Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06287


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Full Text
'

Anno XXVfl
Sexta-feira 3
PAI\TIDAS DOS COMICIOS.
Golanna c Parahiba, s segundas e sextas feiras.
Rio-Grandc-do-Norie, todas as quintas fcira ao
neio-dia.
Cabo, SerinhSem, Rio-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, nol.,a II e 21 de cada me*.
arauhuns c bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florfs, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os da*.
a A.-v*Vt-aT3Sr.SSaBWSOMfiHBBE
PlIASES DA P.I'A.
VHEXCalDSI.
Nova, a 2, as 8 e 24 m. da
Creac. a le, as 2 h. e 2 m. da t.
Cheia. a 17, as 2 h. e 33 m. da t.
Ming. a 24, s 5 h. 57 ni. da ni.
de Janeiro de 1851.
N 2.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira s 5 horas e 18 minutos da inanhaa.
Segunda s5 horas e42 minutos da larde.
pueoo da stincn ifco.
Por tri's meses radianladoj 4L
Por seis meses 8*"'00
Por un anuo 1&/U0U
DAS da semana.
30 Seg. 8. Sabino
31 Tero. S. Silvestre.
1 Quart. se* Gircumcijao do Senhor
2 Qulnt. S. l/.iilm o.
3 Seu. S. Aprigio.
4 sab. 8. Tito,
6 Di un. S. Simeo.
2 I JANEIRO.
CAMBIO DE
Sobre Londres, a 3(1 d. p.1/000 rs. e0 das
Paria, 320 por fr.
Lisboa. 85 a 00
Ourn.Oncas licspanholaa... 2m#imi(i
, Moenas de 6/400 velUas, IO0D0
\ de 6/40il novas 16/000
. delOOO....... 9M0
Prata.Patacet brasileiro.... gjj
Pesos coluinnarios..... 1/92
Ditos mexicanos........ 1/w0
a 29/500
,i llij'2oo
a 161400
a 9/100
a 1/940
a 1/940
a 1/700
mi ns ni M'iwyi rrrw yt"""i
PifpTf cfhcial.

MINISTERIO DO IMPERIO.
DKCRBTO N. 729 OE 9 DE ROTBMIRO DR 1850
Approva e manda executar o regulamenl"
para a funilaedo de colonia* militaros na*
provincia* de l'ernambuco e Alagos.
Em v r di li' lia K11111 r i s n c'' COIICeiliila un
5.' do art. 11 da le ji. 555 de 15 re junho
do corente anoo, hei por heai, tendo ou-
vido a seceso do imperio lo conselho de
estado, approvar enaandar que su execute
o repula ment qu com este baixa assiena-
do pelo visconde de Moni'-Alegre, do con-
elho de estado presidente do con&elho de
ministros, ministro e secretario de atado
dos negocios do imperio, pa>a a funda^ i d
colonias militares as provincias de Per-
nambuco eAlagas. O mesmo minisiro e
secretario de estado assim o tenha entend
do e fba executar. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 9 de novembro de 1850, vigesi-
nin-oono da Independencia e do Imoerio.
Com a rubrica Visconde de Mont" Alegre.
I Regulamento para a fundacto de colonial mili-
tares as provincias de 'ernambuco e Ala-
gat, mandadt txecutar por decreto desla
data.
Art. 1. as matas que (icio ao sol da
provincia de Pernambuco, nos limites desla
com a das Alagas, sero establecidas duas
colonias militares, urna em cada provincia.
Art 2. Cada urna destas colonias aer
formada de um numero de pravas de pret
que nilo exceda a 150. Para sua composigo
serSo preferidos os soldados que frem ca-
sados, os que tenho preenchido seu ternpo
de servigo, e os que o requererom, tendo
todos boas notas ; nSo sendo admitirlo ne-
nhum que no tenha pelo menos dous ali-
os, de praga. Nenhum delles servir* por
menos de um anno na colonia, incluidos
mesmo os que tiverem acabado o seu lem-
po de praga, ou aquelles a quem fallar me-
nos He m anno para o acbar, os quacs se-
roohrigados a prehencher o anuo de ser-
vii,iiili colonia oomo oulro qualquer colo-
no sujeito o servido militar.
Art. 3. Entre os soldados colonos no
sero admitlidos como ofliciaes de oflicio
seno os que frem absuluiamonte inJis-
pensaveis para os trlullt<>s da colonia. Se
porm ent'e os soldados no se acbarem
operarios em numero suflicienle para esses
trahalhns, pO'lerfl entilo ser conliaclados
alguns que. embora nSo qneiro asscnlar
praga, (icai lo lavia sojeilos a disciplina
mililar aos regulamenlos da colonia.
,\rt. 4. Para assenl das colonias, os pre-
sidentes das provincias mandar demar-
car nos hipares que julgarem mais a propri-
ados urna legua em quadro, na qual se des-
tinar logar para a povoago quo se houver
(I- formar ; eservaiiilo se logo espac para
praca ou pravas, igreja, casa do cmara e
ca a. assim oomo para casa do director,
oITlcial seu immedialo, capellfio facultativo,
e (tenais empreados da colonia, quartel,
enfermara, armazens e ollicinag deixan-
do-se terreno suflicienle pata futuras edi-
ficaces, conforme o governo determinar.
Art. 5. Na legua de Ierra sedar ao co-
lono, que o pedir, um lote de cem bragas
em quadro, nfio tendo elle familia ; de ren-
to e cincoenta se a tiver tal que no exceda
de tres pessoas; e doduzentas se fr mais
numerosa. Tamben se Ihe darflo os instru-
mentos dea gr cultura que frem especifi-
cados nos regulamenlos peculiares da colo-
nia. O di'ector fara demarcar os lotes,
nos (Unios que pasaar far menguo muito
circumsianciada de suaa cutifronlages.
Art. 6. Os ofliciaes inferiores, cabos e
ans ecadas que liierem parte do destaca-
mento, podr ao ler como colonos sua son-
de trras Do mesmo beneliciu da dislribui-
gfio de letras go/ar o t.fliciaes de cilicio
conlractados em virlude do art. 3, quando
tenho dous unos de residencia na colonia.
Aodirecior, seu immedialo, ao chollan e
ao facultativo, Dea absolutamente prohibi-
da qualquer concesso de trras dentro da
colonia e seu dislricto.
Arl. 7, O colono nSo adquire direito de
propriedade a trra que Ihe fui dada seoo
quando, lando sido escuso do servido, con-
tinuar a residir na colonia e beneficiar a
trra por espado de tres anuos, tendo sem-
pre hom compo'lamento e modo de vida
contiendo. Paraos ofliciaes de oflicio estes
tres annos se contaraO da data da concesso
que se llies fez. Preenchidas as condices, o
presidente da provincia pascar carta defi-
nitiva de concesso, com exposigo das cir-
cumslancias que occorrram; e com esta
concessSo defloitiva adquirir o colono di
relio propriedade da Ierra concedida, para
que possa disrdr della livreinenle por ven-
da, troca ou doago ; subsislindo este di-
reito anda que se ausente da colonia, urna
vez que sua familia continu a residir nella.
Art. 8. Se antes ile se coroplelarem os
tres anuas de que trata o artigo anteceden-
te, o colono se rolirar da colunia por qual-
quer causa, no sendo poi 'crime, pagara
as hen l'eiiui jas que tiver feito : e se morrer
antes de ase lempo, seus herdeiros necessa-
rios terflo direito a ellas, una vez que resi-
duo na colonia. Quando essas torres assim
benellciadas forem dadas a oulro colono,
este retribuir as vantagensque vai encon-
trar, do modo que se determinar no regla-
me uto.
Art. 9. Ao colono, alem dos seus venc
mentos militares, se abonar por espigo de
dous anuos mais umaelape, se tiver faoii
lia que no exceda de tres pessoas e duas
se a familia fr mais numerosa. Se o colo-
no preeocher seu lempo de servido antes de
se completar estes dous annos, continuar
sempre vencer as etapes concedidas por
este artigo, pelo lempo que fallar; e se
morrer, sua familia flear com o mesmo di-
reito e pelo mesmo tempo, urna vez que
resida na colonia.
Art 10. O colono que fr escuso do ser-
vico continuara a parceber a etape por espa-
c, i de un mino. No ter* porm lugar esta
etape se a escusa fr dada dentro dos dou
annos do artigo antecedente, pois que emo
sero abonadas aquellas : se pnrm o anno
deste artigo fr alm dos dos do artign
antecedente, nessec r pelo lempo que faltar. As etapes sfiofl-
xnl is em 160 rs., que sero pagas em di-
nheiro
Art. 11. Os colonos, emqnsnto no pre-
encherem o tempo do servigo, sero ohri-
gados ro se'vico militar e aos trahalhos d
colonia siun Mili! em tres das da semana,
ten lo os outros tres integramente livres
para se empregarem no genero d>- vid i qu
maislhes convenha ; ficara porm aujei-
tos a exercicios g -raes duas vezes por anno
por espago de oito dias, em pocas marca-
das nos regula mentos. Estes exercicios no
poder ser deferidos seno quando assim
oexigirem ostrabalhos da colonia e os in-
teresaos ag colas dos meamos colonos, de
vendo*enipre preceder approvago do pre
sidenleda provincia.
Art. 12. Os colonos que tiverem oMid
trras licar obriga.los, anda depois de
nscusus ao servigo militar que o presidente
da provincia determinar em casos extraordi-
narios,-assim como ao repentino e urgente
para que os chamar o director da colonia
afim de manter nella a tranquilidnde socego
e boa ordem. Sero igualmente obrigatos
a comparecer a moslra no principio de ca-
da trimestre; e no poder ausentar-se d
colonia sem licenga, por escripto, do direc-
tor, o qual no Ih' poder negar sem dar
o motivo por escripto.
Art. 13. As colonias iico sujeilas dis-
ciplina militar e se reger pelos usos e
esiylos militares. l.oxo que possflo se
convertidas em povoages regulares, cessa-
( o rgimen militar, assim como os sup
primemos por conla da fu/.- ola publica;
mas continuarse as preslag -s dos arts. 9
e 10 polo lempo nos mesmos artigos deca-
la lo ; o se passar cartas deliniUvas de
concesso de Ierras, na forma do art. 7.
a luidles que tcrio direito a ellas se pre-
euchessem o lempo marcado no mesan.
ait, 7o, e que no puderam preencher pela
extingu) dn colonia. Dissolvula a colonia,
o governo dispor das Ierras que no tive-
rem sido dadas, do modo que julgar con-
veniente.
Arl. 14. Os colonos que por turbulentos
rixosos, viciosos por mo comporlamenl
se lornarem perigosos o scelo e mora-
h la le da colonia, sero mandados Sahir,
com approvagilo do presidente ; e se ainda
no tiverem completado o lempo de servi-
go, o iro preencher no exeicicio.
Art. 15. Si ni c inseiri ii.mi'o do director
ninguem poder estabelecer-se, e nem ain-
Ja residir por qualquer lempo qie seja
na colonia, nem em seu dislricto. Os pre-
sidentes das provincias marcar os limites
que devo formar os districtos das colo-
nias
Art. 16. O director da colonia sei um o(li-
cial do exercito, o qual ser ao mesmo lem-
uo commandanle do destacamento, o tara
nina boa gralilicago tnensal do 50/, alm
dos seus vencimentos militares.
Arl. 17. llavera mais um ofllcial de me-
nor patente, que servir debaiu de suas
ordens, e o substituir em seus impedimen-
tos, sendo obrigado a seguir na adminis-
trago da colonia, quan lo substituir o di-
ector, as instrueges que esle Ihe der : tera
a gratificago mensal de 25 a 30/, alm d-
seus vencimentos militares.
Art. 18. Um ofllcial inferior servir de
escrivo, e ser encarregado da guarda dos
objectos destinados para a colonia ; al n
dos seus vencimentos tera a gralilicago
tnensal de 10/.
Art lo. (i capelln, alm das olirig.ic.ue.
do seu estado, devera encarregar-se da es
cola de piimeiras 1.1 tras, assim para os II-
Ihos dos colonos, como para estes mesmos
em hora que si-js compalivel com seus afa-
zeres, marcada p.-lo director. Alm de seus
vencimenlos ter a gratificago mensal de
Art. 20. O facultativo, alm de suas o-
trgages, ser encarregado da botica, e
tei aKraliflcago mensal de 12/. Esle e o
capello sero conciderados como do exer-
cito. e tero os vencimentos deste; mas
poder ser despedidos quando no seja
conveniente sua estada na colonia, prece-
dendo sempre approvago do presidente da
provincia.
Arl. 21. Todas as despezas puramente
militares de sidos, etapes e vanlagens
militares correra por conla do ministerio
da guerra : tojas as mais de gralificgea
extraordinarias, assim como as do uteiisis
e transpones de objectos que no sejo pro
priamente militares, correra por conla do
ministerio do imperio.
Ait, 22. O director be o liscal de tudu
quanlodiz respeilo aos interesaos, rgimen
e economa na colunia. Cuidara, antes de
ludo, de f izer levantar as casas necesarias
para inorada des que tiverem de viver na
colonia, e de construir a igreja, d. vendo
servir provisoriamente de oratorio a casa
de sua habilago. Procurar com lodo o
desvelo abrir cummunicages cun os luga-
res povoados, proporcionara aos colonos
todos osinrios de fazerem prosperar seus
iralialhos, principalinoulo os agrcolas, e se
cmpenliar co.u o luaior esforgo em man-
ter os bons costumes na colonia, n em fi-
zar respeitar e amar a religio catholic,
cuja doulrina dever ser explicada pelo ca-
pello.
Art 23. O director dar conla snnual-
mente ao presidente da provincia do estado
da colonia, e se conformar com as ordens
que por esle llie frem dadas Todos ns seis
mezes apresentar ao presidente as contas
dis desbezas feitas, e do estado dos di-
nheiros e dos objectos destinados para a
colonia, e ao mes no presidente so dirigir
sempre que fr preciso, indicando as pro-
videncias que julgar necessarias.
Art. 24. 0< presidentes das provincias
faro os regulamentos especiacs n ccssari"S
para o stabelecimenro da colonia, assim
como para seu rgimen e economa. Estes
regulamenlos ficar dependentes de apro-
vago do governo; mas poder ser logo pos-
tos em execugo na parto que fr absoluta-
mente necossara para se realisar o etota-
belecimento das colonias.
Palacio do Rio de Janeiro, em9 de no-
vembro de 1850. Visconde de Mont' Ale-
gre. _____ ^_^
MINISTERIO D\ FAZENDA.
DECRETO N. 736 DE 20 DE NOVEMBRO
DE 1850
Reforma o thesovro publico nacional, e as Ihe-
sourarias da* provincias.
Usando da autorisago concedida pela lei
n 563 de 4 de julho do presente anno, hei
por betn ordenar o senu>nle :
(Conrluso.)
TITULO III.
Da adminislraco da fasenda as pro-
vincia*.
CAPITULO U.Viro.
Da* tlusouraria* das provincias.
Art. 39. He extincla a thesouraiia de fa -
zenda da provincia do Rio le Janeiro. Os
seus ofliciaes sero empregados as diver-
sas repartiges creadas por esle decreto, e
os negocios que por ella correm flcaro
cargo das directoras Keraes, thesouraria
eral e pagadoria do Iheso iro, cou/nrme a
son nulureza e especie, e pela maneira qu*
lelcmiiiarem os respectivos regulamenlos.
Art. 40. As Ihesonrarias das provincias da
Rabia, Pooamtiuco, Rio Gran te do sul, S
Paulo, Minas fiarae e Para, sero compos-
tas de um inspector, um contador, e um
procurador fiscal.
A't. 41. Cada urna destas estacos ter
una cuitado! ni, u na thesouraria, urna se-
cretara, e um ca tono, com a denominago
da provincia a que perlencerem.
Art. 42. As contaduras das mpsmas Ihe-
soui arias sero divi lidas em secges, e nel
las llavera para o servig > de escrlpturago e
contabilidade as classes de pimeiros, se-
gundos, lercoros e qu irlos escripturanos e
praticantes, alm dos chefes de secgo, e
mais empregados constantes da tabellalt--,
iiinexu ao presente decreto, com os venci-
mentos all designados.
Art. 43. As Ihesourarias das oulras pro-
vincias sero compostas de um inr e
de um procurador fiscal, o llavera mis suas
repartiges os empregados constantes da
el." i la tabella, devendo os segundos es-
cripturarios os amanuenses das secreta-
rias ser tirados por accesso do thesouro, e
das thesouiarias de primeira ordem, ou
d nlie OS pintic mies que Se inosti ai em ha-
bilitados por concurso.
Exceptam-se as Ihesourarias de Coyaz e
M.nto Giosso, oude havera taiiibem plati-
cantes, denlre os quaes poder ser nomea-
dos os segundos escripturarios |e os ama-
nuenses.
Art. 44. O numero total dos empregados
.le cada urna das Ihesourarias de fazeuda
sei fizado pela maneira determinada no
arl. 37.
TITULO IV
Da nomeaco, licenct, e aposentadorias dos
empregados.
CAPITULO I.
Da notneafo do* empregados.
Arl. 45. Ninguem ser Humeado para os
eim-regos das diversas eslages do thesou-
ro e thesouraria sem mostrar por meio d.
concurso que sabe a grainm .lic.i da liugoa
nacional e escrev-la correctamente ; os
principios da escriplorago por partidas do-
bradas, e aritlimetica e applicages, com es-
prcialidade leducgo de moedas, pesos c
medidas, ao calculo de descontos, e juros
simples e compostos ; e que lem alm disso
boa leira, bo n comportamenlo, eailade
de 18 annos completos. O concurso s po-
der ter lugar entre os pralicantes, e em
igualdade de circuinstancias sero preferi-
dos os que souberem lingoas estrangeiras
Art. 46. Da disposigo do artigo auteden
te so exceptuados os empregos de sub-di-
rector das rendas publicas, contadores do
thesouro, inspectores das Ihesourarias de
primeira ordeui, oflicial mamr e ofliciaes d
secretaria de estado, tbesoureiro geral, pa-
gadores do thesouro, thesourciros das tne-
sourarias e seus liis, ajudanl do procura-
dor liscal do thesouru e procuradores As-
eses dasjhesouiarias, cartorarios, portoi-
rus esees aju lanles, continuos e COrreios.
Art. 47. Paia os lugares de inspectores
das Ihesourarias de primeira urdoiu pode
ro ser Humeadas quaesquer pessoas que
tenimn aplido para liem servi-lus, anula
que no pertengo as reparligos de la/en
da us lugares porm de contadores d>
mesoias Ihesourarias, e de inspectores das
do segunda ordem, s po.iero ser confeii-
dos a empregadus de fazen la habilita lo-
na forma do art. 45, aquolles por accesso,
estes por coiiiinisso, uo poidendo os mes-
mos empregados os seus lugares as repai-
tigoes a que perlencerem, nem o direito
mnRrc-KSHricMuiqp RaRBwanew
sos accessos que Ibes comnetirem. Estas
ultimas dispoigO-ssSo tambem anpllcaveis
aos empregados de fazenda que forem no-
meados nara servirem de iuspeclores das
Ihesourarias de primeira ordem
Art 48. Os procuradores fiscaes das Ihe-
sourarias devero ser versados ni legisla-
go de fazenda, e para esles lueares sero
preferidos os hachareis em di'eilo.
Arl. 49 So de accessos todos os lugares
cujo prnvimento depende de concurso ;
empreados habilitados na forma do art.
15 s-ro gradualmente piomovi los dos lu-
gares de menor para o de niaior vencimen-
to, al os de chotes de secgo do thesouro
inclusivamente.
Os accessos pndem ter lugar de urnas para
nutras repartiges do thesouro e Ihesoura-
rias.
Art. 50 O accessi dos empregados que
tiverem o mesmo vencimento sera regulado
ela antiguida.le s- forem iguaes oin m-
reci'licnto e aplido prolissional ; no casi
oorm de desigualdade preferir o mais
ipto.
As commisses no prejudicam o direito
i accesso.
Arl. 51 A disposigo do art. 49 comegar
a ser observada desde que occorrer aliiuma
vaga depois de conclu la a nova organisa-
go determinada pelo presente decreto.
Arl. 52. Os achia, s emprega los do the-
souro a ihesourarias, que ja se habilitaran!
ua forma do art. 96 da le de 4 de oulubro
le 1831, podero ser Humeados conforme
i Sen mei i ennivilo, e sem depen tencia
de novo exame, para qualquer dos lugares
le accesso creados por este decreto.
Art. 53. Emquanlo no esliver concluida
a nova organisago e completos os quadros
Us diversas classes de empregados do the-
souro o ihesourarias, podero ser igual-
mente Horneadas psra os referidos lugares
durar o trabalho seis horas em todos os
das que no forem domingos, dias sanios
de guarda ou de festividade nacional, sal-
vos os casos urgentes a extraordinarios, em
que os respectivos chefes paderlo prolon-
gar o servigo, ou determinar que elle se fa-
ga e n forjado.
Ait. 59. Em cada urna daseslages men-
cionadas no artigo antecedente haver uti
livro, no qual osemprega los assignaro os
seus nemes as horas marcadas para com"-
eai e lio lar ii t' a lia I lio. suihIu guardado pelo
respectivo chefe, e contada una falti ao
i|ue no comparecer para sssignar-se du-
rante o primeiro qiiarlode hora, ou que si
ausentar antes de lempo, afim do se lh fa-
er no ordenado o descont correspondente
s que tiver sem motivo justificado, na for-
ma do arl 60.
A falta no Mistificada de 8 dias utelse
consecutivossij-itara lambnm o emprega-
do a suspengflo por 8 a 15 dias. So com-
eeteiit s nara uno.ir esta pena os directores
geraes eos ins|ieclores das Ihesourarias.
Art. 60 Os lesconlos dos ordenados dos
empregados do thesouro e Ihesourarias que
faltirem sem moiivo justificado a juizo de
seu chefe revertero em boneflcio dos co-
fres de Estado.
Art. 61. Os empregados do thesouro o
thesourarias despachados ou removidos li-
orna para oulras provincias, ou mandados
em commisso, percebero urna ajudadn
eos o para as desnezas de transporte.
Ominislr.i da fazen la marcara oslas aju -
das de cusi em lauella permanente, ai ten-
len lo s distancias, s difliculdades das
viagens, e s categoras e circumslancias
dos empregados.
Art. 62. O empregalos do thesouro o
(desuerarlas Horneados para empregos do
commisso continuaro a perceber os ven-
cimentos dos lugares que temporariamente
luaesquer pessoas que se mostrar m habi- deixarem al entrarem no exercio dos que
litadas e o concurso, anda que no perlen- forem servir, e desde qne cessar esse ex-r-
,-o s reparlig s de fazenda, se no for
bstanle o pessoal existente.
Art. 54 To los os empregados do thesou-
ro e Ihesourarias, e das recebedorias de
rendas internas, sero nomeados por decre-
to imperial.
Exce.tuam^e os pralicantes, os conti-
nuos c crrelos, que o sero por portara
lo mini-tro da la/en la, eos liis dos tilo
suureiios e pagadores, cuja nomeaco com-
ele a estes com approvago do mesmo mi-
nistro na corle, e dos inspectores das Ih-
Miinai .as as provincias.
Tamhem sero iihiiim los por portara do
ministril lo los os administradores das me-
sas de rendas e seus escnves, e os collec-
lures escrivfiet das cullectonasda provin-
cia do Rio de Janeiro. Os das oulras pro-
vincias sero nomoados pelos inspectores
das i.'- eelu.is Ihesourarias.
CAPITULO II.
iiis licencas.
Art. 55. Aos empregados do thesouro e
IhesoiK arias que obliverem liceng que seja por unitivo de molestia, far-so-ha
sjmpro um descont do vencimento que
perceberem.
Esle descont, que ter a applicago de-
terminada no art 60psera da quinta parle
do vencimento at Fes mezes de licenga,
da terga parte por i:i ns de lies al seis me-
tes, e de melade uor mais de seis mezes at
um anuo, cessando dabi por diaule lo io
o vencimonto.
ti lempo das licengas reformadas, ou de
novo concedidas, dentro de um anno, ser
junio o das antecedentes para fazer-se o
descont da teiga parle ou da melade do
venei i enin desde o priin.'iio da quo exce-
der o piazo de Iresousis mezes.
Arl 56. Nenhum empregado poJer ohter
ceng antes de haver entrado no effeclivo
elerCICio do seu cargo.
CAPITULO III.
Da aposenladoria dos empregados.
Arl. 57. Os empregados 10 tliesuuro e tlie-
sonfarias s poleio ser aposentados no
caso de se acliarem inhabilitados para o
lese ni pelillo dos SeUS deVCreS por a Vane I,
i lade, ou molestia, ou quando o bem do
seivigo o exigir, ubservando-se asseguintes
regras :
I. Ser aposentado com o ordenado por
mielo o empregado que tomar trinla ou
mais annos de servigo, o cun ordenado
proporcional aos annos o que tiver menos
de ti na e mais do dez, le*ando-se-lbe em
conta o tempo de servigo prestado em ou-
tros empregos de uomeago do governo e
estipendiados pelo thesouro.
2 Nenhum empregado ser aposentado
li'ii lo menos de dez annus de servigo.
3. O empregado Sera aposentado no ul-
llmo lugar que servir, cmanlo que leuda
tres anuos de ell'eclivo exeicicio nella ; e
emquanlo os no completar .- o poder ser
com o ordena lo do lugar que liver anteri-
ormente oceupado, conforme a disposigo
dojl.
hslas regras so lambem applicaveis aus
actuaes empregados do thesouro e Ihesou-
rarias que continua.em a servir em virlu-
de de ova uomeago.
4. No se contai a para a aposenladoria o
lempo em que o empregado faltar ao serv
i,o sem motivo jnsiiticido, ou por licengas.
-, Nenliiiin empregado podis receber
ordnalos ueduas aposentadorias. 0 apo-
-e litado em qualquer outra repailigo, que
sei viudo no tliesouru ajquinr direito a no-
va a poseiiladona, conforme as disposigoes
dos *) I c 3, poj ru obl-la, cessando lodo
o y. minenlo da primeira.
TULLO V.
Dispusieses geraes.
Art. 58. as divcisas estages do thesou-
ro nacional e das Ibesourarias da provincias
ocio al voltarem a seus 'ugares, comanlo
i|n o i.ieam nos prazos marcados pelo go-
verno.
Art. 63. Os chefes superiores das diver-
sas estages do thesouro, e os inspectores
das tlicsourarias, tem o direito do advertir
reprehender, particular rA publicamente, e
mesmo de suspender por lempo que no ex-
ceda a 15 dias, aquelles de s-ojs emprega-
dos e.n quem acharem negligencia ou falta,
I ni lo conla ao innii-i n da fazenda, o'j ao
presidente da provincia, quando eulendain
que deveni ser corrigidos por meios anda
mais severos.
No caso de desobediencia formal podero
coui certido do continuo autoir os empre-
gados insubordinados remetiendo o au-
to ao juiz competene para Ihes mandar for-
mar a Culpa na forma do cdigo do proces-
i >o criminal.
Art. 64. O empregado suspenso nos ca-
sos dus arts 59 e 63 perder todo o venci-
uienio durante a suspenso.
Art. 65. Nenhum empregado do thesou-
r) e ihesourana entrara no exercicio do lu-
gar para que fr uomeado sem prestar ju'-
inentu de bem servir, sb pena de nullida-
de dos actos que praticar, alm das declara-
das no cdigo criminal.
Esta solemnidade constituir lambem o
acto da sua pose, da qual datar o direito a
percepcifdo vencimento que Ihe competir.
Art. 66. Nenhum empregado do Ihesojro
e Ihesourarias poder ser procurador do
partes ein negocios que directa ou indirecta,
acliva ou tassiva nenie perleugam ou di-
ga-n respeilo a fazenda nacional: nem por
si ou por inle posla pessoa tomar parle
em qualquer contracto da mesma fa/.euda,
tanto as i cpai lines em que exercer em-
prego cuino em qualquer oulra, sob pena
de ser deuiitu lo.
lia prohibigo da procuradura excep-
lu iin-.s os negocios de interessedos accen-
denles ou descendentes, 'irnios ou cnuli i-
dos dos empregados, fra dos casos de de-
vorem ser por estes despachados ou expedi-
didos.
Art 67. 0 tbesoureiro geral, os pagado-
res do tnesouro, e os tltesoureiros das Ihe-
sourarias das pinvinniicias, devero, antes
de coiiiegarem a servir, prestar fiauga id-
nea do valor arbitrado, na forma do arl. 2.
8-
Esta disposigo he extensiva a todos os
th-soureiros e pagadores das oulras repar-
tiges de fazenda, e a quaesquer exactoros
O.U colleclores de rendas geraes.
Arl. 68. O tbesoureiro que nSo tiver fiel
nomeara pessoa de sua conlianga para subs-
tituido quando impedido, com audieucia e
consent.neiito do sen flador.
Ai i 69. faltando algum thesoureiro, e
no havendo pessoa aliaigada que o su sti-
tua, o ministro da fazenda na corle e os
presidentes n*s provincias podero noinear
provisoriamente pessoa idnea para fazer
as suas vezes, sem dependencia de flaoga.
Art. 70. A excepgo das despozas deter-
minadas pur lei, e expressamente autorisa-
sadas pelo ministro da fazeuda, nenhuma
nutra sera fela as thesouraiias das pro-
vincias, salvo em casos urgentes e extraor-
dinarios, que no admiltam a demora do re-
curso para o thesouro sem prejuizo do ser-
vigo publico; o s ento os inspectores
cuuipnrSo as ordens que Ibes forem dirigi-
das pelos presideutes nos termos do decre-
to de 7 de maio de 1842. >
Art. 71 O pagimeulo dos ordenados dos
empregados pblicos civise ecclesiaslicos,
e bem assim us dos pcusiouislas, aposenta-
uo.s, e relorma.ios seis felina mezes depois
de venemos, sem prejuuo daqueiles que ti-
verem anda oireilu de percebe-losa quar-
les adianlados.
Art. 12. Os pagadores e fhesoureiros no
"
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



***

fiagarSo ordenado a pmpregadn algum sem
que arrsente a'testaeflo de frpquencia. na
forma dos leis c rigulami-ntos.em vigor,
coni excepto tmenlo dos menotonados
no decreto (!c2 (fe marco de 18S3.
Art. 73. Berilo cmitialisados no tbesouro
c Ihcsourarias todos os pagamentos de des-
pezas pertencenie's sos diversos ministe-
rios, que por ahi se poderem fazer sem pre
juizpdoservico de taes repartieses, refor-
nmiido-se os regulamcntos de thesonreiros,
pagadoresealmoxaiTes, para que fiquem
em harmona cum o que f<\r estabelecido
pelo ministro da fazenda.
Art. 7i. O ministro da fazenda podara
todava permillir que se faca pelas recebe
dorias e colleelorias o pagamento devido
aos empregados e pensionistas quo residi-
rem nos respectivos districtos.
Art. 75. O ministro da fazenda pader
conservar, extinguir, ou reorganisnr. como
mais convier, as actuaes recebedorias do
rendas internas.
Tambem noder crear as que forem ne-
cessarias, marcando o numero e vencimen-
tos dos seus empregados, com dependencia
de approvacilo do poder legislativo.
Art. 76. O ministro da fazenda mandar
inspeccionar, quaudo julsar conveniente,
por delegados de sua nomeacn, a MCrip-
turaQSo e conlabilnlatle de qualquer das es-
tacos onde s arrecadem, escritilurem, ou
dispendam dinheiros publico*, para verifi-
car ge silo f-itas segn lo as normas pres-
rripUs, supprir as faltas qoe se encontra-
icii, Oorpigir os erros, irregularida les ou
abusos que se tiverem introluzdo
Ait. 77. .Vuliu ii procurador fiscal ac-
cumulara emprego de julgar.
Art. 78. Fica abolido o juizo privativo
dos ledos da fazenda estabelecido na pro-
vincia do Rio ile Janeiro : as causas da fa-
zenda pertencentes a mesma provincia cor-
rerlo peranle o juizo dos fritos da corte.
Art. 79. No p'ucesso executivo pelas di-
vidas activas da fazenda nacional nbservar-
se-h3o, no que forem apjlicsveis, as disno-
sigdes da le de 2a de dezemhro de 1761,
tit. 3., que van ahaixo transcriptas como
parte integrante deste decreto.
Art. 80. A prescripcilo das dividas acti-
vas e passivas da nacflo continuar a ser
reculada pelas disposicfles dos captulos
209 e 210 do regiment de fazenda, igual-
monte annexos ao presente decreto.
Art. 81. Nenhuma arrematscSo de con-
trato, ou s-ja de recita, ou de desneza ge-
ral, ser ultimada na corlee provincia do
Rin-de-Janeirosem a app ovacilo do presi-
dente do tribunal do thesonro, e as pro-
vincias sem a dos respectivos presidentes,
que i o lerflo mandar renovar os I irVa,
quando enten tam que a niesTia arremaU-
eflo fui Ma contra leis ou nslrucQ-s.
Arl 82 Os presidentes das provincias
dar "ni ruma ao do tribunal do thesou o de
qualquer abeso ou desvie que ob-ervarem
Dt adiujiiislmcSo, arrecadacSoa ilisti ihu>-
eflo das rendas geraes, n podero sosonn-
ler interinamente a tranSac;!lo prejudicial
fazenda publica, quamlo o inspector da
thesuuraria a oilo corriia.
Arl. 83. A iffcpnsic>s dns arls 55, 56,
57, i 58, 59, 60. 61, 62. 63 6, 65, 66 tu
present- decreto sito applicavels aos em, re-
gados le tulas as rcpariifOessuborlinadts
no ministerio da fazen ta.-
Art 81. A correspondencia entre o p'e-
sidente do tribunal do th-snuro e Ihe
sin ariis re fazenda aera dirigida por m-
teriiu-dio dos presidentas das provincias,
os qua. s puderSo fazer sobre o ohj'clo del-
la as observafOl que julgarem conveni-
entes
Art. 85. Todos os actos o ordena do pre-
sidente do tribunal do thesorn dirigido-
s pstacfles liscaes seriio immedlaUmente
publicados P"la imprensa, salvo qoan lo u
(.pgredn fr nccessino para o bom xito de
al(iiim negocio ; caso em que a ptlblicacSu
se fura depois de concluido.
Ail. 86 Os emolumentos que actual-
mente se rubra ni na secretaria de estado
dos negocios da fazenda, Das das Ihesoura
ras das provincias, o nos carinos, fardo
pule da renda gernl logo que os empre
gados quo os perebem entraren! no gozo
dos or leados eslalicleci los pelo peseme
decreto.
O (i inislro da fazenda far una nova ta-
lilla dos refer los emolumentos, regulan-
do os como mais convier, e incluimlo as
o rlid -s passad-s por qublquar das esla-
COesdo tbesouro e lliesnu'arias, para lica-
rem lujeilas ao mesino pagamento que se
exigir nas respeclivis secretarias.
Al. 87 Aos actuis amanuenses da s -
crelarla do estado dos negocios da fi/en-
da. que forem nomealos para lugares de
vencimento qfeiior aso una do ordenado
e emolumentos que ora .percebein, inigar-
sc-ba pelos cofres pblicos urna graliflcacSn
que prefaga a mesma somma ate que sejan
despachados ptra lugares de igual ou maior
vencimento.
Art. 88 (Is addaes empregados do llie-
souro p tbesourarias nSo po lerSo percebei
os venc metilos marcadis nas_tabellas an
nexs ao p-esenle decreto senflo depois de
nova nomo-cSo
Arl 89. O ministro da fazenda expedir
os rcgulamentos necessanos para a exciii-
C1 i deste decreto, e uelles :
1. I'rescrevera as formalidades dos con-
cursos j.ara o provimemo dos empregos.
2. Eslabelecer as con ticos da nomea-
cSo accesso dos ofucaes da secretaria de
estado dos negocios da fazenda.
3. Especificara os deveres e allribuicis
(loschifese mais empregados de "ada urna
das estuc s do thesouioe trn-souraiias, as-
sim romo o modo pralico de serem detem-
pe libados.
. Determinar a maneira de serem suhs-
tiluius os empregados das reten.las ela-
ces nos casos de impedimento, ou falla,
marcando os vVncImcntoi que devera cr-
ceber os que (izerem suas vezas.
5. Estabelecera o sysleu.a deescriptura-
i5o qi-e deva ser seguido no lliesuuio o tbe-
sourarias pelo metiiodo das partidas do-
bladas, e por exercicios, pudendo deixar de
adoptar aquelle melliodo para as tbesoura-
rias de menor inipunancia.
6. Designara os seivicos pertencentes aos
diversos iniuisierios que devain ser payos
pelo lliesouro e lliesourarias, o modo du
pagamento, bem como as formaliaaJe*
COUi que deva ser fella a entrega das IO01-
niasiu-ces-ailas para OS que licaremacargu
dos iiiesinos niinisl'.Tos.
7. liara norm s geraes para a cscriplura-
qu das couladoiiss de uiaiinba i- guerra, e
W.iH'IHW
'WiWBnai
das sepces do contabilidade dos outros mi-
nisterios.
Art. 90. Logo que se fizer a nova orga-
nisaQo de cada urna das etaces do the-
snuro e thesourarias, deixrilo de ler vigor
na parle oue Ibes fr relativa as dispusieres
aleideiileiHiliibrodel.su.
Arl. 91. FiCam rovogadas as disposieges
em contrario.
./ 1.1iiim Jos Rodrigues Torres, do meu
consrlho, stnadordo Imperio, miniltro e aecrr-
i.ii io de estado dos negocios da fazenda e pre-
sidentr do tribunal do Ihrsouro nacional, ai-
simo li nli.i .ni. -ntido laca i xriular. ('alario
ilo Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 1850.
vigesinio-nono daindependriicia e du imperio.
C.qm a rubric de Sua Magestado o Im-
perador. onguim los Rodriquel Torres-
Tabella ~\ Doi empregados do thcsuro t
seut veneimenlus, o que se refere o decreto
n. 736 desla dala.
Direrlorps geraes.e procurador
fiscal do tbesouro.
Thesouriro geral, sendo 800/
para quebras
Fiis deste
Sub-director das rendas pu-
blicas, contadores e nllii'ial-
maior da secretaria
\ ju-i.inie do procurador fiscal
fihefe de secclo
l'rinieiros olficiaes da secre-
taria
Aos que forem chefes de sec-
qAh de .M-alilic.i(;aii pp|o ef-
feclivu exercicio deste lugar
Ao que servir no gabinete do
ministro, de gralificacSo
Segundos ullici esda secretaria
Ao 1." escripturario que servir
de cliefeda spcqo de conta-
bilidade iiniiexa secreta-
ria, de gratificaQilo
Primeiros escripturanos
Segundos dijos
Terceiros dils
Quartos ditos
Quintos dilos
fraileantes
Pagadores, sendo 2*00/ dn or-
il-na lo, e 6001 para quebras
EscrivSes das paga lorias
l'i unciros ajudanles dos ditos
esrrives
Segundos ditos.
Fiis dos pagadores
Oartorario
Ajudantn deste
l'orteiru do thesou'eiro
\ju tanto deste
nont'nuos
Correios
Ido de Janeiro, e^ 20'de novembro de
IN50 --Jo'iquim Joe Rod'igun Torres.
Tabtlla H. Oo$ empregadm da Ihetournria e
sruivencimentol, a que le refere o decreto n. 73 desla dl.
I n-i.ii ra iasiiuc de Acullicar sul.
i-.liiiili> f.Olll a nrsa ni-iii io
ncfiml.
Trmetra ordem.
Primetra chute. Halda, Periianibuco e Rio
Grande do sul.
Sstmea ciaste. llaranhSo,
Terceira ciaste. san Paulo, Ulnas e P.ir.i.

4:800,000
4:800,000
1:600,000
3600,000
2 800,000
2:400,000
2:000,000
400,000
600,000
i :600,000
400,000
2:000.000
1:600,000
1 .-200,000
80U.OOO
600.O..0
360,000
3:0"0,000
1:600,100
1:200.000
80U.0<
960,000
1:600,000
80.000
1 200,000
.S.'ll lilil
(iiiu.i.in
8 10,00 1
1.' cluite, i' elmi .'i e chut.
Inspeclor 3:000/ 2:6iill/ 2 400/
(.oiitailor 2;4iMI/ 2:000/ 1:6011/
l'roeuradur fiscal 1:400/ 1:200} l:'0ii/
( befes de seceo I:(i00jl IHilil^ 1.200/
l'iiineiiosescripliirar. l:2i'u/ : lilil-'! 900/
S- -- ou lo' ditos l :000# 800/ 70,1/
leiceiros dilos "00? OiiO/ 51104
(liarlos dilos 500/ 400* 400/
l'iartca n les 300/ 300 J 210/
riiesourriro, sendo 40(l
para i n l>r i -. 2:100/ 2.000J 1:600/
Fiis deales 800/ 600/ MOf
Payadores dos ordena-
dos fui Halda r l'er-
nainbuciOseiidu 200/
para (|ueDras !:?00/
Fiis desle 600^
i.'artoraro 700/ 600/ 500/
Porleiros 700/ 606| 500
Continuos 400/ 360/ 360#
.VirrcMnci.
Official-iuaior 1:400/ 1:200/ 1:000/
lio-lar-. ^:000/ 700/ 800/ 700 r
Viii i:i in-iist-s 60"/ 500/
2:000/ 8110/ Si III 700/ 1:600/ 600/ 700/ 600/
200#
1:200/ lino? 300/ 1:000/ 500/ 300/
800/ 7001 700// 60/
rhesourarlas que devein cv smi-
pllflctifla.s.
Segunda ordem.
(Iieirl i fiaste -- Alagoas. Cear.i, P.irahyba, Ser-
gipe, Goyaz e >lalto-Grosso.
Quinfa cliiif. Ksplrllo Santo, Rio Grande do
norte, Piaiihy s- Catharlua.
4." ciaste, b.' etntie
Inspector
Procurador liscal
Prlmeiroi escripturarios
Segundos ditos
Praticantes em Goyai c
Matto-Crosso
Tliesoureiros sendo 200S
para quebras
ai un o 1.1 e porteiro
( outiuuos
Secretaria.
(Illicial
I manilenses
r*iu de Janeiro, em 20 de novembro de 1850.
Joaquim Jos llodriguc Torrei.
Com matul o das armas.
Qiiarlet da commando das armas na cidade do
liecife, infidejannro 185t.
ORDEM DO DA N. 27.
Para conliecimento d guarniQo o lins
cnoveni'llles, fiajo publicar o offlcio do
xm Sr. presidite de--ta provincia, que
abaixo se transcreve :
lilni Sr. Havendo o conselho supre-
mo militar dajustca, eai si-nt >nca de II .lo
coreot, conforme me fui declralo em
aviso expedido pela secretaria de estado dos
negocios da guerra em 16 do mesniu mez,
con liipnado o reo Pedro Ivo Velloso da
Silvi-ir no perdimenlu do posto e em dez
anuos de prisAo em nina fortaleza ou praca
le gui rra, assim o communico a V. S pan
sen coiiliecimento, prev.'iiin lo-o deque na
olli-ua il-qnellaa datas so mandar CXecil
tara referid senteni;a. Daos guarde a V.
S. Palacio do governo de Pernamboco, 30
de dezembro do 1850. --Jos Ildefonso de
Sonta Ramos. --Sr. coronel coiiimauJaulo
las aunas,
Joi Fcenle de Amorim llezerra.
CAMAHA MUMCIPALDO BKCIFK.
5.' SKSSA OHOlfAKIA DK 13 OE UEZEMIinil
DE 1850.
Presidencia do Sr. Oliveira.
Presentes OS Sr. Mamcde, Carneiro Mor- ;ra o Mugue, al o pulso abaler : quatorzeaan-
teiro, Vianna Figueiredo, e Bino* fallad- griasfe*Kaz.rleiu um pneumouico apezar de
do com causa os mais Srs., abrio-se 'a
- -ssoii, e foi lida eapprovada a acta da an-
tecudente.
Fui lidoo seguinte expediente :
Um oflicio do Exm. presidenta da provin-
cia aulorisando a cmara a 'dispender a
quantia de 430,000 rs. com a ileiuulicao do
telheiro qu exisie na ra do antigo porto
das canoas do bairro do Recife, pertencen-
le aos pretos canoeiros, e anproyando a
transferencia que os mesmos canopiros pre-
lendem fazer do oratorio oue all se acha
enlloca o. Que so exp'disso ordem ao
procura lor para em lempo conveniente fa-
zer a respectiva indcmnisaQSo.
Outro do chofn de polica interino, dizen-
doque acamara d-so ordema que fosse
recebido na rsped iva reparticSo a quantia
de 712,500 rs. importancia de multas que
pagaram por infraccSo do regulaoiento n.
120 de 31 de Janeiro de 1812 oa 110 estran-
gniros constantes da relacKo que remelle.
Que se aecusasse o recebimento e se re-
neltesse copia da dita relacSo ao procura-
dor para fazer effectiva a cobranQa, com-
inuuicando-se a contadoria. Mandou-se
ordom ao procurador para fornecer aos re-
peaadores nomeados balancas, pftS09, casa
eludo i|'i -iitu for preciso a desempenhode
seus deveres. cemmunicando-se,a contado-
ria. -- Mandou-se ordem ao engenheiro
eordcadur para quanto antes mandar fazer
os coucerlos de'que precisa o empedramen-
to do aterro da Boa-Vista, e p>s;eio das lo-
jesdapra^a da Independencia, sendo no-
meado.o vereador Mamede para inspecionar
esses trabalhos, Mandou-se ordem ao
procurador para fornecer as quanliss neces-
iii lasque forem mandadas dar pelo verea-
dor Maniel Vianna,a quem est incumbida a
obra da capella do cemitero Josqoim Lopes
Peraira GuimarSes e Manoel do Rosario,
arrematantes do dous leos do muro do ce-
i.leno publico requereram pagamento da
segunda prestado das arrentatates o man-
dou-se-lhes pagar, sto he, ao primeiro
810,000 rs. e ao segundo 552.634 rs. sendo
418,500 rs. importancia da preslacSo, e rs.
134,131 do acri-scimo de obra que fez a man-
dado do engenheiro Jos Mamede Alves Fer-
reira, importando ludo em 1:362,634, mas
s lirou-sa do cofre 1:350,000 rs. Tirou-se
tambem docufe e eotregou-se ao procu-
rador para as rereber em seu vpncimenio as
s.-is segoinies letias do valor de 3:897,500
rs. : una de 3:112,500 ts. aceita por Anto-
nio Goncalves d Moraes : du Fernn les de Azevedo sen lo urna de rs.
200,250 o outra de 150,000 rs. : oulra de rs.
287,750 aceita lor Francisco de Assiz Rodri-
gues Pinto : outra de 78 000 rs. por Itellar-
mion Alves do Arrha e oulra de 69000 rs.
por Jo Joaquim Ferera.
Despacliarain-se as pi-lices de Antonio
Jos Vidal, Agostinho de Souza l'into e
o ii i os,'los devotos do nixo ils ra das Trio*
cneiras, e levantou-sna sessSo.
I-.ii, lua-i Jas Ferreira de Aguiar, secre-
liriu a subs revi, -r Oliveira, presidente.
Uatnedc Rarros.--Tigueiredo.--Vinnna.
IIMKI'aTIA l'UKA.
Em outro numero deste Diario fUeuios ver o
como ebagaiuoi a poni de eaperimentar a bo-
no? M- iiln.i, e as raides porque -h-A un i. de
continuar a usar da medicina allapalliica ou
como i|iii-ieio alguna .icen oos sectarios da an-
tiiM duoii io i, da medicina racional! Setc obser-
v.icoes todas de importancia ealgumas, seja di-
to por um i vez, de iniiiti Importancia, foraui
consignadas aps esse relatoriu alias succinto,
que til para piovar que eslou convencido, que
a lioiuceopatliia cura com suavidade, rapidez e
s. can 111 v- 'lue doenle poneos incoiumo-
dos -nilii- com essa bendita medicina, que
velo por a especie humana a abriga dos tor-
meiilol da allopalliia, digo mc'licina racional,
que depois do tribunal do sanio olli- io julgo
nao linuve quem tanto marlyrisasse a humani-
dad!'! Custicos, -i .i. ol-is, moxas (I miiana co-
mi'lanle cufrrou, vos linda persegus os pobn s
viveutes, po-que Bsslin querem i i(n c is obsli-
ii.nlas em nao reconUecer a verdade, que est
palete como a lu dodia. Cnnliniiaiiios hoje
a apreseular alguuias oulras observaedea de di-
versa especie, para que coiihecain que mude!
de systema, porque a eiperiencia, base da me-
dicina, me den a canhecer outro melhor, slo
lie o verdadeiro systema de desquitar a bu-
ni i :n l nli- de suas dores, sem provocar-lhe ou-
lras inaiores em coinpcosaco E si' os ineus
oobre* collegas nal achain seoipre raides para explicar o cura-
livm prodigiosos da homceopalhla, bei de eu
me : .-i H mu i-l ii--.' Nao: he o mesiuo: a
hoiiiiciipalhia caniinha com passo lirn-, e ina-
baiavcl. e nao tein medo de phautasmas.1 ora,
os sinliores da wn i- n-i racional altribuein as
curas operadas pela enrrgica hoiureopalhla a
forca mediadora da naturesa, nao se temblan-
do que cites coiiHam t.iopoucn nellas, qm- uiet-
inu nos casos simplic<'8 iu.ind.im logo fa/.er una
sangra de seis ou 12 nocas e aventar horas de-
pois, se acaso nao (Ilumine a febre, c a noiie
Um purgante do milito agradavel oleo de rici-
no, e por li-lu-idailc do doeute nao julgain que
seja preciso huxa asais forte, c se o negocio du-
ra dous ou Ires das um largo vesicatorio be o
refrigerio que do ao misero doeute, que se es-
capa da molestia tein de estar anda iiiuit tein-
p na cama tialaudo-se da cura: a homojopa-
ihia com un ou duas dones subslituc lodos
isses llagellos, e odoente Icvanla-se cm poucos
das Ii-mii da uinlestia, e pr> osando rara vez de
cuiivalcscenca : e nao nos digam, que os doen-
les miiiiii-iii ni n re,u nas no>sas inaos be ver-
dade, mas nos aiuda nao disseiuos que (inha-
los descoberl'i o uieiode imuiorlalisar a espe-
cie humana : beui felii seria aquelle que acbas-
se esse talysuiau, porque pin pouco lempo se-
ria aeiihor da uialor parte do mundo mi de
lodo!
Outras vezes attribuem as curas homcaopa-
thlcas a ees-a.,.ni das causas '. bem se v que
por pouco i|iieose precello l'osse extensivo a
ni i- n parte das molestias 'curar-se dliao sem
medicina alguin.1, logo que fosseiu removidas
as causas; pomo como todas as mais rasdes
que pos-ain apreseniar para contestar os ell'ri-
los da hoiureopalhla, essa lie tu ftil, que es-
i-usado he e.iiiuoenia-la, porque na geralnlade
os casos as counas obrain to de passagr-iu, uu
por um i maneira tao indirecta, que as vres he
impnssivi I conliece-Ias, quanto mais, so com
Sua reiiioco. curar as enlernudades: por ej-
emplo : estando o corpo em suor recebe um
11 -li -.i nen lo parcial: na pnruinunlle se iiesi-u-
volve : o ar filo obrando sobre a pelle, vos cba-
maes causa i emola, c por isso nem fallaeg mais
o--o: a suppress.io de transpiracao, quecba-
maes causa prxima, vos captiva tanto aaileu-
co, que se vos traiardes soineule de rcslabe-
lecer a transplracao, perdis o vosso doeute:
Ser purvenlura exageracao minha, ou ser al-
niini.i ei..io .' Oque quizvrdes : mas julgo que
lie verdade quanto indio adiantado a rciprilo.
Senhores, vos c.uihecels tanto a falsidade da
inscripc.io da nona baodeirasubala rama,
tutlimr effeetu iue eui urna aperlada occa-
aUu desias leinbrai-vos do restabeleciiiienio da
lraos|iiiaco, como eu me leuibro daprniieira
camisa que ve-ti, e para logo abris a vea e cor
einpregar o seu eontreitimulanle em alta dase 1
c una dse de acnito depoi de urna hora, e
ai vetes menos, produz umabalimento no pul-
i, que a pruieira ve que tal observei fiquel
silico i !
Nao pensis, que no caum admiracao o ne
sardes a verdade hoivotopalhica; essa verd .de
iocontestavel, c que bem a pesar vosso fa-
la se aprsenla diant da vossa imbcil perse-
ijuicQ : contcnlai-vos com dizer a houiaio-
oiihla he um nielo especulativo, he urna b&na-
lidade mas nao a queris experimentar com
espirito desprevenido e coiucieocioso : Un, ja
sei, leudes iiieilo de iiiniiiieiar que conheces-
le a verdade, que vos queris emendar dos
vossos erras, tendea meo de perder a vossa,
olientel ; pois eu nSo reclel perder a ininha
(alvet uielhqr que a de algunt de vos, e espero
em Dos que- ln-i de apresentar tantos Tactos
que por Sin hei de convencer a inuita gente
que abrace! a homceopalhla por amor da ver-
dade e por amor da huuianidade.
Que umita gente nao crea oa bomfeopalhia
nio causa adiuiracio: se nao conbecessemos a
immensidade de futilidades que por ahi alguna
se acredita I por cumplo: o brllhante futuro
que aos dita a cigana, quando nos l a buena-
dixa. a vlnda do rei D. Sebastlio para tornar a
governar Portugal, e o mundo Intelro, os pro-
testos de lirinesa e lealdaile de urna mulher
que no dia em que mais os reitera, nesse ines-
iiio muda de oppin'uio ; a app arican das almas
ilo outro inundo, e nutras asueiras de igua I
jaez, etc., etc. lato lie mais fcil de crr.
. Vamos ao que mais conveli.
VIII.
Clnica homatiifialhica na tull di Agoa Preta.
Valentina Manoel do Espirito Santo, solda-
do da segunda conipanlila do segundo batathao
de anudarla a pe, no dia 25 de setembro, em
couscqiiencia dse ter molhado estando sdado
heassallado defrlo, febre, ddrdecabeca.es-
moreciuiento no carpo, sede ardente, faslio,
iuipossibilidade de dar-seao mais pequeo tra
balho : a noite toniabrejo: no outro dia ap-
pareceu-lhe vontade de comer, e logo que co-
me, comeca a ter vmitos, e dyarrea biliosa
que nao sessam um instante : qualquer subs-
tancia que ingere inclino a agoa he iminediata-
iiu-nie rejeil.nl i: pasia um dia em obse vacao
sem que o doenle tome remet io : aggravando-
se, norui, seu sitado no dia 28 a noite sou ch*
nado para vl-lo e'acha-o na maior prostacao e
abaiioienio: os vmitos e a dyarrea nao do um
iniei vallode desianco; o doeute pst desanima-
do, coberio de suorea fros, e diz que inorre
d-sc Ihe uina dse de ipec; ao nutro dia de
manha elle sahe da sua barraca e aprsenla-
se em minhacasi a saber que dieta devia con-
servar e dizeudo achar-se perfeitameote bom.
Para um caso tao grave baslou urna s dse
bomceopathica.
IX.
Rkeumatttmo chronieo.
O ansppcada Jos da Costa do Sacramento da
terceira companhia do segundo balalho de ar-
tllharia a pe. pardo, alto, de 28 anuos, entrou
para o hospital no dia primeiro de outubro,
qiicixaiidn-sf de dore eill todas as ai lieillaeei
que o incoinnindum desde Sdejunho: esli ve
no hospital de Paje de Flores, d'onde sahio
anda doente : altribue sua iiiolesa a ter-se
iniilh.id'i a cliiiv i estando suado : no dia 2 de
mimbro iimi i carb. veg.: pissa tres das lem
sentir melhoras, e diz que o remedio nao I lie
faz beneficio ; no quarlo dia comeca a sentir-
se aliviado, c no da id do inesuio mes, lem alta
pe i le 1 no en le ciliado.
Senhores da medicina racional com quantas
garrafadas e alomeutaedes, e eniquanlus das
curaes um reumatismo chronieo?
X.
Tibie intermitiente?
Manoel Francisco dos Sanios, soldado da ter-
ceira coinpinhia do segundo batathao de arli-
Iharla no dia 14 de setembro as quilro horas
da tarde viudo de trabaihar louioii u fro : horas depois sent grande febre, dor de
cabeca, fro, e dores por todo o corpo e muia
sede: a noite achando-se assim. toma una d-
se de ac ni., no nutro dia remanhecc bom :
a tarde, pmcm, voltam todos os incnminodos,
i- t.) u i i ii ii im peridicamente at no uia 17 em
que toma ipec: no outro dia repete-lhc o ac-
cessoja mais fraco, e nao tornou mais. Alta *
24 pe i,-iuini-nie restabelecido.
XI.
SaraaSi
Manoel Filippe de San Tiago acha-se no hos-
tidal regluieiital de Agoa Preta ha 58 das, sof-
fr -o'l de samas: no dia 23 de setembro toma
sulphur., e2l lycop.: no dia 24 nao lem mais
sarnas c sahe do hospital.
XII.
Lumbago ?
Jos Caetano da Luz, no dia 18 do corrente,
tendo carregado mu peso as costas no espaeo
de um quarlo de legoa, sendo logo depois gran-
de dor uas cadeiras com pontadas, que atra-
vessavam de una lado a outro, e tao agudas que
privaram-o de dormir por duas nnites, e veda-
vam o tossir; escarrar, fazer qualquer peque-
no uiovimento, etc. No dia 19 he recolhido ao
hospital, e no dia 20 loma rbus : no dia 21 diz
que nao sent melbor-i, antes se acha peor: no
22 de mauhaa diz o doente que nada mais sent,
e que quer ter alta : por estar o lempo chuvoso
recusei ilar-lhe alta, e dou-lh'a no dia 24, em
que saino bom de lodo.
XIII.
Febre in'ermittenle.
Cypriauo Alves Nogoena.callo da quilla com
pauhla do segundo balalho de artilhari, em
cnisequencia de um banho fri, foi atacado no
dia seguinte de febre, dures de cabeca, e por
todo o corpo fri, sede, lingoa secca, etc., etc.,
em e ni s --i o en ii ilisso toma acn : un 8 de se-
tembro e seguinte passa sem incominodu, e a-
cba-ae capat de fater o servico : puim a tarde
he acoiiimetlid i de fri muilu forte, depois
iiiiiii lelo e. terininaudo por suores copiosos
depois de meia noite : continua este estado de
i me i ni Ule u ca at o dia 13 em que toma ipec,
e como nao cedesse al o dia 18 toma hrejo,
com que por una ve desappareceu o accesso :
no dia 25 lem alta curado.
( ('.nfinunr-.se-/ia)
J desta -1 1 ule se ausentan! o II! ni. cirur-
liilo portuguez Joo Vicente Marlios, n-
insivel e deiioda lo propagador das do-
i im ii de llahnemann. Iloiitem 27 de de-
zembro embarciiu ello no vapor i*.-.Saln
dar em deinsn-la da corte do Itio-de-Js-
ueiro, uii.i.i se deve demorar at marr,o,e
entilo parlir para a Kuropa, u0o para bus
car diplomas de doulor em algumas das
esacrediiadas fabncjs da Allemanlia, ou
da llalla, mas para dislrahir-se das assi-
duas occupaQdes, a que se lem entrega ui
Tres ine/.es dHinorou-S9 em Pon -inliucu,
llura n :e us qu i -s ein.ueg ni S U l-'in.m en
socc.orrer a buman lade, e cunjunclamente
um fazer um servido a seus palricios reu-
niiiilo-os para a criagSo de um gabinete
portuguez de l-ilur.i, destinado para su-.
i istroi\-:i i, e honesta occupaco nas huras
de recreio e descanso.
Numerosos foram os doentes, qon o pro-
curaram para delle receberem a ss le, que
Ih S havis abandonado. US pobres nllluiain
a sua porta, e otllustre hoinoStipalha nio
se causava du uuvi-los, e do iilinislrar-llie
nilo s medicamentos, como tambem mejos
pecuniarios, para sua alimcntacHo exerceu
.lo assim a cari.lade tilo propria do medico
plnlaulropo, e religioso.
A' sua proverbial activdade deve-so a
pubJcscSo do Medico do Pono em Pernatn-
huco, que espero em Dos, seja ainia un
jornal de muito interesse parallos pala
i../.! de suas douirinas e pela impirciali-
I i-I : le seus proprietsrios.os quses.saguin-
li> lielmente o seu programma, jamis dei-
xarb.de recebur, e publicar .|usesqjer ar-
ligos assignadose convenientemente lega-
lissdos, dependenlo desta ultima condicSo
os arilgos, quo versarem sobre interesse
,'iarticular.
Kmquantoem Pemambuco pognava elle
pela homoeopathia, e promova com louva-
vel empenho a criaQSo do gabinete de lei-
lura para nlli lade de seus patricios l na
corta a loeitdado portuguesa de beneficencia
.alardmva seus relevantes servicos presta-
Ios na enfennaria de S. Vicente de Paula
em prol dos portuguezes pobres durante o
lamentavcl p irn, o da febre amarella. Es-
sa illustre sociedade depois de ouvir o re-
la torio de seu digno presidente, e o pare-
cer da commissSo de conlas, nilu so demo-
rn em dar um voto de reconheeimento espe-
cala Sodo Vicente Marlini, laboriotodirector
d dita enfermara (*)
Deo oconduza a piz, o a salvamento ao
seio de sua estimavel familia, e Ihe cout-
uue a conceder perfeita saude para bem da
homoeopathia, amparados pobres, e prazer
dos seus amigos.
Itecife, 28 le dezembro de 1850.
Dr. Sabino Olegario l.uduero Plnho,

Kep-irtigo da Policia.
PARTE DO DIA 2 lE JANEIRO DE 1851.
Foram presos desde o dia 31 do mez pas-
f'egtezia de S. Fre Pedro Goncalves do Re-
cife, o Americano Szire Smitri, por assim o
lisver requisitado o respectivo cnsul; e o
escravo Vicior, sem declaroslo do motivo :
a ordem do subielegadoda freguezis de S.
Antonio, o escravo llaymundo, por crime
de offensas pbysicas : a ordem do sub lele-
gado di freguezia de S Jos, o pardo Fran-
cisco, escravo de Ricardo Ramualdo da Sil-
va, por ter esptica lo a Catuarina Mara da
CouceicSo j os preles Filippe, Bernardo e
Joilo, por infraccijes ue posturas mumei-
jaes; e Dani I, escravo de Mana Leo-
pollina Cordelro, a requisicSo de sua se-
uiiora : es do sublelegadoda fraguazia da
Varzea, Antonio, escravo de Judo l'ereira,
sem declaracgodo motivo._________________
''1
OH.MERCIO.
ALFAtSDEGA.
Hftndimontododiaa.....13:898,939
Descarregam hoje 3 de Janeiro.
Patacho Rolian mercaduras e fsrinhi.
tingue Tetania bacal nao.
Kriguo (. Robition-* dem.
tingue -- '/'. Matheus dem,
itngiie -- Perteit idem.'
itrigue Rurkiel dem,
iliale Anglica meroadorias.
ilngue Mariana idem.
eseiin i J. C. Ridgway -- farinha.
Ilircs -- bnerg/ taixas.
Patacho to/ier l'inulii e bolacliinlia.
Ilrigue -- Nereida mercadoias.
CONSULADO CKKAL.
tendimouto do dia 2.....2:000.510
liversas provincias...... 191,746
2:192,286
EXPOIlTAgAO.
Despachos maritimns no dim 2
Trieste, polac sarda guila, de 261 tone-
ladas: cooluz o seguinte : 3,750 saceos
com 18,750 arrobas de assucir.
C'iik, brigue namburguoz FAize & Louise,
le 297 l niela las conluz O sogiiinto : 200
luneladas de gusnoe 11 fardos M algililo.
Marseile, barc francoza Richetieu, d* 250
toneladas : conduz o seguinta : 4,050 sac-
eos com 18,000 arrobas de assucar
RECKBEDOIIIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Iteudimento do dia 2..... 186,393
GONSULADO PUOVINGIAL
Reniilmento .lodia 2 921,786
iVlovimeuto do porto.
iViitiio sabido no dia 2.
Buenos-Ayas Patacho hespanhol Transi-
to, capillo D. Juan Arlaus, em lastro.
Obsirvaces.
Anda sobre a vella o patacho sueco Ja-
wj, capitiio Ernest, viodo de Newcsslle.
Veioiefreicar e segu ptra o Rio da Ja-
neiro.
Fez-sedevelladoMosqueiro a galera in-
glriii Hannah, para acbar de ca regar no
i'uii lea ioi- das laminhas.
Declarago.
Pela secunda si c;ilu da mesa do con-
solado provincial se fa publico que os 30
dias uleis para a cobranza, a bocea do co-
fre, da decima dos ure los urbanos desla
Cidade se lindam no dia II do corrente mez,
e lodos os-que detxaren de pagar al esse
lia o primeiro se oestra do correte anno
flnanceiro de 1850 a 1851, incurren! na mul-
ta de 3 por cenlo sobre o valor de seus d-
bitos.
Avisos martimos.
Para o Kio de Janeiro
segu viagem com milita brevida-
te o brigue nacin il D. Affonso,
novo, forrado e preg ido de cobre,
le prinieira marcad : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de
passagein, para o quo offerece ex-
cellentes commodo9, trata-9e na
ra do V gario n. 19, segundo an-
dar, com Alai hado S l'iuheiro, ou
com o Cdjittao Antonio Jos Fere*
ra l'arobe, na praca do Coui-
mercio.
Para Msbds sabe com a maior brevi-
Imle possivei o brigue portuguez Novo
Vencedor, por ter o seu Ciiregatnaoto q""
si completo : para o ie>t me e passageiros
(*) Do Medico da Povo Iranscreveni'iS al-
guna extractos desse iuleiessaule ifl do-
rio, que tanto acredita a homoBopalbia.

*


mm*
pra o que offerece bons coromodos, fruta-
se com os consignatarios T. da Aquino Fon-
seca & Filho, na ra do Vigario n 9, pn-
meiro andar, ou com o canitSo na praga
Parado Cear.
Em consequencia los lina santos foi es-
pagada k sahida do brigue Empreza par 6
de Janeiro, qoando s hir irnprelerivel
mente : para carga e passageiros trata-se
na ra da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, com Francisco Joaquim Pedro da
Costa.
Para a Bshia sahe em pou-
cos dias o hiale Amelia, pode an-
da receber alguma carga a frete e
passageiros : trata-se com Novaes
& Companhia, na ra do Trapi-
che n. 34-
Para o Rio de Janeiro sahe
com a maior brevidade possivel o
patacho nacional Valenle : para o
resto da carga e passageiros, tra-
ta-se com o capitSo a bordo, ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34-
Para o Rio de Janeiro o brigue nacio-
nal Emilia, de primeira marcha, pretende
sabir no principio de Janeiro, por ter j
parte de seu cnrregamento : quem no rnes-
mo quizer carngar ou ir de passem, diri-
ja-ce ao capilflo Joaquim Jos dos Reis, ou
a Lima Jnior & Companhia, ra da Crux
D 28
Para o Rio de Janeiro sahe a gtleota
Santiuima Trtndade, de saperior marcha,
forrada e ocavilhada de cobre, por todo o
presente mez por j ter grande parte da
carga contratada, quem na mesma quizer
canegar ou ir de passagem, rtlnja-se ao
seu consignatario Francisco Alves d* Cu-
nta ra do Vigario n. 11.
Vende-se o brigue denominado Pirali-
nim do lote de 204 toneladas, forrado de co-
bre, com lancha, bote, e lodo os pef trnces
deapsrelho, prompto para fazer qualquer
viaiiem, quem o pretender pode ir ou oan-
da-lo examinar no ancora.iocro defronle
da escadinha do passeio publico aondeesU
fundeado : para tratar na ra da Cadeia n.
39 com Amorim IrmSos
Leilo.
Delenlini Borllo f*r leilSo por inter-
vengSo do corretor Miguel Carneiro.dos ma-
is variados ricose modernosgosls em obras
de alabastro marmor, pedra agaltla ; bem
como um sortimento de oulras variadas e
elegante* obras em barro cozi.io e enverni-
sado iepresentando estatuas, leOis, globos,
vasos, e outros mullos objeclos para ador-
nos de jaidins, salas e palacios, tudo do
mais apurado gusto, e viudos ltimamente
da llalia, quinta feira 9 do frrenle as 10
horas da manhaa, nu seu deposito uo Aller
ro da Boa Vinta n. 53.
as
Avisos diverso*.
Jos Sotres de Azevedo, professor de
lingos franceza no lyceu, tem abertq em
sua msi, ra das Trincheiras n. 19, um
curso deGEOGRAPHIA e HISTORIA e outro
de RIIETORICA e POTICA. As pessoas que
desejaram estillar urna ou odlra destas dis-
ciplinas, podem dirigir-se indicada resi-
dencia a qualquer hora.
Jos Joaquim da Silva, subdito brasi-
lero, retira-se para a Europa.
Todos os ere lores da (irma de Poncia-
no & Salgado, queiram, no prazo de oito
dias, apresentarsiiascontas legalisadas pa-
ra serem immediatameiite pagas, no nies-
iiin eslabelecimeuto, na ra do Rozario es-
treits n. 13. Reefe. 3 de Janeiro de 1831
I)-se pilo de vendagem a prelas, res-
pondendoseusseuhores : na rus do Roza-
rio i'-ircii r n. 13.
C3o se 450,000 rs. a premio com hypo-
iliec i em urna casa nesta cidade : quam
pretender, annuncie.
Iilo-se 500,000 rs. premio com by-
polheca em urna casa nesta cidade : quem
pretender, annuncio.
$ Consultorio central homoeopalhico til" Pernambuco dirigido pelo l)r. Sa- a
bino O. L. Pinho, ra do Trapiche- 3
* Novo n. 15. JN
S Consultas, e remedios de graga aos t},
pobres todos os das desde as 9 horas fj
| at as 2 da tarde. |
Aluga-se um prelo canoeiro, capaz de
dsrcoiiia do servigo que se llie entregar,
por nflo ler vicio : na travessa das Cruzes,
atrs da praga. venda o. 10.
O Sr. empregado publico E. X.S quei-
ra vir pagaros mezes da casa de sua fiang
da orden) tercena de N. S. do Carino a o pro-
curador ila mesma, na ra de Hurlas nu-
mero 110, alias sera chamado a juizo.
Sorvetes.
De hoje em diante ha veri sorvete em
Olinda, na ra daJSiquinha, no bilhar, das
6 lloras da tarde em .nanle.
AltencSo.
J. A. LeilSo, com aula de primetras let-
tras e granimalica porlugueza, no oilfioda
matriz de Sanio Antonio, faz sciente aos
pas de seus alumnos (e aos pais de fami-
lia que de seu piestimo se quizerem ulili-
sar ), quedo dia 8uo janeiro em diante da-
r principio aos seus trabalhos com o maior
zelo e envidada possivel ; e prometle o
a da i. la lucillo sen o ugoroso castigo de
pln>ati>ada ; assim como recebe pensio-
nistas e meios pensionistas.
Ruga->e ao Sr. alteres Jorge Rodrigues
Sidreira queira ter a bou lado de pagar os
30.00U rs. que pedio empreslapo, na ra da
Cadeia de Santo Antonio.
Quem piecisar de um caixeiro portu-
guez, do boa conducta e de 12 a 14 aunos,
o qual lein pralica de nogocio, dirija-se a
ra larga do Itozario n. 46.
5o,ooo rs. de alvicaras
a quem achou um brinco de brilhantes,
que e perdeu na estrada nova da Capunga,
junio au no : a pessoa que o achou e qui-
zer ietilui-lo, dirija-se o sitiado l)r. Ja-
cobina, ou ra Nova, luja do Amaral, q"e
telhoicai agradecido.
Aluga-se pelo lempo da festa ou an-
nualmente a casa de dous andares, defron
te de 8. SebastiSo em Olinda, com commo-
dos para grande familia : a tratar na mes-
ma casa, ou na ra da Cadeia do Recife, to-
ja n. 50.
Na ra de Hnrtas, n 54, easa terrea na
esquina do becco que volta para ra de
S-Thereza, engomm-se toda a qualidade
de roupa, por prego commodo.
Oabalxo assignado avisa aos pais de
seus alumnos, que abre a, sua aula de pri-
meiras lettras, grarr.maca porlugueza e
msica, na ra eslreila do Rozario n. 23,
no dia 8 .le jinebro, corrate. Tambero faz
sciente ao espeilavel publico, que conti-
na a admillir alumnos externos, pensio-
nistas e meios pendonistas, tendo o maior
esmero, nSosem promover o mais rpido
adiamntenlo possivel de todos os que Ino
forem confiado, como tambem em bem
formar os seus corages e os seus espiritos,
iinprimindo-lhes senlimenlos moraes e re-
ligiosos. O annunciante prometle ser assi-
duo, como sempre, no exercicio de seu ma-
gisterio, e ter a maior indulgencia com to-
dos os seus alumnos, bem como de amoro-
so pai a seus Ribos.
Manoel de Souia Cordeiro Si mes.
--O administrador das obras do hospital
Pedro II faz publico, que no dia 7 do cr-
rante continan os trabadlos do mesmo, e
para seu prog'essivo andamento recebem-
se serventes forros e captivos : os que qui-
zerem comparegaro na mesma obra em
qualquer hora do dia para seren admit-
tidos.
Precisa-se de um forheiro e um aman-
sador : na padana nova do Manguind, |ao
virar para Baixa-VerJe.
-- As tres horas da tarde do dia 30 do
prximo passado fugio da casa do deposita-
rio, Francisco Jos Arantes, o cabra de no-
me Pedro, perteocente ao Sr. Dr. Pedro Be-
zerra Pereira de Araujo Beltro, com os se-
guintes signaes : caballos caixiados, braco
esquerdo alejado, cicalrizes na pa e no
tirado esquerdo, e outra no estomago de
urna facda ; quando falla Unge ser gago,
muito prozista e cantador; levou carniza
de riscado azul e caiga de algodSo transado
lislrado americano : roga-se a polica e aos
capiUes de campo se o virem de o pegare
levar na malta da Torre, sitio.do LeSo, ou
no Recife, na ra da Cadeia de Santo Anto-
nio, armazem de lijollos.
Na uoilede.Nai.il roubaram a casa da
abaixo assignada, no becco da Lenha n. 4,
as Cinco-l'ontas, leudo ella ido a missa :
levaram-lhe 10,000 rs. em sedulas, sete pi-
tacascm cobre, auatro garlos equatroco-
Iheres de prala, sete col lie res de cha tam-
liom de prata, seto grampas e urna treme-
deira de prata, e urna medalha e tres voltas
de cordilo fraiice/. : quem descubrir dito
roubo sera recompensado.
Hila Mara de Almeida.
Aluga-se um moleque cozinneiro, p-
timo para casa l'r-uceza ou ingleza : na ra
do llangei u. 44.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
que saiba lavar, cozinhar, engommar e
comprar, para o servido de urna casa de
pouca familia i na ra Nova o. 39, segundo
andar
Precisa-se de um pequeo para caixei-
ro de venda, de 10 a t-j annos, que lenha
alguma pralica du mesmo negocio, s-ndo
pieferido de "ora da cidade, que d liador
a sua conduela : na ra de Horlas n 52.
Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva : na ra larga do Rozario n. 46,
pi imcno andar. .
Precisa-se fallar aos Srs. Jos Joaquim
da Silva Araujo Jnior e Joaquim Rodrigues
de Almeida, ou a quem suas vezes fizer ;
por (sso queiram annunciar suas moradas,
ou mandarem participar na ra da Alfande-
ga Velha n. 5, escriptorio.
Aluga-se um armazem grande com em-
barque a porta, na ra do Amorim n. 5, e
para ir v-lo, a fallar na ra da Cadeia, na
luja de JoSo Jos de Carvalho Moraes, onde
se acham as chaves.
Antonio Francisco Corris Cirdoso ro-
tira-se para fra da provincia, e pele a
qualquer pessoa que so julgar sua credora,
de a,-rescntar sua conla no prazo de 8 dia*
dadatadeste. Recite, 2deJaneiro de 1851.
Aula particular.
Umbelina Wanderley Peixoto. faz sciente
ao respeitavel publico que as ferias de sua
aula, na ra da Cadeia de Santo-Antonio no
sgundo andar do sobrado da esquina do
Ouvidor n. 14, aeacabam no dia 13 do cor-
rente mez, e que continu a receber alum-
nas externas, pensionistas e meia pensio-
nistas, e a ensinar com zelo a ler, escrever,
contar, grammalica porlugueza, cozer,
bordar e marcar de todas as qualidadns, a
fazer labiriuto e lenco de retroz. A annun-
ciante conlratou com os insignes artistas o
Sr. JoSo Rodrigues para ensinar a .langa, e
o Sr. Amaro Francisco Barboza a msica
vocal e piano ; comprometi -se tambar a
fornecer aquellas de sias alumnas que se
quizerem applicarao francez, desenlio ea
geographia, mostr com as habilitagOes
precisas. A annunciante o anno pretrito
leve o rigosijo de suas alumnas apiesenla-
rem um adianlamento satisfatorio como
pdem alte star os Srs pais das mesillas
Na fabrica de charutos da ra do Ran-
gel n. 23. precisa-se de olliciaesdecharu-
teiros que sejam peritos.
No da 9 do corrente fugio do engenho
Sapucaia freguozia de JaboatSo, o preto Do-
mingos, ida le 22 annos pouco mais ou me-
nos, altura regular, cor bem preta, dis Jen-
lado na frente, e tem a unha do p arran-
cada ainda de pouco, levou diversas pegas
de roupa dentro de um sacco de couro de
ovelba : quem o pegar leve-o na ra Nova
n. 53, que sera bem recompengado.
Precisa-se de urna mulher para o ser-
vigo interno e externo de urna casa de pou-
ca familia, nflo tendo por costume embria-
par-se : paga-se bem : n ru* lo Cano n. 36.
Jos Luizda Silva GuimarBes mora na
ra Bella, casa terrea n 25, e continua a
teroseuescriplorionarua larga do Roza-
rio n. 33, primeiro andar.
Escriptnraco mercantil.
A classe deescripluragflo mercantil por
partidas dobradas, que O abaixo assignado
annunciou que ia abrir em sua cas, na ra
do pilar n. 40, devera comegar no dia 7 de
Janeiro corrente. As pessoa* que quizerem
frequenla-la, se servirflo procura-lo com
anticipacao, para se matricularem, no es-
criptorio dos Si*. C. Slarr & Companhia,
na ra da Aurora. )o$ da Maya.
No becco do Thcatro. por cima do bo-
liquimdo Sr. Paiva,segundo aodar, preci-
sa-se de urna mul'ier br n m de iludo para
tomar conla da diregflo de lima casa de ho-
mem solteiro, sabendo n ni's-na engom-
mar, coser cozinhar com lo la a limpeza e
aasein ; bem como so exie que sja livre de
pensflo de familia e d fiador a sua conduc-
ta : a tratar no mesmo sobrado das 6 horas
da manhflas 8 do da, edomeio-lia s 3
da tarde.
Precisa-se de um caixeiro para a pa-
daria da ra larga do Rozario n. 48: a tra-
tar na mesmo.
Roga-se ao Sr. Dr. I-urz de Franga Mu-
niz Tavare* que lenha a hondada de appare-
cer na ra do Rangel n. 38, primeiro an-
dar, das 6 s 8 horas da manhfla, e de 1 s 4
da tarde para se tratar de negocio de seu
interesse, pois apezar do annunciante ter
procurado o mesmo Sr. por diversas vezes,
nunca Iba tem Sido possivel en.-ontra-lo.
Quem precisar para ama de casa de urna
mulher estrangeirwy annuncie para ser pro-
curado : prefere-se para caaa estrangeira.
Preeisa-se fallar ao Sr. Thome Fran-
cisco da Costa : na rna do Livramento n. 4.
No Aterro da Boa Visla, Inj de miude-
zas n. 72, se dir quem da dinhairo a juros
com hypothecs em casas terreas.
O abaixo ass'gnado avisa ao Sr. arre-
matante de ago'ardcnte de producgflo bra-
sileira, que deixa de vender dito genero em
sua taverna da travessa do Queimado n. 3,
desde o 1. de Janeiro de 1851 em diante.
Manuel Firmino Ferreira.
Koubo.
I No dia 23 de dezemhro furtaram da casa
do haixo assignado, em Santo Amaro, um
cordilo de ouro com duas voltas e um co-
ragflo de dito macigo com o poso de quatro
oitavas e meia ; o cordilo ignora-se o pe.o,
sendo tudo de lei; julga-seser urna preta
3ne ven la pfio-.li-- l. e porque desde esse
ia nflo tenha appsrecido mais em dilo lu-
gar, ro;a-se, pois, a qualquer pessoa que
I lie sejam ouerecidos de os apprehen ler, ou
no caso que ji lenh >m comprado de decla-
rar por esta fnlha, que se Ihe dar o mesmo
dinheiro. J Precisi-te alugar um cria lo portuguez,
queenleuda de bolear carro e tratar daca-
vallos, para urna casa de familia ingleza : a
fallar no armazem de Miguel Carneiro, cor-
retor geral, ra do Trapiche n. 40.
O cirurgiflo Manoel Joaquim Pereira
faz sua residencia, no sitio denominado
Olho de Vidro, na estrada de Parnameirim.
--OITerece-se urna mulher de meia i Lile
e da boa conducta para ama de una casa de
senhora viuva : quem pretender, dirija-se
ra do Fugo n. w.
Precisa-se de urna ama de leite t quem
estiverem taes circunstancias, ou tiver pa-
ra alugar, annuncie.
Precisa-se de urna ama de leite : a fal-
lar na mi larga do Rozario n. 35, loja de
miudezas.
Precisa-sede urna ama para fazer as
comprase o servigo interno de urna casa
de familia : na un da Mangueira n. 3.
Aluga-se o segundo andar da casa n.
48, na ra larga do Rozario, sendo dolado
da sombra : a tratar napadaria do Sr. Va-
lenga.
Os abaixo assignados tendo chmalo
os seus erndores, e como estes nflo delihe-
rasseai nada, vendem a paitara para paga-
mento dos mesmos ; quem a quizer com-
prar, diriji-so a mesma, def'onte da forta-
leza das Cinco-l'ontas n. 154.
Sonre & Silva.
OfTerece-se urna mulher branca da
meia ida ie para o servigo interno de Casa
de familia; afaoga-se sua boa conducta e
umita habilidade quem quizer, dirija-se
a ra das I arangeiras n. 23.
Sinhorinha Luzia da ConceigSo, viuva
de Herculano Jos de Frenas, faz sciente ao
espeitavel publico, que Jos .Mente- Salga
do Guimafles deixou de ser seu caixeiro
te-de o dia 19 -lo corrente mez, e para que
niuguem se chame a ignorancia faz o pre-
sente por ella assiguaio.
Sinhorinha Luzia da Conceic&o.
Precisa-se alugar uot u oleque de 14 a
16 annos, que seja diligente esem vicios,
para o ser vico externo ue urna casa de puu-
ca familia. Dirigir-se ra das Trincheiras,
sobrado n. 19.
Precisa-se de um menino brasileiro, de
II a 14 annos, quetenna boa educagflo, pa-
ra criado rave de dous meninos. Dirigir-
se a ra das Trincheiras, sobrado n. 19.
Serventes.
Na fundigflo ingleza da ra do Brum ns.
6, 8 e 10,precisa-se de malhadores do ferrei-
ro, assim como de serventes para o servigo
da mesma fabrica.
I'recisa-se de um caixeiro, que enlen-
da de massas, e queira tomar cotila de urna
padana por balango, aliangan lo sus con-
duca : atrs da matriz da Boa Vista n. 22.
Precisa-se de um criado nacional ou
estrangeiro, que d boas iuformagOas de
sua conducta, para o servigo de urna casa de
pouca familia. Dirigir-se ra das Trin-
cheiras, sobrado n. 19.
- Aluga-se na ra da Uniflo um sobrado
com excedientes comino ios e vista para a
barra: a fallar com Manoel Alves Guerra
Juoior, ou com o hachare! ChristovSo Xa-
vier Lopes.
Arrenda-se una casa no Caxang, a
melhor que naquelle lugar existe, por ficar
ao p da ponte e com bando no fundo do
quintal, tendo a mesma alguna arvoredos,
seis quarlos, duas grandea salas, corredor
lavado, os. pretenden tes dinjam-seao tra-
piche do Ka i boza a Tallar com Antonio Mu-
niz Machado.
*+#>? 9**?
0 O facultativo J. B. Casa nova mudou f
a> o seu consultorio hnmeeopalhico da #
}> ra da Cadeia para a ra das Cruzes ?
* n. 28, segundo andar, onde contina $
fljl a dar consultas 'udus os dias. Os po- *J
>; bies sanio tratados gratuitamente. *
-- Precisa-se de urna mulher que esteja
costumada a andar rom negocio do fazen-
das, asaim como de urna preta muga para
carregar o taboleiro las mesillas : adverle-
sa que aa pessoas cima referidas devem dar
Ranga as suas conductas : a tratar na ra -lo
Trapiche Novo, armazem n. 44.
Aluga-se urna ala para homem soltei-
ro, na ra do Livramento, n. 1, primeiro
andar : nesta typographi*, se dir quem
alaga.
Offerece-se par* caixeiro de qualquor
estaheleciuiento, a exeepgflo de venda, um*
' pessoa com hahilitiges, dando fiador sua
conducta : quem pretender, dirija-se i ra
Nova n. 60, primeiro andar.
-Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com to lo asseio e muita promp-
tidflo, por prego mtis coturno Jo do queem
outra qualquer pnrle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
Aluga-se o segundo aodar do sobrado
da ra Direita n. 20, com commodo para
grande familia : na ra Direita n. 93, pri-
meiro andar.
Domingo -xl\ do passado,
perdeu-se des le a Passagem da
Magdalena at a ra do Collegio
urna pulceira de diamantes enfia-
da em peroles ou aljfar : quem
a tiver adiado e quizer restitui-ta,
dirija-se a ra da Cadeit do Re-
cile, primeiro andar da casa n.
38, que ser gratificado com a
quantia que valer a mesma ataca.
O Consultorio hoinceopathico, O
O ra do Collegio, n. 25,
O Do J>. P.de A. hihn Voselo. O
0 tiltr. Moscoso d consultas lodosos O
pi dias. Osdoenles pobres sflo tratados
}? de graga. So serflo visitados em suas 9
9 casas aqualles que nflo poderem vir O
'j* so consultorio, ou que suas moles- O
O lias uo possam dispensar a presen- 6
$ ga do medico. O
Chapeos de sol. ^^,
Ra do Passeio, n 5. X
Nesta fabrica ha presentemente um rico
soriuneiiio desles objeclos de todaa as ce-
ros e qualidades, tanto de se la como de
p Humillo, por pregns eommodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
sflo feitoi pela ultima mola ; seda adamas
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casase acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, par* cobrir ar-
magoes servidas : todas estas fazen las ven -
lem-se em porgflo e a retalh i : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasleas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prego com-
modo. Na mesma rasa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno a de seda, pro-
prios para feitores de engan.no, por serum
dos mais fortes que se p lem fabricar.
* Homoeopalhia:.
^ Gosset llimont, professor de ho- ^
> mee ipathia pela escola homoeopa- ^
tinca do Rio de Janeiro, da volta de <-;
> sua viaa^em Franga, onde praticou 4
_> com os primeiros homceopathas da- 4
& quelle paiz, principalmente no con- ^ suiono jo instituto homcQopalhico ^
_j. de Pars, podara ser procurado a ^
qualquer hora, em sua casa, Aterro _
+ di Boa Vista n. 26, segundo andar. 2
_> Os pobres receberflo consultas e ^
> remedios grata. ^
44ft!>!ljtAljll4!fcAI A4A
Compras.
~ Compram-se escravos de am
bos os sexos ; na ra di Cadeia do
Recife, n. 5i, primeiro aniar.
Compra-se um catorro de fila ou atra-
vessado, que seja novo e braho : na ra do
l.ivram nlo n 14.
Couipra-se um tronco : na fu da Sen-
zalla Vellia II 90.
Co'iipra-se um piano salo, que seja
pnr prego bem commodo: quem tiver, an-
nuncie.
Vendas.
Vende-se urna escrava, que lva, en
gomma o cozinha o diario de urna casa : na
ra do I..vraiiiaiito n. 36.
Vende-se urna armagflo que foi de von-
da, com lodos os seus penalices : quem la
preten ler, procure-a na ra de Hortas nu-
mero 68
Veudem-se 10 escravos sendo 2 lindos
innle (iics de 14 a 20 anuos ; 5 palos niuito
uiugos.'de honilaa figuras, bous para todo
o servigo ; urna linda niulatmha de 18 an
no-, na engonima perfdiiamenle, cuse e
faz ludo o servigo de casa ; utna preta mo-
ga, qua coz nba bem, engomma, cose n faz
todo o servigo de urna casa muito diligen-
te; urna dita que engomla, ba lavadeir*
quitandeira, de bunita figura e muilo mo-
ga : na ra da Cadeia do Recife n. 51, pri-
meiro andar.
Lotera de .N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo rs.
Na loja de miudezas da praga da Indepen-
dencia n. 4, ven lem-se bilheles, meios,
quarlos, decimos e vigsimos, que corre
i mpreiei ivelmenie no dia 31 de Janeiro. Na
mesma loja venderam-se os dous meios bi-
lheles ns. 1179 em que sahiu a surte 1 500/
rs., da mesma lotera, que correu no Un
24 de dezeoibro do anno passado. Inteiros
11,000, meios 5,500, quario 2,600, decimos
1,100 e vigsimo 600 rs.
Vendein-se ceblas no caes da Alian.
doga a 800 rs o mlho, ditas despencadas
a 600 rs. e o cenlo a 1,000 rs.; tudo isto pa-
ra liquidar contas : quem quizer, dirija-se
ao mesmo caes.
Na ra das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vende-se una uptima parda de 26 ao-
no*com cxcellentes habilidades ; duas pre-
las de nagflo de 20 a 24 anuos, que coz-
iihaiii, lavam ue sabo e sflo quilandeiras,
urna dita para todo o servigo de campo ou
da praga ; e um escravu da Costa, bastante
rubuslo.
viuiii existe.
Ainda exisle um resto das bonitas conde-
gas, agafales, sextas do comprar e penei-
ras, tudu ciiegado recntenteme do Poilo;
na ra du Rozariu estrella, padana u. 13,
que fui do Sr. Cunha.
Vende-selarinha de man-
dioca de Santa Catharioa, de mui-
to boa qualidade, a dous mil ri>
a sacca e a mil oitocenlos ris sem
a s .cea : no armazem de Jos d
Silva Campos.
Vende-se pur 300,000 ra. urna preta di
trinta e lanos anuos de idade, bo* qui-
landeira e propria para o servigo de campo,
por j ter trabalhalo em engenho bastante
lempo, he muito sadia e robusta : quem a
quizer comprar, dirija-se ra do Rangel
n. 56, que achara com quem tratar.
una do itozario larga n. ai.
Vende-se urna mulatinha de 13 annos,
muito linda e de hom genio, com princi-
pios de costura, propria par* educarse ou
dar-se de mimo a urna menina; duas cre-
tas mocas com habilidades ; urna dita boa
quitandeira ; um moleque de 16 annos, de
bonita figura e de boa conducta, o que se
afianga ; e 4 pretos bons trabalhadoresde
enxada.
Vendem-se caitas com cera
em vellas, fabricadas no Kio de
Janeiro, sortidaa ao desejo do com-
prador ; retroz da fabrica do Si-
queira, no Porto, de todas as co-
res : trata-se com Machado & Pi-
nheiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar.
Listas da lotera de Nos Senbor* do
Livramento, cojas roda* correram no di 24
de dezembro 1 no piteo do Collegio, casa do
l uto azul.
Vende-se para fora da provincia, um
escravo crioulo com 26 annos de idade, fi-
gura bonita, sem vicios, optino para mari-
nheiro oor ser de bastante forga, e muito
vivo, a vial* do comprador se dir o motivo
de se vender : oa ru* Velha n 61, as 9 ho-
ras da manhfla e as 2 da tarde, nu na cas* d*
cmara municipal das 10at 1 da tarde.
Vende-se urna escrava com 20 annos
de ida le, boa engommadeira, cozinlieira e
coslurein, sabe bem vistir urna senhora e
fazer todo arranjo de urna c isa com perfdi-
gBo : na travessa da ra Bella n. 6.
Vendem-se 2escravo*, sendo urna ne-
ra crioula de boa figura, moga e sem def-
felto e vicio algum, eum negro lambem
mugo, crioulo, proprio de todo o servigo :
n* ru* d* Cadeia de Santo-Antonio n. 25,
no segundo andar.
Aviso aos fumantes.
Ah rtiiiu geral.
A nova fabrica da ra do Rangel n. 23, a-
cha-se abarla, conlendo um completo sorti-
mento de charutos vin los da Bahia ltima-
mente, dos mais acreditado* tutores da-
3uella cidade : portanti os que sflo amigos
1 boa fiimaga l podero encontrar tu lo
.1 iianto he bom, levando o dmheiro na mflo,
nSo se quer liado para nSo ter livro assig-
nado.
Ai da litim in'nla'le !
Se nflo fra Alejandra Spina, descubri-
dor dos oruloi para nariz no seculo XIV,
as pessoas miopes, ou de vista caneada nSo
sahiriam de casa logo que solfressem tal
molestia, ou chegassem a certa idade, sb
.icna de andarem dando espectculo pelas
ras, servindo de bobos, j pelas caricatu-
ras que nos fariam quando quizessem en-
carar os objeclos, eas quedas que dariam
outros quando andassem; como ainda acon-
tece as naco'sanlipofagas, q.ieos velhos
quem g>ralme'ile accummetle lal moles-
tia, nSo saheem do copiar de suas c*bns
ou residencias, e s servam de consulto-
rios, ci'andeiros ou oulras bobeias. F. de
mais, como ao par do rpido progresso das
scienclas e arles se poria un miope ou pres-
btero sem o auxilio de um par d'oculos!
Responda a medicina qur moderna qur
anliga: asimples reflexSo a lal respeito
torna melanclico ao mais jovial pensador,
e he por so que se recommenda a quem
sofTrer tal incommodo os v procurar, che-
gadinhos ha pouco, na ra larga do Roza-
rlo n. 35.
-- Vende-se um moleque: na ra Nova
n. 46.
Aos ao:ooo,000 de rs.
Na ra do Queimado n. 23, loja, vendem-
se os muito fortunados bilheles da 13.*
lotera ordinaria, a beneficio do thcatro da
imperial cidade de Nictheroy, da qual te-
remos a lista pelo primeiro vapor; assim
como que acabamos de vender os bilheles
da lotera de S. JoSo Baptista da igrrj* ma-
triz da freguezia d Alaga, e entre elle* o
n. 3154 com os 20 000,000 rs. dous com o
premio de 100,000 rs., dous com o de 40/
rs., e triol* e tantos com o mesmo di-
nhalro.
Vendem-se chilaa, a 160; ditas deco-
berta, a 200 ; ruslfles para collete, a 400 e
240 ; riscados para caigas, a 200 e 240;
bnns escuras, a 180 ; ganga transada para
saia ou caigas de escravos, a 120 ; estopa,
a 200 ; vestidos de cassa, a 2,000 ; suspen-
sorios, a 80 ; cassas de toda* as qualidades
e limp*s, a 400; ditas aujas, por todo o
prego ;e lustnai verde, a 160 : a tratar na
ra dasLarangeiras u. 29.
N* ruadas Cinco-Puntas, sobrado em
frente a matriz nova, vende-se urna escrava
de 22 annos, que engomma, cose bem, co-
zinha e tambem lava.
Boa cozinheira e engommadeira-
Veo le-se urna bonita escrava, parda, d
-20 annos de idade, com urna filhinha de
mezes, a qual cozinba e engomma bem, h4
muito fiel e nSo lem vicios, o que tudo ae
afianga ; e 1 preto, mogo, muito robusto,
proprio para armazem de assucar ou enge-
nho, por ter muita forga : na ra larga do
Roxarion. 48, primeiro andar.
Vendem-se 16 escravos, sendo 1 bom
moleque de 18 annos ; 1 dito carreiro, que
entende de pedreiru ; 6 escravis do servigo
de campo ; 3 pardo* de 18 a 30 anuos; urna
linda mulalinha de 12 annos e recibida,
que cose, engomma liso, faz bem lavarlo-
tho e marca delinha ; urna dita de. bonita
figura, que engomma, cozinba e he reco-
mida ; duas escrava* de 18a 92 annos, que
engummam e cosem ; 6 ditas de todo o ser-
vigo de ru* ; e duas ditas de meia idade, por
pregu commodo : na ra Direita n. 3.
Grande sortimento de eharutoa
da fabrica d S. 1 Ylix. no arma-
zem de Croceo l Couipanliin,
ruada C'rnz n. 87.
SSo ebegados a esto armazem os verdi-
leiros charutos regalos, regala, cacadores,
:eputa.los, venus, senadores e soberano*
de llavana, em caixas de cem e 250, por pre-
go* rasoaveis,
Vaeea.
Vende-se urna linda vacca turina coa
cria j grande, ambas viuda* de Lisboa :
para ver e tratar no sitio do Tisso, n* Cruz
das Almas Jas Doga*.
I
*
..
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



i.-

mes-Zg
i

Vende-se nupeiior farfulla
gallega, em meias barricas : no escriplorio
de Hean Yonla & C., ou em seus armazn.
do becco do Gongalves-
Cal e potassa.
Vende-se a mais nova o superior potassa
que ra no mercado, o cal virgem em podra
chegada pelo ultimo navio de Lisboa, or
prego cummudn : na na da Cadeia do Re*
oio. n. SO, Fallar com Cuaba & Amorim ;
8SSmcoT>o uto restante de barriada mes-
macal, que (Icou da safra passada, por ba-
rato prego.
Cobertores de tapete para
escravos.
J se vender os acreditados cobertores
de tpele par escravos, a 720 rs. cada um ;
por isso venham a elle antes que se aca-
ben), ou passem para mais alto prego : na
ra do Crespo, loja da esquina que volta
para a cadeia.
Rap l'aulo-Cordeiro.
Vende-se p.ffeetivamente este encllenle
rap, na ra da Cadeia do Recite, n. 50, le-
la de Cunta os Amorim.
A i,fino rs.
Vendem-se novos cortes de hnm tranca-
do escuro coni linas varas e meia cada corte,
a 1,600; cassa franreza de bnm gnslo,a 2,600
rs.; pecas do esgulo de algo ISo com 12
varas, a 2,400 rs. a pega ; cobertores de al-
godSo de cAres, a 720 rs. : na ra do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lam;ie3o.
Hecas de esguio a a,5oo rs.
Na loja da ra do Queimado, n. 17, ao p
du botica, anda tem para vender pelo ba-
rato prego de 2,500 rs. ; pecas de esgutilo de
alj;ii lilo, com 12 jardas, muito propriu pa-
ra camisas de senhora, cor ser mais largo
que o madapolo.
Para acabar vendem-se,
na ra do Queimado, loja n. 17, cassas fran-
cezasdo 13a aberlas, e de | adios milito
delicados, a 400 rs. o covado ; cambraias
de cores modernas, a b60 rs. a vara ; chitas
francezas do melhor gosto que lem vindoa
este morcado, a 320 e 360 o covado. D3o-se
as amostras.
Deposito le cal virgem.
Na ra do Torres, n. 19, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegada ltima-
mente de Lisboa no brigue Tarujo-Terceiro.
Cabecadns iiiglezaa.
Vendem-se cabegadss inglezas rolicas e
chatas, loros e silbas de 13 : na ra do Tra-
piche n. 10.
SSSF.
Frinhaa nova da marca SSSF, chegada
ltimamente : na ra do Amorim n. 35, ar-
inazem dn J. J Tasso Junios.
Potasen lia Itussia.
Vende-se potassa ila Itu-sta, recentemen-
te chegada, e de muilo superior qualidade :
na ra do Tiapiche, n. 17.
Superiores vinhos.
[Na ra da Cadein, n. I,
vendem-se encllenles vinhns de di
[versas qualiilades, tanto engarra-
rfdo, como em harria, sendo do
Porto, Flgueira, Rcelas, Miiileira,
Cracavelos, Colares, Moscatel de Selubal,
etc. ; assim como oulros muitos gneros de
ptimas qualidades, e de que s-mnre esta
previ'iiiiln este eslaholeeimento.
lories de "nsenilrn, ai 3,5ooo
a 4.ooo rs.
Vendem-se corles de casemira de cores,
a 3.500 e 4.000 rs. ; adverlin lo ros amantos
do boiii o barato que esla fazenda he dos
mollares go-tos que tem viudo ao mercado,
por isso recorr'< enda-se qiH' venham a ellas
lanos que se acahen : na roa do Crespo,
ioja da esquina que volla para a Cadeia.
(JigarrilllOS liesnanhes.
Saoch-gados os excedentes cigarrilhos
he-na fines ao deposito da ra da Cruz, no
Hecfe,, n. 49.
.Mailinia Hoa llnrily, modistii
hrn-dleiin, na run Nova, n. 34.
Madama Roas llardy tem o prazer de avi-
sar a Indas as sentimos de bom goslo, que,
al'i) das I meiil se .ola prvida de um completo e
esplend lo sortimento ile novas e linas d
zendas, eonsislindo em maguilioos mante-
letes e CajJOliobos do furia-cores adamasca-
dos ; ditos de ditos de diversas e ricas co-
ros, ledos em Franca; ricos Cpotnhos de
mullo superior fil de liuho; lindos chapeos
do soda para senhora de mo terno gosto, e
despachado) ha poucos das ; novo e supe-
rior gros ile Nanollespreto e furla-cpr; no-
vas e delicadas fi aojas pretts, proprtas para
manteletes; bonitas Irangas pretas e de cia-
res ; lino chamalole prelu, de oiuila cunis
lencia ; superior sarja prela; luvas ue pe
lica branca, enfeitadas, com ricas llores e
requifes, prnpnas para casamento; bonitas
e superiores rotneiras Je lilo, brancas; di-
tas delinho bordadas; peonas e novas ca-
pellas para casamenlos e bailes ; um com-
pleto sortimento de llores para chapos, das
mal finas que tem apparecido ; lu los len
cjnhoi de seiim de cores para senhora e me-
ninas ; e oulras mimas telendas quuseao
' ..ios os compradores
Vendem-se chapeos de palha
americanos, finos e de superior
na ra do
qualidade :
numero 8.
JEflgnlo ile
Ti aniel
te
2$5oo a
algoilo a
peca le Jovara.
Vende-se esgui3o do algodSo com 4 pal-
mos e meto de largura, a 2,500 rs. : esta
la/onda he muito proprta para lengOes, ca-
misas, ele. : na ra do Crespo, loja da es-
quina que volta oara a cadeia.
3o.
Grasa n. 30, a mais superior que al ho-
je tem viudo a este mercado, pelo esmero
que o seu autor te,n ltimamente emprega-
do. Ksla grasa he a mais prompta em dar o
mais bnlhante e aturado lustio, assim co-
mo a melhor para conservar o calcado: ven
de-se nos rmameos de J. J. Tasso Jnior,
na ra do A jiorim n. 35.
Vende-se urna escrava multo bonita,
sadta e de habilidades; e urna dita propt
par enxada, leudo com luto algumas h
tilinta le-. : na roa larga do Kozario, loja
numero 35
Chumbo de intinicao
Vende-se no armazetn de J. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
Sao condecs,
lie na ra du Kozario eslreita ti. 13, anli-
ga padarta que foi do Cunta, onde ha um
sortimento geral de condeces muito boni-
t is, actales e peneiras : tu lo chega lo re-
centamentfl do Porto e por baralissimo
prego.
Qncijos lontlrinos.
Vendem-se queijos londrinos mnilo fres-
cus, latas com biscoiilns, presuntos, cam-
elias com massas finas, latas com chocola-
te decanella fina, vinhos de cherry, setu-
lial, madeiri secea e Porto, o outros muitos
lleneros, que a vista do comprador se dir o
ireco o se mostrara a qualidade : na ra da
Cruz, nrmazem de Manoel Francisco Mar-
11 ns.\ IrmSo n. 62.
A 260 rs.
Vendem-se fivellas douradas para caiga e
col lele a 260 rs ca la umi: na ra do Quei-
mado 11. 16, loja de Jos Das Simes.
Cdigos do commereio.
Vendemse cdigos do commer-
eio brasileiro, que devem entrar
em execuco em 1 de Janeiro de
1851 : no pateo do Collegio, casa
lo l-tvio Azul.
I'ecliincliu para a festa.
Ven lem-se .sa patries de lustro a 2,500,
3.000, 3,500 e 4,000 rs : 110 Aleiro da II01
Vista, toja n 58, junto a de seletro.
As casas de commereio.
L'm ricosortimenlode livroseni
branco de 5o lolli-s at 4 oem
paulados, risculos, de eneaderna-
cSo segura e por precos commo-
dos : no p iteo do ( ollegio, casa do
Livro Azul
\cndem-se pedras redondas para mo-
nbos : a tratar na ra da Cadeia do Recite,
n. 18.
Talxas para engeiilio.
Na fundigSo de ferro da ra do Brum,
icaba-se da receber um completo sorlimen-
lode taixas le 4 a 8 palmos de bocea, as
juaes acham-se a venda por prego coia-
iiu lo o com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-seom carros sem despezas ao
comprador.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, li
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisb,
no brigue larujo 111.
(tieni admirar venha ver c com-
prar, na na do Crespo; loja da
esquina que volta para a Ca-
de! n.
Panno fino preto muito bom, a 3,000 e
3,600 rs. ; dito muito superior, a 4,500 e
.-,.1)110 rs. ; dito azul nimio fino a 3,000 e
5,500 rs. ; casemira prela, a 5,000 rs. o cor-
te ; dita multo superior, a 10,000 rs. ; cor-
tes de fuslHo a 320 a 600 rs. ; ditos mudo
bonitos, a 800 rs ; dilos de selim de cores,
a 1,600 ri ; dilos de gorgunlo, a 1,2.80 rs. ;
Cassas de cores lixas e do bonitos padroes,
a 240 e 280 rs. u covado ; cortes de cass
prela, a 2,200 rs. ; ditasa 140 rs. o covado;
riscado delinho azul, a 240 rs. ; corte de
hrim de liitlio, a 1.600 rs. ; ditos muito
hnns, a 1,800 e 2.0U0 ; ditos superiores, a
1,280 e 1.600 rs. a vara; lencos de sed de
odres, mullo bonitos, a 1.000 rs. ; ditos pa
ra grvala, a 1,000 1,280 rs. ; dilos d"
cassa com listras de cores, a 210 e 320 rs. ;
dilos com lislras de seda, a 5n0 rs.; al.'o-
dao azul de vara de largura, a 200 rs. o Co-
vado; dito fuila-corcs, a 200 rs. ; picle
nitiilii encorpado, proprio paia escravos, a
200 rs. ; riscado d algodSn ameiicano. a
140 rs. ; corles de brim de listras, a 1,000
rs. ; chilas de cAres lisas e de bonitos pa-
droes, a 140, 160, 180 e 200 rs. o covado;
riscados monstrua, a 220 rs. ; cambraias de
quadrus, a 2,720 rs. a peQa ; Corles do case-
mira de algodSo, a 1,600 rs. ; cassas fran
Bazas muito bonitas, a 320 rs. o novado ;
chapeos deso, com asteas de baleia, a 1,80o
rs. ; e oulras muilas fazendas por preco
comino lo.
l.i'iiii(l:ii;;ii> de fa'/l'lldas-
Na ra Nova esquina que volla para a
(nuil -a do Carmo, loja u. 23 de A'.loni
Comes Villar, esli so ven leudo fazendas
que nesta loja j ezisliam por mnos a ter-
a pade de uns primitivos pretjos, o entre
as u.mas qnalidades teem as seguidles por
estes precos.
Jarros finos de banba 1.00
Fitas de sarjas, du selim e tafettA
largan, vara. 320
I' o ni, de 4 dedos, vara. 240
I lem, de 3 e 4 d dos. a 120 e 160
I lem, de velludo estreila de cies 120
Luvas de pellica para aviuiora e
para bomem.
J,eques de papel, cabo de osso
fino. 640
dem, de escomilha preta.
I lem, de papel linos, cabo de
marlim, de. 4,000 a 20,000
Chapeos de palha finos, lizos, -
herios e bordados, de 3,000 a 4,000
Grvalas de dulas. 160
1 lem, de seda, tirelas ede cores.
Mem, de couro de lustro para
militar. 210
Selins de cores lizos. covado. 6io
dem, branco muito boa fazenda. 80o
Sarjas de cores para vestido, co-
vado. 1.200
Cortes de vestido de seda brancos
para noivas. 30,000
Mantas de selim decores mali-
sadas. .000
I lem, de sarja, dita, dita. 10,000
Chales de seda fuita cores. 4,000
l.uvas cuitas de liiilio paia se-
nhora, o par
dem, de seda aberlas para se-
nhora.
Moias de seda aberlas branca pa-
ra senhora. 1,000
1 lem, pretas para senhora. 1,000
I lem, para honiem. 1,000
I lem, lizas para homem. 1,000
IJem, branca para dito. 1,000
I.alionas lillas de feiie. 320
Sapatos detalla pretos, par. 1.000
Bolina gaspiados, pretos e de
cores para senhora. 1,000
Sapatos oe selim branco para me-
nina. 1,000
Chinellas de marroquim de co-
res para homem. 1,000
Chapeos de sol de seda para
senhora. 2,000
Lencos de cambraia de linho, li-
zos, de 1,000 a 3,000
dem bordados com bicos 4,000 a 20,000
I lem de seda preta e de cores
para grvala 3,000
Chicotea de junco ou cana para
carro do 2,000 a 4 000
I lem. de baleia para carro 3,000 a 6,000
BonalUs finas de junco e
cana du 320 a 2,000
Chicotes fino para mon-
tana de 1,000 a 2,oOO
Um grande sortimento de llores finas sen-
do catzos, ramos, rosas para vestido, pe-
nas de muilas qualilades, bicos de blonies
de todas as larguras,bicos de dentelle pre-
tos estreitos e largos de muito boa qualida-
de para capotiuho e manleliete tudo muilo
em conta.
Vende-se relogios americanos proprios
para cima de meza, muilo bons reguladores
por |o oi;ii muilo comtnodo : na ra ,do Tra-
piche n. 8.
Vende-se, por pre^o muilo commodo,
a casa i.- iva n 30 sita na ra do Sebo do.
haino da Boa Vista, nova, com muitos bons
coiiiniiidiis, em cbfloa proprios, com grande
quintal lo lo murado, com arvores de fru-
to, cacimba de boa agoa e portilo ao lado
da casa para serventa independente .* na
praco da Roa Vista, botica n. 6.
Novas cambraias.
Vendem-se ricos corles de cambraia aber-
las com 6 varas e 3|4, de listas e ramagem
de cor, fazenla mullo fina de lindos gostos,
pelo barato prego de 4,000 rs. o corte, chi-
tada cores mudo ni i od mil iis, pantios mui-
to finos, cores fizas, a 200 rs. o covado;
brins de liuho amarello, cor de ganga, lista
ao lado, fazenda moito fina, pelo baralissi-
mo prego de 2,000 rs. o corle : na ra do
Crespo ii. 11, loja de Jos Francisco Dias.
Luvas de pellica, a -i!\0 rs' o par.
Vendem-se luvas de pellica de cor para
homem, a 240 rs. o par, em muito boro es-
tado : na ra do Queimado n. 16, loja de
Jos Utas Simos
.Mocuilas superiores.
Nafundigaode C. Starr A Companbia
em S.-Amaro, acham-se* venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
construego muito superior.
Koga-se aos fregnezes que le 11 lia ni
toda atlcncao para o novo sor-
timento que existe na loja da
ruado Crespo, n. 6, ao p do
lampean.
Vendem-se cassas pintadas de cores fizas,
a 260 e 280 rs. o covado; corles de brim
branco de linho puro, a 1,920 rs.; ditos d
rusti mullo linos, a 560 e 64o rs. ; cassa
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado; zuarie de cor, a 200 rs. ; riscado
de linho pira casacas, a 210 rs. o covado, e
nutras militas fazendas por prego commodo.
\ i deposito da ra da Moda, n. 15,
ha para vender superior cal em pe-
dra, rerenletiieiile chegada de lis- 2
boa, em o brigue Conceifao-dc-Un- j
r;, por prego rasoavel : lainbem ahi
se vendem pesos do duas e de una
arroba, por prego commodo; ha
tambem ellectivamenle no mesino
^deposito barrisdemel para embar-
.> que.
AAJiAAAAtfefliA'ftiIsAAAiftAAli*
Deposito de potassa e ca
Vende-se muito nova e superior potassa,
assim como cal virgem em pedra, recente-
neulechegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel : na ra da Cideia do Recife, n. 12, ar-
mazem.
Bombas de ferro.
Vendem-se b-.aibas de repuxo,
pe dulas e .picota para cacimba :
na ra do Brum, ns. G, 8 e to,
fundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-Si arados de ferro de
differenles modelos : na ra do
Hrum, ns. 6, 8 e 10, fahried de
machinas e lundicao de ferro.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior smen-
lo, chegado no ultimo navio de llamhurgo :
na ra do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
f asso Jnior.
Vendem-sea larras ao ferro: na ra
la Sonzalla-Nova, a. 42.
Chapeos do Chille.
Vendem-sej por preco commo-
do, cbapcos de palha do Chille,
muito alvos e linos : na ra do
Tiapiche n. 34, a tratar com No-
vaes &c Ciiinp uilitii.
-- Divertimento para a rapaziada do bom
gostb, i I lia do Nogueira, Santo Amaro, 1'aS-
sag-oii, Capulina, Aoipucos, Monletro, dia
.lo Poco, dia do Monte, ele. etc., ole. Ven-
I '-s' o escaler armado a vapor, eoiu lodos
os preparos precisos para seguir viagem,
navega em pouca agoa e Irahulha por mSo
para nao gas'ar carvflo: quem o quizer
comprar, dirija-se ra da Cruz n. 13, a
tiatar com o aizeiro do armazem.
Arados de ferro.
Na fuudigau da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos m-
telos.
Fumo em folha para charutos.
Vende-se por preco muito com-
modo fumo cni folha para capa e
milo decbarutor', assim como fu
uioretalia, desembarcado ha pon-
eos dias : ti.iia-.se no caes da al-
landega, armazem n 1, de Dia
l'erreira, ou com NovaesSf Com-
panbia, na ra do Trapicbe n. 34
-- Vende-se urtia parda moga, que cus
bem e eiigoiuma : na roa Nova n. II, loja
que fui do fallecido Jos Piulo da I'onseca o
Silva.
A ?,ooo rs. a sacca.
Vende-se farinha de mandioca,
em saccas grandes, chegada lti-
mamente, superior fazenda : nos
irmazens de Couva & Dias, e
Dias Ferreira, no caes da elfande-
^a, a tratar nos tnesmos.
lu.uno ra. a dnzin.
Vordadoiro e legitimo champanhe A Y em
asa de Avrial & IrmSos : ra da Cruz n. 20.
Carnauba.
Vende.se muito boa carnauba, por prego
commodo : no armazem do Bacellar, 'junto
a esoadinha.
Naruado Vigario n. 19, primeiro an-
lar, ha para vender mercurio doce em la-
tas de duas libras, relroz sortido em libras
n meias libras, Tachaduras de broca e sin-
geilas, vinhos engarrafado de Setubal, Car-
cavellos e outras quali Jades, superior fla-
nella para forrar aellihs e bolo>8 de uaso pa-
ra caigas : tudo por pregos commoJos para
fechar contas.
A 6,000 rs. a sacca.
Vende-se superior arroi pilado
seis mil ris a sacca : no ai nn
zem a. 1 do Dia* Ferreira, no caes
la alfaoJega.
Agencia
da fundcoLow-Moor.
* Dk SE3Z.ILI.A-NOVA., N. 41-
Meste estabelecimento eonti*
'ia ha.'c-rum completo s:r-
, --lo j" :noe--i!an meias moen
hs, par* engsnho; machinas de
irapor, e tscha* d ferro batido c
:odo, de tolos os tamanhos,
iara dito.
Vende-se urna pret crioul, moga,
que cose pouco, engomma perfeitamenle
he oplima cozinheira e doceira, e com urna
cria cabra de 3 para 4 mezes : no pateo do
Carmo, n. 14, casa terrea.
Lotera do Kio de Janeiro.
Aos ao:ooo,oon de rs.
Na praga da Independencia loja n. 3, que
volta para as ras do Queimado e Crespo,
vendem-se os muito afortunados bilhetes.
meios, quarlos, oitavos e vigsimos da 13 *
lotera a lienelicio do theatro da imperial
cidade de Nictherov. Na mesm loja est
patento a lista da 3> lotera de S JoSo Bap-
tisla da Laga.
Na ra dos Pires, bairro da Boa Vista n.
19, ha tiara vender dous ricos espedios
grandes, proprios pura urna senhora se ves-
tir, assim como um terreno com 180 palmos
de frente e 320 de fuii lo, com algunsarvu-
le'n-, urna parda recolbila cun algumas
habilitados.
Vendeti-se chitas limpas a iiors
Pegas de chilai limpas, rozs, para lulo
aliviado, a 4,500 e 120 rs. o covado ; cortes
le cambraias com 6 varas e meia. de boni-
tos pa i roes e de cores lizas, a 2,600 ; e 100
saceos novos de estopa, cada um com 2 va-
ras, por atacado a 320 rs. : na ra larga do
Uozario.n. 48, primeiro ailar.
Lotera do Kio-de-Janeiro.
Aos 30:000,000 de reis.
Na ra estreila do llozario. Iravessa dn
Queimado, loja do uno lozas n. 2 A, deJ F.
dos Santos Maya, vendem-se os muito afor
tunados bilhetes. meios, luartos, oitavos e
vigsimos da 13. loleria a beneficio do
theatro da imperial cidade de Nictheroy
Na inesma loja est patente a lista da 3 lo-
tera deS. Jallo Bapllsta da l.aita
-- Veode-se um superior cavado de c-
briolet, cim bons andares, muilo manieu-
do e novo : na cavallarce do Possoa, no fin
la ra da Boda, das 8 horas da manha as
5 da larde-
Aos 20:000 000 rs.
Na ra larga do Kozario, botica n. 42, re-
cebeu-se a lista da lotera a beneficio da
rojn deS. Joo Baplista da Alaga, e ah
foram vendidos os seguintes nmeros que
sahiram premiados, a saber : 5585 2:000/
rs. 3676--200,000 rs. 3147 -100,000 rs.
3150100,000 rs. 4243 40,000 rs. ; bem
como bilhetes da 13.' lotera a beneficio do
llieatro da imperial cidade de Nictheroy,
chega los ltimamente pelo vapor, os quaes
se vendem pelos pregos seguintes : inlei-os
a 2.000, meios a 11,000, quarlos a 5,800,
oitavos a 3,900 e vigsimos a 1,400.
jDtj)ogiloda fabrica de*
5 lodosos Sanios, na +
* Baha. t
^y Vende-se, em casa de Domingos Al-"5
*ves Mal heos, na roa da Cruz, n. 52,*
^primeiro sudar, algodSo 1 raneado da-^
^quella fabrica, muito proprio para sac-^ '
. *o,i, e roupa de escravos; bem como^"
y1'11 proprio para redes de pescare pi-<
."_y.'ios para velas, por prego commodo.^
-iAA*'ft4i*/ilfcii*A Vendem-se queijos londrinos ltima-
mente chegados de Liverpool na galera Bo
vita, assim como conservas de carne e fru-
ta, e mais oulros g< eros ltimamente che-
gados, por prego rasoavel : na ra da Cruz
n. 7, armazem ue Dawis & C.
Vendem-se relogios de on-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla-Nova, n. l\i.
CIDADE DE PARS.
, *^ TE f 1
Kan ilo coIIoko 11. I.
Neste novo eslabelecimenlo se scha sem-
pre um grande e rico sortimento de cha
pcos de sol, dos mais modernos e variados,
liara homens e senhora, taulo de seda co-
mo de paiiiiinlio ; lindo sorlimonlo de ar-
macOes de baleia com cabo de marfim, e
oulras para se cobrrem de seda, que lulo
de agradar aos compradores ; chapos' de
sol, para homem, de chamalote decOreso
;iretos ; ditos de seda tle cores, prelos, la-
vrados e lisos, de 4,500 rs. para cima ; ditos
com armago do ago, multo fortes, de seda
o de chamalote ; ricos chapeos de sol, para
senhora, de lindas sedas e ranjas, todos
forrados por dentro e com cabos de mar-
lim, os mais bonitos que se pdem desojar,
o proprios para presentes de fesla ; dilos
mais simples de seda com franjas e singel-
los.de 4,000rs. para cima; ditos de pan-
ninho imitando seda, com franjas e sem el-
las, de 2,000 a 3,500 rs. proprios para me-
ninas aodarem na escola ; chapeos de sol,
de panno para homens, de todas as cores o
dualidades, tanto de arrnagSo de ago como
qe baleia, de 2,000 a 3,500 rs.; ditos de
panno irangado, muito grandes e fortes,
com cabos de laioe de madeira, proprios
para senhores e feitores de engenho ; gran-
de sortimento de sedase pannos empegas,
de todas as crese qualidades, para cobrir
armagOes servidas ; variado sortimento de
cabos de iiiarfiin dos mais ricos, e de outras
multas qualidades para chapeos de sol, de
homem ; goal sortimento de bengalas e
chicotes. Tambem se concerlam e cobrem-
se todas as qualidades de chapeos de sol e
nengalas. Todos estes objeotos se vendem
em porgSo e a iclallio, por menos prego do
I 110 ion outra qualquer parle.
Lotera de Si. S. to I ivramento.
Aos 5:UOO$UUO.
Na ra da Cadeia n. 46, loja de miii.l zs,
vondeu-s c moio bilhete n. 1454 da lotera
de N, S. do l.vramenlo em que sahio a sor-
te grande de 5:000,000 rs. e eslSo eupos-
ios venda os afortunados bilhetes e cau-
telas da mesma lotera, que corre imprete-
rivelmenle no dia 31 de Janeiro corronte.
Bilhetes 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
-- No Aterro da Boa Vista, loja de miude-
zas n. 5*, de Estima & Ramos, cha-se para
vender um rico seslante do melhor autor
jroughlon, por prego muito barato.
i'< cldo de algorlo trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na 111 1 da Cadeia n. 52.
en leiu-se por atacado duas qualidades,
iroprias para saceos de asaucar e roupa de
ase avos.
fi
\
r-1
,
'

I.
Escravos fgidos.
5o,000 rs. ir. gratificacao.
Fugto, no dia 11 deabril do piesente an-
uo, a prela Mara Joaquina,de nagilo Congo
le 30a 40 annos, baiza o cheia do corpo.cara
larga,correlinta, odios vivse meios gran-
des, feigfles grossoiras ; lem um pequeo
signal de carne sobre o beigo snperior do
lado direito do nariz. Esla preta j foi es-
crava do engenho, e o anuo -passado era da
urna crioula de nome Felicidade com quem
dita preta andava pelo mallo endeudo
miudezas, por cujo molivoetla sabia quasi
todas as povoagOes desla provincia ; he
mnilo .inlilusa e capaz de Iludir a qualquer |
pessoa que a no conheca, pode incobrir a I
ua fuga com o negocio de miudezas, pois A
j oulra vez que fugio foi pegada nn enge- 11
nlie S -Auna rom um balaio de miudezas
que andava endeudo. Quema pegar leve-a |,
a praga da Independencia, 11. 17, que rece- j
liera 50,000 ib. de gralilicagilo e quem del- ;
la der noticia certa recebe u 20,000 rs. "I
>^GOOOOt&0000000 I
& 0 mulalinho Agostinho O
fgido.
Na noite de 11 para la do
correte ausentou-se o es-
cravo Agostinho, pardo a-
caboclado, cabellos pretos e
O
O
0
O
G
9
1
ISOS,
ps grandes com os de- O
dos grandes grossos c camba- j
^ dos para dentro ; he lilbo do
q serto, muito fallalor ello- q
& ta : roga-se s autoridades O
policiaes, capilacs de cam-
q po, assim como a toda e q
<> qualquer pes,oa que o en- O
5 contrae de prende lo e 5
O 1 > 1 r 1 n O
-v condtui-lo a seusenhor lien- f
to Jos Taveira, na ruada
Cruz n. ao, que nao s paga-
despezas, como
r todas as
offerecc urna generosa re-
compensa a quem o trouxer.
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Fugio do .sitio da Taquara,
no Allinho, comarca de Caruar, no dia 4
de novembro deste anuo, o escravo Silve-
rio, croulo, representa ter 20 annos, bem
pelo, baixo,secco,coui urna steatriz o ros-
to ; tem o lado de um dente da freuleque-
brado e he ranholo ; foi encontrado na po-
voago de (ira va ta,com destino a esta praga;
he bem fallante: roga-se a todos os capi-
l os de campo que o apprebendam e levem-
no a povoagSo do Altinho ao reverendissi-
(iio Sr. Pedro Manoel da Silva, ou nesta pra-
ga, ouna ra do Queimado, segunda,loja, 11.
18, que se gratificara com generosidade.
Fugio, no dia 10 do correte, oescra-
vo crioulo, de nome Jos, de 40 annos, altu-
ra regular, cheo do corpo, olhos amare!- '
los, rosto hezigoso, ps dalos e grossos;*
levou caiga de ISa escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do l'elourinbo, ns. 5 e 7, de llo-
iiio Antonio da Silva Alcntara.
f>raliflca-sc bem.
Fugio, no da 22 do correte mez de de-
zeuibro, opn-to Antonio, de nagilo Cabin-
da, representa ter 45 annos de idade, altu-
ra tegular, cheio do corpo, tost abocela-
do, bastantes cabellos brancos na cabega,
c 11 uilocabelludo dos pellos; levou caiga
ejaqueta de ganga azul; he ollicial de cal-
ijetreiro'da fabrica Ja la do Brum 11. 28.
Oesconfia-se que tenha ido para o malo, por
ter j eslado fgido perlo de um anno em
alguoi engenho : roga-se, pois, a quem o
apprehender, leve-o aos Srs. do mesmo es-
cravo, Mesquita & llulra, na dita fabrica,
que se recompensar*.
I

V
I
J


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