Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06290


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Full Text
Anno XXVII
Quarta-feira 8
PARTIDAS SOS OORKKIO.
Guian ni e Parahlba, as segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Norle, todas as quintas feiras ao
sneio-dia. '
ttspo, Serlnhaein, Mo-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, nol.'.a 11 e 21 de cada mei.
aranhuns e lioiiilo, a 8 e .'".
Hoa-Visla c Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Ollnda, lodos os da*.
PHEUIBIDE*.
a 2, as 8 e 24 ni. da ni.
a ii', as 2 h. c2 ni. da t.
'Nova,
Piusas da WA.I&2J2; V, s 2 h".' e 33V. Ta L
VMIng. a 24, s 5 h. 57 m. da m,
PBEAMAR. DESHOJE.
Prlmeira s 10 horas e 6 minutos da manha.
Segunda s 10 horas o 30 minutos da tarde.
de Janeiro de 1851.
N. 5. j
pnr.go da subcb,ipqAo.
Por tres meses fadiantados) 4_
Por seis meses HjOOO
Por um anno l/OOO
SIAS da semana.
6 Seg. Da de Reis.
7 Tere. S. Thcodoro. Aud. da Chae., di J. da
segunda vara do c. c dos feilos da f.izcnda.
8 Oiiarl. S. I.oureiifo J. Aud. do .1. da 2. vara.
!l Quii, s. ftlIUo. Aud. do J. dos orf., c do ni.
da prlmeira vara.
10 Set. S. Paulo. Aud. do J. da I. vara do civcl ,
c dos feilos da fasenda.
11 han S.Theodoro. Aud. da Chae., c do J. da
2. vara do civel.
12 Dom. S. Satyro.
CAMBIO DE 7
Sobre Londres, a 30 d. p.
* Paris, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
Ouro. -Oncas hopanholas ....
Moedasdcb>400velhas
de fi/101 novas
dc4000......
Prata.Patncdes brasileiros...
Pesos columnarios
BE JAWEIBO.
rs. 60 das.
2fliW>0 a 29/500
MOMO a 1200
lh>000
9/uOO a
1/920 a
1/920 a
Ditos
mexicanos........ 1/B80 a
lejsoo
9/100
1/940
1/U40
1/700
i' Miiniior-iiirillilMMli"
PARTE CFFfCML.
EXPEDIENTE DO DA 2 DE JANEIRO
DE 4851.
rnelo. Ao commando daa armas, remet-
iendo copla do aviso do ministerio da guerra
datado de 6 de dezembro ullhno, no qual se de-
termina que fique sem effelto qualquer proce-
dlmcnto havldo a respeito da demora da apre-
sentacao nena provincia do primeiro tenente
da rompanliia d'arlilices Henediclo Jorge de Fa.
ria, e bem assim que se tranque qualquer nota
que possa ter ildo lancada cui seus aisenta-
inontos.
Dito. Ka mesmo, recommendando a expe-
dlcao de suas ordens, para que o commandan-
te do segundo batalhaodeartilhariaap pres-
te ao capilao deengenhelros C hrisliano Pe re ir
de Axeredo Coulinho, ora em commisso do
governo imperial as matas llmitrophes entre
eila provincia c a das Alagoas, o auxilio de que
elle precisar.
Dito. A ihcsourarla de faienda, commu-
nicando afim de que faca constar ao Inspector
da alandega e ao administrador do consulado,
que segun<1o foi declarado em aviso do minis-
terio dos rslrangeiros datado de 3 de dezembro
ultimo, S. M. o I. houve por bem conceder
leu Imperial beneplcito a nomeaco que ob-
teve o subdito portuguez Miguel Jos Alves pa-
ra vlce-consul deS. M Fidelsima nesia pro-
vincia. Fizeram-se neste sentido as conve-
nientes coimnunicajoes.
Dito. A pagadura militar, inteirando-a de
lia ver o soldado do primeiro ha tal lian de caca-
dures Grraldo Rlbeiro, depoia denudo o seu
tempo de servico, contratado deconformldade
com a le e ordens em vigor, para continuar no
mesmo servico por mals oito annos, mediante
agratificacao de 280,000 rs., eordenando que
lhe mande pagar a referida gratificaban, sendo
50,000 rs vista e o resto em prestaces men
saes de 10,000 rs. Intelligenciou-ieao com-
mando das armas.
Dito. -- A tliesniira ia da fazenda provincial,
para que mande adiantar ao engenheiro Joo
Juiz Vctor Lleuthier, visto assim orcquisltaro
director das obras publicas, a quanlia de 3:20 ti
r., sendo 1:260/ rs. para concliisaodo 12.' lau-
co da estrada do Po-d'Alho, 800,000 rs. para a
da ponte de Goiauna, 600,000 rs. para a do Ar-
rombado do pantano de Ollnda e o resto para
os reparos da estrada do norte. Scientilicou-
se ao n le ido director.
Dito.- A iiicsina, para mandar adiantar ao
director das obras publicas, que assim o requi-
sita, a quanlia de 6:000,000, sendo 3:000,000 rs.
para a obra da casa de detenerlo e o resto para
os reparos das pontes do Recifc c Magdalena.
Intcirou-sc ao dito director.
IDKM DO DA 3.
Ofliclo. Ao cuminaudu das armas, inteiran-
do-o de haver, de conformidade com a sua in-
formacao, expedido as convenientes ordens ai
agente da cotvpanhia dos paquetes de vapor,
para mandar dar passagem para a Parahyba ao
mnjor do estado-mainr de segunda classc do
exercito Sergio Tertuliano Caitrllo Hranco, r
ao inspector da pagadura militar para man-
dar adimitar-llie uiu de seus vencimentos,
bem como para piovidenciar no sentido de ser
aga a quanlia de 40,000 rs. que o mesmo ma-
n quer consignar de seu sold iiesla provin-
cia. Neste sculido e>pediram-sc as conve-
nientes ordens.
Dito. Ao mesmo, recommendando que na
prlmeira occasio que se oll'erecer faca seguir
para a provincia do Cear o alien s do corpo fi-
zo daqueHa provincia Carlos Locio c Almeida
que por se achar molesto deixou de partir para
alli.
Dito. A thesouraria de fazenda, recom-
mendando a expediciio de suas ordens ao ins-
pector interino da alfandega, para que, nos ter-
mos do paragrapho 3.' artigo i." do rrgula-
mento de 28 de agosto de 1849, consinta no des-
j.ni hii Iscnto de direilo de 63 pecas de tona lar-
ga inglesa, que foram compradas pelo inspec-
tor do arsenal de mariuha para uso dos navios
Taimada lotelligenciou-se ao mesmo ins-
pector.
Dito. A pagadoria militar, inlelrando-a de
haver o soldado do segundo batalho de caca-
dores Sebaeliao Jos de Souza, depois de lindo
o-seu tempo de servico contratado, de confor-
midade com a lei e ordens em vigor, para con-
tinuar no mesmo servico por mais oito annos,
mediante a gralihcacao de 230,000 rs. que Inr
ser paga com 50,000 rs. a vista e o resto em
prrslacesmensaes de 10,000 rs. < ommuni-
cou-se ao commando das armas.
ilo. A inesma, remetiendo duas conlas
assignadas.pnr Antonio Simplicio de Barros e
Luiz Pedro dasNeves na importancia deJ9l,470
rs., para que estando confoimes, mande pagar
ao primeiro quanlia de 120,756 rs., eao se-
gundo a de 70,720 rs., em que importaran! as
despeas feius com o tratainento dos reclutas,
que estive .un recolhidos a enfermara de ma-
rinea ein o inez de dezembro ultimo. Inlrlli-
geuciou-se ao inspector do arsenal de tuarl-
nlia.
Dito. A inesma dlzendoquea gratilicacao
concedida s pracas em servico no interior das
malas de Agoa Preu, com a denominacao de
batedores, fica reduzida a meia tape desde o
primeiro do correte me/.. Communicou-se
ao commando das armas.
Portarla orneando o bacharel Joaquim
Pires Vlachado Porlclla para u lugar de ofncial-
maior da secretaria da presidencia, do qual
lra ile.spen.sado o Liaeliai el Manuel Ce nuil tino
Carneiro da Cunba, em consequencia de ter
sido nomeado juiz. municipal da prlmeira vara
do termo fiesta cldade. Intelllgenciou-se a
tbeaouraria da fazenda provincial.
DEM DO DA 4.
Cilicio.--A Ihesoararia de fazenda, remet
tendo cotila crrante das despezas feita,
nos nii'zes de outubro novembro e dezem-
bro, do anno prximo passado, com os re-
paros do prtscio da presidencia na impor-
tancia de 6:530,000 rs., para que, depois
de examinadas, mande acreditar o enge-
nheiro direclor das obras publicas na men-
cionada importancia."Intelligenciou-se ao
referido engenheiro.
Dito.Ao chele de polica, dizendo que
leve considerar vago o I ugar de subdelega-
do da fregueziade Munbec, e proceder a
conveniente proposia, por ser o cdadt
para elle nomeado Francisco de Pmho Bor-
nes morador em Jaboalflo.
Dito.-A pagadoria militar, para que man-
de examinare pagar ao cabo Jos Francis-
co da Silva o prpt, que remelle na impor-
tancia de 33,100 rs., dos vencimentos da
escolta de guardas nacionaes, que condu-
zio recrutss da comarca do Bonito para es-
la capital.Communicou-se ao chefe de po-
icia.
Dito.Ao director do arsenal de guerra,
concedendo a autorisaeflo que pedio para
despender a qusntia de 936,000 rs. com a
compra das madoiras paraeontinuac3o dos
trabalhos das oflicinas de primeira e se-
gunda classe daquelle arsenal.Inteirou-se
a pagadoria militar.
Dito.-A thesouraria da fazenda provin-
cial, para mandar pagar ao director das
obras publicas, que assim o requisita a
quanlia do 357,000 rs. de sold que se lhe
deve das obras do tReatro publico.Scienti-
licnu-se ao mesmo director.
Dito.Ao mesmo. romoltendo a nota das
condicoes sob as quaes o direclor das obras
publicas contratou a factura de um la neo
do atierro da cadeia de detengo afim da
que o impreiteiro assigne naquella thesou-
raria o respectivo termo, conforme deter-
mina o artigo 42 do regulamento de 7 de
maio do anno prximo passado.Commu-
nicou se so referido director.
Dilo.-A adminstralo dos estabeleci-
mentos de car'dade, recommendando a ex
pedcSo de suas ordens no sentido de ser
Irataila no grande hospital de caridade Ma-
ra Joaquina da ConceiQSo mulher do sen-
tenciado Antonio Mauricio da Fonseca, a
qual ser para alli remetlida pelo commai.-
dantedo corpo de polica.Intelligenciou-
se ao mesmo commandanle.
Dito.A cmara de Iguarass, dizendo
que, segundo informou o ex-provincisl e
commissario da veneravel ordem de S -
Francisco, por achar-se j nomeado para a
puardiania do mesmo convento Frei Manoel
de S Joaqun), que ser imposssdo logo
que seja enviada para esla piovinciaa la-
boa capitular, nao pode ser mandado para o
convento daquella villa o religioso l'rei JoSo
Uaplisla.
PEBNAMBUCO___
Tribunal do commercio.
Acia rfo IrMfS d irulala(o d tribunal do com-
mircio da provincia de I trnamliuco.
Ao primeiro dia do mrz de Janeiro de 1851,
pelas 10 lloras da mauhaa, nesta cidade do Re-
cite e casa destinada para nella fuuccionar o
tribunal do commercio da provincia, presentes
o Sr- lesembargador Martiniano da Rocha Has-
tos, presidente do mesmo ti i bu nal ; o deputa-
do commrrcial abaixo assignado, negociante
matriculado na exllneta imperial junta do com-
mercio do Rio de Janeiro, e os seuhoresdepu-
lados supplenles FJlas Uaptista da Silva, e Jos
Antnno llastos igualmente matriculado ni mes-
ma junta, o dito Sr. presidente depois de defe-
rir o juramento do eslylo ao abaixo assignado
e aos referidos seohores supplenles deliberou
que visto nao poderem tomar assento no tri-
bunal nssenhores deputados eleitos Jos Jero-
iiynio Montelro, Jos Pires Ferreira c Julio Ig
naci de Medciros Rego.em rasao de nao seren
matriculados, o tomassem os mesinos seoho-
res Elias l'aplista da Silva e Jos Antonio bas-
tos, o quefeito, em seguida eao toque da cain-
panhia, declarou o Sr. presidente inslalado o
tribunal, caberla a sua prlmeira sessao ; de-
pois do que e de nomcar e juramentar ao abai-
xo assignado, para servir interinamente o lu-
gar de secretario do tribunal cinquanto o nao
poder exerc. r o Sr. dcpulado Jos Jcronyiuo
Montelro nomeado para o dito lugar por por-
tara da presidencia de 30 de dezembro p oxi-
mo passado, mand u o Sr. presidente do tri-
bunal faier a leitura da carta imperial de sello
pendente, que lhe conferio o dito cargo, e a
leitura do expediente que consisti em un f-
fico da mesa docollegio eleitoral dos deputa-
dos coininercaes desla provincia, acompauha-
do da copia da acta da elecao a que se proce-
deu no da 8 de dezembro prximamente Iludo.
Deliberou o tribunal que se ofliciasse ao go-
verno imperial eaofcim. presidente da pro-
vincia comuiunicaudo a sua iustalacao; c nada
nais havendo a tratar, o Sr. presidente depois
de destribuir pelos membros presentes alguns
livrns do expediente para por ellcs serein nu-
merados e rubricados, deslgnou o da 7 do cor
rente pelas 10 horas da manha para a seguin-
te sessao, e dando esta por finda mandou la-
vrar a presente acta, em que assignou.
K eu Joao Pinto de Lemos, secretarlo interi-
no a escrevl. Martiniano da Rocha bati, pre-
sidente. ^^^________
Co m iQi nica do.
Oempregado publico, a quem parece fa-
zerallusSoo Juilu em seu communica.lo
acerca do recrutamento, impresso no Oa-
rio de Pernambuco de boje, declara que elle
ato he o autor do artigo da Imprenta, 8
que se refere, nem de qualquer ouiro ; pos
que desde muito nflo se oceupa em mate-
rias pOllliClS.
Itecil'c, 7 de Janeiro de 1851
VaUIKUAIIK.
DAS COLOMSACOKS MILITARES NA AUS-
TltlA E KUSSIA.
O interesse que excitBin as colonias mili-
taros daquellas n.-cOes. mais conhecidas
que as civis, he mais poltico do que econ-
mico. Cada urna dellas propoz-se a utn
lim dslineto em tilo vastos estahclecimen-
tos, que preslaram nV-lro tempo ptimos
servicos Austria, dando-lhes a Itussia
grande valor. A Austria formou colonias
as spas fronteiras para as por em estado
de se defenderem, por si s, das aggressOes
los Tuicos ; e a Kussia estabeleceu lambem
colonias para robusiecer o seu sysloma mi-
litar, som lUgtneDUf despezas do es-
tado.
Pedro-o-Grande, em cujo reinado pren-
dem as tradiQoes da Russia moderna, con-
cebeu o pensamentode instituicOes milita-
res, destinadas a protegerem-lhn o impe-
rio ao Meio-Dia e leste contra os Trtaros e
Turcos ; chegou at a organisar os cossacos
de Koubsn para o servico do exercito da
fronteira. Calharins, a mais feliz e leal de
suas successoras, praticou o mesmo com
os cossacos zaporsgues; porm estes en-
saios nHo prodoziram as colonias propia-
mente ditas, estabelecidas ha s30 annos
no norte e leste pelo imperador Alexandre.
Imaginava elle, desde 1810, em dotar o seu
imperio com verdadeiras colonias milita-
res ; mass Ihesconheceu toda a importan-
cia no anno de 1814, quando leve occasio
de por si mesmo examinar o valor quo ti-
oham as colonias militares da Austria.
Tem estas urna historia sua, e pJc jul-
gar-se de seus actos as guerras daquelle
imperio contra a Franca. A lei que actual-
mente as rege data de 1807 ; porm as colo-
nias existam regularmente desde o secu-
to XVIII, e ainda antes desta ultima poca,
e de terem ellas una existencia legal e qua
si uniforme legislaban, mantinhani-se pela
forca das circumstancias que Ihes deu
origem.
As povoscOes situadas na extremidad?
oriental da Transylvania, eosScnlos on
Sz'klcrs, tribu da casta miagara, tinham, na
ulule media, o encargo especial de guardar
as fronteiras. As incursOes armadas a que
se via exposta a Hungra, medida que os
Turcos se iam approximan lo Europa,
ohrigaram outras tribus a organisaretn-se
do mesmo modo e para o mesmo lim. Obli-
nham ellas ordinariamente da cora privi-
legios e cartas em recompensa dos comi-
nuadus setvigos que prestavam ao paiz.
Quandn a Austria, tendo se aposentado da
Hungra, emi.rehendeu formar colonias em
grande escala, possuia para isso lodos os
maleriaes, e s careca (-losem ordem.
Por isso, coosideradss as colonias da Aus-
tria no seu desenvolvitnetilo histrico, mais
parecem obra da necessidade, queda dtli-
lieracao. Cumpre lambem notar que esla
instiiuicao si allerou des le que diminoio o
temor das aggresses na Europa. Os Tor-
cos, contra quem se fazia a rolonisacflo na
Europa, deixaram de ser temerosos ; e o
proprio roubo chegou a ser um acto pouco
commum. No estado presente das cousiij
n3o i-ii.Ii-iu as colonial tni'itares da Austria
ser mais do que um nicio econmico de re-
crutar pan o exercito. Os eslahelecimen-
tos ciloniaes da llussia, a quem aquellos
servram de modelo, oabaram por onde de*
vian uomecar.
Todava, sea Russia, ao fundaras suas
colonias militares, chou modelo nos esla-
lielecimenl.s auslriacos, nem por isso se
limitou a urna pura o simples imitacHo. N3o
o poda assim faier, porque nfio dispunhs
de urna povoago militar que eslivessn as
precisas circumslancias ; etambe-mo nHo
quereris, porque so vera obrigada a con-
ceder aos colonos lsen{0es taivez punco ex-
tensas, mas assim mesmo incomparaveis
com os principios em que a sociedade rus-
siana se funda.
Produz isto, entre as duas insttuices,
cousideravel dilTereoca, que originam Oti-
lias m uilas no que diz respeito a admitiis-
irueu e leis. O muito que dilTere entre s a
silua^ao poltica dos dous estados astoguri
lambem s suas colonias viver e destinos
bem diversos.
Os districlos militares da Austria, que se
estendern desde o Adritico at os princi-
pados moldo-valasros, dividem-sc em se s
colon ias, que silo a Carlstadt, Croacia, Wa-
radin, Sirmia, Temosbor e Transylvania
Estas colonias nao cxislem ordinariamen-
te uas fronteiras austro turcas. AdeVVara-
din, por exemplo, demora a urna joruada, e
taivez mais, do marcha, o a de Transylva-
nia est derramada pelo territorio, a dis-
tancias ainda maiores do cordSo militar.
Primeiramenle foram as colonias estabele-
cidas nos pontos mais ameaQadns e mais
proprios para a defesa, e achan lo-se ellas
profundamente arreigadis ao solo por in-
teresse proprio, no avancaram com as fron-
teiras do imperio. Pela sua posi^So geo-
graphica acham se todas compreheodidas
na circumscrip(8o territorial dos reinos
annexos da Hungra, Croacia o principado
da Transylvania. Sujeitas i administradlo
direcla do poder central, n3o parlicipatn do
governo constitu ional desles tres estados,
mas sflo, como elles formados de povos mu
distinctos; ha regimentos illyrio (cioa-
e8s ) allemaes, valaquios, e szekler: A
casta illyria e a valaquia s3o as domi-
nantes.
O espirito que presidio organisaeflo le-
gislativa deslas colonias he feudal, mas
prende no systema de sujei;8o, e d1o iro de
servidflo. A actual legislavSo liuugara he
mais do que ludo propria para instituirais
militares. O estado he o senhor territorial ;
o colono recebe delle o terreno, obrigan
do-se, entre outras cousag, ao servido mili-
tar. Na colonia Transylvania appareco ain-
da mais visivel o feudalismo. Os colonos
s3o, ou valaquiosou steMert. Dos piimei-
ros uns sSo nobres que possuem com o mes-
mo titulo que os nobres da Hungra, e ou
tros s3o plebeus, e apenas usufructuarios
do estado. Os tzekUrt uo possuem como
emphyteuUs, mas como conquistadores :
as suas Ierras conslituem morgados uialio-
naveis.
as demais colonias s3o as les menos
confusas. Ha duas especies de Ierra, e se
dividen! em feudos e acquisic,0es. Estas u3o
leeiu determinada exteucjdo, mas aquelles
assigaam-se limites, que variam du 24 a 30
OSSMSSSBSt ia^JOSm'MW-,'*
granja completa divide-se em metades, ter-
cas, e quartas partes.
A pnvoa8o est dividida em familias, e
cada familia n^cessariamente se compoe de
muitos membros, auxiliados pelos jorna-
lemos ; de forma que emquanto uns culti-
vare, satsfazem oulros as obrigacoes mi-
litares. Quando muilns familias possuem
menos que urna granja completa, formsm
urna sociedade em quo todos, menos os
jornBli'ros, contain iguaes direitos pro-
priedadn commum. Quando se associam
elegem uni pai, que ordinariamente he o
mais velho dos tesociados. Ineumbe-se ao
pai vigiar pela conservado da boa ordem,
o pela economa c bous coslumes. Distri-
bu lambem o trabalho pelos n.cmhros da
familia, o cuida na colhsitl e na venda dos
producios. Se he casado, a mulher delle
fica sendo de direilo a mar, e no caso con-
traro rerahe esse titulo na mulher mais
i losa. Quando se trata de interesses gra-
ves, de queiloes do proprie lado, de permu-
'afes, e de contratos ou emprestimos, o
pai reun' c consulla os associados, deri-
lindo-S! ludo pelo voto da maoria. A McH
viga os trabalhos das mulheres, ec que
Z respeito economa domestica. O pai e
- mS teem duas partes nos lucros, emquan-
to que os demais socios cootam apenas com
u m quinhSo igual. Oque esta com as ar-
mas na mSo tem lambem a sua parte, ou es-
toja presente ou ausente..
A granja que pertence a urna ou a mui-
las familias denomina-se oreusArm ( casa
fronteira ). Em lempos ordinarios d cada
casi um homem complvtsmenta armado pa-
ra o >ervico activo, que principalmente con-
siste na guarda do cordSo ta fronteira. O
governo compra as armas, munces e de
mais pelrechosdu sol-lado, e lhe l lambem
utn par de tapatoa ca la auno. Se o colono
em aclivo BBrvIco se acha icampa !o fra d
colonia, tein direilo >o mesmo.foldo e ra-
e8o q i" aa tropas de linlia. Em lempo de
guerra recebe tamben um eqtiipamento
completo. O! tem a casa a deduocBole lo-
za oriw no im.oslo do anno, durante
servico do sol da lo no interior ila colonia,
de seis emquanto dura a campanlia ; per-
celiendo lambem neste caso a gratiUcacflo
c doie lliirinso que faz 0 servico interno,
emquanlo 0 outro combate no seu regi-
ment.
O servico pessod quo casa deveao Bs-
Ado bo regulado pela exleustoda proprie
lade. Cada fanga de trra lavrada, ou de
c
mpo, Obriga animalmente 0 propietario
a um dia de t'abalho. O imposto regula-s
pela aesms base N8o acontece porm o
mesmo en ludas as colonias, c em lodosos
regimentos de cada colonia: varia isto na
ra3o da quahdulo do solo. A quantii
tniia lio de inte ernutun por ranga, mo
com ochen.lendo o tribulo das vnbas, que
avulia mais. O producto das contrihuices
ie.-liiii-se so pgame.ito dos encargos p-
blicos da colonia. Toda a propriedade he
hereditaria com osonus que Un; ;3o inhe-
rentes. Asiilhas pdem suceder aos pas,
com a condicSo d que se eaaem no prasti
le dous annos com um colono em esUdo de
Satisfacer aos seos deveres militares. Se au
pratiearem assim, cumpre-lhes vender a he-
ranca. Na falta ,lc lierdeiros vollam a< Ier-
ras ao dominio do Estado, que dispe del
las como lhe convni.
Que i', entre OS szcklers da Transyilvania,
tem mais extenso direilo de heranca, posto
que nao possam testar nem vender, sao os
vlsinhos que os herdsm, o cujosbens vol-
tam de novo ao Estado. Nos regimentos
romanos do principado, dominara s tenas
que no peilencem aos colonos nobres as
leis das colonias hngaras e croacis. Ape-
gar disso faiem-se os irendamenlos em
snbdivisoes sem regia lisa. Nflo cxislem
alli assuCiacS constituidas, ao menos
quanio posse em commum. Finalmente,
asque.-les sobre propriedade decidetn-se
u is povoaces em juiisdcc, ordinarias
do pai', ao passo que as fronteiras cromas
e hngaras s dependen), al nos seus mais
pequeos sociaes Ha JurisdicSo da auton-
dade militar, lie assim quo a colonia Iran-
svlvania conserva o sello da origen) confusa
de que procede. Fura disto to las i s colo-
nias seinelliam urnas as outras no principio
e lim de sua lnstiluit}80.
Oselfeitos desla legilacflo sfio geralmen-
te sal..tares e progn ssivos, gosan lo-se mais
commodidades as colonias militares do
que na Hungra. N3o ha alli mendigos,
nem vagabundos. Ascasis estilo construi-
das com limpeza, tem muita claridsde, e
algunas s3o mobilisdas com esrr ero. Os
pomares as vinbas, e as oui inas revelan)
grande cuidado no cultivo. Em algumas
partes Sfio 13o boas as estradas como as oie-
llioresruiisd.i archiducado da Slyria e do
Tyrol ; e sabido lie que estas polem com-
pararse, sem exagersr;ao, s nielboivs
Europa. Observa a cada passo t3o praaen-
leiro estado dus colonias militares quem,
vindo do coraco da Hungra, alravessa em
l'elerwardein para chegar por Carlowlz e
Semlioi a Uolgrade. Quea. v alJeias Ifio
regula'es, campias povoadas do gente
bem vestida e feliz, e estradas feilas com
tanta perleico, julga achar-si 1)0 maio da
civilisac.30. Se coa.ludo, em vez de alre-
vessai o D.nubio em Semlim, seguir pela
ribeira esquerdu do rio, na exlensilo dai
Mesnadase l'rsusylvai.ia meridional, aleas
fronteiras da Moldo-Valaquia,vera que iei
lodos os regimentos se acnam ein t3o pros-
pera ronicfio como a dos daSmirnia. A
grande esciavidao e miseria que pesam so-
uro a casta louuiaua da Traiisylvania esten-
dsma sua influencia p*' os regimentos
roumanos e neklers, formados das closses
A revoluc.lo social que se esl realisando
m Austria podo dar novo impulso riqueza
das colonias. A condicSo moral destes es-
tabelecimenlos lie boje 13o extraordinaria
como digna da mais seria attenrjao. 0 vin-
culo das castas, lingua e religi8o, nne es-
trettamentn o povo das colonias militares
s |iovoac>es da Croacia, llungria eTran-
svlvania. A viainhantja, contacto diario e
ruilas veaes o parentesco mantem estas
preciosas relaces, sem que a dlversidade
derelMoea possa prejudica-las em cousa
alguma.
As ideiss de nacionaldade que agitam
hoje as tres castas llyria, magyrla e rou-
maoa. vieram dar esles sentimentos urna
KreceSo systematca. 0 movimento polti-
co penrtrou no centro das colonias milita-
res. Os cabecas de. partido e todos os quo
se cecupam de negocios pblicos, cinhece-
ram o grande apoio que poderiam alli en-
contrar. Tanto os eserplores como os ho-
mens do accBo n3o cessam de nrodigalsar
livores aquellas povoacfles vrs, que as
ultimas guerras tanto honraran) os lllyrios,
Itoumanis e Magyares. Os lllyrios contam
pouco mais ou menos 800 mil almas das
1:300,000 deque se compocm as colonias.
O numero dos Roumanos sobe a 200 mil.
Os Mngyares s3o menos numerosos e nflo
exceden) a 100,000. As tres castas que as-
si n forma tu Ires partidos mu distinctos r-
valisaram em ardor no debate das questOes
polticas em que chamavam sua causa os
regimentos que as representan!, corros-,
pondendo o uiais complecto xito a seus
estoicos. Dirigiam-se ellas a povoaces
que, sujeitas a rgimen especial bastante-
mente rigoroso, conservaram ou adqueri-
lam lodosos hbitos da lib-rdade que dis-
tinguen) os habitantes da Hungra dos la-
vradores das provincias nflo constitcionaes
.la Austria. Ainda que mu restrictos sejam
os direitos de que gozam os colonos, ou quo
delles so moslrem pouco zelosos, nem por
issoJeixam e gstamele a semelhante res-
peito discursarem. Nunca fallam dos no-
bres hngaros sem misturaren) alguma
quesillo Te poltica, ou de pleito termina-
do, existente ou previsto. As classes agrco-
las lambem conlrahiran genio pleitean-
te e quasi igual tendencia pelo eslado
do direilo. O mismo succedn as colonias
militares a sua legisUcflo foi Iraduzi la
nos idiomas nacionaes e todo o cabeca do
familia sabe quaes s3o os seus deveres, o-
hugac/ies o privilegios.
Se algem preten lesse inlroduzir o arbi-
trio na legisUcflo, qualquer individuo po-
da contra isso protestar com o cdigo na
mo. ,
Os aguadores polticos tinham a maior
certeza de que serian) atlendidos as co-
lonias, quando Ibes lallassem em questOes
de castas e do direilo municipal, que mui-
to preiulein com a nacionaldade e legis-
acio dell is. Os ollciaes. muitos dos quaes
peitencem a classe dos colonos, lambem
nissose interssato, participan) das espe-
ramos do porvir que germnifio em toda
a parlo do solo hngaro. Recebe n e leem
os peridicos lllyrios e magyarea de Agraat
ou l'esth, a Ga$Ui transylvania de Crons-
tsdt que advoga os interesses roumanos,
gozando da inesma lberdade de fallar quo
tem o viajante na Hungra Qual sera o
resultado de ludo isto ? So os successos
podem resolver semelhante questao, sen-
do comtudo indubilavel que actualmente
inanifestaui tendencias as colonias milita-
res da Austria, para se converlerein em
gualdas nacionaes do illyrismo, magyans-
ino e romanismo. listes povos, porem, nao
Ibrtnain um s corpo, nem estilo miisuni-
los do queoslres outros de quem proce-
den) Os regimentos illyrios, ou romanos,
nflo s nao sympalhisao do forma alguma
com os regimentos magyares, como lam-
bem alimentan) contra elles as paixes da
sua casia, com quem eslo unidos por ms-
linclo e condiQo.
A identidade de interesses conduzra os
lllyrios a enleuderein-se com os Romanos
para mallograrem as prelen^Oes do magya-
rismo ; porm a sua inexperiencia, tulli-
dez e heslUCflO n3o permittom contar com
semelhante ellianea. Taivez quedndoos
Magyares orelhas a alvitres mais concha-
dores se exlinguflo os odios, e com elles
as causas quo os provocaran). N3o asso-
mou porm anda esto da, e anda por
alcum lempo liaveri nos regimentos da
ironleira Ires estas, tres pensaiueiitos, tres
voiilades mu divergentes, e n8o sera exa-
geraeflo odizermosquetres baudeiras.
Os cstabclecimeiitos coloniaes da Russia
lizem do norte ao sul, sob o meridiano de
S l'eteisburgo, nos governos de Novogo-
rod, Witebsk, Mohilew, Korikow, Kiew,
l'olodia, e Kerson, vindo assim a estar pr-
ximos a Paloma, Austria o Turqua. Ha
notorio que a questao de lugar foi objecto
das mais serias relexOes, e que fa decisSo
que sobre ella houve foi dictada pelos te-
mores ou esperanzas da Russia uaquolla
paito da Europa. O imperio he immenso,
e os recrulas por substituido, mandados
de leste, ebegam lenta e dillicilmente as
Ironleirasdo oeste e sul, aonde devecon-
cenliai-se toda a acgfio do poder. O go-
verno eslabelecendo as colonias neste pon-
o de ser atacado de
acquisijOes, sem coutar os prados. Urna'agrcolas dos principados
lo, quiz evilar o peng
improviso naquella fronteira dos seus Es-
tados. Quiz por isso crear urna grande
iorga do que rapiJameule pudesse dispor
para todas as eventualidades.
Na nova fundarlo conservou as antigs
colonias do Caucaso o seu primeiro destino
isto he, a guarda das fronteiras. Cotnpe-
seella de tribus boilicosis, sujeitas pura e
simplesmente ao sorvico mililar, com o
qual se accomodam por nflo terem outro


iW
MEJHf.l-iCC
remedio. Par com as rollonins, propria- cerca de 20 milhca de almas. F.te pensamen-
mtnte ditas, foi preciso srguir diflerente t>, anda que algum tanto adlantado na prali-
inetbodo, e fis como se proceden. Rcccr- ". pode nao parecer pralicavel.prlnclpalmcu-
reu-se. u con bitu580 de elementos perfei
Unenie disliorlos; aujeilou-ae una povoa-
g3o a tutra ; foram uirnduzidos nas fami-
lias agrcolas soldados lirados do exercito
regular; os camponezes de colonia, que
erain, corlo, os menos misuraveis do im-
perio, foram alliviados dos tribuios que
deviain o I sin!<>, sendo pm cambio, obli-
gados a rereber nos seus lares cerlo nu-
mero de regimenlos.
Os principios da propriedado feudal fo-
ram respeitadus no que linham de bene-
ficioso. Todo o colono be similor da sua
beianca. Divido a Ierra em porrees igua-
es, que se subtiviilem, e sao cuida Josa-
menio exploradas e tratadas. Sequalquer
lavrador nSo tem o gado nem os Instru-
mento! necessarios para o ainanbo de urna
granja inteira, dividem-a ao meio, ou em
quatro partes, associando-so a oulros lavra-
dores, e supportando assim todos juntos
os encargos publiros. Pelo contrario, se
liin camponez disi e de mais moios de cul-
tivado do que os necessarios para urna
granja inteira, obtem logo outra, sem que
I or ISSO se liio augmeiitem os onus- A
granja conlm ordinariamente 60 decetints
nos legimentosde infantaria, c 80 nos de
cavallaria. Accrescetita-se a isto o gozo dos
prados, c os pastos, que perteocem a todos.
i-.'"Mi e o soldado s5o personag ns
que so no devem confuudir. soldado
ist sem pie em activo servigo, mais dedi-
ca o ii mi o que llir sobra no amanbo da
trra cmqueseacba estabelerido. O co-
lono sustenta o soldado, e so I lie iio tl
equipameuto e sold, que eslo a cargo do
tbesouro. Viio paga imposlos, mas tem
gastos consideraveis. Cunta em primeiro
jugara seu cargo o reparo e construcg3o
de estradas, pontes, ten.pos, escolas, e de
todos os edificios pblicos. Tambein cor-
re por sua cotila a mio de obra tecessaria
nas le ras que rada colonia para si reserva
e que em eitenso igualam o terreno co-
lonisado. Esta ultima obrigaco equivale
a doui diasde trabaltio semauaes.
Cumpre ter presente que o governo rus-
mi no, na fuudag3o distas colonias, fez os
primeiros gaslos do r stahelecimenlo ; quiz
auxiliar os camponezes, ass'guiando aos-
mais pobres os meios de poderein salisfa-
zer ao seu airendaniento, e maiiulenco
dos soldados : tratou assim de prover so-
lidamrnte, nao s ao smenlo das povoafes,
uni 1,111.1.i ni .1 feilura de obras de iinlni.nl.-
publica. Infelizmente a Inalituiclo pecca pela
Lase. KJo ser, de feito muilo precaria e dil-
licil mu,1, .11, .11I11 colono c sua familia peranle
0 soldado, boipede armado que a auturidae
lije iinpe? Vivir MlilfellO vendo-ae desl'arte
separado dos seus, e coiidemnado a vivir cm
perfeita coinniiiiiidade com familia desconhe-
cida ? Nao ser perenne maiiaueial de rixas a
obrigatpio do Iraballio pessoal a que o soldado
be uhrigadu em dias em que nao tetu servido?
Se algumas vetea o soldado se liga familia por
es 1 re: tos lacos, se lema de ser eso a o lio casando
com a ti lita do colono, taiubem por isee outras
vezes busca a uiiilber n'oi.tra p..rle, tornndo-
se ento mu lio.|.r.li- para o colono, e nao mul-
to commodo. nssiin se forma nina familia que
11111111,1 o.1 o n- se auxiliam, al que com o andar
dos t 111)1.- se conluudam as povuacoes, dcaap-
parcctiidu toda a distinccao entre soldados e
colonos, como j succede na Austria ; porui
antes que eht gue esta poca bao de succeder-
se muitas geia^es.
Anda que se descorra agora cm bypothese
acerca desta fusAo os vicios da instituido nao
ti, u un de existir. As coac^oes morats impos-
tas pela Irgislaco conlinuaiu a ser excessivas,
c a liberdade a nao ter descnvolviinento. Sub-
inellido o colouu a jurisdiefo militar nial* iln-
ra, c a mu rigorosa vigilancia, vive cercado de
permanenlcs estorvos. K l.i deixa-o quasi si'111
vonlade livn- ou s Ibe cousente o uso di II1
cmassumptos de pequea in.mla na vida priva-
da; a ponto de que o colono nem liberdade
tem de cscollier prolisso. O. destinados a tra-
balbos uiaiuiaes sao mandados pela adminis-
trado do regiment, e segundo as piccisocs da
colonia, apieiulei o olUtio a que os dedicam.
ISiigiiem pode permutar nem vender o que llic
anbia sem especial autoriia(fio,
i-1 1 inimobilidade de tenas ede pessoas nao
be o tnico obstculo que se oppOe ao deacn-
voh 1 un iii.i 1 11 jin /a colonial. Nem a todos
os regimenlos coube solo igualmente fecundo.
Alguus estabeleceram-se em paizes pantanosos,
que precisaran! desde logo ser descocados^ e
que anda se conservan! rebeldes a toda a casta
Ue cultivo. Os meios de piodutco sao 911111-
inamentc estassos, e a falta absoluta de vas de
communicato obsta a toda a qualidade de per-
iniitacoes.
A aiiioi ni nli- central lein i|uerido melborar
to penosa siluaco, e os imperadores |ue rei-
nan desde 181(i lio feito ueste sentido lodos os
sacrificios compativeis com os recursos do llie-
souru. As colonias goveruadas com algum zelo
avantajaram-se s outras 110 que diz retpeito a
progn-ssos pbysicos. Assim acontece com as do
governo de Nuvogorod, pouco distanies de Sau
Petersburgo, que sao h .|in ulemenle inspec-
cionadas pelo governador. a'cusa de algum
gasto tratou-se de illudir o ciar, fazendo-llic
ver l.-i tunas que nao existalo, platicando este
lainin in o mesino para deslumhrar os habitan-
tes da capital, e os viajantes privilegiados que
se piopuiiliam a visitar os eslabeleciiiieuios cu-
1 .in.ii do imperio. Se riles subissem |iara o
sul al Kerson, obscrvariaui bem diverso es-
pectculo.
lio 1814 quiz o imperador Alexandre julgar
por si inesmo do eslado das colonias ; mas co-
mo a sua visita era esperada, toda a admiuis-
11,11,,ni se 1 .'/ em nioviiiienio. Que bavia la/er-
se para ocultar ao soberano o verdadeiro esla-
do de cousas? As alleias combinaran! entre si
sobre o ineio de melliotarein as estradas, fin-
lando-se para darein boincns, rapazes e caval-
gaduras que se cmpregasseui em lu iiielhora-
mento. II. isto oque regularmente se platica
em cada lnspec(o. Todos os bracos se oceu-
11:1111 ento no reparo dos camiobos, pontes,
edificios pblicos, c lanibem em arrancar as
arvores dos monles para as collocar ao longo
,jas estradas.
As colonias militares da Rusta consideradas
no seu lodo, distam ainda muilo do estado Io-
resecnte a que as prelcndrraiu elevar; oque
nada maravilha allendeudo ao pouco lempo
'IiiiiiiiiIiiii de existencia. A P.uropa oriental
divo estar de atalaia, pois aquellrs cslabeleci-
inenlos tem ainda grande desenvolviment
>o eslado n.iseravil em que boje se acbaui, af-
1,1:1..i-ml quederam, com a jiovoaco de dous
inillirs de habitantes, aforra de un > 200,000
Imiin ns armados, que em poucos das pode
coucenlrar-se nas iroritciras da Polonia, Aus-
tria ou Turqua. A Russia nao quer, pois, limi-
ta r-ie s colonias lisenles: pelo menos all i-
lnii'-si- Un- pcnsameiito muilo mais arrojado.
Propoe-se a erigir a colonisavo em sistema, e
Concebeiia talviz o plano de colonisar todo o
exercito com todos os lavradores da colnni.i
n'uma zona temperada, que se estendesse do
Kallico ao (.aucaso. 1 lli.nla a qursto por es-
te lado, toiiiaaspecto mu tt-riivel, ponjuauloo
exercito russianu nao dcixa de ser uumeroso,
lo enm tao collossacs proporefles. lie cointudo
de crer que a colonisaro nao paie no ponto em
que se acha, c que antes se estenda at os li-
mites do possivel. A autoridade imperial em-
prear todo o seu poder c a energa do pas
nentc ohjecto.
lie rcrJade que a nobreza russana vio com
recelo o rstabclecimento das colonias, c que
nao olhar com man favor para o seu desen-
volvlmento. Mais de urna-vez as denunciou ao
imperador como perigosas para o poder. Nao
podem un da as colonias de Novogorod, pr-
ximas a San Petersburgo, delxarein-se corrom-
per pelo espirito publico, ou extravarem-sc
pelos enredos de algum general popular c am-
bicioso? INo poriaiu ueste caso a ordem cm
grande perigo yueui responde porque os co-
lonos nao representasiem nas grandes resies
o papel de pretoriauos ? A lingoagein da nobre-
za nao era dictada por temor sincero e deslnte-
ressado. O que ella nao quer be perder parte
da sua influencia com o novo modo de recrutar.
No he di- rsii-anliar que as vanlageus ollere-
cldas pelo governo s colonias militares tenhain
alguns inconvcnienlcs em compensajo. Us
principios que Ihes servem de base sao multo
arbitrarios, e altamente injustos. Ainda que
fosse completa a fuso dos soldados com os co
tonos, c gozassem todos de Iguaes coinmodi-
dades, nao deixaria o rgimen legal de serop-
pressivo e vexador, carecendo de una reforma
radical. He isto grave, porque nao be propria
a poca para comprimir as quexas dos campo
ocies colonlsados do estado, c conserva-Ios em
absoluta resignado, quando he certo que os
rigores da cscravnlo comecam a ser vivamen-
te odiosos aos rampoiion s e familias particu-
lares.
Mais de urna vez se manlfestou o desconten-
tamente, e por vezes tem elle degenerado em
lu bu leticia, negando-sea obedecer s colonias
do norte, que sao as mais afortunadas. Km
1831, durante a revoluciin da Polonia, bouve
n'iiin ponto demsnslra(es significativas, a-
iiii aras di- agitaran, sendo priciso que o ines-
mo czar acudisse ao meio dos amotinados, a-
companhado de mu s ajudanlc, para mais to-
car nas 1 ni 1g1n.11 .o- com o passo temerario que
dava, reslabelecend.1 assim a ordem. Estas
manifestares nao mili un carcter verdadeira
mente polilico, e eraui antes o esuliado das
vcxafes causadas por alguus actos arbitrarios
de .nl.iiiiii-.lr.irao. Notava_-se, porlll, ni ludo
nina tendencia cujo fu 11 nao poda occultar-se.
Oualqucr que seja o curso dos acouleciiiien-
tos, be certo que as colonias militares da Aus-
tria e lius.1.1 devem ligurar na polilicd desles
dous estados. Foruiam ellas, numericainciite
fallando, a terca parte da sua forca militar, e
possiiem as mais favoraveis condices polticas
l>ara alcancarem grande fur(a moral de que
mo deixaro de fazer uso. Todava, nao sao
iguaes as vanlageus a inconvenientes que de-
vem esperar os dous impelios, cujas situares
polticas sao diversas, correudo mui varia for-
tuna.
(Do Jornal do Commercio.)
ALFAliDEGA.
Itendimento do dia 7.....6:354,873
Descarrtgam kojt 8 de Janeiro.
Patacho Holian bolacbnlia.
Polaca ~ Lince -- vinho.
Briglie Pauliie -- niercadorias.
Br gue -- G fohition bacalbo.
lirigue /'. Mullira -- idem.
Becuna BtretUet sabio, fumo e tou-
cinho.
I; 11.'i. o Nereida mercadoiias.
ltate Anglica idem.
CONSULADO GERAI .
Itendimento do dia 7.....3:34M"8
inversas provincias ..... 108,561
3:451,039
RECBBEDORIA DE RENDAS f.EKAKS
INTERNAS.
Itendimento do dia 7...... 433,414
CONSULADO PROVINCIAL.
Kmidtmento dmlia 7......2:379,200
Vloviineiito do porto.
Navios entrados no dia 7.
Cmara gil)') 2 das, hiato nacional Capri-
choso, meslre Hiplito Jos da Silva, car-
ga issuesr.
Buenos-Ayres 32 'lias, brigua dinamor-
quei Ida Emma, capitiio D. ElUll Book,
carga carne secca.
Itio de Janeiro 18 das, escuna nacioiml
llerenice, oapilflo Filippe Nery de Olivei-
m, carga vatios gneros. Passageiro, o
cotnmissario da armada Jos 'fheotonio
da Silva Rnrges.
R. G. loSul -- 31 dial patacho nacional Eu-
lerin, capil.lo Manoel Luiz dos Santos,
carga carne. Passageiro, t escravo a en-
tregar.
Londres 40 das, barca ingleza llurreton
Shillon, capitao Verril, em lastro.
HDlTAtiS.
e a povoa[o dos dominios da colunia he de | ftclvr itui/m r
O lllin. Sr. inspector da thrsnuraria da fa-
zeuda provincial, em eumprluu-nlo da ordem
lo Exiu. Sr. presidente da provincia .:,.'..:.
dezembro prximo passado, mandafazer publi-
co, que nos das 'I, 22 c 23 do crreme ir a
l-i 1 peranle o tribunal administrativo da
mesma iliesmnaii para ser arrematado a
queui por menos lizer a pintura da ronte pen-
sil do Cachang, avallada em 385,000 rs. e sb
as clausulas especiaes abaixo declaradas.
-As pessoas i|ue se propozerem aestaarre-
111^.11.1 mu .111, un na sala das sesses do ines-
mo tribunal nos das cima mrncioiiaUos, pelo
meio-dia, competentemente habilitada! na for-
ma do artigo 24 do rrgulameulo de 7 de uiaio
do prximo passado anuo.
E para constar se mandou afTixar o presente
e publicar pelo iiario.
Secretaria da thesouraria da fazeuda provin-
cial de pcrnaiubuco, 3 de Janeiro de 1851.
O secretario,
.-liii'imi Wltntra ti'Annunciocdo.
1 luusul.is eipeeiaei da arrtmalafo:
1." A pintura da ponte do Cachang ser fei-
ta pela forma sb as condices c do modo in-
dicado no orcaineuto apresentado a appiova-
tio do Exm. Sr. presidente, pelo preco de rs,
385,(00.
2.' As obras principiaro no praso de 15 das,
e si-i.iu concluidas no de 40, ambos principia-
dos contar da entrega do termo da arre-
matado.
3.* O-pagamento ell'cctuarse-ha depois de
concluida toda a pintura, e examinada pilo en-
genheiro.
4.' Para tildo o mais que nao est determi-
nado nas presentes clausulas seguir-se-ha o
iiue dispe o regulamento de 7 de mam de 1850.
ll.-r.ll.-. Ib de dezembro de 1850.
Oengenbeiro chefe da 2.' da seceo,
Joo Luit Vctor Litulhicr.
Approvadas pela directora em conselho, do
dia ni de dezembro de 1850. O director, J.ir
Mamede Alve /'trreira. //. A. Mittl. J- Luii
sg~2
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co, 31 de deiembro de 1850. Soum llimni.
Conforme. O ofcial, Manuel Jos ilnriins
Mbtiro.
Conforme. O secretarlo, Antonio Femira
f'.-llliilll' il; lo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
r.izetula provincial, em cumprimento da
Drdem do Exm. Sr. presidente da provincia
le 12 do corronte, manda fazer publico
que nos dias 21, 22 e 23 do Janeiro prximo
vindonro ir a pra?a perante o tribunal a 1-
ministractivo da mesma thesonraria, para
sqr arremata a quem por monos fizer a obra
do segundo lanco da estrada do norte, ava-
hada em 8:633,966 ris, o sb as clausulas
"speciaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem b esta ar-
rematoslo compareci na sala das spsses
lo mesmo tribunal nos dias acims mencio-
nados pelo meio competentemente habili-
tados na forma do art. 24 do regulamento
le 7 de maio do corrente anno. E para
constar se mandou afixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fszenda pro-
vincial de Pernamhuco, 16 de dezembro de
1850. O secrelario, Antonio Ftrreira da
AnnunciacUo.
Clausulis especiaet ia arremalacSo.
estrada sero feitos pela forma, sobas con-
ilii'i's, e do modo indicado no orcamenlo,
plaa e perliz, apresentados tiesta data a
approvaQ.lo do Exm. presidente pelo prego
da oilo cotilos seiscentos e trinta e tres mil
nove ceiosesessentaeseis mil ris (ris
8:633,966. )
> 2."Em todos os pontos onde a estrada
nova coincide.ou encontrar-se com o velho
caminho actual, dever ser dirigido o ser-
vico de mo lo tal que haja sempre um tran-
zito fcil.
, 3.u_as obras principirSo no praso de
um mez, e lindarlo no de oilo mezes, am-
bos contados do conformidade com o art.
30 do rpgulamento de 7 de maio de 1850.
n 4.0-Para ludo mais que nSo est deter-
minado pela presente clausula, seguir-se-
rta inteiramente o que dispOe o regulamen-
to das arrematacoss de 7 de maio.
Itecife. 25 de novembro do 1850.0 en-
ginhiro chefada segunda sereno. Judo Luis
Vctor Lieuthier. Approvado pela directo-
ra do conseliio no dia 3 de dezembro de
1850O director, Joic Iamtia Altes fer
reir.--h'lorianno Dsir l'ortier. Approvo.
Palacio do governo de Pernambuco, II de
dezembro de 1850.Soasa Hamos --Confor-
me No impedimento do ollicial maiur, o
ollieial Dominejos os Soares.
Conforme.O secretario, Antonio l'errei-
ra a"Annunciacdo.
OSr. inspector interino desta pagado-
1 ia militar de ordem do Exm Sr. presidente
deC3de dezembro proximmo passado an-
nuncia que tem de comprar para ser re-
mrllido paia a ilha de Fernando os gneros
constantes da relacffo seguinte: as pessoas
que taes objetos quizerem venler compare-
cam com as suas pro;iostas em caria fecba-
la nos dias 7,8 o 9 do correnle nesla pagsdo-
ria para ser preferido a quem por menos
dr.
Pagadura militar de Pernambuco, 4 de
Janeiro de 1851.--.No impedimento do escri-
vflo." O ollicial, Francisco l'ereira Batios.
Relacno dos objectos precisos para forneci-
mento do arm-izem do almoxarifado da
ilha de Kernando.
Limas chatas de desbastar, 4 dusias.
Ditas, ditas do 10 pollegadas, 4 dilas
Ditas, triangular surtidas, 4 ditas.
Ferro da Sueca ba-ra estrella, 4 arrobas.
Ser-ole, gran les, 6,
Madeira de Sicupira para 2 carros.
Tijoloa de alvcmria grossa, 8 mil.
Paos de jangada para a balea do servido do
porto, 12.
Cabo de caito de 5 pollegadas de grossura
para o servico da mesma balc<, 2 pegas.
I ni.millas para o auno de 1851, duas.
Pagadoria militar dii Pernamhuco, 4 le
Janeiro, de 1851. No impedimento do escri-
vflo. -- Oollicial, iouquim Pereira Pastos
O Sr. inspector inloiuo desta pagado-
ra niilitur tleordein do Exm. Sr. presiden-
le de 30 do dezembro prximo passado ao-
niiMi-ia que tem do serum vendidos em bas-
ta publica peranle esta pagadoiia os objec-
tos constantes da telacSo seguinle : viudos
da iln de Fernn 'o perlencenles fazenda
nacional por sor pioiucto da mesma ilha:
quem nos mesnios quizer lanzar comprela
nos dias7, 8 e9 do corrente mez nesla pi-
gadoria cojos gneros te acltam lecolhidos
na ru da Praa armazem do Sr. fardial on-
1 o poderao ser vistos pelos interessados.
Pagadura militar de Pernambuco, 4 de
Janeiro de 1851- No impe lmenlo do escri-
viii. -- O 1 llic,al, inii/uim Pereira llailos.
Relaco dos objectos viudos da ilha da Fer-
nn lo, abaixo declarados que tem Je sc-
lein arrematados ; a sabor:
32 saceos com 67 arrobas de algodSo de
carneo /
60 sacros com 60 alq. de milbo #
31 cooros de boi. n
150 pelles decarneiro #
47 dilas de cabras. /
Pagadoria militar de Pernambuco, 4 de
jone;ro de 1851. No impedimento do escri-
vao. -- O oOiclaJ, oaquim l'ereira Bastos.
Pela inspectora daalfandega se faz pu-
blico que, no dia 8 do corrente, depois do
meio-dia, se ha de arrematar em hasta pu-
blica porta da all'andega, urna caixa com
1600 oncas de phosforo, abandonada por
Aune Fradcl ; Rendo a arremata (So livre de
direilos ao arrematante.
Alfaudega de Pernambuco, 7 de Janei-
ro de 1851.--O inspector interino, liento
Jos Femandet Barros.
ieclaruydes*
Pela segunda secgSo da mesa do con-
sulado provincial se fax publico que os 30
lias utea 1 aia a cobranca, a bocea do co-
fre, da decima dos predios urbanos desla
cidade se linda 111 no dia 11 do curente mez,
e lodos os que deixarem de pagar al esse
dia o primeiro setcestre do correnle auno
linanceiro de 1850 a 1851, incorrem na mul-
la de 3 por rento sobre o valor de seus d-
bitos.
-Francisco Jos Silveira aclia-se em exer-
eicio de iuz de paz do primeiro dislriclu da
freguezia de S. Ir. Pedro Gongalves ; d au-
diencia nal 1 1 i,as e sextas tonas de cada
semana pelas 4 horas da tarde, no primeiro
andar do sobrado n 50, sito na ra da Cruz,
e ilr-.-|..u: ia 1,os das competentes, das oitu
horas da maulla, as quatro da larde,
Jo5o Francisco Teixeira acha-se cm
exorcicio de juiz de paz do segundo distric-
lo da freguozia do S. Fr. Pedro Concalves ;
l audiencia nas quarta-feras e sabbados,
ns quatro horas da tardo, na casa de sua
residencia, na ra dos Guararapes, o despa-
cha nos dias competentes.
CONSULADO D.\ CONFEDERACAO" SUISSA
EM PERNAMBUCO.
0 consol da Confederagao Suissa, inven-
tariante dos bens do falecio relojoeiro
Ulysses Droz, estando para proceder, daqul
i pouco ao leilo dos bens inventariados a
henefjcjo dos herdeiros do defunto, torna a
convidar pelo presente aviso, a qualquer
esson que linha relogio na mo do dito,
ou outro qualquer negocio, a dirirgir-sea
ra da Cruz n. 51, no consulado suisso, para
cntander-se com o cnsul a esse respeito.
Existe na adtninislragSo do correio a
appellago civel para o supremo tribunal de
justiga, entre parles Manoel Antonio Gomes
Ribeiro o Jos Ignacio de Barros Leite, e
nSo pode seguir o seu destino sem que pa-
auem o devido porte.
Lista gtral das cartas entradas al o ultimo
dedtsembrode 1850.
Anna Francisca de AzeveJo, Antonia Rita
Carmo, Antonia Francisca Cuedes, Anto-
nia '.Francisca Martina C, Alfonse Ber-
taux. A, Avigi Berpani, Agostinho Alves
Machado Aoaclelo Antonio Ferreira, Ama-
ro Cotilo Cabral. Arlhur FabiSo Almeida M,
Abrahflo Francisco Santos S, Augusto Nu-
triz Machado Aniceto Silva Beife, Antero
Medeiros Furtado, Alberto Blanco B. Alber-
to Jacintho Sonza, Alexandre Braz Mallos ,
Alexandre Jos Silva, Aureliano Almeida
Rodrigues S., Aureliano Cruz Barroso Au-
gusto Cardoso Moura, Augusto Franklii)
M. Aiigust Jacques I.., Augusto Muniz
Michado, Albino Ferreira Cunha, Albino
Jos Leite Albino Jos Machado B., Albino
Pacheco Ferreira Albino Silva Lial.
(CoiitinMar--Aa)
Avisos diversos.
Avisos martimos.
-- Para o Aricaiy sahe ateo dia 20 do
corrente o ltate Anglica por ter j parte
da carga prompja : quem quizer csrregar,
ou ir de passsgem dirija-aearua da Cadeia
do Horife n. 49, a tratar com Antonio Joa-
qun 1 Seve.
Para o Rio de Janeiro
segu viagem com umita brevida-
de o brigue nacional D. Alonso,
novo, forraiJo e pregado de cobre,
de primeira marcha: quem no
mesmo quizer carregar ou ir de
pnssagem, para o que olTerece ex-
cellentes commodos, (rata-se na
ma do Vigario n. 19, segundo an-
dar, com [Machado (k Pinheiro, ou
com o capitao Antonio Jos Perei-
ra Parobe, na praca do Com-
mercio.
Para Lisboa saho com a maior brevi-
dade possivel o brigue portuguez Novo
Vencedor, por ter o seu eirregamento qua-
si completo : para o n-,lauto e passageiros,
para o que offerece bons commodos, trata-
se com os consignatarios T. do Aquino Fon-
seca & Filho, na ra do Vigario n 19, pri-
meiro andar, ou com o ca, it.ni na praca.
Pan o lio de Janeiro sahe
com a maior brevitlde possivel o
pitaclui nacional Falente : para o
resto da carga e pssageros, tra-
ta-se com o rpilao a bordo, ou
com Novaes& Companhia, na ra
do Trapiche n. 34-
--Para o Porto sahe, at 19 do corrente,
a velona e bem conhecida barca Santa Crut:
quem na mesma quizer carregar, ou ir de
passagom, dirija-se ao seu consignatario,
Francisco Alves da Cunha, na ra do Viga-
rio n. II, primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro sahe, at o dia 12
lo corrente, a veleira galeota Sanlissima
Trindade, por ter a maior parte da carga
n-.iiii |.| .1 : quem na mesma quizer carregar
ou ir de passagem, dirija-sc ao seu consig-
iisUrio, Francisco Alves da Cunha, ra do
Vigario n. 11.
'ara o P.io de Janeiro sa-
be em poucos dias, por ter a maior
arle do seu carregamenlo promp-
(a, o brigue nacional Leo : quem
no mi su,o quizer carregar ou ir
depassigem, dirija-se a Joaquim
Ribeiro Pontes, na ra da Cadeia,
ou a INovaes & Companbia, na ra
do Trapiche n 34-
Para Lisboa sahe, at 19 do corrento, a
barca porlugueza Margarida, capitn Silve-
rio Manoel dos Res : quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, para o que
oflerece excelleotes commodos,dirija-se aos
consignatarios (iliveira IrniHos & Compa-
nhia, na ruada Cruz n. 9, ou au referido
capitn na praga do Commercio.
-- A barca porlugueza Carlota & Amelia,
da qual he ca pililo Caetano Caspar Pestaa,
salina para Lisboa no dia 19 do correnle
mez : para o restante da carga o passagei-
ros, para o que teui bons commodos, tra-
ta-se com os seus consignatarios F. S. Ita-
bello & Filho, ou ao mesmo capitao a bor-
do, ou na praga do Commercio.
Lcilcs.
- O leilo do Sr. L. Rruguiere, nSo ter
lugar no dia Bnnunciado.
Iielen lint Borllo fura leil3o por inter-
vengan do corretor Miguel Carneiro.dos ma-
is variados ricos e modernos gostos em obras
de alabastro marmore, pedra agalha ; bem
como um sortimento de outras variadas e
elegantes obras em barro cozido e enverni-
sado representando estatuas, lees, globos,
vasos, e oulros 11,tutos objeclos para ador-
nos de jardins, salas o palacios, -ludo do
mais apurado goslo, e viudos ltimamente
Ja Italia, quinta feira 9 do correlo as 10
horas da mandila, no seu deposito uo Atier-
ro da Boa Vista n. 53.
Jos Soares de Azevedo, proressor de
lingoa francaza no lyceu, tem aborto em
sua casa, ra das Trincheiras n. 19, um
curso de GEOGRAPHIA e HISTORIA o oulro
ileRIIETORICA e POTICA. As pessoas qu0
-lescjarem esluilar urna ou outra destas dis-
ciplinas, podem dirigir-se i indicada resi-
dencia aqualquer hora.
Precisa-se deumamulher paraoscr-
vigo interno e externo de urna casa de dou-
ca familia, nlo tendo por costume embria-
gar-sn : paga-se bem : na roa do Cano n. 36.
--Digo eu abaixo assignado, que desa-
partis socieJade que liona dado ao Sr.
Custo lio LourengoMacieira em minha ta-
berna, na ra do Codorniz o. 1, o que ser-
vir de prevengSo para tolos os Srs. que
leem sido francos em vender seus gneros
ao dito Sr. Custodio, pois que desde j de-
claro que nSo respondo mais por qualquer
negocio ou transaego que fagam com o
mesmo, e para lastimar minha aorte basta
o depennoem que me deixou. Deoa o aju-
de com o pralicar desta forma, o Sr. Cuslo-
lio be bom rapaz e perdoa a quem o enga-
ar, etc., etc.
Manoel Domnguez Pereira Ramos
Rallar & Oliveira embarcam para o Rio
Grande do Sul a escrava Mara, de iiagilo
Haca, comprada para os Srs. Medeiros ;
Lamia, a quem vai ser remettida.
-D-seaquanlia de 600,000 rs. a juros
sb penhores de ouro e prala : quem pre-
tender, dirija-se ra das Cruzes, taberna
11. 16, que se dir quem d,
-- Precisa-se alugar um sitio parto desta
praga, com casa decente para familia e com
algumas fruleiras, preferindo-se um que
terina capim : na ra das Larangeiras 11.
23, se achara com Iqucm tratar.
Precisa-se de um caixeiru que tenha
pratica de venda e que d conhecimento de
sua conducta : a tratar na roa das Laran-
geiras n. 23, do meio-dia s duas horaa da
tarde, ou dmanha al s 7.
0 abaixo assignado roga a todos os
seus ere lores Pie aprsentelo suas coplas,
para serem pagos, em sua casa, largo do
Carino n. 2, segundo andar.
Narciso los da Costa.
Quem precisar de um mogo portuguez,
solteiro, de 2-2 anuos e Je boa conducta, pa-
ra caixeiro de venda, ou mesmo para tomar
algumn por balango, do que tem inuiti pra-
tici, dirija-se a ra da Florentina, venda
iiniiii'i o 30.
Aluga-seo terceiro andar da casa da
rus do Rozario n. 30, com bons commodos
para qualquer familia : a tratar na ra da
Florentina n. 24, ou na praga do Corpo San-
to n. 17.
O abaixo assignado participa ao Sr.
Manoel Cimillo Pires, do engenho Coerra
do Ipojuca, quo hontem pelas'8 horas da
noite appareceu no engenho Velho de San-
io Amaro de Jaboato um preto que diz
ehamar-se Feliciano e ser escravo do dito
Sr. cima, por isso scientiflea-se ao mesmo
Sr. para mandar quanto antes conduzir o
referido escravo, cerlo de que protesta o
mesmo abaixo assignado no se responsa-
bilsar por qualquer extravio que possa
nucceder ao dito preto 6 de Janeiro de 1851.
Jo.e Francisco Pereira da Silva.
Precsa-se de serventes forros ou es-
cravos para o caes do Porto das Canoas, pa-
ga-se a 640 rs. por dia : a fallar na rus do
Collegio n, 8, primeiro andar.
No dia 29 de dezembro prximo pas-
sado sahioda casa do heverenJissimo Sr.
padre inglez, pelas 2 horas da tarde, o pre-
to Alexandre, o qual eslava alugado na dita
casa des le o dia 12, tendo estado os mezes
antecedentes na futidigo dos Srs, C. Slarr
& Companhia, em Santo Amaro. Este pre-
to, le nagSoS, Thom, he bem condecido
no Rio-Doce, he forte, alto, robusto e bas-
tante espeito ; supiOe-se andar escondido
pelas matas da O lado, fingindo-se forro :
quem o pegar, queira-o entregar a seu se-
tihor, Eduardo B0II1, ra da Cruz do Rcci-
I' 11. ". 1, ou na Boa Vista, casado Sr. Jos
Comes Leal, ra da Uirio, defronte do caes
novo, que receher alvigaras.
-- O engenheiro cor Jeador precisa de seis
serventes, qur livres qur escravos, pelo
salario de 640 rs. .* a tralar na ra atrs da
matriz da Boa Vista, segunda cisa annexa
ao o,tan da mesma.
Na luja de miudezas n. 16, da ra lar-
ga do Rozario, prcisa-se de um caixeiro
para a mesma, com pratica 011 sem ella,
portuguez ou brasileiro de fra da cidade.
Precisa-se de urna ama que tenha bas-
tante leite esem cria: no Aterro da Boa
Vista, sobrado por cima do funileiro, an-
tes de chegara matriz.
Aos pais de familia.
Josefa llenriqueta de Miran ia Barros par-
ticipa aos pais de suas almonas, que no dia
20 do corrente abre sua aula : qualquer pai
do familia que de seu preslimo se quizer
ulilisar, podur dirigir-se ra da Alegra
numero ix
-- Faz-se almogo ejantar para fra com
muilo asseio e promptidSo : na ra da
Praia, becco do Carioca, sobrado da es-
quina. Na mesma casa toma-se conta de
roupa, lano de homem solteiro como de
familia, cosem-se todas as qualidades de
costura, tanto de homem como desenhora,
e ensinam-se negras a engommar, coziuhar
e coser.
Precsa-se de urna ama, que saiha en-
gommar, cozinhar ecomprar: na ra das
Cinco Pomas, em frente a nova matriz.
Fugio no dia 10 do passado o escra-
vofcrioulo, de nome Jos, de 40 annos, al-
tura regular, cheio do corpo, olhos ama-
rellos, rosto bexigoso, ps chatos egrosos;
levou caiga de 13a escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de acu-
car, largo do Pclourinho, i jj-, de Ro-
niii Antonio Ja Silva Alcntara.
Collegio das orphaas.
A directora do collegio das orphfias, em
virtude do art- 38 dos estatuios do mesmo
collegio, recebe costuras de todas as quali-
dades, para as orpbSas apromplarem, as
quaes sero faltas com perfeigSo, e mais
baratas que em outra qualquer parle.
Aluga-se urna preta ou um moleque pa-
ra o servigo moderado de urna casa de pou-
ca 1 inilia : na Poule Velha n. 14.
Na 1 u de II n tas, n 54, casa terrea na
esquina do becco quu volts para a ra de
S.-Thereza, engomtna-se toda a qualidada
de roupa, por prego comino lo.
1
!



i! i
wmmm
100,000 rs. de gratificado.
Fugio n 7 do Minio de 1817 urna parda de
nome Valentina, a qual partencia aos bens
do fallcci'lo Jote da Silva Botellio, o hojo ao
abaixo i s ugnado, (mu os signaes seguin-
tes : alia, clieia do corpo, bem feita, bra-
cos e mitos compridos, cabello ( o quo lhe
chamam de cabra {cortado como de ho-
rnero, o no frente tem marrafascom pontos,
dentes miudos o limados, orna cicatriz de
talho as costas da mo direita, pelas bi-
xigas ficaram-lhe as marcas mais escuras,
isto be, no rosto, e lem o mesmo bcm lira-
do, tem ums manchas brancas em ambos
os carcanhares, beicos regulares, andar fir-
me ento ligeiio, olhos pretos e regularos
no tmanbo, a dita escrava he natural do
Paje de Flores, donde veio com idade de 20
a 25 annos, he lllha de urna crioula escrava,
de nome Josefa, a qual acha-se nesta pra-
ca, nSo se pode dar noticia da roupa porque
levou toda quanlo linha, inclusive sapatos,
cordfio e brincos de ouro : qualquer pessoa
que a pegar e trouxer na ra das Cruzes n.
36, primeiro andar, receber 100,000 rs.
de graticcio.
loo Carlos Mannho Palharet.
I O Medico do l'ovo O
jornal da propaganda homceopa-
m O tinca diatribue-se gratis na loja de O
. fazendas do Sr. A. F. Pereira, na ra O
" O do Crespo, n. 4. 5
C5oooooc?ooooe0t&oo
- Muga-so um preto para o servico de
. sorvete, tSo smente, pagando-se bem:
na confeitaria da ra estrella do Rosario
n. 43.
AtlencSo.
David Alves Falcilo Taques avisa aos fu-
mantes de boro gosto, que abri um depo-
sito de charutos da trra e da Babia, e de to-
das as qualidades que se procurar, como se-
jam : senadores, regala, melindre de yaya
de vintem e Ires por dous e de S. Felix.ec.
Na cidade da Victoria, esquina do becco do
Cspim, no corror da botica.
Nodia 2 do ebrrente furlaram do se-
gundo andar da casa n. 3. no Aterro da Boa
Vista, quatro garfos e quatro colberes de
prata, e um lenco de seda encarnada; os
garfos sfio de moldo e marca porlugueza e
ascolheresde moldee marca franceza:pde-
se a quem forolTerecido de apprehcnder o
participar na loja frauceza n. I, no Aterro
da Boa Vista.
l.ava-so e engomma-se com prompli-
dSo e asseio, e por preco muilo commodo,
tan;bem ensinam-se escravas a engommar :,
as pessnas que pretendorem, pndem diri-
gir-se a Fra de Portas, ra do Pilar n. 24.
Hrecisa-se de duas pessoas
que entendam de fazer tamancos :
na praca da Boa Vista, na primei-
; ra loja de sapatos, junto a venda
da esquina que vira para airas da
matriz.
O abaixo assignado declara ao respeita-
vel publico, que o brinco de brilbantes, per-
dido na Capunga, eannunciado no Diarlo
de 4 do correle mez eanno de 1851, foi
eotregue a pessoa de confianza do seu le-
gitimo dono, independente da gratilicac3o
promcltida de 50,000 rs.
Un iin Jos faite 'Guimarei
|fffVf**ff fV?WVVf
llomoeopalliia. *
Cosset Biinont, professor de bo- ^
y. nioeopalhia pela escola homceopa- ,je
& thica do lio de Janeiro, de volta de <<
&h sua viagem Franca, onde pralicou m
: "i- com os primeiros hoincoopallias da- <
> quelle palz, principalmente no con- .fr
<
<-
sultnrio do instituto bou coopathico
y, de Patis, poder [srr procurado a
j qualquer hora, em sua casa, Aterro i
^ da Boa Vistan. 26, segundo andar. 2
fb Os pobres recebcrilo consultas e .j
*> remedios gratis. (flSak u -- Prccisa-se de um felor para um sitio
no pateo do Collegio, casa do Livro Azul.
O abaixo assignado, tendo
de relirar-se p ra a Europa, pelo
presente convida a todos os seus
lleve dotes de vir ou mandaren! pa-
gar suas contas at o im do cor-
rente mez. Scasso.
Aluga-sc urna canoa que carrega mil
lijollos : quem a pretender, dirija-se a ra
de San-Francisco, cisa apajarada.
Precisa-se Je um creado nacional ou
estrangeiio, que seja de bons costumes e
d fiadora sua conducta, para servir una
casa de pnuca familia. Diriglr-se a ra das
' Tiincheiras, sobrado 11. 19.
Precisa-se alugar um moleque ou ne-
'gro feilo, que seja diligente e sem vicios,
para o servico do urna casa de pouca farti-
I lia : paga-se bem, irigir-se ra das Tf in-
icheiras, sobrado n. 19. (
Agencia de passaportes} e ttulos
de residencia. \.
0 abaixo assignado mudou ala resi
lencia da ra do Itangcl para a de Santa
i Hila, sobrado de um andar n. 14, e nella
. t-t.ntinud cun agencia de passaportes, para
eolio e fora do imperio, e titulo de resi-
Jencia.tudo com preste/aje commodo preco.
Clattdino do Reg lima.
|* aiii mmmmwmmmm*

-\ O retratista adaguerreotypo, U
I tendo de retirarse com bievidade
desta provincia, oerece-se para du- '''
I 1 'inic o pouco lempo que tem de re- &
i residir nesta cidade, ir tirar retratos 1
tt pelas casas das familias que os pre- t
S tenderen!, tanto na cidade como em %
qualquer sitio; as pessoas que pre- &
H teudeiiderein dirijam-se a ra da Ca- %
I dea do S. Antonio n 26, segundo ,
audar.
esquerdo alejado, cicatrizes na p e no
braco esquerdo, e~ outra no estomago de
uma facada ; quando falla finge ser gago,
muito prozista e cantador; levou carniza
de riscado azul e calc,a de algodo transado
listrado americano : roga-se a policia e aos
capit3esdecarrpose o virom de o negare
levar na malta da Torre, sitio do LeSo, ou
no Uecife, na run da Cadeia de Santo Anto-
nio, armazem de tiollos.
0 Sr. M, F. i), tenha a hondada de
mandar pagar a quantia do 11,600 rs. pro-
veniente do calcado que deve ha dous an-
nos, na loja quo S. S. nSo ignora : isto se
lhe pede, afim do evitar o troco a moda
que diz tom para pagar.
**v V vVv'vv'y VV V VV V Y V Y Vyy*
' t 'onsoltorio lo instituto lio- -e
iiieeopntliico lo Brasil. -5
Gratuito para os pobres. J
Ra do Aterro da Boa Vista n.47. '
Fundado pelo cirurgi3o Jo3o Vi- 2
cente Martins, primeiro secretario 2
perpetuo do instituto homoBopathi- 4%
co do Brasil, em 18 de dezembro de -G
> 1850, dirigido pelo cirurgi3o Fran- 41
W cisco Jos Rodrigues. <
-> Este consultorio est aborto todos g
> os (lias uteis das 9 horas da manhfla ^
> at ao meio-dia, nelle os pobres re- <-
-* ceberSo consultas e remedios de 4g
W graca ; os que uilo poderem compa- 4K
* recer por causa de suas molestias se- 41
rSo visitados em seus domicilios a "*
;> toda e qualquer liora do dia, part- ]s
: ^ cipando no consultorio, ou na casa 2
."> amarella, dofronteda matriz, tercei- <^
y> ro andar, na mesma ra. <;
-- Pede-se a quem souber o favor de de-
clarar por esta folha, em que lugar he a
residencia do Sr. Joaquim de Figueiredo
Lima, ou quem seja nesta ciJado seu pro-
curador, para se tratar de um negocio quo
diz respeitoao Sr. Lima.
Casa de commissSo de escravos.
Becebem-se escravos de ambos os sexos
para se venderem de commissSo, tanto pa-
ra dentro como para fra da provincia, com
a maior presteza possivel, por isso que se
offerece muita seguranza aos mesmos, tan-
to na fuga como na boa venda : a vista do
escravo se far o ajuste : na ra das Laran-
geiras n. 14, segn lo andar.
Precisa-se de una ama para cozinhare
comprar : na ruada Conceic3o da Boa Vis-
la 11. II.
Alfonso Jos deOliveira, professor ju-
bilado de geograpbia e historia do lyceu
desta cidade, ensina primeiras leltras e
grummatica latina : as pessoas que de seu
prestimo se quizerem ulilisar, potem pro-
cura-lo na ra Direita, seguirlo andar do su-
brado n. 36. Aos seus alumnos avisa que
no dia 7 principia a leccionar.
>*"@Sft#f?S 4 '? fe#jf)
'iiiih Gnignour, dentista *
* l'raiicc/. oiTei*cc<^ cu prest! 9
W 1110 ao pulilico para tollos os #
* mlsteres le sua protlsso : #
pi'nleser procurado a qnal-
? quer hora em sna casa, na #
V ra largado Kozario, n. 36,
T sisiiikIo aiulai*. %
.
engommar, cosof, faz-r don-*, e que seja
capaz de tomar a sen mida lo cinta da ca-
sa, poisna mesma ex lile m escravos para o
servico, prefere-se h-anca a de idade, pois
une a vista de sua con lucta n trabalno so
fari o ajuste que merecer : a tratar na ra
da Cadcia do Itecil'e n. 56.
0 Consultorio hoinocopathicn, O
(9 ra do Collegio, n. 25, W
O Do Dr. P.de A. fabo Hoscoso. &
tj Oltr. Moscoso d consultas lodosos &
f'^ dias, Osdoentos pobres s3o tratados
X do graca. S serSo visitados em suas
** casas aquellos que nSo poderem vir
3' ao consultorio, ou que suas inolcs-
O lias n3o possam dispensar a p#s mi
O ca do medico.
Engomma-se e lava-se toda a quaiidn-
de de roupa com to to asseio e muita promp-
tid3o, oor preco mais comnio lo do queem
outra qualquer parle : na ra de Aguas-Ver-
des, n. 26.
e>^Si= XtL a=No
O
o
o
0
Aula paiticular.
Umbolina Wanlerley Peixoto. faz sciente
ao respeilavel publico que as ferias de sua
Illa, na ra da Cadcia deSanlo-Antonio no
segundo andar do sobrado da esquina do
(liividur n. 14, searabam no dia 13 do cor-
rento mez, e que continua a receberalum-
nas externas, pensionistas e meia pensio-
nistas, e a ensinar com zelo a ler, escrever,
contar, grammatica portuguova, cozer,
burdar e marcar de todas asiqiialidadi's, a
fazer Ubirinloe lenco de retroz. A annun-
ciantc contratou com os insignes artistas o
Sr. JoSo Itudrigues para ensillar a danr;a, e
o Sr. Amaro Francisco Itai/boza a msica
vocal e piano ; corjipromette-su tamben" a
fornecer aquellas de suas alumnas que se
quizerem applicar ao francez, desenlio ea
geograpbia, mestre com as babilitacdes
precisas. A anunciante o tnno pretrito
leve o rigosijo de suas alumnas apiesenta-
rem um adianlamento satisfatorio corno
pdem attestar os Srs pais das mesmas.
Chapeos de sol. 4$^
Kua doPasseio, n 5. >>jSf
.V'sla fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as c-
rese qualidades, tanto de sela como de
panninho, por presos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de hom gosto: estes chapeos
180 fe i to s pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
magfles servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em porcSo e a retalho : lambem se
concerta qualquer chapeo deso, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engefiho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar.
9 wvwmmmwwmwKtfw&^v&f;
O bscharel Antonio de Vasconcellos Me-
nezes de Drumond, advogado da relacao e
[mais auditorios desta cidade, reside Da ra
I do Hospicio- n. 9.
As tres horas da tarde do dia 30 do
prximo passado fugio da casa do deposita-
rio, Francisco Jos Arantes, o cabra do no-
me Pedro, perleucente ao Sr. Dr. Pedro Be-
i zerra Pereira de Araujo BeltrSo, com os se-
/ guintessignaes; cabellos caixiados, braco
ii A preta Joaquina, de 20 a 25 anuos
f do idade, alta, magra e fula, escrava
V- do Dr. Cosme de S Pereira, desap-
pareceu 110 dia 15 do correte do
v Monteiro, onde eslava lavandu roupa,
e da qual levou parte : roga-se as au-
toridades policiaes, ou a outras
quaesquer pessoas, que se a encon-
traren), a mandem levar na ra da
Cruz do lenle n. 53, ou na Passa-
4>> gem, em casa da viuva Brito, que 9
* mora defronte da Capunga, onde se 4
pagar qualquer despeza que por 4
$t ventura se tenha feilo. 4
Precisa-se de urna mullier que esteja
acoslumada a andar rom negocio do fazen-
das, assim como de uma preta moca para
carregar o laboleiro das mesmas : adverle-
se que as pe>soas cima referidas devem dar
llanca as suas conductas : a tratar na ra do
Trapiche Novo, armazem 11. 44
Aluga-se una sala para horr.em soltei-
ro, na ra do l.ivramento, n. 1, primeiro
andar : nesta lypographi, se dir quem
aluga.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra Direita 11. 20, com commodo para
grande.familia : na ra Direita n 93, pri-
meiro andar.
-- Piecisa-se alugar uma ama para casa
BOWMAN & MC. CALI.UM, engenhei-
ros machinislas e fundidores, de ferro mui
respetosamente, apnunciam aos Senhores
proprielanos doengenhos, fuzendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes eso res-
peilavel publico, quo o seu estabelecfmento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo oxercicio, e se acha com-
pletamente montado cora appHrelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita Confec(8o
das maiores pe?as de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Cali un
desejam mais particularmente chamar a
atteneflo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimento j prornpta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e m3o d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucQ3o.
Moendas de caima para engenhos de to-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
Cavilhes e parafusos de todos os tama-
itos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogilo e fui nos do familia.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e do repudio, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porles.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mSo e arados de ferros,
etc etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, liowinan & Me.
Calluill garanten! a mais CXacla eniil'ui lin-
dado com os mol les e dezenhos remettidos
pelos senhures que se dignarem de fazer-
Ihcsencommendas, aproveitandoa occasiSo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que lee ni
sido por ellos honrados, e asseguram-lhts
que DffO poupar3o esforz4 e diligencia.-"
para coutinuarein a merecer a sua conli-
anca.
OSr. Mancel Silvestre Ma-
chado, 011 seus herdeiros, qtteira
annunciar sua morada, 011 diri-
gir-sea rua da Cruz do Hecie n
49, primeiro andar, a negocio de
aeu interesse.
Alugc-se o segundo andar do sobrado
da rua do lianpel defronte da botica : a fal-
lar na rus do Cnbug loja de Joaquim Jos
da Costa Fajozes..
Perdeu-se, nodia 3 do corrente, uma
loneta de ouro : quem a adiar a poder en-
tregar no paleo de S. Pedro, casa do ciiur-
gi3o Leal, que recompensar generosa-
mente
-- Os abaixo assignados julgam nada dc-
ver a praca nem a pesso alguma do que
se obrigaram a pagar na occaaido da com-
pra da casa, pela extincta firma de Jos Fer-
nandes Povoas Se Companhia, ese alguom
se julgar ainda credor haja do apresentar
suas contas no praso de oito dias, poissup-
pOem ter pago a ultima conta em 5 de ou-
Sr. Jos \Ihio--1 dos Santos Villar;, que
commigo assignou no verso ; e como dito
meio bilhete se tenha dse ncaminh ido, ro-
go ao publico e com particularidtde aos
Srs. vendedores do billietes, n3o o nego-
ciern, no caso de lhe ter por sorte sabido
algiim premio.
Gaspar Antonio Vieira Guimariei.
Instrucco primaria.
O cstahelecimento de inslrcccSo prima-
ria, dirigido por Jos Xavier Faustino lla-
mos, no Aterro da Boa Vista n. 5, junto a
ponte, comeemos seus ejercicios no dia 13
do corrente. Disto faz sciente o anniinciaii-
te aos Srs pais de seus alumnos, aos qua?s
agradece a confian;a nelle deposita la. Es-
cusa-seo mesmo annunciaiit'i de formular
um estirado aimuncio recheiado de proenea-
sas, o se limita a declarar quo no seu esj.a-
belecimento contina a recebar alumnos
externos para primeiras lettras, latim e
francez, sendo estas duas disciplinas leccio-
nadas por habsis professores.
--Abrem-so e imprimem-se bilhetes de
visita e n qualquer carcter, rtulos e todos
osolijoclos que demandara preceitos calli-
grapliicos, retratos e quaesquer desenbos,
sinetcs typos emblemticos, ornamentos
ptra capas de livros, eafinal todos os ob-
jetos da arle de gravura em alto e bailo
relevo, e com delicadesa. As pessoas que
Tetenderem algunias "desUs cousas, diri-
jam-se a rua do Hruru, defronte da fumli-
cBo inglea, ou as seguintea lojas de li-
vros 111 rua da Cruz n. 56, na praca da In-
dependencia ns. 6 eS, e 110 pateo do Colle-
gio n, 6, onde se for misler poderSo deixar
seusnomes e morada para serem procu-
radas.
Co
ni
pras.
-- Compra-so uma escrava preta ou par-
da para fra da provincia, quo seja coslu-
reira, engommadeira e saiba fazer lavarin-
to, sen lo de bonita figura e mo;a n3o se
ulha a pre<;o, pois he para uma pesso ge-
nerosa : na rua das Larangeiras n. 14, se-
gundo mi lar
Comprani-se escravos de am
bos os sexos : na rua d< Cadeia do
Uecife, n. Si, primeiro andar.
Vendas.

Vendein-se duasherangas no engenho
Ctiiambuca, moente e corrente, e oulras
duas no engenlio RiaollO do Padre, todas
por menos dag avalfacfies : a tratar no es-
cri; torio da Viuva Caudoo 6 Filho, ruada
Cruz n. 66.
Vende-se uma halanga da folha para
venda cora os pesos al duas arrobas: na
rua larga do Bozario n. 50.
Vende-so uma preta de naci, de 22
annoa, sem achaques nem vicios, propria
para o servico de casa ou rua jun'o da
venda da esquina da Cambija do Carino e
pateo do mesmo.
Vende-se uma escrava reolbi la, de 19
annos e rom habilidades : na rua de Santa
Bita, sobrado o. I i.
Vende se urna creoula de muilo bonita
figura, boa mgomma icira, cosinba bem,
cose, faz 1.,v nulo e lambem doce o moti-
vo se dir o comprador, sen lo para fra da
provincia, una dita de 10 ai.nos com prin-
cipios de cuslura : na rua do Rangel n.
38, segundo andar.
Ii.ua do liozono larga n. ai
Vende-se una nrgrinha de II annos, mul-
to linda, rom principios de costura, pro-
pria para educar-se ou dar-se de mimo a
uma menina por ser muito es erta.
Na rua das Ciuies n. 22, segundo an-
dar, vende-se uma ptima parda de 26 an-
uos ro 1, 1 \cellenios habilidades ; duas pre-
las de nac3o de 20 a 21 annos, que cozi-
iiliain, lavam desabito e s3o quitandeiras ;
uma dita para todo o servico de campo ou
da praca ; o um escravo da Costa, bastante
robusto.
Vendcm-se relogios de ou-
ro e piala, patente inglez : na rua
da Scuz-illa Nova n. .\i.
-- Vende-se familia galega em barricas e
meias ditas, velas de espermacete america-
no e cha h y son de superior qualidade, em
lotes a vontade do comprador : no escrip-
lorio de M t ln-u.< Ausliu & Companhia, rua
do Trapiche n. 36.
Sement* de hoitalices.
Vendem-se semenles do hoitalices de to-
das as qualidaucs, ebegadas prximamente
do Porto, por preco muilo commodo: na
rua Direita 11. 76, venda da esquiua do hor-
co dos Peccados Mortaes.
AGENCIA
da fu mi 1 rao Low-Moor.
RUA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
tSete estalieleeimento conti-
a 16 annos, para caixeiro de venda: quem
quizer dirija-se a padaria defronte da foita-
leza das Cinco Ponas que se dii quem pre-
cisa.
-- Precisa-se de um feilor para um enge-
nho ou mesmo para caixeiro de rasa de pur-
gar, e que entenda do hortelSo : na rua do
Prsseio loja n. 21.
--Precisa-se alugar um prelo, que seja
bom cozinheiro, para uma casa de pones
familia. Dirigir-se a rua das Trinclieiras,
sobrado n. 19.
Precisa-se de uma ama de meia idade
para casa de hornea) solteiro, que saiba co-
lindar e erigommar : em Fra de Portas nu-
mero 86.
Passaportes.
A antiga agencia da rua do Bangel n. 9,
continua a tirar pasaportes para dentro e
fra do imperio, espacbam-se escravos e
liram-se fulhas corridas e ttulos do resi-
dencia, qur com prazo qur sem elle: tu-
do com presteza e preco muito commodo.
Na rua da calcada, cusa terrea defron
te do sobrado amarello, precisa-se de uma
ama forra para lodo o servido, ou de uma
preta captiva paia se alugar.
Eu abaixo assignado declaro, que en-
tre os bilhetes que me vieram do B10 de Ja-
neiro da 13." Inleiia beneficio da cidade
de hornera sulteiro, que teuba todas as ha- de Nlclheroy, escolhi o nteio bilhele uuoie-
bilidades uecessarias, bem como coziubar, ro 5656, no qual entrei desorillado como
ma a ha ver um completo sorti-
tubro da anuo passado.-MenduS iacieira. ment de moendas o meias moen-
. Precisa-se de um rapaz de idade do 14 das pira ongeolto, machinas de
engenho,
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
-------Na livraria da rua do Crespo n 11, ven-
dem-se asseguintes obras: Galera Uni-
versal, coller,3o de bellas estampas colori-
das representndoos Irajos de lodos ospo-
vos du mundo, as quaes podem servir de
flgurinos para os bailes de mascaras do pro
ximo carnaval ; o Recopilador, publicaco
encyclopedica |or uma .ociedade de lille-
ratns, contend excellentes romanees dos
melhoresv autores, poesas, biographias,
etc., quatro voluntes coi 4. encadernados ;
Histoirede Naiolon, 1 volume em 8.a com
rica encadernacao dourada e ornado de lin-
das g-avuras. Na mesma loja tambera se
ai liam a venda muitos livros de aula : tudo
por prego commodo.
Vende-se, por precis3o, uma negri-
nha de 13 a 14 annos, de bonita figura, sem
vicios nem achaques, a qual cose e he boa
mucama de casa : na rua da Concordia
quem vem da ponte, a esquerda, segunda
casa terrea se dir quem vende.
Vende-se uma casa na encruzilhada do
Arraial, robera de lelha, com quarto pro-
prio para venda, quintal com arvoredos,
larangeiras, jaqueiras, limeiras, pilombei-
rasooilicois, por preco commodo ; a tra-
tar na rua Nova, yenda n. 65.
Vende-se uma escrava de nacSo muito
boacozinheiraequitandoira, e um molo-
quede 10a 12 annos, proprio para apren-
der todo e qualquer ofilcio : na rua de Hor-
tas, taberna n. 52, so dir quem vende. Na
mesma ha uma poreflo de barricas vasias do
farinha, proprias pira asquear.
Ao pulilieo.
Km mui crescido numero contavam os mdi-
cos at agora moteitias incuraveia, contra as
quaes s er perinittido ao paciente resigna-
f ao para sollrer um mal de que j nao havia
esperanzas de poder libcrta-lo, e ao mtdico
philanlrupico a dor de ver minios de aeus se-
mentantes victimas de ni for midades, contra as
I 1 ios se declarava iiitpulente, podendo apenas
lamentar a finques* da iiilelligcncia liumaoa.
Mas, gracas aos progressos da medicina, gra-
tas ao elu de bonicos incansaveis, que, nao
desesperando da perfectibilidade da selencia,
se tem dedicado investigacan de remedios
que possam alliviar a I111m.1nid.1dc de alguus
males que a allligem, o numero das molestias
reputadas incuraveii vai de dia em dia ditni-
innnd.i. Assim, adiar depois de longos traba-
llios, de profunda meditaco e reiteradas espe-
nencias, inedicameutos que nos reslituaiu o
usa dos dous mais importantes sentidos deque
he dotado o lioineo, quando estes j se acha-
vam 110 supposto estado de incurabilidade e
niier menle perdidos, he por certo 11111 dos
maiores servicos que se podia prestar a liiuna-
oidade; rs o que eslava reservado a um hu-
meen philaotropo da cidade de Draga, em Por-
tugal, cuja Hienda, cujo amor de seus seinc-
Inantes se tceiu feilo geralmente conheccr. Os
remedios que ora ollercceiuos ao publico, nao
en ira ni naclasse daquelles que o vido e ousa-
do charlatanismo inculca com ioucos e drs-
compassados brados, e que o crdulo raigo
por ignorancia recebe na boa fe e sem discer-
niinento, aoll indo-so depois illudido; tein.po-
1 em. de oceupar mui distinelo lugar entre os
medicamentos que maiores beneficios prestam
ao homein : constam ellos dadissoluco aquo-
s.i de extractos de plantas medicinaes, de vir-
tudes mui reconhecidase verificadas O longo
uso, as continuadas e severas experiencias, 1
que por toda a parle tcem ellos sido subinetti-
dns, sem que uma s vez hajam falhado em
seus boiisrfteitos, e desmentido as esperanzas
que sobre elles tiavia fundado o seu inventor,
lhe leem grangeado coustantes e repelidos elo-
gios dos neos sabios e respeitaveis mdicos,
assim da Europa, como da America que uoiso-
oos abouaui e proclamam sua aeco sempre
certa e benigna. Um destes licores he desti-
nado a coinbattT as molestias de olhos, e tem
por principal virtude restituir aos orgaos da vi-
sao suas funecOes ; reanimar e faier reappare-
ccr em sua natural pcrfei(iio a vista, quando
esta estiver frara ou quasi extincta ; comanlo,
porcm, que nao baja cegueira absoluta com
lesoiganisacao das partes; nao menos til e 1
enrgico be para deslazer as cataratas, destruir
as nevoasc de proinpto debellar qualquer 11-
II1 ni im 1. o o ou veruielhidao dos olhos. Nao
o nis un dr nem estimulo na parte.
utro liquido reslilue a faculdade de ouvir
ossons so ouvido tocado de sordo/, anda que
inveterada uma vez que o mal nao seja de nas-
cenca, sem causar em lempo alguiu o menor
incommodo ao doente, e setu priva-lo de cui-
dar em snu negocios.
INSTRUCCOES PARA O USO DOS REMEDIO?.
U dos olhos f m;i rri/1-jr do modo seguinte:
O doente prla manlia, em jejum, uma hora
pouco mais ou menos depois que erguer-se do
jeito, tomar sobre a palma da mo pequea
poio daquella agoa e com ella moldar
bem os ollios, fazendo que lguinas gottas
caiam sobre o globo oceular : sem os limpar,
os conservar moldados ale que naturalmente
enxuguein: ao deitar-sc ,i nole prnticar o
mesmo : durante o lempo que usar do reme-
dio evitar n calor, aeco de fumaca c o vento .
far abstinencia de comidas salgadas, aicdas c
adobadas com especiaras.
O remedio dos ouvidos ser applicado do modo que
segur.
O doente pela inanha, uma hora pouco
mais ou menos depois de erguer-se, ainda em
jejum, far derramar dentro dos ouvidos qua-
tro ou cinco gottas do liquida, tapando-os de-
pois com algodo em rama ; noite ao licitar-
se repetir a mesma operacao. Durante o uso
do remedio evitar expor, os ouvidos princi-
palmente, aeco do calor e do vento, aliui de
evitar grande transpiraco, havendo cuidado
em nao molhar os ps em agoa fra linalmen-
tedeveobster-se de comidas salgadas, azedas e
adobadas.
hstes remedios cstao venda na botica de
Bariliolomeii Francisco de Soma, na rua larga
do Rosario, n. Mi, nico deposito em Pernam-
buco, pelo preco de 2,240 rs. cada vidro.
-- Vendem-se dous escravos mu mocos,
com ollirio de sapateiroe cozinheiro, e ou-
tro dito muito bom serrador : na rua do l.i-
vramento n. 9.
-- Vende-se uma excellente preta, quo
o o/i nlia o diario de uma casa, lava e he
muilo boa quitandeira, vende-se pela mes-
ma assim o pedir: quema pretender, di-
rija-se a botica do pateo do Carmo, defron-
te da igreja, que l se dir quem a vende,
n quem tero 400 at 500,000 rs. para dar a
juros de dous porcenlo, sobre penhores do
ouio ou prala.
Novo tratado de arithmeti-
ca commercial, ou desenvolvimento sim-
plificado de todas as regras de arilhmetica
relativas ao coir.mercio, acorapanhadas de
um grande numero da exemplos de exer-
rieios, os qnaes facilitara o methodo do re-
solver qualquer calculo que tenha relafSo
com o trafico mercantil, regido de molo a
estar ao alcance das pessoas qua so dedica-
ren! com algom ltenlo ao estudo desta
sciencia. por Paulo Perestello da Cmara :
vende-se na livraria do paleo do Collegio o.
6, de Jo3o da Costa llourado.
Camisas feitas.
Na rua Nova n. 35, loja de alfaiate, de Ja-
riiitlio Son res de M.inezes, he chegado um
completo sortimento de camisas muito fi-
nas, viudas pelo ultimo navio francez, e
feitas ao ultimo gosto de Parts, as quaes se
veodeni pelo diminuto proco de 2,500 e
3,000 rs.
Chegtiem a pechincha.
Ven Je-so superior lingoiga de porco do
sertao, a 320 a libra,- pagas superiores, a
200 rs. ; figos comadre,a 200 rs e outros
muilos gneros superiores, por procos ra-
soaveis : nos quatro Cantos da Boa Vista,
esquina de San Guncalio, venda por baixo
do sobrado n. 1.
Vende-se farinha de mandioca de su-
perior qualidade de S. Malheus, por menos
proco do quo em outra qualquer parte : em
saccas, na loja de Joaquim Itibeiro Pontes,
rua da Cadeia do Rectfe, e em medida, a
bordo da barcaca de virar navios, defronte
do caes do llamos.
Vende-se uma bonita parda de 20 a 22
annos.com algumas habilidades, assim co-
mo dous ricos espelhos grandes, proprios
para uma senhora se vestir, e um terreno
com 180 palmos de frente o 320 de fundo,
com alguna arvoredos, silo na nova rua do
Hospicio que segu ao palacio do hispo :
os pretendeotes podem dirigir-se a rua dos.
l'ircs u, 19.


4
UJTO1 [ ^ '
J-m
Vende-se arinba de man-
dioca de Santa Ca\harina, de mili-
to boa qualidade, a dous mil ris
a sacca e a mil oilocentos ris sem
a sueca : no nrmazem de Jos da
Silva Campos, ra da Praia n. 3a.
--Vendem-se duas negrinhns de 11 an-i
nos, sBbcndo una bem coser, marcar e fa-
zcr lavarinlo,[c a outra he recolhida ; 4
prctos mogos; um dito ptimo podreiro ;
duas pidas mogas, cem algumas habilida-
des ; e duas ditas de mei idade, que se
venden) muito em conta : na ra das La-
rangeirasn. 1*, segundo andar.
Bom e barato.
Vendem-se ricos chlcotinhos, pelo bara-
tsimo prego de 800 e 600 rs.; ricas grava-
tas de mola prelas o de cores, a 2,000 e a
1,600 rs. ; finsimas cartas francezas para
voltaretes, a 1,000 rs. o baralho ; finissimas
luvasde torgnl pretas, a 1,000 rs.; ditas de
pellica, fazenda muito superior, para ho-
rnero o senhora, a 1,000 rs. ; ditas para ho-
mem de fio da F.seocia, a 3-20 rs. ; bengali
nhas de junco, 900 rs.; charuteiras finas
douradas, a 1,800 rs. ; touquinhas de seda
prela para enancas, a 500 rs. ; penles de
tartaiuga para marrafas, a 800 rs.; earapu-
gas de seda prela para homem, a 610 rs
caivetes de machina para aparar penaR, h
800 rs.; penles proprios para suissas, KM
rs.; caixas muito finas de mussa do tarta-
ruga para rap, a 2,000 rs. ; caixinhascom
agulhas francezas, a 320 rs. ; leques finos
com plumas eespelhos, a 3,500 rs. ; mara-
cas pera meninos, a 240e 120 rs. ; e outris
multas cous's barata : na ra do Queima-
do, loja de miudezas n. 33, junto de eera.
Vi nde-se um bonito escravo, apto pa-
ra todo o servico e de 20 annos de idade, ao
comprador se dir o motivo da venda; c
um escrava de idade media, capaz de se
Ihe entregar urna casa, por commodo pre-
go : na ra de -^anta Hita, sobrado n. 14.
Tinta de escrever.
Vende-se tinta pret de superior quali-
dade em frascos, em porc.no e a retalho, por
muito commodo prego: na la da Cadeia
do Itecife n. 34, primeiro andar.
Msicas novas.
1 ii;t larga do Itozario n. 28.
Grande sortimenlo de msicas, as mais
modernas que ha e dos melhores autores, a
saber : variagOes para pii.no a duas e quatro
ma"os, valsas, quadiilhas, polkas, pegas pa-
ra canloria com acompanhaniento de piano,
variagOes para piano rom raheca, ditas pa-
ra flauta, ditas para violan e methodos para
aprender alocar piano; tamben) ha bas
musicas militares.
-- Vende-so a paitara defronle da fmla-
I. za das Cinco Ponas n. 154, com lodoso
seus peitences o com alguma fieguezia
vende-se para pag- ment dos seus credo-
res : a tratar na ni> sma.
Cdigos do commercio.
Vendem-i>e cdigos do commer-
cio brasileiro, que devem enlrai
em execucao em i de Janeiro de
i85i : no paleo do Collegio, casa
do Livro Azul.
Vende-se um sitio grande, cercado di
espinhos, com porliio de ferro, boa casa di
pedrae cal, bom viveiro, duas haixas par;
capim e muitos arvoredos de frucio : a tra-
tar do rr.esmo, no largo da Magdalena, eu
frente ao sobrado do Sr. Joaquim Viegas.
Hua do ozario larga n. 0.1.
Vende-se urna niulatinha de 13 anuos
muito linda e de bom genio, com princi-
pios de costura, propria para educar-se ou
dar-se de niimo a urna menina ; duas ir
tas mogas com habilidades ; urna dila bo
quilandeira ; um u uleque de 16 anuos, d
bonita figura e de boa conduela, o que si
alianga ; c 4 | icios bous tiabalhadoiesdc
enxada.
Vendem-se caixas com cen.
em vellis, fabricadas no 11 u> di
Janeiro, soi (idas ao desojo do com
orador ; rctioz da fabrica do Si-
queira, no l'orto, de todas as co
res : tr<.la-ie com Macbado & l'i-
nbeiio, na ra do Vigario n. 19.
segundo andar.
-- Vende-so para fura da provincia, um
escravo crioulo com 26 anuos de idade, fi-
gura bonita, sem vicios, ptimo para reari-
nheiro 1 or ser de batante Tarca, e uiuiti
vivo, a viata do comprador ae oir o motive
de se vender na rui Velha n 61, as 9 ho-
ras da n anliSa e as i da larde, ou na casa da
cmara municit al das 10 ale 1 da larde.
Vende-se urna escrava com 20 aunes
de idade, boa engoamadeira, coiinheia
costureira, sabe beui vistir urna senboia
facer todo arian|0 de un a casa cun perfei-
q2o : na Iravessa da tua Helia 11. 6.
Vendem-se iliapos de pallia
americanos, linos e de superio
qualidade: na ra do Trapicln
numero 8.
Boa cozinbeira e engominadeira
Vende-se urna bonita escrava, parda, d
20 annos de idade, com urna liihinlia de
me/es, a qual cozinha e engomma Ir;, Ir,
muito liel e nao lem vicios, o que lodos.
alianga; e 1 | n lo, mogo, mu lo robusto,
proprio para urmazem de assucar ou erige
nho, por ter muita Torga : na ra larga do
Itozario 11. 48, pnmeiio andar.
1 11 iiiia le mauriloea.
Vende-so supeiior familia ile Santa Ca-
lb.ii mu, por prego comniolu.a bordo do pa-
taxo nacional nereida, fondeado defionle
do caes do collegio, 011 tratar com Nuvaes
& C, ra do Trapixe n. 34.
Bombas de ferro.
Vendem-se hombss de repuxo.
pndulas e picota para cacimba :
na ra do lirum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de Ierro.
Ar.dos de ferro.
Vendem-se arados de ferro
difieren tes modelos
J{ 1 din ns 6, o c 10
machinas efuudico de ferro.
Chumbo de muirlo.
Vendo-seno armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim n. 35.
3o.
Graxa n. 30, a mais superior que al bo-
je lem vindo a este mercado, pelo esmero
que o seu autor tem ltimamente eroprega-
do. Ksta graxa he a mais prompta em dar o
mais brilhantee aturado lustro, assim co-
mo a melbor pBra conservar o calcado :
vende-se nos armazens de J J. Tasso J
nior, na ra do Amorim n. 35.
Chapeos do Chille.
Vendem-se por preco commo-
do, chapeos de palha do Chille,
muito alvos e finos: na ra do
Trapiche n 3^, a tratar com No-
vaesck Companbia.
Venile-sc superior farlnlia
gallega, em meias barricas : no escnplorio
do Deane Voule & C., ou em seu armazem
do becco do Gongalves.
Fumo em lolha para charutos.
Vende-se por preco muito com-
modo fumo em folha para capa e
milo de charutos, assim como fu-
mo regala, desembarcado ha pou-
cos das: trata-se no caes da al-
fandega, armazem n. I, de Das
Ferreira, ou com Novaes & Com
paulna, na ra do Trapichen. 34-
A l,Goo rs.
Vendem-se novos cortes de brim Ira liga-
do escuro com duas varas e meia caita corle
a 1,600; cassa franceza de bom goslo,a2,600
rs.; pegas de csgui3o de algudiio com 12
vaos, a 2,400 rs a pega ; cobertores de sl-
godio do cores, a 720 rs. : na ra do Cris-
po n. 6. loja ao p do lampeio.
Deposito ilc cal virirt-iii.
Na ra do Torres 11. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, anegada ultima-
mente de Lisboa no brigue 'farvjo-Terceiro.
Cnbecntlns inuTc/.a.
Vendem-se cahegadas inglezas rolicas e
chatas, loros e silbas de lila: ua rna do Tra -
pialie 11.10.
SSSF.
Farinha nova da marca SSSF, chegada I0J_'J5
ullimamente: na ra do Amorim n. 35, ar-
111. /em de J. J. Tasso Jnior.
I'olassa la Kussia.
mes \illr, estSo ge vendando fazendas que
nesta loja j existiam por menos a terga
parte do uns primitivos pregos, o entre as
muilas qualidades teem as seguintes por
estes 1 regos.
Jarros linos de banha 1,000
Fitas do sarjas, de setim e lafet
largas, vara 320
dem, de 4 dedos, vara 340
dem, da3e dedos a 120 e ICO
dem, do velludo estreila de
cores
l.uvas de pellica para senhora e
para homem
l.equcs de papel, cabo de osso
lino.
dem, deescomilha preta
Mein, de papel linos, cabo de
marfim.de 4,000 a 20,000
Chapeos de palhi finos.lizos, a-
bertos e bordados, de 3,000 a 4,000
120
500
640
400
na ra
lilil.
Cravalas de chitas 160
dem, de seda, prelas e de cores
dem, de couro de lustro para
militar 240
Sctins de cores lizos, covado 640
dem, branco muito boa fazenda 800
Sarjas de cores para vestido, co-
vado 1,200
Corles de vestido de seda brancos
para noivas. 30,000
Mantas de setim de cores mati-
sadas 8.000
dem, de sarja, dila, dita 10,000
Chales de seda furia e'es 4,000
l.uvas curtas de linho para se-
nhora, o par 160
dem, de seda aberlas para se-
nhora 320
Meias de seda abeitas branca pa-
ra senhora 1.000
dem, pretas para senhora 1,000
dem, para homem 1,000
dem, lizas para homem 1,000
dem, branca para dito 1,000
Carteiras finas de feixe 320
Spalos de setim prelos, o par 1,000
liotins gaspiados, prelos e de
cores paa senhora 1,000
Sapalos de setim branco para 1,000
menina 1,000
Chinellas de marroquim deco-
res para homem, 1,000
Chapeos de sol de seda para se-
nhora 2,000
I neos de cambraia de linho, 1 i-
1,000 a 3.000
dem, bordados com lieos 4,000 a 20,000
llem, de seda preta e de cies
' para gravata 3,000
Vende-se polassada Kussia, recentamen-'
te chegada, c de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche 11 17.
Cigarrilbos heepanhes.
SSocliegados os excellcntes eigarrilho*
heapanhea ao deposito da rus da Cruz, do
Iteccife n. 49.
Lotera le N. S. lo Livramenfo.
A os 5:ooi$ioio,
Na ra da Cadeia n. 46, lija de miudezas,
vt'iideu-se o meio bilhele n 1454 da lotera
de N. S. do Livramenlo em que sahio a sor-
to grande de 5:000,000 rs., e estfio expos-
toaa venda os afortunados billieUs o cau-
telas da 11 e.siiia loteria, que corre imprele-
1 ivelmenlc 110 dia 31 do Janeiro crenle.
Ililhetes 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
A 2,000 rs asacca.
Vende-fee farinha de mandioca,
em saccas grandes, chegada lti-
mamente, superior fazenda ; nos
armazens de Gouvea & Dias, e
Das Fe reir, no caes da alfande-
ga, a tratar nos mesmos.
Vendem-se queijos londrinos ltima-
mente cliegados de Liverpool na galera bo-
nita, assim como conservas de carne e fruta,
e mais outios gneros ullimamente cliega-
dos, por prego rasoavel : na ra da Cruz n.
7, armazem de l)awis& C.
Lavas de pellica a 24o rs. o par.
Veudem-se luvas de pellica de cor para
homem, a 240 rs. o par, em muito bom es-
tado : na ra do Um muido n. 16, loja de Jo-
se Dias SimOes.
Tiiixas para eng;eiilio.
Na ii.n ngfio de Ierro da ra do lirum,
acaba-se de recebar um completo sorlinien-l
Chicotes de junco ou cana para
carro.de 2,00o a 4,000
dem, de hlela para carro 3,000 a 6,000
lleiigallas linas de junco e
cara de 320 a 2,000
Chicles finos para monte-
ra, de 1,000 8 2,000
Um grande sorlimento de llores linas sen-
do caixos, ramos, rosas nara vestido, pe-
nas de mutas qualidades, bicosde Mondes
de todas as larguras, bicos de dentelle pre-
tos, estreilos e largos de mnilo boa quali-
dade para c'potiuho e maotellele.tudo mui-
to em conta.
-- Vende-se, por prego muito commodo,
a casa terrea 11. 30, sita na ra do Sebo do
bairro da Boa-Vista, nova, com muitos bons
commodos, eui chaos proprios. com grande
quintal lo lo murado, com arvoros de fruto,
cacimba de boa agoa e porlfio ao lado da ca-
sa para serventa independente : na pnu;
da Boa-Vlata, botica 11. 6.
Novas caubrnias.
Vendem-se ricos cortes de cambraia aber-
las com 6 varas e 3|4, de listas e ramagem
de cor, fazenda minio fina de liodos goslos,
pelo baialo prego de 4,000 rs. o corte, chi-
ta de cores muilo miudinhas, pannos mui-
lo finos, cores ixas, a 200 rs. o covado ;
Urina de linho amaiello, cor de ganga,
lista ao lado, fazenda mullo lina, pelo ba-
ratissimo prego de 2.000 rs. o corte: na
ra do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Dias.
A 6,000 rs. a sacco.
Vende-se superior arroz pilado
a seis mil ris a sacca : no arma
zem n. I do Dias Ferreira, no caes
da alfandega.
Deposito de cal e potassa
Cunha \ Amorim, ni ra da
Cadeia do Kecife n. 5o, recebe-
iiines acham-se a venda por prego com
modo, e com proniptulflo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Munida- -iipi 1 ioi'es.
-Na fund:g3o de C. Starr Companhia,
em S.-Amaro, achsm-se venda moeudas,
do canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muilo superior.
Ai da hiimanidade '
to de lanas de 4a 8 palmos de bocea, as'rampeos ulltmos navios de I..IS-
b3a Novo Vencedor, Carlota e
Amelia barra com cal virgem, r
vendem, tanto a cal como a po-
tassa, por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Vende-se a laverna de molhado da ra
do llaiigel n. 4, com poneos fundos, fazcu-
do-se lodo o negocio a contento de ambos,
Se niio fia Alexiindio Suma, descohri-! visto que lem de retirar-se o dono para fora
dor dos oculos pura nariz no secuto XVI, as da provincia : quem pretender dirija-se a
pessoas miupes, ou de vista caneada niio[ mesura venda que achara com quem tratar,
sahiriam de casa logo que soffiessem Ul Vende-so um cavallo rugo capado,
molestia, 011 ebegassem a coila ida !e, sb constante carregador bBixo, muito ardigo,
lena deandarem dando especUculo pelas] Pr 50 000 icis : na coxeira na Iravessa da
ras, servindo de bobos, ja pelas caricalu- ra de S. Amaro para a ra do Sol.
rasque uns lanan quanao qoi/.essem en- lie Iiaralissimo.
carar os objectos, e as quedas que dariam Corles de cazemira a 3,00 ris. cambraias
outros quando andassem ; como anda a- desoa a 900 icis o covado, meias de seda
preta e de cores para homem a 600 ris o
par: ua ra do Crespo loja o. 2, ao p do
aico.
Vendem-se bichas prelas de
superior qualidade, por metade do
preco por que os barbeirosalugi.m:
na ra da Cadeia do lenle n. 2.
Vende-se a laverna da ra da Lingoela
n. 5, com poucos fundos : a tratar na Boa
Vista ra do CumarSo 11. 7.
-- Na ra da Cadeia do Itecife n. 48, exis-
te paia veuder-se por piego commodo um
rico capote de setim macao, c bem assim
boas tualhas de lavarinto : quem quizei
comprar taes objecios, o deve fazer quanto
antes, do contrario os Dflo achara mais.
Na ra da Palma por detrs da ra de
Santa Theio/a, armazem n. 10, vendem-se
enxameis de 20 a 36 palmos, mSos traves-
sas do 25 a 32, caibros de 25 a 30, c oulras
madeiras, lud.sdu boas qualidades e pre-
gos II. Hilo cuuiiiiudiis.
Vacci.
Vende-so urna linda vacca lurina com
jeria j grande, ambas viudas da Lisboa :
conlee as uagOes aiilipotagas, que os ve-
Ihos a quem geralmnte accomrnelto tal
molestia nSo saheeui do copiar de suas ca-
banas ou residencias, e s servem de con-
sultorios, curandeiros ou outais bobeias. f.
de mais, como ao par do rpido progreuo
das sciencias e artes se poriB um miope ou
presbtero sem o auxilio do um par d'ocu-
los Itespoiida n medicina quer moderna
quer antiga : a simples ruflexilo a tal res-
peilo torna melanclico ao mais jovial pen-
sador, e be por isso que se rccomirienda
quem sofl'rer tal iucoinmodos os va procu-
rar, chegadinhos ha poucu, na ra laiga do
Itozario n. 35.
(raiile sortiinenlo le cliarutos
la faliriea le S. Flix, 110 ar-
mo zem le Crocco & Campanilla,
ruada ciu/. 11. 'i.
S3o cliegados a este armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, caga Ion s,
dcpulados, venus, sonadoras e soberanos
le Ha vana, 1 ni caixas de cen e 20, por pie-
gos rasoaveis.
I.lijiiidacao le fa/.cmlas.
Na ra .\uva esquina que volta pura
camboa do Calino, loja 11. 23de Antonio (o
livro
ha
para ver e tratar no sitio do Tasso, na Cruz
das Almas das Mocas.
Vende-se farinha de trigo
franceza de Marseile, a melhor do
mercado, chegada ltimamente as
casas de Lasse e do Saporiti: a
fallar como barateiro Silva Lo-
pes, na porta da alfandega.
Aviso aos fumantes.
Abertura geral.
A nova fabrica da ra do Rangel n. 23
acha-se aberta, contendo um completo sor-
timenlo de charutos vindos da Babia lti-
mamente, e dos mais acreditados autores
daquella cidade : portento os que sSo a
migos'da boa umaga l poderSo encontrar
ludo quanto he bom, levando o dnheiro n
mSo, nflo sequer fiado para nao ter l>'
assignado. <
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17,
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue Tarujo 111.
40,000 rs. a duza.
Verdadeiro e legitimo champanha A Y
em casa de Avrial & IrmSos, ra da Cruz
20- ., ,
Vendem se lOescravos, sendo 1 bom
molequede 18 anuos; 1 dito carreiro, que
entende do pedreiro ; 6 escravas do servigo
decampo; 3 pardos de 18 a 30 annos; urna
linda mulalinba de 12annos e recolhida,
que cose, engomma liso, faz bem lavarin-
to e marca de linha ; urna dita de bonita
figura, que engomma, cozinha e he reco-
lhida ; duas escravas de 18 a 22 annos, quo
engommam e coscm ; 6 ditas de todo o ser-
vigo de ra; e duas ditas de meia idade,
ror prego commodo : na ra Direita n. 3.
Loteria de N. S. do Livramento.
Aos 5.000,000rs.
Na loja de miudezas da praga da Indepen-
dencia n. 4, >endem-se bilhetes, meios,
quartos, decimos e vigsimos, que corre
impreterivelmente no dia 31 de Janeiro. Na
mesma loja venderam-se os dous meios bi-
Ihelesns. 1179 em que sabio a sorle 1:500/
rs., da mrsma loteria, que correu no di
24 dodezembrodoanno passado. Intclros
11,000, meios 5,500, quarto 2,600, decimos
I 100 e vigsimo 600 rs.
(Deposito da fabrica clej
5 Todos os Santos, na *
r Babia.
W_ Vende-se, em casa de Domingos Al--*
*ves Matheus. na ra da Cruz n 52,"*
Rosa-se aos fVceuc7.cs que tenliam
toda attencao para o novo sor*
tmenlo ine exist- na loja la
ra do Crespo ii. 6, ao p lo
lampead.
Vendem-se cassas pintadas de cores fixas
a 260 e 280 rs. o covado ; corles do brim
branco de linho puro, a 1,920 rs ; ditos do
fuslo milito finos, a 560 o 640 rs.; cassa
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado ; zuarle de cOr, a 200 rs.; riscado
de linho para casacas, a240rs o covado, o
outras muitas fazendss por prego commodo.
i^. No deposito da ra da Moda n. 15, 8
> lia para vender superior cal em pe- < \
9- dra, recentemento chegada de Lis-
'* boa, em o brigue Conceico de Ha- ^
* ria, por prego rasoavel : tambemahi s
* so vendem pesos de duas e de urna -i;
* arroba, por prego commodo; ha ^
,"v tambem elTectivamente no mesmo ^g
.^ deposito barris de mel para embar- -g
fc. que. <8
O i Aft A AtA: A Ads frA AA: imk (fc^
BESTOL SALSA PAItRILHA AMERICANA.
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
Preservativa infallivel contra as fehres.
A salsa parrilha original egenuia de Bres-
tol possue todas as virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm de um es-
tado de impureza desangue das secrecgOes
morvidas do ligado c estomago, e em to-
dos o casos que necessitam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Em to-
dos os casos de escrophulas, erisipelas, li-
nha erupgOes cutneas, manchas, bilis, en-
flamagSo o debiliilade nos olhos, inchaco
das glandolas, dores lombares, affecgOes
iheun iitiens, llores nos OSSOS onas juntas
hydorpesla, despepsia, sthmo, deanhea,
desenteria, tosse resfriados, enflammagao
do pulmes phthisica quando provm da
obslrugflo dos bronchics em pessoas escru-
pulosas, enfluenza, IndigestSo, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, nfrmidades das molhe-
resenfermidades beliosas, e em todas as
afecgfles provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emprega
com eflicacia em todos os sobrdaos casos,
e he reconhecida como a melhor medicina
que existe. Os frseos de salsa de Bristol
teem mais de quatro lmannos dos de sal-
sa de Sands entretanto que os de Bristol
se vendem por 5,000 rs. eos de Sands por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vital Lapupc, e em Pernambuco
na botica de Jos Mara Gongalves Ramos,
na ra dos Quarteis pegado ao qualtel do
polieia.
>
primeiro andar, llgodfio trangadoda-^
aquella fabrica, muito proprio p
C.ros e roupa de e-cravos ; ber
ira sac-.:
m coino^
fio proprio para redes de pescar e |>a-<:
^vios paia velas, porrrgo comirodo.^-
*AAAAAAAA#MAAAAAA*
-- Na ra da Cadeia velha, primeiro an-
dar da casa n. 24, de Manoel Anlono da Sil-
va Aritiines, vende-se um rico sortimenlo
de ,'chapos de palha da Italia, aberlos pin
senhora, camisetas de cambraia, color
nbea, rnmeiras, manguitos, punbos, ludo
excellentomenle bordado, bicos finssimos,
ricas filas, capolnhos e manteletes de fil
o de seda prelos, e outros objeelos de gos-
lo ; bom romo um completo sortimenlo de
fazendas: ludo se vende |or pregos muito
rasoaveis.
Tecirfo de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n 5a.
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Aos ao:ooo,ooo de ris.
Na la larga do Itozario, botica n. 42, re
ceheu-se a lista da lotera a beneficio da
igreja deS. Jo3o Baptlsta da Alagda, ealn
loi ii ni vendidos os seguintes nmeros que
sahiram premiados, a saber 5585-200,000
rs. 3676-200,000 rs. 3147-100,000 rs.
3150 -- 100,000 is. 4213 -- 40,000 rs. ; bem
como bilhetes da 13,* lotena a beneficio do
thealio da imperial cidade de Nictlicroy,
cliegados ltimamente pelo vapor, os quaes
se vendem pelos pregos seguintes: inteiro
a22,000, meios a 11,000, quartos a 5,800,
oitavosa 2,900 o vigsimo a 1,400.
Vendem-se dulas limpas a 12ors.
Pegas de chitas limpis, irisas, para luto
aliviado, a 4,500, e 120 rs. o covado ; corles
de canil raas com 6 varas e meia, de boni-
tos padroes o de cores lixas, a 2,000 ; e 100
saceos novus de estopa, cada um com 2 va-
ras, por atacado a 320 rs. : na ra larga do
Ko. Vende-se um superior cavallo do ca-
briolel, com bous andares, muito manteu-
do e novo : na cavallarice do Pessoa,uo lim
da ra da Roda, das 8 horas da maulia as
5 da tarde.
/o,ooo rs. a duzia.
Verdadeiro e legitimo champinbe A Y em
casa de Avrial & IrmSos : ra da Cruz n. 20.
Carnauba.
Vende-se muito boa carnauba, por prego
commodo : no armazem do Barcellar, junto
a escadiuha.
Vende-se urna preta crioula, moga,
que cose pouco, engomma perfeitamente,
lie ptima cozinbeira e doceira, e com urna
cria cabra de 3 para 4 mezes : no pateo do
Carmo D, 14, casa terrea.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior citneo-
lo, chegado no ultimo navio de llamburgo:
na ra do Amorim n. 35, armazem do J. J.
Tasso Jnior.
-- Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Sunzalla nova n. 42.
\ rados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito de potassa e cal.
\ 1'iin -si' muito nova o superior puUssa,
assim como cal virgem e pedra, recente-
mente chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel : na la da Cadeia do Itecife n. 12, ar-
mazem.
CIDADE DE PAR 15.
Una do Co legio n. 4-
Neste estabelcimf nto se encontrar sem-
pre o ni' s iio sortiii oto de chapos de sol
ja mu iiin'ia,lo.i, assim como sedas e pannos
em pega para as armagOes servidas, baleias
para vestidos e espartilhos de si'nhors.
Concerta-se inda a qualidade de chapeos de
sol, ludo por menos prego do que em oulra
qualquer parle.
Vendem-se cebollas no caes da Alfan-
dega a 800 rs. o molho, ditas desiencadas
a 600 rs e o cento a 1,000 rs. ; ludo isto
para liquidar contas: quem quizer, dirija-
se ao mesmo caes.
Escravos fgidos.
- Fugio do engenho llapegoca o pardo
Rufino, que reprsenla ter 18annos; tem
os denles limados, alto, seco, cor natural
da pardo, cabellos meio vermelhos, sem
barba, lem a perna direita com um geito
.um'i lu Huido pouco visivel, anda calgado a
Ululo de forro, caigas pretas, jaqueta de ris-
cado, chapeo branco de pello ; fugio no da
prinlairo do corrale : quem o pegar leve-o
ua lloa Vista ra da Gloria sobrado n. 70.
que tora a gratificago de 50,000 lis.
mwm -- m^wa- mmm y^tmtmm
U niulatinho Agostinlio
| fgido. *
g Na noite de n para ta do \
j passado ausentou-se o es- f
ijg cravo Agoslinbo, pardo a- a
M caboclado, cabellos prelos e |
I lisos, ps grandes com os de- n
tdos grandes grossos e camba- ?|
., dos para dentre ; be fillio do
' serian, muito tallador e fio- (i
:B ta: roga-se as autoridades S
| policiaea, capitaes de eam- S
po, assim como a toda e j
o en- i
prenrte-lo e con-
dii/.i-lo a seu senhor fien- %
to Jos Taveira, na ra da %
a Cruz n. 20, que nao s paga jg
% r todas as despezas, como {
W olTerece urna generosa re-
S compensa a quem o liouxir.
wwwmmwwmwwmmmwmm#
Grati(ica-se bem.
-- Fugio, no dia 22 do passado mez de
dezembro, o preto Antonio, de nacSo Ca-
hinda, representa ter 45 annos de idade,
altura regular, cheio do corpo, rosto abo-
cetado, bastantes cabellos brancos na ca-
bega, e muito cabelludo dos peilos : levou
caiga e jaqueta de ganga azul he odicial
ile caldeireiro da fabrica da ra do Brum
n. 28. Desconfia-se que lenha ido para
mallo, por ler j estado fgido perlo de^
um anno em algum engenho : roga-se, pois,
a quem o approbendor, levo-o aos Srs do
mesmo escravo, Mesquita & Dutr i, na din
fahrici, que se recompensar.
-vtyvy aa-^'iJ aa.fAj.VN -Nii;y
tqnalquer pessoa qne
. contrar, de prende-lo

ILEGIVEL


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