos respectivos agentes
Admason Huwit & C.
Pernambuco 1 de Janeiro de 1851.
T abella das paaaagens.

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Nos procos cima estilo incluidos osob-
jectos necesaarioa de cama e de roupa para.
ameama, gratiflcacfies aos criados, e todas,
as mais despezas, exceptuando Tintaos, es-
piritos, e bebidas fermentadas, que toda-
va sempre se adiarlo a bordo por precoi
moderados.
Tabella dos freles.
Em mercadorias de Pernambuco para qual-
3uer outro porto do Brasil i 3 10 por ca-
a 40ps cbicos.
Em moeda de ouro ou prata para a Babia
i Rio de JaneiroV por cent" 0 valor.
Em moeda de ouro ou prata para Monte-
video Buenos Agres -'/t por cento no valor.
Em moeda papel de qualquer um porto
para outro no Brasil >/, por cento no valor.
A importancia assim dos fretes como de
passagens devora ser paga no acto do ajus-
te no escriptorio da respectiva agencia.
Para Marselha a baica franceza cune
Edouard, capito J. J. Cariel, forrada de co-
bre, recebe parte da carga a frele : enten-
der-se com os consignatarios.
Para o Rio de Janeiroo brigue nacio-
nal Adamastor, pretende seguir coni inulta
brevidade : quem no mesmo quizer carre-
gar ou ir de tiassagem, trata-se com os con-
signatarios Machado & Pinheiro, na ra do
vicario n. 19, segundo andar, ou com oca-
pilSooa prafa.
Para o MaranhSo, tocando no Ceara,
seguir viagem nestes oitos dias, o biate
yUvo OUnda, por ter dous tercos de carga
promptos e tratados : para o esto e passa-
geiros, trata-se com o respectivo mestre,
Antonio Jos Vianna, no trapiche do algo-
dflo, ou na ra da Cruz, armazem do Sr.
Mauoel Jos de S Araujo
Para o liio de Janeiro
segu viagem em poucos dias, o brigue na-
cional D. Afonso, por ter parte de sua carga
prompta: para o resto, escravos e passagei-
ros, trata-se com Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo andar.
Leiles.
- O corretor Miguel Carneiro, Tari leilflo
ao da 18 do correnlc, ao meio dia em pon-
to, no seu armazem na ra do Trapiche n.
40, de urna poreflode saccas com farinha de
mandioca, viudas ltimamente de Santa Cs-
tharino, sera vendida muito enconta, a von-
tade do comprador.
Cals Irmflos lano leilflo por interven-
qSo do corretor Oliveira, e de ordem do
gerente do consulado da repblica france-
za, com assisb-ncia de um delegado do mes-
mo, de duas caixas com alHoetes variados,
vindos pelo navio francas Com te Roger, en-
tra do em II de junbo de 1850 : segunda
feira, 20 do crrenle,as 10 horas, no seu ar-
mazem, ra da Cruz n. 19.
Kalkmaon Irmflos farflo leilflo por in-
tervencao do corretor ,rliv.nrs, de um com-
pleto soriimento de fazendas de seda, IBa,
linlioe algodflo, todas proprias do merca-
do: segunda feira, 20 do corrente. as 10 ho-
ras, no seu armazem ra da Cruz.
.lenilini Borllo, tendo da
retirar-se nestes oito dias, vende
muito em coala lodos os seus ob-
jeclos que I lie restara para ador-
nos de palacio, salla e jardim a
quemqueira especular al o dia 17
1I0 corrente, e o que 1 lie restar ia-
r o ultimo Icilio, por interven-
cao do corretor Miguel Carneiro,
segundu-feira ao do corrente, s
10 horas da inanha, no seu depo-
sito, na ra do Aterro da Boa Vis-
ta n. 53-
Avisos diversos.
Jos Bandeira de Mello, seguindo para
a comarca do Principe Imperial do Piauhy
cooio juii de direilo, e tifio podendo pessu-
almeule despelir-se de todos os seus ami-
gos, pede-lhes desculpa desla falta toda in-
voluntaria, oflerecendo-lhes em dita oomar-
ci sen diminuto presumo.
Elias Baptisla da Silva embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo Jos, de nacflo
Cabiuda.
MFLHOR EXEMPLAR ENCONTRADO -


.>
-.
-
t
f.
#

I.
i
1
O rendeiro do trapiche Ramos, avisa
quein interessar que de hora am diante
obriga-se a mandar por os aaccos com as-
eucar, o volumes miudos deacarregados uo
inesmo trapiche nos lugares que seua do-
nos ou conaignatarioi tndicarem, pelo mes-
uro carretoque-costumam a pagar nos outros
trapiches.
Traapassa'se o arrendamiento do enge-
uho Qoelur, sito na freguezia de Ipojuca,
-vendendo-se a safra no campo, o engenho
lie copeiro e bom, e tem bons cercados : a
tratar com Miguel Augusto de Olivelra, na
sua 'residencia no engenho Cimassari, na
freguezia de S. Amaro JaboatBo, ou com
Theotonio da Silva Vieira no engenho Ca
xoeira da freguezia de Ipojuca.
O Sr. Dr. Caetano Ealellita Ca valcanti
Pessoa, queira dirigir-ae a ra da Cruz do
Recife n. 59, primeiro andar, ou annuncie
sua morada, aflu de ae Ihe fazer entrega
das chaves de sua caa da ra do Caldeirei-
ro, visto que aua aenhoria flcou de aa vir
receber desde o dia t do corrente mez, e
at boje no tem apparecido.
Sala de sorvetes para senhoras.
Na confeitor'n da ra do Rozario estreita
n. 43, contina a ter sorvetes todos os dias,
com malta promptidSo e asseio, a 300 ris
o cliz, havendo presentemente duas salas,
urna para horoena e outra para senhoraa.
--O abaizo assignado, morador na Cam-
boa do Carmo n. 8. deseja fallar ao seu pro-
prietario o Sr. Pedro da Silva, que era mo-
rador do Casanga, e como nao seja possi-
vel descobrir-se a aua residencia, faz o pre-
sente, visto ter o meamo abaixo assignado
de se retirar pira fra da provincia, e ter de
tratar um negocio de muito interesse com
o mesmo Sr. Pedro da Silva ( o qual nffo ig-
nora), ese nfioapparecer no prazo de o-
to das, subjeitar-ae-hi a transacgo que o
mesmo abaizo assignado fizer com oulr
qualquer pessoa. Recife, 17 de Janeiro de
1851. i n) Goncalves IMS Lisboa
O abaixo aaaignado, lendo botado seus
animaes no lugar de Tambor para la passa-
rem o invern, etendo-lhe desapparecido 3
beatas, suppoe lerem descido com as de al-
guna engenbos, que tamben coslumam
passar o Invern por aquelles lugares de
Tambor e Caiahy, as quaea sSo duas pol-
yrm cardses e urna quasi ruca com a ponta
de urna orelha quasi tronza, todas com u
ferro AC: roga, porlanto, o mesmo abaizo
aasignatoa qualquer aenhor de engenho,
que, ae por acaso apparecerem tata bestas
m aeu cercado, de nnuuciarem por esta
folna, ou avisarem ao abaizo assignado.
morador em Tamboat, termo da cidade de
Nazareth.
Antonio da Molla Silvelra Cavaleanti.
Precisa-se alugar urna preta forra ou
captiva, que saiba lavar e tratar de urna en-
anca : na ra do Vigario n. 3.
O Sr. que annunciou a compra de len-
tos de lavarinlo, querendo um bem desem-
penhado em cambraia de linho, e outro que
ae pode concluir at o flm do prximo mez,
Sile, queiendo, dirigir-se a ra da Senzala
ova n. 49, segundo andar.
Os abaixo assignados fazem
sciente ao respeitavel publico, e,
principi lmer.le aos seus de vedo-
res, que pelo presente teeo auto-
risadu ao Sr. Kelix Antonio A Ivs
Mascarenhas para cobrador de
suas dividas. Scasso & Becker.
Hoje, pelas 4 horas da tarde, i porta do
Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, na
ra da Madre de neos, sa ha de arrematar,
por ser a ultima praga, o sobrado n. S da
ra de 8. Francisco: quem o pretender,
compareca.
I'recisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, smente para engommar e
ajudar a outra peasoa a C02inhar : na ra do
Queimado, esquina que vira para o Rozario,
terceiro andar.
-- Cose-se e engomma-se com asseio e
promptidSo : na ra Augusta n. 84. Na mes-
mi casa vende-se urna rede de 15 bracas por
entalbar.
O abaixo assignado, tendo
de retirar-se para Portugal, e nao
podendo pela brevidade de sua
viagem despedir-se pessoalmente
daquellas pessoas que o bonram
com sua estima, e a quem vola
consideracao e amizade, o faz pe-
lo presente. E tambera offerece
aeu diminuto presumo a estas pes-
soas em qualquer parte onde se
acbar, aseverando que ser incan-
savel em dar proves de gratidSo
de qualquer nature/a que possa
ser. Sendo que nao poupar, r
lugar para onde segu, de promo-
ver todos os meios de provar aos
Pernambucanos, quSo iltuzoria foi
a iuipntbcao que itntneiecidamen-
tese Ihe fes nesta provincia : con-
vencido como est o abaizo a:sig-
nado de que um dia os Pernam-
bucanos Ihe farSo justica, nada
mais accrescenta. ltecife, 16 de
Janeiro de i85i.
Bento Jos da Silva MagalhOes.
-Urna moca soltera, que se acha em
comtanliia de seua paia com todo recato e
boneetidade, propoe-sea ensinar a ler, es-
crever, contar, gramiuatica uuiversal, mu-
sica, douiriua chrisia, cuser, fazer lavarin-
to, bordar, marcar por differentea modas e
fazer flores, recebando tambem discipulas
internas : as pessoas que de seu prest ino se
quizerem utiiaar, dirijam-se a ra Direila,
sobrado n. 73, segundo andar.
rer comprar tres le ngos de lavarinto, que-
rendo de cambraia de lioho, annuncie para
ser procurado.
O Dr. em medicina Carlos Frederico
Muller, lendo vollada da Europa, acha-se
ezercen-Jo a aua ai le na sua mitiga residen'
ca, ua ra da Cruz n. 15, segundo andar.
Fugio, uo dia 16 do mez prozimo pas
lado, do engenho Uuca, freguezia de Una,
um casal de escravos, de nome Raimundo o
Maris, tendo
o primeiro 35 annos pOuco
maisu menos, acaboclado, cabellos caiza-
ilos, cara.larga, com falta de dentes na fren-
pobea familia : na Boa Vista, rin da Santa
Cruz n. 38.
A pessoa que se julgar habilitada a tra-
te, baizo, cheio do corpo, pernas um tanto tarde um sitio pequeo com todo o esme-
ro. pode comparecer ra do Hospicio,
junto i casa da Viuva Cunta, n. 8.
Os abaixo assignados lazem
sciente ao corpo de commercio
desta [naca, que no dia 3t de de-
Tembro de l85odissolveram ami-
gavelmente a sociedade que t-
nbamnaloja da ra do Queima-
do n. 39, que gyrava sobre a fir-
ma de Jos Moreira Lopes Se ('.,
ficando a cargo do socio Lopes a
liquidacao da mesma, tanto no acti-
vo como no passivo. Recife, l5de
Janeiro de 185l. Bento Jos da
Silva Magalhftes. Jos Morei-
ra Lopes.
Abrem-se e imprimem-se bilhetes de
visita em qualquer carcter, rtulos e todos
osobjectos que demandan) preceitos calli-
graphicos, retratos e quaesquer desenhos,
sinetes lypos emblemticos, ornamentos
'ira capas de livros, e afinal todos os ol-
velos da arte de gravura em alio e baizo
relevo, ;e com delicadeza. As pessoas que
pretenderem algumas destas cousas, diri-
jam-se ra do Itrum, defronte da fund
gao ingleza, ou as seguintes lujas de li
vros : na ra da Cruz n. 56, na praga da In-
dependencia ns. 6 e 8, e no pateo do Colle-
gio n, 6, onde se for roister poderSo deizar
seus nomes e inorada para serem procu-
radas.
#fN0#Sa9941t9 %'t%% @a,
arqueadas e grossas. Este escravo ja foi da
cidade de Sobral, o qual foi viulo pelo Sr.
Manoel Concslves da Silva a Ignacio Ferrei-
ra de Mello : Maria de 25 a 30 annos, de na-
cSo Angola, muito ladina, baiza, corpo re-
gular e ps pequeos ; tem na testa alguns
cabellos brancos. Roga-ae, pois, a todas as
autoridades policiaes ecapiles de campo,
assim como a toda e qualquer pessoa que os
ditos pegarem, leve-os a seu senhor, mora-
dor no ditoeogenho cima, ou nesta praca
a Manoel Antonio de Santiago Lessa, mora-
dor na ra Formoss, que se recompen-
sar.
PreCisa-se de um sitio, que nSo seja
distante delta cidade do Recife, com baiza
decapim, campo para paato de6vaccase
com casa de vivenda soffrivel : paga-se
bem : quem tiver, annuncie, 011 dirija-se ao
Aterro da Roa Vista, botica do Sr. Moreira,
que achara com quem tratar.
Augusta Candiani agradece aos mui
distioctos artistas os lllms. Srs. Brete
Previg os obsequios que Ihe prestaram por
occasiSo do seu beneficio no theatro de A-
pollo ; e igualmente ao lllm. Sr. Vignes.
Arrenda-se, por muito com-
ino lo preco, um sitio com matas
para fazer carvlo, tendo casa de
vivenda, estribara, casa de l'iri-
nha e trras para plantar rocas,
e como seja hoje o carvo um dos
bons negocios, por isso mesmo of-
ferece vantagens, e he muito per-
to desta praca : quem o pretender,
dirija-se Boa Vista, ra da Con-
ceico n. 3r), ou em Apipucos, na
venda de Jacintlio Jos de Souz).
Amanhfia, 19 do Brrente, deiza de ha-
ver festa do Senhor Bom Jess, na matriz
de Santo Anlonio/por causa de haver nesse
dia a reuniSo da junta qualilicadora, e bre-
ve se annuncia/a o dia.
- l'recisa-sefde urna ama para o servido
de urna casa ,ie pouca familia : na travessa
do Corpo Santo n. 27, segundo andar.
Aula particular.
Umbilina Wanderley Peizoto, faz sciente
ao respeitavel publico que desde o dia 13 do
corrente, acha-se aberla a sua aula de pri-
meiras letlrase bordados, na ra da Cadeia
de Santo-Antonio no segundo andar do so-
brado 11. 14, na esquina do Ouvidur, conti-
nua a receber pensionistas, meias pensio-
nistas e ezlernas Aquellas de suas disci-
pulas que se quizeram applicar a danga,
msica vocal e piano, desenho, francez <
geographia, serio limonadas por habis
profeasores e de reconhecida probi lado.
- Fugio, no dia 1.de dezembro de f850,
o escravo Luiz Poreira, pardo, estatura* or-
dinaria, cor macilenta, cabellos poued ca-
rapinhados e alejado deum dedo de ,urna
ilas nulos ; tem o dedo mnimo de um dos
ps ligado a o oulro, aspecto pouco ; .da-
vel, canliolo, de 30 annos ecom ofllcio Ve
sapateiro: d-se 100,000 rs. a quem o levar
ao engenho Canana, freguezia de Santo
Amaro .le Jaboaiao, ouarua da Cruz n. 46
primeiro andar.
Quem pretender edificar duas ou trev
moradas de casas, querendo comprar um
t.Treno na ra doAlecrim com fundos at
outra ra, pode dirigir-se ra Direita, so-
brado n 119.
Offerece-se urna parda forra para o ser-
vico de urna casa de pouca familia de por-
tas a dentro : na ra da Cruz n. 34, segundo
andar.
Ao publico.
Oeve sahir do prelo em poucos dias a se-
guinte inleressante obra :
.Man 11I los Negrociautes.
contendo tola a legislacSo moderna, que
pode interessar ao corpo do commercio, a
saber :
O cdigo commercial do impeno do Branl.
O novo regulamento da ttllo.
O reguiamenlo n. 737, de 25 de novembro
de 1850, eslahelecendo a forma do proces-
so no juizo commercial.
O rrgulamtnlo n. 738 para os Iribunaes do
commercio, e para os processo das quebras.
ova dupoiifOfi Uglalivat tendentes a
reforma das alfandegas e varias outras dis-
posicOes.
Este manual torna-se urna necessulade
momentosa para cada pessoa do commer-
cio, porque abrange toda a legislacSo a res-
peito, nflo s pelo que toes aos negocios do
foro commercial, como da administrado
da fazenda publica, a cujos tribunaes ou
repartieres raro he o dia, em que no te-
ndamos necessidade de occorrer para as-
sumplos do nosso proprio inleresse. Reu-
nida assim a legislaco competente lde
serconsulUda por qualquer pessoa sem ne-
cessidade de occorrer as grandes collecoos,
difllcels de possuir-se pelo seu alto preco,
etambem mcommodas para consultar-se
pela wullidSo de outras dispoeoes mcoo-
nezas, que nenhuma relasSo lm com as
leis puramente fiscaes.
Neste caso, attendendo-se s grande des-
peza, que foi mister fszer-se para con-
seguirmos urna obra ntidamente impresas,
abrimos urna assignatura pelo preco de
6,000 rs. cada ezemplar. contendo as mate-
rias cima mencionadas. Fechada a assig-
natura custar cada ezemplar 8,000 rs. As-
signa-se no paleo do Collegio, casa do Li-
vroAzul. ..
--Precisa-se alugar um preto, que aaioa
coznhar e alrva p.ra fazer o mais servico
de urna casa de pequea familia : na ra do
Trapiche n. 6.
-A meeling oflhe subscribers, to Ihe
ritisti Mechanics Library & Institulion will
be held on Friday nezl Ihe 24.th inat: al
7 clock. P. M. al their rooma, ra d Auro-
ra. S. Amaro. jM$phlUm,
' Secretario.
Aula.
O abaizo assignado faz publico, que no
dia !.* de fevereiro abrir* em aua casa, ra
du Pilar n 40, a aula para meninos, ja an-
nnciada por este Diario. Os pas que qui-
zerem mandar a ella seus tillios, se pode-
no entender com o mesmo abaizo .ssign.-


O Sr. e a Sra. Arlhot *
dentistas ebegados de Pars,
Erevinem ao respeitavel pu-
Meo que elles acabam dea- |
brir o seu gabinete na ra
1 da Cruz, no segundo anda/ J
ao p do consulado Argenti- a>
no n. 43 ; os ditos professo *
res teem um prodigiosissimo ^
especifico, novamente des- +
J CobertO para curar o mal de 1
it dentes para sempre, nao lia- *
# vendo inflammacao, e no ca-
so de ha ve-la, surte o mes-
aja rno cffeito depois de passar, ^
* tendo um grande sortimento #
H de dentes incorruptiveis ;
4 adverte-se que neste gabine
te faz-se todas as pecas ar-
^ tificiaes, mas em conta que
4 em qualquer outra parte ; e
faz-se todas as kperaces ^
concernentes a esja arte : a- *
cba-se tambem no mesmo 2
m
acostumada a andar com negocio do fazen-
das, assim como de urna preta mofa para
carregar o taboleiro das mesmas : adverte-
sn que as pessoas cima referidas devem dar
anca as suas conduetss : a tratar na ra do
Trapiche Novo, armazem n. 44. *H
*
gabinete bons pos para lim- ^
elizir
7S8
rkiqardentes, elizir tnica, a-
#^03 'le botot, etc. : os ditos
* pro^.Cssores irao as casas ?
S donde forem chamados. *
to*. ?'??* ** f **?* t#
Precisa-se, psra urna casa estrangr-ira,
de urna criada portugueza, que saiba tra-
tar de urna crianca, e d boas inlurmacoes
de sua conducta : na ra do Vigario n. 3.
Desaopareceu do estaleiro, em Santo
Amaro : Cidade Nova ), na noite de 13 para
14 do corrente, um pranchSo >l amarello
de 3 1|2 a 4 costados : quem delle tiver no-
ticia, queira participar no mesmo lugar,
casa de Manuel Cardoso da Funseca, a quem
pertence, que gratificara.
Quem precisar de um homem forro pa-
ra pageni ou criado de sala, annuncie por
esta folha.
No dia 13 do corrente perdeu-se urna
cazorrinha branca, que acode pelo nome
de Perdida : quem a achou, querenJo-a res-
tituir a podara levar ao becco do Padre n.
8, primeiro andar, que ser gratilicado.
O abaixo assignado, tendo
de retirar-se para a Europa, pelo
presente convida a todos os seus
devedores de vir ou mandarem pa-
gar suas contas at o fim do cor-
rente mez. Scasso.
Perdeu-sef no dia 3 do corrente, urna
loneta de ouro quem a achar a poder* en-
tregar no paleo de S. Pedro, casa do cirur-
giSo Leal, que recompensara generosa-
mente.
o. 110 eacnptor.o dos Srs. C. Marr & t. ,
ra da Aurora. -- ot da Maya
- Precisa-se de urna ama forra ou capli-
para o aerviSo interno de urna casa d0

Homoeopathia.
.,. Cosset Rimont, professor de lio- ^
: >. mceipalhia pela escola homceopa- 43
A- thica do Rio do Janeiro, da volta de -ag
: > sua viagem Franga, onde praticou *?
com os primeiros hommnpalhas da-
quelle paiz, principalmente no con- 1.;
sultorio do instituto homoeopathico
da Paris, poder |ser procurado a
qualquer hora, em sua casa, Aterro
da Roa Vista n. 26, segundo andar.
Os pobres receber.lo consultas e
remedios gralii.
Preclsa-se alugar um molecole, que se-
a forte, del e de bous costumes, para ven-
der na ra frutas ou verduras: paga-se bem:
quem o tiver e quizer alugar, dirija-se ao
principio da estrada dosAlllictos, primeira
casa terrea pintada de azul, do lado direito,
ou no Recife, ra do Trapiche Novo n. 18,
segundo andar, das 9 horas da inanha s
3 da tarde para tratar doajuste.
- Precisa-se alugar seis pretos escravos,
sendo fortes e com cap-,cidade, para plan-
tado de capim pertu ila praca, pagan lo-se
bom ; assim como tambem um inoleque
bem deligente para servir em urna casa es-
trangeira, ou compra-se : a fallar na ra do
Trapiche n. 40, armazem de Miguel Car-
neiro, corretor geral.
AluKa-se o segundo sudar do sobrado
da ra llireita n. 20, com commoJo para
grande familia : na ra Direita n, 93, pri-
meiro andar.
O Consultorio homceopatbico, O
O ruadoCollegio, n. 25, O
$ ODr. Moscosod consultas lodosos Q
;i dias. Os doentes pobres sSo tratados "
X degrada. SserSo visitados em suas ^
^ casas aquelles que nSo poderem vir O
'/ ao consultorio, ou que suas moles- O
? lias n.lo possam dispensar a presen- O
i-) ga do medico.
Casa de commiss3o de escravos.
Recebem-S"! escravos desmbos os sezos
para se venderem de commissu, tanto pa-
ra dentro como para fra da piovincia, com
a maior presteza possivel, por isso que se
offerece muita segursnea aos meamos, tan-
to na fuga como na boa venda : a vista do
escravo se far o ajuste : na ra das Laran-
geiras n. 14, segundo andar.
-- Acha-se justa e contratada a venda do
sitio denominado MangU'-ira, na estrada de
Relcm, pertenconle a Frederico Chaves ; se
houver alguem com direito a mesma pro-
pnedade, queira annunciar nesles oito dias.
Recife, 13 de Janeiro de 1851.
- Na ra estreila do Rozario 11. 28, se-
gundo andar, se dir quem d dinheiro a
premio. Na mesma casa vendem-se transe-
litis du ouro, cordOes, anelOes, colares,
brincos, botOea para punhos e uertura, ro-
zetas, 1 vernica, 2 relogios patentes inglu-
zesc urna correule
$!"'##:#,*# ^#^:*>#*#^#
t iliai \<> ass-nados rendo 0
i amigavelmente dissolvido a socieJa-
a>> de que tinham na loja n. 11 da ra do m
fr Crespo, e que gyrava sol' a firma de %
i
l'niilo Caimumx. Icntlsta *
francez. offerece sen prexti-
Q> ino ao publico para todos o #
pode ser procurado a qual- *
* qner hora em sua easn, na *
rtialariratlo Itozario, 11. 3G, #
A si^iiikIo andar._ *,
- liilo-se 200,000 rs. a juros de dous por
cenlo ao mez, sobre penhores de ouro : no
pateo do Carmo, loja n. 3, se dir* quem d*.
Prcisa-se de um caizeiro para urna
loja na cidade do ltio-1 ormoso, de 12 a 20
annos a quem convier, dirija-se ra do
Crespo o. 23.
San SebasMBo.
Na ra Nova n. 63 eislam, anda no vis-
tas, ricas estampas da milagrosa imagem
de San Sebasliao, chegadas de fra, por
prego commodo : ellas antea que se aca-
bem.
Precisa-se alugar dous pretos para o
servigo de armazem de assucar : na ra do
Apollo armazem 11. 2 B.
Precisa-ae de urna ama de leite de boa
conducta, paga-se bem : na ra da Cadeia
do Recife n. 42, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama de leite, que
tenha bastante aade, para crear urna me-
nina de tres mezes : paga-se bem na: ra
do Collegio, botica n. 6.
.. Precisa-se de urna mulber que esteja
} Antonio Luiz dos Santos & C, o (en-
#do o ez-socio Santos Dcado com a
j. parle do seu companheiro Rento Jos
. da S Magalhles.por Ihe a haver com-
| prado, c por cunseguinle senhor 9
# de Indas as dividas activas do esta- &
9 belecimento, bem como respon- 4
if savel felas passivas do mesmo, pois 4
> que tudo lica a cargo do dito ez-so- %>.
ci Sanios 1 assim o fazen constar 4
pelo presente annuncm, tanto aos t
> ere lores romo aos devedores da a>
a> casa. Recife, 15 de Janeiro de 1851. 4
>$ lenlo ose da Silva Magalhei, aja
4 Antonio Luiz doi Santoi. iA
4:*A* a**:*****| I
Kseiipturncii commercial.
Anli riiii.i da cUsse para escripturagffo
commeicial por partidas dohradas, annun-
ciada pelo abaixo assignado, por n3o lerem
concorrido alguns dos ulua.nos, em rasSo
decstarem passando a tesis, fica transferi-
da para odia 20 do corrente; devendo-se
advertir, que depois da segunda ligflo nilo
^ poderoadmittir mais alumnos para el-
la. Os das de ligSo s3o segn las, quartas
e sextas, das.7*s 9 horas da noite, na ra
do Pilar n. 40
Prirneiras lettras.
O ahaixo assignado, avisa ao respeitavel
publico que desde o dia 7_do corrente acha-
se aberta a sua aula de prirneiras lettras na
na do Mondego, n. 44. O annunciante con-
tina reeeber pensionistas, meios pensio-
nistas e externos. Pur mais de urna vez tem
elle patenteado ao publico as vantageos que
offerece a sua aula pela rasoda localidada
e pelas acrommodagOes que a casa aprsen-
la. Mil o poupar* cortamente esforgos o an-
nunciante para conseguir que os pas de fa-
milias que,lhe confiarem seus filhos, fiquem
inicuamente salisfeitos, no S pelo que
respeita ao tratatnenlo, como ao progresso
intelleclual e moral dos meninos. Outro sim,
para evitar que os meninos frequentem ou-
tras aulas fra da casa, perdendo assim
lempo com prejuizo dos costumes, o abaixo
assignado tem eseolhido mestres de msica
vocal e instrumental e bem assim prufessor
de lingua latina, reconhecidamente peritos
nessas materias,pira drem liges aos alum-
nos que se quizerem applicar ellas. O
abaixo assignado espera do publico, e es-
pecialmente dos paisde familias moradores
fra da praga, que apreciero os esforgos
do annunciante, animando o seu nusceute
mais ISo til esta belecimento.
Francisco de Salla de Albuquerque.
Guiado pelo meu muito digno cullega
e amigo o Sr. JoSo Vicente Martina, desde
sua chegada a esta capital puz em pratica
o systema homoeopathico, e vista das cu-
ras que oklive, ja usa molestias agudas, j*
as chromcas que tralei, recouhego boje a
superiuridade da humceopalhia, e a lenho
como a nica, pura e terdadeira medicina
que abrago, e promelti consagrar-lhe o resto
dos nieus dias. Mas amiudo irei publicando
as curas obli las al hoje, e as que foiem
appaiecenoo. ranrisru ot Rodrigues,
Pede-se a quem aouber, o favor de de-
clarar por esta folha, em que lugar he a re-
sidencia do Sr. Joaquim de Figueiredo Li-
ma, ou quem seja nesta cidade seu procura-
dor, para tratar-se de um negocio qae Jiz
respeilo ao Sr. Lima.____________^^
Compras.
Compram-se dous ou tres lengoes de
breteoha ou esguio de linho com lavarin-
to em roda, eque nSo eslejam ainda servi-
dos : t|uem os liver, annuncie.
Compram-se, para urna encommenda,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
nos de iJaJe : na ra de Santa Rita n. 14,
sobrado.
-- Compra-sa um lustre de sis ou oito
luzes : nes'.a Typograuhia, ou annuncie.
Compram-se escravos de am-
bos os sexos : na ra da Cideia do
Uecife n 5t, primeiro andar.
Compra-se urna morada de casa no
bairro da Boa Vista at a Soledade, no va-
lor de 700 a 800,000 : quem ,tiver, dirija-se
ra Velha 11. 57.
Compra-se meia duzla decateiras de
palhinha, que estejam em bou estado, sen-
lo de jaoranda, amarello, ou mesmo de
oleo : quem tiver, annuncie.
-- Compram-se escravos de ambos os sa-
xos com habilidades e sem ellas : na ra do
Rangel n. 38 segundo andar. Na msma ca-
sa vonde-se urna pretinha muifo em coala.
Compra-se urna bomba de ferro em
bom estaio : no pateo doParaizo n. 20.
Vendas.
Vende-se farinha de Santa
Catharina a a,000 rs o alqueire,
e sendo em poredes de mais de :>
alqueires a l,8oo rs.
-Vendem-se tres rotulas de amarello,
tenJo 12 palmos Je compriment e 6 de lar-
gura : na ra da Mangueira, bairro da Boa
Vista, casa n. 11.
Vende-se a casa de pasto da ra do
Codorniz n. 18, por prego commodo : quem
a pretender, dirija-se a mesma caa, que
achara com quem tratar.
Vend-m-se 14 saccas de superior car-
nauba ; 250 couriuhos de cabra ; 13 pares
de sapales decouro de lustro, mui bem
feitos o de talho moderno; urna toalha de
bretanha de linho com lavarinlo, n.uilo be n
acabada e fina : tudo se vende por commo-
do prego: na ra da Cadeia Velha n. 21,
primeiro andar, da mandila at s 9 horas,
e a qualquer hora da tarde.
Vende-se urna preta moga, gorda e sa-
dia, que engomma hem, cose, cozinha e la-
va, o que tudo se alianga : na ra larga do
Rozario n. 46, primeiro andar.
Deposito dee-pelbosdas ma-
nafacturasde Franca: na ra do
Passeio n. I9.
Aos 5:000,000 rs.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de N.
S.dot.ivramento, que corre impreterivel-
inente no lim do corrente mez : na pracinha
lo Livramenlo n. 67, loja de Jos Martius da
Cruz.
A elle quelite borne barato.
Vende-se arroz pilado do MarantiBo, a 60
rs. a libra e a 1,600 a arroba ; mirmolada
m latas de 2 libras, a800rs. ; e de 4 li-
bras, a 1,600; doce de goiaba e banana ;
rnanteiga ingleza, a 640 a libra ; cha muito
bom, 2,000 e 2,560: defronte da matriz da
Una Vista, venia da esquina que volta pa-
ra ullospicio n. 88.
Vendem-se confidencias de Lamartine
em3 volumes e eslojos para mathemalica :
na ra Nova, loja de ferragens n. 16.
Vende-se um carro de duas ro las, mui-
to forte, pintado de novo e com todos os ar-
'eios necessarios : a tralar na ra da Auro-
ra n. 48, segundo andar.
a loja de seis portas, em frente
do Livramenlo,
continua-se a trocar lateadas por sedlas,
a pregos rasoaveis, como seja : cassa pinta-
la de differentes cores, 8 200 e240ocova-
lo ; chitas, a 120, U0, 160, 180 e 200, de
bons pannos e gostos ; esguies de algo-
dilo, a 2,240 a pega de 12 jardas, proprios
para carnizas de senhora e homem, por ser
mais largo que mada;iolflo ; cassa lisa, a
400 a vara ; cambraia lisa, a 400 e 480 a va-
ra ; riscado monstro, a 200 e 260 o covado,
muito largo ; cortes de chita preta com 11
cavados, a 1,280; casss preta, a 120 o cova-
do ; lencos brancos para mflo de senhora, a
240 ; sarja preta larga hespanhola, a 1,920 o
covado ; e todas as mais fazendas por pre-
gos que satisfazem aos compradores.
Vende-se um escravo pedreiro, muito
despchalo em servigo ; 1 cabrinha de 14
annos pouco mais ou menos, muito esperto
e jacostumadoa todo servigo, ptimo pa-
ra aprender qualquer officio ; urna escrava
moga, perfeita eogommadeira, lavadeira e
cozinheira, e refina muito bem assucar : na
1 ua do Rozario estreita n. 30, segundo an-
dar. Namesmicasa aluga-se um ptimo
calador de casa cun lustro que no efere
das estuques.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do Livramenlo : na ra do Cabuga, lo-
ja de miudezas. junto de ourives n. 9.
-- Vende-se urna preta de bonita figura,
de 24 annos, com algumas habilidades: na
ra do Vigario n. 19. segundo andar.
Vendem-se 120 palmos de cornija feita
de madeira de amarello e louro, a qual ser-
vio em urna das grandes tojas da ra Nova
desta cidade, com parle do encaizilhamen-
lo ja anvidragado, por prego muito commo-
do : quem pretender, dirija-se a mesma roa
numero 23.
Vende-se urna ai maguo com todos os
seus pertences, na ra da Senzalla Velha
n. 48 : quem a quizer comprar, dirija-se*
mesma ra, a fallar com Domingos Jos da
Silva Amorim.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
loteria do Livramento, cujas ro-
das andam no dia 3i do corjente
infaljvelmente : na praca da Boa-
Vista, botica n. 32.
Superiores massas para chapeos.
Na ra d* Cadeia do Recite, loja 11. 46,
vcJcu.-su superiores massas porluguezas
para chapeos, a lias aules que se acabam,
MUTILADO



**-:

Vendem-se caixas com cera
em vellas, fabricadas no Bio de
Janeiro, sortidasaodesejo do com-
prador ; retroz da fabrica do Si-
queira, no Porto, de todas as co-
res : trata-sc com Machado & Pi-
nheiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar.
Fnrinlta Vende-se superior fBrinha de Santa Ca-
tharina, por preco commodo.a bordo do pa-
taxo nacional Nereida, tundeado defronte
do caes do eollegio, ou tratar com Novaes
& C.ruadoTrapxen. 3*.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brtim ns. 6, 8 e 10,
fundirn de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e l'undicao de ferro.
--Venrle-se farinha galega em barricas e
oieHs ditas, velas de espermacete america-
no e cha hyson de superior qualidade, em
lotes a vontade do comprador: no escrip-
torio deMatheus Austin & Companbia, ra
do Trapichen. 36.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItL'A DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngenho, machinas de
vapor, e taixfls de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vende-se superior farinlin
gallega, em meias barricas : no escriplono
de Deane Youle & C, ou em seu armazem
do becco do Connives.
A 4o rs. a caixinha.
Vende-se a melhor qualidade possivel de
palitos para tirar fogo, pelo barato preco de
?O rs. a caixinha de pao, e a 20 rs. a de pa-
pel : na ra do Queimado n. 16, loja de Jos
DiasSimes.
Chumbo de municSo.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra dn Amorim n. 33.
Os melhores gostos, padres
novos.
Vendem-se chitas escuras, muito finfs,
cor de hronze, padres miudus e ramagein
inteiramente nova, pelo diminuto prego de
240 rs. o covado : na ra do Crespo o. 14,
loja de Jos Francisco Das.
Asseio c economa, le G em libra.
Vendem-se vellas de pura carnauba, as
melhores al hoje fabricadas; urna deslas
vellas aecesa e dentro de urna manga de vi-
drodura 11 a 12 horas sem ser espevitada,
vende-se de urna libra at a porgfto que se
exigir : na ra da Cadeia Velha do Kecife,
loja do Rorgard.
"Vendem-se hois mansos e novos, as-
sim como gado de criar, sendo deste nume-
ro novilhas e vaccas de leite : a tratar corn
0 proprietario do engenho tilinga-de-Cima
ua freguezia do Cabo.
Na ra da Cruz do Recife n. 33, arma-
zem de I.uiz Jos de Sa Araujo, vende-se
supeiior farinha de mandioca a 2,000 rs. a
sacca, para acabar; lijollode limpar me
4
MIMBMMSnMBki.
taes de urna ora, fabrica da Europa ; sulla
superior ; couros de cabra ; sapatos ; peo-
nas de ema ; e superior cera de carnauba
em saccas.
liolicus lioma-ojinthlcns, na mu
do rc-pii, lo.fn i). 4.
Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, vindas ltimamente do Rio
de Janeiro, do grande estabeleeimento cen-
tral da ra de S. Jos n. 59.
Na Iojn de modas frnncezns, madanic Theurcl, na ra
Novan. 3*,
ha um grande sorlimento de manteletes,
capotinhos, visitas e palitos de senliora, de
muito bom gosto e de ricos enfeites, tanto
pretos como de cores ; chapeos de senliora
de todas as cores de seda, escomilha e pa-
Iha da Italia aliertos e fechados, chegados
ha poucosdias ; flores e capellas para bai-
les e c-smenlos; guarnieres de vestidos
mui liras, chegadas todas promptas ; tran-
sas e franjas ile Unas as cores, as mais ri-
cas que aqu lem apparecido ; litas de to-
das as qualidades e ni ni lo modernas ; ricos
enfeites de cabera para bailes e saraos ;
chaposzinbos de meninos e meninas, mo'
demos e mui lindos ; e todos os masenfei-
tes que se usam em Pars e aqui. Madame
Theard lembra a seus freguizes, que faz
sempre com tanta perfeicflo como em Pa-
rs vestidos de bailes e casamenlns, mante-
letes, palitos, capotinhos, chapeos, toncas,
capellas e ludo o que he enfeites ile senho-
ras e meninas, tendo para isso lodos os
preparos necessarios e bastantes costurei-
ras capazes de ajuda-la.
Encofre*
Na porta da alfandega, arma-
zem n. ao, vende-se enxofre em
caixas, muito barato.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
A I ,Coo rs.
Vendem-so novos cortes de brim tranca-
do escuro com duas varas e meia cada corle
1,600; cassa franceza de bom gosto,a 2,600
rs.; pe^as de csguiSo de algodo com 12
varas, a 2,400 rs. a peca ; cobertores de al-
godfio dd cores, a 720 rs.: na ra do Cres-
po n. 6, loja ao p do lampeo.
Deposito de cal virgem.
Ns ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal iiova em pedia, chegada ltima-
mente de Lisboa no tingue 'farvjo-'/erceiro.
i iIm(h!;i- inglezus.
Vendem-se cabreadas inglezas roldas c
chatas, loros e Milus de 13a: na rna do Tra-
po!) en. 10.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de J. i. Tasso Jnior.
Potassa dn KussIh.
Vende-se potassa da Russia, recentamen-
te chegada. e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Lotera de N. S. do Llvrnmento.
A os 5:ooo$ooo,
Na ra da Cadeia n. 46, loja de mudezas,
vendeu-se o meio bilhete n. 1454 da lotera
de N. S. do I.ivramento em que sanio a sor-
to grande de 5:000,000 rs., e esto oxpos-
tos venda os afortunados bilhetus e cau-
telas da mesma lotera, que corre imprele-
rivelmenle no dia 31 de Janeiro crente.
Rilhetes H.000
Meos 5.500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Talxas para ciifjcnlio.
Na fundigto de ferro da ra do Rrum,
acaba-se de receberum corrrpleto sorlimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
Na fundico de C. Starr & Companbia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior.
Grande sorlimento de charutos
da fabrica de S. Flix, no ar-
mazem le Crocco S Companliia,
ruada Cruz n. 21.
So chegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caga lores,
deputados, venus, senadoras e soberanos
de llavana, em caixas de cem e 250, por pre-
sos rasoaveis.
I.iqiirincio de fazendas.
Na ra Nova esquina que volla para a
cambna do Carmo, loja n. 23 de Antonio Go-
mes Villar, estilo se vendendo fazendas que
nesta loja ji existiam por menos a terca
parte de uns primitivos pregos, e enlreas
militas qualidades leem as seguintes por
estes pregos.
Jarros linos de banha 1,000
Fitas de sarjas, de setim e lafet
largas, vara 320
dem, de 4 dedos, vara 210
dem, deSe 4 dedos a 120 e 160
dem, de velludo estrela de
cores 120
l.uvas de pellica para senhora e
para liomem 500
l.eques de papel, cabo de osso
fino. 640
dem, de escomilha preta 400
dem, de papel finos, cabo de
marfim.de 4,000 a 20,000
Chapeos de palha finos,lizos, a-
bertose bordados, de 3,000 a 4,000
Grvalas de chitas 160
dem, de seda, prelas e de cores 320
dem, de couro de lustro para
militar 240
Satina de cores lizos, rovado 640
dem, branco muito boa fazenda 800
Sarjas de cores par vestido, co-
vado 1,200
Corles deveslidodeseda brancos
para noivas. 30,000
Mantas de setim de cores mali-
sailas 8,000
ldein.de sarja, dita, dita 10,000
Chales de se.la furia cores 4,000
l.uvas curtas do lnho para se-
nhora, o par 160
dem, de seda abertas psra se-
nliora 320
Veas de seda abertas branca pa-
ra senhora 1,000
blem, prrtas para scnhoia 1,000
I 'em, para liomem 1,000
bien', lizas para hornera 1,000
blem, branca para dito 1,000
Carteiras linas re feixe 320
ralos de setim pretos, o par 1,000
Itotins gaspados, pretos e de
cores para senhora 1,000
Sapatos de setim branco (ara 1,000
menina 1,000
Chinellasde marroquim de co-
res para hornero, 1,000
Chapeos de sol de seda para se-
nhora 2,000
Lengos de cambraia de linho, ti-
zos, de 1,000 a 3,000
blem, bordados com I icos 4,000 a 20,000
dem, de seda preta c de cores
para gravata 3,000
Chicotes de junco ou cana para
carro, de 2,00o a 4,000
blem, de haleia para carro 3,600 a 6,000
Itengallas linas de junco e
cana de 320 a 2,000
Chicotes finos para monta-
na, de 1,000 a 2,000
Um grande sorlimento de flores linas sen-
do caixos, ramos, rosas para vestido, pe-
nas de muitas qualidades, lucos de blondes
de todas as larguras, lucos de dentelle pre-
tos, ('Mr ellos r largos de lll ni I o ba quali-
dade para capoliubo e mantellete.tudo mui-
to em conla.
Deposito de cal e potassa
Cimba & Amorim, n ra da
Cadeia do Becife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de Lis-
boa ISovo Vencedor, Carlota e
Amelia barris com cal virgem, e
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
He baratissimo.
Corles de cazemira a 3,200 res, cambraias
de seda a 900 ris o covado, meias de seda
preta e de cores para homem a 600 ris o
par : na ra do Crespo loja n. 2, ao p do
arco.
Vendem-se bichas prctas de
superior qualidade, por metade do
preco por que os barbeiros n luga ni:
na ra (11 Cadeia do Becife n. a.
Para fechar coritas.
Vende-se cera de carnauba, courinhos de
cabra, sola e tima Palanca com bragos, con-
chas, correles de ferro e pesos, propria pa-
ra armazem dd carne, venda ou bordo de
eoiharccSo : ludo por prego commodo : na
ra dos Innocuos, armazem n. 5.
Vendem-se couros garroteados ( brin-
cos ] proprios para correlame de tropa de
linha : na praga do Commercio n.- 2, pri-
meiro andar.
A 4 rs.
Vendem-sc agulheiros de pao
com cem palitos de fogo a \ rs. :
no Aterro da Boa Vista, loja nu-
mero 48.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Habla.
Vende-se, em casa deN. O. Rieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodBo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de cscravos, por prego com-
mojo.
Vendem-se colIeecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Recife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de ((linda, a ponte do Ca-
changa, Poco-da-l'anella, e a ra
da Cruz como arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na ra da Cruz, n
io. cas.'r i : l\ iilkmntitts lrmao.
^Deposito geral do superior r
& p Areia-I'reta da fabrica
de Gantois Pailhet & C. ,
O na Bahia.
& Domingos AlvesMatheus, agente da
fabrica de rap superior Areia-I'reta da
Baha, lem iberio um deposito na ra
da Cruz, no Itecife, n. 52, prmeiro an-G
dar, onde se achara sempre deste ex-
cellentee mais acreditado rap: ven-
<>de-se em botes de urna e meia libra,
por prego commodo.
O
Vendem-se caixas com cera
em vela- ilo Rio de Janeiro : na
i na da Alfandega Velha n. 5, es-
criptorio
Vende-se farinha de trigo
franceza de Marseile, a melhor do
mercado, chegada ltimamente as
casas de Lasse e do Saporiti:
tallar como barateiro Silva Lo-
pes, na porta da alfandega.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisbi
no brigue Jartijo 111.
Vende se muito boa farinha
de mandioca, recentemenle chega-
da de Santa Catharina, em porco
ou a letalbo, per preco commo-
do ; a bordo do brigue Soareflt
fundeado na volta do Forlg-'do
Mallos, ou na rna da Alfandcg;
Velha n. 5. escriptorio.
-- Vendem-se queijos londrinos ltima-
mente chegados de Liverpool na galera Bo-
nita, assim como conservas de carne e fruta.
e mais outros gneros ltimamente chega-
dos, por prego rasoavel: na ra da Cruz n.
7, armazem de Dawis ct C.
Cal virgem cm pedia
chegada de Lisboa na barca Carlota e Ame-
lia, vende-se a prego commodo : 110 arma-
zem de Silva Barroca, na ra do llrum, nu-
mero 28.
Vendem-sedous fiteiros envidragados,
j usados, para loja de miudezas; una ca-
lumba bonita ccum habilidades; e urna
dita para todo o servigo de casa, menos en-
gouuiar : ludo para liquidar contas de ba-
:.meo : na ra larga do Rozario, loja n. 35.
O antiKO barateiro do praselo
publico n. 11, loja de Kiriniano
Jos Itodrigues Ferreira.
Amiuncia as seguintes fazendas como se-
ja 111 cintas francezas linas de ricos padres,
a 310 rs. o covado minio larga; casimiras
superiores, a 7,000 rs. o corte ; ditas mais
13, ha para vender-se paos de jangada de
I5a50palmos decomprido ede 5,5 11*2a
de grossura, proprios para Fernando.
Vende-se urna linda escrava cnoula,
recolhida, de 19annos e com habilidades,
nara mucama : na ra de Santa Rita n. 14.
Vendem-se chitas limpas a 12o rs.
Pecas de chitas limpas, rolas, para luto
aliviado, a 4,500, e 120 rs. o covado ; corles
de cambraias com6 varase meia, de boni-
tos padres o de cores fixas, a 2,600 ; e 100
saceos novos de estopa, cada um com 2 va-
as, por atacado a 320 rs. : na ra larga do
Itozrio n. 48, primeiro andar.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de Hamburgo:
na ra do Amorim n. 35, armazem do J. J.
Tasso Jnior.
Arados de ferro.
Na fundgo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa,
assim como cal virgem e pedra, recente-
mente chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel : na ius da Cadeia do Recife n. 12, ar-
mazem.
Roga-sc nos fregnezes que tenbain
toda atteiicad para o novo sor
timeiito que existe na loja da
rna do Crespo n. 6, ao p do
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de cores (xas
a 260 e 280 rs. o covado; cortes de brim
blanco de linho puro, a 1,920 rs ; ditos de
fus til o muito finos, a 560 e 640 rs.; cass,
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado ; zuarte de cor, a 200rs.; riscad0
de linho para casacas, a 240 rs o covado, e
outras muitas fazendas por prego commod0
s*. No deposito da ra da Moeda n. 13, 41
- ha para vender superior cal em pe- i> dra, recentemente chegada de Lis- jl
* boa, em o brigue Conceieo de Ma- *
& ria, por prego rasoavel : tambem ah
J se vendem pesos de duas e de urna
* arroba, por pregV commodo ; ha ^
2 tambem elTectivamenfc no mesmo ^g
a deposito barris de mel'pa" emb,r"
:* que. *C
AAM A: & ^. AAA: AA
Vende-se um lindo moleque Je 17 an-
nos, muito homcozinheiro e copeiro, pro-
prio para pagem ; um cabrinha de 12 annos,
muito esperto e ptimo para aprender ofli-
co ; e urna preta com habilidades e de ex-
cellcnle conducta : vendem-se estes escra-
vos para liquidagSo: na ra das Cruzes,
venda n. 20, se dir quem vende. Na mes-
roa vende-se vnho engarrafido de mais de
8 annos, da melhor qualidade que ha boje
no mercado.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na praga da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os afortunados bilhe-
tes, meos e cautelas da mesma lotera, que
corre imprelerivelmente no dia 31 do cor*
rente mez.
t Bilbetes- 11,000
^leioa 5,500
2,600
2,100
1,100
600
Sapatos de couro de lustro.
Vendem-se sapatss de lustro, de 3
4,000 rs. o par ; ditos brancos do Araoaty
de800 a 1,500 rs.; pelle' de bezrro fran-
cez, a 2.800 rs. : no Aterro da Boa Vista
loja n. 58, junto i do sellero.
5o couros.
Vendem-se 50 couros da-cabra, escolhi
dos, por 20,000 rs. : no Aterro da Boa Vista,
loja n. 58, Junto a de sellero.
Fio para sspateiro. '
Vende-se fio para sspateiro, a 750 rs. a
libra ; dito ama relio, a 1,600 : no Aterro da
Roa Vista, loja n. 58, junto & loja' de sel-
lero.
Vendo-se um taverna bem aregueza-
da, no pateo do Paraizo n. 30, assim como
urna casa terrea na ra da Praia e urna ba-
langa grando com os seus competentes pe-
sos de duas arrobas at oito libras : quera
pretender, dirija-se mesma Uveros, que
achara com quem tratar.
Vende-se cera de carnauba : na rna da
Madre de Dos, loja n. 34.
Novo trem para eozlnlia.
Vendem-se chaleiras. cassarollas, fregi-
deiras e panellis de ferro forradas de por-
cellana, bacas de rame para banho, lacas
garios com cabos de marfim, r tambem de
oaso muito finas, colberea de metal do prin-
oipe para terrina, assucar, sopa echa, ma-
chinas para fazer caf, buls e cafeleiras de
metal: na ra Nova, loja de ferragens'n. 16,
de Jos Luiz Perelre.
Tecido de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
venden-so por atacado duat qualidades,
proprias para saceos de assocsr roupa do
escravos.
Fio para sapateiro e par saceos.
Vende-se um restante de ptimo lio pa-
ra sapateiro em novellos, e dito em meia-
das inra saceos, por prego commodo paca
liquidagSo de facturas : em casa de Adam-
son llowia & Companhii, ra do Tropiece
numero 49.
Na ra da Cadeia do Recife n. 14, pri-
meiro andar, ha para venderse Unta pre-
ta em frascos, em porgSo e a retalho, por
menos do que em ouira qualquer parte, e
bollas excellentes para tirar nodoasde gor-
dura, d'oleo ou de resina, vindas ltima-
mente do Rio de Janeiro. Na mesma caaa
compraui-se caixas de velas de cera de car-
nauba en purgos.
Farinha a 3,000 ris
a sacca : vende-se noarmaxem de Campel-
lo Fiiho, ra da Cadeia do Recife n. 64.
Vende-se o engenho Agoa-Azul, cima
de Cruang legoa e meia, e distante da pra-
ga 20 leguas, novo o construido em ponto
J'agoa lacilimo eabundante, rieo de ma-
las, mui fresco, que nSo perde, e abunda
sempre em safras inda mesmo as seccas,
fecundas trras e proporges para grandes
safras: a fallar com seu proprietario no
mesmo lugar, ou iroca-se por outro, O pro-
prietario obriga-se a da-lo livre e desemba-
rgado de questes.
Escravos rugidos.
abatxo, a 5,000 rs. ; meias casimira, 3,200
rs. o coi lo; corles de setim macau de co-
res, a 4,000 rs. ; panno lino preto, a 8,000
rs. o covado; chapeos de maga francez, a
7,000 rs.; tetina lavrados para vestidos de
senhora, cassas chitas de cores, a 1,280 rs
o corle; cambraias transparentes, a 2,000
a |'c-s;i de 10 vil a- ; (jorguines de seda, a
1,200 rs. o corte de coleta : cites de cohe-
tes de lil e seda, a 500 rs. ; chales de li e s -
d i; ditos de cambraias tuai.cos e decores,
lo in- de 11 iilio 'de quadros, ditos trancados
brancos e de cores, fazenda muito superior;
cutins de linho para pallilores, lila supe-
rior, princeza, leugos de cambraia de bi-
en, hiCos e rendas de linho, lengos de seda
de coces, castores de cores e por lodosos
pregos ; madxpoles finos, a 3,200 3,500
3,600 3 800 4.0U0 4,800 5,n0O e 5,500 ; su-
prlores chitas de todas as qualidades, e
um sorlimenlo completo e outras immensas
fazeudas'.que se venderao a pregos que agra-
arflu aos Srs. compradores.
-- Vendem-se tres grades de amare lio,
modernas, proprias para porta ; urna caixa
do mesmo para janella ; e urna porglo de
laboas de pinlio usadas : na ra de Ilorlas
0.68. Na inesnia casa tambem vende-se os
I! it'ii es de urna taverna, n3o 1 lie faltando
nada, por roma odo prego.
Vende-se urna grande casa de campo,
com un.ilo- ciui,modos e terreno sulllcieu-
le para espim e mais planlages : na ra de
S. Amaro n. 16.
Aos Srs. de engenho.
Vendem-se chapeos de palha por commo-
do prego : na la da Cadeia do Recife n. 23.
Muitissimo barato para acabar.
Vcndem-se vellas de carnauba do Araca-
ly, salalos, courinhos, espanadores, eslei-
rs a chapeos de palha ; ludo muito barato
por se queier liquidar e vindo do Aracaly
no ultimo navio : na ra da Cadeia do Re-
cife ii. 23.
Em Fura de I'ortis, largo do Pila r n.
MUTILADO
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Cal vi i geni de Lisboa,
da melhar que ha no mercado, e
chegada ha dias pelo brigue Em-
preza : trata-se com A. C de
Abreu, na ra da Cadeia do He-
cife n. 37.
Bom e barato.
Na ra do Passeio-I'ubllco, loja n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se chitas roxas,
a 4,500 a pega o em corles a 120; rscados
monstros, a 200 rs. o covado ; cassas de
quadros para babados, a 240 rs. a vara ; co-
bertores dealgodSo para escravos, a 720
rs. ; chales de chita, a 500, 800 e 1,200 rs. j
chapeos de sol com armagSo de ago e as-
teas de halis, a 2,000 rs.; o outras muitas
fazendas, que nSo he possivel annunclar-
se para nSo oceupar lempo.
Cheguem a pechincba que se es-
lo acabando.
Vendem-se relogios americanos, proprios
para cima de mesa, mui bous reguladores e
1 or prego muito commodo para chegarem
aos pobres : na ra do Trapiche n. 8, e na
ra de Agoas-Verdes n. 62.
A 80 rs. o covado.
Na loja de seis portas, pracinha do Livra-
mento, vende-se ganga azul para caigas,
aquetas e vestidos do pretos a 80 rs. o Cova-
do, assim como contina a vender-se toda a
qualidade de fazendas por menos prego que
he possivel.
Vende-se milhoem saccas grandes de
alqueire, muilo novo: no armazem do Dias
Ferreira, na escadnha da alfandega, e na
ra da Praia n. 52, armazem de carue, por
trege commodo.
Vendem-se coleges do Medico do Povo,
de 1 a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Fazendas baratas.
Na loja de alfaiate de Jacinlho Soares de
Menezes, na ra Nova n. 35, alm de um
completo soiti 11 euto de obras feilas, lem
para vender o seguinte : lengos de seda de
mui lindos padres, por 1,600 cada um ;
coi les de casimira, a 4,500 ; dilos, a 5,500 ;
ditos, mu superiores, a 6,500 ; espalilhos
para senhora, moderos, a 2 e 3,000 ; cor-
tes de collele de ISa, a 1,500 ; ditos de gor-
gurSo, a 2,500 ; dilos de fuslllo, a 1,000 rs.;
e outras muitas fazendas : tudo muilo Para-
lo, apiarecendo os freguezes.
Aos 5.000,000 rs.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera a i'avordas obras da igreja
de N. S. do Livramento, que cor-
re no dia 31 do coi rente mez : no
Aterro da Boj Vista, loja de cal-
cado n. 58.
(ni ni que 1- .">:ooo*ooo 1
Quem quizera sor le grande da lotera do
Livramento, que infalivelniente corre nc
dia 30docorrente mez, apresse-se a com-
prar alguro dos poucos bilhetes que anda
reclam, as lojas da esquina da ir.adoCa-
buga ns. 11 e 9, juntas a botica de Joau Mo-
reir.
300,000 res.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Bio de Janei-
ro, (lous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de 10 annos pouco
mais ou menos ; levou calcas e
carniza eznes, e bonete encarnado;
0 outro de nome Kuzebio, crou-
lo, de i'\ annos pouco mais ou
menos, estatura alta ; levou cal-
cas, carniza e bonete azues. Roga-
se as autoridades policiaes e capi-
laes de campo, que os apprehen-
dam c levem-nos ra do Trapi-
che n. 34, casa de Novaes & Com-
panbia, que recompensar.
Fugio no da 10 do passado o escra-
vo crioulo, de nome Jos, de 40 annos, al-
tura regular, cheio do corpo, olhos ama-
rellos, rosto bexigoso, ps chatos egrosos;
levou caiga de 13a escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do l'elournho, es. 5 e 7, de Ro-
mio Antonio da Silva Alcntara.
wmmmmnmmm-mmwmmwmmmm
U mulalinho Agostinho
fgido.
Na noite de n para n do 1
passado ausentou-se o es-
clavo Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos pretos e
lisos, ps grandes com os de-
dos grandes grossos e camba-
dos para dc-ntre \ be iilho do
serlo, muito tallador e io-
W ta: roga-se as autoridades
f poliche, capitSes de eam-
c po, assim como a toda e
qnalquer pessoa qnc o eo-
t contrar, de prende-lo e con-
a duzi-lo a seu senhor Ben-
9 to Jos Taveira, na ra da
1 Cruz n. ao, que n3o s paga-
p r todas as despezas, como
| offerece urna generosa re- ]
S compensa a quem o trouxer. g
- Fugo no fim de dezembro do enge-
nho Prado da freguezia da Escada, um es-
cravn de nome Antonio, crioulo, de idade
de 26 annos, com o* signaes seguintes :
um olho turto, metendo as pernas para den-
tro, rosto cheio, beigos grossos, e bastante
alio ; roga-se as aulori ladea policiaes e ca -
piules de campo, o aprehendan) e o condu-
zam ao engenho cima, ou nesta praga no
largo do Livramento n. 20, que generosa-
mente se recompensara.
Pfi'rw. vaTyi'.df: M.F.or Tari a.


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