Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06298


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Full Text

Anno XXVII
Sexta-eira 17
'I I
r
*
PAHTtDAS SOI COBMIOS.
Golaona e Parahlb, s segundas e se va felras.
RIo-Graode-do-Norte, todas as quinta a Tetras ao
roelo-dla.
Cabo, Serinhaem, Rio-Formoso, Porto-Cairo e
Macelo, noi.", a 11 e 21 de cada mes.
aranhuns e Hodlto, a 8 e 2.').
lioa-Vasla^ Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas Teiras.
Olinda, todos os dea.
rauuiou.
Nov.-i, a 2, as 8 e 24 m. da m.
Cresc. a 10, as 2 h. e 2 m. da t.
Chela, a 17, as 2 h. e 33 ni. da t.
Ming. a 24, s 5 h. 57 m. da m.
ParAMAR DEjHOJE.
Primeira s5 horas e 1S minutos da manhaa.
Segunda s 5 horas e 42 minutos da tarde.
de Janeiro de 1851.
N. 13.
FIlEpo DA STJBORIPQAO.
Por tres meses ("adlantado)) 4/000
Por seis meses 8#000
Por um anno 15/000
das da siman*.
n Seg. S. Hilario. Aud. do J. doso'f.cdo in. da 1.
14 Tere. S. Felli. Aud. da Chae, di, J. da se-
gunda vara do c. e dos feitos da fazenda.
la wu.ir i. S. Amaro. Aud. do J. da 2. vara.
16 Ouint. Iiernardo Aud. do J. dos or*., e do
ni. da primrira vara.
17 Sen. S. Antis. Aud. do J. da 1. vara do civel ,
e dos feitos da fazenda.
18 Mi, A c. de S. P. cm U. Aud. da Ch. c do J. da
2. v.do c.
19 Dom. O SS. Nome de Jezus.
CAMBIO I 16 DE JANEIBO.
Sobre landres, 2!) '|, I M d. p. 1/000 rs. 60
Paris, .120 por fr.
Lisboa, 85 a 90
uro. OneM licspanholas .... 20/01KI a
Moedas de 6/400 velhas. 16*000 a
de 6/400 novas 16/000 a
de 4J000....... 0/u00 a
Prata. Palacfles brasilelros.... 1/''-
Pesos columnarios..... 1/020
Ditos mexicanos........ 1/680 a
das.
29/500
I6j200
16*200
9/100
1/940
1/940
1/700
m
mmmamiui. acesia
EXTERIOR.
BRASIL E BUENOS-AYRES.
Hola do gtntfal Guido ao ministro rfoi negociot u-
trangriroi tm Otunoe-Aure, dando tonta do leu
priKtJiminto M<(a cirt nos ltimos das da iva
minio.
Rio de Janeiro, 98 de setembro de 1850.
Recebl a nota de V. S. com data de 5 do cor-
rente.
A nota anterior chegou is nimbas maoshon-
tem de manbaa, isto he. no dia segointeaquel.
le em que comsnuniquel a V. S., eni nota n.
1789, o pedido do meu passaporte no dia 23, e
os nicos motivos que me induiiram a demo-
rar este passo. Desejando, porm, a vista do
. que V. S. me eipde por ordem superior, dar ao
Kim. Sr. gorernador inaiores esclarecimentos
sobre o meu procedimenlo oRlcial, rogo a V.
S. manifest aS. Esc. o seguinle:
As ordena que recebl pelo paquete Spider pa-
ra que a legacio serelirasseme parecern! con-
diccionaes: pedir o pasaaporte se o governo do
.Brasil nao adherase s ultimas exigencias, fi-
lando na relativa ao castigo do caudilho barao
de Jacuhy os dons casos ein que devla pedi-lo,
, o da negociailva ou o de urna demora desoeces-
. garla na resposta.
>Duas rasdrs linha eu para nao esperar urna
negativa: a primeira, as paUvras do Impera-
dor na miulia conversacao com S. M. no dia 4
de agosto, de que fallare! mals adame case-
Cunda, porque moslrando-me sempre o Sr.
aulino desejos de chegar un ajuste pacifico,
assegurando-me nao poder responder, tanto
pelo tempo que Ihe tomavam as cmaras e as
quesloes com a Inglaterra, como porque espe-
rando respostas de S. Kxc. o presidente gene-
ral Oribe indicava aguarda-las para responder,
nao bavla negativa da sua parte, netn julgava
eu Intencional e dobre a demora da resposta.
Se nislo bavia erro da minha parle, esperoque
encontrar da parte de S. Exc. a indulgencia
que tantos outros Ihe tein merecido; mas nun-
ca podia eu propr-ane contrariar em uin pice
neni a vontadr, ncui a poltica, nem as ordens
do meu governo.
Cm simples raciocinio, errado pelo que vejo,
i me aconselbavaesta especian va, eo repito com
candura.
O meu governo deixa ao meu julio o discer-
nir se ha resistencia da parte do governo im-
perial em dar satisfceles pelo alternado do cau-
dilho barao, o demora desnecessaria na respos-
ta ; da primeira nao posso ter certesa, depois
de minha nota de 16 de junho, senio guando
sne fr respondida ; eso posso julgar desneces-
saria a demora quaudo o factos que presenciar
e as raades que km der o ministerio me pare-
cana inaceitaveis-
Para presumir suna resistencia nao bastava,
em minha oplnl.o. a primeira resposta do Sr.
Paulino, porque podia muda de opinio, nao
spela replica desta legar.au, seno tambein pe-
la for(a da opiniao publica, que eu fomeutava
pela imprensa, e por minbas relaedes, apresen-
lando a impnnidade do barao de Jaculiy e dos
seua cmplices como un escndalo desinorali-
sador, e como o golpe mais forte que se podia
dar ao prestigio da aulorldade Imperial, venc-
di nesae caso pela inllucncia de urna faeco
anarebica e depredadora da provincia do Rio
Grande. Fundava-me tambera as palavras
consiliadoras do imperador na miuha conversa
(So de 4 de agosto, e he aqu o caso de expor
ao Exm. Sr. governador o motivo de nao ter
dado inforinacdes detalhadas desla entrevista.
Tome! por norma de minha conducta nao
comanuni-ar ao meu governo seno aquilloque
por seus resultados, por sua novidade, ou por
sua transcendencia poderia ser do seu inteies-
se saber; pois a nao cinglr-me smente a isso,
o seu tempo, o teaaapo precioso que necessila S.
Exc. para a direceo de tantos e to complica-
dos negocios seria tomado todo pela leitura das
aninhas narrativas e descripcoes, pois que com
um fanatismo sean duvida imprudeute nao ees-
so de ter em anovimeoto ministros, senadores,
conselheiros, diplmalas, altos fuoccionatios,
gente do palacio, e toda aquella que tenlio po-
dido faser servir i causa do meu governo, para
anduiir o governo imperial a renunciar auma
neutralldade illu cria, e atlrahi-lo causa a-
merlcana, causa do Rio da Prata, para aug-
mentar assim uro elemento de triumpho e de
gloria que vivamente antelava para o tneu paiz
e para o llluslre chefe que a elle preside.
Com nenliuana destas cousas tenho querido
oceupar o meu governo, e ainda anenos com a
descripsao dos Infinitos meios que porespafo
de nove annos tenho enipregado para desbara-
tar a intriga estrangeira, scanpre activa, iotel-
ligente poderosa nesta corle, durante a inter-
vencao anglo-franceza; sempre eanpenhada can
aieutralisar os meua trabalhos a ponto de coan-
prometter-se em lances pessoaea. Nem me pa-
reca que com esie silencio fallasse a nenhuu
dos meus deteres, emquanto ean minha opi-
niao nao aneapartava do grande tim a que me
deslinava o meu governo, c emquanto acredi-
Uvaqueessas noticias de detallie nao valiaui
tanto como o honroso resultado que procurava
p.ra oBerece-lo em aua integra a S. Eic. como
fructodoseu telo. -
Esta explicaco servir a V. S para que le-
vada ao conhecimento de S. Ex. Ibe manifest
que na conversacao com o Imperador, nao se
tendo tratado seno levemente sobre alguns
dos diversos assumptos pendentes coui a lega-
cao argentina, e nao manifestando S. al. opi-
niao alguana nova sobre nenbuan delles, e iin
smenteos inesiiios senmenlos paelfteos que
parecem dominar no Imperador, de que ja em
oulras occasloes del conhecimento as. r.xc,
nao via ean verdade cousa notavel que uiere-
tes.c ser-lhe communicada. A nao ser esu
persuasio, impossvel era que eu a occuliasse
ao meu governo.
O que os papis de Montevideo publicaram
acerca desla conversacao he um embuste dea-
presivel. Niuguean podia saber o que all se
dizia, e o luiperadoi nao pronunciou urna s
palavra das que perftdaanente ciU o IMano.
Succedeu preclsaaueote o contrario.
o. M disse, fallando da iacurso de Jacuhy :
O governo nao approvou a sua couducla; o
barao conheceu o seu erro, e eu espero que a
queslao suscitada por este successo terminara
ainigaveliucnte.
i A conversacao estendeu-se mais do que be
costme, pela siogularidade de nao ter assisti-
do nenhuau dos outros ministros do corpo di-
plomtico, nao obstante ser o prlmeiro sablea-
do do uicx. e porque aproveitando a occasiao
de das alguns dealbes sobre cada um dos as-
sumpios de que se trauva, quii que S. m. o
eonhecesse a fundo e nao se alivesse smente
is informaces dos seus ministros.
Assim, quando o Imperadoremittio a sua opi-
niao sobre o er ro do barao de lacuhy, demorel-
nie ein deanonstrar-lhe que nao liavi a erro, e
sian um insigne a atentado; que, longe de ser
um desses actos improvisad s pela paixo do
momento, era um plano premeditado, activa-
mente auxiliado por collaboradores tao crimi-
nosos enano elle, e tendente nao s ao fim os-
tensivo de anarchisar o estado Oriental, seno
tanabem a segundar as vistas de uin partido
instigador e tenaz da guerra coan os vitinhos.
O Imperador ouvia estas e outras observaedes
coan ttesgosto e rrprtindo: Espeto que ludo le
arranjara, e mullo bem, e que a paxte eontervar.
Destas palavras, e das que o Sr. Paulino me
repeli nao poucas vezes uestes ltimos dous
anezes, cotu a expresso mais viva ein favor da
paz, senllmentos ratificados logo no discurso
da corda ean ll do corrente ao encerrarem-se
as cmaras, nao podia eu deduzir predisposl-
eo para resistir justistima exigencia do meu
governo, nem podia repular flcsnece~ssaria a
demora, vista dos successos que presenciava,
e que de feilo tmhaan o ministerio e o conseibo
de estado eaaa trabalho continuo.
Ni ni por isso delxei de insistir constantemen-
te por urna resposta categrica, e quando o
uo fazia em notas ofliciaes, coano deveria ter
felto segundo aopinio de S. Exc, que profun
dmenle respeilo, fazia-o ein entrevistas, as
quaes nao deixava duvida ao ministro dos ne-
gocios estrangeiros da minha deciso irrevoga-
vel de pedir o meu passaporte se a resposta nao
fosse proanpta e satisfactoria.
Presuma tambem que no caso de faltar o mi-
nisterio a qualquer das duas condices, fosse
demorando a resposta desnecessariamente, fus-
se negando-se exigencia da legacao, a dec-
alo do meu governo ficavaduplicadamente jus-
tificada aos olbos do mundo, e seus direilos
fortalecidos com urna nova prova de deferen-
cia em dar aofablnele brasileiru lempo mais
que sulliciciile para reconciliar sua poltica
hostil.
Desta situaco me lirou a ordem termname
do Exm. Sr. governador recebida pelo SptoVr
ean 30 do inez passado para pedir o meu passa-
porte se ao recebe-la nao se me livesse ainda
respondido. J eolio nao dependa de umjui-
zodesacertado meua escolha da opportunida-
de para retirar-me.
O meu dever eslava tracado claramente; e
tao aiheio eslivede trepidar uin s instante no
cumprimenlo da retoluco do meu governo,
que ein 2 do correnle fui pessoalmeuie casa
de campo do anioislro de Inglaterra, o Sr. Hud-
son, para pedir-lhe obtivesse do Sr. almirante
uin vapor para Iransportar-me e propondo-me
enviar adiantea ininba familia einquanlo redl-
Sla as notas que S. Kxc. mesmo'me recoiuiaien-
ra, solicite i i.odi. 3 du uiiiiuito d*. IUdos-
Uuidos.o Sr. Todd.obllvsse do commodore Me.
Keever passagem para minha senborae til lia ai i
fragata Congrtu, o que nao leve ell'eito por ser
prohibido aos vasos de guerra norte-americanos
.condu/.ir senhoras sem licenca expressa do mi-
nistro damannha,segundo disseoproprio com-
modore, que, acompanbado do Sr. Todd, veio
miuha casa inforaaaar-me daquellc inconve-
diente, e oilerccer-me comtudo o seu navio pa-
ra a miuha pessoa, ou individuos da legaco.
Pela data da ola com que pedi o meu pas-
saporte em 23 desle mez, S. Exc. conbecera que
leudo entrado o Ai/Ieman bontem conduzindo
a nota a que respondo, a vontade de S. Esc. es-
lava j cuiuprida quando chegou ella s mi-
nhas maos; ese nao foi cuinprida uu mesuio
dia em que chegou o Spider, j disse a V. S., ua
minha referida nota u. 1789, que essa proanp-
lidao era inconciliavel com o dever que se me
impunha de formular varias outras notas, en-
tre ai quaes se locavana quesloes que reque-
rendo repouso para serena tratadas cain alguna
acert, apenas segaslou com ellas o lempo ue-
cessario tiara o trabalho material da redaecao
e das copias de ludo o que se reiere a corres-
pondencia que agora tenho a boma de reinet-
teraV.S.
Por honra do Sr. Hudsoo, ministro de 8. H,
Hritaunica nesta corle, cujas sympalblas pe.
causa do Kio da PraU forana sempre uin pode-
roso contrapeso s ideias coulrarias da legacao
ingleza durante a nterveuco anglo-franceza,
devo informar a V. S. queaquelle cavalheiro.
nobre e lealmente Inleressado ean evitar lano
confederacao como ao Imperio as calamida-
des) de um roanpiuienlo, e sabendo desde o da
2 a minha determinarlo de retirar-me. procu-
rou no dia 3 o aninistio dos negocios estrangei-
ros para ofl'erecer os seus oons o/Jieio, se podes-
sean ser uiels para chegar a um aecrdo entre
o rasil e os estados limilroplaes.
Nesla conferencia o Sr. Paulino tornou a fal-
lar de pax ao ministro britaouico em termos
to peremptorios que Ibeassegurou que o go-
verno imperial eslaria proanpto a subscrever
um convenio que abraca.se todas as quesloes
pendentes, iucl-ai ai do bario dt Jacuhy, una
vea que se renovassem francamente as relace-es
migaveis com o governo argentino, e come-
casse uiua uova era de mutua coulianfa
O Sr Hudson velo Informal -me do passo es-
pontaneo que acabava de dar, edesuasespe-
raucas de que por mel de urna convencao (que
l outras vezes o ministro rae linba Indicado,
bem que ligeiraineute), conseguissein enlen.
der-se os dous governos. A minha resposta w
Sr. ministro brll.nnlco foi que o Sr- Paulino
eslava perfeitamente no dlreilo de propor-me
o que Ihe aprouvesse, seguro de que o trans-
miltlria iminedlalamente ao meu governo, mas
que quanto ao pedido do meu passaporte, a
minha rMolufdo tilata lomada.
Em ves desta abertura, em que connava o sr.
Hudson. recebl no dia seguinie a celebre ola
do dia 4. e desvendado eoto completamente o
nensaineulo do aninlsietio, me pareceu ver
nesse documento um poderoso instrumento
de Mo rara meu governo. do qual se lena
privado se eu me llvcsse anticipado a retirar-
me or falla de resposta.
Exm- Sr. governador vio ja o uso que flz
delle e.n servico dos supremos direilos de sua
auiondde, CM apoioda aua justica; e se a
minba .esposta nao merecer a S. Exc. uin aco-
h meot. mais benvolo do que .quellas que
o varan, o seu desagrado alrevo-me a sup-
1-1(7. i.nre na balauca 4a sua sabedona
p'r"du.ao,'earrDo.darainhainte..6encia
LVcre censura com que a cmara doadeputa-
SoVeVlmprfDMdoBratllieiBWUdo de des-
comedido^ tom da legaco argelina cora o
governo imperial,
rodeada de verdade a urna nova considerarlo
do Exm. Sr. governador.
Tnomni Cuido.
RESPOSTA DO MINISTRO AO GENERAL
CUIDO.
Buenos Ayres, 28 de outubro de 4850.
O abaixo assignado leve a honra de levar
ao ronhecimento do E*m. Sr. governador
0. JoSo Manoel de Rosas i nota de V. S. n
1791, oom data de 28 de selemhro ultimo,
eujo resumo he o seguinte :
V. S. aecusa recebida a ola do seu go-
verno, com data de 5 de setembro, e expli-
ca a sua conducta ofllcal.
O Exm. Sr. governador, vist desta no-
ta, ordenou ao abaixo assignallo manifes-
tasse a V. S que ficou inteiradr do que mi
la dizia para justificara sua conducta nlTi-
cial sobre os pontos de que tratatava a nota
deste ministerio de 5 de setembro, cm res-
posta dessa legacao, n. 1772, de 23 de
agosto anterior.
S. Exc. nao acha justificado o procedi-
menlo oicial de V. S. em ter deixado de
communicar os tpicos sobre que versou a
sua conversado com S M. o Imperador na
conferen-ia de 4 de agosto.
No estado em que naquella ocrasiSo se
achavam as relacOes diplomticas da Con-
fetleracBo Argentina com o imperio, e i
vista das terminantes ordens que V. S. ti-
nlia quanto aos negocios do Brasil, n.lo po-
diam deixar de ter imporlancia para o juizo
de S. Exc. o Sr. governardor as palavras
pessoaes de S. M. o Imperador.
O Exn Sr. governador tambem nSoscha
nliiiisMvi'is as rasOes que V. S. d para n.lo
ter exigido com instancia o seu passaporte
antes da poca indicada na sua nota, quan-
do era evidente que o governo imperial re-
tirdava de proposito a resposta a nota que
V. S Ihe dirigi em 16 de junho
As protestarles e seguranzas verbaes do
Sr. Paulino uSo deviam ter peso sobre as de
terminaQdesde V.S. no cumplimento das or-
dens de S. Exc. o Sr.governador, quamlopot
experiencia mi.i anliga conhecia V S. que
essas seguranzas de quasi todos os ministe-
rios de S.M. Imperialeslavam em constantes
desharinonia com a sua correspondencia of-
licial, e quando todas as notas do Sr. Pauli-
no respiravam um sentimento dilTerente do
que apresenlavain suas palavras; sendo
Claro que com ellas s se quera adormecer
a V. S. e ao guveruo argentino, com prfidas
e engaosas segurancas de desejos de paz,
ao paaso que liu diuerenlM eram os est-
mulos que guiavam sua rolitica desleal
as relafOes cun as repblicas adiadas do
l'rala.
S Exc. o Sr. governador, longe de adiar
justificada a falla de V. S. as explicaces
que a este respeilo contm a sua nota, en-
lende que as observarles presentadas por
V. S. no seu oliicio de 5 de setembro an-
terior lem a mesma forca reprohativa. S.
Exc. salva as intencoes de V. S que sempre
lem julgado as mais puras, e dirigidas a
beut do servico, mas nem por is*o p le des-
culparograve erro commettido nesta im-
portante emergencia.
Oulra circunstancia chama a attenvSo de
S. Exc. na nota a que o abaiso assignado
por sua ordem responJe, e vem a ser os
desseertados passos que V. S. deu para ob-
lar o %eu transporte em um navio de guerra
britnico, e o da sua familia em outro dos
Estados Unidos, dirigindo-se V. S. aos re-
presentantes dessas potencias para obter o
favor de urna passagem:
S. Exc. olha para este acto do V. S. com
desagrado, pois que S. Exc. nunca deixou
de atlender com escrpulo a todas as des-
pezas feitas pelos seus empregados em
cumprimento de ordens supremas. S. Exc.
nilo pJe conhecer qual fosso a necessida-
de de solicitar laes favores dos agentes p-
blicos dessas potencias, quando nada o exi-
ga, nem este governo se achava na cessida-
de requere-lo em assuuiplo de tflo pouca
monta. Por isso lie que S. Exc, se por urna
parle leve este sentimento, por outra se
compraz ao ver que V. S. pela sua nota de
19 do correnle, lite informa ter cuntratado
a sus passagem e a da sua familia no vapor
de S- M. B. Hifieman pela qutnlia de cenlo e
dez libras esterlinas, que S. Exc. mandn
entregar ao procurador de V. S.
O abaixo assignado, tambem por ordem
do Sr. governador, remede a V. S. copia
aulhenlica alas olas que nesta data se diri-
giram so plenipotenciario de S. M. B. no
Rio de Janeiro, o honrado Sr. J. Hudson,
manifestando-lhe o vivo recoohecimento de
S. Exc, e ao ministro argentino em Lon-
dres, ordenando-Ihe leve ao conhecimento
do goveruo de S. M. B. o alio apreco e grali-
dao com que S. Exc. vio os obsequiosos
passos dados pelo Sr. Hudsoo, seu digno
representante na corle do Brasil, por occa-
siao da retirada da legsefio argentina da
mesma corte.
Dos guarde a V. S. mullos annos.
filippt Arana.
(Do Jornal do Commircio.)
INTERIOR.
PER
Wio pretenda, nena poda Prete"d" en""
siucelaexpo.ico oulra cousa que nao fosse ma-
nK Una eswdwu ottoul apresenta-U
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
NAMBUCO.
Rio, I. de Janeiro d 1851.
Peco licensa aos editores do Cfario de
Pernambuco para escrever algunas cartas
para a sua acreditada fulha, todas as vezes
que as minhas occupsQOes o permittirem,
tratando dos aconlecimentoa.e novidades,
qne se derem ca pelo sul, e possam Interes-
sar aos leitores do norte. No be pequetia
a miuba temeridade arrojando-me a essa
empreza.outr'ora entregue a hombros po-
derosos, e com tanta habilidad quaota s-
tisfar;So pennas haheis, que bem longe est a mi-
nha de rastejar....Dpixemo-nos, porm, dp
cavacos, que s3o sempre de mo gosto, e s
servem para a massar a paciencia de quem
os le : o anno de 1851, segundo diz*m, esta
destinado a grandes cousas ; espera-sfl no
seu correr grandes novidades ; e por mi-
nha parle, quero concorrer para urna des-
sas novidndes, ou raridades, escreventlo pa-
ra o publico na qualidade de corresponden-
te de urna folha importante e conceitinda
sem as hahilitar;/ips precisas para preenrher
lal fim !
Ainda bem que cotneQO em hom dia : he
o primeiro do novo anno, tilo almejado por
quem se deu mal com o passado.
E de faci, que o lal anuo pairado par.'-
ce que ileu motivos de qucixas a milita gen-
te ( nSo a mim, que nem das fehres soffri );
e como se nfio bastassem todas as pirracas
e pec,as que pregou, por despedida no dia
24 de dezembro, vespera do nascimento do
Homem-lietis, pola volla das 4 horas da tar-
de, quando todos descuilosos aguardan lo
a hora da missa do gallo, apenas lumenta-
vam a excessiva calma que entao fazia, sa-
hio-seelle com um tufilo t;1o inesperado e
incauzinado, urna Irovoada tao deslemps-
rada, acompanhada de raios coriseos
chova, que fui urna cousa mesmo de fazer
medo a mais de vinle, e po-los n'um correr
da sala para a cosinlia, como se diz, em c-
licas de morte / E, que o digam o gene-
ral Sera r sua familia, que uaqtielle mo-
mento iam em um escaler embarcar no va-
por Imperador qoedevia seguir para o Rio
Grande do sul: por pouco que, d< isando
esse mundo, esliveram a adiar u'ii tmulo
ainda quo menos glorioso, tao magestoao
como o do celebre almirante hollandez.
Por milagro o escaler que coinlu/io S. Exc.
esrapnu de ser timando pelo vapor coti-
lla a iiiia das Cobras. Diversos navios via-
ram e form ao fun lo ; o mesmo acooteceu
a varias alvarengss carregailas, o estas nao
poderam ser salvas ao depois como forana
aquellos. I)m raio que rabio na barca de
vigia pai lu ii o niastro, e deixou a tripu-
ladlo no maior susto. Hnalmenle, foi una
despedida do Sr. anuo Je 50, que nada levo
le agradavel, nem de terna para os habita li-
les delta ci.lade.
Diaia que o general Sera emliarcou pa-
ra o l'.in-l,runde, mas niio disse que elle llu-
via sido mineado eniiiin.i n la ule da-, a nna-
daquelli provincia, ondo segundo me in-
formam, lem o governo conseguido levar
o exercilo ao muntmlo do quasi vinle mil
homens, contan lo aguarda nacional des
tacada Oom quanto nao tenlumos de ter a
guerra, que por momentos se presumir
eu nunca aero litei nella ) nSo se pense
que ha da parle do gabinete imperial dese-
jos do um rompimeulo com os nossos visi-
niios do Prata, ou um luxo pueril de Ims-
tenlaQ.lo de frcas SolTremos, he verdade
q-i.i-i lodos os elVeilos de urna guerra, con
suas despezase gastos,sem que esta exis-
la ; poim aquelles qu1' Coohecem o carc-
ter e a poltica do dictador do l'.'ata, hilo
pdem deixar de confessir que lio isso no-
cessario para a conservado da piz, que o
govorno do Brasil ardet)temente dosfja, e
que, i 'Mi alguns sacrificios mesmo, com-
pre conservar, porque a guerra quasi nun-
ca esta nos interesses das uaces, e parti-
cularmente agora nos nossos
He mxima antiga, e nem por isso mo-
nos vertfadeira, quo para ler-se a paz be
mysler preparar-se para a guerra ; e tflo to-
lo o io be llosas que no-la declare vend-
nos em estado do rvsistii-llie com superior
vantagem. No meu entender nSo lia de ser
oulra acausaqoe pouha termo a au lacia
lo nosso desinquieto vizinlio, sennoaat-
tilude firme e resoluta, que o nosso gover-
no lomuu nesta conjuuclura. O tempo mos-
trar a verdade do que digo; esperemos
at l.
O general Sera levou comsigo o briga-
deiro Sergio, segundse diz ua qualidade
da quartel-mestre-general, devendo o bri-
gadeiro Caldwel, a quem vai substituir, li-
car servindo de ajudante-geueral. Essas
nome toes trazem comsigo a ideia de um
oxorcilo organisado, eem opera<;0es ; mas
he isso o que me parece ainda cedo e prema-
tii'o. Devo tambem nSo dissimular que a
esculla do general Sera nflo lem sido lou-
vada po.- alguns de seus companheiros de
armas, a quem tenho ouvido, por motivus
que nao cstao a meu alcance e nem mefo-
ram explicados.
Essa ultima quiuzena, posterior a sabida
du ultimo vapor para o norte, lem sido
iiiuito estril em fados que possam ser re-
feridos: por esse tempo costuma sempre
liaver um corlo marasmo em quasi ludo;
o calor faz cun que as familias se relireo
da ctJade ; e entilo esla cidade perdo urna
grande parle de sua habitual activla lo e
mov ment.
Desde o dia 20 do passado, que se espera
que 5. Mea familia imperial (.arlaa para
Petropoles; mas ale boje essa paitida se-
no lem realisado, por causa da muila chu-
ya que por ca temos lido : nunca aqui pas-
sei um mez do dezembro 18o molbado, om
o qual t3o pouco calor seulisse em relag3o
aos de mais annos. Entretanto nem por
isso temos lido mais diverlimentus edts-
tracc,es ; antes pelo contrario, por esse la-
do temos solTrido mais :nernsequer te-
mos theatro, por causa da dissolucao da
companhia italiana, e a queda da associa-
cSo emprezaria, qne comprometlida em
mais de 100 cotilos talvez, nem mais um
passo pode dar. E em quanto o goveruo nao
realisar as vistas que lem de mandar vil
uova companhia da Europa, tomando o
theatro a si, como acaba de fazer, para o
que j nomeou urna directoria, estaremos
privados do diverlimento mais grato e a-
prpciado pelos habitantes desta cidade.
E por fallar can theatro, e saber que da-
hi de Pernambuco se mandot contratar
aqui a companhia lyrica, que acaba de dil-
solver-se, direi o quesei a esse respeilo, e
os motivos au li/eram abortar a tentativa.
Quando aqui so tratou desseengajamento,
j a prima dona Ida Edelvira tinha assigna-
do un contrato para ir para Buenos-Ayres,
em o qual se estipulava um prazo dentro
do qual devia l achar-se : todava disse el-
la que deixana de seguir para all, e esla-
ria prompta a ira Pernambuco (urna vez
que muitas pessoas aqui mesmo da corle
se inlercssavam nisso, com o fim deficar a
companhia italiana nrganissda dentro do
paiz, e a lodo lempo que o theatro de S.-
I'edro, se abrisse poder contar com ella ),
se as vanlagens que se Ihe fizesse valessnm
apena. O eocat regado da negociaban qui?.
oovir as suas condiedes, e pedio que por
sua parte as propuzesso la tignora. Eram
e 1.a l'mcontn e quinhenins mil ris men-
saes, 21 um beneficio dentro do prazo do
contrato ; 3.' passagem paga para ida e vol-
ti por si e seu criado ( per me e per mi Gio-
van i, dizi* ella con- toda a ainatulidade,
eovolveodo os dedos as filss de sua gra-
ciosa e pequea tonca, como quem nao li-
gara granil imporlancia ao negocio de quo
Iratava!; 4.* po ler voltar pira o Rio-ile-
Jsneirt' lo la a vez que o theatro c se abris-
se iiovamenle. E ludo isso, obseivava ain-
da olla, no caso de que nao Imja fehres em
Pe na o. Ii ico, porque entao mesmo ja la es-
tando leaTa-lbe 0 diretto salvo de voltar
assim que se manifestasse-n aquellas. De
surto que se aconleiM que em urna bella
noite de grande cnchenle no theatro, quan-
do eslivesse ella garganteando um i d s i,i<
favoritas e melhores cavatinas, urna aria da
rain/i'i de Chypre porexemplo, o ponto Ibe
dicesse : acaba agora de ser alaca lo um
dos comparsas da lebre amarella >, a dis-
tiocta cantora nada mais tinlia a fazor se-
no una bella cortezia ao publico, dando-
Ihe una 6u'it sera, mei tignori, e retirar-se
no mesmo instante !
Ora bem se ve qua com taes condiQes
11.1o era possivel contrato algtun.e isso com
grande pezar dos uniros cantores, porque
lodos esttvxm com muila vontade de fa-
zer um passeio musical a Pernambuco, cu-
ja capital, dizem tojos, lie a Veneza do Bra-
sil. Koi-se porlanto a senhora Ida para Bue-
nos-Ayres, no paquete que parti no dia
ii do passtda ; mas, segundo me informam,
creio qii ter-se-ln de arreponder A* nao
ler preferido o enjagamento para Pernam-
buco, nao s por quo voltand i dalii linha
certeza de ser escripturada no thealro d-)
S.-Pedro, como tamb9in por liaver o tal
empresario de Buanoi-Ayrea fgido ltima-
mente, ni(0 se saln para onde, por ser um
caralleiro de industria, e estar acostumado
a fazer dessas e oulr is tranqobernias e tra-
licancias pelos diversos paizea por onle
lem anJado, inclusivo o Itio-do-Janeiro,
101 cuja pracaja foi negocianie equehrou.
Csaas noticias chegaram aqui depois doler
partido o paquete quem sabe por Unto s l
a tul Sr." Ida n.lo lera anda de dar com os
ossos em Pernambuco P
Dizem-me que a pesar de Ur abortado a
negooiacSo I la, foram escriplurados e par-
lem nena vapor o Tati, seu lilno.e o Capur-
ri, para irem alii reuinr-se a Can liani c in-
lervaler as pegas drammalicas com can-
tona.
Se o vapor n3o sabir amanhaa.como creio,
anda accresc-itare alguma cousa do que
occorrer digno de meucao.
4 deaneiro.
Como suppuz, foi transferida a sabida do
vapor para a tarde de boje.
O Imperador e Familia Imperial partirn
hunlem pela volta das 7 horas da manhaa,
para Petropolis.
S. Exc. o Sr. ministro da fazenda levo um
mez de licenca para ir gosa-la em sua fa-
zenda : ficou encarregado de sua pasta o
ministro dos negocios estrangeiros.
Foi exonralo do commando da nossa
esquaJra no Rio da l'rata o capitSo de mar
Iguerra Marques Lisboa, por assim o liaver
pedido. lso no meu entender torna ainda
menos piov.vel a guerra : seo governo a
receiasse, nao deixaria di fazer partir para
aquelle porto os vasos quo estivam prepa-
rados pira esse Din e nao consentira uo
pedido do Lisboa ; nem este tambem pede-
ia sus demissao, se visse que seus servidos
eram necessarios.
O vapor inglez Harpi, entrado ltima-
mente de Buenos-Ayres. ainda mais confir-
ma essa supposu;3o : he fra de duvida que
o dictador do Prala j arrefeceu os ardores
belltcosos de que ha pouco tempo mostrou-
se animado. Com urna veleidade infantil,
o general Rozas cotitenlou-se, ao que pare-
ce, com derramar toda a sua colera sobre o
general Cuido a quem, pelo seu ministro
Arana, mandou spera e grosseiramente re-
prehender, por nao liaver com mais antece-
dencia pedido os seus passaporles, confian-
do as palavras doSr. Paulino. E para que
se naoduvidasse da iotencSo com quo as-
sim se portou, mandou eslampar as co-
lumnas de sua Gaceta, tanto a dita repri-
menda, como a nota anterior a ella escripia
pelo Cuido.
Ha duro realmente servir com tanto es-
fu co e boa vouladu, nao a seu paiz, mais ao
hotnem que domina o seu paiz, para no lina
receher-se desse homem urna recomoensa
to negra como o seu curacAo e caiacter.'.'
Feliz anida sera o general Cuido se as cou-
sas Ucarem smenlo ah...


ir*
m nsmma
Mtasa msjwtmk!* i. i -aaacCTcrBgri
As ultimas noticias da Itolivia Nzeram-
i.o satn-r ila tentativa do
o presidente, o general Belz
lerato Italivian, pouooantea
aquelle He um aconto imento que nSo
divo cansar grande expeclae,8o ; he a copi
e rcpetiQcto do que a historia constante-,
mente nos diz > coracfio, em que su dBo a-
biiga o amor da patria, a ubedieocia i lei.
o respeito a autoridad)*, nSu pode nunca
COOler em si o sentimento da gralid.lo
Poasa entretanto anda mais esse exomplo
ser uppioveitado pelos governos. e conser-
vado na memoria dos liomens do estado,
especialmente do DOS80 pa.i, onde as am-
Distias tanto se tem barateado. Consta
quo tem de partir para o Itio-Crande o primeiro hatalhSo do artilhara, Picando
aqui o quarto.
Inlorinam-mo agora que fura tambero es-
cripturada, e paite para Pe ruambuco a dan-
sarina adema, e isso milito me cointrista,
porque realmente era a nica esperanza
que me resta va acerca de tbeatros : (cando
ella como nio dissi-ram, engajada para
dansar a qui nos intervallos das pegas dra-
mticas, linha eu pelo menos a certeza de
urna ou outra hora agradavcl nis noiles do
espectculo ; mas sem isso o que Tica sendo
o theatro do Sao Pedro, quando mesnio se
co siga ir conservando a companlna dra-
mtica. ?
Hou aos pernambucanos que frequentam,
aln o llieatro, as devnlas f.-cilaces pelos
dive'tmenlos que Vio ter. A adorna lio
dausaiina do una ordem como nunca veio
ao lo-de-Jam-iio : nada desejo exagerar,
lia abi vai ser vista. Racomoieodo muilo
especialmente os seguintes dasandos: ara-
nha das /lores, o pagem dn duque da t endo-
vic.dnvsas scenas do tugo das Judas, princi-
palmente a parle que ella executa au elatr de
la /( nSo vi cousa que tanto me agra-
da.sso i parte da gizela, e folia de amor, etc.
Cliegou aqui lia dais urna nova cultora,
que posto seja do meiecimento, creio
nada Lia, por estar o llieatro sem cotn-
panliia. y.
Nao bouve expediente. O tribunal dellbe-I,le numero, e a vista da dmsSo que existe
' '. Irou que seofflciase aos tribunaes do comnirr-lentr(. 0s antigOS partidos whig e democra-
assassinaio contra i co ds cortc e baha, participando a sua insta-I. nao se Dde formar urna conjectura so-
.ehii.porumsce.- Us.lo ^ a pmbabildadc de successo que lera
tes amnistiado por hgo havendo mais nada a tratar o Sr. presi- <* ,,. nroiendentes. Oquesep-
denlc dco asrssao por encerrada, sendo una
liora da tarde, e mandn lavrar a presente ac-
11 que assignou.
K eu loan Pinto de I.emos secretario interino
a liibtcrevi- Marliniano da Rocha Paitos, pre-
sidente..
IIMIO !ffi HMMMCO
BUirE, 16 DE JANEIRO SI 1851.
gQMWERSIQ.
ALFANDEGA.
'tndimentododia16.....21:612,313
Descarregam hnje 17 de Janeiro.
Patacho Dama garrafOes.
ttriguo Ariel mercadorias.
arca Serafina idem e queijos.
RIOGKANDEDOSUL.
Porto Alegre, 15 de dezembro.
O estado da provincia, se n3o he t5o sa-
tisfactorio como conviria ao sen engrande-
cimento e p'osperi laile material, nSo deve
todava consid rar-se pouco lisongeiro se o
cncaiarmos pelo lado moral e poltico.
As probabilidades de guerra contra os
nossos vuinhos, ou mais exactamente os
prepaiativos quedesenvolve o guverno pan
manler a paz sem quelira da dignidade e da
honra nacional, tem encorajado muito os
nimos dos hios Crandenses, aborrecido*
ja de contemplar a loiigauinilade de nos-
sos goveinantes em face de Ifio (legrante e
re etidus insultos handeira lirasileira.
O actual presi lente da provincia, o Sr.
Pedro Ferr ira de Otiveira, vai marchando
de forma quo promette fazer urna excellen-
te administraeo. Minisleriaes e opposi-
rionistas, todos por emquaiilu estilo muito
gatfsfeitca rom elle : os ministeiiaes, por-
que esperam do Sr. Pedro Forreira quo seja
u'ii liel observador da poltica dominante;
os opposicionistas, poique S. Exc hospe-
dou-se a sua chegaila no Itio Grande em
casa docilite da oppor.ic.3i uaquelU ci lade.e
log i nos primeos das ila sua adminislra-
Cflo approvou nina proposta de bfllciaea
para a guarda nacional daquelle municipio
que ufortalere muitissimo a influencia
dessa gente all.
Creio que os amigos do governo tem al-
U'iim.i rasiio as suas esperanzas. Esta boje
avcriguailo que o presi lente fui iIIu lido na
approvacSu iiaquella proposta, decente-
mente cliegado a provincia, fcil fui, a al-
CU"m que linha ueste negocio gran te in-
fluencia, capacitar au presi lente que a pro-
posta era digna de sua ap, rovagflo.
A issemhlea i rovincial encerrou-se no
dia C, tendo dotado a provincia rom pro vi-
dei cas que remedeam as suas mais urgen-
tes necesidades. A seasflo foi calma at
ceilo ionio, e trahalhosa mais que nenhu-
ni.i ; foi a sess&O em qoe mais se tem jeito,
cen que a assemblea desenvolveu maior
espirito de economa.
lina das leis decretadas este annohea
que cria duas comarcas novas : para ellas
se a presen tfio como candidatos a julz do d-
reito os Drs. Antonio Joc da Molla e Silva,
actual juiz municipal de Cacapava, e Anto-
nio Jos Alfonso Cuimaraes, ex-juiz muni-
cipal do Rio Grande. Este talvez encontr
alguinatr diflculdades depois que pronun-
ciou na a ultimas s ssOes do mez pissado, um discur-
so que causn a mais desagradavel impres-
Sfio na maioria, c fui acolliido coui grande;,
applansos pela opposcBo. lie certo que lo-
go dahi a um ou duus lias, o l)r. Cuiuiar3c.-<
cabio em si, e i / pirlicularmente os mais
selemnes protestos de adhesSo aos princi-
pios da mainiia e de repulsflo as ideas op-
posicionistas ; n.as a nica colisa que pode
conseguir foi obler nove volus para a re*
eleito de Srguudo secretario nos seis das
de prorogacSo, rom a coiidicilu ( dizem de
deseiiganar a minoiia que uo contassu
com elle. /
aqui, de I'oilo Alegre, oque llie pode-
rla i ni iiii.iiii-.il, alm do que lica dito,
consta das lolhas publicas.
Cliegou lionlem do Itio Grande o vapor
Porto Algrense. O Sampaio Vianna la e.ila
inspeccionando a alfan :ega, cujos euipre-
gados, pela maiui e mais elevad i paite, nSo
estilo n Uitos satisfcitos com elle. Ha tam-
tiem seu qui ixumes da parte o commer-
cio principalmente du couimercio cstran-
geiro j ni a- estou informado que nSo ha
ra.-io alguma pata isso- O commerno do
liiu Grande eslava habituado a urna rutina
que o Kampaio Vianna aclia abusiva, e co-
mo esle trata de por as cousas nos seus lu-
gares, iqui-del re C e /, ms fadas lia.
{Curta particular.)
(Do jornal do Commercio.)
PERNAM8U
Tribunal do commercio.
A( I,. DA SESSAO DO DIA 13 VE JANtlttO
DBI851.
7'i / :i.-i.i do Sr. desemliargador Uartiniano da
Rocha Rtistos.
As 10 horas da inanha, rsiando prsenles o
depulado secretario Interino e os suppleuiei
zttEpXSi t&aW: r^0 d" vle";MJu ,te ao prrnte'
to pelo loque da ca.npaiulia. tooavia sua poltica he menos popular do
rol lida e approvada a acta da aessao ame- 1UB sua doul""a-
rior. Os candidatos presidencia sSo em gran-
Tendo vndo por m3o particular as duas
cartas do nosso correspondente na corte,
quo os letores acliar.lo no lugar com pten-
le, s boje nos foi entregue ; sendo quo por
isso neuhuma culpa temos pela demora de
sua pulilicacSo. ____^^_
Tendo hontem noticiado aos nossos le-
tores que o Sr. Bravo Murillo, ministro da
fazenda hespanhol, havia dado a sua domis-
silo deste posto, sendo substituido pelo Sr.
Seijas Lozano, vamos boje communicar-
Ihes o motivo que tivera aquello distincto
cavalheiro para assjm obrar.
Esse motivo nao ro oulro quo urna diffe-
renca de opinIBo entre elle o os scus coln-
cas. Tendo o Sr. Uravo Murillo exigido
urna dirolnuicffo de 70,000,000 no oreamen-
tu do ministerio da guerra, o general Nar-
vaez no quiz prestar-se a isso, decla-
ran'o entretanto as camamas que eslava
prompto para aceitar urna diminuidlo de
30,001) 000 ; os outros mii'Stros propozeram
lambem submetter se cada una urna di-
minuiQHo de 10,000,000 em suas respecti-
vas repartg-'s ; mas depois nem o gene-
ral Nirvaez, nem neiihum dos outros mi-
nistros quizeram maisalmitiir asrelucOes
em que linham concordado, ravo Mu-
rillo, vendo que nlo podara fazer ponto.I-
mente todos os seus pagamentos, resolveu
retir8r-se do gabinete, oque causou consi-
deravel sensaQo n3o somente entre os em-
pregados aposentados, os quaes foram sem-
pre regularmente pagos, durante o tempo
em que elle dirigi a repartlc/Jo da fazen-
da, seuSo tamhem entre os capitalistas de
Madrid o todos os credores do estado.
.No da 3 de dezemhro o senado hespanhol
discutio urna proposla assgnada pelo ge-
neral Cordova e outros, exigindo quo para
segu'anca da independencia dos senadores
militares, n3o fosso mais permillido ao go-
verno fazer sabir da capital, nem mesmo
durante o lempo das feias do parlamen-
to, membros do senado pertencentes ao
ejercito.
O general ItosdeOlano suslentou a pro-
posta em o nome desnus collegas, mas o
general Narvaez 0 o ministro da guerra a
combatteram. allegando que e'la restrin-
ga a prero/atva da coroa e a autondade
do governo, riles accrescenlaram que o
ministerio eslava ja preparando um projec-
lo de lei, o qoal esperavam que reconci-
liara os deveres polticos dos senadores
com as exigencias da disciplina militar. O
senado, tomando em cnnsideraciTo estas ra-
ses, regelou a proposta.
Em Franca a assemblea nacional estava
oscupada com a diacuasfio do projeclo que
concede um c edito ao governo, o qual cra-
se que s.-ria a liual approvado ; entretanto
os socialistas nlo tem poupado o mesmo
governo, ao qual tem feto grandes aecu-
aacOes.
.No da 10 de dezemhro prximo passado
leu-se no Hotel de Wilie em Paris um
sumptuosissimo banquete em commemo-
rafBu do segundo snniversario da ele(8o
de l.uiz Napoleilo para a presi loucia da re-
pblica.
O Munitcur annuncia que o presi lente re-
metiera a cada um dos mairet dos distric-
(os de l'aris a quanlia de 1,000 francos para
que a dislribuissem com os |iobres nesse
da.
Cartas do Toulon datadas de 5 de dezem-
hro, anunciam a descobert* all de urna no-
va conjuracSo socialista, em cousequencia
do que 15 pessoas liaviam sido presas. Essa
sociedade, cujas machinacOes foram aasim
repeiilinamente interrompdas, dizemque
era formada Sobre o modello do antigu Cor-
bonarismo, quo linha a sua principal sd.i
cm Toulon.
i.aitai de erna, datadas de 4 de dezem-
hro, noliciam que o Sr. Mu ziger, catholi-
co romano residente em Soleure, fra elei-
lo presidente da Confoderacilo suissa pelos
consellios federaes unidos. Esle cavalhei-
ro he represeutado como u 11 homem d o-
pinies pollcas moderadas, de excellente
carcter particular, e decididamente oppos-
to as doutinas socialistas do actual presi-
dente, o Sr. Druey.
Em Inglaterra continuava a propaganda
contra o cal.iolecismo, mas a despaito dos
sfoicos felos pelo clero an.'licano, para
ludiapor 0 povo contra os catholics, a eu-
thronisueno do cordial Wiseman Uvera ul-
limameute lugar na igieja de S. Jorge em
Londres com todas as solemnidades que s
em ser platicadas em laes oceasiOes.
-Segundo as noticias recibidas dos Esta-
dos-Unidos, as quaes alcanenma 26 do 110-
vembio do anuo proxiuio passa io, ocon-
gresso americano licava para reunir-se uo
lia -2 do dezemhro seguinle. O excila-
mento causado pela execu^oda lei relativa
aos escravol fugitivos, o qual durante as
ultimas elei(0es tinha sido muilogrando,
oceupava agura pouco a allencao publica
nos estados do norte. Mesmo em iNcw Eli-
gan I us abolicionistas faziam os seus mee-
tnigs, em urna c lado do interior, para po-
derem contar com u tolerancia que Ibes he
negada em Boston.
U presidente declarou que estava positiva-
mente deleriiiiuado a fazer executara di-
ta lei, sempre que isso Ihe fusse requrido,
e essa dtclaracBo causou urna salisfacilo
geial, a qual lu compartilhadu anda mes-
nio pela grande uialoria daquellesque con-
sideram essa lei como desacreditadora para
o paiz.
.No sul tudo indica urna disr osicio a con-
lentar-se com as cousas taes quaes estSo,
eate em Mississipi asopinies exaltadas do
governador Quilman parueem mo ser adop-
tadas pela maioria dos habitantes.
O partido Fretsoit tem ganho muito em
forca, cie-se que sera mais numeroso no
cada um desses pretendentes. O que se po
do aventurar he que, a continuar a desor-
Kinisscilo actualmente existente, talvez o
roturo presidente sia do sul
A California ficra tranquilla. A noticia
la 8dmisfo dsqiielle paiz na Unto fra re-l Birca Ester Ann idem.
cebida pelos habitantes de S. Francisco de "
urna manera enlhnsiastica. O ouro conti-
nuava abundante-
As noticias do Mxico, as quaes alcancam
al 1 de novembro, dBo aquolla repblica
em estado de tranquilidade. Tinha-se pro-
cedido all sem nenhuma novidado, elei-
q3o presidencial, o posto que anda nose
soubesse ao certo do resultado final, toda-
va corra que o general Arista linha obtido
a maioria dos votos.
O congresso mexicano conendra a Joiio
Granja o privilegio deestabelecero telegra-
pho elctrico entre Vera Cruz e a cidade
do Mxico.
Na Iha de Jamaica, segundo as noticias
que del* recebemos, as quaes chegam a 14
de novembro, o cholera estava fazendo ler-
riveis estragos.
Em Porto Real, onde elle primeramente
appareceu, um quarto da populago pere-
cen victima dos seus ataques, e em Kings-
ton, onde ltimamente se acha, a mortan-
iladehe tilo grande que aflrma-se que em
um s da 203 enterres liveram ah lugar
Corresponde, icia.
CONSMMJTUM hST: ESTA" DECIDIDA
A QUESTAO.
Sr. rterfoor.--l)irigi-me ao escrptor do
pequeo peridico o Jan Rixenle efim, de
publicar urna correspondencia minha, a
qual transcripta na quella folhinha quera
eu, que livess.i a virtudo dos mediramentos
hornee ipathicos similia simillbui curanlur,
isto be, quo no mesmo papel 13o inimigo
la homceopatliia spparecesse a prova cabal,
e incontestavel da verdade dcsla nova me-
licina,
Ao ler o bomnm a dita correspondencia.fez-
se de mil cores, excogtou frivolas descul-
pas, e nlo a aceitn. A vista do que recor-
ro a Vmc. q-i" como mparcial, que he ,
nlo se recusa- essa publicarlo, em que
s so trata de fazer j istic verdade sem-
pre invejada e perseguida.. A correponden-
ca he a que se segu.Des le que por aqu
appareceu a homceopathi, confesso Sr.
redactor, que muitas duyidas saltearan) o
meu espirito ; o tihha-lhe certa indisposi-
Cflo por persua lir-me ser urna deSSSI mui-
tas expeeulaedes, com que espertos charla-
iSes vito enchendo as algiberas sombra
da credulidado do povo. Nesln sentimento
estava quando aporlou em Pernambuco o
amigerado rrurgiilo J0S0 Vicente Mar-
tina : e saliendo das curas miraculo-
sas que fez, e lendo os seus luminosos es-
erptos di Medico do Povo, onde a homoeo-
pathia anda tilo unida candado evangli-
ca, ao antigo e novo testamenta, que pare-
ce m tolos irmflos gemeos; Aquel abalado
com minhas autipatnias ; mas no de todo,
e de maneira que mo resolvesso absoluta-
mente em favor da nova curaiidice.
Mas depois que l-oiiui li lo, no Diario de
Pernambuco, lo coirente mez varios amiun-
cios do Sr. oirorgifio /'.......J.....71.......
littno collega e amigo do mencionado
Joflo Vicente Martins em favor di hoinced-
1 atina, desvanoi-eram-se os restos de meus
escrpulos, e reconhoeo lo la a verdade do
novo systema. Quein ha em Pernambuco ,
que nao tenha a esse facultativo talvez pela
maior capacidad' mlica desta provincia f
O Sr. F........... J.....R......! A su o-
pinito em taes materhs tem um valor in-
calculavel Se al este admiravel allopa-
llia, cuja clnica assombrava a todo o mun-
lu convorteu-se para as cartciiinhas de
llehneinann quem haver mais, que negu
s vrludes exclusivas da homceopathia Pl
Isto he que se chama grande e immortal
tnumplio O Sr. F..........J..... R.. ..
roufessi recoohecer hoje a superiuridade
da boinccopatbia a vista das curas,qoo obte-
ve e bem assim ser ella a nica, apura,
verlaleira moliciui? Entilo u3o ha mais
para onde ppellar he mister, que lodos
nos tornemos homceopithas.
Na primitiva igreja quando o grande
Saulo doulor da lei mostrava-se inimigo
irreconciliavel da nova n-ligio do Crucifi-
cado, a pertinacia dos judeos era cada vez
mais C'ga, e implaeavel ; porin, logo que
convertido luz da f passa a ser Paulo,
vaso do eleico, e apostlo do Divino Mos-
tr, iunumeraveis jmleios abandonam a en-
liga lei, proslram-se ao peda Cruz,reconhe-
cem a verdade, fazem-se fervorosos chris-
Uos. Assim pois, emqiianto o Sr. Rodri-
gues conservou-so na sui anliga rutina,
anda li 'ni, linham os Srs. facultativos allo-
(lathas toda a desculpa no seu aferr me-
dical ; mas boje q lem 04 podera justificar
do seu emperr, depois da couversflo do Sr.
R.........? Ale o proprio Sr. R............
declarou-ae lio nceopatha Agora sim, o'
inmortal llahneoann, triumphaste ; e tu
hypocrates besUIhao desipparecesti da
memoria dos 'loitiens. Esta d-scoberla a
quadratura du circulo. A medicina ho-noao-
pat ira passou para a classo das scencias
uiaiheiiialicis. O Sr. II......... ja reco-
niieceu sera nica,a pura ,a verdadeira me-
dicina! asta. (Jue victoria, que triunipho,
Srs. homujipatlias/
Evos, Sr. e-criplor do an llixenle, emu-
decei envergniihadii, ou mostrai-vos gene-
roso e dcil, cantando a palinodia. Cahiram
todas as ohjeeces, deslizeram-se todas as
duvitlas : a homcoopaLhia he a pura verda-
de o Sr. R...........j o disse ; n3o ha
mais que replicar. Vivam as carteirinhas.
Srs. mdicos e cirurgies daantiga escola,
quefazeis? Provede-vos das caileirnhas :
lomai o exem.do do Sr. R......... Nesta
revulucBo os umeos prejudicados ser3o os
boticarios: mas quem os embaraza de re-
correr tambem verdade pura ? Quem Ibes
prohibe o arvorarem-so em mdicos lio-
mmopatnicos ? Da vira, em que sejam tan-
tos os mdicos bomccopallias, quautos os
individuos da especie humana ; e anda as
mais humilles, e pobres baiucas a pardo
pote, e esleir enconle-se a carteirinna
homooopalhica, A convers9o hoincejpaihi-
ca do Sr. R.........veio cortar o n gordlo,
o por em esttica pismaceira ao
Convertido embasbacado.
tingue Adamastor barricas de genebra
Polaca-- Virencia ~ vinhos.
Iliate finta gneros do paiz.
CONSULADO GERAL.
condimento do dia 16..,. 3:763,039
Diversas provincias...... 52,950
3:816,089
EXPORTAgAO.
Despachos martimos no dia 16.
Liverpool, brigue inglez Telania, de 314
toneladas : conduz oseguinte: 2,800 sac-
eos com 14,000 arrobas de assucsr, 605 sac-
cas com 3,216 arrobase 10 libras de algo-
dSo e 200 barris mel.
Canal, brigue inglez Barkill, de 246 tone-
ladas : conduz o segunte: 3,420 saceos
com 17,100 arrobas de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Itendimento dodia 16.....173,195
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento dodia 16.....1:957,596
iMovimento do porto.
Navios sahidos no da 16.
I isba -- Barca portugueza Margarida, ca-
pilDo Slverio Manoel dos Res, carga as-
sucar.
Canal pela Parahiba Patacho portuguez
Despique de Ilerris, capitSo Jos Fernan-
dos l-'erreira, em lastro.
Liverpool -- Brigue inglez Telania, capil3o
W. Williaro, carga assucar ealgodSo.
Philadelphia Patacho americano Eolian,
capitSoC. A. L. Blenchard, carga assu-
car. Passageiro, o Americano Tilomas
Sacivas.
Francisco CabralC, Ignacio Jos Botelho, Tg-
nacio Jos Cabral. -
Justina Jos Mattos, Jaclnlha Mara de Abreu,
Julio Ceiar Augusto F., Jacome eraldo Marta,
Jeronymo Luii Fernandei, Jeronymo Perelra
Campos. ^___^^.^^_^_^^__
Theatro de Sanla-Isabel.
37." RECITA DA ASSIGNATURA.
S*I1BD0, 18 DE JANEIRO JdE 1851.
Estra dos Srs. Felippe Tati, primeiro te-
nor do theatro de S. Pedro do Alcntara do
o de Janeiro, e Constante Cappurr, pri-
meiro baixo bartono do mesmo theatro.
Depois de urna escoihida ouvertura, (a
companbia nacional representar o drama
em 5 actose6quadros: .
Mura Joanna nnllier no poyo.
No fim do primeiro o Sr. Felippe Tati can-
tar a grande aria final da opera-Xana Bo-
lena,msica do immortal maealro cava-
lheiro Donzelti.
No fim do segundo, o Sr. Constante Cap-
purri, cantar a aria de-featrice d\ lendo,
msica do maestro Bellini.
No fim do terceiro, os 8ra Tati e Cappur-
r caotarBo o bello duelto da operaLucia
de La'mermeor,msica do maestro Doni-
No fim do quarto, o Sr. Tati cantara a
grande arla final da operaO Pirata.
O canto he dirigido pelo maestro cavalhei-
ro Joaquim Gianninl.director.da companhia
lyrica do theatro de S. Pedro de Alcntara
do Rio de Janeiro.
Terminar o espectculo com o ultimo
acto do df ama.
Comees r as 8 horas.
Os bilhetes acham-se venda no lugar
do costume _^_____
UMITA L
O lilui. Sr. inspector da theaouraria da fa
zenda provincial, em cumprlmento da ordem
dn Exm. Sr. presidente da provincia de.'i: de
dezembro prximo passado, mandafazer publi-
co, que nos das 21, 22 e 23 do crreme ir a
loar.i perante o tribunal administrativo da
mesilla thesnurarli, para ter arrematado a
quem por menos fizer a pintura da ponte pen-
sil do Cachang, avahada em 385.00U rs. e sb
as clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que te propozerem aestaarre-
inafo comparecain na sala das srsses do mes-
niu tribunal uus dias cima mencionados, pelo
meio-dia, competentemente habilitadas na for-
ma do artigo 24 do regulainento de 7 de maio
do prximo passado auno.
Y, para constar se mandou afiliar o presente
c publicar pelo Mario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 3 de jaoeiro de 1851.
O secretarlo,
Jnlnnii Ftrrtira a"Annunciacdo.
u Clausulas etptciaes da ammalaco:
|." A pintura da ponte doCat-hang ser fei-
la pela forma sb as condiedes c do moda In-
dicado no orcamento apresentado a approva-
cao do Exm. Sr. presidente, pelo preco de n.
85.(00.
2.a As obras principiaran no piaso de 15 dias,
e sero concluidas no de 40, ambos principia-
dos a contar da entrega do termo da arre-
inatacao.
3.' O pagamento cltectuar se -ha depois de
concluida toda a pintura, e examinada pelo en-
genbeiro.
4.a Para tudo o mais que nao est determi-
nado as presentes clausulas segulr-ie-ha o
que disprjeo regulamcnto de7 de maio de 1850.
Recife, 16 de dezembro de 1850.
O eligen Inoro eliefe da 2.a da se.-rao,
Joo tui'x Ficfor l.ieulhier.
Approvadas pela directora em conaelho, do
dia IB de dezembro de i850. O director, loi
Mamede Alees Ferreira. //. A. Uilet.J. Luis
i it-loi Lieuthur-
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co, 31 de dezembro de 1850. Soma Ramas.
Confurine. O official, Uanoil Joii Martins
Ribeiro.
Conforme. O secretario, Antonio Ftrrtira
d'Annunciacao. ____________

Ueclara^deft.
\ i< r-c o ii-ii I a (I o de I Njiaa en
Pernambuco.
Habiendo la Legacin de S. M. en Rio de
Janeiro, remolido a este vice-consulado co-
pia de la P.eal instruccin para formar el
alistamenlo y matricula de los espadles
subditos de S. M. residentes en esta provin-
cia, se previene a los mesmos debern pre-
zentarse, los que se hallen en esta capital,
y sus mediaciones en el termino de un
mea, y los quo estn mayor distancia, en
el de dos meses, por si per apoderado le-
galmente autorizado al efecto i cumplir
con las determinaciones de la expresada
instrucion. Pernambuco, 16 de Janeiro de
H51. Joaguim llaptitta Monira, cnsul
do Portugal, fazendo as vezes de vice-con-
sul de llespanha.
Lista giral das cartas entradas at o ultimo de
destmbro de 1850.
(donlomaran n. 11.)
Francisco Meudcs Francisco Magalhaei,
Francisco Moreira < avalan ti, Francisco Ma-
chado Cunta, Francisco Muniz Ponte, Fran-
cisco Martins Freitas, Francisco Martins Gallo,
Francisco Martius Lima, rrancisco Martina Pa-
checo, Francisco Mauoel Albuquerque Lima,
Fiancisco Manoel Rocha, Francisco Manoel VI-
eira Cruz, Francisco Uliveira Franco, Francis-
co Ohvtai i Machado, Francois Omnes, Fran-
cisco Pinto l'ereii a, Francisco Paulo Cordeiro,
Francisco Prudencio Melvo, Francisco Pacheco
uliveira, Francisco Paiva e Silva, Francisco
Pavao de Vasconcellos, Francisco Pereira Ca-
valcaoii, Francisco Pereira Vasconcellos, Fran-
cisco Ribeiro Martins, Francisco Silveira, Fran-
cisco Suares Pereira, Francisco Silva, Francis-
co Silva Ribeiro, Francisco Silva Santos, Fran-
cisco Santos Azevedo C, Francisco Santos Pe-
reira M., Francisco Santos Silva, Francisco Sou-
za Grilo, Francisco Souto Ribeiro, Francisco
I ava e, Pinto, Francisco Tavarea Silva, Fran-
cisco Xavier Vielra L.
Gut rrier, Guiceppe, Grorge Sovelrin, Gabriel
Comet, Geraldo Leite, Gregorio Vatques llar-
ros. Guilherme Magalhaes.CuilherineRayinun
do Jnior, Gaspar angelo Varella, Caspar Jo-
s de Carvallm. Gaspar Pereira da Silva, K. Tbe-
cke, Hatet de llatle, Honorato Olimpio i uuba,
llenriqiie Jos Cunta, llenrique Jos Carvalho
Souza, llenrique de Uliveira Soares, Henrique
i'ereira Silva.
Avisos martimos.
Os Srs. carregadores para o Porto na
barca Santa Cruz, queiram mandar os
conheci montos ao consignatario, para or-
ganisar os manifestos, visto que esta barca
tem de seguir no dia 19 do correte.
Para Marselha a barca franceza Jruna
Edouard, capitSo J. J. Gariel, forrada de co-
bre, recebe parte da carga a frete : enten-
der-se com os consignatarios.
Para o Rio de Janeiro o brigue nacio-
nal Adamastor, pretendo seguir com mu la
brevidade : quem no mesmo quizerearre-
gar ou ir de passagem, trala-se com os con-
signatarios Machado & Pinheiro, na ra do
Vigario n. 19, segundo andar, ou com o ca-
pullo na praca
Para o Itio de Janeiro al o dia 18 do
corrente pretende sahir impreterivelmente
o brigue nacional Ltio, por i estar com a
carga prompla, recebe 13o soment* passa-
geiros : a tratar com Joaquim Ribeiro Pon-
tes, ni ra da Cadeia n. 34; adverte-ae tm-
bete aos carregadores do mesmo, hajam de
apresentar seusconhecimentos at odia 16.
Para o Maranh3o, locando no Cear,
seguir viagem nestes oitos dias, o hiate
Novo (linda, por ter dous tercos de carga
prom, tos e tratados : para o testo e passa-
geiros, trala-se com o respectivo mestre,
Antonio Jos Vianna, no trapiche do algo-
dilo, ou na ra da Cruz, armazem do Sr.
Manoel Jos-de S Araujo
Vende-ae a harcassa,^, Joie, dejle de
toeaixas, quasi nova, feita a dout^Juos,
muilo bem construida, e de muito boas ma-
deiras : quem a pretender a pode examinar,
e tratar na ra Direita n. 69, com Antonio
Alves de Miranda Guimar3es.
l'.tra lio de Janeiro
segu viagem em poneos dias, o brigue na-
cional D. Afonso, por ter parle de sua carga
linio.pa: para o resto, escravos e passagei-
ros, trala-se com Machado & Pinheiro, na
ra do Vjgsrio n. 19, segundo andar.
Para a Baha pretende seguir viagem
com brevidade a sumaca nacional Carlota,
mestre Jos Connives Simas : quem na
mesilla quizer ca regar ou ir de passagem,
pode enteudnr-se com Luiz Jos de S Arau-
jo. na ra da Cruz n. 33.
Leiles.
Isabel Maria Concelcao, Isabel Mara Ferrei-
ra, habel I!. Ytier, Isabel n. Hoinan, Isabel tl-
livood, Isabel F. Vogeler H., Isabel F. Cal-
icday, Ignacio Xeizaira Caralcanti, Ignacio
J. J. Tasso Jnior faz leilSo por canta de
quem pertencer.e por intorvenclo do corre-
tor Miguel Carneiro, de 130 pipas,0 quarto-
las e 40 lian is da vinho de Cetle em cascos
catales, e de qualidade muito apropriada
para este mercado, em lotes de urna ou
mais pipas a vontade dos compradoras;
hoje, 17 do correle as 10 horas da manhaa,
no caes da Alfandega.
O corretor Miguel Carneiro, far lei 13o
no dia 18 do corrente, ao meio dia em pon-
to, no seu armazem na ra do Trapiche n.
40, de urna porcSo de saccaa com familia de
mandioca, viudas ltimamente de Santa Ca-
Iharino, sera vendida muito enconla, a von-
tade do comprador.
Cals I ra Sos farSo lei I,lo por interven-
eiio do corretor Oliveira, e de ordem do
oriente do coosulado da repblica france-
za, com assist.'ncia de um delegado do mes-
mo, de duasciixas com alfinetes avariados,
vindos pelo navio francez Com* Roger, en-
trado em 14 do junho de 1850 : aegunda
feira, 20 do corrente,as 10 huras, no seu ar-
mazem, ra da Cruz n. 19.
Kalkmann IrmSos farfio leilSo por in-
tnrvene io do corretor Oliveira, de um com-
pleto sortimento de fazendas de seda, isa,
linboe algodSo, todas propriaa do merca-
do: segunda feira, 20 do corrente, as 10 bo-
ros, no >eu armazem ra da Cruz.
iJilt'iiilini I5(ii tolo, tendo de
retirar-se nestes oito dias, vende
muito em cotila lodos os seus ob-
jeclosque Ihe restam para ador-
nos de palacio, salla e jardim a
quemqueira especular al o dlt 17
do corrente, e o que Ihe restar fa-
r o ultimo letlao, por interven-
cao do corretor Miguel Carneiro,
segundi-feira 30 do corrente, s
1 o horas da inanha, no seu depo-
sito, na na do Aterro da Boa Vis-
ta n. 53. i
Avisos diversos.
Ollerecc-se urna paria forra para o ser-
vico de urna casa de pouca familia de por-
tas a dentro na ra da Cruz o. 34, segundo
andar.


'
.
I

--*
-
I
.1
Fesla.
Segn la feira, 20 do corrente, ser feste-
jado na matriz de S. Antonio o gloriozo S
SehasliSo, depois de (inda a ladainha na
noite do seu di, ficar exposto a veneradlo
dos liii'is por oito das.
Joaqiiim da Silva Salles subdito Por-
tuguez retira-ee para forado imperio.
Ao publico.
Deve sahir do prelo em poucos das a se-
guinte inleressante obra :
Manual dos Negociantes.
contendo toda a IegislagSo moderna, que
pode interessar ao corpo do commercio, a
saber :
O cdigo commercial do imperio do Braril,
O novo regulamtnlo do tello.
O regulamtnlo n. 737, da 25 de novembro
de 1850, estabelecendo a forma do proces-
%o no juizo commercial.
Oregulamento n. 738 para os ribunaes do
commercio, e para os processo das quebras.
Novas ditpo$i(Sei legiilalivat tendentes a
reforma das alfandegas e varias outras dis-
posigCes.
Este manual torna-ae urna necessidade
momentos* para cada pessoa do commer-
cio, porque abrange toda a IegislacSo a res-
peito, nflo s pelo que toca aos negocios do
foro commercial, como da administradlo
da fazenda publica, a cujos tribunaes ou
repartieres raro he o dia, em que no te-
nliamns necessidade de occorrer para as-
sumplos do nosso proprin ioteresse. Reu-
nida assim a legislarlo competente pode
ser consultada porqualquer pessoa sem ne-
cessidade de occorrer as grandes col legos,
dilceis de possuir-se pelo seu alto prego
e tambero incommodas para consullsr-se
pela multidao de outras disposiges incon-
nexss, quenenhuma relagflo tm com as
leis puramente fiscaes.
Neste caso, altendendo-se a grande des-
pez, que foi mister fazer-se pira con-
seguirmos urna obra ntidamente iinpresss,
abrimos urna assignatura pelo prego de
6,000 rs, cada exemplar, contendo as mate-
rias cima mencionadas. Fechada a assig-
natura custari cada exemplar 8,000 rs. As-
signa-seno paleo do Collegio, casa do Li-
vro Azul.
(a O Dr. J. S. Santos Jnior, 5?
O medico homoeopatlia mora >
# na ru Nova, n. 58, primei- O
^ ro andar. ^
- Perdeu-se um caxorrinho preto de ra-
fa, de apanhar ratos, muito novo e acode
pelo no-ne Vellido-: quem o levar ra da
ConceicSoda lloa Vista n. ti, ou i da Praia
n. 1, receber 8,000 rs. de gratificagSo.
Precisa-se alugar um preto, que saina
cozinhar e sirva para fazer o mais servigo
de urna casa de pequea familia : na ra do
Trapiche n. 6.
A meeting of the subscribers, to the
British Mechanics Library &lnstitution will
beheldon Friday next the 2t.th inst: at
7 dock. P. H. at their rooms, ra d'Auro-
ra, S. Amaro. Juseph Reeve,
Secretario.
Ilonletn, H'do corrente, desencam-
nhou-se da ra Direiti at ao Recife, um
cavado com urna carga de assucir masca-
vado,o qual lem ossignaes seguintes: ruco-
porabo, com urna lietlrix de bixeira debai-
xo da c nula, comnrido, pouco carnudo e
com o ferro CS : quem o achou pode en-
treg*-lo no largo de N S. do Tergo so Sr.
Jos da Costa Carvalho Cuimar"es, quese-
ra generosamente recompensado, embora
dito cavallo seja entregue sera a carga de
ssucar.
Aula.
O abaixo assignado faz publico, que no
dia 1.* de fevereiro abrir em sua casa, ra
do Pilar n. 40, a aula para meninos, ja an-
nunciada por este diario. Os pas que qui-
zerem mandar a ella seus lilhos, se pode-
rSo entender com o mesmo abaixo assigna-
do, no escriplorio dos Srs. C. Starr & C.*,
na ra da Aurora. -- ot da Maya.
Na na Direts, padaria n. 24, precisa-
se de um cmelro, que de Mador sua con
duela, preferindo-se o que lenha pralica do
mesmo negocio.
- Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para o servigo interno de urna casa de
pouca familia : na Boa Vista, ra da Santa
Cruz n, 38.
A pessoa que se julgar habilitada a tra-
tar de um silio pequeo com todo o esme-
ro, pode comparecer ra do Hospicio,
junto casa da Viuva Cunha, n. 8.
Os abaixo assignados lazem
sciente eo corpo de commercio
desta praca, que no dia 3i de de-
zembro de t85odissolveram ami-
gavelmente a sociedade que ti-
nliam na loja da ra do Qucima-
do n. 29, que gyrava sobre a fir-
ma de Jos Moreir Lopes .& C.,
fcando a cargo do socio Lopes a
liquidaco da mesma, tanto no acti-
vo como no passivo. lecife, 15 de
Janeiro de 1851. Bertto Jos da
Silva Magalhes. Jos Morei-
ra Lopes.
Precisa-se, psra urna casa estrangeira,
de urna criada porlugueza, que saiba tra-
tar de uaia criang, e de boas informagoes
H de sua conducta : na ra do Vigario n. 3.
besappareceu do estalero, em Santo
Amaro ( Cidade Nova ), na noile de 13 para
14 do corrente, um pranchSo da amarello
de 3 i|2 a 4 costados : quem delle tiver no-
ticia, queira participar no mesmo lugar,
casa de Uanel Cardoso da Fonseca, a quem
pertence, que gratificar.
Precisa-se alugar dous pretos : na reli-
naria frauceza, ra da Concordia n. 8.
--Quem precisar de um homem forro pa-
ra psgeni ou criado de sala, annuncie por
eata folha.
No dia 13 do corrente perdeu-se urna
caxorriuha branca, que acode pelo nouie
de Perdida : quem achou, qoerendo-a res-
tituir a podera levar ao becco do Padre n.
8, primeiro andar, que ser gratilicado.
D-se dinheiro a premio em pequeas
porgos: na ra do Cabug, loja n. 1 C.
Precisa-se Je um creado nacional ou
estrangero, que seja de bons costumes e
d fiadora sua conducta, para servir urna
casa de pouca familia. Dirigir-se a ruadas
Trincheiras, sobrado n. 19.
Precisa-se alugar um moleque ou ne-
gro fe i lo, que seja diligente e sem vicios,
para o servigo de urna casa de pouca fami-
lia : paga-se bem. Dirigir-se ra das Trin-
cheiras, sobrado n. 19.
O abaixo assignado, tendo
de retirar-se para a Europa, pelo
presente convida a todos os seus
devedores de vir ou mandarem pa-
gar suas contas at o (im do cor-
rente mez. Scasso.
Perdeu-se, no dia 3 do corrente, urna
loneta de ouro : quem a achar a poder en-
tregar no pateo de S. Pedro, casa do cirur-
giSo Leal, que recompensar generosa-
mente.
'.iulo Gaignoiix, dentista +
?3 francez. offerece sen prest- *
9 1110 ao publico para todos os *
0 misteres de suii proflssao : W
*) pcleser procurado a qual- 9
% quer hora ein sua easa, na >
# rua larga do Hozarlo, n. 36,
? -i muido andar. *
*SJ*jSS^SJ^SJ|pwej|ejSJa^lS^fJJS^^#a.SB)^B^S!,jSJaSjf
USo-se 200,000 rs. a juros de dous por
(cuto ao mez, sobre penhores de ouro : no
paleo do Carino, loja n. 3, se dir quem d.
-- i'i'.- isa-so de um caixeiro para urna
loja na cidsde do Rio-Formoso, de 12 a 20
anuos a quem convier, dirija-se rua do
Crespo n. 23.
Deseja-se saber se o Sr. Antonio Fran-
cisco Lisboa, socio do armazem dos Srs.
Lisboa & Coropaohia, lie til to do fallecido
Antonio Carneiro Lisboa e de sua mulher a
fallecida Mara daPenha Rebougs, da ci-
dade do Aracaty, sendo que assim seja, di-
rija-se atrs da matriz de Santo Antonio,
sobrado n. 18, que se Ihe deseja fallar.
San SebastiSo.
Na rua Nova n. 63 existem, sinda no vis-
las, ricas estampas da milagrosa imagem
de San Sebastian, chegadas de fra, por
prego comino lo : aellas antes que se aca-
bem.
Precisa-se alugar dous pretos para o
servigo de armazem de assucar : (na rua do
Apollo armazem u. 2 B.
Precisa-se de una ama de leite de boa
conducta, paga-se bem : na rua da Cadeia
do Recife n. 42, primeiro andar.
O Sr. Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
10 lem urna carta na rua da Cadeia do Re-
cife n. 39, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama de leite, que
lenha bastante sade, para crear urna me
nina de tres mezes : paga-se bem na : rua
do Cnlleeio, botica n. 6.
Qui lili i ro & Irinaft, com casi |de
impressSo, na roa Novo n. 63, annunciam ao
respoiitavel publico, que acabam de receber
de seu correspondente Heaton & Rensburg,
lithographn da casa imperial, nova porg.lo
de differentes eslampas, entre ellas em
maior porgilo de N. S. da Concego, sendo
esta de nove qualidades, dilTerentes lma-
nnos e gosto, lano dooradas como em ru-
ino, assim como amostras debilteles psra
visitas, ditos para participagSo de consor-
cio, tarjas para hoticus, coiitus para lojis,
ditas para seges e padaria, bilhetes par os
Srs. homoeopathas ; ditos para cabellerei-
ros ; dllos para licores dourados e de diffe-
rentes cores, conhecimentos para navios,
rtulos para pales de graxa, bilhetes dou-
rados para agoa da Colonia e outras muilas
amostras, que se deixum de mencionar pa-
ra no se tornar enfadonho, pois s coro a
vi'la se poder apreciar. Os mesmos tam-
bem lm urna grande porgSo de papel car-
to e porcellana : emquanto ao prego he ba-
ratsimo a vista da obra.
O Sr. Manoel do llego Soares tem urna
carta, na rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Com pouco dinheiro.
Urna escrava cortada, no valor nicamen-
te de 120,000 rs. : quem der esta quantia, se
traspassar o papel da mesma preta para
garant, at que ella indemnise porserv-
gosou moda a quanlit cima : as Cinco
Ponas n. 141, venda, se dir quem faz tal
negocio. .
Precisa-se de urna mulher que esteja
acostumada a andar com nogocio do fazen-
das, assim como de urna preta moga para
carregar o taboleiro das mesmas : adverte-
se que as pessoas cima referidas devem dar
Manca as suas conduelas : a tratar na rua do
Trapiche Novo, armazem n. 44
Alugs-se o segundo andar do sobrado
da rua Direita n. 20, com commodo para
grande familia: na rua Uireita n. 93, pri-
meiro andar.
O Consultorio boinoeopathico, O
O rua do Collegio, n. 25, O
O Do Dr. P. de A. lobo Moseoto. KT\
Q ODr. Moscoso d consultas lodosos &
. dias. Osdoenles pobres sSo tratados :
X de graga. S serSo visitados coi suas Jg
g casas aquelles que nSo poderem vir t
0 ao consultorio, ou que suas/moles- J
O lias nSo possam dispensar a presen- O
O ga do medico. O
000000006000000000
-Precisa-se alugar um prelo, que seja
bom cozinheiro, para urna casa de pouca
familia. Dirigir-se a rua das Trincheiras,
sobrado n. 19.
Precisa-se de um pequeo para pada-
ria : na rua larga do Rozario n. 48.
- Furtaram ao amanhecer do dia sabba-
lo 11 do corrente, de dentro do armazem
do trapiche do Ciqui um casal de carnci-
ros de fra : quem descobrir sonde estive-
rem, ou quem os furtou, receber 20,000 rs.
de gratilicacSo, e segredo da pessoa que
descobrir ; para o que pode dirigir-se a to-
ja de fezendas da rua do Passeio n. 21, ou
no mesmo trapiche do Ciqui.
No dis 17 do corrente na sala das audi-
encias perante o Sr. Dr. juiz do civel da pri-
meira vara, se ha de arrematar a armacHo
e o resto dos gneros da taberna da rua do
Alecrim n. 2 : quem pretender comparega
que he a ultima praga.
Jos Joaquim de Abreu, Porluguez,
retira-se para fra do imperio a tratar de
sua ssde.
Ha para sealugarem duas boas eicra-
vas, que cozinham e fazem todo o servigo :
na rua do Collegio o. 6, botica de Cypnano
Luiz da Paz
a>
Ca9a de commissao Recebem-seescravos de ambos os sexos
para se venderem de commissSo, tanto pa-
ra dentro como para fra da provincia, com
a maior presteza possivel, por isso que se
offerece muita seguranga aos mesmos, tan-
to na fuga como na boa venda : a vista do
escravo se far o ajuste : na rua das I.aran-
geiras n. 14, segundo andar.
Acha-se justa e contratada a venda do
sitio denominado Mangueira, na estrada de
Relm, pertcncente a Frederico Chaves ; se
houver alguem com diroito a mesma pro-
priedade, queira annunciar nestes oito dias.
Recife, 13 de Janeiro de 1851.
Precisa-se de um marceneiro para tra-
halhar efectivamente : na rua do Rozario
estreita n. 8.
-- Na rua estreita do Rozario II. 28, se-
gundo andar, se dir quem d dinheiro a
premio. Na mesma casa vendem-se transe-
11iis de ouro, cordoes, sueldes, colares,
brincos, botOes para puohos e berlura, ro-
zetas, 1 vernica, 2 relogios patentes ingle-
zese urna corrente
? Homceopalliia. *
^ Cosset Bimont, professor de lio- 2
S moeopalhia pela escola homoeopa- ,g
g> thica do Rio de Janeiro, de volla de -^
3- s,ua viagem Franca, onde praticou <1
j. com os primeiros homccopallias da- <'.
9- quellepaiz, principalmente no con-
sultorio do instituto homceopathico ^
de Pars, poder ser procurado a ^
qualquer hora, em sua casa, Aterro _.
da Boa Vistan. 26, segundo andar. ^
Us pobres receberSo consultas e <:
remedios gralii. <:
AAAA ^Afti!bAA4tAAAAAA4ft 4A4i
I'recisa-se de una ou duas niulheres pa-
ra o servigo interno d nina Casa de laini-
lia, Mlse-M quesaibam cozinhar, que se-
jam de boa conducta eque dm fiador as
suas capacidades : paga-se bem eassogura-
s '-llics bom trataniento : na rua da Cadeia
de Santo Antonio, sobrado n. 25, piimeiro
andar.
~ Precisa-se alugar um molecote, que se-
ja forte, liel e de bons costumes, para ven-
der na rua frutas ou verduras: paga-se bem:
quem o tiver e quizer alugar, dirija-se ao
principio da estrada dosAllictos, primeira
casa terrea pintada de azul, do lado direito,
ou no Recife, rua do Trapiche Novo n. 18,
segundo andar, das 9 horas da manlia s
3 da tarde para tratar do ajuste.
Precisa-se alugar seis pretos escravos,
sendo fortes e com rapi-cidade, para plan-
tagilode capim perlo da praga, pagan lo-se
bem ; assim como tambem um moleque
bem deligentn para servir em urna casa es-
trangeira, ou compra-se : a fallar na rua do
Trapiche n. 40, armazem de Miguel Car-
neiro, corretor geral.
Mappas. -
ltiscam-se todas as qualidades de map-
pas com perfeigiloe asseio, mediante una
mdica gratilicagao : na rua da Cadeia de
Santo Antonio, no segundo andar do sobra-
do n. 14, esquina do ouvidor.
<^**:# mQ9-9i&Q!9!*9j9
sj> Os abaixo assig;iiadosteiilo 4
it; aiiiijMvcliiicnl dissolvjdo a socieda- 4
fe- de que linham na loja id; tt da rua do 4)
' Crespo, e que gyrava Sh a lirnia de 4
i- Antonio Luiz dos Santos & C o (en- <*
^ dn 11 ex-socio Santos Hcado com a 4
! parte do seu companheiro Rento Jos #
fr da S. M mallines,por Ihe a haver com- -4
/ prado, e por consegiiiiite senhor 5
4) de todas as dividas activas do esta- 4
Furtaram da casa do abaixo assignado,
urna colherde sopa bastante grande c pesa-
da, de pr.ita lavrada e superiormente polida,
com as iniciaes L. C. Ferreira : quem con-
corror para que ella seja apprehendida rece-
ber o valor da mesma colorir mais 3,200
rs de gratilicacSo. Luiz Gotnts Ferreira.
Carlos Claudio Trease, fabrican-
te de orarnos e realejos, na rua
las Flores 11. |<>,
avisa ao respeiUvel publico, quo concert
orgaos e realojos, e poe marchas modernas
deste paiz, tambem concerta pianos, sarali-
nas, caixas do msicas, accordes e qual-
quer instrumento queapparega, e faz obras
novas. Na mesma casa vende-se um orgHo
proprio para capclla ou altar-mr. com boas
vozes, por prego commodo.
Jos Valentim da Silva, bem conheci-
do por ensillar la! no ha 15 annos, Icnibra a
quem convier, que su'aula brese no dia
13 do Janeiro, na rua da Alecrn 11. .18 na
Roa Vista ), onde recebe alumnos externos
1) pensionistas. Tambem ensioa em horas
reservadas aos que nfio poderem frecuen-
tar lias horas da aula.
Aluga-se o sobrado de dous andares
la praga da Boa-Visla o. 6 : a fallar na bo-
tica da mesma casa.
Cbapos de sol.
Rua do Passeio, n 5.
Nesta fabrica lia presentemente um rico
sorlimento desles objeclos de lodas as co-
res e qualidades, tanto de se la como de
panninlio, por pregos cominodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes cbapos
s3o feitos pela ullima mola ; seda adamas
cada eom ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se echa igual sorlimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
magoes servidas : todas estas fazen las ven-
lem-se em porgSo e a retalhn : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, lauto de
basteas de ferro como de haleia, assim como
timblas de igrejas: ludo por prego com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenlio, por serem
dos mais lories que se pdem fahriesr.
liao-.-e boas alvigaras a quem restituir
um caniod, que ftigio nos dias de fesla da
Cruz de Almas, no sitio de Filippe Menna,
ou na rua do Collegio n. 13, nos dias uteis
das 10 lloras da manliila s 3 da larde: o
esnind he nimio manso e Tallador.
Precisa-se de Irabalhadores de enxa-
da :a tratar no silio do Sr. Filippe Menna,
ou na rua do Collegio n. 13.
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
le de roupa com todo asseio e muita promp-
tidilo, por prego mais comino lo do que em
oulra qualquer pnrle : na rua de Agoas-Ver-
dcs, n. 20. ____
- 1 11 0
Comp
ras.

4
i
s
m
i
*
belecimento, bem como respon-
savel pelas passivas do mesmo, pois
que tudo lica a cargo lo dito ej-so-
co Santos : as>im o fazen constar
pelo prsenle aimuncio, tanto aos
ce lores como aos devedores da
casa. Recife, 15 de Janeiro de 1851.
lenlo los da Silva Magalhes.
Antonio luiz dot Sanios.
i***:'**i<'l# ^,>^ Kseripturagn coniiiicreial.
A abertura da classe para escripturagflo
commercial por partidas dobradas, annun-
ciada pelo abaixo assignado, por naotorem
concorrido algnns dos aliM nos, em rasflo
de estarem passando a fests, lica Iransferi-
da para odia 20 do corrente; devendo-se
advertir, que depois da segunda ligflo 11.I0
g poderSoadmittir mais alumnos para el-
la. Os dias da ligflo sSo'segn Jas, quartas
e sextas, das7s9 horas da noite, na rua
do Pilar n. 40
Primeiras lettras.
O abaixo assignado, avisa ao respeitavel
publico quo desde o dia 7 do crrenle adia-
se aberta a sua aula de primeiras lettras na
rua do Mondego, n. 44. O annunciante con-
tina receber pensionistas, ineios pensio-
nistas e externos. Por mais de una vez tem
elle patenteado ao publico as vantagens que
offerece a sua aula pela raso da localidad
e pelas accommodages que a casa aprsen-
la. Nilo poupar cortamente esforgos o an-
nunciante para conseguir que os paisde fa-
milias que.lbe confiaren) seus filhos, fiquem
inleiramente satisfeitos, n.lo s pelo que
respeila ao tralameplo, como ao progret.su
inlellectual e moral dos manios. Oulrosim,
para evitar que os meninos frequentom ou-
tras aulas fra da casa, perdendo assim
lempo com prejuizodos coslumes, o abaixo
assignado tem escolbidu mestres de msica
vocal e instrumntale bem assim professor
de lingua latina, recoiiliecidanienle peritos
nessas materias,para darem ligues aos alum-
nos que se quizerem applicar ellas. O
abaixo assignado espera do publico, e es-
pecialmente dos pas di) familias moradores
fra da praga, que apreciem os esforgos
do annunciante, animando o seu nasceule
mais tSo til estabelecimeolo.
Francisco de Salleide Albuqucrque.
-Guiado pelo meu muito digno collega
e amigo o Sr. J0S0 Vicente Martina, desde
sua chegadaa esta capital puz em pralica
o systema homoeopathico, e vista das cu-
ras que obtive,j as molestias agudas, ja
as chronicas que tratei, reconhego boje a
superioridade da homffiopalhia, e a tenho
como a uoica, pura e verdadeira medicina
que abrago, e promelti consagrar-lhe o resto
dos nieus dias. Mas amiudo irei publicando
as curas obtidas al boje, e as que furem
apparecendo.Francisco lote Rodrigue!,
Pede -se a quem souber, o favor de de-
clarar por esla tulla, em que lugar he a re-
sidencia do Sr. Joaquim de Figueiredo Li-
ma, ou quem seja nesla cidade seu procura-
dor, para Iratar-se de um uegocio que diz
respeilo ao Sr. Lima.
Conipram-se dous 011 tres lengoes
bretenha ou esguiSo de linbo com lavarin-
to em roda, e que nao estejam ainda servi-
dos : '|uein os tiver, annuncie.
_ Compra-se mu 1 grammatica portugue-
za por Soares Uarboza. e urna geometra
pralica por Silvano Thumaz : quem tiver,
annuncie, ou dirija-so l'ora de Portas, no
pateo Pillar, u. 12.
- Compram-se, para urna encommeiiila,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 10 an-
nos de i lade : na rua de Santa Rila 11. 14,
.sobrado.
Compra-se uro lustre de sHs ou oito
luzes : nesla Typographia, ou annuncie.
Conipram sees:ravos de am-
bos os sexos : na rua da Cadeia do
lceife 11 51, primeiro andar.
-- Compra-se urna vacca panda de pou-
co, e qu* lenha bastante leite: na rua di-
santo Amaro n. 16
Compra-se urna bomba de ferro em
bom estado : no pateo do l'araizo n 20.
Vendas.
Novo tre 111 para co/.lnba.
Ven Icni-se cbaleras, cassarollas, fregi-
deiras B pancllas de ferro forradas de por-
cellana. bacas de rame paia lianho, facas
e garfos com cabos de marfim, e tambem de
osso muito linas, colheres de metal do prin-
cipe para terrina, assucar, sopa echa, ma-
chinas para fazer caf, bub's e cafeteiras de
melal : na rua Nova, loja de ferragens n. 16,
de Jos luiz Pereira.
Deposito de egpelhos das manufactu-
ras de Franga : na rua do Passeio n. 19.
Em Fra de Portas, largo do Pilar n.
13, ha para vender-se paos de jangada de
45 a 50 palmos de cumplido e de 5, 5 1|2a
6 de giossura, proprios para Fernando.
Fio para sapaleiro e para saceos.
Vende-se um restante de ptimo lio pa-
ra sapaleiro em novellos, ediloem mela-
das i>ra saceos, por prego commodo para
liquidagflo de facturas : em casa de Adani-
son llowia & Companhis, rua do Tropiche
numero 42.
Na rua da Cadeia do Recife 11. 34, ori-
meiro andar, ha para vender-se. tinta preJ
ta em frascos, eni porgSo e a retalho, par
menos do que em oulra qualquer parte, e
bollas expelientes para tirar nodoasde gor-
dura, d'oleo ou de resina, viudas ltima-
mente do Rio de Janeiro. Na mesma casa
comprani-se caixas de velas de cera de car-
nauba em porgos.
Farinba a 2,000 ris
a sacca : vende-se no armazem do Campel-
lo Fiiho, rua da Cadeia do Recife D< 64.
-- Vende-se o engeniio Agua-Azul, cima
de Cruangi legoa e mea, e distante da pra-
ga 20 legoas, novo e construido em ponto
d'agoa facilimo n abundante, rico de ma-
las, mui fresco, que nao perde, e abunda
soinpreem safras inda mesmo nas Mecas,
fecundas Ierras e proporges para grandes
safras: a fallar com seu propriutario no
mesmo lugar, ou Iroca-se por outro. O pro-
pietario obriga-se a da-Io livre e desemba-
ragado de questes.
Aos 5:000,00o rs.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de N.
S. do Livramonto, que corre impretervel-
mente no lim do oorrente mez : na pracinha
do 1.1 vraineiito 11. 67, loja de Jos Martina da
Cruz.
A elle que lie bom e barato
Vende-se anoz pilado do Maranb0, a 60
rs. a libra e a 1,600 a arroba ; unrmelada
em bas dn 2 libras, a 800 rs. ; e do 4 li-
bras, a 1,600; doce de goiaba e banana;
manteiga ingleza, a 640 a libra; cha muito
bom. 2,000 e 2.560 : 'defronto da matriz !i
Boa Vista, venia da esquina que volt pa-
ra o Hospicio n. 88.
-- Ven>ljm-se confidencias dn Lamartine
em3 volumes oestojoi para mitnenulica
na rua Nova, loja de forrasen* n. 16
Vende-se um carro de duas ro las, mui-
to forte, piulado do novo e com todos os ar-
eios nc ssarios : a tratar na rua d 1 Auro-
ra n. 48, segundo andar.
Madama llosa llanly, modista
brasllelra, rua Nova n.34.
Aonuncls ao publico e particularmente
aos seus fre){uezes que lem para vender um
completo sorlimento dj) grosdenapM di
f irla cor e preto muito superior, assim co-
mo sarja e chaiualoto preto de primeira
iioalidade; linos cortes le grosden^!- do
furti cor adamascado tanto para r
les como para capolinbos; ricas lra"j>- e
requife de seda de furti cor, prop in nr
iiil'eites dos mesmos, a qual se ventar
comprando alguma porgan da f.izen la aci -
ma dita ; um neo sorlimento de mantele-
tes, eapolinhos e palitos de grosdenaple de
furia cor e de chamalote prelo, ti lo le
muita consistencia e l'euos em l'ranga ; oa-
polinhos de fil de linbo prelo ; ditos paia
meninas de 4 a 8 anuos ; um variavel sorli-
mento de lio utos chapeos de seda de todas
as Cores I ditos de fina palha de Italia para
senhora e menina, elegantes chaposinhos
de seda com lindos infeitBS proprios para
baptisados; dllos de ptima palhinha pira
menina o menino ; os melbores o mais com-
moilos espartilbos que lem ebegado a esta
praga; novas e riquissimas capellas muito
iiroprias para c smenlos e bailes; ric i<
cac'ios de II >res para infeitar Chap is de se-
nhora ; luvas de pellica com infotes de su-
perior qualidade para senhora ,- ditas de di-
ta curtas para homem e senhora ; um gran-
de soi tmenlo de bonitas lilas e ile dillereii-
lescresj chapeos deso para senhora;
;iei fumarias linas ; armag"S pretas e bran-
cas para chapeos de senhora ; gorgurSo de
cores proprio para chapeos de dita ; sapa-
los de setini branco ; camisinhas e romeiras
para senhora : e ouiras muilas fazendas de
goslo moderno.
Lotera.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera do Livramento, cujas !ro-
daa andam no dia 3i do comente
infalivelmente : na praca da Boa-
Vista, botica n. 32.
Superiores massaa para chapeos.
a ma da Cadeia do Recl'e, loja n. 46,
veuden:-se superiores massas portu^ue/.as
para chape s, a ellas antes que se xcahem.
Vende-se um terreno ha rua do Ale-
crn! con fundos ate a outra rua, em cujo
terreno se po le e iilicar duas ou Ir >s casas
na rua Direita sobrado de um andar 11 119,
l.ivros baratos.
"' Timn, livre des orateurs coro estampas
finas ; poesias de M (Hierbes ; l.i Prsdt, sys-
tema do leEurope, Gaulo et Franc, par
llexandra Humas; voyages d'Antenor; Va-
tel. droit des gens ; Le (lenie du Chnstia-
nlsme, par Chiteaubriint 5 historia dosEs-
Udos-Uni los : Schro It. systema jury ; co-
l ecclesiaslique, par ll'iirioi, llorluna-
liii, principes do Droit J- Tisso' Eduque;
Cunto, direito criminal; Legooas Cniriir-
zle; Bicha!, traite des Membranes Elemens
le Phsrmacie, par Batimj Otin, systema
la La valer, com estairpas; Boemero Jus
Puhliciim ; coligo commccial j Les Cinq
'.odes ; Cumberlsn I, luis naturelles ; A. do
Vignv; Servetute et Crandeur Militsires;
Virgilio; Phedro; Cornelioj Salustio; Se-
lecta ; Novo Metbo lo ; compendios de geo-
graphia, por Cautliier, por Vellez listona
Sagrada, por Bernardino j Regrss da Pra-
ga, por Cayi ; Motaphsica da Contabilida-
des Colloc?So de principios, regras e axio-
mas de iiireito ; Poesas de Jolo d'Abuins ;
Ensaios Poticos de Barros llarmooiaa ho-
manltcas, porF. Bandeira ; o Con le d Vil-
la Nova, tragedia; os Romances escil'iidus;
Iteveries sur les IPOnlSgneS, par Bodm ;
Cont de Mansl'eld ; Robertinc ; L''- BurgS'-
ves, par lineo ; Mauprat C. Snd ; CnldS-
milll Vicsire de Vakellield ; La plus heureu-
se femme du monde; Collecgo de cinco
novellas ; Vignclas coro retratos das perso-
nagens, que figurar un na revolOCSo france-
i.k ; Estudos de desenlio, segundo os mo-
delos deltophael ; diccionario dos verbos
irregulares da lingos franceza; e gramma-
ticas inglezas, por Pires na rua do (juei-
ma lo, loja de iniudezas, 11 43.
Na loja de seis portas, em frente
do LivramentOj
continua-se a trocar fazendas por sedulas,
a pregos rasOSWlS,Como seja : cassa pinta-
da de differentes cores, a 200 e-ilooeova-
do ; chitas, a 120,140, 160, 180 e 200, de
bons pannos e gustos ; esguioes de algo-
diln, a 2.210 a pega de 12 jardas, proprios
para carnizas de senhora o homem, por ser
mais largo que madapolio ; ca*sa lisa, a
400 a vara ; Cambra i a lis, a 400 e 480 a va-
ra ; riscado monslro, a 200 e 260 o covado,
muito largo ; reles de chita prela com 11
covados, a 1,280; cassa prela, a 120 o cova-
lo ; lencos brincos para inflo do senhora, a
240 ; sarja preta larga bespauhola, a 1,920 o
covado ; i: todas as mais fazendas por pre-
gos que satisfazem aos compradores.
Vende-so um escravo pedreiro, muito
lespacbalo eni servigo; I cabrinha de 14
annos pouco mais ou menos, muito esperto
o jacostumadoa lodo servigo, ptimo pa-
ra aprender qualquer officio ; uina escrava
moga, pe feta engomniadeira, lavadeira e
cozinheia, e refina muito bem assucar : na
rua do Rozario estrella n. 30, segundo an-
dar. Na mesma casa aluisa-se um oplimo
caiador de casa com lustro que n3o defera
das estuques.
Ven lem-se meios bilhetes da lotera de
N. S. do I.mmenlo : na rua do Cabug, lo-
ja de miudezss, junto de ourives n. 9.
Vende-se urna preta de bonita figura,
de 24annos, com algumas habilidades: na
rua do Vigario n. 19. segundo andar.
-Vendem-se 120 palmos de cornija feita
do madeira de amarello e louro, a qual ser-
vio em urna das grandes lujas da rua Nova
ilesta Cidade, com parto do cncaixilhamen-
to ja anvidracado, por prego muito commo-
do : q :em pretender, dirija-sea mesma roa
numero 23.
Venle-se urna armagilocom todos os
seu* pertenee, na rua da Seosslla Velhn
n. 48 : quem a quizer comprar, dirija-sea
mesma rua, a fallar com UomiugosJoa da
Silva Auiorim.

i
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


"

4

Vcndem-se caixas com cera
em vetlas, fabricadas no Rio de
Janeiro, sortidasaodesejo do com-
prador ; retros da fabrica do Si-
queira, no Porto, de todas as co^
res : trnta-sc com Machado & Fi-
nlieiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar.
1 aiinii le ninniliocn.
Vende-se superior faritiha de Santa <;-
tharina, por preco commodo,b bordo do pa-
taxo nacional Nereida, fundeailo defronte
do caos do collegio, 011 tratar con) Novaes
& C.ruadoTrapixen. 3.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e fundicSo de ferro.
.- Vendertefannhi galega em barricas e
meias ditas, vela9 de espermaceto america-
no e cha hyson de superior qualidade, em
lotes a vontade do comprador: no escri-
torio de Mitheus Austin & Companhia, ra
do Trapichen. 36.
AGElNCIA
da fundicao Lc-AV-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, macbinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
\'i-mlr i- superior farlnlia
gallega, em meias barricas : no escriplonu
de Deane Youle & C, ou em seu irmazcm
do becco do Concalves.
A 4o rs a caixinha.
Vende-se a melhor qualidado possivel de
palitos para tirar logo, pelo barato preco de
40 rs. a caixinba de pao, e a 20 rs. a de pa-
pel : na roa do Queimado n. 16, luja de Jos
Das Smiles
Vendem-se chapeos do (hi-
le pequeos, mullo finos, por 6 e
7,000 rs.: na rna do Crespo nu-
mero 33.
Chumbo de muirn.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do An 'ir i ni n. 35.
-- Vende-se a historia criminal do gover-
no inglez, revoluto de l'ernambuco di'
1817, ami7ade ingiera para com Poilugal, a
Inglalcrra vista em Londres, memorial da
catnpantia do Porto, ditas histricas da re-
miIik.-.mi do Curto em 1828, historia de Na-
poleSo, compendio de geopra; hia univer-
sal, resumo da historia do brasil, a rainha
Margot e geographia de Caullier : na praqa
da Independencia n. 17.
' Os melhores gostos, padroes
novos.
Vendem-se chitas escuras, muito fines,
cor de bronze, padroes miudos e ramageni
inteiramente nova, pelo diminuto preco de
240 rs. o covado : na ra do Crespo o. 14,
loja de Jos Francisco Das.
Aserio c economa, (Iv Cem libra.
Vendem-se vellas de pura carnauba, as
melhores at hoje fabricadas; urna destas
vellas accesa e dentro de urna manga de vi-
Irodura 11 a 12 horas sem ser espevitada,
vende-se de urna libra al a portlo que si
exi(.'ir : na ra da Cadeia Velba do Itecife,
loja do llnrgard.
--Vendem-se bois mansos e novos, as-
siin como gado de criar, sendo deste nume-
ro novilhas e vaccas de leite : a tratar com
o proprietario do engenho Utiiiga-de-Cinia
ua freguezia do Cabo.
Na ra da Cruz do Itecife n. 33, arma-
zem de l.uiz Jos de Si Araujo, vende-se
supeiior familia de mandioca a 2,000 rs. a
saces, pera acabar; lijollo de lioipar me-
taes de urna ora, fabrica da Europa ; sulla
superior ; couros de cabra ; sapatos ; peo-
nas de ema ; e superior cera de carnauba
em saccas.
Boticas homa-opntliicns, na ra
lo Crespo, loja n. 4.
--Vendem-se boticas de 24, 36 e 60 tu-
bos, grandes e pequeas, com os seus com-
petentes livros, viudas ulliinamente do Kio
de Janeiro, do grande eslubelecimento Cen-
tral da ra de S.Jos n. 59.
Na loja le modas franeczas, .1*
muwlamc Theard, na ra '
Nova n. 3tt,
lia um grande anmenlo de manteletes,
capotinhos, visitas e palilils de senhora, de
muito bom gosto e de ricos enfeitea, tanto
prctos como de cores ; charcos de senhora
de todas as cores de seda, escomilha epa-
Iba da Italia abortos e lechados, chegados
ha poucosdias; flores e capedas para bai-
les e Cfsainentos; guarnices de vestidos
mui ricas, chegadas todas promptas ; tran-
sas e franjas tle todas as cores, as mais ri-
cas que aqui lein anparecido ; fitas de to-
das as qualidades e muito modernas ; ricos
enfeites de es beca para bailes e saraos ;
chaposzinbos de meninos e meninas, mo-
dernos mui lindos; e todos os mais enfei-
tes que se usam em Paris e aqui. Madame
Theard lerobra a seus freguezes, que fl
sempre com tanta perfeicAo como em Pa-
ris vestidos de bailes e casamentos, mante-
letes, palitos, capotinhos, chapeos, toucas,
capellas e ludo o quo be enfeites de senho-
r8s e meninas, leudo para isso todos os
preparos necessanos e bastantes coslurei-
ras capazes de ajuda-la.
Lnxofre.
Na porta da alfandega, arma-
zem n.
caixas,
A l,6oo rs.
Vendem-se novos cortes de brim tranca-
do escuro com duas varas c meia cada corte
a 1,600; cassa franceza de bom gosto,a 2,600
rs.; pecas do esguio de algodo enm 12
varas, a 2,400 rs. a pega ; cobertores de al-
godflo da cores, a 720 rs. : na ra do Cres-
po n. 6, loja ao p do lampeo.
Deposito le cal virffem.
Na ra do Torres n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ultima-
mente de Lisboa no briguo Tarvjo-Tereeiro,
Cabccatlns inglezas.
Vendem-se cabeQadas inglezas rolcs.e
chatas, loros e silbas de 1.1a: na rna do Tea -
piohe n. 10.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada
ltimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de I. J. Tasso Jnior.
Potrtssa la Kussla.
Vende-se potassa da llussia, recentamen-
te chegada. e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche n. 17.
Lotera le N. S. lo Livrninento.
Aos 5:ooo$ooo,
Na ra da Cadeia n. 46, loja de miudezas,
vendeu-se o meio bilhete n 1454 da lotera
de N. S. do l.ivramento em que sahio a sor-
te grande de 5:000,000 rs., e ostSo expos-
los venda os afortunados billwUl e cau-
telas da mesma loteria, que corre imprete-
rivelmenle no dia 31 de Janeiro crente.
nilhetes 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Taixas para engenlio.
Na fundicilo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-sea venda por prer;o com-
n mln, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Moendas superiores.
Na fundicao de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas,
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior.
Grande sortiinento le charutos
la fabrica le s. Flix, no ar-
mazem de Crocco S Coinpanhia,
ra da Cruz n. 21.
S3o chegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caca lores,
depulados, venus, senadoras e soberanos e um moieque de Sannos, muito esperto e
dellavana, rm caixas de cerne 250, por pre- l.ue i*^*0^* lt--"* .C*H*
c,os rasoaveis.
Deposito de cal e potassa.
Cunta & Amorim, ni ra da
Cadeia do Recife n. 5o, recebe-
ram pelos ltimos navios de Lis-
boa Novo ^Vencedor, Carlota e
Amelia barris com cal virgem, r
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
He baratisslmo.
Cortes de cazemira a 3,200 ris, cambraias
de soda a 900 res o covado, meias de seda
preta e de cores para homem a 600 ris o
par: na ra do Crespo loja n. 2, ao p do
arco.
Vendem-se bichas pretas de
superior qualidade, por metade do
preco por que os barbeirosalugam:
na ra da Cadeia do Recife n. 2.
Para fechar coritas.
Vende-se cera de carnauba, courinhos de
cabra, sola e una Palanca com bracos, con-
chas, correnles de ferro pesos, propria pa-
ra arrriazeni de carne, venda ou bordo de
ciiiliiirv'icf'): ludo por preQo commodo : na
ra dos Tanoeiros, armazem n. 5.
A 4o rs.
Vendem-se.8gulheiros de pao
com cem palitos de fogo a qo rs
no Aterro da Boa Vista, loja nu-
mero 48.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Habla.
Vende-se, ein casa de.N. O. Iii<-ber & C.
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
sssucar e ruupa de cscravos, por prego com-
ino io.
Vendem-se duasescravas de20annos
e de bonitas lisuras, que cozinham, en-
goinaiam e Cose r>; urna dila boa para o Ira-
balho decampo; urna parda de 20 annos,
qoe cose, engomma e faz todo o servido de
urna casa ; dous moleques pecas de 18 an-
uos, bous para todo o trabalho; um preto
i! iiiin bom servidor de uina casa, e que ga-
nha na ra 610 rs. ; um casal de escravos
de meia idade, bons para Irabalbarem em
um sitio, por a isso estarem acostuoiados ;
500
640
400
4,000
160
320
ao, vende-se enxofre em
muito barato.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da SenzaJla nova n. 42.
I.ijiiiilai an de la/inda-.
Yi ra >ma esquina que volta para a
camboa do Carmo, loja n. 23 de Antonio Co-
mes Villar, estilo se vendendo fazendas que
nesla loja ja existiam por menos a terca
parle de uns primitivos preco*, e entre as
muias qualidades teem as seguintes por
estes 1 regos.
Jarros linos de banba 1,000
Fitas de sarjas, de selim e lafet
largas, vara 320
dem, de 4 dedos, vara 240
dem, de3e 4 llem, de velludo istrcila do
cores
l.uvas de pellica para senhora e
para homem
l.eques do papel, cabo de osso
lino,
dem, de escomilha preta
dem, de papel linos, cabo de
mailim, de 4,000 t 20,000
Chapeos de palha finos,lizos, a-
berlosebordados.de 3,000
Cravatas de chiles
Mero, de seda, prelas e de cores
dem, de couro de lustro para
militar
>eluis de cores lizos, rotado
Idi'ii', liranco nimio boa fazenda
Sarjas de cores para vestido, co-
vado
Corles devestidodeseda brancos
para 1 "ivas.
Mantas de setim do cores mali-
sadus
dem, de sarja, dila, dila
Chales de se.a furta ries
l.uvas cultas de linbo para se-
nhora, o par
dem, de seda abortas para se-
nboia
Meias de seda abeitas branca pa^
1a senhora
dem, pretas para senhora
dem, para homem
dem, lizas para homem
dem, branca para dilo
Carleiras linas de feixe
a| alos de s< tim pretos, o par
bolina gaspiados, prelos e de
cores para senhora
Sapatos de Setim bramo | ara
menina
Chinellas de marroquim deco-
res para homem.
Chapeos do sol de seda para se-
nhora
l cucos de cambraa de linbo, li-
zos, de 1,000 a 3.000
dem, bordados com I icos 4,000 a 20,000
dem, de seda preta e de cores
para grvala 3,000
Chicotea de junco ou cana para
carro, de 2,00o a 4,000
dem, de baleia para carro 3,000 a 6,000
llengallas finas dejuuco e
cana de
Chicotes finos para monta-
ra, de
lin grande sorlimento de flores linas sen-
do caixos, ramos, rosas para vestido, pe-
nas de muilas Qualidades, luco-, de bloodes
de todas as larguras, bicos de dentelle pre-
tos, ^streitos e largos de muito boa quali-
dade para capoluiho e mantellele,tudo mui-
to em conla.
Fabrica de licores.
Na fabrica de licores do Atierro da Boa
Vista n. 17, adiarse um gran do sm tmenlo
de licores finos com ricas Urjas douradas,
ditos entre finos o ordinarios, xaropes de
maracuj e flor de lamina, dito do verda-
deiro aucco da groselba, dito da gomma do
angico, chocolate homceopathico, dito de
saude, dito de canda e baunilba, espirito
de 38 graos, geuebra da Ierra em caadas
e botijas, agoardente do reino, aniz, essen-
cia de zimbro, dita de canella, dila de lima,
e dita de cravo.
Vende-se um moleque com principios
de cozinheiro e pedreiro : na tenda de ta-
noeiro, na travessa da ra do Trapiche.
tgim+vmi***
Collegion. 21, primeiro andar.
Vendem-se 16 escravos mocaos, ptimos
para todo o servido, tendo entre estes va-
rias prelas com habilidades : na ra Direi-
la 11. 3.
-- Na ra da Cadeia velha, primeiro an-
dar da rasa 11. 24, de Mauoel Antn o da Sil-
va Anlunes, vende-se um rico sorlimento
de chapeos de palha da Italia, abortos para
senhora, camisetas de carubraia, coleri
iiIk s, romeirss, manguitos, punbos, ludo
excedentemente bordado, bcus linissimos,
ricas lilas, capotinhos e manteletes de fil
o de seda prelos, e outros objeelos de gos-
Ilo ; bom como um completo sortiinento de
(atondas: ludo so vendo por precos muito
rasoaveis.
Vendcm-sc caixas com cera
em vil.!- do Kio de Janeiro : na
ra da Alfandega Velha n. 5, es-
criptorio.
Yende-se farinha de trigo
franceza de ftlarseile, a melhor do
menudo, chegada ltimamente as
casas de Lasse e o Saporiti: a
fallar como baraleiro Silva Lo-
240
610
800
1,200
30,000
8,000
10,000
4,000
ICO
320
1,000
1,000
1,000
1,000
1,000
320
1,000
1,000
1,000
1,000
1,000
2,000
320 a 2,000
1,000 a 2,000
pes, na porta da alfandega.
nligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisbi
no pingue larujo IIl.
Tecido de algodao trancado na fa-
Vndese muito-boa farinha
de mandioca, recentemente chega-
da de Santa Catharna,em porco
ou a retalbo, per preco commo-
do ; a bordo do brigue Soares,
fundeado na volta do Forte do
.Mallos, ou na ra da Alfandega
Velha n. 5. esciiplorio
ACIDADDEPAMS.
lina do Coilcgio n. \ .
Ncste estabeh'cimento se encontrara sem-
pre o mesmo sorlimento de chapeos de sol
ja aiinunciailos, assim como sedas e pannos
em peca para as armacOes servidas, haleias
para vestidos o espartilhos de senhors.
Concerla-se loda a qualidade de chapeos de
sol, ludo por menos prego do que em outra
qualquer parte.
Vendem-se dous fiteiros envidracados,
j usados, para loja de miudezas; urna ca-
l.'i inha bonita c com habilidades; e urna
dita para todo o servido de casa, menos en-
gor mar-. ludo para liquidar coutas de ba -
lauco : na ra larga do Kozario, loja n. 35.
Vendem-se relogios de ou-
10 e piala, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\-i.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de Santa Calharina, a
melhor que existe no mercado, em saccas
ou sem ellas, por prego mais cmodo do que
em outra qualquer parte : na ra da Cruzi
IdoKecifen. 40, primeiro andar.
brica de Todos os Santos .
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos.
Vendem-se chitas hmpas a 12o rs.
Pecas de chitas Hmpas, roas, para luto
aliviado, a 4,500, o 120 rs. o covado ; corles
de cambraias com 6 varase meia, de boni-
tos padrOes e de cores flxas, a 2,600; e 100
accos novos de estopa, cada um com 2 va-
ra, por atacado a 320 rs. : na ra larga do
Kozario n. 48, primeiro andar
Cimento.
Vendem-se barricas com superior cimen-
to, chegado no ultimo navio de Hamburgo:
na ra do Amorim n. 35, armazem de i. 1.
Tasso Jnior.
Arados de ferro.
Na fundico da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa,
assim como cal virgem e pedra, recente-
mente chegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel: na la da Cadeia do Becife n. 12, ar-
mazem. I
lloga-se aos fresHezs que tenham
loda attenca para o novo sor-
limento que existe na loja la
rna do Crespo n. 6, ao p do
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de-cres fixas
o 260 e 280 rs. o covado ; corles de brim
blanco de linho puro, a 1,920 rs ; ditos de
fuStSo muilo finos, a 560 e 640 rs.; cassa
Dreta propria para luto aliviado, a 120 rs. 0
c0vado ; marte de cor, a 200 rs.; nscad0
,ie linbo para casacas, a 240 rs o covado, e
mitras militas fazendas por preco commod0
evwwffwvvwvff'irwe
a. No deposito da ra da Moda n. 15,
>> ha para vender superior cal em pe- -C
9- dra, recentemente chegada de l.is-
m boa, em o brigue Conceio de
* ra, por preco raaoavel : tambero ah
* so vendem pesos de duas e de urna J
* arroba, por preco commodo; ha -.
^ tamboril effectivamente no mesmo ^
y. deposito barris de mel para embar- ^
s. que. <
Vende-se um lindo molenue Je 17 an-
nos, muito bom coiinheiro e copeiro, pro-
prio parapagem ; umeabrinhade 12 annos,
muito esperto e ptimo para aprender cili-
cio; e urna preta com habilidades ede ex-
cedente conducta : vendem-se estes escra-
vos par liiiuidaco : na ra das Cruzes,
venda n. 20, se dir quem vende. Na mes-
ma vende-se tinho engarrando de mais de
8 annos, da melhor qualidade que ha hoje
no mercado.
Lotera de N. S. do Livramento.
Na praca da Independencia n. 4, loja de
miudezas, \endem-s os afortunados bilhe-
les, meios e cautelas da mesma loteria, que
corre impreterivelmenle no dia 31 do cor-
rete mez.
Rilhetes 11,000
Meios 5,500
Qu artos 2,600
Quintos 2,100
Dcimo 1,100
Vigsimos 600
Cal virgem de Lisboa,
da melhor que ha no mercado, e
chegada ha dia pelo brigue Em-
pieza : trata-se com A. C. de
Abreu, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 37.
Bom e barato.
Na ra do l'asseio-l'ublico, loja n. 0, de
Albino Jos Leite, vendem-se chitas roas,
a 4,500 a peca o em cortes a 120,- riscados
monstros, a 200 rs. o covado ; cassas de
quadros para babados, a 240 rs. a vara ; co-
bertores dealgodSo para escravos, a 720
rs. ; chales de chita, a 500, 800 o 1.200 rs.;
chapos de sol com srmaoBo de ac e as-
teas de baleia, a 2,000 rs.; e outras muilas
fazendas, que 11S0 be possivel bu n iniciar -
se para 11S0 oceupar lempo.
Cheguem a pechincha que se es-
lao acabando.
Vendem-se relogios americanos, proprios
para cima de mesa, mui bons reguladores e
por preco muito commodo para chegarem
aos pobres : na ra o Trapiche n. 8, e na
ra de Agoas-Verdes n. 02.
A 80 rs. o covado.
Na loja de seis portas, pracinha do Livra-
mento, vende-so ganga azul para calcas,
aquetas o vestidos do prelos a 80 rs. o cova-
do, assim como contina a vender-se toda a
qualidade de fazendas por menos preco que
be possivel.
--Vende-se milhoem saccas grandes de
alqueire, muito novo; no armazem do ias
Ferreira. na osead.nha di alfandega, e na
ra da l'raia n. 52, armazem de carne, por
cree.'' comino.lo.
Vendem-se colecOes do Medico do Povo,
de 1 a 21, na ra do Crespo, loja n. 4.
Vf S^IJf tjfljif^ftjr ff fff^ffS
Dc|> sito da fabrica d<\-
^ Ti dos os Santos, na 7
g Baha. t
Vende-se, em casa de Domingos AI-
Vves Matheus. na ra da Cruz n 52,9
?primeiro andar, algodflo trancado da-j
*quella fabrica, muito propriopara sac-J
j*cos o roupa de escravos; bem como2
jffio proprio para redes de pescar e pa-
^vios pata velas, por 1 reco commodo.^|
Venoe-se urna grande casa de campo,
com 111 o tos commodos e terreno sullicien-
le para capim e mais planlar;0es : na la de
S. Amaro n. 16.
Aos Srs. de engenho.
Vendem-se chapeos de palha por commo-
do preco : ua ra da Cadeia do Itecife n. 23.
Muitissimo barato para acabar.
Vcndem-se vellas de carnauba do Arica-
ty, sapatos, courinhos, espanadores, eslei-
rs o chapeos de palha ; tudo muito barato
por se querer liquidar e vindo do Araraty
110 ultimo navio : na rus da Cadeia do Re-
cife n. 23.
Vendem-se tres grades do a mar ello,
modernas, proprias para porta ; urna caixa
do mesmo para janella ; o urna porfiao de
1 almas do niotio usadas : na ra de'Ilorlas
n. 68. Na mesma casa tamhom vende-se os
pertences de urna tavorna, nfiojhe faltando
nada, por commodo preco.
Fazendas baratas.
Na loja de alfaiate de Jacintho Soares de
Menezes, na ra Nova n. 35, alora de um
completo sorlimento de obras feitts, tem
para vender o seguinte : lencos de seda de
mu lindos padroes, por 1,600 cada um;
corles de casimira, a 4,500; ditos, a 5,500 ;
ditos, mui superior*, a 6,500 ; espatilhos
para senhora, moderos, a 2 e 3,000 ; cor-
tes de collete de la, a 1,500 ; dilos de gor-
gurSo, a 2,500; ditos de fustSo, a 1,000 rs.;
e outras muilas fazendas: ludo muito bara-
to, appareceodo os freguezes.
Aos 5.'ooo,ooo ra.
"Vendem-se meios bilhetes da
loteria a favor das obras da igreja
de N. S. do Livramento, que cor-
re no dia 31 do corren te mez : no
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado, n. 58.
Quem quer ."> :oooi*ooo I
Quem quizer a sorte grande da lotera do
Livramento, que nfalivelmente corre nc
dia 30 do crrente mez, aprese-se a com-
prar algum dos poueos bilhetes que anda
restam, as lojas da esquina da roa do Ca-
bug ns. 11 e 9, junta* botica de Jlo Mu-
reir.
Sapatos de couro de lustro.
Vendem-se sapalOes de lustro, de S a
4,000 rs. o par ; ditos brancos do Aricaty
de 800 a 1,500 rs.; pe les do bezerro frah-
coz, a 2.800 rs. : no Aterro da Boa Vista
loja n. 58, junto do selleiro.
50 couros, a
Vendem-se 50 couros de c'.hra, escolhi
dos, por 20,000rs. : no Aterro da Bo Vfst,
loja n. 58, junto a de selleiro.
Fio para sapateiro.
Vende-se (lo para sapateiro, t 750 rs. a
libra ; dilo a mar ello, a 1,600 : no Aterro da
Boa Vida, loja n. 58, junto loja de sel-
leiro.
Vendo-se urna taverna bem afregueza-
da, no pateo do Paraizo n. 30, assim como
urna casa terrea na ra da l'raia e urna ba-
lanca grande com os seus competentes pe-
sos de duas arrobas at oito libras 1 quem
pretender, dirija-so a mesma laveriu, que
achara com quem tratar.
Vende-so urna linda eserava criolita,
recolhida, de 19 annos o com habilidades,
para mucama : na ra de Santa Rila n. 14.
Vende-se a armacOo da venda da ra
do Codorniz n. 16 : quem a pretender, di-
rija-so mesma casa, que se dar em conta.
Vende-se cera de carnauba 1 na rna da
Madre de Dos, loja n. 34.
Vendem-se couros garroteados ( bran-
cos ] proprios para coi relame de tropa de
linha : na praca do Commercio n. 2, pri-
meiro andar.
Escravos futidos.
300,000 tis. *
Fugiram de bordo da brigue
Sem-Par, vindo do Bio de Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de ao annos pouco
mais ou menos ; levou calcas e
carniza azues, e bonete encarnado;
o oulro de nome Euiebio, criou-
lo, de 21 annos pouco mais ou
menos, estatura alta ; levou cal-
cas, carniza e bonete azues. Roga-
se as autoridades policiaes e capi-
les de campo, que os apprehen-
dam c levem-nos ra do Trapi-
che n. 34, casa de Novaes & Com-
panhia, que recompensar.
Fugio no dia 10 do passado o escra-
vo crioulo, de nome Jos, de 40 annos, al-
tura regular, cheio do corpo, olbos smi-
rellos, rosto bexigoso, ps chatos egrosos ;
levou caifa de ISa escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do l'elourinho, ns. 5 e 7, de Ro-
mSo Antonio da Silva Alcntara.
^ WWwWm t&T t*VnlIllM
U mulalinho Agostinho
fgido.
Na noite de 11 para 1a do f
' passado ausentou-se o es-
ora vii Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos pretos e
lisos, ps grandes com os de-
dos grandes grossos e camba-
dos para dentro ; he ilho do
serlao. muito follador e flo-
ta: roga-se as autoridades
policiaes, capitSes de cam-
po, assim como a toda e
qnalquer pessoa qne o en-
contrar, de prende-lo e con-
duzi-lo a seu senhor lien-
to Jos Taveira, na rna da
Cruz n. 30, que nao s paga*
r todas as despezas, como
offerece urna generosa re-
compensa a quem o trouxer.
Fugo no flm de dezembro do enge-
nho Prado da freguezia da Escada, um es-
cravo de nome Antonio, crioulo, de idade
de 26 annos, com oa signaos seguintes:
um olho torio, melando as pernas para den-
tro, rosto cheio, beicos grossos, e bastante
alto ; roga-se as autor i lades policiaes e ca-
pitSes de campo, o aprehendam e o condu-
zam ao engenho cima, ou nesta prac.a 00
largo do Livrament) n. 20, que generosa-
mente se recompensara.
Pkn. jsiaTvj'. w. M.F.nr Pahi *


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