Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06286


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Full Text
XXVII
*c
Qunta-feira 2
PARTIDAS DOS CORREIOS.
. p.fahiba. s segundas e sexta feiras.
O.anJe-do-Nortc, todas as quintas feiras ao
" s, filiaetn, Rio-Formoso, Porto-Calvo e
\JRm>l.:*ti e SI de cada mea.
; e Bonito, a 8 eB,
i,iu e Flores, a I. e 28.
ra, ...quintas feiras.
d i, iodos os das.
EPHEBIttlDIS.
-Nova, a 2, ai 8 e 24 m. da m.
) Creso, a 10, as 2 h. e2 m. da t.
3m. da t.
da ni.
i.......r, ,. )Cresc. a 10, as 2 h. e2 m,
P.IASES[DX LDA. Cheia a ,7( ls2 h e 33m
VMing. a 24, s h. 57 m.
PBUMAB DE BOJE.
Primeiras 5horas e 18 minutos da manhja,
Segnnda s 5 horas e 42 minutos da tarde.
re Janeiro N 1.
priEgo da suBscnippAo.
Por tres metes (adiantados) 4f000
Por seis mezes 8/uOO
Por un anno l.'ijiiou
das da semana.
30 Seg S. Sabino
31 Tero. S. Silvestre.
1 Quart. >>-: Circumcisan do Srnlior
2 Qulnt. S. I/.idoro.
3 Sest. S. Aprigio.
4 Sab. S. Tito,
& Dora. S. Slineao.
CAMBIO Ut 30 DE DBECMBBO.
Sobre Londres, a 30 d. p.1/000 rs. 60 dias.
Paris, 320 por fr.
Lisboa, 85 a 90
Ouro. -Oncas hespanliolas-------20/000 a 29/5i-''.
MocdasdcbfiOOvcllias. 16/0110 a I62
,le6/l' novas. 16/000 a
de4OO<>....... 9/ViOOa
PraU.Pataces brasileiros.... 1/920
.Pesos columnarios..... 1/920 a
Pitos mexicanos........ 1/tiMl a
16*200
9/I0O
l/*>1
1/940
1/700
t
,.-jtiT.wjiifiia=e^.
MRT5 tiFFIC?AL.
C0>SF.LiIO SUPREMO MILITAR, i
Provitjo.
ni fedro, por grata de Dos, e unnime
, ;n dos povos,imperador constitucional
inijir perpetuo do lirasll___Faco saber aos
ua niinha provisao virem, que tendo su-
, uinlia augusta presenca urna consulta
njetlio supremo militar, datada de 23 de
o "il'.'.iiio. a que mandei proceder sobre o
5 ii,",', de 8 de marco do corrente anno,
dente da provincia de Santa Catharlna,
p.u li do do que Ihe dirigir < tenentc-co-
, i.iin andante interino do sexto batalhao
5 .Antd, pedindo soluco duvida ein que
ii.n i respeito do reconhecimento dos
i i. cadetes. F. attendendo a que o capi-
l':. t'. agrapho7 do reguiamento de 13 de
, de 1763, publicado com o alyar da
., ilispo.- o tegulnte : u Devendo o
i de Imara animar o offlciaes mais do que
;i ai motivo, todo o official (s patente
la real mo, ser reputado nobre.-
; un foi ponderado pelo-referido conselho
i uiiir.cer doqual inleiraniente rae confor.
. bel por bein, por niinha immediata e
iluoo de 2 do mei prximo passa-
,-iin i declarar; que lodoaquelle p reten -
' i uc apresentar que seu pai e seus qiulro
ran nfflciaes iiiilitai es da primeira ou
i a liana, coin patente firmada pelo su-
11, i :1a que todos as ditos avs nao se-
Mi j superiores, est portanto na let-
% i; tomo at o presente assim tem sido
rntvndida a doutriaa prescrlpta a tal
i u alvar de 16 de marco de 1757. Pe-
na,ido a autoridad* a quem compete e
p, 'ttiai a quem o conliccimento desta
r. a cuinpram e guarilem lo ioleira-
.tiii. devem, e nella se conten, .-na
Imperador o uiandou pelos inem-
>c Un, supremo militar abaixo assig-
i lun Martina de Souza Galdas a fez
cAi e e cidade do Hio de Janeiro, aos 23
/iikrn do anno do nascimento de NoHo
ii ,'esus Chrlsto de 1850. R eu, o coose-
. wioel da Fonscca Lilfc- e Silva, mare-
li estopo, vogal e secretario dr guerra, a
:iever t subscrevi. Joo ChritotlomoCa-
rancaca Joi de Souta Soaret de Andrea
f ISTERU) DA l'AZKNDA.
, T) N. 736 DE M DE NOVEMliRO
DE 1850.
ti: 'Misovro publico nacional, e ai tke-
ourariai da provincial.
i.ido da-aulnrisacfio coi.cedida pela lei
I de de julho do prsenle anuo, Mei
i m t i tna i o segumle:
TITULO II.
Da adminitraco central da fa'enda
(Contintiaco do n. 295 )
CAPITULO IV.
a directora gcral da despez publica
I. 19. Ao director gertl da despeza pu-
compele;
. Dirigir e inspeccionar os trabalhos
cretina, de estado dos negocios da fa-
a, tliesomatia geral, pagadorias do
.'iini, cartorio, casa da moeda, ufllcinx
tlamparia, elypographia nacional, que
i .un -ni ni mull-.
i. Dirigir as operarles de crdito, e os
iiii'tiiiis de fundos, quer dentro quer
do imperio, cooforme as instrucc,0es
lnista*rda fazeoda.
. Ter debaixo de sua direc^So a escrip-
,,10 dos crditos iberios sus dilTerentes
sterios, por leis ou decretos do gover-
iiiioimu sobre o estido delies qutndo
iii.-iui da I i /eiida houver de ordentr
?zas proprits da sua repartirlo, ov de
lai comprtr ouo fore wdenadas
< ros iiiiiiisieiius, aflm deque 30
"elcs rncsmo crditos.
ubrie-r tililfs ilo tbesouro^e
rasajo'ices da ffllM^JiUbltc^Tm-
,; OAPITULijV. ^
direetwia gnot ta contabilidade.
20. Alrectoria geral da contabili-
tira a seu cargo :
lotiiar aun oh I ment as cotilas ile til-
os empregados da cite e provincia do
de Janeiro etcarregados da arrccailac,5o
| endio de dinleirus ivacionaes e oulros
reri as da agencia brasil'eira em Lon-
,edequalquer outra que baja de esta-
>r-e etn paiz eatrangeiro ; o bem as-
roerique forem tomadas pelas corr
tiasde marinhae guerra, pelas thesou-
t das (irovincias, e pela admioistrafSo
o reio i soas agencias.
U. Fazer s escripluracSo parcial da corle
oviacia do Itio de Janeiro, 6 s central
ido o imperio.
J. Orgsnisar os oicamenlos e balances
es.
t. Fizer todo o espediente relativo a es-
luracilo e contabilidade.
5. so aturar o grande livro da divida
lies.
6. Liquidar a divida activa da'naco, e
todo o trabalbo coucernente ao activo
sividlU.
.Fatal o assonlamento do pessoal ac-
civil oeccleiastcQ, e do inactivo do
"rio, qutlquer que seia o ministerio a
r rienfSo.
t- 81. O director geral da contabilidade
'"/esuierior desta estatu, ecompe-
' a 'treceno, iDspecfSo e UscalisacSu
Iral ,i s designados no artigo anteceden-
e o exercer as suas attribui(0es por
't' esnia directora, e das thejsoura-
d' ;,rovincias.
' -'i. A directora geral da contabilida-
'< dividida etn tres lepartieOes, deno-
* rin do tliesuuro nacional, cada una
^u.ies teta por cheTe un contador, que
" sstsltr o dirigir immediaUmente os
"i'ios della, segundo as inslruc^Oes e
"* to director geral.
123. A primeira coutaiiora seia eu-
carregatla dos trabalhos designados no 1
do a't 20 ; a segunda, dos designados 'nos
S 2, 3 e'4; e a terceira, dos designados nos
4<5 5, 6 e 7 do mesmo artigo,
CAPITULO VI.
Da directora geral do contencioso.
Art. 24 A directora geral do contencioso
compete escreer os termos de arremata-
rles, fianzas, e contratos em qne for parle
a fazenda publica ; organisar os quadros
da divida activa da nar;.1o, e fazer o sea as-
si tila mi'ni" : promover e dirigir a cobranza
da mcsiiia divida em todo o'imperio por
lucio do joi/ii dos feitos na corte e provin-
cias ; ai recular ao tribunal, at o fim do
ni' i. de marr;o de cada anno, um quadro das
execurOfs promovidas contra os devedorei>
da fazeoda, rom declarscio do estado em
que s^acharetn, alem de outros esclareci-
mentos que poder ministrar; e, etn geral,,
quinto fr relativo ao contencioso da nac^o
Art. 35. O c.iiefe superior desta estafSo he
o procurador fiscal do theaouro ; lera um
ajudante, o qual dever assgtir aos traba-
lhos della, o dirigi-los ionmediatamente,
conforme as inslruoefies e ordena, do mesmo
procurador-fiscal.
Ambos estes empregados deverSo ser for-
mados em direito.
Art. 26. Imcombe especialmente ao pro-
curador fiscal do thesouro :
t Vigiar que as leis de fazenda sejam
fielmente execuladas, solicitaado as pro-
videncias que para esse fim forem necessa-
riis.
i Dar seu parecer, verbalmente ou por
escrito, a respeo de todos os negocios da
Imin str.ieiu ii i fazenda quo versarem so-
bre intelligencia de lei, n.to podendn ser de-
cidida quesillo slguma quo exija exame de
li oilo s ni sua audiencia.
3. cumplir e hzer cumprir as disposi
C0es do arligo 24, fiscalisando a marcha das
execugoes ile fazenda publica ; indicando
os meios legaes, qur seja para "defender o
direito e os interesses da misma fazenda,
quer para compelnr os devedores reiMaaos
dando inslrucees ao procurador doPreilos
da fazenda na coi te, e aos procuradores lis
caes as provincias, para o melhor anda-
mento das causas; e representando ao tri-
bunal a negligencia dos juizes a mais ai\c-
cionarios encarregados dolas. *
4. Assisltr a todas as arremalacoes de
bon?, raudas, ou contratos quo se lizerem
no thesouro, ou por ordem do ministerio
da fazenda, e lis -alisar u sua l>galidade.
5. Verificaros requisitos e condiefies le-
gaes das Bancas ou hyottiecas dos tliesou-
rciros, recebedores, pagadores, almoxari-
fes, e mais pess^as que as devam prestar ao
thesouro-
6. Keqoeror ao presidente do tribunal
que mande fazer elTectiva a responsahiltita,-
de dos empegados de fazenda, de cujos de-
lirios ou erros de oflicio tiver conhect-
mento.
7. Ministrar aos procuradores da cora,
soberana o fazenda nacional, e aos procura-
dores do. folios de f../.Olida todas as itifor-
tnacOes e documentos que forem necessa-
rios para defender o direito e interesses da
me-tn.i la/onda lias causas quo Ibes com-
pete advogar.
Art. 27. Para os fins declarados nos arti-
gos antecedentes llcatn subordinados ao
procurador fiscal do thesouro o procurador
aos feilos da fazenda na corle, e os procu-
radores fiscaes as provincias, cotn os quaes
se ci rrc.-poiidcia direclamente, fazendo til-
das as exigencias conducentes ao pcrfeilo
desetapenlio de suas all i bu ortos.
g*nlT'u-' MI.
Da thesourwiugeWU, t da* pugajivrias av
thriowo.
Art. 28. A thesourai i. geral he a estacSo
or oodese deve Mslisar a entradajde todas
as somatas cobrtdas na repartieres dear-
recadar;8o da crtrle e provincia do Itio de
,eiro, e das provenientes de quaesquer
as operaces de movimento de fundos
ella, ou com ella pralicadas, ou de ope-
races de crdito ; e, bem assim a sabida
das mesinas sommas provimonto de fundos.
Tora por chefe o thesoureiro geral, a
quem compete rege-la immediatamente,
pela forma que for determinada no respec-
tivo reguiamento.
O servicode ascripturacaoda thesouraria
ser feito por empregados da directora ge-
ral 4a contabilidade devendo o lugar de
escrivao ser exercido por um primetro ou
segundo eseriptraiio,. qoo o ministro da
fazenda designar; l_. .
Art. 29. A primeira psgadoriVdo thesou-
ro teri a seu cargo o paganientoTJos venct-
mentos de todos os empregados activo, ci-
vis o ecclesiasiicos ; dos inactivos da curte
e provincia do Rio de Janeiro, qualquer que
seja o ministerio a quo peilooclo; e o das
pensos, lencas, monte pi e meios sidos :
e a segunda, todos os outros pagamentos
queje fizerem pelo thesouro.
Estas duas estsoes serio immedialamen-
te regidas pelos respectivos pagadores, ten-
do cada urna dellas um escrtvflo, e os ajt-
ldenles que forem precisos ; o recbenlo ua
thesouraria geral as sommas necessarias
para o pagamentos de que silo enca rega-
das, pela manetra que for prescriptaem re-
guiamento, .
Art. 30. (i thesoureiro geral e os pagado-
res lerflu sobsui responsabilidad, os liis
que'o ministro da fazenda julgar precisos
para coadjuvarem e subsliturem em suas
faltas e impedimentos, pudendo exigir del-
ies as seguranzas e llancas que Ibes parece-
real necesarias.
CAPITULO VIII.
Do cartorio.
Art 31. No cartorio devem ser commoda ; do espirito da Baha
o segura mate depositados,. e clas.icados' muir
pla maneira msis conveniente para facili-
tar o Irabalho, lodos os papis lindos do
thfnouro, e das repsrtic.o>s que Ihe s?o su-
bordinadas, e aquellos coja conservac.lo n-
ter, ssar fazenda nacional, inda qne per-
tencSo a outros tribunaes ou repartieres
O "i vico do cartorio sr* immedialamen-
te enrarregado a um cartorario, o qual tora
um aiudante.
CAPITULO IX
Dispoiicde.1 corrmun aos capiluloi ante-
i rdente.
Art. 32. Os di colores geraes das rendas
publicas e da contabilidade, e o procurador
iiscal, fsrSo pelas respectivas repartieres, o
o director gnral da despnza publica pela
seccln de estado, sein dependencia de ordem es-
pecial do niinislro, todo o expediente no-
cessario para dar instrucQoosaos emprea-
dos que .Ihe sBo subordinados, exirgirin-
formaQds, o preparar os negocios qne tive-
rem de >ir decididos pelo mesmo ministro
ou polo '..bnnaj,.
Art. 33. A directora geral das rendas pu-
blicas sei, dividida em tres seccOes, e cada
contadorii em duas, sendo cada urna das
secco imniediatamenta regida por um
empregadi com o titulo de chefe de seceso.
Art. 34. 0 sub-director das rendas publi-
cas e os contadores serio substituido nu
suas faltas ou Impedimentos pelos chefes de
seccaO, e eites pelos primeiros escritura-
rios, S'goniiii a ordem de antigudade de
uns e de outros
Para substituir o ajudante do procurador
fiscal, em caio Ce necessidad; (ir.dem <> mi-
nistro da fronda nomear interinamente
qualijuer pes>oa i lona
Art. 35. Pas o seiviQO das directoras ge-
raes das rends poblis, da contabilidade e
do coniecioso.e da seetjSo de contabilidade
annexa sernlaria, haveralcm dos cheles
le seceso, astlasses do primeiros, segun-
dos, terceiros,quiilose q'iintosesciiptnra-
rins e praticames.
Art. 30. Naaiimelfa contadoria n.lo s.'
ad ni i r rilo praiicanls
Art. 37. O numero total dos empregados e
praticantes de cada urna das estacoes do
Uhesouro, incluidos o porleiro e seu ajti-
antp, continuos e rorreios, ser fixado por
decreto depois que a experioncia houver
demonstrado qul seja o pessoal indispon-
a vel pira o servico ; e o- seus vencimentos
leraa os marcaJos na tabellaA--anuexa
ao preste decreto.
Art. 38. 0 Ibsoureiro geral, osub-diree-
lor das rendis publicas, e os contadores,
lero na correspondencia official o trata-
mento de Snhoria, se nutro mior Ibes n3o
competir por diverso titulo.
iCentinuar-it-ha.)
I oca o
pore
Commando das armas.
Ouartil do commando das armas na^idade do
Recife, em 28 de dezembro de 1850.
tililil- M nu DA N. 24.
' 0 balalhflo primeno de cac>dores desta-
ca para a villa de Agua-1'reta, render o
segundo de artilharia a p, que sein perd
de lempo regressar para esta espita!.
Ocorpo de batedores, em Mrvitjo as ma-
tas ao sul da provincia, perder essa deno-
mina?3o, e tomai a do destacamento :
continuar a ter o seu quartel no ponto da
l'indoba e empregar-se-h exclusivamen-
te como at agora as explorares das mes-
mas matas.
O hospital regimental da villa de Agua-
Prrta, e a enfermara do Bonito, que dril
faz parle, ficar sob a a iiiiinisii-.oa.i do pri-
Lraeiro balalliilo de caladores.
O Sr'." aireres o w,,..i^ o.. ,in i
Sabe o meu amigo, que esta capital e as cida-
des de Santo Amaro e Cachoeira contam um
numero nao pequen de peridicos, escriptos
cada qual no estylo ipals desabrid i, attacante,
virulento e igualir* te Improprio das pessoas
cnltas e bem erflOias. Fallo dos papis da
opposicao. A' frente desta se achara o Secuto c
o Gdi/eiirii. o priraeiro escrlplo era estylo me-
nos (Tensivo do respeito publico ,- o Argot fa-
h 'ano, o A rao Cnehoeirano, o Argot San*--Ama-
rme, a l'oi da Maridad ,obra de estudantes de
lalira e francez da Cachoeira, o Abatir (de San-
to-Amaro), o Papagaio, oCateavet ealguns ou-
tros animaiejos, cujos nomes dao a conhecer
quaes sao os sein instinctos
A'vista do nunero c da lingoagem dos es-
criptos da opposicao na Babia, he natura!, que
(ora d'aqui se repule esta provincia em estado
critico e ameacador. He um engao comple-
tamente. Nunca a populacSn desta provincia
apresentou um espirito lie calmo e pacifico em
circumstancias anlogas, como nesla poca
O publico fai justica ao governo e ao partido
que est no poder, e como a opposiJo aqui
nao conta. em suas fileiras nem um hoinem da
capaeld.imS, habilidade e audacia do Sabino,
nem de popularidade e carcter tenaz e inflexl-
vel do barata, ninguein teme pela ordem pu-
blica, c dorme tranquilla toda a populacao con-
fiado no bora senso geral, na|actlvidade e zelo
das autoridades, e na Insignificancia dos decla-
madores da imprensa opposicionista.
Todava desenvoltura de taes escrlptores
n5o deUn le ser mui funesta a varios reSpeitos,
ao mesmo tempo que pode ser origem de al-
guns bens. Os Portuguezesque sao oalvojnais
ordinario dos drelos da opposicao, se hao al-
gum tanto assustado, pelo que lein-se aprovei-
lado alguna da coionio de Mossamedes, para
se rrtiraiein d'entre esta gente, que lao insen-
satamente e cintra lodos os deverea do sangue,
ia bnmanidade, da religiao e u nospitalidade
Ibes faz nina guerra sein causa, nem provelto,
e antes cora prejuiso evidente do paii,' Uuiro
mal aluda lalves maior consiste na desraorall-
sacao ,| ne traiem ao povo, c particularmente a
essas geraces que nos tem de sueceder na so-
cir,l.nle puis pervertein os coraces e o espi-
ritos dos encantos, confundiiido e transforman-
do as ideias de virtude e vicij, dever e crime,
honra e (ndlgiiidade.
(luti-o .-linda maror mal be o desconceilo em
que vo, desain a laucar todas as nstituifes
liberaes ; poi be manifest, que as saltimaes,
representadas pela iinprensa e as desordena
elcitoraes que promovein serapre "s partidos,
I na mi desesperara de^rdominar na urna dos
sufragios para os carga* polticos, sao os meios
mala efflcazM para desacreditareni-se os sys-
leinas on as furnias de governo, em que as elei-
ces e a liherdadc da imprensa sao essencial-
mente neerssarias, como as primeiras garan-
tias das liberdades publicas ou dos direitos so-
ciaes,
Um bem, entretanto, pude resultar de tao
grave mal, e vcni a ser o reconbecimento ge-
ral da necessidade urgciitissima de nina lei
Ilion confeccionada que reprima os desmanda
raentos da imprensa, l'ni-, meu amigo, que
homeni que tiver a menor dse de sensibllida-
de moral, poder amar a liberdade de ser insul-
tado com a maior publicidade, e diariamente
da maneira mais atroz e infame por todo e
qualquer desalmado que ihe seja desafecto ou
que por quaesquer fins o queira desconecituar
e ludibriar?
K a quem pode convir a liberdade, queque-
ni esse ineiis senhores alm daquella, de
perturbar quando Ibes pareja, a ordem publi-
ca, mud ir a forma do governo do pan, exter-
minar os estrangeirns, com despreso de todas
as considerafes das leis, deveres, convences
inte, iiacionaes, decoro publico, bospitatidade,
magnaiiiinidade e dignidade nacional? 36 a
csst-s perversos inimigo de toda ordem social,
e isso ni. -ion < ni.|n iiilo Dao consigan! seus in-
tentos. I'nis. infrliimente no nosso paii as re-
viiln/o---. e as perturbafespublicas se hilo tor
nado, pelos bous resultados que dellas tem co-
Ihido alguna cspertallies, em urna etpccie de
especulafao e mel de arranjar a vida, em que
ha sd eventualidades de lucros, sera arriscar
capital algiim, e smente alguns dias de reclu-
-..ii. e ai mi.i uestahypoihese ba um proveito de
silbido seero, una celcbridadeiiuali"-;-*-"*
rtrtines finnorosos or pai ia patria c marlyr da
liberdade, porquanto a amnista he infallivel, e
Orando do norte llenriqiie Eduardo di Cos-
ta Gama, anexo ao referido primeiro bata-
Ihfio; bem como
ilill'eieiiies motivos
passam a ser anexadas ao ollavo da niesma t,~r occasio da rebclliao nessa provincia
arma A parle do irehivo, e,da bagagem Tem oceupado a imiirensa neslc tempo, par-
pesada do batalliHo, que nflo r/onipsuharl ticulauncnte aSquestdesdaabolico do trafico
ficar a cargo de um ollicial, ou inferior, ~
..A-.-.. -i. X... < Plle um subdito tratar com o munarcha.
as pracas destes, que por, cmmj ulllaegpecic de potencia iudependente.
18 hcam nesta capital ||aja exemplo no que ulliniaincnte leve lugar
I..AC DI, ,ti I LI VI I li I ll!|,.lll> _T ._____l_ ^.__,...IIIS^ ~*~..i-----ln
que o Sr. major comminandanle interino
devo nomear para esse fim, e osarttgosse-
r3o guardados no quartel do hospicio, em
lugar que for indicado pelo Sr. tenente-co-
ronel commandante do sobredito batalhao.
O contingente de arttlharia existeute
nesta capital ira oceupar hoje mesmo o
quartel da Gloria.
Etn cumprimento do viso do ministerio
da guerra de 5 desle mez, referido em ofli-
cio da presidencia desta provincia datado de
hootem, o Sr. alferesda eompanhia fixa da
Pflrahiba do norte llellarmino Corroa da
Silva, que por aviso de 17 de novombro do
anno pretrito fui mandado servir nesta
guarnioBo. be desligado do mencionado ba-
talhao primeiro, ondo serve na quahdade
de addido, e estar prompto seguir para
a dita piovincia da l'araniba, na primei-
ra occastSo de transporte.
asi Vicente de Amorim llezerra.
INTERIOR.
San Salvador, 23 de detembro de 1850.
Amigo e Sr. Quer Vine, que Ihe eu de sem-
pre que posta, quando nao por todos os cr-
relos, que por aqui passarein, noticias interes-
sautes dcsla provincia. A tan I', be sein duvi-
da superior s minhaspossibilldadcs, em raso
de mullas rclaces nao seren muitas, ede fal
i.u-iiii- aquella lleiibilidade de estylo que he
de nnaiei ueste genero de escriptos. F'arc,
poieni, quanlo a meu alcance estiver para que
suppra a boa voutade o que me fallar ein sulli-
ciencia a esses e outros respeitos.
A imprensa opposiciouinta, nesta provincia,
un lomado um crescimento c una desenvol-
tura, que nao pode naturalmente deiiar de dar,
uina ideia deslavoravel e
da nacionalisaco do coinmercio.
Na piimeia infeliimente a opposijao tem
coiiiprniiieimo o governo, e com elle os inte-
resses c a s-irte do nosso patz. A este respeito
nao pusso dcixar de dizer-lhe que para mil he
evldeme, como que quatro sao 2 e mais 2,
que o brasil vai levar um baque, do qual com
as malorrs difnculdades do mundo vira algiiin
da a erguer-se, senao tratarse de emendar a
nao quanto antes. Que ser por muito tempo
da lavoura, qur grande, qur pequea, no
brasil, sein a etcravalura africana ? Que ser
inesino dessa pouca industria fabril, que temos.
-em o reerutuiiento de Africanos, quando os
alarlos sao tao exorbitantes '!
Mas, dir-se-ha E que poda fazer o governo
senao o que ha feito r Deixar fallar a opposia.
;ao at esganar se, deixa-la ligar-se de senli-
inenlos i ion o eatrangeiro para insultar a dig-
nidade e a li .nra da 010,110 brasileira ; exigir
urna satislae.io completa da luglaterra, amea-
cando o gabinete ou o governo ingle/, de fe-
char os nossos portoi ao coinmercio de Ingla-
terra, emquauto elle nao mandasse retirar os
seus cruzeiros das plagas do brasil, visto que
nao Ihe compele o direito de inspeccionar o go-
verno do brasil em nosso territorio para co-
nhecer do cumprimento de suas conveucoe.
I'eigunlar-ilie-hia o governo brasileiro, se elle
favorece o trafico, se couscuie, que se elle laya
protegido pelo pavilhao do Imperio ? Se bao
lie por contrabando que elle se lera (ello nes|e
lempo, e se o governo be responsave! por um
cominercio que se tai por esse luelo? Faria
mais. Poda fazer ver que a oplniao e o< inte-
resses do paii beque auxiliara o contrabando,
e que o governo por sua lumia representativa
uo pode comprimir os interesses, nem Ir de
fronte com a opimo do paiz; que se faz mis-
ter urna modilicacao qualquer uas louveucoes
prohibitiva! do tranca, em ordem a conseguir-
se, seui sacrificios faues, a eiiiaucipaco lum-
ia da cscravldo, prorogaudo-se por inais al-
guna amias a poca da illeclividadc da probi-
i'in .10 ; atfiancaodo que leis se (ariaiu para me-
lucrar a sorie dos Africanos, de maneira que
elles viessem a ser como que colonos indispen-
savels ao arroteamento de nosso i inmenso ter-
ritorio ; que assim cessaria a barbar idade do
iratamento que a prohibicao cansa no trans-
porte daquelles infelizes; que elles podiaiu
ser obrigados nicamente a um certo numero
de anuos de servicos para indemnisacio do pro-
co que eustassa a sua acquisicao ; e que se fa-
ria por facilitar a emanclpaco dos outros j
existentes e melrrorar sua surte quantoexigcm
a bu 1 anid ule e a religiao.
Dir-se-ha. que estou fantasiando ; que o go-
verno inglez nao cederla de suas convences
celebradas cora o do Brasil coin o liui de pro-
hibir o trafico mencionado; e snesmo que.
quando o quizesse, no opoderia, por estar li-
gado por tratados com outros governos da F.u-
iopa. Ha inulto que dizer a estes respeitos, o
nao ooovin estender-me sobre um so ponti
em tiio longai disciissSes. Deiio portaoto pa
ra o fater, se o meu amigo o exigir, ou conviei
que o fafa em outra ou outras occasidea.
A quostao di niriuniifisacio do coinmercio lu
como a precedente, uina alavanca de que aop
posicao se ha leinbrado para com ella vr*t
arranca do poder os honieus a quera guerreia
fazendo por despopularisa-los.
He o absurdo, a loucura mais rematada e na.
nifesta, que'poda apresentar-se para desvai-
rar agente que nao emende absolutamente da
ni ii.-i 1.1 respectiva.
Ora, meu amigo, prohibido o trafico de Afri-
canos, pi obiliindi-se aos estrangeiros o coin-
mercio interior, e especialmente o commercin
a retalho, que se poderia esperar da lavoura e
industria do paiz? Quererla a opposicao redu-
ir-nos ao estado estacionario e lalvez retrogra-
do do Paraguay? Pelo amor de Dos! Ser a
opposicao tao ignorante, ou pensa que as pes-
soas que se oceupam de poltica e legialacao
no Brasil, ignorara que una das principies 1
causas da pro3peridade inmensamente pro-
gressiva dos estados da Uniao Norte- sinoricana
he a franqueza que tem os estrangeiros de es-
tabelccerein-se no territorio daquelles esta-
dos, ein todo e qualquer genero de industria
eiiiunerci.il, agrcola e manufacturera ? Ser
a nacionalisaco do coinmercio que ha t'eito de
"Vew-Yorka piimeira cidade mercantil di Ame-
rica e lalvez a segunda do inundo, e que tem
elevado sua populaciio acerca de 350,000 habi-
tantes? Poder-me-hao dizeros senhores da no-
bre opposicao na llahia, qual he a lingoa geral
de New-York, cuja populacao consta de nume-
ro coiisderabilissnio de HambU'guezes, Alle-
mes, Irlandezes, llollandezes, Belgas, Suecos,
Diiiamarquezes, etc., etc.?
Se os estadistas do partido luzis tem vistas
(o eslravaganles, e so proprio do celebre Iir
Francisco do Paraguay, nunca a Provideiui 1
Divina permita que elles sol.no ao poder A
opposicao se pavonea com o nobre epitheto de
progressisla, e nao pdem haver principios ou
opinies mais proprias de um partido regres-
sista do que essa e outras quejandas que tanto
se afanara por propagar os suppostos orgo-;
desse partido.
Noto mais o meu amigo, que a opposicn
bra la pela iec>i.o lac,.ui dos africanos li-
bertos, e teui lamben) tomado a si o dela-
tar dos possuilores de Africanos vin 'os do-
pois da pi ubi bi(,o do trafico Que Ihe paro-
ce ? [ni I haver civismo mais inconcobivcl?
Que patriotismo? Que uhilantronia-? Quaes
Serlo os i 111 lingos n.ais funestos da nroprie-
11 le do Itrasil ? Ser o eslrangeiro, que
v 111 entre nos viver de seu tribalno, de sua
tividade e industria ? Sera o AO catino,
que c*islo de suores de saiwue.de parc-
tnonkjactividade ou bons servidos ten lo
Ciinsego;do sua lili r!a le, emproga-se no
i-uninoiem de comestivos, e em outros mis-
tares ? ou s i.iii esses insignes cidados
brasileiros, que qii.11 lu menos, buscam
pon laes desvarios desoortoar os nimos
do povo e einpregam-sa em escrever so-
bre o que nao aprenderam? I'orventura,
tem o Brasil peioies inimigos, qu os Jes-
ordeiros, revolucionarios e anarquistas, qun
pregam ao povo a neceessidad-- de asam-
bleas coHslUuinlet,o direito de rasgar a cons-
i.i^,v-- f- iVzar aajufl eliesdjlarem o ou-
tros principios i-iia/niuote subrrrsi vos de (.,
da ordem social ? N80 por certo. E dem-S9
constituicionaes, elles que se occup-in em
atacar todos os principios da e .11-111 n.i-.iu
do imperio, dizem-se verdadeiros patrio-
tas e liberaes, elles que abusain da itnprer.
sa para vencerem pela fofea das massas, o
quo n.io podem conseguir pela discaasao li-
vie; para sujeitar a liber.la lo mais sagra-
da dos outros, a liberdade de pensar e de
exercer os direitos civis e sociaes em geral
na rbita marcada pelas leis.ll
E tiSo pens Vino, que por assim fallar
perlenQo ao partido saquarema. Nao son
nem saquarema, nem luzia,- faco jus-
tica aos hmeos de um e outro part lo ; ve-
jo em u 11 e outro pessoas dignas da const-
deraco e estima publica, e em um e uu-
iro tanilii-ni sevandijas, perversos, malva-
dos, e fses da sociedad* ( per.la-uie esta
expressao ). O que desejo smenle he a
justica, a ordem ea paz publica, que os sa-
qnaremas lsi sempre sustentado e os parti-
distas da opposic3o hoje denominada tutia
sempre lulo transgredido, transtornado e
perturbado.
Nflo salisfeilos esses desalmados, que se
fa/ein orgSos da opposic3o, de haverem
applaudidoao eslrangeiro, (jue nos ultraja,
que des.lenha do pavilhSo do imperio, no
salisfeilos delevanlarem a voz contra o go-
verno do seu paiz para o denunciar a um
governo eslranho, apresentanJoaquelleco-
mo reo e responsavel peranie o eslrangeiro;
n3o comentes com haverem enllocado o
governo brasileiro na tr>te collisao, que o
anastrou a concorrer para a confec?ao da
lei funestissima.quesuscitouaexecucaoda
de 7 de noveinbro de IS39, aquelles homens
seui pudor, som sentimentos de honra o
pundonor nacionaes na quesUo do su do
imperio, liveram a baixeza e Indignidad
mandila de darem armas ao mame Rosas
para declarar a guerra o Brasil Oh ver-
gouha do notne brasileiro! 1 Nao, nao pode
haver maior inaniia do que a que resulta
da somelhaule procedtmento. E llavera,
com Ues documentos, quem entenda, que
.a* r

HOR EXEMPLAR ENCONTRADO IL E GIV E L


cirelt>.ir.t?s rseriptorej representen! B op- n-s Machado,os sacrificios c os snffrimen-
tioio ile um partido, p o quo he mnis im-
portante, o espirito publico, opensamento
gornl ilii nacSo brasileira ? No, a medio
brasileira nao |em nada commtim comes-
criptnres desnaturados e sevanlij'S, que
paia v rgonha do paii a nu os vio nnsrr-.
cu qur os tolera pela fraqueza c ImperfeicBo
.' sus leis, so dizem orgfios da um pattido
)o cidadAo8,bra*ileiroa n qual por cwo re-
rova seus dfi inos o viole ras. Mus, mu
smigf>,hn fcil do ver, que o que faz desudo-
rarem extravafranciarem e desatinaren! por
rquella mnneir:* nos prctendidof*brg&08 do
parlidn/usia.hen nttilud>>rpspeitavrl que vsi
tornandoogovernn,as forras,que tilo p'omp-
tamente vai organisando usa provincias
uccessivamente para remetter para ondoso
lizer demisler. E sus desesperacTo, e a ideia da considera
jilo, estima e nffeitjSn, que,deve de resollar
para o partido que est no podpr, desulTo-
car o monatro da nnnreha, e se fazer respei-
Isr dos estallos nossos conterrneos. De
mais a op. Miedlo ve, pelo geito que levam
as COUSaS, que a administradlo aclual vai
se anre unan prxima das cmaras, ns quaes no-
cpssariampule contara com a maioria o.ti
eonseqiieneia do que as novas edeirfios dc-
v-ii arhar no poder as mesn. pessuas uu
sempre as do mesmo credo poltico, nSu
lie neste, nem no segninle qualriennio ,
que o pal ti 00 CShio co*n a face na lama. Cuitada da
oiposi^So lutiai Klla faz d, ao mosmo
lempo que S"us pretendidos o reprobos or-
gias me reeni a sua indignacJIo a execracil
das gercoes presntese futuras; pois ler&o
un i pagina negra o horribilissiina na his-
toria de nussas dissence intestinas, de
nossos prros e desvarios.
O nosso digno e respeitahilissimo patricio
o cunselheiro Moutczuma ii'. sla vez nflo
ixar de sabir na lista tiipilice, parece-
nie, ni i-mu grande u.an 11 i e o primeiro;
al ha poucos titas em un apuragao de al-
guna Collegios contava ja grande numero
Je votos ; 01 outtos da lista, provavelmeii-
te serflo o Pinhei'o e o l)r. Innocencio Mar-
ques, pois erein, nem l'aea, ueiii algum dus
uniros compele cun aquelles, bem que u
Paca seja como que um mgico, que pos-
sup, nSo sei que talismn, com que vence
lias eleicAes quamto menos se pensi. He
ocioso enumerar-llie as li bilitacO d'essa
DOSSS illuslraco provincial para urna ca-
deira no sealo, lurei nicamente, que o
l'aea no he versado otn ramo algum dos
eotihecimenlos humanos, e tem por seus
hbitos uniH versto invenc'.vel aoa livros;
iiio so embaraza com theorias algumas. ja
entemle do que he solido e positivo, e hon-
ra he sej i Caita, alm de virtudes privadas,
e especialmente de urna benevolencia na-
tiva para com to los os hmeos, e unta de-
votac.lo rara a os deveres da amizade, tem
sido sempre um bom eidadlo, pelo que be
O bomem .las afleices de lodos aquellos,
que o i i i (.un e o conhecem. lie como tal
que este eslimavel bahisno tem tido asseo-
lo na-cmara leuipoiana, eque, animado
pelo houi xito ile sua preleneflo em mais
de nina legislatura, spieseiitou-se, ou foi
a;ircs utilo. 00010 candidato a senoloiia.
Se elle chegar algum da a ter assenlo na
cmara vitalicia | or suas quali lades auia-
veis, | e Como Augusto Cazar, no lim de
sua bella exilenc
I .s do outrosos desndadns, expatralos,
!.i-agi los e......c sacrificios nob aacrifleios,
soffrlmontos sob .solTrimentos ; porque 0
Hi'Vro pnw> --. os pobret enmponese l cuo
no Ido-Grande da tul soffrendo ; inffrtndo,
porque acrompnnbaram o movimontoa IS-
auiram o impu'sot dos seui toracet, suts
i.lease suas delicnciies.
Ora, met migo, como he quo se escrc-
vem tantos d spirat-s, o com urna dtijito <1h
menino de escola, om urna provincia, que,
r.uno n tle Pernamlmeo, cont n um iniiti-
l.io avulta la do homens (Ilustrados, o onde
ha tantos Juizes competentes na arte de es-
crever, e de discorrer, e tas sciencias jur-
dicas o sociaes ? De-me dontro d'alma,
meu amigo, ver. que homens, como esso,
que oscreveu tanta asneiraem 13o poucas
linhas, e ostuilantes das aulas secundarias,
Corno tins rapazolas redactores da Vos da
Hoclade desta provincia, arvoam-se em
escriptores publicos, em directores da opi-
oiSo, e do pensamento geral de um povo,
em que ha muito qaem saiba pensar, e seja
professional as maternjs, quedevenico-
ulipcer, aquelles ho uens'que se conslituem
igaos do pensamento nacional ou po-
pular?1?
Etp- todo esse aranzel informe, o cons-
eiencioso e ingenuo ascriptor do tal artigo
pretende provar, para a organisapn futura
la historiada revoluco, que perturba! pro-
fundamente toda aluciedad brattteira, que
aquello muriinentn, aquel1*, acjntettinento
leve pur ciu-as as necessidad'S sociaes do
povo ou ta nagau brasileira despresada
pelo governo do paiz ; diz que o povo quin-
to se consume do novo indepen lente he
urna grande unidude, tima efiateo, um me-
nio, un.a unci. Oa ja se vio reunir tantos rostrado oque outros oUo tem podido ven-
applaudirem-no por Itaver representado
bem o seu papel no drama d'esta vida. T.in-
bem hfio sena elle o primeiro, neai o ulti-
mo, que all livesse uoi lugar sem especia-
liza le alguma lias sciencias.
Preseatemei/tn nilo tem occonido Tacto
algom e iui| ottancia poltica n'esla pro-
vincia, gethltneiile OS llOU eliS estilo mais
o oslos gozarem dos pra/e es, o ofar
nienle da fasta da Natal, lo que a oceupa-
rem-s alineada mente das cousas publicas.
O red clor t:o Mculo pedio tieguas para es-
.se lim, lottiue .'enlo a necesMdaie dert$-
fottegur um pouco, gozar dos tmgtrmt fu-
Um, para os quaes se apinham os lubitan-
Ips i It liia no Kio-Ve melho. Italia e lloiu-
lim, piirquH por demais u calor .brasa lor
dos trpicos o tem de Sobra latlgado ijuau-
do coh to da cournr:t com tjut leainptru
iins malqvertneas e dus golpe do inimlgo.
Assiiu esperamos, que o'nobru pelejador
tln paltido oppoicionisla /u;ia Oa abia
cale de folgar o satisf. zer tos BDiaveis
c invites das bellas, e dos amigos, e turne
arena com a armadura reforcada. Espe-
epithelos to inconsistentes!
Diz o nobre escriplor, que o primeiro de-
ver do governo he a educacilo da grande
unidade, chamada naci, isto he do povo
criaiiQa, e que a falta du cumprimenlo d'es-
sa dever, isto he, a falta de educacilo do
, ovo foi urna das causas principaes do mo-
i'imenlo, acontecimento ou rivoluc.ao de 5 de
noveinbro de*8 nessa provincia. Diz tam-
>em, que essa rebelliau fui--utna soquen-
ci.i da revoluQo de tsjlem toda a sua pu-
reza ; que a socieda le, isto be, a gran le
unida le crianca, ou o povo de novo cons-
tituido em socie.iale indepenlenle, s in-
..ada, em suas relaces, o externoo direi-
to 1 mas que todava a so ielade he a ex-
pressiio do dever. (Jue querer dizer isto?
Ajim a funesta rovolucilo de novemliro
en Perr.ambuco foi urna sfquencia, isto
be, um corollario s.m duvida ou sppeodica
ou addilametilo ta revolugilo do 1821 em
to la a sua pureza ; ambas tiferam por ciu-
sa o despreso das necessidades publicas, e
especialmente a falta de educacilo do po-
vo, o o governo do brasil tem culpa de nflo
ter o povo ainda a o lucacSo nacessaria,
i ideia principal que pretenda realisar os-
se povo, pela falla da oducac.3o, era urna
iissembla constituate ; o povo Uo ltra.il con-
iste p n pobies camponezes, eesta no Rio-
Grande do sul soll'renJo, o sotiYeu lo sem
culpa, canl-spor suatdad01(088, por ter
nido os impulsus de seus corai;Ojs u suas
i leas !
A' parle os tiesproposite.s que ahi so leen,
os principios do noble autor do artigo sai
os proiirios do Gaycuru, o da oppoSicQo
convidar os amigos a revolucionaria do brasil. Para OS liOSSOS
/rdadeiros liberaes, o governo mo temo
direito de fa/.er puniros icvolucionarios;
o infeliz uos alachado, Pedro Ivo, Bor-
gesj :a Kuosec i el reliquia, s3o os melhores
cidadflos, os bravos, os ver ladi-iros liihos
da patria, o beioes. sao marlyres dos in-
nocentes e nobres impulsos do S8us cora-
(Oes, iiii'iei-. i i.hii as mais insigues rec nn-
pfnsaa, pois tul.) liverem por lim, sonSa
realisar a grande ideia de queimarem ou
rasgnrem a coustiluigo do imperio, o rci-
uiieui-su em asseinblea conslitointe, p ir
urna lei de eleigOes, que elles me8mo8 fa-
i lam com man-ala. ios naios ou naturaes
lo povo, ou por aeei iin.n i n i campo du
honra, para couslituirem democrticamente
o Brasil, desterrarem o banireni o Impera-
dor, o a fainiiia imperial, abaterem a cris-
la a lodos os governislas Obedientes a
constituieflo jurada e as leis to imperio,
Analmente fazeroui .i na^Su brasileira Uo
opuleuiai e prospera, cuino os nossos con-
terrneos do l'.-i, Colombia, Buenos-Ay-
rea, (.'bil, e como os franeezes o os mexi-
canos
Vao lie evidente que he mu principin de trr-
JUStlftl Ijuv- om hrntU.....I.,..a... ... m uu. ixla-
de de calcarem aos ps iml.i. as leis; que n li-
beral, o bravo, o inaior cldadSo lie ai|uellv que
aturada, o Diario de Pernambuco, tem sem-
pre lutado com difficuldades som numero,
iuo te'iam desanimado a qualquer otitro,
(jue como o seu p'oprietario, se nflo tWeiS
e imp 'tielra lo da grande necessidadn de
sustentar a morenas como um dos mais
po lerosos olnmentos de civilisai;f(o.
NA hocertamente necessario ter milita
sciencla ou muita penotraQ3o pira conho-
oer lulos Os obstculos, qua se opi(l3 a
marcha do jornalisla om um paiz novo co-
mo o nosso, onde o amor das letras pritf-'
cipia apenas a manifestarse em um ou ou-
tro espirito. Quantos cuidados, o quanta
vigilancia n3o silo uecessarios ao emprez-i-
rio, quo toma sob sua direcgSo a publicacao
deutoagazeta diaria e do grande formato
em urna Ierra onde s a muilo custo se po-
de obter quillo, que em outros paias
consegue o jornalista prompto, e at gra-
tuitamente? Quantos desgoslos mesmo
IhenHo faze.n solfrer a inlolerancia que do
minaem todo os ramos da vida, eque por
tudo so axacerb.i, e as suscoplibilidadps mal
eotendidas n derizorias, os que por qualquer
cousa se offendem ?
Bem poucos dos que receben! urna gazeta
prompla na publicaQilo de todas as noticias
quer do paiz, quer estrangeiras, e regular
em sua distrlbuicSo, poiem avaliara 'fadi-
gas e vigelias porque passtlo, a [que nella
cullahoiflo.
.Vilo queremos porm com que lica dito
exagerar o nosso trabalho, nem dar-llie
mais im:iorlancia, do que elle po le iflcrecer
aos ollios das pessoas entendidts ."quere-
inos sim fazer sentir aos nossos subscripto-
res, que a noss constancia tem sobejamen-
le correspondido a sua coadjuva^ilo patrio-
ica e qua a firmeza do nosso animo) tom ar-
dTersos paizes da Europa. Alguns jornaes
continuavam ainda a repetir a noticia, de
que o governo turco ia por em liberdade a
llossut e seus companheiros do exilio, cor-
ti deque n!to encontrara desapprovaco
la parle da Austria,visto acbaa-se desde a
milito festnete a revoltillo hngara.
.Na Inglaterra os jornaes tambom se oc-
eupam ardentemente da nomeacilo dos no-
ros bispos calholicos, e diversos bispos
rotestantes haviam dirigido pastoraes a
suas dioceses, en que exprobravam summa-
maniA o que. dpnominavam por agresso
oapal. N.o obstante isso nao acreditamos
que no meio de tilo graves successos, quaes
os que presentemente se dflo na Europa, o
ovo inglez, em cujo carcter tanto confia-
mos, se destraia, e se amotine com urna
qnestao religiosa ; deixando de representar
esse grande papel que Ihe d tanta impor-
tancia nos destinos do mundo.
rer ; pelo que du oito companheirts de pu-
iiieleiu diaria, que temos tido, nem um s
so tem podido conservar, e to los hao abaa-
I ii i lo a earreira. sen io quo ainda lia pouco
segundo nos consta suspeudeo asu^ publica-
<;ilo, o quo por ultimo appareceo
Nos lamentamos sinceramenlaj todas a
causis de desanimo, que tem fulto desap-
parecer da arena 68808 aililolis, e fazemos
lodo em
remos o lim oo armisticio para ass stirmos
aos iiovus eouiliai"*. ./;*. un o que nos'f'ju'i'f'qa
parecer di s armes e dos combalenles.
Ii r illa no i iilielanlo Vine, Ihe ofctipe ,
alguna momentoa, la.nbem com a op^osicilo "au "* "yt*! '"".""oc.edaiie, que
,* ^rap pruuiuvc as inaiorrs revulu(oea, com que aba-
nes-a provincia, lem mais pr-jluniiaiueiite todos oa alicercea do
AlgUtiS Higos, que t^nho ll-lo nos pe- 'ediliciu social.' Ol! isto be que he liberdade,
riodacosda Babia, extrahidos de outros da Uno he que lora progresao, |.rii.-.,a.i, pruspe-
iuipipiia opposicioniala d'essa proMtieia, | ridade Como o pobre povo, que boje tita no
me bao Pausado nSo pequen i ailmiraf;iio e Hio (rotule ilp tul cubtrto deandrajoi, rrduiiilo a
est anhesa. NSo parecen) esctiplos de um Ul" "gueUto Hmlurtgi, e allrendollludldc
liaitulo, que ainda nSo lia muilo lora veu-
cido, dei lutado e nimal'rt'/o. A audacia, e
nu :no Imprudencia, com que se exprimen!
os orgilus d'ease partido, devera servir de
]ic"'i u/oveitosa,aosconaelheiros ta cora,
aos homens expeiinitnladoso sensatos do
partido da ordem e ao poder moderador : a
esle poder, clemencia iucumparavel iIl
iu.it:.. io para n3o se lilieralisar com ta-
maita benevolencia, o prdaO imo.enso da
amnista a criminosos, que nSo pedem mi-
sericordia, mas julgam-se com o direilo de
mu sen ni punidos, e, o que he ainda me-
nos roiiceliivcl, nflo smente se dizem in -
nocentes, como at alardi iain dos entiles
perpilrados, e lanc^m toda a responsabih-
llade dos males, que lize.am a sociedade,
em culpa do governo e Uo poder q'ie os be-
neOciou, traiando de malvados a todos a-
qtiellesque Ibes nflo consentiran, quesub-
veili sai ni e .ni uiiiasjeni cuiiiplelauetilu a
sociedade.
Eis-aqui, entre outros, um trecho du un
artigo que ha pouco li nu Gugcur, extrahi-
do nflo sei de que papel da imprensa oppu-
.sicionista d'esta provincia
Muili s boniens ignoram ni cnuiai da
revoli.cilo do 5 de novembro de 1818
nfiosabem mesmo o-que u/vem pensar des-
ge ii nitivim nio que fJrturbtm profunda-
mente a sociedad" brasil-ira ; e como e.v
i aciiuteciiiienio ndo reutiiou sua nlea
pri'.cipal ii a cuiistituinte i) fie rain im-
mix'i it, na incerteza, e atduvidandu da
pureta d'nta revotuc&o, e muilo do con- elle no prsenle numero vai o/>mrioiuce-
Ceiloa dos homens que se c .lloraran! a'iai o vigsimo selimo de sua existencia.
frente dcllu,dos quaes choramos a perdaJEm urna iQo longa earreira, osen lo boje
o mais eminenteo patriota Joaqun; Nu- |o segundo jornal do brasil, que a coota tSu
eni Jim. aj>ir veudo correr e jorrar a seus pe abundan
tes ros de leile e niel! Oh tjue man do co!l!
Un idade d'ouro, aeculo feliz. E nao maldl-
gam-se os perversos, os aiiaichstas i|ue de-
leiidem as garantas de ordem nao lualdi-
gain-se o governo do llraail a sem perniciosos
tribunaea que lein sustentado tamas guerras
fratricidas, e punido com degredo e deporta-
menlos a alguns dos bravos defensores das liber-
dades publicas, dos aspiradores da nova ordem
de cousas, e propuguadorca do novo direilo
social l!
Ab mcu amigo, nao eci quando vira o lem-
po em que os nossos patrelos deiiein de ser o
ludibrio'de qualquer, asiierAo, ou perverso,
que sem mritos se queira elevar a todos os
oargot e einpregof, por inrio do uuiu......a
dos incautos. Nao espere ver rase lempo do
Iriumpho da rasan e da< leia no nosso pan. e
nao sei ae nossos lillios u ebegarao a ver. Maa
basta ; teulio sua indulgencia c bondade. Al oulra rea. Sou
o seu resjieilador e amigo. v.
Simtto.
P. S. Nao teiicionava escrever V. S. mais
que o que havia lalo para ser publicado, por-
que do mais o nosso amigo o lllui. Sr.... se ha-
via encairrgatlo, como era natural; por isso
luaijui iiivsiuo estas linhas.
i.lAlti M PBtt^jBlICg.
BECirE, ltl DE JANEinO DB 1861.
Eis que boje come(i o novo anuo, e com
votos para que ellas cessetn
nossa provincia.
Sempre dedica lo a causa doi interessos
n o- es e matenaes do paiz, e cfp eialmeu-
te a dos interesses do commeipio o Diario
'le l'ernambuco, conlinunulo eolsua afano-
uohre lim, e tara quanlo em sJcouber por
sati-faz t a expect itiva dos setif assignantes
a quem s pedimos a promptid|o da peque
na paga, com que nos auxilia), e quo al-
guns injustaineiito retardam em compre
henderem quilo necessaru e jndispensavel
ella nos he para preencliermol aquel le lim.
Por nossa parto podemos asjegurar-lhes ,
quenada pouparemos para tornar o nosso
jornal o mais interessante que nos for pos-
sivel, e que dasdo ja uniuioi o recpnhoci-
mento que llie devmnol as fo|ictacoes pela
prusperidade, que Ibes anheladlos em o 110-
v,i anuo que comerja
l'islnllou-se boje o tribunal do coinmor^
ci, o qual com posto de ci la Iflos respesla-
vese merecedores da coallan^a do res.nic-
VOCnrpo nacional e estrangeiro d'esta pra-
<, ofTe ece uim verdadena garanta aos
lireilos, e bi l dos couimerciantes. Bu-
lado du u:n i.ii.i coligo ap u-.ip ia |.| as
eireumstaucias e usos do pai', o cotntner-
cii braaileiro nSo lera mais que sulfrur as
vicis-itu les e iiicjherencias diurna pres-
pru leticia i forme bastada em legislaces
oxotieas, e emdesposicfies aqu e all cn-
eoutradas ms or leiianlei o alvais dos re-
s ue l'ortugl ; o livre d'esse iosa lelo, que
0 acabiiinhava, vai experimentar euifi n os
neneflcioj do urna loglsla^flo systemtties,
reun los aos q ie sao de esperar Ua sua ap-
pliciQflo por iribunae8especiaos
C insta-nos que o Sr. ibarcchal de cam-
po Antonio Gorria Soara, se acha nortreado
cooimandante das armas da provincia do
RioGraudo do sul, para onde licra a par-
tir na sabida do vapor.
--------ao
Recebemos dous nmeros do Times, de
9e II de novembro. os quaes pouco trazein,
alen ilas milicias que ltimamente pul.i
cafnos acarea do estado da Europa ; comlu-
d i du que colhemos vamos dar um resumo
IOS nossos leitores.
Em Franca, eis oque mais rucentemunle
Invia oceonido. E .1 Pars havia sido con-
leinnado opilitiir .1 u. jmual, que ten
or titulo a Muda, por haver publicado um
artigo iusulluoso contra o presidente da re-
pubiici. U tribunal, que julgou o editor o
coiidemnou a li'ds mezes de prisflo, e Ihe
inipoz urna inulls de duis mil francos ab-
solvendo a Mr. Besselivne autor do artigo,
que foi iilijeclo do criinn.
O prefin 1 de polica ile Parla sus.ieinleu a
um commissirio de polica, por infundadas
communicacOel que ibes fez, de au posta/
tentativas de assassinstos contra a pesso
du general Cliangarnier, e do presidente da
issembla. As innie .1.unu-1 ii.ii-s o.1 Loi-
ra, e nu Sena tiiiham sido favoraveis ao par-
tido da ordem.
I'russia. Neste paiz continuavam as gra-
ves complicares com Austria ; pelo que os
consellios do congresso de Varsovia, nada
t ouxe am de'definitivo subre os negocios
la \H .naiiiia. Bepuis da prematura mor-
le do conde de Brandenburgo, ijue leve lu-
gar ltimamente, perda essa porcerlu mui-
lo fatal a I'russia, principalmente ua ac-
lualidade ; acnnleceu quo Mr. Iladowits deu
a sua deniissiio do cargo de ministro dos
negocios esitatigei us, demissao que foi ac-
eita pelu re i ; e dizia-su queco conde
Bernstoiir; mbaixador prusssiano juncto
a corle do Vieuna. havia sido chamado a
Berln, para ser ucanegado da pasta, que
acaliava de vagar. Essa mudanza no minis-
terio, deu lugar a que se espalhasse o bua-
lo, de que talvez houvesse lambem alguma
inodiOcaoSo na tolilica da Prussia, o qui-
to lavia parece que u.u lera lugar porque
essa potencia continua eai suas oslentai;es
.ilutares. Um forfe deslacampntu de bus-
tares prussianus acabava de oceupar anel
e Tulda O goveruu austiaco linha envia-
do urna nula a Berln, exigindo que as Iro-
sas prussianas evacuassem o eleitorado d
1 .-!. A este respeilo Iladowits posto que
lora do ministerio foi consultado, e seu pa-
recer foi, que sendo a occupa^'i de Uesse
#elas forcea prussianas uto laclo consuma-
lo, 11,1.1 derla o governo altender as axigeu-
i..s d'Ausliia.
Nada mais consta de extraordinario nos
ALFANIIEC.A.
Unndimentododia30.....7:768,648
dem do da 31...... 8:709,865
Descarregam hoje 2 de Janeiro.
Ilrigue Titania bacalho.
Patacho Eolia farnha e bolachinha.
Barca hnergy mercadorias.
Brigue Minerva i lem.
Rsetina I. C. Ridgway bacalho.
Brigue -- l'erliii dem.
Brigue -- Burkeel dem. .
Brigue J- /'. Ualheui idem.
Patacho Loper farnha e bolachinha.
RE.NDIMENTO NO MEZ DE EZEMBRO
l)E 1850.
Ilendiincnto total ^.^l'V-i
Realitui iles 092,320
Rla 244:994,951
Dlreltoa de consumo 240:001,47?
Dito de 1 por cento de reexporta-
do para oa portoa estrangeiro 1oj,-253
Dltodito para oa portoa do imperio 133,254
Expediente de 5 por cenlo do ge-
nero! com carta de gula 490,008
Oito de h2 por cento do genero
dnala 339,414
Dito de 1 1/2 por cento doa gene-
ro livre 40,671
Armazenagem de 1 por cento da
mercaduras 542.018
Premio de 1(2 p. c. dos asaignados 2:886.78:1
Mullas calculadas nos despacho 74,438
Ditaadiveraaa 270,000
Palenlrs doa despachantea geraes 25.000
Kinoluinenlo de cerlidoe 26,040
ltis. 244:994,951
rtaw seguinle especies.
Dinhelro 97:708,708
Aasignados 147:220,243
Receila extraordinaria.
Novajft velhns dlreltoa
recnidoa dos einpre-
gadoa 51.000
Depositas.
i:ni balando no ultimo
aje novembro 3:573,431
Entrado uo correle
mea, 659,009
Sabidos no correntc me/.
4:232,440
447,235
Btbtentes R's 3:785,205
as leguintes especies.
Dinheiro 951,595
Leu ras 2:833,6M)
Alfandega de Pernambuco. 31 de deaembro
de 1850. Ocscrivao iiileriuo, Praixciico de Pau-
la (on(olves da Silva-
CONSULADO GERAL.
Itendimento do dia 30.....5:742,494
Diversas provincias...... 441,088
6:183,582
dem do dia 31........4 095,667
Diversas provincias...... 460,881
4:556,548
RENDIWENTO DO MEZ DE DEZBNBRO
DE 1850
Consulado de 7 p. cenlo 79:854.763
Dito de 2 por cento 49.080
Dilo de 1)2 por cenlo 26,630
Ancoragem para fra do
imperio
Dita para dentro do dilo
-------------- 79:931,073
CONSULADO PROVINCIAL.
IN ndimonto dodia 30 ..... -3.270,862
!d*mdbdia3l '........8:483,1 U
RENDIMENTO NO MEZ DE DEZEMBRO
DE 1850.
Direilo de 3 por cento 35:067,354
Direilo de 5 por cento 6:229.883 3
Capalaaia 1:200,040
Declina urbana 17:82,688
Mili ,i/ 1
Novo e velhoa dirclto
Selo de beran(aa
Cinco mil ra. por cacravo despachado
emolumento de passaportes de po-
lica
20 p. c. do consumo d'ago'ardente
linpostos de 12,800 rs.
Hullas
Juros
981,458 tjr,
878,855 1
297,909 .
20,000
000
298,304
115,200
38.843
26,105
intoa de .1 |n,r 1 rnti.
1 teal
Selos
Eapedicntedascapataiia
Eiiioluinentoa de certldflea
5:222,700
a03,S28
37,500
621,185
1:124.534
11,580
Diversos provincias.
Dizimo do algodo do
Cear 207
Dito dito do Itio Grande
do norle 2,233
Dito dito daPaiahiba 73,027
Dilo do assuear das Ala-
goas 2:957,340
7:381,407
87:312,480
Ris. 62;447,82l
Meas do consulado provincial, 3ldedezem-
bro de 1850. No Impedimento do eacriro,
Jos Catalcante di Albuquirqui. .
PRACADO BECIFE, 28 DE DEZEMBRO V
1850, AS 3 HORAS DA TARDE.
/nula semanal.
Cambios----As traosac{~ea eflelluada Uve-
rara a base de 3o d. por 1,000 ra.
Assncar Era comequencia doa dia- aan-
toa, a entrada e venda forain
diminutas.
Algodao- Pelo mesmo motivo a entradas
foram pequea: lendo-ie ven-
dido de 6,500 a 6,000 r. por ar
roba de priraeir* sorte.
Couros Venderam-e a 125 ra. por libra
dos aalgadoa.
Ac de Milao. dem de 20,000 a 2i ,000 ra. por
ulntal.
venios ael carregamentos,
dos quaes dous foram vendidos
acerca de 9.00Q rs. poi barrica,,
dous est.io por vender e doua
seguir ni para os jiortoa do sul:
o deposito monta a 15,000 bar-
rica.
Carne-secca- O prej.o regularam de 1,500 a
3,090 ra. por arroba da do Rio-
Grande, e de 1,0.-0 a 2,000 rs. a
de Uuenoa-rty res ; lica rain em
aer 19,000 arroba.
Carv3odeped.Veudeu-se a 10,000 rs. por tone-
lada.
Par. de trigo- Entrarain dou pequeo carre-
gamentos doa Kstadoi-Unidos,
com o quaea o deposito fica ele-
vado a 14,000 barricas: os pro-
cos continuaran! de i3 a 17,000.
rs. por barrica.
Vinhos Vendeu-se o de Cetle de 103 a ]
112,000 re. por pipa.
Ficaram no porlo 57 embarcacoes a aaber i
1 auatriaca, 4 atnericaua., 18 brasileiras, 1 bre-(
inense, 2 dioamaiqueaaa, 3 francezas, 3 her
iiinli..las, 10 lugleas, 9 portugueua, 2auecai,
3 aarda e 1 loscana._____________________
3:689,811
Deposito aahidos
Ditos existentes
112,619
1:204,530
91:002,291
Mesa do consulado de Pernambuco, 31 de de-
aembro de 1850. O escrlvao, Jacoma Heraldo
Hara Lvmachi di Mello.
EXPOKTACAO.
Despachos martimo no dia 30
Trieste, polaca austraca Gugliilmo, de
327 toneladas : conduz o seguinte : 3,320
saceos com 16,600 arrobas de assucar
6,000 vaquetas.
Netr-Yoik, patacho inglez tabella, de
224 toneladas : conduz oseguinte: 3,300
saceos com 16,500 arrobas de assucar.
Buceo, barca porlugueza Amazonas, de
216 toneladas : conduz o seguidle : 100 bar-
1 iquinhas e 150 barricas com 1,553 arrobas
e 4 libras de assucar.
Buenos-Ayrescom escalla por Buceo, pa-
tacho hespaubol Tranplo, de 172 toneladas :
conduz o seguinle: 89 couros seceos por
reexportado, ja manifestados e lastro de
areia.
dem do c/fa 31.
Canal, escuna ingleza Vol, de 226 tone-
ladas : conduz o seguidle : 3,150 aaccos
com 15,750 arrobas de assucar.

RECEBEDURIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Itendimento do dia 30.....273,250
dem do dia 31........200,075
iViovneiilo do porto.
/Vacio' entrado no dia 30.
Philadelphia 49 das, patacho americano
liulmn. captao Blinchard, equipa geni 7,
carga farnha de trigo e faze.11 las; a Dea-
ne Youle & Companhia.
Navio tbido no mesmo dia.
Portos do noria Vapor lluhiana, comman-
dante o primeiro lente Segunlino. A-
Icm dos passageirosque trouxe dus por-,
tos do sul para os do nurto leva a sau
^1.11 du 1 para o Para, o Brasileiro Jos
Leopoldo da Silva.
Naviot entrados no dia 31.
Araca,ty 10 das, hiate nacional Anglica,
mestre Jos Joaquin Alves da Silva, equi-
pagem 7, carga algodo e couros ; a Ao-
tonio Joaquim Seve. Passagelros, Manoel
1.ia I mu Seve com sua familia e urna es-
crava e 5 escravos a entregar.
Parahiba 2V horas, lancha nacional 7rei
Irmdos, mestre Jos Duarte de Souza,
equipagem 5, carga toros de mangue; a
Joaquim Duarte de Azevedo.
I lera -- 24 horas, lancha nacional Nona San-
ia Crus, mestre Antonio Manuel Affonso,
equipagem 5, carga toros de mangue ; ao
mesmo mestre. Passigeiro, Estevo Jos
Ribeiro.
Ro de Janeiro 20 das, patacho nacinual
Neireda, mestre Manoel Jos de Sena Mar-
tins, equipagem 10, carga varios gene-
ros ; a Novaes & Companhia.
Navio sabido no mesmo dia.
New-York Patacho inglez Isabellu, capi-
tilo George Purrete, carga assucar.
Noviot entradot no da 1." de Janeiro
Terra-Nova27 das, brigue ingle/.
ge Robtnson, capililo Jobo Bq-v.-i,-'equipa
I getn 12, carga liii^jUttteY Le Bretoalj
; soiiarammJHjoTnpanhia.
JJulHga ,S3 das, polaca liespanhula Linee,
capitS Jo.lt) Maristauy, equipagem 12,
carga vjubo e mais genoros; a Manoel
Jo 111111 tn llamos e Silva.
Baha 10dias, brigue nacional uriana,
capilSo Jos Dias Correia da Silva, equi-
pagem 20, carga lastru ealguns gneros;
a Maooel Ignacio do Uliveira. Passageiros,
Emilio Deogenis de Oliveira, Joaquim
Piulo GuimarSes e 2 escravos a entregar,
dem It dias, brigue D. Ajfonso, capitSo
Antonio Jos l'creira Proli.*, equipagem
# 14, e 111 lastro ; a Macha lo e< Pinheiro.
Navios sahidot no mesmo dia.
Buceo por Buenos-Ayres -- Barca porlugue-
za i4masonas, capiUo Nicolao Bepelo, r-
ga assucar. ^
Canal Escuna ingleza Vol, capttao WH-
11 ci tu Rendell, carga assucar.
Trieste Polaca auatriaca Guliilmo, capi-
l3o Eramos Silenze, carga assucar.
1 -I
i\
M*
"i (
f 1
EDITAKH.
Odezembargador honorario Jeronymo Mi'
tiniaiio Kigueira de Mello, oulcial da ot-
dem da Roza, commendador da de Cbrii*
to, deputado a assembla geral legislati-
va, e chel'e de polica desta provincia par
S. M. o Imperador quo Dos guarde, etc.
Fago saber, que letn-se de arrematar0
fornecimento diario dos presos pobresde
Jualica dacadeia desta cidade durante o au-
no prosimo vindouro; eportanto as p*
suas quo estiverem as circumslancias 1"
fazer o dilo fornecimento, pdenlo compi-
recer nesla secretaria com as suas pro.""'
las al o melado de jaueiro prximo, cerlo*
de que estas tero por base as condicei
que furam contratadas com o ultimo arre-
matante, e que silo as seguintes: 1'. 1ue
ser dado a cada preso puralmoco urna U'
gella de caf e um pilo de viutein ; 2.a, 1i
para o juntar, que sera a urna hora da larde,
se dar us domingos, segundas e quiaU*-
f. iras ii:na libra de carne fresca, caldo, eujn
dcimo de farnha, nas tercas e quatlas let-
ras, uieia libra de carne seca com fejao efl
n/ilti unD FYFN/IPI AR FMPnMTRAnn L


^*"


l\J
proporcSo, ?o o mesmo dcimo fV"l'
I,, Mktiae satinados, meia libra de haca-
lho. e o mesme docimo de farinhf.ecrps-
sonndo nos das de carne dez ril de tou-
cinl.o, e qualro ris de couve por cada pre-
go- 3* qufi comida ser dada pelo forne-
redor prompta, e rom a necessaria limpeza
nacozinha da cadeia, e distribuida em ban-
dejas de piadeira ou de estanho, a cada pre-
so, ou por turmas de dous at cinco, con-
forme isso parecer mais conveniente a re-
quesipSo dos presos ; que se dar ao
arrematante pelo forneclmentode cada pre-
so a quantia de 60 ris diarios, que esse pa-
gamento ser mensalmente feito preceden-
do altestado do chefe do polica, em que se
declarar que cumprira as suas obnga-
cOes, e quo para obte-lo se compromeltia a
icumprir igualmente a porlaiia de 31 de Ja-
neiro dirigida ao fornecedor Jos da Costa
Afbuquerque; 5.', que elle fornecedor se
sujeilar mais a ser despedido toda as v zes que o chefe de polica conhecesse nSp
ter elle cumprido as condicOes a que se
obrigara; 6', que I he ser dada por esta re-
partido a lista dos presos pobres existentes
na cadeia a quem ge ouvesse concedido ra-
cfles diarias, aflm de por ella regularsar-se
nocumprimenlo dos seus devetes, ficando
por entendido que no fornecimeato dos pre-
ns pobres nflo seriSo contemplados os es-
ravos em raso de correr elle por conta do
arcereiro como bode lei eestyllo.
Secretaria da polica de,Pernambuco, 30
dedezembro de 1850.Eu Antonio Jos de
freilas, primeiro amanuense, o subscrevi.
nefe de polica, leronymo Martiniano Fi-
Klll ,r. inpnelor da thesouraria de
fazeuJa ..a f7 r publico, para conheci-
mentQde quem pertencor, a circular do tri-
bunal do thesouro publico nacional de 25
de novetnl ro ultimo abaixo transcripta.
Secretara da thesouraria de l'ornambu-
co, 30 de dezembro de 1850--No impedi-
mento do ofcial maior, Emilio Xavier So-
br'iru de Mello
Circlar n. U.-Joaquim Jos Rodrigues
Torres, presidente do tribunal do thesouro
publico nacional, em addtamento i circu-
lar de 13 de fevereiro deste anno, declara
que por moeda nacional se deve entender
nSo s a que se tem cunhado no imperio
depoa da declar8C.So de sua Bdependencia,
e as que anteriormente eram privativas do
rasil, mas tambem as pecas de ouru de
atro otavas do valor de seis mil e qua-
trocento riacunhados antes daquella po-
ca, quer no itrasl quer em Portugal, as
quaea todas se cOntinuarSo a receber as
eslacOesNpublicas do imperio pelo padrSo
da lei de 11 de selembro de 1846, e valorea
declarados no decreto de 28 de novembro
do mesmo inno-
li Thesouro publico nacional, em 25 de
Dovembrode 1850-Jon^u/m los Rodrigues
Torres -Conforme.Jodu Sltria lacobina.
O cidsdSo Manoel Jos Teixeira Bastos, ca-
valheiro da ordom da Itoza, jniz Japai
da freKuezi/cie s- Jos d" Rt"cire' Por s-
M. !%>' e Constitucional, que Dos
gl',ir/e,elr.v
oio presente\faco publico aos moradores
ja mesma fregufezia, que em virtude da
circular, data la de 21 do correla dezem-
bro, dirigida a este Joizo de paz pelo Exm.
presidente desta provincia, sSo convidados
todos os cidadSos paisiinos virem-sea lis
tar, como voluntarios para o servico do ex-
ercilo/sob as condicOes de servrem pelo
lempo, de oito annos, medanle o premio de
duzentos mil ris, e duzenlaa bracas de ter-
liara, que Ibes serio dadas em propriedade ;
jL o aquelles que nicamente se quizerem
V contratar por quatro annos, tenlo somonte
cem mil lisde premio, e a concessao de
cento e cincoonta bracas de trra.
Lembro a lodos os cidadSos paisanos,
nrmenle a aquelles que nao tendo a seu
favor neiihurna das isencOes legaes, esto
no caso de serem compelhdos a semelhan -
te servico, as vaulagens immensas de acu-
direm voluntarios ao chamamenlo da pa-
tria, correspondendo assiin do um modo,
condigno a generosidade e benevolencia do
governo de Sua Magestade, que pudendo
obriga-los a este servico se.i.-i olTeusa de
seus direitos, prefere este meio, com que
prova naos sua brandura, como as inten-
efles benficas de que est animado em be-
neficio do .-ni povo. O prsenle sera publi-
cado pela iiii,ii iiisd,i- tizado em todos os lu-
l garea pblicos desta freguezia.
Frcguezia de S. JosC iio itocife, so de de-
I zembro de 1850..-iMnoe/ los Teixeira Bastos.
.te
para o que ofTerece bons comniodos, trata-
se com 03 consignatarios T. de Aquinn Fon-
seca & Filho, na ra do Vigario n 19, pri-
meiro andar, ou com o capullo na praca.
* Para a Bahia snhc em pon-
eos das o Wiale Amelia, pode an-
da receber algunia carga a frete e
passigeiros : trala-se com Novaes
& Companhia, na ra do Trapi-
che n. 34.
Para o Rio de Janeiro sahe
com a maior brevidade possivel o
patacho nacional Valente : para o
resto da carga e passageiros, tra-
ta-se com o capilao a bordo, ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34-
Para o Itio-de Janeiro o brigue nacio-
nal Emilia, deprimoira marcha, pretende
sahir no principio de Janeiro, por ter j
parte de seu carregamento : quem no mes-
inoquizercarn-gar ou ir de passetn, diri-
ja-se ao capitSo Joaqun) Jos doa Res, ou
a Lima Jnior & Companhia, ra da Cruz
n 28.
Para o Rio de Janeiro sahe a galeota
SanlissimaTrindade, de Superior marcha,
forrada e encavilhada de cobre, par todo o
presente mez por j ter grande parte da
carga contratada, quem na mesma quizer
carregar ou ir de passagem, dirija-se ao
seu consignatario Francisco Alves da Cu-
nta ra do Vigario n, 11.
Vende-se o brigue denominado Pirati-
nim do lote de 201 toneladas, forrado de co-
bre, com lancha, bote, e todos os pertcnces
de aparelho, prompto para fazer qualquer
viagem, quem o pretender pode ir ou man-
da-lo examinar no ancoradouro defroute
da escadinha do passeio publico aonde esta
fundeado : para tratar na ra da Cadeia 11.
39 com Amorim IrmSos.
Leilo.
Defendi i Borllo f ira leilSo por inter-
veng3o do correlor Miguel Carneiro.dos ma-
is variados ricos e modernos gostos em obras
de alabastro marmore, pedra agalha ; bem
como u.tn sortimento de outras variadas e
elegantes obras em barro cozido e enverni-
sado representando estatuas, leOes, globos,
vasos, e outros muitos objeclos para ador-
nos de jardins, salas e palacios, tudo do
mais apurado gosto, e viudos ltimamente
da Italia, quinta feira 9 do crranle as 10
luirs da manliSa, no seu deposito no Atier-
ro da Boa Vista n. 53.
Avisos diversos.
Declaraco.
Pela subdelegada da fegueriadeS
Jos do Recife, adiase recolhido a cadeia
desta cidade por andar fugi lo, o pretoJos,
que diz ser escravo de Manoel Joaqun)
morador-na Passagem, quem for seu legiti-
mo sonlior, poje-se dirigir a mesma sub-
delegada, com seus documentos legaes,que
provando_a posse do dito Ihe sera entregue.
Avisos martimos.
Sahir para Lisboa com brevidade por
ter parle da carga prompta, a barca portu-
gueza Carlota&Lmetia, do priinexa marcha,
forrada e encavilhada de cobre, *da qual he
capISo'Caeta.no Caspar Pestaa: para carga
o* passageiros, para o que tem os melhores
coii.cnoiios : trala-se com os seus consig-
nalarHs Francisco Severiano Itabello &Fi-
M10, ou com o dito capitSo.
Para o Cear.
Em consecuencia dos das santos fo es-
I pagada a s.iliu\., ,i,, brigue Empreza para 6
de Janeiro, quktido s.hir iinpreterivel
mente: para carg ,. passageiros trata-se
na ra da Cadeia do Recife n. 17, segundo
lndar, com Francisco Joaqun) Pedro da
1 osla.
Para a cidade d Porto sabe,
^.m muita brevidade, a veleira e
bem conbecida barca poiu"uez3
i S.-Cruz : quem na mesma e,uzer
1 carregar, 1,11 ir (|e passagem, pra
I o que ten excellente's commodos,
ldirij<>-se ao seu consignatario
[Francisco Alves da Cimba, na ra
lo Vigario, n. ti, primeiro andar.
Para Lisboa aahe com a maior brev-
iade posslvel o brigue purtuguea, Nov
fencedor, por ter o seu carregamento qua-
' completo : para o reatante e passageiros,
Precisa-se de urna mulher para o ser-
vico interno eexterno de urna casa de pou-
ca-familia, n5o tendo por costume embria-
ga. -s : paga-se hmn : na ra do Cano n. 36.
-- Jos Luiz da Silva GuimarSes mora na
ra Bella, casa terrea n. 25, e contina a
ter o seu escriptorio na ra larga do Koza-
fio n. 33, primeiro andar.
l-Nri i|lur:i( ,10 mercantil.
A classe de escriplurapSo mercantil por
partidas dobradas, que o abaxo assignado
iiiiiiini'ioii que ia abrir em sua casa, na ra
lo Pilar n. 40, dever comecar no dia 7 de
Janeiro correnle. As pessoas que quizerem
frequenta-la, se servirSo procura-lo com
ui|ici;i\o, para se matricularem, no es-
criptorio dos Srs. C. Starr & Companhia,
na ra da Aurora. los da Maya.
Preca'-se He dous rapazes para caixei-
ros do butiquim de Santa Isabel; adverte-
se que he s para as nuiles de espectculo :
quem quizer, dirja-se ao liotiquim do Sr.
Paiva.juntoao theatro de S. Francisco.
Quem precisar para ama du casa de urna
mulher estrangeira, annuncie para ser pro-
curado : prefere-se para casa estrangeira.
Precisa-se fallar ao Sr. Thom Fran-
cisco da Costa : na rna do Livramento n. 4.
No Aterro da Boa Vista, loja de miude-
zas n. 72, se dir quem da dinheiro a juros
com hypotlicca em casas terreas.
O abnixo assignado avisa ao Sr. arre-
matante de ago'ardente de proJuccflo bra-
sileira, que deixa de vender dito genero em
sua taverna da travessa'do Queimado 11. 3,
desde o 1 de JHiiPiro de 1851 em diante.
No beccodo 'Theatro. por cima do bo-
tiquim do Sr. Paivr,'segundo andar, preci-
sa-se de urna mulher brVnca de 1 hule para
lomar conta da direcilo de urna casa de ho-
mem solteiro, saliendo a mesma engom-
mar, coger e cozinhar com toda a limpeza e
asseio ; hem como se exige que seja hvre de
peusSode familia e de fiadora sua condue-
la : a tratar no mesmo sobrado das 6 horas
da inaohSa s 8 do dia, e do meio-dia s 3
da tarde.
-- Precisa-se de um caixeiro para a pa-
daria da ra larga do Rozado 11. 48 : a ira-
lar na mesma.
~ Roga-se ao Sr. Dr. Luiz de franca Mu-
niz Tavares que tenha a bondade de appare-
cer na ra do Rangel n. 36, primeiro an-
dar, das 6 s 8 horas da manhSa, e de 1 s 4
da larde para se tratar de negocio de seu
interesse, pois apezar do annuncianle ter
procurado o mesmo Sr. por diversas vezes,
nunca Ihe tem sido possivel enconlra-lo.
Precisa-se de um homom quo j tenha
servido no exercito para Andar o lempo de
oulro, dando-se-lhe boa gralificacflo : a Ira-
lar na ra do Mondegn u. 67.
Houbo.
No dia 23dedezembro furtaram da casa
do abaixo assignado, em Santo Amaro, um
c.H.i.Hi de ouro com dnas vollas e um co-
rceo de dilo macifo com o peso de quatro
oilavaa e meia ; o corda"o ignora-se o peso,
sendo ludo de lei; julga-seser urna preU
que vende pSo-de-l, e porque desde esse
da iiQo tenha apparecido oais em dito lu-
gar, roga-se, pois, a qualquer pessoa que
lliesejaii) oll'erecldos de osapprebenJer, ou
110 caso queja lunli m comprado de decla-
rar por esta l'ulha, que se Ihe dar o mesmo
dinheiro. lose de Sousa Teixeira
Piecisa-so alugar um oriaJo portuguez,
lueenteuda de bolear carro e tratar de ca-
vlos, para urna casa de familia ingleza : a
lalUr noariiiazeiii de Miguel Carneiro, cor-
retoi ge^al, ra do Tiapiclie n. 40.
O-irurgi5o Manoel Joaquim Pereira
faz sua osidolicia, no sitio denominado
Olho de Vnro, nafislradade Paruameinm
UITerece\ urna mulher de meia i.lade
e de boa condu-ta para ama de urna casa de
senhora viuva : que y-
ra do Fogo n. 47
>! r. dirija-se 1 credorasdn casa commcrcial Schafneitlin &
JTnblerde apresentar suas contas na mesma
casa at o dia 31 do corren te.
Precisa-so de um cria lo nacional ou
estrangdro, que de boas inforrhacfi-s de
Homoriopalhii. J
^, Gosset Bimont, professor de lio-^ s(|, COndueii, par o servico de urna casa daj
,niceopalhia pela escola liomccopa- < pouc, fj,,|a, |irigir-se ra das Trin-
& Thica'do llio de Janeiro, de volla de &
:# sua viagem Franca, onde praticou *?
n, com os primeiros homceopalhas da- 4.':
(ja quelle paiz, principalmente no con- pji, sultorio do instituto homosopathico ,
C de Paris, poder (ser procurado a ^
qualquer hora, em sua casa, Aterro j,
aL da Boa Vistan. 26, segundo andar.-^
l}. Os pobres receberSo consultas e ig
&. remedios gratis. <
AAsAi-. 4AA#iiAiiiSt!MiAA4 AAAA
Abrem-se e imprimem-se bilhetes de
visita em qualquer carcter, rotuiose todos
osobjectos que demandam preceitos calli-
graphicos, retratos e quaesquer desenhos,
sinetes lypos emblemticos, ornamentos
pira capas de livros, ealinal todos os ob-
jeclos da arte de gravura em alto e baixo
relevo, e com delicadesa. As pessoas que
pretenderen! algumas destas cousas, diri-
jim-se ra do Bruro, defronte da fundi-
C,3o ingleza, ou as seguintes lojas de li-
vros : na ra da Cruz n. 56, na pra^a da In-
dependencia ns. 6 e 8, e no paleo do Colle-
gio n, 6, onde se for mister podeio ddxar
seusnomes e morada para serem procu-
radas.
jfe Chapeos de sol. /' <$$,
* Rus do Passeio, n 5. ~jki
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objeclos de todas as co-
res e qualidades, tanto de se.la como de
panninho, por precos uommodos ; ditos pa-
ra senhora, de liiim gosto: estes chapeos
sSoieitoi pela ultima mola; seda adamas
cada com ricas franjas de retrez. Na mesma
casa ser acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macOes servidas : todas estas fazendas ven -
lem-se em porc3o e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para fe i lo res de engenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar.
9 'Hilo (alsnoiix, ilrnii-ti #
B frnncez. olTerecc xcu prest- 9
9 1110 110 publico para tollosos -*
inistci-es de na prossao : t>
? pile ser prociirailo a qual- *
W iiii-i- hora em sua cnn, un #
,* ra luisa ilo Ko/.itrio, 11. :tu. ,-,
$ si-g:unilo andar.
pniici ramilla, inng
choiras, sobrado n. 19.
-- Alugi-so nu ra da l'niilo um sobrado
com exc. Mentes comino los e vista para a
barra: a fallar com Manoel Alves Guerra
Jnior, ou com o bacliarel Clirislovio Xa-
vier Lopes. f
Roubo.
Na noite de 24 para 25 do correte foi
roubada a taverna da ra do Amorim n. 17,
consislindo dito roubo em 50 cruzados no
voa. [ oaoJa portugueza), t meia dobla,
7,000 rs. em cobre, 6,000 rs. e.n notas e al-
gumas macutasf dinheiro de Angola], 1
cordSo eom 20oitavas de prata n3o de lei,
i bolOeade bertura, sendo 1 de liligr.ma, e
outros objeclos dos quaes no ha lerabran-
(;. Mal >alisfitos porm os ladr3os por nSo
encoiilrarem maior*vantagem na sua em-
pieza, tiraram as torneiras das pipas e dei-
xaram ceirer os lquidos pelo meio da ca-
sa : coinquanlo as provas sejam asss s li-
ontes, todava ainda nSo sSo suffiuentes
parase proceder criminalmente contra taes
salteadores ; por isso quem descubrir o rou-
bo e seus autores, participar na dita ven-
da, que ser generosamente recompensado,
guardan lo-se-lhe segredo.
Precisa-se de urna ama, que saba co-
zinhar, engommar e fazer todo e qualquer
servico de urna casa : na ra do Itozario lar-
ia n. 26, lerceiro an lar.
Precisa-se de urna ama de lei te sem
cria : na ra do Queimado loja n. 37 A.
O Consultorio hoinceopatbico,
S3> ra doCollegfo, n. 25,
O Do />. P. de Lobo Hoscoso.
^ O lr. Hoscoso d consultas lodos os
^ das. Osdoenles pobres sSo tratados
degraca. S serflo visitados em suas
Precisa-so de urna ama de leite : o,uem
esliver em taes circumstancias, ou tiver pa-
ra alugar, aneuncie.
Precisa-se de urna ama de leite -. a fal-
lar na 1111 larga do Rozano n. 35, loja de
miudezas.
--Precisa-sede urna ama para fazer as
comprase o servico interno de urna casa
de familia : na ra da Mangueira 11. 3.
Aluga-se o segundo andar da casa n.
48, na ra larga do Itozario, sen lo do lado
da sombra ; a tratar napadaria do Sr. Va-
lonea.
(fe> a preta Joaquina, de 20 a 25 annos
? de dade, alia, magra e fula, escrava i
- do l>r. Cosme de Sa Pereira, desap- '<
pareceu no dia 15 do correnle do *t
2> Monteiro, 011 le eslava lavando roupa, |
jj' eda qual levou parte : roga-se as au- ~
% loridades policiaes, ou a outras J3
quaesquer pessoas, que se a encon- '
, ira re 01, a iiiamlem levar na ra da 4
a^ Cruz do Recife 11. 53, ou na Passa- 3
j gem, em casa da viuva Brilo, que <&*;
,j mora defroute da Capunga, onde so g
> pagai qualquer despeza que po: ^
f ventura se tenha feito. :.
9999,999'-**,9 999*--#9V*>
Osabaixu assignadns ten lo chmalo
os seus credores, e como estes uSodelilie-
rassem nada, ven lem a padana pa.ra paga-
mento dos mesmos .- quem a quizer com-
prar, dirija-so a mesma, defroute da forta-
leza das Cinco-l'ontas n. 154.
' Soares & Silva.
Offerece-se urna mulher branca de
meia idade para o servico interno de casa
de familia; afianca-se sua boa conducta e
muita lia lo 11 la de : quem quizer, dirija-se
ra das I arangeiras 11. -23.
Precisa-se de urna criada parda 011 pre-
ta para o servido de ra de urna casa de
pouca familia : na Punle Velha n
l'csta.
Os devotos do Senhor Bom Jess d'Ago-
11 ia, que se venera na matriz de Santo An-
tonio do Recife. fazem sciente ao reapeita-
vel publico, especialmente a aquellas pes-
soas que se dignaran) de os coadjuvar, que
a festa do mesmo Senhor, que eslava de-
terminada para o dia 1 de Janeiro prximo
futuro, tica transferida para o dia 19 do
mesmo mez, por assim ser necessario.
Sinhorinha Luzia da Conceico, viuva
de neroniano Jos de Freilas, faz sciente ao
respeitavel publico, qup Jos Mendes Salga-
do Giiimaifles deixou de ser seu caixeiro
desde o dia 19 Jo correte mez, e para que
ninguem se chame a ignorancia faz o pre-
sente por ella assignado.
Sinhorinha Luzia da Concei(So.
Precisa-ae alugar um n oleque de 14 a
16 annos, que seja diligente esem vicios,
para o Servico externo de urna casa de pou-
ca familia. Dirigir-serua das Trincheiras,
sobrado 11. 10.
-- Precisa-se de um menino brasileiro, de
11 a 14 annos, que tenha boa eduuagito, pe-
ra criado grave de dous meninos. Dirigir-
se a la das Trincheiras, sobrado n. 19.
Serventes.
Na fundicilo ingleza da ra do Brum ns.
6, 8 e 10,precisa-so de malhadores de ferrei-
ro, assim como de serventes para o servico
da mes .01 fabrica.
Precisa-sede um caixeiro, que enten-
da de massas, e queira tomar cunta do urna
padaria por balando, aliancamlo sua con-
duela : atrs da matriz da Boa Vista n. 22.
Deseja-se fallar ao Sr. Augusto Carlos
le Amorim Garca a negocio que Ihu per-
tence, bem como que ha uma carta para o
Sr. Manoel Jos Lopes Das : na ra da Ca-
is, loja de Jo1o Jos de Carvalho Moraes
l'recisa-su de uma ama de leite forra
ou escrava : na ra da Cadeia n. 18.
Para fechar certas cuntas roga-se a to-
_ Uu.-S-. ~---------- ....-------------.-
jr casas aquelles que n3o poderem vir
Sr ao consultorio, ou que suas moles-
$ tas nSo possam dispensar a presen- O
9 Ca do medico. 0
Arrenda-so urna casa no Caxang, a
melhorque iiaquelle lugar existe, por ficar
ao p da ponte e com banho no fundo do
quintal, tendo a mesma alguns arvoredos,
seis quartns, duas gran les salas, corredor
lavado, os protendentes dirijam-se ao tra-
picho do liarbo/.a a fallar com Antonio Mu-
11 iz Machado.
Vendem-sc thitas finas a li :n.
Pecas do chilai li-upas, roxas, para lulo
aliviado, a 1,500 o 120 rs. o covado ; cortes
decaniliraias com 6 varase meia, de boni-
tos padrOes e de coros litas, a 2,600 ; e 100
saceos novos de estopa, cada um co-11 2 va-
ras, por atacado a 3-20 rs. : na ra larga do
Hozado n. 48, primeiro an lar.
Lotera do Kio-de-Janeiro.
Aos ao:000,00o de ris.
Na ra estreita do Itozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n.2A, deJ. F.
dos Santos Maya, vendem-se os uiuito afor-
tunados bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigsimos da 13." luteria a beneficio do
theatro da imperial cidade de Nictheroy.
Na mesma loja esta patente a lista da 3.' lo-
tera deS. J )3o Baptista da l.agoa
Ve.-ide-se um superior cavado de ca-
briolet, om bous andares, muito manleu-
do e novo : na cavallarice do Pessoa, no fim
da ra da Roda, das 8 horas da manhSa as
5 da tarde-
Aos ao.ooo 000 rs.
Na ra larga do Rozano, botica n. 42, fe-
cebeu-se a lista da lotera a beneficio da
greja de S. JoSo Baptista da Alago*, e ah
foram vendidos os seguintes nmeros que
sahiram premia tos, a saber : 5585 2:000/
rs. 3676--200,000 rs. 3147 -100,000 rs.
3150 100,000 rs 424S 40,000 rs.; bem
como bilhetes da 13." lotera a beneficio do
theatro da imperial cidade de Nictheroy,
chega los ltimamente pelo vapor, os quaes
se vendem pelos precos seguintes : inleiros
a 22,000, meios a 11,000, quartos a 5,800,
oitavos a 2,900 e vigsimos a 1,400.
Ai da bumanidaiie !
Se nSo fora Alexandre Soina, descobri-
dor dosoculos para nariz no spcuIo XIV,
as pessoas miupes, ou de vista caneada nSo
sahiriam de casa logo que soiTressem tal
molestia, ou chegassem a certa la.le, sol
nena de andarem dando espectculo pelas
ras, servindo de bobos, ja pelas caricatu-
ras que mis fariam quando quizessein en-
carar osobjectos, eas quedas que dariam
outros quando andassem ; como anula acon-
tece as naco -. antipofagas, que os velhos
a quem gnralmeiile accommetle tal moles- j
ta, nSo saheem do copiar de suas cabanas
ou residencia-., o s s.-rv.ini de consulto-
rios, curandeiros ou outras bobeias. E de
mais, como ao par do rapi )o progresso das
sciencias e arles se poria um miope ou pres-
btero sem o auxilio de um par d'oculos! <
Responda a medicina qur moderna qur
antiga : a simples reflexSo a tal respeito
torna melanclico ao mais jovial pensador.

-- .No becco do Gonsalves, armazem do Je he por isso quo se recommenda a quem
Araujo, e na ra da Cruz armazem n. 33 de Jsolfrer tal incommodo os va procurar, che-
S Araujo vende-se superior familia em
saccas, mais barato que e n qualquer 00-
tra parte, bom como no ultimo armazem
vende-se tamborn tolla, couros miudos, sa-
palos o lijlo para lmpar metaes, ele.
-- Precisa-se de una mulher que esteja
coslu nata a andar com negocio do fazen-
das, assim como de uma preta moca para
carregar o taboleiro las mesmas : adverte-
sh que as pessoas cima referidas devem dar
Manca as sm.s conductas : a tratar na ra do
Trapiche .Novo, ai'inazeili 11. 44.
Aluga-se una sala para homem soltei-
ro, na ra do l.ivranienlo, 11. 1, primeiro
indar : nesta typographia, se dir quem
iluga.
-- Oflereco-se para caixeiro do qualquer
es'. Ii deciin uto, 1 excepto de venda, urna
pessoa com hahiliticOes, dando fiador a sua
on lucia : quem pretender, dirija-se ra
N>,va,n. GO, primeiro andar.
-- l'redsa-se arrendar animalmente um
litio bem perto da praca, tendo planta de
capim para dous cavados, ain la mesmo
principiando o arreudameutoein Janeiro ou
ferereiro em diante 1 quem tiver annuncie.
- EngomOM-M c lava-se toda a qualida-
de do roupa com todo asseio e muita promp-
lidlo, por pteQo mais commodo do que em
nutra qualquer parle : na ra de Agoas-Ver-
les, n. 26.
-<*<* \.':fr#*: :t>0,+&:9-*>m999
4


I
<
4>
facultativo J. II. Casauova 11.11 loo
o s -u consultorio homceopalhico da
roa da Cadi ia para a ra das Cruzes
n. 28. segundo andar, onde contina
a dar consullas 'odos os dias. Os po-
bres serflo tratados gratuitamente.
*9999>--iJ'999:9999:999)n99
Aluga-se o segn lo andar do sobrado
da rua Pu .na n. 20, com commodo para
urame familia : na rua Direila 11. 93, pri-
meiro ailar.
- Don.ingo 24 do passado,
perdeu-ta desde a Passagem da
Magdalena at a rua do Collegio
uma pulceira de diamantes enlia-
da em peroles ou aljolar : quem
a tiver "jebado e quizer restitui-la,
dirija-seV a fu da Cadeia do Re-
cite, primeiro andar da casa n.
38, que ser gratificado com a
quantia que valer a mesma ataca.
Compras.
-- Compram-se escravos de am-
bos os sexos: na rua da Cadeia do
Recife, n. 5i, primeiro andar.
Compra-se um caxorro de fila ou atra-
vessado, que seja novo e brabo : na rua do
l.ivi all uto n 14.
Compra-se um tronco : na rua da Sen-
zalla Vi Illa II. 90.
Vend
as.
Lotera lio llio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na praca da Independencia loja n. 3, que
volla para as ras do Queimado e Crespo,
vendem-se os muito alortunados bilhetes,
muios, quailos, oitavos e.vigsimos da 13 '
.llena a beneficio do theatro da imperial
cidade de Nicllieroy. Na mesma loja el
palele 11 lisia da 3 loleria de S Jo3o Bap-
tisla da Lagda.
Na rua dos Pires, bairro da Boa Vista n.
19, ha para vonder dous ricos espolhos
grandes, piornos para urna senhom se ve.f-
iir, assim como un terieno com 180 palmos
de fioule e 320 de funio, com algn arvo-
edo
- .-.-....._.-...- ^....3 ,0.. ..,- 1 ruu-, e urna parda recoll Ja cun algumas
Jasas pessoas desla praca, que sejulgareuil habilidades.
gadinhos ba pouco, na rua larga do Hoza-
rlo n. 35
Vende-se um moleque: na rua Nova
11. 46.
TeclAo ile nlgoilao trancado 1111
fabrica ile Totlox o Santos.
a rua da Cadeia 11. 52.
/endem-se por atacado duas qualidades.
.-rupi ios para saceos de assucar e roupa u>
iscravos.
Lotera de V. S. do I Ivraiuento.
Aos 5:0OO9OO0.
Na rua da Cadeia 11 46, loja de miudezas,
voodeu-seo meio bilhele 11. 1454 da lotera
de N. S. do Livramento em que sahio a sor-
te grande de 5.000,000 rs. e eslSo etpos-
los a venda os albi lunados bilhelos e cau-
telas da mesma lotera, que corre imprelo-
rivelmente no dia 31 de Janeiro corrate.
Bi I leles 11,000
Meios 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
-No Aterro da Boa Vista, loja de miude-
zas n. 54, de K-imi 1 < llamos, cha-se para
v"u ii-r mu rico seslanie do melhor autor
Troughlon, por preco mu lo barata.
Aos 30:000,000 de rs.
Na rua doQueioiado n. 23, loja, vendem-
se'os muito afortunados blheUM da 13."
lotera ordinaria, a beneficio dottiealro da
imperial cidade de Nictheroy, da qual te-
remos a lista pelo primeiro vapor; assim
como que acabamos de vender os bilneles
da lotera deS. Jo.lo Baplisla da igrrja ma-
triz da freguezia da AlagOa, e entre elles o
n. 3154 com os 20.000,000 rs., duus com o
premio de 100,000 rs., dous com o de 40/
rs., e trila e tantos com o mesmo di-
nheiro.
-- Vendem-se chitas, a 160; ditas deco-
herla, a 200 ; luslOes para collele, a 400 e
2t0 ; riscados para calcas, a 200 e 240;
brinsescuros, a 48O; ganga transada para
saia ou calcas de escravos, a 120 ; eslopa,
a 200 ; vestidos de cassa, a 2,000 ; suspen-
sorios, a 80 ; cassas de todas as qualidades
e limpia, a400; ditas tsujas, por todo o
prego ; e lustrim verde, a 160 : a tratar oa
rua das Larangeiras o. 29.
- Na rua das Unco-Puntas, sobrado em
frente a matriz nova, vende-se uma escrava
de 22 annos, queengomma, cose bem, co-
ziuba e tambem lava.
Boa cozinbeira e engommadeira-
Vende-se urna bonita escrava, parda, de
olannos de i lade. com lidia lillunlia de 4
ne/"-, a qual cozinha e engomma bem, he
muito fiel e n3o tem vicios, o que tudo ao
afianca ; e 1 preto, moco, muito robusto,
proprio para armazem de assucar ou enge-
nho, por ter muita forca : na rua larga do
Rozado n. 48, primeiro andar.
Vendem-se 16 escravos, sendo 1 bom
moleque de 18annos ; 1 dito cmeiro, que
en|.Mide de pedreiro i 6escravis do servigo
de cimpo ; 3 pardos de tu a 30anuos; uma
linda uiulaiiiilia de 12 annos e recolhida,
que cose, engomma liso, faz bem lavana-
thoe marca de liona ; uma dita de bonita
figura, que engomma, cozinha e he reco-
mida ; duas escravas de 18 a 22 annos, que
engommam e cosem ; 6 ditas de lodo o ser-
vico de rua ; e duas ditas de meia idade, por
prego commodo : na rua Direila n. 3.
.rumie Mortiiuciito de charuto
da fabrica de si. Flix, iioainiu-
/i ni de (roco &. Coiupanhla,
ruada Cruz u. 27.
S.lo chegados a esto armazem os verda-
deros charutos regalos, regala, cacadorea,
pillados, venus, seuadores e soberanos
de llavana, em caixas de cem e 250, por pra-
eos rasoaveis.
Vacca.
Vende-se uma linda vacca turina com
cria ja gran le, ambas viudas de Lisboa I
para ver e tratar no sitio do Tasso, ua i. .w.
das Almas das .Mofas.
I
141 i-rii a no


W--
mttu
Venile-sc superior fnrinha
falles, em meias barricas : no escriptorio
de Itcanc Votile & C., ou em seus armazons
do beero do Congalves.
Cal e potassa.
Vende-se a msis*ova e superior potassa
que ha no mercado, e ral vitgom em pedra
chegada pelo ultimo navio de l.isha, or
prego commodo : na rna da Cadeia do Re-
cife, n. 50, a fallar com Cunha & Amorim ;
assim como uoi restante de barris da mes-
ma cal, que (Icou da safra passada, por ba-
rato prego.
Cobertores de tapete para
escravos.
Ji se vendem os acreditados cobertores
de tapete para escravos, a720rs. cada um ;
por isso venham a elles antes que se aca-
bem, ou passetn para mais alto prego : na
ra do Crespo, luja da esquina que volta
para a cadeia.
Ilap Paulo-Cordeiro.
Vende-se efiectivamenta este excellente
rap, na ra da Cadeia do Hecife, n. 50, Io-
ta de Cunta & Amorim.
A i,ficto rs. '
Vendem-se novos cortes de brim tranga-
do escuro com duas varas e meia cada crtp,
a 1,600; cassa franceza de bom gesto,a 2,600
rs.; pegas do esgoi.lo de algodflo com 1-2
varas, a 2,400 rs. a pega cobertores de al-
godSo de cores, a 720 rs : na ra do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lam(e5o.
Pecas de esguiaoa i,5oo rs.
-Na loja da ra do Qucimado, n. 17, ao p
da botica, anda tem para vender pelo ba-
rato prego de 2,500 rs. ; pegas de esguifio de
algod.lo, com 12 jardas, muito proprio pa-
ra camisas de sen hora, por ser mais largo
que o tnadapolSo.
Para acabar vendem-se,
na ra do Queimado, loja n. 17, cassas l'raii-
cezaade 13a abertas, e de padrote muito
delicados,'a 400 rs. o covado ; cambraias
le cores modernas, a 560 rs. a vara ; chitas
trncelas do melhor gosto que tem vindoa
este mercado, a 320 e 360 o covado. D.lo-se
as amostras.
Deposito de cal virgem.
Na ra do Torres, n. 12, ha muito supe-
rior cal nova em pedra, chegeda ltima-
mente de Lisboa no brigue Tarujo-Terceiro.
Cabegudas inglezas.
Vendem-se cabegadas inglezas roligas e
chatas, loros e silbas de 13 : na ra do Tra-
piche n. 10.
A ellas antes queseacabem.
Chegaram os procurados sapatos de cou-
ro de lustro do orelhas de 2,000 a 9,400 rs ,
obra forte: na ra da Cadeia do Itecife u.
9, loja.
SSSF.
Frinbaa nova da marca SSSF, chegada
ltimamente : na ra do Amorim n. 35, ar-
mazem de J. J Tasso Junios.
I'otassatla Hussia.
Vende-se potassa da Itussia, recentemen-
te chegada, e de muito superior qualidade :
na ra do Trapiche, n. 17.
Superiores vinbos.
Na ra da Cadeia, n. I,
vendem-se escolenles violtos de di
(versas qualidades, tanlo engarra-
If.idu, rumo em barris, sondo do
Porto, Kigueira, Bucelas, Madeira,
Cracavelos, Colares, Moscatel de Selubal,
etc.; assim como uutros muitos geneos de
ptimas qualidj les, e do qu-j s;mpre esta
prevenido este estabelecimento.
cortea le casemira, a :i,5ooo
a Linio rs.
Vendcn-se cortes de casemira do cores,
a 3.500 e 4,000 rs. ; adven in lo aos amantes
do bom e barato quo esta fazenda he dos
melheres gostos que tem vtndo ao mercado,
por isso recomn'.enda-se que venham a ellas
antes que se acahetn : na ra do Crespo,
ioja da esquina que volta para a Cadeia.
Cigarrilhos hesuanhes.
SSochrgados os escolenles cigarrilhos-
hespanhes ao deposito da roa da Cruz, o
Itecife,, n. 49.
Vainillina llosa llnrily, modista
_ brasilelra, na rua Nova, n. 34,
Madama liosa llardy ten o prazer de avi-
sar a todas as senhnras de bom gosto, que,
alm das fazendas j anniinciadas, reeenle-
menteseacha prvida de um completo e
esplendido sortimento de novas e finas fa-
zendas, consistindo em magnifiros mante-
letes e capotinhos de furia-cores adamasca-
dos ; ditos de ditos de itiversas e ricas co-
res, feitos em Fringa; ricos c potinhoa de
muito superior fil de I i ti lio lindos Chapos
de seda para senhora de Dio lento gosto, e
despachados ha poucos das ; novo o supe-
rior gros de Napolles prelo e furta-cor ; no-
vas e delicadas franjas prelas, proprias para
roanteleles ; bonitas trangas prelas e de co-
res ; lino cltamalote prelo, de muila CODSIS
lencia ; superior sarja preta ; bjvas de | el
lica branca, eufeiladas, com ricas llores e
requifes, proprias par casamento; bonitas
e superiores romeiras de lilo, brancas; di-
tas delinho bordadas ; pennas e novas ca-
pellas para casamentos e bailes ; um com-
pleto suri i monto de flores para chapos, das
oais finas que tem apparecido ; lindos lon-
cinhos de selim de cores para senhora e me-
ninas ; e outras muilas la i nas que serSo
tenles aos compradores
- Vendem-se chapeos de palha
americanos, finos e de superior
qualidade : na rua do Trapiche
numero 8.
i:-miian de algouao a 2$5oo a
pega de Jo varas.
Vende-se esguiilo de algod3o com 4 pal-
mos e meio de largura, a 2,500 rs. : esta
fazenda he minio propria para lenges, ca-
misas, ele. : na rua do Crespo, loja da es-
quina que volta para a cadeia.
' 3o.
Crasa n. 30, a mais superior que al bo-
je tem vindo a este mrcalo, pelo esmero
que o seu autor te.n ltimamente emprea-
do. Ksta grasa he a mais proinpta em dar o
mais brilhante e aturado lustro, assim co-
mo a melhor para conservar o calgado : ven-
de-se nos arma zans da J. J. Tasso Jnior,
na rua do Amorim n. 35.
Vende-se una escrava muito bonita,
sadia e de habilidades ; o una dita propria
para ensada, leudo com lulo Igumas ha-
bilidades : na rua larga do Kozaiio, loja
numero 35,

<-
*"
<\
<
<-
--
* fe-
Sao condenas.
He na rua o Rozario estr.iita n. 13, enti-
za padaria que fui do Cunda, onde ha um
sorlimento geral de condegas muilo botij-
as, agafates e peneiras : tu lo chega lo re-
ceiitemento do Porto e por baralissim i
.irego.
Chumbo de nmnlga.
Vende-seno armazem'do J. J. Tasso J-
nior, na do Amorim, n. 35.
iieijos londiinos.
Vendem-se queijos londrinos muito fres-
cos, latas com biscoti'.os, presuntos, caisi-
nlias com massas finas, latas com chocola-
te decanella fina, violtos de cherry, selu-
bal, madeira secea e Porto, e oulros muitos
gneros, que a vista do comprador se dir o
prego o se mostrara a qualidade : na rua da
Cruz, armazem de Manoel Francisco Mar-
litis Irmlo n. 62.
*t?^fV?1v'Vvv v y vWfVfVf
5. Vinlio* superiores. <
* Vende-seescellente viulio decham- *t
* pagne, ditos do Porlo, madeira edo
=*" cherry,em pequeas porgOcsat urna
* dttlia, afiatigando-se a superior qua-
^ luale de todos, oque se podo ver,
j, na rua do Trapiche Novo u. 18, em
j. casa de K loardo II. Wyatt.
A 260 rs.
- Ven.lem-se fivellas douradas para caiga e
collele a 260 rs cada tuna : na roa do yuei-
ni.i i" o 16, loja de Jos lilas SimOes.
Charutos de S. Flix a 2,100 a
a caixa
Vendeni-so. charutos de S. Felis lrandflo
a 2,100 rs. a cnisade. 100 : na rua do Quei-
mado 11. 16, loja de Jos Oas SimOes
Cdigos do eommcrcio.
Vendem-se cdigos do commer-
cio brasileiro, que devein entrar
em execuco em 1 de Janeiro de
i S51 : no pateo do Collegio, casa
do Livro Azul.
Pcchinclia para a festa.
Vendem-se sapalOes de lustro a 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 rs : no Alerro da Boa
Vista, loja n 58, junto a de seleiro.
Tinta de escrever.
Vende-se tinta preta de superior quali-
dade em frascos, em norgilo ou a relalho,
por muito commodo pr9go : na rua da Ca-
deia do Itecife n. 34, pruneiro mi lar.
Cal vlrgcm em |>edra
chegada de Lisboa na barca Carlota e Ame-
lia, vende-se a prego commodo : no arma-
zem de Silva Barroca, na rua do Brum, nu-
mero 28.
As casas de commercio.
Um rico sortimento de livros em
blanco de 5o lolh-.s at 400> bem
paulados, riscados, de en adema-
dio segura e por preCOS coinmo-
dos : no piteo do Collegio, casa do
Livro Azul
Vendem-se pudras redondas para moi-
nhos : a tratar na rua da Cadeia do Itecife,
ti. 18.
Na loja do sobra lo amarello nos
qnatro cantos da rua do Queimado n.
29, tem para vender um completo
80'lmenlo de ertes do vestidos do
seda, e brancos, fazen la superior em
gosto o qualidade; dito* de cambraia
de seda de 7,000 a 12,000 res ; -Jilos
=4'
i
de camhrai do cores, abei la, cassas ?;
i*-
>
>
de cores, gostos novos; chita fran-
ceza, padrflos da cassa ; sola de fur-
ia cores, propria para mal'detes e
espolinos; lensoa bordados de cam-
^. lun de linllO, muito ricos, propnos
* para noiva ; pao do linlio adainas-
-> cado escuro, com 9 palmos de largu-
-> ra, fazenda iiiteiralbente nova, pro- ^
* pna para cohrir mesas; e outras **
J inultas fazendas linas de gosto e pre- j*
,'. go muito commodo.
^&AA.lft.;*.:A.|kA:Akifcft*A/
('asa de modas franeezns ;de liu-
essard Milloclieaii, Aterro ila
Boa Vista n. I.
Rocebeu-se pelo ultimo navio do Havre
um li'nlo sortimento de mo las ver ladera-
mente parisienses, consislin lo em chapeos
le seda, de palha o de ni lilaila p?ra senho
ras, vestidos para baileseCasamentos, man-
teletes e capotinhos, plu~na.se flores, colle-
ntihos do bico verdadeiro, cortes do cassa
e cambraia brancos c de cores, longos de
mSo te cambraia do linho e de algodo, es-
partilhns, DAOS verdadeiros e oulros, fit de todas as larguras e cure:, transas, fran-
jas, luvis, ciapos de palha para meninos
meninas, vestidos para as ditas, filas,
cambraias, leuciuhos dogarg e le seda,
veos e mantilhas para casamento, e mais
outras fazendas que se ven lerflo muito em
conta.
Tuixns para eiigenho.
Na fondigo do ferro da rua ,io Brm,
icaba-se de receber um completo sortioieo-
tode taisas le 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por .reg coiti-
modo e com promptid3o nmbarcain-se,
ou carregam-suem carros sem desbezas ao
CJinprador.
Autigo deposito de cal
virgem.
'Ma rua do Trapiche
n.
*7s
ni
mnilo superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no hrigue lami 111.
;in u admirar vcuha ver c rom*
prar. na rna do Crespo, loja da
esquina que volta pai-a a Ca-
deia.
" Panno fino preto multo bom, a 3,000 e
3,600 rs. ; dilo muito superior, a 4,500 e
5,000 rs. ; dilo a?ul muilo lino a 3,000 e
5,500 rs. ; casemin preta, a 5,000 rs. o cor-
te ; dita n:uito supeiior, a 10,000 rs.; cr-
tes de fuslilo a 320 a C00 rs. ; dilos multo
botlos, a 800 rs ; ditos de selim de {cores,
a 1,600 rs. ; ditos de gnrguru, a 1,280 rs. ;
Cassas de cores lxs o ile bonitos padnies,
a 940 e 380 rs. covado ; corles di-ci-m i
prota, a 2,200 rs. ; ditas a 140 rs. o covado; '
riscado delinho azul, a 240rs.; corte de
britn de linho, a 1,600 rs. ; ditos muilo
bons, a 1,800 o 2,000; ditos superiores, a
1,280 o 1,600 rs. a vara ; longos de seda di
cores, muito bonitos, a 1,000 rs. ; ditos pa
ra grvala, a 1,000 e 1,280 rs. ; ditos d>
cassa com lislras de cores, a 240 e 320 rs. ;
ditos com lislras de seda, a 500 rs.; algo-
do azul de vara do largura, a 200 rs. o co-
vado dito furta-cros, a 200 rs.; picote
muito cncorpado, proprio para escravos, a
200 rs. ; riscado de algodo americano, a
140 rs.; cortes de brim de listras, a 1,000
rs. ; chitas de cores Usase de bonitos pa-
drOes, a 140, 160,180 e 200 rs. o covado;
riscados monstros, a 220 rs. ; cambraias de
quadros, a 2,720 rs. a pega; cortes de case-
mira de algodSo, a 1,600 rs.; cassas fran-
cezas muito bonitas, a 320 rs. o covado ;
chapos deso, com asteas de baleia, a 1,800
rs. ; e outras muilas fazendas por prego
commodo.
Jos Joaquim iMoreira & C., com
- loja na rua Nova, n. 8,
annuncjam para vender por prego mdico
os seguintes objectos : cabegoes de fil de
linho para fra de vestidos, cousa de gos-
to e inteiramente nova no mercado ; cami-
smlri--o.il suas gollinhas, o mais bem bor-
dado possivei; manguitos e melas mangas
de cambraia e lil de linho; gollinhas de
fil liso guarnecidas de fita cor de rosa ; ta-
Ihos de bico de seda, brancos e prelos e ou-
tros matizados de cor de rosa; pontea de
tartaroga para prender cabello, que sem
"\a..- i .o;fio se ple dizer serem os melhores
que aqui teetn viudo.
eposito geral do superior ra-^
U p Areia-Preta da fabrica j|
O deGantois Pailliet & C. o
O na Bahia.
^ Domingos AlvesMatheus, agente da
fabrica de rap superior Areia-Preta da^
Bahia, tem aberto um deposito na rua
da Cruz, no Itecife, n. 52, primeiro an-
dar, onde se achara sempre deste ex-
cellenteemais acreditado rap: ven-
Qde-se em botes de urna e meia libra,
5)por prego commodo.
}00
- Vende-se cobre, metal amarello, e pre-
gos para forro de navios, por prego com-
modo : em casa de A. V. da Silva Barroca,
na roa da Cadeia do Itecife, n. 42.
Na ruada Cadeia-Velha, primeiro na-
dar da casa n. 24, de Manoel Antonio da Sil-
va Anlunes, vende-se um rico sorlimento
de chapeos de palha da Italia, abortos para
senhoras, camiseta* de cambraia, colari-
nhos, romeiras, manguitos, punhosj ludo
escellenlemente bordado, bicos (nissimos,
ricas filas, ciputinhos e manteletes de fil
e de seda prelos, e oulros objectos de gos-
to ; bem como um completo sorlimento de
fazendas : ludo se vende por pregos muitos
rasoaveis
Arnela de Bdwln aiaw.
Rua ile Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e aos sous correspondentes nesta
praga, que no seu esUbelecimenlo se acha
constantemente bom so'timenlo de moen-
uas todas de ferro para animacs, agoa, ele;
meias ditas para armar em madeira; ma-
chinas para vapor com forga de 4 cavallos ;
taixas de differentes modelos c de todos os
lmannos e grossuras, tanto de ferro batido
como coado ; espumadoiras, cocos, etc., de
forro estanta lo ; safras para ferreiros : lu-
do muito bom e Dor barato proco.
_ ..: nuilaoao de fazeiidas'
Na rua Nova esquina que volta para a
Gamboa do Carmo, loja n, 23 de Aiilonio
Cuines Villar, esUo se ven leudo fazendas
que nesta loja j existiam por menos a ter-
ga paite da uns primitivos pregos, o entre
as r.uitas qualidades teem as segundes por
estes pregos.
Jarros linos de banlta 1,000
Filas do sarjas, du selim e tafett
largas, vara. 320
I em, de 4 dedos, vara. 240
dem, de 3 e 4 d:dos. a 120 e 160
llem, da velludo estrella decores 120
Luvas de pellica para Senhora e
para homem. 500
Leques de papel, cabo de osso
fino. 640
dem, de escomilba preta. 400
dem, de pa;>el linos, cabo de
mailioi, de. 4,000 a 20,000
Chapeos de palha linos, lizos, -
bertos e bordados, de 3,000 a 4,000
do caixos, ramos, rosas para vestido, pe-
nas do muilas qualidades, bicos de bloudes
de todas as larguras,bicos de dentelle pre-
los ostreilos e largos de muito boa qualida-
de para capotiuho e mantelleto ludo muito
em omita.
Vende-se relogios americanos proprios
para cima de meza, muilo bons reguladores
por prego muito commodo : na rua |do Tra-
piche n. 8.
Vende-se, por prego muito commodo,
a casa terrea n. 30. sila na rua do Sebo do
bairro da Boa Vista, nova, com muitos bons
iMn moiios, em chaos proprios, com grande
quintal todo murado, com arvores de fru-
to, cacimba de boa agoa e portSo ao lado
da casa para serventa independente: na
praga da Boa Vista, botica n. 6.
Novas cambraias.
- Vendem-se ricos cortes de cambraia abor-
tas com 6 varas e 3|4, de listas e ramagem
de cor, faxenda muito fina de lindos gostos,
pelo barato prego de 4,000 rs. o corte, chi-
ta decores muito miudinhas, pannos mui-
lo finos, cores fixas, a 200 rs. o covado;
brins de linho amarello, cor de ganga, lista
So lado, fazenda muito fina, pelo baratissi-
mo prego de 2,000 rs. o corte : na rua do
Crespo u. 14, loja de Jos Francisco Dial.
Vende-se cera de carnauba : na rua da
Senzalla Velha n. 11.
Luvas de pellica, a 240 rs o par
"* Vendem-se luvas de pellica de cor para
homem, a 240 rs. o par, em muito bom es-
lado : na rua do Queimado n. 16, loja de
Jos Hia.s SimOes.
Moenda* superiores.
Nafundigaode C. Starr & Companhia,
m S.-Amaro acham-se venda moendas
de i-a una, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito (superior.
Iloga-se aos freguezes que tcnhain
toda nttenoo pava o novo sor-
time ANO que existe na loja dn
rua do Crespo, 11. O, ao p do
lampco.
. Vendem-se cassas pintadas de cores lisas,
a 260e 280 rs. o covado; cortes de brim
branco de linho puro, a 1,920 rs.; ditos do
fuslflo muilo finos, a 560 e 640 rs. ; cassa
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
covado jzuarle de cor, a 200 rs. ; riscado
de linho para casacas, a 240 rs. o covado, e
outras muitas fazendas por prego commodo.
9
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*
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*

Cravelas de chitas. 160
llem, de seda, pretas ede cores. 320
llem, de couro do lustro ara
militar. 210
Seiiits de cores lizos, covado. 640
dem, branco muito boa fazenda. 800
Sarjas de cores para vestido, co-
vado. 1,200
Cortes de vestido de seda brancos
para noivas. 30,000
Mantas do setim decores mati-
sadas. 8,000
I lem, de sarja, dita, dila. 10,000
Chales de seda furia cores. 4,000
l.uvas cuitas de linho para se-
nhora, o par 160
dem, de seda abertas para se-
nhora. 320
Meias de seda abertas branca pa-
ra senhora. 1,000
dem, prelas para senhora. 1,000
llem, para homem. 1,oOO
I lem, lizas para homem. 1,000
dem, branca para dilo. 1,000
Caileiras linas de feixe. 320
Sapatos de selim prelos, par. 1.000
Botins gas,dados, pretos e de
cores para senhora. 1,000
Sapatos de selim branco para me-
nina. 1,000
Chinellas de marroquim deco-
res paia lio 11...... 1,000
Chapeos de sol de seda para
senhora. 2,000
l."noos de cambraia de linho, li-
zos, de 1,000 a 3,000
liiiii bordados com bicos 4,000 a 20,000
I lem de seda preta e de cores
para grvala 3,000
Chiclos de junco ou cana para
cairo .te ~->_2,000 a 4 000
I lem, de baleia para ca/ro^000 a 6,000
lli'ii.allas linas de junco 0/
cana de 320 a 2,000
Ci.icoles linos para mon-
tana de 1,000 a 2,oOO
lu grande sortimento de flores finas se.11-
i deposito da rua da Moda, n. 15,
ha para vender superior cal em pe-
dra, receolemente chegada de Lis-
boa, em o brigue Concticio-de-Ma-
ra, por prego rasoavel : tambem ahi
se vendem pesos de duas e de una
arroba, por prego commodo; ha
tambem effeclivanieule no mesmo
deposito barris de mel para embar-
que.
Deposito de poiassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa,
8ssim como cal vlrgem em pedra, recenle-
meute chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel: na rua da Cadeia do Itecife, n. 12, ar-
mazem.
Bombas de ferro.
- Vendem-se bombas de repuxo,
pe -dulas e picota para cacimba :
na rna do Brum, ns. 6, 8 e 10,
fundicao le ferro.
Arados de ferro.
- Vendem-se arados de ferro de
differenles modelos : na rua do
lii'iim, ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e lundicao de ferro.
Milito novo a 2$ooo rs.
Cada sueca.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da ConceigSo.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior smen-
lo, ebegado no ultimo navio de Hamburgo :
na rua do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
--Vendem-se amarras ae ferro: na r
la Souzalla-Nova, 11. 42.
Chapeos do Chille.
Vendem-se, por preco commo-
do, chapeos de palha do Chille,
muito alvos e linos : na rua do
Trapiche n. 3, a traUr com No-
vaes He Compinhia.
-- Diyertimento para a rapazia la de bom
gosto, Iba do Nogueira, Santo Amaro, f
sag-ui, Capunga, Auipucos, Monteiro, dia
do l'ogo, dia do Monte, ele. etc. ote. Ven-
de-sa o escaler armado a vapor, com todos
os preparos precisos para seguir viagem
navega em pouca agoi e trabalha por mo
para n.io gas;ar carvilo: quetn o quizer
comprar, dirija-se a rua da Cruz n. 13,
tratar com o caixeiro do armazem.
Arados de ferro.
Na fundi,o la Aurora em S.-Amaro ,
vendem-s arados de ferro de diversos mo-
lidos.
Fumo em folha para charutos.
Vende-se por preco muito com-
modo fumo cm folha para cap e
milo de charuto.", assim como fu -
mo regedia, desembarcado ha pou-
cos dias : trata-se no caes da al -
landega, armazem n I, de Dias
Ferreira, ou com Novaes^t Com-
panhia, na rua do Trapiche n. 3\
Vende-se una parda moga, que cose
bemeeugomma: na rua Nova n. II, loja
que foi do fallecilo Jos Tinto da Foosees e
Silva.
Carnauba.
Vende-se mutto boa carnauba, por prego
commodo : 110 armazem do H mollar, junto
a escadinba.
\ 3,000 rs. a sacca.
Vende-se farinba de mandioca,
em saccas grandes, chegada lti-
mamente, supe 101 faxenda; nos
armasen! de Gouva & Dias, el
Dias Ferreira, nu caes da alfande-
ga, a tratar nos inesmos.
\kk
Na rua Nova, n 8, lojj de J
Joaquim Moreira & C. ,
vende-sc-um rico sortimento de
franjas pretas para manteletes e
capotinhos, por preco rasoavel.
10.0011 rs. a duxla.
Verdadeiro e legitimo phampanhe A Y en
casa de Avrial & IrmSos ': rua da Cruz n. 20.
Naruado Vigario n. 19, primoiro an-
lar, ha para vender mercurio doce em la-
tas de duas libras, retroz sortido em libras
a meias libras, fechaduras de broca e stn-
gellas, vinhos engarrafados de Setubal, Car-
cavellos e outras qualidades, superior fla-
nella para forrar sollins e botoes de usso pa-
ra caigas : ludo por pregos commodos para
fechar conlas.
A 6,000 rs. a sacca.
Vende-se superior arroi pilado
a seis mil 1 t'is a sacca : no arma-
zem .1. 1 do Dias Ferreira, no caes
da alfandega.
Agencia
da fundicfioLow-Moor.
HOA. DA SKN2ULT.A-NOVA, N. t\1.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas d;
ferro batido
OS tamaito-.
vapor, e tachas de
coado, de todos
para dito.
Vende-se urna preta crioula, moga,
que cose pouco, engomma perfeitamente
he ptima cozinheira e doceira, e com urna
cria cabra de 3 para 4 mezes : no pateo do
Carmo, u. 14, casa terrea.
Na rua Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Aloreira & C ,
vendem-se famosos chapeos francezes para
homem, de formas mui lindas e modernas,
e de ptima pe lucia.
-- Vende-se um caroeiro mango, bastan,
te grande e gordo, com sellim proprio para
menino, porterdisso bastante uso : a tra-
tar na rua das Trincheiras n. 25.
1
Escravos fgidos.
5o,000 rs. e gratificacSo.
Fugio, no dia II deabril do presente an-
uo, a preta Maria Joaquina.de nagfio Congo
de 30a 40 anuos, baixa e cheia do corpo.cara
larga, cor retinta, olhos vivos e meios gran-
des, feigOes grosseiras ; tem um pequeo
signal de carne sobre o beigo superior do
lado direito do nariz. Esta preta j foi es-
crava do engenho, e o atino passado era da
urna crioula de nonio Felicidade com quem
dita preta andava pelo mallo vendendo
mindi zas, por cujo motivo ella sabia quasi
ludas as povoagoes dcsta provincia ; he
muito ardilosa e ea pa/. do Iludir a qualquer
pessoa que a nSo ennhega, pode incobrira
sua fuga com o negocio de nSiudezas, pois
j outra vez que fugio foi pegada no enge-
nbe S -Anna com um balaio de miudezas
que andava vendendo. Quem a pegar leve-a
a praga da Independencia, n. 17, que rece-
hera 50,000 rs. de gratilicagAo e quera dol-
a der noticia certa recebe 1 20,000 rs.
O O mulatinho Agostinho O
fgido.
Na ncile de 11 para la do
corrente ausentoa-se o es-
cravo Agostinbo, pardo a-
(j caboclado, cabellos pretos e
O lisos, ps grandes com os de- O
9 dos grandesgrossose camba- P
H dos para dentro ; he flho do ^
q sertao, muilo fallador e fo- q
9 ta : roga-se is autoridades O
* policiaes, capiles de cam- <&
q po, assim como a toda e
O qualquer pes 01 que o en-
O contrar de prende lo e
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conduzi-lo a seusenhor Ben-
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q to .los Taveira, na rua da ~
Cruz 11. 30, que nao s paga-
ra
O
0
r todas as despezas, como
offerece urna generosa re-
compensa a quem o trouxer.
Fugio do sitio da Taquara,
no Allinho, comarca de Caruar, no dia 4
de novembro deste anuo, o escravo Silve-
rio, crioulo, representa ter 20 anuos, bem
preto, baino.seiTo,oom urna sicatriz no ros-
to ; tem o lado de um dente da frente que-
brado e he eaiihnto ; foi encontrado na po-
voicAo de Cravata.com deslino a esta praga;
he bem fallante : roga-se a todos os capi-
ISes de campo que o apprehendam e levem-
no a povoagSo do Allinho ao reverendissi-
moSr. Pedro Manoel da Silva, ou nusta pra-
et, ou na rua do Queimado, segunda,loja, n.
18, que se gratificar com generosidade.
Fugio, no dia 10 do corrente, o escra-
vo crioulo, denome Jos, de 40 annos, altu-
ra regular, cheio do corpo, olhos araarel-
los, rosto hexigoso, ps chatos egrossos;
levou caiga de la escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do l'elourinho, ns. 5 o ,7, de Ito-
mau Antonio da Silva alcntara.
Gratlca-se bem.
Fugio, no dia 22 do corrente mez de de-
zembro, o preto Antonio, d naglO Cabin-
da, representa ter 45 annos de idade, altu-
ra regular, cheio do corpo, rosto aboceta-
do, bastantes cabellos brancos na cabega,
e muito cabelludo dos peitos ; levou caiga
ejaqueta de ganga azul; he odicial de cal -
detroiroda fabrica Ja rua do llrum n. 28.
Desconfia-se que leuda ido para o mato, por
ter j estado fgido pe lo de um auno em
alguin eugeiibo : roga-se, pois, a quem o
apprehener, leve-o aos Sis do mosm es-
cravo, Mosquita & uutra, na dita fabrica,
que se recompensar
Pr.RN. naT/rde M.F.dkFiu Ar
-3WX\
n


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